Vasco

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sexta-feira, 31 de março de 2017

ÁLBUM DA COLINA - PÁGINA 1957

O jogo esteve russo para o capitão Belllini (D) 
Na noite da quarta-feira 4 de dezembro de 1957, pela primeira vez, uma equipe da antiga União Soviética-CCCP, jogou no Maracanã. Empatou, por 1 x 1, com o Vasco da Gama, que teve o seu gol marcado pelo atacante pernambucano Almir Albuquerque Morais.
À direita da foto, o capitão e zagueiro Bellini leva o abraço cruzmaltino ao visitante que deu muito trabalho à  "Turma da Colina".
On the night of Wednesday, December 4, 1957, for the first time, a team from the former Soviet Union-CCCP, played in Maracanã. It drew 1 x 1, with Vasco da Gama, who had his goal scored by the Pernambuco striker Almir Albuquerque Morais. To the right of the photo (reproduced from Manchete Esportiva), the captain and defender Hideraldo Luís Bellini takes to the cruzmaltino embrace to the visitor who gave a lot of work to the "Turma da Colina".
   FOTO REPRODUZIDA DE MANCHETE ESPORTIVA




HISTORI&LENDAS DA COLINA - FINAISFLA

1 -  A primeira decisão entre Vasco e Flamengo, sem incluir jogos do Tornei Inicio, foi o Quadrangular Internacional do Rio de Janeiro, em 3 de fevereiro de 1953, com participações, também, dos argentinos Racing e Boca Juniors. O Vasco mandou 5 x 2, de virada, com o adversário jogando pelo empate. O "Urubu" abriu o placar, aos seis minutos; Chico empatou, aos 21, mas o rival voltou a passar à frente,  aos 23. No entanto, dali por diante, só deu os cruzmaltinos: Ademir Menezes, aos 28 e aos 49, e Sabará, aos 32 e aos 75 minutos acabaram com aquela onda?. Quem esteve em campo? Barbosa, Augusto e Haroldo; Ely (Mirim), Danilo e Valter; Sabará, Ademir, Ipojucan, Alvinho (Vavá) e Chico. 

2 - Em 3 de fevereiro de 1980,  Vasco 1 x 0 Flamengo, pelo Torneio José Fernandes, em Manaus, marcou a primeira decisão entre ambos, fora do Rio de Janeiro. Aconteceu no já demolido Estádio Vivaldo Lima, apitado por Odílio Mendonça da Silva-AM.  Zandonaide, aos 40 minutos, marcou o gol que valeu o caneco par este time: Leão; Orlando (Paulinho Pereira), Ivan, Léo, Marco Antônio; Zé Mário, Guina e Paulo Roberto; Wilsinho, Paulinho e Zandonaide.

 3 - Todas as decisões em que  os vascaínos levaram a melhor sobre os rubro-negros: 1926 – Vasco 1 x 0 – Torneio Início; 1944 – Vasco 3 x 1 – Torneio Início; 1953 – Vasco 5 x 2  – Quadrangular Internacional do RJ; 1958 – Vasco 1 x 1 Flamengo – Campeonato Carioca; 1965 – Vasco 4 x 1 – Torneio Internacional IV Centenário do RJ; 1975 – Vasco 1 x 0  – Terceiro Turno do Campeonato Carioca; 1976 – Vasco (5) 1 x 1 (4) Flamengo – Taça Guanabara; 1977 – Vasco (5) 0 x 0 (4) Flamengo – Segundo Turno do Estadual; 1980 – Vasco 1 x 0  – Torneio José Fernandes, em Manaus-AM; 1981 – Vasco 1 x 0  – Torneio João Havelange, em Governador Valadares-MG; 1982 – Vasco 1 x 0 – Campeonato Estadual; 1986 – Vasco 2 x 0 – Taça Guanabara; 1987 – Vasco 1 x 0 – Estadual; 1988 – Vasco 3 x 1 – Terceiro Turno do Estadual; 1988 – Vasco 1 x 0  – Estadual; 1993 – Vasco 1 x 0 – Copa Rio; 1998 – Vasco 0 x 0 Flamengo – Taça Guanabara; 1999 – Vasco 2 x 0 – Taça Rio. 

4 - Em 1932, rolava o Torneio Preparatório, e o Vasco tinha grandes possibilidades de conquistá-los. Em quatro jogos – havia mandado 3 x 1 no Botafogo (27.03), no estádio do rival, à Rua General Severiano e 4 x 2 sobre o Carioca (03.04), no campo da Estrada Dona Castorina. Caíra só diante do São Cristóvão, na Rua Figueira de Mello, por 4 x 5 (10.04), estando a um ponto de América, Bangu, Bonsucesso e Fluminense. Poderia, perfeitamente, ultrapassá-los. No entanto, o Conselho de Fundadores da Associação Metropolitana de Esportes, de repente, suspendeu o andamento das disputas que deveriam rolar em 14 de abril, e marcou o Torneio Início, para três dias depois. Comprovando que poderia ser o campeão, na nova competição, disputada em São Januário, o Vasco foi demolindo adversários, até carregar o caneco: 1 x 0 São Cristóvão; 2 x 0 Flamengo e 1 x 0 Botafogo. Confira as ficha dos três jogos:

5 - Vasco 1 x 0 São Cristóvão – 17.04.1932 – Juiz: Manoel Dias André. Gol: Paschoal. VASCO: Marques, Domingos e Itália; Gringo, Mamão e Lino; Paschoal, Paes, Orlando, Bahia e Odir. Vasco 2 x 0 Flamengo –  17.04.1932 – Juiz: Leandro Carnaval. Gols: Paschoal e Paes. VASCO: Marques, Domingos e Itália; Gringo, Mamão e Lino; Paschoal, Paes, Orlando, Bahia e Odir.  Vasco 1 x 0 Botafogo – 17.04.1932 – Juiz: Luiz Neves. Gol: Paes. VASCO: Marques, Domingos e Itália; Gringo, Mamão e Lino; Paschoal, Almeida, Paes, Bahia e Odir.

6 - A Federação Paulista de Futebol programou, para 3 de abril de 1955,  a festa comemorativa da conquistas, pela sua equipe, do Campeonato Brasileiro de Seleções, que era a grande competição da época. Esperava uma tarde confirmativa. Esperava! A “Turma da Colina” foi ao Pacaembu e estragou o programa do anfitrião, mandando 3 x 1, com gols de Pinga (2) e Parodi. Antônio Musitano apitou e o “Almirante” estraga-prazer chamava-se: Vitor Gonzalez, Paulinho de Almeida e Bellini; Ely, Laerte e Dario (Riberto); Sabará, Ademir (Wilson), Vavá (Alvinho), Pinga e Parodi.

7 -   Na data 22 de maio, o Vasco coleciona dois empates por 3 x 3. Em 1956, com o espanhol  Valência, amistosamente, durante excursão à Europa, e, em 999, com o Olaria. Este valeu pelo segundo turno do Estadual-RJ, jogado em São Januário, sob apitagem de Jorge Rabello. O resultado deixou a rapaziada com uma série de 42 partidas invictas diante do adversário por estaduais

quinta-feira, 30 de março de 2017

VASCO DAS PÁGINAS - 1965

Na época, a Federação Carioca de Futebol decidiu que o representante do antigo Estado da Guanabara na Taça Brasil – competição que classificava dois times brasileiros à Taça Libertadores das América –, seria o campeão carioca. Só que, por campeão carioca, entendia-se o campeão estadual. Houve problema de linguagem, de explicação. Então, como campeão da I Taça Guanabara, o Vasco representou a GB na Taça Brasil. A revista "Manchete", simplesmente, mancheteou a sua matéria pela linguagem dos cartolas. Mas o Vasco conquistou vários títulos cariocas na temporada do IV Centenário do Rio de Janeiro, como você poderá conferir pesquisando na memória do "Kike". 

At the time, the Carioca Football Federation decided that the representative of the former state of Guanabara Cup in Brazil - competition that ranked two Brazilian teams to Copa Libertadores of the Americas - would be the Carioca champion. Only by Carioca champion, it was understood the state champion. There was language problem of explanation. So, as I Guanabara Cup champion, Vasco represented the GB Cup in Brazil. The "headline" magazine simply mancheteou their matter by the language of hats. But Rio's Vasco won several titles in the season's fourth centenary of Rio de Janeiro, as you can check by searching the memory of the Kike.

A MUSA CRUZMALTINA DO DIA - MARCELA

Se você encontrar uma modelo fotográficas mais bonitas e inteligente do que Marcela Schittine, o Kike vai duvidar. Ela é a dona da bola. Linda, loira e charmosa, não precisa explicar as razões porque este poster correu o país mostrando a sua beleza. Convenhamos que, além de grande fera do mar, o glorioso "Almirante" tem um olho clinico. Taí Marcela que não deixa o Kike mentir.   (REPRODUZIDO DE www.nossofutebol.blogspot.com). Agradecimento. 
  
If you find a more beautiful and clever photographic model than Marcela Schittine, Kike will doubt. She owns the ball. Beautiful, blonde and charming, you do not have to explain the reasons why this poster ran the country showing its beauty. Let us agree that besides the great sea beast, the glorious "Admiral" has a clinical eye. Taí Marcela that does not let Kike lie

VASCO DAGAMA 1 X 0 BOAVISTA

Fotografado por Paulo Fernandes, www.crvascodgama.com.br,
Douglas comemora o tento da vitória 
O jogo valeu pela quinta rodada da Taça Rio, na noite de hoje, em São Januário, que estava com o gamado bastante encharcado, devido chuva. As vezes, a bola parava em poças de água. O tento da vitória vascaína foi marcado por Douglas, em chute forte e para o alto, pegando rebote do goleiro.
A "Turma da Colina" atingiu nove pontos e subiu para a segunda posição do Grupo C, a terceira no geral, totalizando 18, contra 25 do Flu e 26 do Fla. Na próxima rodada, os vascaínos enfrentarão o Nova Iguaçu, no domingo, a partir das 16 horas, em Moça Bonita.
CONFIRA A  FICHA TÉCNICA – 30.03.2017 (quinta-feira) - VASCO 1X0 BOAVISTA - 5ª Rodada da Taça Rio.  Estádio: Estádio São Januário-RJ. Juiz: Leonardo Garcia Cavaleiro Público presente: 2.088. Pagante: 1.852. Renda: R$ 52.175,00. Gol: Douglas, aos 18 min do 1º tempo. VASCO: Martin Silva; Gilberto, Julio dos Santos, Rafael Marques e Henrique; Douglas, Yago Pikachu, Escudero (Bruno Gallo), Nenê (Wagner) e Andrezinho; Thalles (Muriqui). Técnico: Milton Mendes. BOAVISTAS: Rafael, Lucas Rocha, Gustavo Geladeira, Anderson Luiz e Christiano; Júlio César, Thiaguinho e Fellype Gabriel (Erick Flores); Maicon (Tiago Amaral), Mosquito e Marcelo Nicácio (Pedro Botelho). Técnico: Joel Santana.

quarta-feira, 29 de março de 2017

ÁLBUM DA COLINA - TRIPÁGINA

  Fazia 15 temporadas, quando o www.crvascodgama.com.br publicou estas comemorações. Edmundo foi um "Animal" indomável, o craque do Campeonato Brasileiro-1997, batendo o recorde de gols: 29. Abaixo, Evair comemoram mais um gol durante a campanha. O Kike revive as velhas emoções. 
Had been 15 seasons, when www.crvascodgama.com.br published these vibrations by the success in the national season. Edmundo was an indomitable "Animal", the player of the Brazilian Championship-1997, breaking the record of goals: 29. Below, Evair celebrates another goal during the campaign. Kike relives the old emotions    
   


HISTORI&LENDAS DA COLINA - MÉDIA

1 -  O Vasco apresentou a sua melhor média de gols no Campeonato Brasileiro durante a temporda-1982. Cravou 2,63 tentos, por jogo, ou 42 bolas nas redes, em 16 compromissos. Por aquela época, o time tinha atletas muito ofensivos, como Wilsinho, Roberto Dinamite e Cláudio Adão (autor de 13 tentos, ajudando o time a chegar às oitavas de final.  O Vasco está em 10º lugar no ranking do torneio, mas, no quesito recordes, é o que mais vezes (8) fez o principal artilheiro. Um deles, Edmundo, detém o recorde de mais tentos (6) em uma só partida(6 x 0 União São João-SP, em 11.09.1997). Um outro, Romário (2000.01.05), integra o trio (com Dario e Túlio Maravilha) dos que mais vezes (3) foram o principal “matador”. O Vasco tem, também, a segunda melhor média geral de gols da competição (1,46) – a maior (1,56) é do São Paulo. E não sendo positivo e nem negativo, o Vasco é o time com mais empates no Brasileiro: 341

2 - Rolava o  28 de novembro de 2000 e o Vasco enfrentava o Bahia, no qual mandou 3 x 2, em São Januário. No dia,  o meia Juninho Paulista marcou o milésimo gol vascaíno em Campeonatos Brasileiros, iniciados em 1971. Foi primeiro clube carioca a atingir a marca ‘milesimal’, até então, sob obtida pelo São Paulo, 20 dias antes, com 4 x 3, sobre o Sport Recife, na Ilha do Retiro.
3 -  Roberto Dinamite é o maior artilheiro da história do Campeonato Brasileiro, com 190 gols, entre 1971 e 1992, dos quais 181 pelo Vasco, o clube que mais vezes teve o artilheiro isolado da competição: Roberto Dinamite, em 1974 (16 gols) e em 1984 (16 gols); Paulinho, em 1978 (19 gols); Bebeto, em 1992 (18 gols), e Edmundo, em 1997 (29 gols, sendo seis, o recorde, contra o União São João, de Araras-SP, em 11 de setembro de 1997, em São Januário, em Vasco 6 x 0. Já o Dinamite foi o primeiro a marcar cinco gols em um só jogo do Brasileirão, nos 5 x 2, de 4 de maio de 1980, no Maracanã, contra o Corinthians. 
4 -  O Vasco foi o time que mais gols marcou em um só Campeonato Brasileiro: 69, em 33 jogos de 1997, quando foi o campeão. Também, foi o único a ter artilheiro e vice-artilheiro da disputa em um mesmo ano. Foi em 1984, quando Roberto Dinamite marcou 16 e Arturzinho 14 gols. No mesmo ano, o Vasco construiu a segunda maior goleada do Campeonato Brasileiro: em 19 de fevereiro de 1984, mandou 9 x 0 em cima da Tuna Luso-PA, em São Januário.
ESTES CARAS vão pra guerra e ficam sempre no pelotão da frente.

 5 - 03.03.1966 – Era a estreia de Garrincha pelo Corinthians. O Pacaembu recebia um público de 44.154 pagantes e a expectativa pela apresentação do “Demônio das Pernas Tortas” era infernal. No entanto, depois que o juiz Eunápio de Queirozá apitou bola rolando, o nome do jogo foi o centroavante cruzmaltino Célio Taveira Filho, que marcou dois gols – aos 37 minutos do primeiro tempo e aos 35 da etapa final, após o volante Maranhão abrir a porteira, aos 23 da fase inicial. Amauri, Joel, Brito, Fontana, Oldair, Maranhão, Danilo Menezes, Luisinho (Zezinho), Célio (foto), Lorico e Tião foram os caras que estragaram a festa do ‘Seu Mané’.
A TURMA DA COLINA NÃO esperava pegar pela frente “um time de manés”. (Imagem reproduzida da Revista do Esporte).

6 - Tarde do domingo 14 de março de 1926 e o Vasco, treinado por Ramón Platero, recebia o Corinthians, no campo da Rua Paissandu, no Rio de Janeiro, para um amistoso. Pela primeira vez, os dois se encontravam. E os vascaínos não tiveram nenhuma cordialidade com o visitante: mandaram 2 x 1, de virada. Apparício abriu o placar, mas Didinho empatou, ainda no primeiro tempo. Na etapa final, o jogo era duríssimo. A torcida já contava com o empate, quando, aos 44 minutos, Torterolli deu a vitória ao time cruzmaltino. Benjamim Domingos Bevilacqua apitou a partida que teve o Vasco formando com: Nélson, Espanhol e Itália; Nesi, Claudionor e Arthur; Paschoal, Torterolli, Russinho, Tatu e Didinho.  

terça-feira, 28 de março de 2017

ÁLBUM DA COLINA - TERRENO

No dia 28 de março de 1925, o Vasco assinou  escritura de compromisso de compra e venda de um terreno pertencente à Sociedade Anonyma Lameiro. A área, de 65.445 metros quadrados, no bairro São Cristóvão, está em um local que o povo tinha por Chacrinha do Imperador, vizinha à Rua São Januário, uma das suas principais vias de acesso. O terreno custou 609:895$000 (609 contos e oitocentos e noventa e cinco mil réis) e os representantes vascaínos, durante no ato da assinatura, foram o presidente do clube, comendador Antonio de Almeida Pinho, proprietário da Fundição Progresso, e o primeiro diretor de esportes terrestres, Manoel Joaquim Pereira Ramos. A última prestação da compra foi liquidada em 6 de outubro, permitindo que os cruzmaltinoss realizassem a cerimônia de hasteamento do pavilhão do clube no 20 de dezembro daquele mesmo ano. (Fonte: Centro de Memória do Club de Regatas Vasco da Gama).
 

HISTORI&LENDAS DA COLINA - REBULIÇO

O Vasco da Gama foi ao Uruguai, em 11 de janeiro de 1958, vencer o Nacional, por 2 x 1, em Montevidéu. A partida rolou no Estádio Centenário e teve os gols cruzmaltinos marcados por Rubens, cobrando falta cometida por Di Fabio, sobre Vavá. Aos 4 minutos já tinha bola voando sobre a barreira e se aninhando no filó. Os anfitriões empataram, em lance de intepretação duvidosa os.  Mas Vavá voltou a colocar a rapaziada na frente do placar, aos 15 minutos. Aos 38, quando o juiz anulou um gol legitimo, de Almir, rolou o maior rebu no gramado. Chegou a paralisar a partida, por cinco minutos. Na foto, reproduzida do Nº 113 da "Manchete Esportiva" de 18 de janeiro, vemos o "'Pernambuquinho" Almir  dizendo ao adversário que não aceitava "patriotadas".
 
Almir lutava muito para vencer, não admitia ser garfado no apito
The Vasco da Gama went to Uruguay, in january 11, 1958, winning the National, for 2 x 1 in Montevideo. The match rolled on the centennial state and had the vascaínos goals scored by Rubens, charging foul by Di Fabio, on Vava. 4 minutes had the ball flying over the barrier and aninhand in tulle. The hosts equalized in the interpretation of doubtful bid. But Vava again put the guys in front of the scoreboard in the 15th minute. At 38, when the judge overturned a legitimate goal, by Almir, the largest rebu rolled on the lawn. It paralyzed the game by five minutes. In the photo, reproduced from No. 113 to the "Headline Sports" of January 18, we see "'Pernambuquinho" Almir saying it did not accept "patriotadas".

 

segunda-feira, 27 de março de 2017

VASCO DA REVISTA DAS GLÓRIAS

  A edição de junho de 2000 – Ano I , Nº 6 – da “Revista do Vasco” trouxe “As Glórias do Vasco nos 50 anos do Maracanã”, como tema anunciado na primeira página.
A “Revista Oficial do Club de Regatas Vasco da Gama” esteve bem movimentada naquele mês, abordando diversas modalidades e trazendo entrevistas com o supercampeão olímpico Robert Scheidt, iatista,  e o vigoroso apoiador Amaral, do time de futebol. Piadas, notícias curtas e um "pôster" do meia Pedrinho, também, estão na jogada.
Em seu editorial, na página 5, ao lado do expediente, o presidente Antônio Calçada aborda a relação Vasco-Maracanã, estádio que fazia bodas de prata. Lembrava que a “Turma da Colina” já havia conquistado 27 títulos naquela gramado de 110 metros de comprimento, por 75 de largura, onde “uma autêntica legião de heróis cruzmaltinos deixou sua marca”...como Barbosa (goleiro), Orlando Lelé (lateral-direito), Dirceu (ponta-esquerda) ... Mauro Galvão, Juninho (Pernambucano) e Romário, o maior goleador do ano em todo o mundo, até maio”.
No texto em que esqueceu-se de citar dois dos maiores ídolos da Colina, os goleadores Ademir Menezes e Roberto Dinamite, o presidente Calçada ainda escreveu: “Desde que vencemos o América e nos sagramos campeões, em 1950, e até a vitória na Taça Guanabara-2000, construímos uma história feita de muita respiração e inspiração, ingredientes imprescindíveis par alcançar o sucesso...”     

HISTORI&LENDAS DA COLINA - CARRANZA

 1 -  A Espanha é um velho terreiro de estragos cuzmaltinos. Por lá, o Vasco já goleou o Celta, de Vigo, por 7 x 1, em 7 de janeiro de 1931; o Barcelona, por 7 x 2, em 23 de junho de 1957, e o Valência, por 4 x 1, em 19 de junho de 1947. Também, de lá, já carregou as taças Tereza Herrera e Ramon de Carranza, as mais importantes do torneios internacionais promovidos pelo futebol espanhol. Sem falar que foi colocando na roda a então considerada melhor equipe do mundo, o Real Madrid, em 1957, com 4 x 3. que a rapaziada conquistou aquele que foi uma espécie de primeiro campeonato mundial de futebol interclubes, o Tornei de Paris.

3 - O Vasco já disputou  74 partidas contra equipes espanholas. Venceu 33 (44,59%) e empatou 18 (24,32). Os adversários foram: Athlétic Bilbao, Atlético Madrid, Barcelona, Bétis, Cádiz, Celta, Elche, Espanyol, Huelva, La Coruña, lãs Palmas, Logroñes, Málaga, Mallorca, Múrcia, Rayo Vallecano, Real Madrid, Sevilla e Zaragoza.        
3 -  Um ano e três meses depois do primeiro Brasil x Espanha, um combinado espanhol formado por Atlético de Madrid e Espanyol, pintou por São Januário, para um amistoso. Era 18 de agosto de 1935. Melhor para a  “Fúria” se não tivesse adentrado ao tapete verde da Colina. Os vascaínos sapecaram 4 x 0. Quatro dias depois, houve uma revanche, no mesmo local, com placar de 1 x 1. Treinado pelo inglês Harry Welfare, a "Turma da Colina" de 1935 era: Rei, Domingos da Guia (Osvaldo) e Itália;  Oscarino, Zarzur e e Calocero (Gringo); Orlando Rosa Pinto, Gradim, Luiz Carvalho, Nena e Luna.

4 - A Seleção Brasileira já encarou os espanhóis em oito vezes. Venceu a metade, empatou duas e escorregou em duas. Marcou 11 gols e sofreu oito. A primeira foi em 27 de maio de 1934, pela segunda Copa do Mundo, no estádio Luigi Feraris, na italiana Genoa. Para levar um time, a então Confederação Brasileira de Desportos (CBD), que brigava, com a Federação Brasileira de Futebol, pelo comando da modalidade no país, ganhou a parada, por ser filiada à FIFA, e levou a patota, em meio a uma luta entre profissionalismo e amadorismo no Brasil. Entre os carinhas conquistados, a CBD tirou o centroavante Leônidas da Silva do Vasco, por uma boa grana. E foi dele o gol brasileiro, na escorregada, por 1 x 3, que eliminou a rapaziada.
5  O segundo duelo Brasil x Espanha rolou durante a Copa do Mundo de 1950, no Maracanã. O Brasil sapecou 6 x 1, com quatro gols vascaínos, de Ademir (2) e Chico (2), e mais três representantes da Colina na partida, o treinador Flávio Costa, o goleiro Barbosa, o lateral-direito e capitão Augusto, e o apoiador Danilo. O confronto estava empatado: uma vitória para cada lado. O desempate rolou em 6 de junho de 1962, no estádio Sausalito, em Viña del Mar, pela Copa do Mundo de 1962, no Chile. Brasil 2 x 1, de virada, com dois gols de Amarildo, atacante que encerrou a carreira no Vasco.

6 -Em 1978, pelo Mundial de Argentina, em 7 de junho, no estádio Municipal de Mar del Plata, não houve gols: 0 x 0. O representante cruzmaltino na partida foi o atacante Dirceu Guimarães. Jorge Mendonça, que fez parte da "Turma da Colina", mais tarde, também entrou no jogo. Em 1º de junho de 1986, no Jalisco, da mexicana em Guadalajara, pela Copa de 1986, Sócrates enfiou as cicuta goela a dentro da espanholada 1 x 0. E assim se conta a história de Brasil x Espanha, pelo caneco do mundo.
7 - Amistosamente, Brasil e Espanha se pegaram, pela primeira vez, em 8 de julho de 1981, na Fonte Nova, em Salvador, com Brasil 1 x 0. Em 12 de setembro de 1990, quando o ex-apoiador Paulo Roberto Falcão esteava como treinador e lançava uma seleção inexperiente, de jogadores novos, a “Fúria” mandou 3 x 0, no espanhol estádio El Molinón, em Gijon. Da "turma experimental", o zagueiro Paulão esteve por São Januário, em 1992. Por último, rolou Espanha 0 x 0 Brasil, amistosamente, em 13 de novembro de 1999, no também espanhol Balaídos, em Vigo. Nesta, Anderson, cria do Vasco e que defendia o francês Lyon,  nos segundo tempo, a Jardel, outra cria da Colina e que estava defendendo o português Porto.

8 - O Vasco  foi o primeiro e único não-europeu a vencer um campeão da antiga Copa dos Campeões da União Europeia de Futebol-UEFA, disputada entre 1953 a 1960. Em 1957, mandou 4 x 3 no então melhor time do mundo, o espanhol Real Madrid, na final do Torneio de Paris, que seria o Mundial de Clubes da época. Deixou os franceses encantados.  Nove anos antes, o Vasco havia se tornado o primeiro brasileiro a ganhar uma disputa no exterior, o Campeonato Sul-Americano de Clubes Campeões, disputado no Chile. Com isso, soma duas conquistas continentais, com a Taça Libertadores de 1998, no ano do centenário.
9 - O Vasco tem quatro títulos brasileiros –  1984/89/97/2000 – e 22 taças de campeão estadual. No Brasileirão, são do Vasco os três primeiros artilheiros: Roberto Dinamite, com 190 gols, Romário, com 154, e Edmundo, com 153.

10 - Pelo lado social, o Vasco enfrentou (e venceu) a discriminação racial e teve o primeiro presidente sem a pele branca do futebol brasileiro, o mulato Cândido José de Araújo. Por toda a sua grandeza, é dono da quarta maior torcida do país, com a sua marca valendo R$ 323,2 milhões (oitava de maior valor no futebol abrasileiro), mereceu, do governador Sérgio Cabral Filho, a criação do “Dia do Vasco da Gama”, que se comemora em 2 de julho, pela lei Nº 5.052.

domingo, 26 de março de 2017

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - STEFANA MACEDO, A 1ª FOLCLORISTA

No tempo em que só os homens faziam pesquisas sobre o folclore nacional, uma mulher intrometeu-se entre eles:  Stefana Macedo. Além de pioneira na pesquisa e divulgação, ela ousou tornar-se uma exímia violonista, instrumento mal visto pela sociedade conservadora de sua época. Mas ela nem ligou e até passou adiante os segredos do pinho.
Um dos trabalhos mais conhecidos de Stefana é a canção popular História triste de uma praieira, invocando uma jovem residente em uma vila de pescadores. Foi composto em parceria com o poeta  Adelmar Tavares, tendo ela feito o arranjo e cantado durante a gravação, acompanhada por violões. Lançado pela gravadora Columbia, em outubro de 1929, com muita sorte,  pode-se garimpar o disco pela Internet, ou em sebos.

Stefana de Moura Macedo nasceu em  29.01.1903, em Recife- PE, mudou-se, cm a família, para o Rio de Janeiro, quando tinha nove anos de idade. Teve aulas de violão com Patrício Teixeira e Rogério Guimarães e viveu até 01.09.1975, totalizando 43 músicas regionais, em 22 discos gravados, reunindo cocos, toadas pernambucanas, cateretês, maracatus, corta-jacas, baiões, canções amazonenses de domínio público e com adaptações suas.
Reproduzido do blog creditado na foto. Agradecimento.

Entre os principais fatos da carreira de Stefana, destacam-se: 1926 - apresentou-se, ao violão, no Cassino do Copacabana Palace-RJ, quando instrumento ainda era visto como algo típico da malandragem; 1927 - tocou o Teatro Municipal, de São Paulo;  1928 - estreou no disco, pela gravadora Odeon, com "Tenho uma raiva de vancê" e "Sussuarana", ambas de Luiz Peixoto/Hekel Tavres; 1929 - nova apresentação no Teatro Municipal de São Paulo e gravação, pela Columbia, de um disco reunindo samba-choro, corta-jaca, cateretê, toada, batuque.
O trabalho incluiu "Dança do Quilombo dos Palmares", talvez, a música brasileira mais antiga conhecida, com a primeira gravação de um batuque com batida na caixa do violão, executada por ela. Em 1931 cantou no filme Coisas nossas, de Alberto Byington.
  Em 1935, Stefana fez dois recitais no Teatro Colón, de Buenos Aires, Argentina. O primeiro, com a presença do mundo oficial da Argentina e do Brasil. Executou, durante a primeira parte, canções ao violão. Na segunda, com Heitor Villa-Lobos ao piano, músicas do compositor.
 A partir dos anos 1950 só se apresentava em raros recitais, consolidando, contudo, uma aura de elegância e sofisticação, sempre saudada por intelectuais, críticos e até músicos eruditos. Passou seus últimos anos de vida na cidade de Volta Redonda-RJ.

ÁLBUM - RAIOS DE TUPÃ SOBRE A COLINA


Ademir Menezes, o maior ídolo da torcida cruzmaltina, até o surgimento de Roberto Dinamite, em 1971, jogou a favor e contra o Vasco, na data 30 de junho. Aconteceu em Tupã, distante 530 quilômetros da capita paulista.

VASCO DA GAMA 2 x 2 FLAMENGO

No clássico de número   380, Vasco e Flamengo ficaram nos 2 x 2, hoje, no Mané Garrincha, em Brasília. A estatística fica sendo 144 vitórias rubro-negras, 139 vascaínas e 102 empates. Os dois rivais já se pegaram por 30 diferentes competições. O interessante nessa história é que, pelo Campeonato  Brasileiro,  em 50 encontros, os dois se igualam com 17 vitórias, 16 empates e 17 derrotas. 
Foto reproduzida de www.crvascodagama.com.br. Agradecimentyo
O Vasco abriu o placar, no primeiro tempo, em lance com Nenê subindo pela esquerda e cruzando para o miolo da área, onde estava Pikachu para mandar a bola à rede, aos 15 minutos. E nisso ficou o placar da etapa inicial.
 No segundo tempo, com a expulsão de Luís Fabiano, o Vasco sumiu de campo e o Flamengo virou a conta. No gol do empate, a defesa vascaína teve três chances de tirar a bola da área, mas preferiu dar chutes curtos, que terminaram com os "urubus" empatando, em cobrança de escanteio. Viraram o placar com um jogador a mais. O Vasco empatou no final da partida, quando o árbitro viu um pênalti que o Flamengo garantiu não ter existido. A reclamação foi a de que a bola teria batido no peito, e não no braço de Renê.  Enfim, Nenê cobrou e empatou aos 49 minutos: 2 x 2.
 No jogo anterior – Vasco 0 x 1 –, pela Taça Guanabara, o Flamengo venceu, por um gol de pênalti que o zagueiro vascaíno Luan garantiu não ter cometido – e a discussão vai continuar. Fará um século, em 1923.
 
 
A torcida brasiliense foi ao aeroporto receber Douglas e a turma toda,
 conforme fotografou Nélson Costa, de www.crvascodagama.com.br
CONFIRA FICHA TÉCNICA - 26.03.2017 (domingo) VASCO 2 X 2 FLAMENGO. 4ª rodada da Taça Rio: Estádio: Mané Garrincha, em Brasília-DF . Juiz: Luiz Antônio Silva Santos-RJ. Público: 28.071 pagantes Renda: R$ 1.279.720. Gols: Yago Pikachu, aos 15 min do 1º tempo; Willian Arão, aos 14; Berrío, aos 19, e Nenê, aos 49 min do 2º tempo. VASCO: Jordi; Gilberto, Jomar, Rafael Marques e Henrique; Jean, Douglas, Andrezinho (Escudero), Yago Pikachu (Manga Escobar) e Nenê; Luís Fabiano. Técnico: Milton Mendes. FLAMENGO: Alex Muralha; Pará, Réver (Léo Duarte), Rafael Vaz e Renê; Márcio Araujo, Willian Arão e Mancuello (Lucas Paquetá); Berrío (Marcelo Cerino), Everton e Leandro Damião. Técnico: Zé Ricardo. OBS: Luís Fabiano foi expulso de campo, aos  7 minutos do segundo tempo, por peitar o juiz.
 


sábado, 25 de março de 2017

A SUPERBELA DO DIA - CLÉO PIRES

CLÉO PIRES POSTOU ESTA FOTO PARA BRINDAR OS SEUS
ADMRIADORES. DA PARTE DO KIKE, E DA SUA,  A GENTE
 AGRADECE PELO COLÍRIO. DE ACORDO?

HISTORI&LENDAS DA COLNA - SELÉ

Em 1950, o Vasco disputou dois jogos-treinos com a Seleção Brasileira. No primeiro, 3 x 3, em São Januário, com gols de Álvaro, Xaxá e Nena (contra). O segundo rolou no Maracanã, com 2 x 3 selecionado, e Jair e Vasconcelos comparecendo ao filó. Barbosa e Alfredo atuaram pela "Turma da Colina” nos dois jogos, e Augusto, Ely e Chico no segundo. O Jair vascaíno das duas escalações não é o Jair Rosa Pinto, que havia sido cruzmaltino bem antes.

Vasco 3 x 3 Seleção Brasileira foi em 9 de junho de 1950, durante os preparativos para a Copa do Mundo, apitado por Oto Vieira. Os vascaínos Maneca e Ademir Menezes, além de Baltazar (Corinthians) marcaram os tentos alviazuis, já que o selecionado nacional ainda não era canarinha. O Vasco teve: Barbosa; Laerte (Gim) e Wilson; João Martins, Lola e Alfredo; Ferrinho, Jair, Álvaro Xaxá, Ipojucan e Ismar. A equipe do treinador Flávio Costa alinhou: Castilho; Augusto (Nilton Santos) e Juvenal (Nena); Bauer, Danilo (Rui) e Noronha (Bigode); Maneca, Zizinho (Jair), Adãozinho (Baltazar), Ademir e Chico (Rodrigues). Técnico: Flávio Costa.
Vasco 2 x 3 Seleção Brasileira rolou em 18 de junho, com o “Time da Colina” defendido por: Barbosa, Augusto e Laerte; Ely, Lola e Alfredo; Jair, Vasconcelos, Álvaro Xaxá, Lima e Chico. O escrete: Castilho, Nilton Santos e Nena; Bauer, Danilo e Bigode; Maneca, Ademir Menezes, Baltazar, Jair e Rodrigues. Neste jogo, Ademir Menezes balançou, por duas vezes, as redes cruzmaltinas, e Rodrigues fez o outro gol.

BRINCADEIRA DE TORCEDOR – Como o Vasco tinha Barbosa, Augusto, Danilo, Maneca, Ademir, Chico e Ely na Seleção Brasileira, para esta ganhar do Vasco, foi preciso o Vasco ajudar.
O jogo-treino de 18 de junho de 1950 representou a primeira vez em que a camisa vascaína desfilou pelo gramado do Maracanã. Depois, ela voltou ao “Maraca”, ainda sem ser em um jogo oficial, na tarde de 30 de julho do mesmo ano, no 1 x 0 sobre o Madureira, com gol de Ipojucan, pelo Torneio Início do Campeonato Carioca, que só terminaria em janeiro de 1951. Oficialmente, o primeiro jogo vascaíno no estádio foi em 27 de agosto de 1950, com 3 x 2 diante do Bangu, pelo Cariocão, com gols de Ademir Menezes.
DETALHE: Como jogo-treino e Torneio Início não contam nas estatísticas, Ademir Menezes então, fica sendo o vascaíno a marcar o primeiro gol oficial do Vasco no Maracanã.

KIKE EDITORIAL-16, OU O VENENO DO ESCORPIÃO - COLANTE ESCANDALOSO

Pelo virada do século 19, quando as cariocas iam à praia, vestiam roupas de banho largas, não deixando nenhum vestígio de como seria o seu corpo. Só quando entravam na água colocavam um cinto no roupão e a sua cintura dava o recado.  Quando iam sair do mar, é claro, logo tiravam o dito cujo “entregador”. Mas nem todas se misturavam aos rapazes no mesmo horário de ir às praias da moda – Flamengo, Russel, Glória e Boqueirão do Passeio. Só as mais ousadas. Isso, no entanto, não valia par a atriz teatral Hermínia Adelaide. 
Em daqueles domingos em que um dos programas tradicionais da rapaziada era “grelar” a saída das moças da  missa das 10 da manhã,  Hermínia Adelaide aparece na praia do Flamengo, usando roupa  de banho coladinha ao corpo, desenhando as suas formas e avisando que tinha seios redondinhos. Parou a praia. Um escândalo! Mães viravam os olhos e pais faziam que faziam o mesmo, tentando, é claro, disfarçar uma  espiadinha pelo rabo dos olhos. Súbita aparição que levou muitos rapazes ao teatro, na noite de domingo, no Recreio, onde ela se apresentava. E foi por ali que as revistas “O Malho” e “Fon Fon” começaram a estampar fotos femininas em roupas de banho, para deleite dos paqueras.   
Corria 1898 e o Brasil vivia o governo do presidente  Manuel Ferraz de Campos Sales, que substituiu Prudente de Morais e ficou no cargo, até 1902, consolidando os interesses das oligarquias rurais, sobretudo dos cafeicultores paulistas.
Na vida cultural da capital do país, o Rio de Janeiro, em 19 de junho daquele 1898, Afonso Segreto chegava da Europa e filmava a Baía de Guanabara, o que é considerado o primeiro filme feito no país. Antes disso, em fevereiro, Hermínia Adelaide estreava a peça “O Jagunço”, de Arthur Azevedo, contracenando com  Blanche Grau e Arthur Louro, entre outros.
Hermínia Adelaide estava nos palcos desde 1885, quando participou da peça “Cocota”. Em 1896, estreou um texto de da parceria Arthur Azevedo/Moreira Sampaio, “O Bilontra”, tendo Blanche Grau e Arthur Louro, novamente, do seu lado no Teatro do Recreio, além de gente de nome, como Elisa de Castro, Rose Villiet e Angelo Agostinelli. Em 1889, ela estava fazendo “Bendengó”; em 1899,  “O Buraco”, um outro texto de Moreira Sampaio, em nova parceria com Elisa  de Castro, e, em 1919, “Babaquara”.
O Rio de Janeiro de Hermínia Adelaide tinha um clima propício para atividades ao ar livre. Quando ela ia ao mar, para deleito dos rapazes que fundavam o Grupo de Regatas do Flamengo, a praia era um espaço muito democrático e a classe burguesa se formava no país. Surgiam as primeiras cobranças de uma não constante imprensa feminina, defendendo para elas o direito ao voto, à educação profissional e a liberdade de decidir sobre o seu corpo. Entre 1860 a 1880, moças que se prezavam só deveriam usar o mar antes do sol chegar, sem rapazes por perto. 
No início de 1913, o Jornal do Brasil publicou matéria projetando como seriam as cariocas naquela temporada, e sugeria-lhes praticar alguma modalidade esportiva capaz de aperfeiçoar-lhe as belezas físicas e apurar-lhes as “linhas esbeltas e vigorosas” – o que Hermínia Adelaide já exibia, desde 1895, sexyzada por roupa colante em um corpo que estava 20 anos à frente.

 

sexta-feira, 24 de março de 2017

HISTORI&LENDAS DA COLINA - ENCONTRO


Maradona foi lançado por um vascaíno
1 - Vasco e Independiente, de Buenos Aires, já se encontraram em três torneios e um amistoso. Confira a conta: 27.12.1955 – Vasco 1 x 4 Independiente (Torneio Atlântico); 14.02.1970 – Vasco 1 x 1 Independiente (Torneio Internacional de Verão do RJ); 18.03.1975 – Vasco 2 x 1 Independiente; 27.08.1981 – Vasco 1 x 2 Independiente (Troféu Villa de Madrid).
“INDEPENDIENTEMENTE” de qualquer motivo, o Almirante soçobra neste cruzeiro à costa argentina.

2 - O vascaíno Delém, goleador que foi negociado, com o River Plate, no início da década de 1960, quando já estava no ofício de integrante de comissão técnica, foi um dos responsáveis pelo lançamento de Diego Armando Maradona no time do Argentino Juniors. Não era homenagem ao ex-cruzmaltino, mas quando estreou, Dieguito usou a jaqueta do Argentino Juniors, com uma faixa igual à da Turma da Colina. Em tempo: Vasco e Argentino Juniors só e pegaram por três vezes: 27.01.1973 – Vasco 1 x 0Argentinos Juniors (Torneio Internacional de Verão do RJ); 02.08.1985 – Vasco 1 x 2 Argentinos Juniors (Taça Libertadores); 09.08.1985 – Vasco 2 x 2 Argentinos Juniors (Taça Libertadores). (Foto reproduzida de O Globo). Agradecimento.
UMA VITÓRIA, UM EMPATE E UMA QUEDA. Talvez, o Vasco tenha deixado para levar mais a sério quando Argentino Juniors ficar adulto.

3 - Ouve-se e lê-se muito que foi o treinador uruguaio Ondino Vieira o mentor da faixa em diagonal no uniforme vascaíno. Teria sugerido à diretoria do clube, para a camisa ficar parecida com a do argentino River Plate. Mas os remadores vascaínos já usavam aquele modelo, desde o primeiro lustro do século 20. Além do mais, o time envergou a jaqueta, com o detalhe, em 1932, enquanto Ondino só aportou por São Januário em 1942.
 É ONDA. ONDINO FEZ uma tremenda marola na imaginação da galera.

4 - O Vasco encara o River Plate desde 1935. São 13 duelos, com cinco vitórias cruzmaltinas, três “rivereñas” e três empates. Confira data e placar: 10.02.1935 – Vasco 1 x 4; 30.01.1947 – Vasco 1 x 1 (Copa Atlântico); 14.03.1948 – Vasco 0 x 0 (Sul-Americano de Clubes Campeões); 18.01.1961 – Vasco 2 x 1 (Octogonal Internacional de Verão); 19.08.1980 – Vasco 2 x 3 (Troféu Joan Gamper); 24.09.1997 – Vasco 1 x 5 (Supercopa da Taça Libertadores); 30.10.1997 – Vasco 0 x 2  (Supercopa da Libertadores); 16.07.1998 – Vasco 1 x 0 (Taça Libertadores); 22.07.1998 – Vasco 1 x 1 (Taça Libertadores); 03.09.1998 – Vasco 1 x 1 (Copa Mercosul); 16.09.1998 –Vasco 0 x 0 (Copa Mercosul); 22.11.2000 -Vasco 4 x 1  (Copa Mercosul); 30.11.2000 - Vasco 1 x 0(Copa Mercosul).
COMO OS DOIS SÃO CLUBES DA FAIXA, empatam em empates: cinco.

5 - Em suas 21 participações na Copa do Brasil, até 2009, o  Vasco chegou às quartas-de-final em oito oportunidades: 1993/94/95/98/2006/08/09/2011. Foi eliminado em 2002/03. Em 2009/ 2010/2011, seus resultados foram: 2009 - Vasco 4 x 0 Vitória e Vitória 1 x 1 Vasco;  2010 - Sousa-PB 1 x 2 Vasco; Vasco 0 x 0 Sousa-PB; ASA-AL 1 x 1 Vasco; Vasco 3 x 1 ASA-AL; Corinthians-PR 0 x 1 Vasco e Vasco 2 x 1 Corinthians-PR. Em 2011 – Vasco 6 x 1 Comercial-MS; Vasco 0 x 0 ABC-RN; Vasco 2 x 1 ABC-RN; Vasco 3 x 0 Náutico-PE; Vasco 0 x 0 Náutico-PE; Vasco 2 x 2 Atlético-PR e Vasco 1 x 1 Atlético-PR.

6 - Amistosos vascaínos com os botafoguenses: 18.01.1925 – Vasco 2 x 1; 08.02.1925 – Vasco 3 x 2; 02.08.1925 – Vasco 3 x 2; 30.10.1925 – Vasco 3 x 3 Botafogo; 21.03.1926 – Vasco 5 x 2; 11.04.1926 – Vasco 5 x 3;  30.10.1926 – Vasco 3 x 3 Botafogo; 27.03.1927 – Vasco 5 x 4; 10.04.1927 – Vasco 6 x 3; 30.12.1934 – Vasco 1 x 1 Botafogo; 06.06.1935 -  Vasco 1 x 2; 14.05.1936 – Vasco 3 x 0; 11.04.1937 – Vasco 2 x 0; 20.03.1955 – Vasco 2 x 3; 07.09.1966 – Vasco 1 x 2; 24.01.1976 – Vasco 2 x 0 e 18.02.1977 – Vasco 3 x 4.

7 - O Vasco  venceu quatro dos cinco amistosos disputados com o Avaí-SC. : 12.04.1952  - 2 x 1; 27.11.1970 – 1 x 0; 02.04.1973  - 0 x 1; 15.11. 1983 – 6 x 1; 25.03.1987 – 1 x 0. Venceu, ainda, dois outros amistosos: pelo Torneio Imprensa Santa Catarina, em 10 de março de 1977, por 2 x 1, pela Copa da Hora, em 30.06.2010, por 3 x 1. Em jogos oficias, estão registrados, pelo Campeonato Brasileiro, estes encontros: 09.05.1974 – Vasco 1 x 0: 23.05.2010 -  Vasco 0 x 2; 16.09.2010 – Vasco 1 x 1 Avaí; 17.08.2011 – Vasco 2 x 0. Pela Copa do Brasil há mais dois: 18.05.2011 – Vasco 1 x 1 Avaí; 25.05.2011 –  Vasco 2 x 0; ... 2014 – Vasco 0 x 5.

HISTORI&LENDAS DA COLINA - RELÂMPAGOS

1 - Nem só os antigos Torneios Inícios dos Campeonatos Cariocas já levaram o time vascaíno para disputas relâmpagos. Em 1997, a rapaziada disputou o Torneio Bertolotti, na cidade italiana de Bergamo, e carregou o caneco.

2 - A bola rolou no dia 9 de agosto, no Estádio Comunale, com cada partida rolando por apenas 45 minutos. No primeiro jogo, o Vasco ficou no 0 x 0, com o Pádova, formando, escalado pelo treinador Antônio Lopes, com: Caetano; César Prates, Mauro Galvão, Moisés e Felipe; Nasa, Válber, Ramón Mineiro e Pedrinho; Edmundo e Evair. No jogo seguinte, apitado por Livio Silvestrini, a “Turma da Colina” mandou 2 x 1 no Atalanta, com os dois tentos marcados por Evair, aos 9 e aos 29 minutos, ambos do primeiro tempo, em novo jogo de 45 minutos – Orlando, na etapa inicial, marcou para o Atalanta. Daquela vez, o homem do apito foi Antônio Pascarine e o time cruzmaltino, de Antônio Lopes este: Caetano; Maricá, Moisés, Mauro Galvão e Felipe; Nasa, Válber (Mauricinho), Pedrinho (Fabrício Eduardo) e Ramón (Odvan); Edmundo e Evair.:

 3 – O ala-direito Leonardo Moura, que acaba de deixar o Flamengo, como um dos últimos ídolos, após 10 anos na casa, foi vascaíno bem antes de chegar à Gávea. Viveu a sua aventura na Colina durante 30 partidas, tendo mandado seis bolas nas redes. A estreia foi em 20 de janeiro de 2002, nos 3 x 3 com a Ponte Preta, pelo Torneio Rio-São Paulo, em pega apitado por Alicio Pena Júnior-MG, em São Januário. No dia, o zagueiro Géder, aos 9; Ely Thadeu, aos 46, e Romário, aos 58 minutos, marcaram para o Vasco, que teve: Hélton; Leonardo Moura (André Ladaga), Géder, João Carlos e Edinho “Maradona”; Jamir, Donizete Oliveira, Léo Lima e Felipe; Ely Thadeu e Romário. O treinador era Evaristo de Macedo.

4 - Não é de tempos recentes que a Ponte Preta costuma aprontar contra o Vasco, em São Januário.  Uma escorregada, altamente decepcionante, para a galera cruzmaltina aconteceu em 27 de abril de 1954, quando a “Turma da Colina” era a favoritíssima do amistoso. Vavá e Djayr marcaram os tentos da rapaziada, que era: Ernâni, Alfredo II e Fernando Fantoni;  Amaury, Danilo e Jorge; Sabará, Maneca, Vavá (Friaça) e Djayr.

5 - O goleiro Mazaropi segurou a marca – entre 18 de maio de 1977 e 7 de setembro de 1978 – de 20 jogos, ou  1.816 minutos sem buscar a bola no filó. O feito está inscrito nos caderninhos da FIFA  e da Federação Internacional de História e Estatística do Futebol. Batizado por Geraldo Pereira de Matos Filho, ele abriu a invencibilidade em Vasco 2 x 1 Bonsucesso, na Colina, em uma quarta-feira,  diante de 10.858 pagantes. Enquanto segurava tudo lá atrás, Roberto Dinamite explodia o time rubro-anil, com dois gols para a rapaziada do “titio” Orlando Fantoni, que escalou: Mazaropi; Orlando ‘Lelé’, Abel Braga, Geraldo e Marco Antônio; Zé Mário, Zanata e Dirceu Guimarães. Luis Fumanchu (Wilsinho), Roberto Dinamite e Ramon.
 
6 - Mazaropai ganhou o apelido do zagueiro Brito, quando desembarcou em São Januária, usando roupas de caipira mineiro. Não deu outra. O Britão lembrou, logo, do comediante Amâncio Mazaropi, que emprestou seu nome para o goleiro, pelos 15 anos de sua passagem pela Colina, dos quais cinco foram nas categorias de base.  Um dos seus grandes momentos rolou na final da Taça Guanabara de 1975, quando, na decisão por pênaltis, defendeu os chutes de Geraldo “Assobiador” e de Zico, para o Vasco ser campeão.  Nascido em Além Paraíba-MG, em 27 de janeiro de 1953, Mazaropi media 1m80 debaixo das traves do Vasco. Esteve cruzmaltino entre 1970 e 1979, quando foi emprestado ao Coritiba. Voltou, em 1980 e ficou até 1982. Em 1983, mudou-se para o Grêmio-RS. Retornou à Rua General Almério de Moura, em 1984, quando da sua última passagem por lá

quinta-feira, 23 de março de 2017

HISTORI&LENDAS DA COLINA - MANÉ

O Vasco ganhou mais do que perdeu, quando enfrentou o endiabrado Mané Garrincha, que, um dia, vestiu, também, a sua camisa, e até marcou um gol com ela. Mas, quando o tinha pela frente, era  um terror, para os seus defensores. O “Torto” aprontava todos, fazia o show da galera.
Diante de Mané Garrincha, os treinadores vascaínos armavam um esquema em que ele tivesse, pelo menos, três marcadores, quando se aproximasse da área. Nesta foto, vemos Dario fazendo o primeiro combate. Logo atrás, atento, esperando pelo desenrolar do pega, estão Écio e o capitão Hideraldo Luís Bellini, que foi companheiro da “Alegria do Povo” durante a conquista da Copa do Mundo de 1958, na Suécia. 
A foto é da revista “O Cruzeiro” e o clássico é do começo da década de 1960. Segundo Coronel, o lateral-esquerdo vascaíno que mais marcou Garrincha, ele estudou muito um jeito de não virar “mané” nas garras do Mané. Concluiu que a melhor saídas era chegar primeiro na bola. Fora isso, o mais seriam tragédias.     
Vasco won more than he lost, when he faced the demonic Mane Garrincha, that one day, dressed, too, his shirt, and even scored a goal with it. But when the lay ahead, was a terror to their supporters. The "Bent" readied all, did the show galley.
 Before Mane Garrincha, the Vasco coaches lier um esquema he had, pelomenos three markers, quandose approached the area. In this photo, we see Dario making the first fight. Just behind, careful, espreando by the handle course, is the captain Hidraldo Luis Bellini, which was companhjeiro the "Joy of the People" during the conquest of the World Cup 1958 in Sweden. 
The photo is of the magazine "The Cruise" and the classic is the beginning of the 1960s According to Colonel, left-back vascaíno more marked Garrincha, he studied a very not at all turn "loser" in Mane's clutches. Concluded that the best outputs was first come first on the ball. Other than that, most would tragedies.

HISTORI&LENDAS DA COLINA - PELÉ

Esta rapaziada mandou 3 x 0 pra cima do Santos, com Mário "Tilico" (2) e Luizinho Goiano pinando na rede. No ataque santista, estava "um tal de Pelé", já ouviu falar? Aconteceu no 4  do 4 de 1965, no Maracanã, em uma tarde de domingo, com apito de Aírton Vieira de Morais, o "Sansão" e público de 42.250 pagantes 
Da esquerda para a direita, em pé, estão: Gainete, Joel Felício, Brito, Maranhão, Fontana e Barbosinha. Agachados, na mesma ordem, Luizinho Goiano, Célio Taveira, Saulzinho, Lorico e Zezinho. No decorrer da pugna, "Tilico" substituiu Saulzinho e Oldair Barchai entrou na vaga de Lorico. A foto foi publicada pela  "Revista do Esporte".

From left to right, standing, are: Gainete, Joel Felicio, Brito, Maranhão, Fontana and Barbosinha. Crouched in the same order, Luizinho Goiano, Celio Taveira, Saulzinho, Lorico and Dewey. During the struggle, "Tilico" replaced Saulzinho and Oldair Barchai entered the Lorico space. The photo was published by the former "Journal of Sport".

quarta-feira, 22 de março de 2017

SUPERMUSA CRUZMALTINA - JULIANA

Juliana Góes foi uma das musas vascaínas durante os concursos promovidos pelo Globo Esporte, da TV Globo. Nascida na bela cidade paulistas de Santos, ela acompanha o time da Colina desde 2006. Ju trabalha como modelo comercial e é jornalista, inteligente e de uma morenice que encanta os gringos. Uma vascainíssima lindíssima. Confere?
 
Juliana Goes was one of vascaínas muses during competitions sponsored by Globo Esporte, TV Globo. Born in the beautiful city of São Paulo Santos, she accompanies the team since 2006 Juliana Hill works as a business model and is a journalist, a morenice intelligent and charming the gringos. A beautiful vascainissima. Gives?


O Kike viu a modelo Juliana Goes em www.flogao.com.br e o agradece pela reprodução da foto, afinal o que é belo é para ser admirado pela galera cruzmaltina, principalmente as morenaças nota 10, brasileiríssimas. Valeu!

VASCO DA GAMA 1 X 0 MADUREIRA

Foi a primeira vitória vascaína na Taça Rio e a estreia do treinador Milton Mendes, ex-atleta do clube e que compareceu ao gramado usando paletó e gravata, como se ali fosse o local adequado para isso, imitando os treinadores europeus.

O lateral Henrique puxa contra-ataque, fotografado por Paulo Fernandes,
de www.crvascodagama.com.br
Como sempre ocorre em São Januário, o time jogou mal e o gol, marcado por Pikachu, foi muito mais por demérito da defesa do adversário, que deu uma pixotada em lance aéreo.
Com dois empates - 2x 2 Macaé e 0 x 0 Botafogo - e este triunfo, o Vasco soma cinco pontos, líder do Grupo C, e soma 14 no geral, sete a menos do que o Flamengo e a quatro do Fluminense. No domingo, encara o "Urubu", no Estádio Mané Garrincha, em Brasília

CONFIRA A FICHA TÉCNICA - 22.03.2017 (quarta-feira) - Vasco 1 x 0 Madureira - 3ª rodada da Taça Rio. Estádio: São Januário-RJ. Juiz: Bruno Arleu de Arauiz. Público total: 3.218. Pagantes: 2.797. Renda: R$ 66.190,00. Gol: Yago Pikachu, aos 17 min do 1º tempo. VASCO: Jordi; Gilberto, Jomar, Rafael Marques e Henrique; Jean (Julio dos Santos), Douglas, Andrezinho (Escudero), Yago Pikachu e Nenê; Luis Fabiano (Thalles). Técnico: Milton Mendes. MADUREIRA: Rafael Santos; Rodrigo Raggio (Ruan), Diego Guerra e Jorge Fellipe; Leandro Carvalho, William (Pirão), Rezende, Luciano Naninho e Douglas Lima; Julio Cesar (Geovane Maranhão) e Souza. Técnico: PC Gusmão
 

ÁLBUM DA COLINA - PÁGINA 1947

 Este time excursionou a Portugal, numa época em que o “Almirante” colocou o “Expresso da Vitória” nos trilhos. No dia em que a rapaziada posou para esta foto, 24 de junho de 1947, rolou 2 x 0 no placar, na cidade do Porto, sobre o time do nome da terra, amistosamente, com gols marcados por Maneca e Chico. Confira os autores da façanha, da esquerda para a direita, em pé: Ely do Amparo, Augusto da Costa, Rafagnelli, Danilo Alvim, Barbosa e Jorge Sacramento. Agachados, na mesma ordem: Mário Américo (massagista), Orlandinho (mascote), Nestor, Maneca, Friaça, Lelé e Chico Aramburo.

This team toured Portugal, at a time when the "Admiral" put the "Express of Victory" on track. On the day the boys posed for this picture, 24 June 1947, rolled 2 x 0 on the scoreboard in the city of Porto, on the team's name from the earth, amiably, with goals scored by Maneca and Chico. Check out the authors of the deed, the left to right, standing: Ely do Amparo, Augusto da Costa, Rafagnelli, Danilo Alvim Barbosa and Jorge Sacramento. Crouched in the same order: Mario Americo (masseur), Orlandinho (mascot), Nestor, Maneca, Friaça, Lele and Chico Aramburo.

terça-feira, 21 de março de 2017

SEMPRE É BOM LEMBRAR - OS + MAIS

ATLETAS QUE MAIS VESTIRAM A CAMISA CRUZMALTINA - Roberto Dinamite, 1.108 vezes; 2 – Carlos Germano, 632; 3 – Sabará, 576; 4 - Alcir Portela, 511; 5 – Barbosa, 485; 6 –Mazaropi, 477; 7 – Pinga, 466; 8 – Coronel, 449; 9 – Paulinho de Almeida, 436, e 10 – Bellini, 430 jogos.

VASCAÍNOS ARTILHEIROS DO CAMPEONATO CARIOCA - 1929 – Russinho, 23 gols (empatado com Telê, do América); 1931 - Russinho, 17; 1937 - Niginho, 25; 1945 - Lelé, 13; 1947 - Dimas, 18; 1949 - Ademir Menezes, 31; 1950 - Ademir, 25; 1962 - Saulzinho, 19; 1978 - Roberto Dinamite, 19; 1981 - Roberto Dinamite, 31; 1985 - Roberto Dinamite, 12; 1986 – 1987, Romário, 16; 1993 -Valdir‘Bigode’, 19; 2000 - Romário, 19, e 2004 – Valdir ‘Bigode”, 14; 2011 - Alecsandro, 12 (empatado com Somála, do Boavists).
MAIOR ARTILHEIRO DOS CAMPEONATOS CARIOCAS - Roberto Dinamite, com 279 gols, entre 1972 a 1992, à média de 13,29 gols por disputa.

MAIOR GOLEADA DO CAMPEONATO CARIOCA - Vasco 14 x 1 Canto do Rio, em São Januário, em 6 de setembro de 1947, pela sexta rodada do primeiro turno.

MAIOR GOLEADA EM CLÁSSICOS NA 'ERA MARACANÃ' - Vasco 7 x 0 Botafogo, em 29 de abril de 2001, pelo segundo turno do Campeonato Estadual.
CLUBE COM MAIS ARTILHEIROS DO CAMPEONATO BRASILEIRO - Vasco. Em 1974, Roberto Dinamite, com 16 gols; 1978, Paulinho, 19; 1984 - Roberto Dinamite, 16; 1992, Bebeto, 18; 1997, Edmundo, 29; 2000, Romário, 20; 2001, Romário 21; 2005, Romário, 25. Obs: em 1984, o Vasco tornou-se o único disputante a ter o principal artilheiro e o vice, respectivamente, Roberto Dinamite, com 16 gols, e Arturzinho, com 14.

RECORDE DE GOLS EM UMA PARTIDA DO BRASILEIRO - Edmundo, com seis, em Vasco 6 x 0 União São João-SP, em São Januário, em 11 de setembro, perlo Campeonato Brasileiro de 1997.

HISTORI&LENDAS DA COLINA - CEARÁ

1 -  De acordo como “Almanaque do Ferrão” que Evandro Ferreira Gomes pesquisou, reunindo todos os jogos do tricolor cearense Ferroviário, para comemorar os 80 anos do  “Ferrim”, o Vasco visitou Fortaleza, e empatou, poR 1 x 1,  em 26 de março de 1955, no Estádio Presidente Vargas, com o seu gol marcado por Yedo – Macaco pulou na rede vascaína. No dia, quem estava como técnico vascaíno era o ex-lateral-direito Augusto da Costa, aquele mesmo carequinha que fora capitão do time e da Seleção Brasileira de 1950. A patente do "Almirante" foi apresentada aos cearenses por: Barbosa, Ismael (Tomaz) e Fantoni; Amaury, Adésio e Coronel; Pedro Bala, Vadinho, Maneca (Belo) e Djayr (Wilson). O Ferroviário era: Jairo, Basileu e Antônio Limoeiro: Lolô, Macaúba e Célio (Vicente Trajano); Geraldinho, Aldo (Gel), Biril, (Mourãozinho)a, Macaco (Índio) e Fernando. No dia seguinte, um domingo, a rapaziada fez um outro amistoso na cidade, mandando 3 x 1 Ceará Sporting. O treinador  era Flávio Costa e um dos gols foi marcado por Wilson Ramos.

2 - O Vasco jogou contra Pelé, pela primeira vez, em 7 de abril  de 1957. Para comemorar o seu 45º aniversário, o Santos, bicampeão paulista (1955/56) convidou o "Almirante, o campeão carioca-1956, e o Corinthians, para participar da “Semana Alvinegra”. Na época, o "Rei do Futebol" ainda nem era titular e nem usava a camisa 10 santista e, fez a sua 15º partida pela equipe treinada pelo técnico Luís Alonso, o Lula.

3 - Aquele Vasco x Santos rolou na Vila Belmiro, teve renda de Cr$ 370.510,00 e vitória do "Peixe", por 4 x 2, com gols de Pagão (2), Afonsinho e Dorval –  Laerte e Vavá descontaram para os vascaínos, treinados por Martim Francisco e que foram: Wagner, Ortunho e Laerte; Orlando (Joaquim Henriques), Clever e Viana; Sabará, Livinho (Wilson Moreira), Válter, Vavá (Vandinho) e Pinga. jogou com: Manga (Barbosinha); Hélvio (Wilson/Cássio) e Ivan; Ramiro, Brauner e Urubatão; Dorval (Alfredinho), Álvaro (Pelé), Pagão, Afonsinho e Tite.


4 - O Vasco deu o troco, em 1º de junho, do mesmo abril, no mesmo gramado: 3 x 2,  em um sábado,  pelo Torneio Rio-São Paulo. Daquela vez, Pelé fez um gol, o seu 15º, em 28 jogos. Mas, 18 dias depois, estaria vestindo a camisa cruzmaltina, para disputar o Torneio Morumbi, pelo Combinado Vasco-Santos, o qual defendeu em quatro ocasiões – 19.06 – 6 x 1 Belenenses-POR; 22.06 – 1 x 1 Dínamo-IUG; 26.06 – 1 x 1 Flamengo; 29.06 – 1 x 1 São Paulo –, marcando seis gols. 

5 - Graças as suas atuações naquela programação, o garoto Pelé, que a imprensa carioca nem sabia  pronuunciar o seu nome, ganhou a sua primeira convocação para a Seleção Brasileira, chamado pelo técnico Sílvio Pirilo. Por sinal, em seu livro "Pelé: Autobiografia", da Editora Sextante, ele conta que foi por ali que tornou-se torcedor vascaíno e conquistou o seu primeiro título. (foto acima reproduzida da revista "Santista" e abaixo de "Grandes Clubes").  Agradecimentos.