Vasco

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sábado, 31 de março de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 31 DE MARÇO

 A data 31 de março é importantíssima para a história do Vasco da Gama. Porque nela foi marcado o primeiro gol olímpico que se em notícia no futebol brasileiro. Aconteceu aos 15 minutos do segundo tempo, em um "córner", como se falava na época, batido pelo ponta-esquerda Sant´Anna que, em muitas referências antigas aparece, também, como Santana.

Aconteceu durante o amistoso contra o uruguaio Montevideo Wanderers, em São Januário. O inglês Harry Welfare era o treinador e o time jogou assim: Valdemar, Hespanhol e Itália; Brilhante, Nesi e Lino; Paschoal, Russinho, Bolão, Thales e Sant´Anna.  

Em 1945, a Federação Metropolitana de Futebol organizou um torneio com os principais times cariocas das época – Vasco, Flamengo, Botafogo, Fluminense, América e São Cristóvão –, em turno único. Na estreia, em 31 de março, o Vasco venceu os botafoguenses, por 2 x 1, no estádio das Laranjeiras, com dois gols de Elgen. Na temporada seguinte, na mesma data, o batido foi o Fluminense, por 1 x 0, em gol de Santo Cristo. Aquele fora o último compromisso vascaíno na disputa que valera o título, com o time-base armado pelo treinador Ondino Viera sendo: Barbosa, Rubens e Sampaio; Ely do Amparo (Alfredo), Dino (Nílton/Moacir) e Jorge; Santo Cristo, Djalma, João Pinto, Elgen e Friaça.
Célio marcou dois gols

TORNEIO INÍCIO - Além do Relâmpago, o Vasco atirou raios, também, durante o "Initium". No de 1929,  foi o campeão, no dia 31 de março, em quatro partidas disputadas em São Januário – 0 x 0 Bonsucesso, e Vasco 1 x 0, em números de escanteios cedidos; 1 x 0 Botafogo, com gol marcado por Mário Mattos; 1 x 0 Bangu, no tento de Paschoal, e 1 x 0 América, voltando Mário Mattos à rede. Em todos os jogos, a escalação vascaína foi a mesma: Jaguaré, Hespanhol e Itália; Brilhante, Tinoco e Molla; Bahiano, Fausto, Russinho, Mário Mattos e Sant’Anna.

TIME ILUMINADO  - Em 31 de março de 1966, os militares comemoravam dois anos no poder. Brasília respirava autoritarismo. A nova capital brasileira, inaugurada, seis anos antes, tinha poucas diversões. Transporte coletivo era difícil, para as localidades mais distantes do seu ponto central, a Estação Rodoviária do Plano Piloto, o verdadeiro coração da cidade.
   A festas foi em uma quinta-feira. Na noite daquela data, a então Federação Desportiva de Brasília inaugurava os refletores do então Estádio Nacional, que passou a ser chamado de Pelezão, em homenagem ao "Rei do Futebol", após a Copa do Mundo de 1970. Por aquela época, os campeonatos locais de futebol eram amadores. Tentou-se um profissionalismo que não foi adiante, em 1965. Assim, só quando grandes clubes visitavam a cidade o desportista tinha um bom motivo para ir ao estádio.
  Para a inauguração dos refletores do Estádio Nacional, foram convidados Vasco e Flamengo. Antes, o time cruzmaltino já havia se apresentado na cidade, em 21 de abril de 1962, aniversário da nova capital, empatando, por 1 x 1, com o Combinado Brasilense, em jogo que marcou a despedia dos gramados de Zizinho, atuando pelo time da terra.  O Vasco, treinado por Zezé Moreira, chegava ao Planalto Central do país com a fama de campeão do Torneio Rio-São Paulo (empatado com Santos, Botafogo e Corinthians, tendo em vista que os quatro terminaram a competição igualados, e não havia datas para uma decisão, devido a necessidade de a Seleção Brasileira se preparar para a conquista do tri, na Copa do Mundo da Inglaterra), algo que interessava muito aos militares no poder. 
Para o amistoso em Brasília, o Vasco trazia no currículo recente cinco vitórias, em nove jogos do Torneio Rio-São – 26.02 – 1 x - 0 Bangu; 02.03 – 3 x 0 Corinthians; 05.03 – 2 x 0 Fluminense; 09.03 – 1 x 0 São Paulo; 24.03 – 1 x 0 Portuguesa de Desportos-SP.  Duas semanas antes, exatamente, em 17 de março, havia empatado, por 1 x 1, com o Flamengo, no Maracanã, diante de 54.793 pagantes, que viram o gol de Zezinho. No jogo em Brasília, Célio deu luzes ao placar, aos 35 minutos, cobrando pênalti, e aos 54. Dirigido por Zezé Moreira, o time formou com: Amauri (Silas); Joel (Gama), Brito  (Caxias), Ananias e Hipólito: Maranhão e Danilo Menezes;  William, Picolé (Zezinho), Célio  e Tião (Ronildo).

FEIO PARA A TURMA DE MOÇA BONITA -  O Vasco  bateu no Bangu, em duas ocasiões nos 31 de março. Pelo Campeonato Carioca-1968, sacudiu 2 x 1, no Maracanã, diante de 48.206 pagantes. Armando Marques apitou e Silvinho e Adílson Albuquerque marcaram. Paulinho de Almeida era o chefe desta rapaziada: Pedro Paulo; Ferreira, Brito, Fontana e Lourival; Buglê e Danilo Menezes; Nado, Nei (Adilson), Bianchini e Silvinho. A paulada seguinte foi mandada durante a última rodada da Taça Guanabara-1976:  3 x 2, em  São Januário, com apito de  Manuel Espezim e assistência de 8 148 desportistas, que puderam conferir mais uma virada do "Time da Virada", que sofreu gol aos 3 minutos. Naquele dia, até o zagueiro Abel Braga foi à rede ... empatar. Sérgio Cosme (contra), desempatou, os banguenses voltaram a igualar o marcador, mas Luis Fumanchu liquidou a história, a seis minutos do final. Rapaziada da virada: Mazaropi, Toninho, Abel, Renê e Marco Antônio; Lopes e Zanata; Luís Fu­manchu, Dé (Jair Pereira), Roberto Dinamite e Luís Carlos.

 VASCO 1 X 0 MACAÉ-  Ficou tudo magrinho neste jogo: placar, público (4.813 pagantes) e 5.635  presentes) e renda (R$ 44.921,00). Valeu pela sétima rodada da Taça Guanabara-2009 e, de grande, só o estádio, o Maracanã, onde Rodrigo Pimpão carimbou a rede, aos 12 minutos do primeiro tempo. O treinador Dorival Júnior mandou à luta: Tiago; Paulo Sérgio, Fernando, Titi (Leonardo) e Ramon; Amaral, Mateus, Enrico e Alex Teixeira (Milton Benítez); Rodrigo Pimpão e Elton (Edgar).

VASCO 3 X 1 ASA-AL - O Vasco. meramente, cumpriu com a sua obrigação, naquela noite de quarta-feira, vencendo o alagoano ASA, de Arapiraca, pelas oitavas-de-finais da Copa do Brasil. O técnico era o ex-zagueiro Gaúcho, que cumpria, em São Januário, a sua segunda partida no comando da rapaziada. Arapiraca. Wilson Luiz Senene-SP apitou e o público foi de apenas 1.272 pagantes. Elton (2) e Magano balançaram a rede, com o time sendo: Fernando Prass; Elder Granja, Thiago Martinelli, Titi e Márcio Careca (Ramon); Nilton, Rafael CArioca, Souza e Philippe Coutinho (Rodrigo Pimpão); Dodô e Elton (Magno),  

 


 

 

sexta-feira, 30 de março de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 30 DE MARÇO



 De fregueses tradicionais, na data 30 de março, o Vasco apagou o Fluminense, por 4 x 1 e por 2 x 1. E bateu, também, no Flamengo. Mas no do  Piauí. De goleada. Mesmo destino do Gama e do alagoano CSA. Já a paraense Tuna Luso teve mais sorte, caindo só por 2 x 1, em 1955, amistosamente. Confira as demais pancadas:

VASCO 4 X 1 FLUMINENSE valeu pelo Torneio Rio São Paulo de 1961, no Maracanã, conferida por 37.394 torcedores, que pagaram Cr$ 1.854.901,00 para assistirem ao sacode da "Turma da Colina". José Monteiro apitou e os gols foram marcados por Delém (2). Pacoti e Da Silva. Martim Francisco era o treinador e o time teve: Ita, Paulinho, Bellini e Coronel; Écio e Barbosinha; Sabará, Delem, Pacoti, Lorico e Da Silva.

VASCO 2 x 1 FLUMINENSE rolou em uma tarde dominical, pela Taça Guanabara-1975, no Maracanã. Arnaldo César Coelho apitou, a renda foi de Cr$ 793 230,00 (cruzeiros) e o público de 56 749. Roberto Dinamite, aos12, e Renê, aos 40 minutos do primeiro tempo resolveram logo a parada. Treinado pro Mário Travaglini, o time vascaíno bateu mais uma vez nos tricolores com: Andrada; Paulo César (Celso Alonso), Joel, Renê e Alfinete; Alcir, Zanata e Carlinhos (Bill); Edu, Roberto e Luiz Carlos.

VASCO 4 x 0 CSA-AL foi em 1978, pela primeira fase do Campeonato Brasileiro, em São Januário. Assistido por 6.250 pagantes, rendeu Cr$ 203.730,00 (cruzeiros) e teve trilo do apito de Nílson Cardoso Bilha-SP. Roberto Dinamite, aos  38 minutos do primeiro tempo começou a brincadeira. No segundo, Carlos Alberto Zanata, aos 10; Paulinho, aos 28, e Guina, aos 43, deram um basta no placar. Treinado por Orlando Fantoni, o time do dia foi: Mazaropi; Orlando 'Lelé', Gaúcho, Geraldo e Marco Antônio (Paulo César); Helinho, Zanata e Guina; Zandonaide (Alcides), Roberto Dinamite e Paulinho.

VASCO 4 X 1 FLAMENGO-PI rolou em uma quinta-feira de 1995, em São Januário, pela primeira fase da Copa do Brasil, perante 376 almas, o segundo menor público no estádio em jogos nacionais. Edmundo Lima Filho-SP apitou. Quem marcou? Yan, aos 40 minutos do primeiro tempo; Osmarino (contra), aos 15; João Carlos, aos 20, e Hernande, aos 41 da etapa final. Comandado por Nelsinho Rosa, a equipe apresentou: Caetano; Pimentel, Paulão, Ricardo Rocha e Bill; Vianna, Luisinho e Richardson; Yan (França), Brener (Hernande) e Clóvis.

VASCO 5 X 1 GAMA -  Foi um domingo quente, o 30 de março de 1980. O pancadão está anotado na primeira fase do Campeonato Brasileiro. Naquele dia, São Januário recebeu 10.641 pagantes e arrecadou Cr$ 932.410,00. Dulcídio Vanderlei Boschillia apitou e os gols cruzmaltinos foram de Wilsinho, aos  3 e aos 27 minutos do primeiro tempo, e de João Luís, aos 7, e Dudu, aos 13 e aos 26 da etapa final. Pelo Gama, marcou Roldão, aos 25 da etapa inicial.
Orlando Fantoni Fantoni treinava a rapaziada, que era: Leão (Mazaropi); Paulinho Pereira, Orlando (Juan), Ivan e Paulo César; Zé Mário, Paulo Roberto e Dudu; Wilsinho, Jorge Mendonça e João Luis. O Gama teve: Hélio; Carlão, Paulo Frederico, Décio (Hani) e Odair; Manoel Ferreira, Roberto Chaves, que foi expulso de campo, e Luís Carlos; Roldão, Fantato e Robertinho (Jairo). Técnico: Davi dos Santos.

 
 




quinta-feira, 29 de março de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 29 DE MARÇO

Os adversários foram quatro. No duelo com o Fluminense, a primeira decisão entre os dois. Era 29 de março de 1931, e o Vasco conquistou, no estádio das Laranjeiras, o Torneio Início, disputado, ainda, por América, Andarahy, Bangu, Bonsucesso, Botafogo, Brasil, Carioca, Flamengo e São Cristóvão.
No primeiro jogo, a rapaziada venceu o Carioca, por 1 x 0, com gol marcado por Sant´Anna. Jorge Marinho apitou e o time teve a mesma formação nas partidas seguintes: Jaguaré, Brilhante e Itália; Tinoco, Fausto e Molla; Bahianinho, Paes, Waldemar, Mário Mattos e Sant’Anna.
No segundo compromisso,  apitado por Rubens Pereira Leite e diante do Bonsucesso, ficou tudo igual: 1 x 1, com Waldemar cravando o tento cruzmaltino. A decisão foi por "corners", como eram chamados os escanteios. Com o "Bonsuça" cedeu um a mais, caiu fora.

O terceiro a ser batido foi o Andarahy. O juiz chamou-se Oswaldo Kroft de Carvalho e os goleadores Paes e Fausto, este batendo pênalti. Na final, contra os tricolores, Fausto voltou a cobrar um pênalti, e o Vasco venceu, por 1 x 0. Luiz Neves apitou a conquista a rapaziada.

MAIS UM CANECO - Campeão em 1926/29/30/31/32 – neste último, pela Associação Metropolitana de Esportes Athlético, pois havia, também, a Liga Metropolitana de Desportos Terrestres – o Vasco foi para a sexta conquista do Tornei Iníco, em 29 de março de 1942, em São Januário.

Villadoniga
  No compromisso inicial, bateu no Bangu: 1 x 0, com gol de Villadoniga. José Ferreira Lemos apitou e o time alinhou: Valter; Florindo e Sampaio; Figliola, Zarzur e Argemiro; Alfredo I, Ademir, Nino, Villadoniga e Orlando.
Com a mesma formação, o próximo vencido foi o Canto do Rio, também, por 1 x 0. Daquela vez, foi Nino balançou o filó. O apito estava com Durval Caldeira Martins.
Na final, com o Madureira, após 0 x 0, no tempo regulamentar, o título saiu pelo menor número de escanteios, os “corners” da época em que os termos ingleses invadiam o futebol brasileiro. O “Madura”, muito pressionado, cedeu dois, e o Vasco ganhou mais um “Initium”, como a imprensa escrevia, com a mesma formação em três partidas.   

CRONISTAS - Criado em 1916, pela Associação de Cronistas Desportivos (atual Associação de Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro, o Torneio Início tinha todos os jogos em uma mesma tarde, em 20 minutos, com 10 para cada tempo. Na final, triplicava-se o tempo, com duas etapas de 30. Se rolasse empate, vencia-se por duas maneiras. Até 1947, pelo número de escanteios cedidos. A partir de 1948, nos pênaltis, que poderiam ir até três séries, batidas por um mesmo atleta, de uma só vez. Mas podia-se trocar o cobrador no jogo seguinte.

FESTIVAL DE SACODES - O “Clássico dos Milhões” sacudiu a galera carioca, principalmente a cruzmaltina, por duas vezes,  na data 29 de março.  Em 1992, a “Turma da Colina” mandou 4 x 2 nos costados do 'Urubu', após 1 x 1, em 1858. Mas teve outros pancadões diante de outras moçadas. Confira:
 
VASCO  6 x 2 SANTA CRUZ foi o primeiro amistoso entre os dois clubes, jogado no 29 de março de 1936, “no Ricife”, como pronuncia a brava gente pernambucana. Nena mostrou o seu veneno à “Cobra Coral”, matando quatro nas redes do time tricolor, para  Luna e Orlando completaram o placar, para o time treinado por Herry Welfare.
 
VASCO 4 x 1 OLARIA jogou-se numa quinta-feira, no Estádio Doutor Mourão Filho, na Rua Bariri, pelo Estadual-RJ. Romário, aos 28 e aos 40 minutos do primeiro tempo, e aos 4 do segundo, e Edmundo, aos 20 da fase final, fizeram o serviço. O técnico Abel Braga mandou à luta: Helton: Alex Oliveira (Pedrinho), Odvan, Alexandre Torres e Felipe; Nasa, Jorginho (Fabiano Eller), Amaral e Paul Miranda; Edmundo e Romário. 

VASCO 4 X 2 FLAMENGO foi "clássicaço" de casa cheia, no Maracanã: 92.982 pagantes, com renda de Cr$ 459.277.000,00. Aloísio Viug apitou e Edmundo abriu o placar, aos 7 minutos do primeiro tempo. Bebeto fez dois: aos 41 do primeiro e aos 21 do segundo. Fávio, aos 33, também da etapa final, deixou o quarto peixe na rede. Nelsinho Rosa comandava a esquadra cruzmatina, que navegou com: Régis; Luís Carlos Winck, Jorge Luís, Alexandre Torres e Eduardo; Luisinho, Geovani e William, Edmundo (Flávio), Bebeto e Bismarck.
 
VASCO 3 x 0 BANGU, em um domingo, no Maracanã, foi festa de zagueiros. Só um "matador" entrou no forró que rolou pelo primeiro turno da Taça Guanabara. Com público de 34.489 pagantes, Wílson Carlos dos Santos apitou a vitória do time do treinador Joel Santana mandou. Paulo Roberto abriu a conta, aos 2, e Donato, aos 42 minutos do primeiro tempo. Romário fechou a fatura, aos 25 da etapa final. Rapaziada do dia: Acácio; Paulo Roberto, Donato, Morôni e Mazinho, Dunga, Geovani, Tita; Mauricinho, Roberto Dinamite e Romário.

 

quarta-feira, 28 de março de 2012

CALNDÁRIO DA COLINA - 28 DE MARÇO

No 28 de março de 1926, no estádio das Laranjeiras, realizava-se aquele festival de futebol convidativo. Aperitivo para a abertura do Campeonato Carioca. A imprensa afalava do "Initium", que teve por vencedor o Vasco da Gama, com vitórias sobre Botafogo, Fluminense e Flamengo.
Em seu primeiro jogo, a "Turma da Colina" bateu os alvinegros, por 1 x 0, com apito de Ernâni Reis e gol de Bolão. Formou com: Nelson, Hespanhol e Itália; Nesi, Bolão e Arthur; Paschoal, Torterolli, Russinho, Tatu e Dininho.
Pelo mesmo 1 x 0, mas com gol de Russinho e apito de Guilherme Pastor, o segundo a cair foi o Fluminense. O time foi repetido: Nelson, Hespanhol e Itália; Nesi, Bolão e Arthur; Paschoal, Torterolli, Russinho, Tatu e Dininho.
Na final, o adversário era o maior rival, o Flamengo. Tatu achou o buraco do gol e ao "Almirante" afundou os rubro-negros  com um outro 1 x 0, carregando a taça ao trilo do apito final de Joaquim Leite de Castro. O time daquela disputa esteve "imexível": Nelson, Hespanhol e Itália; Nesi, Bolão e Arthur; Paschoal, Torterolli, Russinho, Tatu e Dininho. 
DEMOLIDOR DE RIVAIS  - O Vasco demoliu seis adversários cariocas na data 28 de março. Pra começo de conversa, duas pancadas no Flamengo, pelos Torneios Inícios-1926 e 1943. O Botafogo caiu, por 4 X 3, em 1988. O Fluminense levou a paulada dele, 3 x 0, em 2010. O Bonsucesso não escapou de 2 x 0, em 1976, enquanto o São Cristóvão apanhou em duas ocasiões, 3 x 1, em 1945, e 1 x 0, em 1993.  E, por não ser carioca, mas interiorano, o Volta Redonda apanhou por mais: 5 x 3. 

VASCO 3 x 0 FLUMINENSE foi, apenas, mais um capítulo da "freguesia" tricolor no balcão de São Januário. Naquele 28 de março, o arraso rolou, em um domingo, no Maracanã, diante de 19.607 pagantes. Thiago Martinelli, aos 13, Dodô, aos 14, e Fagner, aos 44 minutos do egundo tempo, castigaram os rivais, no jogo apitado por Willian Marcelo de Souza Néri.  Quem comandava a rapaziada era o ex-zagueiro vascaíno Gaúcho e quem espalhou pó-de-arroz foi: Fernando Prass; Elder Granja (Fagner), Thiago Martinelli, Titi e Márcio Careca; Nilton, Rafael Carioca, Souza e Jefferson (Carlos Alberto); Phillipe Coutinho e Elton (Dodô).
O Vasco encarou o Fluminense em 19 duelos na década 2000-2010. Se deu bem em nove e empatou em oito. Confira:02.04.2000 – Vasco 3 x 2; 21.05.2000 – Vasco 0 x 1; 11.02.2001 – Vasco 2 x 0; 15.04.2001 – Vasco 3 x 3; 07.03.2002 - Vasco 2 x 2; 15.05.2002- Vasco 1 x 0; 02.02.2003 – Vasco 2 x 2; 19.03.2003 – Vasco 2 x 1; 23.03.2003 – Vasco 2 x 1; 07.03.2004 – Vasco 4 x 0; 04.04 – 2004 – Vasco 2 x 1; 27.02.2005 – Vasco 2 x 1; 26.03.2005 – Vasco 1 x 1; 05.03.2006 – Vasco 2 x 2; 17.02.2007 – Vasco 4 x 4; 23.03.2008 – Vasco 1 x 2; 08.02.2009 – Vasco 0 x 0; 13.02.2010 - 0 x 0 e 28.03.2020 – Vasco 3 x 0.
VASCO 4 x 3 BOTAFOGO - Na maioria dos domingos em que o Vasco enfrentou o Botafogo, o placar ficou com a "Galera da Colina" na frente. E assim rola até ema uma segunda-feira. Aconteceu no 28 de março de 1988, no Maracanã, pelo primeiro turno da Taça Guanabara. Por ter sido em um dia nada apropriado aos clássicos, só 3.775 torcedores pintaram.

Naquele 28 de março, o arraso rolou, em um domingo, no Maracanã, diante de 19.607 pagantes. Thiago Martinelli, aos 13, Dodô, aos 14, e Fagner, aos 44 minutos do segundo tempo,  castigaram os rivais, no jogo apitado por Willian Marcelo de Souza Néri. Quem comandava a rapaziada era o ex-zagueiro vascaíno Gaúcho e quem espalhou pó-de-arroz foi: Fernando Prass; Elder Granja (Fagner), Thiago Martinelli, Titi e Márcio Careca; Nilton, Rafael Carioca, Souza e Jefferson (Carlos Alberto); Phillipe Coutinho e Elton (Dodô).  
 Carlos Elias Pimentel apitou, Sebastião foi o juiz e Romário "o cara". Beliscou três nas malhas alvinegras, aos 22, e aos 45 minutos do primeiro tempo, e aos 17 do segundo – Vivinho, aos 19 da etapa final, acabou de apagar o fogo.  Sebastião Lazaroni era o treinador e o time caprichou com: Acácio; Paulo Roberto, Donato, Fernando e Mazinho; Zé do Carmo (Josenílton), Geovani e Bismarck; Vivinho, Romário e William (Célio Silva).
foto: http://www.crvascodagama.com.br/
VASCO 5 X 3 VOLTA REDONDA, em 2009, estava na sexta rodada da Taça Rio. Jogou-se no Estádio Raulino de Oliveira, a casa do adversário, sob apito de Leonardo Garcia Cavaleiro. Na rede, pelo lado cruzmaltino, pintaram Mateus, aos 14, e Titi, aos 37 minutos do primeiro tempo. No segundo, foi a vez de Élton, aos 3, e de Enrico, aos 6 e aos 20. Treinado por Dorival Júnior, a "esquadra do Almirante" foi tripulada por: Tiago; Paulo Sérgio, Leonardo, Titi e Ramon; Amaral, Mateus, Enrico (Léo Lima) e Jéferson; Rodrigo Pimpão (Faioli) e Élton (Alan Kardec).
A data 28 de março teve, ainda, -  Vasco 2 x 1 Nacional-AM, em 1981.
                                          
                                             DESPEDIDA DE EDMUNDO
Não falta mais nada na vida de Edmundo. Vendo o carinho da torcida vascaína, durante o seu “jogo de despedida”, em São Januário, ele  sentiu que “jamais deveria ter saído de onde se projetou”.
A goleada, por 9 x 1, sobre o equatoriano Barcelona, ficou em segundo plano, se comparado à festa da torcida. “Eu não esperava por isso, principalmente por ser final de mês e com o ingresso caro. Até telefonei, pedindo para abaixarem o preço. Mas foi lindo. Eu precisava disso”, revelou.
Saiu tudo como Edmundo queria. Vestiu a camisa 10 e marcou dois gols. Um deles, o desejado, de pênalti, cobrando certinho, no canto direito do goleiro, que não teve nenhuma chance de defesa. Se bem que a falta começou fora da área e o “cavador” Thiago Feltri, malandro, caiu dentro. O segundo foi a síntese da sua velha categoria e esperteza: complementou, de primeira, desviando chute de Fagner.
No momento de comemorar os gols, Edmundo não esqueceu da molecagem do requebrado, do gingado que se incorporou à irreverência do futebolista brasileiro. Só mesmo uma pane na energia elétrica do estádio pôde vascaíno apagar seus momentos de brilho no gramado. “Pena que as pernas não acompanha mais o cérebro”, lamentou ele que, aos 41 anos, ainda driblou, lançou e viu que não dava mais para competir com a juventude dos marcadores.
FESTA NO CEU - O telão do estádio mostrava as principais cenas do ídolo, como um  golaço contra o Flamengo, em 1997. Edmundo, no túnel, estava muito emocionado, para ir ao gramado. Foi recebido com queima de fogos. Das arquibancadas, ouviu o velho grito: “Ah, é Edmundo”.
Após a execução do hino do Vasco, com os torcedores cantando, o presidente vascaíno, Roberto Dinamite, fez um discurso entregou uma placa ao “Animal”. Depois, a bola rolou e foi o show de gols – o goleiro Fernando Prass usou a camisa com o número 200, em alusão aos seus jogos pelo Vascão.
Aos 11 minutos, Thiago Feltri fez boa jogada, ia entrar na área e foi derrubado. Pênalti que Edmundo cobrou e marcou seu 136º gol vascaíno. Em seguida, gritou: “Obrigado!”, apontando e se curvando    para as arquibancadas.
No tento de Alecsandro, em lance com a participação do “Animal”, este o homenageou, imitando sua comemoração de gol. O Barcelona fez o dele, em falha de Dedé, mas logo  Juninho descontou.
Na etapa final, houve muitas trocas. O Vasco marcou, ainda, com Éder Luís (2), Felipe Bastos, de falta, Diego Souza e Allan. Aos 40 minutos, Edmundo saiu, ao som do hino cruzmaltino. A galera gritava: “Ah, é Edmundo”. O “Animal” levou a bola do jogo, enrolado na bandeira do Vasco, e chorava, acenando para os torcedores. Valeu!
O Vasco jogou com: Prass (Alessandro); Fagner (Allan), Dedé (Fabrício), Renato Silva e Thiago Feltri (DieysonT); Rômulo (Nilton), Juninho (Abelairas), Felipe e Edmundo (William Barbio), Eder Luis (Fellipe Bastos) e Alecsandro (Diego Souza). Técnico: Crstóvão Borges.  O Barcelona equatoriano foi: Morales (Vera Gines); Cedeño, Anderson, Espinoza (Zamora) e Mercado (Washinton Vera); Assencio, De la Torre, Torres e Mina (García); Bueno (Montaño) e Rosero. Técnico:   Carlos Gruezo
A cronologia dos gols foi:  Edmundo, aos 12 e aos 34; Alecsandro, aos 22; Asencio, aos 39, e Juninho, aos 40 minutos do 1º tempo; Éder Luís, a 1; Fellipe Bastos, aos 21; Éder Luís, aos 25; Diego Souza, aos 31, e Allan, aos 45 minutos da etapa final. Marcelo de Lima Henrique (RJ) apitou, o público atingiu  16.021 pagantes e 21.247 presentes e a renda ficu por  R$ 528.330,00.
                                                


 




 


 
 
 
 
 

terça-feira, 27 de março de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 27 DE MARÇO

A data 27 de março é repleta de vitórias vascaínas. Principalmente no Nordeste, onde o time fez mais sucesso do que Waldick Soriano, o cantor baiano do hit brega "Eu não sou cachorro não". Náutico, Vitória e Santa Cruz sentiram a força do bico das chuteiras cruzmaltinas naquelas partidas, sendo a que teve mais gols a de 1936, amistosamente, em Recife: 5 x 2 sobre o "Timbu", o alvirrubro Náutico. 
Por aquele tempo, o treinador da rapaziada era o inglês Harry Walfare, campeão carioca daquela temporada, pela Federação Metropolitana de Desportos, quando os clubes do Rio de Janeiro estavam divididos e rolavam dois campeonatos – o outro era o da Liga Carioca de Football. Em 1936, o Vasco, dificilmente, mudava a sua escalação, que tinha por base: Rey, Poroto e Itália; Oscarino, Zarzur e Calocero; Orlando, Feitiço, Kuko, Nena e Luan. 

VASCO 3 X 1 CEARÁ, em 27 de março de 1955, foi em um domingo, amistosamente. Por sinal, o primeiro duelo entre os dois, em uma estatística que já conta 19 encontros, com 13 vitórias (68,42%) e quatro empates (21,05%) vascaínos, com 37 gols pró, à média de 1,95 por partida. O maior placar foi Vasco 4 x 0, em 24 de janeiro de 1962. 


VASCO 2 X 0 VITÓRIA, em uma quinta-feira de 1941, está registado como o segundo pega entre o "Clube da Colina e o "Leão da Barra", duelo iniciado em 16 de abril de 1936. De lá para cá, contam-se 47 jogos, com 17 vitórias e 12 empates "cruzcristenses", colocando 68 bolas no tabuleiro dos baianos, à média de 1,45 por encontro.

VASCO 2 x 1 SANTA CRUZ, em uma quarta-feira, valeu pelo Campeonato Brasileiro de 1985, no Arrudão, em Recife, a casa da "Cobra Coral". Corria a primeira fase do segundo turno e 7.696 almas pagaram Cr$ 22.838.000,00 pra ver o veneno cruzmaltno, sob o apito de Roque José Gallas (RS).
Com gols de Geovani, aos 21 minutos do primeiro tempo, e de Roberto Dinamite, aos 23 da etapa final, o técnico Edu Antunes Coimbra comemorou com: Acácio; Edevaldo (Nei), Donato, Ivan e Aírton; Oliveira, Luís Carlos Martins e Geovani; Mauricinho, Roberto Dinamite e Silvinho (Gilberto).
Os duelos dos cruzmaltinos contra os tricolores pernambucanos apontam, em 34 jogos, com sucessos do "Clube da Faixa em 21 ocasiões(61,76%), além de sete empates (20,59%). A moçada marcou 63 gols, à media de 85 por vez. (ilustrações pesquisadas em sites ligados aos respectivos clubes). Agradecimentos.

PLACAR MALUCO - A data 27 de março registra, também,  dois "placares malucos" nos duelos Vasco x Botafogo. Em 1927, rolou 5 x 4 para os vascaínos, amistosamente, em um domingo. Em 1946, o louquíssimo Vasco 8 x 4 Botafogo, em uma quarta-feira, pelo Torneio Relâmpago, com gols cruzmaltinos de Djalma (2), Friaça (2), Dino, Elgen, João Pinto e Santo Cristo. Aquele foi o penúltimo jogo da rapaziada na competição, conquistada com os trabalhos técnicos de Ondino Vieira, quatro dias depois.
Nem o diabo dá jeito nos vascaínos nos 27 de março. Que o digam América, Bonsucesso e Campo Grande, pequenos diante da rapaziada, e peruanos. O “Diabo Rubro”, por exemplo, levou um cascudinho, por  2 x 0, em uma quinta-feira de 2008, em São Januário, pela quinta rodada da Taça Rio. O serviço foi conferido por 1.477 sujeitos. Nilton Feitosa do Nascimento apitou e Leandro Bonfim, aos 23, e Jean, aos 41 minutos, ambos do segundo tempo, bateram na rede. Alfredo  Sampaio era  o treinador e a sua galera tinha: Tiago; Wagner Diniz, Jorge Luiz, Eduardo Luiz e Calisto; Jonílson, Beto (Jean), Leandro Bonfim e Morais (Souza); Edmundo (Alex Teixeira) e Alan Kardec.
O América,  primeiro rival vascaíno, é um grande freguês da rapaziada da Colina. Em 258  compras”, ficou devendo em 148 (57,36%) vezes – há 54 (20.93%) empates, com os “cruzcristenses”, sapecando 481 tentos, à média de 1,86 por partida. O maior estrago cruzmaltino nos costados do “Diabo” chegou aos 9 x 0, em 12 de fevereiro de 2011. Na década-2000, há, ainda, 5 x 0, em 05.05.2001. Mais pra trás, registra-se o chocante 8 x 2, de 14.08.1949 e os tremendos 6 x 1, em 24.06.1945, só para citar três pegadas fortes nos chifres do “Diabo”.   
 
BATEU NO PERU – Além de  vitórias no Nordeste, de “loucos placares” contra alvinegros e queimadeiras no inferno do “Diabo Rubro”, a “Turma da Colina” ainda foi ao território peruano torcer o pescoço da peruzada de lá. Em 27 de março de 1954, mandou 3 x 0 pra cima do Combinado Municipal de Gueno,  em um sábado. Foi o terceiro amistoso de uma excursão a gramados peruanos, iniciada quatro dias antes, com 1 x 0, sobre o Combinado Sucre/Tabaco. O giro incluiu mais duas partidas, ambas empatadas, por 1 x 1, com o Alianza Lima (31.03) e com o Universitário, em 3 de abril daquele 1954.
 

 
 
 
 

 
                       
                  
                  
                    
             
    
                       
                       
                             

segunda-feira, 26 de março de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 26 DE MARÇO

 

temporada-1958 foi excelente para o Vasco. Campeão carioca e do Torneio Rio-São Paulo, seu time, ainda, teve três peças importantes na conquista da Copa do Mundo, pela Seleção Brasileira, os zagueiros Bellini, o capitão, que levantou a taça, e Orlando, além do atacante Vavá, autor de quatro gols.
Na data 26 de março, a “Turma da Colina” passou por adversários fortes, como Botafogo, América-RJ, Grêmio-RS, Santos e Guarani de Campinas-SP. De quebra, aplicou uma goleada na seleção amazonense. 
 
VASCO 4 X 2 BOTAFOGO, em 1958, foi em uma quarta-feira, no Maracanã, pelo Torneio Rio-São Paulo. O rival era um dos times mais fortes do planeta, contando com Nilton Santos, Garrincha, Didi, também campeões mundiais, e feras como Paulinho Valentim e Quarentinha, terríveis goleadores.

Apitado por Amílcar Ferreira, a partia fez parte da campanha do título vascaíno na competição e teve renda de  Cr$ 1.005.180,00. O Vasco chegou a abrir três gols de frente, por intermédio de Almir, aos 24, Écio, aos 28, e Pinga, aos 38 minutos do primeiro tempo. Aos 52, Didi, o melhor jogador do Mundial da Suécia-58, diminuiu a contagem, mas os cruzmaltinos eram tão fortes que, cinco minutos depois, Rubens subiu o placar, para 4 x 1. Aos 65, Quarentinha o fechou.

Aquele tornou-se um dos melhores jogos da temporada-1958. De tão duro que fora, Almir e Paulinho foram expulsos de campo. A rapaziada formou assim: Hélio, Paulinho e Viana; Écio, Orlando e Coronel (Dario); Sabará, Almir, Vavá, Rubens e Pinga (Wilson Moreira). O treinador era Francisco Ferreira de Souza, o Gradim, ex-jogador vascaíno, na década de 1930. (foto reproduzida de http://www.crvascodagama.com.b/) Agradecimento.

VASCO 3 X 0 AMÉRICA, em um sábado de 1960, também valeu por um Torneio Rio-São Paulo. Menos de um mês depois, o Rio de Janeiro deixaria de ser a capital brasileira que viria a ser Brasília.
Jogado no Maracanã, aquele “Clássico da Paz” foi apitado por Alberto da Gama Malcher, teve renda de Cr$ 598.612,00 e gols cruzmaltinos marcados por: Roberto Peniche, aos 27, Delém 53, e Pinga aos 72 minutos. O time foi: Barbosa, Paulinho, Viana (Russo) e Dario; Écio e Orlando; Sabará, Roberto Pinto, Delém (Teotônio), Pinga e Roberto Peniche (Ronaldo).

VASCO 2 X 1 SANTOS - Este jogo, no Marcaanã, em um domingo de 1967, valeu pelo Torneio Roberto Gomes Pedrosa, o “Robertão”, um dos embriões do Campeonato Brasileiro. Do outro lado, estava  “ELE”, o cara da camisa 10, torcedor vascaíno, como contou em sua autobiografia.   

Armando Marques apitou aquela façanha cruzmaltina que teve gols marcados por Adílson e Bianchini. O do Peixe, foi de quem? Dele, do “Rei Pelé”. Por sinal, seu 835º tento, em 715 jogos como profissional.

O técnico vascaíno era Zizinho (Thomas Soares da Silva), o ídolo do  adolescente Edson Arantes do Nascimento. e a rapaziada foi: Franz; Jorge Luiz, Brito, Fontana e Oldair; Maranhão (Danilo Menezes) e Salomão; Zezinho,  Nei (Adílson), Bianchini e  Moraes. O Santos teve: Gilmar; Carlos Alberto Torres, Haroldo,  Oberdan  e Geraldino; Zito e Lima (Buglê); Copeu (Amauri), Toninho, Pelé e Edu. 

VASCO 3 x 1 GUARANI, em 1978, foi uma vitória muito importante, porque o “Bugre Campineiro” tinha o melhor time do país. Tanto que foi o campeão brasileiro, primeiro time do interior a fazê-lo. Mais: o jogo foi na casa do adversário, no Estádio Brinco de Ouro da Princesa.
Com três gols – aos 5, aos 14 e aos 44 minutos do primeiro tempo –, Roberto Dinamite foi o nome do jogo, que rendeu Cr$ 285 mil, 450 cruzeiros. O time vascaíno foi: Mazaropi; Orlando ‘Lelé’, Gaúcho, Geraldo e Marco Antônio ‘Tri’; Helinho, Zanata e Paulo Roberto; Guina, Roberto Dinamite e Paulinho *(Ramon Pernambucano/Paulo César).     

VASCO 3 X 0 GRÊMIO, apitado Wilson de Souza Mendonça (PE), em 1998, foi outra vitória importantíssima. Em uma quinta-feira, em São Januário, fez parte da campanha do título da Taça Libertadores. Luizão abriu o placar, aos 31 minutos do primeiro tempo, e fez mais um, aos 42 da e tapa final. Nesta mesma fase, antes, aos 10, minutos, Donizete "Pantera" havia marcado o dele. Treinado por Antônio Lopes o time foi:  Carlos Germano; Vítor (Maricá), Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Luisinho, Nélson (Fabrício Eduardo) Ramon Mineiro e Pedrinho; Donziete ‘Pantera’ e Luizão (Alex Pinho). (foto reproduzida de http://www.crvascodagama.com.br/) Agradecimento

VASCO 7 X 0 SELEÇÃO AMAZONENSE -  Quando sobe no mapa do Brasil e visita o Amazonas, o time vascaíno é impiedoso. Já mandou três pancadaços: 8 x 1, 7 x 2 e 7 x 0, esta última no 26 de março de 1986.


 

domingo, 25 de março de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 25 DE MARÇO

Se todas as datas fossem 25 e março, seria  o “márcimo” para a torcida vascaína. Nela, a  “Turma da Colina”, em três duelos conta o maior rival, mandou duas pancadas no 'Urubu', e empatou uma. E espalhou pó-de-arroz pra tudo quanto é lado. Contra os outros? Goleadas sobre o catarinense Joinville-SC e o Americano-RJ, além do início dos confrontos com os bravos guerreiros gaúchos colorados. Isso sem contar a "desmascaragem" do inglês Arsenal, que se considerava "o tal". Comecemos pelas “falamengadas”.

VASCO 3 x 0 FLAMENGO, em 2007, valeu pelo Estadual, em um domingo, no Maracanã, com gols de Leandro Amaral, aos 42 minutos do primeiro tempo; Abedi, aos 3, e Romário, aos 44 do segundo. Gutemberg de Paula Fonseca apitou e a renda foi de Cr$ 707,050,00. O Vasco, treinado por Renato “Gaúcho” Portallupi, teve: Cássio; Wagner Diniz, Fábio Braz, Dudar e Roberto Lopes;  Amaral, Morais (Renato) e Abedi (Conca); Sandro (André Dias),  Leandro Amaral e Romário.  
VASCO 1 X 0 FLAMENGO, em 2002, valeu também, pelo Estadual. Só que, esquisitamente, na tarde de uma segunda-feira, na Rua Bariri – pela 11ª rodada da primeira fase, do primeiro turno da Taça Guanabara – ponha esquisito nisso!  E foi um “Clássico de Tostões”, nunca de mihões, pois, apenas, 350 pagantes deram as caras, pagando insignificantes R$ 1.750,00.   
Samir Yarak mediou a refrega e Léo Macaé, aos sete minutos do primeiro tempo, balançou a rede. Evaristo de Macedo era   comandante e esta sua rapaziada machucante: Márcio; André Ladaga, André Leone, Leonardo e Valença; Jaílson (Fabão), Rodrigo Souto, André Silva e Haroldo; Michel (Geovani), Léo Macaé (Anderson) e Cadu.
Ponta-direita Tesourinha

VASCO 2 X 2 FLAMENGO, em 1951, fechou um ciclo de 20 jogos invictos dos cruzmaltinos,  no “Clássico dos Milhões”, desde 13 de maio de 1945. Haviam sido 15 vitórias, com 5 x 2, em duas ocasiões, além de 5 x 1 e 4 x 1, em mais duas. A pugna, dominical, no "Maraca", valeu pelo Torneio Rio-São Paulo, com renda de Cr$ 1 milhão, 104 mil, 511 cruzeiros, apitada por Alberto da Gama Malcher e com gols vascaínos marcados por Ademir Menezes, aos 9,  e Tesourinha, aos 32 minutos do primeiro tempo. O time teve: Barbosa Augusto e Clarel; Ely, Danilo e Alfredo; Tesourinha, Ademir, Amorim (Álvaro), Ipojucan e Djair.

Mas não foi só em cima do Flamengo que os vascaínos fizeram farra nos 25 de março. Teve, também, goleadas pra cima de catarinenses e de tricolores cariocas; pancadão em alvinegros campistas e pegada leve contra gaúchos. E o principal, embora pelo placar mínimo, o Vasco desmascarou o inglês Arsenal, que considerava-se sem adversário por estas bandas tropicais. A rapaziada tem muitas histórias nos 25 de março. Confiramos

VASCO  6 x 0 JOINVILLE, em  um domingão de 1984, valendo Brasileirão, apitado por José de Assis Aragão-SP, em São Januário,  com 30.254 pagantes No primeiro tempo, Arthurzinho marcou , aos 17 e aos 45, e Mário, aso 43 minutos. No segundo, Roberto Dinamite, aos 5, Mauricinho, aos 15, e Edevaldo, aos 20, completaram o placar. O turma: Roberto Costa; Edevaldo, Daniel Gonzalez, Ivan e Aírton; Pires, Mário e Geovani. Mauricinho, Arthurzinho e Roberto Dinamite. Técnico: Edu Coimbra.     

VASCO 6 x 0 AMERICANO, em um “sabadaço doismiliano”, em São Januário, foi festa “romariana”. O “Baixinho” fez o espetáculo – quatro gols – para delírio de 6.791 pagantes. Será que  havia alguém que não fosse vascaíno? Enfim,  Edmundo e Paulo Miranda, também, colocaram o time campista pra dançar, naquela rodada do primeiro turno da Taça Guanabara. Álvaro Quelhas apitou, o ex-zagueiro vascaíno Abel Braga comandava e a galera era: Helton; Alex Oliveira (Pedrinho), Odvan, Mauro Galvão e Felipe (Gilberto); Nasa, Amaral e Paulo Miranda;  Jorginho (Rogério), Edmundo e Romário.

VASCO 4 X 1 FLUMINENSE, em 1945, teve gols “cruzcristenses” de Santo Cristo (2), Dino e Isaías, valendo pelo Torneio Relâmpago, lance clareado no estádio da Rua General  Severiano, em um domingo, apitado por José Silva, com rendas de Cr$ 110.000,00. O Vasco foi: Barchetta, Rubens e Augusto; Alfredo, Dino e Vitorino; Santo Cristo, Moacir, isaías, Eugen e Friaça.

VASCO 2 x 0 INTERNACIONAL, em 1945, foi o primeiro jogo entre os dois, com gols de Ademir Menezes e de Cordeiro, amistosamente, em Porto Alegre. Na época, os vascaínos formavam o quase imbatível “Expresso da Vitória”, treinado pelo uruguaio Ondino Vieira.
Este jogo, no Estádio dos Eucaliptos,  foi apitado por Oscar Pereira Gomes, rendeu Cr$ 110 mil cruzeiros e teve Ademir Menezes, aos 28, e Cordeiro, aos 83 minutos, castigando os colorados. Visitantes indesejáveis: Barbosa, Djalma e Sampaio; Berascochea, Nílton e Argemiro; Ademir (Cordeiro), Lelé, João Pinto, Jair e Chico (Ademir). 
Depois, Vasco e Inter se enfrentaram por mais seis vezes amistosas, totalizando quatro vitórias vascaínas, uma colorada e dois empates. Confira: 25.03.2945 – Vasco 2 X 0; 06.04.1952 0 Vasco 1 x 0;  25.11.1953 – Vasco 2 x 2 Inter; 29.08.1978 – Vasco 3 x 0; 04.04.1979 – Vasco 3 x 2; 09.12.1982 - Vasco 1 x 1 Inter; 12.12.1982 - Vasco 1 x 3 Inter. 
 

VASCO 1 X 0 ARSENAL - Os ingleses se consideravam os tais no futebol. Se recusaram até a disputar as três primeiras Copas do Mundo (1930/34/38), por acharem que não teriam adversários. O Vasco da Gama, porém, não lhes respeitava. E desafiou  o Arsenal, primeiro time inglês a visitar o Brasil, para um amistoso, na noite de 25 de março de 1949, no estádio de São Januário. Os vascaínos formavam uma das esquadras mais poderosas do futebol sul-americano, campeões continentais-1948, e carioca, invictos, em 1945/1947. Era motivo mais do que suficiente para 24 mil almas, entre pagantes e sócios, matarem a curiosidade, na Rua General Almério de Moura, onde a imprensa viu não menos do que 50 mil pessoas adentrarem à casa cruzmaltina.   
 E rolou a bola. Logo, os ingleses viram que estavam preliando contra um grande adversário. Se eles os melhores das Inglaterra, tiveram de se segurar, pois o Vasco atacou mais e não se intimidou com o cartaz que traziam.  As redes, porém, não balançaram no primeiro tempo. Só aos 33 do segundo, quando Nestor, aproveitando-se de uma centrada de bola, por Mário, pegou, de primeira, acabando com a invencibilidade dos arrogantes visitantes, que aviam goleado o Fluminense e vencido também o Corinthians.
 Conta a revista carioca “Globo Sportivo”, que os vascaínos foram sempre superiores, mas deixaram os ingleses equilibrarem a partida” e que ficaram mais ofensivos depois das entradas de Mário e de Heleno de Freitas.O juiz foi o inglês Mr. Barrick, auxiliado pelos brasileiros Mário Viana e Alberto da Gama Malcher. O Vasco teve:Barbosa. Augusto e Sampaio. Eli. Danilo e Jorge. Nestor. Maneca. Ademir. Ipojucam (Heleno) e Tuta (Mário). O Arsenal perdeu com Swindin. Barnes e Smith. Macanly. Daniels e Forbes. Mac Pherson. Logie. Rockie. Hshman e Wallance.
Depois daquela noite, os vascaínos voltaram em mais duas oportunidades com o Arsenal: em 1951, no Maracanã, mandando 4 x 0, com Tesourinha, Ademir Menezes, Friaça e Djayr comparecendo ao filó, e, em 1980, em Belgrado, na antiga Iugoslávia e atual Sérvia, vencendo, por 2 x 1ª, coma gols marcados por Paulo César “Caju” e Roberto Dinamite – Zagallo chefiava a rapaziada.





 


sábado, 24 de março de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 24 DE MARÇO

Em 24 de março de 1946, um domingo, em General Severiano, o Vasco venceu o Flamengo, por 2 x 0, pelo Torneio Relâmpago, uma autêntica “rapidinha” do futebol carioca da fase que vai de 1943 a 1946. Nela, a “ Turma da Colina” deu "duaszinhas", carregando os canecos das segunda e na última edição da perseguida faixa dessa competição.      



Ondino Viera

Na derradeira brincadeira, o “Time da Colina” já era o ‘Expresso da Vitória”, pilotado pelo armador uruguaio Ondino Vieira. Atropelava quem pintasse pela frente. Se bem que, nesta conquista de 1946, tivesse deixado de mandar  lenha na caldeira, em algumas viagens. Confira: 16.03 – Vasco 0 x 1 América; 20.03 – Vasco 0 x 0 São Cristóvão; 24.03 – Vasco 2 x 0 Flamengo; 27.03 – Vasco 8 x 4 Botafogo; 31.03 – Vasco 1 x 0 Fluminense.

Na goleada sobre os botafoguenses, Djalma (2), Friaça (2), Dino, Elgen, João Pinto e Santo Cristo foram os impiedosos. Sobre os tricolores,  Santo Cristo voltou a marcar. Na vitória contra os rubro-negros, João Pinto, aos 24 minutos do primeiro tempo, e Elgen, aos 36 do segundo, balançaram as redes. A escalação foi:   Barbosa, Rubens e Sampaio; Ely, Dino e Jorge; Djalma, Santo Cristo, Elgen, Friaça e Alfredo II (João Pinto). Vascaínos e rubro-negros se enfrentaram por quatro vezes, nesta competição, com duas vitórias vascaínas, um empate e uma queda. Foi assim: 16.03.1943 – Vasco 1 x 1 Flamengo; 19.03.1944 – Vasco 5 x 2; 08.04.1945 – Vasco 3 x 4; 24.03.1946 – Vasco 2 x 0.
CONTAGEM MÍNIMA -  É, também, o 24 de março do calendário cruzmaltino. Tirante os 2 x 0 sobre o  Flamengo, os abatimentos foram muito econômicos: 1 x 0 contra o peruano Combinado Sucre/Tobaco, a paulistana Portuguesa de Desportos, o Campo Grande-RJ e o Rio Branco-ES.
 Vasco 1 x 0 Combinado Sucre/Tobaco, em 1954, uma quarta-feira, fez parte de uma excursão  ao Peru, iniciada quatro dias antes, com a goleada, por 4 x 1, sobre o Combinado Universitário-Sport Boys, e que prosseguiu, até 3 de abril, com 1 x 1 ante o mesmo Universitário. No meio do giro, em 27 de março, houve 3 x 0 sobre o Combinado de Gueno e, passados mais quatro dias, 1 x 1, com o Aliança Lima. 





Picolé

Vasco 1 x 0 Portuguesa de Desportos, em 1966, valeu pelo Torneio Rio-São Paulo, rolou no Maracanã, apitado por José Teixeira de Carvalho e teve gol marcado por Picolé, aos 17 minutos. O público foi de 14.233 e a renda de CR$ 13.202.980,00 e o público de 14.233,00. Zezé Moreira era o treinador e o seu time teve:  Amauri; Joel, Brito, Ananias e Oldair;  Maranhão e Danilo Menezes; Zezinho, Célio, Picolé e Tião.

Detalhe: a Lusa do Canindé sempre fora freguesa vascaína. No 24  daquele  março, os dois clubes disputavam seu duelo número 23 – desde 6 de agosto de 1933 – e o “Clube da Faixa” precisava encerrar um tabu, já que, em 1965, a Portuguesa fizera 1 x 0, em 16 de abril e em 17 de maio, pelo Rio-São Paulo, e em 26 de setembro, amistosamente. Então, o Vasco devolveu o 1 x 0, maior sequência desse placar na história do confronto.      
CAMPUSCA – Vasco 1 x 0 Campo Grande-RJ, em  1968, foi pelo Campeonato Carioca, em São Januário, no tempo em que a renda era apurada em “novos cruzeiros”. A daquele dia foi de Ncr$ 20.187,00, para um público de 7.004 pagantes. José Gomes Sobrinho apitou e Bianchini encaçapou, aos 66 minutos. O time era treinado por Paulinho de Almeida e formou com: Pedro Paulo; Ferreira, Brito, Fontana e Lourival; Bugleux e Danilo Menezes; Nado, Nei, Bianchini e Silvinho.

Vasco 1 x 0 Rio Branco-ES, em 1970, foi um amistoso, em uma terça-feira, em Vitória. Entre 25 de abril de 1948 e 30 de junho de 2000, o Vasco já enfrentou o time alvinegro capixaba em 16 ocasiões, das quais nove vitoriosas  (56,25%) e cinco empatadas (31,25%). Marcou 26 gols, à média de 1,63 por jogo, dos quais só dois foram oficiais.      
Vasco 2 x o Flamengo -  Era um domingo de 1946, na Rua General Severiano. Naquele 24 de março, o Vasco venceu o Flamengo, por 2 x 0, pelo Torneio Relâmpago, disputa rápida que houve no futebol carioca, entre 1943 e 1946, com a "Turma da Colina" conquistando a segunda e a última edições. Em 1946, a campanha do time cruzmaltino, dirigido pelo treinador uruguaio Ondino Viera,  que montou o "Expresso da Vitória", foi: 16.03.1946 – Vasco 0 x 1 América; 20.03.1946 – Vasco 0 x 0 São Cristóvão; 24.03.1946 – Vasco 2 x 0 Flamengo; 27.03.1946 – Vasco 8 x 4 Botafogo e 31.03;1946 – Vasco 1 x 0 Fluminense.
 Na goleada sobre os botafoguenses, Djalma (2), Friaça (2), Dino, Elgen, João Pinto e Santo Cristo foram os impiedosos marcadores. Contra os tricolores,  Santo Cristo voltou a marcar. Na vitória diante dos rubro-negros, João Pinto, aos 24 minutos do primeiro tempo, e Elgen, aos 36 do segundo, balançaram as redes. A escalação foi:   Barbosa, Rubens e Sampaio; Ely, Dino e Jorge; Djalma, Santo Cristo, Elgen, Friaça e Alfredo II (João Pinto).
Vascaínos e rubro-negros se enfrentaram, por quatro vezes, pelo Torneio Relâmpago, com duas vitórias cruzmaltinas, um empate e uma derrota. CONFIRA: 16.03.1943 – Vasco 1 x 1; 19.03.1944 – Vasco 5 x 2; 08.04.1945 – Vasco 3 x 4; 24.03.1946 – Vasco 2 x 0.

Um outro adversário batido na data 24 de março foi o Campo Grande: Vasco 1 X 0 , em 1968, sob arbitragem de José Gomes Sobrinho, num domingo, em São Januário, com gol de Bianchini, valendo pelo Campeonato Carioca. O time era treinado por Paulinho de Almeida e formou com: Pedro Paulo; Ferreira, Brito, Fontana e Silvinho; Lourival; Bugleux e Danilo Menezes; Nado, Bianchni e Nei.