Vasco

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domingo, 27 de maio de 2018

VASCO DA GAMA X BAHIA - HOJE - 16H

REPRODUZIDO DE WWW.CRVASCODAGAMA.COM.BR
Em partida válida pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro, o Vasco da Gama entra em campo neste domingo, em Salvador, para encarar o Bahia. Na Arena Fonte Nova, às 16 horas, o Almirante irá em busca do terceiro triunfo para se manter nas primeiras colocações da competição nacional. O confronto será transmitido para todo o país pela TV Globo e pelo canal por assinatura Premiere.
Para o duelo com o Tricolor Baiano, o treinador Zé Ricardo não poderá contar com jogadores que foram utilizados na terça-feira (22), quando o Cruzmaltino bateu a Universidad de Chile em sua despedida da Conmebol Libertadores e se garantiu na Copa Sul-Americana. O zagueiro Breno e os atacantes Andrés Ríos e Riascos estão suspensos e não poderão atuar. Outro que não entrará em campo é Werley, machucado.

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Wagner em ação contra o Bahia na Copa do Brasil- Foto: Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br

Os desfalques não para por aí! Convocado para a terceira Copa do Mundo consecutiva, o goleiro Martín Silva já trabalha com a Seleção do Uruguai. O meia Thiago Galhardo, por sua vez, continua entregue ao Departamento Médico. As boas notícias para a comissão técnica são as presenças dos laterais Henrique e Ramon e do armador Giovanni Augusto. Os três atletas estão à disposição para a partida de logo mais.
Embalado pelo excepcional resultado obtido na primeira fase da Copa Sul-Americana, diante do Blooming, o Bahia buscará repetir sua melhor exibição na temporada, ocorrida na estreia da Copa do Brasil, justamente diante do Gigante da Colina. Naquela ocasião, o time dirigido por Guto Ferreira venceu por 3 a 0. O comandante, entretanto, precisará fazer mudanças na equipe, pois Douglas, Léo Pelé e Edigar Júnio foram vetados pelo DM.
Ao longo da história, Vasco e Bahia se enfrentaram 67 vezes, com 25 triunfos vascaínos, 24 dos baianos e 18 empates. O último confronto ocorreu na Arena Fonte Nova, no início do mês, pela Copa do Brasil. Na ocasião, apoiado por sua torcida, o Tricolor venceu por 3 a 0. O trio de arbitragem será composto por Rodolpho Toski Marques, Bruno Boschilia e Victor Hugo Imazu dos Santos.

A ZAGUEIRA DO MATADOR DA COLINA

Reprodução de Fatos|&Fotos/Gente
O atacante vascaíno Roberto Dinamite era a última opção do treinador Cláudio Coutinho para o ataque da Seleção Brasileira que disputaria a Copa do Mundo-1978, na Argentina. Mas terminou sobrando uma vaga para ele, que foi a Mar del Plata, a sede dos brasileiros. No entanto, não havia nenhuma perspectiva de ele ficar nem no banco dos reservas.
 Roberto segurou a barra legal. Nenhum jornalista o procurava para entrevistas. Zico e Reinaldo Lima era a dupla fatal canarinha, sem discussões. Só que os dois não conseguiram emplacar e, se o Brasil não passasse pela Áustria, após empates com Suécia e Espanha, a turma poderia voltar pra casa. Então, Coutinho recorreu a Roberto e este marcou o gol da vitória que levou os brasileiros à segunda fase do Mundial.      
 Após a classificação, Roberto chorou no gramado, sob as vistas do médico Lídio Toledo, que o levou para o exame antidoping. As duas garrafas de cerveja que ele ingeriu para conseguir fazer xixi não tinham gosto de “venha mais”. O que ele mais queria ele telefonar para Jurema, a sua mulher, o que só foi fazer à noite, na concentração da Villa Marista.
 Jurema  era um verdadeiro anjo da guarda para Roberto. Ela não o deixou desanimar quando ele sentia-se desprezado pelos cartolas que levariam o escrete nacional à Copa da Argentina. Quando Roberto esteve no espanhol Barcelona e não contava com as simpatias do treinador, ela decidiu que o marido teria que voltar, imediatamente, para o futebol brasileiro. Caso contrário, a sua bola murcharia na Espanha. O Flamengo tentou repatria-lo, mas o Vasco da Gama foi mais ágil e o trouxe para novos tempos em São Januário.
Reprodução de Fatos&Foto/Gente
 Para os dirigentes cruzmaltinos, Roberto era um “matador” indiscutível.  Mas o que eles temiam mesmo era o veneno da “Cabocla Jurema” - como a chamavam, em alusão a uma divindade do candomblé – nas ocasiões de renovação de contrato. Certa vez, Jurema disse à imprensa que lutava para tirar o máximo do Vasco em cada contrato, simplesmente, devido a dureza da vida do atleta. E garantiu que só apertava o clube depois de tabelar com o atacante, do qual procurava livra-lo do rótulo de fácil de ser enrolado pelos cartolas.    
 Roberto conheceu Jurema pelos inícios da década-1970, quando ele estava surgindo para o futebol. Começaram a namorar durante um Carnaval. Ela era viúva e tinha um filho. Da relação nasceram Luciana e Tatiana.
De início, a família de Roberto era contra o namoro. Inclusive, seu pai - José Maia de Oliveira – chegou a discutir com o irmão de Jurema, por causa da questão, por volta de 1975. Mas não adiantou. Uma grande história de amor rolou e durou até 1984, quando complicações durante uma hemodiálise a tirou Jurema de cena.    









DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - CABOCLA JUREMA, A DEUSA DA MATA

 Depois de Oxalá, a Cabocla Jurma é a entidade mais reverenciada dos terreiros de umbanda. Sobretudo, por levantar o moral da rapaziada, da moçada que anda com a saúde derrapando. Logo, o barato é pedir-lhe uma mãozinha, no caso de o desespero pintar, pois ela não negaceia, chega junto.
 Diz a lenda que Jurema foi abandonada, pela mãe, quando tinha sete meses de vida, ocasião em que Tupinambá achou-a (e criou-a) aos pés de uma jurema, razão de ela ter este nome. 
Jurema cresceu forte, bonita, corajosa e tornou-se a primeira guerreira mulher de sua tribo, destacando-se pela força, agilidade e manejo das armas, além de dominar a ciência da mata. Só depois de desencarnar-se veio à Terra para ser reverenciada, tendo na sua cola há  diversas falanges de caboclos.

Reproduzido de www.umbandagira.com - Agradecimento
 Chefe da linha de Oxossi,  Jurema tem a sua legião formada por grandes entidades espirituais que amparam aos necessitados, usando ervas em suas fórmulas curativas. Quando vai à luta, ela atrai a energia de todos as Caboclas Jurema. Sim, ela não é única. Escala em sua patota as Juremas da Cachoeira; da Praia; da Mata e de outras tantas que, no frigir dos ovos, representam uma só vibração quando trabalham com os orixás em ambientes e elementos naturais, como lua, sol, mata, chuva, vento, etc.
Reproduzido de ww.pinterest.com - Agradecimento
 Jurema foi uma grande amante. Mãe de Jureminha, ela arriou os quatro pneus e mais o estepe, o macaco e chave de roda por Huascar, da tribo inimiga “Filhos do Sol”, que fora preso numa batalha, mas conseguiu fugir, com a ajuda dela, que deu a sua vida para salvá-lo - espécie de Romeu e Julieta caboclo.  
Segundo a lenda,  Huascar voltou à sua tribo,  fundou um império andino e ergueu um templo chamado Matchu Pitchu, em homenagem a Jurema, onde, só as mulheres habitariam e aprenderiam a ser guerreiras. Diz-se, também, que no lugar onde a Jurema caiu alvejada por uma flecha, nasceu uma planta que floresce pelo ano todo, no tom amarelo-alaranjado, com tudo dela sendo aproveitado. Está sempre virada para o astro rei e ganhou o nome de girassol – se a lenda armasse um cruzamento híbrido dessa história, poderíamos ter o jurasol ou a girarema. Mas não é?  



sábado, 26 de maio de 2018

BELAS GATAS DE ANTIGAMENTE - IATISTAS

Qual é, carinha! Acha que, antigamente, não havia mulher bonita e gostosa? - como diz a música das Frenéticas. Tudo bem que você está acostumado com as "máquinas turbinadas" em academias desses tempos pós-modernos, mas os tempos dantes tinham, também, monumentos maravilhosos, como  omprova este click de Manchete Esportiva de 1956. Pode descer o porrete no "Kike", por não lhe informar o nome das "possantes", pois o blog esqueceu de anotar quando as viu. Imperdoável. Mas a da direita da sua tela já saiu em "Belas das Manchete Esportiva". Assim que achar, corrigirá a bola fora. Como estas belas de antigamente deveriam estar com seus 25, 26 de idade, pela estampa, se ainda estiverem pelo planeta, já apagaram umas 90 velinhas. Com certeza, se deixaram, deixaram netas belíssimas como elas No mais, curta as "tilápias", as meinhas e os shortinhos das gatas, e, é claro - claríssimo - as carinhas de quem oferece belos rostos para o beijo do vento do mar - sortudo!

Come on, man! Do you think there used to be no beautiful woman? - as the song of the Frentices says. It's okay that you're accustomed to the "turbo-charged machines" in gyms of these postmodern times, but the times before had also wonderful monuments, as this sports-head click of the mid-1950s demonstrates. You can lower the club in the "Kike", for not informing the name of "mighty", because the blog forgot to note when you saw them. Unforgiven. But the one on the right of your screen has already appeared in "Belas das Manchete Esportiva". As soon as you find it, it will correct the ball out. In addition, enjoy the tilapia of the cats and the faces of those who offer the beautiful faces for the kiss of the wind of the sea. Combined? Thanks! 

HISTORI&LENDAS DA COLINA - MUSICAL


Além de Lelé (atacante década-1940) e de Juninho Pernambucano, outros jogadores vascaínos já foram homenageado com música pela torcida. Por exemplo, um dos atletas mais queridos pela galera, o atacante Edmundo, pela sua raça e o seu incontestável amor ao Vasco. Chegou a perder o emprego no Cruzeiro, para não fazer um gol (de pênalti) contra o "Almirante".
O “Animal’ foi homenageado, pela servidora Xuxa, que trabalhava há mais de 30 anos em São Januário. A musiquinha gerou ciúme em outros jogadores, mas ela justificou-se dizendo: “Foi o jogador com quem tive mais contato”. Na época, a empregadas vascaína era responsável pela limpeza do gabinete da presidência. Confira a letra:
Edmundo, tu mora no nosso coração/ Edmundo, tu é o melhor deste mundo/ E por você nosso coração bate fundo/Agora só falta você continuar, sendo assim como você está/ Porque competência você tem, para ser o melhor ô ô/ Ô ô ô, Edmundo
Ô ô ô, Vasco/Não é mole não, nosso Edmundo arrebenta no Vascão
 Nos tempos das velhas marchinhas, Lelé e Russinho também merecerem a lembrança dos compositores da música popular brasileira. E, embora não vestisse mais a jaqueta da rapaziada, um outro a receber uma homenagem foi o goleador Célio Taveira Filho (da décadas-1960). Também vascaíno confesso, neto de remador campeão pelo cube, ele já defendia o uruguaio Nacional, quando foi brindado com um tango com o seu nome. Clique abaixo para assistir ao funk "Reizinho Voltou", do MC Charles, o mesmo elaborador de "Trem Bala da Colina"

2 -  Em 2014, o primeiro título vascaíno foi conquistado pelos menininhos sub-10,  a Copa Cidade Verde, vencendo o Juventude, por 2 x 0, em Três Coroas, no Rio Grande do Sul, com gols der Kauã e Juan, um em cada etapa. O Vasquinho fez o jogo final formando com: Hugo; Hugo Edu, Matias (Vinicius), Caique e Luis Felipe (Roger), Dudu, Hugo Eglesias, Luis Gustavo (Kauê) e Caio; Kauãn (Pedro) e Juan Batatinha (João Iacona).  Também integraram o grupo:-Eduardo, Pedro Vargas, Bruno e Vinicius Gonçalves.  A comissão técnica teve: diretor executivo da base, Mauro Galvão; diretor: Manuel Pereira; coordenador, Wilson Varela; treinador, Fernando China; auxiliar técnico, Luis Gustavo “Passarinho”; preparador de goleiros, Jober Costa; roupeiro: Marcelo; massagista, Martins. Confira a campanha: primeira fase: 12.01 - Vasco 9 x 0 Esporte Clube Pelotas; 13.01 - 5 x 0 CTFA-São Borja; 14.01 - 1 x 1 Escolinha Sapiranga (Cairú); Quartas de final - 15.01 -  3 x 1 União DI; Semifinal - 16.01 - 3 x 0 Sandense. Final - 17.01 - 2 x 0 Juventude.