Vasco

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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

FERAS DAS COLINA - ZÉ MÁRIO

Quando foi treinador do Gama, ao final da década-1980 (?), o ex-lateral-direito vascaíno Orlando Pereira, o “Lelé”, contava que, durante os jogos, só faltava sair na porrada com o cabeça-de-área Zé Mario, que tinha o apelido de “Pinóquio”. Mas fazia questão de dizer: “Eu era o chato dos chatos. Se precisasse de um cara chato, eu não servia. Era muito mais chato. Enchia o saco do Zé, que apoiava e ajudava a cobrir a defesa. Como eu gostava muito de subir ao ataque, sobrava pra ele, que  superava tudo depois da partida. Eu lhe pedia desculpas, ele aceitava e trocávamos um abraço de colegas que faziam de tudo pela vitória”.
Certa vez (aguardem entrevista), Zé Mario veio a Brasília, para um amistoso, com o Taguatinga. Na ocasião, disse que o Vasco foi o clube que teve mais a ver com ele. Foram quatro temporadas cruzmaltinas, após ter passado pelos grandes rivais Flamengo (1971/1974) e Fluminense (1975/1976).
Em São Januário, Zé Mário foi, por duas vezes, ganhador da Taça Guanabara, campeão carioca-1977 e vice-campeão brasileiro-1979. Saiu para encerrar a carreira defendendo a Portuguesa de Desportos, entre 1980 a 1982.
José Mário de Almeida Barros é carioca, nascido em 1° de fevereiro de 1949. A bola entrou em seu mundo quando ele tinha nove anos de idade. Jogava pelo time de futebol de salão do Magnatas, do bairro do Rocha. Depois, passou pelo Vila Isabel. Próximo passo? Testes e aprovação no futebol do Bonsucesso. Mas demorou pouco. Ganhou passe livre e se mandou para o Fla.
A carreira de treinador começou em 1982, pelo Botafogo. Passou por Goiás, Internacional-RS e rodou pelo futebol árabe e japonês. Como técnico, ainda não teve a oportunidade de voltar ao Vasco, como já o fizeram Carlos Alberto Zanata e Tita, outros ex-flamenguistas que ganharam títulos na Colina. (FOTO REPRODUZIDA DE ÁLBUM DE FIGURINHAS)     

 


    


quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

MEMÓRIA DA PUBLICIDADE ESPORTIVA NO BRASIL - ZICO EM CAMPANHA VITAMÍNICA

Considerado o maior ídolo da torcida do Flamengo, pelo qual atuou, entre 1971 a 1973 (476 gols) e de 1983 a 1989 (33 tentos), Zico foi garoto propaganda do complexo vitamínico Energil C, após o fial da sua carreira de atleta. As peças publicitárias circularam pela década-1990. Em 1997, a marca figurou nas camisas do Centro de Futebol Zico-CFZ, o clube empresa fundado pelo antigo craque rubro-negro, em 1º de setembro dfe 1996, o primeiro do setor no futebol doRio de Janeiro.  A EnergilC patrovcinou, tmbérm, o lançamento de fita de videocassete contendo os principais gols de Zico.  


quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

ANIVERSARIANTE –- RUSSINHO

Moacyr Siqueira de Queirós era um "Demônio Louro" na área do adversário. Apelido em cima para aquele carioca que viveu entre 18.12.1902 a 08.04.1992. “Rápido no gatilho” e intimo da bola, ele “vascaínou” entre 1924 e 1934, escrevendo no caderninho que carregou os canecos cariocas de 1924/29/34.
Russinho foi parar em São Januário quando tinha 20 anos e vestia a jaqueta do Andaraí. Na final do Carioca de 1929, mostrou que era um terror. Encaçapou três dos cinco gols do Vasco sobre o América, que era o grande adversário da rapaziada na década de 1920. Contra o Flamengo, que seria, depois, o maior rival dos vascaínos, deixou 14 pipocas na chapa rubro-negra, em 17 pegas. Por sinal, quatro delas pipocaram no massacre de 26 de abril de 1931: 7 x 0, a maior goleada cruzmaltina do confronto.

Além de vascaíno, Russinho foi da Seleção Brasileira da Copa do Mundo de1930, no Uruguai, quando o Brasil venceu um e perdeu o outro jogo, sendo eliminado na frase inicial. Mas seu grande lance do ano foi ser eleito o melhor futebolista do Rio de Janeiro, em concurso promovido pela fábrica de cigarros “Veado”. Fez o compositor Noel Rosa citá-lo na letra de “Quem dá mais”, em alusão ao seu prêmio, um carro da Chrysler.
Russinho está na história da Colina, também, como o primeiro artilheiro cruzmaltino nos estaduais cariocas, com 23 gols, em 1929, e 17, em 1931. No total, fez 225 tentos, sendo o quinto “matador” da Colina. (foto reproduzida de www.crvascodagama.com.br). Agradecimento.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

FERAS DA COLLINA - LATERAL FIDÉLIS

Paulista, nascido em 13 de março de 1944, em São José dos Campos, o lateral direito Fidélis, campeão carioca, em 1970, e brasileiro, em 1974, foi o melhor de sua posição, por quatro anos seguidos, no futebol carioca. Durante a campanha que quebrou um tabu de 12 anos sem títulos estaduais em São Januário, ele atuou em 18a partidas.
Campeão carioca, também, pelo Bangu, em 1966, e tri brasileiro  amador-1962/63/64, pelo selecionado carioca, o primeiro clube de Fidélis  foi o Johnson&Johnsona, de sua terra. Subindo, sempre, José Maria Fidélis dos Santos, disputou a Copa do Mundo-1966, na Inglaterra.
 O radialista Deni Menezes lembra que o antigo vascaíno protagonizou uma grande história, em 19 de novembro de1969. "Ficou fazendo buracos na marca do pênalti, para Pelé não marcar o 1.000 gol em cima do Vasco", o que está gravado na fita da narração de Waldir Amaral, pela Rádio Globo. Mas não adiantou para o “Touro Sentado”, que tinha este apelido devido à semelhança física com o líder indígena americano, de 1830.
Veloz e duro na queda, Fidélis surgiu, aos 13 anos, nas peladas de São José dos Campos onde, em 1957. Foi o tenente Cavalcanti, da Base Aérea local, quem o levou para o Bangu. Estreou como profissional em 1961, aos 17 anos, e foi “Mulatinho Rosado de Moça Bonita” até o Mundial da Inglaterra. Na volta, desembarcou em São Januário, onde ficou por sete temporadas. Fidélis disputou oito jogos pela seleção canarinho, ao lado de Pelé. Além do Vasco, teve uma passagem rápida pelo América-RJ. 


 

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

HISTORI&LENDAS DA COLINA

1 -  VASCO 9 X 1 MADUREIRA  é retrato  do 15 de outubro de 1950, um domingo. Rolava o Campeonato Carioca e o Vasco esperava o Madureira, em São Januário. Quando o “Tricolor Suburbano” pintou, a rapaziada não teve piedade. Só o baixinho Djayr (foto/D) mandou cinco bolas no filó – Maneca (2), Álvaro Xaxá e Ademir Menezes mandaram as outras. O “Madura” ficou tão pequeno que até o seu gol foi marcado por um cara chamado Tampinha. Treinado por Flávio Costa, o time daquele estrondo foi: Ernani, Augusto e Wilson; Ely, Danilo e Jorge; Tesourinha, Maneca (faoto/E), Ademir, Álvaro e Dejayr. Era os tempos do “Expresso da Vitória”, campeão carioca daquela temporada distribuindo 10 goleadas. Mas aquele pancadão em cima do Madureira nem é o maior do saco de maldadas da rapaziada. Não fica nem entre os “10 Mais”. Teve gente que sofreu “bem mais bastante”. Vejamos: 14 x 1 Canto do Rio (1947); 12 x 0 Andarahy (1937); 11 x 0 Brasil-RJ (1927), São Cristóvão (1949), Gotebörg-SUE (1959), Combinado de Trondheim- NOR (1961) e Combinado de Petrópolis (1988); 10 x 0 Brasil-RJ (1935), Bonsucesso (1944) e Colatinense-ES (1954).    

 2 - Botafoguense não pode cruzar com vascaíno na data 19 de outubro. Pelo Campeonato Cariocanos alvinegros, pelo Campeonato Carioca-1941, levou 4 x 0, com gols de Gonzalez (2), Moacir e Villadoniga.  O treinador Telêmaco Frazão de Lima escalou no dia: Chiquinho, Florindo e Osvaldo Saldanha;  Argemiro, Zarzur e Dacunto; Alfredo II, Moacir, Villadoniga, Gonzalez e Orlando.  Em  2005, em uma quarta-feira, pelo Campeonato Brasileiro, a surras foi menor, pois apenas 1x 0, com gol de Romário, também em  São Januário, com o técnico Renato "Gaúcho" Portaluppi  escalando: Roberto; Wagner Diniz, Fábio Braz, Anderson do Ó e Diego; Ives, Osmar (Robson Luis), Abedi (Eder) e Morais; Alex Dias e Romário (Wilian).

3- Vasco 2 x 1 Flamengo foi a vitória que a torcida cruzmaltina mais gostou, em 1931. Rolou no 18 de outubro e valeu  pelo Campeonato Carioca, em um domingo, no  estádio da Rua Paysandu, com gols de Bahiano e de Valdemar Vieira. Simplesmente, por ter sido a quarta de uma série de cinco triunfos seguidos em início de década. Seis meses antes, no jogo anterior (26.04.1931), a moçada havia mandado 7 x 0 nos rubro-negros. No clássico ora abordado, rolou o 16º duelo entre os dois clubes, por Estaduais, tendo o treinador Harry Welfare contado com: Valdemar, Brilhante, Itália, Tinoco, Nesi, Mola, Bahiano, Russinho, Santa´Anna e Ghizoni e Valdemar Vieria (Gringo).

4 -  Artilheiro do Brasileirão da Série-B-209, com 17 gols, o baiano Ellton era um goleador, também, rápido, enquanto vascaíno. Em Vasco 2 x 0 Atlético-MG, em 16 de outubro, pelo Brasileirão-2011, ele foi às rede aos dois minutos. Dominou a bola no no peito e acertou um chutaço nas redes mineiras.  A rapaziada  era comandada pelo treinador Cristóvão Borges e  venceu com: Fernando Prass; Fágner, Dedé, Renato Silva e Julinho (Diego Rosa); Fellipe Bastos, Nilton, Allan (Chaparro) e Diego Souza; Eder Luis (Bernardo) e Elton.