Vasco

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segunda-feira, 30 de abril de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 30 DE ABRIL

Os destaques do 30 de abril começam por 1922, com Vasco 3 x 0 Mackenzie-RJ, quando a rapaziada nem disputava os torneios da elite do futebol carioca– só a partir de 1923,quando chegou sendo campeão.  A seleção do dia passa por triunfos sobre feras venenosíssimas e por velhos fregueses de cadernetas amassadas. Façamos uma rápida conferência:   

VASCO 2 X 0 BOTAFOGO  teve o centroavante Delém acontecendo. Foi à rede, aos 52 e aos 84 minutos, desse jogo disputado no Maracanã e que valeu pelo Tornei Rio-São Paulo-1959. O adversário era time fortíssimo, dirigido pelo lendário cronista esportivo João Saldanha, e contando, entre os ídolos de sua torcida, o lateral-esquerdo Nilton Santos e os dianteiros Garrincha, Quarentinha, Amarildo e Zagallo. Exceto Valdir Lebrego, o Quarentinha, todos participaram da campanha do bi da Seleção Brasileira, na Copa do Mundo-1962, no Chile. Eunápio de Queirós apitou  e a "Turma da Colina", armada por Francisco de Sousa Ferreira, o Gradim,  tocou fogo por: Barbosa; Paulinho de Almeida , Bellini, Russo e Coronel; Laerte e Rubens; Sabará, Roberto (Zé Henrique), Delém (Teotônio) e Pinga.
 
VASCO 2 X 0 VOLTA REDONDA, pela primeira fase do Campeonato Brasileiro-1978, foi jogo dominical travado em na casa do adversário, o estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda-RJ. Jarbas de Castro Pedra (MG) apitou e a galera que pintou foi de 15.496 caras. Helinho, aos 35 minutos do primeiro tempo, e Paulinho, aos 42 da etapa final, calaram a torcida local. O “Titio” Orlando Fantoni era o treinador e a formação cruzmaltina teve: Mazaropi; Orlando ‘Lelé’, Gaúcho, Geraldo e Marco Antônio; Helinho, Zé Mário e Zanata (Paulo Roberto); Guina, Paulinho e Paulo César. Aquela foi a única partida entre Vasco e Volta Redonda pelo Brasileirão. Por uma competição nacional, os dos times só voltaram a se encontrar durante a Copa do Brasil de 2006, quando rolou 0 x 0 (27.04), na casa do “Voltaço”, e 2 x 1 para os “cruzcristenses” (04.05), na Colina. O primeiro jogo entre os dois foi um amistoso, em sete de março de 1976, com os visitantes vascaínos mandando 3 x 1.

VASCO 3 X 1 MADUREIRA  foi mas um capítulo da "freguesia" do Tricolor Suburbano. Naquele 30 de abril de 2000, o programa vascaíno  foi passar a tarde domingueira na Rua Conselheiro Galvão, batendo no dono da casa. Viola afinou o som da bola na rede, aos 19 minutos do primeiro tempo, etapa em que Pedrinho, aos 27, também, beijou o barbante, aos 27. E fez mais um, aos 23 da etapa final da partida válida pelo segundo turno da Taça Rio. André Ladaga apitou. Público e renda não foram divulgados. O ex-zagueiro cruzmaltino Abel Braga era o treinador da “Turma da Colina” e o time dele foi: Helton; Paulo Miranda, Odvan, Mauro Galvão e Gilberto; Nasa, Amaral, Felipe (Marica), Paulo Miranda e Pedrinho (Alex Oliveira); Viola e Romário (Jorginho). Nos 2 x 0, em 1998

CONFRONTO - O Vasco enfrentou o Madureira por 14 vezes, entre 2000 e 2010, pelo Campeonato Estadual-RJ. Venceu 10, empatou duas e perdeu só duas. Confira datas e placar: 12.03.2000 – Vasco 2 x 0; 30.04.2000 – Vasco 3 x 1; 30.03.2001 – Vasco 3 x 1; 02.02.2002 – Vasco 2 x 0; 21.04.2002 – Vasco 3 x 1; 26.02.2003 – Vasco 3 x 1; 25.02.2004 – Vasco 2 x 1; 15.01.2006 – Vasco 3 x 1 Madureira; 11.03.2007 – Vasco 4 x 1; 15.02.2009 – Vasco 3 x 0 e 07.02.2010 – Vasco 2 x 2 Madureira. DETALHE: o confronto Vasco x Madureira inclui um empataço, por 3 x 3, em 24 de fevereiro de 2005.

VASCO  3 x 0 ENTRERRIENSE rolou no estádio Odair Gama, na casa do adversário, sob apito de Léo Feldman. Valeu pela fase final do Estadual-1995 e  Valdir 'Bigode' marcou os dois tentos, aos 38 minutos do primeiro tempo e aos 45 do segundo. O treinador era o ex-zagueiro vascaíno Abel Braga, que mandou às quatro linhas: Carlos Germano; Pimentel Paulão (Cláudio Gomes) , Ricardo Rocha e Cássio; Lusinho Quintanilha, Leandro e Yan; Richardson, Valdir e Clóvis ( Fernandes).

 
 

domingo, 29 de abril de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 29 DE ABRIL

Acima, você vê uma das mais lindas mulheres que já nasceram neste país, Adalgisa Colombo, que foi Miss Brasil, com todo o merecimento. A "ME", única semanário esportivo nacional da década-1950, mostrou que ela não era só beleza, mas, também, muita desportividasde. Aqui, Adalgisa sai de um dos seus treinamentos de balé aquático, modalidade na qual demonstrou mais graça e charme, ainda. Abaixo, quem aparece é uma das jovens nadadoras do Club de Regatgas Vasco da Gama, que a semanário do grupo do empresário Adolph Bloch mostoru com um dos brotinhos que participavam os Jogos da Primavera, uma tradicional promoção do "Jornal dos Sports", reunido estudantes-atletas.
Na época me que promovia este grande momento de encontro desportivo, o idealizador e realizador Mário Filho, não aceitava patrocínios comercias. Certa vez,ele chegou a sair catando os anúncios que foram despejados pelas arquibancadas do estádio de São Januário, por um comerciante.
Primavera foram atividades que deveriam ser reproduzidas hoje, pois motivavam bastante os estudantes.  É hora dos patrocinadores pensarem no tema. 
Above, you see one of the most beautiful women ever born in this country, Adalgisa Colombo, who was Miss Brazil, with all the worthiness. The "ME" only national sports weekly 1950-the decade, showed that she was not only beauty, but also much desportividasde. Here, Adalgisa comes out of one of their trainings aquatic ballet modality in which showed more grace and charm, yet. Below, who appears is one of the young swimmers Regatgas Club of Vasco da Gama, the weekly newspaper of the entrepreneur Adolph Bloch mostoru with a group of brotinhos who attended the Spring Games, a traditional promotion "Journal of Sports" meeting student-athletes.
At the time that  was promoting this great moment in sports meet, the founder and director Mário Filho, did not accept commercial sponsorship. He once came to picking out the ads that were dumped by stadium bleachers of San Gennaro, a trader.
The Spring Games are activities that should be played today because quite motivated students. It's time the sponsors think of the theme.









Dataça! É como a torcida cruzmaltina pode classificar o 29 de abril. Nela, a “Turma da Colina” venceu o Flamengo, no primeiro duelo entre eles, além de ter aplicado a sua maior goleada sobre o Botafogo. E um outro pancadão em cima da Cabofriense. Saiba como isso tudo rolou.

Negrito, um gol
VASCO 3 X 1 FLAMENGO - Era  29 de abril de 1923. Na Rua Paysandu, o mandante Flamengo recebia o Vasco, para o primeiro jogo oficial entre eles. Valeu pelo Campeonato Carioca e a “Turma da Colina” sapecou 3 x 1, naquela que viria a ser a ser a maior rivalidade do futebol do Rio de Janeiro.
Para os vascaínos, o jogo representava a terceira partida na elite do campeonato estadual. Então, a vitória deveria ser muito comemorada, tendo em vista que o adversário já disputava a divisão principal do futebol carioca desde 1912, o que significava experiência de 11 temporadas. Além do mais, nas duas partidas anteriores, o Vasco não empolgara tanto, empatando com o Andarahy, por 1 x 1, e mesmo vencendo o Botafogo, por 3 x 1.
Cecy compareceu com dois
Veio o dia do jogo. O juiz acertado, Francisco Bueno Netto, que era zagueiro do Fluminense, foi sincero. Disse que não botava fé naquela  partida. E tirou o corpo fora, passando o apito para Mário Portellar, um ex-atacante tricolor. Enfim, a bola rolou, diante de 25 mil torcedores. Os rubro-negros viraram o primeiro tempo em vantagem, com Junqueira cobrando pênalti, cometido por Claudionor. Mas, a partir dos 20 minutos da etapa final, começaram a colocar a língua pra fora. O Vasco, que vencera as 11 partidas do campeonato da Segunda Divisão de 1922, todas no segundo tempo, tinha superatletas prontos para a virada do placar. Diariamente, eles corriam entre a Rua Moraes Silva, na Quinta da Boa Vista, e a Praça Barão de Drummond, em Vila Isabel, acumulando um preparo físico insuperável. Diante de adversários entregues, Cecy fez dois gols e Negrito mais um, fechando a conta, que a imprensa carioca achou pequena. Treinado pelo uruguaio Ramón Platero, o time vascaíno venceu com: Nélson, Leitão e Cláudio; Nicolino, Claudionor e Artur; Paschoal, Torterolli, Arlindo, Cecy e Negrito.
APAGOU A ESTRELA - Esta escurecida da estrela solitária rolou no 29 de abril de 2001, também pelo Estadual-RJ. Foi a maior goleada da “Turma da Colina” sobre os alvinegros e da "Era Maracanã". O clássico, em um domingo, teve 18.692 pagantes, renda não divulgada e apito de Carlos Manoel Calheiros Faria.
Na marcha da contagem, Romário, a 1 e aos 15, e Juninho Paulista, aos 16 e aos 35 minutos do primeiro tempo; Juninho Paulista, aos 3; Pedrinho, aos 20, e Euller 33 minutos da etapa final, fizeram o estrago. O Vasco, treinado por Joel Santana, formou com: Hélton; Maricá, Géder, Odvan e Jorginho Paulista; Fabiano Eller, Paulo Miranda, Juninho Paulista (Zada) e Pedrinho (Viola); Euller (Dedé) e Romário.
ENTORTOU A "CABO" - Foi em uma quarta-feira, 29 de abril de 1987, que o Vasco sapecou 6 x 0 na Cabofriense. Aconteceu em São Januário, com o apito de Pedro Carlos Bregalda zunindo aos ouvidos de 2.559 pagantes. Ao filó, compareceram: Mauricinho, aos 9; Romário, aos 12, e Roberto Dinamite, aos 33 minutos da fase inicial; Romário, aos 3; Mazinho, aos 25, e Tita, aos 31 minutos do segundo tempo. Com Joel Santana de treinador, o time vascaíno foi: Acácio, Paulo Roberto, Donato, Morôni e Mazinho; Dunga (Chico), Tita e Roberto Dinamite; Vivinho, Romário e Mauricinho. 

Foi durante a noite da quarta-feira 29 de abril de 1987 que o Vasco entortou a Cabofriense: 6 x 0, em: São Januário. Pedro Carlos Bregalda apitou, o público foi de 2.559 pagantes. Ao filó, compareceram: Mauricinho, aos 9; Romário, aos 12, e Roberto Dinamite, aos 33 minutos da fase inicial; Romário, aos 3; Mazinho, aos 25, e Tita, aos 31 minutos do segundo tempo. Com Joel Santana de treinador, o time vascaíno foi: Acácio, Paulo Roberto, Donato, Morôni e Mazinho; Dunga (Chico), Tita e Roberto Dinamite; Vivinho, Romário e Mauricinho. 

sábado, 28 de abril de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 29 DE ABRIL

Dataça! É como a torcida cruzmaltina pode classificar o 29 de abril. Nela, a “Turma da Colina” venceu o Flamengo, no primeiro duelo entre eles, além de ter aplicado a sua maior goleada sobre o Botafogo. E um outro pancadão em cima da Cabofriense. Saiba como isso tudo rolou.

Negrito, um gol
VASCO 3 X 1 FLAMENGO - Era  29 de abril de 1923. Na Rua Paysandu, o mandante Flamengo recebia o Vasco, para o primeiro jogo oficial entre eles. Valeu pelo Campeonato Carioca e a “Turma da Colina” sapecou 3 x 1, naquela que viria a ser a ser a maior rivalidade do futebol do Rio de Janeiro.
Para os vascaínos, o jogo representava a terceira partida na elite do campeonato estadual. Então, a vitória deveria ser muito comemorada, tendo em vista que o adversário já disputava a divisão principal do futebol carioca desde 1912, o que significava experiência de 11 temporadas. Além do mais, nas duas partidas anteriores, o Vasco não empolgara tanto, empatando com o Andarahy, por 1 x 1, e mesmo vencendo o Botafogo, por 3 x 1.
Cecy compareceu com dois
Veio o dia do jogo. O juiz acertado, Francisco Bueno Netto, que era zagueiro do Fluminense, foi sincero. Disse que não botava fé naquela  partida. E tirou o corpo fora, passando o apito para Mário Portellar, um ex-atacante tricolor. Enfim, a bola rolou, diante de 25 mil torcedores. Os rubro-negros viraram o primeiro tempo em vantagem, com Junqueira cobrando pênalti, cometido por Claudionor. Mas, a partir dos 20 minutos da etapa final, começaram a colocar a língua pra fora. O Vasco, que vencera as 11 partidas do campeonato da Segunda Divisão de 1922, todas no segundo tempo, tinha superatletas prontos para a virada do placar. Diariamente, eles corriam entre a Rua Moraes Silva, na Quinta da Boa Vista, e a Praça Barão de Drummond, em Vila Isabel, acumulando um preparo físico insuperável. Diante de adversários entregues, Cecy fez dois gols e Negrito mais um, fechando a conta, que a imprensa carioca achou pequena. Treinado pelo uruguaio Ramón Platero, o time vascaíno venceu com: Nélson, Leitão e Cláudio; Nicolino, Claudionor e Artur; Paschoal, Torterolli, Arlindo, Cecy e Negrito.
APAGOU A ESTRELA - Esta escurecida da estrela solitária rolou no 29 de abril de 2001, também pelo Estadual-RJ. Foi a maior goleada da “Turma da Colina” sobre os alvinegros e da "Era Maracanã". O clássico, em um domingo, teve 18.692 pagantes, renda não divulgada e apito de Carlos Manoel Calheiros Faria.
Na marcha da contagem, Romário, a 1 e aos 15, e Juninho Paulista, aos 16 e aos 35 minutos do primeiro tempo; Juninho Paulista, aos 3; Pedrinho, aos 20, e Euller 33 minutos da etapa final, fizeram o estrago. O Vasco, treinado por Joel Santana, formou com: Hélton; Maricá, Géder, Odvan e Jorginho Paulista; Fabiano Eller, Paulo Miranda, Juninho Paulista (Zada) e Pedrinho (Viola); Euller (Dedé) e Romário.
ENTORTOU A "CABO" - Foi em uma quarta-feira, 29 de abril de 1987, que o Vasco sapecou 6 x 0 na Cabofriense. Aconteceu em São Januário, com o apito de Pedro Carlos Bregalda zunindo aos ouvidos de 2.559 pagantes. Ao filó, compareceram: Mauricinho, aos 9; Romário, aos 12, e Roberto Dinamite, aos 33 minutos da fase inicial; Romário, aos 3; Mazinho, aos 25, e Tita, aos 31 minutos do segundo tempo. Com Joel Santana de treinador, o time vascaíno foi: Acácio, Paulo Roberto, Donato, Morôni e Mazinho; Dunga (Chico), Tita e Roberto Dinamite; Vivinho, Romário e Mauricinho. 

Foi durante a noite da quarta-feira 29 de abril de 1987 que o Vasco entortou a Cabofriense: 6 x 0, em: São Januário. Pedro Carlos Bregalda apitou, o público foi de 2.559 pagantes. Ao filó, compareceram: Mauricinho, aos 9; Romário, aos 12, e Roberto Dinamite, aos 33 minutos da fase inicial; Romário, aos 3; Mazinho, aos 25, e Tita, aos 31 minutos do segundo tempo. Com Joel Santana de treinador, o time vascaíno foi: Acácio, Paulo Roberto, Donato, Morôni e Mazinho; Dunga (Chico), Tita e Roberto Dinamite; Vivinho, Romário e Mauricinho. 




CALENDÁRIO DA COLINA - 28 DE ABRIL

Deveria estar faltando tempero no prato do "Almirante". Então, em 28 de abril de 1946, em plena queimada de carvão do “Expresso da Vitória”, o Botafogo da Bahia achou que dava pra desafiar os maquinistas do técnico Ernesto Santos. Pois bem! A rapaziada pintou na Boa Terra e balançou o coqueiro, por oito vezes, daquele time que usava camisas no tom vermelho e branco: Vasco 8 x 3, em um domingão de Salvador, com Lelé “botando três lenhas na fogueira”, bem como Isaías. Chico mandou mais duas.
O Vasco encarou o Botafogo alvirrubro baiano por três vezes. Venceu todas. Duas, como visitante, e “anfitriando” a últimas delas. No primeiro duelo, também em tarde dominical soteropolitana, o treinador cruzmaltino era o inglês Harry Welfare e a rapaziada formava a esquadra assim: Rey, Bartata e Itália; Oscarino, Zarzur e Nena; Kuko, Luna, Orlando e Poroto. No último confronto, “quinta-feirense”, em São Januáriio, o comandante da máquina já era o “sargentão ”Flávio Costa. Confira como ficou Vasco x “Botabaiano”: 19.04.1936 – Vasco 3 x 2; 28.04.1946 – Vasco 8 x 3; 25.08.1955 – Vasco 2 x 0.

O CARA: Com três “acarajés” no tabuleiro do Botafogo da Bahia e mais dois chuviscos na praia paulistanas, Isaías é o “matador dos 28 abrileiros”. Nascido em 27 de dezembro de 1921, no Rio de Janeiro, ele viveu até 12 de outubro de 1949, tendo sido um atacante habilidoso, driblador e de bom chute. Foi vascaíno de 1943 a 1946, participando do primeiro título do “Expresso”, o do Campeonato Carioca de 1945. Buscado no Madureira, juntamente com Lelé e Jair Rosa Pinto, trio que ficou famoso pelo apelido de “Os Três Patetas” – alusão a três comediantes do cinema norte-americanos –, Isaías foi bisavô dio meia Léo Lima, que ficou famoso por fazer um passe de letra para um gol vascaíno.

VASCO 2 X 0 BOTAFOGFO-RJ  - Nem só o Botafogo baiano virou cinza diante do bico das chuteiras cruzmaltinas nos 28 de abril. O carioca da estrela solitária caiu, em 1968, em um domingo de Maracanã quase lotado – 81.517 torcedores. Valia pelo Campeonato Carioca e teve apito de Armando Marques. A “Turma da Clina” era treinada pelo ex-lateral vascaíno Paulinho de Almeida e as bolas foral seladas, carimbadas e endereçadas ao barbante por Nei Oliveria e Buglê, cuja grafia já não era mais Bougleux. A patota foi formada assim: Pedro Paulo; Ferreira, Brito, Fontana (Sérgio) e Lourival; Buglê (Paulo Dias) e Danilo Menezes; Nado, Nei, Bianchini e Silvinho.
O mais importante daquela vitória foi o fato de ter sido sobre um dos mais fortes times da história do Botafogo, que, entre 1967/1968, sagrou-se bicampeão da Taça Guanabara e do Estadual. Naquele dia, sua formação, escalada por Mário Jorge Lobo Zagallo, foi: Manga; Moreira, Zé Carlos, Leônidas e Valtencir; Carlos Roberto (Afonsinho) e Gérson; Rogério, Roberto Miranda, Jairzinho e Paulo César “Caju”.


VASCO 5 X 4 PALMEIRAS - Em 28 de abril de 1943, em noite de quarta-feira, no Pacaembu, o Vasco disputou um emocionantíssimo amistoso, com o Palmeiras.Venceu, por 5 x 4, começando a pegada forte dois minutos após o juiz Carlos Rusticelli mandar a bola rolar. Isaías bateu na rede do maior goleiro da história palmeirense. Oberdan Catani.
Para mostrar que o gol não fora por acaso, aos 20 minutos, Ademir ‘Queixada” fez o segundo, deixando os alviverdes tontos. E a rapaziada virou o primeiro tempo com 2 x 1.
Na fase derradeira, o Vasco continuou sendo péssimo anfitrião. Aos 12 minutos, Chico aumentou, para 3 x 1. Aos 25, Isaías colocou inacreditáveis 4 x 1 no placar. Time forte, o Verdão foi atrás do empate. Mas, aos 43 minutos, Ademir acabou com a garoa paulistana, pingando no filó a quinta gota do chuvisco cruzmaltino.
  O Vasco estava em fase de montagem, pelo uruguaio Ondino Vieira, do imparável “Expresso da Vitória”. A lenha daquela noitada fora mandada por: Roberto, Argemiro, Oswaldo Carvalho, Octacílio, Haroldo, Gradim, Ademir Menezes, Isaías (Massinha), Jair Rosa Pinto (Nino), Lelé e Chico. Para a época, a renda, de Cr$ 50.042,00, fora muito boa.

DETALHE: Em amistosos, os vascaínos ficaram quase cinco anos sem derrotas ante os alviverdes. Confira: 14.02.1943 – Vasco 1 x 1 Palmeiras; 28.04.1943 – Vasco 5 x 4; 14.10.1943 – Vasco 2 x 1; 27.06.1945 – Vasco 3 x 3 Palmeiras; 18.07.1945 – Vasco 3 x 0; 07.01.1948 – Vasco 1 x 2; 10.01.1948 – Vasco 3 x 1; 04.02; 21.05.1948 – Vasco 2 x 2 Palmeiras.
 
VASCO 2 X 1 BONSUCESSO - Em 1929, fez parte da tabela da temporada em que a rapaziada conquistou o seu terceiro titulo na elite do futebol estadual – os anteriores haviam sido em 1923/1924. Valeu pela quarta rodada do primeiro turno, no campo do adversário, à Rua Teixeira de Castro, com apitagem de Osvaldo Braga e placar cruzmaltino construído no primeiro tempo, por conta de Mário Mattos e de Santana, que tinha o seu nome escrito, também, Sant´Ana. O inglês  Harry Welfar era o treinador dessa rapaziada: Valdemar, Hespanhol e Itália: Brilhante, Brilhante, Tinoco e Mola;  Paschoal, Fausto, Russinho, Mário Mattos e Santana.  

 

sexta-feira, 27 de abril de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 27 DE ABRIL

O 27 de abril marca a estreia vascaína Campeonato Carioca da Segunda Divisão-1917. E como manda o figurino. Venceu o Icaraí, por 4 x 2. A data teve mais duas "pancadas de quatro": sobre um brasileiro e um venezuelano. E outros furdunços mais, como  Vasco 2 x 0 Bonsucesso, em 1930; Vasco 2 x 1 Rio Branco-ES, amistosamente, em 1958, em Cariacica-ES, e Vasco 1 x 0 Olímpia-PAR, com gol de Sorato, pela primeira fase da Taça Libertadores-1990, em uma sexta-feira à noite, em São Januário. Vamos conferir seis outras histórias:

VASCO 6 X 1 AMÉRICA, em São Januário, valia pelo Torneio Municipal do Rio de Janeiro-1938. A turma do "pé na rede" foi  Orlando (2), Bahia, Luna e Gabardinho. Eles transformaram a vida do “Diabo” um um inferno. Por aquela competição, em nove confrontos, os americanos caíram em seis: 27.04.1938 – Vasco 6 x 1; 24.06.1945 – Vasco 6 x 2; 26.05.1946 – Vasco 5 x 1; 13.04.1947 – Vasco 4 x 1; 09.06.1948 - Vasco 3 x 1. Detalhe: no pega de 02.06.1951 registrou-se um dos empates cruzmaltinos com maior número de gols: Vasco 4 x 4 América – o maior é Vasco 5 x 5 Corinthians.   

VASCO 6 X 1 BONSUCESSO está na página 27 de abril do Torneio Municipal-1947. Jogado no Estádio Caio Martins, em Niterói, em um domingo, com apito de Valdemar Kitanger. Se, na partida anterior, nos 8 x 0 sobre os banguenses, Lelé havia mandado quatro bolas no filó, daquela vez, quem deixou quatro notícias apregadas no poste foi Albino Cardoso Friaça. Mas Chico Aramburu Alfredo II também entraram nesse parágrafo. O time estragador contou com: Barbosa,  Augusto e Sampaio; Ely, Danilo e Jorge; Alfredo, Maneca, Friaça, Lelé e Chico. Embora tenha sido uma vitória fácil, o “xerifão” Ely do Amparo andou se estranhando com Mirim, e os dois foram “convidados a se retirarem do recinto”, no segundo tempo.
Vasco e Bonsucesso se encontraram em nove ocasiões pelo Torneio Municipal. Dessas, a “Turma da Colina” se deu bem em sete:  21.04.1938 – Vasco 6 x 2;  25.04.1943 – Vasco 2 x 1; 27.04.1944 – Vasco 3 x 0; 20.05.1945 – Vasco 6 x 0; 02.06.1946- Vasco 9 x 1; 20.04.1947 – Vasco 6 x 1;  29.04.1951 – Vasco 6 x 0.

VASCO 3 X 2 AMÉRICA-RN levantou a galera, com cinco gols no primeiro tempo. No segundo, nada. Aquele 27 de abril de 1974 foi em um sábado, e o compromisso no Castelão, em Natal.  Roberto Dinamite chegou explodindo. Com 3 minutos, abriu a conta, par voltar a bombardear, aos 34 – Fred fez o outro, aos 37. Valeu pela primeira fase do Brasileirão e o treinador Mário Travagln dispôs desta moçada: Andrada: Fidélis, Moisés, Joel Santana e Alfinete; Alcir, Gaúcho Zanatta; Luís Carlos Lemos, Roberto Dinamite (Fred), Cláudio e Galdino.

VASCO 4 X O DEPORTIVO GALICIA teve brilho de Peribaldo, autor de dois gols: aos 30 minutos do primeiro tempo e aos 45 do segundo – Paulinho, aos 34, da fase inicial, e Jorge Mendonça, aos 17, da final, completaram o serviço, iniciado no dia 13, quando o placar ficou no 0 x 0, na Venezuela. A goleada valeu pelo Grupo 3 da Taça Libertadores-1980, foi no Rio de Janeiro e teve apito do uruguaio Luis Rosa, ouvido por 7.605 pagantes. Treinado por Orlando Fantoni, o Vasco foi: Mazaropi; Orlando Lelé (Paulinho II), Léo, Juan e Paulo César: Dudu ‘Coelhão’, Guina (Paulo Roberto) e Jorge Mendonça; Katinha, Peribaldo e Paulinho.

VASCO 3 X 2 BOTAFOGO é história do segundo turno do Estadual-1986. Foi  jogo de público médio, no Maracanã – 49.410 pagantes –, com apitagem de Júlio Cesar Cosenza. Romário, aos 15 e aos 29, e Helinho, aos  17 minutos, foram os caras escalados pelo delegado Antônio Lopes (profissão anterior) para “matar”. A turma toda: Paulo Sérgio; Paulo Roberto, Donato, Fernando e Lira; Mazinho, Josenílton e Gersinho (Geovani); Mauricinho, Roberto e Romário.

VASCO 1 x  0 OLÍMPIA-PAR mostrou uma rapaziada  cansada por uma maratona de jogos. Sorato marcou o gol do jogo, aos 23 minutos, valendo pelo Grupo 5 da Taça Lilbertadores-1990, com a camisa cruzmaltina vestida por: Acácio; Luís Carlos Winck, Célio Silva, Marco Aurélio e Mazinho (Cássio); Zé do Carmo, Bismarck (Boiadeiro) e William; Bebeto e Sorato.

VASCO 4 X 1 NACIONAL  esteve nas oitavas-de-final da Copa do Brasil-1995, em uma quinta-feira, em São Januário. Pena que pouca galera compareceu ao recinto para saudar a goladas:  678 almas fanáticas. Richardson abriu o placar, aos 13 minutos. França, aos 32, e Valdir ‘Bigode”, aos 40, da mesma etapa, complementaram o papo, fechado  por Clóvis, aos 27 da etapa final. Paulo César Gomes-ES  era o árbitro e Abel Braga o treinador cruzmaltino. A sua escalação teve: Carlos Germano; Pimentel, Cláudio Gomes, Paulão e Cássio (Bruno Carvalho); Sidnei, França e Yan (Hernande); Richardson, Valdir e Clóvis.




quinta-feira, 26 de abril de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 26 DE ABRIL

 Foi de botar "Urubu" pra voar. No 26 de abril de 1931, rolava o primeiro turno do Campeonato Carioca, quando a moçada aplicou a sua maior goleada pra cima do Flamengo. A data destaca mais um pancadão, em cima do Madureira, além de e duas vitórias sobre o Botafogo, além de uma diante do Bangu, e mais uma, contra o baiano Galícia, por 2 x 0, em 1936. Vamos ver tudo isso?
Russinho, o "matador"
 
VASCO 7 X 0 FLAMENGO - Era uma tarde de domingo, em São Januário, e só Russinho marcou quatro gols – aos 5 e aos 30 minutos do primeiro tempo, e aos 14 e aos 43 do segundo – Mário Mattos, aos 27 e aos 34 da etapa inicial, e Santana, aos 4 da etapa final, completaram o massacre. Embora a partida tivesse sido fácil, para os anfitriões, houve momentos de grande nervosismo, culminando com as expulsões de campo de Fausto e do rubro-negro Penha, ainda no primeiro tempo - aos 37 minutos. O jogo teve apito de Leandro Carnaval e a “Turma da Colina” foi: Jaguaré, Brilhante e Itália; Tinoco, Fausto (Nesi) e Mola; Baiano, Oitenta e Quatro, Russinho, Mário Mattos e Sant´Anna. Por aquele tempo, os excluídos poderiam ser substituídos, o que permitiu ao treinador Harry Welfare colocar Nesi na vaga do “Maravilha Negra” - Welfare, o comandante do time cruzmaltino, era um inglês chegado por aqui, em 1912, para lecionar no Colégio Anglo-Brasileiro. Como era bom de bola, jogou por um dos rivais do Vasco. Depois, foi treinador cruzmaltino, de 1927 a 37, e em 1940.

VASCO 6 X 0 MADUREIRA foi em um sábado, no Maracanã, valendo pelo Campeonato Carioca-1969. O centroavante Valfrido, que tinha o apelido de “Espanador da Lua”, abriu o placar, aos 23 minutos. Nei Oliveira fez dois, aos 53 e aos 63, enquanto Raimundinho e Silvinho deixaram os deles, respectivamente, aos 57 e aos 83. Um público de 15.859 pagantes assistiu à goleada apitada por  Airton Vieira de Morais, o “Sansão”. O treinador vascaíno era Evaristo de Macedo e o time este: Pedro Paulo; Fidélis, Brito, Fernando e Eberval; Buglê e Alcir (Benetti); Nei, Valfrido, Adilson (Raimundinho) e Silvinho.

VASCO 1 X 0 BOTAFOGO, quando o rival tinha um time fortíssimo, está registrado como duelo  válido pelo Torneio Roberto Gomes Pedrosa-1967, o "Robertão", um dos embriões do atual Campeonato Brasileiro. A bola rolou no Maracanã, em uma quarta-feira e o público oficial não foi divulgado, mas calculado em 11 mil pagantes. José Mário Vinhas apitou e o pernambucano Nado fez o gol da vitória do time treinado por Thomás Soares da Silva, o Zizinho, que escolheu: Franz; Jorge Luís, Ananias, Fontana e Oldair; Maranhão e Danilo Menezes; Zezinho (Nado), Nei, Adílson (Bianchini) e Moraes. DETALHE: na temporada-1967, em quatro jogos contra os alvinegros, o Vasco venceu três. Além do 1 x 0, mandou 3 x 2 (06.08), pela Taça Guanabara, e 2 x 0 (05.11) do Campeonato Carioca.

VASCO 2 X 1 BOTAFOGO já foi da “Era Romário", que marcou os dois gols – aos 3 e aos 40 minutos do segundo tempo –, em clássico dominical, jogado no Maracanã, pelo segundo turno da Taça Rio-1987. Luís Carlos Félix apitou e Joel Satnana era o treinador da “Turma da Colina”, que esteve representada por: Acácio: Paulo Roberto, Donato, Moroni e Mazinho; Dunga (Fernando), Geovani e Titã; Mauricinho (Vivinho), Roberto Dinamite e Romário.

  VASCO 3 x 2 BANGU fez parte da oitava rodada da Taça Rio, o segundo turno do Estadual, e está no cadreninho como mais uma vitória de virada – os bangueses asbirarm dois de frente, aos 37 minutos da etapa inicial. Acontecida em São Januário, a virada do placar começou, com Romário, aos 11 minutos da etapa final. Ele mesmo empatou, aos 33, cobrando pênalti. Viola virou a conta, aos 44. Com aqueles três pontos, a rapaziada totalizava 20 e ficava na ponta da competição. Samir  Yarak apitou e Joel Santana esalou:  Hélton; Clébson (Maricá), Géder, Odvan e Jorginho Paulista. Henrique (Viola) FabianoEller (Paulo Mianda), Juninh Pualisa e Pedrinho; Euller e Romário.  

quarta-feira, 25 de abril de 2012

CLENDÁRIO DA COLINA - 25 DE ABRIL

Na data 25 de abril, os vascaínos estavam fazendo regime, sem fome de gols. Parece! Pelo menos, venceram quatro partidas por apenas 1 x 0: Bangu, em 1973 e em 1999; Volta Redonda, em 1979, e o mexicano Guadalajara, em 1991. Mais tempero só diante do "Peixe", além de uma fisgada no Rio Branco. E um aperto diante do Bonsucesso. 

VASCO 3 X 1 RIO BRANCO-ES - O Vasco vivia os bons tempos do "Expresso da Vitória". Convites surgiam, a todo o instante, de todas as partes. Foi assim que a “Turma da Colina” disputou o seu primeiro amistoso com o Rio Branco, de Vitória-ES, vencido, no 25 de abril de 1948, na capital capixaba, por 3 x 1, com gols de Dimas, Ipojucan e Pacheco. A máquina daquela viagem, pilotada pelo treinado por Flávio Costa, embarcou contando com: Barcheta (Ernani), Sampaio e Wilson; Rômulo, Moacyr (Lola) e Laerte; Nestor, Ipojucan, Dimas (Pacheco), Tuta e Mario.

VASCO 1 X 0 BANGU  – Os 25 de abril anotam duas vitórias vascaínas sobre os alvirrubros, pelo mesmo placar de 1 x 0: em 1973 e em 1999, ambas pelo Estadual-RJ. No primeiro desses jogos, em São Januário, em uma quarta-feira, o gol foi marcado pelo ex-banguense Dé, substituído, no segundo tempo, por Roberto Dinamite, que ainda não era titular. Mário Travaglini era o treinador e o time cruzmaltino este: Andrada; Paulo César, Miguel, René e Alfinete; Alcir, Zanatta e Ademir (Bugleaux); Jorginho Carvoeira, Dé (Roberto Dinamite) e Luiz Carlos.
 No segundo jogo, foi Luizão quem balançou a rede do Estádio Proletário, a casa dos “Mulatinhos Rosados”, em Moça Bonita. Daquela vez, quem comandava a rapaziada era Antônio Lopes, que escalou: Márcio; Maricá, Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Nasa (Fabrício Eduardo), Paulo Miranda, Juninho Pernambucano e Ramon (Alex Oliveira); Mauricinho (Zezinho) e Luizão.

A Vascodata 25 de abri tem mais:  25.04.1943 – Vasco 2 x 1 Bonsucesso;  25.04.1979 – Vasco 1 x 0 Volta Redonda;  25.04.1991 – Vasco 1 x 0 Guadalajara-MEX; 25.04.1995 – Vasco 2 x 0 Santos.

terça-feira, 24 de abril de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 24 DE ABRIL

  O Vasco venceu o seu maior rival, o Flamengo, por duas vezes na data 24 de abril: 3 x 1, em 1941, e 3 x 0, em 1977. Mas o maior placar na data ficou em 6 x 1, pra cima do Entrerriense. Pra completar a brincadeira, o "Almirante" mandou 2 x 0 no Santos e 2 x 0 no paraguaio Cero Porteño, em noite de uma terça-feira, em São Januário, pela primeira fase da Taça Liberadoes-1990.

VASCO 3 X 1 FLAMENGO, de 1941, teve gols cruzmaltinos marcados por Manuel Rocha, Gonzalez e Villadoniga. Foi amistosamente, em uma quinta-feira, no estádio da Rua Campos Sales, no Rio de Janeiro. O time era dirigido pelo técnico Frazão de Lima e contou com: Chiquinho, Jahu, Figliola, Manuel Rocha, Alfredo I, Orlando, Argemiro, Villadoniga, Osvaldo Saldanha, Álvaro e Gonzalez: DETALHE: além daquela partida, o Vasco só disputou mais um outro amistosos na década de 1940 com o Fla. Mandou 2 x 1, em 19 de julho de 1947.

VASCO 3 X 0 FLAMENGO, em 1977, foi jogo oficial dominical. Rolou no Maracanã, pelo Estadual-RJ, com arbitragem de Valquir Pimentel e assistência por um dos maiores públicos que o estádio recebeu: 134.787. No primeiro tempo, Carlos Alberto Zanata abriu o placar, aos 11 minutos. Roberto Dinamite, aumentou, aos 22. Na etapa final, o mesmo Roberto ampliou, aos 24. Treinado por Orlando Fantoni, a rapaziada alinhou: Mazaropi; Orlando 'Lelé', Abel, Geraldo e Marco Antônio; Zé Mário, Zanata (Helinho) e Dirceu; Luis Fumanchu (João Paulo), Ramon e Roberto Dinamite.
  
VASCO 6 X 1 ENTRERRIENSE foi pega  pela segunda rodada do segundo turno da Taça Rio-2002, em São Januário. Naquele dia, Romário foi o “cara”, com quatro gols, aos 44 minutos do primeiro tempo; aos 5, aos 13 e aos 34 do segundo – Edinho, aos 12 e Souza, aos 37 minutos do primeiro tempo, fizeram os outros. Willian Marcelo de Souza Nery apitou, Evaristo de Macedo era o treinador cruzmaltino e a sua rapaziada era: Helton; Leonardo Moura, Geder, João Carlos e Edinho; Jamir, Rodrigo Souto, Léo Lima (Cadu() e Flipe; Souza (Léo Macaé) e Romário.

 VASCO 2 X 0 SANTOS, no Maracanã, valeu pelo Campeonato Brasileiro-1983, com público de 75.813 pagantes. Foi um grande resultado, porque, naquela temporada, os santista estavam com um time muito forte, que terminou vice-campeão nacional. Maurílio José Santiago-MG apitou e Elói cravou o gol de abertura do placar, aos 7 minutos. Roberto Dinamite fechou, aos 83. Antônio Lopes era o treinador e escalou: Mazaropi; Galvã, Orlando 'Fumaça', Celso e Pedrinho; Geovani (Dudu), Serginho e Elói; Ernâni, Roberto Dinamite e Marquinho.

VASCO 2 X 2 BRASILIENSE , no dia 24 e abril de 2005, foi anulado. Valeria pelo Campeonato Brasileiro da Série A, no Estádio Mané Garrincha. No tempo normal,  2 x 2 e jogo repleto de emoções. O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) rasgou a sumula da partida, alegando que o Brasiliense descumprira a sua determinação, de jogar com os portões fechados – castigo, pela invasão do gramado do Serejão, em Taguatinga, por um torcedor, em 4 de dezembro de 2004, quando o Jacaré vencera o Fortaleza, por 1 x 0, pela Série B.
O rolo rolou com um expediente do PROCON-DF, ordenando a venda de ingressos – foram vendidos 19.999. O Vasco recorreu ao STJD, pedindo a impugnação da partida, baseado no artigo 49 do Regulamento Geral das Competições da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que lhe daria os três pontos disputados. E os levou, ficando com a vitória simbólica, por 1 x 0.
  O presidente do Brasiliense, Luiz Estevão, alegava não ter como descumprir exigência do PROCON, enquanto o seu colega cruzmaltino, Eurico Miranda, dizia que o seu clube, meramente, cumprira dispositivos legais. Cinco auditores do STJD votaram pela impugnação da partida; um pediu novo jogo e um outro considerou improcedente o pleito vascaíno, apoiado pelo presidente da corte, Luiz Zveiter. Embora sustentasse que o Brasiliense usara o PROCON como "laranja", os auditores não encontraram provas ligando-o ao órgão. Mas defenderam que o "Jacaré" não poderia cumprir a sua decisão, por entenderem que o destinatário da decisão deveria ter sido a CBF,  mandante do jogo, pelo seu regulamento de competições. "O clube assumiu uma atribuição que não era sua e caiu num erro de direito", afirmou o presidente do STJD, Luzi Zveiter.
  No final, o Brasiliense, além de perder os pontos, ainda foi julgado por "descumprimento de ato ou decisão do tribunal (artigo 197 do Código Disciplinar do Futebol Brasileiro) e por recorrer à justiça comum (artigo 231) – liminar da 5ª Vara da Fazenda Pública do Distrito Federal, no dia 19 de abril de 2005.
Brasiliense 2 x 2 Vasco teve o melhor público da rodada: 26 mil, 371 pagantes. O "Jaca" abriu o placar, aos 25 minutos do primeiro tempo, por intermédio de Giovani. O Vasco o igualou, aos 38, com Romário. No segundo tempo, Alex Dias o colocou à frete do marcador, aos 31, enquanto Tiano fechou a contagem, aos 45. O árbitro foi o cearense Wilson de Souza Mendonça.
  O Vasco, treinado por Dario Lourenço, jogou com: Everton; Thiago Maciel (Felipe Alves), Fabiano, Daniel e Jorginho Paulista (Diego); Ygor, Coutinho, Rubens (Abedi) e Leozinho; Alex Dias e Romário. O Brasiliense, do técnico Valdyr Espinosa, foi: Donizeti; Dida, Jairo, Gérson e Márcio (Rochinha); Deda, Pituca, Iranildo e Marcelinho Carioca; Igor e Giovani (Tiano).   

segunda-feira, 23 de abril de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 23 DE ABRIL

O Flamengo ficou com uma divida para pagar ao Vasco em 500 anos: os 5 x 1 de 23 de abril de 2000, quando festejava-se os 500 anos do descobrimento do Brasil. Rolou no “Clássico Chocolate de Páscoa”, no Maracanã, diante de 53.750 pagantes, com três gols de Romário.
 Naquele domingão, os dois maiores rivais do futebol carioca decidiam o título da Taça Guanabara, e 40 mil ovos achocolatados foram distribuídos aos torcedores, antes de a pelota rolar. Os rubro-negros abriram a conta, malmente a partida começara, mas pagaram caro pela ousadia. Felipe empatou, complementando um chutaço, de Viola, na trave, para o “Baixinho virar: 2 x 1, 3 x 1 e 4 x 1. Por fim, Pedrinho acabou de esfolar o “Urubu”.
Ubiraci Damásio apitou aquele clássico nervosíssimo, que teve seis jogadores expulsos – Luís Alberto, Beto e Fábio Baiano, pelo Fla, e Viola, Odvan e Alex Oliveira, dos vascaínos, que foram: Hélton; Paulo Miranda, Odvan, Mauro Galvão e Gilberto; Amaral, Nasa, Felipe e Pedrinho (Júnior Baiano); Viola e Romário (Alex Oliveira).
Treinado por Abel Braga, o time do Vasco acabava de mandar a sua 15º goleada sobre o Fla. Confira as anteriores: 4 x 1 (1929); 7 x 0 (1931); 5 x 2 (1934); 5 x 1 (1945); 5 x 2 (1947);5 x 2 (1949); 4 x 1 (1950); 5 x 2 (1953); 4 x 1 (1965); 4 x 0 (1967); 4 x 0 (1985); 4 X 1 (1996); 4 X 1 (1997).
 Quanto aos jogos que deram o título daquela Taça GB à “Turma da Colina”, anote: 12.03.2000 – Vasco 2 x 0 Madureira; 18.03 –  3 x 0 Bangu; 22.03 - 1 x 0 Friburguense; 25.03 – 6 x 0 Americano;  29.03 – 4 x 1 Olaria; 02.04 – 3 x 2 Fluminense; 09.04 - 0 x 0 Botafogo; 12.04 – 3 x 0 Volta Redonda; 15.04 – 3 x 1 América; 19.04 – 5 x 0 Cabo Frio; 23.04 – 5 x 1 Flamengo.
Campanha invicta, com 10 vitórias, e um empate, marcando 35 e sofrendo apenas cinco gols. O dois maiores ídolos da galera, Romário a Edmundo, marcaram, respectivamente, 15  e 7 tentos. Paulo Miranda (3), Odvan (2), Viola, Junior Baiano, Felipe, Alex Oliveira e Pedrinho completaram a festa no filó.
 

                    CONFIRA OUTROS RESULTADOS NA DATA 23 DE ABRIL

VASCO 2 X 0 SANTOS, em 1955, ainda não havia Pelé. Mas a camisa dele estava vestida por um ex-vascaíno que era, também, bamba em fazer gols, o já passeador noturno Vasconcelos. Valeu pelo Torneio Rio-São Paulo no Maracanã, apitado por Antônio Musitano e assistido por 7.351 pagantes e 2.946 caronas, que totalizaram a assistência de 10.297 almas.  O Vasco era treinado por Flávio Costa e bateu com: Vitor Gonzalez; Paulinho de Almeida e Bellini; Amauri, Adésio e Dario; Sabará, Ademir Menezes, Vavá, Pinga (Alvinho/Ledo) e Parodi. Detalhe: Pinga foi substituído por Alvinho, que cedeu vaga, depois, a Ledo, que foi expulso de campo.  

VASCO 1 X 0 NÁUTICO-PE, valendo pela segunda fase do Campeonato Brasileiro-1980, no estádio do Arruda, em Recife,  teve gol único marcado pelo meia Guina, aos 13 minutos. Com aquele placar, os vascaínos quebraram o tabu de três jogos sem vencerem o “Timbu”, em confrontos pelo Brasileiro unificado. De negativo só a expulsão de campo do meia-atacante Jorge Mendonça. O Vasco do dia teve: Mazaropi; Léo, Orlando, Juan e Paulo César; Dudu, Guina e Jorge Mendonça; Katinha, Paulinho (Aílton) e Roberto Dinamite.  Até aquele 23 de abril de 1980, pelo Brasileirão, havia, sido disputado oito  jogos entre os dois times, com o Vasco vencendo quatro e empatando um. Marcou 13 gols.

VASCO 2 X 1 PONTE PRETA, em 2006,  foi triunfo fora de casa, no Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas. Com aquele era um Brasileirão de fase única, o “Almirante” aproveitou para entortar, por ali, o pescoço da “Macaca”. Por sinal, naquele dia, quem estavas com a macaca era o garoto alagoano Morais, que pimbou a rede, aos 85 e aos 87 minutos.
 
Em 22 abril de 1945, o Vasco foi bi do Torneio Início,  espécie de aquecimento para o Campeonato Carioca. O festival de futebol foi em São Januário e o título saiu com 2 x 0 sobre o Botafogo, com gols de Lelé e Massinha. No primeiro compromisso, os  vascaínos ficaram no 0 x 0, com o Bonsucesso, mas o eliminaram, por 1 x 0, na decisão por escanteios, que eram chamados de “corners”. Quem mais os cedia, perdia. Aristides Figueira  apitou  e o Vasco formou com: Barqueta, Sampaio e Augusto; Berascochea; Dino e Argemiro; Santo Cristo, Lelé, Jair, Elgen e Chico.
No segundo jogo, com apito de José Ferreira Lemos, o batido foi o Canto do Rio, por 1 x 0. Daquela vez, o gol foi com bola rolando, marcado por Chico e com escalação repetida. Na decisão, mediada por Alzilar Costa, o Vasco trocou Santo Cristo, por Cordeiro, e Elgen, por Massinha, para vencer o Botafogo, formando com: Barqueta; Sampaio e Augusto; Berascochea; Dino e Argemiro; Cordeiro, Lelé, Jair, Massinha e Chico.

FÓRMULA - Idealizado pela 1916 pela Associação de Cronistas Desportivos, em 1916, naquele Torneio Início-1945 o Vasco sasgrouse campeão,  pela oitava vez. Todos os jogos eram em uma mesma tarde, durando 20 minutos, com cada tempo de 10. Só a final tinha 30 x 30 minutos. Nos primeiros tempos,  em caso de empates, os vencedores saíam por número de escanteios cedidos. Depois, em cobranças de pênaltis.

                        

domingo, 22 de abril de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 22 DE ABRIL

A data 22 de abril tem três grandes fatos da história cruzmaltina: a primeira vitória da "Turma da Colina" na Primeira Divisão do Campeonato Carioca, em 1923; a conquista do Torneio Início de 1945 e o segundo triunfo consecutivo sobre o Peñarol, em 1951, em jogos que foram considerados como uma respostas do futebol brasileiro ao uruguaio, pelo que acontecera na decisão da Copa do Mundo, em 16 de julho de 1950, no Maracanã. Na data, foram três apagões em cima do Botafogo, além de uma goleada pra cima de cearenses e um apertucho contra rubro-anis..

VASCO 3 x 1 BOTAFOGO, em 1923, foi num domingo e, também, o primeiro jogo oficial entre os dois clubes. O encontro rolou na casa do adversário, em General Severiano, e os gols vascaínos foram marcado por Mingote, Paschoal e Ceci. Quem comandava ao time era o uruguaio Ramón Platero, que mandou a campo: Nélson, Leitão, Cláudio, Claudionor, Arthur, Paschoal, Torterolli, Cecy, Negrito, Adão e Mingote. Depois daquela partida em que um time formado por negros, mulatos, operários e brancos pobres venceram uma turma da elite carioca, Vasco e Botafogo voltaram a se encontrar mais 11 vezes durante a década-1920. Os alvinegros levaram 66 meses para obterem a primeira vitória.

VASCO 2 X 0 BOTAFOGO -  Em abril de 1945, o Vasco bisava o caneco do Torneio Início, com Lelé e Massinha visitando as redes alvinegras. No primeiro jogo, apitado por Aristides Figueira, os vascaínos ficaram no 0 x 0, como Bonsucesso, e se classificaram porque o adversário cedeu um escanteio a mais. Jogou com: Barqueta; Sampaio e Augusto; Berascochea; Dino e Argemiro; Santo Cristo, Lelé, Jair, Eugen e Chico. No prélio seguinte, o Vasco fez 1 x 0 sobre o Canto do Rio, com gol de Chico, apito de José Ferreira Lemos e mantendo a escalação da partida anterior. Na decisão, contra os botafoguenses, apitada apor Alzilar Costa, a formação teve duas mudanças e ficou assim: Barqueta; Sampaio e Augusto; Berascochea; Dino e Argemiro; Cordeiro, Lelé, Jair, Massinha e Chico.

VASCO 2 X 0 PEÑAROL - A torcida brasileira ainda chorava pelo "Maracanazo"  de 1950. Nove meses depois, em 22 de abril de 1951, o Vasco, que fora a base da Seleção Brasileira no Mundial, venceu o time uruguaio que escalava nove titulares da "Celeste".
Friaça abriu o placar, aos 16 minutos. Acossado por Mathias González, ele chutou, da entrada da área, fraco, mas com efeito, enganando Maspoli. O segundo gol foi de Ademir Menezes, aos 30 do segundo tempo, após concatenar a jogada, com Ely e Tesourinha, pela direita. Nesta etapa, o árbitro Carlos de Oliveira Monteiro, o “Tijolo”, explusou de campo o capitão do time uruguaio, Obdúlio Varela, por ter “botado pra quebrar” em cima de Maneca, em dois lances.
Aquela era uma briga particular, que começara no primeiro amistoso, em 8 de abril, no Estádio Centenário, em Montevidéu, quando o vascaíno desmoralizara "El Gran Capitán", em lance que o entortara - balançou o corpo, fez que ia pela direita e cortou-o pela esquerda. Quando "El Negro Varela" girou, tentando parar a jogada, Maneca puxou a bola com as traves da chuteira e a tocou por entre as suas pernas, , soba as vistas de 65 mil almas, em partida na qual a sua patota estava infernal: 3 x 0 – Friaça, Ademir e Ipojucan balançaram ao filó e foram recebido, com festas, no Rio de Janeiro, saudado pelas torcidas de todos os clubes. Confira as fichas técnicas dos dois jogos:
08.04.1951 (domingo) - Vasco 3 x 0 Peñarol. Amistoso. Estádio: Centenário, em Motevidéu-URU. Arbitragem: Cataldi, auxiliado por Latorre e Otonelli-URU. Público: 65.000. Gols: Friaça, Ademir Menezes e Ipojucan. VASCO: Barbosa; Augusto e Clarel; Ely, Danilo e Alfredo (Jorge); Tesourinha, Ademir (Ipojucan), Friaça (Jansen), Maneca e Dejair. PEÑAROL: Máspoli, Mathias Gonzáles e Romero; J.C.Gonzáles, Obdúlio Varela e Oturme; Ghiggia, Hohberg, Míguez (Abadye), Schiaffino e Vidal (Pérez).
22.04.1951 – (domingo). Vasco 2 x 0 Peñarol. Amistoso. Estádio: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ); Árbitro: Carlos "Tijolo" de Oliveira Monteiro. Gols: Friaça, aos 16 min do 1 tempo, e Ademir Menezes, aos 30 da etapa final. VASCO: Barbosa, Augusto (Laerte) e Clarel; Ely, Danilo e Alfredo II; Tesourinha, Ademir, Friaça (Ipojucan), Maneca e Dejayr. Técnico: Oto Glória. PEÑAROL: Maspoli, Mathias Gonzalez e Romero; J.C. Gonzales, Obdulio Varela e Etchegayon (Abadye); Gighia, Piuepoff, Falero (Miguez), Schiafino e Vital.

VASCO 1 X 0 BONSUCESSO, apitado por Nivaldo dos Santos, foi mais uma capítulo da freguesia dos rubro-anis. Este, do Campeonato Carioca-1972, cumpriu-se em São Januário, com o gol único da partida marcado por Roberto Dinamitem aos 29 minutos do segundo tempo.
Os cavalheiros que representaram a "Turma da Colina" estão na súmula como tendo sido:   Andrada; Haroldo, Miguel, Renê e Eberval; Buglê e Suingue; Luís Carlos, Ferreti, Roberto e Marco Antônio.
 
VASCO 2 x 1 BOTAFOGO - O clássico, em 1973,  pelo Campeonato Carioca, rolou no gramado do Maracanã, mediado por José Favile Neto e presenciado por 60.712 pagantes. O lateral-esquerdo Alfinete abriu a conta, aos 10 minutos do primeiro tempo, e só houve aquilo na etapa. Na fase final, Dé, "O Aranha", resolveu a parada, aos 22 minutos, tirando dos alvinegros o gosto do empate conseguido, 15 minutos antes. A turma batedeira assinava: Andrada; Paulo César, Miguel, Moisés e Alfinete; Alcir e Zanata; Jorginho, Dé, Ademir (Buglê) e Luís Carlos (Roberto).


VASCO 5 X 1 FORTALEZA - Quem disse que no Ceara não tem disso, não? Pois a rapaziada deu um chego por lá e tripudiou em cima dos costados do Fortaleza, em  1984, um domingão, valendo pela  terceira fase do Campeonato Brasileiro.
A peleja rolou no Estádio Castelão, foi apitada por Ulisses Tavares a Silva Filho-SP, e teve 4.082 pagantes. Naquela tarde, o baixinho Arthruzinho estava um capeta. Mandou quatro giribitas nas redes do tricolor cearense. Começou a brincadeira com dois minutos de bola rolando. Aos 8, fez o segundo. No meio deles, teve um de  Roberto Dinamite, aos 7 do primeiro tempo. Na etapa final, o endiabrado Arthurzinho voltou a balançar o filo, aos 12 e aos 24 minutos. Com Edu Coimbra, o Eduzinho, que fora atacante da “Turma da Colina”, a rapaziada triudiante foi: Roberto Costa; Edevaldo, Ivan, Daniel González e Aírton;  Pires, Artuurzinho e Mário; Mauricinho (Jussiê), Roberto Dinamite e Marquinho.

 AINDA TEVE: 22.04.1993 – Vasco 3 x 1 Olaria.
 
  

sábado, 21 de abril de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 21 DE ABRIL


Em 21 de abril de 1927, o Club de Regatas Vasco da Gama inaugurava o Estádio Vasco da Gama, chamado de São Januário, porque o torcedor acostumou-se a localizá-lo pela rua que passa ao fundo das suas arquibancadas, onde parava o bonde. O futebol entrou na vida da colônia lusitana do Rio de Janeiro, em 1913, quando um combinado formado pelos portugueses Benfica, Lisboa e Tiro & Sport visitou a cidade e animou os patrícios a fundarem três clubes – Lusitânia Esporte Clube, Lusitano Futebol Clube e Centro Esportivo Português.
Ambiente criado, em 26 de novembro de 1915, o Vasco ficou com todo o material ludopédico do Lusitânia e, da fusão que pintou, rolou a pelota no relvado. Bola rolando, em 1916, os vascaínos filiaram-se à Liga Metropolitana de Esportes Athléticos, pela Terceria Divisão e, de cara, levaram 10 x 1, do Paladino Futebol Clube, em 3 de maio, em General Severiano,  a primeira plaga indicada pela Turma da Colina, para mandar as suas refregas. Foram cinco meses de pçugnas, até pintar a primeira vitória, em 29 de outubro. A vítima, por 2 x 1, foi a Associação Atlética River São Bento. Deu pra animar.
Em 1917, o Vasco já estava na Segundona. E foi crescendo, até ser campeão, em 1920. Três temporadas depois, já frequentava a elite do futebol carioca.  Até carregou o caneco. Bem! Aí já era demais. Onde já se viu um time recheado de negros, mulatos, operários e demais representantes da “pobrada” ousar daquele jeito! Pera´i! Futebol era para gente fina. Nada de ralé. E tome perseguição ao Vasco, cujos ‘gajos’ tinham um preparo físico espantoso, e viravam qualquer placar no segundo tempo. Mas já que não dava para segurar o “Time da Virada”  no balão esférico, o jeito era pegá-lo de outro jeito: “decretá-lo um sem estádio” e outras cositas mais. Também, não  deu. Em pouco tempo, a galera construiu o maior do continente. Não adiantou nem a problemática criada pelo presidente da república, Washington Luís, não permitindo a importação de cimento. Os engenheiros encontraram a solucionática, misturando areia  com brita.
Lançada a pedra fundamental, em 6 de junho de 1926, pelo prefeito do então Distrito Federal, Alaor Prata, o Vasco saiu para a venda de títulos, de 100 mil-réis, em 20 prestações. O estádio - o terreno custara 665 contos e 895 mil-réis e ficava em uma chácara, de 65.445 metros quadrados, que pertencera à marquesa de Santos, amante do Imperador -  estava orçado em 2 mil contos de reis. Para arranjar a grana, pelos finais de 1925, lançou-se a Campanha dos Dez Mil, uma coleta de recursos que rolou entre 6 de janeiro a 29 de dezembro de 1926 e teve como grandes doadores o Moinho da Luz e a Brahma. O entusiasmo era tanto eu o clube inscreveu 7.189 novos associados.
O Vasco gastou 1.200 contos de reis para inaugurar um estádio com capacidade inicial de 30 mil pessoas, em área construída de 11 mil metros quadrados. Fora do orçamento, comprou 252 toneladas de ferro e 6.600 barris de cimento. Por sinal, o sacanão do Washington Luís, que negara a importação do produto, fora um dos convidados para a inauguração, juntamente como presidente da Confederação Brasileira de Desportos, Oscar Costa, que dera o ‘kick-off’ (pontapé inicial) e o aviador português Sarmento de Beires, que cortara a fita inaugural.  
.O Vasco só não seu de bem no primeiro jogo em sua cancha. Perdeu, numa quinta-feira, por 5 x 3, para o Santos, amistosamente. Mas, 50 anos depois, o clube devolveu os mesmos três gols de diferença ao visitante, em nova refrega amistosa, no mesmo ‘field’. Confira as duas fichas: 
21.04.1927 – Vasco 3 x 5 Santos. Estádio: São Januário.  Gols: Negrito, Galego e Pascoal (Vas) e Evangelista (2), Omar, Feitiço e Araquém (San). VASCO: Nélson, Espanhol e Itália; Nesi, Claudionor e Badu; Pascoal, Torterolli, Galego, Russinho e Negrito. SANTOS: Tufy, Bilu e Davi; Alfredo, Júlio e Hugo; Omar, Camarão, Feitiço, Araquém e Evangelista.                             
20.04.1977 – Vasco 3 x 0 Santos. Estádio:de São Januário. Público: 5.215. Gols: Abel Braga, aos 23 min do 1º tempo;Roberto Dinamite, aos 2,  e Wilsinho, aos  40 min do 2 tempo. VASCO: Mazaropi, Orlando (Fernando), Abel (Marcelo), Geraldo (Gaúcho) e Marco Antônio; Zé Mário, Helinho e Dirceu Guimarães; Luís Fumanchu (João Paulo), Roberto Dinamite e Ramon (Wilsinho). Técnico: Orlando Fantoni. SANTOS: Ricardo; Terezo, Renato, Fausto (Marçal) e Fernando; Carlos Roberto, Bianchi e Toinzinho (Calu); Nilton Batata, Juari e Bozó (Rodrigues).

                                         FESTA DAS FAIXAS TEVE PEIXE NA REDE

Campeão do Torneio Rio-São Paulo-1958, o Vasco comemorou a conquista do título convidando o Santos para um amistoso, em 21 de abril daquele ano, em São Januário. Mesmo já o tendo vencido,  em sua casa, em 7 de novembro de 1936, os cruzmaltinos ainda estavam mordidos pela peça lhes pregada pelo clube paulista, durante a inauguração do seu estádio, no 21 de abril de 1927, quando os visitantes venceram, por 5 x 3. A oportunidade era boa. Além de comemorar um grande feito na bola, ainda havia o motivo da celebração dos 31 anos da casa vascaína. E quem brilhou no dia, uma segunda-feira, foi Laerte (foto/Manchete N 244, de 22.12.1956), marcando os dois gols da vitória. Neste time vascaíno que você vê e que não é o da partida mencionada, mas de uma formação de 1956, ele é o quarto, em pé, da esquerda para a direita, entre Carlos Alberto, Paulinho e Bellini (E), Orlando e Coronel (D). Agachados, na mesma ordem, Sabará,Vavá, Livinho, Válter e Pinga. Já ao time que venceu, por 2 x 1, em 1958, em  jogo apitado por José Gomes Sobrinho, com  gols de Laerte(2), o Vasco formou com: Helio, Dario, Viana, Ortunho, Écio, Barbosinha (Clever), Ramos, Laerte, Livinho (Artoff), Rubens (Roberto) e Pinga. 

A data regista, também, duas goleadas: 9 x 3 sobre o Sport Club Brasil, pelo Campeonato Carioca de 1926, e 4 x 1, contra o Bahia, em 1936. Na primeira, os gols foram de Russinho (3), Paschoal (2), Milton (2), Hespanhol e Torterolli. No segundo caso, primeiro amistoso entre o Vasco e o "Tricolor de Aço da Boa", rolou bola em uma  terça-feira, em Salvador. Por aquela época, a Turma da Clina era treinado por Harry Welfare e contava com Rey, Pedro, Itália, Barata, Oscarino, Zarzur, Nena, Kuko, Luna, Orlando e Poroto.
Outros jogos na data foram: 21.04.1961 - Vasco 1 x 1 Seleção Brasiliense; 21.04.1971 - Vasco 1 x 0 Flamengo; 21.04.1975 – Vasco 1 x 0 Bangu; 21.04.1996 – Vasco 3 x 2 Bangu; 21.04.2002 – Vasco 3 x 1 Madureira.

VASCO 1 X 1 SELEÇÃO BRASILIENSE - A primeira visita vascaína à capital brasileira cravada no Planalto Central do país foi em 21 de abril de 1961, quando a cidade cortava o seu primeiro bolo de aniversário. Usando camisas pretas, a “Turma da Colina” adentrou às quatro linhas do Estádio Vasco Viana de Andrade, do Grêmio Esportivo Brasilense, para marcar, também, a despedida dos gramados do meia Zizinho, o nosso maior craque, até o surgimento de Pelé.
Ita, Paulinho, Brito, Écio Barbosinha e Coronel (em pé), Sabará, Lorico,
 Javan, Saulzinho e Da Siva (agachados)
  Os candangos abriram o placar, por intermédio de Arnaldo Gomes, aos 15 minutos.  Saulzinho, aos 43, em cabeçada, empatou o amistoso apitado pelo carioca Amílcar Ferreira, auxiliado por Moacir Siqueira e Jorge Cardoso. O Vasco teve: Ita, Paulinho de Almeida e Brito; Barbosinha, Écio (Laerte) e Coronel (Russo); Sabará (Joãozinho), Lorico (Roberto Pinto), Javan, Saulzinho e Da Silva. A Seleção Brasiliense era: Matil; Jair, Edílson Braga e Enes; Sabará (Reinaldo), Matarazo e Bimba; Ubaldo (Invasão), Capela (Zizinho), Ely (Ceninho), Beto (Zezito) e Arnaldo.
(Foto tirada de recorte de jornal (não identificado) do álbum de Alaor Capela). 

VASCO 1 X 0 BANGU foi o placar de regulamento deste jogo, que não existiu. Simplesmente, porque os banguenses não compareceram a São Januário, o local programado para a partida, que valeria pelo Campeonato Carioca. De sua parte, os vascaínos cumpriram com a sua parte e o técnico Mário Travaglini colocou em campo: Andrada, Paulo César, Joel, Renê, Celso Alonso, Gaúcho, Zanata, Luís Carlos, Carlinhos, Bill e Roberto.  O juiz Geraldino César relatou o fato na súmula.
 
VASCO 3 X 2 BANGU  rolou em Moça Bonita pelo Campeonato Carioca-1996, apitado por Mauro Prado e assistido por 3 561 pagantes.  Nílson, aos 34 minutos do primeiro tempo. Assis, aos 23, e Zé Carlos, aos 33 do segundo, marcaram os tentos dos cruzmaltinos, que foram escalados assim pelo treinador Carlos Alberto Silva: Carlos Germano; Pimentel, Sídnei, Alex (Zé Carlos) e Ronaldo; Luisinho, Leandro, Nelson (Juninho) e Assis; Nilson (Brener) e Válber. O deralhe desta partidas foi que Macula abriu o placar, o Vasco empatou e ele desempatou. Tempos depois, já era vascaíno, Enquanto isso, Sorato, que fora ídolo da tordcida da “Turma da Colina”, e o zagueirio Alê, naquele dia estavam do outro lado, nesta formação: André; Humberto, Alê, Niélsen e Marquinhos; Marcão, Fábio, Macula (Fabinho) e Wallace; Edilson (Merica) e Sorato (Julinho). 

 VASCO 3 x 1 MADUREIRA  teve gol de Leonardo, aos 32 minutos do primeiro tempo, e dois de Romário, aos 20 e aos 27 minutos da segunda etapa. Foi em São Januário, pelo Estadual-2002, com o time vascaíno dirigido por Evaristo de Macedo, alinhando: Hélton; Leonardo,  Leonardo Valença, João Carlos e Edinho; Haroldo, Rodrigo Souto, Léo Lima (Cadu) e Felipe; Souza (Léo Macaé) e Romário. O detalhe negativo foi a expulsão de Haroldo.  
 
 


 

sexta-feira, 20 de abril de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 20 DE ABRIL

Romário marcou dois gols
Um título diante do maior rival e três goleadas impiedosíssimas, cruéis, sobre có-irmãos. É a marca cruzmaltina nos 20 de abril.

VASCO 2 X 0 FLAMENGO deixou o "Almirante"  campeão da Taça Guanabara-1986, em cima do Flamengo, em um dos mais vibrantes ”Clássicos dos Milhões” da década. Naquele dia, um domingão, o Maracanã recebeu 121.093 pagantes, que viram Romário começar a festa, aos 5 minutos do primeiro tempo, tocar a última peça para o "Urubu" dançar, aos 45 da etapa final, quando o juiz, Luís Carlos Félix, já olhava no seu cronômetro, para “fechar as cortinas e encerrar o espetáculo”, como diria o locutor Fiori Gigliotti. Melhor não poderia ter sido, para a torcida vascaína. E, mais ainda, para o “Baixinho”, que conquistava o seu primeiro título pelo time principal da Colina.  Com o pega assistido por 121.093 pagantes,  o time treinado por Antônio Lopes totalizou 11 jogos, com 8 vitórias, 2 empates e só uma quedinha. Marcou 29 e sofreu 7 gols, saldo de 22. Os caras que levaram a taça foram: Paulo Sérgio; Paulo Roberto, Donato, Fernando e Lira; Mazinho, Gersinho (Geovani) e Josenilton; Mauricinho, Roberto Dinamite e Romário.

A CAMPANHA: 16.02.1986 - Vasco 6 x 0 Goytacaz. (Gols de Roberto Dinamite (3), Romário (2) e Gersinho); 23.02 - Vasco 3 x 0 Mesquita (Roberto (2) e Gersinho; 02.03 -Vasco 7 x 1 Portuguesa-RJ (Romário (3), Mauricinho (2) e Roberto e Ernani); 09.03 - Vasco 2 x 2 Bangu (Roberto  (2); 16.03 - Vasco 2 x 1 América (Roberto e Romário); 20.03 - Vasco 3 x 0 Campo Grande (Romário (2) e Henrique); 23.03 - Vasco 2 x 0 Olaria (Josenilton e Romário); 30.03 - Vasco 2 x 1 Americano (Roberto (2); 06.04 - Vasco 0 x 2 Botafogo; 13.04 - Vasco 0 x 0 Fluminense e 20.04 – Vasco 2 x 0 Flamengo (Romário (2). (foto e Romário reproduzida do arquivo do "Jornal de Brasília", onde está registrada sob o número 274). Agradecimento.

Lelé fez quatro, em 1947, ...
VASCO 8 X 0 BANGU –  Valeu pelo Torneio Municipal-1947,  no estádio da Rua Conselheiro Galvão, com apito de Azilar Costa, renda de Cr$ 21 mil 554 cruzeiros e gols de Lelé (4), Friaça, Maneca, Chico e Alfredo II. Logo, deixou os Mulatinhos Rosados de Moça Bonita  “lelé das redes”. Aquele foi o segundo compromisso cruzmaltino na disputa, que terminou com a rapaziada carregando o caneco para as prateleiras da Colina. O time do dia teve: Barbosa, Augusto e Rafagneli; Ely do Amparo, Danilo Alvim e Jorge Sacramento; Alfredo, Maneca, Friaça, Lelé e Chico Aramburo.
... e Bebeto mais quatro, em 1990

VASCO 7 x 1 CABOFRIENSE, a outra balaiada dos “vintão do quatro” aconteceu durante o Estadual de 1990. Mas a galera preferiu encher a lata pelos botecos da cidade, já que era véspera de sabadão. Só 237 “loucos pelo Vasco”  cumpriram com a sua obrigação e pingaram uma graninha na caixinha do estádio da Rua São Sanuário, que faz fundo com a General Almério de Moura. Naquela sexta-feira, dia em que  os baianos se vestem de branco, o cidadão José Roberto Gama de Oliveira, o baianinho Bebeto, deixou as coisas pretas para a “Cabo”: apimentou a pelota e tascou quatro pipocas na panela dela. Bismarck, também, andou se assanhando e deixou mais dois, enquanto Sorato pegou a raspa do tacho e completou o tempero do placar. Por aquela época, quem conduzia a rapaziada era o ex-volante vascaíno  Alcir Portela, campeão brasileiro de 1974. Ele mandou estas galera pro agito: Acácio; Luíz Carlos Winck, Célio Silva, Marco Aurélio e Mazinho; Zé do Carmo, Andrade, William e Bismarck (Tato); Bebeto e Sorato (Tita).  (foto de Lelé reproduzida da revista "Esporte Ilustrado" e de Bebeto de http://www.crvascodagama.com.br/) Agradecimentos.  
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VASXO 3  X 0 SANTOS - Encerrada a era dos confrontos com o “Rei”, quando se igualou em vitórias com o “Camisa 10” – entre 7 de abril de 1957 e 21 de julho de 1974 –,  o "Almirante" vivia uma nova fase nos duelos ante os “Sem Pelé”.  Até 20 de junho de 1977, o placar das refregas registrava três  partidas terminadas no 1 x 1, nas datas 20.09.1975; 25.11.1975 e 14.07.1976, respectivamente, pelo Campeonato Brasileiro,  no Morumbi; pela Taça Cidade de Salvador, na Fonte Nova, e amistosamente, na Vila Belmiro, a casa do adversário. A “Turma da Colina” queria desempatar o barato e botar pra desempacotar. E botou: 3 x 0, no 20 de abril de 1977.
Naquele dia, o “xerifão” Abel Braga jogou a primeira minhoca na isca do Peixe, Roberto Dinamite explodiu a segunda e Wilsinho fez o caldo de escamas. Quem deu a receita para o tempero na rede do “Peixe”  foi o “titio” Orlando Fantoni, que colocou o anzol nas mãos de: Mazaropi; Orlando ‘Lelé’ (Fernando), Abel (Marcelo), Geraldo (Gaúcho) e Marco Antônio; Zé Mário, Helinho e Dirceu; Luís Fumanchu (João Paulo), Ramon (Wilsinho) e Roberto Dinamite.  

 VASCO 1 X 0 CAMPOGANDE - A data inclui, também, placar magrinho pra cima de velhos fregueses. Caso do "Campusca", que "complicou o meio-de-campo", em 1972. O encontro valia pela Taça Guanabara e só Roberto Dinamite compareceu ao placar. Aos 29 minutos do segundo tempo, o que mostra que a rapaziada teve se se virar, pra não deixar a galera que foi a São Januário sair rasgando a patente do "Almirante". Nivaldo dos Santos apitou e estas foi o time econômico que assinou a súmula:: Andrada; Haroldo, Miguel, Renê e Eberval; Buglê e Suingue; Luís Carlos, Ferreti, Roberto e Marco Antônio.
 (Foto do Dinamite reproduzida de http://www.crvascodagama.com.br/ Agradecimento.
 

quinta-feira, 19 de abril de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 19 DE ABRIL

  Se há uma data em que o torcedor vascaíno gostaria de ver repetida em todas as disputas cariocas, sem dúvida, esta seria 19 de abril. Nela, a “Turma da Colina”  faturou dois títulos em cima do seu maior rival, o Flamengo: das Taças Guanabara-1987/1998, ambas com os clássicos terminado sem movimentação do placar.

VASCO 0 X 0 FLAMENGO de 1987 não foi só um empate com sabor de vitória. Foi um “empataço”, pois valeu o bi da Taça GB. No jogo, em um domingo, no Maracanã,  assistido por 55.443 pagantes e apitado por Pedro Carlos Bregalda, a rapaziada, treinada pelo ex-zagueiro cruzmaltino Joel Santana, papou mais uma com: Acácio; Paulo Roberto, Donato, Moroni e Mazinho; Dunga, Geovani e Tita; Mauricinho, Romário e Roberto Dinamite. A campanha da conquista foi: 22.02.1987 -  Vasco 1 x 0 Olaria; 26.02 - Vasco 3 x 0 Goytacaz; 08.03 - Vasco 0 x 0 Americano; 15.03 - Vasco 0 x 0 Botafogo; 18.03 - Vasco 4 x 0 Mesquita; 21.03 - Vasco 3 x 0 América; 29.03 - Vasco 3 x 0 Bangu; 01.04 - Vasco 3 x 0 Porto Alegre; 05.04 - Vasco 2 x 2 Campo Grande; 08. 04 - Vasco 3 x 0 Portuguesa; 12.04 - Vasco 0 x 3 Fluminense; 15.04 - Vasco 2 x 0 Cabofriense; 19.04 - Vasco 0 x 0 Flamengo.

VASCO 0 x 0 FLAMENGO de 1998 foi a primeira fatura do ano do centenário vascaíno. Conquista em domingo de casa cheia, com o apito de Léo Feldman e 81.842 almas no "Maraca". O Vasco, treinado pelo mesmo Joel Santana, já era: Carlos Germano; Vítor, Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Nasa, Válber e Juninho Pernambucano (Vagner); Donizete ‘Pantera’ (Alex), Luizão (Luís Cláudio) e Pedrinho. A campanha teve: 18.01.1998 - Vasco 1 x 0 Bangu; 01.02 – Vasco 5 x 0 Americano; 08.03 – Vasco 4 x 3 Fluminense; 20.03 – Vasco 1 x 2 Botafogo; 12.04 – Vasco 4 x 0 Madureira; 19.04 - Vasco 0 x 0 Flamengo.  

VASCO 2 x 0 OLARIA -   Dois gols de Ney Oliveira, ambos em cabeçadas, aos 25 e aos 41 minutos, valeram a alegria da galera, no Maracanã, diante de 30.500 pagantes que prestigiavam o Campeonato Carioca-1968. Aírton Vieira de Moraes, o "Sansão", apitou um pênalti, que foi o grande lance daquele 19 de abril. O goleiro Pedro Paulo defendendo a batida por Quarentinha, o jogador de chute mais forte, do Rio de Janeiro. Sim, aquele mesmo que fizera nome no Botafogo. Mas o vascaíno Brito, também, desperdiçou um. O outro detalhe da partida foi negativo. O atacante Adílson Albuquerque, irmão de Almir, foi expulso de campo, por revidar botinada. Treinado por Paulinho de Almeida, o Vasco do dia armou: Pedro Paulo, Ferreira, Brito, Fontana e Lourival; Buglê (Paulo Dias) e Danilo Menezes; Nado, Nei, Bianchini (Adilson) e Silvinho.

 VASCO 3 X 0 OLARIA -  Aconteceu em um sábado de 1975, em São Januário, pelo Campeonato Estadual. Apareceram 3.279 pagantes, Valquir Pimentel apitou e Gaúcho, Roberto Dinamite e Gilberto (contra) estufaram as redes. Tendo Mário Travaglini por treinador, o Vasco mandou ao gramado: Andrada; Paulo Céasr, Joel Santana, René e Celso Alonso; Gaúcho e Jair Pereira; Carlinhos (Bill), Roberto Dinamite, Bill e Luiz Carlos (Galdino

VASCO 5 X 0 CABOFRIENSE - Além de dois títulos em cima dos rubro-negros e duas vitórias sobre o Olaria, o Vasco distribuiu, ainda, goleada nos 19 de abril. Coitada da "Cabo". Valeu pelo Estadual-2000, em São Januário, com arbitragem de Carlos Manoel Calheiros e público de 14.906 pagadores. Romário mexeu primeiro no placar, aos 13 minutos. O “zagueiro-zagueiro” Odvan, aos 22, se aventurou em ir ao ataque, e se deu bem. Viola, aos 44 minutos do primeiro tempo, foi um outro que pipocou as redes da “Cabo”, na etapa inicial. Por fim, Paulo Miranda, aos 17, e, novamente, Romário, aos 34, da etapa final, completaram a balaiada. Treinado por seu ex-zagueiro Abel Braga, o equipe vascaína alinhou: Hélton; Paulo Miranda, Odvan, Henrique e Gilberto (Alex Oliveira); Amaral, Nasa, Felipe e Pedrinho, Viola e Romário.