Vasco

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sábado, 28 de fevereiro de 2015

VASCO DA GAMA 2 X 0 BANGU

A vitória da tarde de hoje, em São Januário, valeu a liderança da Taça Guanabara. Agora, o Vasco soma 17 pontos, e só volta a jogar não domingo que vem, dia 8 der março, pegando pela frente o Bonsucesso.
O primeiro gol vascaíno sobre o banguenses saiu de uma cobrança de escanteio, pela direita, pro Bernardo. O zagueiro Rodrigo apareceu livre, para cabecear e abrir a conta: 1 x 0. Este foi o placar do primeiro tempo, quando os dois times enfrentaram o termômetro marcando 29 graus centígrados Por sorte, caiu uma chuva fina amenizadora da situação.
Na etapa final, o Vasco chegou ao segundo gol, novamente, por uma cabeçada de zagueiro. Em uma cobrança de falta, por Jhon Cley, batida da direita, a bola viajou por cima da área e Luan subiu para testar: 2 x 0; Depois do gol, o Vasco gastou o tempo, pois o Bangu não apresentou-lhe nenhum perigo. Enfim, o torcedor vascaíno assistiu uma vitória com a marca dos dois zagueiros de área da Colina.
                                              CONFIRA A FICHA TÉCNICA
28.02.2015 (Sábado) - Vasco 2 x 0 Bangu, Taça Guanabara. Estádio: São Januário-RJ. Juiz:João Batista de Arruda-RJ. Público: 12.160 pagantes e 13.603 presentes.  Renda: R$ 260.815,00.  Gols: Rodrigo, aos 27 min do 1 tempo, e Luan, aos 23 min do 2 tempo. VASCO: Martín Silva; Madson, Luan, Rodrigo e Christiano; Serginho, Julio dos Santos, Bernardo e Marcinho (Jhon Cley); Rafael Silva (Yago) e Gilberto. Técnico: Doriva. BANGU: Márcio; Iago Soares, Rafael Sales, Luís Felipe e Guilherme; Ives, Magno, Raphael Augusto e Almir; Matheus Pimenta (Victor) e Bruno Luiz (Igor Alves). Técnico: Mário Marques

CALENDÁRIO DA COLINA - FEVEREIRO, 28

O Vasco bateu de mais e de menos na data 28 de fevereiro. Fast Clube-AM, América-RJ, Friburguense, Fluminense e Santos foram as vítimas. Contra este último, em 1999, o Vasco começou a decidir  o título do Torneio Rio-São Paulo,  que a  “Tuma da  Colina” já havia papado, em 1958 e em 1966, neste último ano dividido com o próprio "Peixe", além de Botafogo e Corinthians, por falta de datas para um triangular decisivo, já que a então Confederação Brasileira de Desportos precisava iniciar os treinos do time canarinho que iria à Copa do Mundo de 1966, na Inglaterra.  Diante do Flu, em um sábado, no Maracanã, o jogo foi amistoso, com Zandonaide marcando os dois tentos para o time então dirigido por Zagallo. Vamos ver o que aconteceu:

VASCO 6 X 0 FAST - Este "pancadaço" sobre o time manauara é o maior placar vascaíno na data. Rolou em 2007, em uma quarta-feira, em São Januário, pela Copa do Brasil. Os amazonenses tentaram se segurar no primeiro tempo, mas foram foi buscar a bola no filó aos 43 minutos, quando o baixinho Romário se invocou.  Na volta do intervalo, porém, não teve jeito. Wagner Diniz, aos 14; Leandro Amaral, aos 21; Romário, de novo, aos 31; Leandro Amaral, aos 35, e Renato, aos 37 minutos, completaram o serviço apitado por Rogério Pereira da Costa-MG e conferido por 836 testemunhas. Renato “Gaúcho” Portaluppi era o treinador vascaíno e estas a sua turma: Cássio; Wagner Diniz (André Dias), Dudar, Fábio Braz e Diego (Macelinho); Amaral, Roberto Lopes, Conca e Morais (Renato); Leandro Amaral e Romário.
 
 VASCO 3 x 1 SANTOS rolou em um domingo, no Maracanã, com apito de Paulo César Oliveira-SP, trilado apara 94.500 almas, qu viram Mauro Galvão abrir o placar, aos 15 minutos do primeiro tempo – no segundo, Juninho Pernambucano, aos 20, e Zezinho, aos 26 acabaram de enfiar o arpão no "Peixe", por determinação do “Delegado”  Antônio Lopes. A turma da isca foi: Carlos Germano; Zé Maria, Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Nasa, Paulo Miranda (Alex), Juninho e Ramon (Alex); Donizete e Luizão.

VASCO 3 X 1 AMÉRICA, em 1982, teve mais gente, em um domingo de Maracanã festivo: 47.164 pagantes. O zagueiro Rondinelli, aos 28, e Dudu, aos 31 minutos do primeiro tempo, começaram a tocar fogo no "Diabo". Aos 27 do segundo, Roberto acabou de dinamitar a fera rubra. Antônio Lopes continuava no comando do time, que endiabrou-se por causa de: Mazaropi; Rosemiro, Rondinelli, Ivan e Pedrinho; Dudu (Da Costa), Marquinho e Serginho; Wilsinho, Cláudio Adão e Roberto Dinamite.

VASCO 3 X 0 FRIBURGUENSE, em 1988, o 28 de fevereiro caiu, também, em um domingo. E o Vasco foi para o Estádio Eduardo Guinle, valendo pela Taça Guanabara. Sob  o testemunho de 7.296 torcedores, que sentavam-se se levantavam-se das arquibancadas sempre que  Aloísio Viug autorizava novas saídas de jogo -  Romário, aos 26 e aos 43 minutos do primeiro tempo, e aos 44 da etapa final, patrocinou o "mexa-se" da galera. 
Por aquela época, o comandante da rapaziada era Sebastião Lazaroni, que ouriçou esta moçada: Acácio; Cocada, Célio Silva, Fernando e Lira; Zé do Carmo, Geovani e Dirceu; Vivinho (Mauricinho), Romário e Bismarck (Josenilton).  Quatro anos depois, o Friburguense voltou a apanhar do Vasco, mas, por apenas 1 x 0, em São Januário, pela sétima rodada da Taça GB, com Souza comparecendo à caçapa.

                                                         29 DE FEVEREIRO - TRIBISSEXTO

O Vasco rolou a bola em três ocasiões bissextas: 1948/1984/2012. O clube já usou todas datas do calendário, exceto a 24 de dezembro, desde 21 de agosto de agosto de 1898. Confira  os três jogos  "bissextões":  

VASCO 1 X 0 EMELEC foi em um domingo, pelo Campeonato Sul-Americano de Clubes Campeões, no Chile.  Com público de 38.500 presentes e gol de Ismael,  depois de venceremos equatorianos, duas rodadas depois, a rapaziada conquistaria o título, o primeiro de um clube brasileiro no exterior. Barbosa, Augusto e Rafangnelli; Ely, Danilo e Jorge;  Djalma, Maneca (Dimas), Friaça, Lelé (Ismael) e Chico (Nestor) foi a rapaziada escalada pelo treinador  Flávio Costa para bater a equipe do Equador.
OBS: este jogo aparece em várias publicações como tendo sido disputado no dia 28 de fevereiro, mas o tempo chuvoso e falta de luz natural levaram-no para o dia seguinte. O problema acarretou, ainda, a mudança de outros compromissos vascaínos. Assim, Vasco x River Plate, que seria em 3 de março, ficou para o dia 7, e Vasco x Colo-Colo, marcado para esta data, passou para 14 de março.

VASCO 1 X 2 FORTALEZA -  A noite da quarta-feira 29 de fevereiro de 1984 tinha o "Almirante" no Estádio Castelão, na capital do Ceará. Jogou pela primeira fase do Campeonato Brasileiro, assistida por 22.074 torcedores, que pagaram Cr$ 16 milhões,798 mil e 600 antigos cruzeiros (moeda da época) e ouviram o apito do pernambucano Laerte Marquezini. Todos os gol saíram no primeiro tempo: Tangerina, aos 25; Luisinho, aos 29, e o vascaíno Marquinho, aos 44 minutos.
Alecsandro deixou o dele, abrindo o placar
O Vasco , treinado por Eduardo Antunes Coimbra, o Eduzinho, formou com: Roberto Costa; Edevaldo, Daniel González, Nenê e Aírton; Pires, Geovani e Arthurzinho; Jussiê, Roberto Dinamite e Marquinho. Perlo lado anfitrião o técnico Caiçara escalou: Sérgio Monte; Caetano, Pedro Basílio, Tadeu e Luisinho; Serginho, Vágner e Betinho; Valdir, Tangerina, Evilásio.

VASCO 2 X 2 BONSUCESSO - Passados 28 anos, treinada por Cristóvão Borges, treinador vice-campeão brasileiro-2011, a patota da Colina recebeu a visita do adversário rubro-anil durante a noite de 29 de fevereiro de 2012, valendo pela primeira rodada da Taça Rio. A bola rolou a partir das 19h30 deste 29 de fevereiro de 2012, em São Januário, neste terceiro jogo bissexto da rapaziada.
O Vasco chegou a abrir dois gols de frente, por intermédio de Alecsandro, aos dois minutos do primeiro tempo, e de Felipe, aos 13 do segundo. Mas bobeou no jogo assistido por 909 pagantes, que rendeu R$ 23.310,00 e foi apitado por Eduardo Cordeiro Guimarães-RJ. O Vasco "bissextou" com: Fernando Prass; Fagner, Renato Silva, Rodolfo e Thiago Feltri; Fellipe Bastos (Nílton), Eduardo Costa e Felipe (Diego Souza); Carlos Tenório (Juninho Pernambucano). Wiliam Barbio e Alecsandro. Desde 21 de agosto de 1898, quando foi fundado, o Club de Regatas Vasco da Gama usou todas as datas do calendário, exceto a de 24 de dezembro. Confira os três "bissextões
OBS: No primeiro tempo o Vasco usou a camisa preta e no segundo a branca. (fotos reproduzidas de http://www.crvascodagama.com.br/) Agradecimentos.  

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - FEVEREIRO, 27

O 27 de fevereiro tem sido, para o Vasco, aquilo que todo time deseja: só vitórias. Goleada, por 5 x 0, sobre o Sergipe, amistosamente, em 1992, e jogo durom 3 x 2, contra outro sergipano, o Itabaiana, pela  Copa do Brasil der 2008. O calendário registra, também vitórias sobre outros dois clubes nordestinos: Ferroviário, do Ceará, o “Ferrim”, por 3 x 1, em 1983, e o pernambucano Santa Cruz, também, “duro de matar”, em 2002, por  1 x 0, o mesmo aplacar da vitória de 1964, sobre o Cruzeiro. E o mais importante: duas pancadas sobre o Fluminense (2 x 0, em 1977, e 2 x 1, em 2005), e uma pra cima do Flamengo (3 x 1, em 1994).

VASCO 3 X 1 FLAMENGO, em 27 de fevereiro de 1994, em um domingo, valeu pela quinta rodada do Estadual-RJ, com público espetacular: 107.999 presentes ao Maracanã, escutando o apito de Aloísio Viug. 
O ex-meia vascaíno Jair Pereira era o treinador e os gols foram marcados por Valdir ‘Bigode’, aos 12 minutos do primeiro tempo e aos 33 do segundo, aprontou. Da mesma forma que, Yan, aos  32 da etapa inicial. A rapaziada foi: Carlos Germano: Pimentel, Alexandre Torres, Ricardo Rocha e Sidnei; Leandro Ávila, Luisinho (Hernande), Yan (William) e França; Valdir e Dener, que foi expulso de campo

VASCO 2 X 0 FLUMINENSE, em 27 de fevereiro de 1977, foi um amistoso dominical, no Maracanã. Naquela tarde de verão escaldante, o detalhe ficou por conta do público pagante: 22.202. Tudo no dois – menos a renda: Cr$ 563.865,00.
O espanhol Segundo Bello Blanco apitou e os gols vascaínos foram marcados por Orlando, aos 27 minutos do primeiro tempo, e Luís Fumanchu, aos 7 do segundo, cobrando pênalti. Orlando  Fantoni era o treinador e o time aaateve: Mazaropi; Orlando 'Lelé', Abel, Geraldo e Luís Augusto; Zé Mário e Zanata; Luis Fumanchu, Ramon (William), Dirceu e João Paulo (Wilson).

VASCO 2 X 1 FLUMINENSE, em 27 de fevereiro de 2005, no mesmo “Maraca”, valeu pela segunda rodada Campeonato Estadual, com público dobrado: 45.892 pagantes e total de 54.214 presentes. A renda foi de R$ 310.952,00 e o apito de Edílson Soares da Silva (RJ).
O clássico rolou em um domingo e os tentos cruzmaltinos foram marcados por Aelxc Dias, aos 8 minutos do primeiro tempo, e Romário, aos 3 do segundo. Joel Santana era o treinador e o time foi: Cássio; Thiago Maciel, Fabiano, Daniel e Ricardinho; Ygor (Rubens), Gomes, Allan Delon (Rafael Nascimento) e Robson Luís;Aelx Dias e Romário (Marco Brito).
NORDESTIANOS -  Quando a “Turma Cruzcristense” – usa na faixa diagonal a cruz da Ordem de Cristo, que foi usada, também, pela Ordem de Malta –  se deparar com times nordestinos, nos 27, “sai da frente; sai de baixo; salta de banda” com o povo fala, com o apoio do escritor Antônio Cândido de Carvalho, para quem a língua tem que ser como a galera sapeca, e, não, como os gramáticos normatizam.
Em se tratando bokla, de perigos cruzcristenses ou cruazmaltinos – tá tudo em casa, segundo a História –, pergunte a Sergipe, Ferroviário-CE e Itabaiana se eles gostaram do que viram! Agora, nós é quem vamos ver. Desça de parágrafo, ”xi faz favoire”, como dizem os nossss amigos lusitanos.

 VASCO 5 X 0 SERGIPE  foi no Estádio João Hora Filho, em Aracaju, em uma quinta-feira. Um mês e um dia depois de estear no time principal vascaíno, Edmundo marcava o seu primeiro gol. Era  27 de fevereiro de 1992, no amistoso em que o Vasco goleou o Sergipe, amistosamente, no estádio Lourival Batista, em Aracaju.
O ‘Animal” foi à rede aos 23 minutos do primeiro tempo, quando Bebeto, aos 14 e aos 21 minutos, já havia passado por lá – Luisinho, aos 32, ainda da etapa inicial, e Júnior, fechando as cortinas, aos 45 da segunda etapa, completaram a balaiada.
Sidrack Marinho dos Santos (SE) apitou e o Vasco, escalado por Nelsinh Rosa, foi: Régis; Luis Carlos Winck (Dedé), Alexandre Torres (Tinho), Jorge Luís e Eduardo; Luisinho, Flávio e Bismarck (Júnior); Edmundo, Bebeto (Roberto Dinamite) e William. 

VASCO 3 x 0 FERROVIÁRIO, em 27 de fevereiro de 1983,  valia pela primeira frase do Campeonato Brasileiro.  Era uma tarde de domingo e a “Turma da Colina” fez um forró em cima do “Ferrim”. Até ali, nada demais. Afinal, a rapaziada já havia mandado 4 x 0 nos tricolores cearenses em 1960, amistosamente. Além disso, do total de cinco tertúlias entre eles, os cruzmaltinos botaram pra dançar em quatro e empataram só a primeira, em 1955.
O esquisito mesmo foi o público anunciado, de 50.090 almas. Exagero! A não ser que teve gente em cima das marquises do estádio, do telhado, e afins.
Muito bem! Bola rolando?  Elói, aos 45 minutos do primeiro tempo, e aos 27 do segundo, além de Pedrinho, aos 34, também da fase derradeira, sacudiram a sanfona nas redes do “Forroviário”. O ”Delega” Antônio Lopes aprumou o xaxado de sua patota, que tinha no salão: Acácio; Galvão, Chagas, Celso e Pedrinho; Dudu (Paulo César), Serginho e Eloi; Jussiê, Roberto Dinamite e Almir (Marquinho).  Antônio de Pádua Sales apitou e a grana atingiu Cr$ 5.567.500,00.

VASCODATA: 27.02.1964 – Vasco 1 x 0 Cruzeiro-MG; 27.02.1977 - Vasco 2 x 0 Fluminense; 27.02.1983 – Vasco 3 x 1 Feroviário-CE; 27.02.1985 – Vasco 1 x 0 Guarani de Campinas-SP; 27.02.1992 – Vasco 5 x 0 Sergipe; 27.02 – 1994 – Vasco 3 x 1 Flamengo; 27.02.2002 – Vasco 2 x 1 Santa Cruz-PE; 27.02.2005 - Vasco 2 x 1 Fluminense; 27.02.2008 – Vasco 3 x 2 Itabaiana-SE.

 

A CRUZ DOS CAVALEIROS DE CRISTO

Lembra-se do poster do time vascaíno “SuperSuperCampeão” carioca de 1958? Daquela cruz na faixa? É da Ordem de Cristo, uma das três condecorações que chegaram ao Brasil – as de Santiago e de São Bento de Avis foram as outras duas –, provenientes das ordens de cavalaria surgidas na Palestina e na península ibérica, entre os séculos 11 e 12. O Vasco, então, usou o símbolo da mais antiga condecoração brasileira, vigorante por todo o nosso período monárquico e abolida pela república.
A Ordem de Cristo foi uma tentativa do rei português Don Dinis, de reviver em suas conquistas marítimas, as glórias templárias nas lutas contra os mouros da época das cruzadas. Para isso, o Papa João 22 assinou, em Avinhão, uma bula autorizatória, em 14 de março de 1319.  oincidentemente, o 14 é uma data de grandes vitórias do Club de Regatas Vasco da Gama, como veremos ao final deste texto.
Pois bem! Na faixa diagonal da camisa vascaína você vê uma cruz vermelha, aberta em branco. Confere? Esta mesma cruz cunhou as o anverso das moedas e as armas do Brasil imperial. Na medalha condecorativa, em Portugal, a fita era vermelha, como fora a Ordem dos Templários, enquanto, por aqui, adicionou-se um bordo azul.
Reformada, em Portugal, por Don Pedro, em 1356, a Ordem Militar de Cristo foi confirmada no Brasil em 1627, secularizada pelo decreto Nº 321, de 9 de setembro de 1843. Nos 9 de setembro, saiba, também, o que o Vasco fez. Lá no final, combinado? Depois, vieram aos decretos regulativos – 4.144, de 5 abril de 1868, e 4.203, de 13 de junho do mesmo ano.
Até Portugal e Ordem de Cristo se juntarem, no século 14, muitas aventuras rolaram. Por exemplo, em 1682, na França, os intrépidos Duque de Grammont, o marquês de Rizan, o conde de Vallarda e o cavaleiro Tilladet se uniram a outros fidalgos, entre eles o duque de Vermandois, para restaurarem a Ordem dos Templários, com Cristo na jogada. No entanto, quando o rei Luis 14 soube do que acontecia em seu terreiro, mandou aplicar uma surra em Vermandois e baniu de sua corte todos os demais ousados da pretensa Ordem de Cristo dos Templários. Mas não adiantou.
Em 1715, o regente da França, o duque de Orleans (Luís 15 era de menor) entrou no jogo da revivência templária. Fazendo de contas ter uma Ordem de Cristo na França, enviou dois representantes a Lisboa, para negociar uma tabelinha com a ordem revivida por Don Dinis. Só que Portugal agora era reinado por Don João quinto, que não topou a parada e mandou sumirem com os emissários do duque, um dos quais escapou.
A Ordem de Cristo da França teve de arrumar um nome esquisito, para manter-se como sociedade secreta, até 1789. Mas a revolução francesa já estava lá na esquina esperando pão ela. Exatamente


 

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

CALENDÁRIAO DA COLIN A - FEVEREIRO, 26

A data de 26 de fevereiro é “tri” para os cruzmaltinos; 3 x 0 Goytacaz-RJ; 3 x 1 Madureira e 3 x 1 Uberlândia. Trilegal!
Vasco 3 x  1  Uberlândia foi um amistoso dominical, em 1978,  na casa do convidante, o Parque do Sabiá, no Triângulo Mineiro. Tudo “tri”.  Paulinho (2) e Roberto Dinamite balançaram as redes, com o Vasco, treinado por Orlando Fantoni, jogando com: Mazaropi; Gaúcho, Marcelo, Geraldo e Marco Antônio; Zé Mário, Paulo Roberto e Guina; Capitão, Roberto Dinamite e Paulinho.
Vasco 3 x 1 Madureira  rolou pela 10ª rodada da primeira fase do Estadual-RJ-2003, no estádio da Rua conselheiro Galvão, na tarde de uma quarta-feira. Marcelinho Carioca, aos 29, e Edinho, aos 35 minutos, balançaram o filó, no primeiro tempo. Petkovic, aos 16 da fase final, fechou a escritura. Antônio Lopes era o treinador e o time foi: Fábio; Wellington Monteiro, Alex, Wellington Paulo e Edinho (Claudemir); Bruno Lazaroni, Henrique (Rodrigo Souto)e Petkovic; Marcelinho Carioca, Valdir e Sousa (Cadu).
  DUNGA CRUZMALTINO - Carlos Caetano Bledorn Verri, o volante Dunga vestiu a camisa cruzmaltina, pela primeira vez, em 26 de fevereiro de 1987, diante do Goytacaz, de Campos-RJ. Na estreia, já foi advertido com o cartão amarelo – o único do time – e não atuou por todo o jogo, sendo substituído por Mazinho.
Repetidor do gesto, de 1958, do zagueiro vascaíno Bellini, na Copa do Mundo da Suécia, Dunga ergueu a "taça do mundo”, em 1994, como o capitão da Seleção Brasileira do Mundial dos Estados Unidos. Pela “Turma da Colina” fez 17 jogos e um gol.
Na estreia, Dunga viu o lateral-esquerdo Lira, aos 25, e  Vivinho, aos 42 minutos do primeiro tempo, e  Romário, aos 10 do segundo, balançando o filó. O jogo rolou em São Januário, valendo pelo Campeonato Estadual do Rio de Janeiro, teve apito de Aluísio Viug e  público de 1.499 pagantes. Quem comandava a rapaziada era o ex-zagueiro da Cruz de Cristo, Joel Santana, que escalou: Acácio; Milton Mendes, Moroni, Donato e Lira; Dunga (Mazinho), Geovani e Vivinho; Mauricinho, Romário e Zé Sérgio (William).
Obs: sobre a vitória contra o “Goyta” você vai ler na matéria de baixo. Combinado?
DESFILES BANGU -  A data 26 e fevereiro marca, também, a vitória, por 1 x 0, sobre o Bangu, em 1966, pelo  Torneio Rio-São Paulo, em um sábado, no Maracanã. O ex-vascaíno Roberto Pinto, contra as próprias redes, marcou o gol do jogo apitado por José Aldo Pereira, que teve 13.964 pagantes. O Vasco era dirigido por “Seu Zezé Moreira”, que escalou: Pedro Paulo; Joel, Brito, Fontana e Oldair,  Maranhão e Lorico; Luisinho, Danilo Menezes, Célio e Zezinho.  
Vasco e Bangu se encontraram em cinco ocasiões, pelo Torneio Rio-São Paulo. Foi um desfile, isto é, um passeio vascaínos, com goleadas por 5 x 0 e 5 x 1. Confira: 28.05.1933 0 – Vasco 2 x 1; 27.08.1933 – Vasco 3 x 0; 11.03.1951 – Vasco 4 x 3; 06.02.1952 – Vasco 3 x 3 Bangu; 10.05.1953 – Vasco 5 x 0; 03.05.1964 -  Vasco 1 x 2 Bangu; 26.02.1966 – Vasco 1 x 0; 07.04.2002 – Vasco 5 x 1 Bangu.   
 

 

CORREIO DA COLINA - ADEMIR

"Quando foi e contra quem rolou a estreia de Ademir Menezes no time cruzmaltino?" Paulo Leão Batista, de Ceilândia-DF
 Grande Ademir. O seu xará estreou enfrentando o América, em 22 de março de 1942, no campo do Botafogo, na Rua General Severiano. No dia, estava em disputa o “Troféu da Paz”, e o Vasco o conquistou, com 2 x 1 na conta. Foi quando os duelos entre os dois times passaram a ser chamados de “Clássico da Paz”'. O primeiro tme do “Queixada” na Colina tinha: Barbosa, Augusto, Rafagnelli, Laerte, Eli do Amparo, Danilo, Jorge, Alfredo, Ipojucan, Maneca, Friaça, Lelé, Tesourinha, Dejair, Chico, Heleno de Freitas e Jair Rosa Pinto, entre outros.
No final de 1955, Ademir decidi encarrar a carreira, mas o Vasco não concordava. Mesmo assim, ele deixou São Januário e voltou para onde começou, o Sport Recife, para reverter-se ao amadorismo. Jogou algumas partidas, em 1956, e despediu-se dos gamados perdendo do Bahia, por 2 x 0. Depois, tornou-se cronistas esportivo e comentarista de rádio, no Rio de Janeiro.
Os títulos da carreira de Ademir com a camisa cruzmaltina: 1945- campeão carioca invicto; 1948 - campeão sul-americano de campeões; 1949 -campeão carioca invicto e artilheiro do campeonato; 1950 - bicmpeão carioca e artilheiro do campeonato; 1952 - campeão carioca pelo Vasco da Gama
bicampeão juvenil pernambucano (1937/38) e - tricampeão pernambucano (1943/44), Ademir estreou na Seleção Brasileira em 1945, vencendo a Colômbia, por 3 x 0. Seu último jogo pela equipe foi em 1953, vencendo o Uruguai, por 1 x 0. Foram 41 partidas, com 30 vitórias, 5 empates e 6 derrotas. Além dele, com 9 gols, em 1950, o Brasil só teve um outro artilheiro em uma Copa do Mundo, Ronaldo Fenômeno, em 2002.
Em 1956, o espanhol Real Madrid eras considrado o time mais forte do mundo. Em 18 de julho daquele ano, em uma quarta-feira, o Vasco empatou com ele, por 2 x 2, no Estádio Olímpico, de Caracas, na Venezuela, pela Pequena Copa do Mundo. Sabará abriu o placar, aos 56 minutos. Real empatou, aos 61 e desempatou, aos 70. Astolfi reempatou, aos 71. Martim Francisco era o treinador e o time foi: Carlos Alberto, Dario, Bellini e Coronel; Laerte e Orlando; Sabara, Livinho (Pinga), Vavá, Walter e Djair (Artoffi). O Real Madrid era: Alonso, Atienza, Marquitos e Lesmes; Muñoz e Zárraga; Joselito, Marsal, Di Stéfano, Rial e Gento. O árbitro fo o venezuelano Benito Jackson.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - FAVEREIRO,25

O 25 de fevereiro marca mais uma grande vitória vascaína rumo ao primeiro título de um clube brasileiro no exterior: 4 x 0 sobre o peruano Municipal, pelo Sul-Americano de Clubes Campeões, em 1948, no Chile. Friaça (2), Ismael e Lelé marcaram os gols. Antes, o Vasco havia mandado 2 x 1 no boliviano El Litoral e 4 x 1 no uruguaio Nacional.
 Vasco 4 x 0 Municiçal rolou em uma quarta-feira, assistido por 29.452 espectadores e com o técnico Flávio Costa mandando a campo: Barbosa (Barcheta), Wilson e Rafagnelli; Ely, Danilo e Jorge; Djalma, Friaça, Maneca (Dimas), Lelé (Ismael) e Chico.
Na mesma data há uma goleada, por 5 x 1, sobre o mexicano Necaxa. Foi em 1954, amistosamente, com Alvinho (2), Ademir Menezes, Sabará e Djair balançando as redes. O time mandou ver com: Ernâni, Mirim (Alfredo-II) e Bellini; Fernando Fantoni, Danilo e Jorge; Sabará, Maneca, Alvinho (Vavá), Ademir Menezes e Djayr.
 Mas teve um time mais castigado nos 25 do "fevera": o América, de Três Rios-RJ, que levou uma balaiada por 6 x 0, em 1993.
SACODE -   Os 6 x 0 sobre o América de Três Rios foram testemunhado por 1.029 pagantes, numa quinta-feira, em São Januário, valendo pelo Campeonato da Série A do Rio de Janeiro e apitado por Aloísio Viug.
Valdir Bigode (2), Bismarck (2), Carlos Alberto Dias e Alexandre Torres mexeram no placar. Treinado por Joel Santana, o time mandou ver com: Carlos Germano; Cláudio Gomes (Tinho), Jorge Luiz, Alexandre Torres e Cássio; Luisinho, Leandro Ávila (Sidney), William e Carlos Alberto Dias; Bismarck e Valdir.
Outro que se dobrou à força vascaína nos 25 de fevereiro foi o Madureira, em 2004, por 2 x 1. 

HISTORI&LENDAS CRUZMALTINAS

1 - O Vasco disputou 31 pegas contra os “cucarachas”  pela Copa Mercosul. Foi campeão na última disputa, em 2001, respondeu vencendo 45% dos compromissos, ou 14 duelos. Houve, ainda oito empates (26%) e nove escorregadas (29%).  As batalhas, que incluíram, também, adversários brasileiros. Confira:
17.10.2001 – Vasco 3 x 2 x Cerro Porteño-PAR; 25.09.2001 – 2 x 2 Boca Juniros-ARG; 13.09..2001– 2 x 1 Universidad Católica-CHI; 21.08.2001 – 1 x 2 Cerro Porteño; 29.07.2001– 2 x 2 Boca Juniors; 24.07.2001 – 1 x 2 Universidad Católica; 20.123.2000 – 4 x 3 Palmeiras-SP; 12.12.2000 – 0 x 1 Palmeiras; 06.12.2000 – 2 x 0 Palmeiras; 30.11.2000 – 1 x 0 River Plate-ARG; 22.11.2000 – 4 x 1 River Plate; 08.11.2000– 0 x 1 Rosário Central-ARG (Vsc 5 x 4 nos pênaltis); 31.10.2000 – 1 x 0 Rosário Central; 17.10.2000 – 2 x 0 Atlético-MG; 28.09.2000 – 2 x 0 San Lorenzo-ARG; 07.09.2000 – 1 x 1 Peñarol-URU; 31.08.2000 – 0 x 2 Atlético-MG; 24.08.2000 – 3 x 0 San Lorenzo; 01.08.2000 – 3 x 4 Peñarol; 05.10.1999 – 5 x 1 Cerro Porteño; 07.09.1999 – a0 x 3 Nacional-URU; 31.08.1999 – 1 x 1 Peñarol; 24.08.1999 – 1 x 1 Cerro Porteño; 03.08.1999 – 1 x 0 Nacional; 29.07.1999 – 1 x 2 Peñarol; 14.10.1998 – 1 x a0 Universidad Católica; 29.09.1998 – 0 x 1 Grêmio-RS; 16.09.1998 – 0 x 0 River Plate; 03.09.1998 – 1 x 1 River Plate; 18.08.1998 – 1 x 0 Grêmio-RS.
2 - Vasco x Londrina se repetiu só em cinco datas. Foram duas vitórias e dois empates cruzmaltinos, marcando 13 gols, média de 2,60 por jogo. Confira a estatística: 07.09.1960 - Vasco 4 x 2 (amistoso); 11.12.1976 - Vasco 1 x 1 Londrina (amistoso); 20.11.1977 - Vasco 2 x 2 Londrina (Brasileiro); 19.02.1978 - Vasco 0 x 2 Londrina (Brasileiro); 12.02.1981 - Vasco 6 x 1 Londrina (Brasileiro).

4 - Ao final de 1969, a advogada carioca Maria das Dores Pereira de Silva, com 63 anos de idade, tornava-se, em um templo de São Paulo, a primeira monge budista brasileira. Não se conhecia uma outra na América Latina. O corte simbólico de seus cabelos foi feito pelo ”Venerável Superior da Ordem Soto-Zen”, Ryohan-Shingu. Maria das Dores dedicava-se há mais de 40 anos ao budismo.. O budismo é uma a religião/filosofia baseadas nos ensinamentos de Siddharta Gautama, o Buda, que desenvolveu a sua ideologia peloa continente indiano, entre os séculos quatro a seis, antes do surgimento de Jesus Cristo. Ao Tibet, o budismo chegou no século cinco.
O Vasco da Gama jamais jogou no Tibet, se é que algum time já o fez, mas na Índia teve três apresentações, todas contra a seleção indiana, durante visita seis dias: 0 x 0, em 10.09.1993; 3 x 0, em 12.09.1993, e 1 x 0, em 14.09.1993.


5 - Em 1972, o governo do general-presidente Garrastazu Medici, o antepenúltimo do ciclo militar – iniciado em 1964 e que durou 21 anos, encerrado por Ernesto Geisel e João Figueiredo – mandou contar a população do país. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística-IBGE, éramos 96 milhões 817 mil, 770 habitantes destas “terras brasilis”. Em 1972, o Vasco tinha a segunda maior torcida do Rio de Janeiro e a terceira do Brasil, atrás só de Flamengo e Corinthians. Ultimamente, pelos poucos títulos conquistados, nacionalmente, foi ultrapassado pelo São Paulo. É o que diz uma pesquisa realizada, recentemente, pela “Pluria Cconsultoria”, conjuntamente com a “Stochos Sports & Entertainment”.


6 - Em 1972, o presidente Medici visitou os Estados Unidos. Em dezembro, general Alfredo Souto Malan, chefe do estado-maior do exército que garantia o poder dos militares no governo, discursou dizendo que a abertura política poderia marcar toda a perspectiva para o ano vindouro. Ele conclamou os civis a “voltarem a assumir responsabilidade e deveres na vida nacional”. Muito antes de o general-presidente Medici visitar os Estados Unidos, o time do Vasco já o havia visitado. Fora lá mandar duas goleadas: 09.06.1957 – 6 x 2 Hakoah e 27.05.1990– 5 x 0 Combinado Costas Oeste-EUA.
7 – Chegava ao Brasil, em 1972, a TV a cores, adotando o sistema Phase Alternation Line, o chamado PAL-M. Os humoristas das páginas esportivas dos jornais diziam que o time do Vasco usava o sistema“Pal-Puro”. E não mentiam. Como bastiam as zagas formadas por Miguel e Moisés. ou por Renê e Moisés!

8 – Em 1972, comemorava-se os 50 anos da realização da “Semana de Arte Moderna”. Em sua homenagem, promovia-se a II Bienal do Livro. Está no livrinho: enquanto rolava, em São Paulo, o movimento cultural, de 13 a 18 de fevereiro de 1932, o time vascaíno não tinha compromissos. Só a partir de 16 de março, quando mandou 4 x 2 no uruguaio Wanderers, amistosamente., Naquele ano, o Vasco foi o ganhador do Torneio Inicio do Campeonato Carioca. E totalizou 33 jogos na temporada, com 15 vitórias, oito empates e 10 escorregadas

 

 
 

 

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - FEFVEREIRO, 24

Da primeira vez que visitou São Januário, o paraguaio Libertad mandou 3 x 1, sem a menor cerimônia. Mas o Vasco devolveu a insolência, em dobro. No 24 de fevereiro de 1946, em novo amistoso na Colina, o goleou, por impiedosos 6 x 1. 
O "sacode" aconteceu em um domingo,  com Isaías (4 gols) e Santo Cristo (2) fazendo a festa. O time era dirigido pelo uruguaio Ondino Vieira e jogou com: Barbosa, Rubens e Sampaio; Ely, Alfredo II e Dino; Djalma, João Pinto (Lelé), Santoa Cristo, Isaías e Elgen (Friaça).

TRICOLADA -Os Fluminenses, também, sofreram com os vascaínos nos 24 de fevereiro. O original levou 4 x 2, em 1996, e o xará, de Nova Friburgo, apanhou mais feio, por 4 x 0.
Vasco 4 x 2 Fluminense, em 1996, foi em um sábado, pela sexta rodada da Taça Cidade Maravilhosa, competição em turno único, com jogo no Estádio Caio Martins, em Niteroi. Léo Feldman apitou, o povão gastante chegou a 2.406 e Alcir Portella era o comandante da "Turma da Colina", que apresentou-se com: Caetano; Pimentel, Zé Carlos, Tinho e Bill; Leandro Ávila, Juninho Pernambucano, Luisinho (Nélson) e Válber; Serginho e Nílson (Bruno Carvalho.
Na marcha da contagem, Nilson abriu a porteira, aos dois minutos; Válber aumentou, aos 6; Pimentel triplicou, aos 16 minutos do primeiro tempo, e Zé Carlos fechou a conta, aos 22 da etapa final.

VASCO 4 x 0 FLUMINENSE/NF foi no 24 de fevereiro de 1979, também em um sábado, mas valendo pelo primeiro turno do Campeonato Estadual Especial. Rolo rolado na Colina.
O Vasco só encarou o Flu de Nova Friburgo por três ocasiões. Bateu nas três: 24.02. 1979 - 4 x 0;  01.04.1979 - 3 x 0; 11.07.1979 - 5 x 0. Portanto, um cartel 100%, com 12 bolas no bagaço e média de 4 tentos por jogo. Vale ressaltar que o segundo jogo foi, também, pelo Estadual Especial, e o terceiro pelo Estadual-RJ, já com as federações da antiga Guanabara e do Estado do Rio já fundidas em uma só .
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RICOLOR PAULISTA - Um outro time que apanhou da "Turma da Colina" nos 24 de fevereiro foi o São Paulo: 3 x 1, em uma quarta-feira, no Morumbi, a casa do adversário, pelo Torneio Rio-São Paulo. Daquela vez, até Odvan, o "zagueiro-zagueiro" compareceu ao filó, aos 7 minutos do primeiro tempo – Vágner, aos 32, e Guilherme, aos 35 da etapa final, fizeram os outros gols.
Cláudio Vinicius Cerdeira apitou, Antônio Lopes era o treinador cruzmaltino e seu time foi: Carlos Germano; Zé Maria, Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Nasa, Paulo Miranda, Juninho Pernambucano (Vágner), e Ramón; Donizete (Zezinho) e Luizão (Guilherme).

  

HISTORI&LENDAS CRUZMALTINAS

1 - O Vasco já enfrentou o Rio Negro, de Manaus-AM, por 12 vezes. Venceu cinco (41.67%) e empatou seis (50%), marcando 22 gols, com 1.83 de média por partida. Confira data e placar de cada refrega contra os amazônicos:  23.06.1968 - amistoso - Vasco 4 x 1; 12.10.1971 - amistoso - Vasco 2 x 0; 30.09.1973 - Campeonato Brasileiro - Vasco 0 x 0 Rio Negro; 27.05.1976 - amistoso - Vasco 1 x 1 Rio Negro; 12.06.1983 - amistoso - Vasco 1 x 1 Rio Negro; 27.06.1984 - amistoso - Vasco 2 x 3; 09.07.1987 - amistoso - Vasco 0 x 0 Rio Negro; 20.07.1988 - amistoso - Vasco 3 x 2; 19.07.1989 - Copa do Brasil - Vasco 1 x 1 Rio Negro; 22.07.1989 - Copa do Brasil - Vasco 2 x 1; 09.02.1991 - Copa do Brasil - Vasco 1 x 1 Rio Negro; 21.02.1991 - Copa do Brasil - Vasco 5 x 0.  

2 - O Vasco tem três confrontos registrados diante do paraguaio Libertade, e sai deles com 67% de aproveitamento, marcando 10 gols, à média de 3,33 por jogo. Confira a estatística: 16.02.1938 - Vasco 1 x 3 Libertad, em São Januário; 24.02.1946 - Vasco 6 X 1 Libertad, em São Januário; 02.07.1967- Vasco 3 X 0 Libertad, no Maracanã.

3 - O Peñarol é um tradicional freguês continental da “Turma da Colina”. Em 17 jogos, os cruzmaltinos venceram nove (52,94%), marcando 31 gols, à média de 1,82 por partida. Confira a estatística desse que é um dos maiores clássico sul-americano: 04.02.1947 - Copa Atlântico – Vasco 0 x 0 Peñarol; 08.04.1951 - amistoso  - Vasco 3 x 0; 22.04.1951 – amistoso – Vasco 2 x 0; 16.01.1958 - amistoso – Vasco 3 x 1; 09.04.1963 -Torneio de Santiago do Chile – Vasco 3 x 2; 04.03.1967 - amistoso – Vasco 2 x 1; 03.09.1967 -Troféu Ramón de Carranza – Vasco 1 x 3; 20.02. 1982 - Torneio de Verão do Uruguai – Vasco 1 x 0; 15.02.1983 - Torneio Bicentenário. Simon Bolívar – Vasco 1 x 2; 20.06.1997 - Supercopa da Libertadores – Vasco 3 x 1; 11.07.1997 - Supercopa da Libertadores – Vasco 1 x 1 Peñarol; 29.07.1999 - Copa Mercosul - Vasco1 x 2; 31.08.1999 - Copa Mercosul - Vasco1 x 1 Peñarol; 01.08. 2000 - Copa Mercosul – Vasco 3 x 4; 07.09. 2000 - Copa Mercosul - Vasco1 x 1 Peñarol; 05.04.2001 - Taça Libertadores – Vasco 2 x 1; 02.05.2001 - Taça Libertadores – Vasco 3 x 1.

4 - O maior artilheiro da história do Club de Regatas Vasco da Gama, Roberto Dinamite (702 gols, em 1.100 jogos), considera este o mais bonito. Ele aplica um "chapéu" no zagueiro botafoguense Osmar Guarnelli, no clássico de 9 de maio de 1976, pela Taça Guanabara, quando a "Turma da Colina" venceu, por 2 x 1, de virada, após vantagem do rival, por toda a primeira etapa. Roberto fez os dois tentos vascaínos, aos 18 e aos 44. O time do dia, dirigido por Paulo Emílio, teve: Mazaropi; Gaúcho, Abel Braga, Renê e Marco Antônio; Zé Mario, Zanata e Luiz Carlos Lemos; Luís Fumanchu, Roberto e Dé "Aranha".

 5 - Em 17 de abril de 2013, o Vasco negociou o seu então maior ídolo da torcida, o zagueiro Dedé. Cedeu, ao mineiro Cruzeiro, 45% dos seus direitos sobre o atleta, por R$ 14 milhões, recebendo, por empréstimo o meia Alisson, até o final do ano. Dedé era chamado pela galera cruzmaltina de "Mito". Passou quatro anos na Colina e levou com ele o título de campeão da Copa do Brasil de 2011. No entanto, não foi o mais caro dos atletas que saíram de São Januário. Era o segundo. A ponta ainda é de Romário, levado pelo holandês PSV Eindhoven, em 1988, por R$ 39,8 milhões. O terceiro da lista é Edmundo, negociado, com o Palmeiras, por R$ 8,4 milhões, em 1993. Roberto Dinamite é o quarto. Em 1979, custou R$ 5,9 milhões ao espanhol Barcelona – todos os preços foram atualizados.

6 -  O Vasco já encarou "um time" de times capixabas: 11. Confira, nos abaixo os vários duelos:
24.04.1948 – Vasco 2 x 1 Santo Antônio; 25.04.1948 – 3 x 1 Rio Branco; 27.11.1949 – 4 x 2 Vitória;29.05.1950 – 2 x 0 Cachoeiro; 28.06.1950 – 6 x 1 Estrela do Norte; 01.07.1950 –9 x 1 Estrela do Norte; 02.07.1950 – 2 x 1 Cachoeiro; 10.05.1954 – 10 X 0 Colatinense; 11.05.1954 – 1 x 0 Santo Antônio; 06.10.1954 – 2 x 1 Vitória; 15.11.1955 – 2 x 0 Santo Antônio; 27.04.1958 – 2 x 1 Rio Branco; 21.06.1964 – 2 x 0 Rio Branco; 21.06.1965 – Vasco 1 x 1 Rio Branco; 06.02.1968 – Vasco 1 x 0 Rio Branco; 27.06.1982 – 3 x 0 Estrela do Norte; 03.05.1970 – 2 x 0 Desportiva Ferroviária; 24.03.1970 1 x 0 Rio Branco; 18.06.1972 – 3 x 1 Desportiva Ferroviária; 05.09.1973 – 2 x 0 Desportiva Ferroviária; 13.03.1974 – 0 x 0 Desportiva Ferroviária; 19.11.1974 - 2 x 0 Santo Antônio; 01.05.1975 – 2 x 1 Santo Antônio; 30.11.1975 – Vasco 0 x 0 Rio Banco; 29.01.1976 – Vasco 0 x 0 Rio Branco; 01.02.1976 – 1 x 1 Desportiva Ferroviária; 24.03.1976 – 1 x 0 Desportiva Ferroviária; 04.12.1976 – Vasco 0 x 0 Rio Branco; 14.10.1978 – Vasco 0 x 0 Vitória; 28.01.1979 – 2 x 0 Desportiva Ferroviária; 04.02.1981 – 4 x 1 Colatina; 07.05.1981 – 2 x 0 Rio Branco; 25.04.1981 - 8 x 4 Vitória; 10.05.1981– 2 x 0 Colatina; 07.10.1981 – 2 x 0 Rio Branco; 06.07.1983 – 1 x 1 Desportiva Ferroviária; 18.08.1985 – 6 x 0 Nova Venécia; 28.08.1985 – 2 x 1 Santos de Barra do São Francisco; 06.12.1985 – 5 x 1 Nova Venécia; 08.12.1985 – 7 x 0 São Mateus; 01.05.1986 - 8 x 2 Rio Branco; 21.09.1976 – 0 x 1 Rio Branco; 29.10.1986 – 1 x 2 Rio Branco; 26.11.1986 – Vasco 1 x 1 Rio Branco; 19.04.1992– 2 x 0 Desportiva Ferroviária; 30.06.2000 – 2 x 0 Rio Branco. 

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - FEVEREIRO, 23

Destaque na data: goleada, por 6 x 1, sobre o Comercial, de Campo Grande-MS, na estreia vascaína, na Colina, na Copa do Brasil-2011. Fellipe Bastos, aos 2; Marcel, aos 16 (pênalti), e aos 24, e Jéferson, aos 45 minutos do primeiro tempo; Éder Luís, aos 15, e Rômulo, aos 21 minutos do segundo tempo, marcaram os gols. O árbitro foi Antônio Denival de Moraes (PR) e o time teve: Fernando Prass; Fagner, Dedé, Anderson Martins e Ramon (Márcio Careca); Rômulo (Eduardo Costa), Fellipe Bastos, Felipe (Bernardo) e Jéferson; Marcel e Éder Luís. Técnico: Ricardo Gomes.
No segundo destaque dos 23 de fevereiro, o terreiro era o do "Galo" e o Vasco o fez ciscar pra trás. Mandou-lhe 4 x 0 na crista, pela primeira fase do Campeonato Brasileiro de 1992, no Mineirão, em Belo Horizonte, na presença de 15.145 pagantes. José Mocelim-RS apitou a pugna, que teve os gols da rapaziada marcados por Bismarck, aos 13 minutos do primeiro temo; Bebeto, aos 2, e Edmundo, aos 10 e aos 37 da etapa final. Nelsinho Rosa era o comandante da patota, que era: Régis; Luís Carlos Winck, Jorge Luís, Alexandre Torres e Eduardo; Luisinho, Geovani e William; Edmundo, Bebeto e Bismarck.
Quatro anos antes, em 23 de fevereiro de 1986, a pauleira foi pra cima do Mesquita, pela segunda rodada da Taça Guanabara, o primeiro turno do Campeonato Estadual do Rio de Janeiro: 3 x 0, em um domingo, em São Januário. Roberto Dinamite, aos 17 e aos 34 minutos do primeiro tempo, e Gersinho, aos 37 do segundo, explodiram o visitante, a mando do "Delegado" Antônio Lopes, o treinador da rapaziada. Apitado por Aluísio Felisberto de Carvalho, o encontro foi prestigiado por 9.471 pagantes. O Vasco do dia foi: Acácio; Paulo Roberto, Donato, Moroni e Lira; Vitor, Mazinho e Gersinho: Mauricinho, Roberto Dinamite e Romário.
MAURO MIL - Em 23 de fevereiro, pelo Torneio Rio-São Paulo-2000, o zagueiro Mauro Galvão atingiu a marca de mil jogos. Foi na partida em que o Vasco venceu o São Paulo, por 2 x 1, com dois gols de Romário, aos 8  minutos do primeiro tempo e aos 41 do segundo, em uma quarta-feira, em São Januário, perante 7.750 pagantes. O jogo valeu pelas semifinais da competição e  foi apitado por Romildo Corrêa (SP). Para atingir a marca, o capitão vascaíno havia atuado, antes, por Internacional-RS, Bangu, Botafogo e Seleção Brasileira.  O seu time do "Jogo1000" foi:  Helton; Jorginho (Maricá), Odvan, Mauro Galvão e Gilberto;  Válber, Felipe (Alex Oliveira), Amaral e Paulo Miranda (Rogério); Viola e Romário. Técnico: Antônio Lopes.

VASCO DAS CAPAS E CONTRACAPAS

A "Turma da Colina" é a contracapa da edição Nº 277 de "A Gazeta Esportiva Ilustrada" que circulou na primeira quinzena de maio de 1965. Era o Ano XII da publicação paulista que se intitulava de "a maior revista esportiva do Brasil". Com sede na Avenida Cásper Líbero, Nº 88, atendendo aos leitores pelo telefone 32-5151, na ocasião, era dirigida por José Carlos Nelli, secretariada por Orlando Duarte. Uma assinatura anual custava Cr$ 3 mil e 300 cruzeiros e o preço de capa Cr$ 200 cruzeiros. Como se disputava o Torneio Rio-São Paulo, o Time da Colina foi o homenageado da semana.
Entre as páginas e 7, a cobertura de Gilberto Renato Rodrigues dizia que o segundo turno da então maior disputa do país "está polarizndo as atençõs da plateia futebolística brasileira" e apresentava fichas técnicas das 16 partidas realizadas até ali. Nelas aparecem Vasco 1 x 1 Fluminense; Vasco 2 x 3 Palmeiras; Vasco 1 x 0 Flamengo e Vasco 1 x 4 São Paulo. O time cruzmaltino que aparece na foto tem Levis, Joel, Brito, Maranhão, Fontana e Barbosinha (em pé, da esquerda para a direita); Joãozinho, Lorico, Célio, Mário Tilico e Zezinho (agachados, na mesma ordem).

O VASCO PELOS VASCAÍNOS

                  Em nova fase, Vasco começa vencendo o Fluminense
                                                            Carlos Fehlberg (*)
Se no final do primeiro tempo o Vasco saiu de campo questionando a arbitragem, que não marcou um pênalti do goleiro do Fluminense, Diego Cavalieri, o outro pênalti, o que foi marcado, no final, fez justiça à melhor equipe em campo. A penalidade sobre Luan, ainda mais nítida que a primeira, levou a equipe cruzmaltina ao triunfo. Nessa etapa complementar, a superioridade foi flagrante. Uma atuação que dissipou dúvidas e mostrou o resultado do trabalho que vem sendo desenvolvido. Agora o Vasco está no G4 do campeonato estadual e seguirá com mais confiança, podendo crescer ainda mais. A vitória veio na hora certa, depois que o erro de arbitragem do jogo anterior parecia complicar a trajetória do time.
Doriva venceu ao primeiro clássico carioca que disputou. E gostou do time 
Doriva acertou em cheio, desde a escalação inicial com Julio dos Santos e Gilberto, que não devem mais sair da equipe. Aos poucos o trabalho e a nova equipe vão deixando o vascaíno mais confiante. A própria decisão do técnico em deixar Thalles no banco, e colocá-lo em campo nos minutos finais, mostra sua determinação. Afinal, Thales era o mais badalado por sua presença na equipe brasileira sub-20 e por ter tido boas atuações no ano passado. Mas o treinador não titubeou. Tanto quanto a vitória de ontem, o Vasco demonstrou que o trabalho implantado e as ações da nova direção estão acertadas. Faltava essa vitória para dar mais tranquilidade à enorme torcida vascaína e mostrar que o clube está ingressando em uma nova fase.
Jogo e elenco - A gestão Eurico Miranda jogou forte. Com a contratação do técnico e dos jogadores necessários, a equipe foi remontada e o banco fortalecido, mas faltava uma vitória em clássico para mobilizar a torcida vascaína. Ela compareceu, vibrou e deverá acompanhar de perto o clube, agora, em suas novas jornadas. O clima necessário está criado, a equipe é outra e é combativa. Temos, além dos 11 titulares, muitos outros capazes de figurar num banco de qualidade. A vitória de ontem foi convincente, importante, e pode ser um marco. Com o 1x0 sobre o Fluminense está deflagrada para valer a nova etapa cruzmaltina no Campeonato Carioca.
Nova era - Até agora e, principalmente ontem, o novo treinador do Vasco mostrou competência. Tendo que armar uma nova equipe, ainda que dependente de boas contratações, suas decisões começam a mostrar acerto. E, contra o Fluminense, com a  estratégia desenvolvida e contando, agora, com um elenco fortalecido de jogadores que buscam sua afirmação, os resultados aparecem. Não se pode dizer que está tudo definido, mas o Vasco já conta com um grupo de bons jogadores. O grande desafio de Doriva será definir qual será a equipe titular, tantas são as peças existentes. Ele tem  a vantagem de contar com alternativas que poderão ser taticamente importantes para  mudar o jogo. Ontem esse caminho ficou muito evidente.  Ao contrário do que se diz, o Vasco não fez contratações demais. Na realidade está começando uma nova era em São Januário.  Afinal existe melhor dilema do que esse? A boa disputa por posições é válida e salutar. Algo que contraria o que aconteceu nos últimos anos. É só lembrar que Douglas e Kleber jogavam sempre sem merecer... E Bernardo e Montoya, agora, despontavam como titulares absolutos nos jogos da nova fase, mas foi com a ausência deles que o Vasco obteve sua melhor e mais afirmativa vitória contra um dos grandes do Rio. Essa disputa é salutar e quem ganha são o clube e o torcedor.
(*) – Carlos Fehlberg é jornalista. Foi, durante anos, diretor de Zero Hora e do Diário Catarinense. E é vascaíno desde os bons tempos do Expresso da Vitória.

 

 

 

 

 

 

domingo, 22 de fevereiro de 2015

VASCO DA GAMA 1 X 0 FLUMINENSE

No primeiro clássico carioca da temporada, hoje, não teve juiz para atrapalhar. O Vasco venceu o venceu o Fluminense, por  1z x 0 , no Engenhão, e mantém a "freguesia" contra o rival. Com o gol marcado pelo zagueiro Luan, a "Turma da Colina" volta ao G-4, com 14 pontos, na terceira colocação.
E rolou a bola, Aos 37 minutos, o goleiro tricolor empurrou Rafael Silva, sem motivo na frente do árbitro, que nada marcou. A partida esquentou. Aos 38 minutos, Gilberto recebeu bola na área, passou por Diego Cavalieri, e foi derrubado na área, mas a arbitragem interpretou o lance como simulação, e aplicou o cartão amarelo no jogador vascaíno. E, no 0ox0, terminou a primeira etapa.
O Vasco começou o segundo tempo incomodando. Apostando na bola parada, seu maior trunfo, assustou nos primeiros minutos. Marcinho cobrou falta para a área, e Rafael Silva cabeceou sem direção para o gol. Novamente de falta, aos seis minutos, foi a vez de Rodrigo quase abrir o placar para os vascaínos. Em cobrança, o zagueiro colocou a bola  no travessão. Aos 16 minutos, Marcinho levantou bola na na área. Gilberto  desviou e Julio dos Santos cabeceou para bater na travem novamente
Buscando apostar na velocidade, o técnico Doriva promoveu mudanças na equipe, colocando a garotada para jogar: Yago, Jhon Cley e Thalles. As mudanças surtiram efeito e o Vasco começou a pressionar mais ainda no jogo, anulando o Fluminense. Aos 34 minutos, Victor Oliveira cometeu pênalti, sobre Luan, em lance de escanteio, sobre de Jhon Cley. Na cobrança, o zagueiro não desperdiçou e bateu muito bem, marcando o gol da vitória do Vasco e o segundo do zagueiro pela equipe profissional. Agora, que venha o Bangu no próximo sábado (28/02), às 16h, em São Januário.
Em foto de www.crvascodagama.com.br, Luan e Rodrigo comemoram
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22.02.2015 (domingo) - Vasco 1 x 0 Fluminense. Taça Ganabara. Estádio: Engenhão. Juiz: Luis Antonio Silva dos Santos. Renda:  Público: 7.338 pagantes e 8.658 presentes. Gol: Luan aos 35 min do 2º tempo. VASCO: Martín Silva; Rodrigo, Luan e Christiano; Serginho, Guiñazu, Julio dos Santos e Marcinho (Jhon Cley); Rafael Silva (Yago) e Gilberto (Thalles). Técnico: Doriva. Fluminense: Diego Cavalieri; Wellington Silva (Rafinha), Henrique, Victor Oliveira e Giovanni; Edson, Jean, Vinicius, Marlone (Kenedy) e Lucas Gomes (Gérson); Fred. Técnico: Cristóvão Borges.

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - CLAUDIA


A pintura de Solange, que expõe na feira da torre de TV de Brasília, mostra a bela Cláudia Regina Rocha, baiana, de Angical. As irmãs  chamam por "Kau", esta doçura, muito meiga. Também, uma pessoa inteligentíssima, que escolheu a área da pedagogia para atuar. Depois de residir por um bom tempo em Barreiras-BA, no momento, ela vive na capital do país. Uma bela mulher!  
Solange's painting, which exposes the fair Brasilia TV Tower, shows the beautiful Claudia Regina Rock, Bahia, of Angical. "Kau" as the sisters call it, is a person of sweetness. It is very sweet and calm. Also, a very intelligent person, who chose the area of pedagogy to act. After residing for a long time in Barreiras-BA at the moment, she lives in the capital. | A beautiful woman!

CALENDÁRIO DA COLINA - FEVEFEIRO, 22

"A Turma da Colina" encara até quem vier armado com peixeira. E fura o bucho do desafeto. Caso do Botafogo, da Paraíba. Em um pega pra capar, pela Copa do Brasil-2006, a rapaziada rasgou 7 x 0 no filó. Os paraibanos poderiam "botar fogo" lá na terra deles. Na Colina, não! Por ali, naquele 22 de fevereiro, apenas 1.231 almas testemunharam a lambança.
 Romário, aos 17; Éder, aos 22, e Morais, aos 29 minutos do primeiro tempo, foi começo do "xaxado". No segundo temo, Romário voltou a botar a moçada pra dançar, aos 29 e aos 33, para Valdiram fechar a sacola, aos 35 e aos 37 minutos.
Phillipe Lombard-SP apitou aquele pancadão e o técnico Renato Gaúcho escalou: Roberto; Claudemir, Jorge Luiz, Éder e Diego (Thyago); Ygor, Abedi (Ricardinho), Ramón (Ernane) e Morais; Valdiram e Romário.
Mas nem só o Botafogo da Paraíba sofreu no bico das chuteiras cruzmaltinas nos 22 de fevereiro. O amazonense Nacional, de Manaus, afogou-se em uma goleada, amistosamente, por 4 x 1, em 1953, enquanto o América Mineiro caiu, por 3 x 1, em 1967, no amistoso disputado em uma quarta-feira, no Maracanã. Sobrou, também, 1 x 0, diante do Vitória, da Bahia, em  1959. E para os flamenguistas, em 2012.


Diego Souza, o homem da virada
BLOCO DA RAPINA - A noite da quarta-feira de cinzas do 22 de fevereiro de 2012 foi de espumas, para o Vasco. De virada, venceu o Flamengo, por 2 x 1, sofrendo gol com dois minutos de jogo. Além do vira-vira que o levou ao final da Taça Guanabara, encerrou a conversa rubro-negra de que não vencia o "Urubu" desde 22 de março de 2009. Foi tudo  pro espaço.
Com aquela virada, a rapaziada atingia oito jogos invictos na Taça GB: 2 x 0 Americano; 3 x 1 Duque de Caxias; 3 x 1 Bangu; 2 x 0 Friburguense; 2 x 1 Fluminense; 3 x 0 Volta Redonda: 1 x 0 Boavista e 2 x 1 Flamengo.
O gol que marcou o rumo da vitóra saiu 14 minutos. Juninho Pernambucano bateu forte, de fora da área. O goleiro rubro-negro rebateu e Alecssandro chegou mandando a bola para o seu canto esquerdo. O tento da vitória aconteceu  no segundo tempo. Aos 32 minutos, Kim cruzou pelota na área, procurando a cabeçada de Fagner. O camisa 1 flamenguista deu novo rebote, agora para a cabeça de Diego Souza, que botou na rede. Era o "Tima da Virada" em ação.
Treinado por Cristóvão Borges, o Vasco que botou pra jambrar teve: Fernando Prass; Fagner, Rodolfo (Renato Silva), Dedé e Thiago Feltri; Nilton, Fellipe Bastos, Juninho Pernambucano (Felipe) e Willian Barbio (Kim); Diego Souza e Alecsandro. (Foto reproduzidas de http://www.crvascodagama.com.br/). Agradecimento.
 

sábado, 21 de fevereiro de 2015

A BELA FERA DO DIA - SANDRA

Incrível! Ela foi ao fundo do mar, pesando apenas levinhos 43 quilos, e fisgou um melro gigantesco, quase quatro vezes mais robusto 105 kg. Bailarina do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, a ferinha Sandra Diecken estava mergulhada, há cinco metros, quando deparou-se com o peixão. Inaginou tratar-se de um robalo, ou uma garoupa avantajados. Jamais vira um bicho tão gande, de tão perto. Se ela media 1m57cm, o danado tinha 17cm a mais. Era caçá-lo, ou voltar– ficou com a primeira opção.
Sandra atravessou o melro, com o seu arpão. Valente, o animal refugiou-se em uma toca a sete metros de profundidade. Atrás de uma pedra, onde estava, também, um lambaru (espécie de cação), de uns três metros. Barra pesadíssima. O lance final, então, ficou para o dia seguinte. Sandra mandou um tiro na cabeça do melro, e o animal foi içado pela sua patota, no Entrposto Cascardo, onde o fiscal aduaneiro Nilo Rodrigues lavrou uma espécie de ata. A partir de então, ela tornava-se recordista mundial de caça submarina.
O feito da moça que trocava, nas horas vagas, as sapatinhas do balé pelo tipo de fuzil mais forte para as pescas submarinas, foi publicado em uma edição de 500 mil exemplares da magazine “O Cruzeiro”,com fotos de João Martins, e pela única semanário esportiva brasileira, a Revista do Esporte”. Fera, feríssima, a caçadora de espetáculos!

CALENDARIO DA COLINA - FEVEREIRO, 21

Está no caderninho: em 21 de janeiro de 1945, o Vasco goleou o São Paulo Railway, por 9 x 1, amistosamente, em um domingo, em São Januário. Há quem pense se tratar do atual São Paulo Futebol Clube, em sua fase passada. Nada disso. O atual "Tricolor do Morumbi" é filho do chamado São Paulo da Floresta. Explicado?  Então, fica assim: 
 
1 - VASCO 9 X 1 SÃO PAULO RAILWAY foi o único jogo entre os dois. 2 - O Vasco encarou o São Paulo da Floreta entre 13 de maio de 1930 e 8 de agosto de 1934, em nove ocasiões, com cinco vitórias vascaínas (55,56%), um empate (11,11%) e 18 gols marcados. 3 - Com o atual São Paulo Futebol Clube, os duelos iniciaram-se em 4 de junho de 1940, e já são 96, com 34 vitórias cariocas (35,42%), três a mais do que o rival. Vale ressaltara que o outro São Paulo que aparece nas estatísticas vascaínas é gaúcho, da cidade de Rio Grande. Já foram registrados quatro amistosos com ele, entre 24 der abril de 1940 e 29 de junho de 1977, com três vitórias da rapaziada da Rua General Almério de Moura e um empate.
 
VASCO 3 X 0 SÃO CRISTÓVÃO - Quando baixa o santo no terreiro da Colina, é demais. Por exemplo?  No 21 de fevereiro de 1979, a moçada mandou o "Santo"e rezar três “eu pecador” e zero ave marias”. No confessionário do Maracanã, em uma quarta-feira, pelo primeiro turno do Campeonato Estadual Especial. A castigo divino teve 9.575 fiéis presentes, o “dízimo” de Cr$ 353.145,00 e o apito de  Arnaldo César Coelho.  Washington Oliveira, aos 21,  e Guina, aos 31minutos do primeiro tempo, além de Ramón, aos  35 do segundo, infernizaram, para estes infernais:  Leão; Orlando ‘Lelé”, Abel,  Geraldo e  Marco Antônio (Gaúcho), Helinho e Paulo Roberto; Guina, Wilsinho (Zé Mário), Ramón e Washington Oliveira.
 
VASCO 2 X 0 AMÉRICA-RJ -  Rolava a primeira fase do Estadual, a Taça Guanabara, em uma quarta-feira, quando  a "Turma da Colina" ralou os chifres do "Diabo".  O fogo daquela vitória foi aceso, no verdejante gramado  do Maracanã, esquentando 16.501 almas, que escutaram o apito de Sérgio Cristiano do Nascimento. Alcir Portella era o treinador e a sua patota que mando tudo pro inferno tinha: Acácio; Luis Carlos Winck (foto) , Marco Aurélio, Quiñonez e Mazinho; Andrade, William (Roberto Dinamite), Tita e Bismarck; Bebeto e Sorato (França). Detalhe infernal: quando o Diabo atenta, até um sujeito calmo, tranquilão, mórmon, como o Tita, terminou expulso de campo.
                                                          
VASC0 5 X 0 RIO NEGRO-AM - Nesta aí, a rapaziada escureceu o Rio Negro, deixando o time amazonense turvo, durante a noite daquele 21 de fevereiro, uma quinta-feira, quando desaguou na Colina. Caiu na rede do "Bacalhau" malvado.
O jogo valeu pela primeira fase da Copa do Brasil-1991 e o apito foi de Carlos Alberto Muniz Valente. Antônio Lopes (foto) era o treinador e, entre os seuss "pescadores", o pernambucano Zé do Carmo, que não era muito disso, foi às redes por duas vezes, aos 37 minutos do primeiro tempo e aos 29 do segundo – Sorato, aos 41 da etapa inicial;  tempo; Júnior, aos 3, e Luciano, aos 45 da fase final completaram a conta cobrada por: Acácio: Ayupe, Jorge Luís, Tosin e Eduardo; Luisinho Quintanilha, Roberson e William (Luciano). Sorato e Tiba (Júnior) 
 
 

Outras vitórias vascaínas na data foram: 21.02.1943 - Vasco 1 x 0 Santos; 21.02.1957 - Vasco 1 x 0 Grêmio-RS; 21.02.1968 – Vasco 2 x 1 Atlético-MG;  (Fotos de Antônio Lopes reproduzida do site do treinador). Agradecimento.

TRAGÉDIAS DA COLINA - MUITO HORROSHOW

1 - Em 2011, o Vasco teve o seu pior início de temporadas estaduais. Foram cinco escorregadas no tapete: 0 x 1 Resende; 2 x 3 Nova Iguaçu; 1 x 3 Boavista: 1 x 2 Flamengo e 0 x 0 Volta Redonda. Vitória só em 6 de fevereiro, na sexta rodada, com a estreia do técnico Ricardo Gomes: 3 x 0 Americano, em São Januário. Confira as outras temporadas abertas com pisadas no tamanco: 1984 – 1 x 2 Campo Grande; 0 x 4 Bangu e 0 x 1 Americano. 1964 – 1 x 2 América; 2 x 2 Campo Grande; 1 x 1 Bangu; 1 x 2 Portuguesa e 3 x 3 São Cristóvão; 1981 – 0 x 2 América; 3 x 3 Volta Redonda e 0 x 1 Flamengo; 1933 – 1 x 3 Fluminense; 3 x 3 Bonsucesso e 2 x 2 Bangu; 1942 – 0 x 0 América e 1 x 5 Madureira.
A partir de 1923, a rapaziada começou vencendo em: 1924, 1926, 1927, 1930, 1931, 1934, 1936, 1947, 1948, 1951, 1952, 1953, 1954, 1955, 1968, 1970, 1976, 1977, 1979, 1980, 1986, 1989, 1990, 1993, 1994, 1996, 1998, 1999, 2000, 2002, 2004, 2010 e 2013.



2 - O  Vasco deixou de ser pentacampeão do Torneio Municipal – ganhara em 1944/1945/1946/1947 – só por causa da irresponsabilidade, da sacanagem a dos cartolas do Bonsucesso. Estes escalaram um atleta irregular durante a partida em que empataram, por 0 x 0, com o Fluminense, presenteando os tricolores no "tapetão". Assim, após uma melhor de três, o Vasco ficou igual ao Flu em pontos (16), vitórias (6), empates (4) e gols marcados (25), perdendo o caneco no saldo de gols: 12 x 10, pois havia sofrido 15, contra 13 do concorrente.  
Foram estes os resultados da rapaziada na disputa: 02.05 – Vasco 4 x 3 Olaria; 06.05 – Vasco 0 x 0 Bonsucesso; 09.05 – Vasco 1 x 1 Fluminense; 23.05 – Vasco 3 x 1 Bangu; 30.05 – Vasco 2 x 1 Flamengo; 09.06 – Vasco 3 x 1 América; 13.06 – Vasco 2 x 2 Botafogo; 16.06 – Vasco 4 x 2 Canto do Rio;  20.06 – Vasco 3 x 3 São Cristóvão; 24.06 – Vasco 0 x 4 Fluminense; 27.06 -  Vasco 2 x 1 Fluminense; 30.06 – Vasco 0 x 1 Fluminense
 
3 - O Vasco pagou hotel, alimentação e passagens no trecho Rio de Janeiro-Porto Alegre, para jogar, de garça, contra o Grêmio, na noite de 21 de junho de 1989, no antigo Estádio Olímpico. Motivo: havia negociado, com o “Tricolor dos Pampas”, o passe do goleiro Emerson Leão, por Cr$ 7 milhões de cruzeiros (a moeda da época), recebendo, também, o passe do lateral-esquerdo Paulo César. Achando que o clube gaúcho teria dificuldades de pagamento, o Vasco partiu para aquela decisão maluca. Seus cartolas achavam que, sem cobrar nada por um amistoso, ajudariam  o comprador a arrumar a  grana. Fora do campo financeiro, o Vasco perdeu, por 1 x 0, com Baltazar, o “Artilheiro de Deus”, balançando o filó, e Leão fechando ao gol,  em sua estreia – no amistoso anterior, em 9 de março, o Vasco havia caído, por 1 x 2, no mesmo Olímpico. Muito prejuízo a um são tempo!   
Bem pior do que isso aconteceria em 1997. O Vasco negociou Edmundo, com a italiana Fiorentina, por US$ 9 milhões. Não esperou pela temporada seguinte, quando disputaria, contra o espanhol Real Madrid,a Toyota Cup, chamada de “Mundial Interclubes”, por reunir o campeão sul-americano e o europeu. Com o “Animal”, que havia sido o melhor jogador do planeta em 1997-  brasileiro não vencia premiação da FIFA, se não jogasse na Europa -, certamente, o resultado poderia não ter sido 1 x 2 para os merengues. Edmundo ajudou a "Viola" a terminar em terceiro lugar na Serie A da temporada italiana 1998/99, e  foi recomprado, pelo Vasco, em 1999, por US$ 15 milhões, na mais cara transferência até então feita por um clube brasileiro. Negócio de português
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