Vasco

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terça-feira, 31 de maio de 2016

BELAS NA ESPORTIVA - ROSE E DIANA

 Rosemarie Garcia Dias e Diana Menezes. Duas ferrinhas que ajudaram a equipe carioca a vencer o Campeonato Brasileiro Feminino Juvenil de Voleibol de Seleções Estaduais-1957, disputado em Belo Horizonte. Ambas eram estudantes do Instituto de Educação do Rio de Janeiro. Rose, aos 16 anos e atleta do Tijuca, já havia levado a medalha de ouro dos Jogos da Primavera e a de prata do Campeonato Carioca Juvenil, ambos de 1955. De sua parte, Daiane defendia o América. Elas foram fotografadas por Jankiel Gongasrowski, para o Nº 99 da “Manchete Esportiva” que circulou com a data de 12 de outubro de 1957.

Rosemarie Garcia Dias and Diana Menezes. Two ferrinhas who helped carioca team to win the Brazilian Championship Youth of State-1957 Selections of Volleyball, held in Belo Horizonte. Both were students of the Institute of Education of Rio de Janeiro. Rose, at 16 and Tijuca athlete, had already taken the gold medal of the Spring Games and silver Youth Campeonato Carioca, both of 1955. For his part, Daiane defended America. They were photographed by Jankiel Gongasrowski for the # 99 of "Headline Sports" circulated with the date of October 12, 1957.

 

O VASCO NOSO DE CADA DIA - 31.05

VASCO DA GAMA 1 X 1 OESTE-SP

Os 100% de aproveitamento no Brasileirão da Segundona resistiram por quatro rodadas. Mas a rapaziada segurou, hoje, a invencibilidade, que subiu para 32 jogos, acumulando 13 pontos. No sábado, a partir das 16h30, o adversário será o Goiás. O jogo desta noite teve um fato importantíssimo: Nenê tornou-se o homem marcar o mais rápido gol vascaíno, aos 23 segundos, o que é, também, o "mais + mais" do futebol brasileiro desta temporada. Veja a relação completa na data 24 de janeiro de 2016, em "Os matadores mais rápidos das Colina".
No lance do tento vascaíno, o Vasco pressionou a defensiva paulista, logo após a saída de bola, e a bola foi até Yago Pikachu, que achou Nenê em condições de "matar". O camisa 10 invadiu a área e bateu de primeira, marcando um golaço.  O Oeste empatou aos 28 minutos, com Francisco Alex pegando rebote da zaga vascaína e chutando fraco, mas na rede:  Oeste 1x1 Vasco.
Reprodução de  www.crvascodagama.com.br . Agradecimento. 

Nenê marcou o gol mais rápido do ano no futebol brasileiro de 2016. Foto de Carlos Gregório Júnior

FICHA TÉCNICA – 31.05.2016 (terça-feira) - Vasco 1 x 1 Oeste-SP - 5ª rodada do Campeonato Brasileiro - Série B. Local: Arena Barueri-SP. Juiz: Diego Almeida Real-RS. Público presente: 3.187. Renda: R$55.690,00. Gols: Nenê, aos 23seg e Francisco Alex, aos 28min do 1º tempo.
VASCO: Jordi; Yago Pikachu, Luan, Rodrigo e Julio César; Marcelo Mattos (Henrique), Julio dos Santos (William), Éder Luís e Nenê; Jorge Henrique e Thalles (Caio Monteiro). Técnico: Jorginho Amorim. OESTE: Felipe Alves; Felipe Rodrigues, Francis (Mauricio) e Velicka; Renan Mota (Betinho); Danielzinho, Mazinho e Francisco Alex; Maurinho, Marcus Vinicius (Matheus Vargas) e Léo Artur.  Técnico: Fernando Diniz.

FERAS CA COLINA - FRANZ

Um sujeito com cicatrizes por todo o corpo e que levava 21 pontos na cabeça, para evitar um gol, com certeza, estava pedindo. E foi atendido. De quebra, ganhou um apelido: “Maluco”. E o goleiro Franz August Helfreich teve de segurar as brincadeiras. Ninguém iria chamar-lhe de “Alemão”, como induzia-se, pelos documentos do xará seu pai.
Nascido em Niterói, em 22 de maio de 1936, Franz tinha uma boa altura para os goleiros de década-1960 :1m80cm – pesava 73 quilos, media 80cm de cintura e calçava chuteiras de número 40. Casado, com Helena, o goleiro vascaíno conquistara a esposa com a ajuda dos seus olhos e cabelos castanhos escuros, que ela tanto gostava. Na verdade dominância do gen brasileiro da mãe, Irene Lopes Helfreich, de quem Franz herdara o credo católico, com devoção especial por Santa Rita de Cássia.
Pai de Carlos Augusto e de Cristina Helena, depois do futebol, Franz se divertia com cinema, televisão e pesca. Aliás, um dos seus pratos prediletos era a peixada. O outro seu esporte predileto era impedir os “matadores” de “matarem”. Como prova ter sido o goleiro titular e campeão, invicto, da Seleção Brasileira do Sul-Americano de Acesso-1964: 1 x 0 Peru; 1 x 0 Paraguai; 4 x 1 Uruguai; 1 x 1 Argentina e 1 x 1 Argentina.

Quando Franz voltou daquela disputa, o Vasco da Gama queria tirá-lo do São Cristóvão, pois seus quatro arqueiros – Levis, Marcelo Cunha, Ita e Miltão – andavam muito irregulares. Mas os cartolas da Colina bobearam e o maior rival, o Flamengo, passou na frente. Na Gávea, Franz foi titular absoluto. Mas andou se desentendendo com a sorte. Tinha convocação garantida e anunciada por um membro da comissão técnica da Seleção Brasileira que excursionaria ao exterior, em 1965, quando quebrou a clavícula, em um choque com Jairzinho, do Botafogo: seis meses para a recuperação.
Como meia-temporada sem jogar é tempão demais no futebol, quando voltou, Franz havia perdido muito espaço, e não teve mais vez. Foi então que o Vasco o contratou. Mas o treinador Gentil Cardoso preferiu usar Valdir Appel e Pedro Paulo, só o lançando no decorrer dos 4 x 1 sobre o Madureira, em 14 de setembro de 1967, no Maracanã, pelo Campeonato Carioca-1967 – Valdir (Franz), Ari, Brito, Jorge Andrade e Lourival; Oldair e Danilo Menezes; Nado, Nei, Erandir e Luisinho foi a formação.
 
MARCO ZERO - Cria do Fonseca, de Niteró, Franz jogava, inicialmente, como ponta-de-lança. Do juvenil do Fonseca, foi para o juvenil do Bangu, que pagou-lhe sua primeira grana(Cr$ 800,00 cruzeiros). Mas o primeiro contrato assinou com o América, em 1956. Depois de duas temporadas, mudou-se para o Canto do Rio, onde ficou de 1958 a 1961. Em 1964, já estava no São Cristóvão.
 Após a passagem pelo Vasco, inda defendeu o Olaria, a Seleção Carioca e voltou ao “Santo”, em 1973, o seu fim de linha. A seguir, experimentou ser treinador do time, a até 1976. Em 1977, treinou o Madureira. Depois, trocou o futebol pelo serviço público, do qual, também, já se aposentou. (Foto reproduzida da Revista do Esporte).

segunda-feira, 30 de maio de 2016

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 30.05

O ponteiro-esquerdo Djayr marcou um gol nos são-paulinos

Dois times paulistas, um português, um mexicano e um mineiro beberam um “pingado” amargo no copo cruzmaltino, nos 30 de maio: São Paulo, Santos, Benfica, Guadalajara  e Atlético-MG. Por sinal, nas Minas Gerais, a moçada foi buscar um caneco,  na data.

VASCO 2 X 0 ATLÉTICO-MG - O "Galo" teve o bico quebrado  em um domingo,  por 2 x 0, no terreiro dele, o  Estádio Octacílio Negrão de Lima, conhecido então por  'Alameda', em Belo Horizonte. Valeu pela Copa dos Campeões Estaduais-1948, ou Torneio Quadrangular de Belo Horizonte. Mario Vianna apitou e os gols foram marcados por Mexicano (contra) e Dimas. O Vasco trabalhou em silêncio diante dos mineiros contando com o “pé-de-obra” de: Barbosa; Augusto e Rafagnelli; Ely, Danilo e Jorge; Djalma, Friaça (Ademir Menezes), Dimas, Maneca e Chico.
 
VASCO 1 X 0 SÃO PAULO - O "Tricolor do Morumbi" foi “destricolado” durante o Torneio Rio São Paulo-1954, também, em jogo dominical, com gol marcado por Dejayr, no Maracanã. Carlos “Tijolo” de Olvieira apitou a pugna e o time do dia, treinado por Flávio Costa, teve: Barbosa (Ernani); Dário e Bellini; Amauri, Laerte e Benito; Sabará, Naninho (Iêdo), Vadinho, Alvinho (Alfredo), e Djayr. 

VASCO 5 X 2 BENFICA-POR - Naquele jogo, o meia Válter Marciano mandou dizer aos portugueses que ele era de outro planeta. Resultado de sua missão ao gramado lisboeta: temperou dois caldos de bacalhau na  caçarola lusitana. Pra completar o molho, Sabará, Livinho e Pinga também mexeram na panela. Foi o tempero do 30 de maio de 1959, na mesa do anfitrião. Bem que o "cozinheiro-chefe", Martim Francisco, havia avisado: cuidado com a fome de gol da minha rapaziada!. Da primeira vez que os benfiquistas cruzaram com aquela turma saída da caravela do “Almirante”, engoliram 5 x 0, em 12 de julho de 1931, na mesma Lisboa. Portanto, não foi por falta de aviso sobre: Carlos Alberto Cavalheiro (Hélio), Ortunho e Viana: Laerte, Orlando Peçanha e Dario; Sabará, Livinho, Vavá, Válter (Roberto Pinto) e Pinga foi o time da goelada.
 
VASCO 3 X 1 SANTOS valeu pela Copa dos Campeões-1982. A vitória igualou o time cruzmaltino ao adversário, na segunda colocação do Grupo B, a um ponto da ponta.
Naquele 30 de maio, Roberto, aos 26 e aos 36, e Galvão, aos 29 minutos, todos do segundo tempo, construíram o placar, de virada, já que o vascaíno Nei abrira o marcador, contra as próprias redes, aos 38 da etapa inicial. Apitado por Saul Mendes-BA, o duelo do "Bacalhau" contra o "Peixe" foi assistido por 1.630 pagantes. Antônio Lopes era o treinador e escalou: Mazaropi; Galvão, Nei, Ivan e João Luís (Gilberto); Serginho (Da Costa), Ernani e Cláudio Adão; Catinha, Roberto Dinamite e Marquinho.  SANTOS: Marola; Paulinho Márcio, Neto e Gilberto Sorriso; Chicão, Carlos Silva e Pita; Pauiinho Batistote, Palhinha e João Paulo. Técnico: Paulo Emilio 
VASCO 4 x 1 TUPI-MG, em 1986, valeu a Taça Cidade de Juiz de Fora à “Turma da Colina”. Aconteceu quando Romário ainda era chamado de “promessa”, dia em que ele mandou o goleiro  buscar duas bolas no barbante. Era uma sexta-feira, no Estádio José Procópio Teixerias Filho, que aparece chamado, também, pro Radialista Mário Helênio.  Roberto Dinamite e Santos completaram o placar. Adílson José de Matos apitou e o técmic Antônio Lopes alinhou:  Paulo Sérgio; Paulo Roberto, Donato (Morôni), Fernando e Paulo César; Vítor, Geovani, e Mazinho (Santos); Mauricinho, Roberto Dinamite e Romário. O Vasco segue invicto naquela cidade mineira diante do Tupi. Em 10 amistosos e este da taça carregada,  venceu sete e emaptou quatro. Vale ressaltar que o alvinegro Tupi  surgiu com a grafia Tupy Foot-Baal Club.

VASCO 1 X 0 GUADALAJARA-MEX foi uma chegadinha, de leve, no placar da casas do adversário, em 1990. Era uma quarta-feira e Alcir Portella, o volante do time campeão brasileiro de 1974, era o treinador. E Anderson o goleador. (FOTO ACIMA REPRODUZIDA DA REVISTA CARIOCA E ESPORTE ILUSTRADO).
 

BELAS NA ESPORTIVA - MARTHA

Entre 13 e 26 de outubro de 1957, o Rio de Janeiro sediou o II Campeonato Mundial Feminino de Basquetebol. A disputa reuniu Argentina, Austrália, Brasil, Chile, Cuba, Estados Unidos, Hungria, México, Paraguai, Peru, Tchecoeslováquia e União Soviética.
Dentro das programações, antes de um clássico Vasco x Flamengo, as meninas desfilaram pelo gramado do Maracanã e gostaram muito da vibração da torcida.
A revista “Manchete Esportiva” mostrou, durante a competição, as “belas feras” de cada time. Na contracapa do Nº 99, quem pintou  foi a brasileira Martha.                                         

Between 13 and 26 October 1957, the Rio de Janeiro hosted the II World Championship of Basketball. The competition brought together Argentina, Australia, Brazil, Chile, Cuba, United States, Hungary, Mexico, Paraguay, Peru, Czechoslovakia and the Soviet Union. Within the schedules before a classic Vasco x Flamengo, the girls paraded at the Maracana lawn and loved the vibe of the crowd. The weekly magazine "Headline Sports" showed during the competition, the "beautiful beasts" of each team. On the back of No. 99, who painted was the Brazilian Martha

      


domingo, 29 de maio de 2016

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 29.05


Goleadas e conquista de canecos marcam a data 29 de maio. O "Almirante" bebeu um bom vinho português na data, comemorando tanto sucesso. Vamos ver?

VASCO 6 X 1 ANDARAHY foi goleada válida pelo Campeonato Carioca-1927, em um domingo, em São Januário.  Mas golear aquele adversário foi comum para os cruzmaltinos, durante o período em que se enfrentaram, entre 15 de abril de 1923 – 1 x 1, na Rua General Severiano – e 29 de dezembro de 1937 – Vasco 12 x 0, no estádio das Laranjeiras. Foram sete “traulitadas”, considerando-se marcadores acima de quatro tentos. Totalizando 23 confrontos, a galera vascaína comemorou 19 vitórias.

VASCO 7 X 3 UBERLÂNDIA é o maior placar vascaíno nos 29 de maio. Aconteceu,  amistosamente, na casa do adversário, em um domingo de 1940, na época em que a rapaziada era treinada por Flávio Costa. Ademir Menezes (2), Maneca (2), Heleno de Freitas (2) e Tuta “laçaram o marruá” da cidade que sempre teve muita admiração pelo Vasco. Tanto que já o convidou para 10 amistosos, dos quais foi bastido em cinco: 29.05.1949 –  7 x 3; 20.09.1959 – 1 x 0; 06.05.1962 –  5 x 0; 11.02.1958 –  2 x 1; 26.02.1978 –  3 x 1.

VASCO 6 X 1 LA CORUÑA foi de apagar o anfitrião. No 29 de maio de 1955, a turma saiu da Colina e foi sacanear o Deportivo La Coruña, na Espanha, mandando 6 x 1. Pinga pingou dois e Sabará mais dois nas redes. Alvinho, Parodi e Adésio também enfiaram o pé no filó. Por aquele tempo, o Vasco vivia uma entressafra, preparando o terreno para voltar a ser campeão, o que não rolava desde 1952, na última viagem do “Expresso da Vitória”. Mesclando veteranos de tantos títulos, com uma nova geração vencedora, o time que goleou os espanhóis, com Flávio Costa no comando, foi: Barbosa, Paulinho de Almeida e Bellini; Adésio (Ely do Amparo), Jophe e Dario; Sabará (Iedo), Maneca, Vavá (Alvinho), Parodi e Pinga.    
 

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - AS BELÍSSIMAS VEDETES DONAS DA BOLA

 Todas as revistas esportivas brasileiras haviam sido muito bem comportadas na publicação de fotos de mulheres-atletas. Afinal, durante a primeira metade do século 20, quem ousava ir além dos limites estabelecidos? Vigiados, principalmente, pela Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana e as famílias conservadoríssimas.

Pois a “Revista do Esporte” ousou. Um pouquinho!  Como era moldada pela “irmã mais velha”, a “Revista do Rádio”, aproveitava-se da popularidade das vedetes do teatro e fazia uma espécie de “transplante” de pauta, para mexer com o alibido do seu público. Só dava uma “aconchambrada” no texto, como falava o chamado “torcedor de boteco”, para desportiviza-lo. Coisas como apontar o time pelo qual torcida, o  jogador de futebol predileto, se frequentava os estádios, por aí!                   A vedete Eloína foi a deslocada da “RR”, muito seguramente pela sugestão de Anselmo Domingo, ao secretário de redação da “RE”, Milton Salles,  para “sexyzar” o Nº 58, datado de 16 de abril de 1960, que fez muito marmanjo pecar. Basta conferir nas fotos. Nenhuma publicação do ramo já havia clicado uma mulher intuindo tirar a blusa, ou exibindo as coxas, de maneira muito sensual. Na foto principal (foram três) da matéria (de duas página), Eloína veste o que de menor uma mulher poderia vestir, por aquela época, no teatro e nos musicais. Só cobria o essencialmente proibido.

 Para justificar aquela pauta, a “RE” disse , por um título rasgando as duas folhas, que a vedete ...”até brigava com homens por causa do Vasco”. Eloína mandava dizer à torcida vascaína que o capitão do time, o zagueiro Bellini”, era o atleta que mais admira, “pela dignidade com que se conduz em campo”, mas considerava Ademir Menezes como o maior de todos que já vestira a jaqueta do seu time. E deixava certa a contagem de mais um torcedor engrossando a “Turma da Colina”, o seu filho Anton José, de três meses.
 Por ali, o redator da “RE” – ou da “RE”? –, costurou uma historinha interessante: a moça ficara possessa, ao abrir um presente, de tias rubro-negras, para o neném. Era uma camisa do Flamengo!

Eloína, ao mesmo tempo em que não tinha problemas para exibir o seu corpo, mostrava-se conservadora em outros itens, como só admitir mulher jogar futebol se fosse por uma causa benemérita. “...a mulher é delicada, como uma flor, e não nasceu para praticar esportes demasiados rudes”, explicava-se, garantindo não aceitar um convite para rolar a bola, a não ser que  a renda fosse revertida, por exemplo, em favor da “Casa dos Artistas”.

Pessoalmente, Eloína confessava só conhecer quatro astros da bola, Ademir Menezes, Zizinho , Pinga e Almir, todos cruzmaltinos. Definia-se como uma torcedora “nervosíssima”, durante os jogos do Vasco, levantando-se e sentando-se “mais de 100 vezes”, atrapalhando a visão de quem estivesse atrás. Mas tinha algo muito mais feroz: quando ia ao Maracanã, discutia com quem insultasse os jogadores cruzmaltinos. Certa vez, descera a mão sobre um cara que chamava o goleiro Barbosa de frangueiro. Por causa daquilo, deixou de ir pra galera. Passou a ser uma “teletorcedora”. E jurava explodir a praia de Copacabana, (como fogueteira, é claro), no dias em que o Vasco goleasse o Flamengo, por dez a zero.                                        
.Por fim, mesmo casada (com marido vascaíno, claro!), Eloína disse aos leitores da “RE” que  “adoraria dar um beijo em Pelé”, para ela, o melhor jogador do Brasil. Como vibrou com aquela guri, durante os 5 x 2 sobre a Suécia, na final da Copa do Mundo-1958. Segundo contou, a cada gol brasileiro vibrava e saltava mais do que Adhemar Ferreira da Silva, por sinal, campeão olímpico e “Fera da Colina
 A moreníssima Carminha vestia a camisa do "Diabo", isto é, do América Futebol Clube, e encantava nas disputas cariocas. Tinha torcedor que suspirava ao vê-la entrando na quadra. Uma das mais belas jogadores do basquetebol brasileiro da década-1960.









 




CAMPEÃO NO ATLETISMO CARIOCA-2016

O Vasco da Gama manteve, hoje,  a hegemonia nas pistas de atletismo carioca, sagrando-se, pela terceira vez consecutiva, campeão estadual masculino e feminino de atletismo. A turma é  comandado pela coordenadora técnica Solange Chagas do Valle, contando com um grupo de profissionais para  provas específicas. 
O "Almirante" obteve ótimos resultados, com índices para o maior evento nacional, o Troféu Brasil. que será disputado entre os dias 29 de junho e 3 de julho. O torneio contará com a participação do atleta olímpico Aldemir Gomes da Silva Junior e sua treinadora Vânia Maria. Os competidores estão bem motivados e vários conquistaram dobradinha e trinca vascaína.
 
                               Confira a galeria dos CAMPEÕES cruzmaltinos:
Arnaldo Viieira – Lançamento de dardo; Evelyn de Paula,  100m e 200m ;Genival Machado da Silva Santos, 1.500m; Matheus de Freitas Gomes/Herbert Vinicius Miranda dos Santos/Daniel Duarte/Ivan Fernandes B. de Mello,  4X100m; Ana Paula Carvalho, 800m e 1.500m; Louise Kenia Maciel;  lançamento de dardo; Daniel Duarte/Ivan Fernandes/Hebert dos Santos/Stefany Sérgio, 4X400m; Uhuru Figueira Rocha/Bianca C. Amaro dos Santos/Ana Carolina Marcusso/ Ursulla Rinally, 4X100m;  Daniel Duarte da Silva - 200m, e Arthur da Silva Souza, 10.000m. 
                                                                  

 

sábado, 28 de maio de 2016

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 28.05

Coincidentemente, o Vasco venceu três times, pelo mesmo placar de 2 x 0, nos 28 de maio: Coritiba, Portuguesa de Desportos e Sport Recife. E empatou, por 1 x 1, com dois tricolores, Fluminense e São Paulo.  

VASCO 2 X 0 CORITIBA foi na casa do adversário, o estádio Couto Pereira, em Curitiba, pelo Campeonato Brasileiro-1978. A visita foi recebidas por 11.747 pagantes, que viram Ramon, aos 10 e aos 44 minutos do segundo tempo, marcar os tentos cruzmaltinos. O treinador das rapaziada era Orlando Fantoni, que  escalou: Mazaropi; Orlando ‘Lelé”, Gaúcho, Geraldo e Marco Antônio (Paulo César); Helinho, Zé Mário e Zanata (Paulo Roberto); Guina, Ramon e Paulinho.    

VASCO 2 X 0 PORTUGUESA DE DESPORTOS rolou fora do Rio de Janeiro,  valendo a Taça Cidade de Juiz de Fora, conquistada no Estádio Radialista Mário Heleno, em uma quarta-feira de 1986, com gols marcados por Romário e Mazinho. O time era treinado por Antônio Lopes, nos tempos de Paulo Sérgio, Paulo Roberto, Vitor, Donato, Fernando, Paulo César,  Mazinho, Geovani, Mauricinho, Roberto Dinamite e Romário.

VASCO 2 X 0 SPORT-PE  foi a história "Leão das Ilha" abatido, também noite de quarta-feira, em São Januário, no jogo de volta pelas  semifinais da Copa do Brasil-2008. Apareceram 24.033 pagantes para escutar o apito de Alício Pena Júnior-MG, que confirmou os gols marcados por Leandro Amaral, aos 19, e Edmundo, aos 45 minutos do segundo tempo. Antônio Lopes era o treinador e esta turma assinou na súmula da partida: Tiago; Wagner Diniz, Jorge Luiz, Luizão e Pablo; Jonílson, Leandro Bonfim, Morais (Madson/Rodrigo Antônio) e Alex Teixeira (Jean); Leandro Amaral e Edmundo.

VASCO DA GAMA 4 X 3 BAHIA

A série invicta, iniciada em 1º de novembro do ano passado, prosseguiu, na tarde de hoje, sem que nem Nosso Senhor do Bomfim, protetor do Tricolor de Aço da Boa Terra desse jeito. O "Almirante" foi para a sua quarta vitória consecutiva no primeiro turno do Brasileirão da Segundona, somando tranquilos 12 pontos, que o deixam líder inquestionável. Na próxima terça-feira, a rapaziada vai à Arena Barueri, em São Paulo, enfrentar o Oeste.
 No balanço de mais uma vitória, na Colina, o dono do show foi o meia-atacante Nenê, autor de sete gols. Com isso, ele atinge seis na brigas pela artilharia da Série B e atinge 30 participações nos 31 jogos invicto, seguido pro Madson e Martin Silva (27); Rodrigo  (26); Andrezinho, Jorge Henrique, Luan e Júlio César  (25); Júlio dos Santos (23); Riascos (22); Marcelo Mattos (2); Éder Luís (19);Thalles e Yago Pikachu (18); Diguinho e Rafael Vaz (15) e outros com menos participações, como você poderá consultar abaixo da ficha técnica.
Nenê foi o dono do show da tarde. Botou a rede pra dançar em dois lances

OS GOLS - O primeiro foi  marcado por Thalles, que atuava pela centésima vez com a camisa vascaína. Júlio dos Santos lançou, Yago Pikachu invade área e jogou a bola na cabeça do atacante, que escorou para a rede, aos 17 minutos: 1 x 0.
A segunda pelota na caçapa saiu de execução por bola parada. O craque Nenê cobrou escanteio, Thalles cabeceou à queima-roupa, o goleiro Marcelo Lomba salvou, mas o zagueiro vascaíno Luan pegou o rebote e aumentou o placar, aos 39 minutos: 2 x 0, placar do primeiro tempo.
O "Almirante" voltou navegando devagar nos primeiros 20 minutos da etapa final e permitiu o empate dos baianos. No entanto, dois minutos depois da igualdade no placar,  Yago Pikachu atacou pela direita e lançou Nenê. Este petequeou a "maricota", mirou o arco e flechou a rede, num golaço de fora da área: 3 x 2.  Aos 33 minutos, Nenê marcou mais um, desta vez, batendo falta: 4 x 2. No finalzinho, Bruno Gallo achou de também fazer um gol. Só que contra. E o feitiço da Colina sobre o garoto do placar deixou a peleja com sete bolas no barbante, a maioria para o time da casa.
 
FICHA TÉCNICA –  28.05.2016 (sábado) -  VASCO 4 X 3 BAHIA. 3º rodada do Campeonato Brasileiro da Série B.  Local: São Januário-RJ. Juiz: Emerson de Almeida Ferreira. Público presente: 9.014. Pagantes:  7.757. Renda: R$ 260.510. Gols: Thalles, aos 17', e Luan, aos 39 min do 1º templo; Luisinho, aos 4; Danilo Pires, aos 19; Nenê, aos 21 e aos 33, e Bruno Gallo (contra), aos 44 min do 2º tempo. VASCO: Jordi; Yago Pikachu, Luan, Rodrigo e Júlio César; Marcelo Mattos, Júlio dos Santos (Bruno Gallo), Éder Luís (William) e Nenê; Jorge Henrique e Thalles (Caio Monteiro). Técnico: Jorginho Amorim. BAHIA: Marcelo Lomba; Tinga, Lucas Fonseca, Jackson e João Paulo; Feijão, Danilo Pires, Paulo Roberto (Luisinho) e Renato Cajá (Gustavo Blanco); Thiago Ribeiro (Edigar Junio) e Hernane. Técnico: Doriva. 

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A BELA DA REVISTA - INGEBOREG KRAUSE


O nome e os cabelos eram das alemãs. Mas Ingeborg Crause era brasileira. Inclusive, campeã pan-americana, nos Jogos de Chicago, nos Estados Unidos. Por clubes, defendia ao Botafogo. E enfeitava cada quadra que pisava, mostrando ser fera no voleibol. Ele foi contracapa da "Revista do Esporte" de N 68, que circulou com data de 25 de junho de 1960.  

The name and hair were of German. But Ingeborg Crause was Brazilian. Including Pan American champion in Games Chicago, USA. For clubs, defended the Botafogo. And gracing each block which trod, showing that beast in volleyball. It was the cover of "Sports Magazine" N 68, circulated dated June 25, 1960.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 27.05

Três cariocas, um gaúcho, um capixaba, um paulista e um norte-americano estão ente os times demolidos pela "Turma da Colina" nos 27 de maio. Data de alguns apertos, mas de goeladas, também, como vamos conferir nesses jogos oficiais e amistosos abaixo.

VASCO 3 X 2 AMÉRICA valeu pelo Torneio Municipal-1944. Lelé, Chico e Isaías foram às redes naquela dia quando estava em jogo a Taça Prefeitura do Distrito Federal.
VASCO 2 X 1 CANTO DO RIO já valeu pelo Torneio Municipal-1945. Naquele ano, o Vasco beliscou o bi. E não fez mais do que a sua obrigação, pois era quase imbatível, com o seu “Expresso da Vitória”. Diante do "Cantusca", Ademir Menezes e Isaías balançaram o filó. Importância da difícil vitória? Foi de virada, no segundo tempo. Antes daquilo, a rapaziada havia mandado 3 x 0 no Bangu (24.09); 6 x 1 pra cima do São Cristóvão (06.05); 5 x 1 diante do Flamengo (13.05) e 6 x 0 contra o Bonsucesso (20.05). 

VASCO 2 X 0 JUVENTUS-SP foi o  único jogo entre os dois times. Aconteceu em um domingo de 1962, quando a rapaziada levou o “Moleque Travesso” da “pauliceia” para passear no Rio de Janeiro. Só não foi gentil no gramado de São Januário. Mandou 2 x 0, com Vevé marcando um dos tentos.  
VASCO 8 X 4 VITÓRIA-ES - Em 1951, o Vasco tinha o time mais forte do país. Campeão carioca e base da Seleção Brasileira, choviam convites para amistosos. Um deles era para 27 de maio, em Vitória, no Espírito Santo. E a “Turma da Colina” foi lá derrotar  o Vitória: 8 x 4, em um domingo, apitado pelo carioca Carlos  ‘Tijolo’ de Oliveira Monteiro. Com gols marcados por Ademir Menezes (2), Ipojucan (2), Tesourinha e Friaça, (Miugez, Gessi e de Lucas, pelo adversário), o técnico Oto Glória escalou: Barbosa, Augusto e  Laerte (Clarel); Lola, Danilo e Jorge (Alfredo II); Tesourinha, Ipojucan (Amorim), Friaça, Ademir e Dejayr.  O Vitória alinhou: Louro, Dodoca, Benjamin, Veraldo, Atílio, Venicius (Tom), Lucas, Lago, Miguez, Gessi e Nilson.  
VASCO 2 X 1 DOM BOSCO-MT foi um outro amistoso fora de casa. Era 1972 e a rapaziada foi à Cuiabá vencer, por 2 x 1, com gols marcados por Jorginho Carvoeiro e Jaílson.
    
VASCO 4 X 1 FLUMINENSE - Esta goleada sobre os tricolores pode ser considerado o resultado mais expressivo dos vascaínos nos 27 de maio. Levando-se em conta que, do outro lado, havia um tradicional e forte adversário, desde 11 de março de 1923, quando a “Turma da Colina” mandou 3 x 2, amistosamente, na Rua Figueira de Mello. O sacode foi dominical e valeu pelo Estadual-1979,  no Maracanã, apitado por Arnaldo César Coelho.  Roberto Dinamite (3) e Paulinho marcaram os gols do time do técnico gaúcho  Carlos Froner, que escalou: Leão; Orlando ‘Lelé’, Abel, Geraldo e Marco Antônio; Helinho (Toninho Vanusa), Dudu e Guina; Jader, Roberto Dinamite e Paulinho (Wilsinho).

VASCO 3 x 2 INTERNACIONAL constas como vitória  pela quart rodada do Campeonato Brasileiro-2005, em uma quarta-feira, em São Januário. Elton, aos 4 minutos, Philippe Coutinho aos 32, e Nílton, aos 38, todos no segundo tempo, pegaram o “Saci’ à laço, neste jogo testemunhado por 2.786 pagantes. Quem jogou? Fernando Prass; Elder Granja, Cesinha, Dedé e Ramon (Ernani); Rafael Carioca, Souza (Dodô) e Léo Gago; Philippe Coutinho e Elton.
VASCO 5 X 0 COMBINADO DA COSTA OESTE-EUA foi um daqueles "caça níqueis" internacionais,  na casa do Tio Sam, em 1990. O "Kike" encontrou gols de Tato, Sonny Anderson e de Júnior. Fica devendo dois. 

BELAS DA REVISTA DO ESPORTE - VILMA



 Vilma de Almeida era uma das melhores garotas das piscinas no país, entre os finais da década-1950 e os inícios do anos-1960. Disputava provas emocionantes contra a vascaína Maria de Lourdes. Ao casar-se e tornar-se a senhora João Clemente Gonçalves, deixou o campo aberto para a concorrente da Colina encher o peito de medalhas.
 
Vilma de Almeida was one of the best girls of the pools in the country, among the late-1950 and early-1960 years. Exciting disputed evidence against Vasco Maria de Lourdes. To get married and become Mrs Goncalves John Clement, left the field open for rival Hill fill the chest of medals.

HISTORI&LENDAS DA COLINA - ANIMAL

 1 - Edmundo Alves de Souza Neto, o “Animal”, foi vascaíno em três oportunidades: de 1990 a 1992; de 1996 a 1997, e de 1999 a 2000. Nascido em 2 de abril de 1971, no Rio de Janeiro, foi um dos craques mais talentosos da Colina. Na década de 90, foi o maior. Fora do Vasco, passou por Palmeiras-SP) (1993 a 1995 e em 2006); Flamengo (1995); Corinthians (1996); Fiorentina-ITA (1998/1999); Santos (2000); Napoli-ITA (2001); Cruzeiro-MG (2001); Kashima Reysol-JAP) 2002/ 2003); Fluminense (2004); Nova Iguaçu-RJ (2005 e Figueirense-SC (2005). Pela Seleção Brasileira, foi a uma Copa do Mundo, a de 1998, com dois jogos (uma vitória e uma derrota), totalizando 39 partidas, das quais venceu 25, empatou oito e caiu em seis, deixando 10 bolas nas redes. Foi campeão das Copas da Amizade-1992; Stanley Rous/Umbro-1995 e América-1997.
UM ANIMAL COM HABITAT ANA COLINA. Fazia passeiozinhos por fora, mas voltava sempre.

 2 - Arthur Antunes Coimbra, o Zico, o maior ídolo da torcida do Flamengo, um dia, vestiu a camisa de São Januário. Foi na despedida de Roberto Dinamite, em um amistoso em que o Vasco perdeu do espanhol La Coruña, por 2 x 0, com um dos gols marcados pelo ex-vascaíno Bebeto, o baiano José Roberto Gama de Oliveira. Quando treinava o Fernerbahce, na Turquia, Zico declarou, em oito de novembro de 2006: "Eu tenho muito carinho pelo Vasco. Foi o único clube que, na minha despedida, foi ao Maracanã, representado pelo presidente Calçada (Antônio Soares). Ele me entregou uma placa que guardo até hoje, com muito carinho. Foi um reconhecimento que jamais esquecerei. Tenho muito respeito pelo Vasco".
O GALINHO DE QUINTINO era filho de Seu Antunes, um português. Ta explicado!

3 - Um outro grande flamenguista que vestiu a camisa vascaína foi Thomaz Soares da Silva, o Zizinho, nascido em 14 de setembro de 1921, em Niterói. Viveu até 8 de fevereiro de 2002, tendo jogado pelo Byron de (Niterói, em 1938, como amador; Flamengo (1939 a 1950); Bangu) (1951 a 1957); São Paulo (1957 a 1959) e Audax Italiano-CHI (1959 a 1962). Pela Seleção Brasileira, disputou a Copa do Mundo de 1959, tendo feito quatro jogos, com três vitórias e uma derrota. Marcou dois gols. Totalizou 54 partidas, com 37 vitórias , quatro empates, 13 derrotas e 30 gols marcados. Foi campeão da Copa Rocca-1945; Sul-Americano-1949; Copa Rio Branco-1950; Taça Bernardo O´Higgins-1955; Taça do Atlântico-1956 e Taça Oswaldo Cruz-1956.
O MESTRE ZIZA QUERIA queria votar a jogar ao lado do amigo Ademir Menezes, como Zico o fez com o amigo Roberto Dinamite. 

 4 - Década de 1980 - Treinadores vascaínos: 1980 -
Orlando Fantoni, Gílson Nunes e Mário Jorge Lobo Zagallo; 1981 – Zagallo; 1983 – Antônio Lopes, Carlos Alberto Zanata, Júlio César Leal e Otto Glória; 1984 – 1984/1985 – Edu Coimbra; 1985/1986 – Antônio Lopes; 1986 – Cláuido Garcia; 1986/1987 – Joel Santana; 1987/1988 – Sebatião Lazaroni; 1988/1989 – Carlos Alberto Zanata; 1989 – Orlando ‘Lelé’’, Sérgio Cosme e Nelsinho Rosa. SEIS DELES FORAM ATLETAS DO CLUBE: Orlando Fantoni, Gílso Nunes, Carlos Alberto Zanata, Edu Coimbra, Joel Santana e Orlando “Lelé.

5 - Danilo Alvim foi um dos maiores craques brasileiros do seu tempo. Nascido em 03.12.1920, no Rio de Janeiro, aos 19 anos de idade, sofreu 39 fraturas, em uma das pernas, ao ser atropelado por um automóvel. Dois anos depois, estava jogando tanto que o Vasco o tirou do América. Dono de futebol clássico, ganhou o apelido de “Príncipe” e campeão carioca em 1945, 1947, 1949, 1950 e 1952, e do Sul-Americano de Clubes Campeões, em 1948, no Chile. Danilo foi titular da Seleção Brasileira durante a Copa do Mundo-1950, qual saiu vice-campeão. Três anos depois, enceraria a sua vida cruzmaltina. Passou pelo Botafogo e o Uberaba-MG. Como treinador, em 1963, comandou a seleção boliviana na conquista do Sul-Americano. Quando pendurou as chuteiras, Danilo não tinha mais nada, a não ser uma casa em seu nome, no Rio de Janeiro. Em 16 de maio de 1996, saiu desta vida, como morador de um asilo para velhinhos pobres e esquecidos.

6 - O atacante Kosilek foi um dos campeões carioca, em 1970. Em sua rápida passagem por São Januário, disputou apenas 14 jogos. Confira: 22.02.1970 – Vasco  0 x 2  Flamengo (Torn Inter de Verão); 24.03.1970 a- Vasco  1 x 0  Rio Branco-ES (amistoso); 05.04.1970 – Vasco   0 x 2  Bangu (Taça Guanabara); 26.04.1970 - Vasco   1 x 0  América-RJ. (Taça GB); 01.05.1970 - Vasco  0 x 0  Flamengo (Taça GB); 03.05.1970 0 Vasco  2 x 0  Desportiva-ES (amistoso); 10.05.1970 - Vasco  0 x 2  Flamengo. (Taça GB); 01.08.1970 - Vasco  1 x 0  Olaria (Campeonato Carioca); 09.08.1970 - Vasco  1 x 0  Flamengo. (Camp Car); 15.08.1970 - Vasco  2 x 0  Portuguesa-RJ (Camp Car); 13.09.1970 - Vasco  3 x 2  América-RJ (Camp Car); 20.09.1970 – Vasco  0 x 2  Fluminense (Camp Car); 17.10.1970  - Vasco 5 x 1  Santos (Taça de Prata);a 04.11.1970 – Vasco 4 x 0 CSA-AL (amistoso).

7 -  Em 1955, a revista  "Esporte Ilustrado", cujo dono era Levy Kleiman, vivia publicando fotos de times posados do Vasco. Mas seus feitores não se declaravam simpatizantes. As matérias eram assinadas por Thomaz Mazzoni (Olimpicus), Leunam Leite, Adolpho Scherman, Jorge Miranda, Carlos Sampaio, Flávio Sales, Herbert Mesquita, , Sérgio Lopes e jaime Ferreira. As fotografias eram de José Santos, Alberto Ferreira, Vito Moniz, José Alencar, Newton Viana de uma equipe paulista. Os gráficos de “goals” eram de William Guimarães, o humorismo de Miltn Sales, as caricaturas de Vilmar e os desenhos de Alberto Lima. Gratuliano Brito continuava sendo o diretor de redação, cujo endereço seguia na Rua Visconde de Maranguape, Nº 15. Em São Paulo, a distribuição e vendas era por conta da Agência Polano, à Rua João Bricola,  Nº 46.
8 - Em 4 de maio de 1980, Roberto Dinamite sentou-se na poltrona nº 17, como sempre fazia, e seguiu, de São Januário, para o Maracanã. Estranhou o grandioso público para um jogo entre times classificados à fase seguinte do Campeonato Brasileiro. Não se tocou que seria o seu reencontro com a torcida vascaína, de volta do espanhol Barcelona. Do vestiário, ouviu a torcida gritar o seu nome, e chorou, emocionado. Agradeceu com cinco gols: Vasco 5 x 2 Corinthians, de virada.
9 - Na volta de Roberto, o corintiano Caçapava abriu o placar, aos 11 minutos, mas Roberto dinamitou o "Timão", aos 13, 27 e 37. Aos 39, Sócrates bateu pênalti e diminuiu para os alvinegros paulistas. Roberto fez um outro, aos 42. E mais outro, aos 27 do segundo tempo do jogo assistido por 107.474 pagantes. Naquele dia, o técnico vascaíno Orlando Fantoni escalou: Mazaropi; Paulinho II, Juan (Ivã), Léo e Paulo César; Carlos Alberto Pintinho, Guina e Edu; Wilsinho (João Luís), Roberto Dinamite e Catinha.
10 - Gols de Roberto Dinamite por adversários: Fluminense 43; América 30; Botafogo 28; Americano 27; Bangu 27; Flamengo 27; Goytacaz 22; Portuguesa 22; Bonsucesso 19; Campo Grande 18; Olaria 14; São Cristóvão 14; Madureira 12; Internacional 11; Corinthians 10; Volta Redonda 10; Operário 8; Vitória 8; Santos 7; Grêmio 7 e Goiânia 7.
 

 

quinta-feira, 26 de maio de 2016

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 26.05

A data 26 tem números magrinhos no placar, como os abaixo diante de América,  Olaria, Coritiba, Racing Lens e Portuguesa de Desportos. Um pouco mais de folga  no marcador só contra africanos e americanos. No entanto, diz o sábio torcedor: bateu por 1, venceu por  10, o que importa é que aconteceu. Tem razão! Como veremos, com um detalhe: duas partidas na data, contra Tupi de Juiz de Fora-MG (2 x 1), amistosamente, e América-RJ (4 x 1), pelo Torneio Municipal. Explica-se: na época, o Vasco era tão forte que podia formar dois times, sem medo de pisar na bola. E não pisava;     

VASCO 1 X 0 AMÉRICA, pelo Campeonato Caricoa-1940, foi um pequeno aperto do "Almirante" no "Diabo", jogado no Estádio Álvaro Chaves, nas Laranjeiras, com gol marcado por Alfredo. Aquele cara que foi dispensado, arrumou emprego no Flamengo, mas chorava de saudade da Colina. E o jeito foi aceita-lo de volta. Naquele prélio apitado por Mário Vianna, a "Turma da Colina" foi representadas por: Nascimento, Jaú e Florindo; Figliola, Zarzur e Dacunto; Lindo, Alfredo, Durval, Villadoniga e Orlando (Luna).

VASCO 4 X 1 AMERICA, neste caso, valeu pelo Tornei Municipal-1946, no estádio das Laranjeiras. Márfio Vianna apitou e o público ficou por volta dos 8 mil pagantes. Chico e Isaías, no primeiro tempo, e Chico, novamente, e Alfredo, no segundo, cerraram os chifres do "Diabo".  O uruguaio Ondino Viera era o chefe da rapaziada: Barbosa, Rubem e Sampaio; Alfredo, Nílton e Jorge; Santo Cristo, Djalma, isaías, Elgen e Chico.
VASCO 2 X 1 TUPI-MG foi um amistoso na casa do adversário, com gols marcados por João Pinto e Lelé.

VASCO 2 X 1 OLARIA, em um sábado, no estádio de Moça Bonita, pelo Torneio Municipal de 1951, teve apito de Milton Silveira e gols marcados por  Noca e Jansen, um em cada tempo. O mais importante? Mais uma vitória para a coleção de viradas da "Turma da Colina", que estava comandada por Oto Glória. Valeu pelo Torneio Municipal-1951, disputa em que o time cruzmamaltino andou muito irregular, goleando e sendo goleado. E o pior: chegou a perder os pontos dos 3 x 0 sobre o Canto do Rio, por ter escalado Bira irregularmente. Terminou em sexto lugar, com nove pontos, em 20 disputados. Confira os resultados: 11.04.1951 – Vasco 2 x 4 São Cristóvão; 21.04 – Vasco 3 x 1 Fluminense; 29.04 – Vasco 6 x 0 Bonsucesso; 06.05 – Vasco 1 x 2 Flamengo; 13.05 – Vasco 3 x 0 Canto do Rio; 19.05 – Vasco 1 x 4 Bangu; 26.05 – Vasco 2 x 1 Olaria; 02.06 – Vasco 4 x 4 América; 09.06 – Vasco 6 x 1 Madureira; 26.06 – Vasco 0 x 3 Botafogo.   

VASCO 2 X 1 LENS-FRA foi produto de uma excursão à Europa, quando o treinador Martim Francisco estava armando o time que seria o campeão carioca da temporada-1956.  Vavá furou a rede do adversário.    
VASCO 3 X 1 SELEÇÃO DA ÁFRICA OCIDENTAL está registrado no giro de 1963, pelo continente africano. Naquele dia, Célio (2) e Sabará foram os "caras" do grupo que abriu os trabalhos anuais treinado por Jorge Vieira que, em setembro,  passou o cargo a Oto Glória, que ficou até novembro, para o interino Eduardo Pellegrini fechar a temporada, em dezembro.

VASCO 1 X 0 CORITIBA, em 1983, foi um amistoso, em uma quinta-feira, no Estádio Couto Pereira, em Curitiba, presenciado por 9.098 torcedores. Marquinho marcou o gol vascaíno. Naquele dia, quem estava como treinador era o ex-zagueiro Miguel Pereira, que escalou: Acácio; Galvão, Orlando ‘Fumaça’, Celso e Gilberto; Celso, Serginho e Elói; Jussiê (Almir), Marquinho, Bebeto e Oliveira.    

VASCO 1 X 0 PORTUGUESA DE DESPORTOS, mais este "Clássico Luso", rolou em um sábado, na casa do adversário, em São Paulo, apitado pelo paranaense Heber Roberto Lopes. Alecsandro, aos 20 minutos do primeiro tempo, foi o único cara a pintar na rede, para o time do técnico Cristóvão Borges, que alinhou:. Fernando Prass; Fagner, Renato Silva, Rodolfo (Douglas) e Dieyson; Nilton, Fellipe Bastos (Chaparro), Allan e Diego Souza (Carlos Alberto); Eder Luis e Alecsandro.   

BELAS DA MANCHETE ESPORTIVA - BETH

Vários astros da década-1950 trocariam taças  faixas de campeão
pelos carinhos da belíssima vedete  Elizabeth Gasper












TRAGÉDIAS DA COLINA - O EXPULSO

  
O MEIA VÁTLER MARCIANO ERA UM EXTRAORDINÁRIO HOMEM DE MEIA-CANCHA, CRAQUE, INDISCUTÍVELA, CHEGOU À SELEÇÃOA BRASILEIRA E FOI ÍDOLO DA TORCIDA ESPNHOLA. MAS ERA, TAMBÉM, UM JOGADOR CATIMBEIROA. EI-LO APRONTANDO UMA, NO MARACANÃ, QAUANDO FOI "CONVIDADO" A IR MAIS CEDO PARA O CHUVEIROA – NO TEMPO EM QUE OS ATLETAS NÃO SENTAVAM-SE NO BANCO DOS RESERVAS, PARA ACOMPANHAREM O RESTANTE DA PUGNA. (foto reproduzida da revista Manchete Esportiva).
 
HALF VÁTLER MARCIANO WAS A SPECIAL MAN HALF-Cancha, CRAQUE, INDISCUTÍVEL, COME TO BRAZIL AND SELEÇÃO AND WAS EN IDOL WAS THE TWISTED IN SPAIN. BUT WAS ALSO A PLAYER CATIMBEIROA. HEREA, AHE WAS IANA THE MARACANÃ, WHEN WAS "INVITED" TO GO EARLY FOR BATH TIME AT WHICH THE ATHLETES NOT seat on BANK OF RESERVES, to accompany the rest of the wrestling. (Photo reproduced Headline Sports Magazine).

quarta-feira, 25 de maio de 2016

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 25.05

 A data 26 tem números magrinhos no placar, como os abaixo diante de América,  Olaria, Coritiba, Racing Lens e Portuguesa de Desportos. Um pouco mais de folga  no marcador só contra africanos e americanos. No entanto, diz o sábio torcedor: bateu por 1, venceu por  10, o que importa é que aconteceu. Tem razão! Como veremos, com um detalhe: duas partidas na data, contra Tupi de Juiz de Fora-MG (2 x 1), amistosamente, e América-RJ (4 x 1), pelo Torneio Municipal. Explica-se: na época, o Vasco era tão forte que podia formar dois times, sem medo de pisar na bola. E não pisava.     
 
 
VASCO 1 X 0 AMÉRICA, pelo Campeonato Caricoa-1940, foi um pequeno aperto do "Almirante" no "Diabo", jogado no Estádio Álvaro Chaves, nas Laranjeiras, com gol marcado por Alfredo. Aquele cara que foi dispensado, arrumou emprego no Flamengo, mas chorava de saudade da Colina. E o jeito foi aceita-lo de volta. Naquele prélio apitado por Mário Vianna, a "Turma da Colina" foi representadas por: Nascimento, Jaú e Florindo; Figliola, Zarzur e Dacunto; Lindo, Alfredo, Durval, Villadoniga e Orlando (Luna).

VASCO 4 X 1 AMERICA, neste caso, valeu pelo Tornei Municipal-1946, no estádio das Laranjeiras. Márfio Vianna apitou e o público ficou por volta dos 8 mil pagantes. Chico e Isaías, no primeiro tempo, e Chico, novamente, e Alfredo, no segundo, cerraram os chifres do "Diabo".  O uruguaio Ondino Viera era o chefe da rapaziada: Barbosa, Rubem e Sampaio; Alfredo, Nílton e Jorge; Santo Cristo, Djalma, isaías, Elgen e Chico.
VASCO 2 X 1 TUPI-MG foi um amistoso na casa do adversário, com gols marcados por João Pinto e Lelé.
 
VASCO 2 X 1 OLARIA, em um sábado, no estádio de Moça Bonita, pelo Torneio Municipal de 1951, teve apito de Milton Silveira e gols marcados por  Noca e Jansen, um em cada tempo. O mais importante? Mais uma vitória para a coleção de viradas da "Turma da Colina", que estava comandada por Oto Glória. Valeu pelo Torneio Municipal-1951, disputa em que o time cruzmamaltino andou muito irregular, goleando e sendo goleado. E o pior: chegou a perder os pontos dos 3 x 0 sobre o Canto do Rio, por ter
Confira os resultados: 11.04.1951 – Vasco 2 x 4 São Cristóvão; 21.04 – Vasco 3 x 1 Fluminense; 29.04 – Vasco 6 x 0 Bonsucesso; 06.05 – Vasco 1 x 2 Flamengo; 13.05 – Vasco 3 x 0 Canto do Rio; 19.05 – Vasco 1 x 4 Bangu; 26.05 – Vasco 2 x 1 Olaria; 02.06 – Vasco 4 x 4 América; 09.06 – Vasco 6 x 1 Madureira; 26.06 – Vasco 0 x 3 Botafogo.   

VASCO 2 X 1 LENS-FRA foi produto de uma excursão à Europa, quando o treinador Martim Francisco estava armando o time que seria o campeão carioca da temporada-1956.  Vavá furou a rede do adversário.    
VASCO 3 X 1 SELEÇÃO DA ÁFRICA OCIDENTAL está registrado no giro de 1963, pelo continente africano. Naquele dia, Célio (2) e Sabará foram os "caras" do grupo que abriu os trabalhos anuais treinado por Jorge Vieira que, em setembro,  passou o cargo a Oto Glória, que ficou até novembro, para o interino Eduardo Pellegrini fechar a temporada, em dezembro.

VASCO 1 X 0 CORITIBA, em 1983, foi um amistoso, em uma quinta-feira, no Estádio Couto Pereira, em Curitiba, presenciado por 9.098 torcedores. Marquinho marcou o gol vascaíno. Naquele dia, quem estava como treinador era o ex-zagueiro Miguel Pereira, que escalou: Acácio; Galvão, Orlando ‘Fumaça’, Celso e Gilberto; Celso, Serginho e Elói; Jussiê (Almir), Marquinho, Bebeto e Oliveira.    
VASCO 1 X 0 PORTUGUESA DE DESPORTOS, mais este "Clássico Luso", rolou em um sábado, na casa do adversário, em São Paulo, apitado pelo paranaense Heber Roberto Lopes. Alecsandro, aos 20 minutos do primeiro tempo, foi o único cara a pintar na rede, para o time do técnico Cristóvão Borges, que alinhou:. Fernando Prass; Fagner, Renato Silva, Rodolfo (Douglas) e Dieyson; Nilton, Fellipe Bastos (Chaparro), Allan e Diego Souza (Carlos Alberto); Eder Luis e Alecsandro.   

ELEGANTE DA COLINA - LEILA

Na  noite de 24 de janeiro de 1953, um sábado, o Vasco participou do concurso “Miss Elegante Bangu-1952”, com o desfile de representantes dos principais clubes do país. Embora realizada com atraso, o grande baile da moda nacional foi considerado  pela revista “O Cruzeiro” (Ano XXV, Nº 18, de  14 de fevereiro de 1953, com tiragem de 520 mil exemplares), “o maior e mais estrondoso desfile de modas já realizado no Brasil”, com 1.200 pessoas superlotando “os elegantes salões do Copacabana Palace Hotel”.     
Disse a revista semanal que os presentes “tiveram o ensejo de verificar a alta qualidade do tecido de algodão e a confecção dos  60 vestidos desenhados por figurinistas nacionais.
A representante cruzmaltina foi a senhorita Leila de Oliveira, usando vestido de baile, em organdi permanente azul, com folhas plissadas ajustadas todas na cintura por uma faixa do mesmo tom.
Nem só de bola rolando, braços remando, cortando na rede e atirando na cesta vive o Vasco. O clube  prestigia  manifestações de vários setores. (Foto reproduzida da revista O Cruzeiro). 

terça-feira, 24 de maio de 2016

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 24.05

Vasco e Ponte Preta usam uniformes quase idênticos. E disputam a primazia da invenção da faixa em diagonal na camisa. Os ponte-pretanos juram que foram imitados, enquanto os cruzmaltinos alegam que já a usavam desde as suas primeiras regatas, além de dizerem que seria pouco provável um clube da capital brasileira de então, o Rio de Janeiro, imitar agremiações do interior do país. No meio desse bate-boca todo, Vasco e Ponte Preta escalaram “um time de duelos” entre eles (11 jogos), pelo Campeonato Brasileiro, na data 24 de maio de 2003. Deu “Bacalhau’ no cardápio: 1 x 0 sobre o clube de Campinas-SP, em um sábado, em São Januário, pela 10ª rodada. Assistida por 856 pagantes, o demonstra que os olhos cariocas não olham para a “Macaca”,  a refrega foi mediada por Wilson de Souza Mendonça (PE) e teve gol marcado por Wellington Paulo, aos 44 minutos do segundo tempo. Treinada por Antônio Lopes, a “Turma da Colina” foi: Fábio; Russo, Wescley, Wellington Paulo e Wellington (Edinho); Da Silva, Rodrigo Souto, Danilo (Morais) e Marques; Cadu e Anderson (Ely Thadeu).

VASCO 2 X 0 CARIOCA é do Campeonato  Carioca-1931. O atacante Carlos Paes, que tinha o apelido de "Oitenta-e-Quatro", fez um. Sant´Anna, que aparece muito escrito, também, na forma Santana, marcou o outro.  

VASCO DA GAMA 2 x 0 VILA NOVA-GO

Três jogos, três vitórias pelo Brasileirão da Série B, com sete gols marcados e nenhum sofrido. E 30 partidas invictas. Isso é o "Almirante", líder, invicto e absoluto na Segundona. No sábado, ficará à espera do Bahia, em São Januário, a partir  das 16h30. 
O primeiro tempo de hoje, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, foi muito equilibrado, com os vascaínos criando boas chances para marcar, aos 30 minutos. Mas ficou no 0 x 0. O inicio da etapa final foi atrapalhado pela brutalidade da Polícia Militar do Distrito Federal, que foi para o estádio deixar a partida parada, por dois minutos, por conta de "spray" de pimenta, que atingiu os jogadores dentro do gramado.
Nenê, comemorando com Jorge Henrique e Diguinho, resolveu a parada
O primeiro tento surgiu aos 25 minutos. Em lance pela esquerda, Nenê gingou na frente de Jefferson Feijão, que conseguir tomar-lhe a frente, mas derrubou o cruzmaltino dentro da área. Pênalti que Nenê cobrou, mandando a bola para o canto esquerdo defendido pelo goleiro Edson, que chegou a tocar na bola. Oito minutos depois, o mesmo, Nenê resolveu fechou a conta, escrevendo o seu quinto gol no campeonato.
 

FICHA TÉCNICA – 24.05.20216 (terça-feira) - VASCO 2 X 0 VILA NOVA-GO. 3º rodada do
Campeonato Brasileiro da Série B. Estádio: Mané Garrincha-Brasília. Juiz: Marcelo Aparecido de Souza-SP. Público e renda: não divulgados. Gols: Nenê, aos 26, e aos 33 min do 2º tempo. VASCO: Jordi; Madson, Luan (Eder Luis), Rodrigo e Julio César; Julio dos Santos (Diguinho), Marcelo Mattos, Yago Pikachu e Nenê; Jorge Henrique e Thalles (Evander). Técnico: Jorginho Amorim. VILA NOVA-GO: Edson; Jefferson Feijão, Anderson, Vinícius Simon e Marcelo Cordeiro; Magno Silva (Vinicius Hess), Robston, Jean Carlos, Fabinho e Roger (Frontini); Vandinho (Leandrinho). Técnico: Rogério Mancini. OBS: Diguinho foi expulso de campo. (Foto de Carlos Gregório Júnior, de www.crvascodagama.com.br) Agradecimento.

VASCAÍNOS PAN-AMERICANOS

Para observar atletas e formar a equipe canarinha que participaria, pela primeira vez, do torneio de futebol dos Jogos Pan-Americanos, em 1959, em Chicago, nos Estados Unidos, a Confederação Brasileira de Desportos promoveu um torneio entre as seleções amadoras do então Distrito Federal, que era a cidade do Rio de Janeiro; do Estado do Rio de Janeiro, que tinha Niterói por capital, e mais as de São Paulo e de Minas Gerais.
Os cariocas formaram à sua equipe à base de Vasco e Flamengo, e se deram bem. Enquanto os mineiros venceram os paulistas, por 1 x 0, na primeira rodada, o “VasFla mandou 8 x 0 nos fluminenses. Na decisão, os juvenis dos dois maiores rivais do futebol carioca venceram Minas Gerais, por 4 x 0, enquanto São Paulo goleava o Estado do Rio, por 4 x 0.
João, Gérson, Beiruth, Viladônega e Germano
O time campeão do Torneio João Havelange, como chamou-se a disputa, alinhou: Edmar (Fla), Canindé (Vsc) e Hilton (Fla); Ouraci (Fla) e Edílson (Vsc);  Maranhão (Vsc) e Gérson “Canhotinha de Ouro (Fla); João (Vsc), Beirute (Fla), Viladônega (Vsc) e Germano (Fla). O treinador foi rubro-negro,  o ex-zagueiro paraguaio Modesto Bria.    
Para o Pan, que chegavam à terceira edição, a CBD chamou, como treinador, Newton Cardoso e, também, atletas do Fluminense – Edson Borracha, Nélson, Rubens-II, Dari e Manuel – e o botafoguense China.  Cardoso manteve Edílson n lateral-esquerda, o meio-de-campo com Maranhão e Gérson, mas tirou o  João do seu ataque. 
Na final,  rolou 1 x 1 na final contra os “hermanos”. O time brasileiro igualou-se à Argentina pela pontuação, mas perdeu a medalha de ouro no saldo de gols, em 5 de setembro daquele 1959, no Hanson Stadium, de Chicago – antes de enfrentar os “albicelestes”, os seus resultados haviam sido:  4 x 2 Costa Rica; 4 x 0 Cuba; 3 x 5 Estados Unidos;  9 x 1 Haiti e 6 x 2 México. Nesses jogos, Edílson e Maranhão bateram na rede diante dos cubanos, em 30 de agosto, tendo o segundo voltado ao filó, em 2 de setembro, durante os 6 x 2 sobre os mexicanos.
Os dedfensoes (em pé) Edmar, Canindé, Hílton, Ouraci, Maranhão e Edílson
Maranhão era sempre apontado como merecedor de convocação para a seleção principal, pela metade da década-1960, quando estava mais maduro. Mas nunca foi chamado. Já Edílson teve uma chance, depois de já ter deixado o Vasco, durante um dos amistosos visando a Copa do Mundo-1966. Daquele grupo, apenas o zagueiro Dari, o ponteiro Germano e o meia Gérson chegaram ao ponto máximo do escrete nacional. Principalmente, o último, autor de cinco gols nos III Pan-Americano – contra Cuba, Estados Unidos  e México (3).