Vasco

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terça-feira, 22 de agosto de 2017

XERIFES DA COLINA MAURO GALVÃO -26

Dia 19 de dezembro de 1961. Nascia, em Porto Alegre, o futuro zagueirão Mauro Geraldo Galvão. A sua vida cruzmaltina começou em 1997, temporada em que conquistou o título do Campeonato Brasileiro. Para quem o considerava já velho, pois chegaras à Rua General Almério de Moura contando 35 viradas de calendário, aquela era a melhor resposta foi dada  em 1998, no centenário do “Almirante”: levantou, como capitão, a Taça Libertadores da América.
 Mostrando-se um “marujo” atrevido na zaga vascaína, Mauro Galvão ficou pela Colina, até 2000, a tempo de conquistar, também, o Torneio Rio-São Paulo-1999 e a Copa Mercosul e o Brasileirão-2000. Com o que aprendera em uma carreira que incluíra participação na Copa do Mundo-1990 e o título da Copa América-1989, em 26 jogos pela Seleção Brasileira, foi convidado, um ano depois da aposentadoria, para treinar a “Turma da Colina”. Como não tinha experiência no novo cargo, ficou por pouco tempo. Passou a assistente de treinador, até o início de 2004. Depois de tanto rodar, está de novo em São Januário, trabalhando na formação da garotada.
Quem quiser conhecer, em outros clubes, a carreira de Maro Galvão, o cara que levantou a taça do único tricampeonato estadual vascaíno, marcando o gol do título, deve procurar, nas livrarias de antiguidades, um lançamento, de 1998, intitulado “Mauro Capitão Galvão – Lições de Vida, Lições de Futebol”. Seus títulos vascaínos de 1997/2000 (Brasileiros); 1998 (Estadual-RJ e Libertadores); 1999 (Rio-São Paulo) e de 2000 (Copa Mercosul) estão ali contados, em detalhes. Confira, abaixo, três jogos inesquecíveis do antigo capitão vascaíno:

 14.05.1998 (quinta-feira) – Vasco 1 x 0 Bangu, em Moça Bonita, com público de 1.266 pagantes e renda desconhecida. Ubiraci Damásio de Oliveira (RJ) apitou e Mauro Galvão marcou o gol do tri, aos 47 minutos do segundo tempo. O time teve: Márcio; Vitor, Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Valber, Nasa Vagner (Juninho Pernambucano) e Pedrinho; Donizete (Mauricinho) e OLuizão (Luís Cláudio). Técnico Antônio Lopes.

26.08.1998 (quarta-feira) – Vasco 2 x 1 Barcelona-EQU, no estádio  Engenheiro Isidro Romero, diante de, aproximadamente, 80 mil almas, com apito de Javier Castrilli (ARG) e gols cruzmaltinos de  Luizão, aos 24, e de Donizete, aos 46  minutos do 1º tempo. A renda não foi informada e o Vasco jogou com: Carlos Germano; Vagner, Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Luisinho Quintanilha (Vítor), Nasa, Juninho Pernambucano e Pedrinho (Ramón Mineiro); Donizete e Luizão (Alex Pinho). Técnico Antônio Lopes.  

03.03.1999 (quarta-feira) – Vasco 2 x 1 Santos, no Morumbi, pela final do Torneio Rio-São Paulo, apitado por Claudio Vinicius Cerdeira, público de 32.495 pagantes e renda desconhecida. O Vasco era:  Carlos Germano; Zé Maria, Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Nasa, Paulo Miranda, Juninho Pernambucano (Henrique) e Ramon Mineiro; Donizete (Vagner) e Luizão (Zezinho). Técnico: Antônio Lopes.

MUSA CRUZMALTINA DO DIA -


O site www.torcidavascaína.com.br nos mostra esta linda e inteligente, como são todas as torcedoras cruzmaltinas. Por conta da fotografia, ela bate na trave, mas não é bem assim. Uma deusa dessas é boça no fundo da rede. Confere? O único problema é que a rapaziada esquece de escrever o nome da "gaterríma". O "Kike' a viu, em seu sagado passeio matinal pelo blogs e sites da "The Net", sem a graça da moça. Gente, pelo amor de Deus, Zeus, Buda, etc, não deixem de informar o nome da menina, para os leitores do "Kike' saberem a quem estão reverenciando. Se você souber, nos informe, if you please. OK?    

"DRUPA" DA COLINA - LUIZÃO E LUIZIINHO

Reprodução de www.vasconoticias.com.br
LUIZÃO -  Luiz Carlos Bombonato Goulart, o centroavante Luizão, ajudou o Vasco a ter a Taça Libertadores-1998em sua coleção.
 Paulista, de Rubinéia, nascido em 14 de novembro de 1975, este escorpiano pentacampeão mundial pela Seleção Brasileira-2002, disputou 71 jogos vascaínos – 54, em 1998 e 17, em 1999 – deixando em sua históiria na Colina 38 bolas nas redes.
A estreia cruzmaltina de Luizão foi  em 18 de janeiro de 1998, pelo Estadual-RJ, em São Januário, em Vasco x Bangu com o treiandodr Antônio Lopes escalando: Carlos Germano (Márcio); Vítor, Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Luisinho Quintanilha (Fabrício Eduardo), Nélson e Pedrinho; Mauricinho, Donizete e Luizão (Sorato).    
Luizão marcou o seu primeiro gol vascaíno em 1º de fevereiro de 1998, em São Januário, nos  5 x 0 Americano, pelo Estadual-RJ – Márcio; Vítor, Odvan, Mauro Galvão e Felipe (Maricá); Nasa, Luisinho (Fabrício Eduardo) , Ramon Menezes e Pedrinho; Luizão e Brener fôramos escalados pelo treinador Antônio Lopes.
LUIZINHO -  O apoiador Luís Carlos Quintanilha, o Luisinho, foi um atleta muito importante para a “Turma da Colina”. Fazia grande combatividade e, por isso, estava, constantemente, sendo suspenso e expulso de campo. Torcedores adversários o apelidaram de “Três por Dois”, dizendo que, em três jogos, ele ficava de fora de dois, pagando punições.
Carioca, desde 15 de março de 1965, Luisinho começou a rolar a bola com a jaqueta vascaína em 1991. Levava no currículo a participação no bi estadual pelo seu formadorBotafogo-1989/90. Passou duas temporadas na Colina e conseguir o que nenhum atleta conseguira: ser pentacampeão estadual do RJ, juntando o tri do Vasco-1992/93/94.
Com o sucesso,
Era junho de 1994 e ele topou. Mas, o destino de Luisinho era ser campeão pelo Vasco. Em 1997, fez parte da equipe campeã do Brasileirão, o seu quarto título na casa. E viria o quinto, o da Taça Libertadores- 1998; e o sexto, o do Estadual do mesmo ano.
Mais? Os do Torneio Rio-São Paulo-1999, do Brasileiro e da Copa Mercosul, ambos de 2000. Feito isso, encerrou a carreira, devido terríveis lesões que o levaram para uma cirurgia, em um dos tornozelos, aos 35 anos de idade, após ter disputado 228 jogos oficiais entre Botafogo, Vasco e Seleção Brasileira.
 Luisinho brincava que era econômico em bolas nas redes, só tendo marcado sete gols. Como canarinho, fez oito jogos e um gol, este contra a Alemanha, pela US Cup, em 10 de junho de 1993, mesmo ano em que compôs o grupo para a Copa América. Após pendurar as chuteiras, virou empresário de atletas. Depois, treinador, fazendo estágio no Rio Banco, de Americana-SP, como auxiliar-técnico. De cara, foi campeão paulista da Série A-3, em 2012.
                                        Foto reproduzida de www.crvascodgama.com.br





(foto acima reproduzida de álbum de figurinhas e abaixo de www.crvascodagama.com.br). 
 

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

OS XERIFES DA COLINA - WILSON-25

 Wilson foi um zagueiro carioca que viveu entre 21 de dezembro de 1927 a 12 de julho de 1998 e esteve vascaíno de 1943 e 1952, tendo sido campeão carioca-1947/49/50, e, ainda campeão sul-americano de clubes campeões-1948, no Chile, o primeiro título de um clube brasileiro no exterior.
Wilson é o sexto, em pé, da esquerda para a direita, neta foto reproduzida
da revista carioca Esporter Ilustrado 
Da campanha estadual de 1947, ele participou de quatro dos 20 jogos, escalado pelo treinador Flávio Costa.
 Em 1949, entrou em oito dos 20 pegas, disputando posição na zaga desse time-base: Barbosa, Augusto e Sampaio (Wilson); Ely, Danilo e Jorge (Alfredo); Nestor, Maneca, Heleno de Freitas, Ademir e Mário (Chico).
Em 1950, foi bi, por esta formação: Barbosa, Augusto e Wilson (Laerte); Ely, Danilo e Jorge; Alfredo, Maneca, Ademir, Ipojucan e Chico, dirigidos por Flávio Costa.
No Sul-Americano, embrião da Taça Libertadores, ainda dirigido por Flávio Costa, atuou em cinco dos seis jogos – 14.02.1948 – Vasco  2x 1 Litoral-BOL; 18.02 –  4 x 0 Nacional-URU; 25.02.1948 –  4 x 0 Municipal-PER; 28.02.1948 –  1 x 0 Emelec-EQU. Público: 38.500 presentes. Gol: Ismael. VASCO: Barbosa, Augusto e Rafangnelli; 08.03.1948 – 1 x 1 Colo Colo-CHI; 14.03.1948 – 0 x 0 River Plate–ARG, com o time base tendo sido: Barbosa, Augusto e Wilson; Ely, Danilo e Jorge; Djalma, Maneca (Lelé), Friaça (Dimas),  Ismael e Chico.
Além dos títulos cruzmaltinos, Wilson Francisco Alves – nome de registro civil – integrou a Seleção Brasileira campeã do Sul-Americano-1949, disputado  no Brasil e atuando em cinco dos oito compromissos – 03.04.1949 – Brasil 9 x 1 Equador; 17.04 – 5 x 0 Colômbia; 20.04 – 7 x 1 Peru; 30.04 – 5 x 1 Uruguai; 08.05 – 0 x 1 Paraguai. Desses jogos, cinco foram em São Januário, onde ele estava acostumado a jogar, com o time da estreia, contra os equatorianos, usando cinco companheiros vascaínos: Moacir Barbosa, Augusto da Costa, Ely do Amparo, Danilo Alvim e Ademir Menezes.
 Wilson, entre os colegas de time, era chamado por Capão, por ter nascido e chegado a São Januário como morador do morro do mesmo nome, no Rio de Janeiro. Não ligava para o apelido que carregou pelo restante da vida.
   




 
 

MUSA CRZMALTINA DO DIA - FLORAÇA

Não dá para discutir que toda torcedora cruzmaltina é uma flor, não é mesmo? É, até , pleonasmo. Esta está aí mesmo para não deixar o "Kike mentir, quando ele avalia ao fazer um passeio matinal por sites e blogs. Gente, pelo amor de Deus, Buda, Alá, Zeus etc, coloquem o nome da deusa na foto. Não para o cara que estiver colocando o colírio nas vistas advinhar, não é mesmo?

To say that crossmalmaline muses are a flower is pleonasm. Any doubt? Because this one is there not to deny the "Kike", who saw her doing a walk through "Google." But there is a complaint: people, for the Love of God, Buddha, Allah, Zius, etc., put the name of the goddesses in the photos. You can not tell who's putting the eye drops to guess, right?