Vasco

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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA- 30 SETEMBRO

Há vascaíno que considera o “Clássico dos Milhões” um campeonato à parte. Se é,  a rapaziada mandou bem, de virada, em 1928. No entanto, para outros torcedores, vale mais o que fica de muito no caderninho. Por exemplo, uma goelada pra cima do Bangu, em  1945. Sendo assim...
 
VASCO 2 x 1 FLAMENGO foi dominical, no campo da Rua Paysandu, pelo Campeonato Carioca. Para o adversário, parecia muito complicado enfrentar os vascaínos, tanto que tinha dois treinadores, Joaquim Guimarães e Juan Carlos Bertoni. Mas, nem assim, eles conseguiram segurar a rapaziada.  Do lado da Colina, o inglês Harry Welfare era o treinador.  Os “matadores” foram Américo e Paschoal  e o “Time da Virada” teve: Jaguaré, Hespanhol e Itália; Brilhante, Nesi e Mola; Paschoal, Russinho, Américo, Pepico e Santana. Aquele era o 10º encontro com os "urubunaceos", com quatro vitórias cruzmaltinas – 3 x 2, em 29.04.1923; 2 x 1, em 12.09.1926; 3 x 0, em 03.06.1928, e 2 x 1 em 30.09.1928 – e dois empates – 1 x 1, em 15.11.1925 e 2 x 2 em 16.06.1926.  

VASCO 6 x 2 BANGU, pelo Campeonato Carioca-1945 rolou em um domingo, em São Januário, apitado por Alderico Solon Ribeiro, com renda de Cr$ 17.619,90. Lelé, de  pênalti, aos 6; Isaías, aos 9; Chico, aos 15; Berascochea, aos 26 e Lelé, novamente, aos 34 minutos do primeiro tempo horrorizaram. Na etapa final, o xerifão Berascochea saiu lá de trás e voltou ao terreno banguense, aos 81 minutos, para acabar de acertar as contas. Os vascaínos eram viajantes do atropelador “Expresso da Vitória”, pilotado pelo maquinista uruguaio Ondino Vieira. Traçou aquela por conta de: Barbosa, Augusto e Sampaio; Ely, Berascochea e Argemiro; Djalma, Lelé, Isaías, Ademir Menezes e Chico. Antes o "Almirante" havia feito 50 jogos contra o Bangu, confronto iniciado em 3 de junho de 1923, com vitória por 3 x 2. Até ali, haviam sido 39 triunfos e seis empates. Diferençaça!

VASCO 1 X 0 AMÉRICA integrou rodada do Campeonato Carioca-1961. Jogado no Maracanã, teve por árbitro Waldemar Meireles. Renda e renda: Cr$ 796.617,00. Saulzinho, aos 53 minutos, marcou o tento da vitória do time do treinador Paulo Amaral, que mandou a campo: Ita; Joel Felício, Bellini e Dario; Écio e Barbosinha; Sabará, Lorico, Saulzinho Pinga e Ronaldo. Técnico: Paulo Amaral. 

VASCO 1 X 0 BONSUCESSO abriu, para os cruzmaltinos, o returno do Campeonato Carioca-1962 . Também preliado no Maracanã, mas com  arbitragem de Cláudio Magalhães e gol marcado por Saulzinho. O treinador era Jorge Vieira e o time alinhou: Humberto Torgado, Paulinho, Brito, Barbosinha, Coronel, Maranhão, Lorico, Sabará, Vevé, Saulzinho e Da Silva. 
 
 VASCO 1 X 0 BANGU é do terceiro turno do Estadual-1979. Jogado em um domingo, o gol marcado por Guina, aos 4 minutos do primeiro tempo, estabeleceu 16 confrontos de invencibilidade cruzmaltina sobre os alvirrubros, pelas disputas oficiais regional. Até então, em 120 pegas, o "Almirante" havia faturado 78 e igualado 21. Às redes, comparecera em 309 oportunidades. Em rodada-dupla, na preliminar para Botafogo x Americano, o jogo foi apitado por Mario Rui de Sousa, com a equipe da Colina sendo: Leão, Orlando (Paulinho II), Gaúcho, Ivã e Marco Antônio; Zé Mario, Dudu e Afrânio (Katinha); Guina, Paulinho e Zandonaide.

VASCO 2 X 0 CAMPO GRANDE abriu o returno do Estadual-1984, por sinal, vencido pelos vascaínos, que levaram pra casa a Taça Rio. O jogo rolou na casas do adversário, o Estádio Ítalo Del Cima, no carioca bairro de Campo Grande, apitado por
José Roberto Wright, com renda de Cr$ 26 850 000 e o diminuto público de 5 370 pagantes. Marquinho foi o "cara" do jogo, balançando a rede, aos 18 e aos 30 minutos do primeiro tempo. Edu  Coimbra era o treinador e a sua patota tinha: Roberto Costa; Donato, Ivã, Nenê e Aírton; China, Geovani e Marquinho (Oliveira); Mau­ricinho, Roberto Dinamite e Rômulo. 

 A "Vascodata" 30 de setembro inclui  Vasco 0 x 0  Rio Negro-AM, em um domingo no demolido Estádio Vivaldo Lima, em Manaus. Valeu pela primeira fase do Campeonato Brasileiro-1973 e vale menção por ter sido o primeiro encontro entre os dois times por Brasileiros. O técnico vascaíno era Mário Travaglini, que escalou: Andrade: Paulo César, Renê, Moisés e Alfinete: Alcir. Zanatata e Ademir (Nenê); Jorginho Carvoeira, Roberto Dinamite e Luís Carlos Lemos.

HISTORI&LENDAS CRUZMALTNAS - CÉLIO

1 - Já aconteceu de um mesmo jogador marcar gol sobre o Vasco usando mais de uma camisa. Em 9 de maio de 1963, pelo Torneio Rio-São Paulo, o atacante Henrique Frade marcou dois gols (um de pênalti), em Vasco 3 x 3 Portuguesa de Desportos, no Pacaembu, em São Paulo, pelo Torneio Rio-São Paulo. Antes, ele havia marcado jogando pelo Flamengo. Em 25 de julho de 1973, o atacante Dionísio “Bote Atômico” marcou, para o Fluminense,  durante uma prorrogação que tirou dos vascaínos o título  do segundo do Estadual. Antes, ele havia marcado, contra o Vasco, pelo Flamengo.   

2 -19 de julho de 1937 - Os presidentes do Vasco, Pedro Pereira Novaes, e do América, Pedro Magalhães Correia, reuniram-se, secretamente, na Associação dos Empregados do Comércio do Rio de Janeiro, e elaboraram uma estratégia pacificadora que resultou na fusão da Liga Carioca de Futebol com a Federação Metropolitana de Desportos, fazendo surgir a Liga de Futebol do Rio de Janeiro, aceita imediatamente pelos outros dez clubes que integravam as duas antigas entidades. Em 31 de julho, promoveu-se o amistoso Vasco x América, em São Januário, valendo a Taça Pinto Bastos e o Bronze da Vitória, este oferecido pela revista “O Cruzeiro”. O Vasco mandou 3 x 2 e carregou os dois. Criou-se, também, o Troféu da Paz, que os dois disputaram, em 1938 e em 1938, assunto para uma outra história.
Resultado da trama: nasceu o “Clássico da Paz”, entre Vasco e América.

Sabará era amigo de Garrincha
3 - Década-50 - Vasco e Botafogo duelavam, no Maracanã, pelo Campeonato Carioca., e o ponta-direita Sabará dava um trabalho danado ao lateral-esquerdo Nílton Santos, o maior da história do futebol brasileiro. Cansado de tantos desrespeitos, o “Enciclopédia” aproveitou uma bola que espirrada entre os dois, para acertar-lhe um chute fortíssimo e tirá-lo de campo. Sabará, porém, matou a bola no peito e mandou-a para o fundo da rede.

4 - Onofre Anacleto de Souza, o Sabará, nascido em 18.06.1931, em Atibaia-SP, e tendo vivido até 08.10.1997, disputou 576 jogos, durante os 12 anos (1952 a 1964) que passou em São Januário. Ele é o terceiro maior vestidor de camisas cruzmaltinas, só perdendo para Roberto Dinamite e Carlos Germano. Foi campeão carioca em 1952/56/58, e dos Torneios Rio-São Paulo-1958; Octogonal Rivadavia Corrêa Meyer-1953; de Paris-1957 e Tereza Herrera-1957. O seguinte é o seguinte: Nilton Santo confirma que Sabará lhe dava muito trabalho, mas não se lembrava desse lance que teria resultado em um dos três gols reais marcados pelo ponta-direita vascaíno, sobre o Botafogo, por Campeonatos Cariocas: 22.12.1954 – Vasco 4 x 2 Botafogo; 28.09.1958 – Vasco 3 x 2 Botafogo e 15.11.1959 – Vasco 4 x 2 Botafogo.

5 - Temporada-2009 - Deveria ser só uma provocação à torcida do Vitória, eliminado da Copa do Brasil, dentro do Barradão, pelo Vasco. Mas terminou custando o cargo ao comandante da 17ª Companhia Independente, no Bairro do Uruguai, em Salvador, o major Francisco César Cunha Bonfim. Ele foi responsabilizado pelo “amanhecimeto” de uma bandeira vascaína tremulando no mastro em frente à sede do batalhão, onde, costumeiramte, são hasteadas as do Brasil, da Bahia e da PM baiana.
Autoria do crime: muito provavelmente, algum torcedor do Bahia, infringindo ao inciso II do artigo 41 do Estatuto dos Policiais Militares, sobre o respeito aos símbolos. Deu a maior bandeira!


terça-feira, 29 de setembro de 2015

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

FOTO DO DIA - CARLOS ALBERTO "100ÃO"

Em 6 de outubro de 2012, o meia Carlos Alberto atingiu 100 atuações pelo time cruzmaltino. No dia,  a “Turma da Colina” venceu o Atlético Goianiense, por 1 x 0, no Estádio Serra Dourada, em Goiânia, com o gol da vitóriai marcado aos 41 minutos do segundo tempo. Felipe trabalhou a jogada, pela esquerda da área do “Dragão”, e lançou Juninho Pernambucano, que não perdoou. 
 
Vasco 1 x 0 Atlético-GO  foi apitado por Raphael Claus-SP, tendo o treinador Marcelo Oliveira escalado: Fernando Prass; Jonas (Fellipe Bastos), Dedé, Renato Silva e Thiago Feltri (Felipe); Nilton, Wendel, Juninho Pernambucano e Carlos Alberto (Marlone); Éder Luís e Alecsandro. O rubro-negro goiano, que teve Gustavo e Ricardoi Bueno expulsos de campo,  foi: Márcio; Adriano, Gustavo, Reniê e Eron (Ernandes); Pituca, Dodó, Marino e Alexandre Oliveira (Diego GiarettaT); Ricardo Bueno e Felipe (Danilinho). Técnico: Artur Neto. (foto reproduzida de www.crvascodagama.com.br).Agradecimento

 

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domingo, 27 de setembro de 2015

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - M. ANTONIETA PONS, O CICLONE DO CARIBE

Ela se dizia torcedora do Vasco
Uma das mulheres mais belas das décadas-1940/1950 foi a dançarina/atriz cubana Maria Antonieta Pons.
 Descoberta, em Havana, pelo cineasta espanhol Juan Orol, o seu primeiro marido – os outros foram o diretor cubano Ramón Parede, pai de sua filha Maria Guadalupe, e Benjamin Alvarez –, ela emigrou para o México e viveu a melhor fase do cinema daquele país, levando para as telas uma dança sensual que a fez de “Raínha da Rumba”.
 Chamada, pela imprensa latino-americana, por “Ciclone do Caribe”, a belíssima Maria Antonieta participou de muitas produções cinematográficas que lotavam cinemas, como  as inesquecíveis “Soboney”, “La Mulher del Puerto”, “Noches de Ronda” e “La Reina del Mambo”, citando poucas.
Em 1954, quando o Vasco da Gama era o clube brasileiro mais famoso nas Américas e excursionava pelas canchas “cucarachas”,  Maria Antonieta convidou a delegação cruzmaltina para uma feijoada em sua casa, no México. Os jogadores compareceram todos elegantemente vestidos, usando termos e gravatas, e receberam, de brinde, boinas usadas por ela durante as suas apresentações artísticas. De sua, parte, os vascaínos retribuíram com grande apresentações contra os times mexicanos, marcando 27 gols em nove jogos, dos quais venceram seis, empataram um e caíram só em um. 
(A foto em PB foi reproduzida de www.asfasltoemato.blog.spotcom e a colorida de cartaz de filme das atriz). Agradecimentos do Kike.  

   

         

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

O MASCOTE VASCAÍNO ORLANDINHO

A revista "Esporte Ilustrado" Nº 620, de 23 de fevereiro de 1950, traz na sua penúltima página o garoto Orlandinho, de 8 anos de idade, que estava deixando de ser mascote do time cruzmaltino, porque seus pais queriam que ele se dedicasse mais aos estudos. Fã do goleador Ademir Menezes, o guri pretendia entrar para um time da base vascaína, a partir dos 13, para  ser, também, um ídolo da galera.
Os mascotes foram adotados pelos times brasileiros desde os inícios de suas trajetórias. Para os torcedores, eram um talismã, dotados de uma força estranha, podendo transformar  resultados. Com o passar do tempo, os mascotes foram substituídos por animais exóticos no futebol carioca. O Botafogo, por exemplo, teve o mais famoso deles, o cachorro vira-latas Biriba. O Flamengo arranjou uma dupla de cães; o São Cristóvão entrava em campo com um carneiro à frente e o Bangu com um lagarto. O Vasco, no entanto,  jamais deixou de prestigiar as crianças.
 Orlandinho começou a entrar em campo com a "Turma da Colina" aos cinco anos, em 1947, quando o time cruzmaltino foi campeão carioca invicto, com sete pontos à frente do segundo colocado. Naquele ano, a rapaziada aplicou a maior goleada da história dos estaduais-RJ, os 14 x 0 sobre o Canto do Rio, em 6 de setembro, e passou pelos maiores rivais, com 2 x 1 e 5 x 2  sobre os rubro-negros, e 5 x  3 e 2 x 0, respectivamente, sobre tricolores e alvinegros. Assim, Orlandinho foi ganhando a fama de pé quente.  Na foto abaixo, ele aparece agachado, entre o massagista Mário Américo e o atacantes Nestor. Naquele dia, 24 de junho de 1947, esta turma venceu o português Porto, amistosamente, por 2 x 0, com gols de Maneca e de Chico. O treinador era Flávio Costa e a turma que está em pé, da esquerda para a direita, é: Ely do Amparo, Augusto, Rafagnelli, Danilo Alvim, Barbosa e Jorge Sacramento. Agachados, na mesma ordem, também estão: Maneca, Friaça, Lelé e Chico.Além da penúltima página, Orlandinho ganhou um ensaio, com mais oito fotos, nas folhas 13 a 15.

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

CORREIO DA COLINA - VASCO-1958

“Eu nunca fui ao Rio de Janeiro, mas sempre acompanhei o meu time, pela Rádio Nacional. Quando vou a Campina Grande, sempre compro a (revista) “Placar”. Não sou tão desinformado, como diz o meu primo Vicente, que já trabalhou no Sul. Ele tira a maior onda, é metido a ser o dono da vida do Botafogo. Ele  jura que se time carimbou a faixa do Vasco, na decisão do Campeonato Carioca de 1958, o ano em que 'sentou praça' na polícia carioca. Apostamos que, no último jogo do SuperSuper, nós mandamos 2 x 1 neles. Ganhei?” Quem indaga é José Inácio,  de Sousa, na Paraíba.
Zé Inácio!
O zagueirão Bellini comemora com Gradim
Coronel tietado no vestiário do Maracanã
Se vocês apostaram uma cervejinha geladíssima, prepare o pescoço por dentro. Se o seu amigo tivesse consultado o site do Mauro Prais, o maior conhecedor da história do Vasco da Gama, não lhe desafiaria. O “Time do Conde”, com dose dupla de Pinga, mandou, realmente, 2 x 1 pra cima dos alvinegros, em 10 de janeiro de 1958, com o Estadual invadindo uma outra temporada. Gradim era o chefe e a rapaziada alinhava: Hélio, Paulinho de Almeida e Bellini; Écio, Orlando Peçanha e Coronel; Sabará, Waldemar, Almir, Roberto Pinga e Pinto. Bom paladar, mas beba com moderação, diz a propaganda do etilicamente correto.(fotos não creditadas e reproduzidas da página 25, do Nº 165, de 17 de janeiro de 1959, de "Manchete Esportiva").
 

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

SANGUE ESPANHOL NOS PEDAIS

O Vasco da Gama tem sangue lusitano. Mas guardou uma gotinha, também, para as veias da vizinha Espanha. Explica-se: em 1954, o "Gigante da Colina" venceu o Torneio Início, promovido pela Federação Metropolitana de Ciclismo-FMC, tendo em seus pedais Luís Garcia Velles. Simplesmente, o campeão espanhol de 1951, que viera para a Cidade Maravilhosa.
  Aquela vitória lembra um fato muito conhecido: a pacificação do futebol carioca, na década de 1930, quando os presidentes do Vasco e do América se reuniram para arrumar a casa.
Daquele vez, o Código Esportivo, vigorando desde 1928, atrasava o desenvolvimento da modalidade. Depois de uma crise que durou três meses, a FMC atualizou os seus estatutos e reabriu as disputas com a "Volta do Maracanã", vencida pelo Vasco, como você nas fotos de Jorge Audi, divulgadas pela revistas "O Cruzeiro", nas páginas 74 /75, de 19.06.1954.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

ÁLBUM DA COLLINA - ATACANTE DJALMA



 Originalmente, a revista carioca "O Cruzeiro" pulicou esta foto, pela seção "Ídolos do Futebol Brasileiro", mostrando o atacante com a camisa do Bangu, clube que defendeu depois do Vasco da Gama. No entanto, o "Kike da Bola" encomendou ao designer Simperson uma versão vascaína.  

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - 21, 22, 23, 24 E 25 DE SETEMBRO

                                                  21 E SETEMBRO
Nem só pequenas presas caíram nas garras do cruel "Almirante" nos 21 de setembro. O “grande” Botafogo foi avariado por duas vezes. Apanhou em 1947 e em 1980. Também, caíram  no castigo o Olaria e o Campo Grande.

VASCO 2 X 1 BANGU apresentou o atacante Sant´Anna como o "cara", marcando os dois  tentos da vitória, que valeu pelo Campeonato Carioca-1930, em São Januário.  Naquela temporada, a rapaziada era considerada a favorita ao título, por manter o time-base campeão carioca-1929 – Jaguaré, Brilhante e Itália; Tinoco, Fausto e Mola; Pachoal, Russinho, Carlos Paes, o apelidado "84", Mário Mattos e SantÁnna.  Mas terminou vice, com um ponto a menos do que o Botafogo. Em 20 jogos, os vascaínos venceram 14, um a menos do que os alvinegros, empataram três e perderam mais três, totalizando 60 gols marcados e 30 sofridos.  

 VASCO 2 x 0 BOTAFOGO  rolou na casa do rival, em General Severiano, em um domingo, pelo Campeonato Carioca-1947 , com gols de Dimas (2), no segundo tempo. Flávio Costa era o técnico e o time teve: Barbosa, Augusto e Rafagnelli; Ely, Danilo e Jorge; Djalma, Maneca, Dimas, Ismael e Chico. Naquele ano, foi covardia. O Vasco passou, como um trator, por cima da concorência. Em 20 jogos, venceu 17 e empatou três. Foi o segundo título carioca invicto da rapaziada, na era do profissionalismo, com sete pontos de frente sobre o vice e carregado o caneco por antecipação. Pra variar, em 21 de setembro de 1980, mais uma pancadinha nos alvinegros, 1 x 0, no Maracanã, em um domingo, também, pela temporada oficial carioca com gol de Pintinho. O treinador era o “alvinegro” Mário Jorge Lobo Zagallo, que tinha: Mazaropi; Pauliho Pereira (Léo), Orlando ‘Lelé”, Ivan e Marco Antônio; Pintinho, Paulo César ‘Caju” e Marquinho; Wilsinho, Roberto Dinamite e João Luís. 

VASCO 3 x 0 OLARIA foi outra partida vascaína na casa alvinegra de General Severiano. Era uma quinta-feira de Campeonato Carioca-1961, teve renda de  Cr$ 351.200,00 cruzeiros, apito de Aírton Vieira de Morais, o “Sansão” e gols de Sabará (2) e Lorico.  O time, treinado por Paulo Amaral, foi Ita; Joel, Bellini e Dario; Écio e Barbosinha; Sabará, Sauzinho, Lorico, Pinga e Ronaldo.

VASCO 7 X 0 CAMPO GANDE foi caçada em um campa era grande, o do Maracanã, a um adversário “pequeno”, em uma noite de sexta-feira, de terror para o adversário. Até o zagueiro Barbosinha, que não era disso, e o meia Lorico, que era pouco disso – fez três – , bagunçaram as redes.  Sabará, que chamava-se Onophre, deixou dois e completou a farofa na cozinha do “Campusca”, tempero do 21 de setembro de 1962, sob o apito de Frederico Lopes, válido pelo Campeonato Carioca. Treinado por Jorge Vieira, o "Terror do Maraca" naquela noitada era: Humberto Torgado (Ita); Paulinho de Almeida e Brito; Barbosinha e Dario; Maranhão e Lorico; Sabará, Vevé, Saulzinho e Da Silva.  

VASCO 2 X 0 BANGU, EM 1977

VASCO 1 X 0 BOTAFOGO, pra variar, no 21 de setembro de 1980, foi mais uma pancadinha nos alvinegros, 1 x 0, é claro, com placar trocado. Aconteceu no Maracanã, em um domingo, pela temporada oficial carioca de 1980, com gol de Carlos Alberto 'Pintinho'. O treinador era o “alvinegro” Mário Jorge Lobo Zagallo, que tinha: Mazaropi; Paulinho Pereira (Léo), Orlando ‘Lelé”, Ivan e Marco Antônio; Pintinho, Paulo César ‘Caju” e Marquinho; Wilsinho, Roberto Dinamite e João Luís. 

A "Vascodata" 21 de setembro tem, também, três empates "semvergoinhos":  21.09.1960 - Vasco 2 x 2 Portuguesa-RJ;  21.09.1969 – Vasco 2 x 2 Fluminense;    21.09.1985 – Vasco 1 x 1 Bangu.


                                                               22 DE SETEMBRO
Dois cariocas e um mineiro entram nos exemplos de que não se deve mexer com o "Almirante" quando ele sai a navegar. Na data 22 de setembro aconteceu isso:
  
VASCO 2 X 1 FLUMINESE - A casa era a do Fluminense. O dia, um domingo. Sem reverência, a rapaziada foi às Laranjeiras e bateu no anfitrião, com dois gols de Paschoal, em 22 de setembro de 1929, pelo Campeonato Carioca. O time, treinado pelo inglês Harry Welfare, era um timaço: Jaguaré, Brilhante e Italia; Tinoco, Fausto e Mola; Paschoal, Russinho, Carlos Paes, Mário Mattos e Sant´Ana. Até aquela vitória vascaína, os dois times já haviam se encarado por 11 vezes, pelo Campeonato Carioca, com cinco vitórias da "Turma da Colina", quatro dos tricolores e dois empates. O duelo começara, amistosamente, em 11 de março de 1923, com Vasco 3 x 2, em um domingo, em Figueira de Mello. Pela temporada oficial estadual, os dois se pegam desde 20 de maio de 1923, com Vasco 1 x 0 e gol de Arlindo. O local serviu de sede, ainda, para a segunda e terceira partidas oficiais deles, pelo regional, vencidas pelos cruzmaltinos, pelos mesmos 2 x 1, em 29 de julho de 1923, e em 17 de maio de 1925.

VASCO 3 x 0 OLARIA,  pelo Carioca-1966, teve gols de Nado, Alcir e Célio, em uma quinta-feira, no Maracanã. Zezé Moreira era o treinador deste time: Edson Borracha; Ari, Brito, Fontana e Oldair; Maranhão e Alcir;  Nado, Célio (foto), Madureira e Danilo Menezes. Aquela temporada estadual foi um terror para os cruzmaltinos. Ficaram em sexto lugar no primeiro turno do Campeonato Carioca, com cinco vitórias, dois empates e quatro derrotas, marcando 16 e sofrendo 12 gols, enquanto no returno terminaram em quinto, com três vitórias, um empate e três reveses. Marcaram 7 e sofreram 11 tentos.    

VASCO 2 x 0 ATLÉTICO-MG foi jogado em domingo, no Maracanã, pelo Torneio Roberto Gomes Pedrosa-1968. O ex-lateral-direito vascaíno Paulinho de Almeida era o treinador, Buglê e Adílson, irmão do vascaíno Almir Albuquerque, fizeram os gols, e o time esteve assim:  Pedro Paulo; Ferreira, Brito, Fontana e Eberval: Buglê e Danilo Menezes: Nado, Adílson, Valfrido (Bianchini) e Silvinho.  (Foto de Célio reproduzida da Revista do Esporte Nº 360, página 35)


                                 O CLÁSSICO DA GRIPE ASIÁTICA                              
  A tabela do prijeiro turno do Campeonato Carioca-1957 marcava para o dia 22 de setembro o pega Vasco das Gama x Botafogo.  Pelo momento, o Rio de Janeiro vivia dias difíceis com a gripe asiática atacando a sua população. Chegou-se até a penasr em suspensão da disputa.
 Entre os dois clubes, o Vasco da Gama era o mais prejudicado pelo problema, tendo o goleiro Carlos Alberto Cavalheiro, o defensor Laerte, o atacante Vavá e o treinador Martim Francisco atingidos pela questão. Por isso, o clube lutou para não jogar naquele dia.
Líder da competição, o Botafogo, que estava inteiro, não topou adiar o clássico, do qual o árbitroe scaslado, Antônio Viug, também, não pode comparecer, devido a asiática que o levou para a cama. fazendo-o passar o apito da pugana para....
 Com o treinador vascaíno Martim Francisco melhor da saúde e fazendo questão de ir para a partida, ele viu o seu time levar dois gols na etapa iunicial, marcados por Garrincha e por
Didi, este cobrando pênalti.  
Semi mutilado, sem o seu goleiro titular, Carlos Alberto,  e o seu goleador, Vavá, substituídos, respectivamente, por Hélio e Livinho, o Vasco não via boas perspectivas naquele clássico, ao ver o placar crescendo. E agradeceu a Deus por ter virado de etapa pedendo por apenas dois gols de diferença.     
 Veio o segundo tempo e Martim Francisco mandou o seu time atacar, mesmo desarticulado. Livinho diminuiu a diferença er Pinga, em grande jogada individual, empatou, desmoralizando a  marcação pro zona do trinador alvinegro Zerzé Moreira.

 Wilson Lopes de Souza, que foi chamado por “ladrão” pelos dois times, dirigiu o clássico, que rendeu a sensacional soma de Cr$ 1 milhão,453.mil, 403,cruzeiros e teve os dois times formando assim:: VASCO DA GAMA: Hélio, Paulinho e Bellini; Cléver, Laerte e Orlando Peçanha; Sabará, Livinho, Almir, Valdemar e Pinga. BOTAFOGO: Amauri, Thomé e Nilton Santos; Servílio, Beto e Pampolini; Garrincha, Didi, Paulinho Valentim, Édson e Quarentinha.



                                                                 23 DE SETEMBRO
Goleadas pra cima do Bonsucesso e do  Madureiram, nos 23 de setembro. É o "Almirante"  navegando pelas primaveras dos velhos tempos. Tempinho depois, foi mais brando,  com  Campo Grande.
  
VASCO 6 x 1 BONSUCESSO, em um sabadão, foi dia de festança do Lelé fez a festa. Sapecou três bolas nos barbantes da Colina. Ademir Menezes, Isaías e Djalma, também, botaram o “Bonsuça” pra dançar naquele Campeonato Carioca-1944. "Tadinho" dos rubro-anis! Nos três jogos anteriores, sem perdão, eles haviam sido castigados, por 8 x 1 (23.07.1944), 5 x 0 (28.08.1943) e 5 x 1 (30.06.1943). E tinha maldades bem piores, antes: 8 x 0 (22.12.1940) e  5 x 0  (23.10.1937).

VASCO 5 X 2 MADUREIRA foi goleada dominical, também em São Januário, pela temporadas oficial carioca-1951. O “cara” daquela tarde foi Edmur, com três tentos – Friaça e Maneca completaram a pancada. Otto Glória era o treinador desta rapaziada maneira: Barbosa, Augusto e Clarel; Ely, Alfredo II e Jorge; Tesourinha, Ipojucan, Maneca, Friaça e Edmur.  Vascaínos e tricolores suburbanos se enfrentavam, pelo Estadual, desde 12 de maio de 1935, quando a “Turma da Colina”mandou 5 x 1. Depois, outras grandes sacanagens cruzmaltinas foram os 6 x 0 (24.08.1941), os 6 x 1 (05.09.1948) e os 9 x 1 (15.10.1950).


VASCO 2 X 0 CAMPO GRANDE-RJ  remonta às jornadas vitoriosas do glorioso treinador Joel Santana, que foi zagueiro da "Turma da Colina" . O pega rolou em São Januário, pelo Estadual-1992, apitado por Paulino Rodrigues e com o menor público das história da cassa, em jogos cruzmaltinos: 394 testemunhas. Bismarck, aos 24, e Roberto Dinamite, aos 90 minutos, compensaram a decepção nas catracas. Quem compareceu ao gramado: Carlos Germano, Cássio, Alê, Alex e Eduardo; Sídney (Luciano), Leandro, Bismarck e William; Roberto Dinamite (Hernande) e Valdir. Técnico : Joel Santana

(Na foto reproduzida de gloriasdopassadoblogspot.com Edmur é o primeiro agachado à direita, ao lado de Ipojucan, Ademir Menezes, Maneca e Chico, em uma formação vascaína de 1952).


                                         24 DE SETEMBRO
Peixe afogado, maior rival levando virada, paraenses amigos de fé desconsiderados e "manezinhos" da ilha de Florianópolis dando trabalho. Histórias dos 24 de setembro.  
   

VASCO 2 X 1 FLAMENGO -  Em 1950, com o “Expresso da Vitória” nos trilhos, o maior rival foi o atropelado do 24 de setembro. De virada, em uma tarde de domingo, no Maracanã, pelo Campeonato Carioca em que o título foi parar na Colina. Ademir Menezes e Alfredo II  marcaram os tentos do jogo apitado por George Dickens e ouvido por   43.976 pagantes. Flávio Costa era o chefe da turma formada por: Barbosa, Augusto e Wilson; Ely, Danilo e Jorge; Alredo II, Maneca, Ademir Menezes, Ipojucan e Dejayr.

VASCO 3 X 0 TUNA LUSO - O “apanhão” da vez tinha ligações lusitanas. Mas os “lusos cariocas” não queriam nem saber. Mandaram ver pra cima dos paraenses, pelo Campeonato Brasileiro-1986, no Estádio Governador Alacid Nunes, em Belém, em uma quarta-feira, diante 5.242 pagantes, que deixaram na casa a graninha de Cz$ 87 mil, 370 cruzados, moeda que “mandou dizer” que não era coisa do português colonizador. José de Assist Aragão-SP apitou a pugna, que teve “golos” de Gersinho, aos 31 minutos do “primairo” tempo; Mazinho, aos 7, e Geovani, aos 32 da etapa final. O técnico vascaíno era Joel Santana e seus “gajos” assinavam: Acácio; Chiquinho, Fernando, Juninho e Pedrinho; Josenlton, Mazinho, Geovani e Gersinho (Santos); Romário e Zé Sérgio.

VASCO 1 X O FIGUEIRENSE - Teve gol marcado pelomeia Ademir, aos 35 minutos do primeiro tempo,  valendo pelo Campeonato Brasileiro-1975, na casa do adversário, o catarinense Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis. A "Turma da Colina" do dia era: Mazaropi, Toninho, Miguel, Renê, Deodoro, Alcir, Zanata, Ademir, Freitas (Carlinhos), Roberto Dinamite e Luís Carlos Lemos, treinados por Mario Travaglini.

 VASCO 2 x 0 NITEROI - Jogo do primeiro turno do Estadual-1980, no Estádio Casio Martins, em Niterói, apitado por Luís Carlos Dias Braga, conferido por 10 283 almas. Paulo César "Caju", aos 37 minutos do primeiro tempo, e Marquinho Carioca, também chamado de  Marco Antônio II´,  aos 23 da etapa final, visitaram as redes, erpresentando este time: Mazaropi; Orlando, Ivã, Leo e Marco Antônio; Pintinho, Paulo Cesar e Marco Antônio II; Wilsinho; . Roberto e João Luis (Guina). O treinador era Mário Jorge Lobo Zagallo.
 A "Vascodata" 24 de setembro inclui: 24.09.1939 – Vasco 1 x 1 São Cristóvão;  24.09.1989 – Vasco 2 x 2 Bahia; 24.09.2006 – Vasco 0 x 0 Botafogo.


                                                                              25 DE SETEMBRFO
O 25 de setembro é repleto de vitórias importantes, viradas e muitos gols, Até em empates. Digamos que está no caderninho como uma data emocionante, ou, como diria o torcedor vascaíno Roberto Carlos: "Um dia de muitas emoções! É só conrferir:

VASCO 4 X 1 SÃO CRISTÓVÃO foi uma castigadas de rival dentro da casa dele,  à Rua Figueira de Mello. Não dava mesmo para nenhum santo fazer milagre naquele 25 de setembro de 1949,  pois, naquela temporada,  o "Almirante" ficou esperando os adversários aparecerem. Como não apareceram, ficou campeão carioca, o seu terceiro título invicto, com sete pontos de frente sobre o segundo colocado, vencendo 18 e empatando dois jogos em 20 disputados. O apito da pugna com o "time alvo" ficou por conta de McPerson Dundas e os gols cruzmaltinos foram marcados por Nestor (2), Heleno de Freitas e Maneca. O técnico Flávio Costa usou: Barbosa, Laerte e Wilson; Alfredo II, Danilo e Ipojucan; Nestor, Maneca, Ademir Menezes,  Heleno de Freitas e Mário.

VASCO 2 X 1 MADUREIRA, pelo Campeonato Carioca-1963, foi uma glória de Oto Glória, que venceu dentro da casa do adversário, no estádio da Rua Conselheiro Galvão. Apitado por José Monteiro, o pega teve placar virado por Lorico, aos 11 minutos, e Maurinho, após o time ver a sua rede balançar, aos 9 minutos. Time virador: Ita, Joel Felício, Brito, Barbozinha e Dario; Écio e Lorico; Sabará, Milton, Altamiro e Maurinho.  Aquela, no entanto, não foi uma boa temporada estadual  cruzmaltina. O time terminou em sexto lugar, cinco pontos atrás do campeão.

 VASCO 3 X 1 PORTUGUESA está no caderninho como mais uma vitórias vascaína de virada. O juiz Eunápio de Queiroz ficou na dúvidas se foi o zagueiro Brito que marcou gol contra, ou se o responsável seria Marques, da "Lusa da Ilha do Governador", aos 30 minutos. O certo foi o "Almirante" lançou a "Zebra", aos 35, por intermédio de Célio, para Maranhão, aos 64, e Nado, aos 66, completarem o serviço. Zezé Moreira era o treinador que mandou a campo: Édson Borracha; Ari, Brito, Fontana e Oldair; Maranhão e Alcir; Nado, Célio, Madureira e Danilo Menezes.

VASCO  2 x 0 FLUMINENSE foi o último jogo doa segundo Campeonato Estadual de Futebol do Estado do Rio de Janeiro, em 1977. Disputado por 15 times, em turno e returno, pelo sistemas todos conta todos, não precisou de decisão entre vencedores de etapas, pois o Vasco papou as duas, em temporadas estadual com 25 vitórias, quatro empates e apenas uma escorregada. Os três pontinhos foram testemunhados, no Maracanã,  por 89.368 pagantes, que anotaram gols de Paulinho e de Edinho (contra). Orlando Fantoni era o treínador e dessa rapaziada: Mazaropi; Orlando ‘Lelé’, Abel, Geraldo e Marco Antônio; Zé Mário e Zanata (Helinho); Wilsinho, Roberto Dinamite, Paulinho (Zandonaide) e Dirceu.

VASCO 3 X 2 PALMEIRAS 1988  foi jogo de placar apertado, mas vitória de grande importância, por ter sido com mando do adversário, no Morumbi, em São Paulo, e encerrando uma série de nove jogos sem vencer o adversário, pelo Brasileirão unificado.  Roberto Dinamite, aos 35; Vivinho, aos 60, e Ernâni, aos 74 minutos, resolveram a parada valendo pelo primeiro turno do Campeonato Brasileiro-1988. A esquadra do "Almirante" do tia transportou: Acácio: Paulo Roberto 'Gaúcho', Célio Silva, Marco Aurélio e Lira; França, Paulo Roberto, Bismarck e Ernâni; Vivinho e Roberto Dinamite (Sorato).

VASCO 2 X 1 CORITIBA, em noite de uma quinta-feira, em São Januário, valeu pela fase única do Campeonato Brasileiro-2003, com o "Animal" Edmundo e Danil Sacramento mexendo no placar cruzmaltino, aos 44 e aos 88 minutos, respectivamente. A rapaziada daquele embalo noturno foi: Fabio, Alex Silva, Wescley, Henrique, Edinho, Ygor, Rubens (Fabiano), Da Silva, Morais (Coutinho), Régis Pitbull , Danilo Sacramento e Edmundo.


VASCO 3 X 0 CRUZEIRO foi a marca da categoria do meia Diego Souza, na tarde de um domingo, pela 26º rodada do primeiro turno do Campeonato Brasileiro-2011, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas-MG. Com aquele placar, o "Almirante" manteve a ponta do Brasileirão, com 49 pontos, dois acima do segundo colocado. Diego Souza iniciou o seu show, aos 40 minutos. Recebeu passe de Marcio Careca e bateu cruzado para fazer: Vasco 1 x 0, o resultada da etapa inicial. O segundo gol saiu aos 12 minutos do segundo tempo. Fagner tabelou com Juninho Pernambucano,  e cruzou para Diego Souza só ter o trabalho de empurrar a bola para o fundo das redes: Vasco 2 x 0. Aos 35 minutos, Juninho lançou Diego Souza, que aplicar um "lençol" e fechou a conta: Vasco 3 x 0. O técnico Cristóvão Borges armou este time do dia: Fernando Prass, Fagner, Dedé, Renato Silva e Marcio Careca; Romulo, Eduardo Costa, Fellipe Bastos, Juninho Pernambucano (Diego Rosa); Diego Souza (Leandro) e Elton. 

Também fazem parte da "Vascodata" 25 de setembro: 1932 – Vasco 3 x 3 Carioca-RJ; 1938 – Vasco 3 x 3 São Cristóvão; 1955 – Vasco 1 x 1 Fluminense; 1983 – Vasco 2 x 2 Bangu; 1994 – Vasco 4 x 4 Seleção da Coreia do Sul;  2001 – Vasco 2 x 2 Boca Juniors-ARG.

domingo, 20 de setembro de 2015

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - MAYSA CANTOU E ENCANTOU O BRASIL

Dois olhos como um oceano, absolutamente,
 não pacífico 
Ela foi uma mulher que, para o poeta, tinha olhos que eram um oceano não pacífico. Realmente, a menina rica, bisneta do barão de Monjardim, governador no Espírito Santo,   neta do senador Monjardim e filha do deputado Monjardim (Alcebíades) não era de poucas marolas. Casada com um filho do conde Matarazzo (André), ela fez de tudo o que as meninas milionárias faziam. Passou pelos melhores colégio, aprendeu música e balé, leu poesias e tornou-se uma das moças mais bonitas do seu tempo. Uma história que jamais caberia em Cinderela.
 O personagem do parágrafo acima, embora vivesse no mundo do conto de fadas, estava mais para uma Gata Borralheira. Em vez de ouvir os clássicos de Frederic Chopin, preferia o samba de Noel Rosa e de Ari Barroso, escandalizando a sua milionária família e os amigos daquele mundo, que escandalizava-se ainda mais quando ela demonstrava muito mais interesse nas vozes de Elizete Cardoso, Araci de Almeida e Carmem Costa, do que nas de Bidu Sayão e de Tito Schipa, que poderia ouvi-las nas elegantes salas dedicadas às operas. Da mesma forma, trocava Brailowski e Yasha Heifetz por Russo do Pandeiro. Nada de anormal para quem preferia os versos de Manoel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade e de Vinicius de Morais, em vez do modismo que glorificava Olegário Mariano e Guilherme de Almeida.
 Afinal, quem é esta mulher, de cabeça, (além dos olhos) nada pacífica? Pois bem! Trata-se de uma carioca, casualmente, criada em São Paulo, sempre esportiva e mostrando inteligência nos estudos do internato Sacré Coeur de Marie. A sua mães (Iná), mulher da fina flor da sociedade capixaba, a tinha como uma menina, quando ela surpreendeu-lhe dizendo-se apaixonada por um amigo do pai. E, na verdade, não deixava de ser mesmo uma criança para André Matarazzo Filho, o Andrezinho.    
O sorriso da fera...da canção
 Registrada e batizada por Maysa, a garota que destoava das amigas ricas em preferências musicais e literárias, adorava cantar e tocar violão nas festas da alta sociedade paulistana. Certa vez, mandou “Adeus”, um samba-canção que ninguém conhecia. Quando alguém disse não ter gostado, ela   informou ter leta e melodia de sua autoria. E, nada pacífica, desafinou “Desculpe-me por ter nascido”.  Esta era a Maysa, que tornou-se Matarazzo, ao casar-se com o Andrezinho.
 Ao voltar da lua-de-mel, nos Estados Unidos, Maysa viveu uma vida social intensa na capital paulista. Se lhe pedissem para cantar nas festas em que comparecia, era com ela mesmo. Soltava aquela voz rouca e incomum, sem imitar ninguém, fosse cantando em inglês, francês, ou português, idioma em que havia, sempre, uma audição de algo composto por Noel. Quando mandava os sambas-canções, exibia letra e música próprias, casos de “Adeus”; “Agonia”; “Marcada”; “Tarde Triste”; “Rindo de Mim” e “Quando com a saudade”. Tudo aquilo foi criando-lhe fama e mais fama, espalhada, por jornais e revistas cariocas e paulistas, para todo o país.
 Já que gostava de cantar e não precisava fazê-lo por dinheiro, Maysa não se negava a participar de eventos beneficentes. Até ali, nada de preocupante. Até uma noite em que apresentou-se em uma boate badalada. Os jornalistas elogiaram e repercutiram tanto o show que as famílias Matarazzo e Monjardim começaram a se preocuparem. E mais quando surgiram propostas (recusadas) para Maysa cantar no rádio e na TV.
Cara de seriedade? Não lhe ficava  bem 
 Como os produtores musicais não queriam aceitar que aquela voz tão diferente, acompanhada por intepretações admiráveis, ficando restrita às reuniões dos grã-finos, passaram a pressionar Maysa para ele chegar ao povão. Conseguiram. Mas, para acalmar os familiares, combinou que gravaria as suas composições, cedendo os seus direitos autorais às associações beneficentes. Então,  o maestro Rafael Puglielli orquestrou, para o selo RGE, o LP (long-playing) “Convite para ouvir Maysa”, que tornou-se o mais vendido de São Paulo e rendeu-lhe os títulos de revelação feminina, melhor letrista e  compositor de 1956.            
 Com o nascimento de um filho (Jayme), Maysa teve de desmentir, por várias vezes, a sua adesão definitiva à carreira artística. Mas não tinha como fugir do seu destino. Compôs mais dois sambas-canções (“Ouça” e um dedicado a Noel Rosa, sem dar-lhe título) e terminou assinando contrato com a Rádio e TV Record-SP, graças à insistência de Roberto Corte-Real, para fazer um programa semanal, patrocinado pela “Bombril”, empresa de amigos da família. Reverteu os seus ganhos, com sempre o fazia, para uma associação de caridade, e tornou-se uma das maiores atrações musicais paulistas. Depois, brasileiras. Enquanto viveu, vivendo vários amores, nada pacificamente, entre 6 de junho de 1936  a 22 de janeiro de 1977, deixou gravados 16 discos em estúdios e dois ao vivo. Além de cantar, participou de duas novelas de TV e de uma peça teatral.         

VASCO DA GAMA 2 X 1 SPORT RECIFE

A vitória sobre os rubro-negros pernambucanos, que jogaram, hoje, com um uniforme azul e laranja, homenageando os holandeses que colonizaram Pernambuco, tirou  o "Almirante" da lanterna do Campeonato Brasileiro. Agora, a "Turma da Colina!, que venceu três e empatou um jogo nos últimos quatro compromissos, tem 23 pontos, deixando o fundo do poço para o Joinville.
Rafael Silva quase marca um belo gol, após chapelar um marcador
    Invicto há quatro rodadas, o Vasco volta a campo na quarta-feira, a partir das 22 horas, enfrentando o São Paulo pelas quartas-de-final da Copa do Brasil, no Morumbi, em São Paulo.  Pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro, o adversário de domingo será o Flamengo. no Maracanã.
Diante  do Sport, o Vasco abriu a conta no início da partida. No primeiro ataque, Andrezinho lançou Madson, que invadiu a área e tocou para trás. A bola desviou na zaga e sobrou para Nenê chutar e um adversário desviar a bola para a rede: Vasco 1 x 0, com o árbitro anotando gol de Nenê.
O Sport empatou, ainda no primeiro tempo, por  erro do time vascaíno, que entregou bola dominada, gerando contra-ataque fatal. A vitória sai no início do segundo empo, quando Andrezinho cobrou escanteio, da direita, e Rafael Vaz cabeceou para deixar no placar final: Vasco 2 x 1.
                                       CONFIRA A FICHA TÉCNICA
20.09.2015 (domingo) - Vasco 2 x 1 Sport-PE. Estádio: Maracanã-RJ. Juiz: Heber Roberto Lopes-SC. Público presente: 22.227. Pagantes: 19.128. Renda: R$ 591.020,00. Gols: Nenê, a 1, e Élber, aos 39 min do 1º tempo; Rafael Vaz, aos 4 min doo 2º tempo. VASCO: Martín Silva; Madson, Luan, Rafael Vaz e Julio César; Serginho (Jomar), Bruno Gallo, Andrezinho e Nenê (Lucas); Rafael Silva (Herrera) e Leandrão. Treinador: Jorginho Amorim. SPORT-PE: Danilo Fernandes, Ferrugem, Matheus Ferraz, Durval e Renê (Danilo); Elber, Rithely, Marlone, Maikon Leite  (Hernane Brocador), Neto Moura (Régis) e André. Treinador: Daniel Paulista (interino).

sábado, 19 de setembro de 2015

CORREIO DA COLINA - COLEIRA DO LEÃO


Janaina Mendez é “urugaja” e veio para o Rio de Janeiro com 10 meses de nascida. Seu já aposentado pai baiano, de Salvador, era tradutor (de inglês para o espanhol), quando foi trabalhar em uma editora de Montevidéu. Por lá se casou. Voltou ao Brasil, buscado por um  livreiro da Cidade Maravilhosa, onde ela passou a infância, brincando com amigas filhas de vascaínos e “contraiu o melhor vírus do mundo”.  "Jana" e suas amigas, quando adolescentes, eram tietes do goleiro Emerson Leão, do qual quer  saber se é verdade ter sido o primeiro atleta cruzmaltino a fazer ensaio sexy para uma revista.
Janaína, veja bem!
Na verdade, Leão não fez um ensaio sexy. Isso ainda não havia, entre atletas,  em 1974, quando ele posou para o nº 12 da revista “Nova”, eleito, pelos alemães, “o jogador das pernas mais bonitas da Copa do Mundo” da então Alemanha Ocidental. Na época, era palmeirense. Só chegou a São Januário quatro anos depois.
Certa vez, como repórter do "Jornal de Brasília" perguntei ao Leão porque ele topara fazer a foto que você vê, e ele respondeu: "Eu estava a fim". De sua parte, "Nova" explicou que o objetivo era saber como os homens se comportariam vendo-os em uma situação em que só as mulheres eram focalizadas. Segundo a revista, a rapaziada de 49 anos atrás não enganava: já se preocupava com o visual, usando roupas agressivas e sensuais, e cabelos compridos e bem tratados.
"Leão acabou gostando da ideia e topou", afirmou, também, "Nova", informando que o goleiro, de 1m82 de altura e então 79 quilos, fora clicado pelo badalado fotógrafo da época Chico Aragão, a quem contara ser o mais jovem atleta a se profissionalizar no planeta, aos 15 anos de idade, pelo Esporte Clube São José, de Ribeirão Preto. "Imagine um garoto de ginásio jogando futebol pra valer! Eu tinha que viajar pra lá e pra cá, sozinho, e minha mãe achava que eu ia me perder no meio de tanto malandro, como ela dizia. Até certo ponto, tinha razão: o ambiente não era nada favorável", contou o goleiro à publicação, acrescentando ter namorada, uma Brasília (carro já fora de linha) e que às sextas-feiras e aos sábados frequentava aulas, em Mogi das Cruzes, ou em Santos, do curso de especialização em futebol, basquete, voleibol e atletismo"
ESTREIA - Escalado pelo treinador Orlando Fantoni (ex-atleta vascaíno), Leão usou a jaqueta cruzmaltina, pela primeira vez, na noite da quarta-feira 5 de outubro de 1978, fazendo só uma defesa, aos 7 minutos do primeiro tempo, em Vasco 4 x 0 São Cristóvão, pelo Estadual-RJ, com todos os gols na etapa final –  Roberto Dinamite, aos 7; Ramon Pernambucano, aos 10; Rodrigues (contra, desviando chute do Dinamite), aos 30, e Paulinho, aos 35 minutos.
Muito bem recebido, longamente aplaudido pelas 10.660 almas presentes a São Januário, onde deixaram a graninha de Cr$ 336.970, 00 (cruzeiros), "muito abaixo dos Cr$ 800 mil esperados pela promoção da partida", conforme conta o “Jornal de Brasília”, Leão jogou ao lado de: Orlando ‘Lelé”, Fernando, Gaúcho e Paulo César; Helinho, Paulo Roberto e Carlos Alberto Garcia; Guina (Wilsinho), Roberto (Paulinho) e Ramon.   

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

HISTORI&LENDAS CUZMALTINAS - DINAMITADAS

 1 - Roberto Dinamite disputou 27 jogos contra o Flamengo, nas décadas de 1970/1980, e o executou em todas. Logo, um gol por partida.  É o maior artilheiro da rivalidade. Em 1977, o Vasco perdia do Bonsucesso, por 1 x 0, placar que o eliminaria da Taça Guanabara. Aos 42 minutos, Roberto, empatou, batendo pênalti. Então, o zagueiro rubro-anil Dario o provocou, dizendo que que os vascaínos já eram. Mas o juiz deu o chamado (na época) "desconto" de dois minutos, para compensar as paralizações. Foi quando o lateral-direito Orlando 'Lelé' mandou um chutão para a área do adversário. Roberto dominou o lance e guardou a "maricota" no filó: Vasco 2 x 1, classificado para a final da Taça GB, contra o Botafogo. 

2 - Número de jogos e de gols de Roberto Dinamite, por camisa vestida: Vasco 1.108 jogos; Seleção Brasileira 49; Barcelona 8; Portuguesa de Desportos 14; Rio Negro-AM 1; Campo Grande-RJ 14; Seleção Brasileira de Masters 4 e na despedida de Júnior (Leovegildo Lins Gama) 1. Totalizou 1.199 partidas.Os gols foram marcados com as camisas de: Vasco 708; Seleção Brasileira 26; Barcelona 3; Portuguesa 9; Rio Negro-AM: 2 (amistoso com o Flamengo); Seleção de Masters 2 (pela Copa Pelé); Despedida do Júnior 2 ( amistoso, na Itália. Total 754.

3 - Os gols 100, 200, 300, 400, 500 e 600 de Roberto Dinamite foram muito badalados pela imprensa carioca. Mas, qual foi o mais badalado? E quando bateu a última bola na rede? Confira: 100 – 31.07.1975 – Vasco 3 x 0 Bangu; 200 – 17.08.1977 – Vasco 5 x 0 Goytacaz; 300 –09.09.1979 – Vasco 4 x 2 Flamengo; 400 – 27.09.1981 – Vasco 3 x 2 Fluminense; 500 – 12.08.1984 – Vasco 2 x 2 Roma (ITA); 600 – 08.04.1987 – Vasco 3 x 0 Portuguesas-RJ. Detalhe: nos 2 x 2, com a Roma, valeu pelo Trofeu Teresa Herrera, na Espanha, Roberto marcou os dois tentos vasaínos, mas o jogo foi decidido nos pênaltis e eles venceram, por 5 x 4. Quanto ao último Dinamite nas redes, este foi em 26 de outubro de 1992, em Vasco 1 x 0 Goytacaz, totalizando 670 pipocas na chapa dos adversários.

4 - O gol 500 aconteceu em 10 de novembro 1982, em uma quarta-feira, em Vasco 1 X 1 Volta Redonda, pelo returno do Estadual –RJ, em São Januário, apitado por Pedro Carlos Bregalda e assistido por 3.491 pagantes. Roberto marcou cobrando falta, aos 30 minutos do primeiro tempo, após ter sido derrubado na entrada da área, por Luís Carlos. Ele já havia feito os gols nº 497 e 499, também, cobrando falta, e foi para a batida enviando a bola a ângulo esquerdo defendido da trave defendida pelo goleiro Leite. O time do jogo: Mazaropi; Rosemiro, Nei, Ivan e Pedrinho; Serginho, Dudu e Geovani (Marquinho); Pedrinho Gaúcho, Roberto Dinamite e Palhinha (Ernâni). Técnico: Antônio Lopes.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

MUSAS VASCAÍNAS DO DIA - GOLEIRAS


JERUSA, FLÁVIA E FABÍULA, FOTOGRAFADAS POR Thiago Moreira, de www.crvascodagama.com.br
Elas ralam pra valer. Jerusa, goleira vascaína e da seleção brasileira de “beach handebol”, foi considerada a fera de sua posição no Brasil. Tricampeã mundial da modalidade, agora ela está nas quadras, já que o Vasco armou um time conjunto com a FAB, a fim de disputar a Liga Nacional.
Companheiras de posição na equipe, Fabíula, Flavia e Ellen, mais jovens, apreciam tanto o estilo de Jerusa jogar, que dizem se mirarem nela para chegarem ao mesmo sucesso. “Eu e a Jerusa fizemos grande amizade em pouco tempo. Treinar com ela  está sendo muito importante, pois me ajuda bastante nos treinamentos. O convívio com ela está sendo ótimo”, afirmou Flavia.
Fabíula, de 25 anos, teve convocações para seleções de base, conquistou títulos e é também elogia Jerusa: “Grande pessoa e ótima goleira. Serve de inspiração para mim e para as outras atletas da posição. É muito prestativa e está sempre ajudando”, afirmou ao site oficial vascaíno – www.crvascodagama.com.br.

A FOTO DO DIA - FUTUROS GOLEIROS

O Vasco está preparando uma nova safra de goleiros. Grave os nomes de Ícaro Vinícius, Patrick Fonseca e Hugo Moraes. A principal aposta a médio prazo é João Pedro, goleiro titular do time sub-17.

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - 16,17, 18, 19 E 20 DE SETEMBRO

Em 1917, o Vasco ainda disputava o Campeonato Carioca da Segunda Divisão,  quando goleou o Brasil, em 16 de setembro, por 6 x 0, pelo returno. Era domingo e a pancada foi em General Severiano, o campo dos alvinegros. O tempo rolou e, em 1930, o goleado foi o América: 4 x 1, amistosamente, em São Januário, com "estragos" de Mário Mattos, Paschoal, Russinho e Sant´Anna . Passados quatro anos, veio o Bangu, na Rua Ferrer, e foi batido por um mesmo placar, 47 temporadas depois, em São Januário.
 As grandes vitórias vascaínas nos 16 de setembro, no entanto, foram sobre o Flamengo, de Zizinho, e o Botafogo. Há uma outra goleada, por 5 x 0, sobre a Seleção de Caxambu-MG, em 1986, mas este nem conta, pois se trata de um daqueles jogos bregas que o Vasco saía fazendo pelo país a fora, os chamados caça-níqueis. Claudinho (2), Zé Sérgio, Santos e Vivinho foram os carinhas nas redes.

VASCO 2 X 1 FLAMENGO foi dominical, na Colina, pelo Campeonato Carioca-1945. Berascochea e Biguá (contra), marcaram os tentos da vitória vascaína. O técnico Ondino Vieira usou: Rodrigues, Augusto e Rafagnelli; Ely, Berascochea e Argermiro; Djalma, Lelé, Isaías, Ademir Menezes e Chico. A pugna foi apitada por Guilherme Gomes, rendeu: Cr$ 254 mil, 675 cruzeiros e encerrou o primeiro turno da temporada oficial que teve a "Turma da Colina" beliscando a beringela, de forma invencível: 13 vitórias e cinco empates, provenientes de 58 gols marcados e um impressionante saldo de 43. Logo: faltou adversário.

VASCO 3 X 2 BANGU, em 1981, foi em uma  quarta-feira, em São Januário, assistido por 8.587 pagantes, com apito de José Aldo Perera e gols vascaínos de Serginho, Marquinhos e Roberto Dinamite. O técnico era Antônio Lopes e o time este: Mazaropi; Rosemiro, Ivan, Nei e João Luiz; Dudu, Serginho e Marquinhos (Amauri); Wilsinho, Roberto Dinamite e Silvinho. No outro jogo do 16 de setembro, com mesmo placar, fora de casa, teve gols de Almir, Orlando e Lamanna, valendo pelo Torneio Extra-1934. 
VASCO 3 X 0 BOTAFOGO, pelo primeiro turno da Taça Guanabara-1984, foi clássico dominical, em São Januário, e a “Turma da Colina” começou a apagar o “Fogão”  no primeiro minuto: Geovani abriu a porteira. Aos 4 do segundo tempo, Mauricinho fez o segundo. Aos 34, Mário fech9ou a conta. José Roberto Wright foi o juiz e o público de 4.169 pagantes. Edu Coimbra, o treinador, escalou: Roberto Costa (foto); Edevaldo, Ivan, Nenê e Aírton; Pires (Oliveira), Geovani e Mário; Mauricinho, Rômulo e Marquinho.  

A "Vascodata" 16 de setembro inclui, ainda, Vasco 1 x 1 Flamengo, em 2007. OBS:  Zizinho, grande ídolo flamenguistas, um dia, vestiu a camisa vascaína (foto), para ter o prazer de voltar a jogar ao lado do seu grande amigo Ademir Menezes. Foi durante um amistoso contra um combinado argentino, em 1956.


                                                                    17 DE SETEMBRO
desde a temporada oficial do futebol carioca de 1958 – encerrada em 17 de janeiro de 1951 –, quando sagrou-se  "SuperSuperCampeão”, o Vasco não conquistava um título do Estadual. No período, só havia levado a I Taça Guanabara-1965, e dividido o “caneco” do Torneio Rio-São Paulo-1966, com Botafogo, Santos e Corinthians, por falta de datas para a decisão, pois a Seleção Brasileira ocuparia o calendário, a partir de então, treinando para a Copa do Mundo da Inglaterra. E, assim se passaram 12 anos na fila.
Veio, então, a temporada-1970. Elba de Pádua Lima, o Tim, dirigia a equipe e foi derrubando os adversários, um a um, até terminar a competição, com  13 vitórias, três empates e só duas quedas, marcando 30 e sofrendo 14 gols, o que lhe deixou com o bom saldo de 16 tentos. O “Batuta” Walter Machado Silva, o camisa 10.  foi o seu principal artilheiro, com nove bolas nas redes.
 NOITE DE GALA - O Vasco ficou campeão carioca na quinta-feira noturna de 17 de setembro de 1970, no Maracanã, vencendo o Botafogo, por 2 x 1, com gols de Gílson Nunes e de Silva, em jogo apitado por José Aldo Pereira, assistido por 59.170 pagantes. A turma da noite foi: Élcio; Fidélis, Moacir, René e Eberval: Alcir e Buglê; Luiz Carlos Lemos, Valfrido, Silva e Gílson Nunes. Era o 10º título estadual – os outros em: 1923, 1929, 1934, 1936, 1945, 1947, 1949, 1950, 1952 e 1958. Confira abaixo datas, placares e goleadores da temporada-1970.  

CAMPANHA: Turno - 28.06.1970 – Vasco 2 x 1 Bonsucesso (gols de Chiquinho (contra) e Silva); 04.07 –  2 x 1 Madureira (Valfrido e Silva); 08.07 –  4 x 2 Bangu (Valfrido, Silva, Bugleux e Luiz Carlos); 11.07 –  0 x 0 Campo Garnde; 19.07 –  1 x 1 Fluminense (Buglê); 22.07 – 1 x 0 São Cristóvão (Silva); 26.07 – 0 x 0 Botafogo; 01.08 – 1 x 0 Olaria (Alcir); 06.08 – 1 x 3 América (Silva); 09.08 – 1 x 0 Flamengo (Silva); 15.08 – 2 x 0 Portuguesa (Buglê (2). Returno -  22.08 – 3 x 1 Olaria (Fidélis, Gílson Nunes e Valfrido); 30.08 – 1 x 0 Flamengo (Valfrido); 06.09 – 2 x 0 Madureira (Silva e Alcir); 19.09 – 4 x 0 Campo Grande (Silva, Valfrido, Luiz Carlos e Ademir); 13.09 – 3 x 2 América ( Silva (2) e Gílson Nunes); 17.09 – 2 x 1 Botafogo (Gílson Nunes e Silva); 20.09 – 0 x 2 Fluminense.        


Diego Souza e Éder Luís comandam o trenzinho da Colina 
VASCO 4 X 0 GRÊMIO-RS - Rolou quando o "Almirante" atingia 41 anos da conquista do seu 10º título de campeão carioca. Foi em São Januário, deixando o time da Colina líder do Brasileirão-2011, com 45 pontos. Elton abriu o placar, aos 3 minutos. Fágner lançou, Éder Luís foi à linha de fundo, pela direita, e cruzou a bola para o meio da área. Mais rápido do que a marcação, Elton a desviou, fazendo 1 x 0.
   O segundo tento foi um golaço. Fellipe Bastos esticou passe, para Diego Souza, que tocou a bola, por entre as pernas de Edcarlos, e a apanhou na frente, batendo forte, na corrida, de fora da área, aumentando, para 2 x 0, placar do primeiro tempo.  Na etapa final, aos seis minutos,  Diego Souza lançou Fagner, que cruzou, para Éder Luis chegar batendo e ampliar: 3 x 0. Aos 16, Diego Souza trabalhou a bola, pelo lado direito da área gremista, e  deixou Fagner chutar, fechando a conta: 4 x 0.
O jogo foi apitado por Ricardo Marques Ribeiro (MG), teve público de 16.014 pagantes e renda de R$ 400.095,00. O técnico interino do Vasco, Cristóvão Borges, contou com: Fernando Prass; Fagner, Dedé, Renato Silva e Jumar; Rômulo, Eduardo Costa, Fellipe Bastos e Diego Souza (Allan); Éder Luís (Leandro) e Elton (Bernardo). (foto reproduzida de w.crvascodagama.com.br) Agradecimento.


                                                                     18 DE SETEMBRO
18 de setembro marca uma vitória apertada, sobre o duro  Bonsucesso, e duas folgadas, contra  Madureira e Olaria. Nada de extraordinário, a não ser que, pelo Campeonato Carioca-1966, uma atacante vascaíno, com o apelido de ‘Madureira’, fez gol no Madureira.


VASCO 3 X 1 MADUREIRA foi acontecimento de um domingão, na Colina,  Nado, Alcir, também, pipocaram o filó.  Antônio Viug apitou, e a grana da contenda atingiu Cr$ 5.034.000 cruzeiros. O treinador Zezé Moreira usou: Edson Borracha; Oldair, Brito, Sérgio e Mendes; Maranhão e Alcir Portella; Nado, Madureira, Célio e Danilo Menezes.   
Centroavante, Madureira era muito querido pelos colegas vascaínos. Seu nome de batismo é Carlos Alberto Ferreira, e ele esteve cruzmaltino durante toda a temporada de 1966. Cria do América, em 1961, antes de desembarcar em São Januário passou pelo Clube Atlético Operário-SC e o Pelotas-RS.  Ao deixar São Januário, vestiu a camisa do Metropol-SC. Em 1968, já estava no Clube Atlético Paranaense, jogando ao lado de outro ex-vascaíno, o zagueiro Hideraldo Luiz Bellini.
 A fotos que ilustra esta matéria é do arquivo de Fábio Emmanauel, filho do ex-atleta, e reproduzida de http://www.marcelodieguez.com.br/
VASCO 3 X 1  OLARIA valeu pelo Estadual-1974, em  uma quarta-feira, em São Januário, com 862 pagantes e gols de Zanata (2) e Bill. Mário Travaglini, o técnico, escalou: Carlos Henrique; Fidélis, Joel Santana, Gaúcho e Paulo César; Alcir (Ademir) e Zanata;  Jorginho Carvoeiro (Galdino), Bil e Peres.      

VASCO 2 x 1 BONSUCESSO, pelo Estadual-RJ de 1983, foi jogado no estádio Caio Martins, em Niterói, assistido por 8.934 pagantes. Valquir Pimentel apitou, Pedrinho Gaúcho e Dudu foram às redes, e o time, treinado por Otto Glória, teve: Acácio; Edevaldo, Chagas (Daniel Gonzalez), Nenê e João Luiz; Serginho, Dudu e Ernani; Pedrinho Gaúcho, Roberto Dinamite e Paulo Egídio (Júlio César).       

A "Vascodata" 18 de setembro inclui, ainda,  uma coleção de empates: 18.09.1938 – Vasco 2 x 2 Bonsucesso; 18.09.1949 – Vasco 2 x 2 Botafogo; 18.09.1955 – Vasco 0 x 0 Remo-PA; 18.09.1971 – Vasco 0 x 0 São Paulo;  18.09.1977 – Vasco 0 x 0 Volta Redonda.


                                                        19 DE SETEMBRO


Duas goleadas e ouros placares indiscutíveis são o bastante para fazer do 19 de setembro uma data fera no caderninho vascaíno. Confere? Então, vamos nesssa: 

VASCO 4 X 0 FLUMINENSE foi um amistoso dominical de muita vibração, em 1937, em São Januário. Lindo (2), Alfredo I e Luna fizeram a festa da galera, quando o time era treinado pelo uruguaio Carlos Scarone. Até ali a rapaziada já havia disputado seis amistosos com os tricolores, tendo goelado, também, no 9 de dezembro de 1931, na casa tricolor, nas Laranjeiras, por 4 x 0, e em 4 de setembro de 1930, no mesmo local, por 4 x 1. Isso além de ter vencido o primeiro dos amistosos, em 11 de março de 1923, por 3 x 2, na Rua Figueira de Mello. Em 1955, em um novo 19 de setembro, os dois times  voltaram a se encontrar, em um outro domingão,  valendo pelo Campeonato Carioca, no Maracanã. Daquela vez, ficaram no 1 x 1, com Célio Taveira Filho batendo bola na rede. Zezé Moreira era o treinador e o time foi: Gainete; Joel, Brito, Fontana e Oldair; Maranhão e Lorico; Luisinho, Célio, Mário ‘Tilico’ e Zezinho. 

VASCO 4 X 0 MADUREIRA foi pelo Campeonato Carioca-1943, e em uma domingueira, na Colina. Ademir Menezes (2) e Lelé estavam entre os goleadores do time do técnico uruguaio Ondino Vieira, que montava o “Expresso da Vitória, por aquela época em que o time tinha: Oncinha, Figliola, Rafagnelli, Argemiro, Djalma, Ademir Menezes (foto), Rubens, Lelé e Chico. Em 1966, os dois se cruzaram, de novo, em outro 19 de setembro, o Vasco mandou 3 x 1 no “Tricolor Suburbano". 

 VASCO 3 X 1 BOTAFOGO está registrado como mais um jogo domingueiro do Campeonato Carioca, no Maracanã. Foi em 1954, com gols de Ademir Menezes (2) e Pinga. Flávio Costa treinava a rapaziada, que contou com: Barbosa, Paulinho e Bellini; Mirim, Laerte e Dario; Sabará, Alvinho, Ademir Menezes, Pinga e Parodi.

VASCO 4 x 2 OLARIA rolou em uma sexta-feira, no “Maraca”, pela temporada oficial carioca-1958, em que a “Turma da Colina” conquistou o seu nono título estadual. Naquela noite, Sabará (2), Rubens e Osvaldo (contra) estiveram nas redes, a mando do técnico Gradim, que escalou: Barbosa, Paulinho de Almeida e Bellini; Écio, Orlando e Dario; Sabará, Rubens, Delém, Dominguinhos e Pinga. O Gradim citado acima (Francisco de Souza Ferreira) não deve ser confundido com o desportista de apelido homônimo Fernando Ramos Soares, o descobridor de Roberto Dinamite. O treinador Gradim, nascido em Vassouras-RJ (15.06.1908) foi atleta, também, e o primeiro vascaíno a marcar um gol na era do futebol profissional carioca (02.04.1933), amistosamente, em um domingo, na casa cruzmaltina, em Vasco 2 x 1 América-RJ. Saído do Bonsucesso, para o Vasco, Gradim vestiu, também, a camisa da Seleção Brasileira, e foi campeão da Copa Rio Branco, no Uruguai, em 1932, ao lado do grande Leônidas da Silva, que era outro vascaíno, na ocasião.

VASCO 2 X 1 AMERICANO esteve na 10ª rodada do segundo turno do Campeonato Estadual-1979,  na casa do adversário, em Campos. Apitado por Moacir Miguel dos Santos, a contenda foi assistidas por 4.825 pagantes, que conferiram Roberto Dinamite dinamitar a rede campista, aos 7 minutos do primeiro tempo, cabendo a Afrânio, que saíra do banco dos reservas. levar a vitórias para a Colina, aos 42 da etapa final. Leão; Orlando 'Lelé', Gaúcho, Ivã e Marco Antônio; Dudu, Guina (Paulo Roberto) e Paulinho; Catinha, Roberto e Lito (Afrânio) foi o time.


A "Vascodata" 19 de setembro inclui, também,  empates com a dupla Fla-Flu: 19.09.1965 – Vasco 1 x 1 Fluminense e 19.09.1982 – Vasco 0 x 0 Flamengo.
 
 


                                                                        20 DE SETEMBRO
Nos 20 de setembro, o intrépido "Almirante" mostrou-se iconoclasta, quebrador de imagens de santos. Mas ao vivo. Pior! Pegou um Campo Grande o reduziu. E quem pensava que fazia um Bonsucesso, ficou sem nenhuma presença nas paradas do dia. Saiba como:

VSCO 3 X 1 SELEÇÃO FLUMINENSE, como contaria o personagem "Seu Pantaleão", dos programas televisivos do vascaíno Chico Anísio, "foi um causo besta 'assucedido' em 1927". Amistosamente! Russinho (2) e Paschoal balançaram a rede da turma do Estado do Rio de Janeiro. 

VASCO 2 X 1 BRASIL-RJ valeu pelo Campeonato Carioca-1931. Ghizoni e Russinho balançaram a estampa do rival. Naquela temporada, os meninos terminaram vice-campeões, perdendo o título, na última rodada, para o América. Em 20 jogos, foram 13 vitórias, uma a menos do que o campeão, além de três empates e quatro quedas. O time marcou 45 e sofreu 24 gols.  
  
VASCO 5 X 1 SÃO CRISTÓVAO, amistosamente, em 1932, serviu para mostrar ao "Santo" que nenhuma reza brava amedrontava o "Almirante". Em qualquer pedaço. Daquela vez, por exemplo, a impiedade cruzmaltina aconteceu no gramado da Rua Campos Sales. Os impiedosos? Gringo (2), Tinoco, Orlando e Badu. Aquele foi o primeiro dos seis amistosos já disputados pelos dois clubes, com cinco vitórias vascaínas. A série teve: 20.09.1932 – Vasco 5 x 1; 12.09.1937 – Vasco 3 x 1; 30.10.1941 – Vasco 2 x 3; 29.06.1946 – Vasco 5 x 3; 26.05.1960 – Vasco 5 x 3; 22.07.2000 – Vasco 3 x 0.  O segundo e o quinto jogo foram em São Jauário, e o tercerio, quarto e sexto em Figueira de Mello.

VASCO 3 X 0 BONSUCESSO, em 1934,  já rolou em São Januário, pelo Campeonato Carioca Extra-1934.  Lamanna (2) e Jucá fizeram a sua parte, naquela temporada em que a rapazida já havia mandado 2 x 0 neles, pelo Estadual, em 13 de abril, e 4 x 3, em 6 de junho, pelo returno da mesma disputa. Além daquela dose tripla, houve, na data, mais um cascudo no "Santo, 3 x 2, em  16 de outubro de 1934, pelo returno do Carioca-Extra, com Kuko (2) e Cícero filosofando na rede do estádi da Rua Figueira de Mello.

VASCO 3 X 0 AMÉRICA-RJ repetiu o placar acima pela primeira fase do Campeonato Brasileiro-1972. Com aquilo, a moçada encerrou uma sequencia de três partidas sem vencer o adversário, pela disputa unificada. A queima  do “Diabo” rolou em em uma quarta-feira, em São Januário, com a caixa de fósforo aberta por Roberto Dinamite (2) e Buglê. O treinador Mário Travaglini chamou pra fazer o serviço: Andrada; Fidélis, Joel Santana, Moisés e Alfinete;  Alcir, Buglê e Pastoril; Jorginho Carvoeiro, Tostão e Roberto Dinamite.

 VASCO 3 X 0 CAMPO GRANDE encerra a "tripleta" dos 3 x 0 dos 20 de setembro. Também rolou na Colina, com Roberto dinamitando o primeiro, aos 18 minutos do primeiro tempo, para Orlando "Lelé', aos 18 do segundo, e Paulo César, aos 32 da mesma etapa, completarem o serviço. Wilson Carlos dos Santos apitou e 3.989 escutaram o som de sus "latinha". Rapaziada batedora: Mazaropi (Jair Bragança), Orlando, Abel (Fernando), Gaúcho e Paulo César, Helinho e Paulo Roberto; Wilsinho, Guina, Roberto e Paulinho.

A "Vascodata" 20 de setembro inclui, também, empatezinhos "sem vergonha", daqueles "segura daqui, segura dali",  e um "empatazo". Vejamos: 20.09.1928 – Vasco 1 x 1 Botafogo; 20.09.1942 – Vasco 1 x 1 São Cristovão; 20.09.1953 – Vasco 3 x 3 Flamengo; 20.09.1964 – Vasco 0 x 0 Madureira;  20.09.1981 – Vasco 1 x 1 Flamengo; 20.09.1993 – Vasco 0 x 0 Guarani de Campinas-SP.