Vasco

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sexta-feira, 27 de abril de 2018

15 - CHARGISTAS NO ESPORTE - FRITZ

Em 1955, quando o torcedor ainda chorava mais uma escorregada do escrete brasileiro em uma Copa do Mundo, na de 1954, ninguém apostava que o time de 1958 pudesse criar uma nova história para a bola canarinha. Mas a turma de Gilmar, Djalma Santos, Bellini, Orlando, Zito, Nílton Santos, Garrincha, Didi, Vavá, Pelé, Zagallo, Joel Martins, Dino Sani, Dida e Mazzola aconteceu.
Por aquela época, o Brasil contava cerca de 65 milhões de almas, das quais apenas 3% delas - dois milhões - tinham o privilégio de assistir lances dos gols marcados na Suécia, via telejornais cinematográficos e TV, uma semana depois do acontecido. A rapaziada que se virasse com a imaginação propulsionada pela narração dos  “speakers” esportivos das emissoras de rádio.
 Como o torcedor só contava com uma revista de circulação nacional, a “Manchete Esportiva” - do empresário Adolpho Bloch - o humor que viajava longe para divertir o desportista saía do traço de Fritz, abordando as mais diversas modalidades. A Copa do Mundo-1958 rendeu bons momentos. Por sinal, na época da viagem da rapaziada, ele produziu uma charge em que era obrigado a embarcar no avião que levaria os nossos atletas ao Mundial. Riscava o retrato do descrédito pelo nosso futebol, devido aos tropeços de 1950 e de 1954.

 Nesta charge que você donfere aqui, para a coluna “Esporte que ri”, da Manchete Esportiva N ... de...., os participantes de uma maratona aquática correm para ver duas garotas na praia, deixando o ponto de chegada lá atrás.   

AGUARDAR CHARGE



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