
![]() |
Flávio Costa e Jorge em uma visita a São Januário |
A “Taça Rivinha” antecedeu à Copa dos Clubes Campeões de Futebol da Europa, promovida pela União Europeia de Futebol (primeira na temprada 1955/56), enquanto as disputas oficiais da Confederaçao Sul-Americana de Futebol só surgiram a partir de 1960. Por isso, os torcedores cruzmaltinos dizem que foram bicampeões mundiais no tempo em que não havia disputas internacionais oficiais, referindo-se ao Torneio de Paris-1957 e ao “Rivinha-1953”. No entanto, a FIFA considera esta última disputa, apenas, como torneio internacional.
Jorge Sacramenteo foi campeão, como o treinador Flávio Costas escalando esta formação: Ernâni, Augusto e Haroldo; Ely, Danilo e Jorge; Sabará, Maneca, Ipojucan, Pinga e Djayr. Os placares foram: 07.06.1953 – Vasco 3 x 3 Hibernian-ESC; 16.06 – Vasco 2 x 1 Fluminense; 21.06 – Vasco 2 x 1 Botafogo; 24.06 – Vasco 4 x 2 Corinthians; 28.06 – Vasco 3 x 1 Corinthians; 01.07 – Vasco 1 x 0 São Paulo; 04.07 – Vasco 2 x 1 São Paulo.
INGRATIDÃO - Mesmo tendo sido considerado um dos melhores jogadores de sua posição em seu tempo, Jorge Sacramento jamais foi convocado para a Seleção Brasileira. Nem mesmo por Flávio Costa, que fora seu treinador em seu auge. Dos craques vascaínos do "Expresso da Vitória", ele foi o garnde injustiçado – os outros titulares, também, não convocados, entre 1948 e 1951, quando Jorge foi titular absoluto, foram o zagueiro Sampaio; o apoiador Laerte; o centroavante Dimas e o ponta-esquerda Djayr.
Nenhum comentário:
Postar um comentário