Vasco

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sábado, 28 de fevereiro de 2015

VASCO DA GAMA 2 X 0 BANGU

A vitória da tarde de hoje, em São Januário, valeu a liderança da Taça Guanabara. Agora, o Vasco soma 17 pontos, e só volta a jogar não domingo que vem, dia 8 der março, pegando pela frente o Bonsucesso.
O primeiro gol vascaíno sobre o banguenses saiu de uma cobrança de escanteio, pela direita, pro Bernardo. O zagueiro Rodrigo apareceu livre, para cabecear e abrir a conta: 1 x 0. Este foi o placar do primeiro tempo, quando os dois times enfrentaram o termômetro marcando 29 graus centígrados Por sorte, caiu uma chuva fina amenizadora da situação.
Na etapa final, o Vasco chegou ao segundo gol, novamente, por uma cabeçada de zagueiro. Em uma cobrança de falta, por Jhon Cley, batida da direita, a bola viajou por cima da área e Luan subiu para testar: 2 x 0; Depois do gol, o Vasco gastou o tempo, pois o Bangu não apresentou-lhe nenhum perigo. Enfim, o torcedor vascaíno assistiu uma vitória com a marca dos dois zagueiros de área da Colina.
                                              CONFIRA A FICHA TÉCNICA
28.02.2015 (Sábado) - Vasco 2 x 0 Bangu, Taça Guanabara. Estádio: São Januário-RJ. Juiz:João Batista de Arruda-RJ. Público: 12.160 pagantes e 13.603 presentes.  Renda: R$ 260.815,00.  Gols: Rodrigo, aos 27 min do 1 tempo, e Luan, aos 23 min do 2 tempo. VASCO: Martín Silva; Madson, Luan, Rodrigo e Christiano; Serginho, Julio dos Santos, Bernardo e Marcinho (Jhon Cley); Rafael Silva (Yago) e Gilberto. Técnico: Doriva. BANGU: Márcio; Iago Soares, Rafael Sales, Luís Felipe e Guilherme; Ives, Magno, Raphael Augusto e Almir; Matheus Pimenta (Victor) e Bruno Luiz (Igor Alves). Técnico: Mário Marques

CALENDÁRIO DA COLINA - FEVEREIRO, 28

 



                                                         29 DE FEVEREIRO - TRIBISSEXTO

O Vasco rolou a bola em três ocasiões bissextas: 1948/1984/2012. O clube já usou todas datas do calendário, exceto a 24 de dezembro, desde 21 de agosto de agosto de 1898. Confira  os três jogos  "bissextões":  

VASCO 1 X 0 EMELEC foi em um domingo, pelo Campeonato Sul-Americano de Clubes Campeões, no Chile.  Com público de 38.500 presentes e gol de Ismael,  depois de venceremos equatorianos, duas rodadas depois, a rapaziada conquistaria o título, o primeiro de um clube brasileiro no exterior. Barbosa, Augusto e Rafangnelli; Ely, Danilo e Jorge;  Djalma, Maneca (Dimas), Friaça, Lelé (Ismael) e Chico (Nestor) foi a rapaziada escalada pelo treinador  Flávio Costa para bater a equipe do Equador.
OBS: este jogo aparece em várias publicações como tendo sido disputado no dia 28 de fevereiro, mas o tempo chuvoso e falta de luz natural levaram-no para o dia seguinte. O problema acarretou, ainda, a mudança de outros compromissos vascaínos. Assim, Vasco x River Plate, que seria em 3 de março, ficou para o dia 7, e Vasco x Colo-Colo, marcado para esta data, passou para 14 de março.

VASCO 1 X 2 FORTALEZA -  A noite da quarta-feira 29 de fevereiro de 1984 tinha o "Almirante" no Estádio Castelão, na capital do Ceará. Jogou pela primeira fase do Campeonato Brasileiro, assistida por 22.074 torcedores, que pagaram Cr$ 16 milhões,798 mil e 600 antigos cruzeiros (moeda da época) e ouviram o apito do pernambucano Laerte Marquezini. Todos os gol saíram no primeiro tempo: Tangerina, aos 25; Luisinho, aos 29, e o vascaíno Marquinho, aos 44 minutos.
Alecsandro deixou o dele, abrindo o placar
O Vasco , treinado por Eduardo Antunes Coimbra, o Eduzinho, formou com: Roberto Costa; Edevaldo, Daniel González, Nenê e Aírton; Pires, Geovani e Arthurzinho; Jussiê, Roberto Dinamite e Marquinho. Perlo lado anfitrião o técnico Caiçara escalou: Sérgio Monte; Caetano, Pedro Basílio, Tadeu e Luisinho; Serginho, Vágner e Betinho; Valdir, Tangerina, Evilásio.

VASCO 2 X 2 BONSUCESSO - Passados 28 anos, treinada por Cristóvão Borges, treinador vice-campeão brasileiro-2011, a patota da Colina recebeu a visita do adversário rubro-anil durante a noite de 29 de fevereiro de 2012, valendo pela primeira rodada da Taça Rio. A bola rolou a partir das 19h30 deste 29 de fevereiro de 2012, em São Januário, neste terceiro jogo bissexto da rapaziada.
O Vasco chegou a abrir dois gols de frente, por intermédio de Alecsandro, aos dois minutos do primeiro tempo, e de Felipe, aos 13 do segundo. Mas bobeou no jogo assistido por 909 pagantes, que rendeu R$ 23.310,00 e foi apitado por Eduardo Cordeiro Guimarães-RJ. O Vasco "bissextou" com: Fernando Prass; Fagner, Renato Silva, Rodolfo e Thiago Feltri; Fellipe Bastos (Nílton), Eduardo Costa e Felipe (Diego Souza); Carlos Tenório (Juninho Pernambucano). Wiliam Barbio e Alecsandro. Desde 21 de agosto de 1898, quando foi fundado, o Club de Regatas Vasco da Gama usou todas as datas do calendário, exceto a de 24 de dezembro. Confira os três "bissextões
OBS: No primeiro tempo o Vasco usou a camisa preta e no segundo a branca. (fotos reproduzidas de http://www.crvascodagama.com.br/) Agradecimentos.







               
O 25 de fevereiro marca mais uma grande vitória vascaína rumo ao primeiro título de um clube brasileiro no exterior: 4 x 0 sobre o peruano Municipal, pelo Sul-Americano de Clubes Campeões, em 1948, no Chile. Friaça (2), Ismael e Lelé marcaram os gols. Antes, o Vasco havia mandado 2 x 1 no boliviano El Litoral e 4 x 1 no uruguaio Nacional.
 Vasco 4 x 0 Municiçal rolou em uma quarta-feira, assistido por 29.452 espectadores e com o técnico Flávio Costa mandando a campo: Barbosa (Barcheta), Wilson e Rafagnelli; Ely, Danilo e Jorge; Djalma, Friaça, Maneca (Dimas), Lelé (Ismael) e Chico.
Na mesma data há uma goleada, por 5 x 1, sobre o mexicano Necaxa. Foi em 1954, amistosamente, com Alvinho (2), Ademir Menezes, Sabará e Djair balançando as redes. O time mandou ver com: Ernâni, Mirim (Alfredo-II) e Bellini; Fernando Fantoni, Danilo e Jorge; Sabará, Maneca, Alvinho (Vavá), Ademir Menezes e Djayr.




sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

A CRUZ DOS CAVALEIROS DE CRISTO

Lembra-se do poster do time vascaíno “SuperSuperCampeão” carioca de 1958? Daquela cruz na faixa? É da Ordem de Cristo, uma das três condecorações que chegaram ao Brasil – as de Santiago e de São Bento de Avis foram as outras duas –, provenientes das ordens de cavalaria surgidas na Palestina e na península ibérica, entre os séculos 11 e 12. O Vasco, então, usou o símbolo da mais antiga condecoração brasileira, vigorante por todo o nosso período monárquico e abolida pela república.
A Ordem de Cristo foi uma tentativa do rei português Don Dinis, de reviver em suas conquistas marítimas, as glórias templárias nas lutas contra os mouros da época das cruzadas. Para isso, o Papa João 22 assinou, em Avinhão, uma bula autorizatória, em 14 de março de 1319.  oincidentemente, o 14 é uma data de grandes vitórias do Club de Regatas Vasco da Gama, como veremos ao final deste texto.
Pois bem! Na faixa diagonal da camisa vascaína você vê uma cruz vermelha, aberta em branco. Confere? Esta mesma cruz cunhou as o anverso das moedas e as armas do Brasil imperial. Na medalha condecorativa, em Portugal, a fita era vermelha, como fora a Ordem dos Templários, enquanto, por aqui, adicionou-se um bordo azul.
Reformada, em Portugal, por Don Pedro, em 1356, a Ordem Militar de Cristo foi confirmada no Brasil em 1627, secularizada pelo decreto Nº 321, de 9 de setembro de 1843. Nos 9 de setembro, saiba, também, o que o Vasco fez. Lá no final, combinado? Depois, vieram aos decretos regulativos – 4.144, de 5 abril de 1868, e 4.203, de 13 de junho do mesmo ano.
Até Portugal e Ordem de Cristo se juntarem, no século 14, muitas aventuras rolaram. Por exemplo, em 1682, na França, os intrépidos Duque de Grammont, o marquês de Rizan, o conde de Vallarda e o cavaleiro Tilladet se uniram a outros fidalgos, entre eles o duque de Vermandois, para restaurarem a Ordem dos Templários, com Cristo na jogada. No entanto, quando o rei Luis 14 soube do que acontecia em seu terreiro, mandou aplicar uma surra em Vermandois e baniu de sua corte todos os demais ousados da pretensa Ordem de Cristo dos Templários. Mas não adiantou.
Em 1715, o regente da França, o duque de Orleans (Luís 15 era de menor) entrou no jogo da revivência templária. Fazendo de contas ter uma Ordem de Cristo na França, enviou dois representantes a Lisboa, para negociar uma tabelinha com a ordem revivida por Don Dinis. Só que Portugal agora era reinado por Don João quinto, que não topou a parada e mandou sumirem com os emissários do duque, um dos quais escapou.
A Ordem de Cristo da França teve de arrumar um nome esquisito, para manter-se como sociedade secreta, até 1789. Mas a revolução francesa já estava lá na esquina esperando pão ela. Exatamente


 

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

CASAMENTO VASCAÍNO - ROBERTO PINTO

Futuro presidente vascaíno, Manoel Joaquim Lopes (D) apadrinhou o noivo
Em um dos muitos dias de 1956,  o meia Roberto Pinto foi espiar as meninas do balé vascaíno. Bateu os olhos sobre Ise e, no ato, o seu coração entrou na dança. Na contradança, às 18 horas do dia 6 outubro de 1959, na matriz de São Januário-Santo Agostinho, trocaram alianças, na hora da Ave Maria.

 Roberto, que se segurava para não chorar, teve por padrinhos Manoel Lopes (benemérito e futuro presidente) e esposa, enquanto a chorona Ise convidou o comerciante Arnaldo Sivola (Rei das Flâmulas) e senhora. Um dos pares que acompanharam os nubentes ao altar era irmão do jogador, o garoto Ricardo, de 6 anos de idade, fazendo dupla com a menina Margareth – os outros pares foram Sirlei-Ivano e Cristina-Stélio.

Esta é uma noiva que nunca deu bolo no noivo
O vestido da noiva foi todo de renda branca, com forro na cor de rosa. Entre os presentes ao casório, elogiando a elegância da noiva, estiveram os companheiros de time Bellini, Écio, Laerte, Pacoti e Pinga, e os cartolas Albino Goulart e João Silva (futuro presidente), que não deram moleza ao noive: dois dias depois, ele teve de apresentar-se para o trabalho. A lua-de-mel, na mineira São Lourenço, ficaria para depois do Campeonato Carioca.
 As colegas de balé de Ilse lhe presentearam com um jogo de uísque. Mas nenhuma delas pode disputar o buquê da noiva, que foi oferecido, no dia seguinte, à Santa Rita de Cássia. No mais, a rapaziada só reclamou da ausência do tio famoso (do noivo) Jair Rosa Pinto. Mas este, que não fora liberado pelo Santos, enviou um telegrama de felicitações aos novos integrantes do time dos casados.  

 In one of the many days of 1956, the middle Roberto Pinto was the gossip girls cruzmaltino ballet. Hit eyes on Ise and his heart went into the dance. In quadrille, at 18 noon on 6 October 1959, in the matrix of San Gennaro, St. Augustine, exchanged rings in the hour of Ave Maria.
Ise, uma  noiva bonita e chorona 
 Bob, who held back tears, had the sponsors Manoel Joaquim Lopes (meritorious and future president) and wife while the crying Ise invited the merchant Arnaldo Sivola (King of streamers) and lady. A couple that acomapnharam the spouses to the altar was the brother of the player, the boy Ricardo, 6 years old, making double with Margaret girl - the other pairs were Sirlei Ivano-and-Cristina Stélio.The bride's dress was all white lace lined in pink. Among those present at the wedding, praising the elegance of the bride, were teammates Bellini, Écio, Laertes, Pacoti and Pinga, and top hats Albino Goulart and John Silva (future president), that did not cinch the groom has: two days later he had to report for work. The honeymoon honeymoon in mining São Lourenço, would stay after the Campeonato Carioca.

Écio disse presente ao casório do colega de meio-de-campo
 The Ilse ballet colleagues presented him with a whiskey game. But none of them can rival the bride's bouquet, which was offered the next day, the St. Rita. In all, the guys only complained about the absence of the famous uncle (groom) Jair Rosa Pinto. But this, which was not released by Santos, sent a congratulatory telegram to the new team of married members.

 

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

A BELA MUSA DO DIA - SANDRQA


Incrível! Ela foi ao fundo do mar, pesando apenas levinhos 43 quilos, e fisgou um melro gigantesco, quase quatro vezes mais robusto 105 kg. Bailarina do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, a ferinha Sandra Diecken estava mergulhada, há cinco metros, quando deparou-se com o peixão. Imaginou tratar-se de um robalo, ou uma garoupa avantajados. Jamais vira um bicho tão gande, de tão perto. Se ela media 1m57cm, o danado tinha 17cm a mais. Era caçá-lo, ou voltar– ficou com a primeira opção.
Sandra atravessou o melro, com o seu arpão. Valente, o animal refugiou-se em uma toca a sete metros de profundidade. Atrás de uma pedra, onde estava, também, um lambaru (espécie de cação), de uns três metros. Barra pesadíssima. O lance final, então, ficou para o dia seguinte. Sandra mandou um tiro na cabeça do melro, e o animal foi içado pela sua patota, no Entrposto Cascardo, onde o fiscal aduaneiro Nilo Rodrigues lavrou uma espécie de ata. A partir de então, ela tornava-se recordista mundial de caça submarina.
O feito da moça que trocava, nas horas vagas, as sapatinhas do balé pelo tipo de fuzil mais forte para as pescas submarinas, foi publicado em uma edição de 500 mil exemplares da magazine “O Cruzeiro”, com fotos de João Martins, e pela única semanário esportiva brasileira, a Revista do Esporte”. Fera, feríssima, a caçadora de espetáculos!

HISTORI&LENDAS CRUZMALTINAS

1 - O Vasco disputou 31 pegas contra os “cucarachas”  pela Copa Mercosul. Foi campeão na última disputa, em 2001, respondeu vencendo 45% dos compromissos, ou 14 duelos. Houve, ainda oito empates (26%) e nove escorregadas (29%).  As batalhas, que incluíram, também, adversários brasileiros. Confira:
17.10.2001 – Vasco 3 x 2 x Cerro Porteño-PAR; 25.09.2001 – 2 x 2 Boca Juniros-ARG; 13.09..2001– 2 x 1 Universidad Católica-CHI; 21.08.2001 – 1 x 2 Cerro Porteño; 29.07.2001– 2 x 2 Boca Juniors; 24.07.2001 – 1 x 2 Universidad Católica; 20.123.2000 – 4 x 3 Palmeiras-SP; 12.12.2000 – 0 x 1 Palmeiras; 06.12.2000 – 2 x 0 Palmeiras; 30.11.2000 – 1 x 0 River Plate-ARG; 22.11.2000 – 4 x 1 River Plate; 08.11.2000– 0 x 1 Rosário Central-ARG (Vsc 5 x 4 nos pênaltis); 31.10.2000 – 1 x 0 Rosário Central; 17.10.2000 – 2 x 0 Atlético-MG; 28.09.2000 – 2 x 0 San Lorenzo-ARG; 07.09.2000 – 1 x 1 Peñarol-URU; 31.08.2000 – 0 x 2 Atlético-MG; 24.08.2000 – 3 x 0 San Lorenzo; 01.08.2000 – 3 x 4 Peñarol; 05.10.1999 – 5 x 1 Cerro Porteño; 07.09.1999 – a0 x 3 Nacional-URU; 31.08.1999 – 1 x 1 Peñarol; 24.08.1999 – 1 x 1 Cerro Porteño; 03.08.1999 – 1 x 0 Nacional; 29.07.1999 – 1 x 2 Peñarol; 14.10.1998 – 1 x a0 Universidad Católica; 29.09.1998 – 0 x 1 Grêmio-RS; 16.09.1998 – 0 x 0 River Plate; 03.09.1998 – 1 x 1 River Plate; 18.08.1998 – 1 x 0 Grêmio-RS.
2 - Vasco x Londrina se repetiu só em cinco datas. Foram duas vitórias e dois empates cruzmaltinos, marcando 13 gols, média de 2,60 por jogo. Confira a estatística: 07.09.1960 - Vasco 4 x 2 (amistoso); 11.12.1976 - Vasco 1 x 1 Londrina (amistoso); 20.11.1977 - Vasco 2 x 2 Londrina (Brasileiro); 19.02.1978 - Vasco 0 x 2 Londrina (Brasileiro); 12.02.1981 - Vasco 6 x 1 Londrina (Brasileiro).

4 - Ao final de 1969, a advogada carioca Maria das Dores Pereira de Silva, com 63 anos de idade, tornava-se, em um templo de São Paulo, a primeira monge budista brasileira. Não se conhecia uma outra na América Latina. O corte simbólico de seus cabelos foi feito pelo ”Venerável Superior da Ordem Soto-Zen”, Ryohan-Shingu. Maria das Dores dedicava-se há mais de 40 anos ao budismo.. O budismo é uma a religião/filosofia baseadas nos ensinamentos de Siddharta Gautama, o Buda, que desenvolveu a sua ideologia peloa continente indiano, entre os séculos quatro a seis, antes do surgimento de Jesus Cristo. Ao Tibet, o budismo chegou no século cinco.
O Vasco da Gama jamais jogou no Tibet, se é que algum time já o fez, mas na Índia teve três apresentações, todas contra a seleção indiana, durante visita seis dias: 0 x 0, em 10.09.1993; 3 x 0, em 12.09.1993, e 1 x 0, em 14.09.1993.


5 - Em 1972, o governo do general-presidente Garrastazu Medici, o antepenúltimo do ciclo militar – iniciado em 1964 e que durou 21 anos, encerrado por Ernesto Geisel e João Figueiredo – mandou contar a população do país. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística-IBGE, éramos 96 milhões 817 mil, 770 habitantes destas “terras brasilis”. Em 1972, o Vasco tinha a segunda maior torcida do Rio de Janeiro e a terceira do Brasil, atrás só de Flamengo e Corinthians. Ultimamente, pelos poucos títulos conquistados, nacionalmente, foi ultrapassado pelo São Paulo. É o que diz uma pesquisa realizada, recentemente, pela “Pluria Cconsultoria”, conjuntamente com a “Stochos Sports & Entertainment”.


6 - Em 1972, o presidente Medici visitou os Estados Unidos. Em dezembro, general Alfredo Souto Malan, chefe do estado-maior do exército que garantia o poder dos militares no governo, discursou dizendo que a abertura política poderia marcar toda a perspectiva para o ano vindouro. Ele conclamou os civis a “voltarem a assumir responsabilidade e deveres na vida nacional”. Muito antes de o general-presidente Medici visitar os Estados Unidos, o time do Vasco já o havia visitado. Fora lá mandar duas goleadas: 09.06.1957 – 6 x 2 Hakoah e 27.05.1990– 5 x 0 Combinado Costas Oeste-EUA.
7 – Chegava ao Brasil, em 1972, a TV a cores, adotando o sistema Phase Alternation Line, o chamado PAL-M. Os humoristas das páginas esportivas dos jornais diziam que o time do Vasco usava o sistema“Pal-Puro”. E não mentiam. Como bastiam as zagas formadas por Miguel e Moisés. ou por Renê e Moisés!

8 – Em 1972, comemorava-se os 50 anos da realização da “Semana de Arte Moderna”. Em sua homenagem, promovia-se a II Bienal do Livro. Está no livrinho: enquanto rolava, em São Paulo, o movimento cultural, de 13 a 18 de fevereiro de 1932, o time vascaíno não tinha compromissos. Só a partir de 16 de março, quando mandou 4 x 2 no uruguaio Wanderers, amistosamente., Naquele ano, o Vasco foi o ganhador do Torneio Inicio do Campeonato Carioca. E totalizou 33 jogos na temporada, com 15 vitórias, oito empates e 10 escorregadas

 

 
 

 

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

HISTORI&LENDAS CRUZMALTINAS

1 - O Vasco já enfrentou o Rio Negro, de Manaus-AM, por 12 vezes. Venceu cinco (41.67%) e empatou seis (50%), marcando 22 gols, com 1.83 de média por partida. Confira data e placar de cada refrega contra os amazônicos:  23.06.1968 - amistoso - Vasco 4 x 1; 12.10.1971 - amistoso - Vasco 2 x 0; 30.09.1973 - Campeonato Brasileiro - Vasco 0 x 0 Rio Negro; 27.05.1976 - amistoso - Vasco 1 x 1 Rio Negro; 12.06.1983 - amistoso - Vasco 1 x 1 Rio Negro; 27.06.1984 - amistoso - Vasco 2 x 3; 09.07.1987 - amistoso - Vasco 0 x 0 Rio Negro; 20.07.1988 - amistoso - Vasco 3 x 2; 19.07.1989 - Copa do Brasil - Vasco 1 x 1 Rio Negro; 22.07.1989 - Copa do Brasil - Vasco 2 x 1; 09.02.1991 - Copa do Brasil - Vasco 1 x 1 Rio Negro; 21.02.1991 - Copa do Brasil - Vasco 5 x 0.  

2 - O Vasco tem três confrontos registrados diante do paraguaio Libertade, e sai deles com 67% de aproveitamento, marcando 10 gols, à média de 3,33 por jogo. Confira a estatística: 16.02.1938 - Vasco 1 x 3 Libertad, em São Januário; 24.02.1946 - Vasco 6 X 1 Libertad, em São Januário; 02.07.1967- Vasco 3 X 0 Libertad, no Maracanã.

3 - O Peñarol é um tradicional freguês continental da “Turma da Colina”. Em 17 jogos, os cruzmaltinos venceram nove (52,94%), marcando 31 gols, à média de 1,82 por partida. Confira a estatística desse que é um dos maiores clássico sul-americano: 04.02.1947 - Copa Atlântico – Vasco 0 x 0 Peñarol; 08.04.1951 - amistoso  - Vasco 3 x 0; 22.04.1951 – amistoso – Vasco 2 x 0; 16.01.1958 - amistoso – Vasco 3 x 1; 09.04.1963 -Torneio de Santiago do Chile – Vasco 3 x 2; 04.03.1967 - amistoso – Vasco 2 x 1; 03.09.1967 -Troféu Ramón de Carranza – Vasco 1 x 3; 20.02. 1982 - Torneio de Verão do Uruguai – Vasco 1 x 0; 15.02.1983 - Torneio Bicentenário. Simon Bolívar – Vasco 1 x 2; 20.06.1997 - Supercopa da Libertadores – Vasco 3 x 1; 11.07.1997 - Supercopa da Libertadores – Vasco 1 x 1 Peñarol; 29.07.1999 - Copa Mercosul - Vasco1 x 2; 31.08.1999 - Copa Mercosul - Vasco1 x 1 Peñarol; 01.08. 2000 - Copa Mercosul – Vasco 3 x 4; 07.09. 2000 - Copa Mercosul - Vasco1 x 1 Peñarol; 05.04.2001 - Taça Libertadores – Vasco 2 x 1; 02.05.2001 - Taça Libertadores – Vasco 3 x 1.

4 - O maior artilheiro da história do Club de Regatas Vasco da Gama, Roberto Dinamite (702 gols, em 1.100 jogos), considera este o mais bonito. Ele aplica um "chapéu" no zagueiro botafoguense Osmar Guarnelli, no clássico de 9 de maio de 1976, pela Taça Guanabara, quando a "Turma da Colina" venceu, por 2 x 1, de virada, após vantagem do rival, por toda a primeira etapa. Roberto fez os dois tentos vascaínos, aos 18 e aos 44. O time do dia, dirigido por Paulo Emílio, teve: Mazaropi; Gaúcho, Abel Braga, Renê e Marco Antônio; Zé Mario, Zanata e Luiz Carlos Lemos; Luís Fumanchu, Roberto e Dé "Aranha".

 5 - Em 17 de abril de 2013, o Vasco negociou o seu então maior ídolo da torcida, o zagueiro Dedé. Cedeu, ao mineiro Cruzeiro, 45% dos seus direitos sobre o atleta, por R$ 14 milhões, recebendo, por empréstimo o meia Alisson, até o final do ano. Dedé era chamado pela galera cruzmaltina de "Mito". Passou quatro anos na Colina e levou com ele o título de campeão da Copa do Brasil de 2011. No entanto, não foi o mais caro dos atletas que saíram de São Januário. Era o segundo. A ponta ainda é de Romário, levado pelo holandês PSV Eindhoven, em 1988, por R$ 39,8 milhões. O terceiro da lista é Edmundo, negociado, com o Palmeiras, por R$ 8,4 milhões, em 1993. Roberto Dinamite é o quarto. Em 1979, custou R$ 5,9 milhões ao espanhol Barcelona – todos os preços foram atualizados.

6 -  O Vasco já encarou "um time" de times capixabas: 11. Confira, nos abaixo os vários duelos:
24.04.1948 – Vasco 2 x 1 Santo Antônio; 25.04.1948 – 3 x 1 Rio Branco; 27.11.1949 – 4 x 2 Vitória;29.05.1950 – 2 x 0 Cachoeiro; 28.06.1950 – 6 x 1 Estrela do Norte; 01.07.1950 –9 x 1 Estrela do Norte; 02.07.1950 – 2 x 1 Cachoeiro; 10.05.1954 – 10 X 0 Colatinense; 11.05.1954 – 1 x 0 Santo Antônio; 06.10.1954 – 2 x 1 Vitória; 15.11.1955 – 2 x 0 Santo Antônio; 27.04.1958 – 2 x 1 Rio Branco; 21.06.1964 – 2 x 0 Rio Branco; 21.06.1965 – Vasco 1 x 1 Rio Branco; 06.02.1968 – Vasco 1 x 0 Rio Branco; 27.06.1982 – 3 x 0 Estrela do Norte; 03.05.1970 – 2 x 0 Desportiva Ferroviária; 24.03.1970 1 x 0 Rio Branco; 18.06.1972 – 3 x 1 Desportiva Ferroviária; 05.09.1973 – 2 x 0 Desportiva Ferroviária; 13.03.1974 – 0 x 0 Desportiva Ferroviária; 19.11.1974 - 2 x 0 Santo Antônio; 01.05.1975 – 2 x 1 Santo Antônio; 30.11.1975 – Vasco 0 x 0 Rio Banco; 29.01.1976 – Vasco 0 x 0 Rio Branco; 01.02.1976 – 1 x 1 Desportiva Ferroviária; 24.03.1976 – 1 x 0 Desportiva Ferroviária; 04.12.1976 – Vasco 0 x 0 Rio Branco; 14.10.1978 – Vasco 0 x 0 Vitória; 28.01.1979 – 2 x 0 Desportiva Ferroviária; 04.02.1981 – 4 x 1 Colatina; 07.05.1981 – 2 x 0 Rio Branco; 25.04.1981 - 8 x 4 Vitória; 10.05.1981– 2 x 0 Colatina; 07.10.1981 – 2 x 0 Rio Branco; 06.07.1983 – 1 x 1 Desportiva Ferroviária; 18.08.1985 – 6 x 0 Nova Venécia; 28.08.1985 – 2 x 1 Santos de Barra do São Francisco; 06.12.1985 – 5 x 1 Nova Venécia; 08.12.1985 – 7 x 0 São Mateus; 01.05.1986 - 8 x 2 Rio Branco; 21.09.1976 – 0 x 1 Rio Branco; 29.10.1986 – 1 x 2 Rio Branco; 26.11.1986 – Vasco 1 x 1 Rio Branco; 19.04.1992– 2 x 0 Desportiva Ferroviária; 30.06.2000 – 2 x 0 Rio Branco. 

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

VASCO DAS CAPAS E CONTRACAPAS

A "Turma da Colina" é a contracapa da edição Nº 277 de "A Gazeta Esportiva Ilustrada" que circulou na primeira quinzena de maio de 1965. Era o Ano XII da publicação paulista que se intitulava de "a maior revista esportiva do Brasil". Com sede na Avenida Cásper Líbero, Nº 88, atendendo aos leitores pelo telefone 32-5151, na ocasião, era dirigida por José Carlos Nelli, secretariada por Orlando Duarte. Uma assinatura anual custava Cr$ 3 mil e 300 cruzeiros e o preço de capa Cr$ 200 cruzeiros. Como se disputava o Torneio Rio-São Paulo, o Time da Colina foi o homenageado da semana.
Entre as páginas e 7, a cobertura de Gilberto Renato Rodrigues dizia que o segundo turno da então maior disputa do país "está polarizndo as atençõs da plateia futebolística brasileira" e apresentava fichas técnicas das 16 partidas realizadas até ali. Nelas aparecem Vasco 1 x 1 Fluminense; Vasco 2 x 3 Palmeiras; Vasco 1 x 0 Flamengo e Vasco 1 x 4 São Paulo. O time cruzmaltino que aparece na foto tem Levis, Joel, Brito, Maranhão, Fontana e Barbosinha (em pé, da esquerda para a direita); Joãozinho, Lorico, Célio, Mário Tilico e Zezinho (agachados, na mesma ordem).

O VASCO PELOS VASCAÍNOS

                  Em nova fase, Vasco começa vencendo o Fluminense
                                                            Carlos Fehlberg (*)
Se no final do primeiro tempo o Vasco saiu de campo questionando a arbitragem, que não marcou um pênalti do goleiro do Fluminense, Diego Cavalieri, o outro pênalti, o que foi marcado, no final, fez justiça à melhor equipe em campo. A penalidade sobre Luan, ainda mais nítida que a primeira, levou a equipe cruzmaltina ao triunfo. Nessa etapa complementar, a superioridade foi flagrante. Uma atuação que dissipou dúvidas e mostrou o resultado do trabalho que vem sendo desenvolvido. Agora o Vasco está no G4 do campeonato estadual e seguirá com mais confiança, podendo crescer ainda mais. A vitória veio na hora certa, depois que o erro de arbitragem do jogo anterior parecia complicar a trajetória do time.
Doriva venceu ao primeiro clássico carioca que disputou. E gostou do time 
Doriva acertou em cheio, desde a escalação inicial com Julio dos Santos e Gilberto, que não devem mais sair da equipe. Aos poucos o trabalho e a nova equipe vão deixando o vascaíno mais confiante. A própria decisão do técnico em deixar Thalles no banco, e colocá-lo em campo nos minutos finais, mostra sua determinação. Afinal, Thales era o mais badalado por sua presença na equipe brasileira sub-20 e por ter tido boas atuações no ano passado. Mas o treinador não titubeou. Tanto quanto a vitória de ontem, o Vasco demonstrou que o trabalho implantado e as ações da nova direção estão acertadas. Faltava essa vitória para dar mais tranquilidade à enorme torcida vascaína e mostrar que o clube está ingressando em uma nova fase.
Jogo e elenco - A gestão Eurico Miranda jogou forte. Com a contratação do técnico e dos jogadores necessários, a equipe foi remontada e o banco fortalecido, mas faltava uma vitória em clássico para mobilizar a torcida vascaína. Ela compareceu, vibrou e deverá acompanhar de perto o clube, agora, em suas novas jornadas. O clima necessário está criado, a equipe é outra e é combativa. Temos, além dos 11 titulares, muitos outros capazes de figurar num banco de qualidade. A vitória de ontem foi convincente, importante, e pode ser um marco. Com o 1x0 sobre o Fluminense está deflagrada para valer a nova etapa cruzmaltina no Campeonato Carioca.
Nova era - Até agora e, principalmente ontem, o novo treinador do Vasco mostrou competência. Tendo que armar uma nova equipe, ainda que dependente de boas contratações, suas decisões começam a mostrar acerto. E, contra o Fluminense, com a  estratégia desenvolvida e contando, agora, com um elenco fortalecido de jogadores que buscam sua afirmação, os resultados aparecem. Não se pode dizer que está tudo definido, mas o Vasco já conta com um grupo de bons jogadores. O grande desafio de Doriva será definir qual será a equipe titular, tantas são as peças existentes. Ele tem  a vantagem de contar com alternativas que poderão ser taticamente importantes para  mudar o jogo. Ontem esse caminho ficou muito evidente.  Ao contrário do que se diz, o Vasco não fez contratações demais. Na realidade está começando uma nova era em São Januário.  Afinal existe melhor dilema do que esse? A boa disputa por posições é válida e salutar. Algo que contraria o que aconteceu nos últimos anos. É só lembrar que Douglas e Kleber jogavam sempre sem merecer... E Bernardo e Montoya, agora, despontavam como titulares absolutos nos jogos da nova fase, mas foi com a ausência deles que o Vasco obteve sua melhor e mais afirmativa vitória contra um dos grandes do Rio. Essa disputa é salutar e quem ganha são o clube e o torcedor.
(*) – Carlos Fehlberg é jornalista. Foi, durante anos, diretor de Zero Hora e do Diário Catarinense. E é vascaíno desde os bons tempos do Expresso da Vitória.

 

 

 

 

 

 

domingo, 22 de fevereiro de 2015

VASCO DA GAMA 1 X 0 FLUMINENSE

No primeiro clássico carioca da temporada, hoje, não teve juiz para atrapalhar. O Vasco venceu o venceu o Fluminense, por  1z x 0 , no Engenhão, e mantém a "freguesia" contra o rival. Com o gol marcado pelo zagueiro Luan, a "Turma da Colina" volta ao G-4, com 14 pontos, na terceira colocação.
E rolou a bola, Aos 37 minutos, o goleiro tricolor empurrou Rafael Silva, sem motivo na frente do árbitro, que nada marcou. A partida esquentou. Aos 38 minutos, Gilberto recebeu bola na área, passou por Diego Cavalieri, e foi derrubado na área, mas a arbitragem interpretou o lance como simulação, e aplicou o cartão amarelo no jogador vascaíno. E, no 0ox0, terminou a primeira etapa.
O Vasco começou o segundo tempo incomodando. Apostando na bola parada, seu maior trunfo, assustou nos primeiros minutos. Marcinho cobrou falta para a área, e Rafael Silva cabeceou sem direção para o gol. Novamente de falta, aos seis minutos, foi a vez de Rodrigo quase abrir o placar para os vascaínos. Em cobrança, o zagueiro colocou a bola  no travessão. Aos 16 minutos, Marcinho levantou bola na na área. Gilberto  desviou e Julio dos Santos cabeceou para bater na travem novamente
Buscando apostar na velocidade, o técnico Doriva promoveu mudanças na equipe, colocando a garotada para jogar: Yago, Jhon Cley e Thalles. As mudanças surtiram efeito e o Vasco começou a pressionar mais ainda no jogo, anulando o Fluminense. Aos 34 minutos, Victor Oliveira cometeu pênalti, sobre Luan, em lance de escanteio, sobre de Jhon Cley. Na cobrança, o zagueiro não desperdiçou e bateu muito bem, marcando o gol da vitória do Vasco e o segundo do zagueiro pela equipe profissional. Agora, que venha o Bangu no próximo sábado (28/02), às 16h, em São Januário.
Em foto de www.crvascodagama.com.br, Luan e Rodrigo comemoram
                                                         CONFIRA A FICHA TÉCNICA
22.02.2015 (domingo) - Vasco 1 x 0 Fluminense. Taça Ganabara. Estádio: Engenhão. Juiz: Luis Antonio Silva dos Santos. Renda:  Público: 7.338 pagantes e 8.658 presentes. Gol: Luan aos 35 min do 2º tempo. VASCO: Martín Silva; Rodrigo, Luan e Christiano; Serginho, Guiñazu, Julio dos Santos e Marcinho (Jhon Cley); Rafael Silva (Yago) e Gilberto (Thalles). Técnico: Doriva. Fluminense: Diego Cavalieri; Wellington Silva (Rafinha), Henrique, Victor Oliveira e Giovanni; Edson, Jean, Vinicius, Marlone (Kenedy) e Lucas Gomes (Gérson); Fred. Técnico: Cristóvão Borges.

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - CLAUDIA REGINA, O ANJO DOCE DA BAHIA


A pintura de Solange, que expõe na feira da torre de TV de Brasília, mostra a bela Cláudia Regina Rocha, baiana, de Angical. As irmãs  chamam por "Kau", esta doçura, muito meiga. Também, uma pessoa inteligentíssima, que escolheu a área da pedagogia para atuar. Depois de residir por um bom tempo em Barreiras-BA, no momento, ela vive na capital do país. Uma bela mulher!  
Solange's painting, which exposes the fair Brasilia TV Tower, shows the beautiful Claudia Regina Rock, Bahia, of Angical. "Kau" as the sisters call it, is a person of sweetness. It is very sweet and calm. Also, a very intelligent person, who chose the area of pedagogy to act. After residing for a long time in Barreiras-BA at the moment, she lives in the capital. | A beautiful woman!.  

 

CALENDÁRIO DA COLINA - FEVEFEIRO, 22

"A Turma da Colina" encara até quem vier armado com peixeira. E fura o bucho do desafeto. Caso do Botafogo, da Paraíba. Em um pega pra capar, pela Copa do Brasil-2006, a rapaziada rasgou 7 x 0 no filó. Os paraibanos poderiam "botar fogo" lá na terra deles. Na Colina, não! Por ali, naquele 22 de fevereiro, apenas 1.231 almas testemunharam a lambança.
 Romário, aos 17; Éder, aos 22, e Morais, aos 29 minutos do primeiro tempo, foi começo do "xaxado". No segundo temo, Romário voltou a botar a moçada pra dançar, aos 29 e aos 33, para Valdiram fechar a sacola, aos 35 e aos 37 minutos.
Phillipe Lombard-SP apitou aquele pancadão e o técnico Renato Gaúcho escalou: Roberto; Claudemir, Jorge Luiz, Éder e Diego (Thyago); Ygor, Abedi (Ricardinho), Ramón (Ernane) e Morais; Valdiram e Romário.
Mas nem só o Botafogo da Paraíba sofreu no bico das chuteiras cruzmaltinas nos 22 de fevereiro. O amazonense Nacional, de Manaus, afogou-se em uma goleada, amistosamente, por 4 x 1, em 1953, enquanto o América Mineiro caiu, por 3 x 1, em 1967, no amistoso disputado em uma quarta-feira, no Maracanã. Sobrou, também, 1 x 0, diante do Vitória, da Bahia, em  1959. E para os flamenguistas, em 2012.


Diego Souza, o homem da virada
BLOCO DA RAPINA - A noite da quarta-feira de cinzas do 22 de fevereiro de 2012 foi de espumas, para o Vasco. De virada, venceu o Flamengo, por 2 x 1, sofrendo gol com dois minutos de jogo. Além do vira-vira que o levou ao final da Taça Guanabara, encerrou a conversa rubro-negra de que não vencia o "Urubu" desde 22 de março de 2009. Foi tudo  pro espaço.
Com aquela virada, a rapaziada atingia oito jogos invictos na Taça GB: 2 x 0 Americano; 3 x 1 Duque de Caxias; 3 x 1 Bangu; 2 x 0 Friburguense; 2 x 1 Fluminense; 3 x 0 Volta Redonda: 1 x 0 Boavista e 2 x 1 Flamengo.
O gol que marcou o rumo da vitóra saiu 14 minutos. Juninho Pernambucano bateu forte, de fora da área. O goleiro rubro-negro rebateu e Alecssandro chegou mandando a bola para o seu canto esquerdo. O tento da vitória aconteceu  no segundo tempo. Aos 32 minutos, Kim cruzou pelota na área, procurando a cabeçada de Fagner. O camisa 1 flamenguista deu novo rebote, agora para a cabeça de Diego Souza, que botou na rede. Era o "Tima da Virada" em ação.
Treinado por Cristóvão Borges, o Vasco que botou pra jambrar teve: Fernando Prass; Fagner, Rodolfo (Renato Silva), Dedé e Thiago Feltri; Nilton, Fellipe Bastos, Juninho Pernambucano (Felipe) e Willian Barbio (Kim); Diego Souza e Alecsandro. (Foto reproduzidas de http://www.crvascodagama.com.br/). Agradecimento.
 

sábado, 21 de fevereiro de 2015

A BELA FERA DO DIA - SANDRA

Incrível! Ela foi ao fundo do mar, pesando apenas levinhos 43 quilos, e fisgou um melro gigantesco, quase quatro vezes mais robusto 105 kg. Bailarina do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, a ferinha Sandra Diecken estava mergulhada, há cinco metros, quando deparou-se com o peixão. Inaginou tratar-se de um robalo, ou uma garoupa avantajados. Jamais vira um bicho tão gande, de tão perto. Se ela media 1m57cm, o danado tinha 17cm a mais. Era caçá-lo, ou voltar– ficou com a primeira opção.
Sandra atravessou o melro, com o seu arpão. Valente, o animal refugiou-se em uma toca a sete metros de profundidade. Atrás de uma pedra, onde estava, também, um lambaru (espécie de cação), de uns três metros. Barra pesadíssima. O lance final, então, ficou para o dia seguinte. Sandra mandou um tiro na cabeça do melro, e o animal foi içado pela sua patota, no Entrposto Cascardo, onde o fiscal aduaneiro Nilo Rodrigues lavrou uma espécie de ata. A partir de então, ela tornava-se recordista mundial de caça submarina.
O feito da moça que trocava, nas horas vagas, as sapatinhas do balé pelo tipo de fuzil mais forte para as pescas submarinas, foi publicado em uma edição de 500 mil exemplares da magazine “O Cruzeiro”,com fotos de João Martins, e pela única semanário esportiva brasileira, a Revista do Esporte”. Fera, feríssima, a caçadora de espetáculos!

TRAGÉDIAS DA COLINA - MUITO HORROSHOW

1 - Em 2011, o Vasco teve o seu pior início de temporadas estaduais. Foram cinco escorregadas no tapete: 0 x 1 Resende; 2 x 3 Nova Iguaçu; 1 x 3 Boavista: 1 x 2 Flamengo e 0 x 0 Volta Redonda. Vitória só em 6 de fevereiro, na sexta rodada, com a estreia do técnico Ricardo Gomes: 3 x 0 Americano, em São Januário. Confira as outras temporadas abertas com pisadas no tamanco: 1984 – 1 x 2 Campo Grande; 0 x 4 Bangu e 0 x 1 Americano. 1964 – 1 x 2 América; 2 x 2 Campo Grande; 1 x 1 Bangu; 1 x 2 Portuguesa e 3 x 3 São Cristóvão; 1981 – 0 x 2 América; 3 x 3 Volta Redonda e 0 x 1 Flamengo; 1933 – 1 x 3 Fluminense; 3 x 3 Bonsucesso e 2 x 2 Bangu; 1942 – 0 x 0 América e 1 x 5 Madureira.
A partir de 1923, a rapaziada começou vencendo em: 1924, 1926, 1927, 1930, 1931, 1934, 1936, 1947, 1948, 1951, 1952, 1953, 1954, 1955, 1968, 1970, 1976, 1977, 1979, 1980, 1986, 1989, 1990, 1993, 1994, 1996, 1998, 1999, 2000, 2002, 2004, 2010 e 2013.


2 - O Vasco pagou hotel, alimentação e passagens no trecho Rio de Janeiro-Porto Alegre, para jogar, de garça, contra o Grêmio, na noite de 21 de junho de 1989, no antigo Estádio Olímpico. Motivo: havia negociado, com o “Tricolor dos Pampas”, o passe do goleiro Emerson Leão, por Cr$ 7 milhões de cruzeiros (a moeda da época), recebendo, também, o passe do lateral-esquerdo Paulo César. Achando que o clube gaúcho teria dificuldades de pagamento, o Vasco partiu para aquela decisão maluca. Seus cartolas achavam que, sem cobrar nada por um amistoso, ajudariam  o comprador a arrumar a  grana. Fora do campo financeiro, o Vasco perdeu, por 1 x 0, com Baltazar, o “Artilheiro de Deus”, balançando o filó, e Leão fechando ao gol,  em sua estreia – no amistoso anterior, em 9 de março, o Vasco havia caído, por 1 x 2, no mesmo Olímpico. Muito prejuízo a um são tempo!   
Bem pior do que isso aconteceria em 1997. O Vasco negociou Edmundo, com a italiana Fiorentina, por US$ 9 milhões. Não esperou pela temporada seguinte, quando disputaria, contra o espanhol Real Madrid,a Toyota Cup, chamada de “Mundial Interclubes”, por reunir o campeão sul-americano e o europeu. Com o “Animal”, que havia sido o melhor jogador do planeta em 1997-  brasileiro não vencia premiação da FIFA, se não jogasse na Europa -, certamente, o resultado poderia não ter sido 1 x 2 para os merengues. Edmundo ajudou a "Viola" a terminar em terceiro lugar na Serie A da temporada italiana 1998/99, e  foi recomprado, pelo Vasco, em 1999, por US$ 15 milhões, na mais cara transferência até então feita por um clube brasileiro. Negócio de português

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - FEVEREIRO, 20

Nada mais gratificante do que vencer um grande rival por um gol de diferença. Principalmente com gol nas últimas bolas da partida. Gera mais discussões e choros do que uma goleada. Aconteceu nos 20 de fevereiro de 1952, contra o Flamengo, ambos pelo Torneio Rio-São Paulo.  com gol marcado por Ipojucan, aos 74 minutos. Um inglês tratado por Mister Mead apitou e o Vasco venceu com: Barbosa, Lola e Clarel; Ely, Danilo (Aldemar) e Jorge; Salvini (Vivinho), Ademir Menezes, Friaça, Ipojucan e Jansen.

VASCO DAS CAPAS - JUNINHO PAULISTA

O meia Juninho Paulista foi capa da edição Nº 9 da Revista do Vasco, Ano I, de setembro de 2000. "Mais um craque, mais um Juninho", era a manchete pela qual a "Revista Oficial do Club de Regatas Vasco da Gama" apresentava aos leitores o seu novo contratado. Como o atleta perdera a chance de disputar a Copa do Mundo-1998, na França, devido uma fratura, desejava ter uma nova chance, em 2002. Aproveitou o rebaixamento doa Atlético de Madrid à Segunda Divisão do Campeonato Espanhol de Futebol e veio, para o Vasco, pelo empréstimo de um ano.
Oswaldo Giroldo Júnior passou a ser chamado de Juninho Paulista, entre os cruzmaltinos, porque a galera já contava com o xará Juninho Pernambucano (Antônio Augusto Ribeiro Reis Júnior). Pesando 58 quilos e medindo 1,68 m de altura, ele foi campeão da Copa Mercosul, na virada, por 4 x 3, sobre o Palmeiras, em 20 de dezembro do mesmo 2000, após os alviverdes paulistas fazerem 3 x 0 no primeiro tempo.
Em sua chegada à Colina, Juninho Paulista posou diante da foto do Almirante Vasco da Gama, beijou a camisa do clube e assinou contrato, na sala do presidente Antônio Soares Calçada. Três dias depois, na tarde do domingo 8 de agosto de 200, estreou nos 3 x 3, em São Januário, com o Cruzeiro, pelo Campeonato Brasileiro, entrando nesta formação do treinador Oswaldo de Oliveira: Hélton; Jorginho, Geder (Odvan), Alexandre Torres e Felipe; Nasa, Juninho Pernambucano e Juninho Paulista; Alex Oliveira (Fabiano Eller), Romário e Viola (Luís Cláudio). Entre 2000/2001, Juninho Paulista fez 47 jogos e 13 gols vascaínos.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

HISTORI&LENDAS CRUZMALTINAS

1-  O Vasco é bom de povão. Das maiores arrecadações do Torneio Rio-São Paulo, a primeira grande disputa nacional,  o seu time cravou a maior. Para o empate (1 x 1) de 29 de março de 1958, contra o Flamengo, no Maracanã, ajudou a levar 120.165 almas. Naquela temporada, o time cruzmaltino era um dos dois melhores do país, tendo sido o campeão carioca e da disputa entre os dois estados. 

  
2 - O primeiro gol da Seleção Brasileira no Maracanã foi marcado por um vascaíno: Ademir Menezes (no crtaz do curta metragem "Um artialheiro no meu coração", de Melyna Reis, Diego Trajano e Lucas Fitipaldi), aos 32 minutos do primeiro tempo da vitória, por 4 x 0, sobre o México, pela Copa do Mundo de 1950, assistida por 81.6549 pagantes. Naquele jogo, o Vasco teve, ainda, o primeiro atleta a capitanear o selecionado nacional no “Maraca”, o lateral-direito Augusto, e mais três outros representantes, o técnico Flávio Costa, o então médio Danilo Alvim e o atacante Maneca .  
 
3 – Em 25 de janeiro de 2010, a Federação Internacional de Estatísticas do Futebol, reconhecida pela FIFA, divulgou sua lista dos maiores artilheiros da modalidade, em campeonatos de primeira divisão. O Vasco estava representado, entre os cinco primeiros, por Roberto Dinamite e Romário.  no crtaz do curta metragem "Um artialheiro no meu coração", de Melyna Reis, Diego Trajano e Lucas Fitipaldi). Agradecimentos.

4 - As maiores goleadas vascaínas em Campeonatos Brasileiros foram:  14.02.1984 – Vasco 9 x 0 Tuna Luso (Gols: Arthurzinho (4), Marcelo (3), Geovani e Aírton; 14.03.1982 – Vasco 7 x 1 Operário-MS (Marquinho (3), Wilsinho (2), Cláudio Adão e Rosemiro); 05.08.2001 – Vasco 7 x 1 Guarani (Romário (4), Juninho Paulista, Jorginho e Botti); 25.11.2001 – Vasco 7 x 1 São Paulo ( Romário (3), Euller, Gilberto, Léo Lima e Dedé).

5 - Durante a temporada-1947, a "Turma da Colina" foi muito odiada. Batia em todo mundo, Com o Canto do Rio, foi cruel. Mandou 14 x 0, a maior goleada da história do Campeonato Carioca. De nada adiantou, o time de Niterói trocar de goleiro no intervalo, quando o estrago já andava pelos 5 x 0. Diante de um ataque com Djalma, Maneca, Fiaça (Dimas), Lelé (Ismael) e Chico, era fatal. Os caras foram campeões, treinados por Flávio Costa, guardando 68 bolas nos “armários” dos pobres goleiros, em 20 jogos de tormentas. Os botafoguenses dizem que só eles seguraram a turma da Colina. Realmente, em 7 de dezembro daquela ano, seguraram o 0 x 0. Mas o “Expresso da Vitória” já era campeão, invicto, com sete pontos na frente do rival.
A MÁQUINA FEZ UMA PARADINHA, pra aliviar o motor. A lotação estava esgotada

 5 - Em 4 de setembro de 1938, a festa era rubro-negra e o Vasco o convidado. Inaugurava-se o estádio da Gávea. Com gols de  Carioca e Niginho, a “Turma da Colina” “ jogou água no chope do anfitrião. Mandou 2 x 0.
O FLAMENGO DEVERIA ESCOLHER MELHOR OS SEUS CONVIDADOS.

6 - Time-base vascaíno em 1919: Nélson (Barroso), Palamone (Lamego) e Cruz; Godoy (Adão), Palhares e Quintanilha; Leão, Pederneiras, Dutra (Julinho), Esquerdinha (Guerrero) e Antonico.
ADÃO ERA RESERVA, A SUA VIDA NÃO ERA UM PARAÍSO.

7 - O atacante Wálter Machado da Silvafoi vascaíno entre 1970/1971, e em 1972/1973. Nascido em 02.01.1940, em Ribeirão Preto-SP, antes de chegar à Colina, passara por São Paulo-SP (1957); Batatais-SP (1958/1959); Botafogo-RP/SP (1959/1962); Corinthians (1962/1965); Flamengo (1965/1966 e 1968); Barcelona-ESP (1966/1967); Santos (1967) e Racing-ARG (1969). Em 1971, esteve, também, no Botafogo. Depois de São Januário, ainda jogou pelo Rio Negro-AM, em 1973. Chegou à Seleção Brasileira e jogou a Copa do Mundo-1966, em Brasil 1 x 3 Portugal. Totalizou oito jogos e cinco gols canarinhos, em cinco vitórias, dois empates e a queda que eliminou o Brasil do Mundial da Inglaterra. Contra seleções nacionais fez seis partidas, três vencidas, duas empatadas, uma perdida e duas bolas nas redes. Diante de clubes/combinados teve dois confrontos, vencendo ambos e marcando três tentos.
O APELIDO DO SILVA era "Batuta", o que ele foi, durante a campanha do título carioca de 1970.
 
 

 

O VASCO PELOS VASCAÍNOS - FELHBERG


                                          CAMPEONATO LABORATÓRIO
                                                           Carlos Fehlberg (*)


E o campeonato carioca continua sendo o grande desafio do Vasco. Já faz tempo que, por razões as mais diversas, entre as quais se insere a arbitragem, sua campanha é prejudicada no estadual.
Ontem, o jogo terminou sob reclamações diante do gol anulado no minuto final. No ano passado os erros em favor do Flamengo no turno e returno provocaram  também muita revolta. Agora deve ser a vez de Eurico Miranda dizer o que acontece e enfatizar o planejamento do clube para amenizar as frustações, mas sem poupar os erros de juízes. 
A atuação da equipe, porém,  não deve ser esquecida. A rigor, melhorou na metade do segundo tempo, diante de modificações e após sofrer o gol adversário. Deu algum resultado,  logrando um empate, mas poderíamos ter vencido.  Quanto à arbitragem, não deixa de chamar a atenção. Vale enfatizar, mais uma vez, a má sorte vascaína com juízes no campeonato estadual, algo que já vem de longe. 
 E A EQUIPE? - Choros à parte, a avaliação da equipe do Vasco leva logo a uma conclusão: ela não está definida, e o novo treinador está na fase de experiências. Tem dúvidas sobre o meio campo e o ataque, diante da irregularidade constatada e de um elenco inchado.  Nem o meio campo e nem o ataque estão definidos   Isso  tudo leva a uma conclusão inevitável: o estadual virou mesmo laboratório.  

Quatro pontos perdidos para pequenos. Vasco vai se distanciando da Taça GB
Em parte não chega a ser um fato novo ou uma situação vexatória, pois terminamos muito mal 2014, obtendo a volta à elite nos últimos jogos.  Há tempo de reorganização, mas seria bom que a direção deixasse tudo isso claro, para que a torcida fique conscientizada e deixe de sofrer, apoiando mas sabendo que, por ora, estamos vivendo uma fase de  experiências. Apenas.
 O JOGO - Chamou atenção a diferença de atuação do Vasco nos dois tempos. O primeiro  sem criatividade e nem força, parecendo esperar que o gol surgisse naturalmente. Havia uma certa displicência. No segundo, após a voz do vestiário, o ritmo era outro, mas foi então que surgiu o gol adversário.
Alterações logo foram processadas e a reação surgiu: o empate, um gol no final anulado, algo que lembrou o carioca de 2014... Mas uma lição ficou clara na etapa final: o Vasco ainda não definiu sua equipe e vive uma fase de experiências, repito.  Alguém pode ter certeza, hoje, sobre o novo time para 2015?   Ainda não, e quando terá? Quem sabe dizer os 11 titulares no momento? Insisto em que o clube transformou o campeonato carioca numa aventura. A aposta está lançada. Menos mal se tivermos uma equipe definida ao término da disputa. O objetivo maior parece ser esse.
ATENÇÃO - As experiências que estão sendo feitas ainda não trazem muita tranquilidade ao aplicado Doriva. Thales, por exemplo, deixou de ser um meia atacante para ser centro avante, e fica próximo da área sob controle dos zagueiros. Em 2014 ele era meia esquerda atacante, e vinha de trás em boas arrancadas. Agora fica preso na área ou próximo dela.
  A armação do meio-campo ainda deixa a desejar. E os laterais não  avançam tanto pelas extremas. Lorran, que veio da seleção sub-20, ontem entrou no fim e pode ser uma boa solução. O fato é que o time titular ainda não está definido. Há uma disputa muito grande por vagas. Em resumo, o campeonato estadual virou mesmo um laboratório para o Vasco. Se ao seu final tivermos uma equipe definida, ótimo. Mas as disputas, pelo que se viu até agora, serão intensas e imprevisíveis.
(*) – Carlos Fehlberg é jornalista. Foi diretor de Zero Hora e do Diário Catarinense, por vários anos, e é vascaíno desde os tempos do ‘’Expresso da Vitória’’, que entrou nos trilhos a partir de 1945.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

VASCO DA GAMA 1 X 1 BARRA MANSA

O Vasco perdeu mais dois ponto na sua pretensão de conquistar o título da Taça Guanabara, na temporada em que faz 50 anos que carregou o  primeiro caneco da disputa. Tudo por conta de um erro de arbitragem. Então, ficou no 1 x 1,  com o Barra Mansa, pela quinta rodada da competição. Nos descontos,  Marcinho marcou o gol que seria o da virada, mas, equivocadamente, o homem de preto viu impedimento no lance. Com o resultado, o Vasco ficou em quarto lugar e pode deixar o G4 se , hoje, o Flamengo vencer o Boavista
 O Barra Mansa que abriu o placar, com Vitinho, chutando de fora da área e encobrindo o goleiro vascaíno Martín Silva. Em cabeçada,, Rafael Silva empatou, aproveitando cobrança de falta, por Bernardo. Enfim, jogando em casa, o Vasco deveria ter  vencido com folga. Com este futebolzinho, vai ser campeão da Taça Baiabara. Certo? 
                                                  CONFIRA A  FICHA TÉCNICA
18.02.2015 - (quarta-feira de cinzas) - Vasco 1 x 1 Barra Mansa. Estádio: São Januário-RJ. Juiz: Raphael Silvano. Público:  Renda: Gols: Vitinho, aos 7, e Rafael Silva, aos 35 min do 2º tempo.
VASCO: Martín Silva; Nei, Luan, Anderson Salles e Christiano (Lorran); Guiñazu, Serginho (Julio dos Santos), Montoya (Rafael Silva), Bernardo e Marcinho;  Thalles. Técnico: Doriva. BARRA MANSA: Thiago Leal; Dudu, Rômulo, Thiagão e Walace; Audren, Leandro Teixeira, Diogo e Vitinho (Sena); Jefferson (André Duarte) e Erick Foca (Yogo). Técnico: Manoel Neto.

 

CALENDÁRIO DA COLINA - FEVEREIRO, 18


Válter entre o presidente Pires do técnico Flávio Costa (D)
A foto é de 18 de fevereiro de 1956, um sábado, quando o Vasco mandou 3 x 1, de virada, pra cima do no Bonsucesso, no Maracanã, durante a campanha do título carioca da temporada.
O meia Válter Marciano, autor de dois tentos, contou ao repórter da Manchete Esportiva: “Já estava encabulado com a frustração dos nossos ataques, quando fiz os gols. Como perdemos chances, minha Nossa Senhora!”. Mas enquanto Válter cobrava, seu colega Pinga o elogiava: “Que obras primas, os gols do Wálter!”.
O golaço de bicicleta de Walter
Detalhe: a grafia correta era Válter, mas a rapaziada usava com W. Quanto ao jogo,  marcou a estreia de cruzmaltinos e rubro-anis no turno decisivo do Estadual. O “Bonsuça” mexeu no placar, aos 55 segundos. O empate saiu aos 28, quando “Wálter recebeu um ótimo passe de Pinga, e, num rodopio espetacular, venceu a cidadela leopoldinense”, contou a revista. No segundo tempo, o Vasco desempatou, aos 33, com Pinga, lançado por Alvinho. Aos 39, Walter fechou a conta. “Pinga recebeu um centro de Parodi e cabeceou na trave. A bola voltou para Wálter que, numa ‘bicicleta’ espetacular selou a sorte do encontro”.
Manuel Machado apitou, a rende foi deCr$ 35 mil, 139 cruzeiros e 60 centavos. A “Turma da Colina” ateve: Hélio; Paulinho de Almeida e Haroldo; Laerte, Orlando e Beto; Sabará, Válter, Pinga, Alvinho e Parodi.  Confira a foto do gol de bicicleta, do grande Valter. 

INVITAÇO - Sete jogos e sete vitórias – 2 x 0 Americano; 3 x 1 Duque de Caxias; 3 x 1 Bangu; 2 x 0 Friburguense; 3 x 0 Volta Redonda: 2 x 1 Fluminense e 1 x 0 Boavista. Era assim se contava a trajetória cruzmaltina na fase eliminatória da Taça Guanabara. Com um cartel 100%, 21 pontos, o "Time da Colina" terminava a etapa em primeiro lugar no Grupo B, classificado para enfrentar o Flamengo (segundo do Grupo A),a, decidindo uma vaga de finalista.
O Vasco jogou com time misto, pois o técnico Cristóvão Borges queria descansar os titulares mais desgastados. Além disso, o zagueiro Rodolfo, não jogou. O gol da vitória foi marcado pelo atacante Kim, aos 34 minutos do segundo tempo da partida assistida por 1.743 pagantes. Este foi o time: Fernando Prass; Fagner, Renato Silva, Douglas e Max; Nilton, Eduardo Costa, Diego Rosa e Diego Souza (Jonathan); Willian Barbio (Johncley) e Alecsandro (Kim). Técnico: Cristóvão Borges.

PIAUIPIURRA - No  18 de fevereiro, o Flamengo do Piauí, também, achou de pintar diante da “Turma da Colina”. E, por duas vezes apanhou muito: 5 x 0, em 2004, e 4 x 1, em  2009. Em ambas, voou da Copa do Brasil, e na primeira fase.
O primeiro desses jogos rolou em uma quarta-feira à noite, em São Januário. Como a galera não botava muita fé no time visitante, só pintaram nas bilheterias 418 pagantes, que deixaram a graninha de apenas R$ 2.090,00, que deu “pra comprar as bolas da goleada”. Cleber Wellington Abade (SP) apitou e os “sacodes” vascaínos começaram com Marcelinho Carioca, aos  16 minutos do primeiro tempo. No segundo,  Morais, aos 3; Ygor, aos 17; Valdir, aos 20, e Victor Boleta, aos 38, acabaram de arrochar os rubro-negros piauienses. Geninho era o comandante da rapaziada impiedosa, que era:  Fábio, Claudemir, Wescley (Fabiano), Santiago (Coutinho) e Victor Boleta; Ygor, Rodrigo Souto, Morais (Léo Macaé), e Robson Luis; Marcelinho Carioca e Valdir ‘Bigode”.
O segundo pancadão foi em uma nova noite e quarta-feira, daquela vez no Estádio Alberto Silva, em Teresina, jogo de ida. Francisco de Assis Almeida Filho (CE) pegou o apito e mandou o time do técnico Dorival Júnior dar novas saídas de bola, pro causas dos gols de Jéferson, aos 9, e de Élton, aos 25 minutos do primeiro tempo, bem como os de Paulo Sérgio, aos 23 da etapa final, quando Élton voltou ao filó, aos 43.
A turma da pancada foi: Tiago; Paulo Sérgio, Fernando, Titi e Ramon; Amaral, Nilton, Jéferson (Mateus) e Carlos Alberto (Alex Teixeira); Rodrigo Pimpão (Faioli) e Élton.

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terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - FEVEREIRO, 17

A data de 17 de fevereiro marca caneco nas prateleiras da Colina. A "Turma da Colina", em 1973, conquistou o Torneio Erasmo Martins Pedro, empatando, por 0 x 0, com o América-RJ, em jogo disputado em um sábado, em São Januário. A competição teve, ainda Botafogo e Flamengo, com a rapaziada chegado à final vencendo o Flamengo, por 1 x 0, em 10 de fevereiro, por 1 x 0, com gol de Tostão, aos 34 minutos do segundo tempo, também em São Januário.
No 0 x 0, com o "Diabo", o jogo foi apitado por José Marçal Filho, assistido por 2.252 pagantes e o O Vasco jogou com: Andrada; Paulo César, Miguel, Moisés e Pedrinho; Alcir e Zanata; Jorginho Carvoeiro (Luis Carlos, Roberto Dinamite (Luis Fumanchu), Tostão e Dé.
EX-FLUMINENSES - O Vasco rapaziada bateu dois times que, até a década-1970, eram do estado fluminense, o antigo Rio de Janeiro: 3 x 1 Cabofriense e  3 x 0 Americano.
Vasco 3 x 1 Cabofriense rolou em uma tarde de sábado, pela  quinta rodada da Taça Guanabara, em São Januário, testemunhado por 1.500 presentes. Carlos Manoel Calheiros apitou e Juninho Paulista, de bicicleta, complementando cruzamento de Clébson, abriu o placar, aos 39 minutos do primeiro tempo. No segundo, Romário fechou a conta, aos 17 e aos 23. Emocionante!
O Vasco foi mandado a campo, pelo treinador Joel Santana, com esta turma: Hélton, Clébson (Maricá), Geder, Alexandre Torres e Jorginho Paulista; Henrique (Léo), Nasa, Juninho Paulista e Pedrinho; Romário e Euller (Viola). Técnico: Joel Santana.
A vitória valeu a classificação às semifinais da Taça GB e teve um detalhe: Romário perdeu dois pênaltis, pela primeira vez: aos 14, sofrido por ele mesmo (o goleiro defendeu e a bola ainda bateu na trave) e aos 37 minutos do 1º tempo. Neste, Euller foi derrubado dentro da área, o “Baixinho” cobrou e o goleiro, novamente, defendeu. Mas emplacou o terceiro cobrado. Aos 17 minutos do 2º tempo, Euller voltou a sofrer um pênalti, que o astro não perdoou. Fora o seu primeiro gol na disputa. Com aquelas duas bolas no filó, Romário chegou aos 71 gols, em 71 jogos, desde que trocara o Flamengo pelo Vasco, em dezembro de 1999 (sem contar os jogos pela Seleção Brasileira).
 VASCO 3 x 0 AMERICANO, no 17 de fevereiro de 2002, em tarde domingueira, em São Januário, valeu pela sexta rodada do Torneio Rio-São Paulo. Edílson Soares da Silva (SP) apitou e Romário, aos 14 minutos do primeiro tempo e aos 42 do segundo, além de André Silva, aos 3 da etapa final, marcaram. Evaristo de Macedo treinava o Vasco, que alinhou: Hélton; Leonardo Moura, Géder, João Carlos e André Silva (Alex Oliveira); Bóvio, Rodrigo Souto, Léo Lima (Souza) e Felipe (Fabão); Ely Thadeu e Romáriode André Silva, aos 3 da etapa final, marcaram. Evaristo de Macedo treinava o Vasco, que foi: Hélton; Leonardo Moura, Géder, João Carlos e André Silva (Alex Oliveira); Bóvio, Rodrigo Souto, Léo Lima (Souza) e Felipe (Fabão); Ely Thadeu e Romário.