Vasco

Vasco

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

MUSA (ENBADEIRADA) DE HOJE DA COLINA -

O Kike viu esta bela em www.paixaovasco.combr, o site que mostra as mais belas imagens com vascaínas lindíssimas. Aí no pé das foto tem o nome de Gabriel Dias, que deve ser o competente fotógrafo que selecionou estas deusa para clicar. Parabéns a ele pelo bom gosto e, mais ainda, a você torcedor vascaíno, pro saber que o "Almirante" é adorado pelas gatas mais inteligentes e lindas do planeta.

FIGURAS DA COLINA - JORGINHO CARVOEIRO

O cronômetro do árbitro Armando Marques marcava 33 minutos dos segundo tempo.O apoiador Alcir Portella lançou e o ponta-direita Jorginho Carvoeiro balançou a rede do Cruzeiro. Dali até o final da partida, dos 112.993 pagantes, a maioria cruzmaltina, só fez festa, no Maracanã.
Caminhava o Vasco da Gama para conquistar o seu  primeiro título de campeão brasileiro. E, graças aquele gol, carregou a taça e colocou a faixa. Era 1º de agosto de 1974 e o Maracanã assistia à primeira grande noite de glória de Jorginho Carvoeiro, que recebera aquele apelido por causa de um amigo que exercia talo ofício.
 Garoto talentoso, Jorge Vieira, verdadeiro nome, chegou ao Bangu, aos 14 de idade, para iniciar a carreira. Em 1971, foi convocado para a Seleção Brasileira de amadores, disputou o Torneio de Cannes, na França, voltou campeão e eleito o melhor da competição.
Reprodução de www.vascofotoswordperess- Agradecimentos
 Pela temporada seguinte, Jorginho já estava defendendo o Vasco. Mas ele teve pouco tempo para comemorar a glória.
Nascido em Castelo-ES, em 11 de outubro de 1953, Jorginho viveu só até 13 de julho de 1977,  quando foi tragado pela leucemia.
JOGO DO TÍTIULO - Ademir, substituindo o machucado Peres, abriu o placar, aos 14 minutos. O Vasco de Jorginho Carvoeiro virou de etapa na frente, mas Nelinho empatou, aos 64.
Então o destino reservou aquela noite de glória para o atacante da "Turma da Colina", que formou ao lado de: Andrada; Fidélis, Miguel, Moisés, Alfinete, Alcir, Zanata, Ademir, Roberto Dinamite e Luís Carlos Lemos, que eram treinados por Mario Travaglini.
Foi esta a campanha vascaína com a ajuda de Jorginho Carvoeiro: Vasco 2×0 Coritiba; Vasco 0×0 Desportiva-ES; Vasco 1×1 Flamengo; Vasco 2×1 Remo-PA; Vasco 0×0 Paysandu-PA; Vasco 0×0 Botafogo; Vasco 0×0 Bahia; Vasco 0×0 Vitória-BA; Vasco 1×2 Fluminense; Vasco 3×2 América-RN; Vasco 3×0 Itabaiana-SE; Vasco 1×1 Olaria; Vasco 1×0 Tiradentes-PI; Vasco 0×2 Sampaio Corrêa-MA; Vasco 0×1 América-RJ; Vasco 1×0 Avaí-SC; Vasco 0×1 Grêmio; Vasco 1×1 Atlético-PR; Vasco 3×1 Internacional.SEGUNDA FASE: Vasco 3×0 Operário-ms; Vasco 0×0 Nacional; Vasco 2×0 Atlético-MG; Vasco 2×0 Corinthians; Vasco 0×0 Vitória-BA.TERCEIRA FASE: Vasco 2×1 Santos; Vasco 1×1 Cruzeiro; Vasco 2×2 Internacional-RS. FINAL: Vasco 2 x 1 Cruzeiro.

RECADO AO LEITOR: o "kikenauta" Raimundinho Maranhão pediu para mudar o nome desta série, pois não lhe agradou CLUBE DOS ESQUECIDOS. Segundo ele, assim fica parecendo que o torcedor vascaíno é um ingrato, não toma mais conhecimento de quem ajudou a fazer a história do clube assim que o atleta pendura as chuteiras.
 O "Kike" aceita a tese filosófica do amigo, embora pondere que seria muito difícil um torcedor nascido em 2.000, por exemplo, curtir antigos ídolos, como Ademir Menezes, Bellini, Pinga e outras feras feríssimas, mesmo sendo um pesquisador. Mas atende à sugestão do glorioso Raimundinho Maranhão, pois quem manda aqui é você, vascaíno, cruzmaltino, cruzcristense, cruzcristiano, etc.
O "Kike" ainda coloca ESQUECIDOS no "post" do Dario, para deixar você ligado na série. Depois, ficará sendo só FIGURAS DA COLINA. Combinado? Apôijz tá!     

 
 
       

 

            

domingo, 15 de outubro de 2017

HISTORI&LENDAS DA COLINA - SS-1958

Final do Campeonato Carioca de 1958 – Um cartola vascaíno “achou de achar” que a "Turma da Colina caíra, inesperadamente, de produção. Segundo ele, jogadores importantes, como o zagueiro central Bellini, o quarto-zagueiro Orlando, o meio-campista Écio, o atacante Almir "Pernambuquinho", entre outros, andavam badalando demais pelas agitadas “night” de Copacabana. E desceu a língua nos caras. Que foram "SuperSuper" campeões cariocas daquela temporada.  
BADALANDO ASSIM, PRA DAR NO QUE DEU, ERA MELHOR BADALAR TODOS OS DIAS.

Antes da final carioca de 1958, o Vasco só havia decidido, com o Flamengo, em 29.10.1944, no jogo em que o argentino Valido empurrou um zagueiro vascaíno, para fazer Fla 1 x 0, com a anuência de um árbitro botafoguense, que desejava impedir o título cruzmaltino. Há foto do lance provando o erro da arbitragem. O Vasco respondeu, em 13 de junho de 1976, levando a Taça Guanabara, com 5 x 3 nos pênaltis, após 1 x 1 no tempo normal de jogo, e em 28 de setembro de 1977, carregando a Taça Rio, por 5 x 4 nos pênaltis, após 0 x 0 durante os 90 minutos.
SEGURAMENTE, É UMA DAS BATALHAS ETERNAS DE CHORO LIVRE DE RIVAL.

Em 1949, após o amistoso Vasco 1 x 0 Arsenal, da Inglaterra, a imprensa carioca divulgou que havia mais de 50 mil torcedores no Estádio de São Januário. Oficialmente foram registrados cerca de 24 mil. Também oficialmene, o Vasco tem como maior público em sua casa 40.209, em 19/2/1978, no jogo Vasco 0 x 2 Londrina. Curiosamente, naquela partida contra o Arsenal, segundo o registro oficial, houve apenas pouco mais de 24 mil pagantes e sócios, mas que proporcionaram a renda de Cr$ 1.146.150,00, recorde sul-americano na época.
IMPRESSIONANTEMENTE, foi uma renda para inglês ver, como se dizia, antigamente.

Final de 1999 – O atacante Edmundo volta a conviver, em São Januário, com Romário, com quem brigara em 1998. O ‘Animal’, inicialmente, aceita o ‘Baixinho’, com a promessa do presidente Eurico Miranda, de que Romário ficaria só no Mundial de Clubes da FIFA, em janeiro de 2000. Ambos fazem uma trégua e arrasam o inglês Manchester United. Edmundo, de costas para o marcador Mikaël Silvestre, com um toque na bola, chapelou o adversário, deixou-o ao chão, aplicou outro toque na pelota, encobriu o goleiro Mark Bosnich e levantou a torcida vascaína no Maracanã. Vasco
Final do Campeonato Carioca de 1987 - Mílton Queiroz da Paixão, o meia-atacante carioca vascaíno tinha valentia, habilidade, velocidade e boa pontaria. Campeão brasileiro, em 1989, e da Taça Guanabara de 1990, ele marcou o gol do título estadual de 1987, na final contra o Flamengo. E comemorou correndo com a camisa encobrindo o rosto, gesto que passou a ser imitado pelo país inteiro.
DATA FATAL: para os flamenguistas, que revelaram Tita, aquilo não poderia ter sido verdade. Mas Tita nascera mesmo no “Dia da Mentira” – em primeiro de abril de 1958.
 

DOMIGO E DIA DE MULHER BONITA - MICHELET, PRESIDENTE DO CHILE

Filha do brigadeiro-general da Força Aérea chilena – Alberto Bachelet –  integrante do governo do presidente Salvador Allende, ela era membro do Partido Socialista, desde 1973, quando a ditaduras militar o prendeu, em 1974, e o matou, na prisão, torturado.
 O fato fez Michelle e sua mãe – arqueóloga Angela Jeria – passarem à clandestinidade. Detidas, em 1975 – também, torturadas –, ao se livrarem da prisão, exilaram-se na Austrália e, depois, na então Alemanha Oriental.
É assim que começa a história politica da médica – trabalhou como epidemóloga – Verónica Michelle Bachelet Jeria, nascida em Santiago – 29.09.1951 –, primeira mulher a governar o Chile – 11.03.2006 a  2010  e de 2014 até hoje.
 MICHELE FOI, também, a primeira presidente da União das Nações Sul-Americanas; primeira chefe da agência Nações Unidas Mulheres; primeira mulher ministra da Defesa (chilena)  no continente latino-americano e primeira a vencer duas eleições presidenciais (em seu país). Passada a ditadura militar chilena, foi ministra da Saúde do presidente Ricardo Lagos – 2000 a 2002 – e o sucedeu eleita, em segundo turno, 53,5% do total dos votos, tornando-se a sexta presidente da república latino-americana – após Isabelita Perón (Argentina-1974); Violeta Chamorro (Nicarágua-1990); Rosalía Arteaga (Equador-1997, por dois dias) e Mireya Moscoso (Panamá-1999).
Do casamento com o arquiteto Jorge Dávalos, ficou mãe de Sebastián e de Francisca. Na década-1990, trabalhou junto com o colega epidemólogo Aníbal Henríquez e, com este, gerou Sofía.
EMPOSSADA EM 11 de março de 2006, Michelle adotou como primeiro ato importante gratuidade do sistema público de saúde para maiores de 60 anos e criação de comissão  para reforma da Previdência Social. Seus inícios presidenciais valeram-lhe a popularidade em 60% do eleitorado.
No entanto, ela teve problemas com estudantes secundários,  descontentes com o ensino no país enfrentou descontentamentos, também, com o sistema de moradia. E, ao anunciar  distribuição  gratuita de anticoncepcionais na rede pública de saúde para qualquer mulher acima dos 14 anos de idade, enormemente, a Igreja Católica. Resultado: queda de prestígio.
Na economia, durante os primeiros meses do governo, Michelle a manteve em bom estado, ajudada pelo grande crescimento do valor do cobre ( principal produto de exportação chileno) no marcado internacional, valendo mais de US$ 6 bilhões de dólares de  em superavit fiscal.
Michelle Bachelet, com desempenho moderado no primeiro governo, conseguiu terminá-lo com um grande apoio, especialmente graças a medidas adotadas quando a crise econômica internacional chegou ao Chile. Protegeu setores sociais mais fragilizados, sobretudo o dos aposentados, pois a previdência chilena era totalmente privatizada.
MESMO ASSIM, Michelle não fez o sucessor, perdendo o pleito para  Sebastian Piñera. Mas voltou, em 2014, com propostas para um governo muito mais avançado. Prometeu  ampliar gastos sociais, investir mais em educação e reduzir desigualdades. Além de devolver a gratuidade do ensino universitário e promover reformas tributária e eleitoral, o que cumpriu, sem aumentar a sua popularidade, contribuindo para isso a resposta do grande empresário, fazendo a cabeça do povo sugerindo momentos de pessimismo, o que coincidiu com a baixa dos preços dos produtos primários de exportação – em particular, do cobre –, para diminuir o nível de crescimento econômico.
Em 2015, o governo Michele viveu uma terrível crise, motivada por denúncias e corrupção por parte de políticos da base governista, inclusive do filho dela, Sebastian Dávalos, acusado de usar o seu cargo (Noragate) para obter empréstimo, de  US$ 10 milhões, para empresa de sua mulher, junto a um banco privado que havia contribuído para a campanha de Bachelet. Ele se demitiu, mas não impediu que o desgaste diminuísse ainda mais o apoio ao governo.
O ESCÂNDALO levou Michelle a tentar acalmar o eleitorado, anunciando troca de 23 dos seus secretários de Estado e ministros. Recuperou pontos em seu conceito, ajudada pela criação de comissão de notáveis para um projeto de maior transparência e ataque à corrupção.   Mas o seu prestígio, em 2015, caiu a 29%, o mais baixo patamar de sua avaliação.
Em sua corrida pelo aumento de popularidade, em agosto dete 2017, Bachelet  apresentou  três projetos de reforma previdenciário, a fim de subir, em 20% , o valor das aposentadorias, pois o trabalhador chileno era responsável, exclusivamente, pelo seu futuro financeiro. Estipulou 5% de contribuição para o empregador e estabeleceu uma aposentadoria básica universal para todos os excluídos do sistema que hoje paga o equivalente a 157 dólares a 1,3 milhão de pessoas.
BACHELET anunciou, também,  proposta para igualar as aposentadorias dos militares,  em média, sete vezes mais altas que as do restante dos chilenos. –  chegar ao poder, as vezes, não é difícil. Duro é manter-se amado por ele.
                            FOTOS DIVULGAÇÃO DO GOVERNO CHILENO