Vasco

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quarta-feira, 28 de outubro de 2020

VASCO DAS CAPAS - NÃO BOTOU FOGO

Nesta revista, de 4 de agosto de 1956, o capitão vascaíno Hideraldo Luís Bellini cumprimenta o colega botafoguense Bauer, veterano da Copa do Mundo-1950, que estava encerrando a carreira no alvinegro carioca. Entre eles, o árbitro Mário Vianna, tirando o antigamente chamado toss, a escolha do lado para o qual o time atacaria. O encontro valeu pelo primeiro turno do Campeonato Carioca e foi disputado no Maracanã, em 29 de junho, diante de 50.134 pagantes, que não viram bola bater na rede: 0 x 0. O Vasco das Gama era treinado por Martim Francisco e teve: Carlos Alberto Cavalheiro, Paulinho de Almeida e Bellini (alinhamento que à imprensa denominava por trio final); Laerte, Orlando Peçanha e Coronel (a então linha média); Sabará, Livinho, Vavá, Válter Marciano e Pinga (no ataque).  

In this magazine, of August 4, 1956, the Vasco captain Hideraldo Luís Bellini greets his colleague from Bahia, a veteran of the 1950 World Cup, who was ending his career in Rio de Janeiro. Among them, is the referee Mário Vianna, removing the formerly called toss, the choice of the side for which the team would attack. The match was valid for the first round of the Carioca Championship and was played on the 29th of June, in front of 50,134 payers, who did not see the ball hit the net: 0 x 0. Vasco das Gama was coached by Martim Francisco and played: Carlos Alberto Cavalheiro, Paulinho de Almeida and Bellini (lineup that the press called the final trio); Laerte, Orlando Peçanha and Coronel (the then midline(; Sabará, Livinho, Vavá, Válter Marciano and Pinga (in the attack).

MUSA VASCAÍNA DO DIA - BELÍSSIMA JUJU

 

Juliana Góes foi uma das musas vascaínas durante concursos promovidos pelo programa Globo Esporte, da TV Globo. Nascida na litorânea cidade paulista de Santos, ela acompanha o time da Colina desde 2006. A bela Juju (para as amigas mais íntimas) à época desta foto trabalhava como modelo comercial. Graduada em jornalismo, esta moça mostra-se inteligente e exibe morenice de matar gringo por colapso cardíaco. Uma vascainíssima lindíssima. Confere?

Juliana Góes was one of the Vascaine muses during contests promoted by the Globo Esporte program, on TV Globo. Born in the coastal city of Santos, São Paulo, she has been accompanying the Colina team since 2006. The beautiful Juju (for her closest friends) at the time of this photo worked as a commercial model. Graduated in journalism, this girl is intelligent and shows the moringa of killing gringo by heart failure. A very beautiful vascain. Check?

terça-feira, 27 de outubro de 2020

VASCO DAS CAPAS - ENCA(ÇA)POU O SANTO

 Esta edição da revista carioca Esporte Ilustrado é datada de 9 de fevereiro de 1950, mas a foto, de Danilo Alvim (ao lado de um adversário são-cristovense, evidentemente) não é nem da mesma semana, pois, da última vez em que o Vasco da Gama havia enfrentado o Santo era 25 de setembro de 1949. Por ali, rolava o segundo turno do Campeonato Carioca e a Turma das Colina sapecou 4 x 1, na casa do Alvo, isto é, no estádio da Rua Figueira de Melo, com rede balançando por conta de: Barbosa, Laerte e Wilson Capão; Danilo, Alfredo II e Ipojucan; Nestor, Maneca, Heleno de Freitas, Ademir Menezes e Mário, comandados por Flávio Costa. Para esta rapaziada, Nestor (2), Heleno de Freitas e Mário escreveram no placar, com os primeiros três gols anotados na etapa inicial.          

This edition of the Rio de Janeiro magazine Esporte Ilustrado is dated February 9, 1950, but the photo by Danilo Alvim (next to a São Cristobal opponent) is not even from the same week, since the last time Vasco da Gama had faced Santo on September 25, 1949, for the next round of the Carioca Championship.On this occasion, Turma das Colina sapecou 4 x 1, at Alvo's house, that is, the stadium at Rua Figueira de Melo, with a swinging net due to: Barbosa, Laerte and Wilson Capão; Danilo, Alfredo II and Ipojucan; Nestor, Maneca, Heleno de Freitas, Ademir Menezes and Mário, led by Flávio Costa. For this group, Nestor (2), Heleno de Freitas and Mário wrote on the scoreboard, with the first three goals scored in the initial stage.   

HISTÓRIA DA HISTÓRIA - "PEDRÃO" LÁ!

 No 17 de fevereiro de 1973, a Turma da Colina estava com fome de títulos. Papou mais um, usando por deglutidor um caneco, isto é, a taça do Torneio Erasmo Martins Pedro. O Vasco da Gana nem precisava vencer para carregar mais um troféu para a Rua General Almério de Moura, pois o placar 0 x 0 América-RJ, em um sábado, em casa já, foi suficiente para fazer a festança. 

A disputa contou, ainda, com as participações dos grandes riais Flamengo, Botafogo e Flamengo. Este, por sinal, foi vencido durante o penúltimo jogo, por 1 x 0, no 10 de fevereiro, com marcado por Eduardo Gonçalves de Andrade, o Tostão, aos 34 minutos do segundo, também em São Januário. No jogo do caneco, os vascaínos escalados pelo treinador Mário Travaglini foram: Andrada; Paulo César, Miguel, Moisés e Pedrinho; Alcir e Zanata; Jorginho Carvoeiro (Luis Carlos, Roberto Dinamite (Luis Fumanchu), Tostão e Dé.

OBS: esta foi uma das conquistas vascaína de título com pouquíssimo público pagante: 2.252. 

 

On February 17, 1973, Turma da Colina was hungry for titles. He chatted one more, using a mug for swallowing, that is, the cup of the Erasmo Martins Pedro Tournament. Vasco da Ghana did not even need to win to carry another trophy to Rua General Almério de Moura, because the 0 x 0 América-RJ, on a Saturday, at home, was enough to make a fuss. The dispute also counted on the participation of the great Flamengo and Botafogo and Flamengo rials. This, by the way, was won during the penultimate game, by 1 x 0, on February 10, with scored by Eduardo Gonçalves de Andrade, Tostão, at 34 minutes of the second, also in São Januário.

In the game of the cup, the Vasco players selected by coach Mário Travaglini were: Andrada; Paulo César, Miguel, Moisés and Pedrinho; Alcir and Zanata; Jorginho Carvoeiro (Luis Carlos, Roberto Dinamite (Luis Fumanchu), Tostão and Dé. NOTE: this was one of the Vasco's title achievements with very little paying public: 2,252.

segunda-feira, 26 de outubro de 2020

MARCELO CUNHA CHEGANDO AOS '82ZÃO'

   FOTOS REPRODUZIDAS DO ÁLBUM DO EX-GOLEIRO VASCAÍNO

No próximo 4 de novembro, quarta-feira da semana que vem – o antigo goleiro vascaíno Marcelo estará apagando 82 velinhas. E o que é melhor: vendendo saúde. Pai de Marcelo Júnior e de Mônica, e nascido na mineira Itanhandu - nos tempos em que goleiro ainda era chamado por keeper -  Marcelo Antônio de Araújo Cunha, após deixar a bola, graduou-se em Engenharia, em 1970, e trabalhou, até 1995 - para a multinacional IBM -,  quando aposentou-se par curtir os netos (tem quatro).

Ficou pela Colina do Almirante até 1964 

Cria do Yuracan, da também mineira Itajubá, Marcelo defendeu o Vasco da Gama numa época em que os rivais Flamengo, Fluminense e Botafogo escalavam goleadores temíveis, como Dida, Henrique Frade, Amoroso, Quarentinha, e Mané Garrincha, citando poucos. Com a camisa 1 vascaína, ele teve o seu conterrâneo  Ita por grande rival na posição. Na frente dele, jogou do lado de feras como Hércules Brito Ruas, José de Anchieta Fontana, Écio Capovilla, Lorico (João Araújo), Sabará (Onophre de Souza), Saulzinho (Saul Santos Silva) e Célio Taveira. Foi fase em que o Almirante tinha grandes jogadores, mas andava de mal com as faixas e canecos.


Depois de deixar o Yuracan, em 1958, Marcelo tentou a sorte nos times do São Paulo FC, Palmeiras, Ferroviário, de Botucatu-SP, e Bonsucesso. Deste, pulou para a Colina, onde ficou até o inglório 27 de agosto de 1964,  quando sofreu gol marcado pelo Flamengo, no Maracanã, e quase saiu na porrada com o treinador Ely do Amparo, durante o intervalo da partida, pois o chefe o acusou de ter falhado no lance.


 Veio o segundo tempo, Marcelo levou um outro gol e pediu substituição, alegando estado emocional impróprio para seguir jogando. O prélio ficou parado, por mais 15 minutos, enquanto colegas dos dois times o acalmavam e pediam para seguir em campo. Marcelo, porém, foi saindo do gramado, aplaudido, de pé, pelos cerca de 90 mil pagantes que entenderam o seu drama. E nunca mais jogou, como profissional.

           Goleiro com cabelos no tipo reco, nos tempos do Yuracan


Carreira encerrada, Marcelo voltou par a sua Minas Gerais e fez a nova vida em Uberlândia, onde ainda reside. Quando tornou-se engenheiro, para a solenidade de recebimento do diploma, convidou um outro goleiro vascaíno, que havia passado, também, por drama terrível: Moacir Barbosas, acusado de ter falhado durante Brasil 1 x 2 Uruguai, no 16 de julho de 1950, que valeu caneco para o adversário, no mesmo Maracanã da sua tragédia.

Marcelo Cunha é, hoje, um engenheiro (aposentado) respeitado, pai e avô muito feliz, longe da bola. Mantém contato com alguns amigos, entre os quais, em Brasília o jornalista vascaíno e mineiro Aluísio Carvalho, para quem enviou estas fotos que você vê aqui no Kike – parabéns, Marcelo, antecipadamente, por mais velinhas assopradas.


OBS: a homenagem pelo aniversário de Marcelo está sendo antecipada porque viajarei, à Bahia-Oeste, a fim de fazer campanha para ajudar um primo candidato a Prefeito.