Vasco

Vasco

domingo, 31 de agosto de 2014

VASCO DOS FUXICOS - WILSON MOREIRA

  Pelo final de 1958, o atacante Wilson Moreira voltou ao Brasil, decidido a não jogar mais pelo Real Bétis, da Espanha. Embora garantisse ter sido muito bem tratado pelos dirigentes e torcedores do clube europeu, ele alegava não ter conseguido se aclimatar por lá. Como tinha muita identificação com o Vasco da Gama, pelo qual sagrara-se “SuperSuperCampeão” carioca, era mais do que lógico que surgissem comentários, em rádios, jornais e TVs, sobre um possível seu regresso a São Januário.
 O Vasco, no entanto, não estava interessado mais em Wilson Moreira, nascido em 6 de março de 1935, como filho de Zezé Moreira, um dos principais treinadores brasileiros. E rolou o maior fuxico. De um lado, o presidente cruzmaltino, Eurico Lisboa, declarou que só o aceitaria se o atacante topasse jogar de graça; do outro, Wilson soltou os cachorros contra o cartola.
 No meio das trocas de farpas, Wilson Moreira disse que, mesmo sabendo que ele não estava muito interessado em ir para a Espanha, a diretoria do presidente Lisboa nada fizera para mantê-lo na  Colina, oferecendo-lhe, para ficar, menos da metade do que lhe propunha o Bétis. Mais: afirmou ter disputado sete partidas da campanha do “SS” sem ganhar um centavo.
Depois daquilo, não haveria mesmo mais clima par voltar ao Vasco.
 Dirigido por Martim Francisco, o atacante Wilson Moreira fora campeão carioca-1956, participando de .... partidas e marcando... gols. Ele era reserva de Vavá, em um ataque que ofensivamente, ainda tinha Sabará, Livinho, Almir e Pingas. Como meias que armavam jogadas, Rubens, Valter Marciano, Valdemar e Roberto Pinto. Se bem que os meias-armadores da década-1950 no futebol brasileiro eram bem ofensivos e, frequentemente, estavam colocando goleiros pra chorar.
Em 1958, Wilson disputou...jogos do “SuperSuper”, deixando... bolas no filó. Seu treinador era Francisco de Souza Ferreira, o Gradim, e ele disputava posição com Delém, por um ataque que tinha os mesmos homens da temporada anterior, bem como os meias, à exceção de Valter, negociado com o futebol espanhol. Durante a mesma temporada, foi campeão, também, do Torneio Rio-São Paulo, entrando no decorrer de três partidas, substituindo, respectivamente, Vavá, Quincas e Pinga. Com tantos bons serviços prestados, o Vasco não o quis mais. Preferiu um fuxiquinho.         

 

sábado, 30 de agosto de 2014

TRAGÉDIAS DA COLINA - VASCO 0 X 5 AVAÍ

Sem Kléber, Marlon, Guiñazu e Montoya, suspensos, o Vasco foi goleado, hoje, pelo catarinense Avaí, por 5 x 0, dentro de São Januário. Assim, saiu do grupo dos quatro melhores classificados do Campeonato Brasileiro da Série B, após ter quatro o chances de ser líder. O resultado derrubou o técnico Adílson Batista, que passou a comandar a equipe cruzmatina a sete jogos dofinaldo Braileirão-2013. Ele dirigiu a rapaziada pro 52 partidas, tendo perdido sete. 
No jogo de hoje, aos 3 minutos, Diego Jardel jogou a bola na área vacaína, ninguém marcou ninguém, Pablo ajeitou e Anderson Lopes abriu a conta: 1 x 0. Aos 20, o goleiro Martin Silva voltou a falhar (havia falhado diante do Icasa-CE), soltando a bola que tentaara defender, pelo alto. Diego Felipe recebou o "presente" e aumentou: 2 x 0, placar do primeiro tempo, uma etapa em que os vacaínos entregaram várias bolas nos pés dos adversários.
Fabrício ficou atrás no lance e no placar. Não dava, mesmo, pra ganhar
Na etapa final, o Vaco teve ao seu favr um pênalti, mas Douglas o desperdiçou, permitindo a defesa do goleiro catarinense. Em seguida, o time da Colinja passou a errar mais. Então, o Avaí chegou ao terceiro tento, aos 20 minutos. Diego Jardel bateu falta e o garoto do placar escreveu: 3 x 0. Aos 24, Anderson Lopes chutou, Martin Silva reboteou e Diego Felipe fez mais um: 4 x 0. Por fim, aos 41, Roberto fechou a conta, cobrando falta: 5 x 0 - além de goleado, o Vasco ainda teve Luan expulso de campo.
O Vasco volta a jogar, na próxima terça-feira pelas oitavas-de-final Copa do
Brasi, em Natal-RN, contra o ABC, com o qual empatou, pro 1 x 1, na terça-feria passsada, em São Januário. Pela Segundona, a partida seguinte será diante do América-MG, no sábado, no Estádio Independência, em Belo Horizonte, quando tentará sair, finalmente, dos 32 pontos ganhos.
                                                          CONFIRA A  FICHA TÉCNICA
30.08.2014 (sábado) - Vasc 0 x 5 Avaí-SC. Campeoanto Brasileiro da Série B. Estádio: São Januário-RJ. Juiz: Francisco Carlos do Nascimento-AL. Público: 7.796 pagantes. Renda: R$ 213.300,00. Gols:  Anderson Lopes, aos 3, e Diego Felipe, aos 41 min do 1º tempo; Diego Jardel, aos 20; Diego Felipe, aos 24, e Roberto, aos 41 min do 2º tempo. VASCO: Martin Silva; André Rocha (Rafael Vaz), Luan, Douglas Silva e Lorran; Aranda, Fabrício, Douglas, Dakson (Edmilson) e Guilherme (Rafael Silva); e Thalles. Técnico: Adilson Batista. AVAÍ: Vagner; Bocão (Abuda), Pablo, Antonio Carlos e Marrone; Eduardo Costa, Eduardo Neto, Diego Felipe e Diego Jardel (João Filipe); Anderson Lopes e Paulo Sergio (Roberto). Técnico: Geninho.
                                                                   ESTATÍSTICAS
Em 14 encontro entre os dois times, esta foi a terceira derrota dos vascaínos diante do Avaí - houve, ainda, dois empates. Das nove partidas vencidas, quatro foram pelo Brasileirão da elite uma pela Copa do Brasil. As outras quatro saíram em amistosos, nos quais o Vasco aplicou uma goleada, por 6 x 1, em 15 de novembro de 1983, na casa do adversário. Portanto, em "sapecas", as duas equipes estão igualadas.   

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

PRIMEIRICES DA TURMA DA COLINA

 A primeira goleada imposta pelo Vasco fica por conta da escolha do freguês: 5 x 2 sobre o Progresso FC, em 5 de agosto de 1917, pelo Campeaonto Carioca da Carioca Segunda Divisão, da Liga Metropolitna de Desportos Terrestres, em um domingo, no campo da Rua Itapiru, ou 6 x 1 SC Brasil, em 16 de setembro de 1917, pela mesma  disputa da mesma entidade, também, em uma domingão, mas em General Severiano.
No primeiro jogo, o placar tem três tentos de frente. No segundo, cinco. Escolha a sua opção. O time-base da época era escolhido assim: Ary (Nicolau), Guedes e Cruz; Baptista (Alcides), Lamego e Dino (Augusto); Virgílio, Hermógenes (Bacellar), Fernando (Amyres, Julinho), Guerrero e Antonico.
Do sucesso para uma escorregada. A primeira barbeiragem vascaína no "tapetão" aconteceu em 21 de junho de 1918, durante o primeiro turno da Segunda Divisão: 2 x 1 sobre o Mackenzie, mas o Vasco perdeu os dois pontos ganhos, porque o atleta Faria havia atuado irregularmente.  O time-base era: Odorico (Wiggand, Lulu, Casemiro), Fernando e Cruz; Godoy (Faria), Palhares (Lamego), Sá Reis (Dino); Virgílio (Adão, Costa), Paulista, Julinho (Paulistinha), Guerrero e Antonico.
Agora, confira uma série de "primeirices" cruzmaltinas: primeiro empataço: 4 x 4, com o Rio de Janeior, em 13 de julho de 1919, pelo Campeonato Carioca da Segunda Divisão, ainda pela LMDT; primeira goleada em amistosos: em 25 de março de 1923, por 7 x 1, sobre o Petropolitano FC; primeiro amistoso: em 6 de maio de 1917, ficando nos 2 x 2, com o niteroiense Icarahy; primeira vitória amistosa: 3 x 1 América FC-RJ, em 8 de dezembro de 1918.

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

O PRIMEIRÃO DO FUTEBOL BRASILEIRO

Primeiro clube carioca a excursionar à Europa; primeiro carioca campeão brasileiro; primeiro brasileiro a conquistar um título no exterior; primeiro campeão mundial de futebol de areia; primeiro a ter um capitão erguendo a Taça Jules Rimet e primeiro a ter um grande estádio de futebol. Isso só par citar poucos itens.

Foto da década-1940, quando o Vasco montou a equipe do primeiro título brasileiro não exterior
Além de tudo isso, o Vasco foi, também, o primeiro a vencer uma disputa internacional no Brasil: o Torneio Luiz Aranha, em 14 de janeiro de 1940. Na época, o futebol argentino era o melhor da América do Sul, e mandou o San Lorenzo e o Independiente, que se juntaram, ainda, a Flamengo e Botafogo, para a promoção, realizada em São Januário. Foi um “festival de bola”, nos moldes dos Torneios Inícios cariocas, com todos os jogos em uma mesma tarde. Até então as competições internacionais eram entre países, ou em um só jogo de clubes, com o vencedor levando um troféu.

O duelo dos brasileiros com os argentinos foi num calorento domingo carioca, na presença de, aproximadamente, 10 mil torcedores, que deixaram nas bilheterias do estádio uma arrecadação passando dos 24 contos de réis (a moeda da época). Botafogo e San Lorenzo abriram a “pugna”, com 0 x 0a. Os “hermanos” classificaram-se por sorteio, pois as decisões de então eram por escanteios, e nenhum os havia concedido. De sua parte, o Vasco venceu o bicampeão argentino Independiente, por 1 x 0, com gol de Orlando Fantoni, aos três minutos – em 1977, Fantoni foi treinador do Vasco campeão carioca. No jogo seguinte, San Lorenzoo 0 x 0 Flamengo. Houve prorrogação e o visitante venceu, por um escanteio ao seu favor.
Vasco 1 x 0 Independiente foi apitado pelo argentino Eduardo Fortes e o time cruzmaltino formou com: Nascimento, Jaú e Florindo; Figliola, Zarzur e Argemiro; Lindo, Fantoni, Villadoniga, Nino e Orlando. O Independiente teve: Bello, Languinetti e Lecea; Fuentes, Leguizamón e Martinez; Villarino, Coll, Erico, Sastre e Zorrilla.
Vasco 0 x 0 San Lorenzo, com Vasco 1 x 0 em escanteios, teve arbitragem do brasileiro: Mario Vianna . O Vasco contou com: Nascimento, Jaú e Florindo; Figliola, Zarzur e Argemiro; Lindo, Fantoni, Villadoniga (Luna, no tempo normal), Nino e Orlando. O San Lorenzo foi: Herrera, Terzolo e González; Zubieta, Farias e Morales; Fattone, Ballesteros, Langara, Botini e Nunes.
OBS: o homenageado Luiz Aranha fora presidente da Confederação Brasileira de Desportos, entre 1936 e 1943, era irmão de Cyro Aranha, que presidiria o Vasco de 1942 a 1944, de 1946 a 1948 e de 1952 a 1954.
Na final, Vasco San Lorenzo, em dois tempos de 30 minutos, o placar não foi movimentado. Na prorrogação, Orlando Rosa Pinto (tio de Jair Rosa Pinto, futuro craque cruzmaltino) faz grande jogada, no segundo tempo, e Zubieta cedeu o escanteio que valeu o título. Antes, os dois times estavam igualados em dois “tiros esquinados", para cada lado.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

VASCO LEVOU GOLEADA E FOI CAMPEÃO

A história do Vasco tem lances incríveis. Já arolu até taça conquistada levando uma tremenda goleada de time do interior. Aconteceu em 24 de agosto de 1993, no estádio Romildo Vitor Gomes Ferreira, na paulista  Mogi Mirim.
A rapaziada amargou um danadão 4 x 0, sem apelativo. Era uma malvada terça-feira e a turma disputava a Taça João Havelange. Poderemos até dar um desconto para a goleada sofrida, pois o  goleiro era o pior que já  passou peal Colina, o Caetanoa. Se bemque o  então iugoslavo Tadic não fica atrás.  Além do ruinzão Caetano, o time passou vexame, durante 90 minutos, por conta de: Ayupe, Alê, Alex e Bruno Carvalho;  França, Sidney, Vítor (Vianna) e Júnior (Leonardo); André Pimpolho e Jardel. O treinador era Alcir Portella.
Como você eu lá em cima: vexame durante 90 minutos. O seguinte é o seguinte, meu cháplia. Teve cobranças de pênaltis, depois aos 0 x 4, porque, no anterior, em São Januário, o Vasco havia mandado os mesmos 4 x 0, em 21 de agosto, um sábado, em São Januário, com gols de jardel (2), Vitor e Luis Carlos (contra). E, nas penalidades máximas, a "Turma da Colina" teve os pés mais calibrados: 4 x 3. "Sapo" na caçapa!
O time do primeiro jogo foi o mesmo do segundo jogo, com Vianna entrando em lugar de França e Denílson no de Jardel. Então, na decisão por pênaltis, e o Vasco sapecou 4 x 3. Portanto, foi engolido pelo “Sapo”, o apelido do Mogi Mirim, mas saia pelo bico do caneco. “Bivelangearia” em 2000, carregando a Copa João Havelange, daquela decisão contra o São Caetano, lembra-se?  O Azulão! Mais um com nome de bicho. Por isso, o Vasco o estilingou.  
Antes desse forrobodó todo, Vasco e Mogi Mirim só haviam se pegado em uma oportunidade. Amistosamente, em 17 de abrilde 1949, na terra do adversário, que vencera, por 3 x 2, com Ipojucan e Mário marcando os gols do time de Flávio Costa, que seria o campeão carioca da temporada.
Logo, não adiantava o "Sapo" bater no Vasco.  No final da história, o 'Almirante' era o campeão. 
 Quer conhecer mais histórias esquisitas sobre o Vasco? Aguarde! 
 
 
 
 
 
 
 
 
Antes, Vasco e Mogi Mirim só haviam jogado em uma oportunidade, amistosamente, em 17 de abrilde 1949, na terra do "Sapo", que vencera, por 3 x 2, com Ipojucan e Mário marcando os gols do time de Flávio Costa, que seria o campeão carioca da temporada. 
   
 

terça-feira, 26 de agosto de 2014

VASCO DA GAMA 1 X 1 ABC - COMPLICOU!

E o Vasco voltou a bobear. Se, na partida anterior, sofreu uma gol no último minuto, hoje, foi no primeiro. E correu atrás do empate, por 1 x 1, diante de um time que foi a São Januário com uma proposta clara de tentar ao empate. Com isso, o Vasco tem que vencer,  ou empatar por mais de dois gols, no jogo de terça-feira, que vem, em Natal, para chegar às quartas-de-final da Copa do Brasil.
Nos dois jogos anteriores, pela Segundona do Brasileirão, o Vasco havia perdido do "lanterna" Vila-Nova-GO (1 x 2) e cedido o empate ao Icasa-CE (1 x 1), aos 44 minutos do segundo tempo, desperdiçando a chance de assumir a ponta da competição. Ants do jogo, no vestiário, quem estava muito animado para vencer era o apoiador Guiñazu, que aniversariava. Pablo Horacio Guiñazu, o aniversariante, nasceu na cidade argentina de General Cabreras, em 26.08.1978. Estreou com a jaqueta cruzmaltina em 4 de agosto de 2013, em Vasco 2 x 3 Botafogo, pelo Brasileiro da Serie A. Com 1m72cm de altura e 20 jogos na casa, o "hermano" ainda não marcou gols usando a sua camisa 5.
 Kleber (E), um golzinho, só?  Não da pra festejar muito, Gladiador! 
            O ABC é “freguês absoluto” do Vasco. Em 13 confrontos – amistosos (4), Copa do Brasil (5), Brasileiro da Série B (3) e da Série A (1) –, só não foi batido na noite de hoje. O primeiro, amistosamente, rolou, em 7 de junho de 1960, e o Vasco mandou 6 x 2, com gols marcados por Pinga (3), Pacoti, Roberto Pinto e Delém. O time cruzmaltino do dia foi: Barbosa, Paulinho de Almeida e Bellini (Brito), Russo e Coronel; Écio e Roberto Pinto; Teotônio, Waldemar (Roberto Pinto), Delém (Pacoti) e Pinga. O treinador era o argentino Nelson Filpo Nuñez.
Nesta Copa do Brasil, o Vasco estreou, em 3 de abril, empatando, por 0 x 0, com o Resende-RJ, em Manaus. No jogo de volta, o eliminou, com 1 x 0, na Colina. Na segunda fase, tirou o paraibano Treze, de Campina Grande, fazendo 2 x 1 e 1 x 1. A próxima derrubada foi da Ponte Preta, mandando 2 x 0, em Campinas-SP , e 2 x 1, em São Januário. Ea, com 1 x 1 diante do ABC, são sete jogos, com quatro vitórias e três empates. 
                                             CONFIRA A FICHA TÉCNICA
26.08.2014 (terça-feira) - Vasco 1 x 1 ABC-RN. Copa do Brasil. Estádio: São Januário-RJ. Juiz: Wagner Reway-MT. Público:  6.072 pagantes (6.872 total). Renda: R$ 157.720,00. Gols: João Paulo, a 1, e Kleber, aos 21 min do 1º tempo. VASCO: Martín Silva; Carlos Cesar (Aranda), Rodrigo, Douglas Silva e Marlon; Guiñazu, Fabrício, Montoya (Edmílson) e Douglas; Maxi Rodriguez (Thalles) e Kleber. Técnico: Adilson Batista. ABC: Gilvan; Suéliton, Marlon e Samuel; Patrick, Fábio Bahia, Daniel Amora, Xuxa e Somália (Liel); Dênis Marques (Rodrigo Silva) e João Paulo (Lúcio Flávio). Técnico: Zé Teodoro.


Gols: VASCO:  

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

VASCO DAS CAPAS - CORONEL

 O lateral-esquerdo Coronel foi um dos grandes nomes das defesa cruzmaltina na década-1950. Travou memoráveis duelos com o endiabrado Mané Garrincha que, um dia, também vestiu a camisa da "Turma da Colina". Coronel chegou à Seleção Brasileira e participou de competição internacional, inclusive, como colega de Pelé, que batia-lhe continência, brincando.  Batizado e registrado como Antônio Evanil da Silva, ele nasceu em Quatis-RJ, em 27 de janeiro de 1935 e continua morando por lá. Cruzmaltino, entre 1955 e 1964, Coronel era apelidado pelo locutor Waldir Amaral, das Rádio Globo-RJ, como "O Homem da Patente Mais Alta do Futebol Brasileiro". Entre as suas muitas glórias com a camisa da "Turma da Colina", integrou o time que conquistou o título de 'SuperSuperCampeão' Carioca da temporada de 1958. Depois de encerrar o seu ciclo em SãoJanauário, rodou pelo futebol e Santa Catarina e de São Paulo, para encerrar a carreira defendendo o Union Madallena, da Colômbia. Um vascainaço! Ele foi capa da Revista do Esporte Nº 56, de 2 de abril de 1960.
 

domingo, 24 de agosto de 2014

PELÉ HERDOU CAMISA 10 DE EX-VASCAÍNO

1  - 1 -Quando Pelé achegou ao Santos, em 8 de agosto de 1956, o dono da camisa 10 era um ex-vascaíno: Válter Vasconcelos Fernandes. Mineirinho, de Belo Horizonte – viveu entre 25 de maio de 1930 e 22 de janeiro de 1983 -, o carinha já era “bad boy” naquela época. Sorte de Pelé que não foi na onda dele, quando moraram juntos, em uma pensão santista. Inclusive, a diretoria do Peixe não vi o “Vasco” como boa companhia para o “tesouro” que acabara de descobrir.
Vasconcelos prometera a Dondinho, o pai de Pelé, cuidar do seu garoto. E, mesmo aprontando e desagradando aos cartolas santistas, cumpriu a sua palavra. Por exemplo, durante o aniversário de uma dos colegas de time, foram contar-lhe que Pelé estava com um copo de bebida na mão. Ele não contou conversa: foi até ele e deu-lhe um tabefe na mão, espatifando o copo no chão.
Todos os velhos companheiros de a time e historiadores do futebol paulista consideram Vasconcelos um dos principais jogadores santistas de todos os tempos. Tanto que foi um dos principais ídolos da torcida do “Peixe” da década-1950. Mas estava escrito que a camisa 10 do ex-vascaíno “Vasco” passaria para um “Rei”.
Era tarde do domingo 9 de dezembro de 1956 e jogavam Santos x São Paulo, pelo returno do Campeonato Paulista. Em uma disputa contra o zagueiro são-paulino Mauro Ramos de Oliveira, o terrível Vasconcelos saiu do lance com a perna esquerda fraturada. Ali, começou a abrir vaga para Pelé no time principal, pois ficou muito tempo em recuperação, e não voltou a ser o bom jogador de antes. Terminou indo para o Jabaquara, depois para o Náutico-PE e encerrou a carreira no interior do Paraná, defendendo o pequeno Apucarana.
Mesmo tendo bebido e aprontado tantas, Vasconcelos é o 15º maior artilheiro da história do Santos, com 111 gols. Terminou a vida pobre, alcoólatra e vivendo coma a ajuda de amigos.



2 - Este é o fato e esta a foto que todo time gostaria de ter: Pelé com a camisa do Vasco da Gama. Foi com ela que o futuro “Rei do Futebol” despertou as atenções do treinador Syílvio Pirillo, que o convocou para a Seleção Brasileira, após ver em ação ume garoto atrevido, jogando pelo Combinado Vasco/Santos, no Maracanã, pelo Torneio Internacional do Morumbi.
Em 19 de junho de 1957, o time, que usou a camisa cruzmaltina, em todos os jogos no “Maraca”, goleou o português belenenses, por 6x1, com Pelé marcando os três primeiros gols, todos no primeiro tempo. Por sinal, os seus primeiros tentos internacionais.
Pelé voltou a vestir a jaqueta vascaína nos dias 22 e 26, respectivamente, durante os empates, ambos por 1 x 1, contra o então iugoslavo Dínamo de Zagreb, e o Flamengo. Deixou o seu tento em ambas as partidas.
Quanto ao combinado, vale ressaltar que, dos astros vascaínos, só Paulinho de Almeida e Bellini participaram, porque estavam convocados para a Seleção Brasileira que disputaria a Copa Roca, contra a Argentina, e não viajaram para uma excursão à Europa, bem como Wagner, Iedo, Artoff e Valdemar. De sua parte, Pelé, aos 16 anos, ainda reserva e seu apelido confundia os repórteres cariocas: Pelé, ou Pelê. 
Enquanto isso, o torneio não comoveu os torcedores e não chegou ao final. Pelé fez mais um jogo pelo combinado, mas com a camisa santista, no empate, por 1 x 1 com o São Paulo, em 29 de junho, marcando gol . Confira as fichas técnicas dos jogos do Pelé cruzmaltino, que nesta foto acima (reproduzida do blog.maismemória.net) aparece ao lado de Álvaro e Jair:

19.061957 – Vasco/Santos 6 X 1 Belenenses-POR. Torneio Internacional do Morumbi. Estádio: Maracanã. Juiz: Amílcar Ferreira. Gols: Pelé (3), Álvaro (2), Pepe e Matateu. COMBINADO: Wagner, Paulinho e Bellini; Ivan, Urubatão e Brauner; Iedo (Artoff), Pelé, Álvaro, Jair (Valdemar) e Pepe. BELENENSES: Pereira, Polido (Moreira), Pires e Carlos Silva; Pires e Vicente (Pelefero); Dimas, Faia, Ricardo Peres, Matateu e Tito.

22.06.1957 - Vasco/Santos 1 x 1 Dínamo Zagreb-IUG. Torneio Internacional do Morumbi. Estádio: Maracanã. Juiz: Frederico Lopes. Gols: Pelé, Panko. COMBINADO: Wagner, Paulinho e Bellini; Ivan, Urubatão e Brauner; Iedo (Artoff), Pelé, Álvaro, Jair (Valdemar) e Pepe. DÍNAMO ZAGREB: Irovic, Sikio, Crocovic, Croncovic; Koskat e Horvat; Panko(Gaspert), Cercovic, Kong, Angic, Lipozonovic.

26.06.1957 – Combinado Vasco/Santos 1 x 1 Flamengo – Estádio: Maracanã, no Rio de Janeiro. Torneio Internacional do Morumbi; Juiz: Anver Bilate; Gols: Pelé (Vasco-antos) e Dida (Flamengo). VASCO/SANTOS: Manga, Paulinho, Bellini e Ivan; Urubatão e Brauner; Iedo (Pagão), Pelé, Del Vecchio (Pepe), Jair Rosa Pinto e Tite. FLAMENGO: Ari, Joubert, Pavão e Jordan; Jadir (Dequinha) e Mílton Copolilo; Luiz Carlos, Moacir, Henrique (Duca), Dida e Zagallo (Babá).

29.06.1957 - Vasco/Santos 1 x 1 São Paulo. Torneio Internacional do Morumbi. Estádio: Morumbi. Juiz: Walter Galera. Gols: Pelé e Nei. COMBINADO: Manga, Paulinho e Bellini, Ivan; Urubatão e Brauner; Iedo, Pelé, Del Vecchio, Valdemar (Darci) e Pepe. São Paulo: Paulo, De Sordi (Clélio), Mauro e Riberto; Bauer e Vítor (Ademar); Maurinho, Nei, Gino (Baltazar),  Maneca e Sílvio.  
REVASCAINADO - Em 19 de novembro de 1969, quando marcou o seu milésimo gol, cobrando pênalti diante do Vasco, no Maracanã, Pelé "revestiu" a camisa do clube que o levou à Seleção Brasileira.
 Foi o roupeiro cruzmaltino Chico quem teve a ideia de vascainá-lo, com a jaqueta de número 1.000. Pelé topou numa boa a homenagem, pois sempre se disse torcedor do Vasco no futebol carioca. (Reprodução da revista Grandes Clubes). Agradecimento. 



 



sábado, 23 de agosto de 2014

OS MAIORES GOLS DE MÁRIO 'TILICO'

Diante do Flu, rolou uma das jóias raras do pernambucano
Ele era um atacante rápido e oportunista. Isso viram, logo, as torcidas do pernambucano Santa Cruz, no inicio da carreira dele, em 1959, e a da paulistana Portuguesa de Desportos, durante o Campeonato Paulista-1962. Era um nordestino muito arretado, titirrane!
Como o Vasco procurava por um goleador com  características "cabra retrinca", pra infernizar a vida dos goleiros, foi buscá-lo. E, já que a galera cruzmaltina  ansiava por “gols pintosos”, ele pintou em São Januário pronto a fazê-los.
Morenão alegre, sempre portando um sorrido bem aberto,  Mário considerava estes, pela ordem da descrição, os seus gols  mais bonitos, com a jaqueta cruzmaltina. Confira, pela ordem narrada à "Revista do Esporte" Nº 341, de 18 e seembro de 1965:
 
1 -  Campeonato Carioca-1964 – Vasco e Bangu se pegavam, na Colina, quando ele recebeu um passe, pela extrema direita. Vendo o zagueiro Joel Felício vindo atrás, caiu para a meia, a fim de permitir o avanço do lateral. Joel avançou e ele passou-lhe a bola. Em seguida, correu para dentro da área alvirrubra, enquanto o companheiro fintava, por duas vezes, o ponta-esquerda deles, o Aladim, para fazer um centro na medida. “Pulei entre (os zagueiros) Mário Tito, que é muito alto, e Nílton Santos (não é o ‘Enciclopédia”) e joguei a bola, de cabeça, no canto oposto ao que se encontrava o goleiro Ubirajara (Motta). Parecia até que eu era feito de mola”.
 2 -  Torneio Rio-São Paulo-1965 – Vasco e Botafogo faziam jogo duro, quando Mário foi lançado, pela meia-direita. Rapidamente, serviu o ponteiro Luizinho Goiano, que venceu Rildo e Paulistinha e fez a devolução da pelota. Zé Carlos foi na cobertura e Mário o driblou. “Joel também veio e, igualmente, foi vencido. Sozinho diante (do goleiro) Manga,  coloquei (a bola), com tanto cuidado, que ela que não entrava. Ainda tocou na trave direita, antes de se encaminhar para o fundo da rede”.
 
3 – Torneio Rio-São Paulo-1965 – Mario considerou o tento marcado em Vasco 3 x 0 Santos, como uma mostra de inteligência para quem estava no Maracanã.  No lance, recuou, e o lateral-direito Joel Felício o lançou, da metade do gramado. Viu o zagueiro santistas Modesto em seu encalço e o enganou, ameaçando pular para um cabeceio. O adversário foi na onda e errou o bote. “Virei o corpo e apanhei a bola na frente, perseguido pelo Modesto, que tentava...me derrubar, segurar... Consegui...correr mais do que ele e, mesmo acossado, mandei (a bola) à esquerda do (goleiro) Laércio, que já vinha ao meu encontro”. 
 
4 – Torneio Rio-São Paulo-1965 – O adversário era o Palmeiras. Mário viu o lateral Joel Felício e o atacante Célio Taveira trocando passes à entrada da área alviverde, à espera da entrada de um companheiro. Então, o primeiro resolveu arriscar. “Colocado quase dentro da área, interceptei o chute, driblei o (zagueiro) Djalma Dias, na meia-lua (da grande área) e, virando o corpo, rapidamente, chutei à meia altura, para o canto direito (defendido pelo goleiro Valdir Moraes).    
 
5 - Durante a mesma partida contra o Palmeiras (02.05.1965), Mário marcou um outro gol considerado dos seus mais bonitos.  Aos 64 minutos, tabelou com Célio, que o lançou à frente. “Recebi (a bola) na corrida..e meti o pé... com tanta vontade que nem o Valdir viu por onde a ‘menina’ entrou, conforme ele ...contou...Arremessei do bico esquerdo da pequena área...e a bola entrou alta, no ângulo esquerdo”.
 
Fotos reproduzidas da Revistado Esporte
 
6 – Taça Guanabara-1965 -  O Vasco mandava 3 x 0 pra cima do Fluminense,  quando Mário tabelou com Célio, dentro da área tricolor e marcou o primeiro dos seus gols dos 5 x 0. “Passei pelo (zagueiro) Procópio e, quando (o goleiro) o Edson (Borracha) saiu  (para tentar a defesa), eu, caindo, empurrei a bola por debaixo do corpo dele”.     
 
7- Campeonato Carioca-1964 – Em Vasco 3 x 0 Bangu, em São Januário, o ‘Tililco” marcou um gol que considerou “de muito efeito”. Recebera a bola à entrada da área banguense, como se fora um meia-esquerda, e lançou o ponteiro Da Silva, que foi à linha de fundo e centrou, para trás. “Eu, que já havia corrido para dentro da área, dei um leve toque na pelota, que apanhou efeito e foi entrar alta, no ângulo esquerdo (defendido pelo goleiro) de Cláudio (Mauriz)”.
 
8 -  O último tento narrado por Mário foi de quando ele disputou os seus primeiros jogos pela “Turma da Colina”, durante uma excursão ao México, em 1963.  A rapaziada via o Toluca manter 1 x 0 no placar. Houve um lateral, Mário o cobrou, servindo o meia Viladônega, que lançou o ponta-direita Joãozinho. “O João centrou para a grande área, onde eu já estava. A minha cabeçada pegou em cheio na bola...” (empatando a partida que terminou no 1 x 1).          

 
  




sexta-feira, 22 de agosto de 2014

VASCO DA GAMA 1 X 1 ICASA

Recebido, com bastante festa, por torcedores cearenses (foto abaixo), o Vasco voltou a jogor fora a chance de assumir a liderança do Campeonato Brasileiro da Série B. Hoje, vencia o Icasa, por 1 x 0, até os 44 minutos do segundo tempo, quando cedeu o empate. E o mais chocante: em falha de um dos seus principais jogadores, o goleiro Martiin Silva, convocado, nesta seman, para amistosos do selecionado uruguaio. Assim, ao "Vexamão de Brasília", quando perdeu para olantgerna Vila Nova-GO, por 1 x 2, junta-se ao "Pisadão do Juazeiro do Norte".
Gatas do Ceará! É hora de levantar o sovaco, fotografar grande vitória e passar pela porteira da liderança

 
 O tento cruzmaltino foi marcado aos 16 minutos do primeiro tempo. O estreante Maxi Rodrigues cobrou escanteio,  da esquerda, em direção à chamada segunda trave. O zagueiro Rodrigo subiu livre e cabeceou a bola paras a rede. O empate do Icasa sugiu delevantamento de bola na área, com Felipe Klein batendo rasteiro: 1 x 1
                                                    CONFIRA A FICHA TÉCNICA
22.08.2014 (sexta-feira) - Vasco 1 x 1 Icasa. Campeonato Brasleiro da Série B. Estádio: Romeirão, em Juazeiro do Norte-CE.Juiz: Flávio Rodrigues de Souza-SP. Público e renda: não divulgados. Gols: Rodrigo, aos 16 min do 1º tempo, e Felipe Klein, aos 44 min do 2º tempo. VASCO: Martín Silva; Carlos Cesar, Rodrigo, Douglas Silva e Marlon; Guiñazu, Fabrício (Aranda), Jhon Cley (Luan), Montoya (Guilherme Biteco) e Maxi Rodriguez; Kleber. Técnico: Adilson Batista. ICASA: Edson; Ivonaldo, Naylhor, Gilberto e Aelson (Lucas); Jonatan, Foguinho (Felipe Klein), Rodney e Zé Carlos; Vanger (Núbio Flávio) e Henry Kanu. Técnico: Eduardo Sena.
 
Rodrdigo está dizendo: eis aqui, galera cruzmaltina, o gol que marquei pra vocês. Pena que não deu pra segurar o resultado

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

VASCO DA GAMA - 116 TEMPORADAS

O Centro de Memórias do Club de Regatas Vasco da Gama preparou o lembrete, abaixo, para marcar as 116 velinhas apagadas pelo A"Almirante". Mas, vale ressaltar, que este é o tempo totasl de navegação. Só dentrode duas temporadas, em 2016, a "Turma da Colina" estará celebrando o centenário futeblístico, pois o departamento da modalidade só foi criado em 26 de novembro de 1915, para a bola rolar a partir de 3 de maio de 1916, usando camisas pretas, com a cruz da Ordem de Cristo no lado esquerdo do peito.
Leia mais sobre a data magna do Vasco da Gama na data 21 de agosto de 2012. namesma, em 2013, há uma lenda produzida pelo "Kike", para divertir a galera. Confira que você vai gostar. Mas as duas páginas estão escritas, apenas, em português. Caso o    
 
 The Center for Memories of Club de Regatas Vasco da Gama set the reminder, below, to mark the 116 candles erased by the "Admiral". But it is noteworthy that this is the time totasl navigation. Only on inside two seasons, in 2016, the "Class of the Hill" will be celebrating the futeblístico centennial, because the department of finance was only created on November 26, 1915, pair the ball rolling from may 3, 1916, using shirts black, with the cross of the Order of Christ on left chest.
 Read more about the magna Vasco da Gama date range on the date august 21, 2012. In te sema date 2014, there is a legend produced by "Kike", to entertain the crowd. Check that you will like. But the two pages are written only in Portuguese. If the foreign resident and friend who does not read the language, let who will receive the translation. Combined?

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

FUROU A LINHA FATAL E A NOTÍCIA

 A “Manchete Esportiva  publicou esta sequência de fotos, anunciando que fora do amistoso Vasco 2 x 1 Santos, em São Januário, “representando a segunda vitória consecutiva” da moçada sobre o visitante e velho parceiro de tantas refregas. Beleza!
Até alí, tudo certo! Só que a semanário do grupo Adolph Bloch diz que o fotógrafo Sílvio Correia captara aquele lance saído de um ‘tirambaço’ do meia Rubens, naquilo que o torcedor chama de “tijolo quente”. Segundo o texto, o tento teria sido marcado aos 15 minutos. Narrou a revista: “Ao receber (a bola) de Laerte, Rubens não conversou: encheu o pé... Manga (goleiro santista) deixou a bola escapar, e a bola, por uma fração de segundos...transpôs a linha fatal. Mais do que depressa, Manga devolveu a bola. O juiz (José Gomes Sobrinho), porém, não teve dúvidas: apontou para o centro do campo”.
Detalhe-1: o repórter da “ME” enxergou de mais, ou de menos. Naquele jogo, em 21 de abril de 1958, os dois gols cruzmaltinos foram marcados por Laerte. Se o ‘escriba’ viu Laerte lançando Rubens, logo, Rubens era Laerte, que lançara a ‘maricota’ para ele mesmo. O que significa que, naquele time do Vasco, cada um jogava por dois.
Detalhe-2: Laerte, que era defensor, jogara como centroavante. Invenção do técnico Francisco de Sousa Ferreira, o glorioso Gradim, que, enquanto esteve sóbrio, escalou cada um sendo um só. E, talvez,nem tanto, depois da escalação, viu estas rapaziada adentrando ao ‘tapete verde da Colina”: Hélio, Dario, Viana e Ortunho; Écio e Barbosinha; Ramos, Livinho (Artoff), Laerte, Rubens (Roberto Pinto) e Pinga.
Detalhe-3: a “ME” acertara, informando que aquele fora o segundo triunfo amistoso consecutivo dos vascaínos sobre os santistas. Dois dias antes, na Vila Belmiro, a "Turma da Colina" passara o ramo no “Peixe, com dois gols de Ramos e um e de Pinga, deixando o anfitrião tonto. Confere! 

terça-feira, 19 de agosto de 2014

VASCO DOIS PRA LÁ, DOIS PRA CÁ

Em 1954, o Vasco venceu dois e perdeu dois jogos pelo mesmo placar de 4 x 1. Respectivamente, contra São Cristóvão, Bangu, Flamengo e Corinthians.
Primeiramente, pisou na bola, em 26 de abril, pelo Torneio Rio-São Paulo. Naquele vexame, no Maracanã, o tento cruzmaltino foi marcado por Naninho, e o time, treinado por Flávio Costa, derrapou com: Ernani, Elias e Belline; Mirim, Danilo e Benito (Jorge); Sabará, Vavá (Vadinho), Alvinho (Iêdo), Naninho e Djayr.
Em 6 de maio, no Pacaembu, pintou nova escorregada pela mesma disputa interestadual. Sabará fez o gol de honra cruzmaltino e o time de Flávio Costa teve: Osvaldo, Dário e Belline; Amauri, Laerte e Beto (Alfredo); Sabará, Iêdo, Vadinho (Naninho), Alvinho e Dejair.
O sucesso por aquele placar começou em 12 de dezembro de 1954, em São Januário, pelo Campeonato Carioca, diante do São Cristóvão. Os tentos foram de Vavá, Sabará, Parodi e... e o time escalado por Flávio Costa foi: Vicor Gonzalez, Elias e Mirim; Ely do Amparo,  Laerte e Dario; Sabará, Pinga, Alvinho e Sílvio Parodi.
O segundo grito de vitória rolou cinco dias depois, no Maracanã.   Parodi (2), Vavá e Pinga pingarem na rede e o time teve: Barbosa, Paulinho e Bellini e Orlando, Écio e Coronel; Sabará, Teotônio, Delém, Roberto Pinto e Pinga.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

AMAURI APOSENTA A APOSENTADORIA

Certa vez, o então aposentado atacante Telê Santana deu um tempo na aposentadoria, para voltar a jogar, Defendeu o Vasco,  do amigo e treinador Zezé Moreira, que estava na Colina. desde janeiro de 1965. Depois, foi a vez. do goleiro Amauri guardar o pijama para atender o mesmo “Seu Zezé”, um sujeito muito elegante, no trato com as pessoas, e no vestir-se.   
Cria dos juvenis botafoguenses de 1950, Amauri subiu ao time A, cinco anos depois, para ajudar o time de Garrincha ser o campeão carioca, em 1957. Em 1962, debandou-se para o futebol mexicano. Passou dois anos defendendo o Monterrey e mais um com a camisa do Vera Cruz. Em março de 1966, voltou ao Rio de Janeiro, para iniciar-se em uma nova profissão, a de vendedor de passeios turísticos. Durante o ano em que ficara parado, não assistira a nenhum jogo, não conversara, com amigos, sobre o futebol e nem jogaras peladas. Era dedicação total ao novo ofício. Até o dia em que, depois de um treino individual, aceitou o convite do “revertedor”  Zezé Moreira paras participar de dois coletivos com a sua rapaziada.
 Já que mostrara-se, ainda, dando conta do recado, Amauri seguiu Telê e aposentou-se da aposentadoria. Para o sócio Renê Fernandes, na Onitur, a suas empresa, passou a obrigação de gastar mais tempo na organização de um grupo turístico que mandaria para a Copa do Mundo-1966, na Inglaterra. Entre os clientes, um deles, Henrique Rios, diretor do Clube Ginástico Português e chapinha da cartolagem cruzmaltina, fo quem armou para ele treinar com a “Turma da Colina”. Seria, apenas, para perder peso E foi então que tudo recomeçou.
Amauri, no entanto, não viu o Vasco vivendo uma boa temporada. Tanto que, após ter sido o campeão da I Taça Guanabara, no ano anterior, o time do Seu Zezé  somou, apenas, três pontos na Taça GB-66, proveniente de um empate (1 x 1 Bonsucesso, em 18.08) e uma vitória (2 x 0 Bangu, em 08.08), quando ele teve a sua única atuação na competição, na qual os vascaínos terminaram à frente só do “pequeno” “Bonsuça”.
Embora tivesse desaposentado Amauri, o treinador vascaíno Zezé Moreira só dera ao se pupilo uma chance de jogar, durante os dois turnos do Campeonato Carioca-1966. Assim mesmo, entrando no decorrer dos 0 x 3 América, (10.11), em São Januário, substituindo Valdir Appel, que era o reserva imediato de Edson Borracha.
Amauri revezou-se, com  Edson Borracha e Valdir Apple, debaixo das traves cruzmaltinas, durante a temporada-1966.  Seus outros colegas de equipe foram: Ari, Joel, Mendez, Brito, Fontana, Ananias, Oldair; Maranhão, Alcir, Salomão, Danilo Meneses, Lorico; Nado, Luisinho Goiano, William, Célio, Acelino, Madureira, Picolé, Paulo Mata, Zezinho e Tião.   (fotos reproduzidas da Revista do Esporte). 

domingo, 17 de agosto de 2014

SÃO JANUÁRIO RECEBE UM DUQUE

Nem só de Rei – goleiro com este apelido – viveu São Januário. O Vasco já teve, também, Duque no seu time. Primeiramente, entre 1953/1954, como zagueiro. Mais tarde, como treinador, em 1964.
Davi Ferreira era o verdadeiro nome do apelidado Duque. Mineiro, nascido em Belo Horizonte, em 15 de maio de 1926, além de Cruzeiro e Vasco, ele jogou, também, por Fluminense e Canto do Rio. Como treinador, o primeiro clube foi o Olaria, promovido após ter sido auxiliar de Jorge Vieira, que saíra rumo a São Januário. Pela Rua Bariri, Duque ficou até 1963, classificando o time da Rua Bariri para ao Torneio Rio-São Paulo-1964.
Duque e as suas bolas coloridas
Se o Vasco, tirando Jorge Vieira do Olaria,a dera a Duque a chance de subir na profissão, com o sucesso dele, também, no clube suburbano, foi buscá-lo. Mas demorou pouco. Segundo ele, porque tinha ideias muito modernas e “o clube não estava preparado para recebê-las”, conforme afirmou à Revista do Esporte Nº 504, em novembro de 1968. “O Vasco é um clube de grandes paixões e só admite vitórias,” criticou Duque, garantindo que, se os vascaínos tivessem lhe dado tempo para desenvolver o trabalho que idealizou, “o Vasco tomaria um impulso sem precedentes em sua história”.
De repente, poderia até estar certo, pois saiu da Colina para ser campeão pernambucano, pelo Náutico, invicto. Em 1965, voltou ao Olaria e foi vice do Torneio de Acesso. Um ano depois, tentou a careira no exterior e tirou o venezuelano TiquiriFlores do último lugar no campeonato venezuelano, e o levou ao terceiro posto. Voltou ao Náutico, em 1967, e faturou mais dois títulos estaduais, em 1967/1968, além do terceiro lugar da Taça Brasil-1967 e o bi da Taça Norte-1967 – fio também, campeão pernambucano pelo Santa Cruz, em 19070/1971, e pelo Sport, em 1975.
O sucesso no Nordeste não fez o Vasco se interessar pelo trabalho de Duque. Mas o Corinthians foi buscá-lo, por duas vezes. Em 1972, Duque o levou às semifinais do Campeonato Nacional. Da segunda, a entre 1976/1977, comandava o Timão quando a sua torcida invadiu o maracanã, em 5 de dezembro de 1976, e após 1 x 1 com o Fluminense, o eliminou nos pênaltis, para fazer afinal contra o Internacional. Foi vice. Em 1973, ganhou seu primeiro titulo no sul, campeão carioca, pelo Fluminense. Se bem que, durante a campanha paulista de 19787, foi ele quem comandou ao time, primeiramente.
 

sábado, 16 de agosto de 2014

VASCO DA GAMA 2 X 0 CEARÁ SPORTING

O "Gladiador" Kléber e o capitão Douglas compareceram ao filó, e o Vasco já está na ponta da Segundona. Igualou-se ao "Vovô", com 31 pontos, mas o alvinegro nordestino, para efeito de tabelamento, fica na frente, por ter mais vitórias.
E rolou a 'maricota. Aos 17 minutos, Guilherme Biteco jogou bola na área do visitasnte. Um zagueiro tocou na pelota, com uma das mãos,  não teve do que reclamar. Mas Douglas (foto abaixo) não enganou o goleiro, que foi noo canto certo e espalmou. Como escreveu o redator do site oficial do Vasco, "a redonda explodiu no pé da trave mas não entrou". Sem problemas! Aos 20, o goleiro que mrececera aplausos minutos antes, agora merecia levar uma pedrada de sua torcida. Marlon cruzou a bola, ele a rebateu, e a danadinha sobrou, livrinha, para o "matador" Kléber acertar "um bonito chute que estufou o barbante",escreveu o www.crvascodagama.com.br: 1 x 0, placar do primeir tempo e o primeiro gol de Kleber em São Januário.
Douglas morde o manto cruzmaltino e Rodrigo sente o gosto da vitória
Na etapa final, aos 3 minutos, o goleiraço uruguaio Martin Silva fez uma defezaça. Aos 11, bastendo falta, Douglas mandou a bola lá "onde a coruja dorme", como diriam os criativos "speakers" de antigamente: 2 x 0, o resultado final,que deixou a rapziada com 8 vitórias, contra 9 dos cearenses. O próximo jogo do Vasco será na terça-feira que vem diante do Vila Nova-GO, em Brasília, no estádio Mané Garrincha, que ainda não esá concluido e já consumiu R$ 2 bilhões de dinheiro seu.
                            FICHA TÉCNICA
16.09.2014 - (sábado) - Vasco 2 x 0 Ceará. Campeonato Brasileiro Série B. PEstádio: São Januário-RJ. Juiz: Edivaldo Elias da Silva-PR. Público: 16.495 pagantes e 18.495 total. Renda: R$392.375,00. Gols: Kléber, aos 35 min do 1º tempo, e Douglas, aos: 11 min do 2º tempo. VASCO: Martín Silva; Carlos César, Douglas Silva, Rodrigo e Marlon (Henrique); Guiñazu, Fabrício, Dakson (Jhon Cley) e Douglas; Guilherme Biteco (Edmílson) e Kléber. Técnico: Adílson Batista. CEARÁ: Luís Carlos; Samuel Xavier, Anderson, Sandro e Helder Santos; João Marcos, Ricardinho, Eduardo (Lulinha) e Nikão (Michel); Bill e Magno Alves (Gil). Técnico: Sérgio Soares. (imagem clicada por Marcelo Sadio, fotógrafo oficial do Club de Regatas Vasco da Gama). Agradecimento.

 

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

VASCO DAS PÁGINAS - QUEBROU O 'SANTO'

A edição Nº 46, de “Manchete Esportiva”, de outubro de 1956, registra, à página 6, uma goleada, por 5 x 1, imposta pelos vascaínos, ao São Cristóvão, durante a campanha pelo título estadual conquistado na temporada.
Diz o texto que o Vasco voltou a jogar bem. “Sólido na retaguarda e com linha de frente impressionante”. Válter Marciano, Sabará Vavá, Laerte e Benedito marcaram os gols, e o time, treinado por Martim Francisco foi: Carlos Alberto Cavalheiro, Paulinho de Almeida e Bellini; Laerte, Orlando e Coronel; Sabará, Livinho, Vavá, Valter e Pinga.
Naquele dia, a rapaziada entrou em campo com o capitão Bellini à frente, correndo ao lado do campeão olimpico Adhemar Ferreira da Silva, que foi membro da "Turma da Colina", a partir da metade da década-1960. Vê-se, em segundo plano, na foto, o goleiro Carlos Alberto Cavalheiro, que jogava como amador, por ser militar da Aeronáutica.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

NEI OLIVEIRA, FIGURINHA CARIMBADA

Coragem, rapidez e oportunismo. Esta foi a receita que o centroavante Ney Oliveira passou ao repórter Eliomário Valente, pelo Nº 504, da Revista do Esporte, para os candidatos a artilheiro. De sua parte, o “escriba”, que o acompanhou de perto, porque era torcedor vascaíno, o definiu como “rápido, insinuante e voluntarioso”, além de vê-lo como um “jogador de fibra” e um dos mais perigosos do futebol carioca da década-1960.
 Na entrevista – de novembro de 1968 –,  Nei revelou quais foram os seus principais gols. E elegeu o mais bonito como tendo sido o segundo dos 2 x 0 sobre o Olaria, com a camisa do Vasco. Tão engraçado, que ele não sabia se a torcida ria pelo tento, ou pela situação embaraçosa em que ficou, ao fechar o placar. Estava na intermediária, quando Danilo Menezes atacava, pela ponta-esquerda. Correu para a área, quando Danilo centrou a bola à  meia-altura. No instante, estava a cerca de cinco metros longe do lance.  “Voei, peguei a bola no ar e fui cair dentro do gol, me embaralhando na rede. Foi um custo para me desvencilhar do barbante”, contou.
Um outro tento engraçado marcado por Ney, como cruzmaltino,  rolou diante do Botafogo, em cabeçada. A bola pingava na área, o goleiro Manga olhou para ele e preparou-se para a defesa. Nei sentiu-se debochado, como se o alvinegro estivesse fazendo pouco de sua altura. “Fiz um esforço grande, pulei mais alto do que ele, testei a bola e o gol estava consumado. Enquanto eu estava sendo abraçado...olhei para trás e vi o Manga dando socos no ar”, lembrou.
Nei citou, ainda, um terceiro gol marcado pela “Turma da Colina”, o qual considerou o seu mais engraçado. Diante do Fluminense. Nem esperava mais nada do lance, quando a bola bateu em uma de suas canelas e foi parar na rede tricolor. “Fiquei até sem jeito de receber os cumprimentos dos companheiros, pois achava que não era merecedor. Foi m gol sem trabalho”, definiu.           
Nascido em 6 de julho de 1944, em Piracicaba-SP, Ney de Oliveira, que a imprensa escrevia Nei Oliveira,  passou três temporadas –1967/1968/1969 – na Colina. Na primeira, teve três treinadores – Zizinho, Gentil Cardoso e Ademir Menezes – e estes colegas de time: Franz (Édson Borracha/Pedro Paulo), Jorge Luís, Brito (Sérgio), Fontana (Álvaro) e Oldair; Salomão (Paulo Dias) e Danilo Meneszs; Nei (Nado/Zezinho), Valfrido (Paulo Mata), Adílson (Paulo Bim) e Silva (Tião/ Luisinho). No ano seguinte, comandado pelo técnico Paulinho de Almeida, os companheiros foram Pedro Paulo; Ferreira (Jorge Luís), Brito (Sérgio), Fontana (Fernando) e Eberval (Lourival); Buglê e Danilo Menezes (Alcir/Beneetti); Nado, Nei (Adilson), Valfrido (Bianchini) e Silvinho.
A última temporada de Ney no Vasco foi de umtime muito confuso, com quatro treinadores: Pinga, Evaristo de Macedo, Paulinho de Almeida e Célio de Souza. O grupo teve: Andrada (Valdidr Aplle), Fidélis, Brito Moacir), Orlando Peçanha (Fernando/Renê) e Eberval (Dutra); Alcir e Buglê (Benetti/Valinhos); Luiz Carlos Lemos (Nado), Nei (Adílson), Valfrido (Bianchini) e Acelino (Silvinho/Raimundinho).   (foto de Nei (D) e Adílson reproduzida da Revista do Esporte) 

 

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

HISTORI&LENDAS CRUZMALTINAS

1 - O Vasco jogou, pela primeira vez, no estádio do Fluminense, nas Laranjeiras, em 3 de junho de 1917, empatando, por 2 x 2, com o Sport Club Brasil, pelo Campeonato Carioca da Segunda Divisão. Na Gávea, o campo do Flamengo, em 4 de setembro de 1938, na inauguração, vencendo o anfitrião, por 2 x 0, pelo Campeonato Carioca. Já no estádio do Botafogo, em General Severiano, em 3 de maio de 1916, quando estreou no futebol, sendo goleado, pelo Paladino, por 10 x 1, o que está na história como o primeiro jogo oficial vascaíno.
NAS LARANAJEIRAS, descascou um empate; na Gávea, cortou as asas do Urubu; em General Severiano, cassou a patente do anfitrião.

2 - Em Caio Martins, em Niterói, a estreia foi em 20 de julho de 1941, com 3 x 1 sobre o Canto do Rio, pelo Carioca. Em Campos Salles, do América, em dois de setembro de 1917, em Vasco 3 x 0 Boqueirão, pelo Carioca da Segunda Divisão. Atualmente, o América tem a sua casa, o Estádio Giulite Coutinho, em Mesquita. Ali, o Vasco jogou, pela primeira vez, em 30 de janeiro de 2002, vencendo o América, por 2 x 0. O Estádio Proletário, chamado de Moça Bonita, do Bangu, recebeu a rapaziada de São Januário, pela primeira vez, em 10. 10.1948, com uma goleada: Vasco 6 x 1 Bangu.
AFUNDOU O Boqueirão, queimou o Diabo e massacrou os Operários.

3 - Da primeira vez que jogou com clube paulistano, na terra dele, o Vasco empatou, por 3 x 3, com o São Paulo, no Pacaembu, em 04.06.1940. No Morumbi, a primeira foi em 04.12.1968, em 3 x 0, Palmeiras, pela Taça de Prata. No palestra Itália, em 15.11.1924, em 1 x 1, com o mesmo “Verdão”, E, na Vila Belmiro, em 03.12.1933, 2 x 2, com o Santos, pelo Rio São Paulo.
NA PAULICÉIA, VASCAINO PREFERE FICASR EM CIMA DO MURO,PRA NÃO SE ESFUMAÇAR.


4 - Em 2 de março de 2002, o Vasco participou do jogo número 4.000 da história da Portuguesa de Desportos. “Presenteou” a Lusa do Canindé, com uma goleada, por 4 x 1, em São Januário, pelo Torneio Rio-São Paulo. Era um sábado, na oitava rodada, com arbitragem de Lourival Dias Lima Filho e gols Alex Oliveira, aos 13; Euller, aos 20', e Romário, aos 29 e aos 37 minutos do 2º tempo. O time do estrago foi: Helton; Leonardo Moura (Rodrigo Souto), Wagner (Gomes) e João Carlos; Alex Oliveira, Jamir, Donizete Oliveira e Léo Lima e Felipe; Euller e Romário.
PRESENTE DE PORTUGUÊS É PIOR DO QUE PRESENTE DE GREGO.

5 - Moacir Siqueira de Queiroz, o Russinho, artilheiro dos Campeonatos Cariocas de 1929 e 1931, foi eleito o melhor jogador do Rio de Janeiro, em 1930, pelo Concurso Monroe, promovido pela Grande Manufactora de Fumos Veado. Recebeu quase três milhões de votos e levou um carro apelidado por “Baratinha”. Era um conversível da Chrysler, zero km, lhe entregue na tarde do domingo 15 de junho de 1930, em São Januário, diante de grande público. O fato foi documentado, com fotos, pela revista “O Malho” Nº 1449, de 21 de junho de 1930. A votação foi descarregada nas urnas pela torcida vascaína.
QUE BARATO! LEVOU UMA BARATINHA.

6 - Os torcedores rubro-negros não paravam de tirar um sarro quando encontravam os vascaínos. Porque a "Turma da Colina" gastara uma boa grana contratando Tostão, que passara por uma cirurgia corretiva de deslocamento de retina, três anos antes. Mas disputara a Copa do Mundo-1970, sem problemas. Para os flamenguistas, o que valia era dizer que o atleta não enxergava uma parede pela frente. Até a revista “O Cruzeiro” entrou na “saca” e publicou uma charge do atleta caminhando com bengala e óculos escuros.
 JOGANDO O QUE JOGOU NA COPA-70 NÃO ENXERGAVA, IMAGINE SE ENXERGASSE!

7 - Em 10 de fevereiro de 1973, o Flamengo apresentou-se diante do Vasco, com a sua torcida dizendo que beberia chope, petiscando bacalhau, dentro Taça Erasmo Martins Pedro, que estava em jogo, em um calorento sábado de verão carioca. Só que não combinou nada com Tostão. Aos 21 minutos do segundo, o "Mineirinho de Ouro" mandou o goleiro rubro-negro buscar o “trem” lá no fundo da caçapa. Fora o seu sétimo gol vascaíno e o último de sua carreira. Valeu o caneco e devolveu a gozação do torcedor rival – Andrada; Paulo César, Miguel, Moisés e Pedrinho; Alcir e Carlos Alberto Zanata; Jorginho Carvoeiro, Dé, Tostão e Amarildo foi o time campeão.
COMO FLAMENGUISTA DIZIA QUE TOSTÃO NÃO ENXEGAVA,VIRAM NO PLACAR
  
8 - Ademir Menezes era um jogador disciplinado. Mas, também, chegou a ser expulso de campo. O fato, por sinal, foi bem explorado pela revista "Goal" (como se escrevia), Ano II, Nº 7, datada de março/abril de 1950. Aconteceu em 5 de fevereiro, em Vasco 3 x 2 Botafogo, pelo Torneio Rio-São Paulo. O jogo rolou em São Januário, com os tentos vascainos marcados por Ipojucan, Chico Aramburo e Maneca. Diz a publicação que Ademir foi expulso "por desrespeito ao árbitro", Gama Malcher, e que a "Turma da Colina" era: Barbosa , Augusto e Wilson; Ely do Amparo, Danilo Alvim e Alfredo; Tesourinha, Maneca (Álvaro), Ademir Menezes, Ipojucan (Lima) e Mário (Chico).
O 'QUEIXADA' QUEIXOU-SE DO JUIZ E SAIU DE CAMPO COM MUITAS QUEIXAS.


9 - Certa vez, disseram que o bandido “Mão Branca” fora inventado por um repórter policial torcedor vascaíno, por causa de um goleiro da “Turma da Colina” que jogava com luvas brancas. LENDA! No entanto, a edição Nº 25, de 12 de maia de 1956, da “Manchete Esportiva”, não publicou uma foto do “Vasco Mão Branca”? Pois foi! Seguinte: a rapaziada excursionava, pela Europa, em época de muito frio por lá. Em 5 de abril, adentrou ao “tapete verde” do estádio de Viena, usando luvas branquíssimas, e levou 5 x 2 da seleção austríaca. Veja a foto da "turma mão branca": Dario, Ernâni, Haroldo, Maneca, Orlando e Beto, em pé, da esquerda para a direita; Iedo, Vavá, Artoff, Livinho e Djayr, agachados, na mesma ordem. 
O MÃO BRANCA VASCAÍNO NÃO ATACAVA NA EUROPA. ESTAVA DE FÉRIAS. 
10 - Durante a excursão de 1956, o Vasco escorregou no tomate. Só venceu os turcos Besiktas (07.04 – 2 x 0 - e 15.04 – 3 x 1) e Galatassaray (11.04 – 1 x 0), com todos os jogos em Istambul. No mais, só escorregadas: 31.03 - 2 x 5 Anderlecht, em Bruxelas, na Bélgica; 08.04 – 0 x 2 Fenerbhacen, em Istambul; 14.04 – 3 x 4 Ankara, em Ankara, na Turquia; 18.04 – 0 x 0 Estrela Vermelha, em Belgrado, na extinta Iugoslávia. 22.04 – 2 x 4 Roma, em Roma, na Itália; 25.04 – 0 x 2 Grasshopers, em Zurique, na Suíça.
ESCORREGOU NÃO SÓ NO TOMATE, MAS NA HORTA INTEIRA.