Recordista brasileiro das Forças Armadas, nos 200 metros rasos, e bicampeão no basquetebol, pela Aeronáutica, eram as grandes glórias de Manoel Cajueiro, atletas militar, entre 1975/1976. Ele havia tentato ser goleiro juvenil do Bangu, durante as temporadas 1965/1966, mas viu, logo, que, se subisse, nunca barraria Ubrajara Mota. E desistiu.
Em
1967, vindo para Brasília, o Caju voltou
a tentar ser goleiro, do Real Brasília e do Defelê, neste tendo Aírton Nogueira
por treinador. De novo, desistiu. Ingressou na carreira militar e pediu pra
treinar os dentes-de-leite do Grêmio
Recreativo da Aeronáutica, em 1968. Fez bom trabalho e, em 1970, voltou ao Rio
de Janeiro, para cursar a Escola de Educação Física da Aeronáutica.
O Gama
chegou à rodada final empatado com o Taguatinga. Decidiu, empatando (0 x 0), no
Serejão e no Bezerrão, e fazendo a finalíssima, com nova igualdade zerada na prorrogação
e Gama 5 x 4 nos pênaltis. Gama campeãodo Caju: Chico; Carlão, Quidão, Manlel
Silva e Edvaldo; Santana, Manoel Ferreira e Miguel; Roldão, Maninho e Tico.
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