Vasco

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domingo, 23 de julho de 2017

sábado, 22 de julho de 2017

FLAMALTINOS-31 - JORGINHO E ZINHO

Carioca, do bairro de Guadalupe,  nascido em 17 de agosto de 1964, Jorginho foi atleta e treinador do Flamengo e do Vasco. Revelado pelo América, ficou pela Gávea, entre 1984 a 1989. Era lateral-direito, disputou 246 jogos, marcou oito gols e conquistou taças de 13 disputas, entre elas o Estadual-RJ-1986, as Taças GB-1984/88/89 e as Taça Rio-1985/86. Os demais foram torneios rápidos, no RJ e no exterior. Em 1986, o seu Fla-base era: Zé Carlos; Jorginho, Guto, Aldair e Adalberto; Andrade, Aílton e Júlio César Barbosa;  Bebeto, Chiquinho e  Marco Antônio Rodrigues, dirigidos por Sebastião Lazaroni.      
Jorge de Amorim Campos poderia ter sido, também, campeão brasileiro-1986, caso o Flamengo, vencedor do grupo principal, não tivesse se recusado a decidir com o Sport-PE, vencedor do módulo B, como previa o regulamento da Copa União, como chamou-se a disputa da temporada. O time que não deixou dúvidas de ter sido o melhor.
No Fla-1987, da esquerda para a direita, Jorginho e o último em pé, da mesma
 forma que Zinho, entre os agachados nesta reprodução de
  www.imortaisdofutebol
Como treinador, Jorginho chegou à Gávea, em 17 de março de 2013, e saiu no 6 de junho, por falta de bons resultados.
Começava-se o Brasileirão e ele caiu, após 14 jogos, com sete vitórias, quatro empates e três derrotas, ou 59,5% de aproveitamento.
No VASCO DA GAMA, pelo qual disse torcer, quando garoto, Jorginho esteve, como atleta, entre 2000/2001, tendo sido campeão do Brasileirão, da Copa Mercosul e da Taça Guanabara, todos em 2000, além de ajudar a rapaziada a carregar a TaçaRio-2001.

Durante a final do Brasileiro-2.000, decidido já em 2001, nos 3 x 1 São Caetano-SP, no Maracanã, o seu Vasco teve: Hélton; Clebson, Odvan, Júnior Baiano e Jorginho Paulistas; Jorginho (Henrique), Nasa, Paulo Mirandas e Juninh Pernambucano; Euller (Pedrinho) e Romário.
 Pela decisão da Copa Mercosul-2000, com Vasco 4 x 3 Palmeiras, na casa do adversário, o time foi: Hélton; Clébson, Odvan, Júnior Baiano e Jorginho Paulista; Jorginho (Paulo Miranda), Nasa (Viola), Juninho Pernambucano e Juninho Paulista; Euller (Mauro Galvão) e Romário. Em ambas conquistas, o treinador que estava no banco era Joel Santana.
  PARA TREINAR o time vascaíno, Jorginho voltou a São Janário, em 16 de agosto de 2015. Pegou a turma em queda livre rumo à Série B do Brasileirão, mas quase evita o rebaixamento, que aconteceu na última rodada. Em 2016, ele conseguiu devolver o clube à Série A, liderando a disputa até faltarem oito rodadas para o final,terminando em terceiro lugar.
Jorginho e Zinho vascaínos reproduzidos de www.goal.com.br
 Segundo Jorginho, o Vasco caiu muito de produção e só decidiu a salvação na última rodada, por desgaste físico dos seus muitos veteranos.
Falou-se, porém, em boicote por parte de alguns atletas e, também, do aprendiz de cartolagem Euriquinho, filho do presidente Eurico Miranda.
 Foram 87 jogos no comando do da rapaziadas, com 43 vitórias, 24 empates e 19 derrotas, ou 49% de aproveitamento.
 EM SEU RETORNO à Colina, com treinador, Jorginho levou ZINHO, seu companheiro da campanha do tetra da Seleção Brasileira da Copa do Mundo-1994, para ser o seu auxiliar técnico.
 O amigo, nascido, em Nova Iguapu-RJ, em 17 de junh de 1967, começou a ser flamenguista quando ele estava saindo para o futebol alemão.
Crizam César de Oliveira, o Zinho, foi rubro-negro, de 1989 a 1992, quando rumou para o Palmeiras. 
Em 2004, aos 36 de idade, voltou à Gavea e participou do titulo do Estadual, mas só ficou até 2005, pois não se entendeu bem com o técnico Cuca. Saiu deixando na sa história rubro-negra 401 jogos, 54 gols marcados e oito títulos conquistados, destascando-se os dos Brasileiros-1987 e de 1992; dos Estaduais-RJ-1986/1991/2004 e da Copa do Brasil/1990.
 
 
 

A MUSA DO FACEBOOK - CAROL CANOA

O passeio matinal do "Kike", hoje, pela "The Net", foi mais do que profícuo. Parou na coisa mais linda, mais cheia de graça, como diria o poeta sobre a modelo Carol Canoa. Além de deslumbrante, estonteantemente inteligente, pois quem veste esta jaqueta não pode ter outra tarjeta, Carol é uma torcedora cruzmaltina, desde criancinha. E acena que vai continuar assim, enquanto o mundo for mundo. Para sempre. Sabe decidir.        
The morning ride of the "Kike" today by "The Net" was more than fruitful. She stopped at the most beautiful thing, full of grace, as the poet would say about the model Carol Canoa. In addition to stunning, stunningly intelligent, because whoever wears this jacket can not have another card. Carol has been a cruzmaltina supporter since childhood, and she waves that it will continue like this forever. He knows how to decide.

O VENENO DO ESCORPIÃO-34 - ONDE FICA ESTE PAÍS? SERÁ QUE É POR AQUI PERTO?

1 – Desde 1927, estava no Código de Menores a obrigatoriedade da permissão das autoridades para os “pixotes” viajarem, mesmo acompanhados das mães. Passado mais de meio-século, veio um novo texto, mantendo a obrigatoriedade. Então, o governo enviou nova proposta ao Congresso Nacional, lembrando-se do que havia esquecido.      
Reprodução de capa de disco

2 – Ângela Maria lançara o seu primeiro disco, em 1953, e iniciara temporada na boate Casablanca, no Rio de Janeiro. Todas as noites, na mesma mesa, pedindo a mesma bebida, sentava-se o ministro do Trabalho, João Goulart, que ia embora assim que ela terminava de cantar. Quando rolou o mais importante concurso de ídolos da época e Ângela vinha sendo vencida por Vera Lúcia, ela foi ao gabinete do homem e pediu-lhe para telefonar à direção da Antárctica, pois queria o título que havia sido de Marlene, no ano anterior. No ato, João Goulart telefonou e comprou os votos que fariam dela “Rainha do Rádio”.    

3 – Era noite de 31 de dezembro, faltado cinco minutos para a troca do calendário. Os convidados para a festa do empresário Victor Costa formaram fila para desejar feliz ano novo ao presidente Getúlio Varas. Ao receber os cumprimentos de Ângela Maria, o homem exclamou: “Mas você não é a sapoti”. A cantora retrucou: “Presidente, eu não sou bicho, não!” Getúlio retrucou: “Não lhe chamei de jaboti, mas de sapoti, uma fruta da sua cor e gostosa” – velho tarado!   
4 – Após o presidente Juscelino Kubitscheck passar o governo a Jânio Quadros, em 1961,  o deputado Neiva Moreira, presidente da comissão parlamentar de transferência do Congresso Nacional para Brasília, entregou-lhe carta, pedindo-lhe ficar na nova capital brasileira, lutando pela sua consolidação. Segundo ele, a cidade e a sua “obra desenvolvimentista” estavam ameaçadas. Ninguém entendeu, pois JQ não ameaçara devolver a capital do país ao Rio de Janeiro, não renunciar ao cargo ainda e nem os militares pensavam na Revolução de 31 de Março, que implodiu JK, politicamente – Neiva tinha bola de cristal.     

 5 - Em 1961, durante o governo parlamentaristas do presidente João Goulart, foi criado o Ministério Extraordinário da Reforma Administrativa, entregue a Ernani do Amaral Peixoto. Durou dois anos e fazia frequentes reunião de representantes de setores. Pelo Exército, participava o general Humberto de Alencar Castello Branco, intransigente contra a criação do Ministério da Defesa, para coordenar Aeronáutica, Exército e Marinha. Após derrubar João Goulart e assumir o comando do governo, em 1964, Castello criou uma espécie de Ministério Previdenciário, o INPS, para coordenar o setor, que contava com vários institutos – seis, ou meia-dúzia?
Reprodução de www.odia.com.br
6 – Quando o presidente João Goulart viajou aos Estados Unidos, em 1962,  recomendou ao substituto, o deputado gaúcho e presidente da Câmara, Ranieri Mazzilli, vetar itens que considerava inconvenientes, ou inconstitucionais, no projeto de lei dos interinos.  Mazzilli não deu a menor bola para a recomendação. Deixou rolar e não jogou no mesmo time do presidente – gaúchos desentrosados. 

 7 – Naquele 1962, o ministro Virgílio Távora fez um a conferência para um grupo de chamados “deputados nacionalistas”. E espantou a plateia, revelando que, pelas projeções dos seus técnicos, o déficit das empresas ferroviárias chegaria, em 1970, ao montante do orçamento da União – muito dinheiro jogado fora dos trilhos. 
8 – Rolava a noite de 31 de março de 1964 e as irmãs Edna e Ethel Poni, dois anos após o crime, cometido em Ouro Preto, foram absolvidas, por júri popular, mesmo tendo matado a tiros de revólver Lurdes Calmon, amante do marido da primeira, Fernando Mello Viana.  "Mataram em legítima defesa da integridade do lar (da primeira)” que estava desintegrado, há muitos anos, sustentou o advogado e mais respeitado criminalistas de Minas Gerais,  Pedro Aleixo. Naquela mesma noite, os militares derrubavam o governo João Goulart e iniciavam um período de 21 anos de ditadura.

Reprodução de www.memorialdademocracia.com.br
9 - Em 9 de julho de 1971, Pedro Aleixo livrava, por 7 x 0 no júri, o empresário Roberto Lobato, que matara, em Belo Horizonte, a sua mulher, Jô Souza Lima Lobato, de quem estava separado e o teria chamado de “chifrudo”. A tese de defesa fora a “legitima defesa da honra”,  usada, também, pelo advogado Evandro Lins e Silva, em 1979, para absolver Doca Street, que matara a amante mineira Ângela Diniz, com quatro tiros.
10 – Entre um júri e outro – 1964 e 1971 – Pedro Aleixo esteve vice-presidente da  República. Em 1969, ele foi impedido, pelos miliares, de assumir a presidência, quando o presidente e general  Costa e Silva foi afastado, devido uma trombose – defendeu assassinos e o castigo não chegou de bonde.         
11 – A construtora Leopoldense, de São Leopoldo-RS, havia pago Cr$ 421 cruzeiros e 50 centavos, de tributos. Por descuido administrativo, o pagara duas vezes. Ao constatar o erro, pediu a devolução do segundo pagamento. Passou sete anos e quatro meses, a partir de 1972,  cobrando, judicialmente, do Governo. Até que, depois de dezenas de pareceres e carimbos, a grana foi devolvida, pelo Ministério da Fazenda. Sem correção monetária   

12 – Em 1979, o ministro da Justiça, Petrônio Portella, enviou ao Congresso Nacional anteprojeto de lei abolindo, para quem tirava a carteira de motorista: atestado de bons antecedentes; título de eleitor; certificado de reservista; folha corrida e atestado de residência –  o que tudo isso tinha a ver com dirigir um automóvel?

 13 – O Ministério da Desburocratização, criado pelo Governo do presidente João Figueiredo, extinguiu, no mesmo 1979, a obrigatoriedade do cidadão apresentar cinco atestados: de pobreza; dependência econômica; idoneidade moral; bons antecedentes e de vida – neste último caso, o cara só podia provar que estava vivo se levasse um documento, atestando .           
                                  DA COR DA CARREIRA DE JEGUE

1 – Em janeiro de 1959, Huber Rogélio Matos Benitez ajudou Fidel Castro a derrubar Fulgêncio Batista e tomar o poder, em Cuba.  Em outubro, ele foi preso e condenado a 20 anos de prisão, acusado,  em 21 de outubro daquele 1959, de “conduta incerta, antipatriótica e antirevolucionária”, tendo Fidel Castro participado do julgamento, como acusador – passou, de herói a traidor.
2 -  Em março de 1957, Huber Matos comandara comboio, com 50 homens, e levara ao acossado grupo de  Fidel, em Sierra Maestra, o primeiro reforço em armas e alimentos. Em 1958, após fugir para a Costa Rica, voltou com um avião carregado de armas. Depois, liderou a tomada de Santiago de Cuba, a segunda cidade mais importante da ilha. Revolução ganha, tornou-se govenador militar de Camaguey. Deixou o governo por discordar da crescente influência comunista no país. Fidel viu nisso uma sublevação contra o seu governo. E  o prendeu, o condenou  e o ex-amigo foi torturado na prisão, de onde saiu um trapo, sem dentes e sem quase movimentos no braço esquerdo – quem tem amigos assim, precisa de inimigos praquê?    

sexta-feira, 21 de julho de 2017

FLAMALTINOS - NELSINHO ROSA-30

O meia Nelsinho, que formou um dos meios-de-campo mais famosos do futebol carioca da década-1960, com Carlinhos “Violino”, viveu glórias como atleta do Flamengo e treinador do Vasco da Gama.
Nelsinho é o segundo agachado, da esquerda para a direita,
nesta reprodução de www.flamengoalternativo
Revelado pelo Madureira, ele teve a sua grande fase rolando a bola vestindo a camisa rubro-nega, entre 1962 e 1968, tendo sido campeão carioca-1963 e no charmoso IV Centenario do Rio de Janeiro-1965.
Em 1963, comandado por Flávio Costa, Nelsinho entrou na formação-base que tinha: Marcial; Murilo, Ananias, Luís Carlos Freitas e Pualo Henrique; Carlinhos e Nelsinho; Espanhol, Aírton, Dida (Geraldo) e Osvaldo Taurizano. Marcou quatro dos 46 gols anotados pela rapaziada, atuando em 19 dos 24 jogos, com 17 vitórias, cinco empates e duas derrotas.
Em 1965, já estava nesta formaçã-base que o técnico Armando Renganeschi armou: Valdomiro; Murilo, Ditão, Jaime Valente e Paulo Henrique; Carlinhos e Nelsinho (Fefeu); Paulo Choco, Almir “Pernambuquinho”, Silva e Rodrigues. Dos 14 jogos, com 10 vitórias, dois empates e duas derrotas, Nelsinho participou de nove.

Reprodução de www.netvasco
 Em São Januário, Nelsinho comandou a moçada que conquistou o Campeonato Brasileiro-1989, vencendo o jogo final, por 1 x 0, na casa do adversário São Paulo, no Morumbi.  Sujeito tranquilo, de voz calma, Nelsinho armou a base do time campeão com: Acácio; Luiz Carlos Winck, Quiñonez, Marco Aurélio, Mazinho; Zé do Carmo, Boiadeiro, William Bismarck; Bebeto e Sorato.
A campanha constou de 19 jogos, com 9 vitórias, oito empates, duas escorregadas, 27 gols pró e 16 contra.
Carioca, Nélson Rosa Martins, nascido em 8 de dezembro de 1937, trabalhou no Vasco da Gama, também, como coordenador das categorias de base do Vasco, tendo sido demitido pelos  inícios das administração do presidentee Roberto Dinamite, em 2008.

NA ESQUINA DA COLINA - SABARAZAÇO


Se vira, Décio Esteves! A  "maricota" tá lá dentro!

 A revista semanal carioca “Manchete Esportiva”, do empresário Adolpho Bloch, dispensava muito valor a um detalhe: fotos interessantes. Como esta em que o banguense Décio Esteves se desdobra para impedir o gol de Sabará, durante o empate, por 1 x 1, com o Vasco, pela Taça Renner.
O lance aconteceu no Estádio Proletário, o chamado "Moça Bonita", em 4 de abril de 1957.  Eram jogados 21 minutos do primeiro tempo, quando o atacante cruzmaltino desferiu este chute em que a bola foi flagrada, esquisitamente, aninhando-se no barbante.
 Na época, as traves ainda eram de madeira e quadradas e as fotos sem assinaturas – a “ME” tinha, entre os seus fotógrafos, Orlando Alli, Jankiel, Ângelo Gomes, Jader Neves e Gervásio Batista.
De acordo como “Almanaque do Bangu”, produzido pelo jornalista Carlos Molinari, os “Mulatinhos Rosados" daquela jornada foram: Ubirajara, Décio I e Darcy; Haroldo, Décio Esteves e Nílton; Calazans (Alcides), Hílton (Luís Carlos), Ubaldo, Mário e Nívio.
 O Vasco, informou a “Manchete Esportiva”, formou com: Wagner, Klever e Viana (Ortunho); Laerte, Orlando e Coronel: Sabará, Livinho (Amauri), Vavá, Válter e Pinga.
 O prélio foi apitado por Guálter Gama de Castro, rendeu Cr$ 250 mil e 71 cruzeiros, a moeda da época, e teve gol alvirrubro em chute de Mário, aos 30 do segundo tempo. Nesta etapa, Vavá foi expulso de campo, aos 17 minutos.

BARRADOS NO BAILE DA COLINA

Chico, apenas um jogo durante a campanha do titulo de 1950
Alguns dos jogadores importantes aparecem com poucas nas escalações da campanha vascaína do título carioca das temporada-1950. Entre eles, o ponta-esquerda Chico Aramburo, o ponta–direita Tesourinha e o zagueiro Wilson.
O gaúcho Chico, campeão estadual, também, em 1945/1947/1949, na fase “Expresso da Vitória”, a máquina de jogar futebol, montada pelo treinador uruguaio Ondino Viera, foi barrado pelo arrancamento de músculo na região inguino-crural o tirou de campo.
O fato é explicado pelo chefe do departamento médico vascaíno, Amilcar Giffoni, ao Nº 671 da revista “Esporte Ilustrado”, de 15 de fevereiro de 1951. Assim, Chico só jogou nos 6 x 0 da estreia, em 20 de agosto, contra o São Cristóvão, e na escorregada, por 0 x 1, de 8 de outubro, ante o Botafogo.    
Na mesma entrevista, Giffoni contou ao repórter Charles Guimarães que Tesourinha só entrara em sete partidas devido  complicações resultantes de uma delicada extração de meniscos. Mais precisamente, “insuficiência dos quadrícepes”.

Amílcar Giffoni, chefe do setor médico
Depois de enfrentar São Cristóvão e Bangu,  em 27 de agosto, nas duas primeiras rodadas, Tesourinha cedeu vaga a Alfredo e só voltou ao time em 15 de outubro, nos 9 x 1 Madureira. Em seguida, esteve nos 7 x 0 Bonsucesso, na última rodada do turno, e nos dois primeiros compromissos do returno, 5 x 1 São Cristóvão e 3 x 2 Madureira. Ele  era considerado o melhor de sua posição no país e só não disputara o Mundial-1950 devido ao problema.
Com relação Wilson, campeão sul-americano de clubes-1948, e com cinco jogos no currículo, pela Seleção Brasileira, todos em 1949, sofrera fratura em meniscos – no ano anterior,  já havia passado por uma cirurgia. Quanto a Sampaio, um outro zagueiro, só participou dos 5 x 1 São Cristóvão, em 29 de outubro, por conta da extração de um quisto desinovial.   
 TRABALHEIRA - De acordo com o médico Amílcar Giffoni, durante a campanha do titulo, o departamento médico vascaino fez mais de 100 chapas de pulmões, corações, ossos, etc, média superior a oito, mensalmente. Exames laboratoriais (de sangue, reações sorológicas, etc) chegaram a 70.
O setor não acompanhou só o futebol, mas, também, basquete,  vôlei, pugilismo, atletismo e natação. O remo tinha a sua base na sede da lagoa, mas os casos de radiológicos e hidroterápícos eram levados para São Januário, onde os massagistas Mário Américo e Aurelino Rodrigues também integravam o departamento médico.
                  Fotos reproduzidas de “Esporte Ilustrado” e de “Manchete Esportiva”. 








quinta-feira, 20 de julho de 2017

ZAGALLOMENGO E ZAGALLOVASCO-29

Quando atleta, reproduzido
 de www.flamengo.com.br
 
O alagoano Mário Jorge Lobo Zagallo é um dos principais personagens do futebol brasileiro, da década-1950 para cá. Como atleta e treinador. No primeiro caso, ele foi os dois como flameguista, e no segundo, também, vascaíno.
O “Lobo”, como muitos o chamam, vestiu a camisa do Flamengo, entre 1950 a 1958, tendo participado do segundo tri estadual rubro-negro e de mais 17 torneios rápidos, dos quais oito em disputas internacionais. Como treinador, foi para o banco ganhar sete competições importantes – Estaduais-RJ-1972/2001; Taça Guanabara-1972/73/84/2001; Torneio do Povo-1972 e Copa dos Campeões-2001 – e mais quatro disputas de menor importância.
Com Roberto Dinamite, reproduzido de
www.lilileilo
Nascido, em Maceió, em  9 de agosto de 1931, no próximo mês ele celebrará 86 temporadas no planeta, tendo feito, como atleta rubro-negro, 2015 jogos, com 128 vitórias, 38 empates, 39 quedas e 29 gols marcados. Como técnico, teve três pasagens pela Gávea: 1972/74; 1984/85 e 200/2001.  
Em São Januário, Zagallo dirigiu a rapaziada, entre 1990/91, conquistando sete títulos de torneios rápidos, sendo três internacionais, Trofeu Colombino-1980, na Espanha,  Torneio da Ilha de Funchal-1981, em gramados portugueses, e o Torneio da Amizade-1991, no Gabão.
 Detalhe: a primeira taça de Zagallo campeão cruzmaltino chamou-se Gustavo Carvalho, em homenagem ao autor do primeiro gol da história do Flamengo, clube que tem o “Lobo” como um dos seus maiores pontas-esquerdas, ao lado de Moderato, Vevé e Paulo César “Caju”.
Zagallo está, também, na história da Seleção Brasileira como atleta, treinador e coordenador técnico. No primeiro caso, jogou 36 vezes, entre 1958 e 1964, marcando seis tentos e figurando no time dos bicampeões mundiais-1958/1962. Como teinador, ganhou o tri-1970 e mais nove disutas internacionais, entre elas as Copas da Confederações-1997 e de 2005.

A MUSA DO DIA DA COLINA - NANDA

A bela de hoje é uma boneca personalizada e humanizadas que o Kike viu em www.atelienandabiscuits. Realmente, show de bola. Como se sabe, toda menina vascaína é uma boneca, está entre as mulheres mais bonitas do planeta. O Kike só espera que torcedores com menos desenvolvimento nos intelectos, não pintem com aquela pergunta idiota? O cachorrinho tem telefone? Nem o rebotalho analfabeto faz mais tal tipo de idiotice. Confere?
 
Today's beautiful is a personalized and humanized doll that the "Kike" saw at www.atelienandabiscuits. Really, ball show. As you know, every Basque girl is a doll, is among the most beautiful on the planet. The "Kike" only hopes that fans with less development in the intellects do not paint with that stupid question? Does the puppy have a telephone? Neither flamenguist, who is illiterate, speaks such kind of idiocy. Does it?

HISTÓRIA DA HISTORIA - GARRINCHA

 Durante o mês 7, o camisa 7  Mané Garrincha, em jogo de 7 gols, esteve vascaíno.  Pois é!  Há meio-século, no 20 de julho de 1967, marcando um gol, de falta, aos 20 minutos do segundo tempo, em Vasco 6 x 1 Seleção de Cordeiro-RJ.
Garrincha poderia ter sido um cruzmaltino em 1947, quando um tio dele – Manoel Francisco dos Santos –  pediu ao amigo Gradim (Francisco Ferreira de Souza), o  treinador da "Turma da Colina", para dar-lhe uma chance. Estava perto de fazer 15 anos. Mas o garoto não teve paciência para ser chamado a treinar. Quatro anos depois, Garrincha, isto é, ainda Manoel dos Santos, voltour a São Januário, para uma nova tentativa. Só que não levou   chuteiras e nem o clube as tinha sobrando. 
Em 1967, Garrincha era corintiano. Mas não vinha dando certo. Marcara só  dois gols, em 13 jogos.  Cedido ao Vasco, tentou a sorte no clube, pela terceira vez. Mas  só treinava. Um dia, o zagueiro Brito, o capitão do time, pediu aos cartolas para definirem o futuro do amigo e o "Torto" foi relacionado para um jogo, contra o Bangu, pela Taça Guanabara-1967. Antes, haveria um amistoso, contra a seleção municipal de Cordeiro-RJ.
 Mesmo tendo se machucado no treinamento das véspera, Garrincha jogou, no sacrifício e agravou a contusão, encerrando mais uma tentativa de ser vascaíno. Só o foi por 90 minutos, em prélio que homenageou João Beliene, o então único sócio fundador do Vasco ainda vivo. 
Para aquela promoção, o Vasco usou reservas,  juvenis e jogadores que vinham sendo testados pelo técnico Gentil Cardoso. Confira a ficha técnica, abaixo:
20.07.1967 - Vasco 6 x 1 Seleção de Cordeiro-RJ. Local: Cordeiro (RJ). Juiz: Vander Carvalho. Renda: NCr$ 2. mil 727 novos cruzeiros e 25 centavos. Gols: Bianchini, aos 15, aos 18 e aos 35, e Zezinho, aos 21 min do 1º tempo; Milano (Cor), aos 10; Garrincha , aos 20, e Valfrido, aos 35 minutos do 2º tempo. Vasco: Édson Borracha (Celso); Djalma, Ivan (Joel), Álvaro e Almir; Paulo Dias e Ésio; Garrincha, Bianchini (Sílvio), Zezinho (Valfrido) e Okada (William). Técnico: Gentil Cardoso.
FOTO DO ÁLBUM DE VALDIR APPEL, EX-GOLEIRO DO VASCO


quarta-feira, 19 de julho de 2017

HISTORI&LENDAS DA COLINA - FLU

O Vasco já venceu o rival Fluminense, coincidentemente, pelo mesmo placar, em duas oportunidades, na data 3 de novembro. Confira como foi:
VASCO 3 X 2 FLUMINENSE -  Em 1946, o pega rolou nas Laranjeiras, a casa tricolor, em um domingo, com gols vascaínos marcados por Santo Cristo, Danilo Alvim e Isaías. Ernesto Santos era o treinador e o time teve: Barcheta, Augusto e Rafagnelli; Ely, Danilo e Jorge; Djalma, Lelé, Santo Cristo, Jair e Isaías.
VASCO 3 X 2 FLUMINENSE - Em 1979, o rolar da bola contra os tricolores foi em um sábado, no mesmo "Maraca", com Katinha, Roberto Dinamite e Marco Antônio comparecendo ao filó. Otto Glória era o chefe desta rapaziada: Leão; Orlando "Lelé', Ivan, Gaúcho e Marco Antônio; Zé Mário, Dudu e Guina; Wilsinho, Roberto Dinamite e Katinha (Lito).

TRAGÉDIAS DA COLINA - INTERDIÇÃO

A Justiça determinou, hoje, a interdição do estádio vascaíno, por 180 dias, no mínimo, em caráter liminar. O ato foi motivado por ação civil pública do Ministério Público-RJ, devido as barlbúrdias ocorridas no sábado 8 deste julho, após o jogo Vasco 0 x 1 Flamengo.
O juiz Guilherme Schilling Pollo Duarte considerou que no jogo citado acima "verificou-se a ocorrência de cenas de verdadeira barbárie denotando que, ao menos por ora, a arena desportiva não dispõe de condições mínimas para a realização de partidas de futebol", escreveu ele, que ainda detalhou: "Houve invasão de áreas restritas, tentativa de escape por locais inadequados, correria, pânico e situação de completo caos. A intervenção policial se deu com o emprego de contenção da massa, com a utilização inclusive de bombas de gás lacrimogênio. Seguiu-se uma 'quebra-quebra' por todo o estádio, levado a cabo em sua grande maioria pelos torcedores do próprio Vasco da Gama, sendo o time do Flamengo obrigado a se dirigir ao vestiário sob correria e escolta, ante a tentativa de agressão".

terça-feira, 18 de julho de 2017

VASCO DA GAMA 0 X 1 SÃO PAULO

Valeu pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro e o gol da partida foi marcado pelo argentino Lucas Pratto, no primeiro tempo, antes mesmo do cronômetro chegar aos dois minutos.
O São Paulo começou a partida como um rolo compressor, partindo para cima do Vasco. Antes do cronômetro chegar aos dois minutos, Cueva fez belo lançamento e Lucas Pratto empurrou a bola para o fundo das redes: São Paulo 1 x 0. Pouco tempo depois, aos três, Jucilei deixou Wellington Nem na cara do gol e ele só não ampliou por que Martín Silva saiu em seus pés para defender.
As investidas do Tricolor fizeram o Gigante da Colina acordar. Aos 11, Bruno Paulista arriscou da intermediária e Renan Ribeiro fez grande intervenção. O goleiro são-paulino voltou a aparecer aos 20, dessa vez para colocar para escanteio outro forte arremate de Bruno Paulista. Na sequência, após cruzamento para área, Wagner finalizou e o camisa 1 fez uma fácil defesa.
Em vantagem no placar, o Tricolor passou a apostar nos contra-ataques. Num deles, aos 33, Cueva foi lançado por Petros e chutou forte na direção do gol. Martín Silva espalmou e no rebote Pratto mandou para fora. Nos derradeiros momentos da etapa inicial, Vasco e São Paulo assustaram em chutes de longa distância. Yago Pikachu arriscou pelo lado vascaíno, enquanto Bruno pelo lado Tricolor.
Apostandos nos garotos, o Gigante da Colina retornou do intervalo disposto a mudar o rumo da partida. Foi o São Paulo, entretanto, que assustou nos minutos iniciais, com Rodrigo Caio, Cueva e Marcinho. O Vasco passou a se soltar após o cronômetro ultrapassar os 10 minutos. Através de jogadas pelos flancos, Paulinho e Guilherme infernizaram a defesa rival, mas foi Escudero, aos 16, o primeiro a finalizar.
O Cruzmaltino seguiu pressionando e, aos 25 minutos, ficou próximo do empate. Na ocasião, Escudero viu o deslocamento de Paulinho e fez um belo lançamento, mas antes do prata da casa finalizar, Renan Ribeiro saiu em seus pés e evitou o gol. O Vasco buscou o empate até os derradeiros momentos do jogo. Aos 44, após cruzamento de Paulão, Evander testou e só não balançou as redes porque Rodrigo Caio salvou em cima da linha.

FICHA TÉCNICA  19.07.2017 (quarta-feira) -VASCO 0 x 1 SÃO PAULO. 15ª rodada do Campeonato Brasileiro. Estádio: Morumbi-SP. Juiz Wagner Reway-MT. Público: 22.574. Renda: R$R$ 552.781,00. Gol: Lucas Pratto, a 1 min do 1º tempo. VASCO: Martín Silva; Madson, Rafael Marques, Paulão e Ramon; Jean, Bruno Paulista (Evander), Escudero, Wagner (Paulinho) e Yago Pikachu (Guilherme Costa); Thalles. Treinador: Milton Mendes. SÃO PAULO: Renan Ribeiro; Bruno, Rodrigo Caio, Arboleda e Edimar; Jucilei, Petros e Cueva (Gilberto); Wellington Nem (Marcinho), Lucas Pratto e Jonatan Gomez (Cícero). Treinador: Dorival Júnior.
Este foi o jogo 1078 entre os dois clubes, estando os cruzmaltinos na frente do placar acumulado, com 39 vitórias, contra 36.  Além disso, há mais 33 empates. No critério gols marcados, os paulistas compareceram mais às redes: 180 x 172.
O Estádio Cícero Pompeu de Toledo, mais conhecido por Morumbi, traz boas recordações ao Vasco. Foi nele a "Turma da Colina" conquistou o seu segundo título nacional, em 1989, com gol de Sorato, mandando 1 x 0 no anfitrião.
Outra conquista no mesmo local rolou em1999, com a base do time campeão da Taça Libertadores no ano anterior. Com 2 x 1 Santos, a moçada faturou o Torneio Rio-São Paulo, com gols de Zé Maria e Juninho Pernambucano.
O "Almirante" voltou a obter um resultado positivo diante dos são-paulinos em seus domínios na temporada seguinte. Em 2012, quando terminou na quinta colocação, o Vasco da Gama também derrotou o adversário (19/07), por 1 x 0, com tento do lateral-direito Fagner.
Cruzmaltinos e Tricolores Paulistas voltaram a se enfrentar pelo Brasileiro no Morumbi, em 2013. Na ocasião, os donos da casa levaram a melhor, por 5 x 1, com dois gols do atual jogador cruzmaltino Luis Fabiano. O último confronto recente na casa do São Paulo pelo mais importante torneio nacional ocorreu em 2015, com placar de 2 x 2.

HISTORI&LENDAS DA COLINA - CANECOS

1 - Em 25 de agosto de 1979, Vasco 2 X 1 Elche,  na cidade espanhola do mesmo nome do time, valeu  o XX  Troféu  Festa D´Eix-1979. Os gols da “Turma da Colina” foram marcados por Zandonaide e Afrânio, comandados pelo treinador Oto Glória. Time do canequeiro: Maurílio (Jair Bragança); Paulinho Pereira, Gaúcho, Argeu (Ivan) e Paulo César (Marco Antônio); Dudu, Zanon (Guina) e Afrânio (Xaxá); Paulinho, Roberto e Zandonaide.  

2 - A data 25 de agosto valeu mais um caneco  à rapaziada, na Espanha. Em Vasco 0 (4)  X 0 (2) Zaragoza, carregado em cobranças de pênaltis. Foi o Troféu Cidade de Zaragoza-1993, com a moçada dirigida pelo ex-volante e capitão vascaíno Alcir Portela. Era uma quarta-feira, no estádio La Romareda, e a equipe formou assim: Márcio; Pimentel, Alexandre Torres, Jorge Luiz e Cássio;  Geovani, Bernardo (Tinho), Carlos Alberto Dias e William (Leandro Ávila); Hernande e Valdir ‘Bigode”.

3 - Os 25 de agosto marcam mais uma data interessante no “Calendário da Colina”: 4 x 2 Goiás, no “Jogo 800” da rapaziada pelo Campeonato Brasileiro. Rolou na casa do adversário, no Estádio Serra Dourada, em Goiânia, Com Sousa, Rodrigo Souto, Washington e Cadu escrevendo no placar. Vitória que fez, ainda, a moçada sustentar uma série de seis jogos sem perder dos esmeraldinos, pelo Brasileirão unificado. Antônio Lopes tinha poderes delegados para escalar: Fábio, Henrique Lima, Géder, Marcelo Magalhães, Wederson, Bruno Lazaroni (Emerson), Wellingon, Rodrigo Souto, Léo Lima, Ely Thadeu (Cadu) e Sousa (Washington). 

4  - O ponta-direita Euller tinha o apelido de “Filho do Vento”. Parecia mesmo. Em Vasco 4 x 0 Atlético-PR, no domingo 26 de agosto de 2001, ele abriu o placar a um minuto de bola rolando, em São Januário. E fez mais um, aos 31, pelo Campeonato Brasileiro-2001 – Juninho Paulista e Fabiano Eller completaram o serviço que valeu cinco jogos sem perder dos rubro-negros paranaenses, pelo Brasileiro Unificado. O time da pancada: Fábio, Jorginho (Paulo César), Odvan, Geder, Gilberto, Wagner, Bóvio, Botti (Bebeto), Siston (Fabiano Eller), Wagner e Euller.  

5 -  A data 26 de agosto é, tmabem, favorável aos vascasínos em gramdos espanhóis. No de 1989, eles fizerram 1 X 0 Atlétco de Madrid, e  conquistgaram o tri do famosíssimo (na época) Torneio Ramón de Carranza, com gol marcado por Sorato.  O treinador era Nelsinho Rosa e o time-base da fase tinha: Acácio; Paulo Roberto (Luís Carlos Winck), Donato (Marco Aurélio), Fernando (Quiñonez) e Mazinho; Dunga (Zé do Carmo), Geovani (Boiadeiro) e Tita (Henrique/Willian); Mauricinho (Vivinho / Bebeto), Roberto Dinamite (Bismarck) e Romário (Sorato).




 

TRAGÉDIAS DA COLINA - EDMÍLSON

Marcelo Sadio fotografou, para o site oficial do Club de Regatas Vasco da Gama- www.crvascodagama.com.br -,  o instante em que o atacante Edmílson comemorava o gol vascaíno da goleada, por 1 x 5, sofrida ante o Atlético-PR, em 8 de dezembro de 2013, resultado que rebaixou a rapaziada à Série B do Brasileirão da temporada seguinte. Segunda maior tragédia vascaína na competição, com a primeira tendo sido em 2008.  
Marcelo Sadio has photographed for the official website of the Vasco da Gama Regattas Club - www.crvascodagama.com.br -, the moment in which the striker Edmílson celebrated the goal of the 1-0 win over Vascaíno against Atletico-PR , On December 8, 2012, a result that lowered the boys to Serie B of Brasileirão the following season. The second largest Basque tragedy in the competition, with the first being in 2008.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

CRUZMAÍDOLOS E MENGUÍDOLOS-28

Reprodução da revista "Grandes Clubes"
  Zizinho tinha por um dos seus maiores amigos o goleador vascaíno Ademir Marques de Menezes, com o qual gostaria muito de voltar a jogar. E aconteceu, pelo final de1955, quando  os argentinos Independiente e Racing vieram ao Rio de Janeiro disputar o Torneio do Atlântico, contra Vasco e Flamengo.
 Sabedor do desejo do "Mestre Ziza", os vascaínos entraram em contato com o clube dele, o Bangu, que concordou e o cedeu para dois jogos no mesmo time do centroavante que considerava um irmão. No primeiro jogo, o Vasco perdeu do Independiente, por 1 x 4, mas recuperou-se no segundo, com 3 x 2 Racing, na disputa do terceiro lugar.
VASCO 1 x 4 INDEPENDIENTE-ARG, em 27 de dezembro de1955, no Maracanã, teve apito por Harry Davis, auxiliado por Anver Bilate e Pedro Vilas Boas. Gol vascaíno foi de Pedro Bala e o time de São Januário este: Hélio, Dario e Coronel; Mirim (Laerte), Orlando e Beto; Pedro Bala, Zizinho, Ademir (Vavá), Pinga (Alvinho) e Parodi (Wilson). O paraguaio Parodi foi expulso de campo, no segundo tempo.
VASACO 3 X 2 RACING, três dias depois, novamente no Maracanã, foi arbitrado por Charles Williams, auxiliado por Lino Teixeira e Cícero Pereira Júnior. Pedro Bala, Vavá e Pinga foram às redes por essa formação: Hélio, Paulinho e Dario; Mirim, Orlando (Laerte) e Beto; Pedro Bala, Zizinho, Vavá, Pinga e Wilson (Ademir).
Depois daquilo, Zizinho, ainda, voltou a ser vascaíno, mas como treinador, em 1967 e em 1972. Nesta segunda passagem, ele comandava o time que empatou, por 2 x 2, com o Flamengo, em 7 de maio, quando Tostão estreava como vascaíno.


Reprodução da revista "Esporte Ilustrado"
FLAMENGUISTA  – Zizinho saiu das  divisões de base do Byron, de Niterói, para a Gávea. Esteve rubro-negro entre 1939 a 1950, tendo participado da conquista do título estadual de 1939 e do primeiro tri do clube-1942/43/44.
 Ele disputou 318 partidas, com 187 vitórias, 56 empates e 75 derrotas. Marcou 146 gols, tendo sido o  maior ídolo da torcidas rubro-negra, até o surgimento de Zico, na metade da decada-1970.
Thomaz Soares da Silva era o nome  de registro civil do craque, que seria, hoje, uma espécie de meia-atacante.
 Nascido em 14 de setembro de 1921, em São Gonçalo-RJ, Zizinho viveu até 8 de fevereiro de 2002. Eleito o melhor das Copa do Mundo-1950, no Brasil, totalizou 54 jogos e 31 tentos pela Seleção Brasileira, entre 1942 e 1957. Muitos que o viram em ação disseram que tinha mais bola do que Pelé.


 

A ARTE DO DIA - EDMUNDO

O Kike viu esta bela imagem criativa no www.ivanjunior.blogspot.com.br, o que mostra que a galera vascaína tem artistas, também, com muito veneno na ponta do lápis (quer dizer, no "compiurer, agora).                                               O "Animal" vale todo o tipo de  homenagem da rapaziada, pois fez muito a alegria da Colina e jamais negou que era torcedor do glorioso Clube de Regatas Vasco da Gama. Inclusive, chegou a perder o emprego em um outro clube, por dizer que não comemoraria se marcasse gol jogando contra o "Almirante". Valeu! Bela arte!    
                                            Kike saw this beautiful creative image at www.ivanjunior.blogspot.com.br, which shows that the Vascaine galley has artists, too, with a lot of poison at the end of the pencil (that is, in "compiurer, now"). Animal "is worth all kind of homage to the boys, because he made the Hill a lot of joy and never denied being a supporter of the glorious Vasco da Gama Regattas Club. He even lost his job at another club, saying he would not celebrate Scored goal against the "Admiral".
  


HISTORI&ALENDAS DA COLINA - GOLEADA

1 - Em 25 de agosto de 1935, o Vasco desvalorizou o Euro. Mandou 7 X 2 Bangu, que tinha o seu goleiro com o nome da moeda do bloco econômico europeu. Desvalorização em dia de mercado fechado, um domingo, em São Januário. Debaixo de muito sol, Luna brilhou, marcando três gols –Tião (3) e Orlando Pinto também foram  às redes. Desde 3 de junho de 1926, quando se pegaram pela primeira vez (Vasco 3 x 2), aquela fora a quinta goleada sobre os banguenses: 4 x 0, em 1927; 4 x 1, em 1928; 9 x 1, em 1929, e 5 x 1 e 5 x 2, em 1932.

2 - Em 26 de agosto de 1995, Juninho Pernambucano estreava como vascaíno, balançando a rede, aos 29 minutos do segundo tempo. Aconteceu nos 5 x 3 Santos, pelo Campeonato Brasileiro, na casa do adversário, a Vila Belmiro, em uma tarde de sábado. Vitória de virada, com o "Peixe" abrindo dois gols de frente. Mas Leonardo Pereira (2) e Valdir ‘Bigode' (2) completarem o serviço. Viradaça, apitada por Antônio Pereira da Silva-GO e assistida por 5.670 pagantes.  Jair Pereira, o treinador, escalou: Carlos Germano; Pimentel, Ricardo Rocha, Tinho e Jefferson; Charles 'Guerreiro',  Nélson, Yan e Juninho Pernambucano (Geovani); Leonardo e Valdir 'Bigode".

 3 - A maior vitória vascaína nos 26 de agosto, no entanto, foi por placar apertado: 2 x 1 Barcelona, do Equador. Só que valeu o título da Taça Libertadores-1998. Rolou durante a noite de  uma quarta-feira, em Guyaquil, em jogo apitado por Javier Castrilli-ARG. Treinado por Antônio Lopes, o time campeão  teve: Carlos Germano; Vágner, Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Luizinho (Vítor), Nasa, Juninho e Pedrinho (Ramon); Donizete e Luizão (Alex).

4 - Foi esta a campanha da Libertadores: 04.03.1998 – Vasco 0 x 1 Grêmio-RS; 17.03.1998 – Vaco 0 x 1 Guadalajara-MEX; 20.03.1998 – Vasco 1 x 1 América-MEX; 26.03.1998 – Vasco 3 x 0 Grêmio-RS; 03.04.1998   – Vasco 2 x 0 Guadalajara-MEX; 09.04.1998 – Vasco 1 x 1 América-MEX; 15.04.1998 – Vasco 2 x 1 Cruzeiro-MG; 13.05.1998 – Vasco 1 x 1 Grêmio-RS; 27.05.1998 – Vasco 1 x 0 Grêmio-RS; 30.05.1998 – Vasco 0 x 0 Cruzeiro-MG; 16.07.1998 – Vasco 1 x 0 River Plate-ARG; 22.07.1998 – Vasco 1 x 1 River Plate-ARG; 12.08.1998 – Vasco 2 x 0 Barcelona-EQU; 26.08.1998 – Vasco 2 x 1 Barcelona-QUE. (fotos reproduzidas da Revista do Vasco).

5 - Em 1944, o Flamengo, maior rival vascaíno, conquistou o seu primeiro tricampeonato carioca. Mas teve a sua faixas carimbadas pela "Turma da Colina". Se estava há 11 jogos sem vencer os rubro-negros, a rapaziada mandou 2 x 1, em São Januário, com Chico e Djalma batendo no filó. Até então, jogara-se 42 "Clássicos dos Milhões", com os cruzmaltinas registrando 17 vitórias, 7 empates e 68 gols marcados. No dia, o treinador uruguaio Ondino Viera escalou: Oncinha, Sampaio e Rafangnelli; Berascochéa, Dino e Argemiro; Djalma, Lelé, Alfredo II, Ademir Menezes e Chico.

FOTO DE JUNINHO REPRODUZIDA DE ÁLBUIM DE FIGURINHAS.

domingo, 16 de julho de 2017

COLINEIROS E GAVEANOS-27 - RAMON

Ramon durante treino, ao lado do técnico Milton Mendes,
em foto de www.crvascodagama 
  O lateral-esquerdo Ramon, que fará, hoje, o seu “Jogo-100” com a camisa cruzmaltina, diante do Santos, em São Januário, pelo Brasileirão, é mais uma “Fera da Colina” que já rubro-negrou.
  Ele voltou a São Januário,  há menos de um mês, e já estava esquecido por muitos que o viram ser campeão brasileiro da Segndona-2009.
 Foi por aquela mesma temporada que ele trocou o Internacional-RS pelo Vasco, que deixou em 2011, levando no currículo a participação em 98 partidas (e oito gols), entre elas as que ajudaram a rapaziada a conquistar o título da Copa do Brasil da mesma temporada e da Copa da Hora-2010,  um torneio amistoso contra clubes do Sul do país.
Acreditava-se que, dificilmente, Ramon voltaria a pisar os pés na Colina, tendo em vista que, ao chegar à Gávea, batera forte na torcida cruzmaltina, dizendo-se torcedor flamenguista. Agora, ele tentou remendar as coisas, dizendo: “Às vezes, o jovem, comete erros. Mais maduro, vejo que não era pra ter falado aquilo. Fui ingrato, errei e peço desculpas à torcida vascaína”
Reprodução de www.mengaodocoração
Ramon de Morais Motta nasceu em Cacheiro do Itapemirim-ES, em 6 de maio de 1988. Canhoto e medindo 1m73cm, ele passou pelo Corinthians – 23 jogos e um gol –  antes de defender o Flamengo, em 2012, por 32 jogos e um gol.
 Coma camisa rubro-negra, foi campeão da Copa do Brasil-2013 e do Troféu 125 anos de Uberlândia-2013. Entre aquela temprada e até recentemente, ele disputou 99 jogos e marcou oito gols por dois times turcos, Besiktas e Antalyaspor.

 

 

 

VASCO DA GAMA 0 X 0 SANTOS

Pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Vasco da Gama mediu forças com o Santos na tarde de hoje, no Estádio Nilton Santos. Em jogo bastante equilibrado, com poucas chances de gol para os dois lados, as equipes não saíram do 0 x 0. Com o resultado, o "Gigante da Colina" chegou aos 20 pontos.
O jogo não teve público, pagante, por punição ao Vasco, como castigo pelas bagunças feitas pela sua torcida no  jogo contra o Flamengo, em São Januário.
ONFIRFA A FICHA TÉCNICA - 16.07.2017 (domingo) VASCO 0 x 0 SANTOS. Campeonato Brasileiro- 14ª Rodada. Estádio: Nilton Santos-RJ. Juiz: Dewson Fernando Freitas da Silva-PA. VASCO: Martín Silva, Madson, Rafael Marques, Paulão e Ramon; Jean, Wellington (Bruno Paulista), Wagner, Nenê (Paulo Vitor) e Yago Pikachu (Guilherme); Thalles. Treinador: Milton Mendes. SANTOS: João Paulo, Daniel Guedes, Lucas Verissímo, David Braz e Jean Motta; Leandro Donizete (Alison), Yuri e Lucas Lima; Bruno Henrique, Kayke (Vechio) e Copete (Matheus Ribeiro). Treinador: Levir Culpi.

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - MINEIRAS DE ESTREMECER MONTANHAS

A pesquisa para este texto deixou a impressão de que ricos e mulheres mineiras dão glamour à reportagem policial. Vejamos:

Edina reproduzida do
arquivo de José Goes
1 - Em 25 de junho de 1962, Lurdes Calmon entrou na butique de um hotel para endinheirados, em Ouro Preto. Pretendia sair de lá mais elegante, para encontrar-se Fernando Mello Viana, com quem vivia.  Lurdes não roubava nada, quando foi imobilizada e derrubada por Ethel Poni. Sem tempo para reagir, recebeu duas balas na cabeça, disparadas pela atiradora Edina, irmã de Ethel, e campeã de tiro.
Lurdes Calmon não servia de alvo. Tornara-se por conta de ser amante do marido da dona da boa pontaria, que andava separada dele há vários anos. Chocante?
  Mais chocante fora a tese que o advogado Pedro Aleixo, o mais famoso criminalista das Minas Gerais, usou para absolver as duas belas mulheres, no júri do dia 31 de março de 1964, no mesmo dia em que os militares jogavam o Brasil em 21 anos de ditadura: crime em defesa da integridade do lar, que não foi reintegrado.

2 – A sociedade mineira nem se lembrava mais do crime cometido pelas irmãs Poni, quando mais duas balas explodiram nas “alterosas”. Corria 1971 e Josefina Souza Lima Lobato – Jô, para os íntimos –, filha de um ex-prefeito de BH, mãe de cinco filhos e mantendo esplendorosa beleza, aos 27  anos de idade, desquitou-se do engenheiro Roberto Lobato, no dia 4 de julho.
 Conta a crônica policial mineira que, antes da separação judicial, o marido tentava recompor o lar desintegrado. Após a última tentativa, cinco dias após a assinatura da partilha dos bens, Roberto fizera mais uma tentativa de reatamento, mas esta descambara para uma discussão que terminara sobrando um tiro no peito e um outro na cabeça de Jô. Porque ela o teria chamado por “Chifrudo”.
 Novamente, na na defesa do réu estava Pedro Aleixo, que usou a tese da “legítima defesa da honra”. O júri lhe deu vitória, por 7 x 0.

3 – Junho de 1973 corria, quando mais três balas zuniram em Belo Horizonte. Às sete da manhã, horário em que nem todas as socialites estavam acordadas. O milionário Artur  “Tuca “Mendes” matara o lavador de carros Zé Pretinho.
Motivo do crime, segundo o matador: o rapaz avançava para o seu quarto de dormir (com a sua bela mulher Ângela Diniz), com uma faca nas mãos, recusando-se a parar. Não lhe restara outra alternativa que não fosse descasrregar o seu revólver sobre o desobediente sujeito, em seu jardim gramado.
Ângela reproduzida de www.memoriasoswaldohernandes
  O noticiário policial mineiro informou que havia carrapichos de plantas e esperma na roupa de Zé Pretinho, bem como na cama da socialite.
Segundo o  processo, os carrapichos chegaram ao quarto levados pelo vento, enquanto o esperma nos lençois foram desprezados. O que havia na calça do rapaz decorria do seu hábito de maturbar-se, escondidamente, quando via a sua musa.
Tuca não  cumpriu um dia sequer de cadeia. Tempos depois, Ângela Diniz foi assassinada, pelo namorado Raul Fernando “Doca” do Amaral  Street, tema para um próximo “Domingo é Dia de Mulher Boonita”. Combinado?

5 – Em 1980, Belo Horizonte ficou chocado com um outro crime passional envolvendo socialite. Por ciúme, o engenheiro Márcio Stancioli matou, com cinco tiros, a mulher Eloísa Ballesteros, enquanto ela dormia. Os dois haviam se conhecido em um sinal fechado de uma avenida da capital mineira. Conversaram, saíram e rolou namoro. No ano seguinte, ambos com 26 anos  de idade, estavam casados. Tiveram dois filhos
Empresária do setor de roupas, Eloísa passou a despertar a  desconfiança de Márcio, que passou a espiona-la. Em julho de 1980, por não encontra-la em casa, ele saiu a procura-la pela cidade e a encontrou no estacionamento do BH Shopping, dentro de um carro de um antigo namorado, o empresário Márcio Augusto Ferreira.
Marcio contou durante o seu julgamento ter ido para casa e, mais tarde, discutido com Eloísa, que o deixara falando sozinho e seguido para o quarto do casal. Fora atrás dela, chutado a porta e descarregado cinco tiros nela, com um revólver Taurus 38 –  peritos falaram de sete.


Eloísa reproduzido
de www.glamurama
O promotor do caso, Edmundo Teixeira da Silva, classificou Márcio de “um  Doca Street do subúrbio”. Em 5 de agosto de 1980, dez dias após o crime, ele o acusou por homicídio triplamente qualificado, por motivo fútil, sem possibilitar a defesa da vítima e contra cônjuge. Márcio Stancioli foi a júri popular, em 12 de maio de 1983, e disse ter perdido a cabeça devido as idas da mulher a São Paulo e seu relacionamento com Márcio Augusto Ferreira, “não vendo mais nada”.
O advogado Ariosvaldo Campos Pires apelou para “os ventos de libertinagem de nossos dias” e para “família, lar, filhos, fidelidade: em que pese a crise moral, são conceitos a ser observados pelos jurados”.  Márci foi enquadrado por homicídio culposo (sem intenção deliberada de matar) e não doloso (com intenção clara) e condenado, por 4 x 3, a 2,5 anos de prisão. O juiz, porém, concedeu-lhe, por ser primário e ter bons antecedentes, suspensão condicional da pena.” O promotor recorreu da sentença e o levou a novo julgamento, em 25 de março de 1988, elevando o castigo para seis anos.