Nenhum e nem outro. Esta história pode ser contada assim:
Era uma vez um clube que iria inaugurar um estádio. Preparou a festa, convidou, apanhou e chorou. Olhou para o placar, ao final da refrega, e viu lá: Vasco 2 x 0 Flamengo. A sua torcida gritou: Cruzes! (na camisa vascaína, evidentemente). Tremendo estrago na casa do "Urubu" sem asas. Além de armar um forrobó, pra dar vexame, ainda entrou em crise. E São Jorge fez um convite: para se retirar da paróquia, ao treinador húngaro Dori Krueschner. Aconteceu, em 4 de setembro de 1938. Cá entre nós: esquecidões estes tais de flamenguistas, hem! Esqueceram-se de avisar ao Niginho que não era pra ele estragar o samba. Pois é! O carinha foi lá e botou na rede, no primeiro e no segundo tempo – e o juiz Juca da Praia, que na certidão de batismo era José Ferreria Lemos, botou no meio (do campo, a bola, é claro!)
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