Vasco

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terça-feira, 10 de outubro de 2023

CHUTE PRA FORA DA COLINA - MENDONÇA

 Final de janeiro de 1980. O atacante Jorge Mendonça foi chamado, pelo meio de um treinamento, para conversar com a direteoria do Palmeiras. Achou a ordem esquisita, pois estava certo de não ter cometido nenhuma indisciplina. E foi ver o que rolava. Ficou sabendo que ele estava sendo negociado com o Vasco da Gama, e até considerou o papo interessante, pois não vinha sendo chamado para a Seleção Brasileira e, no futebol carioca, poderia dar a volta por cima e se livrar da pecha de “pipoqueiro”, que ele atribuía a repórteres com quem ele não batia bem, em São Paulo.

                REPRODUÇÃO DE YOUTUBE - AGRADECIMENTO

 Ficara tudo favorável para Mendonça. Aos 25 de idade, ganharia uma boa grana sobre os 15 por cento do valor da compra do seu passe – Cr$ 10 milhões de cruzeiros -, teria bom salário – Cr$ 110 mil cruzeiros mensais –, ficaria perto de sua família e trabalharia com um velho amigo, Orlando Fantoni, que fora seu treinador no pernambucano Náutico Capibaribe.

 Tudo acertado, Jorge Mendonça embarcou para o Rio de Janeiro. Quando o avião sobrevoava a Baía de Guanabara, pânico dentro da aeronave. Defeito em um dos motores fez o voo ficar baixinho e ameaçado de terminar no chão, antes de pousar na pista do Aeroporto Santos Dumont. Mendonça maldisse a hora em que o Vasco o tirou do Palmeiras. Sobretudo, vendo gente rezando alto e pedindo ao Homem Lá de Cima pra escapar com vida – todos escaparam.

 Como não pudera descer perto do centro do Rio de Janeiro, por questões de segurança, o avião foi desviado para o aeroporto do Galeão, na Ilha do Governador. Informados do que rolava, os cartolas vascaínos “voaram” para o novo local do pouso. São e salvo, Mendonça desceu a escada da nave, festejado pela cartolagem cruzmaltina, que faturou publicidade com a presença da imprensa. Levado para São Januário, chegou dando uma de malandro, afirmando que “no Rio de Janeiro era melhor para jogar futebol do que em São Paulo” e que chegava ao Vasco para ser “um atacante temido pelos beques, com futebol implacável.”

Nem tanto! Contratado para substituir Roberto Dinamite, com quem jogara durante a Copa do Mundo-1978 (o parceiro havia sido negociado com o espanhol Barcelona), Mendoça só passou uma temporada em São Januário. Estreou, em 23 de fevereiro de 1980, maracando o gol da vitória vascaína, por 1 x 0 América-RJ, aos 38 minutos do primeiro tempo da partida válida pela primeira fase do Campeonato Brasileiro - Jair; Orlando Lelé, Ivan, Léo e Marco Antônio Feliciano; Zé Mário, Guina e Jorge Mendonça; Wilsinho, Paulinho Masssariol (Peribaldo) e Ailton (Katinha) foi a formação usada pelo treinador Oalando Fantoni - e não deixou saudades. 

 Nascido, em Silva Jardim-RJ, em  6 de junho de 1954, Jorge Mendonça viveu até 17 de fevereiro de 2006 e, enquanto esteve vascaíno, marcou 11 gols, em 22 jogos.     

segunda-feira, 9 de outubro de 2023

TRAGÉDIAS DA COLINA – CÉLIO DE SOUZA

Em 1965, o time infanto-juvenil do Vsaco da Gama  foi o campeão cariocas, sem a diretoria do clube ligar muito para a garotadas. Só o treinador Célio de Souza botava fé nos “meus meninos”, como ele os chmava. Célio vivia pedindo aos repórteres eu cobriam São Januário, para darem uam forcinha à sua molecada, assistir um treino. Mas ninguém comparecia. Ele só teve alguma cob rura quando o Vasco decidiu o certame, com o Flamengo, e carregou o caneco, tendo o centroavante Adílson Albuquerque, irmão de Almir, como gande revelação.

REPRODUÇÃO DO JONAL DOS SPORTS

 Com o sucesso na categoria infnto-juvenil, subiram o Célio de Souza para a juvenil. E ele, novamente, carregou o caneco, que o Almirante não via há uma década atingindo oito títulos entre infantos, juvenis e aspirantes. Mesmo assim, ninguém lhe dava uma linha, não adiantava ele pedir. Só quem lhe prestigiou foi o Madureira, que convdou-lhe para dirigir o seu time principal. Ele topou e fezx do “Madura” vice do Torneio Início de 1967, vencido pelo Botafogo  - bi estadudal e das Taças Guanabara-1967/68 - de Rogério Hetmanek, Gérson, Roberto, Jairzinho e Paulo César Lima.

 Célio de Souza voltou ao Vasco da Gama, mas o clube seguiu sem botar muita fé no seu taco e mandou-o, de novo, para as divisões inferiores. Só em 1972 deu-lhe uma chance de dirigir o time A, quando demitiu o treinador Zizinho (Tomaz Soares da Silva), após 0 x 0 Olaria, em 1972, pelo segundo turno do Estadual, no Maracanã.

        Infantos-juvenis reproduzido da revista Reis do Futebol

Veio a tarde de 21 daquele maio, um domingão, e Célio de Souza, diante de 81.654 pagantes, mandou o Vasco ao garmado do “Maraca”, pazra enfrentar o Fluminense, confiando em: Andrada; Haroldo, Miguel, Moisés e Eberval; Alcir (Alfinete) e Edson (Suingue); Jorginho, Silva, Tostão e Gílson Nunes. Era uma prova de fogo para a sua capacidade e, em jogo duríssimo - apitado por Aírton Vieira de Moraes -, o Vasco da Gama bateu na rede, aos 39 minutos do segundo tempo, por intermédio de Suingue, o que mostrava o seu acerto até nas substituições. E, por 1 x 0 a vitória foi para a Colina, ante um Fluminense que inha craques como Marco Antônio e Gérson, tricampeões mundiais em 1970, no México, e o artilheiro argentino Artime. Eufóricas, a torcida vascaína gritou pelo nome de Célio de Souza e, sem demora, a chefe da torcida, Dulce Rosalinda, arrumou milhares de assinaturas pedindo a efetivação dele no comando da equipe.

 Os cartolas vascaínos ficaram enrolando. Célio pediu para definirem logo a sua situação. Pediu na hora errada: o Vasco o mandou embora e contratou Mário Travaglini, após o antigo lateral-esquerdo Coronel ter dirigido o time em dois amistosos.  

 

domingo, 8 de outubro de 2023

TREINADOR DO VASCO MANDA JUIZ "SIFU"

      15 de março de 2023 - durante a estreia do Vasco da Gama no Campeonato Brasileiro - Vasco 2 x 1 Atlético-MG, no belo-horizontino  Mineirão, o  treinador cruzmaltino, Maurício Barbieri, foi convidado a se retirar da pugna. Nenhuma novidade, pois o tal tinha currículo aprontador.

Aquele 15 deste março era um sábado e o Barbieri foi expulso da partida aos 36 minutos do primeiro tempo, por mandar o juz Raphael Claus “tomar caju" e, também, ‘sifu”, conforme Sua Senhoria relatou em súmula, contando ter ouvido, do quarto árbitro, as “recomendações” do treinador. Ainda segundo Claus, após o prélio, Barbieri foi ao seu vestiário, pedir desculpas e reconhecer o erro.

7 de abril de 1985 -  o Vasco da Gama encarava o Guarani de Campinas, pelo segundo turno da primeia fase do Campeonato Brasileiro, quando o então atleta Barbieri foi excluído do match, pelo árbitro Nei Andrade Nunes Maia, aos 22 minutos ainda do primeiro tempo. Que horror! Ele  formava o meio-de-campo bugrino, com Zé Mário (aquele mesmo que fora vascaíno) e Nei, e era o responsável pelos lançamentos para o artilheiro Edmar Bernardes. Após a sua saída, Edmar ficou sem ver a maricota, tendo o treinador Lori Sandri atribuído o empate - 0 x 0 -, em São Januário, à expulsão do seu meia-lançador – bom para o Vasco.

                           REPRODUÇÃO DE WWW.VASCO.COM.BR 


sábado, 7 de outubro de 2023

VASCO DA GAMA 0 X 0 SÃO PAULO

Resultado péssimo para a Turma da Colina,  popr jogar em casa, diante de sua torcida. Com isso, a rapaziada segue lutgado cotras a zoa de rebaixamento. Devido a pausa no Braileirão, paas a Selerção Brasileia enfrentar a Venezuela e o Uruguai, pelas Eliminatórias da Coipa do Mundo, o Almianter só voltarás a navegar o  próximo dia 18, diante do Fortaleza, novamente em São Januário. Confira a ficha técnica:  

Mesmo com casa cheia, o time vascaino enganchou na equipe tricolor paulista 

07.10.2023 (sábado) - Vasco da Gama 0 x 0 São Paulo. 26ª rodada do Campeoanto Brasileiro. Estáio: de São Januário-RJ. Juiz: Braulio da Silva Machado-SC. Público: 19.997 pagantes  e 20.690 presentes; Renda: R$ 1.046.359,00. VASCO: Léo Jardim; Paulo Henrique (Puma Rodríguez, Maicon, Léo e Lucas Piton; Zé Gabriel, Paulinho (Mateus CarvalhoT) e Praxedes; Gabriel Pec (Figueiredo), Marlon Gomes (Payet) e Vegetti. Técnico: Ramón Díaz). SÃO PAULO: Rafael; Nathan, Diego Costa, Alan Franco e Caio Paulista (Wellington); Pablo Maia e Alisson (David); Wellington Rato (Juan), James Rodríguez (Luciano) e Rodrigo Nestor (Michel Araújo); Lucas. (Técnico: Dorival Júnior).


sexta-feira, 6 de outubro de 2023

ESQUADRAS DO ALMIRANTE - DECADA-50

                 REPRODUÇÃO DA REVISTA ESPORTE ILUSTRADO

Em pé, da esquerda para a direita: Barbosa, Augusto, Laerte Garacia, Jorge, Danilo e Ely; agachados, na mesma ordem: Mário Américo (massagista), Alfredo dos Santos, Ipojucan, Ademir Menezes, Maneva e Djayr. 

               REPRODUÇÃO DA REVISTA MANCHETE ESPORTIVA
Nesta formação, o quarto à esquerda, entre Bellini e Orlando Peçanha, é o gaúcho Laerte, que não deve ser confundido com o Laerte da foo de cima. Lá no alto o Laerte é Monteiro Garcia, enquanto o morenão aqui abaico é Nadir Heraldo Prates, sendo Laerte um apelido. Neste fime, "os caras" eram Válter Marciano e Vavá, segundo e terceiro agachados.