Vasco

Vasco

domingo, 31 de maio de 2015

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - VALENTINA, A PRIMEIRA NO ESPAÇO

Yaroslav é uma cidade com mais de mil anos. As primeiras referências no mundo ocidental são de 1.071, mas a fundação oficial é considerada em 1.010, quando fundou-se uma fortaleza no local. O que nenhum yaroslavlense imaginaria por aqueles tempos sua terra, hoje, com mais de 600 mil habitantes, seria o berço natal da primeira mulher a fazer um giro orbital.
 Até entrar para a história espacial do homem, Valentina Vladimirovna Tereshkova, nascida em 6 de março de 1937,  viveu uma vida nada fácil. Para poder estudar à noite,, trabalhavau em uma fábrica têxtil. Repetia a labuta da mãe que, aos 26 anos de idade, fazia o mesmo para sustentar três filhos, pois a guerra havia matado o seu marido.
Enquanto Valentina sonhava com a Engenharia, Yuri Gagarin fez a primeira viagem espacial, em 1961.Então, ela e algumas amigas escreveram uma carta ao governo soviético, pedindo passagem, também, para as mulheres na corrida espacial. Surpreendentemente, todas as interessadas foram convidadas a irem a Moscou. Pasaram por 90 dias dos mais difíceis testes, como passar hnoras  dentro de uma crntífugadora, testes de isoaslamento, voos em jatos MiG 15, mais de 120 saltgos de pára-quedismo, o que Valentina já praticava esportivamente, e aulas de engenharia espacial. Poucas resistiram, entre elas Valentina. Foram dois anos de treinamentos. E, finalmente, o sonho realizado.
Foto reproduzida da revista "Manchete"
 Valentina contou que, ao entrar no módulo espacial, jamais pensou se voltaria, ou não do espaço. Só pensava em sua missão, de filmar, fotografar e fazer experiências cientificas. Ao ver a Terra, tão distante, pediu para demorar mais lá por cima, e lhe deram 72 horas, em vez de 24. Para não perder nada do espetáculo que vivia, prticamente, não dormiu. Toda amarrada e viajando a uma velocidade de 28 mil km horários, circundou o planeta, por 86 minutos, o tamanho do seu dia cósmico. Durante 45 minutos, via a “bola” escura, e o restante do tempo sob a luz do sol. Lá de cima, achou-a pequena e vulnerável.
FLORES DO POVO - Valentina voltou para casa. Sua nave desceu em um campo onde centenas de tabalhadores correram em diração ao seu veículo espacial, levando flores. Entre os presentes, a sua mãe e a sua filha, Elena Andrionova, do casamento desfeito com o também astronauta Andrian Grigoriévich Nikolayev, o terceirro russo no espaço, em 1962,  com quem casou-se, em 1963, e divorciou-se, em 1982.  Depois do voo, ela tornou-se amgia intima de Gagarin e de muitos outros cosmonautas russos. Sonhava em voltar ao espaço. Não voltou. Após 19 anos da sua viagem, Svetlana Yevgenyevna Savitskaya, 12 anos mais nova, tornou-se a segunda mulher a ir ao espaço a primeira mulher a realizar uma caminhada espacial.
Valentina começou a viver a sua grande aventura em 16 de junho de 1963, a bordo da cápsula Vostok-6. Mas não foi incluída no programa espacial soviético. O líder Nikita Khruschhov usou-a muito mais como propaganda do seu regime na guerra fria com os Estados Unidos, afinal precisava desviar as atenções do planeta para o programa espacial do grande rival. Mas este, no entanto, só em 18 de junho de 1983, enviou a sua primeira mulher ao cosmos, Sally Ride, que viveu entre 26.05.1951 a 23.07.2012). Ela fo tripulante da nave Challanger que colocou em órbita da Terra dois satélites de comunicação, recolheum um outro avariado para dentro do ônibus espacial e realizou experimentos farmacêuticos. 

HISTORI&LENDAS CRUZMALTINAS

1 – No dia 25 de maio de 1947, ao empatar, por 2 x 2, com o Flamengo, o Vasco chegava à oitava partida da invencibilidade, de 20 jogos, ou quase sete anos, sem perder do seu maior rival. Confira a sequência dos oito duelos: 13.05.1945 - Vasco 5 x 1 Flamengo - Torneio Municipal; 16.09.1945 - Vasco 2 x 1 Flamengo - Campeonato Estadual; 18.11.1945 - Vasco 2 x 2 Flamengo - Campeonato Estadual; 24.03.1946 - Vasco 2 x 0 Flamengo - Torneio Relâmpago do RJ; 19.05.1946 - Vasco 3 x 1 Flamengo - Torneio Municipal; 03.08.1946 - Vasco 2 x 2 Flamengo - Campeonato Estadual; 06.10.1946 - Vasco 4 x 3 Flamengo - Campeonato Estadual; 25.05.1947 - Vasco 2 x 2 Flamengo - Torneio Municipal.

2 - Principal artilheiro do Campeonato Carioca de 1962, com 18 gols, Saul Santos Filho, natural de Bagé, na fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai, teve uma boa marca nos amistosos de 1963. Das 55 balançadas de rede mandadas pela "Turma da Colina", 16 foram dele, em 27 compromissos, com 14 vitórias, 14 empates e só sete quedas. Pela época dos amistosos em Lagos, na Nigéria, o Vasco excursionava, com time comandado por Jorge Vieira. Durante toda a temporada-1963, os tentos de Saulzinho foram contra: 06.01 – Alajuelense (1); 10.01 – América-MEX (1); 17.01 – El Oro-MEX (1); 11.04 – Colo Colo-CHI (1); 05.05 – Stad Abidijan (3); 25.05 – Seleção da Nigéria (4); 09.06 – Al –Mareikh-SUD (1); 13.06 – Málaga-ESP (1); 16.06 – Mônaco (1); 18.06 – Elche-ESP (2).   

3 – O artilheiro Célio Taveira Filho, maior goleador vascaíno na década-1960 e neto de Antônio Taveiras, remador da primeira conquista cruzmaltina, em 1905, encarou o Vasco, pela primeira vez, em uma quinta-feira de 1967, no Maracanã, valendo a Taça Governador Negrão de Lima. Ele jogava pelo Uruguai oNacional, de Montevidéu, a partir dos inícios da temporada-1967. Saiu da Colina levando os títulos de campeão do Torneio Pentagonal do México-1963; da primeira Taça Guanabara-1965 e do Torneio Rio-São Paulo-1966. E encarou os velhos companheiros formando nesta nova patota: Dominguez, Ubinas, Manicera, Mujica (Ancheta), Alvarez; Viera, Bita (Cúria), Montero, Célio, Paz (Techera) e Uruzmendi. Treinado por Zizinho e com gols marcados por Moraes e Paulo Bim, o time vascaíno alinhou naqueles 2 x 0: Fraz; Ari (Nilton Paquetá), Ananias e Jorge Andrade; Oldair, Maranhão e Danilo Menezes; Zezinho, Bianchini, Paulo Bim e Moraes.

4 - Vasco já enfrentou o Vitória-ES em quatro ocasiões, todas amistosasamente e na capital capixaba. Confira: 27.11.1949 – Vasco 4 x 2; 27.05.1951 – Vasco 8 x 4; 06.10.1954 – Vasco 2 x 1; 14.12.1978 – Vasco 0 x 0 Vitória-ES.  

5 – O Vasco e Canto do Rio se pegaram em sete ocasiões pelo Torneio Municipal, que era chamado, também, por Campenato Metropolitano, por reunir só times da cidade do Rio de Janeiro: 02.05.1943 – Vasco 1 x 2; 09.04.1944 – Vasco 2 x 1; 27.05.1945 – Vasco 2 x 1; 05.05.1946 – Vasco 6 x 0; 17.05.1947 – Vasco 5 x 0; 16.05.1948 – Vasco 4 x 2; 13.05.1951 – Vasco 3 x 0.   

 5 - Vasco e Benfica já cruzaram seis mares, com três vitórias vascaínas e dois empates. Sobrou só um naufrágio. Assim rolaram as águas da galera: 12.07.1932 – Vasco 5 x 0 Benfica (amistoso); 30.06.1957 – Vasco 5 x 2 Benfica (amistoso);  18.01.1972 -  Vasco 0 x 2 Benfica (Torneio Internacional de Verão-RJ); 16.081984 – Vasco 1 x 1 Benfica (amistoso); 07.02.1987 – Vasco 1 x 1 Benfica (Torneio de Luanda); 14.06.1987 – Vasco 3 x 0 Benfica (Copa TAP-EUA).

 

 

 

TRAGÉDIAS DA COLINA - JUVENIS-1965

Se não tivesse tropeçado em times “pequenos”, como Campo Grande, Olaria e Bangu, o Vasco poderia ter disputado o título  do Campeanto Carioca Juvenil-1965, com o campeão Flamengo, no charmoso ano do IV Centenário do Rio de Janeiro. Em 22 jogos, foram 16 vitórias, um empate e cinco derrotas, marcando 51 e sofrendo 12 tentos.  Isso deu-lhe 33 pontos, contra 39 do Fla e 34 do segundo colocado, o Botafogo.
Ficou assim a temporada: 13.03.1965 – Vasco 5 x 0 Bonsucesso; 20.03 – 1 x 0 Olaria; 27.03 – 0 x 1 Campo Grande; 03.04 – 7 x 1 São Cristóvão; 10.04 – 0 x 2 Bangu; 17.04 – 1 x 0 Flamengo; 24.04 – 3 x 0 Portuguesas; 01.05 – 3 x 1 Madueira; 08.05 – 3 x 0 Fluminense e 22.05 – 4 x 0 América. Returno: 29.05 – 1 x 0 Bonsucesso; 05.06 – 1 x 2 Olaria;  12.06 – 1 x 0 Campo Grande; 19.06 – 3 x 0 São Cristóvão; 26.06 – 4 x 0 Bangu; 03.07 – 0 x 1 Flamengo; 10.07 – 4 x 0 Portuguesa; 14.08 – 4 x 1 Madureira; 25.08 – 1 x 2 Fluminense; 28.08 – 1 x 0 Botafogo e 04.09 – 3 x 0 América

CALENDÁRIO DA COLINA - 31 DE MAIO

Um carioca, dois paulistas e um gaúcho na caçapa. Por se tratar de final de mês, pode-se considerar estas conta de bom tamanho.
VASCO 2 X O CANTO DO RIO -  No 31 de maio de 1942, o derrubado foi o "Cantusca", no estádio botafoguense da Rua General Severiano, pelo Campeonato Carioca, com os dois gols por conta de Ademir Menezes. Ondino Vieira era o chefe da rapaziada, que era: Roberto, Florindo e Osvaldo Carvalho; Figliola, Noronha e Argemiro; Birila,  Villadoniga,  Rui e Ademir. Aquele foi o terceiro encontro entre os dois times, pelo Campeonato Carioca. Os anteriores haviam sido Vasco 5 x 0 (18.05.1941) e Vasco 3 x 1 (29.07.1941).    
VASCO 1 X 0 CORINTHIANS - Sétimo duelo com os corintianos pelo Torneio Rio-São Paulo-1953, no Maracanã, com gol de Chico. Até então, haviam 23 partidas. Pela esta disputa, os dois se pegavam desde 2 de julho de 1933, mas se encontravam a partir do amistoso de 14 de março de 1926, no campo da Rua Paysandu, no Rio de Janeiro, onde a rapaziada mandou 2 x 1. No jogo do placar a cima, treinado por Flávio Costa, o Vasco alinhou; Oswaldo Baliza, Augusto e Bellini; Ely, Mirim e Jorge; Sabará, Maneca, Vavá (Genuíno) Alvinho (Ipojucan) e Chico. O prélio foi assistido por 77.881 pagantes, teve renda de Cr$ 1.565.047,0 e apito de João Etzel Filho.
VASCO 3 X 1 PORTUGUESA-RJ - A Lusa das Ilha do Governador caiu, por 3 x 1, no Maracanã, pelo Campeonato Carioca-1969. Evaristo de Macedo era o treinador e quem mais colocou a “Zebra” pra pastar, com duas laçadas no pescoço, foi o centroavante Nei, um cara que fazia dupla de ataque com Valfrido, o “Espanador da Lua”, e que também deixou o dele no pasto verde do “Maraca”. O  jogo foi na preliminar de Fluminense x América, com a rodada dupla assistida por 29.994 pagantes. Aírton Vieira de Moraes apitou e o Vasco alinhou: Andrada; Fidélis, Moacir, Fernando e Lourival; Alcir, Benetti (Adilson) e Buglê; Nei, Bianchini (Valfrido) e Acelino.
VASCO 4 X 1 CAXIAS-RS - Como a gaúcha Caxias do Sul é a terra do vinho, os vascaínos acharam que iriam enfrentar um time de provadores, durante o Campeonato Brasileiro-1978. Ninguém entrou em campo borrachíssimo, mas os cruzmatinos fizeram de conta que sim e embebedaram o time da camisa vinhática: 4 x 1, em  noite de quarta-feira, em São Januário, com Paulinho abrindo o barril, aos 5 minutos do primeiro tempo. Zanata o reabriu, aos 12, para o viciado (em gols) do Paulinho voltar a provar do gosto de “vinho na rede”, aos 30 e aos 38 da etapa final. Fiscalizado por Nílson Cardoso Bilha (SP) e consumido por 2.271 pagantes, o “tonel do boteco cruzmaltino” saiu a C$ 76.215, 00, bem abaixo do que pretendiam faturar os produtores da partida.  O mineirinho Orlando Fantoni era o gerente da casa portuguesa, que empregava: Mazaropi: Orlando ‘Lelé’, Geraldo (Marcelo), Gaúcho e Paulo César; Helinho,  Zé Mário e Zanata; Guina, Ramon Pernambucano e Paulinho (Alcides).  31.05.1995 – Vasco x Corinthians.

sábado, 30 de maio de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - 30 DE MAIO

 Dois times paulistas, um português, um mexicano e um mineiro beberam um “pingado” amargo no copo cruzmaltino, nos 30 de maio: São Paulo, Santos, Benfica, Guadalajara  e Atlético-MG. Por sinal, nas Minas Gerais, a moçada foi buscar um caneco,  na data.

VASCO 2 X 0 ATLÉTICO-MG - O "Galo" teve o bico quebrado  em um domingo,  por 2 x 0, no terreiro dele, o  Estádio Octacílio Negrão de Lima, conhecido então por  'Alameda', em Belo Horizonte. Valeu pela Copa dos Campeões Estaduais-1948, ou Torneio Quadrangular de Belo Horizonte. Mario Vianna apitou e os gols foram marcados por Mexicano (contra) e Dimas. O Vasco trabalhou em silêncio diante dos mineiros contando com o “pé-de-obra” de: Barbosa; Augusto e Rafagnelli; Ely, Danilo e Jorge; Djalma, Friaça (Ademir Menezes), Dimas, Maneca e Chico.
O ponteiro-esquedo Dejayr marcou um gol nos são-paulinos

VASCO 1 X 0 SÃO PAULO - O "Tricolor do Morumbi" foi “destricolado” durante o Torneio Rio São Paulo-1954, também, em jogo dominical, com gol marcado por Dejayr, no Maracanã. Carlos “Tijolo” de Olvieira apitou a pugna e o time do dia, treinado por Flávio Costa, teve: Barbosa (Ernani); Dário e Bellini; Amauri, Laerte e Benito; Sabará, Naninho (Iêdo), Vadinho, Alvinho (Alfredo), e Dejayr. 

VASCO 5 X 2 BENFICA-POR - Naquele jogo, o meia Válter Marciano mandou dizer aos portugueses que ele era de outro planeta. Resultado de sua missão ao gramado lisboeta: temperou dois caldos de bacalhau na  caçarola lusitana. Pra completar o molho, Sabará, Livinho e Pinga também mexeram na panela. Foi o tempero do 30 de maio de 1959, na mesa do anfitrião. Bem que o "cozinheiro-chefe", Martim Francisco, havia avisado: cuidado com a fome de gol da minha rapaziada!. Da primeira vez que os benfiquistas cruzaram com aquela turma saída da caravela do “Almirante”, engoliram 5 x 0, em 12 de julho de 1931, na mesma Lisboa. Portanto, não foi por falta de aviso sobre: Carlos Alberto Cavalheiro (Hélio), Ortunho e Viana: Laerte, Orlando Peçanha e Dario; Sabará, Livinho, Vavá, Válter (Roberto Pinto) e Pinga foi o time da goelada.

VASCO 3 X 1 SANTOS valeu pela Copa dos Campeões-1982. A vitória igualou o time cruzmaltino ao adversário, na segunda colocação do Grupo B, a um ponto da ponta.
Naquele 30 de maio, Roberto, aos 26 e aos 36, e Galvão, aos 29 minutos, todos do segundo tempo, construíram o placar, de virada, já que o vascaíno Nei abrira o marcador, contra as próprias redes, aos 38 da etapa inicial. Apitado por Saul Mendes-BA, o duelo do "Bacalhau" contra o "Peixe" foi assistido por 1.630 pagantes. Antônio Lopes era o treinador e escalou: Mazaropi; Galvão, Nei, Ivan e João Luís (Gilberto); Serginho (Da Costa), Ernani e Cláudio Adão; Catinha, Roberto Dinamite e Marquinho.  SANTOS: Marola; Paulinho Márcio, Neto e Gilberto Sorriso; Chicão, Carlos Silva e Pita; Pauiinho Batistote, Palhinha e João Paulo. Técnico: Paulo Emilio
 

VASCO 4 x 1 TUPI-MG, em 1986, valeu a Taça Cidade de Juiz de Fora à “Turma da Colina”. Aconteceu quando Romário ainda era chamado de “promessa”, dia em que ele mandou o goleiro  buscar duas bolas no barbante. Era uma sexta-feira, no Estádio José Procópio Teixerias Filho, que aparece chamado, também, pro Radialista Mário Helênio.  Roberto Dinamite e Santos completaram o placar. Adílson José de Matos apitou e o técmic Antônio Lopes alinhou:  Paulo Sérgio; Paulo Roberto, Donato (Morôni), Fernando e Paulo César; Vítor, Geovani, e Mazinho (Santos); Mauricinho, Roberto Dinamite e Romário. O Vasco segue invicto naquela cidade mineira diante do Tupi. Em 10 amistosos e este da taça carregada,  venceu sete e emaptou quatro. Vale ressaltar que o alvinegro Tupi  surgiu com a grafia Tupy Foot-Baal Club.

VASCO 1 X 0 GUADALAJARA-MEX foi uma chegadinha, de leve, no placar da casas do adversário, em 1990. Era uma quarta-feira e Alcir Portella, o volante do time campeão brasileiro de 1974, era o treinador. E Anderson o goleador. (FOTO ACIMA REPRODUZIDA DA REVISTA CARIOCA E ESPORTE ILUSTRADO).

'TILICO' TIRA COROA DO 'REI PELÉ'

Quem se lembra do atacante Mário 'Tilico'? Ele passou por São Januário na primeira metada da década-1960. Pois fique sabendo que teve um pega entre Vasco e Santos, no qual quem reinou foi ele, e não o "Rei Pelé". Quer saber?
Pois bem! Rolava o Torneio Rioo-São Paulo de 1965, e o Vasco foi ao Maracanã, no dia 4 de abril, receber a visita do Santos. Como já havia sido batido pelo Corinthians, por 1 x 3, em 14 de fevereiro, e passado vexame frasgoroso, diante do Palmeiras, em 7 de março, por 1 x 4, ninguém botava fé que a "Turma da Colina" pudesse vencer os santistas, com Pelé. Já se contava com o terceiro naufrágio do "Almirante" diante da paulistada.
E o juiz Aírton Vieira de Moraes, o "Sansão", mandou rolar a bola. Espalhados pelo "Maraca", 45 250 pagantes colaram os olhos no "Camisa 10" do time visitante. Mas, o que não se imaginava, aconteceu. Mário "Tilico", que vinha levando um trabalho danado á zaga visitante, aos 82 e aos 89 minutos, mandou o "Rei" tirar a coroa, pois naquela batalha ele era o "cara". Antes, o goiano Luizinho já tivera feito a primeira fisgadas no "Peixe". E com 3 x 0, só deu Vasco e o "Tilico". Quem armou aquela pra cima do "Rei Pelé" foi Seu Zezé Moreira, um treinador que tinha muitas manhas.
O Vasco levou aquela com: Gainete, Joel Felício, Brito, Fontana e Barbosinha; Maranhão e Lorico (Oldair); Luizinho, Célio, Saul (Mário) e Zezinho. O Santos teve: Laércio; Modesto, Geraldino e Ismael (Olavo); Joel e Elizeu (Rossi); Dorval, Mengálvio, Toninho, Pelé e Noriva (Peixinho). Depis do jogo, repórteres paulistas alegavam que o Santos jogasras sem cinco titulares, o goleiro Gilmar, o zlagueiro Mauro Ramos, o apoiador Zito e os atacantes Coutinhoe Pepe. Par Mário "Tilico", não importava. O que valia era o que ficava no caderninho> Vasco 3 x 0 em cima do Santos, com Pelé.

HISTORI&LENDAS CRUZMALTINAS - FUXICOS

1 – O meia Rubens viveu uma história parecida com a de Barbosa. Mandado embora do rival Flamengo, pelo treiandor paraguaio Fleitas Solich, ele foi exilar-se no mesmo Santa Cruz pernambucano. O Vasco o resgatou para a vitrine do futebol brasileiro e, quando estava concentrado com a “Turma da Colina” e alguém falava no nome do desafeto, ele batia duas vezes na madeira.  Não o convidasse para a mesma mesa.

2 – Edmundo e Romário eram amigos. Mas, como um queria ser mais vedete do que o outro, trocaram de papeis.  Um dia, com o "Animal” reinando na Colina, o presidente Eurico Miranda avisou-o de que iria “repatriar” o “Baixinho” apenas, para a disputa do I Mundial Interclubes, que a FIFA promoveria no Brasil. Edmundo fez que aceitou. Tempinho depois, Romário disse que o circo em São Januário estava completo, “com um rei, um bobo e um palhaço”. Quem seria o palhaço?

3 – Roberto Dinamite, quando atleta e maior ídolo da torcida cruzmaltina, era amigão e até fizera campanha para Eurico Miranda se eleger presidente do Vasco. No primeiro decênio destes anos-2000, Roberto foi expulso, por Eurico, da tribuna de hora do estádio de São Januário, em um domingo de jogo, quando chegou com um dos filhos. Roberto o derrubou do cargo, em 2008. Hoje, são imigos espetaculares. 
 
4  – Os atacantes Wilson Moreira e Almir, na década-1950, e o zagueiro Bellini, nos anos-1960, saíram de São Januário acusando o Vasco de nada fazer para mantê-los na Colina. Consideraram-se “peso zero” para os cartolas cruzmaltinos. E guardaram uma mágoa incandescente. 

5 - Primeiros confrontos Vasco x Botafogo: 22.04.1923 – Vasco 3 x 1 Botafogo; 01.07.1923 – Vasco 3 x 2; 10.05.1925 – Vasco 2 x 2 ; 11.10.1925 – Vasco 4 x 2; 16.05.1926 – Vasco 3 x 2; 01.08.1926 – Vasco 4 x 2; 26.06.1927 – Vasco 3 x 3; 24.07.1927 – Vasco 1 x 1; 17.06.1928 – Vasco 1 x 1; 21.10.1928 – Vasco 1 x 3; 16.06.1929 – Vasco 2 x 1 e 20.10.1929 – Vasco 2 x 2.

6 - Incluindo o Torneio Início, espécie de aquecimento para o Campeonato Carioca, o Vasco passou pela temporada-1945 invictos diante do Botafogo: 2 x 0 no "Initium", como se escrevia, em 22 de abril. Voltou a vencê-lo, por 1 x 0, em 12 de agosto, em São Januário, e empatou, por 2 x 2, em 14 de outubro, em General Severiano. No meio desses três confrontos, houve uma partida, pelo Torneio Relâmpago, nas Laranjeiras – vitória vascaína, por 2 x 1, com dois gols de Elgen – e uma outra, pelo Torneio Municipal, em 3 de junho, no mesmo local, quando a rapaziada mandou 5 x 3, com gols de Ademir Manezes (2), Jair Rosa Pinto (2) e Chico Aramburo.
 

sexta-feira, 29 de maio de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - 29 DE MAIO

Goleadas e conquista de canecos marcam a data 29 de maio. O "Almirante" bebeu um bom vinho português na data, comemorando tanto sucesso. Vamos ver?
  
VASCO 6 X 1 ANDARAHY foi goleada válida pelo Campeonato Carioca-1927, em um domingo, em São Januário.  Mas golear aquele adversário foi comum para os cruzmaltinos, durante o período em que se enfrentaram, entre 15 de abril de 1923 – 1 x 1, na Rua General Severiano – e 29 de dezembro de 1937 – Vasco 12 x 0, no estádio das Laranjeiras. Foram sete “traulitadas”, considerando-se marcadores acima de quatro tentos. Totalizando 23 confrontos, a galera vascaína comemorou 19 vitórias.

VASCO 7 X 3 UBERLÂNDIA é o maior placar vascaíno nos 29 de maio. Aconteceu,  amistosamente, na casa do adversário, em um domingo de 1940, na época em que a rapaziada era treinada por Flávio Costa. Ademir Menezes (2), Maneca (2), Heleno de Freitas (2) e Tuta “laçaram o marruá” da cidade que sempre teve muita admiração pelo Vasco. Tanto que já o convidou para 10 amistosos, dos quais foi bastido em cinco: 29.05.1949 –  7 x 3; 20.09.1959 – 1 x 0; 06.05.1962 –  5 x 0; 11.02.1958 –  2 x 1; 26.02.1978 –  3 x 1.

VASCO 6 X 1 LA CORUÑA foi de apagar o anfitrião. No 29 de maio de 1955, a turma saiu da Colina e foi sacanear o Deportivo La Coruña, na Espanha, mandando 6 x 1. Pinga pingou dois e Sabará mais dois nas redes. Alvinho, Parodi e Adésio também enfiaram o pé no filó. Por aquele tempo, o Vasco vivia uma entressafra, preparando o terreno para voltar a ser campeão, o que não rolava desde 1952, na última viagem do “Expresso da Vitória”. Mesclando veteranos de tantos títulos, com uma nova geração vencedora, o time que goleou os espanhóis, com Flávio Costa no comando, foi: Barbosa, Paulinho de Almeida e Bellini; Adésio (Ely do Amparo), Jophe e Dario; Sabará (Iedo), Maneca, Vavá (Alvinho), Parodi e Pinga.    

VASCO 6 X 1 ANDARAHY foi outra goleada nos 29 de maio. Esta valeu pelo Campeonato Carioca de 1927, em um domingo, em São Januário.  Golear este adversário foi comum para os cruzmaltinos, durante o período em que se enfrentaram, entre 15 de abril de 1923 – 1 x 1, na Rua General Severiano – e 29 de dezembro de 1937 – Vasco 12 x 0, no estádio das Laranjeiras. Foram sete “traulitadas”, considerando-se marcadores acima de quatro tentos. Totalizando 23 confrontos, a galera vascaína comemorou 19 vitórias.   

Botafogo e Fluminense foram dois grandes rivais cariocas ultrapassados pela velocidade cruzmaltina na estrada dos 29 de maio. Ambos pela temporada estadual oficial, no mesmo terreno, o Maracanã, em tardes dominicais. Deixando os alvinegros para trás, o Vasco conquistou a Taça Guanabara-1977, com um cartel indiscutível. Venceu os "grandes" Flamengo, Fluminense e Botafogo, e distribuiu goleadas para os  "pequenos" Bangu, Campo Grande e Olaria.  Já em  1988, batendo os tricolores, levou a Taça Rio-1988.

VASCO 2 x 0  BOTAFOGO  - Deixando os alvinegros para trás, o rapaziada conquistou a Taça Guanabara-1977, com um cartel indiscutível. Venceu os "grandes" e distribuiu goleadas para os  "pequenos" Bangu, Campo Grande e Olaria.  A apagada da "Estrela Solitária"  foi em um clássico de casa cheia: 131.741 pagantes, valendo o caneco do primeiro turno regional. Luís Carlos Félix apitou e Roberto Dinamite emplacou as duas pipocas nas redes alvinegras. Foi ordem, do “Titio” Orlando Fantoni,  ganhar mais uma do velho freguês, obedecida por: Mazaropi; Orlando ‘Lelé”, Abel, Geraldo e Marco Antônio; Zé Mário, Zanata e Dirceu; Wilsinho (Luís Fumanchu), Ramon Pernambucano (Helinho), Roberto Dinamite.
CONFIRA A CAMPANHA: 27.03.1977 – Vasco 2 x 1 Goytacaz; 03.04 – Vasco 6 x 0 Bangu; 06.04 – Vasco 4 x 0 Campo Grande; 10.04 – Vasco 0 x 1 América; 13.04 – Vasco 3 x 0 Olaria; 17.04 – Vasco 7 x 1 Madureira; 24.04 – Vasco 3 x 0 Flamengo;  07.05 – Vaso 1 x 0  Fluminense; 15.05 – Vasco 3 x 1 Portuguesa; 18.05 – Vasco  2 x 1 Bonsucesso; 25.05 – Vasco 3 x 0 Americano; 29.05 – Vasco 2 x 0 Botafogo.     

VASCO 2 X 1 FLUMINENSE, no 29 de maio de 1985, valeu a Taça Rio-1988. Mediado por Aloísio Viug, o clássico teve poucos corações na assistência (36.496 estiveram presentes), mas muitas emoções para a galera vascaína.  Foi outra conquista indiscutível, pois contou com vitórias sobre os três grandes rivais. O time do técnico Sebastião Lazaroni só definiu o placar no final da partida. Sofreu um gol, com um minuto de bola rolando, e teve de fazer valer a sua sina de "time da virada".  Na etapa final, em dois minutos, aos 37 e aos 39, respectivamente, Vivinho e Bismarck resolveram a parada, tirando o grito de gol da garganta da galera. A “Turma da Colina” foi à luta com: Acácio; Paulo Roberto, Donato, Fernando e Mazinho; Zé do Carmo, Henrique e Geovani; Vivinho, Romário e William (Bismarck).
HISTÓRIA DA CAMPANHA: 02.04.1988 – Vasco 2 x 0 Volta Redonda; 10.04. 1988 – Vasco 0 x 1 Cabofriense; 13.04.1988 - Vasco 1 x Friburguense; 16.04.1988 – Vasco 0 x 0 Americano; 21.04. 1988 – Vasco 2 x 1 Goytacaz; 24.04.1988 – Vasco 1 x 0 Porto Alegre; 01.05.1988 – Vasco 2 x 0 Bangu;  08.05.1988 – Vasco 1 x 0 Flamengo; 14.05.1988 – Vasco  3 X América; 23.05.1988 – Vasco 3 x 0 Botafogo; 29.05.1988 – Vasco 2 x 1 Fluminense.

JOGOS DE ROMÁRIO COM QUATRO GOLS

08.19.1985 – Vaco 7 x 0 Seleção de São Mateus-ES. Amistoso. Estádio: Manoel Moreira Sobrinho, em São Maeus-ES. Gols: Romário (4) e Roberto Dinamite (3). VASCO: Régis; Edevaldo (Heitor), Donato, Newton (Ivan) e Lira (Paulo César); Vítor, Mazinho e Gersinho (Geovani);  Mauricinho (Santos), Roberto Dinamite e Romário (Silvinho). Técnico: Antônio Lopes.    

02.03.1986 – Vasco 7 x 0 Portuguesa-RJ. Estadual. Estádio: São Januário. Juiz: Carlos Elias Pimentel (RJ). Público: 6.169. Gols: Romário (4), Roberto Dinamite e Mauricinho (2). VASCO: Acácio; Vítoro, Donato, Fernando e Lira; Mazinho, Gersinho e Paulo Roberto; Mauricinho, Roberto Dinamite e Romário. Técnico: Antônio Lopes

24.08.1988 – Seleção Olímpica 6 x 1 Seleção Alagoana. Amistoso. Estádio: Rei Pelé, em Maceió-AL. Juiz: Romualdo Arppi Filho (SP). Gols: Romário (4), Bebeto e Geovani. OLÍMPICOS: Taffarel (Zé Carlos); Jorginho, Aloisio (Batista), André Cruz e Nelsinho (Luis Carlos Winck); Ademir, Mílton (Neto) e Geovani; Careca (Bebeto), Edmar (João Paulo) e Romário. Técnico: Carlos Alberto Silva.

25.03.2001 (sábado) - Vasco 6 x 0 Americano-RJ. Estadual-RJ. Estádio: São Januário. Público: 6.791. Gols: Romário (4), Edmundo e Paulo Miranda. VASCO: Hélton; Rogério (Jorginho), Mauro Galvão, Odvan e Felipe (Gilberto); Nasa, Alex Oliveira (Pedrinho), Amaral, e Paulo Miranda; Edmundo e Romário. Técnico: Abel Braga.

08.10.2000 - Brasil 6 x 0 Venezuela - Eliminatórias da Copa do Mundo-2002. Estádio: Pacheco Romero, em Maracaibo-VEN. Juiz: Ubaldo Aquino (PAR). Público: 20 mil pagantes. Gols: Romário (4), Euller e Juninho Paulista. BRASIL: Rogério Ceni; Cafu, Antônio Carlos, Cléber e Silvinho; Vampeta, Donizete, Juninho Pernambucano (Zé Roberto) e Juninho Paulista (Ricardinho); Euller e Romário. Técnico: Candinho (José Cândido Sotto Mayor.

05.08.2001 (domingo)– Vasco 7 x 1 Guarani de Campinas. Brasileiro. Estádio: São Januário. Juiz: Fabiano Gonçalves (RS). Público: 6.799. Gols: Romário (4), Jorginho, Jorginho Pauliata e Botti. VASCO: Hélton; Patrício, Odvan, Alexandre Torres (Géder) e Gilberto; Jorginho (Fabiano Eller) , Botti (Siston), William e Juninho Paulista; Euller (Marques) e Romário. Técnico: Joel Santana.

24.04.2002 (quarta-feira)– Vasco 6 x 0 Entrerriense-RJ. Estadual. Estádio: São Januário. Juiz: Willian Marcelo de Souza Neri (RJ). Gols: Romário (4),Souza e Edinho. VASCO: Hélton; Leonardo, Géder, João Carlos e Edinho “Maradona”; Rodrigo Souto, Jamir, Léo Lima (Cadu) e Felipe; Souza (Léo Macaé) e Romário. Técnico: Evaristo de Macedo.

A MUSA CRUZMALTINA DO DIA

quinta-feira, 28 de maio de 2015

VASCO, O SEGUNDO TIME DO "REI PELÉ"

 A "Revista do Esporte", do mesmo grupo da "Revista do Rádio", trazia seções como "Meu gol mais bonito"; "Minha maior defesa"; "Meu segundo clube"; "O maior craque que vi jogar", coisas assim. Na edição de Nº 80, que chegou às bancas em 17 de setembro de 1960, lá estava o "Rei do Futebol", Pelé, dizendo que o Vasco da Gama era o segundo clube do seu coração. O primeiro, evidentemente, era o Santos, onde começara a carreira profissional e construia a sua história.
Dizia o texto: "Desde garoto, sempre fui renitente torcedor vascaíno. Vibrava com as suas vitórias e sofria nas derrotas...Em 1957, tive a honra de vestir a camisa cruzmaltina (foto), pois fui emprestado pelo Santos (durante o Torneio Internacional do Morumbi) aoVasco, para um combinado que os dois fizeram. Posso garantir que adorei a camisa vascaina. Digo mesmo: se algum dia tivesse que sair do Santos e permanecer no Brasil, daria preferência pelo quadro da Cruz de Malta".

The "Journal of Sport", the same group of "Radio Magazine" featured sections like "My most beautiful goal"; "My biggest defense"; "My second club"; "The biggest playmaker who saw him play", things like that. At issue 80, which hit newsstands on september 17, 1960, there was the "King of Football" Pele, saying that Vasco da Gama was the second club of his heart. The first of course was the Saints, where he started his professional career and built his story.
The text said: "Since my childhood, I was always reluctant supporter vascaíno Vibrava with their victories and suffered defeats in ... In 1957, I had the honor of wearing the shirt cruzmaltina (photo), because I was on loan from Santos (during the Tournament. .. International Morumbi) too Vasco, for a combined the two made sure. I loved the Vasco shirt I mean it: if some day had to leave the Saints and remain in Brazil, would prefer the framework of the Cross of Malta ".
 

ANTÔNIO NA CALÇADA DA COLINA

Calçada, presidente vascaíno Nº 41, com Roberto Dinamite, o 43.
Ele é, desde 2000, o presidente de honra do Vasco. Na galeria presidencial, é o 41º na parede, chegando ao poder, em 1983, e ficado até 1998.
Nascido em 16 de abril de 1924, de família portuguesa, Antônio Soares Calçada, para muitos, é o maior presidente que já houve na Colina, por ter levado a galera a comemorar uma grande quantidade de título. Entre os principais: Taça Liberadores-1998; Copa Mercosul-2000; Campeonatos Brasileiros-1989/97/2000 e Estaduais-RJ-1982/87/88/92/93/94/98 (futebol); Liga Sul-Americana-1998/2000 e Campeonato Sul-Americano (basqutebol); Estadual-RJ- 1998/99/2000 (remo).
A careira política de Calçada, em São Januário, começou com a vice-presidência de futebol, em 1955/56. Em 1959, trocou o futebol pela direção do tênis de mesa. Voltou ao balão de couro, em 1964, novamente, como vice, posto que “reocupou”, entre 1980 a 1982.
A história vascaína de Calçada inclui um fato interessante: é sócio-proprietário do Flamengo, seu maior rival. Explica-se: ele era amigão de Fadel Fadel e este vivia atormentado com o déficit financeiro rubro-negro. Comerciante rico, Calçada tirou grana do seu próprio bolso e emprestou ao grande rival. Quando pôde, Fadel Fadel pagou a dívida e presenteou o valho chapa com um título sócio do Flamengo. Para compensar a gentileza, Calçada concedeu, também, um título de associado cruzmaltino ao presidente flamenguista.
Uma das histórias mais comentadas da década der 1960 foi a do dirigente do Flamengo chegando à sede de São Januário, para voltar em Manoel Joaquim Lopes, que venceu o pleito pela chapa “Tradição Vascaína”, apoiada por Antônio Calçada. (agradecimento a www.crvascodgama.com.br pela reprodução da foto).

CALENDÁRIO DA COLINA - 28 DE MAIO

Coincidentemente, o Vasco venceu três times, pelo mesmo placar de 2 x 0, nos 28 de maio: Coritiba, Portuguesa de Desportos e Sport Recife. E empatou, por 1 x 1, com dois tricolores, Fluminense e São Paulo.  

VASCO 2 X 0 CORITIBA foi na casa do adversário, o estádio Couto Pereira, em Curitiba, pelo Campeonato Brasileiro-1978. A visita foi recebidas por 11.747 pagantes, que viram Ramon, aos 10 e aos 44 minutos do segundo tempo, marcar os tentos cruzmaltinos. O treinador das rapaziada era Orlando Fantoni, que  escalou: Mazaropi; Orlando ‘Lelé”, Gaúcho, Geraldo e Marco Antônio (Paulo César); Helinho, Zé Mário e Zanata (Paulo Roberto); Guina, Ramon e Paulinho.    

VASCO 2 X 0 PORTUGUESA DE DESPORTOS rolou fora do Rio de Janeiro,  valendo a Taça Cidade de Juiz de Fora, conquistada no Estádio Radialista Mário Heleno, em uma quarta-feira de 1986, com gols marcados por Romário e Mazinho. O time era treinado por Antônio Lopes, nos tempos de Paulo Sérgio, Paulo Roberto, Vitor, Donato, Fernando, Paulo César,  Mazinho, Geovani, Mauricinho, Roberto Dinamite e Romário.

VASCO 2 X 0 SPORT-PE  foi a história "Leão das Ilha" abatido, também notie de quarta-feira, em São Januário, no jogo de volta pelas  semifinais da Copa do Brasil-2008. Apareceram 24.033 pagantes para escutar o apito de Alício Pena Júnior-MG, que confirmou os gols marcados por Leandro Amaral, aos 19, e Edmundo, aos 45 minutos do segundo tempo. Antônio Lopes era o treinador e esta turma assinou na súmula da partida: Tiago; Wagner Diniz, Jorge Luiz, Luizão e Pablo; Jonílson, Leandro Bonfim, Morais (Madson/Rodrigo Antônio) e Alex Teixeria (Jean); Leandro Amaral e Edmundo.

               


 

quarta-feira, 27 de maio de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - 27 DE MAIO



Três cariocas, um gaúcho, um capixaba, um paulista e um norte-americano estão ente os times demolidos pela "Turma da Colina" nos 27 de maio. Data de alguns apertos, mas de goeladas, também, como vamos conferir nesses jogos oficiais e amistosos abaixo.

VASCO 3 X 2 AMÉRICA valeu pelo Torneio Municipal-1944. Lelé, Chico e Isaías foram às redes naquela dia quando estava em jogo a Taça Prefeitura do Distrito Federal.

VASCO 2 X 1 CANTO DO RIO já valeu pelo Torneio Municipal-1945. Naquele ano, o Vasco beliscou o bi. E não fez mais do que a sua obrigação, pois era quase imbatível, com o seu “Expresso da Vitória”. Diante do "Cantusca", Ademir Menezes e Isaías balançaram o filó. Importância da difícil vitória? Foi de virada, no segundo tempo. Antes daquilo, a rapaziada havia mandado 3 x 0 no Bangu (24.09); 6 x 1 pra cima do São Cristóvão (06.05); 5 x 1 diante do Flamengo (13.05) e 6 x 0 contra o Bonsucesso (20.05). 

VASCO 2 X 0 JUVENTUS-SP foi o  único jogo entre os dois times. Aconteceu em um domingo de 1962, quando a rapaziada levou o “Moleque Travesso” da “pauliceia” para passear no Rio de Janeiro. Só não foi gentil no gramado de São Januário. Mandou 2 x 0, com Vevé marcando um dos tentos.  


VASCO 8 X 4 VITÓRIA-ES - Em 1951, o Vasco tinha o time mais forte do país. Campeão carioca e base da Seleção Brasileira, choviam convites para amistosos. Um deles era para 27 de maio, em Vitória, no Espírito Santo. E a “Turma da Ciolina” foi lá derrotar  o Vitória: 8 x 4, em um domingo, apitado pelo carioca Carlos  ‘Tijolo’ de Oliveira Monteiro. Com gols marcados por Ademir Menezes (2), Ipojucan (2), Tesourinha e Friaça, (Miugez, Gessi e de Lucas, pelo adversário), o técnico Oto Glória escalou: Barbosa, Augusto e  Laerte (Clarel); Lola, Danilo e Jorge (Alfredo II); Tesourinha, Ipojucan (Amorim), Friaça, Ademir e Dejayr.  O Vitória alinhou: Louro, Dodoca, Benjamin, Veraldo, Atílio, Venicius (Tom), Lucas, Lago, Miguez, Gessi e Nilson.  

VASCO 2 X 1 DOM BOSCO-MT foi um outro amistoso fora de casa. Era 1972 e a rapaziada foi à Cuiabá vencer, por 2 x 1, com gols marcados por Jorginho Carvoeiro e Jaílson.
    

VASCO 4 X 1 FLUMINENSE - Esta goleada sobre os tricolores pode ser considerado o resultado mais expressivo dos vascaínos nos 27 de maio. Levando-se em conta que, do outro lado, havia um tradicional e forte adversário, desde 11 de março de 1923, quando a “Turma da Colina” mandou 3 x 2, amistosamente, na Rua Figueira de Mello. O sacode foi dominical e valeu pelo Estadual-1979,  no Maracanã, apitado por Arnaldo César Coelho.  Roberto Dinamite (3) e Paulinho marcaram os gols do time do técnico gaúcho  Carlos Froner, que escalou: Leão; Orlando ‘Lelé’, Abel, Geraldo e Marco Antônio; Helinho (Toninho Vanusa), Dudu e Guina; Jader, Roberto Dinamite e Paulinho (Wilsinho).

 

VASCO 3 x 2 INTERNACIONAL constas como vitória  pela quart rodada do Campeonato Brasileiro-2005, em uma quarta-feira, em São Januário. Elton, aos 4 minutos, Philippe Coutinho aos 32, e Nílton, aos 38, todos no segundo tempo, pegaram o “Saci’ à laço, neste jogo testemunhado por 2.786 pagantes. Quem jogou? Fernando Prass; Elder Granja, Cesinha, Dedé e Ramon (Ernani); Rafael Carioca, Souza (Dodô) e Léo Gago; Philippe Coutinho e Elton.

 

VASCO 5 X 0 COMBINADO DA COSTA OESTE-EUA foi um daqueles "caça níqueis" internacionais,  na casa do Tio Sam, em 1990. O "Kike" encontrou gols de Tato, Sonny Anderson e de Júnior. Fica devendo dois. 
 

O ELEGANTE TIME DO VASCO DA GAMA

 Na década-1950, os jogadores vascaínos ficavam "elegantérrimos" para viajar. O cuidado com a boa aparência era uma norma, rigorosa, em São Januário. O clube comprava o melhor tecido e contratava os melhores alfaiates do Rio de Janeiro para deixar a rapaziada nos trinques.
Na foto acima, de 1959, você vê os goleiros Amauri, Miguel e Barbosa, que disputavam a preferência do treinador Dorival Knippel, o apelidado Yustrich, que fora, também,  goleiro cruzmaltino – durante a temporada de 1944.
O veterano Barbosa, em final de carreira, é o da direita da foto . O do meio, Miguel, ainda era visto como “grande promessa”, embora já tivesse se revezado com o veteraníssimo Moacyr (considerado melhor camisa 1 da história vascaína), durante os compromissos de 1958, quando Vasco ganhou tudo o que disputou. Enquanto isso, o da esquerda, Amauri, estava na Colina, emprestado, pelo Botafogo, com o Vasco negociando a sua contratação, em definitivo.
Na foto à direita, estão Almir e Dario, também prontos para mais um embarque. Naquele 1959, o Vasco viajou por 11 cidades brasileiras e oito europeias, o que deu mais de 30 embarques. Na ocasião em que Almir coçava a cabeça, conversando com o colega, ele e a diretoria cuzmaltina brigavam pela renovação do seu contrato. Os cartolas da Rua General Almério de Moura achavam exagerados os Cr$ 80 mil mensais que ele pedia, para continuar na casa. E só ofereciam Cr$ 60mil. No total, Cr$ 480 mil cruzeiros, de luvas, por dois anos de contrato, separavam as duas partes.
Quanto aos bem cortados e elegantes ternos da rapaziada vascaína, eles foram substituídos, atualmente, por camisetas muito comuns, usadas por adolescentes. Por aqueles anos-1950, principalmente durante o governo do presidente Juscelino Kubitscheck,  a elegância era  sinônimo, retrato de um Brasil novo. Produtos nacionais, de algodão, eram mais respeitados do os sintéticos franceses. Se bem que as limitações vindas da época da II Guerra Mundial à importação de tecidos e roupas prontas ajudaram muito aos que faziam a moda Brasil. Vestir-se bem, sobretudo de algodão, era a recomendação do presidente  JK. E isso tornou-se obrigatório para quem queria viver na moda, como os jogadores do Vasco, que desfilavam elegância pelos aeroportos do país e do exterior

terça-feira, 26 de maio de 2015

KIKE BALL, GILRS AND VASCO DA GAMA

 This is a blog dedicated to the research of the history of Club de Regatas Vasco da Gama , founded in Rio de Janeiro , Brazil , on August 21, 1898 , four young practicing rowing - Henrique Ferreira Monteiro , Luís Antônio Rodrigues , José Alexandre D' Avelar Rodrigues and Manuel Teixeira de Sousa Júnior - in honor of the portuguese explorer discoverer of the sea route to India. Until 1915, Vasco da Gama only competed in rowing. From the following year when he joined the football, it became one of the most admired clubs in the country, for its stance against social injustice.
 Currently has one of the largest Brazilian twisted . Nacional champion on four occasions, the Vasco team also has win continental the title on two other occasions , and various international This is a blog dedicated to the research of the history of Club de Regatas Vasco da Gama , founded in Rio de Janeiro , Brazil, on August 21, 1898 , four young practicing rowing - Henrique Ferreira Monteiro, Luís Antônio Rodrigues, José Alexandre D' Avelar Rodrigues and Manuel Teixeira de Sousa Júnior - in honor of the portuguese explorer discoverer of the sea route to India .Until 1915, Vasco da Gama only competed in rowing. From the following year when he joined the football, it became one of the most admired clubs in the country, for its stance against social injustice. Currently has one of the largest Brazilian twisted .
Nacional champion on four occasions, the Vasco team also has won continentel the title on two other occasions , and various international tournaments. The Vasco da Gama uses stark white shirt, or black with a diagonal band (black or white).
It is the caravel of portuguese maritime chievements, bringing the Cross of the Order of Christ in red. The shorts and socks are also the shirt , white or black .Vasco da Gama has a stadium, located in General Almério de Moura , opened in 1927 , and was once the largest in Brazil . Kike Ball search to cruzmatina history since december 15, 20010 , having been visited by 120 000 "vaconautas" .The shield you see has been reproduced from the official website do clube - www.crvascodagama.comcombr - to which we appreciate.
Besides being good at soccer, Vasco da Gama has dirty twisted in the most beautiful women on the planet. Just check the ones you see in the pictures above and below. Gives?  And you are welcome to Kike Ball. (fotos reproduzidas de www.musas10.com). Agradecimentos.

 

OS VASCAÍNOS SAIRAM PARA O ABRAÇO

O Vasco encarava o Botafogo, pela última rodada do turno do Campeonato Carioca-1958. Além de defender a liderança – terminou com três pontos à frente do Flamengo, o segundo colocado –, a "Turma da Colina" tinha de manter, também, o  tabu, de oito anos, sem escorregadas diante dos alvinegros. Era o dia 29 de setembro e a rapaziada mandou 3 x 2.
A foto que você vê – Laerte abraçando Pinga – foi  reproduzida do Nº 150 da "Manchete Esportiva" de 4 de outubro, e é do gol marcado pelo segundo, seis minutos depois de terem começado a rolar as emoções. Como, por aquela época , nem sempre, as revistas creditavam os cliks, o "Kike" fica devendo o nome do autor desta bela moldura.
Para o autor do texto que acompanha a fotografia, Ney Bianchi, o ponta-esquerda Pinga foi "um autêntico dínamo" e chegou àquele tento "num reflexo de segundo", aproveitando-se de   bobeira do goleiro Ernâni.
O clássico, no Maracanã, rendeu Cr$ 2 milhões, 459 e 600 cruzeiros, foi apitado por Antônio Viug e teve Sabará e Rubens, este cobrando pênalti, como os autores das outras bolas mandadas pela rapaziada às redes. Treinada pro Francisco de Souza Ferreira, o Gradim, a equipe vencedora alinhou: Barbosa, Paulinho de Almeida, Bellini, e Orlando e Coronel; Écio e Rubens; Sabará, Laerte, Delém e Pinga.
   
The Vasco faced Botafogo, the very last round of the bout the Carioca Championship-1958. Besides defending the lead of the stage - ended with three potos ahead of Flamengo, second place - the "Class of the Hill" had to also keep the taboo of eight years without slips before Alvinegros. It was the 29th of September and the guys had 3 x 2.
The photo you see - Laertes embracing Pinga - was reproduced from No. 150 the "Headline Sports" on October 4, and is the second goal scored by six minutes later they started rolling emotions. How, for that time, not always, the magazine credited cliks the "Kike" owes the author's name this beautiful frame.
To the author of the text accompanying the photograph, the repóret Ney Bianchi, the left-ponteirao Pinga was "a dynamo authentic" and when he came to try "a reflection of a second", taking advantage of the goalkeeper Ernâni silly.
The classic, in Maracanã, Cr earned $ 2 million, 459 and 600 cruises, was whistled by Antonio Viug and had Sabara and Rubens, this charging penalty, as the authors of the other guys balls sent by the networks. Trained pro Francisco de Souza Ferreira, the Gradim, the winning team lined up: Barbosa, Paulinho de Almeida, Bellini, and Orlando and Colonel; Écio and Rubens; Sabara, Laertes, Delém and Pinga

ALMIRANTE CONDECORA E BATE NO REI

Pelé entende que o seu primeiro título no futebol profissionl foi conquistado usando a camisa do glorioso Club de Regatas Vasco da Gama. Na realidade, não foi, pois o "Torneio Internacional Morumbi", do qual ele disputou, pelo Combinado Vasco/Santos" não chegou ao final. Devido prejuízos financeiros, já que o público era aquém do esperado, os organizadores desistiram de concluí-lo. N entanto, foi graças àquela competição que o treinador da Seleção Brasileira, o ex-atacante gaúcho Sylvio Pirillo, tomou conhecimento da sua existência, ficou encantado com o seu futebol e o convocou para um amistoso, três meses depois.
Pelé, sempre, se disse torcedor do Vasco, no futebol carioca. Talvez, o seu pai, Dondinho, também fosse admirador da "Turma da Colina", pois batizara o seu segundo filho com o nome de Jair, numa época em que o meia Jair Rosa Pinto era um dos mais destacados futebolistas do país. Então, sabendo daquele lado cruzmaltino do "Rei do Futebol", o presidente Manuel Joaquim Lopes – eleito em 13 de março de 1964, cmo o 36º chefe da Casa – fez questão de "condecorá-lo" com o título de benemérito vascaíno.
A condecoração foi na tarde de 4 de abril de 1965, no Maracanã. Na foto, Manuel Joaquim Lopes está à direita de Pelé. À esquerda, o presidente santista, Athyê Jorge Cpouri. No placar, o Vasco, escalado pelo treinador Zezé Moeira, venceu, por 3 x 0, pelo Torneio Rio-São Paulo, jogando com: Gainete: Joel Felício, Brito, Fontana e Barbosinha; Maranhãoe Lorico (Oldair Barchi); Luizinho Goiano, Saulzinho (Mário 'Tilico", Célio Taveira e Zezinho. O Santos teve: Laércio; Ismael, Modesto, Joel Camargo e Geraldino (Olavo); Eliseu (Rossi) e Mengálvio: Dorval, Toninho 'Guerreiro", Pelé e Noriva (Peixinho). O juiz foi Aírton Vieira de Moraes, o "Sansão", o público de 42. 250 e a renda de Cr$ 36 milhões, 470 mil, 180 cruzeiros, a moeda da época. Mário 'Tilico" (2) ee Luizinho foramàs redes praianas. (foto reproduzida da Revista do Esporte).

CALENDÁRI DA COLINA - 26 DE MAIO


A data 26 tem números magrinhos no placar, como os abaixo diante de América,  Olaria, Coritiba, Racing Lens e Portuguesa de Desportos. Um pouco mais de folga  no marcador só contra africanos e americanos. No entanto, diz o sábio torcedor: bateu por 1, venceu por  10, o que importa é que aconteceu. Tem razão! Como veremos, com um detalhe: duas partidas na data, contra Tupi de Juiz de Fora-MG (2 x 1), amistosamente, e América-RJ (4 x 1), pelo Torneio Municipal. Explica-se: na época, o Vasco era tão forte que podia formar dois times, sem medo de pisar na bola. E não pisava;      
VASCO 1 X 0 AMÉRICA, pelo Campeonato Caricoa-1940, foi um pequeno aperto do "Almirante" no "Diabo", jogado no Estádio Álvaro Chaves, nas Laranjeiras, com gol marcado por Alfredo. Aquele cara que foi dispensado, arrumou emprego no Flamengo, mas chorava de saudade da Colina. E o jeito foi aceita-lo de volta. Naquele prélio apitado por Mário Vianna, a "Turma da Colina" foi representadas por: Nascimento, Jaú e Florindo; Figliola, Zarzur e Dacunto; Lindo, Alfredo, Durval, Villadoniga e Orlando (Luna).

 

VASCO 4 X 1 AMERICA, neste caso, valeu pelo Tornei Municipal-1946, no estádio das Laranjeiras. Márfio Vianna apitou e o público ficou por volta dos 8 mil pagantes. Chico e Isaías, no primeiro tempo, e Chico, novamente, e Alfredo, no segundo, cerraram os chifres do "Diabo".  O uruguaio Ondino Viera era o chefe da rapaziada: Barbosa, Rubem e Sampaio; Alfredo, Nílton e Jorge; Santo Cristo, Djalma, isaías, Elgen e Chico.

 

VASCO 2 X 1 TUPI-MG foi um amistoso na casa do adversário, com gols marcados por João Pinto e Lelé.


VASCO 2 X 1 OLARIA, em um sábado, no estádio de Moça Bonita, pelo Torneio Municipal de 1951, teve apito de Milton Silveira e gols marcados por  Noca e Jansen, um em cada tempo. O mais importante? Mais uma vitória para a coleção de viradas da "Turma da Colina", que estava comandada por Oto Glória. Valeu pelo Torneio Municipal-1951, disputa em que o time cruzmamaltino andou muito irregular, goleando e sendo goleado. E o pior: chegou a perder os pontos dos 3 x 0 sobre o Canto do Rio, por ter escalado Bira irregularmente. Terminou em sexto lugar, com nove pontos, em 20 disputados. Confira os resultados: 11.04.1951 – Vasco 2 x 4 São Cristóvão; 21.04 – Vasco 3 x 1 Fluminense; 29.04 – Vasco 6 x 0 Bonsucesso; 06.05 – Vasco 1 x 2 Flamengo; 13.05 – Vasco 3 x 0 Canto do Rio; 19.05 – Vasco 1 x 4 Bangu; 26.05 – Vasco 2 x 1 Olaria; 02.06 – Vasco 4 x 4 América; 09.06 – Vasco 6 x 1 Madureira; 26.06 – Vasco 0 x 3 Botafogo.   

 

VASCO 2 X 1 LENS-FRA foi produto de uma excursão à Europa, quando o treinador Martim Francisco estava armando o time que seria o campeão carioca da temporada-1956.  Vavá furou a rede do adversário.    

VASCO 3 X 1 SELEÇÃO DA ÁFRICA OCIDENTAL está registrado no giro de 1963, pelo continente africano. Naquele dia, Célio (2) e Sabará foram os "caras" do grupo que abriu os trabalhos anuais treinado por Jorge Vieira que, em setembro,  passou o cargo a Oto Glória, que ficou até novembro, para o interino Eduardo Pellegrini fechar a temporada, em dezembro.

  

VASCO 1 X 0 CORITIBA, em 1983, foi um amistoso, em uma quinta-feira, no Estádio Couto Pereira, em Curitiba, presenciado por 9.098 torcedores. Marquinho marcou o gol vascaíno. Naquele dia, quem estava como treinador era o ex-zagueiro Miguel Pereira, que escalou: Acácio; Galvão, Orlando ‘Fumaça’, Celso e Gilberto; Celso, Serginho e Elói; Jussiê (Almir), Marquinho, Bebeto e Oliveira.    

VASCO 1 X 0 PORTUGUESA DE DESPORTOS, mais este "Clássico Luso", rolou em um sábado, na casa do adversário, em São Paulo, apitado pelo paranaense Heber Roberto Lopes. Alecsandro, aos 20 minutos do primeiro tempo, foi o único cara a pintar na rede, para o time do técnico Cristóvão Borges, que alinhou:. Fernando Prass; Fagner, Renato Silva, Rodolfo (Douglas) e Dieyson; Nilton, Fellipe Bastos (Chaparro), Allan e Diego Souza (Carlos Alberto); Eder Luis e Alecsandro.   

segunda-feira, 25 de maio de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - 25 DE MAIO

Um gol marcado por Nestor, aos 33 minutos do segundo tempo, deu ao Vasco uma de suas maiores vitórias. Rolou na noite da quarta-feira 25 de maio de 1949, em São Januário, por 1 x 0, sobre o imbatível e invicto Arsenal, campeão inglês da temporada 1947/48, e de outras tantas.
O timaço visitante, que deslumbrava plateias, tornou o amistoso um grande acontecimento no Rio de Janeiro. Tanto que a casa vascaína recebeu um dos seus maiores públicos, chutado pela imprensa em 50 mil torcedores, embora, oficialmente, fossem registradas pouco mais de 24 mil almas. Mas tinha-se que jogar pra cima. Afinal, o Arsenal era o melhor do planeta e o Vasco o melhor do continente. Não fora campeão sul-americano de clubes campeões?
Para a imprensa carioca, era uma grande pauta. Alardeava-se a vinda ao país do primeiro time da primeira divisão inglesa, algo fortíssimo, pois os orgulhosos britânicos se achavam tão bons, que se recusaram a disputar as três primeiras Copas do Mundo, dizendo não haver adversários à sua altura.
Tratados como “superstars” no Brasil, os atletas do Arsenal, que carregava a glória de terem revolucionado o futebol, pelo esquema tático WM – criado, em 1925, pelo treinador Herbert Chapman – desconheciam que, a partir de 1945, a “Turma da Colina” já havia colocado o "Expresso da Vitória" nas trilhas dos títulos cariocas daquela temporada (invicto) e de 1947/1949, tornando-se, também, um dos times mais fortes do mundo. Para os "Gunners", no entanto, o importante era a fama que traziam.
O Arsenal iniciara a excursão (15.05.1949) mandando 4 x 1 no Fluminense,  reforçado por jogadores do Botafogo, diante de quase 40 pagantes, no estádio das Laranjeiras. No Pacaembu (18.05.1949), em São Paulo, cedera o empate, por 1 x 1, ao Palmeiras, diante de mais de 50 mil pagantes. Mas, quatro dias depois (22.05.1949), mais outro público igual assistiu 2 x 0 sobre o Corinthians. Portanto, público em torno de 140 mil pagantes, em três jogos. Até então, nenhum supertime passara por aqui. (continua na matéria abaixo)
PROMOCIONAL -  O convite do Vasco, ao Arsenal, para participar do amistoso no então maior estádio da América do Sul, fazia parte das promoções da estreia do atacante Heleno de Freitas, repatriado do futebol argentino. Por sinal, para  o reforço estrear, no decorrer da partida, foi preciso Ademir Menezes atuar como ponta-de-lança, pela direita, e Maneca armar jogadas, pela meia-esquerda.
A “Turma da Colina” começou a partida melhor, mas o Arsenal a equilibrou e o primeiro tempo terminou no 0 x 0. Na etapa final, pouco mudou. O Vasco continuou melhor e os ingleses procurando equilibrar as ações no meio do campo. Até que Mário fez um centro, da esquerda. A bola cruzou toda área inglesa, sem que o goleiro Swindin conseguisse defendê-la. Nestor pegou, de primeira, sem chances de defesa para o “goal-keeper” inglês.
O Vasco venceu o Arsenal sob o apito do inglês Cyril John Barrick, auxiliado por Mário Vianna e Alberto da Gama Malcher, diante dos oficiais 24 mil pagantes, que proporcionaram a arrecadação de Cr$ 1.146.150,00: O time teve: Barbosa, Augusto e Sampaio; Ely, Danilo e Jorge; Nestor, Maneca, Ademir Menezes, Ipojucan (Heleno) e Tuta (Mário). O Arsenal era: Swindin, Barnes e Smith; Macanly, Daniels e Forbes, Mac Pherson, Logie, Rockie, Hshman e Wallance.


MAIS CINCO - Além de vencer o inglês Arsenal, o Vasco ainda goleou a seleção nacional da Nigéria e o São Cristóvão, aplicou um mesmo 2 x 0 no uruguaio nacional e no catarinense Avaí, e deu uma beliscadinha nos tricolores.

VASCO 5 X 2 SÃO CRISTÓVÃO está no caderninho como goleada do Campeonato Carioca-1941, com o argentino Villadoniga marcando três gols. Dacunto e Gonzalez completaram o placar. A bola rolou em São Januário e o time da casa teve: Chiquinho, Jaú e Florindo; Figliola, Dacunto e Argemiro; Armandinho, Alfredo I, Villadoniga, Gonzalez e Orlando
VASCO 1 X 0 FLUMINENSE, com gol marcado por Jansen, valeu pelo Torneio Carlos Martins da Rocha-1952, homenageando o cartola alvinegro Carlito Rocha. O jogo foi no estádio botafoguense da Rua General Severiano, apitado por Waldir Lopes Ferreira. 

VASCO 6 x 0 SELEÇÃO DA NIGÉRIA foiem 1963,  durante excursão da rapaziada aos continentes africano e europeu. Naquela jornada, em um sábado, o gaúcho Saulzinho marcou quatro gols (Célio e Lorico completaram o placar). E conta que fez mais um, legítimo, anulado pelo árbitro. “Foi em um lance limpo, sem qualquer impedimento, ou outro problema. Nada, nada, tchê! A bola bateu lá dentro e voltou. Ninguém entendeu a anulação”, reclamou, pelo “Kike da Bola”.

VASCO 2 X 0 NACIONAL-URU, em uma quinta-feira de 1967, no Maracanã, valeu a Taça Governador Negrão de Lima e marcou o reencontro cruzmaltino com o seu maior goleador da década de 1960, Célio Taveira Filho.  Negociado, com o tricolor uruguaio de Montevidéu, nos inícios da temporada-1967, o atacante saiu da Colina levando os títulos de campeão do Torneio Pentagonal do México-1963; da primeira Taça Guanabara-1965 e do Torneio Rio-São Paulo-1966. Ele encarou os velhos companheiros formando nesta nova patota: Dominguez, Ubinas, Manicera, Mujica (Ancheta), Alvarez; Viera, Bita (Cúria), Montero, Célio, Paz (Techera) e Uruzmendi. Treinado por Zizinho e com gols marcados por Moraes e Paulo Bim, o time vascaíno alinhou: Fraz; Ari (Nilton Paquetá), Ananias e Jorge Andrade; Oldair, Maranhão e Danilo Menezes; Zezinho, Bianchini, Paulo Bim e Moraes.

VASCO 2 X 0 AVAÍ, pela Copa do Brasil-2011, foi no Estádio da: Ressacada, em Florianópolis, com público de 16.920 torcedores.. Leandro Vuaden-RS apitou, e Revson (contra), aos 5, e Diego Souza aos 34 do primeiro tempo, marcaram os gols para esta formação escalada pelo treinador Ricardo Gomes: Fernando Prass; Allan, Dedé, Anderson Martins e Ramon (Márcio Careca); Eduardo Costa, Rômulo, Felipe (Jumar) e Diego Souza; Eder Luis (Bernardo) e Alecsandro.