Vasco

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quarta-feira, 2 de setembro de 2020

HISTÓRIA DA HISTÓRIA - CAMISAS-4

Em 2010 foi lancado o 3 uniforme, camisa branca com uma cruz vermelha e dentro dela uma Cruz de Cristo branca e no centro ainda um escudo com as 8 estrelas e mais uma Cruz de Cristo bordados. Foi a primeira vez em toda sua historia que o Vasco nao entra em campo sem a cor preta em sua camisa. 
No mesmo ano, a camisa preta eh adotada como a “home” e a branca como “away”, a Cruz de Patea ganha um contorno branco em homenagem ao titulo brasileiro de 1974, assim como o estilo de gola. Volta tambem os contornos na faixa,vermelha na “home” e prateada na “away”. E inserido tambem um numero na frente do lado esquerdo da cintura.Em 2011 eh retirado o nome dos jogadores das costas e posteriormente o numero na frente tambem.
 O novo 3 uniforme faz alusao ao historico time que ficou conhecido como "Camisas Negras". Na epoca, o Vasco foi o primeiro clube a permitir negros em seu elenco no Brasil, entre 1923 e 1924, negando a solicitacao da organizacao, que pedia a retirada de 12 jogadores negros do timeA imagem da camisa foi escolhida atraves de votacao no site oficial do Vasco apenas para os associados representando a briga pela democracia
A Cruz de Patea fica bem no centro e a imagem da mao espalmada em preto e branco do lado esquerdo do peito com os dizeres "Respeito e Igualdade" e na gola "Democracia e Inclusao".
Pelo novo modelo as oito estrelas foram mantidas acima da Cruz de Patea (4 brasileiros, Sul-Americano, Libertadores da America, Mercosul e Campeonato de Terra e Mar), vinha a marca d'agua do escudo do Vasco na parte da frente da camisa, alem do escudo da CBF no meio em homenagem a conquista da Copa Brasil. 
A faixa de tras foi retirada (home) visando melhor visualizacao dos numeros ja pensando na participacao do Vasco na Copa Libertadores da America no proximo ano. As golas tambem foram modificadas deixando de lado o modelo de 1974, ficando mais modernas, curiosamente as mesmas sao diferentes usadas no modelo preto (home) e na branca (away). A logo marca da Penalty aparece agora na parte da frente e de tras da camisa e por toda a manga.
Em 2012, o 3 uniforme e um modelo semelhante ao de 2010, predominou a cor azul e branco que estavam presentes na primeira bandeira de Portugal e que na camisa simboliza o mar, do qual Vasco da Gama (navegador que deu origem ao nome do clube) enfretou desafios, uma alusao feita a disputa da Copa Libertadores da America do ano.

PINGA DA MELHOR QUALIDADE -3

José Lázaro Robles, o Pinga, representou o Vasco da Gama em seis partidas pela Seleção Brasileira, cinco em 1954 e uma em 1955. Nas duas primeiras, ajudou a golear  o Paraguai e um combinado colombiano, pelo mesmo placar de 4 x 1, respectivamente, em 21 de março  e em 2 de junho de 1954.  Uma semana depois, voltou a vencer o mesmo time colombiano, por 2 x 0. Depois, em 16 e 19 de junho, participou de duas partidas da Copa do Mundo, contra México e Iugoslávia, contribuindo com dois gols nos 5 x 0 sobre os mexicanos e não marcando contra o outro adversário. Pinga despediu-se da camisa canarinha em 13 de novembro de 1955, durante os 3 x 0 pra cima dos paraguaios. No jogo em que escreveu dois tentos na história dos Mundiais, o time brasileiro, comandado pro Zezé Moreira, alinhou: Castilho; Djalma Santos, Pinheiro e Nílton Santos; Bauer e Brandãozinho; Julinho Botelho, Didi, Baltazar, Pinga e Rodrigues.
 

  Abaixo,  Pinga, como capitão do time cruzmaltino, troca flâmula com o colega do francês Racing, e depois mata a pau o adversário, pelo Torneio de Paris, do qual a Turma da Colina carregou o caneco, vencendo o adversário psrissiense, por 3 x 1, e o espanhl Real Madrid, por 4 x 3. 

The striker Pinga, as captain of the team cruzmaltino, streamer exchange with fellow French Racing, and then kills to stick the opponent, the Tournament of Paris, which the boys carried the cup. 

                     FOTO REPRODUZIDA DA REVISTA MANCHETE ESPORTIVA 






terça-feira, 1 de setembro de 2020

TRAGÉDIAS DA COLINA - PÉTORTADOS

O jogo de 17 de agosto de 2019 foi goleada, para os flamenguistas, muito mais por demérito vascaíno do que por virtude do rival. Afinal, um time que desperdiça dois pênaltis, (Pikachu e Bruno César) defendidos por um goleiro - Diego Alves - que vinha abusando de falhar, ultimamente, com a imprensa defendendo que o reserva César merecia ser titular -, não pode vencer ninguém
Se os jogadores vascaínos não tivessem os pés tão mal calibrados, o jogo poderia ter terminado no 4 x 4,  pois eles ainda desperdiçaram uma boa chance de gol, acertando a trave.   
 FICHA TÉCNICA - 17.08.2019 - Vasco 1 X 4 Flamengo. 15º rodada do Campeonato Brasileiro.Estádio Mané Garrincha, em Brasília. Juiz:: Leandro Pedro Vuaden-RS. Público: 65.418 pessoas. Renda: R$ 5.285.443,00. Gols: Bruno Henrique, aos 41 min do 1º tempo e aos 5 min do 2º tempo; Leandro Castan, aos 13; Gabriel, aos 16, e Arrascaeta, aos 37 minutos do 2º segundo tempo. VASCO: Fernando Miguel, Raul Cáceres(Bruno César), Oswaldo Henríquez, Leandro Castan e Henrique; Richard, Raul, Lucas Mineiro(Andrey), Yago Pikachu e Marquinho(Tiago Reis); Talles Magno. Técnico: Vanderlei Luxemburgo. FLAMENGO: Diego Alves, Rodinei, Thuler, Pablo Marí e Filipe Luís; Gustavo Cuéllar, Willian Arão, Gerson(Everton Ribeiro) e Arrascaeta(Piris da Mota); Bruno Henrique e Gabigol(Berrio) 
O "Profexô"  deseja, um dia, ser dirigente do seu Flamengo.

HISTÓRIAS DO FUTOL BRASILENSE. SETE LANCES QUE O TORCEDOR JÁ ESQUECEU

                                                 

1 – Na semana de 12 de fevereiro de 2012, o Brasiliense alterou o horário do seu jogo, contra o Formosa-GO, pelo Candangão, para ter mais acessos a seu site oficial. O prélio, que começaria às 17h, passou para as 18h30, quando só a página eletrônica do clube o transmitiria, integralmente – também, pelo rádio. A malandragem levava em conta que, a partir das 19h, todas as rádios estariam transmitindo a obrigatória “Voz do Brasil”. Manchete do jogo: Jacaré dá golpe pela Internet.


2 – O Departamento de Futebol Infantil e Infanto-Juvenil da Federação Metropolitana de Futebol realizava cinco jogos infantis e três infantos, pela oitava rodada, nos inícios da década-1980. Em Inter x Haway C, o árbitro encerou a partida faltando cinco minutos para completar o tempo, mesmo alertado por um dos bandeirinhas. Sentindo-se prejudicado – perdia, por 1 x 0 –, o Inter foi ao “tapetão”. O torneio infantil contava com um time com nome de mulher: Fátima. Naquela rodada, perdeu, por 2 x 1, do Haway B. Então, a molecada vencedora sacaneou: “Mandamos porrada na Fatinha”.


3 – Hermínio Ferreira das Neves, o Tim, fundador da Sociedade Esportiva do Gama, tempos depois de ter deixado o clube, por pressão da Administração Regional da cidade, que o considerava de baixo nível cultural – era servidor humilde de um tribunal –, criou o Clube Atlético Brasiliense, que chegou a ser vice-campeão amador candango. Para poder usar e usar a estátua dos “Dois Candangos” – está na Praça dos Três Poderes – como emblema do clube, ele trocou a permissão do autor, Bruno Giorgio, por um jogo de camisas. Sem nunca tirar o Gama do coração, Tim disse aos cartolas gamenses que o substituíram ter um sensacional atacante em suas hostes. Para mostrar-lhes o veneno de Humberto, marcou um amistoso, no Bezerrão. Era inícios da década-1980. o Gama mandou 13 x 1 e não levou o rapaz, que era bom jogador, realmente. Alegou não ter dinheiro suficiente para o investimento.


4 – Na temporada-1981, o Gama consolidara a fama de time de maior torcida no DF. E seu presidente, Osvando Lima, vivia dizendo que para vencê-lo, dentro do Bezerrão, só se fosse no tapetão. O marketing ajudava, embora o “Periquito”, campeão candango-1979, tivesse sido vice, em 1980, ganho pelo rival Brasília. Mas, como a propaganda é a alma do negócio, houve domingo em que o Gama fez dois amistosos. O time A encarou o SESI, no Bezerrão, e um “misto quente”, com reservas e juniores, foi a Formosa-GO, colocar as faixas de campeão local no Disnes FC. Valeu, valeu!


5 – Ao assumir o comando do time do Taguatinga, em 1982, o treinador João Avelino disse que ganhar campeonato não dependia só de muito trabalho. Também, “proteção espiritual”. E marcou uma ida de toda a sua rapaziada à uma missa noturna na igreja do Menino Jesus de Praga, o seu santo protetor. Mais: anunciou pretender levar a rapaziada a paulista Aparecida do Norte, a padroeira do Brasil, a fim de agradecê-la pelo título candango de 1981, quando o treinador nem era ele. “É um lance de fé”, justificava, acrescentando que muitos clubes além de visitar a santa, ainda levavam bolas para serem benzidas. Só não disse se as bolas batiam na rede dos adversários, depois de bentas.


6 – Faltava poucos dias para o início da Copa do Mundo-1982, na Espanha. Como a cidade de Taguatinga aniversariava, o Taguatinga EC convidou o Vasco da Gama para um amistoso, no Serejão, dentro dos festejos, engrandecidos pelas presenças de jogadores famosos, como o goleiro Mazaropi, o zagueiro Rondinelli, o meio-campista Dudu “Coelhão” e os atacantes Katinha, Renato Sá, Cláudio Adão e Roberto Dinamite (foto). A galera prestigiou, a renda chegou aos CR$ 5 milhões, 163 mil cruzeiros (muito boa) e o placar Vasco 1 x 0 (gol de Roberto Dinamite, aos 41 minutos do segundo tempo) não foi o mais importante, mas três fatos: 1 – falta de luz no estádio; 2 – demissão do treinador Canhoto, do Taguatinga; 3 – chegada de telex enviado pela CBD convocando o Dinamite para substituir o contundido Careca (Antônio de Oliveira Filho) na equipe canarinha, que já estava na Espanha.

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7 – Na tarde do domingo 26 de outubro de 1978, se vencesse o Guará, na casa deste, o Brasília já poderia considerar-se campeão do primeiro turno do Candangão. Para evitar a glória do rival, quando o árbitro Cacírio Marinho preparava-se para mandar a bola rola, um torcedor do ”Lobo da Colina” mandou uma galinha preto dentro das quatro linhas. Acertou os costados do atacante Raimundinho “Baianinho”, que levou um tremendo susto e garantiu: “Erraram o alvo. Macumba em cima de baiano é bola fora”. E pareceu ter razão, pois, no início do segundo tempo, a zaga do “Lobo da Colina” aprontou uma tremenda lambança, que o meia Ernani Banana, que não esperava por tamanha gentileza, ficou até “com vergonha” de fazer o gol. No segundo, ele lançou Edmar e a defesa anfitriã parou, deixando o goleador dominar a bola, ajeitá-la e encobrir o goleiro, à espera de marcação de impedimento. O dono da casa se deu mal em todo os itens.






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FRACOTES NA ESQUINA DA COLINA

1 - O Campeonato Carioca de 1939 foi de pisadas na bola para a Turma a Colina. Em 24 partidas, a rapaziada economizaram vitórias e anotaram somente oito, o equivalente a 33,33% do estoque. No mais, empataram sete e desabaram em nove. Nisso aí, marcaram 32 e levaram 34 gols. Autênticos fracotricidas.
2 - O Vasco da Gama já enfrentou o mato-grossense União, de Rondonópolis, em três oportunidades. Primeira e amistosamente, em 1980, mandando 2 x 0, no Estádio Engenheiro Lutero Lopes, quando Roberto Dinamite marcou o seu gol 334. As duas outas foram oficiais, pela Copa do Brasil de 2005, empatando, por 2 x 2 e repetindo os 2 x 0. 

3 - Em 1926, o Vasco da Gama escreveu esta história em sua participação no Campeonato Carioca: 25.05.1924 – Vasco 3 x 1; 03.08.1924 – Vasco 2 x 0; 04.04.1926 – Vasco 5 x 0; 27.06.1926 – Vasco 5 x 1; 22.05.1927 – Vasco 5 x 2; 31.07.1927 – Vasco 2 x 2 Vila Isabel; 10.06.1928 – Vasco 1 x 1 Vila Isabel; 07.10.1928 – Vasco 4 x 0.  Antes, houve quatro jogos pelo Carioca da Segunda Divisão: 17.04.1921 – Vasco 1 x 4; 03.07.1921 – Vasco 3 x 2; 23.04.1922 – Vasco 0 x 1; 04.06.1922 - Vasco 2 x 1.

4 - Nos 27 de junho, o Vasco da Gama já empatou, com o Palmeiras, em duas oportunidades: 3 x 3, em 1945, e 1 x 1, em 1954. Detalhe: trocaram os dois últimos números: 45 e 54. No primeiro desses pegas, no Pacaembu-SP, Lelé (2) e Santo Cristo bateram na rede, com a galera sendo: Barcheta, Berascochea, Rafagnelli, Nílton, Dino (Argemiro) Rubens, Djalma, Santo Cristo, Lelé, Isaías e Chico (Ademir Menezes). Em 1954, novamente, no Pacaembu, Hélio marou o tento vascaíno, com o time alinhando: Barbosa; Dário e Bellini; Amauri, Laerte e Haroldo (Beto); Sabará (Vaguinho), Ademir Menezes (Iedo), Vavá, Alvinho e Hélio.