Vasco

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sexta-feira, 22 de junho de 2018

AS BELAS DAS COPA - ALEXANDRA

O site www.gentside.com.br está exibindo as 20 mais lindas mulheres de atletas que estão disputando as Copa do Mundo da Rússia. Uma das eleitas para este time de beleza é  Alexandra Ivarsdotirr, casada com o jogador Gylfi Sigurdsson, da Islândia. Realmente, ela é uma pintura. Talvez, o espírito do grande "pintor dos pintores" tenha voltado na figura do pai da moça, que a colocou neste planeta.

The website www.gentside.com.br is showing the 20 most beautiful women of athletes that are disputing the World Cup of Russia. One of the chosen ones for this team of beauty is Alexandra Ivarsdotirr, married with the player Gylfi Sigurdsson, of Iceland. Really, it's a painting. Perhaps the spirit of Leonardo da Vinci has returned to the figure of the girl's father, who put her on this planet.

9 - NO MUNDO D COPA - ESTADO E FUTEBOL

No dia 17 de junho de 1970, dois fatos entraram para a história do Brasil: a vaga da Seleção Brasileira na final da Copa do Mundo, com 3 x 1, sobre o Uruguai, vingando o "Maracanazo" de 1950, e a humilhação imposta por guerrilheiros urbanos ao regime militar do general Garrastazu Médici, obrigado a trocar 40 "subversivos" presos, pela liberdade do embaixador alemão Ehrenfried Anton Theodor Ludwig Von Holleben, de 61 anos.                   A dobradinha Estado-futebol, no Brasil, vem desde o inicio do século 20. Na década-1930, o presidente Getúlio Vargas (foto), como fazia Benito Mussolini, na Itália, viu na modalidade um bom meio de transformação de um povo e de consolidação do seu regime de matizes fascistas.
 Quando tentou estatizar o esporte, para transformá-lo em veículo de aspiração nacional, Getúlio, sem querer, apressou a profissionalização dos futebolistas brasileiros.
Em 1934, o governo Getúlio Vargas emplacou Lourival Fontes, o homem forte da propaganda do regime, na chefia da delegação brasileira na Copa do Mundo, na França, após calar a imprensa, sobre as críticas ao boicote dos jogadores profissionais à Seleção. Antes em 33, Getúlio determinara que o futebol no país seria amador e o atleta um trabalhador. Assim, de 1934 a 39, se tivesse medidas para anunciar aos trabalhadores, seria em estádio de futebol, para mexer com as massas. Pra coroar seu projeto, que passava pela miscigenação social, "escalou"sua filha, Alzira, como madrinha da seleção que iria à Copa de 38. Veio um terceiro lugar e a consideração do sociólogo Gilberto Freire, de que o futebol brasileiro era uma expressão de democracia racial.
João Goular também beliscou a sua parte em 1962 
Getúlio caiu , na década 50, e a relação Estado-futebol só voltou a ser turbinada depois que João Goulart, o Jango (foto, segurando a taça), achou que o seu governo populistas tivesse apoio popular e penetração nos meios sindicais. Rolou a bola para o general Medici tirar mais proveito da situação do que Getúlio.
 Bom de bola como atacante do time juvenil do Bagé, na juventude, Médici era apaixonado e sabia tudo de futebol. Inclusive, tirar partido político dele, a partir da sua obsessão de desenvolver um mandato mais popular do que o “governo provisório” de 15 anos de Getúlio Vargas. Se bem que a patota dele também fizera o mesmo, com os cinco atos institucionais que lhe deram poderes divinos.
ORDINÁRIO, MARCHE! - Veio a Copa-70 e a seleção brasileira estava totalmente militarizada, até no corte de cabelo. O chefe da delegação era o brigadeiro Jerônimo Bastos e a comissão técnica incluía os capitães Cláudio Coutinho e Raul Carlesso, além do "espião" e ex-supervisor major José Bonetti. Sem falar que usou a Escola de Educação Física do Exército, no Rio de Janeiro, para vários trabalhos.
O general Medici telefonava frequentemente aos tricampeões
Médici estava no auge do seu poder, convivendo com crescimento no emprego e na expansão demográfica, mesmo com um estratosférico crescimento da da dívida externa, propulsionado pela corrupção militar. E aconteceu o 17 de junho. O embaixador alemão Von Holleben, sequestrado seis dias antes, por "subversivos" armados, fora trocado por inimigos do governo, num momento em que ele era a pátria de chuteira em torno da Seleção".
 Médici telefonou a cada um dos jogadores, após os 3 x 1 Uruguai, e os militares distribuíram nota oficial à imprensa, dizendo que "o ato terrorista no Brasil fora condenado pelos jogadores da Seleção". Ganhar a Copa, era fundamental, para Médici (foto/D)consolidar o seu projeto de popularidade total.
O Brasil trouxe a taça e o general seria imbatível, se houvesse eleição, segundo o então líder sindical Luis Inácio Lula d Silva, lembrando que havia muito emprego sobrando. Como jogador de futebol era alienado, politicamente, como a maioria da população brasileira, o futebol era um bom meio para o regime encobrir as tortura e prisões do regime. Tri e bola fora.

quinta-feira, 21 de junho de 2018

AS BELAS DA COPA - ANTONELLA

O diário carioca" EXTRA" - https://extra.globo.com - , especialista em mulher bonita, está mostrando as belas mais belas do Mundial-2018. Uma das já exibidas é a nutricionista,  30 de idade, Antonella Roccuzzo. Ela tem o apelido familiar de “La Negra”, mas não passa nem perto da cor. Casada com o astro argentino (do espanhol Barcelona),  de Lionel Messi, ela e o cara estão morando sob o mesmo teto há há mais de 10 temporadas. Natural da mesma cidade argentina onde Messi nasceu, Rosário, a bela já tem três filhos, mas não perde a beleza. Antonella vai aos jogos do maridão, sempre que pode, e não gosta de jogar no time das “mulheres estrela”. Prefere deixar o marido brilhar nos gramados.
Nutritionist, 30 idde, Antonella Roccuzzo has the family nickname "La Negra", but it does not even come close to color. Married to the Argentinean star (of the Spanish Barcelona), of Lionel Messi, she and the guy have been living under the same roof for more than 10 seasons. Natual from the same Argentine city where Messi was born, Rosario, she already has three children, but does not lose her beauty. Antonella goes to the maridão games whenever she can, and does not like joining the team of "star women". She prefers to let her husband shine on the lawns.

8 - TRI-1970 CELEBRA 48 TEMPORADAS

AGUARDAR PESQUISA DE TEXTO

quarta-feira, 20 de junho de 2018

AS BELAS DA COPA - CAROL CABRINO

Em campo, o zagueiro Marquinho ralava, treinando duro com a rapaziada da Seleção Brasileira. Como jogava em um outro time, o da beleza, a mulher dele, Carol Cabrino, aproveitou e foi à praia de Sochi pegar um bronze e molhar a carcaça.
Ao sair da praia, a bela Carol postou fotos no "Instagram", usando um biquíni azul e revelando estar em tão boa forma física quanto o maridão, que tirou o chapéu para a plástica da sua parceira. E fez uma brincadeira: “Musas da Copa! Meu Deus, tem namorado?”, escreveu ele, por “@marquinhosm5.
Por resposta, também brincando, Carol respondeu: “ Desculpa, meu coração já tem dono!”.

In the field, the defender Marquinho raged, training hard with the guys from the Brazilian National Team. As he played on another team, that of beauty, his wife, Carol Cabrino, took advantage of the moment of solitude and went to the beach of Sochi, take a bronze and water the cascading. On the way out of the beach, beautiful Carol posted photos on the 'Instagram', wearing a blue bikini and revealing herself as fit as the hubby, who took his hat off for his partner's plastic. And made a joke: "Muse of the Cup! My God, do you have a boyfriend? "He wrote," @ marquinhosm5.
In reply, also jokingly, Carol said: "Sorry, my heart already has owner!".


7 - NO MUNDO DA COPA - RECADO AO "REI"

                            UMA PUXADINHA DE ORELHA EM PELÉ
Nas vésperas de disputar a Copa do Mundo-1962 , no Chile - entre 30 de maio e 17 de junho - , o time canarinho fez dois amistosos com o País de Gales, vencendo-o pelo mesmo placar, de 3 x 1, nos dias 12 e 16, com um jogo no Maracanã e o outro no Pacaembu-SP. 
Como o clima entre os torcedores era “só de bi” – que viria –, a revista “O Cruzeiro” datada de 2 de junho – Ano 34 e Nº 34 – usou uma enorme capa dobrada, com foto de Ronaldo Moraes, mostrando o time entrando em campo, no estádio paulista. Ao fundo da parte dobrada, mandava um recado a Pelé, fotografado por Luiz Carlos Barreto, recebendo flores.
Dizia o texto que os treinos do selecionado nacional pareciam mostrar Pelé, que chamava de Rei, “começando a deixar-se ofuscar pela glória, pretendendo ver em cada companheiro um súdito e, nas arquibancadas,apenas a plebe”. Advertia a revista: “Isso é o que todos tememos e não desejamos”. E recomendava: “Que Pelé volte a se o menino de boa estrela, e não a estrela”. Finalizando, sugeria-o lembrar das vaias dos últimos treinos e aproveitar "para voltar a ser o filho de Dondinho, enquanto tudo são flores”.

On the eve of the 1962 World Cup in Chile, between May 30 and June 17, the Canarian team made two friendly appearances with Wales, beating it 3-1 on the same scoreboard. days 12 and 16, with one game in Maracanã and the other in Pacaembu-SP.
As the atmosphere among the fans was "just bi" - that would come -, the magazine "The Cruise" of June 2 - Year 34 and No. 34 - used a huge folded cover, with photo clicked by Ronaldo Moraes, showing the team entering the field, in the state of São Paulo. At the bottom of the folded part, he sent a message to Pelé, photographed by Luiz Carlos Barreto, receiving flowers.
The text said that the training of the national team seemed to show Pele - called by King -, "beginning to be dazzled by glory, intending to see in each companion a subject and, in the bleachers, only the plebs." The magazine warned: "This is what we all fear and do not want." And he recommended: "Let Pele come back to the boy of a good star, and not the star." Finally, he suggested that he remember the booings of the last training sessions and take advantage of "to return to being the son of Dondinho, while everything is flowers".



terça-feira, 19 de junho de 2018

AS BELAS DA COPA - A FERA DE LUJNIKI

O site www.gazetaesportiva.com.br colocou no ar uma galeria de belas mulheres que estão acontecendo na Copa do Mundo da Rússia. Esta foto, comprada da AFP e clicada por Mladen Antonov, no estádio Lujniki, em Moscou, mostra a belíssima anônima posando  diante do que parece ser um capacete de piloto. No lugar certo, pois ela é uma verdadeira "máquina", para gáudio da torcida patrícia. Errado só o número. Ela deveria ter estampado um milhão, o tamanho de sua beleza. Pena que a página eletrônica que nos mostra não informou o nome da fera.  

The site www.gazetaesportiva.com.br put on the air a gallery of beautiful women that are happening in the World Cup in Russia. This, for example, photographed by Mladen Antonov, poses before what appears to be a pilot's helmet. In the right place, because it is a real "machine", to the delight of the Russian crowd. Wrong just the number. She should have stamped a million, the size of her beauty. Too bad that the electronic page that shows us did not report the name of the beast.

NO MUNDO DA COPA - O HOMEM DA MALA

  Zagallo disse, certa vez, que, durante a viagem para a Copa do Mundo de 1958, na Suécia, a numeração das camisas dos atletas seguia a das malas de cada um, e que Pelé carregava a 10. No entanto, o que ficou para a história foi que a comissão técnica da Seleção Brasileira esquecera de enviar os números da rapaziada à FIFA, tendo o uruguaio Lorenzo Vilizio, membro do comitê organizador do Mundial, numerado os canarinhos, por conta própria, sem fazer nenhuma consulta à então Confederação Brasileira de Desportos.
Verdade, ou não, o certo foi que Pelé consagrou a camisa 10, que passou a ser a do craque do time. Mas, nem sempre, ele foi o 10 da Seleção. Em sua estréia, no dia 7 de setembro de 1957, enfrentando os argentinos, no Maracanã, pela Copa Rocca, vestiu a camisa 13, substituindo o também santista Emanuelle Del Vecchio.
Foto reproduzida do arquivo da Tocida do Santos no DF-SanBrasília
Naquele clássico do futebol sul-americano, o time canarinho perdeu, por 2 x 1, diante de 60 mil pagantes, mas Pelé deixou o seu gol na rede dos “hermanos”, aos 22 minutos do segundo tempo – Labruna, aos 14 da aprimeira etapa, e Juarez, aos 23 da segunda, deram a vitória aos visitantes.
Pelé poderia ter começado a partida, com a 10, pois a torcida carioca, que gostara das exibições daquele garoto, de 17 anos, pelo Combinado Vasco-Santos, pela Taça Morumbi, meses antes, pedia a sua escalação. O técnico Sílvio Pirillo, embora tendo o mérito de lançar o jovem centroavante palmeirense Mazzola e dar ao cruzmaltino Bellini a braçadeira de capitão, só o mandou pro jogo a um minuto do segundo tempo.

Na estreia de Pelé, com a 13, a Seleção, usando camisas amarelas, calções azuis e meiões brancos, formou com: Castilho; Paulinho de Almeida, Bellini, Jadir e Oreco; Zito (Urubatão) e Luisinho; Maurinho, Mazzola (Moacir), Del Vecchio (Pelé) e Tite. O árbitro foi o austríaco Erwin Hieger e, no lance do gol brasileiro, o flamenguista Moacir lançou, Pelé recebeu a bola bem próximo ao goleiro Carrizo e, com o pé direito, chutou a pelota à esquerda do grande arqueiro portenho (foto).
Quase três anos depois, em 6 de maio de 1960, Pelé não foi o 10 da Seleção, novamente com camisas amarelas, calções azuis e meiões brancos. Num amistoso no estádio Zamalek, no Cairo, diante de 35 mil pagantes, ele usou a 9, enquanto a 10 ficou com o botafoguense Quarentinha, que marcou dois gols – Garrincha fez o outro, dos 3 x 0 sobre o Egito, em partida apitada pelo italiano Vicenzo Orlandini. Novamente, Bellini era o capitão e os canarinhos foram: Gilmar; Djalma Santos, Bellini, Vitor e Nílton Santos (Altair); Zito e Chinesinho; Garrincha (Julinho), Pelé (Almir), Quarentinha e Pepe.
Da terceira vez em que o “Rei do Futebol” não foi o camisa 10 canarinho, ele voltou a usar a 13. Ocorreu em 26 de abril de 1970, durante os preparativos para a primeira Copa do Mundo do México – a segunda foi em 1986. O treinador Mário Jorge Lobo Zagallo, seu colega do ataque das Copas de 1958 e 62, queria experimentar novas opções ofensivas na Seleção, e entregou a camisa mais famosa do mundo ao cruzeirense Tostão, no empate, por 0 x 0, com um time que não era o principal da Bulgária, no Pacaembu. A Seleção Brasileira daquele dia foi: Félix; Carlos Alberto, Brito, Joel Camargo e Marco Antônio; Clodoaldo (Rivelino) e Gérson; Jairzinho, Roberto Miranda, Tostão (Pelé) e Paulo César (Edu).

segunda-feira, 18 de junho de 2018

AS BELAS DA COPA - MUSA CROATA

Izabel Andrijanic chegou à Rússia, postou estas foto em seu 'tuiter', e mostrou ser mulher de fazer os homens virarem o pescoço para vê-la passar. Estonteante! Formada em Economia, ela  é casada com o jogador Mateo Kovacic, nascido na Áustria e naturalizado croata. Começaram a namorar durante a adolescência, há oito temporadas. Ele joga pelo Real Madrid e o casal tem por melhores amigos o brasileiro Marcelo e a sua mulher.  Izabel já tornou-se a musa da torcida do seu país neste Mundial. No mais, ajudou a torcida da sua gente a empurrar o time do maridão na estreia, vencendo a Nigéria, no sábado, por 1 x 0.

Izabel Andrijanic arrived in Russia, posted this photo on her tweeter, and showed herself to be a woman to make men turn their necks to see her pass. Awesome! Formed in Economics, she is married to the player Mateo Kovacic, born in Austria and naturalized Croatian. They began dating during their teenage years, eight seasons ago. He plays for Real Madrid and the couple have best friends the Brazilian Marcelo and his wife. Izabel has already become the muse of the fans of her country in this World Cup. In addition, he helped his people cheer to push the team of the hubby in the premiere, beating Nigeria on Saturday, 1 x 0 ..

5 - NO MUNDO DA COPA - "TOTÓ" NO LANCE

                               GOLPE PUBLICITÁRIO DOS INGLESES?
   Tarde do domingo 20 de março 1966. Um sujeito chamado Edward Betchley foi até vitrine do Westminster Center Hall, roubou a Taça Jules Rimet, em uma exposição de selos raros, e deixou incrédulos 16 países que disputariam  a Copa do Mundo da Inglaterra, dentro de 113 dias. Desde o Congresso da FIFA-1969, em Roma, que Sua Majestade esperava pela grande festsa do futebol.
Para devolver o caneco, o ladrão exigiu 15 mil libras. Três dias depois, ele caiu nas mãos da Scotland Yard, embora se recusando a revelar onde escondera a “mulher alada”. E, como os policiais procuraram em vão, coube ao cãozinho Pickles (foto), farejando arbustos, pelo sul de Londres, encontrá-la enrolada em jornais.
Quem se deu bem? O proprietário do “totó”, David Corbett. Beliscou recompensa de 3 mil libras, valor três vezes superior ao prêmio dos campeões mundiais. Sem falar que ainda tornou-se convidado de honra para o jogo de abertura do Mundial – Inglaterra 0 x 0 Uruguai. Aliás, cachorros e ingleses sempre se cruzaram em Copas do Mundo. Em 1962, em Inglaterra 1 x 3 Brasil, em Viña del Mar, no Chile, um cãozinho preto invadiu o gramado e driblou até o driblador Mané Garrincha.
Vale lembrar que, após driblar Garrincha, o cãozinho só foi capturado quando Jimmy Greaves ajoelhou-se à sua frente e os dois ficaram olhos nos olhos, se namorando. Num bote rápido, o atacante o agarrou. Depois, Garrincha Mas ganhou o danadinho de presente, trazido pela revista "O Crueiro", que o batizou pelo apelido de "BI" e até o colocou em sua capa, ao ladoo 'Mané', o maior nome daquele Mundial.
Enfim, passado o susto, a comoção mundial pelio sumiço do caneco do mundo e as desconfianças de que fora um golpe de marketing dos ingleses, a bola rolou e os árbitros, na dúvida, não deixaram de da uma “mãozinha” aos anfitriões, que receberam 71 inscrições para o seu Mundial, se bem que 17 africanos tiraram o time de campo, antes das Eliminatórias, por não aceitarem jogar contra seleções da Ásia e da Oceania.
Naquele mundial, o Brasil levou uma mordida de sua desorganização – convocou 46 jogadores para os treinamentos e jamais definiu um time - , sendo eliminado na primeira fase. Venceu a Bulgária, por 2 x 0, mas perdeu, pelos mesmos 1 x 3, para Hungria e Portugal.  




domingo, 17 de junho de 2018

AS BELAS DA COPA - GATA DO GAÚCHO

Por imagem reproduzida do Instagram, o atacante gaúcho Taison exibe a sua namorada, que foi a Sochi lhe passar uma força, a fim de ajudar o time canarinho a ficar muito vivo nesta Copa do Mundo e voltar com o "Eksa", como escreve o povão e que valerá muito mais do que o "Hexa". Em matéria de beleza, o ex-jogador do Internacional, de Porto Alegre, é titular no time dos apreciadores da beleza morena.
For an image reproduced by Instagram, the Brazilian striker Taison displays his girlfriend, Gabi Matias, who went to Russia to bring him a force in order to help the Canarian team to stay very alive in this World Cup and return with "Eksa" , as the povel writes and will be worth much more than the "Hexa". In terms of beauty, the former player of Internacional, Porto Alegre, is the owner of the team of lovers of brunette beauty.

4 NO MUNDO COPA - O DIA DO BI-1962

Na data de hoje, 17 de junho de 1962, a Seleção Brasileira sagrava-se bicampeã mundial de futebol,  no Chile. História lembrada ao Jornal de Brasília por um dos heróis daquela conquista, o lateral esquerdo Nílton Santos, que residia na capital do país. Contou ele:
 - O bi começou a ser ganho naquela lance em que eu fiz o pênalti conta a Espanha, na primeira fase do Mundial. Dei um passo pra cima da linha e o árbitro, que estava distante, assinalou falta fora da área.. Os espanhóis venciam, por 1 x 0 e, se abrissem dois gols de vantagem....” - nem imaginava o que poderia rolar.
 Para o “Enciclopédia”, no entanto, a sua jogada de mestre mesmo fora ter bons ouvidos, bem ligados, dentro do vestiário, antes do jogo, quando trocava de roupa:
 - Escutei o Didi (o meia botafoguense Valdir Pereira) dizer: ‘Vou mostrar àquele filho da puta(referindo-se ao atacante Di Stefano, ao qual acusava de tê-lo boicotado, no Real Madrid) que eu sei jogar bola. Imediatamente, o repreendi, propondo-lhe  deixar de fricotes, pois não adiantaria ele jogar bonito e o nosso time perder. Assim, sempre que ele errava um passe eu o xingava e ele me pedia calma. Por sorte, o Didi pensou melhor e eu mexi com os seus brios”.   
O selecionado brasileiro da Copa do Mundo-1962 era, praticamente, o mesmo que ganhara o título do Mundial da Suécia. Nilton Santos revelou ter-lhe marcado muito a forma como os companheiros se entreolhavam, durante a apresentação para os treinamentos:
Foto de matéria publicada pelo 'Jornal de Brasilia' de 17.06.2002
 - Estava escrito em nossos olhos que a nossa responsabilidade seria maior do que em 1958, pois éramos campeões mundiais”.  
 A estreia canarinha no Chile foi com 2 x 0 México, muito nervosa, durante os 10 primeiros minutos, segundo Nilton Santos.
- O Zagalo não era um goleador, mas marcou o gol (o primeiro) na hora certa” – Pelé fez o segundo.
 Nílton garantiu que a retranca da então Tchecoeslováquia - 0 x 0 do segundo jogo – fora a causa do empate:
 - Eles não passavam do meio do campo. Nos faltava espaços para trabalhar”.
 A terceira partida seria contra a Espanha e Pelé saíra de campo lesionado diante dos mexicanos. Segundo Nílton Santos, quando o médico Hílton Gosling avisou que Amarildo seria o substituto  do “Rei”, ele sentiu-se na obrigação de preparar o espírito do colega botafoguense:
 - Lembrei-lhe de que ele fora convocado para jogar o que jogava para o Botafogo. Nada mais – Amarildo marcou os dois gols de Brasil 2 x 1.
 No terceiro compromisso, o adversário foi a Inglaterra e os canarinhos mandaram 3 x 1, com Garrincha “anormalizando” e marcando gol em cabeçada e cobrando falta. Houve um fato extra-jogo que Nílton contava ter-lhe provocado muitos risos:
 Entrou um cachorro no gramado do estádio (Sausalito, emViña Del Mar) e o Garrincha decidiu caça-lo. Depois do jogo, eu disse-lhe: compadre! Você acabou com eles, e ele respondeu: ‘Cachorrinho danado, compadre. Que trabalho me deu’. Eu falava dos ingleses e ele do cachorro. Era assim, o Mané”.
 Na semifinal – Brasil 4 x 2 Chile -, Garrincha foi expulso de campo, por chutar o traseiro de um adversário. Mas os cartolas brasileiros deram um jeito para ele jogar a final e ajudar o Brasil a ser bi, com 3 x 1 Tchecoeslováquia, no Estádio Nacional de Santiago – há 56 temporadas          

   

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - ELISE, A ESQUARTEJADORA DE 'SAMPA'

Linda, loira e despachada. Era assim Elise Araújo Kitano Matsunaga, aos 30 de idade, quando usou uma pistola ponto 380 e acertou um tiro na cabeça do seu marido, o empresário do ramo alimentício Marcos Kitano Matsunaga, de 42. Motivo: ela dizia estar sendo xifrada.
O crime foi em 19 de maio de 2012, Elize o confessou, foi presa em 4 de junho de 2012, e  rolou pela Justiça até 5 de dezembro de 2016, quando o juiz Adilson Paukoski a convidou a passar 19 temporadas, 11 meses e 1 dia sendo hóspede do Estado, devido homicídio qualificado, reconstituído em 6 de junho de 2012.
Foi um caso horripilante. Elize deixou o prédio em que morava às 11h32 – voltou 12h depois -, levando três mochilas contendo o corpo esquartejado do marido, fato visto pelas câmeras de segurança do prédio onde moravam. Era um sábado e o casal chegara em casa às 18h30, com a filha e a babá, dispensada instantes depois -  uma outra babá chegou às 5h do domingo.
 Por volta das 19h30min daquele sábado fatal, Marcos saiu em busca de pizza. Nem imaginava que, logo mais, teria o seu corpo arrastado, dentro do apartamento, por 15 metros, cortado, no quarto da empregada,  por uma faca de 30cm, cerca de 12 horas depois do homicídio, o que explica a falta de sangue.
Durante o trajeto para abandonar o corpo do marido, Elize foi parada pela Polícia  Rodoviária Federal e estava com documentação do veículo irregular. Mas seu carro não foi revistado, na região de Capão Bonito-SP. Só rolou multa. O corpo de Marcos foi achado dentro de sacos plásticos, em Cotia, na Grande São Paulo, tendo  informações da operadora de celular possibilitado saber que Elize estivera no local, horas antes, rodado 40 quilômetros para abandonar o corpo.
 Elize Araújo Kitano Matsunaga nasceu (29.22.1981) de família pobre de Chopinzinho-PR, fora criada pela mãe solteira e empregada doméstica, estudou em colégios públicos, era boa aluna e sem problemas de comportamento. Aos 18, mudou-se para Curitiba, estudou enfermagem e trabalhou em um hospital. Em seguida, foi para São Paulo e virou menina de programa de um site de relacionamentos.
Elize conheceu o paulistano Marcos, em 2004, por um site de relacionamento. Ele, que estudara nos  melhores colégios e cursado Administração na respeitada Fundação Getúlio Vargas, era casado e a teve por amante durante três anos, sem que a sua mulheres desconfiasse. Mesmo assim, separou-se dela para casar-se com Elize, em outubro de 2009, oferecendo-a uma festa para cerca de 300 convidados. Casaram-se no civil e na Igreja Anglicana. Não brigaram até 2010, quando Elize desconfiou estar sendo traída. Pelo final de 2010, ela engravidou. Depois do nascimento da filha do casal, as brigas foram amenizadas,mas ela voltou a desconfiar da fidelidade do marido nos últimos meses antes do crime. De sua parte, Marcos a acusava de ter voltado a fazer programas e de ter  um amante, mantido com o seu seu dinheiro, após descobrir fotos falsas que ela usava em outro site de acompanhantes, passando-se por Juliana ou Marielly.

sábado, 16 de junho de 2018

AS BELAS DA COPA - BRUNA MARQUEZINE

A atriz Bruna Marquezine, que vem fazendo muito sucesso na pela da recém coroada rainha de Artena, na novela global “Deus Salve o Rei”, é uma das belas mulheres que vai brilhar nas arquibancadas da Copa do Mundo da Rússia. A TV Globo deu-lhe cinco dias de folga para ela visitar o namorado e principal jogador da Seleção BraSileira, o atacante Neymar. Estas foto que você vê foi postado por ela em seu Instagram, durante o último Carnaval carioca.

The actress Bruna Marquezine, who has been very successful in bringing the newly crowned queen of Artena, in the global soap opera "God Save the King", is one of the beautiful women who will shine in the archs of the World Cup in Russia. TV Globo gave her five days off to visit her boyfriend and main player of the Brazil National Team, striker Neymar. This photo you see was posted by her on her Instagram, during the last Carnival in Rio.

NO MUNDO DA COPA-3 - EMBARQUE-1966

Fidélis, reproduzido da revista
O Cruzeiro. 
      GALERA TINHA O TRI NA CONTA
Ña data de amanhã, em 17 de junho de 1966, a Seleção Brasileira embarcava, no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, para buscar o "tri". Grande número de torcedores foi despedir-se dos atletas, mas a rapaziada levava na bagagem uma tremenda bola murcha. Culpa da Confederação Brasileira de Desportos-CBD, que  convocou 47 jogadores para os treinos, a fim de atender os cartolas.
O primeiro a chegar ao aeroporto foi o lateral-direito Fidélis, do Bangu, clube do supervisor Carlos Nascimento, que provocou a dispensa do melhor jogador da posição, Carlos Alberto Torres. Saudado, festivamente, pelos presentes, o banguense aproveitou para ir à praia, ao lado, jogar um flor na água e ter sorte.

No festejado “embarque para o tri” estiveram presentes diversos cartolas, entre eles os presidentes Luís Murgel, do Fluminense, Nei Cidade Palmeiro, do Botafogo, Veiga Brito, do Flamengo e outros nomes de peso em seus clubes, como o vascaíno Antônio Calçada, o alvinegro Otávio Pinto Guimarães, o tricolor Dílson Guedes, o treinador botafoguense Admildo Chirol, junto com os jogadores Dimas e Mura, só para citar poucos. A balbúrdia no aeroporto era tanta, que os jogadores paulistas, chegados ao Rio em um voo especial, tiveram de ficar na sala destinada aos passageiros em trânsito. Até o comandante Bungner, o piloto que transportara as seleções de 58 e 62, virou estrela, muito filmado e solicitado para fotos.

Gerson e Jairzinho reproduzidos de capa
da Revista do Esporte
Entre os jogadores, Paulo Henrique, lateral do Flamengo, precisou de cordão de isolamento para entrar no Galeão. O meia botafoguense Gérson levava vários livros de contos policiais para ler durante a viagem. O seu colega e goleiro Manga recebera autorização para embarcar na escala em Recife. 
O zagueiro vascaíno Fontana revelava a promessa de doar Cr$ 1 milhão de cruzeiros a uma instituição de caridade, caso voltasse tri. Já o tricolor Altair jurava não ter feito promessas. Preferia colar na esposa. Ao contrário dele, o volante tricolor Denílson, entre um autógrafo e outro, não escondia ter aceso velas, diariamente, para Nossa Senhor do Rosário ajudá-lo.

Durante confusão durante o embarque, Amarildo perdeu uma maleta de mão. Uma faixa, com letras berrantes, escrito “Avante Brasil. Vai dar Zebra em Londres”, deu zebra foi para o atacante. Mais sorte tivera Tosão, que conseguira fazer uma ligação telefônica, se recusando a dizer para quem. Enquanto isso, Alcindo sofria com os caçadores de suvenir, que queriam a sua gravata. Evidentemente, que Pelé foi o mais saudado. Mas ninguém conseguiu chegar perto dele. 
Malandro, o “xerifão” cruzmaltino Brito aproveitou o clima de euforia, para discutir renovação de contrato com os cartolas de São Januário. Enquanto isso, Helena, a mulher do lateral Rildo, contava que era a primeira vez que ela comparecia a um embarque do marido.

De acordo com empregados da Varig, a delegação levava 825 quilos em bagagem. Só o roupeiro Aristides juntara 1.200 travas de chuteiras, altas e médias. O Boeing 707, para o voo 834, da Varig, levando 27 jogadores, quando só poderia inscrever 22 no Mundial, deveria partir às 22h30. Teve saída antecipada, para as 22h, mas só decolou às 22h35. O primeiro a chegar ao aeroporto foi Carlos Nascimento, e João Havelange, o presidente da CBD, o último a embarcar. De carona, viajou, também, o árbitro Armando Marques, muito saudado pelos torcedores.

Garrincha e Pelé reproduzidos da
revista Manchete 
Na Europa, a seleção fez este diário: 18.06 - pousou na Espanha e hospedou-se no hotel Wellington; 21.06 - amistoso com o Atlético de Madrid, no Estádio Chamartin; 22.06 – viagem para a inglesa Londres e a escocesa Glasgow, hospedando-se no Marina Hotel, em Troon; 23.06 - treino no Estádi Kilmarnock, perto de Troon; 24.06 coletivo no Hampden Park; 25.06 – amistoso, contra a Escócia; 26.06 - viajou para Londres e a sueca Estocolmo, onde almoçou, no aeroporto, com jornalistas, seguindo-se viagem, de ônibus, para Atvidaberg e hospedagem no Hotel Stllet; 27 e 28.06 – treinos; 29.06 - viajou para Gotemburgo e hospedou-se no Hotel Park Avenue; 30.06 – amistoso, com a seleção sueca; 1º.07 – volta para Atividaberg e dois dias de treinos; 04.07 – volta a Estocolmo, homenagens na embaixada brasileira e amistoso com o AIK; 05.07 - nova visita à embaixada e viagem para Malmoe. 06.07 – amistoso com o Malmoe; 07.07 - viagem para a inglesa Mancheter, com escala na dinamarquesa Copenhague; 08/9/10/11.07 - treinos em Bolton.

78 - O VENENO DO ESCORPIÃO - PEGARAM EMBALOS COM RENATO E SEUS BLUE CAPS

   AS JOVENS TARDES DE DOMINGO DOS TEMPOS DO IÊ-IÊ-IÊ                           
   Assim que trocou a capixaba Cachoeiro do Itapemirim, pelo Rio de Janeiro, nos inícios da animada década-1950, Roberto Carlos caiu no rock´n´roll, levado pelo seu conterrâneo Carlos Imperial, que esquentava os brotos cariocas por meio de programas musicais de rádio e de TV. 
Por aquele tempo, Erasmo Esteves liderava a banda “The Sputniks”, contando com Edson Trindade, Arlênio Lívio, Zé “China” Roberto e Sebastião “Tim” Maia, que indicou Roberto, colega de um curso de datilografia, para cantor.
 Roberto e Tim, no entanto, desentenderam-se, a banda acabou e Erasmo formou “The Snakes”, com Trindade, Arlênio e China. Convidou Roberto, mas este ficou pouco, pois Imperial o tirou  para o seu conjunto, “Os Terríveis”, com Carlos Lira (depois, bossa-novista) cantor .
 Pela fase de “Os Terríveis”, Roberto cantava sucessos  de Elvis Presley. Em seguida, acompanhou Lira rumo à Bossa Nova, quando Imperial arrumou-lhe duas músicas dele para gravar, em 1960. Foi um completo chute pra fora imitar João Gilberto para o selo Polydor.
Imperial, porém, não desistiu. Em 1961, emplacou Roberto na gravadora Colúmbia, pela qual o amigo gravou mas um insucesso de sua autoria, “Brotinho sem juízo”, e o LP, “Louco por você”, finalizado em 3 de julho do mesmo 61,  repleto de baladas e de boleros, acompanhado pela orquestra do maestro Astor. Que horror! Mais uma bola fora.
 Antes de Roberto visitar rock´n´roll, bossa nova, baladas e boleros, o primeiro rock  gravado por brasileiros saíra em outubro de 1955, com a Nora Ney dos bolerões alarmantes cantando “Ronda das Horas”, a versão de” Rock around the clock”, o sucessasso de Bill Halley que colocou o mundo pra sacudir o esqueleto,  Com uma semana na praça, segundo a “Revista do Rádio”, já liderava as paradas de sucesso.
Renato Barros criou os solos para Roberto Carlos
 gravar Splish Splash 
A partir de Nora, o rock passou a ser parte efervecente momentos da juventude brasuca, com cantores e conjuntos nascendo e emplacando - menos Roberto Carlos. Mas veio, então, a manhã de 18 de julho de 1963, quando Roberto entrou no estúdio da gravadora Colúmbia, à espera do conjunto Renato e Seus Blue Caps, que o acompanharia na gravação de versão de um sucesso norte-americano de Bob Darin -  “Splish, Splash” - escrita por por Erasmo Carlos, que nada sabia do idioma inglês e escrevera o que a música lhe dizia.
 Dias antes, o líder dos Blues Caps, Renato Barros, imaginara um tipo de solo para dar à versão muito mais embalo do que o andamento original. Roberto ouviu e adorou. Mas, como, até então, ele não emplacava, não tinha nenhum moral na gravadora, ficou de molho, aguardando o maestro Astor gravar primeiro. E, depois, Rossini Pinto, que seria acompanhado, também, por Renato e Seus Blue Caps.
 Roberto segurou legal o chá de cadeira num corredor. Pouco antes, havia bebido um café de pobre, num boteco da Rua Visconde do Rio Branco, perto da Praça Tiradentes.  Finalmente, chegado o momento de gravar, os solos da guitarra de fabricação caseira de Renato Barros mexeram com quem estava por perto. Ninguém jamais ouvira aquilo na músia popular  brasileira. E Roberto nem imaginava o que estaria por vir. Antes de a gravação chegar às lojas de disco, tocava pelo dia inteiro dentro do estúdio da Colúmbia. Renato e Seus Blue Caps fizeram, finalmente, Roberto Carlos decolar. 
 “Com a música estourando na praça, a gente saía da gravadora, pelo meio-dia, pra enrolar a barriga. O Roberto era tão pão-duro que só comia banana frita”, sacaneia Renato.
 Renasto e Seus Blue Caps não fo responsável somente pela decolagem de Roberto Carlos. Erasmo e Wanderléa, que formariam, com o primeiro, o trio de maiores ídolos da Jovem Guarda, também entraram em sua conta.
Erasmo, em pé, ao centro, foi "crooner" de
Renato e Seus Blue Caps, antes da carreira solo
O “Tremendão” Erasmo era a grande aposta das gravadora RGE para a música jovem, mesmo tendo sido recusado pela Odeon e a RCA Victor. 
No entanto, ao gravar “Terror dos Namorados” e “Jacaré”, indicou que não iria muito longe na casa, pois não fez sucesso. Haveria, porém, um outubro de 1964 em sua vida. Erasmo, que havia sido cantor de Renato e Seus Blue Capas, foi a estúdio, com os velhos companheiros, e gravou “Minha Fama de Mau”. Pronto! Finalmente, aconteceu.
De sua parte, Wanderléa era aposta da CBS para ocupar a vaga de rainha da música jovem, aberta por Cely Campelo, que trocara o sucesso pelo casamento, em 1962. 
Inicialmente, ela gravou com a orquestra do maestro Astor e não conquistou o público jovem. Isso só foi acontecer em novembro de 1964, quando gravou “Quero você”,  o seu primeiro grande sucesso, acompanhada por Renato e Seus Blue Caps, com gravações nos dias 8 e 9 de setembro.
 No disco, Wanderléa fez sucesso, também, com “Exército do Surf” e “Meu Bem Lollipop” – estava aberto o caminho para ele se tornar a “Ternurinha”, apelido puxado pelo sucesso “Ternura”.  

sexta-feira, 15 de junho de 2018

AS BELAS DA COPA - 'RUSSIANOVSKA'


O desfile das mulheres bonitas que comparecem aos estádios para assistir jogos das Copa do Mundo já começou. Os colírios já estão pingando nas vistas da galera. Aqui no Brasil, o jornal carioca Extra/Globo saiu na frente mostrando as "belas das arquibancadas", como esta russa que não tem o seu nome citado. Mas nem tinha como, pois os fotógrafos de hoje miram de longe e ...CLICK! Não podem ir ao meio da multidão perguntar pelo nome da fera. Perdoável! O diário do RJ escreveu: “...em todos os torneios, as torcedoras tentam ganhar o posto de musa ou mais bela do Mundial. Na Rússia 2018, não seria diferente. Na estreia a seleção anfitriã contra a Arábia Saudita, várias mulheres brilharam no Estádio Lujniki. Confira quem fez sucesso...” e publica esta foto clicada por Kai Pfaffenbach, da Reuters, que esteve em  Rússia 5 x 0 Arábia Saudita, ontem, abrindo o Mundial. 
Ela só dá bandeira torcendo pelo selecão nacional, para a qual sorri e mostra toda a sua graça e "russividade" estonteante 


NO MUNDO DA COPA-2 - MANDINGUEIROS

Vale tudo para ganhar uma Copa do Mundo. Pelo menos, da parte do brasileiro. E o começo já parte da invasão da bondade de Deus, convocado a dar a sua ajudazinha, em qualquer situação, sem se levar em conta se ele é, ou não, brasileiro.
Zagallo em reprodução de www.cbf.com.br - Agradecimento
São os mais estranhos e engraçados os caminhos propostos pelos nossos cartolas, técnicos, jogadores e torcedores para o placar nunca perder as cores verde e amarelo. Um dos campeões desses arranjos sobrenaturais é o treinador Mário Jorge Lobo Zagallo, um alagoano de Maceió, “naturalizado” carioca. Às vésperas da Copa do Mundo de 1998 o Lobo protagonizou mais um lance hilário do seu catálogo de superstições: deixou as secretárias da Confederação Brasileira de Futebol tontas para marcar um encontro dele com o empresário Roberto Marinho, o dono da TV Globo.
O que Zagallo queria? Preparar o terreno para ser comentarista de TV, caso perdesse a Copa do Mundo? Nisso ele não seria original, pois Romário já estava transado. Mas, enfim, o encontro fora marcado e o Lobo pôde respirar aliviado. Então, qual era a do Zagallo?
 Rei da superstição, escravo do número 13, ele achava que a Seleção só seria campeã se, na véspera da viagem para a França, conversasse, trocasse “shakeshand“ e abraços com o doutor Roberto. Uaaauuuu! Que o doutor Roberto Marinho era um empresário competente, não se discutia. Ninguém sabia era que tivesse, também, poderes extraquotidiano que resultassem em taças e medalhas. Mas o Lobo descobriu aquilo, e tirava as provas: em 1994, antes de a seleção embarcar para os EUA, o então técnico Carlos Albeto Parreira encontrara-se com o homem. Resultado: pintou o tetra.
 Razão suficiente para, em 98, o Lobo e o Doutor ficarem olhos nos olhos. Quem sabe não pintaria um penta? Por isso, o ritual fora armado, no esquema, na boca do Lobo.
Garrincha foi capa até em revista argentina
Mas coisas assim até que são infantis, se comparadas com registros anteriores. Exemplos: para ir à Liverpool, disputar a Copa de 1966, o então presidente da CBD, João Havelange, exigiu da Varig os mesmos piloto, có-piloto e tripulação que levara a Seleção ao Chile, em 62.
Daquela vez, no entanto, os contatos com a turma lá de cima não funcionaram, mesmo com Gérson entrando em campo fazendo o sinal da cruz e beijando a medalhinha; com Garrincha (foto ao lado) viajando com proteção especial de uma rezadeira que cuidava de um dos seus joelhos; com as correntes de orações invocando os santos mais poderosos e dos pés de pemba que o massagista Mário Américo encomendara na Bahia para espalhar nos vestiários.
Em 1970, quando, teoricamente, éramos mais civilizados, às vésperas da chegada da TV em cores ao país, a Seleção que foi ao México também não dispensou a superstição. E com comandava os contatos com o além? Ele, o Lobo, naturalmente.
Como os canarinhos haviam vencido a então Tcheco-Eslováquia, na estréia, por 4 x 1, Zagallo usou, nos jogos seguintes, a mesma cueca. E bastou contar aquilo depois do segundo jogo aos demais membros da comissão técnica para todos aderirem à moda. Evidentemente que um time que tinha Carlos Alberto Torres, Clodoaldo, Gérson, Tostão, Pelé e Rivelino - só para citar poucos - não precisava da cueca de Zagallo para ganhar. Mesmo assim, Jairzinho também entrou na onda dos contatos imediatos com o além. Comprometeu-se a executar, à beira do gramado, o nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, se as forças ocultas lhe permitissem marcar um gol a cada jogo. Para não parecer cover de Petras, o tcheco que fez um gol no Brasil e depois ajoelhou-se, fazendo sinal da cruz, o Furacão precisou negociar um adiamento.
Jair Ventura Filho, o ponta-direita e cracaço do Botafogo, campeão carioca e da Taça Guanabara de 1967 e 68 comeu a bola diante dos tchecos-eslovacos. Foi uma das maiores figuras em campo, marcando dois golaços, joias do futebol mundial, um driblando vários marcadores e chutando a gol, sem chances de defesa para ao goleiro Viktor, que sofreu o outro gol dele levando um chapéu. Naquele dia, Jair, o Furacão, chamou as divindades num canto e voltou a dar a sua palavra de que após a sua terceira pipoca nas redes dos gringos cumpriria a sua parte no trato - e cumpriu.
Leão reproduzido de propaganda comercial da Adidas
Durante a Copa de 78, na Argentina, quem dava o espetáculo era o goleiro Leão. Se abaixava para tocar o chão ao adentrar o tapete verde do estádio de Mar del Plata e, depois, com as chuteiras, batia os  calcanhares nas traves. De quebra, ainda dava um tapinha no travessão superior.
Toques no gramado, beijos na medalhinha, abraços em Doutor Roberto Marinho (como o fizeram os técnicos Carlos Alberto Parreira, antes da Copa de 1994, e Mário Jorge Lobo Zagallo, antes do Mundial-98), repeteco na indumentária, pó de pemba, etc isso nem chega perto da do que fazia um antigo cartola do Botafogo, Carlito Rocha.
 Contou Nílton Santos, maior lateral-esquerdo da história da Seleção Brasileira: "Era a década de 50 e Seu Carlito, antes de um jogo, viu um mascote tirar a pipizeira para fora do calção, olhar para o lado e alagar o pé do centroavante Paulinho Valentim, que marcou três gols naquele dia.
 No jogo seguinte, quando já estava no gramado, Paulinho foi obrigado por Carlito a voltar aos vestiários, descalçar a chuteira do pé pipizado e ficar lá quietinho, esperando. Sem entender nada, Paulinho Valentim só obedeceu. Em pouco tempo, Carlito voltou com o mascote, abaixou-lhe o calção e ordenou-lhe: "Faça pipi no pé do tio!"
A história terminou virando lenda, fazendo o percurso inverso das lendas que viram a verdade do contador da história. Também, convenhamos: esta deve ter sido a mais estranha, terrível, imponderável superstição de um cartola.

quinta-feira, 14 de junho de 2018

A GRAÇA DA COLINA - VASCO NO LANCE


Pela revista "Lance", de 6 de março de 1999, o chargista Mário Alberto via o time do Vasco, treinado pelo técnico Antônio Lopes, tão bem afinado, que o comparava a uma carro de Fórmula-1.
By the "Lance" magazine, dated March 6, 1999, the charaterist Mario Alberto saw the Vasco team, trained by coach Antonio Lopes, so well tuned that compared to a Formula 1 car.

NO MUNDO DA COPA-1 - A BELA DO DIA

Começa, hoje, a Copa do Mundo da Rússia. Vem por aí um desfile impressionante de mulheres belas nos estádios, evidentemente, torcendo pelas suas seleções. Enquanto esperamos por elas, vamos relembrar da mais bela das belas que vieram ao Brasil torcer, durante o Mundial-2014. Esta aqui foi captada pelas lentes dos fotógrafos da Pure Break, uma líndíssima francesa. Pena que o time dela cruzou  com os alemães e caiu fora, para os germãnicos carregarem o caneco. Mas que ela volte sempre à Terra de Santa Cruz.


The World Cup in Russia begins today. There is an impressive parade of beautiful women in the stadiums, evidently cheering for their selections. While we wait for them, let's remember the most beautiful of the beautiful ones that came to Brazil to cheer during the World-2014. This one was captured by the lenses of the photographers of Pure Break, a very French woman. It's a shame that her team crossed with the Germans and fell off, so the Germans could carry the pitcher. But let her always return to the Land of Santa Cruz.

quarta-feira, 13 de junho de 2018

ESQUADRAS DO ALMIRANTE -1947

 Por esta capa da revista que circulou com data de 20 de julho de 1947, desfilam os jogadores que mandavam no futebol carioca. Em pé, da esquerda para a direita, você vê o xerifão Ely do Amparo; o discreto lateral-esquerdo Jorge Sacramento; o maior goleiro da história cruzmaltina, Moacyr Barbosa; o zagueiro argentino Rafagnelli; o capitão Augusto da Costa e o craque do setor, Danilo Alvim. Entre os agachados, a ala esquerda, com Maneca e Chico Aramburo, era o quente desta ataque. O time foi o campeão estadual-RJ, com 20 vitórias e 17 empates, em 37 jogos. Marcou 68 e levou 20 gols, o que lhe deu o extraordinário saldo de 48 bolas no filó. 

For this cover of the magazine "Esporte Ilustrado", of July 20, 1947, parade the players who commanded in the soccer carioca. Standing from left to right, you see the sheriff Ely do Amparo; The discreet left-back Jorge Sacramento; The greatest goalkeeper in cruzmaltin history, Moacyr Barbosa; The Argentine defender Rafagnelli; The captain Augusto da Costa and the ace of the sector, Danilo Alvim. Among the squatting, the left wing, with Maneca and Chico Aramburo, was the hot of this attack. The team was the state champion-RJ with 20 wins and 17 draws in 37 games. He scored 68 and took 20 goals, which gave him the extraordinary balance of 48 balls in the row.

TRAGÉDIAS DAS COLINA - BERNARDO

Reprodução de WWW.PAIXAOVASCO.COM.BR
Em 2013, o então atacante vascaíno Bernardo foi dominado e levado, por traficantes, para o  Complexo da Maré, no Rio de Janeiro. O chefe do tráfico por lá, Marcelo Santos das Dores, o “Menor P”, o  acusava de envolvimento com a sua namorada, Dayana Rodrigues. 
Torturado, psicologicamente, Bernardo foi salvo pelo ex-jogador Charles, nascido na comunidade e que convenceu o “Menor P” a não mata-lo.  Ao delegado José Pedro da Silva, da 21ª Delegacia de Polícia, que investigou o caso, Bernardo disse não ter apanhado dos traficantes.
Reprodução de www.crvascodagama.com.br
Campeão da Copa do Brasil-2011 e DO Estadual-RJ-2015,  Bernardo Vieira de Sousa foi encerrando a sua história, em São Januário, por uma série de fatos negativos. Um deles envolveu denúncias de agressões, pela namorada Patrícia Mello, em 3 de junho de 2015, junto à Delegacia de Atendimento à Mulher-Centro-RJ. Segundo o advogado Rodrigo Cardoso Fernandes, durante discussão, Bernardo  teria colocado uma faca em sua garganta e pedido a Patrícia para matá-lo. Depois, passado a ameaçá-la, com a mesma faca. Além disso, a namorada suspeitou de ele ter postado vídeos íntimos do casal na Internet,  tendo o caso ido parar na  Delegacia de Repressão a Crimes de Informática-RJ. Bernardo negou e acusou um amigo.
Filho do ex-centroavante Hélio “Doido”que, entre outros clubes, defende o Fluminense, Palmerias, Vitória-BA e Sport-PE, o atacante Bernardo foi afastado do Vasco da Gama quando chamou, por uma rede social, um torcedor para a briga, em 2015.
Reprodução de www.R7.com.br
Bernardo surgiu acenando com grande futuro. Foi convocado para as seleções brasileiras sub-15 e sub-17 e, quando subiu ao time A do Cruzeiro, que o revelou, foi campeão mineiro-2009. Na base, ele era o astro, tendo por coadjuvante Dudu, hoje o capitão do time do Palmeiras e convocado para a seleção brasileira principal. De sua parte, aos 28 anos de idade – nasceu em  20.05.1988 –, Bernardo está no Botafogo, de Ribeirão Preto-SP, tentando recuperar-se na carreira, após ter passado, também, por Ceará-CE, Ulsan Hyundai-JAP e Coritiba-PR, além do Goiás, antes de ir para a Colina.
Ao Vasco, ele chegou em 2011, ao preço de R$ 3,5 milhões, por 50% dos direitos pertencentes ao Cruzeiro. No ano seguinte, foi emprestado ao Santos. Voltou,  em 2013, e foi emprestado, ao Palmeiras, em 2014. Ao deixar São Januário, definitivamente, em 2015, tinha disputado  119 jogos e 

terça-feira, 12 de junho de 2018

PAIXÃO DO DIA DA COLINA - VASGATÍSSIMA

Mais  um belo "cartoon" criado pelo artistas do www.paixãovascao.com.br e que  repete a incrível beleza das "Gatinha da Colina". O Kike ainda não descobriu o nome dele e se usa modelos de carne e osso para nos entregar estas doses de colírio. Seja coma for, o que importa é que ele sempre privilegia belezas estonteantes, como esta aqui. Por isso repetimos o seu recado: saudações vascaínas.

Another beautiful "cartoon" created by the artist of www.paixãovascao.com.br and that repeats the incredible beauty of the "Gatinhas da Colina". Kike has not yet figured out his name and uses flesh and blood models to give us these healthy doses of eye drops. Be that as it may, what matters is that he always favors dizzying beauties, like this one. That's why we repeat your message: Basque greetings. 

APRONTAÇÕES DO PRÍNCIPE DANILO

Chamado por “Príncipe”, devido a elegância com que tratava da bola, o então médio vascaíno Danilo Alvim (espécie de meio-campista da época) deu uma de sujeito não muito nobre, ao casar-se com uma moça da cidade de Vassouras, contra a vontade do seu pai, o mandão Alcides.
O fato foi uma beleza para a revista “O Cruzeiro”, que adorava escândalos. E seu editor sapecou em suas páginas que o craque cruzmaltino havia raptado a moça, anunciada por Zelinda Tojay.  Esta, conforme o fuxico da semanária carioca, malmente descera do trem, na Central do Brasil, em companhia de uma tia, fora abordada por policiais que a reconheceram. E a convidaram a visitar uma “delega”.
Ao chegar à Polícia, Zelinda já se deparou com a presença do Seu Alcides, que a acusava de ter sido a responsável por todo aquele rolo que fizera os “home” saírem à procura de Danilo, tido por raptor. Alcides, nervoso, fez um histórico da vida sentimental do “Príncipe” e garantira que o carinha fora “enfeitiçado pela vassoura da bruxa de Zelinda”.
Quando Danilo adentrou ao recinto da Delegacia de Vigilância da Polícia, o clima ficou do jeito que o diabo gosta. Ele desmentiu as acusações que o pai fizera à moça e revoltou o  Seu Alcides, que bateu: “Você não é um homem, mas um covarde”.
Bola pererecando no meio do campo, para encerrar aquela contenda, o jeito foi o delegado partir para o tradicional jeitinho brasileiro, pedindo ao pai para perdoar o filho e aprender a amar a nora. No TJD de sua cachola, Danilo não aparecia como detentor de problemas mentais. E, pelas suas investigações, muito menos tendo sido induzido por alguém a usar argola em um dos dedos. Logo, o seu casamento não poderia ser anulado.
Lá de cima do céu a Colina, São Januário, coçava a cuca e pensava: “Que rolo estes vascaínos me arrumam” – se não pensou, deveria ter pensado.    
                       COLABORAÇÃO DE MAURO PRAIS - AGRADECIMENTO


   


segunda-feira, 11 de junho de 2018

MUSA DO DIA DA COLINA - DORA BRIA

A capa desta edição da Revista do Vasco estampou a beleza da campeoníssima (de windsurf) Dora Bria, torcedora declaradíssima da "Turma da Colina". Ela, no entanto, deveria ter sido capa das coleção inteira. Bobeou o editor, em não fazer isso. Merecia ser demitido, pela bola fora. Dora, hoje, está no Céu torcendo muito pela rapaziada. Discutindo ideias, com o "Almirante", pra nunca faltar canecos em São Januário. 

The cover of this edition of the Magazine of the Vasco stamped the beauty of the championship (windsurfing) Dora Bria, declared fan of the "Turma da Colina". She, however, should have been the cover of the entire collection. He stepped on the ball to the editor, not doing this. He deserved to be fired for his incompetence. Dora, today, is in Heaven cheering a lot for the boys. Discussing ideas, with the "Admiral", to never miss cups in São Januário.