Vasco

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sexta-feira, 24 de novembro de 2017

MUSA VASCAÍNA DO DIA - CRUZCRISTIANA

O fotógrafo fotografou a fotografada fotografando-se. Fazia um "selfe", para ficar melhor, americanizando o que, antigamente, chamava-se autofotografia. Não importa. O que vale é a bela imagem clicada por www.netvasco.com.br, de uma de suas musas na torcida cruzmaltina. "Será que será" que é a mamãe quem pinta à lateral-esquerda dela? Pelo menos, nos cabelos, são iguais. Isto é: na coloração da capilaridade. Pois é! A gata mirou a sua beleza facial, usando telefone com distintivo igual ao amor que bate em seu peito esquerdo e....shisss! Com destaque para o seu batom vermelho, da cor da Cruz de Cristo das caravelas que Don Diniz, o rei de Portugal, mandava sair pelos mares espalhando a fé cristã. De sua parte, esta "cruzcristiana" bota muita fé no glorioso Vasco da Gama. Podes crer, poisjz, poisjz!      

HISTORI&LENDAS DA COLINA - FEITIÇO

 1 - Feitiço, Lindo... Ôpa! Não é um feitiço lindo, pois feitiço não tem beleza e nem feiura. Feitiço (foto), Lindo quer dizer que Feitiço e Lindo, atacantes crumaltinos enfeitiçaram o Madureira. Rolou no 9 de janeiro de 1938, quando o primeiro marcou três e o segundo um, nos 4 x 1 Madureira. Turma do dia: Rey, Poroto e Itália; Rafa, Zarzur e Alfredo I; Lindo, Feitiço, Niginho e Luna.

2 - Lindo Madureira! O "Tricolor Suburbano" forneceu muitos bons jogadores ao Vasco da Gama. Um deles foi Azumir Luís Casemiro Veríssimo, carioca, nascido em 7 de junho de 1935. Em 1961, ele trocou São Januário pelo Futebol Clube do Porto e tornou-se o artilheiro da temporada portuguesa, com 23 gols. Também, foi o primeiro atleta daquele clube português a ganhar a “Bola de Prata”

3 - O "Almirante" é mitológico. Já teve um zagueiro que a torcida apelidou por Dedé, o "Mito", em 2011, e já conquistou o Troféu Mito. Por sinal, ao seu estilo, com vitória de virada sobre o Palmeiras, por 3 x 1, com gols de Chico, Djalma e Friaça. Aconteceu em 9 de janeiro de 1948.

4 - No dia 8 de janeiro de 2000, o Maracanã assistiu um dos mais bonitos gols feitos na casa. Aos 43 minutos do primeiro tempo, Edmundo dominou a bola, tocou-a por um lado do zagueiro Gary Neville, pegou-a pelo outro e estufou a rede. Valeu pelo I Mundial de Clubes da FIFA, em Vasco 3 x 1 Manchester United-ING. Rapaziada do "Almirante" Helton; Jorginho (Paulo Miranda), Júnior Baiano, Mauro Galvão e Gilberto; Amaral, Felipe, Juninho Pernambucano (Alex Oliveira) e Ramon (Nassa); Edmundo e Romário.
OBS: imagem de Edmundo reproduzido de bandeira da torcida vascaína Força Jovem. Agradecimento.

CORREIO DA COLINA - EDMUNDO

“Edmundo já ficou no banco dos reservas quando estava no Vasco? Raimundinho Maranhão. Da SQN 406, Brasília-DF.

O “Kike” lembra do jogo Vasco 3 x 0 Portuguesa de Desportos, em 18 de maio de 2008, pelo Campeonato Brasileiro, quando o teinador era o antigo zagueiro vascaíno Gaúcho. Lembra-se dele? O”Animal” entrou nho segundo tempo e marcou dois gols, aos 10 e aos 45 minutos do segundo tempo – o primeiro havia sido de Leandro Amaral. 
O “Clássico “Luso” rolou em São Januário e a rapaziada da casa era:  Tiago; Wagner Diniz, Jorge Luiz, Rodrigo Antônio e Eduardo Luiz; Rodrigo Antônio, Leandro Bomfim (Pablo), Jonílson e Morais (Souza); Madson e Alan Kardec (Edmundo).

 

 

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

A BELA DO DIA - PROTEGIDA PELA ÁGUIA

Na pouco povoada Chilman Castle, na Inglaterra, a bela Rosemary Abbot se virava como falconeira. E, nisso, mostrava-se muito competente. Muito mais, como prova o que aconteceu em dia de muito calor. Ela tirou uns instantes de folga para se bronzear em um gamado, sem esquecer de convocar Bugsy, uma águia muito lhe chegada. Como não havia ninguém por perto, Rose soltou as alças da calcinha do biquíni e do sutian, para não ficar o tempo todo amarrada. E tirou um cochilo. De repente, pintou gente aproximando, no que agiu, rapidão, o seu vigia, pegando, pelo bico, a peça que recobria o bumbum da moça e a recolocando no lugar onde estava. Pelo menos, foi o que contou a antiga e não mais existente revista carioca "Manchete", de onde o "Kike" reproduziu esta história e foto. Interessante! 

HISTORI&LENDAS DA COLINA - GLÓRIA-52

1 - Para ser ocampeãocarioca-1952, o Vasco da Gama usou 20 atletas, obteve 17 vitórias, dois empates e só uma queda. Sua defesa foi a menos vazada (18 gols) e o ataque marcou 49 vezes.                                                              
  2 - O Vasco foi, também, campeão de bilheterias, levando para o cofre a quantia líquida de Cr$ 5 milhões, 566 mil, 940 cruzeiros e 30 centavos.
 3 - Quem jogou: goleiros: Barbosa (18 vezes), Ernani (1) e Herrera (1); defensores Augusto (20), Haroldo (17), Bellini (3), Ely (19), Jorge (20) e Danilo (20); atacantes: Edmur (10), Sabará (8), Friaça (3), Ademir Menezes (17), Maneca (16), Ipojucan (19), Chico (19), Alfredo II (5), Vavá (2), Genuíno (1) e Jansen (1).        
4 - Os goleadores vascaínos da temporada estadual-1952 foram: Ademir (13), Edmur e Ipojucan (8, cada), Maneca (7), Chico (5), Sabará (3), Alfredo (2), Friaça e Vavá (1, cada). Houve, ainda, um gol contra do zagueiro Darci, do Madureira.
  5 - Das 18 bolas buscadas no fundo da rede, Barbosa levou 18 gols, enquanto os reservas Ernani e Herrera deixaram passar duas, cada um.
OBS: na foto reproduzida de "Esporte Ilustrado", Ademir se descontrai, durante uma concentração, brincando de cozinheiro.
  

VASCO DOS GRÁFICOS - 3 X 1 CORINTHIANS

 A vitória levou o time de São Januário para as finais do Torneio Octogonal Rivadavia Corrêa Meyer, que homenageava o presidente da Confederação Brasileira de Desportos (atual CBF).                                                              
Aconteceu durante a tarde do domingo 28 de junho de 1953, no Maracanã, onde os dois times haviam se encontrado, quatro dias antes, pelas semifinais.                                                   
 O apito ficou com Erick Westman e a grana chegou a Cr$ 1 milhão, 059 mil, 882 cruzeiros e 20 centavos. No primeiro tempo, o "Almirante" escreveu 2 x 1 no placar, com tentos marcados por Maneca e Sabará, cabendo a Djayr fazer o terceiro, na etapa final.
Este por sinal, um gol com muita categoria. Sabará centrou a bola para a área, o goleiro corintiano Cabeção a socou, de leve, para o lado, exatamente onde estava o baixinho Djayr, que não deixou a pelota cair ao chão e bateu, de direita, para a rede.
O primeiro foi aos 15 minutos, quando Maneca trocou passes com Pinga, entrou na áreas e escolheu o canto para endereçar a bola.
 O segundo teve Djayr cruzando bola e Sabará, que corria acompanhando o lance, pegando bem no couro e saindo para comemorar, aos 35.
 O time do Vasco, dirigido por Flávio Costa, formou com Ernani, Mirim e Bellini; Ely, Danilo e Jorge; Sabará, Maneca, Ipojucan (Ademir), Pinga e Djayr.
Todos os resultados dos vascaínos: primeira fase: 3 x 3 Hibernian; 2 x 1 Fluminense e 2 x 1 Botafogo. Semifinais: 4 x 2 e 3 x 1 Corinthians. Finais: 1 x 0 e 2 x 1 São Paulo .
DESENHOS: WILLIAM GUIMARÃES. FOTOS: "ESPORTE ILUSTRADO" 

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

MUSA DO DIA - PORTUGUESINHA


 Ela é o que se pode chamar de artista precoce, sem exageros. Aos cinco de idade, começou a cantar, para a Rádio Cajuti, do Rio de Janeiro. Aos seis, já estava contratada para soltar a voz durante os programas das Rádio Cosmos e do Teatro Boa Vista, em São Paulo. Aos nove, gravou o primeiro disco - pelo selo Colúmbia, com duas músicas, uma delas um fado da terra dos seus pais. 
Isso tudo aconteceu na vidas de Olivinha Carvalho, também, atriz de cinema, cantora da Rádio Nacional, por 20 temporadas, e apresentadora de TV. E o mais importante: torcedora vascaína, de tirar dia para visitar a rapaziada durante os treinos, em São Januário. E posar no meio da rapaziada.

VASCO DAS CAPAS - ÍDOLOS DÉCADA-1960


 A "Revista do Esporte"  destacou o meia Lorico (E) e o zagueiro Brito (D) na capa do Nº 289. O defensor chegou ao máximo na carreira. Além de ter levantado caneco, como capitão cruzmaltino, foi campeão mundial, pela Seleção Brasileira da Copa do Mundo-1970 e considerado o atleta de melhor preparo físico naquele Mundial. Logo, um super-homem, fazendo jus ao seu nome de registro civil: Hércules Brito Ruas, carioca, nascido em 9 de agosto de 1939. 
 Como canarinho, Brito atou em 60 prélios, com 45 vitórias, 10 empates e cinco choros. Estreou em Brasil 5 x 1 Inglaterra (30.05.1964) e despediu-se da jaqueta da Confederação Brasileira de Desportos no 1 x 0 Portugal (09.07.1972),  tendo colecionado, também, os títulos de campeão da Copa Roca-1971 e da Taça Sesquicentenário da Independência do Brasil (1972).  De sua parte, João Faria Filho, o Lorico, jogava muito com a camisa vascaína, mas não chegou ao escrete nacional. Cometeu o pecado de jogar ao mesmo tempo em que a imprensa louvava os meias Gérson de Oliveira Nunes,
Nascido, em Santos-SP, Lorico viveu por exatas 70 temporadas, entre os 20 de dezembro de 1940 e de 2010. Cria da Portuguesa Santista, "vascainou", em 1961, e assim ficou, até 1966, período em que o "Almirante" não conquistou nada, exceto o Torneio Rio-São Paulo-1966, título dividido com Botafogo, Santos e Corinthians, quando ele não estava mais na Colina..

HISTORI&LENDAS DA COLINA - SACODE

1 - O Vasco da Gama já goleou o Benfica, por 8 x 1. Calma, rapaz! Mas não foi o grande esquadrão benfiquista e português de Lisboa. Só um time homônimo do futebol amador do Rio de Janeiro. Placar bom para um primeiro de abril, não é?

2 - Anote os primeiros jogos internacionais do Vasco da Gama:  1 x 1 Universal, do Uruguai, em 2 de dezembro de 1923; 1 x 0 Montevideo Wanderers, também uruguaio, em 31 de março de 1928; 1 x 1 Sporting, de Portugal, em 22 de julho do mesmo 1928, e 0 x 0 Barracas, das Argentina, em 4 de janeiro de 1929. Três empates e uma vitória nos quatros primeiros confrontos com a "gringaiada" estão de bom tamanho, pois, pois!
 3 - O jogo 30 entre Vasco e Bangu rolou em 5 de janeiro de 1938. E a "Turma da Colina" mandou 6 x 0, em São Januário, em uma quarta-feira.  Niginho (3), Lindo (2) e Alfredo bateram no filó. Time do pancdaço: Rey, Poroto e Itália; Rafa, Zarzur e Alfredo; Lindo, Feitiço Niginho e Luna.

4 - Nada melhor para o torcedor vascaíno do que ver o "Almirante" deixando o Flamengo de quatro. Como no dia 6 de janeiro de 1951: 4 x 0, com três gols de Ipojucan e um de Ademir Menezes. O chefe da rapaziada era Oto Glória e o time teve: Barbosa, Augusto e Laerte; Ely, Danilo e Jorge; Alfredo II, Maneca, Ademir, Ipojucan e Djayr.  

5 - O Ajuelense é adversário de apenas uma partida contra o Vasco. Aconteceu no 6 de janeiro de 1963, em Ajuela, na Costa Rica, com a moçada goleando, por 4 x 0. O paulista Sabará, aos 40, e o gaúcho Saulzinho, aos 44 minutos do primeiro tempo, começaram a festa na rede. Na etapa final, o baiano Viladônega, aos sete, e o também gaúcho Laerte, aos 23,  completaram o sacode para o time que era dirigido por Jorge Vieira. O árbitro foi Bento Alfaro e a moçada que, naquele dia, pontou no gramado do Estádio Alejandro Morera Soto chamava-se: Ita; Joel Felício, Brito, Barbosinha e Coronel; Maranhão (Écio) e Viladônega (Russo); Sabará, Lorico, Saulzinho (Vevé) e Ronaldo (Fagundes). 

terça-feira, 21 de novembro de 2017

VASCO DOS GRÁFICOS - 4 X 2 CORINTHIANS

“O Vasco classificou-se com justiça”. Foi o título escrito pela semanária carioca “Esporte Ilustrado”, em sua página 18, de 3 de julho de 1953, sobre a rodada das semifinais do Torneio Octogonal do Rio de Janeiro.
Em sua interessante (para hoje) linguagem de época, o redator considerou que “Bellini, encontrando pela frente um Baltazar que é jogador de  peito, ganhou o tirão”; que Djayr “largando um pouco o sassarico...teve um bonito gol”, e que Ipojucan “distribuiu bem o jogo, enfeitando as jogadas com o costumeiro estilo, já consagrado”.      
O encontro foi em 24 de junho, no Maracanã, apitado por Erick Luiz Westman, com renda de Cr$ 487 mil, 924 cruzeiros e 60 centavos, tendo os gols cruzmaltinos sido marcados por Pinga (2), Maneca e Ipojucan, com 3 x 1 no primeiro tempo.
A escalação vascaína alinhou: Ernani, Mirim e Bellini; Ely, Danilo e Jorge; Sabará (Alfredo), Maneca, Ipojucan, Pinga e Djayr.   
O torneio homenageou o presidente da Confederação Brasileira de Desportos, Ravadávia Corrêa Meyer, e foi disputado, também, por Botafogo, Fluminense, São Paulo, Hibernian, da Escócia, Sporting, de Portugal, e Olimpia, do Paraguai.   

TRAGÉDIAS DA COLINA - PREJUIZAÇO

Aconteceu no dia 16 de maio de 1993, pelo Campeonato de Futebol do Estado do Rio de Janeiro. A galera não botou muita fé na “Turma da Colina” anunciada para a partida e, apenas, 1.300 pagantes compareceram ao estádio de  São Januário, para testemunhar Vasco da Gama 3 X 0 Bonsucesso. A renda não deu nem para pagar a bomba que encheu a bola do jogo.
Os gols foram marcados por Hernande (2) e Giovane, e o treinador era o ex-zagueiro vascaíno Joel Santana, que escalou.: Carlos Germano; Pimentel, Alê, Tinho (Alex) e Cássio; França, Leandro Ávila, Geovani e Carlos Alberto Dias (Gian);  Valdir Bigode e Hernande – daquela vez, o "Almirante" pagou para jogar. 

CORREIO DA COLINA - CAPITÃO E BOB

"Desculpe encher o saco. Qual foi o jogo em que Mauro Galvão abriu  uma goleada contra o Bonsucesso e em que ano foi aquela virada contra o mesmo time, com dois gols de Roberto Dinamite"? Raimundinho  Maranhão, da SQN 406 Norte- Brasília-DF  
1 - O jogo em que o glorioso capitão Mauro Galvão abriu  o sacode não foi contra o Bonsucesso, mas frente ao Madureira, em 19 de maio. de 1999. Rolou em São Januário e o Vasco mandou 8 x 1, com os outros gols marcados por  Guilherme (3), Donizete "Pantera" (2) e Alex Oliveira  (2). 
2 - A virada do "Bob" pra cima do "Bonsuça" foi em 19 de maio de 1977, temporada em que o "titio" Orlando Fantoni era o treinador e o caneco foi parar lá na Colina.

 
 Naquela partida, a rapaziada passou todo o primeiro tempo atrás no placar.
No segundo tempo, Roberto Dinamite (foto)  balançou o filó, aos 40 minutos, cobrando pênalti, e aos 47. 
Time do dia: Mazaropi; Orlando 'Lelé', Abel Braga, Geraldo e Marco Antônio; Zé Mario e Dirceu Guimarães; Luís Fumanchu (Wilsinho), Roberto e Ramon Pernambucano.     
FOTO REPRODUZIDA DO ARQUIVO DO JORNAL DE BRASILIA.

 

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

HISTORI&LENDAS DA COLINA - EXCURSÃO

A mais longa excursão feita pelo Vasco da Gama ao exterior  durou de 21 de maio a 5 de julho de 1961. O treinador era Martim Francisco e o time-base do giro formava com:  Miguel, Paulinho e Bellini; Edílson, Écio e Barbosinha; Sabará, Saulzinho, Pacoti, Roberto Pinto e Pinga. 
 Foram estas as vitórias do na viagem: 21.05.1961 - Vasco 1 x 0 Kickers, em Offenbach, na Alemanha; 27.05 - Vasco 2 x 0 Saint Paul, em Hamburgo-ALE; 30.05: Vasco 3 x 2 Alemannia Aachen, em Auchen-ALE; 01.06 - Vasco 11 x 0 Trondheim, em Oslo-SUE; 06.06 - Vasco 2 x 0 Combinado De Skeid, em Oslo-NOR; 11. 06 -  Vasco 4 x 1 Fren-FIN), em Oslo-NOR; 14.06 - Vasco 4 x 1 Combinado IFK/AIK-SUE, em Malmoe-SUE; 18.06 - Vasco 4 x 2 Dalarna-SUE, amistoso, no estádio sueco de Berlaeeng; 21.06 - Vasco 8 x 1 Boden-SUE, em Boden; 27.06 - Vasco 1 x 1 AIK-SUE, em Stock Holmes; 29.06 - Vasco 1 x 0 Norrkoping-SUE), em Norkoping-SUE; 02.07 - Vasco 5 x 1 Sundsvall-SUE, em Helsinborg-SUE. 

      

 

 

 

 

CORREIO DA COLINA - GILBERTO

“Este Gilberto do São Paulo é aquele que jogou pelo Vasco?” Kleber Assunção, de Goianésia-GO.

Gilberto ataca o Botafogo, em foto reproduzida de www.crvascodagama.com.br
O próprio. Aquele mesmo que marcou o gol da vitória, por 2 x 1, sobre o Botafogo, valendo o 23º caneco de campeão estadual para a “Turma da Colina”.
Na época, em 2014, ele estava com 26 de idade e era vascaíno desde fevereiro. Enquanto teve Doriva por treinador, disputou 19 jogos e marcou nove gols cruzmaltinos. Quando Doriva caiu e foi substituído por Celso Roth, o “matador” Gilberto não se acertou com o gaúcho e terminou saíndo de São Januário.

TRAGÉDIAS DA COLINA - SEM VENCER

1 – Em 2015, o Vasco atingiu sete jogo sem vencer –   seis pelo Campeonato Brasileiro – 0 x 0 Goiás; 0 x 0 Figueirense; 1 x 1 Internacional-RS; 0 x 3 Atlético-MG; 0 x 3 Ponte Preta e 0 x 2 Atlético-PR – e um pela Copa do Brasil – 1 x 2 Goiás. Levou nove e marcou dois gols. Até ali, o treiandor Doriva não  conseguira vencer ninguém, pelo Brasileirão, mesmo com a glória de ter levado a rapaziada ao título do futebol carioca da temporadas.

2 - O Torneio Início era um festival de futebol, durante uma tarde domingueira, para marcar a abertura do Campeonato Carioca. O de 1928, foi disputado no estádio do Fluminense, nas Laranjeiras, em 1º de abril. Poderia ter sido mentira, mas o Vasco caiu no primeiro jogo, diante do seu maior rival, o Flamengo. No tempo normal de jogo, 15 minutos, cada tempo, rolou empate, por 1 x 1, com Galego marcando o gol cruzmaltino. Como os partidas empatadas tinham por vencedores quem cedesse menos escanteios, a "Turma da Colina" escorregou nesta, e cedeu um a mais. O juiz foi Edgard Gonçalves e a rapaziada da escorregada esta: Jaguaré, Zé Manuel e Cama; Badú, Tinoco e Mola; Bahiano, Paes, Galego, Rainha e Patrício. 

domingo, 19 de novembro de 2017

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA. 'CLICK' EM CLONES DE OBRAS-PRIMAS

Uma réplica muito, muito  mais bonita
  O  fotógrafo norte-americano Nolan Patteerson imaginou, durante a década-1950, produzir um ensaio com sósias de modelos de telas famosíssimas.  E foi à luta. Convidou celebridades e tentou provar que as antigas musas poderiam disputar o mercado com as glamurosas “fivethy girls” e até ir para diante das câmeras cinematográficas de Hollywood.
  Nolan convidou as atrizes Jean Simmons, Arlene Dahl e Denise Darcel, para reviverem, respectivamente, a Monna Lisa,  A Maya Vestida e a Garota Boêmia. Cuidou de todos os detalhes para os “cliks” baterem com o original, mas nem tudo saiu perfeito, como veremos em três casos escolhidos por esta coluna.
 A reprodução da Monna Lisa levou Jean Simmons a umedecer os lábios, para o enigmático sorriso da também chamada La Gioconda ficar o mais lubrificado possível. Ok! Mas o rosto dela não era tão parecido com o de Lisa Gerardini, a modelo que Leonardo da Vince começou a pintar, em 1503, e, segundo alguns historiadores, levou quatro temporadas trabalhando – outros pesquisadores considerem 1517 a data dos finalmentes.    
   Para o “Domingo”, Jean Simmons, nascida Jean Marilyn Simmons, na inglesa Londres, era muito mais bonita. Atriz mais popular das Inglaterra, no inicio da década-1950, ela havia participado de 19 filmes, até chegar 1952 e estreado em produção dos Estados Unidos, tendo naquela década e na seguinte vivido o seu auge.
Entre 1948 e 1983, Jean recebeu várias indicações para as maiores premiações do cinema, tendo, em 1948, sido eleita a melhor atriz, do Festival da italiana Veneza, interpretando papel em “Hamelet”, baseado na obra de William Shakespeare.
A morenice espanhola no original virou ruiva uma réplica,
ruivamente, quase loira
Filha de Charles Simmons com Winifred Ada, ela teve duas irmãs e um irmão, e dois casamentos – com Stewart Granger e com Richard Brooks –, saindo deles com um filho de cada um dos maridos.
 Durante a década-1980,  Jean Simmons trocou a telona pela TV, participando de filmes e seriados da telinha.
Em 1986, esteve internada, em um hospital, para tratamento de alcoolismo. Superou o problema, voltou a ser atriz e ao cinema, mas sem abandonar a televisão. Viveu entre 31.01.1929 a 22.01.2010, duas temporadas após o último trabalho.        
 No caso da imitação da ‘Maya’, por Arlene Dahl, a pintura do espanhol Goya foi revivida por um cuidadoso Patterson pisando na bola. Clicou uma ruiva, enquanto a original, a Duquesa D´Alba, era morena. A semelhança entre as duas era nenhuma, mas a intenção valeu.
 Arlene Dahal tem a mesma altura de Jeans Simmons – 1m68cm – e o seu auge nas telas rolou pelas mesmas décadas-1950/1960. No entanto, teve mais maridos – Fernando Lamas, Lex Barker, Alexis Lichine e Rounsevelle Schaum – e mais filhos – três.
 Nascida em Minneapolis, nos Estados Unidos, foi registrada, por Arlene Carol Dahl, pelos pais Rudolph e Idelle. Entre 1947 e 1995, atuou em 33 produções cinematográficas e cinco televisivas. O seu filme mais conhecido no Brasil foi “Viagem ao Centro da Terra”.
Convenhamos que Denise Darcel, também, não é nada parecida com a modelo de “A Garota Boêmia”. Muito menos o seu sorriso, que especialistas em artes viram “vampirizado”
Sorriso nem tanto enigmático como o
da Monna Lisa. Ligeiramente, vampirinho.
Atriz francesa, nascida em Paris, bem que Denise esforçou-se para deixar a cena igual à pintada por Franz Hals. Mas só tentou a casadoira moça, de 1m63cm de altura e que gerou duas crias em suas cinco uniões matormoniais – com George Simpson Junior, Richard Vence, Robert Atkinson (pai das crianças), William Saw e Peter Crosby.   
 Filha de um padeiro, Denise Billecard, seu verdadeiro nome, ganhou o título de “Garota Mais Bonita da França” e foi cantora de cabarés, em Paris. Emigrou para os Estados Unidos, em 1947, e ganhou cidadania norte-americana, em 1952. Aos 41 de idade, fez performances de “streaptease”, em San Francisco, Las Vegas e Oakland, mas por pouco tempo. Depois, voltou a cantar em cabarés.
A sua filmografia inclui 16 películas – “Vera Cruz”, de 1949, foi a mais famosa –, tendo uma delas sido “Tarzan e a Garota Selvagem”, ao lado de Lex Barker. Contracenou, também, com outros artistas famosos, entre eles Glenn Ford, Roberto Taylor, Gary Cooper, Burt Lancaster e Esther Williams. – viveu entre 08.09.1924 a 23.12.2011.   
  Ideia muito boa, mas clonagem devendo, um pouco.
FOTOS REPRODUZIDAS DE "O CRUZEIRO"

ADHEMAR 'OLÍMPICO' ENQUADRADO

A partir de 1955, o Vasco da Gama passou a contar com um dos principais atletas da história desportiva brasileira, Adhemar Ferreira da Silva.
Como representante da “Turma da Colina”, ele conquistou cinco títulos no atletismo carioca; dois do Troféu Brasil; o ouro do salto triplo das Olimpíadas Melbourne-1956 e o ouro nos Jogos Pan-Americanos de Chicago-1959 (valeu um tri).
 Depois disso tudo que você leu sobre a fera, concorde que, as vezes, a glória nada vale. Pelo menos, aconteceu com este campeão, após o Sul-Americano de Atletismo-1952, disputado na Argentina. Adhemar voltou alegre, sorridente, desceu ao avião exibindo o troféu para a torcida brasileira, mas nem imaginava o que estaria à sua espera.
Incrível! O prefeito da capital paulista,  Jânio Quadros –  8 de abril de 1953 a 31 de janeiro de 1955 –, ao tomar conhecimento de que Adhemar havia ausentado-se das suas funções de servidor municipal, para buscar medalha dourada para o desporto brasileiro, mandou descontar em seu salário os dias faltosos.
Foto reproduzida da
revista Esporte Ilustrado
Jânio Quadros nem era prefeito na época daquele Sul-Americano disputado em Buenos Aires e, ainda, ameaçou demitir o campeão, por causa de uma entrevista em que ele demonstrara a sua ira pela punição, que incluiu rebaixamento de posto.
Mais incrível, no entanto, era a assessoria técnica, ou jurídica, da Prefeitura de São Paulo não saber que havia norma do (extinto, em 1993, pelo presidente Fernando Collor) Conselho Nacional de Desportos-CND, pelo decreto-lei 3.199, de 14 de abril de 1941, garantindo liberações de atletas de seus respectivos empregos, mantendo os vencimentos, quando fossem representar o país no exterior.
Portanto, os burocratas da assessoria da municipalidade paulistana tiveram 13 temporadas para conhecerem a lei e informar, corretamente, ao chefe. Mesmo assim, Adhemar foi enquadrado no regulamento para todos os colegas. Nem o ditador Getúlio Vargas, que regulava o desporto com mão-de-ferro, o fazia.        
 Primeiro e único atleta brasileiro bicampeão olímpico, depois do aborrecimento com Jânio Quadros, o campeoníssimo Adhemar foi para a australiana Melbourne-1956, com a energia de um atleta vascaíno, e saltou 16m35cm. Depois disso, o Brasil gastou 48 temporadas para voltar a ter bicampeões olímpicos – os iatistas Robert Scheidt, Torben Grael e Marcelo Ferreira, em na grega Atenas-2004.
Se tivesse optado por ser atleta profissional nos Estados Unidos, em vez de ser amador no Brasil, com certeza, Adhemar Ferreira da Silva teria ficado rico. Não precisaria, duas temporadas após ele ter passado a pessoa espiritual, a sua filha Adyel vender as suas duas medalhas do ouro olímpico.     

 

 

 

VASCO BICAMPEÃO NO BEACH SOCCER

REPRODUZIDO DE WWW.CRVASCODAGAMA.COM.BR. AGRADECMENTO


  Primeiro campeão do mundo e maior vencedor da modalidade no Brasil, o Vasco da Gama segue melhor nas areias do continente sul-americano. Durante a noite de ontem (18/11), em Assunção, no Paraguai, venceu o uruguaio Malvín, por 8 x 5, e conquistou o bicampeonato da Taça Libertadores de Beach Soccer.
O título foi levantado de forma espetacular, outra vez invicto, com seis triunfos, em seis partidas.
Base da Seleção Brasileira, o time vascaíno não tomou conhecimento do adversário e dominou os uruguaios do primeiro ao último período. Os gols da vitória que manteve o Almirante no topo da América foram marcados por Lucão (2), Mauricinho (2), Bokinha (2), Lukinhas e Catarino. O primeiro, inclusive, encerrou a competição internacional como artilheiro vascaíno, com 10 gols. O Vasco também teve a defesa menos vazada e viu o atacante Bokinha ser escolhido como melhor jogador.
- Graças a Deus conquistamos mais um título para o Vasco! Consegumos impor o nosso ritmo e administrar o placar no momento que a partida ficou um pouco complicada. A partida chegou a ficar 3 a 2, mas abrimos vantagem rapidamente e conseguimos fazer 7 a 2, o que nos deu a oportunidade de colocar todo mundo em quadra para participar da festa. Foi uma conquista importante, se trata de um Bicampeonato da Libertadores. Ganhamos as duas edições que tiveram até agora e já estamos garantidos na próxima. Em nome do grupo, agradeço aos torcedores vascaínos pelo apoio - afirmou o treinador Fábio Costa, sem esconder a satisfação com a conquista do título.
FOTO DE JOÃO VITAL, REPRODUZIDA DE WWW.CRVASCODFAGAMA.COM.BR - AGRADECIMEMTO
 
         Campanha na primeira fase da Taça Libertadores da América:
11/11/2017- Primeira fase: Vasco da Gama 6 x 3 Universidad Arturo Prat-CHI. Gols: Lucão (3), Mauricinho, Catarino e Jorginho.
 
12/11/2017- Primeira fase: Vasco da Gama 10 x 1 Malvín-URU. Gols: Catarino (3), Antônio (2), Lucão (2), Mauricinho, Lukinhas e Jordan.
 
13/11/2017- Primeira fase: Vasco da Gama 8 x 2 Delfin Sporting-URU. Gols: Bokinha (2), Catarino, Lucão, Jordan, Mauricinho, Cesinha e Antônio.
 
15/11/2017- Quartas de final: Vasco da Gama 7 x 4 Deportivo Provincial-ARG. Gols: Rafinha (2), Lukinhas (2), Mauricinho, Lucão e Catarino.
 
16/11/2017- Semifinal: Vasco da Gama 10 x 4 Garden Club-PAR. Gols: Bokinha (3), Lukinhas (2), Lucão, Paulinho, Rafinha, Antônio e Catarino.

18/11/2-17- Final: Vasco da Gama 8 x 5 Malvín-URU. Gols: Lucão (2), Mauricinho (2), Bokinha (2), Lukinhas e Catarino.


 

sábado, 18 de novembro de 2017

VASCO DOS GRÁFICOS

EM PESQUISA - AGUARDAR

CORREIO DA COLINA - VASCO X ABC

O potiguar Hernando Filho conta ter 17 de idade, ser torcedor do ABC, de Natal, em sua terra, e do Vasco da Gama, no Ri de Janeiro.  "Sou alvinegro de quatro costados", escreveu. Ele quer saber da estatística entre os seus dois times.
Seguinte, Hernando: pelas contas do "Kike", o "Almirante" vai levando a melhor sobre o seu time da bela cidade de Natal. Os dois já se pegaram em encontros amistosos, da Copa do Brasil e dos Brasileirões das Séries A e B.
Amistosamente, a "Turma da Colina"  fez estes placares anotados pelo Kike: 07.06.1960 – Vasco 6 x 2; 22.08.1970 – Vasco 1 x 0; 22.10.1970 – Vasco 1 x 0; 16.07.1996 – Vasco 1 x 0. O primeiro jogo é, também, o demarcador mais elevado, com dois gols de Pinga, dois de Pacoti e mais dois a cargo de Roberto Pinto e de Delém.  O treinador era Nelson Filpo Nuñez e o time alinhou: Barbosa, Paulinho de Almeida e Bellini; Brito, Écio, Russo e Coronel;  Teotônio, Roberto Pinto (Waldemar), Delém (Pacoti) e  Pinga.
Da Copa do Brasil, o "Kike" anote: 17.02.1994 - Vasco 2 x 0; 15.03.1994 - Vasco 1 x 1 ABC; 30.03.2011 0 Vasco 0 x 0 ABC; 06.04.2011 - Vasco 2 x 1.
Do Brasileirão da Segundona, temos: 17.07.2009 - Vasco 3 x 0; 20.10.2009 - Vasco 3 x 2; 08.08.2014- Vasco 2 x 1. No Brasileiro da elite, só: 01.10.1972 - Vasco 2 x 1.
Você diz ser “alvinegro”, mas o Vasco não é chamado por clube alvinegro. Os cronistas cariocas preferem qualifica-lo por “cruzmaltino”, mesmo com a cruz da caravela de seu emblema representando a cruz da “Ordem de Cristo”.  Vale ressaltar que, a Ordem de Malta chegou a usar a cruz da Ordem de Cristo e, quando promoveu a “Semana Alvinegra”, na década-1950, o Santos convidou Corinthians e Vasco, levando em conta o branco e o preto do uniforme vascaíno. Desconsiderou o vermelho da cruz. Fica, então, a interpretação para cada um.  Valeu?  

 

O VENENO DO ESCORPIÃO - OS AGENTES DA VIOLÊNCIA QUE A TV COLOCA EM SUA TELA

Heróis das revistas em  quadrinhos foram
 para a TV mandar balas
 Sempre que um ato altamente brutal acontece, temos, no dia seguinte , as já tradicionais  “caminhadas pela paz” nas manchetes dos noticiários das TV. Esta, no entanto, contribui muitíssimo para que isso role. Até em novelas assistimos a mocinha invadindo o apartamento do amante e disparando tiros no meio da sala. Sem falar das “chamadas à bala”, o convite para um novo capítulo. Começa com alguém atirando, ou colocando uma arma no rosto de alguém.
 Mas a violência na TV não é de hoje. Criança, a nossa inocência já a consumia. Quando a televisão no Brasil fazia 15 temporadas no ar – aberta em 18.09.1950, pela TV Tupi, em São Paulo –, os chamados “enlatados” vindos dos Estados Unidos traziam para os nossos meninos rajadas de metralhadoras; enforcamentos; afogamentos; empurrões em  precipícios; atropelamentos propositais; surras violentas e até desintegração por pistolas atômicas.          
 Seguramente, muitas dessas crianças consumidoras das brutalidades importadas pela “telinha” aprenderam a produzir violência e se tornaram os bandidos brasileiros que, tempos depois, viveram todas aquelas cenas mostradas pela TV.
 Há 67 temporadas televisivas no Brasil – pesquisei pelas revistas Intervalo, Capricho, Contigo, Revista do Rádio-TV e Realidade –, havia 10 canais entre Rio de Janeiro e São Paulo, as nossas mais populosas capitais. Eles exibiam, em média, 61 filmes semanais, com um mínimo de 80 horas de porrada, matando nunca menos de 100 bandidos (no papel, da TV, é claro).        
 Outros números citam violência distribuída por 57 películas e 32,5 horas de pancadaria, em aventuras mais consumidos por adolescentes; 36 filmes e 23 horas de bang-bang, e mais 36 totalizando 27 horas de ações policiais, com muitos tiros, evidentemente. A violência da bandidagem só perdia exposição na TV para os 24 mil anúncios comerciais semanais, em 200 horas das programações dos 10 canais cariocas e paulistas.
 Reprodução de propaganda de livro
 Portanto, uma herança maldita. Atualmente, com dezenas de canais, multiplique o que você leu acima, por 100, e ainda é pouco. Enquanto, no passado, a violência era embutida no roteiro do inevitável “o bem vence no final”, agora a temos em programas exclusivos e que, quanto maior ela é, bem maior é audiência. Principalmente de bandidos, desempregados e analfabetos (não por culpa deles, mas do nosso modelo social, de concentração de renda nos bolsos de uma elite cruel). 
Mas a TV que exibia tanta violência, como até alienígena tramando, com cientista maluco, a destruição do planeta (Quinta Dimensão) e policiais invadindo cervejarias para massacrar mafiosos (Os Intocáveis), trazia, também, seriados que deveriam ser violentos, mas, incrivelmente, eram menos inacreditáveis. Caso de “O Agente da UNCLE”,  juntando agente  norte-americano da CIA, Napoleon Solo, e o soviético Illya Kuriakin, da KGB, nos tempos da “guerra fria”. Dá pra imaginar? Unidos contra trapaças internacionais.        
O seriado, da NBC, entre 1964 e 1968, teve 105 episódios, chegou por aqui pelos inícios de 1966.  UNCLE era abreviatura de “United Network Command for Law en Enforcement” , isto é, “União de Nações para Comando da Lei e sua Execução”. Só mesmo o escritor  Ian Fleming para criar uma trama dessas. Diziam ter sido armação dele para levar algo tipo 007 par a telinha.
  Hoje, ao ligar a TV e assistir o mocinho apanhando muito – quando não leva um tiro –, nem precisa ter a expectativa de que ele vai se recuperar durante o próximo capítulo – claro que vai! Para se vingar, com muito mais violência, pois a TV precisa de audiência para vender comerciais, e que se dane a educação. Afinal, existe o dia seguinte e as caminhadas pela paz – com locutor anunciando-a, fazendo cara de chocado, revoltado.     

                                   

                                   

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

HISTORI&LENDAS DA COLINA - PEGAÇO


1- Vasco e Flamengo já se enfrentaram em três oportunidades na data 25 de março. E a Turma da Colina está invicta:  25.03 -1951 - Vasco 2 x 2 Flamengo; 25.03.2002 – Vasco 1 x 0 Flamengo; 25.03.2007 – Vasco 3 x 0 Flamengo. De quebra, em 25.03.1944 – Vasco 4 x 1 Fluminense.


2 -  Walter Goulart da Silvie foi o pomposo nome de batismo do “matador” Santo Cristo. Carioca, nascido em 12 de setembro de 1922, era ponta-direita e esteve vascaíno entre 1945/1946. Com a jaqueta da “Turma da Colina”, sagrou-se campeão dos Torneio Início-1945; Torneio Municipal-1945 (invicto); Campeonato Carioca-1945 (invicto); Torneio Relâmpago-1946 e Torneio Municipal-1946.  


3 - Valdir ‘Bigode’ marcou 144 gols com a jaqueta cruzmaltina, em 292 jogos, assim distribuídos: 1992 – 31 jogos e 11 gols; 1993 – 68j/42g; 1994 - 54j/22g; 1995 - 56j/34g; 2002 - 10j/5g; 2003 - 27j/7g;  2004 - 46j/23g. O carinha do bigodinho sinistro começou a colocar goleiros pra chorar quando o “Almirante” zarpou em direção ao seu único tri estadual-1992/93/94. Em 1996, ele começou a fazer uns passeiozinhos por fora da Colina, tendo visitado clubes como São Paulo, Santos, Atlético-MG, Botafogo e o português Benfica. Voltou a São Januário, em 2002, ficou por três temporadas, a tempo de ser campeão estadual-2003, na última vez vascaína. Nascido, no Rio de Janeiro, em 14 de março de 1972, ele tornou-se o principal artilheiro vascaíno em 1993/94/95/2004. Estreou em 1º de maio de 1992, marcando um gol em Vasco 3 x 0  Dom Bosco-MT.


4 -  O Vasco é um bom estreante em Estaduais? Digamos que quebra o galho. Confira o que rolou nas últimas dez temporadas: 2005 – 2 × 1 Portuguesa; 2006 – 3 × 1 Madureira; 2007 -  2 × 0 Nova Iguaçu; 2008 - Vasco 1 × 2 Madureira – 2009 – 0 x 2 Americano;  2010 -  1× 0 Tigres; 2011 – 0 x 1 Resende; 2012 -  2 x 0 Americano; 2013 – 2 x 0 Boa Vista; 2014 – 1 x 1 Macaé; 2015 – 2 x 0 Cabofriense. Compare com os primeiros tempos do futebol vascaíno: 1916 – 1 x 10—Paladino (3ª Divisão); 2017 – 4 x 2 Icarahy (2ª Divisão); 1918 – 2 x 3 São Cristóvão (2ª Divisão); 1919 – 5 x 6 Mackenzie (2º Divisão); 1920 – 4 x 2 Americano/Rio de Janeiro; 1921 – 2 x 0 Palmeiras/Rio de Janeiro (Série B da 1ª Divisão); 1922 – 4 x 0 Palmeiras (Série B da 1ª Divisão); 1923 – 1 x 1 Andarahy (Série A da 1º Divisão).  


5 – Em 1952, o treinador pernambucano Gentil Cardoso levou o Vasco ao título do futebol carioca, com a última geração do “Expresso da Vitória”.  Substituído por Flávio Costa, depois de ir embora, ele jogou uma praga no “Moço Branco”, como o chamava: “Você vai passar sete anos sem levantar um campeonato” . Levou 10 anos. 

KIKE PROCURA TIM CANTANDO O VASCO


 O "Kike da Bola" procura, para comprar, este CD, gravado por Tim Maia, contando o hino do Vasco, em forma de "dance music". Caso você o tenha, ou saiba de alguém que o tem e quer vende-lo, por favor, entre em contato.  

FIGURAÇAS DA COLINA - PAULINHO

 Paulo Almeida Ribeiro, gaúcho, de Porto Alegre, nasceu em 15 de abril de 1932 e viveu até 11 de junho de 2007. Foi vascaíno, entre 1954 a 1963, casado com Vitória Régia e pai de Cristina e de Paulo André.
O Vasco pagou Cr$ 800 mil cruzeiros, ao Internacional, valor altíssimo na época, para levá-lo. Mas a sua convocação à Seleção Brasileira do Sul-Americano de 1953, no Peru, dava indicativos de uma grande contratação. No mesmo 1954, ele foi à Copa do Mundo da Suiça, como reserva de Djalma Santos. E só não foi à de 1958, na Suécia, devido a uma séria fratura.
Paulinho era um lateral moderno. Já apoiava o ataque na década-1950. Duro na marcação, no Inter teve o apelido de Paulinho ’Piranha’. Encerrada a carreira, passou a treinador dos juvenis e dos aspirantes vascaínos, tendo sido campeão da segunda categoria, em 1964. Em seguida, dividiu, com o também ex-jogador cruzmaltino Ely do Amparo, o comando do time principal. Trocou o Vasco pelo Internacional, em 1966, voltando ao Rio de Janeiro, em 1967, para dirigir o Olaria. Em 68, retornava ao Vasco e foi o treinador da campanha do vice-campeonato carioca da temporada.

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

VASCO DOS GRÁFICOS - 2 X 1 MADUREIRA

Vitória difícil sobre um tradicional "freguês", dentro de São Januário.
 No primeiro tempo, o time visitante endureceu o jogo e o garoto do placar (por aqueles tempos, garotos ficavam encarregados de trocar as placas numéricas do marcador) ficou só assistindo a partida.
No segundo tempo, porém, ele fez por merecer a gorjeta, porque  Válter Marciano e Pinga pingaram na rede do "Tricolor Suburbano".
 Eunápio de Queirós, que ficava uma fera quando lhe chamavam por "Larápio de Queirós",  apitou a pugna, que rendeu Cr$ 115 mil, 583 cruzeiros, tendo o anfitrião vascaíno mandado a campo: Vitor Gonzalez, Paulinho de Almeida e Haroldo; Mirim, Orlando e Dario; Sabará, Valter Marciano, Vavá, Pinga e Parodi.
 Por ser início de campeonato, o pequeno Bonsucesso surpreendia em duas rodadas, ocupando a liderança ao lado da dupla Fla-Flu e dos vascaínos, todos com quatro pontos ganhos – o "Almirante" tinha saldo de cinco gols marcados e um levado.
Desenhos de WILLIAM GUIMARÃES, da revista  "Esporte Ilustrado", com informações passadas por José Luiz, José Rebello e Carlos Gonçalves.

HISTORI&LENDAS DA COLINA - DATADO

Reprodução de álbum de figurinhas
 1 - Coincidentemente, Jardel e Edmundo marcaram o seu primeiro e último gols vascaínos em uma mesma data, 8 de novembro. O primeiro, em 1992, diante do Olaria, enquanto o "Animal" arranhou a rede em 2008, diante do Santos. Se as zagas bobeassem, eles colocariam goleiros pra chorar.

2 – A data 6 de abril é repleta de empates vascaíno: 1969 – Vasco 0 x 0 Bonsucesso; 1973 – Vasco 0 x 0 Flamengo; 1990 – Vasco 1 x 1 Cerro Porteño-PAR; 1992 – Vasco 1 x 1 Portuguesa de Desportos; 1993 – Vasco 0 x 0 Remo-PA; 1997 – Vasco 0 x 0 Bangu; 2008 – Vasco 2 x 2 Flamengo.

3 - Em 5 de janeiro de 1957, o Vasco fez a sua 100ª partida no exterior. Tropeçou em 2 x 3 Nacional, de Montevidéu,  com os seus gols marcados por Sabará e Wilson Moreira. O time: Hélio (Vagner); Ortunho, Bellini e Coronel: Laerte e Orlando; Sabará (Ceninhoo), Livinho (Roberto), Wilson Moreira, Válter Marciano e Lierte. O primeiro jogo internacional vascaíno havia sido 1 x 1 Universal-URU, em 2 de dezembro de 1923, no Rio de Janeiro. Diante de um time europeu, o primeiro foi 1 x 1 Sporting-POR, em 22 de julho de 1928, em São Januário.

4 - Em 5 de janeiro de 1963, o Vasco contratou os atacantes Mário “Tilico”, junto à Portuguesa de Desportos, por Cr$ 5.000.000,00, e Célio, ao Jabaquara, por Cr$ 11.500.000,00. Os dois foram se juntar ao grupo que excursionava pelas Américas, e o treinador Jorge Vieira não gostou, por não ter sido consultado. No entanto, os dois atletas fizeram sucesso como vascaínos, levando a galera a comemorar muitos gols. Célio, inclusive, tornou-se um dos maiores ídolos dos vascaínos da década-1960. 

5 - Em 13 de outubro de 1957, vencendo o Madureira, por 3 x 0, em São Januário, Vasco ampliou, para 309 jogos, a sua sequência de vitórias sobre o "Tricolor Suburbano". Até então, haviam sido jogadas 55 partidas por Campeonatos Cariocas, com 44 triunfos vascaínos e cinco empates. A rapaziada havia deixado 167 bolas no filó.  

 
 

CORREIO DA COLINA - RONDINELLI

“Gostaria de fazer duas perguntas: 1 - O zagueiro Rondinelli, que marcou, contra o Vasco, o gol do título do Flamengo campeão carioca-1974, fez algum quando jogava pelo Vasco; 2 – Eu estava no Rio de Janeiro e, em um domingo, assisti jogo de muitos gols, entre Vasco e Goiás. Não me lembro quando foi e o placar? Argemiro Morais, de Ceilândia-DF.
 Prezado Argê! 1 - O troco de Rondinelli ao Vasco ficou muito barato. Em 12 jogos com a camisa cruzmaltina, ele marcou só um gol, se bem que isso não fosse um ofício dele, que era “xerifão” e até chamado por “Deus da Raça”.  
2 – Deve ter sido Vasco 6 x 4 Goiás, pelo Brasileirão-2003, em São Januário,  pela segunda rodada do primeiro turno do BR-2003. Marcelinho Carioca (2), Souza, Wescley, Cadu e Ânderson marcaram os gols dos vascaínos, que eram: Fábio; Russo, Alex (Wescley), Welington Paulo e Edinho (Ânderson); Rogério Corrêa (Danilo), Bruno Lazaroni e Léo Lima; Marcelinho Carioca, Souza e Cadu.
Paulista, de São  José do Rio Pardo, nascido em 26 de abril de 1955, Antônio José Rondinelli Tobias levou 1m87cm de altura para a zaga vascaína e seu único gol para a “Turma da Colina” foi em Vasco 5 x 0 Imperatriz, lá no Maranhão do Sul, amistosamente, em abril de 1982 – Dudu (3) e Marquinho marcaram os outros gols. Muito barato, não?  

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

VASCO DA GAMA 1 X 1 ATLÉTICO-MG

Mais uma chance perdida para ficar perto da vaga na Taça Libertadores. E numa falha do goleiro Gabriel Félix, que não defendeu um chute, com a bola passando em cima dele. Com isso, a rapaziada somou 50 pontos e segue na oitava colocação.
Evander, fotografado por Paulo Fernandes, de www.crvascodagama.com.br
O tento vascaíno foi marcado, aos 25 minutos da etapa inicial, quando Evander bateu escanteio e André Rios cabeceou certeiro.
No domingo, o "Almirante" vai a Coritiba, encarar o Atlético-PR, a três rodadas do final do Brasileirão.

 CONFIRA A FICHA TÉCNICA - 15.11.2017 (quarta-feira) - VASCO 1 x 1 ATLÉTIC O-MG. 35ª rodada do Campeonato Brasileiro. Estádio: São Januário-RJ. Juiz:  Flávio Rodrigues de Souza-SP. Público: 11.486 pagantes (12.059 total). Renda: R$ 351.480,00. Gols: Andrés Ríos, aos 25 min do 1º tempo, e Fred, aos 7 min do 2º tempo. VASCO: Gabriel Félix; Madson (Gilberto), Breno, Paulão e Henrique; Wellington, Evander (Caio Monteiro), Paulinho, Nenê e Yago Pikachu (Wagner); Andrés Ríos. Técnico: Zé Ricardo. ATLÉTICO-MG: Victor; Marcos Rocha, Leonardo Silva, Bremer e Fábio Santos; Adilson (Yago), Elias, Otero (Gustavo Blanco) e Valdívia (Roger Bernardo); Robinho e Fred. Técnico: Oswaldo de Oliveira.

VASCO DOS GRÁFICOS - 5 X 0 LUSA-RJ

 Primeiro jogo do returno do Campeonato Carioca-1956. Era um recado de que o caneco se aproximavas de São Januário. Goleada tão fácil que, só no primeiro tempo, a rapaziada escreveu 3 x 0 no placar – Vavá (2), Válter Marciano, Pinga e Livinho fizeram o estrago nas redes da Lusa da Ilha do Governador.   
 Apitado por Mário Vianna, o prélio rendeu Cr$ 217 mil, 608 cruzeiros e foi jogado no  estádio (do América) da Rua Campos Sales. Valeu à rapaziada  sair do gramado com 22 pontos ganhos e quatro perdidos, em 13 compromissos, tendo seu ataque marcado 42 e sofrido 12 gols, o que lhe deixava com o belo saldo de 30. Na tabela classificatória, a trajetória valia a ponta de cima.
A foto-sequência você verá em uma
outra matéria, a ser publicada amanhã.  
Como a Portuguesa era uma costumeira “freguesona”, vencê-la não fora mais do que uma obrigação do Vasco da Gama, que já havia lhe mandado 4 x 0 na primeira rodada do primeiro turno. Naquela temporada, o campeonato teve 12 times e o sistema todos contra todos, em duas etapas.
Treinado por Martim Francisco, o Vasco alinhou: Carlos Alberto Cavalheiro, Dario e Belline; Laerte, Orlando e Coronel; Sabará,  Livinho, Vavá, Válter e Pinga. Quatro atacantes desta formação estavam entre os principais artilheiros do certame: Válter, com 10; Vavá e Livinho, ambos com nove, e Pinga, com seis tentos.
O gráfico foi desenhado por William Guimarães, que é o autor de todos os demais já publicados e a publicar, reproduzidos da revista carioca "Esporte Ilustrado".

TRAGÉDIAS DA COLINA - "ININTENDÍVEL"

Em 6 de março de 1972, o Vasco da Gama fez aquilo que o brasileiro costuma classificar de “coisa de português”: convidou o Pinheiros, clube já inexistente do Paraná, para um amistoso no Rio de Janeiro, onde não tinha torcedor. Venceu, por 3 x 0, com gols de Suingue (de pênalti), Marco Antônio e Jaílson, mas contabilizou um grande prejuízo. O prélio, em uma noite de uma quinta-feira, arrecadou o que não deu para pagar as despesas do convite: Cr$ 2 mil, 864 cruzeiros.
 Talvez, tenha acontecido para o “Almirante” não acumular tantos vexames. Quatro dias antes, havia ficado no 0 x 0 América, pela Taça Guanabara, e, três depois, no 1 x 1 São Cristóvão, pela mesma disputa. Passada uma semana, 0 x 1 Flamengo, também pela Taça GB.
A turma da época era: Andrada (Tião), Paulo César, Miguel, Moisés (Renê), Eberal, Alcir, Buglê. Suingue, Roberto Dinamite, Silva (Ferreti) e Marco Antônio.

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terça-feira, 14 de novembro de 2017

MUSA VASCAÍNA DO DIA - CAMPEONÍSSIMA

A modelo e lutadora Jamila Sandoro é a campeã de pingadas de colírio nas vistas da galera vascaína, aqui no "Kick". O seu "facebook" é repleto de belas fotos dos seus ensaios, nos quais ele aparece vestindo camisas vascaínas de vários modelos e cores. A desta foto acima é um desenho alternativo lançado há cinco temporadas. Vendeu bem e, além dela, muitas outras torcedoras da "Turma da Colina" foram aos estádios dar uma força à rapaziada, usando-a. Jamila, no entanto, fica "trilegal", como dizem os gaúchos, com qualquer jaqueta cruzmaltina, pois a sua estampa foi produzida pelo "Homem Lá de Cima" para emoldurar bem qualquer tela, como a que você vê abaixo.  

ÁLBUM DA COLINA - PÁGINA 1956


A foto – reproduzida de "Esporte Ilustrado Nº 968, de 25.10.1956 – é do jogo Vasco da Gama 5 x 0 Portuguesa-RJ, em 21 de outubro, pelo Campeonato Carioca da temporada em que o caneco foi parar em São Januário. Com 3 x 0 no primeiro tempo, a "Turma da Colina" saiu de campo líder, com 22 pontos ganhos e quatro perdidos, em 13 partidas, com 12 vitórias, dois empates e uma escorregada. Seu ataque somava 42 tentos e a sua defesa levara 12, ficando com o impressionante saldo de 30.
Naquele goleada, Vavá (2), Válter Marciano, Pinga e Livinho batera, na rede. Mário Vianna foi o juiz e Cr$ 217 mil, 668 cruzeiros passaram pelas bilheterias do estádio (do América) das Rua Campos Sales, abrindo o segundo turno. Treinado por Martim Francisco, o Vasco alinhou: Carlos Alberto Cavalheiro, Dario e Bellini; Laerte, Orlando e Coronel; Sabará. Livinho, Vavá, Válter e Pinga.