Vasco

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segunda-feira, 31 de agosto de 2015

ÁLBUM DA COLINA - PÁGINA 1970

Com esta rapaziada, o Vasco quebrou o tabu, de 12 anos, sem títulos no Campeonato Carioca. Treinado por Elba de Pádua Lima, o Tim (último à direita, em pé), o time carregou a taça com uma rodada de antecipação. Na foto, da esquerda para a direita, acima, estão os atletas: Andrada, Alcir, Renê, Moacir, Eberval e Fidélis; agachados: Santana (massagista), Luís Carlos Lemos, Ferreira, Bougleux, Silva, Valfrido e Gílson Nunes. (foto reproduzida da revista Supervasco). Agradecimento.

CALENDÁRIO DA COLINA - 31 DE AGOSTO

O 31 de agosto tem sido dia de manter a tradição mantida de vencer rivais cariocas e "fregueses" de outras plagas. Sem mais delongas, bola no gramado:

VASCO 3 X 2 BANGU, em um sábado, no Maracanã, valeu pelo Campeonato Carioca-1957, assistido por 10.506 pagantes. O nome do jogo foi o atacante Almir ‘Pernambuquinho”, marcando dois gols – Waldemar completou a fatura. O treinador Martim Francisco mandou ao gramado: Carlos Alberto Cavalheiro; Paulinho de Almeida e Bellini; Orlando, Écio e Coronel; Sabará, Lierte. Almir (foto), Waldemar e Laerte.
Reprodução da Revista do Esporte

VASCO 2 x 1 AMÉRICA também foi  no Maracanã, pelo Campeonato Carioca-1958, uma temporada de superglórias cruzmaltinas. Antônio Viug apitou, em um domingo, e teve de determinar "ressaídas" de jogo por causa dos gols vascaínos marcados por Wilson Moreira e Almir. O treinador era Gradim confiou em: Barbosa, Paulinho e Bellini; Orlando, Écio e Coronel; Sabará, Rubens, Almir, Wilson Moreira e Pinga.

VASCO 1 X 0 CRUZEIRO foi dos chamados "jogo da sorte". Vitória com gol contra do lateral cruzeirenser Nonato, aos 26 minutos do segundo tempo. Valendo pela primeira fase do Campeonato Brasileiro-1994, rolou em São Januário, assistido por 2.699 pagantes e apitado por Oscar Roberto Godoi-SP. O treinador Sebastião Lazaroni escalou: Carlos Germano; Pimentel, Ricardo Rocha, Alexandre Torres e Bruno Carvalho; Sidnei, França, William e Yan (Leandro); Valdir "Bigode (Jardel) e João Paulo.  

VASCO 3 X 1 CEARÁ, em São Januário, valeu pela fase única do Campeonato Brasileiro-2011. Elton, aos 6 e aos 20 minutos do segundo tempo, e Éder Luís, aos 16 da mesma etapa, foram os caras que deram trabalho ao garoto do placar. Era uma quarta-feira e a rapaziada aumentou a sequência, para 11 jogo, sem perder pra o alvinegro cearense, pelo Brasileirão unificado. O treinador Cristóvão Borges escalou: Fernando Prass, Márcio Careca, Renato Silva, Dedé, Alan, Rômulo, Diego Souza (Bernardo), Eduardo Costa, Juninho Pernambucano (Felippe Bastos), Éder Luís e Alecsandro (Élton).   

A "Vascodata" 31 de agosto anota ainda três empates que na linguagem de antiquíssimos "speakers" eram chamados, pela sequência, como  "progressivos" e "mantenedor", quando repetia um placar anterior. Ei-los: 31.08.1941 – Vasco 1 x 1 Bonsucesso; 31.08.1975 - Vasco 2 x 2 Vitória-BA e 31.08.2006 - Vasco 2 x 2 Ponte Preta.

domingo, 30 de agosto de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - 30 DE AGOSTO

Nem só de futebol se conta a história do Vasco. O Almirante entra nela por diversos lances. Por exemplo, em 30 agosto de 1942, ele ganhou busto de bronze à entrada da sede do clube, à Rua General Almério de Moura. Passados 11 anos, foi inaugurado, e m São Januário, o maior parque aquático sul-americano e que sediou a Copa do Mundo de Natação-1998. Com bola no pé, três destaques: goleada sobre Timbu e vitórias contra Urubu, Leão e time de Araras.
 
VASCO 1 X 0  FLAMENGO aconteceu em um domingo, no Maracanã, com gol do grandalhão Valfrido, o “Espanador da Lua”, diante de 50.473 terráqueos. Elba de Pádua Lima, o Tim comandava a rapaziada, o juiz foi Carlos Costa, valeu pelo Campeonato Carioca-1970 e o time batedor teve: Andrada; Fidélis, Moacir, Renê e Eberval; Alcir e Buglê; Jaílson, Silva, Valfrido e Gilson Nunes (Ademir).
 
VASCO 3 X 2 SPORT RECIFE pode ser contado como a história do Leão que caiu na jaula da Colina. Mesmo já tendo cedido ao "Almirante" feras como Ademir Menezes, Almir, Vavá e Juninho Pernambucano, o rubro-negro pernambucano não teve perdão. Foi castigado no  30 de agosto de 1997, em sua casa, o Estádio Adelmar Carvalho, mais conhecido pela localização, na Ilha do Retiro. Daquela vez, a fúria foi do "Animal" Edmundo, aos 20 e aos  31 minutos do 1º tempo, e de  Felipe, aos 36 da etapa final. Era um sábado e Paulo César de Oliveira-SP apitou. O treinador Antônio Lopes escalou: Márcio. César Prates, Odvan, Mauro Glvão e Felipe; Luisinho, Válber (Fabrício Eduardo), Pedrinho (Alex Pinho), Edmundo e Evair (Nasa).
 
VASCO 4 x 1 NÁUTICO, em São Januário, integrou a 22ª rodada do Campeonato Brasileiro-2007, em uma quarta-feira. Leandro Amaral, aos 21 minutos do primeiro tempo; Marcelinho Carioca, aos 29 e aos 44 da fase final, além de Rubens Júnior, aos 44, anotaram no caderninho dos pernambucanos. Celso Roth era o treinador desta rapaziada: Sílvio Luiz; Vilson, Jorge Luiz, Rubens Júnior e Wagner Diniz; Amaral, Andrade, Conca e Guilherme (Xavier);  Abuda (Marcelinho) e Leandro Amaral (Alan Kardec). O jogo teve 9.619 pagantes e renda de R$ 96, 820,00 e apito de Luís Alberto Sardinha Bites (GO).
 
 
30.08.1995 -  Vasco 1 x 0 União São João-SP foi pega em que a união não fez a força. E "desesforçou" de cara, pois o time da cidade paulista de Araras marcou gol contra, por intermédio de um cara chamado Olinto, aos 3 minutos do primeiro tempo. O jogo, em uma quarta-feira, em São Januário, valeu pelo primeiro turno do CampeoantoBrasileiro-1995, com o técnico Jair Pereira escalando: Carlos Germano; Pimentel, Ricardo Rocha, Tinho e Jefferson; Luisinho Quintanilha, Yan (Charles Guerreiro), Nélson e Juninho Pernambucano (Geovani): Valdir "Bigode" e Leonardo.   

DETALHE: a "Vascodata" 30 de agosto inclui três empates pelo mesmo placar – 30.08.1925 – Vasco 1 x 1 São Bento-RJ;  30.08.1968 - Vasco 1 x 1 Bangu  e 30.08.1998 - Vasco 1 x 1 Flamengo;

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA – VERA VIANNA, PRIMEIRA ENGRAÇADINHA

Em 1964, a sociedade brasileira ainda prendia a mulher a uma infinidade de barreiras. Foi o por ali que o considerado maior escritor de peças teatrais  do pais, Nélson Rodrigues, escolheu a atriz Vera Vianna, de 17 anos de idade, para estrelar “Engraçadinha” no cinema. Tempinho depois, ela estava na peça “Toda donzela tem um pai que é uma fera” de Gláucio Gil, no Teatro Santa Rosa, no Rio de Janeiro.
Rolava 1966, e o cineasta Roberto Faria  filmava a peça de Gil. Vera Vianna, que sentia pavor de alturas, pediu uma dublê para a cena que não toparia fazer. Enquanto assistia a interpretação de uma vedete do Teatro Recreio, a ex-trapezista de circo capixaba, Adalgisa Ferreira Nogueira (primeira no cinema nacional a fazer cena perigosa), os telefones da Central de Polícia, do Corpo de Bombeiros e de redações de jornais não paravam de tocar. Quem passava pela Rua Santa Clara, em Copacabana, naquela manhã ensolarada, ficava horrorizado com o que via, uma mulher presa por uma corda de  fio de nailon, no 12º andar de um prédio residencial, passando a impressão de que seria mandada abaixo.
Mas personagem Daysi não vinha abaixo. As últimas tomadas a filmavam sendo recolhida para dentro do “ap”, quando Vera Vianna voltava a vivê-la. Seguia-se uma seção de “strip-tease”, sem dublê e que não deveria ser visto pelo cinéfilo brasileiro, porque a censura do regime militar que mandava no país não permitiria o que os espectadores do filme a ser lançado em outros países veriam.
Para fazer a cena, Vera bebeu um dose de conhaque, par criar coragem, e exigiu a saída dos técnico, atores secundários, operários e assistentes desnecessários. A produção fechou uma das janelas do apartamento e acendeu os refletores na intensidade máxima, a fim de criar um ambiente esfumaçado. Vera vivia o sonho do personagem Porfírio, interpretado por John Herbert. E o filme, um dos maiores sucessos de bilheteria do ano, repetiu o sucesso dos palcos. Para os cronistas da época, isso deveu-se, principalmente, ao carisma de Vera Vianna, pela sua naturalidade em cena, a espontaneidade e o charme natural que passava as garotas cariocas que se modernizavam, como tudo na década-1960.
Vera havia estreado diante das câmeras, em 1964, durante as filmagens das novela “O Desconhecido”, da extinta TV Rio. Fora, também, um escrito de Nélson Rodrigues, sobre um sujeito que perdia a memória. A sua beleza e fotogenia chamou a atenção e levou-a para o cinema, também, em “Asfalto Selvagem” , um outro texto de Nélson Rodrigues, este filmado por JB Tanko, visto pela crônica como um dos maiores momentos do autor no cinema, levado à tela com perfeição. Em 1966, Vera foi premiada pela sua atuação em um filme que abordava a vida de um  bandido chamado Paraíba.
Mãe de Vanessa e avó de João Pedro e de Antonio, a talentosa Vera Vianna é uma glória do cinema nacional. (Fotos reproduzida da revista Fatos & Fotos de Nº 267, de 12.03.1966).  

 

sábado, 29 de agosto de 2015

VASCO 0 X 1 FIGUEIRENSE - TRAGÉDIAS DA COLINA

Mais uma "tragedaça". Não tem-se um outro nome para qualificar o fato. Em último lugar no Brasileiro, levando gol no final da partida, em casa... Enfim, aconteceu e fica assim na história das tragédias vascaínas: 

29.08.2015 (sábado) Estádio: Maracanã-RJ. Juiz: Francisco Carlos do Nascimento-AL. Público presente: 17.940 torcedores Pagante: 14.857. Renda: 436.840,00. Gol: Marcão, aos 48 min do 2º tempo. VASCO: Martín Silva; Jean Patrick (Thalles), Anderson Salles, Luan e Christianno; Guiñazu, Serginho, Julio dos Santos (Romarinho), Nenê e Rafael Silva; Riascos (Andrezinho). Treinador: Jorginho Amorim. FIGUEIRENSE: Alex Muralha, Leandro Silva, Thiago Heleno, Bruno Alves e Marcos Pedroso; Daner, Paulo Roberto (Fabinho), João Vitor (Yago) e Dudu; Clayton e Alemão (Marcão). Treinador: René Simões.

CORREIO DA COLINA - VSC X FLA EM BSB




Célio, o matador de Urubu


"Alô, Kike! Ultimamente, jogos ente Vasco e Flamengo são costumeiros, em Brasília. Antigamente, os grandes times demoravam em passar por aqui. Eu ia a todos os jogos, que eram  no Estádio Nacional (mudou o nome, para Edson Arantes do Nascimento, o Pelezão, em 1970, e já foi demolido). Inclusive, assistir aos dois primeiros jogos entre o nosso "Almirante" e os rubro-negros. O blog está muito bom".  Everaldo Oliveira, de Taguatinga-DF.
Valeu, "vasconauta". O Kike agradece o elogio e lembra, para quem não sabe, que o primeiro VSC x Fla no Planalto Central do país rolou em 31 de março de 1966, marcando a festa da inauguração dos refletores do estádio. Célio foi o nome do jogo, marcando os dois gols da vitória cruzmaltina, por 2 x 1, aos 35 minutos do primeiro tempo e aos 9 da etapa final – o ex-vascaíno Almir 'Pernambuquinho' fez o deles, a 1 minuto da etapa final do prélio apitado por Idélcio Gomes de Almeida, da Fedração Desportiva de Brasília-FDB.  O Vasco, de Zezé Moreira, foi Amauri; Joel Felício (Gama), Brito (Caxias), Ananias e Hipólito; Maranhão e Danilo Menezes; William, Célio, Picolé (Zezinho) e Tião (Ronildo). O Flamengo, do técnico Armando Renganeschi,  teve: Valdomiro (Marco Aurélio), Murilo, Paulo Lumumba, Itamar e Paulo Henrique; Jarbas (Evaristo) e Juarez; Paulo Alves, Almir (Fio Maravilha), César e Rodrigues
O segundo duelo VSC x FLA por aqui rolou em 10 de maio de 1967, e o Vasco repetiu o placar, no mesmo local. Sílvio de Almeida Carvalho, árbitro daFDB, apitou e os gols cruzmaltinos foram marcados por Paulo Bim, com um minuto de bola rolando, e Nei, aos 18 – Paulo Henrique, aos 35 da fase final, anotou o deles. O Vasco era treinado por Zizinho e alinhou: Pedro Paulo; Jorge Luís, Ananias, Fontana (Nílton Paquetá) e Oldair; Maranhão, Danilo Menezes, Luisinho (Zezinho), Nei, Bianchini (Paulo Bim) e Moraes. O Flamengo era: Valdomiro; Leon, Ditão, Jaime e Paulo Henrique; Jarbas e Américo; Pedrinho, Fio, Ademar (Aloísio) e Osvaldo (Neviton). Valeu, Vevé?

CALENDÁRIO DA COLINA - 29 DE AGOSTO

A data de 29 de agosto representa começo e fim de uma particularidade na história vascaína: final dos encontros com o River, pelos Campeonatos Cariocas da Segunda Divisão, e o início das refregas contra o Coritiba, pelos Brasileirões. O placar do dia tem um outro River nas paradas, bem como sergipanos, mato-grossenses, gaúchos e mais dois cariocas. 

VASCO 5 X 0 RIVER – A tarde do 29 de agosto de 1920, na Rua Campos Salles, que marcou o último confronto entre vascaínos e riverenses – iniciado em 9 de setembro de 1917, no estádio da Figueira de Mello, com escore mínimo para a "Turma da Colina" –, teve  Medina (2), Negrito, Antonico e Aristides Esquerdinha castigaram o rival. Depois de oito encontros, contava-se sete vitórias cruzmaltinas e um empate. Nesse rolo, três goleadas: 5 x 2, (15.12.1918) e  8 x 2 (22. 06.1919) e os 5 x 0 citados acima. Além disso, a rapaziada venceu mais duas vezes, ambas por 2 x 0, (23.06.1918 e 09.11.1919) e em uma outra (27.06.1920), por 2 x 1. O único empate aconteceu (16.12.1917) no segundo encontro desses pegas, com todos valendo pela Segunda Divisão carioca. 
 
VASCO 3 X 2 CANTO DO RIO, pelo Campeonato Carioca-1948, teve Ademir Menezes (2) e Edésio (contra) atravessando dois pontos (critério da época), de barco, para a Colina. Ainda não havia a ponte Rio-Niterói, onde a bola rolou, no Estádio Caio Martins. Alberto da Gama Malcher apitou e os vitoriosos foram: Barbosa, Augusto e Wilson; Ely, Danilo e Alfredo; Djalma, Ademir Menezes, Dimas, Tuta e Chico.
 
VASCO 2 X 0 BONSUCESSO foi do Campeonato Carioca-1954, com a moçada na divisão de elite, há 31 anos. Durante aquela navegação, o "Almirante" subira de status e já contabilizava 10 títulos no currículo – 1923/24, pela Liga Metropolitana de Desportos Terrestres; 1929, pela Liga Metropolitana de Esportes Athléticos; 1934 pela Liga Carioca de Foootball; 1936, pela Federação Metropolitana de Desportos; 1945, pela Federação Metropolitana de Futebol (FMF); 1947, pela primeira vez, por uma mesma entidade, pela qual levara as taças, ainda de 1949, e1950 e 1952. Os 2 x 0 citados acima foram em um domingo, em São Januário, quando o técnico Flávio Costa contou com: Barbosa, Paulinho de Almeida, Bellini, Mirim, Laerte, Dario; Sabará, Alvinho, Pinga e Djayr.

VASCO 4 X 0 RIVER-PI  fez parte dos amistosos de 1965. Este foi em Teresina, a capital piauiense, e os caras eu levantaram a torcida vascaína local foram Mário "Tilico", Oldair Barchi, Saulzinho e Bené.  
 
VASCO 2 X 0 CORITIBA já valeu pelo Campeonato Brasileiro-1971. Teve apito de José Faville Neto-SP, renda de Cr$ 64 mil, 430 cruzeiros e gols de Adílson Albuquerque, aos 28, e do “Aranha” Dé, aos 32, ambos do segundo tempo. Admildo Chirol era o treinador deste time: Andrada; Fidélis, Miguel, Moisés e Alfinete; Alcir e Afonsinho; Adílson, Dé (Buglê), Ferreti (Luiz Carlos) e Rodrigues.  Antes dessa nova era dos Brasileirões, os dois já se enfrentavam desde 1º de fevereiro de 1948, quando disputaram um amistoso, no então Estádio Belfort Duarte (atual Couto Pereira), em um domingo, na capital paranaense, com goelada vascaína, por 7 x 2. Na época, o "Coxa" não tinha a menor condição de encarar a “Turma da Colina” que viajava à bordo do “Expresso da Vitória”, um dos mais potentes do planeta.
 
VASCO 3 X 0 SERGIPE, em uma noite de quarta-feira, teve Alcir Portella, aos 15,  Roberto Dinamite, aos 42,  e Luís Fumanchu, aos 54 minutos, balançando as redes do Estádio Lourival Batista, o Batistão, em Aracaju. Valeu pela primeira fase do Campeonato Braileiro-1973, com o treinador Mário Travaglini mandando a campo: Andrada; Paulo César, Moisés, Renê e Alfinete; Alcir (Gaúcho), Buglê e Zanatta; Luís Carlos Lemos (Ademir) Roberto Dinamite e Luís Fumanchu.  

VASCO 3 X 0 INTERNACIONAL-RS, amistoso, em Sã Januário, prevalecendo a fórmula "P-2-P", isto é, Paulo Roberto marcou dois gols e Paulinho o outro.  

VASCO 4 X 0 OPERÁRIO-VG foi um amistoso de 1987, na casa do adversário, com Romário (2), Roberto Dinamite, William, Zé Sergio e até o zagueiro Donato visitando as redes do time mato-grossense da cidade de Várzea Grande. Até então, além daquele "caça níquel", o "Almirante" havia afogados o adversário nos dois ´jogos oficiais que haviam disputado, pelo Campeonato Brasileiro – 08.11.1979 - Vasco 5 x 1, no Maracanã, e 05.10.1986 - Vasco 6 x 0, em São Januário.    

DETALHE: a "Vascodata" 29 de agosto anota quatro empates por 1 x 1: 29.08.1953 – Vasco 1 x 1 Bangu; 29.08.1953 - Vasco 1 x 1 Bangu; 29.08.2001 - Vasco 1 x 1 América-MG e 29.08.2004 - Vasco 1 x 1 Fluminense.

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - 28 DE AGOSTO

 Na data 28 de agosto, vamos conferir 10 vitórias vascaínas: cinco sobre times do Rio de Janeiro, duas contra paulistas, outras duas pra cima de espanhóis, valendo dois canecos, e uma diante de paraenses. Tá de bom tamanho?  

 VASCO 4 X 3 ANDARAHY foi compromisso fora de casa, pelo Campeonato Carioca-1932, o décimo que a rapaziada participava na elite. Galego (2) Mário Mattos e Gringo bateram na rede. 

 VASCO 5 X 0 BONSUCESSO figurou na terceira rodada do returno do Campeonato Carioca-1943. Jogado em São Januário, teve arbitragem de Aristides Figueira e gols de Isaías (3), Lelé e Djalma. O treinador cruzmaltino era Ondino Viera, que lançou: Oncinha; Rubens e Rafagnelli; Figliola, Nilton e Argemiro; Djalma, Ademir Menezes, Isaías, Lelé e Chico. Técnico: Ondino Viera.

VASCO 2 X 1 MADUREIRA, também em São Januário, foi do primeiro turno do Campeonato Carioca-1949.  Arthur Ford apitou e o baiano vascaíno Maneca fez os dois gols da rapaziada aprontadeira: Barbosa, Laerte e Sampaio; Ely do Amparo, Danilo Alvim  e Jorge Sacramento; Nestor, Maneca, Ademir Menezes, Ipojucan e Mário.

VASCO 3 X 0 CANTO DO RIO fez parte do primeiro turno do Campeonato Carioca-1955 e foi jogado na casa do adversário, o Estádio Caio Martins, em Niterói. Eunápio de Queirós apitou e Pinga, o paraguaio Sílvio Parodi e Sabará foram ao filó. Flávio Costa era o treinador desta moçada:  Ernâni, Paulinho de Almeida e Haroldo; Laerte, Orlando e Dario; Sabará, Valter Marciano, Ademir Menezes, Pinga e Parodi.

VASCO 3 X 1 AMERICANO-RJ teve o "Almirante" de volta à Colina, onde 10.301 pagantes prestigiaram a vitória, com gols marcados por Rosemiro, aos 5 minutos do primeiro tempo; Pedrinh9o, aos 19, e Geovane, aos 29 (?) da etapa final. José Roberto Wright apitou e Antônio Lopes treinou esta rapaziadas para vencer: Mazaropi; Galvão, Rondinelli, Celso e Pedrinho; Serginho (Geovane), Ernâni e Dudu "Coelhão"; Rosemiro, Roberto e Marquinho. VASCO 2 x 1
 
ATLÉTICO DE MADRID valeu o bicampeonato do Troféu Ramón Carranza-1988, na Espanha, em um domingo. Sorato, aos 15, e Vivinho, aos 28 minutos do segundo tempo, compareceram ao barbante – dois dias antes, houve o passaporte para a final (1 x 0 e gol de Sorato, aos 39 minutos do segundo tempo. O chefe da rapaziada era o ex-meio-campista cruzmaltino Carlos Alberto Zanata e o time foi: Acácio; Paulo Roberto, Célio Silva, Fernando e Mazinho; Zé do Carmo, Donato, William e Bismarck: Vivinho (Muricinho) e Sorato (Roberto Dinamite).

VASCO 5 X 3 CÁDIZ fez parte do 23º Torneio Ramon de Carranza-1977,  e foi jogado no estádio com o mesmo nome do homenageado  no caneco, em Cádiz, na Espanha. Um juiz com o nome de Guruceta apitou, e  Roberto Dinamite emplacou dois gols, aos 17 minutos do primeiro tempo e aos 6 do segundo tempo. Nesta etapa, Wilsinho, aos 10, Helinho, aos 25, e Ramon Pernambucano, aos 30, escreveram no placar para este time: Mazaropi; Orlando “Lelé”, Abel Braga, Geraldo e Marco Antônio; Zé Mário, Dirceu Guimarães e Paulo Roberto; Wilsinho, Roberto (Helinho) e Ramon.

VASCO 3 X 0 REMO-PA, em um domingo, em São Januário, teve gol de zagueiro: Ricardo Rocha,  aos 45 minutos do primeiro tempo. Antes, o "matador"  Valdir "Bigode" havia inaugurado a conta, aos 4. E o apoiador França fechou a fatura, aos 90 minutos. Valeu pela primeira fase do Campeonato Brasileiro-1994,quando o treinador Sebastião Lazaroni tinha esta patota: Carlos Germano, Pimentel, Ricardo Rocha, Alexandre Torres, Bruno Carvalho, Sidnei, França, William, Yan (Pedro Renato), Valdir "Bigode" e João Paulo (Jardel). Até então, o "Almirante" havia enfrentado os paraenses por sete oportunidades, pelo Brasileirão, vencendo cinco e marcando 12 tentos.  


VASCO 2 X 1 PORTUGUESA DE DESPORTOS marcou a primeira volta à Colina de uma do maiores ídolos das história cruzmaltina, o atacante Edmundo. Ele havia saído, em 1992, para defender o Palmeiras. Depois, passara por Flamengo e Corinthians. O retorno foi pelo Campeonato Brasileiro-1996, em São Januário, em partida apitada por Márcio Resende de Freitas e assistida por 10.575 pagantes. Ranielli, aos 2, e Juninho Pernambucano, aos 36 minutos do segundo tempo, foram à rede dar as boas vindas ao "Animal".  A rapaziada era treinada por Alcir Portella, que mandou pra lutas: Caetano; Pimentel, Alê, Alex e Cássio; Luisinho Quintanilha (Ranielli), Fabrício Eduardo, Juninho Pernambucano e Válber (Macedo); Edmundo e Toninho (Brener). Portuguesa de Desportos – Clemer, Valmir, Émerson, Marcelo, Carlos Alberto, Capitão, Gallo, Bertolazzi (Márcio), Caio (Alex Alves), Rodrigo e Zinho Técnico : Ênio Andrade

VASCO 2 X 1 SANTOS foi duelo nacional de disputa internacional, a Supercopa dos Campeões das Taça Libertadores da América-1997. Rolado em São Januário, teve púbico de apenas 1. 660 testemunhas, que escutaram o sopro do apito de Dalcído Mourão. Com gols de Evair, aos 33, e Jean (contar), aos 74 minutos, o "Almirante" pescou o "Peixe" de virada. Antônio Lopes era o treinador de: Márcio; César Prates, Odvan, Mauro Galvão (Alex) e Felipe; Luizinho Quintanilha, Válber, Pedrinho e Ramon Mineiro; Edmundo (Mauricinho) e Evair.     

VASCO 3 X 1 ESPANYOL mais do que comprovou que trazer canecos da Espanha era um dos “esportes prediletos” dos vascaínos da década-1980. O Troféu Cidade de Barcelona-1993 foi um deles, às custas dos gols de Valdir ‘Bigode”, aos 15 e aos 23 minutos do primeiro tempo, e de Carlos Alberto Dias, aos 28, da mesma etapa. O antigo apoiador vascaíno Alcir Portella gerenciava esta a rapaziada: Márcio; Pimentel, Alexandre Torres, Jorge Luís e Cássio; Bernardo, Geovani, William (Yan) e Carlos Alberto Dias (Leandro); Hernande (Tinho) e Valdir.  

ALMIRANTE ENCARA OS CANDANGOS

 Vasco da Gama disputou três jogos contra o Brasília Esporte Clube: um amistoso, no DF, encerrado em 1 x 1, e duas partidas oficiais, pelo Campeonato Brasileiro, ambas no Rio de Janeiro, quando ainda não havia subdivisões, vencendo-as, respectivamente, por 3 x 0 e por 2 x 0.
Em 9 de junho de 1977, no já demolido Estádio Edson Arantes do Nascimento, o Pelezão, o gol cruzmaltino foi marcado por Fernando, aos 29 minutos do primeiro tempo. Ernani Banana, aos 7 da etapa final, igualou o placar. Detalhe: Banana, o maior ídolo do futebol candango, estivera, meses antes, vascaíno.
O Vasco formou naquele empate com: Mazaropi; Fernando, Abel Braga, Geraldo (Gaúcho) e Marco Antônio; Zé Mário, Carlos Alberto Zanata e Helinho; Wilsinho (Wiliam), Ramon e João Paulo. Técnico: Orlando Fantoni. O Brasília foi: Déo: Newton (Edmar Bernardes), Jonas 'Foca', Luiz Carlos Teixeira e Capela (Sidney); Wel, Moreirinha e Banana; Julinho, Léo 'Fuminho' (Rogério Bayer) e Bira. Técnico: Ayrton Nogueira. O árbitro foi Arnóbio Passos, auxiliado por Jonas Oliveira e Ranulfo Soares. Público e renda não foram informado, mas a arrecadação foi calculada em Cr$ 300 mil cruzeiros, a moeda da época.
Em 23 de outubro de 1977, quando se encontraram, pela primeira vez, em São Januário, o Vasco não deu chances ao Brasília. Liquidou a fatura, no primeiro tempo, com gols marcados por Ramon, aos 9 e aos 14 minutos, e por Roberto Dinamite, aos 27. O time, ainda dirigido por Orlando Fantoni, alinhou: Mazaropi; Orlando, Abel (Gaúcho), Geraldo e Marco Antônio; Zé Mário, Zanata e Dirceu; Wilsinho, Roberto Dinamite e Ramon (Paulinho). O Brasília, que seguia treinado por Ayrton Nogueira, teve: Déo; Edevaldo, Jonas, Luís Carlos e Geraldo Galvão; Wel, Moreirinha e Banana; Julinho, Ney (Edmar) e Bira. O árbitro foi José de Assis Aragão (SP) e o público de 9.956 pagantes e a renda de Cr$ 328.500,00. 

TERRÍVEIS PAULOS - No segundo encontro na Colina, em 17 de junho de 1978, o Vasco fez 2 x 0, com gols de Paulinho, aos 17 minutos do primeiro tempo, e de Paulo Roberto, aos 44 da etapa complementar. O Vasco jogou com: Mazaropi; Orlando, Marcelo, Gaúcho e Marco Antônio; Zé Mário, Guina (foto), Zanata e Helinho (Paulo Roberto); Paulinho e Ramon (Wilsinho). Técnico: Orlando Fantoni. Brasília: Déo; Chavala, Emerson, Luis Carlos Teixeira e Odair; Lindário, Péricles e Banana; Edmar (Zezinho Maranhão), Ney e Rogério. Técnico Cláudio Garcia. O árbitro foi Renato de Oliveira Braga (SP), o público de 2.809 pagantes e a renda de Cr$ 90.990,00 cruzeiros.

MAIS - O Vasco já disputou mais estes compromissos contra times candangos: 15.12.1966 – 2 x 0 Rabello, amistoso no Estádio Nacional (depois, Pelezão); 28.09.1974 – 2 x 2 Ceub, amistoso, no Silveirão (depois, Mané Garrincha); 01.07.1975 – 2 x 1 Ceub, amistoso, no Silveirão; 21.07.1976 – 3 x 0 Taguatinga, amistoso, em São Januário; 01.02.1979 – 5 x 1 Taguatinga, amistoso, no Serejão; 10.06.1982 – 1 x 0 Taguatinga, amistoso, no Serejão; 06.06.1984 – 1 x 0 Taguatinga, amistoso, no Serejão; 28.09.1974 – 2 x 2 Ceub, amistoso, no Silveirão; 01.07.1975 – 2 x 1 Ceub, amistoso, no Silveirão; 21.07.1976 – 3 x 0 Taguatinga, amistoso, em São Januário; 01.02.1979 – 5 x 1 Taguatinga, amistoso, no Serejão; 10.06.1982 – 1 x 0 Taguatinga, amistoso, no Serejão; 06.06.1984 – 1 x 0 Taguatinga, amistoso, no Serejão. 

ALMIRANTE GOL DE PLACA EM BRASÍLIA

 Além do "Rei Pelé", em 20 de março de 1974, durante Ceub 1 x 3 Santos, pelo Campeonato Brasileiro, que era chamado de Copa Brasil, o atacante vascaíno Romário  foi o único a marcar um gol de placa no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. Aconteceu em 23 de outubro de 1986, quando o Vasco mandou 3 x 1 no então campeão candango, o Sobradinho, pela mesma disputa.
Romário construiu golaço diante do Sobradinho 
Era uma noite de quinta-feira e o time cruzmaltino já colocava 2 x 1 na conta. Aos 33 minutos do segundo tempo, o "Baixinho" fez o gol que valeu pelo ingresso: driblou três adversários e o goleiro Bocaiuva, para mandar a bola na rede do Leão da Serra. Golaço, golão, assistido por 22.076 pagantes, que deixaram nas bilheterias da casa a renda de Cz$ 664 mil e 700 cruzados, a moeda da época.
Os vascaínos abriram o placar, aos 5 minutos, por intermédio de Roberto Dinamite, cobrando falta, da entrada da área: bola no canto esquerdo defendido por Bocaiuva. Pena que, 14 minutos depois, Roberto tivesse que ser substituído, por Mauricinho. A Tuma da Colina caiu de produção, o Sobradinho cresceu e, aos 35 minutos, Filó, também cobrando falta, empatou: 1 x 1.
No segundo tempo, porém, o Vasco dominou, completamente, o Leão. Aos 5 minutos, o zagueirão Juninho colocou 2 x 1 no placar, de cabeça, escorando escanteio saído da direita. A rapaziada seguiu dominando, e o goleiro Acácio transformou-se num autêntico assistente da partida apitada pelo árbitro de Santa Catarina, Ulisses Tavares.
O Vasco formou com: Acácio; Paulo Roberto, Juninho, Donato e Pedrinho; Josenilton, Gersinho e Geovani; Mazinho, Roberto Dinamite (Mauricinho) e Romário. Técnico: Joel Santana. O Sobradinho foi: Bocaiuva; Carlão, Tobias, Rildo e Lourenço; Chiquinho, Filó e Wellington: Régis, Toni e Michael (Jamil). Técnico: Pedro Pradera.
JOGO DE VOLTA - Em 30 de novembro do mesmo 1986, em São Januário, o Vasco goleou o Sobradinho, por 4 X 0, e Romário voltou a marcar. Era um domingo e o "peixe" voltou a anotar o terceiro tento em um novo encontro: aos 37 minutos do segundo tempo. Antes, Mazinho abrira o placar, aos aos 27 min do primeiro tempo, e Henrique aumentara, aos 23. Por fim, Claudinho fechou a fatura, aos 42, da etapa final.
O prélio teve público de 5.742 pagantes e renda de Cz$ 173.940. O maranhense Josenil dos Santos Sousa apitou e o Vasco, ainda treinado por Joel Santana, alinhou: Acácio; Chiquinho, Souza, Fernando e Lira; Donato, Mazinho e Geovani; Santos, Romário, Henrique (Claudinho). Técnico: Joel Santana. O Sobradinho teve: Déo; Chiquinho, Ari, Rildo e Lourenço; Demétrio, Zé Nilo e Filó; Régis,Toni, e Mauro (Nilson). Técnico: Bugue. (foto reproduzida do arquivo do Jornal de Brasília). Agradecimento.

ALMIRANTE X HERMANOS EM BRASILIA

Vasco 2 x 2 Boca Juniors foi jogo vascaíno em Brasília, em 29 de julho de 2001, no Estádio Mané Garrincha, pelo Grupo A da Copa Mercosul – atual Copa Sul-Americana –, que tinha, ainda, a Universidad Católica, do Chile, e o Cerro Porteño, do Paraguai.
O Vasco começou a partida fustigando 'los hermanos', em jogadas com Euller e o meia Pedrinho. O gol de abertura do placar saiu de falta batida por Pedrinho, mandando 'la pelota' para o canto esquerdo da meta de Abbondanciere. O empate saiu, também, em cobrança de falta. Perez, que substituía o craque do time, Riquelme, acertou o ângulo superior direito da baliza de Helton.
Na etapa final, o Boca melhor sua colocação em campo e equilibrou as ofensivas. Euller seguia como melhor opção de ataque carioca, mas seus bons cruzamentos eram, seguidamente, desperdiçados. Como castigo, aos 13 minutos, Schelotto escapou, pela esquerda, cruzou bola na área vascaína. Perez entrou livre e virou: Boca 2 x 1. No entanto, a inferioridade cruzmaltina nas redes só demorou seis minutos. Aos 19, Patrício recebeu a bola, na entrada da área, e bateu rasteiro, fechando o placar nos 2 x 2. No último minuto, Euller, na cara do gol, bateu de virada, por cima do travessão, perdendo a chance de dar a vitória ao Vasco.
A partida foi apitada pelo paraguaio Epifânio Gonzalez, numa tarde de domingo e assistido por 20.206 pagantes. O Vasco formou com: Hélton; Patrício, Odvan, Alexandre Torres e Gilberto; Jorginho, William, Pedrinho e Juninho Paulista; Euller e Romário. Técnico: Joel Santana. O Boca Juniros foi: Abbondancieri.; Martinez, Barbosa, Burdisso e Rodriguez; Battaglia, Serna, Traverso e Perez; Schelotto (Carreño) e Delgado (Gimenez). Técnico: Carlos Bianchi.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

ALMIRANTE FICA DEVENDO NO PLANALTO

 Na metade de 1996, o Vasco disputou um torneio, “pela metade”, em Brasília. Explica-se: as federações de futebol do RJ e do DF combinaram de promover a Copa Rio-Brasília, um triangular reunindo, ainda,  Botafogo e Sobradinho Esporte Clube.
No dia 12 de julho, o “Leão da Serra”, como é chamado o Sobradinho, empatou, por 1 x 1, com o Botafogo. Dois dias depois, os alvinegros venceram o Vasco, por 2 x 0. Os vascaínos, ainda, tinham chances de levarem a taça, no saldo de gols, caso vencessem os sobradinhenses. Mas o jogo entre eles não foi realizado. Melhor para os botafoguenses, que carregaram o troféu.
Vasco 0 x 2 Botafogo, em 14 de julho de 1996, foi no Estádio Mané Garrincha, com a Turma da Colina formando com: Carlos Germano; Bruno Carvalho, Sídnei (Sandro), Alex e Cássio; Leandro, Luisinho, Juninho Pernambucano e Válber (Vítor); Alessandro (Brener) e Gian (Pedro Renato). Técnico: Carlos Alberto Silva. O Botafogo jogou com: Carlão; Wilson Goiano, Alemão, Jefferson e André Silva; Souza, Otacílio, Marcelo Alves (Niki) e Bentinho; Mauricinho e Túlio. Técnico: Ricardo Barreto. Túlio, aos 27 minutos do primeiro tempo, e Bentinho, aos 13 da etapa final, marcaram os gols. O árbitro foi o brasiliense Luciano Augusto de Almeida, o público pagante de 5.693 e a renda de R$ 59.860,00.
O  Vasco devolveu a derrota, no dia 24 de janeiro de 1998, num sábado, por 1 x 0, valendo pelo Torneio Rio–São Paulo. O gol foi de Ramon, no primeiro minuto de jogo. Paulo César de Oliveira (SP) apitou a partida que teve público pagante de 12. 788 e renda de R$ 135.556,00. O Vasco jogou com: Carlos Germano; Vitor, Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Luisinho, Nelson (Fabrício) e Pedrinho; Donizete, Ramon (Alex) e Luizão (Dia). Técnico: Antônio Lopes. O Botafogo alinhou: Vágner; Wilson Goiano, Gonçalves, Jorge Luís e Jefferson; Alemão (Djair), França e Marcelo Alves (Jorge Antônio); Tico Mineiro (Zé Carlos), Túlio e Bebeto. Técnico: Gílson Nunes.
Em 7 de fevereiro de 1998, o Vasco voltaria a enfrentar o Botafogo, em Brasília, no mesmo estádio. Numa tarde de sábado, valeu, de novo, pelo Rio-São Paulo e terminou nos 2 x 2. O Vasco abriu o placar, aos 21 minutos do primeiro tempo. Pedrinho cobrou escanteio, o goleiro alvinegro Vágner falhou, e Luizão cabeceou, para a rede (foto). O Botafogo empatou, aos 27, num pênalti cobrado pelo baiano Bebeto.
No segundo tempo, aos 27 segundos, o vascaíno Richardson desempatou, num gol de placa. Dada a saída, ele pegou a bola, pela intermediária, driblou quem pintou pela frente, jogou-a por entre as pernas do zagueiro Marcelo Augusto e finalizou, rasteiro. Aos 36 minutos, os alvinegros empataram, em cobrança de falta, por Bebeto.
O Vasco jogou com: Márcio; Vítor, Odvan, Alex e Felipe; Luisinho, Nasa (Richardson) (Dias) e Pedrinho; Ramon (Fabrício) e Luizão (Sorato). Técnico: Antônio Lopes. O Botafogo foi: Vágner; Wilson Goiano (Jorge Antônio), Jorge Luís, Marcelo Augusto e Jefferson; Pingo, França (Marcelo Alves) e Djair; Zé Carlos (Tico), Bebeto e Túlio ‘Maravilha’. Técnico: Gílson Nunes. O árbitro foi Luciano AlmeiDa, do DF, o público de 10.476 e a renda de R$ 119.670,00.

ALMIRANTE HUMANITÁRIO NO PLANALTO

Campeão brasileiro, em 1974, o ponta-direita Jorginho Carvoeiro passava por terríveis problemas de saúde. Para ajudá-lo nas despesas do tratamento, o Vasco veio a Brasília, no dia 19 de dezembro de 1975, disputar um amistoso, com a Seleção da FUGAP (Fundação de Garantia ao Atleta Profissional), com toda a renda revertida para o jogador – Cr$ 275 mil cruzeiros divulgados pelo serviço de som do estádio.
Por se tratar de jogo humanitário, do qual vários craques fizeram questão de participariam, o atacante argentino Doval –  ídolo das torcidas do Flamengo e do Fluminense – vestiu a camisa vascaína, no segundo tempo, substituindo Roberto Dinamite. O "Rei Pelé", também, participou da programação, e só não jogou porque o seu clube, o Cosmos, de Nova York-EUA exigira um seguro, de Cr$ 30 milhões de cruzeiros. Pelé hasteou a bandeira do Distrito Federal, enquanto Agathyrno Silva Gomes, o presidente cruzmaltino, subiu a do seu clube. O cantor Martinho da Vila, torcedor vascaíno, e o ex-jogador Ademir Menezes, goleador do time de São Januário, na década-50, também participaram de tudo.
ESQUADRA NO PORTO - Eram 16h15, quando o Vasco pisou no gramado do estádio que ainda se chamava Hélio Prates da Silveira, em homenagem ao governador que iniciara a sua construção, jamais concluída. Recebido por uma salva de fogos, o time carioca, pouco depois, era seguido pelo adversário. Quando a bola rolou, os dois times se igualaram em ações. E, como os cruzmaltinos desperdiçaram várias chances de gol – o centroavante Dé só era contido à base de faltas – o castigo saiu aos 15 minutos, quando o atacante cruzeirense Palhinha abriu o placar: FUGAP 1 x 0.
Na etapa final, as duas equipes trocaram varias peças, mas a boa movimentação continuou. A  equipe da FUGAP fez 2 x 0, aos 32 minutos, por intermédio do botafoguense Marinho Chagas. Cinco minutos depois, o Vasco diminuiu o placar, num chute de Galdino, de fora da área, num "frangaço" do goleiro Emerson Leão.
O Vasco jogou com: Andrada (Mazaropi); Paulo César (Fidélis), Miguel, Moisés e Alfinete; Alcir (Ademir) e Zanata; Jaburu (Jair Pereira), Roberto Dinamite (Doval), Dé e Luiz Carlos (Galdino). A Seleção da Fugap foi: Valdir Peres (Leão): Orlando Lelé, Alex, Wilson Piazza (Edinho) e Marco Antônio (Rodrigues Neto); Geraldo (Dudu) e Paulo César (Zé Mário); Gil, Palhinha (Flecha), Zé Carlos (Paulo Isidoro) e Marinho Chagas. O árbitro foi Oscar Scolfaro (SP), auxiliado por Emydio Marques de Mesquita (SP) e Arnóbio Passos, da então Federação Metropolitana de Futebol.

INCOMPLETO - Na metade de 1996, o Vasco disputou um torneio, “pela metade”, em Brasília. Explica-se: as federações de futebol do RJ e do DF combinaram de promover a Copa Rio-Brasília, um triangular reunindo, ainda,  Botafogo e Sobradinho Esporte Clube.
No dia 12 de julho, o “Leão da Serra”, como é chamado o Sobradinho, empatou, por 1 x 1, com o Botafogo. Dois dias depois, os alvinegros venceram o Vasco, por 2 x 0. Os vascaínos, ainda, tinham chances de levarem a taça, no saldo de gols, caso vencessem os sobradinhenses.Mas o jogo entre eles não foi realizado. Melhor para os botafoguenses, que carregaram o troféu.
Vasco 0 x 2 Botafogo, em 14 de julho de 1996, foi no Estádio Mané Garrincha, com a Turma da Colina formando com: Carlos Germano; Bruno Carvalho, Sídnei (Sandro), Alex e Cássio; Leandro, Luisinho, Juninho Pernambucano e Válber (Vítor); Alessandro (Brener) e Gian (Pedro Renato). Técnico: Carlos Alberto Silva. O Botafogo jogou com: Carlão; Wilson Goiano, Alemão, Jefferson e André Silva; Souza, Otacílio, Marcelo Alves (Niki) e Bentinho; Mauricinho e Túlio. Técnico: Ricardo Barreto. Túlio, aos 27 minutos do primeiro tempo, e Bentinho, aos 13 da etapa final, marcaram os gols. O árbitro foi o brasiliense Luciano Augusto de Almeida, o público pagante de 5.693 e a renda de R$ 59.860,00.
O  Vasco devolveu a derrota, no dia 24 de janeiro de 1998, num sábado, por 1 x 0, valendo pelo Torneio Rio–São Paulo. O gol foi de Ramon, no primeiro minuto de jogo. Paulo César de Oliveira (SP) apitou a partida que teve público pagante de 12. 788 e renda de R$ 135.556,00. O Vasco jogou com: Carlos Germano; Vitor, Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Luisinho, Nelson (Fabrício) e Pedrinho; Donizete, Ramon (Alex) e Luizão (Dia). Técnico: Antônio Lopes. O Botafogo alinhou: Vágner; Wilson Goiano, Gonçalves, Jorge Luís e Jefferson; Alemão (Djair), França e Marcelo Alves (Jorge Antônio); Tico Mineiro (Zé Carlos), Túlio e Bebeto. Técnico: Gílson Nunes.
Em 7 de fevereiro de 1998, o Vasco voltaria a enfrentar o Botafogo, em Brasília, no mesmo estádio. Numa tarde de sábado, valeu, de novo, pelo Rio-São Paulo e terminou nos 2 x 2. O Vasco abriu o placar, aos 21 minutos do primeiro tempo. Pedrinho cobrou escanteio, o goleiro alvinegro Vágner falhou, e Luizão cabeceou, para a rede (foto). O Botafogo empatou, aos 27, num pênalti cobrado pelo baiano Bebeto.
No segundo tempo, aos 27 segundos, o vascaíno Richardson desempatou, num gol de placa. Dada a saída, ele pegou a bola, pela intermediária, driblou quem pintou pela frente, jogou-a por entre as pernas do zagueiro Marcelo Augusto e finalizou, rasteiro. Aos 36 minutos, os alvinegros empataram, em cobrança de falta, por Bebeto.
O Vasco jogou com: Márcio; Vítor, Odvan, Alex e Felipe; Luisinho, Nasa (Richardson) (Dias) e Pedrinho; Ramon (Fabrício) e Luizão (Sorato). Técnico: Antônio Lopes. O Botafogo foi: Vágner; Wilson Goiano (Jorge Antônio), Jorge Luís, Marcelo Augusto e Jefferson; Pingo, França (Marcelo Alves) e Djair; Zé Carlos (Tico), Bebeto e Túlio ‘Maravilha’. Técnico: Gílson Nunes. O árbitro foi Luciano AlmeiDa, do DF, o público de 10.476 e a renda de R$ 119.670,00.

ALMIRANTE VAI A FESTAS NO PLANALTO



Bsmarck, em 1992, quando o Vasco mandou 3 x 2
O time cruzmaltino já enfrentou o selecionado candango em duas oportunidades, nos 21 de abril: em 1961 e em 1992.
Da primeira vez, empatou, por 1 x 1, com uma festa marcando a despedida dos gramados de Zizinho – Thomaz Soares da Silva –, o maior craque brasileiro, antes de Pelé, de quem fora ídolo. Com entrada franca, no Estádio Vasco Viana de Andrade, na Metropolitana. Saulzinho, de cabeça, aos 43 minutos do primeiro tempo, marcou o gol do Vasco – aos 15 minutos, Arnaldo Gomes havia aberto o placar.
O árbitro arioca Amílcar Ferreira esteve auxiliado por Moacir Siqueira e Jorge Cardoso, ambos do DF, e o Vasco alinhou: Ita; Paulinho de Almeida, Brito e Coronel (Russo); Écio (Laerte) e Barbosinha; Sabará (Joãozinho), Javan, Saulzinho, Lorico (Roberto Pinto) e Da Silva. A Seleção Brasiliense teve: Matil; Jair, Edílson Braga e Enes; Sabará (Reinaldo), Matarazo e Bimba; Ubaldo (Invasão), Capela (Zizinho), Ely (Ceninho), Beto (Zezito) e Arnaldo.
SEGUNDA VEZ - Vitoria vascaína, por 3 x 2, no Estádio Mané Garrincha, novamente, sofrendo o primeiro gol. Aos 38 minutos do primeiro tempo, o zagueiro Zinha atacou e lançou Ézio, que cruzou, para Nunes marcar. O empate saiu aos 16 minutos da segunda fase. Flávio cruzou, da esquerda, a defesa candanga ficou parada e Bismarck cabeceou, para empatar. Dois minutos depois, Edmundo virou o placar. Recebeu uma esticada de bola, lançada pelo meio-de-campo, e encobriu o goleiro. Aos 26, a defesa vascaína bobeou. Marco Antônio Paraíba cobrou falta, da direita, e Arthur cabeceou, "reigualando" o marcador. Finalmente, aos 33, Luís Carlos Winck cobrou falta, pela direita, houve bate-e-rebate dentro da área, do que se aproveitou Bismarck, para fechar a conta: Vasco 3 x 2.
O Vasco jogou com: Régis; Luís Carlos Winck, Sidnei (Tinho), Jorge Luís (Dedé) e Eduardo "Cachaça"; Luisinho, Flávio (Edson Sousa) e Bebeto; Bismarck, Edmundo e Macula. A Seleção Brasiliense foi: Marco Antônio (Cláudio); Chaguinha, Zinha, Jânio (Régis) e Chiquinho; Paulo Lima, Josimar (Renato) e Ézio (Marco Antônio Paraíba); Antunes (Gil), Nunes e Serginho.

CALENDÁRIO DA COLINA - 27 DE AGOSTO

Data de raio caindo, por duas vezes, no mesmo lugar, de bater em velho rival, em gente dos Pampas e de atravessar o Atlântico, para fazer um servicinho, também, com espanhóis. E de até tomar um caneco deles. Vejamos:
 
VASCO 3 X 0 BANGU, vitória tranquila, pelo Torneio Rio-São Paulo, em São Januário,. José Teixeira de Carvalho apitou e a rapaziada marcou os seus gols, por intermédio de Fausto e de Carreiro, no primeiro tempo, e de Quarenta, na etapa final. O inglês Harry Welfare era o treinador que escalou: Rey; Lino e Itália; Tinoco, Fausto e Gringo; Baianinho, Nenê, Quarenta, Carnieri e Carreiro.

VASCO 3 X 2 BANGU teve o adversário por mandante, no Maracanã. Jogo de bom público – 58.140 –, pela terceira rodada do Campeonato Carioca-1950, favorecido pela goleada cruzmaltina – 6 x 0 – sobre o São Cristóvão, na rodada anterior. Alberto da Gama Malcher apitou  e Ademir Menezes abriu a conta, aos 26 minutos e Tesourinha fez o segundo, aos 40. No segundo tempo, Ademir voltou à rede, aos 17. O técnico Flávio Costa escalou: Barbosa, Augusto e Wilson; Ely, Danilo e Jorge; Tesourinha, Maneca, Ademir, Ipojucan e Lima. 

VASCO 2 X 0 BOTAFOGO comprovou que Mané Garrincha não entortava fácil  a "Turma da Colina". Naquele dia, foi entortado, no Maracanã, pelo Campeonato Carioca-1960, com Delém e Pinga comparecendo ao barbante. O ex-zagueiro cruzmaltino Ely do Amparo estava como treinador e escalou: Ita, Paulinho de Almeida, Bellini e Coronel; Écio e Orlando; Sabará, Delém, Wilson Moreira, Valdemar e Pinga. A "Turma do Mané" era: Manga, Cacá, Zé Maria e Chicão; Pampolini e Nilton Santos; Garrincha, Didi, Rossi, Quarentinha e Zagallo. Técnico: Paulo Amaral


VASCO 2 X 1 CÁDIZ foi vitória, de virada, sobre  time espanhol, com gols de Bismarck, aos 34 minutos do primeiro tempo, e de William, aos 30 da etapa final. O jogo abriu caminho para a rapaziada  "relevar" para São Januário o Troféu Ramón de Carranza-1988, o que já havia feito na temporada anterior. Foi uma dos mais tradicionais disputas de verão do futebol europeu, até a década-1980, quando convidava grandes times do futebol mundial.  Homenageava um antigo presidente do Cádiz e fora idealizado pelo seu sucessor, José León, com a primeira disputas em 1955.

VASCO 2 X 0 NACIONAL-URU, com gols marcados por Sorato, aos 15, e Vivinho, aos 28 minutos do segundo tempo, foi mais uma vingança do futebol brasileiro sobre os "vizinhos", que nos impediram de ficar com a Taça Jules Rimet, dentro do Maracanã, em 1950. Neste jogo, estes dois tentos valeram o tri pelo 35º Troféu Ramon de Carranza-1989, disputado na cidade espanhola de Cádiz – no dia anterior, com gol de Sorato, a rapaziada havia vencido o Atlético de Madrid, por 1 x 0. Alcir Portela foi o trinador daquele campanha e contou com: Acácio; Luís Carlos Winck, Célio Silva, Leonardo e Mazinho; Zé do Carmo, Andrade, Marco Antônio Boiadeiro e William; Vivinho e Sorato.
VASCO 3 x 1 ESPANYOL, na casa do adversário,  estava na tabela da Taça Cidade de Barcelona-1993, um outro torneio de verão europeu. Organizado pelo Español, que mudou, depois, o seu nome para a grafia acima, entre 1974/1982,  era um quadrangular. A partir de 1983, passou para jogo único, exceto em 1995, que teve triangular, com jogos de apenas 45 minutos. Nova mudança aconteceu em 1996, 1996, com o Troféu Ciutat de Barcelona passando a chamar-se Memorial Fernando Lara, em homenagem a um ex-presidente.  Mais um titulo em uma temporada de glórias, quando pintaram o bicampeonato estadual; os bi das Taça Rio e Copa Rio de Janeiro; do Torneio João Havelange, entre times cariocas e paulistas, e, ainda, o Troféu Cidade de Zaragoza, também na Espanha. No jogo citado acima, Valdir "Bigode", aos 15 e aos 23 minutos, e Carlos Alberto Dias, aos 28, chegaram no placar. Liderados pelo treinador Alcir Portela, os carregadores de taça foram: Márcio; Pimentel, Torres, Jorge Luís e Cássio; Bernardo, Geovani, William (Yan) e Carlos Alberto Dias (Leandro); Hernande (Tinho) e Valdir.
 VASCO 2 X 1 INTERNACIONAL-RS aconteceu em mais um domingão, com o zagueiro Jorge Luís abrindo o placar, aos 10 minutos. O meia Morais deu a vitória à rapaziada, aos 68, na casa do adversário, o Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre. Valeu pela fase única do Campeonato Brasileiro-2006, com a rapaziada encerrando sequência de três partidas sem vencer os colorados gaúchos pelo Brasileirão unificado. O Vasco  nosso daquele dia: Cássio; Wagner Diniz, Jorge Luiz, Fábio Braz, Fabiano Eller e Diego Corrêa; Ygor, Andrade e Morais (Abedi); Edílson "Capetinha" e Jean (Faioli). O treinador era Renato "Gaúcho" Portaluppi.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

VASCO DA GAMA 1 X 1 FLAMENGO

O "Almirante" vai navegar mais longe na Copa do Brasil. Cm o placar acima, está nas quartas-de-final. Agora, vai aguardar o sorteio a ser feito pela Confederação Brasileira de Futebol, para definir a ordem dos próximos jogos. 
Neste "Clássico dos Milhões", o Vasco chegou à quarta partida invicto diante do seu maior rival. Antes, rolaram três quebras de asas do "Urubu", todas por 1 x 0, respectivamente, pelo Estadual-RJ, Brasileirão e o jogo de ida pelo /copão.
O rival abri o placar, aos.... minutos. No lance, três rubro-negros estavam impedidos e um deles concedeu entrevista durante o intervalo da partida, dizendo "eu voltava de impedimento." Também,  a televisão mostrou a linha de impedimento, com os flamenguistas adiantados. O chute foi de Jorge e a bola bateu em Madson, que estava parado, para entrar no gol.
O empate que classificou os vascaínos foi marcado em jogadas de bola parada. Rafael Silva, que havia entrado em campo, aos 35 minutos das etapa complementar, agachou-se para cabecear e colocar na rede um cruzamento feito por Nenê.  Era suficiente para o "Urubu" voar.
                                 COPFIRA A FICHA TÉCNICA
26.08.2015 (quarta-feira) - VASCO 1 x 1 FLAMENGO.  Oitavas-de-Final-da Copa do Brasil -  segundo jogo. Estádio: Maracanã-RJ. Juiz: Wilton Pereira Sampaio-GO. Público: 49.367 presentes e 45.408 pagantes. Renda: 2.7449.380, 00. Gol:  Madson (contra), aos 5 min do 1º tempo e Rafael Silva, aos 3 min do 2º tempo. VASCO: Martín Silva; Madson (Jean Patrick), Anderson Salles, Rodrigo e Christianno; Guiñazu, Serginho, Julio dos Santos, Nenê e Jorge Henrique (Rafael Silva); Riascos (Thalles). Treinador: Jorginho Amorim. FLAMENGO: Paulo Vitor; Pará, César Martins, Samir e Jorge; Márcio Araújo, Canteros, Ederson (Marcelo Cirino) e Éverton (Jonas); Emerson Sheik e Guerrero (Paulinho). Treinador: Oswaldo de Oliveira.
 CONFIRFA A INVENCINILIDADE VASCVAÍNA EM CLÁSSICOS DE 2015 E DE 1947
 
VASCO 2015
Data
Local
Jogo
Competição
Descrição
19/04/2015
Maracanã/RJ
Vasco 1x0 Flamengo
Campeonato Carioca
2º Jogo da Semifinal
26/04/2015
Maracanã/RJ
Vasco 1x0 Botafogo
Campeonato Carioca
1º Jogo da Final
03/05/2015
Maracanã/RJ
Vasco 2x1 Botafogo
Campeonato Carioca
2º Jogo da Final
(Vasco campeão)
28/06/2015
Arena Pantanal/MG
Vasco 1x0 Flamengo
Campeonato Brasileiro
1º Turno
19/07/2015
Maracanã/RJ
Vasco 2x1 Fluminense
Campeonato Brasileiro
1º Turno
19/08/2015
Maracanã/RJ
Vasco 1x0 Flamengo
Copa do Brasil
Oitavas de Final
 
 
 
 
 
Total de gols nos jogos
10
Gols a favor
Gols contra
Saldo de gols
8
2
6
 
 

Data
Local
Jogo
Competição
Descrição
07/06/1947
Estádio da Gávea/RJ
Vasco 3x2 Fluminense/RJ
Torneio Municipal
Penúltima rodada
(Vasco campeão com uma rodada de antecedência)
19/07/1947
Estádio da Gávea/RJ
Vasco 2x1 Flamengo/RJ
Amistoso Estadual
#
14/09/1947
Estádio de São Januário/RJ
Vasco 2x1 Flamengo/RJ
Campeonato Carioca
1º Turno
21/09/1947
Estádio General Severiano/RJ
Vasco 2x0 Botafogo/RJ
Campeonato Carioca
1º Turno
05/10/1947
Estádio de São Januário/RJ
Vasco 5x3 Fluminense/RJ
Campeonato Carioca
1º Turno
30/11/1947
Estádio da Gávea/RJ
Vasco 5x2 Flamengo/RJ
Campeonato Carioca
2º Turno
 
 
 
 
 
Total de gols nos jogos
28
Gols a favor
Gols contra
Saldo de gols
19
9
10
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 

CALENDÁRIO DA COLINA - 26 DE AGOSTO

Os 26 de agosto registram dois grandiosos fatos na história vascaína:  conquista da Taça Libertadores da América e estreia de um dos maiores ídolos de sua torcida, Juninho Pernambucano. Isso juntado a uma goleada sobre paranaenses , derrubadas de três rivais caseiros e duas vitórias internacionais.  Hora de comemorar:

VASCO 5 X 0 SC BRASIL -  O adversário era da cidade do Rio de Janeiro e já não existe mais. Em 1928, naquela que foi a sexta participação cruzmaltina no Campeonato Carioca, os gols foram marcados por...  

VASCO 2 X 1 FLAMENGO – Por aqui, pelo Campeonato Caraioca-1944, a "Turma da Colina" jogou por terra uma sequência de 11 jogos sem vencer o seu maior rival, pelo Estadual. Até então, jogara-se 42 "Clássicos dos Milhões", com os cruzmaltinas registrando 17 vitórias, 7 empates e 68 gols marcados. Chico Aramburu e Djalma marcaram os tentos dos anfitriões, que receberam o rival em São Januário, sob apitagem de Antônio Reginato. Para ultrapassar os rubro-negros, o treinador Ondino Viera escolheu: Oncinha, Sampaio e Rafangnelli; Berascochéa, Dino e Argemiro; Djalma, Lelé, Alfredo II, Ademir Menezes e Chico.
 
 VASCO 3 X 2 FLUMINENSE - Aquela foi uma temporada de recuperação de prestígio pela rapaziada, que há quatro temporadas não carregava o caneco para as prateleiras de São Januário. Com time armado pelo treinador mineiro Martim Francisco, o "Almirante" foi afundando quem pintava pela frente, mostrando que era o pirata daquele mar. O clássico,  no Maracanã, valeu pelo  Campeonato Carioca-1956, apitado por Alberto da Gama Malcher, testemunhado por 69.663 almas, que pagaram Cr$ 1. 174.758,20. O esquadrão afundador assombrou com esta rapaziada: Carlos Alberto Cavalheiro; Paulinho de Alemida e Bellini; Laerte, Orlando e Coronel; Sabará, Livinho, Vavá, Válter e Pinga. Técnico: Martin Francisco.


VASCO 3 X 1 SÃO CRISTÓVÃO - Neste duelo contra o "Santo", na casa dele, à Rua Figueira de Mello, o "cara" foi o gaúcho Saulzinho, autor dos três gols da vitória pelo Campeonato Carioca-1962. José Gomes Sobrinho apitou e Jorge Vieira o treinador que mandou a campo: Humberto Torgado; Paulinho de Almeida, Brito, Barbosinha e Dario; Nivaldo e Lorico; Joãozinho, Saulzinho, Vevé e Da Silva. 

VASCO 1 X 0 B0NSUCESSO -  Passadas dez temporadas, em 1972, quem pintou pela frente dos cruzmaltinos boi o time rubro-anil, que vendeu caro uma bola na rede do Maracanã –  pênalti batido por Eduardo Gonçalves de Andrade, o Tostão, aos 40 minutos do primeiro tempo do jugo apitado por Aírton Vieira de Morais, o "Sansão", perante 21 mil torcedores que pagaram – Cr$ 173 397,00 – pra ver em ação: Andrada; Paulo César, Moisés, Renê e Eberval; Alcir e Buglê (Suingue); Jorge Carvoeiro, Silva (Jaílson), Tostão e Ademir.

VASCO 1 X 0 ATLÉTICO MADRID - Na temporada-1989, a rapaziada estava em estado de graça. Faturou o segundo título do Campeonato Brasileiro – o primeiro havia sido em 1974 – e o tri do tradicional torneio europeu Ramón de Carranza, na Espanha. No 26 de agosto, naquele país, venceu o adversário citado acima, com gol marcado por Sorato, aos... minutos, no jogo que abriu a sua participação no torneio já mencionado.  O treinador daquela fase gloriosa era Nelsinho Rosa e o time-base tinha: Acácio; Paulo Roberto (Luís Carlos Winck), Donato (Marco Aurélio), Fernando (Quiñonez) e Mazinho; Dunga (Zé do Carmo), Geovani (Boiadeiro) e Tita (Henrique/Willian); Mauricinho (Vivinho / Bebeto), Roberto Dinamite (Bismarck) e Romário (Sorato).


VASCO 5 X 3 SANTOS - Era 1995, quando Juninho Pernambucano estreavas com a camisa cruzmaltina. E chegava balançando a rede: aos 29 minutos da etapa final, do prélio válido pela primeira fase do Campeonato Brasileiro, na casa do adversário, a Vila Belmiro. Em uma tarde de sábado, a vitória foi de virada, com o "Peixe" usando um jogador com nome de peixe, Pintado, para abrir o placar, no primeiro minuto. Aos 12, já tinha mais um de frente. Mas a galera botou ordem na casa, por intermédio de Leonardo Pereira, aos 42 minutos do primeiro tempo e aos 4 do segundo, e de Valdir ‘Bigode' aos 27 e aos 44, da mesma etapa. Viradaça! Antônio Pereira da Silva-GO apitou a pugna que rendeu R$ 57.775,00 e teve 5.670 pagantes.  Treinado por Jair Pereira, seu ex-meia na década-1970, o time foi: Carlos Germano; Pimentel, Ricardo Rocha, Tinho e Jefferson; Charles 'Guerreiro',  Nélson, Yan e Juninho Pernambucano (Geovani); Leonardo e Valdir 'Bigode".

 

VASCO 2 X 1 BARCELONA-EQU - Neste jogo, na noite de uma quarta-feira, em Guyaquil, no Equador, o "Almirante" conquistou o principal título de sua navegação. Fora de casa,  contra toda a pressão da torcida adversário, foi lá buscar o caneco, em jogo apitado pelo argentino Javier Castrilli, auxiliado pelos compatriotas Claudio Rossi e Jorge Rattalino, tendo, ainda, Claudio Martin por árbitro reserva, diante de estimados 85 mil torcedores – a renda não foi divulgada.
O Vasco construiu a vitória no primeiro tempo, com Luizão, aos 24, e Donizete "Pantera", aos 46 minutos – De Avila descontou, aos 34 da etapa final. Treinado por Antônio Lopes, o time campeão foi: Carlos Germano; Vágner, Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Luizinho (Vítor, aos 43min do 2º tempo), Nasa, Juninho e Pedrinho (Ramon, aos 29 do 2º tempo); Donizete e Luizão (Alex, aos 37 do 2º trempo). No banco dos reservas, ficaram o goleiro Márcio, com a camisa 12; o apoiador Nélson (17), o zagueiro Válber (18) e o atacante Mauricinho (21). O Barcelona alinhou: Cevallos; Gómez, Noriega (Aires 1' do 2º), Montanero, Quiñónez e George; Carabali, Morales e De Avila; Asencio e Delgado. Técnico: Ruben Insúa. 
O jogo, por ser uma final, não deixou de ter seus momentos de nervosismo. Tanto que  De Avila, Gómez, Montanero, Carabali, Quiñonez e Delgado (Barcelona); Odvan, Juninho, Carlos Germano, Ramon e Felipe (Vasco) receberam o cartão amarelo.

CAMPANHA: 04.03.1998 – Vasco 0 x 1 Grêmio-RS; 17.03.1998 – Vaco 0 x 1 Guadalajara-MEX; 20.03.1998 – Vasco 1 x 1 América-MEX; 26.03.1998 – Vasco 3 x 0 Grêmio-RS; 03.04.1998   – Vasco 2 x 0 Guadalajara-MEX; 09.04.1998 – Vasco 1 x 1 América-MEX; 15.04.1998 – Vasco 2 x 1 Cruzeiro-MG; 13.05.1998 – Vasco 1 x 1 Grêmio-RS; 27.05.1998 – Vasco 1 x 0 Grêmio-RS; 30.05.1998 – Vasco 0 x 0 Cruzeiro-MG; 16.07.1998 – Vasco 1 x 0 River Plate-ARG; 22.07.1998 – Vasco 1 x 1 River Plate-ARG; 12.08.1998 – Vasco 2 x 0 Barcelona-EQU; 26.08.1998 – Vasco 2 x 1 Barcelona-QUE. (fotos reproduzidas da Revista do Vasco).

VASCO 4 X 0 ATLÉTICO-PR - Em um 26 de agosto domingo, a rapaziada esperava o "Furacão", em São Januário, para engoli-lo, pela primeira frase do Campeonato Brasileiro-2001. O veloz ponteiro Euller, apelidado por "O Filho do Vento", fez jus ao apelido, abrindo p placar, com um minuto de "maricota" no gramado. E voltou à rede, aos 31. Juninho Paulista, aos 85, e Fabiano Eller, aos 87, completaram a festa. Com aquilo, a moçada amentou, para cinco, o número de jogos sem perder do time rubro-negro paranaense, pelo Brasileiro Unificado. Naquele pega, o vascaíno Wagner foi expulso de campo. Ficaram pelo gramado: Fábio, Jorginho (Paulo César), Odvan, Geder, Gilberto, Bóvio, Botti (Bebeto), Siston (Fabiano Eller), Wagner e Euller.