Vasco

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segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

MUSA DO DIA DA COLINA - VASCAINAÇA

Como devem se sentir as torcedoras dos outros times, vendo deusas como esta, que o Kike viu e reproduz do www.musas10.com?
No mínimo, ficar com uma tremenda inveja, porque os seus fabricantes não tinham a competência dos pais destas meninas.
Elas são tão belas, deslumbrantes que parecem saídas do desenho de um competentíssimo artista, por computador. Mas são reais. Podes crer!

How should the fans of the other teams feel, seeing Gods like this one, that Kike saw and reproduced from www.musas10.com
 At the very least, they are extremely jealous, because their manufacturers did not have the competence of the parents of these crossmaline girls. They are so dazzling that they seem to come out of the drawing of a very competent artist on the computer. But they are real. You can believe it!

VASCO DAS CAPAS - ADEMIR MENEZES


Cara de quem nasceu para balançar a rede. Era abrir a boca, mostrar os dentes, soltar o grito e sair pro abraço, exibindo um bigodinho por lá de
Com o pernambucano Ademir Marques de Menezes era assim. Em 15 anos de carreira, numa época em que não havia preocupação com estatísticas, ele teria marcado mais de 500 gols.
Nascido em Recife, em 8 de novembro de 1922, Ademir foi  capa da "Manchete Esportiva" Nº 10, da semana que começava em 21 de janeiro de 1956, data em que o Vasco empatou, por 1 x 1, com o Flamengo, pelo Campeonato Carioca, ainda, de 1955.
Apelidado por "Queixada", evidentemente, devido ter o "dito cujo" avantajado, Ademir foi o responsável pelo fim do "reinado" do sistema tático inglês WM no Brasil, que rolava pelos gramados desde 1925.
 Com um cruzmaltino daqueles, rápido, excessivamente agressivo, com piques impressionantes, pra quê seguir velhas fórmulas importadas:?  O técnico Flávio Costa, então, o expulsou  da meia direita e o enviou para a frente, onde seus "rushes", em diagonais, no rumo das redes teriam melhores resultados.
 A característica daquele "cabra da peste" nordestino fez surgir a figura do quarto atacante, o ponta de lança que, por tabela, criou o quarto zagueiro, espécie de meio-campista recuado
 Com Ademir e Flávio Costa, o Vasco jogou no 4-2-4, a partir de 1949, tornando-se quase imbatível e conquistando metade dos torcedores brasileiros.

domingo, 9 de dezembro de 2018

HISTORI & LENDAS CUCA LEGAL

1 - Fazer gol com uma tremenda cabeçada tem algum segredo? Segundo Roberto Dinamite, isso depende de alguns fatores, como a colocação do cabeceador dentro da área; da sua impulsão; da chegada da bola (com ou sem efeito); se há combate de marcadores (em cima ou à distância), coisas assim. Para o maior “matador” da história cruzmaltina – 702 gols em 1.110 jogos –, a melhor fórmula para tentar o gol em jogada aérea é cabecear com os olhos abertos, de preferência tentando mandar a pelota para o chão, o que, garante, dificulta a defesa do goleiro. Na opinião de Carlos Roberto de Oliveira, se o cara cabecear direto para o gol, pode permitir uma grande defesa do arqueiro, como uma chamada “ponte cinematográfica”, desde que o camisa 1 tenha bastante reflexos. Assim, ele recomenda o cabeceio para o chão, lembrando que a pelota ganha mais impulso e, ao quicar no gramado, sempre vence o goleirão, por ganhar um efeito melhor.
Roberto não registrou, em cartório, a FÓRMULA EXPLOSÃO DINAMITE. É de domínio público.

2- O uruguaio Peñarol é um tradicional freguês continental da “Turma da Colina”. Confira, a estatística: 04.02.1947- Copa Atlântico – Vasco 0 x 0 Peñarol; 08.04.1951 - amistoso - Vasco 3 x 0; 22.04.1951 – amistoso – Vasco 2 x 0; 16.01.1958 - amistoso – Vasco 3 x 1; 09.04.1963 -Torneio de Santiago do Chile – Vasco 3 x 2; 04.03.1967 - amistoso–Vasco 2 x 1; 03.09.1967 -Troféu Ramón de Carranza – Vasco 1 x 3; 20.02. 1982-Torneio de Verão do Uruguai – Vasco 1 x 0; 15.02.1983 - Torneio Bicentenário. Simon Bolívar – Vasco 1 x 2; 20.06.1997 - Supercopa da Libertadores – Vasco 3 x 1; 11.07.1997 - Supercopa da Libertadores – Vasco 1 x 1 Peñarol; 29.07.1999-Copa Mercosul - Vasco1 x 2; 31.08.1999 - Copa Mercosul - Vasco1 x 1 Peñarol; 01.08. 2000 - Copa Mercosul – Vasco 3 x 4; 07.09. 2000 - Copa Mercosul - Vasco1 x 1 Peñarol; 05.04.2001 - Taça Libertadores – Vasco 2 x 1; 02.05.2001 - Taça Libertadores – Vasco 3 x 1.

3 - Gols de Roberto Dinamite: Fluminense 43; América 30; Botafogo 28; Americano 27; Bangu 27; Flamengo 27; Goytacaz 22; Portuguesa 22; Bonsucesso 19; Campo Grande 18; Olaria 14; São Cristóvão 14; Madureira 12; Internacional 11; Corinthians 10; Volta Redonda 10; Operário 8; Vitória 8; Santos 7; Grêmio 7 e Goiânia 7.

4 - A maior goleada vascaína sobre o rubro-negro baiano, o Vitória, foi por 5 x 0, pelo Campeonato Brasileiro de 1980, na Fonte Nova. Roberto Dinamite é o maior “matador” desses “conflitos”, com 10 balas na agulha. Da vez em que a galera menos ligou para o duelo, em 16 de agosto de 2003, valia pelo segundo turno do Brasileirão de 2003, quando só 657 pagantes compareceram às bilheterias de São Januário. A maior sequência invicta do Vasco sobre o Vitória teve sete jogos e rolou de 02.07.1973 a 13.12.75, com dois triunfos e cinco empates

5 - Os 13 primeiros jogos do confronto Vasco x Vitória foram em Salvador-BA, mas a pugna já foi exportada para outras quatro praças: Rio de Janeiro, Ipiaú, Feira de Santana e Camaçari. Cidade pouco conhecida do interior baiano, Ipiaú tem um estádio chamado Pedro Caetano e o jogo foi 0 x 0, em 07.12.1975. Em 13.12.1975, na Fonte Nova, em Salvador, Roberto Dinamite dinamitou três e o Vasco derrubou o Vitória, por 3 x 1, pela Taça Cidade do Salvador.

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - A BELA ESPIÃ RUSSA DE MELENAS RUIVAS

  ESPECIALISTA EM CORROMPER SENHORES MAIORES DE IDADE
Ela arrasou na capa da Maxim e um...
Os ardis que levaram o  homem a criar a espionagem são tão antigos quanto as mais antigas antiguidades. Cá pra nós: já faz um bom tempinho que não ouvimos mais falar de espiões – e espiãs - descobertos e presos ali e acolá, com o caso envolvendo uma grandiosa dose curiosidade, confere?
 Até mesmo o cinema que aproveitou-se tão bem da apelidade “guerra fia” entre Estados Unidos e a então União Soviética, para colocar na telona agentes invencíveis e espetaculares – que pena! - anda esquecendo desses caras absurdamente emocionantes. Por exemplo, “Spectre”, o último filme da saga James Bond, o agente secreto 007, rolou em 2015. O que será o 25 da série está prometido, mas sem certeza, para novembro de 2019.    
 O perfil clássico dos espiões do século 20 exigia homens e mulheres capazes de atuações grandiosas, como acesso aos mais altos escalões dos governos dos países que deveriam ser espionados.  Exigia-lhes fluência em vários idiomas e devoção tão grande ao ofício, ao ponto de cortar todos os laços familiares. Após o apagamento de suas biografias, viviam com identidade falsa no exterior.
Um ardil muito usado por serviços de inteligência era enviar espiões ao exterior, fazendo que trabalhavam em embaixadas, para ter imunidade diplomática. O últimos caso de espionagem internacional que chegou ao conhecimento do planeta foi um desmerecimento para a espionagem. Do tipo que faz invocar aquela tradicional frase: “Já não se fazem mais espíões como antigamente”.
... jornal norte-americano disse que ela era ...
Aconteceu nos Estados Unidos. Após 10 temporadas espiando os espiões, em julho de 2010, o FBI (trabalho que no Brasil é da Polícia Federal) grampeou 11 camaradas e os acusou de serem agentes infiltrados à serviço de Moscou. Que vergonha para os antigos espiões soviéticos! Oito deles eram casados, levavam os filhos à escola e viviam em condomínios classe média de Nov York, Virginia e Massachusetts.
 De tão incompetentes que eram, os novos espiões russos arrepiavam is seus chefes em Moscou, que não conta mais com a temível KGB. A incompetência maior foi não terem sido  flagrados em “atos de subtração de informações sigilosas”. Que vexame! O FBI concluiu que eles não tinham nenhum acesso às altas autoridades dos “Iztêitiz”, sequer fontes de informação para contarem ao SVR – novo serviço de inteligência russo - quem lhes passou a bola.
 Presos por “associação ilícita para colaborar com com governos estrangeiros e lavagem de dinheiro”, acusação nada glamurosa para um espião que se preze, os carinhas nem conseguiam fazer lobby legalizado, ou seja,  levar alguém na conversa, para, depois, um diplomata russo corromper.
Dos 11 “trapa-spy” que Moscou plantou nos USA, só um deles, realmente, fazia jus aos roteiros dos filmes de agentes secretos: a belíssima ruiva Anna Kushchenko. Legalmente, trabalhava com venda de imóveis, pela Internet. Nas horas vagas, tinha a missão de seduzir figuras importantes  para obter informações sigilosas. Como mandava o figurino – inclusive, dos filmes de espionagem.
... a espiã que todos amaram neste ensaio da Maxim
 Anna passou quatro temporadas casadas com o inglês Alex Chapman, de quem herdou sobrenome – para o FBI, ela era Anna Chapman. Segundo o carinha, o QI dela chegava a 162, o que significa que ela não era nada boba. Descoberta cm sua verdadeira faceta “espioneira”, Anna virou capa de revistas, apresentadora de TV, modelo, enfim, tudo o que a fama estava esperando por ela ali na esquina.
 Enquanto isso, leitores do “Kike”, como Raimundinho Maranhão e Professor Coelhudo, enrtre outros, se dizem prontos para serem corrompidos por ela. Quando quiser!                       

sábado, 8 de dezembro de 2018

HISTORI & LENDAS - LOUCOS POR VASCO

1 - 12 de junho de 1995 – A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro marcou Vasco x América para uma segunda-feira, no Estádio Proletário, do Bangu, em Moça Bonita. Valia pela 12º rodada do Estadual e só 54 pagantes apareceram para ver a "Turma da Colina" mandar 3 x 0 no "Diabo".
TESTEMUHAS! E, como não era a casa de um e nem do outro, mas a do “zonzoutro”, a grana da patota não deu para pagar o preço da bola do jogo.

 2 - 17 de julho de 1960 - O Vasco foi fazer um amistoso, em Alagoas, e encontrou tanta facilidade que, ao colocar 5 x 0 no placar, trocou todos os titulares, pelos reservas. Jogou com dois times.
FOI, MAS NÃO FOI MUTO, NÃO! Explica-se: a pugna rolou em Maceió, diante do Clube de Regatas Brasil, o“Cê-Rê-Bê”. Por tratar-se de jogo festivo, o Clube da Colina foi trocando seus “players” durante o decorrer da contenda, para movimentar todos os que haviam viajado. Só Paulinho de Almeida, Coronel e Ronaldo não saíram. No total, 19 atletas foram substituídos.

 3 - 12 de outubro de 1941 -Torcedores cruzmaltinos super-fanáticos contam, sem a menor vergonha, que os cartolas do Madureira tinham tanta admiração pelo Vasco, ao ponto de, em um domingo, levarem a rapaziada para disputar duas partidas na Rua Conselheiro Galvão.
LENDINHA. Realmente, Vasco e Madureira se enfrentaram, em um mesmo domingo, e os vascaínos venceram os dois jogos, pelo mesmo placar de 4 x 1. Um dos jogos valeu pelo Campeonato Carioca e o outro pela Taça Oscar Cox. EVIDENTEMENTE, que os “dois times usaram dois times”. Ainda não se falava em biônicos.

 4 - Há quem conte que o goleiro Moacyr Nascimento Barbosa (22.03.1921 a 07.04.2000) não se conformava com o fim do seu ciclo em São Januário (1945 a 1955) e, enquanto esteve no Santa Cruz-PE (1956 a 1960) vivia sonhando em“revestir” a camisa 1 que o consagrarea. Até que conseguiu. Mas, primeiramente, arrumou emprego no Bonsucesso (1957). Foi em 1958 que "repintou" na Colina. Encerrou a carreira, no entanto, defendendo o Campo Grande, em 1962. Antes do Vasco, esteve no Desportiva Comércio e Indústria (1940-1941) e no Ypiranga ((1942-1944), ambos de São Paulo. Como vascaíno, Barbosa fez 22 jogos pela Seleção Brasileira, vencendo 16, empatando quatro e perdendo dois. Sofreu 29 gols.
QUE PENA! Perdeu, exatamente, um dos dois jogos que jamais deveria ter perdido, o da final da Copa do Mundo de 1950, para os uruguaios, dentro do Maracanã.

5 - Barbosa foi campeão sul-americano, em 1949, da Taça Rio Branco, de 1950, e vice da Copa do Mundo, também, de 1950. Embora tenha desembarcado em São Januário, em 1945, com a fama de “um gato no gol”, só um ano depois conseguiu barrar o titular Rodrigues. E segurou a vaga até metade da temporada-1956. Era um goleiro seguro, elástico, com excelente senso de colocação e corajoso, sempre pulando nos pés dos atacantes para salvar a sua“cidadela”. Por isso, foi campeão carioca em 1945/47/49/50/52 e campeão sul-americano de clubes campeões, em 1948. De quebra