Vasco

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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

O REI PELÉ POR DENTRO DO LANCE


Pela edição de 19 de novembro de 2009, o jornal carioca "Lance" prestou uma homenagem ao "Rei do Futebol", sobre os 40 anos do "Gol Mil", marcado na noite do 19 de novembro de 1969, no Maracanã, cobrando pênalti, contra o Vasco da Gama. Para que os leitores soubessem mais, o diário disponibilizou o link www.lancenet.com.br/pele-gol-mil. E publicou esta infografia, entregando os times que foram as maiores vítimas do maior goleador brasileiro, que se declara torcedor vascaíno.
Pelé chegou ao milésimo gol aos 29 anos de idade, com a média de 1,09 tento por peleja. Diante do time pelo qual torcida, tinha marcado apenas nove, até aquela data. A matéria do 'Lance" destacou, também, um gol marcado por Pelé, em 21 de novembro de 1964, debaixo de chuva fina, na Vila Belmiro. Fora o seu oitavo, nos 11 x 0 sobre o Botafogo de Ribeirão Preto, pelo Campeonato Paulista diante de 9 mil almas. O primeiro tempo terminou em 7 x 0, com cinco bolas no barbante mandadas pelo "Camisa 10". Depois do jogo, eleito o melhor em campo, Pelé recusou a homenagem, e considerou que o goleiro do "Botinha", Galdino Machado, era o merecedor daquilo. Segundo ele, evitara uma goleada de uns 20 e tantos gols. Coisa de "Rei", bem lembrada pelo "Lance", que entrevistou o goleirão, para produzir aquele belo material jornalístico.                      

terça-feira, 29 de novembro de 2011

HISTÓRIAS DO REI PELÉ

 
1  - Em 19 de novembro de 1969, quando marcou o seu milésimo gol, cobrando pênalti diante do Vasco, no Maracanã, Pelé "revestiu" a camisa do clube pelo qual fez algumas partidas, em 1957, quando ganhou a primeira convocação para a Seleção Brasileira. Foi o roupeiro cruzmaltino Chico quem teve a ideia de vascainá-lo, com uma camisa com o número 1.000. Pelé topou numa boa a homenagem, pois sempre se disse torcedor do Vasco no futebol carioca. (REPRODUÇÃO DA REVISTA GRANDES CLUBES).
2 - O "Rei do Futebol", o torcedor vascaíno Pelé, como ele se declara, sempre foi lance certo para os chargistas. Esta charge é das vésperas do seu tão esperado milésimo gol. E veja só quem é o autor: Luzardo, um dos maiores chargistas da história desse segmento na imprensa brasileira. Ele mandou ver pela "Revista do Esporte", que parou de circular no ano seguinte, após rolar pelas bancas desde 1959. Grande lance!

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

CORREIO DA COLINA - PELÉ EM LIVRO


"Existe algum livro com fotos dos principais gols marcados por Pelé?" Daniela Ortega, de Huntington Beach-EUA.
Seguinte Dani! Eu trabalhei junto com o Cleomar Pinheiro,  primo do fotógrafo Domício Pinheiro, que foi o autor das principais fotos do "Rei do Futebol". O Cléo presenteou-me com um livro do parente, e acho que foi este do qual você vê esta foto. Chama-se "Era Pelé". Tem muitas fotos que marcaram a carreiras do Camisa 10, mas o foco não foi direcionado para os gols. Pelo que contou-me o Cleomar, depois que o Domício se foi, o arquivo dele ficou com o "Estado de São Paulo". Vou  fazer uma pesquisa sobre o grande fotógrafo, e lhe mando, por e-mail, depois. OK?

"There is a book with pictures of the main goals scored by Pele?" Daniel Ortega, of Huntington Beach-USA.
Next Dani! I worked with the Cleomar Pine, Pine Domício photographer's cousin, who was the author of the main photos of the "King of Football". The Cleo presented me with a relative of the book, and I think it was this which you see this picture. He called "Era Pele '. It has many photos that marked the careers Shirt 10, but the focus was not directed to the goals. From what he told me the Cleomar after the Domício is gone, his file got the "São Paulo". I will make a research on the great photographer, and send you by e-mail afterwards. OK?

domingo, 27 de novembro de 2011

O REI PELÉ EM SCRAPBOOK

Neste livro intitulado "Pelé - Minha vida em Imagens", o "Rei do Futebol" conta que gritou para o lateral-esquerdo Nílton Santos lhe passar a bola e ele marcar o gol que deixou o placar em 3 x 1, para a Seleção Brasileira, na fina da Copa do Mundo de 1958, contra a Suécia – o placar final foi 5 x 2. Lançado, em maio de 2010, pela Cosac Naif, no formato de "scrapbook", são 100 páginas, contendo 109 ilustrações. Na época do lançamento, custava R$ 140,00. Hoje, quem o achar, em algum site pela Internet, pagará bem mais do que isso, pois já virou raridade.

In this book entitled " Pele - My Life in Pictures " , the " King of Football " account that called for the left-back Nilton Santos pass him the ball and he scored the goal that left the score at 3 x 1 for the Brazilian National Team in fine World Cup 1958 against Sweden - the final score was 5 x 2. Launched in May 2010 by Cosac Naif , in the form of " scrapbook " is 100 pages , containing 109 illustrations. At the time of launch, it costs R $ 140.00 . Today , who find in any site on the Internet, pay much more than that, it has become rare.


sábado, 26 de novembro de 2011

HISTÓRIAS DO REI PELÉ




 30 DE MAIO DE 1962 - Eram jogados 72 minutos do segundo tempo, quando Pelé encarou Villegas, Reyes e Sepúlveda. Ganhou dos três e chutou para o canto direito da trave defendida pelo goleiro mexicano Carbajal. Foi o seu único gol na Copa do Mundo de 1962, no Chile. Antes, aos 56 minutos, ele foi lançado, por Garrincha e, vendo Sepúlveda chegando para combatê-lo, deu um toque na bola, que saiu à meia-altura, para Zagallo cabecear e abrir o placar que ficou nos 2 x 0.  A partida foi no Estádio Sausalito, em Viña del Mar, assistido por 10.484 pagantes e apitado pelo suiço Gottfried Diens. O Brasil teve: Gilmar; Djalma Santos, Mauro,  Zózimo e Nílton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vavá, Pelé e Zagallo.
 2 de junho de 1962 - Pelé sofreu a contusão muscular que assombrou a torcida brasileira. A seleção canarinhaa fazia o se segundo jogo da Copa do Mundo do Chile. Aos 11 minutos, Didi lhe fez o passe, e ele arriscou o chute de fora da área, acertando o poste direito da então Tchecoeslováquia. Foi por ali que a dor que sentia na virilha explodiu. Mesmo assim, continuou na partida, só fazendo número, pois, naquele tempo, não eram permitidas substituições.
Pelé não pôde participar das vitórias doa Brasil sobre a Espanha (2 x 1), a Inglaterra (3 x 1), o Chile (4 x 2) e a Tchecoeslováquia (3 x 1). No seu único jogo, contra o México (2 x ), quando marcou um gol, o time foi: Gilmar; Djalma Santos, Mauro, Zózimo e Nílton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vavá, ELE e Zagallo. O jogo da contusão foi foi no Estádio Sausalito, em Viña del Mar,  diante de 14.900 pagantes, com arbitragem do francês Pierre Schwinte.

Em outros 2 de junho, no entanto, o "Rei do Futebol" esteve exuberante em campo. Vejamos: 02.06.1963 - Santos 2 x 1 Schalke-ALE (1 gol); 02.06.1965 - Seleção Brasileira 5 x 0 Bélgica (3 gols); 02.06.1967 - Santos 2 x 1 Seleção do Congo (1 gol); 02.06.1971 - Santos 1 x 0 Guarani de Campinas-SP; 02.06.1972 - Santos 3 x 2 Seleção da Coreia do Sul (1 gol); 02.06.1974 - Santos 1 x 1 São Paulo. Portanto, invicto na data, colocando seis pipocas pra pular na chapa.   
 
3 de junho de 1970 - Pelé estreava em suas terceira Copa do Mundo, para voltar tri do México. Marcou um gol nos 4 x 1, de virada, sobre a então Tchecoeslováquia, que abrira o placar, aos 10 minutos, por intermédio der Petras. O tento do “Rei” foi o terceiro da goleada, aos 59 minutos. Antes, Rivellino havia empatado, cobrando falta, aos 24. Depois, Jairzinho, aos 64 e aos 82, fechou a conta.

 A estreia canarinha na Copa-70 foi no estádio Jalisco, em Guadalajara, assistida por 52.897 torcedores. Com Mário Jorge Lobo Zagallo, que fora bi, jogando, ao lado do “Camisa 10”, de treinador, a Seleção Brasileira foi: Félix: Carlos Alberto Torres, Brito, Wilson Piazza e Everaldo; Clodoaldo e Gérson; Jairzinho, Tostão, Pelé e Rivellino. Três anos depois, em 3 de junho de 1973, Pelé estava de volta à mesma Guadalajara, mas com a camisa 10 santista, para vencer o time do nome da cidade, por 2 x 1, marcando mais um gol. Mas nem só glórias trouxe a data ao “Rei do Futebol”. Teve sacrifícios, também. Em 1961, ele dobrou trabalho, jogando contra o alemão Wolfsburg, quando o goleou, por 6 x 3, deixando dois nas redes, e no dia seguinte, diante do Antuérpia, da Bélgica, no empataço, por 4 x 4, sem gols dele. Além desses compromissos, Pelé ainda esteve, como peixeiro, em Santos 3 x 1 Feyenoord, da Holanda, em 1959, com um gol na conta, e em 0 x 3, ante a italiana Fiorentina, em 1960. Já defendendo o Cosmos-EUA, jogou nos 3 x 1 em cima do Violette, contribuindo com um gol.

 4 de junho de 1961 - Jogando na Bélgica, amistosamente, contra o time do Antuérpia, que Pelé viveu o maior placar dos empates de sua carreira: 4 x 4. Naquele dia, ele não balançou a redes. Mas excedeu em 15 de abril de 1965, marcando todos os tentos do seu time, no eletrizante 4 x 4 com o Corinthians, no Pacaembu, em São Paulo, na presença de 50.782 torcedores, que pagaram Cr$ 39.539.800,00 pra verem o craque santista mandar o juiz Olten Aires de Abreu ordenar quatro saídas de bolas durante a batalha em que quatro “Arqueiros do Rei” – o goleiro Gilmar, o zagueiro Mauro, o volante Zito e o parceiro de área Coutinho – não participaram da batalha.

 Pelé abriu o placar, aos 45 minutos do primeiro tempo. Aos 10 da segunda etapa, Flávio “Minuano” bateu pênalti e empatou. Aos 18, Marcos virou, para os corintianos. Aos 31, Pelé voltou a deixar tudo igual; aos 35, Geraldo José recolocou o Timão na frente. Mas, aos 58, também de pênalti, o “Camisa 10” tornou a empatar. A patota de Pelé era chefiada por Luís Alonso Peres, o Lula e disputou aquele clássico contando com: Laércio; Ismael (Lima), Modesto e Geraldino; Lima (Mengálvio) e Haroldo; Dorval, Rossi, Toninho, Pelé e Gilson Porto (Pepe). Corinthians teve: Heitor; Augusto, Cláudio, Clóvis e Edson; Dino e Rivelino (Luizinho); Marcos, Flávio, Nei e Geraldo. O treinador era Osvaldo Brandão.
 
Mas dois outros 4 x 4 ainda estariam por vir na carreira do rapaz tricordiano. Aconteceram em 15 de setembro de 1969, diante d o então iugoslavo Radnick, com um gol dele, em mais um amistoso das inúmeras excursões “caça dólares” dos santistas pelo exterior, e em 6 de fevereiro de 1974, frente ao Goiás, valendo ainda pelo Campeonato Brasileiro de 1973. A "Turma do Camisa 10" chego a abrir 3 x 0 de frente, com Nenê balançando o filó, aos 20, aos 32 e aos 37 minutos. Antes de acabar o primeiro tempo, aos 44, Paghetti, começou a reação esmeraldina. Mas, aos 9 da etapa final, Emílio marcou um gol contra. Paghetti, no entanto, voltou a marcar, aos 34 e aos 37. Quando a torcida começava a ir embora, aos 45, Lucinho empatou.
Arnaldo César Coelho (RJ) apitou, 27.246 compraram ingressos e a renda atingiu Cr$ 288.023,00. Os súditos do "Rei” foram ao Pacaembu formando com: Carlos; Carlos Alberto Torres, Marinho Peres, Vicente e Zé Carlos; Clodoaldo (Roberto), Léo Oliveira e Mazinho; Nenê, Pelé e Edu. O surpreendente Goíás alinhou: Lumumba, Triel, Emílio, Matinha e Cláudio; Tuíra e Hertz; Lucinho, Paghetti, Lincoln e Raimundinho.  Coincidentemente, abaixo de 4 x 4, um dos dois empates de Pelé por 3 x 3, foi com o mesmo Goiás, em 19 de março de 1968 – o outro rolou com o colombiano Atlético Júnior, em 25 de janeiro de 1967, sem gols dele. 
 
5 de junho - Pelé só atuou em duas vezes nesta data: em 1963, quando marcou  quatro gols em Santos 5 x 2 Eintracht,  amistosamente, na Alemanha, e em  1977, em Cosmos 6 x 0 Toronto Metros, pelo Campeonato Norte-Americano,  no “soccer”, como os Estados Unidos chamam o futebol.

Anote os 10 “sacodes” do Camisa 10 pelo Cosmos: 1) - 29.06.1975 – 9 x 2 Washington Diplomats; 2) - 03.07 – 5 x 1 5 x 1 Los Angeles Aztecs; 3) - 31.08 – 5 x 1 Malmoe-SUE; 4) 08.04 – 5 x 0 Honda-JAP; 5) - 17.05 – 6 x 0 Los Angeles Aztecs; 6 ) 18.07 – 5 x 0 Washington Diplomats; 7) - 28.07 – 4 x 0 Dallas Tornado; 8) 10.08 – 8 x  2 Miami Toros; 9) - 02.04.1977 – 9 x 2 Victory; 10) - 05.06 – 6 x 0 Toronto Metros-CAN;      
6 de junho - No amistoso Brasil 2 x 0 Alemanha Ocidental (ainda havia a divisão das duas Alemanhas), em 6 de junho de 1965, no Maracanã, aconteceu um dos lances mais polêmicos da carreira de Pelé. Aos 42 minutos do segundo tempo, houve uma bola dividida, entre ele e Gisemann, e o alemão saiu com uma das pernas fraturada. O zagueireo Schulz achou que o "Camisa 10" fora maldoso na jogada, e prometeu vingança, o que jamais ocorreu.
 
 No placar, Flávio 'Minuano' fez o primeiro, aos 25 minutos, e Pelé o segundo, aos 93, após ter sido derrubado por Schulz, no meio do campo. O chute saiu tão forte, que bateu na rede e voltou para a pequena área. Antes, aos 76, Pelé iria marcar um tento, quando Rinaldo foi atropelado por Sielff, que caiu com uma mão em cima da pelota. O juiz peruano Carlos Rivero assinalou pênalti, que Rinaldo cobrou e o goleiro Tilkowski defendeu.     

Assistido por 143.315 pagantes, o amistoso teve  a Seleção BrasileiRa do técnico Vicente Feola jogando com Manga; Djalma Santos, Bellini, Orlando e Rildo; Dudu e Ademir da Guia. Garrincha (Jairzinho), Flávio (Célio) Pelé e Rinaldo. A Alemanha, do treinador Helmut Schön, teve: Tilkowski, Piontek, Hottges (Giesemann), Schuz,  Sieloff, Lorenz, Heiss, Kramer, Rodekamp, Overath (Kuppers) e Libuda.  
 
A data 06.06 tem outro dado polêmico na carreira de Pelé. Em 1959, o Santos já explorava a sua fama de maneira "gulosa" (por dólares), fazendo-o triplicar serviços, no exterior. Naquele dia, ele enfrentou o alemão Fortuna, vencendo-o, por 6 x 4, e marcando um gol, após ter feito os dois da derrota, pro 2 x 3, ante a italiana Internazionale, na véspera. E, sem um descanso completo, no dia 7 de junho daquele 1959, teve que voltar a campo, para encara um outro time alemão, o Nuremberg, empatando, por 3 x 3, sem ele marcar gols. No Brasil, a lei proibia ao atleta jogasr em menos de 48 horas de um compromisso par o outro         
     
 2 de junho de 1962 - Pelé sofreu a contusão muscular que assombrou a torcida brasileira. A seleção canarinha fazia o se segundo jogo da Copa do Mundo do Chile. Aos 11 minutos, Didi lhe fez o passe, e ele arriscou o chute de fora da área, acertando o poste direito da então Tchecoeslováquia. Foi por ali que a dor que sentia na virilha explodiu. Mesmo assim, continuou na partida, só fazendo número, pois, naquele tempo, não eram permitidas substituições.

Pelé não pôde participar das vitórias doa Brasil sobre a Espanha (2 x 1), a Inglaterra (3 x 1), o Chile (4 x 2) e a Tchecoeslováquia (3 x 1). No seu único jogo, contra o México (2 x ), quando marcou um gol, o time foi: Gilmar; Djalma Santos, Mauro, Zózimo e Nílton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vavá, ELE e Zagallo. O jogo da contusão foi foi no Estádio Sausalito, em Viña del Mar,  diante de 14.900 pagantes, com arbitragem do francês Pierre Schwinte.

Em outros 2 de junho, no entanto, o "Rei do Futebol" esteve exuberante em campo. Vejamos: 02.06.1963 - Santos 2 x 1 ASchalke-ALE (1 gol); 02.06.1965 - Seleção Brasileira 5 x 0 Bélgica (3 gols); 02.06.1967 - Santos 2 x 1 Seleção do Congo (1 gol); 02.06.1971 - Santos 1 x 0 Guarani de Campinas-SP; 02.06.1972 - Santos 3 x 2 Seleção da Coreia do Sul (1 gol); 02.06.1974 - Santos 1 x 1 São Paulo. Portanto, invicto na data, colocando seis pipocas pra pular na chapa. (foto reproduida da revista Fatos&Fotos).  
 
3 de junho de 1970 - Pelé estreava em suas terceira Copa do Mundo, para voltar tri do México. Marcou um gol nos 4 x 1, de virada, sobre a então Tchecoeslováquia, que abrira o placar, aos 10 minutos, por intermédio der Petras. O tento do “Rei” foi o terceiro da goleada, aos 59 minutos. Antes, Rivellino havia empatado, cobrando falta, aos 24. Depois, Jairzinho, aos 64 e aos 82, fechou a conta. A estreia canarinha na Copa-70 foi no estádio Jalisco, em Guadalajara, assistida por 52.897 torcedores. Com Mário Jorge Lobo Zagallo, que fora bi, jogando, ao lado do “Camisa 10”, de treinador, a Seleção Brasileira foi: Félix: Carlos Alberto Torres, Brito, Wilson Piazza e Everaldo; Clodoaldo e Gérson; Jairzinho, Tostão, Pelé e Rivellino. 

Três anos depois, em 3 de junho de 1973, Pelé estava de volta à mesma Guadalajara, mas com a camisa 10 santista, para vencer o time do nome da cidade, por 2 x 1, marcando mais um gol.
Mas nem só glórias trouxe a data ao “Rei do Futebol”. Teve sacrifícios, também. Em 1961, ele dobrou trabalho, jogando contra o alemão Wolfsburg, quando o goleou, por 6 x 3, deixando dois nas redes, e no dia seguinte, diante do Antuérpia, da Bélgica, no empataço, por 4 x 4, sem gols dele. Além desses compromissos, Pelé ainda esteve, como peixeiro, em Santos 3 x 1 Feyenoord, da Holanda, em 1959, com um gol na conta, e em 0 x 3, ante a italiana Fiorentina, em 1960. Já defendendo o Cosmos-EUA, jogou nos 3 x 1 em cima do Violette, contribuindo com um gol.

4 de junho de 1961 - Jogando na Bélgica, amistosamente, contra o time do Antuérpia, que Pelé viveu o maior placar dos empates de sua carreira: 4 x 4. Naquele dia, ele não balançou a redes. Mas excedeu em 15 de abril de 1965, marcando todos os tentos do seu time, no eletrizante 4 x 4 com o Corinthians, no Pacaembu, em São Paulo, na presença de 50.782 torcedores, que pagaram Cr$ 39.539.800,00 pra verem o craque sasntista mandar o juiz Olten Aires de Abreu ordenar quatro saídas de bolas durante a batalha em que quatro “Arqueiros do Rei” – o goleiro Gilmar, o zagueiro Mauro, o volante Zito e o parceiro de área Coutinho – não participaram da batalha.

Pelé abriu o placar, aos 45 minutos do primeiro tempo. Aos 10 da segunda etapa, Flávio“Minuano” bateu pênalti e empatou. Aos 18, Marcos virou, para os corintianos. Aos 31, Pelé voltou a deixar tudo igual; aos 35, Geraldo José recolocou o Timão na frente. Mas, aos 58, também de pênalti, o “Camisa 10” tornou a empatar. A patota de Pelé era chefiada por Luís Alonso Peres, o Lula e disputou aquele clássico contando com: Laércio; Ismael (Lima), Modesto e Geraldino; Lima (Mengálvio) e Haroldo; Dorval, Rossi, Toninho, Pelé e Gilson Porto (Pepe). Corinthians teve: Heitor; Augusto, Cláudio, Clóvis e Edson; Dino e Rivelino (Luizinho); Marcos, Flávio, Nei e Geraldo. O treinador era Osvaldo Brandão 




 

 














 

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

PRIMEIRO GOL DE ROBERTO DINAMITE

VASCO 3 X 2 BOTAFOGO - Vitória mais do que sensacional, pois o adversário tinha os cracaços Nílton Santos, Garrincha, Didi e Paulinh Valentim. Rolou no Maracanã, apitado por Frederico Lopes, com Pinga, Livinho e Válter Marciano apagando os estrelados alvinegros, em dia, para a época, de "rendaço": Cr$ 995 mil,898 cruzeiros e 50 centavos. Anote os dois timaços que foram a campo: VASCO: Carlos Alberto Cavalheiro;  Paulinho de Almeida e Belline; Laerte, Orlando e Coronel; Lierte,Livinho,Vavá,Válter e Pinga. Técnico: Martim Francisco. BOTAFOGO: Amauri; Rubéns e Orlando; Bob,Bauer e Nilton Santos; Garrincha, Didi, Paulinho, Alarcon e Cañete. Técnico: Geninho.

VASCO 2 x 0 SÃO CRISTÓVÃO - Paulo Amaral, que fora o preparador físico da Seleção Brasileira campeã mundial na Suécias-1958, estava como treinador cruzmaltino. O jogo valia pelo Campeonato Carioca-1961, em São Januário, e o time jogou o chamado "pro gasto". Frederico Lopes apitou e os gols foram marcados por Sabará, aos 15 e aos 75 minutos. Time do dia: Ita; Paulinho de Almeida e Bellini; Nivaldo, Barbosinha e Coronel; Sabará, Roberto Pinto, Saulzinho, Viladoniga e Da Silva.  


VASCO 2 X 0 AMÉRICA-RJ - O treinador já havia mudado. Jorge Vieira substituíra Paulo Amaral e vencera o "Diabo", pelo Campeonato Carioca-1962. Mas no estádio de Moça Bonita. O árbitro foi José Gomes Sobrinho e os gols marcados por Sabará e Fagundes, para esta formação: Ita, Paulinho de Almeida, Brito, Barbosinha, Coronel, Maranhão, Lorico, Sabará, Fagundes, Saulzinho e Da Silva. 
 


VASCO 1 x 0 JUVENTUS-SC - Os vascaínos são tradicionais “Reis de Convites”. Viram e mexem, estão  sendo chamados para os manjados "amistosos bregas" pelo país a fora, os famosos caça-níqueis. Nessas navegações, o "Almirante" rolou pelos mares de Santa Catarina, atrás de uma graninha. Caso do 25 do novembro de 1970, quando foi dar uma mordidinha  no cofre juventino, em Rio do Sul. Era uma quinta-feira e só o "Batuta” Silva bateu na rede. Depois daquilo, o time catarinense voltou a convidar o vascaíno, em 1985. Levou de 4 x 0, com Roberto Dinamite (2), Vítor e Cláudio Adão “tirando a costela da Eva”. ´

VASCO 2 x 0 INTERNACIONAL-RS - Aparício Pires procurava uma manchete para a capa do “Jornal dos Sports” de 25 de novembro de 1971, quando o "Almirante" enfrentaria os colorados gaúchos, no Maracanã, pelo Campeonato Brasileiro de Futebol. O setorista em São Januário, Eliomário Valente, informou-lhe que um atacante novato tinha "dinamite nos pés". Não deu outra: “Vasco escala o Garoto- dinamite”, foi para as bancas.

Na noite seguinte, o carinha fez por merecer a promoção na capa do jornal carioca. Mandou uma pancada para o gol, aos... minutos do... tempo. “Garoto-Dinamite explodiu!”, foi a nova manchete. Nascia por ali o Roberto Dinamite, que viria a ser o maior ídolo e maior artilheiro da história do Club de Regatas Vasco das Gama – e do Campeonato Brasileiro, com 190 gols.
Aparício Pires, o autor da manchete que valeu ao antigo atleta incorporar o apelido ao seu nome, foi um carioca que viveu por 82 anos, entre 1925 a 5 de abril de 2008. Teve ótimos texto e criatividade. Cria da “Revista do Rádio”, em 1950, passou por Pasquim, Última Hora, Jornal do Brasil e O Globo, onde aposentou-se, em 1989. Deixou seis filhos, uma das quais jornalista, e seis netos. Em pronunciamento na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, o então deputado Roberto Dinamite declarou: “Ele foi uma pessoa de suma importância no início da minha carreira, porque, quando eu comecei a jogar futebol, era conhecido como Zé Roberto (criado pelo treinador Célio de Souza) e outros jogadores já tinham esse nome”.
Roberto, que presidiu o Vasco da Gama, entre 2008 a 2014, fez um histórico dos seus inícios e do primeiro gol, lembrando que, a partir dali, passara a ser chamado de Roberto Dinamite. “Já incorporei isso ao meu nome oficial” o que ajudou-lhe na carreira política. "Hoje, o torcedor não consegue ver o Roberto sozinho, sem o Roberto Dinamite... O Aparício foi esse grande mentor que me batizou com essa marca”, agradeceu o atleta que vestiu a jaqueta cruzmaltina por 1.022 partidas, sendo 768 oficiais e 254 amistosos, tendo com ela marcado 754 gols.
Para a Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol, Roberto Dinamite é o quarto goleador de competições oficiais do planeta, atrás só de Pelé, Josef Bican, da antiga Tchecoeslováquia, e do húngaro Puskas, que fez grande parte de sua carreira na Espana.
 Assim, seguramente, o 25 de novembro de 1971 será, sempre, é uma das mais importantes do calendário cruzmaltino, porque naquela noite de uma  quinta-feira, 10.449 pagantes viram nascer uma lenda. Carlos Roberto de Oliveira tornava-se “Roberto Dinamite”, ao marcar o seu primeiro gol com como atleta profissional.
 Esta história, no entanto, começa  em 1970, quando o olheiro Fernando Ramos, o "Gradim" (mesmo apelido de Francisco Ferreira de Sousa, ex-atacante e ex-treinador vascaíno) levou o garoto, de 16 anos, para treinar em São Januário. Aprovado, terminou o Campeonato Carioca Juvenil com 10 gols e sendo o principal “matador” do time. Em 1971, ainda juvenil, aumentou a cota, para 13, tornando-se o goleador máximo do Estadual e, ainda. campeão.
Recado dado, Roberto foi colocado no banco dos reservas do time A, em 14 de novembro, pelo treinador Admildo Chirol, em Vasco 0 x 1 Bahia, na Fonte Nova, em Salvador. Lançado em campo, no começo do segundo tempo, substituindo Pastoril, melhorou o rendimento da equipe, mas não mudou o placar, aberto na etapa inicial. Quando nada, ganhou a vaga de titular em Vasco 1 x 2 Atlético-MG, uma semana depois, no Mineirão, tendo sido substituído, pro Ferreti, no segundo tempo.
Veio, então, a noite do jogo contra o Inter. Chirol deixou o Roberto no banco, durante a etapa inicial. Aos 5 minutos do segundo tempo, o meia Buglê, abriu a porteira gaúcha: Vasco 1 x 0.  E os colorados ferveram em cima. Parecia que o empate seria questão de tempo. Enquanto pressionavam, Chirol pensou em substituir o ponta-esquerda Gílson Nunes e mandou aquecer o garoto que já tivera duas chances de jogar pelo time principal, mas ainda não encontrara o caminho das redes.
Eram jogados 27 minutos (52) quando Roberto, na primeira bola que recebeu, partiu quase da intermediária, passando pelos quatro que encontrou pela frente. Na velocidade em que ia, soltou uma pancada impressionante, de fora da área, com o pé direito. O goleiro Carlos Gainete (campeão como Vasco na I Taça Guanabara-1965) não teve como deter aquele chute tão intenso que fez muito sucesso nos cinemas, quando o Canal 100 exibia o ‘jornal da tela’.
Depois do jogo, o repórter Eliomário Valente telefonou para a redação e contou a Aparícioa sobre a intensidade do chute que valeu a manchete famosa, já citada acima.   
Naquele jogo, que rendeu Cr$ 49.675,00, o apito foi de Maurílio José Santiago-MG. O Vasco foi: Andrada; Haroldo, Miguel, René e Alfinete; Alcir e Buglê; Luís Carlos, Beneti (Jaílson), Ferreti e Gílson Nunes (Roberto Dinamite). O Inter teve: Gainete; Bira, Pontes, Flávio e Édson Madureira; Carbone e Paulo César Carpegiani; Valdomiro, Sérgio Galocha, Claudiomiro (Bráulio) e Dorinho (Arlem). (Fotos reproduzidas de http://www.netvasco.com.br/. Agradecimentos).




 
 
















25.11.1981 – VASCO 1 x 0 MARCÍLIO DIAS - Amistoso em uma noite das quartas-feiras de 1981, na casa do adversário. Silvinho marcou o gol para esta rapaziada: Mazaropi, Rosemiro, Ivan, Serginho, João Luis, Dudu, Amauri, Marquinho, Ticão, Roberto Dinamite e Silvinho. Foi o segundo dos quatro amistosos disputados com o clube catariennse, entre 1976 e 1987, com duas vitórias e dois empates. 


VASCO 2 X 1 BOTAFOGO - No livro de registros dos Estaduais-RJ, o número é 141 nos clássicos entre os dois times. Foi disputado em um domingo, no Maracanã, com 88 895 pagantes conferindo a virada vascaína. Marcelo Vita, aos 32 e Rômulo, aos 39 minutos, foram os "viradores", com o "Almirante" afundando desde os quatro minutos. Arnaldo César Coelho apitou e Edu Coinbra escalou: Roberto Costa; Edevaldo, Daniel González, Ivã e Donato; Oli­veira, Geovani e Marcelo; Mauricinho, Roberto Dinamite e Rômulo (Marquinho). Valeu pelo segundo turno e foi o 3.573 jogo da história cruzmaltina.   



VASCO 1 X 0 DINAMARCA - Em 1988, os vascaínos eram bicampeões estaduais e faziam um bom Brasileirão. O selecionado dinamarquês já não era mais a "Dinamáquina" da Copa do Mundo-1986, mas contava com um dos melhores goleiros surgidos neste planeta, Peter Schimeichel, e o grande atacante Brian Laudrup. A "Turma da Colina" foi mais esperta no amistoso disputado no Maracanã. No segundo tempo, o apoiador pernambucano Zé do Carmo balançou a rede, pegando rebote de chute do lateral-esquerdo paraibano Mazinho. O juiz foi Luís Carlos Félix e o público pequeno, de apenas 14.104 almas. Carlos Alberto Zanata era o treinador e usou este time: Acácio; Paulo Roberto 'Gaúcho' (Cocada), Pedro Diniz, Leonardo Siqueira e Mazinho; Zé do Carmo, Geovani e França (Ernâni); Vivinho (Tiba), Sorato (Anderson) e Bismarck (William). A Dinamarca teve: Schmeichel, Lars Oslo, Jonnei Larsen, Kristersen, Freemann (Mosseby), Molby, Steffeson (Helf), Henry Larsen, Nilfort, Brian Laudrup (Orensen) e Strudel (Jorgessen)Técnico : Sepp Piontek

VASCO 2 x 0 FLAMENGO - Foi demais. O "Almirante" foi a campo com um time misto, chegando a escalar um dos piores goleiros que vestiram a sua camisa, Caetano. Mas zaga esteve soberba. De saída, Valdir ‘Bigode' já foi encaçapando: um minuto de bola rolando. Recado dado. O "Urubu", que não era bobo, viu que a barra iria pesar e nem se assanhou. Aos 16 minutos do segundo tempo, França trocou de papel com o bicho, virou ave de rapina e estraçalhou a segunda pipoca na chapa rubro-negra. Valeu pela Copa Rio-1993,
  em uma quinta-feira, no Maracanã, com duelo apitado por Léo Feldman. Treinado por Alcir Portela, o time alinhou: Caetano; Pimentel, Alexandre Torres, Jorge Luís e Ayupe; Leandro Ávila, França e Yan (Hernande); Valdir, Jardel e Gian
 
VASCO 7 x 1 São PAULO - Esta segue sendo a maior goleada registrada nesse encontro que rola desde um amistoso em 4 de junho de 1940. A pancadaria brava valeu pela 26ª rodada da primeira fase do Campeonato Brasileiro-2001, em São Januário, com apito de Carlos Eugênio Simon-RS. No primeiro tempo, a “Turma da Colina” até pegou leve. Fez só dois gols: Gilberto, aos 18 e de Euller, “O Filho do Vento”, aos 37. Na a segunda etapa, e foi um “deus-nos-acuda” para o goleiro Rogério Ceni. Com 3 minutos, Romário pipocou o terceiro na rede são-paulina. Voltou aos 22. Um minuto depois, foi a vez de Léo Lima. Guloso, Romário beliscou mais um, aos 26. E Dedé fechou a conta, aos 34.
Paulo César Gusmão era o treinador vascaíno deste time que mandou o santo pro inferno: Hélton; Rafael Pereira (Ely Thadeui)(Botti), Geder, João Carlos e Gilberto; Donizete Oliveira, Jamir (Dedé), Fabiano Eller e Léo Lima; Euller e Romário (foto de 1985).
DETALHE: O São Paulo, que marcou o seu gol aos 45 minutos do segundo tempo e era treinado por Nelsinho Baptista, escalou o que tInha de melhor: Rogério Ceni, Belletti, Júlio Santos, Émerson, Gustavo Nery, Maldonado, Fábio Simplício (Leonardo), Adriano (Alencar), Kaká, Luís Fabiano (Dill), França. Desse grupo, só Dill e Alencar não chegaram à Seleção Brasileira, enquanto o volante Maldonado era da seleção chilena.  
Acrescentar à VASCODATA 25 de novembro: Vasco 0 x 0 Fluminense, em 1972; Vasco 1 x 1 Santos, em 1975; Vasco 0 x 0 Goiás, em 1979; Vasco 3 x 3 Bahia

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

QUANDO O REI AINDA NÃO ERA 10

Uma das maiores glórias do futebol brasileiro, como atleta e treinador, Mário Jorge Lobo Zagallo passou, também, por São Januário. Bicampeão mundial de futebol, jogando as Copas do Mundo de 1958, na Suécia, e de 162, no Chile, ganhou a terceira, no México, como treinador, em 1970. Depois, em 1994, nos Estados Unidos, como coordenador técnico da Seleção Brasileira. Foi uma  hora para o "Almirante" ter os seus ensinamentos. (Foto reproduzida do arquivo do Jornal de Brasília). Agradecimento. 


Luisinho deixou Pelé com uma camisa menos famosa
Pelé, torcedor vascaíno confesso (no futebol carioca) e que chegou à Seleção Brasileira graças à sua participação em um torneio internacional, usando a jaqueta cruzmaltina, tornou o número 10 uma mística no futebol mundial. Após as suas apresentações na Copa do Mundo-1958, na Suécia, todo craque, de qualquer time do planeta, queria usar aquela numeração. Mas o "Rei do Futebol" nem sempre foi o 10 canarinho.
Em seus primeiros dois jogos pelo selecionado nacional, diante dos "hermanos"  argentinos, respectivamente, em 7 e 10 de julho de 1957, pela Copa Roca, quem usava a jaqueta ainda não famosa era o meia corintiano Luisinho, isto é, Luiz Trochillo. Depois daquilo, Pelé jogou 20 minutos, contra os paraguaios, em 4 de maio de 1958, e mais 44, contra a Bulgária, dez dias depois, vendo o flamenguista Dida começar a partida na vaga que seria sua durante o Mundial da Suécia.
Diz a lenda que Pelé ganhou a camisa 10 canarinha porque a então CBD-Confederação Brasileira de Desportos não encaminhara a relação numérica dos seus atletas à FIFA. Então, um uruguaio servidor da entidade os numerou como quis. No entanto, Zagallo afirma que os jogadores foram numerados para a Copa seguindo o número de suas maletas, e a de Pelé era a 10.
Históri&lendas à parte, Pelé jogou mais duas partidas pelo escrete nacional sem usar a camisa 10: em 6 de maio de 1960, contra o Egito, o roupeiro entregou a “desejada” para o botafoguense Quarentinha, e, em 26 de abril de 1970, quando o adversário era a Bulgária e o camisa 10 Tostão.       
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O abraço do craque Julinho Botelho
Pele, Vasco fan confess (in the Carioca soccer) and reached the Brazilian national team thanks to his participation in an international tournament using the cruzmaltina jacket, has the number 10 in a mystical world football. After their presentations at the World Cup-1958 in Sweden, all ace of any team in the world, wanted to use that number. But the "King of Football" was not always the canary 10.
In his first two games for the national team against Argentina, respectively, on 7 and 10 July 1957, the Copa Roca, who wore the jacket was not yet famous midfielder Corinthians Louie, ie Luiz Trochillo. After that, Pelé played 20 minutes against the Paraguayans, on May 4, 1958, and 44, against Bulgaria, ten days later, seeing Dida start the match in what would be his job during the World Cup in Sweden.
Legend has it that Pele won 10 canary shirt because the then Brazilian CBD-Sports Federation will not forward the numerical ratio of their athletes to FIFA. Then, a Uruguayan entity server the numbered as wanted. However, Zagallo said that players were numbered for the World Cup following the number of their suitcases, and Pele was 10.

Story & legends aside, Pelé played two more games for the national escrete without using the number 10: on May 6, 1960, against Egypt, the wardrobe gave the "desired" to Quarantinha, and April 26, 1970, when the opponent was Bulgaria and the number 10 Penny. 

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

CANECOS NAS PRATELEIRAS DA COLINA

Toda conquista é importante, porque eleva a história do clube. Confira as taças cruzmaltinas e eternizadas nas prateleiras da Rua General Almério de Moura.

1940:Torneio Luís Aranha; 1944- Torneio Relâmpago e do Torneio Municipal; 1945- Carioca e Torneio Municipal; 1946- Torneios Municipal e Relâmpago; 1947- Carioca e Torneio Municipal; 1948- Sul-Americano de Clubes; 1953- Torneio Internacional do Chile, Quadrangular Internacional do Rio e Torneio Ridavária Corrêa Meyer; 1957- Torneios Tereza Herrera, Torneio de Santiago, Torneio de Lima e Torneio de Paris; 1958- Torneio Rio-São Paulo; 1963- Torneio do México e Torneio de Santiago do Chile; 1964- Torneio Cidade de Belém-PA.
1965: Torneio Quadrangular Internacional do IV Centenário do Rio de Janeiro e Torneio do Cinquentenário da Federação Pernambucana de Futebol; 1966: Torneio Rio-São Paulo; 1973: Torneio Erasmo Martins Pedro; 1974: Campeonato Brasileiro; 1977: Torneio Imprensa de Santa Catarina; 1979: Torneio Cidade de Sevilha e do Torneio Fest D'Elx; 1980: Torneio de Manaus e Troféu Colombiano; 1981: Torneio João Havelange e Torneio Ilha de Funchal; 1982: Torneio de Montevidéu e Torneio João Castelo-MA; 1986: Torneio Juiz de Fora-MG.

1987: Troféu Ramon de Carranza, da Copa de Ouro, do Troféu TAP e do Torneio Juiz de Fora; 1988: Troféu Ramon de Carranza ;1989: Torneio de Metz e Troféu Ramon de Carranza ; 1990: Torneio de Verão do Rio de Janeiro; 1991: Torneio da Amizade; 1992: Copa Rio; 1993: Copa Rio, Torneio João Havelange, Troféu Cidade de Zaragoza eTroféu Cidade de Barcelona;1995: Torneio Palma de Mallorca; 1997: Campeonato Brasileiro e Troféu Bortolotti; 1998: Taça Libertadores da América; 1999: Torneio Rio-São Paulo; 2000- Taça Guanabara, Copa Mercosul e do Campeonato Brasileiro; 2011 – Campeão da Copa do Brasil.
Estaduais:1923/1924/1929/1934/1936/1945/1947/1949/1950/1952/1956/1958/1970/1977/1982/1987/
1988/1992/1993/1994/2003/2015.
 

terça-feira, 22 de novembro de 2011

A MUSA VASCAÍNA DO DIA - JULIANA


 

Esta  musa é a  modelo Juliana Sartório, que incendeia a galera cruzmaltina quando pinta no estádio. Linda, inteligente e trabalhadora, ela sacode, empurra o time e leva muita energia para a rapaziada faturar os três pontos.
 This is the muse Juliana Sartorius model, which ignites the cruzmaltina crowd when he paints the stadium. Beautiful, smart and hard working, she shakes, pushing the team and takes a lot of energy for the boys bill the three points.



 

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

TRAGÉDIAS DA COLINA - EDINHADA


O Vasco havia começado o Campeonato Carioca-1963 irregular. Estreara (30.06) goleando a Portuguesa (4 x 1), caíra na rodada seguinte (07.07), ante o Campo Grande (1 x 2), e recuperara-se (14.07) mandando 5 x 0 pra cima do Canto do Rio. Na quarta rodada (28.08),  teria de provar que a queda ante o “Campusca” fora um tremendo acidente. E que viesse o Fluminense.
Na tarde daquele final de julho, no Maracanã, o Vasco saiu na frente, com Célio Taveira, aos 50 minutos. Para a sua torcida, realmente, a derrota para um “pequeno” fora mesmo uma “zebra”. Aquele gol era uma prova.
 Não era, não!  Sete minutos depois, Joaquinzinho empatou. Passados mais 20, Manoel desempatou. E, faltando sete para o final, Joaquizinho voltou a filó e fechou a conta: Vasco 1 x 3.
 Pelas rodadas seguintes, os vascaínos ensaiaram uma reação, com 2 x 0 América e 1 x 0 Olaria. Mas não animaram muito, não, pois, quando toparam dois clássicos pela frente escorregaram. Com o Flamengo, ficaram pelo 0 x 0, e diante do Botafogo, caíram, por 0 x 2. A irregularidade tinha voltado. Como ficara comprovado a seguir: 3 x 0 Bonsucesso, 0 x 1 São Cristóvão e 1 x 1 Bangu.
 No dia 25 de setembro, o Vasco fez 2 x 1 sobre o Madureira, deixando sua torcida, novamente, animada. Esperando pela devolução da derrota do primeiro turno, para o Flu. Para o novo clássico, três dias depois, o treinador Jorge Vieira mudou muito o time, em relação ao jogo do turno – Ita; Joel Felício, Brito, Barbosinha e Dario; Écio e Lorico; Sabará, Altamiro, Célio e Maurinho fora o time do 1 x 3, enquanto o do segundo clássico foi a campo com: Marcelo Cunha, Paulinho, Brito, Barbosinha e Pereira; Odmar e Lorico; Joãozinho, Altamiro, Célio e Milton.
 A  bola do clássico rolou e o irregular Vasco se segurou pelo primeiro tempo. Mas, aos 52 minutos, não deu mais pra segurar: o ponta-direita tricolor Edinho foi lá na rede acabar com as expectativas da galera cruzmaltina. E, quatro minutos depois, fez mais um: Vasco 0 x 2. O consolo era que o Fluminense tinha um grande time: Castilho; Carlos Alberto Torres, Procópio, Dari e Altair; Oldair e Iris; Edinho, Moraes, Joaquinzinho e Escurinho.

 

sábado, 19 de novembro de 2011

FOTO DO DIA - DINAMITOU

Roberto Dinamite esteve sempre presente às redes



 



GOL MIL DE DE PELÉ FOI CONTRA O VASCO

 - Em 1969, o Vasco tinha um time daqueles que só participava de campeonatos. Não metia medo em ninguém. O seu grande momento, naquela temporada, terminou sendo participar de uma das maiores fetas do futebol brasileiro, a do milésimo gol de Pelé, na noite de 19 de novembro de 1969, no Maracanã.
 Eram 23h11,  quando o camisa 10 do Santos correu para a bola, de marca Drible, e a chutou, para o canto esquerdo das balizas defendidas pelo goleiro argentino Edgar Norberto Andrada. A partida valia pelo “Robertão”, o Torneio Roberto Gomes Pedrosa, embrião do atual Campeonato Brasileiro, e o Santos, com o gol do “Rei do Futebol”!, igualava o placar, aberto pelo adversário sem sem brilho, aos 17 minutos do primeiro tempo, por intermédio do meia Benetti.
Eram jogados 33 minutos do segundo tempo, quando Pelé partiu para dentro da área vascaína, com a bola dominada. Os zagueiros Renê e Fernando lhe deram combate e, ao ver o atacante caído no gramado, o árbitro pernambucano Manoel Amaro de Lima marcou o pênalti, que Renê jura que não o fez. Até hoje garante não ter tocado um dedo em “Sua Majestade, o Camisa 10” – Renê, no entanto, fizera um gol contra.
Depois de esperar que os fotógrafos escolherem o melhor ângulo para eternizar aquele momento – os demais atletas santistas se colocaram no meio do campo –, Pelé atendeu os gritos de “Pelé, Pelé”, dos torcedores que pediam para ele cobrar o pênalti, e correu para a bola. De nada adiantou o lateral-direito vascaíno Fidélis fazer buracos na marca do pênalti. Com o pé direito, o “Rei” transformou aquela noite na mais importante do ano, para os brasileiros, até "maior" do que a da descida do homem na Lua, três meses antes.
Marcado o gol, Pelé apanhou a bola no fundo das redes e a beijou. Rapidamente, o roupeiro vascaíno Chico o vestiu com uma camisa, do seu clube, com o número mil às costas. O goleiro Agnaldo o colocou nos ombros – Pelé tinha a pelota sempre levantada para o alto –, e com ele deu uma volta olímpica pelo Maracanã, com a partida paralisada, fato inédito na história do futebol. “Naquele dia, eu enfrentei o mundo. Em campo, não dava para escutar nem a respiração dos torcedores. Até a torcida do Vasco torceu contra mim”, declarou Andrade, tempos depois. De sua parte, Pelé confessou, também, muito depois, que tremeu, daquele vez: “O jogo parado, o estádio inteiro calado. Eu, a bola e o Andrada. Naquela hora tive um terrível medo de falhar. Fiquei nervoso. Sabia que todos esperavam o gol. Pouca gente viu, mas fiz o sinal da cruz antes de cobrar o pênalti”.
De volta ao chão, ao se ver diante de um “mar de microfones”, Pelé pediu: “Pensem no Natal. Pensem nas criancinhas”. Antes, dissera ao repórter Geraldo Blota, da Rádio Gazeta, o primeiro a ouví-lo: “Dedico este gol às criancinhas do Brasil”.
POLÊMICAS – Tema rico para discussões, houve quem levantasse que o verdadeiro milésimo gol de Pelé fora marcado no dia 4 de fevereiro de 1970, nos 7 x 0 santistas, sobre o América, do México. Nesse ponto, a colocação foi a de ter sido o “gol-mil” do atleta, como profissional. Um dos maiores historiadores do futebol brasileiro, Thomaz Mazzoni, sustentou que o tento histórico teria acontecido nos 4 x 0, sobre o Santa Cruz, em Recife, dias antes do jogo contra o Vasco. Mazonni computava um gol de Pelé, pela seleção brasileira militar, no Sul-Americano das Forças Armadas, em 1959, quando o placar fora 4 x 1, e, não, 4 x 3, com Pelé marcando um, além de a partida ter sido em 18.11.59, e, não, em 5.11.59.
Em 1995, a Folha de São Paulo recontou os gols do artilheiro santista e afirmou que o milésimo teria sido contra o Botafogo, da Paraíba, num amistoso, em João Pessoa, no dia 14 de novembro, na inauguração do Estádio Governador José Américo de Almeida. Por sinal, também, de pênalti, aos 23 minutos do segundo tempo. A polêmica só terminou com uma reportagem, de Celso Unzelte, para a revistas Placar, comprovando que um gol atribuído a Pelé, em 1965, pela seleção brasileira, contra a então Tehcoeslováquia, na verdade, fora marcado por Coutinho. Assim, o festejado feito voltou a ser “gol mil”.

19.11.1969 – Vasco 1 x 2 Santos. Estádio: Maracanã. Juiz: Manoel Amaro de Lima (PE). Públic0o: 65.157 pagantes e cerca de 100 mil presentes. Renda: NCr$ 253 mil 275 novos cruzeiros e 25 centravos. Gols: Benetti, Ren^we (contra) e Pelé. VASCO: Andrada; Fidélis, Moacir, Fernando e Eberval; Renê, Bougleux e Acelino (Raimundinho) e Adílson; Benetti e Danilo Menezes (Silvinho). SANTOS: Agnaldo; Carlos Alberto Torres, Ramos Delgado, Djalma Dias (Joel Camargo) e Rildo; Clodoaldo, Lima, Manoel Maria e Edu; Pelé (Jair Bala) e Abel.

Fotos reproduzidas da REVISTA Placar. Agradecimentos.


quinta-feira, 17 de novembro de 2011

PELÉ, O REI DO MARKETING -1

Por ser o "Rei do Futebol" e ter muitos fãs, por toda parte, fotografias de Pelé ajudavam, tremendamente, a vender revistas, antigamente. Com a chegada da Internet, muitos sites fazem retrospectivas dos antigos clics no crack, para aumentar a sua visibilidade e, consequentemente, negociarem mais anunciantes. Estas foto, por exemplo, foi de uma fase em que a semanal carioca "Manchete Esportiva", do grupo Adolph Bloch, encerrou a fase da publicações em tamanho grande e passou a ser publicada nas dimensões normais de um livro. Para atrair os leitores,um poster de Pelé foi um dos primeiros chamarizes.

 Pelé não é “rei” só do futebol. Do marketing, também. Tem associado a sua imagem a centenas de produtos, tornando-se um dos divulgadores mais fortes do mundo. Cálculos de analistas do mercado publicitário dizem que a marca do craque valerá R$ 600 milhões, pelas próximas duas décadas. Nesse campo, Pelé é, também, camisa 10. De acordo com revistas especializadas em cifras, ele acumula R$ 30 milhões anuais, anunciando produtos, que já foram de pilhas a tapetes, passando por quase tudo o que já foi para as prateleiras do planeta. E não cobra menos de R$ 2 milhões por anúncio. Nesta foto, Pelé divulga as pilhas Ray-O-Vac. Rolou por ocasião da Copa do Mundo de 1982. E bem que as “amarelinhas” poderiam se chamar de “Ray-O-Vasco”, pois Pelé se declara torcedor vascaíno. Não é mesmo?

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

CLUBE DOS ESQUECIDOS - ORTUNHO


Na certidão de nascimento, ele ganhou o nome de Jorge Carlos Carneiro. Para a torcida vascaína, no entanto, era Ortunho. Um apelido incomum para atletas do futebol carioca. Não no Rio Grande do Sul, devido a proximidade do Uruguai. Como havia, por aquelas bandas, um craque com tal denominação e semelhança física com ele, não deu outra. O Jorge trocou de graça.
Nascido, em Porto Alegre, em 1º de outubro de 1935, Ortunho viveu por 69 – até 22 de novembro de 2004. Com a jaqueta cruzmaltina, conquistou dois títulos de campeão estadual, em 1956 e em 1958, embora durante a primeira temporada só tivesse entrado em só uma partida, a última do time no Campeonato Carioca, no empate, pro 1 x 1, com o Olaria, na Rua Bariri. Seu Vasco foi: Hélio, Ortunho, Bellini e Coronel: Laerte e Orlando; Valmir, Livinho, Vavá, Valter Marciano e  e Lierte.
Do segundo título, Ortunho guardou a lembrança de três escalações: na estréia do time, Vasco 3 x 1 Bangu (20.08.1958); nos 4 x 2 sobre o Bonsucesso (25.07.2958) e na escorregada, por 1 x 3, ante o Madureira (03.08.1958).
Nas três partidas do Carioca-1958, Ortunho formou a defesa vascaína, em seu primeiro jogo, com Barbosa, Dario e Bellini. No segundo e no terceiro, a sua companhia na  zaga já foi Viana, que substituíra Bellini –  Écio e Orlando completavam a defensiva da equipe, enquanto os homens de frente  eram Sabará, Almir, Livinho, Wilson Moreira, Vavá, Rubens e Pinga 
 Dirigido pro Francisco de Souza Ferreira, o Gradim que, como ele, ganhou apelido tirado jogador uruguaio, Ortunho foi campeão, também, do Torneio Rio-São Paulo-1958, ainda que com participação mínima: entrou no decorrer da última partida, substituindo Dario, em Vasco 5 x 1 Portuguesas de Desportos (06.-04.1958). Mas marcou uma grande presença durante a conquista do I Torneio de Paris, uma espécie de Mundial de clubes da época, ajudando o Vasco a bater (na bola e no braço), na decisão (14.07.1957) contra o então melhor time do mundo, o espanhol Real Madrid, por 4 x 3.  Dirigido por Martim Francisco, o mesmo técnico do título carioca de 1956, o Vasco da grande conquista teve: Carlos Alberto Cavalheiro; Dario, Viana, Orlando e Ortunho; Laerte e Valter Marciano; Sabará, Livinho, Vavá e Pinga.
Depois do Torneio de Paris, Ortunho ajudou o Vasco a ganhar também, a Taça Tereza Herrera, vencendo, na final, ao Athletic Bilbao, por Vasco 4 x 2, com esta formação: Carlos Alberto, Dario e Viana; Laerte, Orlando e Ortunho; Sabará, Livinho, Vavá, Wálter e Pinga. 

terça-feira, 15 de novembro de 2011

ÁLBUM DA COLINA - CÉLIO NO JABAQUARA

 Célio, maior artilheiro cruzmaltino na década-1960, é o penúltimo agachado à direita de sua tela. Além do "Jabuca", ele defendeu também a Portuguesa Santista, antes de ir para o Vasco em janeiro de 1963, quando o time excursionava pelo México. Depois de São Januário, foi ser ídolo da torcida do uruguaio Nacional, de Montevidéu. Na volta ao Brasil, defendeu o Corinthians e fez algumas partidas promocionais pelo Operário, de Campo Grande-MS. Vestiu, ainda, a camisa da Seleção Brasileira, em 1966.