KIKE NO LANCE - - Vasco 2 x 1 América citado pelo leitor acima foi jogado no Estádio Club de Regatas Vasco da Gama, o nome oficial do chamado São Januário, que é o da rua que faz fundos com a General Almério de Moura, a da frente, onde está o portão de entrada da sede cruzmaltina. O juiz foi Armando Marques e os gols marcados por Vevé e Saulzinho, com Nilo descontando para os americanos. Naquela tarde, o treinador Jorge Vieira escalou este time: Humberto Torgado, Paulinho de Almeida, Brito, Barbosinha e Dario; Nivaldo e Lorico; Joãozinho, Saulzinho, Vevé e Da Silva.
Vasco
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
O ADMIRÁVEL ALMIRANTE - 4
KIKE NO LANCE - - Vasco 2 x 1 América citado pelo leitor acima foi jogado no Estádio Club de Regatas Vasco da Gama, o nome oficial do chamado São Januário, que é o da rua que faz fundos com a General Almério de Moura, a da frente, onde está o portão de entrada da sede cruzmaltina. O juiz foi Armando Marques e os gols marcados por Vevé e Saulzinho, com Nilo descontando para os americanos. Naquela tarde, o treinador Jorge Vieira escalou este time: Humberto Torgado, Paulinho de Almeida, Brito, Barbosinha e Dario; Nivaldo e Lorico; Joãozinho, Saulzinho, Vevé e Da Silva.
HISTÓRIAS DO FUTEBOL CANDANGO. SANTOS GOLEIA "COMBINADO": 4 X 0
Tudo era festa, no dia 21 de abril de 1961, no primeiro aniversário de Brasília. Para o futebol, também, homenagear a nova capital, a Federação Desportiva de Brasília (FDB) convidou o Santos, o melhor do mundo, na época, para disputar um amistoso, e entregou o seu time ao ex-capitão do Vasco da Gama e da Seleção Brasileira de 1950, Augusto da Costa, que trabalhava na cidade, como policial.
Augusto relacionou 32 atletas e, como se
disputava o Torneio Paulo de Tarso, convocou só quem participava da competição
– Edson, Luís Silva, Conrado, Marianelli, Ubaldo, Íris, Pacuzinho, Valter
Morais (Clube de Regatas Guará); Gaguinho, Paulo, Leocárdio, Calado, Pedrão,
Dario, Campos, Nilo e Joãozinho (Rabelo); Raspinha, Jair, Edson Galba,
Loureiro, Enes e Gesil (Planalto); Reinaldo (Grêmio Esportivo Brasiliense) e
Hiroto (Sobradinho).
A rapaziada treinou no Estádio Ciro
Machado, do Defelê, na Vila Planalto, mas a torcida brasiliense decepcionou-se
com a promoção, pois o Pelé, apenas, desceu de um helicóptero que cobriu o estádio
de poeira, só para assistir à partida. Estava contundido.
Os candangos entraram em campo carregando a
bandeira do Santos, mas este não retribuiu a gentileza, no placar. Mandaram 4 x
0 na equipe que o jornal DC-Brasília, em sua página 8, da edição sobre
a partida, chamou por ‘combinado’.
BELAS DA MANCHETE ESPORTIVA - ILANA

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
HISTÓRIAS DO GAMA - ESCORREGADEIRAS
15.06.1980 - A diretoria alviverde procurava um adversário famoso para disputar um amistoso e fazer a festa pela conquisa do primeiro título de campeão candango, em 1979. O tempo passava, tentava-se adversários de peso, mas nenhum tinha data disponível. Até que o Atlético-MG teve. E o Periquitão trouxe o Galo (apelido do time mineiro), em uma esolaradíssima tarde já de junho, quando a galera nem mais esperava pelo jogo. Tanto que só 3.267 pagantes apareceram no Bezerrão – renda de Cr$ 326 mil e 700 cruzeiros – e pouco ajudaram a pagar a cota do time alvinegro de Belo Horizonte.
Pra piorar, o Atlético-MG, que era um dos primeiros colocados do Campeonato Brasileiro, com um time bem acertadinho, milhares de quilômetros de distância mais experiente do que o Gama, que não tinha jogadores rodados. E não perdoou: mandou 5 x 0. Só o centroavante Fernando Roberto – aos 27, 35 e 43 minutos do segundo tempo – marcou três gols. Antes, Renato Queiroz, aos 27 do primeiro tempo, havia dado o recado. Quem dinha alguma esperaça de empat na etapa final, desistiu, aos 24, quando Luis Alberto carimbou a segunda bola nas malhas defendidas pelo time candango.
O Gama do primeiro vexame interestadual foi: Hélio; Carlão, Paulo Frederico, Décio (Jairo) e Odair; Santana, Manoel Ferreira e Luís Carlos (Boni); Lino,. Fantato e Robertinho. Treinador: Martim Francisco. O Atletico-MG alinhou: João Leite; Alves, Osmar (Fred), Marcus Vinicius Silva (Alexandre) e Hilton Brunis; Cbicão (Heleno), Renato Queiroz e Palhinha (Luís Alberto); Pedrinho Gaúcho (Dinei), Feernando Roberto e Rômulo. Treinador: Procópio Cardoso Neto.
13.11.2002 - O mesmo Atlético-MG foi reponsável por uma outra grande escorregadaça gamense. Desta vez, com gamenses mais experientes e valendo pelo Campeonato Brasileiro: Gama 4 x 6 Atlético-MG.
À
época, o Gama fazia uma fraca participação no Brasileirao e somava, apenas, 22 pontos, em 23 partidas. Bola
rolando, o “Galo” (apelido dos atleticanos) abriu a conta, aos 14,
e ampliou, aos 43, placar da primeria
etapa. Na fase final, o Periquitão reagiu, aos quatro minutos, por Anderson. Mas dois minutos depois o
goleiro Pitarelli entregou a rapadura - 1 x 3 – que ficou menos amarga,
aos 12, por conta de Nen: 2 x 3.
Aos 16, Romualdo revidou falta e foi expulso de campo. Mas o Gama
mostrou ralça e, aos 28, chegou ao
empate, por intermédio de Rodriguinho: 3 x 3. No entanto, aos 33, o goleiro
Pitarelli voltou a entregar a garapa: 3 x 4, que virou 3 x 5, aos 37.
Sem querer jogar a toalha, os alviverdes voltaram a bater na rede, aos
41 minutos, com Dimba, cobrando pênalti: 4 x 5. Por fim, o árbitro Romuldo
Corrêa-SP marcou pênalti inexistente para os galenses - converteram, aos
48 -, rolou tremendo rebu dentro do gramado, com o golereio Pitarelli e o meia
Jackson sendo expulsos, além de um atleticano, e a PM chamada a intervir na
bagunça. E, por 4 x 6, o Gama foi rebaixado à Série B do Braileiro, no Estádio
Independência, em Belo Horizonte, diante de 15.783 pagantes – renda de R$ 76.243,00 – e de um radialista candango
que chamou o placar por “derrota honrosa”.
Treinado pro Sérgio Aledsandre, o Gama foi: Pitarelli; Paulo Henrique
(Wilson Goiano), Nen, Vinícius e Rochinha (Victor); Deda, Anderson, Jackson e
Lindomar (Rodriguinho); Romualdo e Dimba. O Alético-MG alinhou: Eduardo;
Neguete (Ronildo), Nen (Genalvo), Edgar (Eraldo) e Mancini; Hélcio, Cleison,
Paulinho e Michel; Kim e Renaldo. Técnico. Geninho.
Aquele foi um dos sete jogos com o segundo maior número de gols -
dez - na história do Brasileirão. Os
outros foram: Guarani de Campinas-SP 8 x 2 Clube do Remo-PA (1983); Vasco da
Gama 6 x 4 Goiás (2003); Atlético-PR 6 x 4 Vasco da Gama (2006; Portuguesa de
Desportos-SP 5 c 5 Figueirense-0SC (2008)
e Bahia 6 x 4 Goiás (2023). Os maiores – 11 gols - ainda são: Corinthians
10 x 1 Tiradentes-PI (1983) e Santos 7 x 4 Bahia (2003).
HISTÓRIAS DO GAMA - CAJUEIRO
Recordista brasileiro das Forças Armadas, nos 200 metros rasos, e bicampeão no basquetebol, pela Aeronáutica, eram as grandes glórias de Manoel Cajueiro, atletas militar, entre 1975/1976. Ele havia tentato ser goleiro juvenil do Bangu, durante as temporadas 1965/1966, mas viu, logo, que, se subisse, nunca barraria Ubrajara Mota. E desistiu.
Em
1967, vindo para Brasília, o Caju voltou
a tentar ser goleiro, do Real Brasília e do Defelê, neste tendo Aírton Nogueira
por treinador. De novo, desistiu. Ingressou na carreira militar e pediu pra
treinar os dentes-de-leite do Grêmio
Recreativo da Aeronáutica, em 1968. Fez bom trabalho e, em 1970, voltou ao Rio
de Janeiro, para cursar a Escola de Educação Física da Aeronáutica.
O Gama
chegou à rodada final empatado com o Taguatinga. Decidiu, empatando (0 x 0), no
Serejão e no Bezerrão, e fazendo a finalíssima, com nova igualdade zerada na prorrogação
e Gama 5 x 4 nos pênaltis. Gama campeãodo Caju: Chico; Carlão, Quidão, Manlel
Silva e Edvaldo; Santana, Manoel Ferreira e Miguel; Roldão, Maninho e Tico.