1 - Orlando Rosa Pito estava, sempre, na
lista dos “prescindiveis” da Colina. Mas entrava e saía treinador, e ele seguia na
casa. Um dia, ele calou os críticos, marcando todos os quatro gols da
vitória, por 4 x 1, sobre o Bangu, pelo
Campeonato Carioca-1941. O técnico Telêmaco Frazão de Lima não teve como
dispensa-lo dos tapinhas nas
2 -Vasco
6 X 2 Goiânia foi a maior goelada vascaína no Estádio Serra Dourada, na capital
goiana. Valeu pelo Campeonato Brasileiro e quem abriu a conta foi o zagueiro Geraldo,
com quatro minutos de bola rolando. Roberto Dinamite, Wilsinho, Zandonaide,
Helinho e o lateral-direito Orlando ‘Lelé’ completaram a esculhambação.
3 - A
turma assistia televisão, no saguão do hotel, à espera de seguir para o
estádio, quando rolava uma entrevista com a Miss Pernambuco. Então, alguém brincou
dizendo: “Vou me casar com esta gataça” França, muito gozador, sacaneou:
“Isso só vai acontecer no dia em que Pimentel marcar um gol”. O dia seria
aquele, mas não houve casamento, embora o “Pimentão” tivesse visitado o filó,
fechando o placar de Vasco 4 x 2 Sport Recife, valendo pelo Brasileirão-1993 –
França, Yan, Valdir e Júnior fizeram os
outros, na Ilha do Retiro, diante de 10.475 pagantes.
4 - Vasco estava há cinco jogos sem vencer o Bahia.
Veio o Brasileirão-1997 e Edmundo e Sorato acabaram com aquela história, em São
Januário, a mando do “delegado” Antônio Lopes, o treinador. No
Brasileirão-2008, a rapaziada estava na mesma situação, sem vencer o Fluminense.
Então, o lateral-erieito Wagner Diniz acabo com o tabu, no Maracanã. Daquela
fez, quem mandou foi o técnico Renato "Gaúcho" Portaluppi.
A5 - Assombração em uma sexta-feira 13. O Vasco venceu o Coritiba, por 1 x 0, na cassa do adversário. Maior assombração: o gol da vitória marcado pelo zagueiro Júnior Baiano, grande inimigo da técnica e da categoria. Valeu pelo Brasileirão-2000, com time comandado por Oswaldo de Oliveira. Júnior Baiano comemorou o tento animado por Viola, o atacante.
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