Vasco

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sábado, 31 de agosto de 2013

HISTORI&LENDAS CRUZMALTINAS

12 de junho de 1946 - O Vasco recebia o América, o seu primeiro grande rival, para um amistoso, em uma quarta-feira, na Colina. Mandou 5 x 2, sem a menor consideração pelo visitante. Lelé (2), Santo Cristo (2) e Elgen pintaram nas redes.
INFERNAL! O Diabo esbarrou no Santo Cristo e ficou lelé de tanto levar bolas no filó.

12 de junho de 1995 – A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro marcou Vasco x América para uma segunda-feira, no Estádio Proletário, do Bangu, em Moça Bonita pela 12º rodada do Estadual. Só 54 pagantes pintaram pra ver a "Turma da Colina" queimar o 'Diabo": 3 x 0.  
TESTEMUHAS! Diga-se, de passagem. E, como não era a casa de um e nem do outro, mas a do “zonzoutro”, a grana de sua patota não deu para pagar o preço da bola do jogo.

 17 de junho de 1960 - O Vasco foi fazer um amistoso, em Alagoas, e encontrou tanta facilidade que, ao colocar 5 x 0 no placar, trocou quase todos os titulares, pelos reservas. Jogou com dois times, digamos. Por se tratar de uma data festiva, os cruzmaltinos acharam que a torcida de Maceió não se importaria, e que nem seria um desrespeito ao Clube de Regatas Brasil, o “Cê-Rê-Bê”.   Só Paulinho de Almeida, Coronel e Ronaldo não saíram. No total, 19 atletas foram substituídos.

12 de outubro de 1941- Torcedores superfanáticos contavam, sem a menor vergonha, que torcedores do bairro carioca de Madureira tinham tanta admiração pelos jogadores vascaínos, que, num domingo, a diretoria do "Tricolor Suburbano" levou a "Turma da Colina" para disputar duas partidas, em seu estádio.
LENDINHA. Realmente, Vasco e Madureira enfrentaram-se, naquela data, em Conselheiro Galvão, e a rapaziada de São Januário venceu os dois jogos, pelo mesmo placar de 4 x 1. Um deles jogos valeu pelo Campeonato Carioca e o outro pela Taça Oscar Cox. EVIDENTEMENTE, que os “dois times usaram dois times”. Ainda não se falava em biônicos.

  Conta-se que o goleiro Moacyr Nascimento Barbosa (22.03.1921 a 07.04.2000) não se conformava com o fim do seu ciclo em São Januário (1945 a 1955) e, enquanto esteve no Santa Cruz-PE (1956 a 1960)  sonhava “revistir” a camisa 1 acruzmaltina. Voltou em1958. Um ano antes, arrumara emprego no Bonsucesso. Cinco anos depois, encerrou a carreira defendendo o Campo Grande. Ataé chegar a São Januário,  passara por Desportiva Comércio e Indústria (1940-1941) e  Ypiranga ((1942-1944), ambos de São Paulo. Como vascaíno, fez 22 jogos pela Seleção Brasileira, vencendo 16, empatando quatro e perdendo dois. Sofreu 29 gols.
PERDEU, EXATAMENTE, quando jamais deveria ter perdido, na final da Copa do Mundo de 1950, para os uruguaios, dentro do Maracanã.

  Barbosa foi campeão sul-americano, em 1949, da Taça Rio Branco, de 1950, e vice da Copa do Mundo, também, de 1950. Embora tenha desembarcado na Colina  com a fama de “um gato no gol”, só um ano depois conseguiu barrar o titular Rodrigues. E segurou a vaga até metade da temporada-1956. Era um goleiro seguro, elástico, com excelente senso de colocação e corajoso, sempre pulando nos pés dos atacantes para salvar a sua “cidadela”. Por isso, foi campeão carioca em 1945/47/49/50/52 e campeão sul-americano de clubes campeões, em 1948. De quebra, representou o Vasco no bi brasileiro da seleção carioca, em 1950.
PAPÃO DE TAÇAS. Nos 10 anos que passou na Colina, só em três não carregou um caneco.

Moacir Barbosa é considerado o melhor goleiro que já passou pela Colina. Nascido em 27.03.1921, em Campinas-SP, passou o seu último dia de vida em Santos-SP, em 07.04.2000. Chamado de “Homem Borracha”, por sua elasticidade, impulsão e reflexo,  fez 494 jogos cruzmaltinos, medindo 1,76m de altura, numa época em que os goleiros não eram muito altos. Normalmente, pesava 76 quilos. Estreou em 11.11.1945, quando o uruguaio Ondino Vieira montara o “Expresso da Vitória”, que mandara no futebol brasileiro, entre aquele ano e 1952.

Barbosa foi campeão carioca em 1945/47/49/50/52/58; do Torneio Rio-São Paulo-1958 e do Sul-Americano de Clubes Campeões-1948, no Chile, primeiro título de um time brasileiro no exterior. No jogo da conquista, contra o argentino River Plate, à época, uma das melhores equipes do planeta, ele defendeu um pênalti batido por Labruna, lendário craque portenho. Chegou ao Vasco indicado por Domingos da Guia. Não usava luvas, o que lhe valeu seis fraturas na mão direita e cinco na esquerda. Ainda fraturou três costelas e uma perna, em choques contra atacantes. Sabia orientar bem os seus zagueiros e sair do gol, o que era raro em seu tempo.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

TRAGÉDIAS DA COLINA - INFERNO ASTARL

Em 13 de setembro de 1990, o Vasco foi batido, por 1 x 0, pelo Atlético Nacional, da Colômbia, pela Taça Libertadores, na casa do adversário.. Alegando pressões ao árbitro, comprovadas pela Confederação Sul-Americana de Futebol, o presidente vascaíno, Eurico Miranda, se virou até conseguir a anulação da partida, para qual o treinador Mário Jorge Lobo Zagallo mandou: Acácio; Luís Carlos Winck, Célio Silva, Quiñones e Dedé;  Zé doi Carmo, William e Bismarck; Sorato, Bebeto (‘Sony’ Anderson) e Marco Antônio ‘Boiadeiro’ (Roberto Dinamite) .
O novo jogo foi em 28 de setembro do mesmo 1990, no estádio Santa Laura, em Santiago do Chile. Pior para os vascaínos: voltaram a cair, pelo mesmo placar. O Vasco estava vivendo um terrível inferno astral, que durou seis partidas sem marcar gols, na pior sequência de sua história. Confira: 22.08.1990 – 0 x 0 Atlético Nacional-COL (Libertadores); 25.08.09 – 0 x 1 Internacional de Limeira-SP, em São Januário (Brasileiro); 05.09.90 – 0 x 0 São José-SP (Brasileiro); 09.09.90 -  0 x 0 Fluminense (Brasileiro); 13.09.90 – 0 x 1 Atlético Nacional-COL (Libertadores); 16.09.1991 – 0x 1 Flamengo (Brasileiro).

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

VASCO DA GAMA 2 X 1 NACIONAL-AM

Marlone fo ia a maior figura da partida no primeiro tempo, quando marcou um gol e chutou uma bola na trave.
 A "Turma da Colina" pulou para as quartas de final da Copa do Brasil. Ontem à noite, em São Januário, de virada, eliminou o Nacional, de Manaus, por 2 x 1. Na próxima fase, enfrentará o Goiás.
O time amazonense saiu na frente, no começo da partida. Fillipe Souto cometeu pênalti, sobre Erick, e Danilo Rios cobrou e marcou. Mas o goleiro Diogo Silva chegou a defender, parcialmente. Só no rebote o adversário foi mais rápido.
 O empate cruzmaltino saiu aos 33 minutos depois de uma grande pressão. Yotun foi à linha de fundo, ganhou de um marcador, na entrada da área, e tocou para a frente desta, onde estava Marlone, para pegar, na veia. O goleiro Gilberto nem se mexeu: 1 x 1, placar da primeira etapa e primeiro gol de Marlone, de 21 anos, pelo time A, após ter entrando em 18 partidas. Antes, ele havia acertado um chute na trave. Sobre a bola na rede, contou: "O Yotun sempre faz isso nos treinos (bater para o meio da área).
No segundo tempo, o Vasco preferiu administrar a vantagem no placar acumulado, pois vencera, em Manaus, por 2 x 0, na semana passada. Assim desempatou, no final da partida, por intermédio de Daksona, recebendo um lançamento de Fábio Lima: 2 x 1
FICHA TÉCNICA - 29.08.2013 (quinta-feira) Vasco 2 x 1 Nacional-
AM. Copa doa Brasil. Estádio: São Januário-RJ. Juiz: Jan Pierri Lima-RS.  Público: 5.816 pagantes. Renda: R$ 101.630, 00. Gols: Danilo Rios, aos 7 (pen)a e Marlone, aos 32 min do 1º tempo;  Dakson, aos 43 min do 2º tempo. VASCO: Diogo Silva; Nei, Jomar, Cris e Yotún; Abuda, Fillipe Soutto (Fábio Lima), Pedro Ken e Montoya (Dakson); Marlone (Willie) e Tenorio. Técnico: Dorival Júnior.NACIONAL-AM: Gilberto; Amaral, Cris, Martony e Badé; Fabio Souza (Agenor), Erick, Dinamite (Evandro) e Danilo Rios; Leonardo (Garanha) e Marcinho. Técnico: Léo Goiano.
Imagens reproduzidas de
AGRADECIMENTO

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

HISTORI&LENDAS CRUZMALTINAS

 Na tarde da segunda-feira 12 do 12 de 2011, na tribuna de honra de São Januário, o site Placar Real, produzido pelo engenheiro Rodrigo Capela e por Daniel Freire, entregou ao Vasco a taça de “campeão moral” do Brasileirão-2011. De acordo com a página eletrônica, os erros de arbitragem  tiraram o título da “Turma da Colina”.
Roberto Dinamite (C) recebe o trofeu oferecido pelo site Placarreal
288 - “Não queremos ser favorecidos e nem que outros sejam. Recebendo uma homenagem desta vimos que o Vasco merecia ser o campeão. Vamos guardar a taça com todo carinho”, disse o presidente vascaíno, Roberto Dinamite.

Declaração de Sorato sobre o gol que deu  o título do Brasileirão de 1989, aos cruzmaltinos´- "O Vasco estava há 15 anos sem ganhar o Brasileiro. O campeonato foi bastante difícil. Mas crescemos muito no final. Ganhamos, fora de casa, do Corinthians e do Inter-RS e fomos para a decisão contra o São Paulo, quando marquei o gol de cabeça. A torcida passou a me adorar. Tinha 20 anos e estava no segundo ano como profissional. Só hoje em dia tenho noção do que aquele gol representou. Ainda sou cumprimentado pelos torcedores vascaínos nas ruas. Foi o gol que marcou minha carreira. Virei parte da história do Vasco."

 Lorico.  Viveu por 70 anos, até a madrugada de 20 de dezembro de 2010. Jogador clássico, começou a carreira em 1959, na Portuguesa Santista. Noano seguinte foi para o Vasco, onde passou seis temporadas. Ao voltar ao futebol paulista, defendeu a Prudentina, de Presidente Prudente. Seguiu para a Lusa em 67, ficando no Canindé até 1972. De lá, foi para o Noroeste, onde ficou até 1976. No Botafogo-SP, sua última equipe, participou do time considerado o melhor da história do clube, ao lado de Sócrates e Zé Mário. (foto reproduzida do twitter do site http://www.placarreal.com.br/ Agradecimeto).

terça-feira, 27 de agosto de 2013

HISTORI&LENDAS CRUZMALTINAS

 Fausto dos Santos foi um dos maiores craques do seu tempo. Por isso, foi chamado de ‘Maravilha Negra”. Nascido em Codó-MA, em 28 de janeiro de 1905, viveu até 28 de março de 1939, passando o seu último dia de vida em Santos Dumont-MG.
Habilidoso e raçudo, Fausto tornou-se vascaíno em 1928. Em 1931, encantou os espanhóis, durante uma excursão da “Turma da Colina” ao Velho Continente, e ficou por lá, por dois anos, já que o futebol brasileiro ainda era amador. Campeão carioca, com a camisa cruzmaltina, em 1929 e em 1934, mesmo sendo volante, chegou a marcar três gols durante o Campeonato Carioca de 1929, numa tarde em que o Vasco mandou 4 x 1 sobre o Flamengo. Disputou a Copa do Mundo de 1930, no Uruguai, e só não foi à de 1934 por ser profissional. Em 1938, uma terrível gripe tirou-lhe da mais um Mundial.

 Nascido em 22 de maio de 1907, Luiz Gervazi, o Itália, foi vascaíno, entre 1926 a 1938, período no qual conquistou os títulos de campeão carioca de 1929, 1934 e 1936. Zagueiro vigoroso, em uma época em que o futebol brasileiro era amador, ele já se preocupava em cuidar da forma e do seu bom porte físico. Foi titular da Seleção Brasileira que disputou a primeira Copa do Mundo, em 1930, no Uruguai, e o primeiro atleta de futebol a se aposentar no Brasil

Viola, isto é, Paulo Sérgio Rosa,  nasceu em 01.01.1969, em São Paulo-SP, e foi vascaíno entre 1999 a 2000. Pela Seleção Brasileira, entrou na prorrogação do jogo do “tetra”, contra a Itália, em 1994. Totalizou 10 jogos, com 6 vitórias, 3 empates 1 derrota e 2 gols marcados. Contra seleções nacionais fez 8 jogos: 5 vitórias, 2 empates, 1 derrota e 2 gols. Contra clubes e combinados foram 2 jogos: 1 vitória e 1 empate.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

ESTREIA E DUAS "RÉ" DE JUNINHO

Atenção, galera cruzmaltina! A partir de hoje, Juninho Pernambucano não poderá mais jogar pelo Vasco. Motivo: vai servir ao Exército. Na data de hoje, faz 18 anos que ele estreou na "Turma da Colina". E, por lei, com "18TÃO", todo carinha  tem que pegar no fuzil.
Com certeza, seria assim que o chargista Otelo Caçador brincaria com os leitores do caderno de espores do jornal carioca "O Globo", em uma imaginária edição de hoje da sua página humorística "Pênalty", que circulavas todas as segundas-feiras.
Juninho Pernambucano comemora gol do Vasco (Foto: Eliaria Andrade / Ag. O Globo)
Juninho comemora o gol da primeira reestreia
Pois é! Juninho estreou, em 26 de agosto de 1995, pelo Campeonato Brasileiro,  marcando gol durante a vitória, por 5 x 3, sobe o Santos, aos 29 minutos do segundo tempo. Coincidentemente, mandou bola no filó, também, nas outras duas "reestreias".
Na noite de 5 de julho de 2011, aos dois minutos da partida, no Pacaembu, o "Reizinho" cobrou falta, da intermediária, para a bola quicar no terreno e vencer o goleiro corintiano Júlio César. Antes da partida, o treinador Tite havia pedido, reiteradamente, aos seus atletas, para evitarem cometer faltas por perto da sua grande área. Mas o "Timão" virou, para 2 x 1, na volta de Juninho, que havia levado o francês Lyon a oito títulos nacionais e, depois, passado pelo futebol árabe.
 Na segunda "reestreia", em 27 de julho deste 2012, usando a camisa 8, aos 8 minutos, Juninho voltou a cobrar aquela falta com a bola quicando não gamado e enganando o goleiro, para dormir não fundo da rede. Foi em São Januário, nos 3 x 2 sobre o Criciúma-SC, pelo Brasileirão. (foto de Eliaria Andrade (O Globo) reproduzida do arquivo do Jornal de Brasília). Agradecimentos.

domingo, 25 de agosto de 2013

CORREIO DA COLINA - JANGO E CASTELO

Jango saúda o povão, Tancredo aplaude, em tarde de festa e muita beleza na pista
‘Muito boa a matéria “O Estádio do Estado Democrático. Os ex-presidentes (da república) João Goulart e Castelo Branco, também, não estiveram em São Januário?”Josino Silva Rios, de Colatina-ES.
Grande Josino! O “Kike” não encontrou nada sobre isso nos principais sites sobre o Vasco da Gama, e nem no oficial. Mas, como tem uma grande coleção de revistas antigas, achou uma referência sobre a presença de ambos em competições esportivas, embora nenhuma delas fosse na Colina.
Vejamos: pela edição que circulou com data de 14 de outubro de 1961, a revista “O Cruzeiro” mostra, com fotos de Indalécio Wanderley, o presidente João Belchior Marques Goulart, prestigiando a abertura dos 13º Jogos das Primavera, que eram promovidos pelo “Jornal dos Sports”. Foi em 23 de setembro, no estádio do Fluminense, e ele esteve acompanhado pelo seu primeiro-ministro Tancredo Neves. Na tribuna de honra estava o 34º presidente do Vasco, Allah Eurico da Silveira Baptista, ao lado dos seus colegas do Flamengo, Oswaldo Gudolle Aranha, e do anfitrião, Jorge Frias de Paula.
Castelo Branco (acima), viu Dendico (abaixo) vencer
Conta a matéria que mais de 20 mil pessoas foram ao estádio das Laranjeiras assistir ao desfile de jovens da Escola Normal de Educação Física, de 20 colégios e de 13 clubes, dos quais o Vasco foi o primeiro a surgir na pista e tendo a sua 1º porta-bandeira, Sílvia da Silva Carneiro, a primeira colocada desse grupo.
Quanto ao marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, o primeiro presidente do ciclo militar, iniciado em 1964, a “Revista do Esporte” noticia que o homem prestigiou, no Hipódromo da Gávea, o 33º GP Brasil de Turfe, no domingo 1º de agosto de 1965, vencido pelo cavalo brasileiro Zenabre (propriedade de Teotônio Piza de Lara e treinado por João Godói), em 3 minutos, 4 segundos e 6 décimos (184 segundos e 3 quintos, na linguagem turfística), em pista de grama leve, deixando para trás 15 feras, entre elas o grande favorito argentino Random, além das também estrelas portenhas Solfeo, Maanin e Berry.
De acordo com a semanário, era a segunda vez que o presidente visitava o Joquei Clube Brasileiro (não citou a primeira). Informa, ainda, a “RE” que o marechal assistiu a vitória do jóquei Dendico Garcia ao lado de Francisco Eduardo de Paula Machado, o presidente do JCB, e do governador paulista, Adhemar de Barros, exibindo a foto que você vê e que não tem crédito.
Getúlio saiu do Palácio do Catete e foi ao "arraiá" da Colina
GETÚLIO – Vale ressaltar, Josino, que o presidente Getúlio Vargas, embora comparecesse a São Januário em programações oficiais do seu governo, certa vez, fez uma visita ao Vasco, durante uma noite de festas juninas, de forma bem informal, levando junto todo o seu ministério, do qual fazia parte Oswaldo Aranha, irmão do presidente vascaíno Cyro Aranha.a
Naquela noite, o estádio vascaíno estava transformado em um autêntico arraial, dividido em três setores para os festejos. Afirma a revista comemorativa dos 60 anos do clube, editada em 1958, que 80 mil pessoas participaram do festão prestigiado pelo presidente da república, como mostra a foto em que Cyro Aranha apresentando GV ao diretor Álvaro Ramos. 

sábado, 24 de agosto de 2013

PIPO BOY - PRIMEIRA TEMPORADA

HOJE É O PRIMEIRO ANIVERSÁRIO DO "PIPO BOY". O PARABENS PRA VOCÊ SERÁ CANTADO NESTE DOMINGÃO DA GALERAA, COM A BANDA  "ESCORPIÃO" MANDANDO VER BEATLES, ROLLING STONES E MUITO YÊ,YÊ.YÊ, COM ARRANJOS DO MAESTRO ROBESPIERRE SIMÕES. AGUARDE FOTOS.
Nesta acima, eis-me em minha primeira passeata política. Foi em junho. Estou em cima do Congresso Nacional, cobrando a minha parte. Não vão deixar a conta para mim, de jeito nenhum!
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INVICTO CONTRA GARRINCHA-1953

O Campeonato Carioca de 1953 ganhara uma grande atração: um cara torto torto, pela ponta-direita do ataque do Botafogo. Chamado, inicialmente, pela imprensa, por Gualicho, o nome de um cavalo de corridas, ele consagrou-se mesmo foi com o apelido de Garrincha. Na verdade, Manoel dos Santos.
Garrincha, apelidado, algum tempo depois,  por Mané Garrincha, vestira a camisa alvinegra, pela primeira vez, em uma partida do time de aspirantes, vencendo o Avelar, por 1 x 0, em 21 de junho daquele 1953. Passado uma semana, já estava no time profissional, ajudando a golear o Cantagalo, por 5 x 1. Oficialmente, a estreia foi em 19 de julho, ainda de  1953, pelo Campeonato Carioca, marcando três gols dos 6 x 3 sobre o Bonsucesso.
Em 27 de dezembro daquela temporada, Garrincha estava no 1 x 1, com o Vasco, no Maracanã. Ele vinha sendo um demônio de pernas tortas naquele campeonato, quando marcou 20 gols em 27 jogos – dois a menos do que o principal artilheiro da competição, o paraguaio Benitez, do campeão Flamengo. Com 37 pontos, os alvinegros (16 vitórias, 5 empates, 6 derrotas, 59 gols pró e 28 contra) ficaram em terceiro lugar, deixando o Vasco, com 34 pontos, em quarto lugar (12 vitórias, 10 empates, 5 derrotas, 68 gols pró e 40 contra).
No entanto, na primeira temporada de Garrincha, que viria a ser um dos maiores astros da história do futebol, ele não venceu os vascaínos, dos quais, por sinal seria um grande freguês. Em 20 jogos, entre 1953 e 1965, pelo Botafogo, perdeu 20, empatou sete e ganhou 10. Depois, o Mané, perderia, por 3 x 0, defendendo o Corinthians, em 1966, e por 2 x 0,em 1968, por 2 x 0, pelo Flamengo – pelos alvinegros, a última partida contra o Vasco foi em 5 de setembro de 1961, caindo, por 2 x 1, na final da I Taça Guanabara.  
Vasco 1 x 1 Botafogo,  segundo jogo de Garrincha contra a “Turma da Colina”, valeu pelo terceiro turno do Cariocão-1953, no Maracanã, apitado por Alberto da Gama Malcher. Rendeu Cr$ 765 mil, 690 cruzeiros e 60 centavos e teve gols vascaíno de Alvinho e alvinegro de Carlyle, ambos no segundo tempo. Flávio Costa era o treinador da cruz de malta, com seu time sendo: Osvaldo Baliza, Beto e Haroldo; Ely, Mirim e Jorge; Sabará, Vavá, Alvinho, Pinga e Dejayr. O Botafogo teve: Gilson, Gérson, Nílton Santos, Arati, Bob, Juvenal, Garrincha, Ceci, Carlyle, Jaime e Vinícius. Técnico: Gentil Cardoso.
Detalhe: o primeiro jogo de Garrincha contra o Vasco foi em 15 de agosto de 1953, pela sexta rodada do primeiro turno do Campeonato Carioca, no Maracanã e a “Turma da Colina” goleou, por 4 x 1, com gols de Maneca (3) e Pinga – Vinícius fez o alvinegro. Carlos de Oliveira Monteiro apitou e a renda foi de Cr$ 777 mil, 958 cruzeiros e 70 centavos. O Vasco foi:  Ernâni, Mirim e Bellini; Ely, Danilo e Jorge; Sabará, Maneca, Ipojucan, Pinga e Alvinho. Técnico: Flávio Costa. O Botafogo contou com: Gilson, Gérson, Nílton Santos, Arati, Bob, Juvenal, Garrincha, Geninho, Dino, Ariosto e Vinícius.Técnico: Gentil Cardoso.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

CORREIO DA COLINA - FUTSAL

“Jogo futsal e gostaria de saber quantos títulos o Vasco já ganhou em minha modalidade”. Adílson Marques dos Santos, de Picuí, na Paraíba.
Grande Adílson! O “Kike” encontrou estes: campeão municipal em: 1999/2000/2001; estadual: 1982/1984/2000/200; brasileiro: 198/2000, pela Liga Futsal; campeão carioca feminino: 1991/1992/1993/1994; brasileiro feminino: 1987/1993. Fora isso, foram encontrados mais 23 outros torneios esporádicos, de curta duração, como, como Torneio de Viçosa-MG e de Vitória-ES, ambos em 1986; Torneio de Brasília, em 1987; do IV Centenário de Natal-RN e Internacional de Boticas, em Portugal, em 1999.
O futsal, Adílson, não mereceu atenção da diretoria vascaíno, durante 60 anos da vida do clube, que já tem 115. Para se ter uma ideia, na revistas editada, em 1958, pela passagem daquela data, não há referência à bola pesada, enquanto são citados os títulos de modalidades como atletismo, basquete, ciclismo, esgrima, futebol, motonáutica, natação, pólo aquático, remo tênis e tênis de mesa.
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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

CORREIO DA COLINA - INGRESSO LÍDER

Na noite de 19 de novembro de 2011, eu estava em São Januário, assistindo à vitória do Vasco,  por 2 X 0, sobre Avaí. Guardei o ingresso do jogo e gostaria de enviá-lo, de presente, para o "Kike", já que o blog coleciona isso. Acho que a minha oferta tem valor, porque, daquela vez, o time assumiu a liderança do Brasileirão". Clauzemir Argolo, de Anápolis-GO". Valeu, Clauzê! Será muito bem recebido. O endereço para postagem seguirá pelo e-mail que o "Kike" lhe enviará. Há poucos dias, conseguimos os ingressos dos jogos finais do tri estadual. Breve, teremos um museu virtual cruzmaltino. Aguarde!.
Quanto àquela partida que você assistiu, na época, estava na moda chamar o time vascaíno de "Trem-Bala da Colina", lembra-se? Com os gols de Felipe e de Elton, a rapaziada atingia 65 pontos, e, matematicamente, rebaixava o Avaí à Série B.
Assim como você guardou o ingresso, o "Kike" guardou a súmula da partida. Confira: 19.11.2011 (sábado) - Vasco 2 x 0 Avaí-SC. Campeonato Brasileiro. Estádio: São Januário-RJ.Juiz:: Fabrício Neves Correa-RS. Gols: Felipe, aos 5, e Elton, aos 20 min do 2º temo. VASCO: Fernando Prass; Fagner, Dedé, Renato Silva e Jumar; Rômulo, Juninho (Allan), Felipe e Diego Souza (Alecsandro); Eder Luis (Bernardo) e Elton. Técnico: Cristovão Borges (interino). AVAÍ: Marcelo Moretto, Diogo Orlando (Jhonny), Dirceu, Cássio e Léo Campos; Bruno Silva, Júnior Urso, Lincoln (Daniel), Robinho e Cleverson (Marcos Paulo); Willian. Técnico: Edson Neguinho (interino).
O "Maestro" Felipe comemora o gol que abriu a porteira para deixar a "Turma da Colina" na ponta da tabela

 

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

VASCO DA GAMA 115 TEMPORADAS

Don Manuel, o “Venturoso, o rei de todos os portugueses, tinha uma grande admiração pelo seu súdito Vasco da Gama, que voltara das Índias com umas conversas que lhe deixavam pra lá de Calicut. O papeamento do almirante lhe dava mais do que a certeza de que o seu antecessor aplicara, pra cima dos espanhóis, o maior golpe da história, a assinatura do Tratado de Tordesilhas.
Um dia, sem ter o que fazer, Don Manuel mandou um emissário a Sines, buscar Vasco da Gama, que passava a maior  parte do seu tempo de aposentado distraindo-se como remador. Era o seu esporte predileto. As vezes, disputava algumas provinhas, valendo um vinhozinho, com uns vagabundos citadinos. E os vencia, sempre. Era bom de braço. Além de ser, também, um bom bombardeador, que o diga o povo de Bombaim, cujo nome já lhe pedia fogo.
Vasco era fã de uma regata
Assim foi que o súdito atendeu ao chamado real, rumou a palácio, no Lisboa, onde Dom Manuel o esperava, parlamentando, animadamente, com Pedro Álvares Cabral. Ao vê-lo, o “Venturoso”, venturou-lhe: "Ô Vasco, pôiz,.pôiz! Xi fáiz favôire, conte aqui, pro Cabral, o que me contaste quanto voltaste das Índias. Aqueles segredos, bem segredados".
O almirante, repetecou toda a fuxicaria levada ao seu rei, fato que animou Caqbral, tremendamente. Bom botucador, Don Manuel botucou a euforia do seu fidalgo e emendou: “Eu te proponho dar-lhe caravelas, para você vai fazêire um achamento, para Purtgal, Para não ficáire sem ter o que fazêire em seu destino, enquanto estiveire por lá, mandarei criar um clube de remo, para se divertire. E aproveitaremos para homenagear este outro grande remador aqui do nosso lado, colocando nessa agremiação o nome de Club de Regatas Vasco da Gama.
Muito báim! Cabral encarou o lance e achou o Brasil. De sua parte, Don Manuel esqueceu-se de mandar criar o clube de remo prometido. O almirante Vasco da Gama até pensou em vir fazer isso, pessoalmente, e imediatamente, principalmente, depois que o rei mostrou-lhe uma carta de Pero Vaz de Caminha, na qual o escrivão da armada que levava a cruz da Ordem de Cristo, em suas velas, contava que as habitantes do pedaço andavam com as suas vergonhas de fora. Por aquela época, Vasco da Gama não ganhava mais de vagabundo nenhum nas regatas, e andava numa seca danada.
O tempo passou, o rei foi enrolando o almirante, alegando que não tinha mais caravelas em boas condições para ele vir ao Brasil, e o papo foi deixado de lado. Por mais de três séculos. O tempo, implacável, então, tragou todos eles. Mas um sucessor de Vasco jurou que faria o seu rei não ficaria na boca dos historiadores como o maior papo furado da história das regatas. Se picou para as terras brazis, trazendo leis e regulamentos da liga de remo de Sines. E, em 21 de agosto de 1898, fundou o Clube de Regatas Vasco da Gama. Finalmente! 
Finamente? Sim, finalmente, pois, em séculos anteriores, outros descendentes do almirante tentaram, também, limpar o nome do rei, livrá-lo do descumprimento da palavra real. O problema era que eles nunca tinham tempo para isso. Sempre havia um rolo impedindo a criação do Club de Regatas Vasco da Gama. Por exemplo, em 1557 (a 1560), eles já estavam com a documentação toda pronta, para darem entrada na Liga de Remo da Bahia. O Brasil não fora achado na Bahia? Só que, de repente, pintou novo rolo. Daquela vez, no Rio de Janeiro, para onde tiveram de embarcar, em defesas dos interesses da coroai.
Mas o que rolou, para impedir a criação do Club de Regatas Vasco da Gama na Bahia? Motivo: 14 rapazes que se diziam tementes a Jota Cristo, pintaram pelo “ErreJota”, numa acalorada manhã de verão, acompanhando o vice-almirante NicolaS Durand de Villegagnon. Ao brindarem a chegada, entre uma cachacinha e outra, acharam o pedaço muito parecido com a suíça Genebra. E por causa da sua Geneuvre, estropiaram o topônimo Guanabara.
Villegagnon aplicou o 171 em Deus
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Villegagnon, perceberam os sucessores do almirante Vasco da Gama, na verdade, viera inaugurar, por estas bandas trocais, a linhagem dos "cara do carvalho". Era o número 1.  Mordera uma grana do seu rei, prometendo-o fundar, no mundo novo, um estabelecimento propagador da fé calvinista, mas o que vier mesmo fazer apor aqui fora  aplicar um tremendo 171 em Deus. No máximo,  homenageou o mundano rei da França, criando, onde hoje fica a Santa Casa de Misericórdia, no RJ, a cidade de Henriville. Ainda bem que não pegou. Já pensou se pegasse? O carioca seria o quê? Henrivillista! Caracas!
Pois bem, meu rei, o que pegou mesmo foi um fuxico dos sucessores do almirante Vasco da Gama. Espalharam, por toda a colônia, que a epidemia dizimadora de 800 índios no “ErraJota” fora trazido por Villegagnon, em seu navio. Fuxico daqui, fuxico dali, o governador Mem de Sá se arretou com a situação, principalmente porque a todo o instante chegava um alcoviteiro para atrapalhar os seus trabalhos.. E aproveitou uma viagem de Villegagnon  à França,  para expulsar a patota dele do Rio de Janeiro.
Foi por aquelas priscas eras que chegou à Bahia a armada do capitão-mor Bartolomeu de Vasconcelos e Cunha. Sabedor da chegança, Mem de Sá pediu ajuda à Capitania de São Vicente. E o pau quebrou (em 1560, não perca o relógio do tempo). O time dele arriou vitória parcial, 1 x 0, no primeiro turno, digamos, sobre a francesada. Pensando que estava na ponta da tabela, Mem de Sá deparou-se com uma outra fuxicaria. Uma cara antropofágico que não conseguia comer nenhuma índia tamoia achou de emprenhar os seus ouvidos, a fim de vê-lo expulsar aquela racinha da ilha do Paranapucu. Muito mais pra se ver livre da fuxiqueira daquele elemento, do que por índole guerreira, Mem de Sá foi na onda. Expulsou a rapaziada e, de quebra, foi homenageado com o seu nome naquela parte de terra cercada de água por todos os lados - menos o de cima, é claro. A não ser quando chove. E a ilha de Paranapuco virou Ilha do Governador. .
Jogo encerrado? Que nada! Digamos que estava no intervalo. Os franceses, que viviam, então, pelas bandas de Cabo Frio, não entregaram os pontos, facilmente. Pra resolver de vez a situação, Mem de Sá os desafiou para um jogo  contra a seleção dos Morros Cara de Cão e Pão de Açúcar, na praia de Uruçumirim, e reforçou a sua rapaziada com o concurso dos sucessores do almirante Vasco da Gama.
Rolou a bola e os franceses, de tão filhos que eram daquela "senhora-sem-argola-no-dedo", cometeram uma falta tão brutal sobre Estácio de Sá, sobrinho do governador, que terminaram por mandá-lo desta para uma outra melhor. Em cima do lance, o juiz, que era um dos sucessores do almirante, o pior de bola deles todos, sacou o seu cartão vermelho e expulsou todos os franceses do Raio de Janeiro. Aquela não era a sua praia, definitivamente.
Mem de Sá queria levar o Vasco para Uruçumirim
 Sem número suficiente para continuar na guerra, o sucessor do almirante no apito terminou expulsando, definitivamente, a França Antártica do Rio de Janeiro. E deu a vitória aos cariocas, por W x O, sem direito a recorrência no tapetão.
Agradecido á sua senhoria, o juiz, Mem de Sá trocou o nome do reduto, de Uuruçumirim por praia do Flamengo, e ofereceu a área para eles fundaram o Clube de Regatas Vasco da Gama.. Aí o bicho pegou. Os sucessores do almirante recusaram.
- Ô governador  Mem de Sá! Tu ficaiste louco? Pôiz, pôiz, ó homen! Onde tu já se viste  fundar o Vasco da Gama dentro do Flamengo? 
 Eles acabaram com a França Antártica, mas não chegaram a um acordo. Os sucessores do almirante, então, ante o grande serviço prestado à coroa portuguesa, escreveram ao rei de Portugal, que marcou uma a nova rodada de discussões com o sucessor de Mem de Sá. Enquanto isso, para comemorar o fim da França Antártica, a rapaziada foi beber um cerveja com Camarão, isto é, com Felipe Camarão, junto com outros amigos índios tamoios, na Ilha do Governador.  E entre um copo e outro, o tema foi ficando esquecido, esquecido, até ser esquecido completamente. Só voltou a ser lembrado três séculos depois, quando não havia nem mais reis e, finamente, foi fundado o Club de Regatas Vasco da Gama, que escapou de ser baiano, graças aos franceses. (gravuras reproduzidas dos blogs vascofutmesa, maragatoassessoramento  e wikipedia). Agradecimentos. 

ESTE TEXTO É UMA BRINCADERIA PARA COMEMORAR AS 115 TEMPORADAS DE
                             GLÓRIAS DO CLUB DE REGATAS VASCO DA GAMA.

HOJE É ANIVERSÁRIO DO CLUB DE REGATAS VASCO DA GAMA. SÃO 115 TEMPORADAS DE UMA BELA HISTÓRIA. TEMPO DE COMEMORAR.
 IMAGENS REPRODUZIDAS DO SITE OFICIAL DO CLUBE - WWW.CRVASCODAGAMA.COM.BR
 

terça-feira, 20 de agosto de 2013

ANIVERSARIANTE – HARRY WELFARE


O inglês Harry Welfare foi o segundo treinador vascaíno. Ficou entre 1927 a 1937, conquistando os títulos cariocas de 1929/34/36. Mas com um detalhe: naquelas duas temporadas foram disputados dois campeonatos estaduais, devido divergências políticas sobre a adoção do profissionalismo.
Da primeira vez, o Vasco ganhou o  "piratão", da  Liga Carioca de Futebol – a oficial era da Associação Metropolitana de Esportes Athléticos –, enquanto da outra venceu o oficial, pela Federação Metropolitana de Desportos.
 Welfare passou o cargo, em 1937, a Floriano Peixoto, e voltou, em 1940, para comandar a rapaziada durante ao Torneio Luís Aranha. Pouco depois, entregou o comando a Carlos Escarone, um outro uruguaio.
"TEATCHER" - Sujeito alto e forte, Welfare  chegou ao Brasil como professor (de inglês ou de geografia? Há dúvidas). Como havia sido atleta em seu país (e já encerrado a carreira), ainda deu para rolar uma bolinha por aqui, ao final da década de 1910, mostrando-se um autêntico “tanques”, ou “anta bravia”, como eram chamados os centroavantes rompedores. Foi ele o lançador do "rush", um estilo muito usado pelo vascaíno Ademir Marques de Menezes, a nas décadas 1940/50.    
Conterrâneo dos Beatles (nasceu em Liverpool, em 20.08.1888), Welfare viveu até 1º de setembro de 1966, tendo passado os seus últimos dais em Angra dos Reis-RJ. Foi anunciado como treinador do Vasco em 18 de novembro de 1926.  O jornal “O Imparcial” escreveu:   A directoria do glorioso Club de Regatas Vasco da Gama acaba de tomar uma medida acertada contractando para instructor technico de seus associados o competente e laureado Harry Welfare... um perfeito conhecedor do métier”.
O BOM - Durante muito tempo, Harry Welfare foi considerado o melhor treinador do futebol brasileiro. Fora um “general tático”,  comandante de grandes soldados das “Tropas da Colina”, como Jaguaré. Domingos da Guia, Fausto dos Santos, Russinho e Leônidas da Silva. Também, criou o departamento médico do Vasco e foi assessor tático do uruguaio Ondino Vieira, o montador do “Expresso da Vitória”, a máquina cruzmaltina que atropelou pelosos trilhos por onde passou. (foto de Jankiel,  da “Manchete Esportiva” Nº 20, de 7 de abril de 1956). 

VASCO DA GAMA 2 X 0 NACIONAL-AM

Depois de dois anos fora da Copa do Brasil, o time vascaíno voltou à sua disputa, hoje à noite, vencendo o amazonense Nacional, fora de casa, por 2 x 0, com os dois tentos marcados pelo equatoriano Tenorio, ao final de cada etapa. Presente para a torcida, que comemora, amanhã, 115 anos da fundação do Club de Regatas Vasco da Gama.
Aos 43 minutos, a zaga manauara reboteou uma cobrança de escanteio. Wendel pegou, de primeira, de fora da área, a bola desviou na zaga e raspou o travessão. Em nova cobrança de escanteio, aos 43, Tenorio subiu e cabeceou forte. A pelota desviou em Emerson e foi parar no filó: 1 x 0.
No segundo gol, Éder Luís, aos 44 minutos, Éder Luis fez grande jogada, invadiu a área e foi derrubado. Pênalti, que Tenorio cobrou, no minuto seguinte, fechando a conta: 2 x 0.
FICHA TÉCNICA - 20.08.2013 (terça-feira) Vasco 2 x 0 Nacional-AM. Copa do Brasil. Estádio: do SESI, em Manaus-AM. Juiz:
Dewson Fernando Freitas da Silva (PA). Público: Renda: Gols: Tenorio, aos 43 min do 1ºaa tempo e aos 45 da etapa final.
VASCO: Diogo Silva; Fagner, Jomar, Cris e Henrique (Yotún); Abuda, Wendel (Montoya), Pedro Ken e Fillipe Soutto; Eder Luis (Edmílson) e Tenorio. Técnico: Dorival Júnior.
NACIONAL - AM: Gilberto; Andrezinho, Emerson, Rafael Morisco e Wesley Bigu (Marcinho); Denis Santos, Lídio (Garanha), Evandro e Danilo Rios; Felipe e Leonardo (Cristiano). Técnico: Léo Goiano.
 

 
 
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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

A FOTO DO DIA - O ÚLTIMO EXPRESSO

Por aqui, seguramente, pode-se dizer que a Vasco engatou a última marcha do "Expresso da Vitória, o esquadrão que dominou o futebol carioca e brasileiro, durante oito anos. Com esta rapaziada, conquistou o título estadual de 1952. Nesta formação, estão: Barbosa, Danilo Alvim, Haroldo, o capitão Augusto da Costa, Ely do Amparo e Jorge Sacramento, em pé, da esquerda para a direita. Agachados, aparecem o massagista Mário Américo, Edmur, Ipojucan, Ademir Menezes, Maneca Chico Aramburo.  

domingo, 18 de agosto de 2013

O ESTÁDIO DO ESTADO DEMOCRÁTICO

O futebol brasileiro jamais usou uma casa tão democrática quanto o Estádio Club de Regatas Vasco da Gama, chamado por São Januário, devido ao ponto de bonde que havia, ao final da década-1920, à rua com o nome do santo.
 Ideologias políticas à parte, a “Turma da Colina” já viu passar pelo seu reduto três presidentes da república – Washington Luís, Getúlio Vargas e Juscelino Kubitscheck - e dezenas de representantes de outras vertentes políticas, inclusive o maior  líder comunista já surgido no país, Luís Carlos Prestes, o “Cavaleiro da Esperança” – percorrera 26 mil quilômetros de brasis à cavalo, em luta por seu credo.
 Foi em São Januário que se deu a reconciliação entre o governo de Getúlio Vargas e o Partido Comunista Brasileiro. Com a aproximação do final da II Guerra Mundial, Getúlio foi tocado pelos ventos democráticos que sopravam no planetas. Em fevereiro de 1945, ele anunciou eleições gerais no país; em abril, reatou relações diplomáticas com a então União Soviética, decisiva na vitória sobre as tropas nazistas de Adolfo Hitler; em seguida, anistiou os presos políticos, permitindo a Luis Carlos Prestes ficar livre e participar das comemorações da legalidade do “Partidão”, em julho.
 Passada aquela etapa, o próximo passo dos políticos brasileiros era  pressionar Getúlio pela convocação de uma constituinte, campanha na qual logo se engajaram  os partidos Comunista, Trabalhista, Democrático Progressista, da Lavoura, Indústria e Comércio e Evolucionista, empurrados por líderes como Café Filho, Alberto Pasqualini, Mário Chermont e Cesário de Melo, entre outros. Mesmo com aquela abertura democrática concedida por Getúlio Vargas, os líderes comunistas não confiavam muito no que viviam, e temiam uma nova volta à ilegalidade.
Era 7 de setembro de 1945 e o presidente Vargas foi à casa do Vasco da Gama, a maior  da América do Sul, participar das comemorações do Dia da Independência. Embora o clube diga que o seu reduto caiba 50 mil torcedores, a propaganda política do governo sustentava haver o dobro. E rolou a festa. Após o discurso do chefe da nação, o secretário-geral do PCB, João Amazonas, que colocou-se diante de onde o presidente estava, gritou para ele, malandramente, dizendo que “Seu Gegê” sabia ficar ao lado do povo nos momentos mais difíceis. E, por confiar nele, o povo lhe pedia constituinte e liberdade sindical. Getúlio, populista, não podia perder aquela, diante do povão. Estendeu uma das mãos ao líder comunista, dizendo-lhe que, naquele momento, cumprimentava todos os trabalhadores brasileiros.
GIRA O MUNDO - Enquanto Getúlio Vargas dava novos rumos ao seu governo, no Japão, o imperador Hiroito sugeria revisão constitucional, após 56 anos, para seu país ser mais democrático; em Portugal, o primeiro-ministro Oliveira Salazar anistiava presos políticos, liberava a imprensa da censura governamental e marcava eleições gerais; na Inglaterra, políticos pressionavam o governo a rever a sua política para a Palestina;  na França, o governo do general De Gaulle negava clemência ao ex-primeiro-ministro Pierre Laval,  fuzilado, sob a acusação de colaboração com os nazistas, durante a invasão do país, pelas tropas de Hitler; na Argentina, o povo exigia e obtinha a libertação do coronel Juan Domingos Peron, que ocupara os cargos vice-presidente, ministro da guerra e secretário de trabalho/previdência, por ter introduzido importantes mudanças sociais e trabalhistas no país. Aquele era o momento, também  em que os países aliados constituíam um tribunal internacional e começavam a julgar, em Nuremberg,  os criminosos nazistas de guerra.
Dentro daquele quadro político mundial, Luis Carlos Prestes conquistava a simpatia de trabalhadores e de intelectuais, como os escritores Graciliano Ramos, Jorge Amado, Rachel de Queiroz e Monteiro Lobato; de pintores do porte de Pancetti e Di Cavalcanti; do arquiteto Oscar Niemeyer e do poeta Carlos Drummond de Andrade. Quando o PCB solicitou ao Vasco a sua casa, para Prestes falar ao seu povo, em sua primeira aparição pública, em 23 de maio de 1945, após ganhar a liberdade, o clube o atendeu. Prestes queria ser ouvido das arquibancadas do estádio que aplaudira os primeiros trabalhadores e negros do futebol brasileiro. 
 Enquanto Luís Carlos Prestes fazia campanha pela constituinte, que saiu em 1947, ano em que o PCB voltou à ilegalidade, a Federação Paulista de Futebol tinha por secretário-geral Ulysses Guimarães, ligado ao seu presidente, o político santista Antônio Ezequiel Feliciano da Silva, na esteira de quem se elegeu deputado constituinte, naquele ano.
No jogo do destino, em 1988, quando Prestes empreendia um novo retorno político, depois de longos anos de exílio, Ulysses presidia uma nova constituinte. O estádio de São Januário assistia, em 24 de fevereiro, o início da campanha do Vasco rumo à conquista do título estadual, com 21 vitórias, em 26 disputas, totalizando 47 gols, dos quais 16 do hoje deputado federal Romário de Sousa Farias.

 

 


 

SABARÁ, A FERA DO CICLISMO

Se um Sabará já incomodava tanto, imagine dois. Pois o Vasco já os teve. O primeiro foi mais famoso, o ponta-direita Onophre de Souza, o “SuperSuperCampeão”a carioca, em 1958, e que chegou á Seleção Brasileira. O outro chamava-se Jorge José Alves de Souza, era da equipe de ciclismo e nascido em Cordovil, em 19 de março de 1939
Este Sabará ciclista, foi parar no Vasco de forma interessante. Tinha 11 anos e viu feras como João Massari e Martinelli treinado na rodovia Rio-São Paulo. Menino atirado que era, resolveu seguí-lo. O diretor vascaíno que acompanhava o treino dos “cobras”, Marcelino Costa, ficou impressionado com a resistência do garoto e o parou, para indagar se ele não gostaria de ir para São Januário. No dia seguinte, foi à sua casa e obteve a permissão dos pais dele, João Alves de Souza e Carmem de Souza, que tinham mais três filhos.
Sabará ciclista disputou a sua primeira prova pelo Vasco em 1952, ano em que o Sabará futebolista sagrou-se campeão pelo último “Expresso da Vitória”. Aos 16 anos, saído da categoria juvenil, ele conseguiu vencer  Massari, em uma prova de resistência, em Belo Horizonte, quebrando invencibilidade daquele. O grande feito lhe valeu um convite para correr na Itália,  o que não aceitou porque já não tinha mais o pai e precisava ajudar a mãe. Preferiu ficar por aqui e tentar carreira na Aeronáutica.

Como militar e atleta vascaíno, Sabará foi, por varias, vezes, campeão carioca de velocidade e resistência. Nesta categoria, uma vez, venceu totalizando 150 voltas ao redor da Praça Paris. Ganhou, também, a II Volta do Maracanã. Em 1960, durante a “Semana da Asa”, conquistou o Trofeu Santos Dumont, disputado no aeroporto do Galeão. A sua carreia foi encerrada por um acidente no qual ele perdeu um dos pés. Um grande atleta, tão grande quanto o xará do futebol.    

sábado, 17 de agosto de 2013

ANIVERSARIANTE – NÉLSON PIQUET

Tricampeão da Fórmula-1, o piloto Nélson Piquet Souto Maior é torcedor do Vasco da Gama. Nascido, no Rio de Janeiro, em 17 de agosto de 1952, ele veio para Brasília, aos três anos de idade, porque o seu pai era ,,, Na capital do pais, ao então Nelsinho começou a correr de kart. O restante da história todos conhecem.
Para comprovar a sua “vascainice”, em 2011, pouco antes da largada para o 40º GP do Brasil de F-1, em Interlagos, ele entrou na pista paulistana e fez uma exibição com o carro da  Brabham com o qual conquistara o primeiro título. Piquet usou uma bandeira do Vasco, para mexer com a torcida, de tinha maioria corintiana, que gritou o nome de Rubens Barrichelo, apaixonado pelo "Timão". Depois disse o piloto vascaíno ao site wwwsupervasco.com.br.: “Correr em Interlagos, em um dia de Fórmula-1, e, ainda torcendo para o Vasco, dentro de São Paulo? É do jeito que eu gosto. Achava que ia levar a maior vaia do mundo! Devo ter levado, não é? Mas é isso aí, é o que eu gosto, o risco”. 
Abaixo, na foto reproduzida de www.supervasco.com.br, com os agradecimentos do "Kike", o cruzmaltino Nélson  Piquet faz uma tabelinha com o presidente Roberto Dinamite.  

ANIVERSARIANTE – JORGINHO AMORIM

Batizado e registado por Jorge José de Amorim Campos, este carioca, do bairro de Guadalupe, nascido em 17 de agosto de 1964, marca a sua história cruzmaltina contribuindo com dois gols, em 28 partidas, entre 2000/2001. Naquela mesma temporada, por brigar com o presidente vascaíno, Eurico Miranda, mudou-se para as Laranjeiras e, após só mais oito jogos tricolores, encerrou a carreira, totalizando 510 apresentações e 42 tentos, para oito clubes.
Torcedor vascaíno, até a adolescência, Jorginho só foi vestir a camisa de uma antiga paixão depois de ter sido revelado pelo América e passar por Flamengo, os alemães Bayer Leverkäussen e Bayer Munique, o japonês Kashima Antlers, e o São Paulo. Como vascaíno, foi campeão brasileiro e da Copa Mercosul, ambos em 2000.
Em 18 de janeiro de 2001, valendo pela final da Copa João Havelange – substituiu o Brasileirão, devido briga política entre clubes e Confederação Brasileira de Futebol –, Jorginho atuou até os 62 minutos da partida que terminou Vasco 3 x 1 São Caetano-SP, no Maracanã, com portões abertos ao público, para compensar a suspensão do jogo que começara e não terminara, ao final de dezembro de 2000, devido acidente com uma grade de proteção do estádio vascaíno. Hélton; Clébson, Odvan, Júnior Baiano e Jorginho Paulista; Jorginho Amorim (Henrique), Juninho Pernambucano (Paulo Miranda) e Juninho Paulista (Pedrinho); Euller e Romário foi a escalação.
Jorginho foi vencedora, também, como canarinho.  Integrou a Seleção Brasileira olímpica,  em 25 jogos, colocando no peito a medalha de ouro do Campeonato Mundial Sub-20, em 1983, no mesmo ano da prata dos Jogos Pan-Americanos, o que se repetiu nas Olimpíadas de Seul-1988 . Conquistou, também, os torneios Pré-Olípmicos de 1984/1987.
Pela seleção principal, fez  67 jogos e três gols, em 42 vitórias, 15 empates e só cinco quedas. Nessas participações, saiu campeão do Tornei do Bicentenário da Austrália-1988  e (a consagração) da Copa do Mundo-1994. 

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

HISTORI&LENDAS CRUZMALTINAS

Éder Luís e Fagner entre o presidente Roberto Dinamite 
O lateral Fagner e o atacante Éder Luis foram homenageados, pelo Vasco, por terem atingido a marca de 150 partidas com a jaqueta da “Turma da Colina”. Receberam camisa alusivas ao feito, com tal numeração, conforme mostra a foto reproduzida de www.crvascodagama.com.br. Fagner chegou aos "150TÃO" entrando no segundo tempo do empate (1 x 1 de 01.08.2013), com o Goiás, no Serra Dourada, em Goiânia, onde jogou a partir dos 32 minutos da etapa final,  na vaga de Pedro Ken, o autor do gol. Mas foi para o meio do campo, já que estava descansado, para puxar contra-ataques, pois o lateral-direito Nei vinha jogando bem, e como capitão do time. De sua parte, Éder Luís chegou aos 150 enfrentando ao Fluminense, na vitória cruzmaltina, por 3 x 1,  de 21 de julho de 2013.

Por pouco, um dos principias zagueiros cariocas da década-1960, Mário Tito, que fez nome no Bangu e no Cruzeiro, não foi vascaíno. Em 1958, depois de treinar no Canto do Rio, por um semana, ele não gostou do ambiente encontrado em Niterói e aceitou o convite do treinador Pelegrini para tomar o rumo de São Januário. Foi, mas só lhe deram 10 minutos para amostrar veneno, formando zaga com Brito e Dario. Na época, o time principal excursionava pelo Nordeste, treinado por Gradim. Chateado com o pouco tempo que teve para ser avaliado, Mário Tito, no dia seguinte, foi embora para Bom Jardim-RJ, a  sua terra. Por lá, onde o presidente banguense, Eusébio de Andrade, era fazendeiro, o cartola alvirrubro o convidou a tentar a sorte em seu clube. Topou, agradou ao técnico Tim e se consagrou como um dos "Mulatinhos Rosados de Moça Bonita", atendo impedido muitos gols dos atacantes cruzmaltinos.  
 
Gentil Cardoso era o treinador do time vascaíno, em 1952, época das últimas viagens do "Expresso da Vitória". Em um jogo contra o Canto do Rio, o ponteiro-esquerdo Jair vinha dando um temendo passeio no lateral-direito Augusto. Como a situação só tendia a se complicar, Gentil mandou o massagista Mário Américo ficar atrás das balizas cruzmaltinas, para invadir o gamado e agarrar Jairo, quando este driblasse Augusto. Mário ficou com medo de ser expulso de campo e também e de ver a polícia correndo atrás dele. Mas Gentil garantiu-lhe: "Deixe o resto comigo". Tática aplicada, o Vasco deu um “aquéta” no Jairo.
 
Xarás de sobra. Em São Januário, só para citar alguns, o "livrinho de ponto" já  anotou as presenças de: Orlando Rosa Pinto; Orlando Peçanha de Carvalho, Orlando "Lelé" Pereira e Orlando "Fumaça; Luís Carlos Lemos, Luís Carlos Martins e Luís Carlos Winck; Paulo Roberto Curtis Costa e Paulo Roberto Ferreira Campos; Ademir Menezes e Ademir (meia campeão brasileiro-1974); Carlos Alberto "Pintinho"; Carlos Alberto Gomes de Jesus (meia campeão da Série B-2009) e Carlos Alberto Zanata; Anderson Vital da Silva (Dedé) e (zagueiro) e Anderson Costa (atacante); Romário de Souza Faria e Romário Correa de Souza; Célio Taveira Filho e Célio Silva; Ramon da Silva Ramos (atacante); Ramon Menezes (meia) e Ramon de Morais Motta (lateral).    
 
Na data de seu aniversário, 21 de agosto, o Vasco tem estas vitórias:  4 x 0 Bangu, em 1927;  4 x 1 América, em 1948; 5 x 2 Flamengo, em 1949; 4 x 0 São Cristóvão, em 1954 e 5 x 0 em 1955; 4 x 2 Madureira, em 1960; 2 x 0 Fluminense, em 1965; 2 x 0 Botafogo, em 1977; 2 x 1 Múrcia-ESP, em 1981; 1 x 0 Logroñes-ESP), em 1989, e 4 x 0 Mogi Mirim-SP, em 1993.  
 
O Vasco tem um “filho” em Sergipe. Por sinal, uma instituição de utilidade pública. Pelo menos, é o que diz a lei  967/84, da Câmara  Municipal de Aracaju. Nascido Vasco da Gama Futebol Clube, em 15 de agosto de 1931, a partir de 1946, passou  ser Vasco Esporte Clube. Com a primeira denominação, faturou o título municipal da capital Aracaju e o estadual, invicto. Depois, beliscou mais três faixas estaduais, em 1948, 1953 e em 1987, nesta última durante um quadrangular final contra Confiança, Itabaiana e Estanciano. Fundado por comerciários e bancários, na casa de Abdias Bezerra, o primeiro presidente foi Eurípedes Machado de Oliveira, também jogador dos  primeiros times. A primeira sede foi na Praça Fausto Cardoso. Mais tarde, mudou-se para a Rua São Cristóvão. Atualmente, o Vasco-SE está fora da elite do futebol sergipano, mas já foi campeão estadual, em 1992, da Série A-2. Também, já teve Florisvaldo (30 gols, em 1978), e Zé Raimundo (14, em 1985), como principais “matadores” dos Estaduais.
 
 

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

ANIVERSARIANTE – VASCO DE SERGIPE

  Ele nasceu inspirado no glorioso Club Regatas Vasco da Gama e é uma instituição de utilidade pública. É o diz a lei  967/84, da Câmara Municipal de Aracaju.
 Fundado como Vasco da Gama Futebol Clube, em 15 de agosto de 1931, partir de 1946, o Vasco sergipano passou  ser Vasco Esporte Clube. Com a primeira denominação, foi campeão da cidade de Aracaju e estadual, invicto. Depois, beliscou mais três faixas, em 1948, 1953 e em 1987, nesta última, encarando um quadrangular final contra Confiança, Itabaiana e Estanciano.
 Surgido dos sonhos de comerciários e bancários, na casa de Abdias Bezerra, o clube teve Eurípedes Machado de Oliveira como o seu primeiro presidente, além de ter sido atleta dos seus primeiros times. A primeira sede foi na Praça Fausto Cardoso. Mais tarde, mudou-se para a Rua São Cristóvão. 
  Atualmente, o Vasco-SE está fora da elite do futebol sergipano, mas já conquistou o título de campeão estadual da Série A-2. Também, escreve em sua história ter feito Florisvaldo, com 30 gols, em 1978, e Zé Raimundo, com 14,a em 1985,  principais “matadores” dos estaduais daquelas respectivas temporadas.
 UM SIMPÁTICO "CLONE" DO CLUB DE REGATAS VASCO DA GAMA, o Vasco Esporte Clubea Futebol Clube. O VASCO JÁ FOI CAMPEÃO  SERGIPANO DE FUTEBOL EM 1944, 1948, 1953 e em 1987. Também, faturou um Estadual da Série A-2, em 1992.