Vasco

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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

vascodata

                   

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

PRIMEIRO GOL DE ROBERTO DINAMITE

VASCO 3 X 2 BOTAFOGO - Vitória mais do que sensacional, pois o adversário tinha os cracaços Nílton Santos, Garrincha, Didi e Paulinh Valentim. Rolou no Maracanã, apitado por Frederico Lopes, com Pinga, Livinho e Válter Marciano apagando os estrelados alvinegros, em dia, para a época, de "rendaço": Cr$ 995 mil,898 cruzeiros e 50 centavos. Anote os dois timaços que foram a campo: VASCO: Carlos Alberto Cavalheiro;  Paulinho de Almeida e Belline; Laerte, Orlando e Coronel; Lierte,Livinho,Vavá,Válter e Pinga. Técnico: Martim Francisco. BOTAFOGO: Amauri; Rubéns e Orlando; Bob,Bauer e Nilton Santos; Garrincha, Didi, Paulinho, Alarcon e Cañete. Técnico: Geninho.

VASCO 2 x 0 SÃO CRISTÓVÃO - Paulo Amaral, que fora o preparador físico da Seleção Brasileira campeã mundial na Suécias-1958, estava como treinador cruzmaltino. O jogo valia pelo Campeonato Carioca-1961, em São Januário, e o time jogou o chamado "pro gasto". Frederico Lopes apitou e os gols foram marcados por Sabará, aos 15 e aos 75 minutos. Time do dia: Ita; Paulinho de Almeida e Bellini; Nivaldo, Barbosinha e Coronel; Sabará, Roberto Pinto, Saulzinho, Viladoniga e Da Silva.  


VASCO 2 X 0 AMÉRICA-RJ - O treinador já havia mudado. Jorge Vieira substituíra Paulo Amaral e vencera o "Diabo", pelo Campeonato Carioca-1962. Mas no estádio de Moça Bonita. O árbitro foi José Gomes Sobrinho e os gols marcados por Sabará e Fagundes, para esta formação: Ita, Paulinho de Almeida, Brito, Barbosinha, Coronel, Maranhão, Lorico, Sabará, Fagundes, Saulzinho e Da Silva. 
 


VASCO 1 x 0 JUVENTUS-SC - Os vascaínos são tradicionais “Reis de Convites”. Viram e mexem, estão  sendo chamados para os manjados "amistosos bregas" pelo país a fora, os famosos caça-níqueis. Nessas navegações, o "Almirante" rolou pelos mares de Santa Catarina, atrás de uma graninha. Caso do 25 do novembro de 1970, quando foi dar uma mordidinha  no cofre juventino, em Rio do Sul. Era uma quinta-feira e só o "Batuta” Silva bateu na rede. Depois daquilo, o time catarinense voltou a convidar o vascaíno, em 1985. Levou de 4 x 0, com Roberto Dinamite (2), Vítor e Cláudio Adão “tirando a costela da Eva”. ´

VASCO 2 x 0 INTERNACIONAL-RS - Aparício Pires procurava uma manchete para a capa do “Jornal dos Sports” de 25 de novembro de 1971, quando o "Almirante" enfrentaria os colorados gaúchos, no Maracanã, pelo Campeonato Brasileiro de Futebol. O setorista em São Januário, Eliomário Valente, informou-lhe que um atacante novato tinha "dinamite nos pés". Não deu outra: “Vasco escala o Garoto- dinamite”, foi para as bancas.

Na noite seguinte, o carinha fez por merecer a promoção na capa do jornal carioca. Mandou uma pancada para o gol, aos... minutos do... tempo. “Garoto-Dinamite explodiu!”, foi a nova manchete. Nascia por ali o Roberto Dinamite, que viria a ser o maior ídolo e maior artilheiro da história do Club de Regatas Vasco das Gama – e do Campeonato Brasileiro, com 190 gols.
Aparício Pires, o autor da manchete que valeu ao antigo atleta incorporar o apelido ao seu nome, foi um carioca que viveu por 82 anos, entre 1925 a 5 de abril de 2008. Teve ótimos texto e criatividade. Cria da “Revista do Rádio”, em 1950, passou por Pasquim, Última Hora, Jornal do Brasil e O Globo, onde aposentou-se, em 1989. Deixou seis filhos, uma das quais jornalista, e seis netos. Em pronunciamento na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, o então deputado Roberto Dinamite declarou: “Ele foi uma pessoa de suma importância no início da minha carreira, porque, quando eu comecei a jogar futebol, era conhecido como Zé Roberto (criado pelo treinador Célio de Souza) e outros jogadores já tinham esse nome”.
Roberto, que presidiu o Vasco da Gama, entre 2008 a 2014, fez um histórico dos seus inícios e do primeiro gol, lembrando que, a partir dali, passara a ser chamado de Roberto Dinamite. “Já incorporei isso ao meu nome oficial” o que ajudou-lhe na carreira política. "Hoje, o torcedor não consegue ver o Roberto sozinho, sem o Roberto Dinamite... O Aparício foi esse grande mentor que me batizou com essa marca”, agradeceu o atleta que vestiu a jaqueta cruzmaltina por 1.022 partidas, sendo 768 oficiais e 254 amistosos, tendo com ela marcado 754 gols.
Para a Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol, Roberto Dinamite é o quarto goleador de competições oficiais do planeta, atrás só de Pelé, Josef Bican, da antiga Tchecoeslováquia, e do húngaro Puskas, que fez grande parte de sua carreira na Espana.
 Assim, seguramente, o 25 de novembro de 1971 será, sempre, é uma das mais importantes do calendário cruzmaltino, porque naquela noite de uma  quinta-feira, 10.449 pagantes viram nascer uma lenda. Carlos Roberto de Oliveira tornava-se “Roberto Dinamite”, ao marcar o seu primeiro gol com como atleta profissional.
 Esta história, no entanto, começa  em 1970, quando o olheiro Fernando Ramos, o "Gradim" (mesmo apelido de Francisco Ferreira de Sousa, ex-atacante e ex-treinador vascaíno) levou o garoto, de 16 anos, para treinar em São Januário. Aprovado, terminou o Campeonato Carioca Juvenil com 10 gols e sendo o principal “matador” do time. Em 1971, ainda juvenil, aumentou a cota, para 13, tornando-se o goleador máximo do Estadual e, ainda. campeão.
Recado dado, Roberto foi colocado no banco dos reservas do time A, em 14 de novembro, pelo treinador Admildo Chirol, em Vasco 0 x 1 Bahia, na Fonte Nova, em Salvador. Lançado em campo, no começo do segundo tempo, substituindo Pastoril, melhorou o rendimento da equipe, mas não mudou o placar, aberto na etapa inicial. Quando nada, ganhou a vaga de titular em Vasco 1 x 2 Atlético-MG, uma semana depois, no Mineirão, tendo sido substituído, pro Ferreti, no segundo tempo.
Veio, então, a noite do jogo contra o Inter. Chirol deixou o Roberto no banco, durante a etapa inicial. Aos 5 minutos do segundo tempo, o meia Buglê, abriu a porteira gaúcha: Vasco 1 x 0.  E os colorados ferveram em cima. Parecia que o empate seria questão de tempo. Enquanto pressionavam, Chirol pensou em substituir o ponta-esquerda Gílson Nunes e mandou aquecer o garoto que já tivera duas chances de jogar pelo time principal, mas ainda não encontrara o caminho das redes.
Eram jogados 27 minutos (52) quando Roberto, na primeira bola que recebeu, partiu quase da intermediária, passando pelos quatro que encontrou pela frente. Na velocidade em que ia, soltou uma pancada impressionante, de fora da área, com o pé direito. O goleiro Carlos Gainete (campeão como Vasco na I Taça Guanabara-1965) não teve como deter aquele chute tão intenso que fez muito sucesso nos cinemas, quando o Canal 100 exibia o ‘jornal da tela’.
Depois do jogo, o repórter Eliomário Valente telefonou para a redação e contou a Aparícioa sobre a intensidade do chute que valeu a manchete famosa, já citada acima.   
Naquele jogo, que rendeu Cr$ 49.675,00, o apito foi de Maurílio José Santiago-MG. O Vasco foi: Andrada; Haroldo, Miguel, René e Alfinete; Alcir e Buglê; Luís Carlos, Beneti (Jaílson), Ferreti e Gílson Nunes (Roberto Dinamite). O Inter teve: Gainete; Bira, Pontes, Flávio e Édson Madureira; Carbone e Paulo César Carpegiani; Valdomiro, Sérgio Galocha, Claudiomiro (Bráulio) e Dorinho (Arlem). (Fotos reproduzidas de http://www.netvasco.com.br/. Agradecimentos).




 
 
















25.11.1981 – VASCO 1 x 0 MARCÍLIO DIAS - Amistoso em uma noite das quartas-feiras de 1981, na casa do adversário. Silvinho marcou o gol para esta rapaziada: Mazaropi, Rosemiro, Ivan, Serginho, João Luis, Dudu, Amauri, Marquinho, Ticão, Roberto Dinamite e Silvinho. Foi o segundo dos quatro amistosos disputados com o clube catariennse, entre 1976 e 1987, com duas vitórias e dois empates. 


VASCO 2 X 1 BOTAFOGO - No livro de registros dos Estaduais-RJ, o número é 141 nos clássicos entre os dois times. Foi disputado em um domingo, no Maracanã, com 88 895 pagantes conferindo a virada vascaína. Marcelo Vita, aos 32 e Rômulo, aos 39 minutos, foram os "viradores", com o "Almirante" afundando desde os quatro minutos. Arnaldo César Coelho apitou e Edu Coinbra escalou: Roberto Costa; Edevaldo, Daniel González, Ivã e Donato; Oli­veira, Geovani e Marcelo; Mauricinho, Roberto Dinamite e Rômulo (Marquinho). Valeu pelo segundo turno e foi o 3.573 jogo da história cruzmaltina.   



VASCO 1 X 0 DINAMARCA - Em 1988, os vascaínos eram bicampeões estaduais e faziam um bom Brasileirão. O selecionado dinamarquês já não era mais a "Dinamáquina" da Copa do Mundo-1986, mas contava com um dos melhores goleiros surgidos neste planeta, Peter Schimeichel, e o grande atacante Brian Laudrup. A "Turma da Colina" foi mais esperta no amistoso disputado no Maracanã. No segundo tempo, o apoiador pernambucano Zé do Carmo balançou a rede, pegando rebote de chute do lateral-esquerdo paraibano Mazinho. O juiz foi Luís Carlos Félix e o público pequeno, de apenas 14.104 almas. Carlos Alberto Zanata era o treinador e usou este time: Acácio; Paulo Roberto 'Gaúcho' (Cocada), Pedro Diniz, Leonardo Siqueira e Mazinho; Zé do Carmo, Geovani e França (Ernâni); Vivinho (Tiba), Sorato (Anderson) e Bismarck (William). A Dinamarca teve: Schmeichel, Lars Oslo, Jonnei Larsen, Kristersen, Freemann (Mosseby), Molby, Steffeson (Helf), Henry Larsen, Nilfort, Brian Laudrup (Orensen) e Strudel (Jorgessen)Técnico : Sepp Piontek

VASCO 2 x 0 FLAMENGO - Foi demais. O "Almirante" foi a campo com um time misto, chegando a escalar um dos piores goleiros que vestiram a sua camisa, Caetano. Mas zaga esteve soberba. De saída, Valdir ‘Bigode' já foi encaçapando: um minuto de bola rolando. Recado dado. O "Urubu", que não era bobo, viu que a barra iria pesar e nem se assanhou. Aos 16 minutos do segundo tempo, França trocou de papel com o bicho, virou ave de rapina e estraçalhou a segunda pipoca na chapa rubro-negra. Valeu pela Copa Rio-1993,
  em uma quinta-feira, no Maracanã, com duelo apitado por Léo Feldman. Treinado por Alcir Portela, o time alinhou: Caetano; Pimentel, Alexandre Torres, Jorge Luís e Ayupe; Leandro Ávila, França e Yan (Hernande); Valdir, Jardel e Gian
 
VASCO 7 x 1 São PAULO - Esta segue sendo a maior goleada registrada nesse encontro que rola desde um amistoso em 4 de junho de 1940. A pancadaria brava valeu pela 26ª rodada da primeira fase do Campeonato Brasileiro-2001, em São Januário, com apito de Carlos Eugênio Simon-RS. No primeiro tempo, a “Turma da Colina” até pegou leve. Fez só dois gols: Gilberto, aos 18 e de Euller, “O Filho do Vento”, aos 37. Na a segunda etapa, e foi um “deus-nos-acuda” para o goleiro Rogério Ceni. Com 3 minutos, Romário pipocou o terceiro na rede são-paulina. Voltou aos 22. Um minuto depois, foi a vez de Léo Lima. Guloso, Romário beliscou mais um, aos 26. E Dedé fechou a conta, aos 34.
Paulo César Gusmão era o treinador vascaíno deste time que mandou o santo pro inferno: Hélton; Rafael Pereira (Ely Thadeui)(Botti), Geder, João Carlos e Gilberto; Donizete Oliveira, Jamir (Dedé), Fabiano Eller e Léo Lima; Euller e Romário (foto de 1985).
DETALHE: O São Paulo, que marcou o seu gol aos 45 minutos do segundo tempo e era treinado por Nelsinho Baptista, escalou o que tInha de melhor: Rogério Ceni, Belletti, Júlio Santos, Émerson, Gustavo Nery, Maldonado, Fábio Simplício (Leonardo), Adriano (Alencar), Kaká, Luís Fabiano (Dill), França. Desse grupo, só Dill e Alencar não chegaram à Seleção Brasileira, enquanto o volante Maldonado era da seleção chilena.  
Acrescentar à VASCODATA 25 de novembro: Vasco 0 x 0 Fluminense, em 1972; Vasco 1 x 1 Santos, em 1975; Vasco 0 x 0 Goiás, em 1979; Vasco 3 x 3 Bahia

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

CANECOS NAS PRATELEIRAS DA COLINA

Toda conquista é importante, porque eleva a história do clube. Confira as taças cruzmaltinas e eternizadas nas prateleiras da Rua General Almério de Moura.

1940:Torneio Luís Aranha; 1944- Torneio Relâmpago e do Torneio Municipal; 1945- Carioca e Torneio Municipal; 1946- Torneios Municipal e Relâmpago; 1947- Carioca e Torneio Municipal; 1948- Sul-Americano de Clubes; 1953- Torneio Internacional do Chile, Quadrangular Internacional do Rio e Torneio Ridavária Corrêa Meyer; 1957- Torneios Tereza Herrera, Torneio de Santiago, Torneio de Lima e Torneio de Paris; 1958- Torneio Rio-São Paulo; 1963- Torneio do México e Torneio de Santiago do Chile; 1964- Torneio Cidade de Belém-PA.
1965: Torneio Quadrangular Internacional do IV Centenário do Rio de Janeiro e Torneio do Cinquentenário da Federação Pernambucana de Futebol; 1966: Torneio Rio-São Paulo; 1973: Torneio Erasmo Martins Pedro; 1974: Campeonato Brasileiro; 1977: Torneio Imprensa de Santa Catarina; 1979: Torneio Cidade de Sevilha e do Torneio Fest D'Elx; 1980: Torneio de Manaus e Troféu Colombiano; 1981: Torneio João Havelange e Torneio Ilha de Funchal; 1982: Torneio de Montevidéu e Torneio João Castelo-MA; 1986: Torneio Juiz de Fora-MG.

1987: Troféu Ramon de Carranza, da Copa de Ouro, do Troféu TAP e do Torneio Juiz de Fora; 1988: Troféu Ramon de Carranza ;1989: Torneio de Metz e Troféu Ramon de Carranza ; 1990: Torneio de Verão do Rio de Janeiro; 1991: Torneio da Amizade; 1992: Copa Rio; 1993: Copa Rio, Torneio João Havelange, Troféu Cidade de Zaragoza eTroféu Cidade de Barcelona;1995: Torneio Palma de Mallorca; 1997: Campeonato Brasileiro e Troféu Bortolotti; 1998: Taça Libertadores da América; 1999: Torneio Rio-São Paulo; 2000- Taça Guanabara, Copa Mercosul e do Campeonato Brasileiro; 2011 – Campeão da Copa do Brasil.
Estaduais:1923/1924/1929/1934/1936/1945/1947/1949/1950/1952/1956/1958/1970/1977/1982/1987/
1988/1992/1993/1994/2003/2015.
 

terça-feira, 22 de novembro de 2011

A MUSA VASCAÍNA DO DIA - JULIANA


 

Esta  musa é a  modelo Juliana Sartório, que incendeia a galera cruzmaltina quando pinta no estádio. Linda, inteligente e trabalhadora, ela sacode, empurra o time e leva muita energia para a rapaziada faturar os três pontos.
 This is the muse Juliana Sartorius model, which ignites the cruzmaltina crowd when he paints the stadium. Beautiful, smart and hard working, she shakes, pushing the team and takes a lot of energy for the boys bill the three points.



 

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

TRAGÉDIAS DA COLINA - EDINHADA


O Vasco havia começado o Campeonato Carioca-1963 irregular. Estreara (30.06) goleando a Portuguesa (4 x 1), caíra na rodada seguinte (07.07), ante o Campo Grande (1 x 2), e recuperara-se (14.07) mandando 5 x 0 pra cima do Canto do Rio. Na quarta rodada (28.08),  teria de provar que a queda ante o “Campusca” fora um tremendo acidente. E que viesse o Fluminense.
Na tarde daquele final de julho, no Maracanã, o Vasco saiu na frente, com Célio Taveira, aos 50 minutos. Para a sua torcida, realmente, a derrota para um “pequeno” fora mesmo uma “zebra”. Aquele gol era uma prova.
 Não era, não!  Sete minutos depois, Joaquinzinho empatou. Passados mais 20, Manoel desempatou. E, faltando sete para o final, Joaquizinho voltou a filó e fechou a conta: Vasco 1 x 3.
 Pelas rodadas seguintes, os vascaínos ensaiaram uma reação, com 2 x 0 América e 1 x 0 Olaria. Mas não animaram muito, não, pois, quando toparam dois clássicos pela frente escorregaram. Com o Flamengo, ficaram pelo 0 x 0, e diante do Botafogo, caíram, por 0 x 2. A irregularidade tinha voltado. Como ficara comprovado a seguir: 3 x 0 Bonsucesso, 0 x 1 São Cristóvão e 1 x 1 Bangu.
 No dia 25 de setembro, o Vasco fez 2 x 1 sobre o Madureira, deixando sua torcida, novamente, animada. Esperando pela devolução da derrota do primeiro turno, para o Flu. Para o novo clássico, três dias depois, o treinador Jorge Vieira mudou muito o time, em relação ao jogo do turno – Ita; Joel Felício, Brito, Barbosinha e Dario; Écio e Lorico; Sabará, Altamiro, Célio e Maurinho fora o time do 1 x 3, enquanto o do segundo clássico foi a campo com: Marcelo Cunha, Paulinho, Brito, Barbosinha e Pereira; Odmar e Lorico; Joãozinho, Altamiro, Célio e Milton.
 A  bola do clássico rolou e o irregular Vasco se segurou pelo primeiro tempo. Mas, aos 52 minutos, não deu mais pra segurar: o ponta-direita tricolor Edinho foi lá na rede acabar com as expectativas da galera cruzmaltina. E, quatro minutos depois, fez mais um: Vasco 0 x 2. O consolo era que o Fluminense tinha um grande time: Castilho; Carlos Alberto Torres, Procópio, Dari e Altair; Oldair e Iris; Edinho, Moraes, Joaquinzinho e Escurinho.

 

sábado, 19 de novembro de 2011

GOL MIL DE DE PELÉ FOI CONTRA O VASCO

 - Em 1969, o Vasco tinha um time daqueles que só participava de campeonatos. Não metia medo em ninguém. O seu grande momento, naquela temporada, terminou sendo participar de uma das maiores fetas do futebol brasileiro, a do milésimo gol de Pelé, na noite de 19 de novembro de 1969, no Maracanã.
 Eram 23h11,  quando o camisa 10 do Santos correu para a bola, de marca Drible, e a chutou, para o canto esquerdo das balizas defendidas pelo goleiro argentino Edgar Norberto Andrada. A partida valia pelo “Robertão”, o Torneio Roberto Gomes Pedrosa, embrião do atual Campeonato Brasileiro, e o Santos, com o gol do “Rei do Futebol”!, igualava o placar, aberto pelo adversário sem sem brilho, aos 17 minutos do primeiro tempo, por intermédio do meia Benetti.
Eram jogados 33 minutos do segundo tempo, quando Pelé partiu para dentro da área vascaína, com a bola dominada. Os zagueiros Renê e Fernando lhe deram combate e, ao ver o atacante caído no gramado, o árbitro pernambucano Manoel Amaro de Lima marcou o pênalti, que Renê jura que não o fez. Até hoje garante não ter tocado um dedo em “Sua Majestade, o Camisa 10” – Renê, no entanto, fizera um gol contra.
Depois de esperar que os fotógrafos escolherem o melhor ângulo para eternizar aquele momento – os demais atletas santistas se colocaram no meio do campo –, Pelé atendeu os gritos de “Pelé, Pelé”, dos torcedores que pediam para ele cobrar o pênalti, e correu para a bola. De nada adiantou o lateral-direito vascaíno Fidélis fazer buracos na marca do pênalti. Com o pé direito, o “Rei” transformou aquela noite na mais importante do ano, para os brasileiros, até "maior" do que a da descida do homem na Lua, três meses antes.
Marcado o gol, Pelé apanhou a bola no fundo das redes e a beijou. Rapidamente, o roupeiro vascaíno Chico o vestiu com uma camisa, do seu clube, com o número mil às costas. O goleiro Agnaldo o colocou nos ombros – Pelé tinha a pelota sempre levantada para o alto –, e com ele deu uma volta olímpica pelo Maracanã, com a partida paralisada, fato inédito na história do futebol. “Naquele dia, eu enfrentei o mundo. Em campo, não dava para escutar nem a respiração dos torcedores. Até a torcida do Vasco torceu contra mim”, declarou Andrade, tempos depois. De sua parte, Pelé confessou, também, muito depois, que tremeu, daquele vez: “O jogo parado, o estádio inteiro calado. Eu, a bola e o Andrada. Naquela hora tive um terrível medo de falhar. Fiquei nervoso. Sabia que todos esperavam o gol. Pouca gente viu, mas fiz o sinal da cruz antes de cobrar o pênalti”.
De volta ao chão, ao se ver diante de um “mar de microfones”, Pelé pediu: “Pensem no Natal. Pensem nas criancinhas”. Antes, dissera ao repórter Geraldo Blota, da Rádio Gazeta, o primeiro a ouví-lo: “Dedico este gol às criancinhas do Brasil”.
POLÊMICAS – Tema rico para discussões, houve quem levantasse que o verdadeiro milésimo gol de Pelé fora marcado no dia 4 de fevereiro de 1970, nos 7 x 0 santistas, sobre o América, do México. Nesse ponto, a colocação foi a de ter sido o “gol-mil” do atleta, como profissional. Um dos maiores historiadores do futebol brasileiro, Thomaz Mazzoni, sustentou que o tento histórico teria acontecido nos 4 x 0, sobre o Santa Cruz, em Recife, dias antes do jogo contra o Vasco. Mazonni computava um gol de Pelé, pela seleção brasileira militar, no Sul-Americano das Forças Armadas, em 1959, quando o placar fora 4 x 1, e, não, 4 x 3, com Pelé marcando um, além de a partida ter sido em 18.11.59, e, não, em 5.11.59.
Em 1995, a Folha de São Paulo recontou os gols do artilheiro santista e afirmou que o milésimo teria sido contra o Botafogo, da Paraíba, num amistoso, em João Pessoa, no dia 14 de novembro, na inauguração do Estádio Governador José Américo de Almeida. Por sinal, também, de pênalti, aos 23 minutos do segundo tempo. A polêmica só terminou com uma reportagem, de Celso Unzelte, para a revistas Placar, comprovando que um gol atribuído a Pelé, em 1965, pela seleção brasileira, contra a então Tehcoeslováquia, na verdade, fora marcado por Coutinho. Assim, o festejado feito voltou a ser “gol mil”.

19.11.1969 – Vasco 1 x 2 Santos. Estádio: Maracanã. Juiz: Manoel Amaro de Lima (PE). Públic0o: 65.157 pagantes e cerca de 100 mil presentes. Renda: NCr$ 253 mil 275 novos cruzeiros e 25 centravos. Gols: Benetti, Ren^we (contra) e Pelé. VASCO: Andrada; Fidélis, Moacir, Fernando e Eberval; Renê, Bougleux e Acelino (Raimundinho) e Adílson; Benetti e Danilo Menezes (Silvinho). SANTOS: Agnaldo; Carlos Alberto Torres, Ramos Delgado, Djalma Dias (Joel Camargo) e Rildo; Clodoaldo, Lima, Manoel Maria e Edu; Pelé (Jair Bala) e Abel.


Fotos reproduzidas da REVISTA Placar. Agradecimentos.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

ÁLBUM DA COLINA - ROBERTO DINAMITE


 Roberto Dinamite, em foto do arquivo do Jornal de Brasília, esteve presente em todas as redes estendidas |à suas frente. Ele não perdoava, explodia o filó e botgava goleiros pra  chorar.

Roberto Dinamite, in a photo from the Jornal de Brasília archive, was present in all the extended networks in front of him. He did not forgive, exploded the filó and put goalkeepers to cry.



Roberto Dinamite, maior ídolo da historia da torcida vascaína, em foto
reproduzida do arquivo do Jornal de Brasília



terça-feira, 15 de novembro de 2011

ÁLBUM DA COLINA - CÉLIO NO JABAQUARA

 Célio, maior artilheiro cruzmaltino na década-1960, é o penúltimo agachado à direita de sua tela. Além do "Jabuca", ele defendeu também a Portuguesa Santista, antes de ir para o Vasco em janeiro de 1963, quando o time excursionava pelo México. Depois de São Januário, foi ser ídolo da torcida do uruguaio Nacional, de Montevidéu. Na volta ao Brasil, defendeu o Corinthians e fez algumas partidas promocionais pelo Operário, de Campo Grande-MS. Vestiu, ainda, a camisa da Seleção Brasileira, em 1966.






segunda-feira, 14 de novembro de 2011

FOTO DO DIA - DINAMITE & ARANHA

 

  Roberto Dinamite e Dé, em foto reproduzida do arquivo do Jornal de Brasília, onde está registrada pelo número 3618/01. Agradecimento.

domingo, 13 de novembro de 2011

KIKE BALL AND VASCO DA GAMA

This is a blog dedicated to the research of the history of Club de Regatas Vasco da Gama , founded in Rio de Janeiro , Brazil , on August 21, 1898 , four young practicing rowing - Henrique Ferreira Monteiro , Luís Antônio Rodrigues , José Alexandre D' Avelar Rodrigues and Manuel Teixeira de Sousa Júnior - in honor of the portuguese explorer discoverer of the sea route to India. Until 1915, Vasco da Gama only competed in rowing. From the following year when he joined the football, it became one of the most admired clubs in the country, for its stance against social injustice.
 Currently has one of the largest Brazilian twisted . Nacional champion on four occasions, the Vasco team also has win continental the title on two other occasions , and various international This is a blog dedicated to the research of the history of Club de Regatas Vasco da Gama , founded in Rio de Janeiro , Brazil, on August 21, 1898 , four young practicing rowing - Henrique Ferreira Monteiro, Luís Antônio Rodrigues, José Alexandre D' Avelar Rodrigues and Manuel Teixeira de Sousa Júnior - in honor of the portuguese explorer discoverer of the sea route to India .Until 1915, Vasco da Gama only competed in rowing. From the following year when he joined the football, it became one of the most admired clubs in the country, for its stance against social injustice. Currently has one of the largest Brazilian twisted .
Nacional champion on four occasions, the Vasco team also has won continentel the title on two other occasions , and various international tournaments. The Vasco da Gama uses stark white shirt, or black with a diagonal band (black or white).
It is the caravel of portuguese maritime chievements, bringing the Cross of the Order of Christ in red. The shorts and socks are also the shirt , white or black .Vasco da Gama has a stadium, located in General Almério de Moura , opened in 1927 , and was once the largest in Brazil . Kike Ball search to cruzmatina history since december 15, 20010 , having been visited by 120 000 "vaconautas" .The shield you see has been reproduced from the official website do clube - www.crvascodagama.com.br - to which we appreciate.
Besides being good at soccer, Vasco da Gama has dirty twisted in the most beautiful women on the planet.
 

sábado, 12 de novembro de 2011

VASCO DAS PÁGINAS - BOTOU FOGO

 
Será que você estava aqui naquela tarde de domingo do Rio de Janeiro, em 1968? Dá pra sacar a energia da galera cruzmaltina. Naquele dia, o Vasco vence o grande freguês Botafogo, por 2 x 0. Se você estava lá, era um dos 81.517 pagantes que assistiram ao clássico, com gols de Buglê e de Nei Oliveira. Valeu pelo turno do Campeonato Carioca, em 24 de abril, e a rapaziada foi escalada, assim, pelo técnico Paulinho de Almeida, ex-lateral-direito vascaíno: Pedro Paulo; Ferreira, Brito, Fontana (Sérgio) e Lourival; Buglê (Paulo Dias) e Danilo Menezes; Nado, Nei, Bianchini e Silvinho.
Fotos reproduzidas da revista carioca "O Cruzeiro", de uma tarde de clássico contra o Botafogo

As fotos que você foram reproduzidas da revista carioca semanal “O Cruzeiro” ano XV, Nº 19, de 11 de maio de 1968. Observe, na de baixo, que é de momentos antes da abertura do placar 

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

ÁLBUM DA COLINA - PÁGINA 1970


Time que quebrou o tabu, de 12 anos, sem ser campeão carioca. em pé, da esquerda para a direita: Andrada, Alcir, Renê, Moacir, Eberval , Fidélis e o técnico Tim;  agachados, na mesma ordem: Santana (massagista),  Luís Carlos Lemos, Ferreira, Buglê, Silva, Valfrido e Gílson Nunes.,  

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

A MUSA VASCAÍNA DE HOJE

   O Vasco d Gama tem as mulheres mais belas e inteligentes deste planeta em sua torcida. Alguém tem dúvida? Claro que não. Mas, quem duvidar, vá ao arquivo do blog, à sua direita, e consulte a relação de deusas que desfilam por esta sessão. Tem gente que não gosta. Jamila Sandoro, a modelo que você vê, é uma das mais competentes do país. Tem feito ensaios belíssimos. Este, para uma campanha de papel de parede, esgotou, rapidamente. O "Kike" viu no www.paixaovasco.blogspot.com, de onde reproduziu (e agradece à rapaziada da página eletrônica). Parabéns, Jam! Talento não é pra quem quer, é pra quem nasceu com ele, o seu caso. Valeu!
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Vasco da Gama has the most beautiful and intelligent women of this planet in its appearance. Does anyone have questions? Of course not. But anyone who doubts, go to the blog archive, to your right, and see the relationship of goddesses parading by this session. Some people do not like. Jamila Sandoro, the model you see, is one of the most competent in the country. Has made beautiful essays. This, to a campaign of wallpaper, sold out quickly. The "Kike" saw the www.paixaovasco.blogspot.com, where reproduced (and thanks to the guys from webpage). Congratulations, Jam! Talent is not for anyone, it's for those who were born with it, your case. THX!




terça-feira, 8 de novembro de 2011

VASCO DAS CAPAS - EDMUNDO


































08.11.1925 – VASCO 4 x 2 AMÉRICA-RJ – Duelo pelo Campeonato Carioca-1925, disputado na casa do "Diabo", na Rua Campos Salles. Ernani Reis apitou e os tentos vascaínos saíram com Russinhoi (2), Bolão e Torterolli. O time que bateu: Nelson; Leitão e José Manoel; Brilhante, Claudionor e Arthur; Paschoal, Torterelli, Russinho, Fernandes e Milton.
VASCO 3 X 2 FLUMINENSE - Clássico do segundo turno do Campeonato Carioca-1931 e vitoria importante por ter sido, também, na casa do rival, o estádio das Laranjeiras. Luiz Neves apitou e Sant’Anna, Albino (contra) e Eloy cravaram bola na rede dos tricolores. Para esta vitória, o treinador Harry Welfare dispôs de: Rolim, Brilhante e Itália; Tinoco, Nesi e Mola; Bahianinho, Mário Mattos, Russinho, Ghizone (Eloy) e Sant'Anna.
 

  VASCO 3 X 0 AMÉRICA-MG - Amistoso de 1955, em uma terça-feira, na casa do convidante, com gols marcados pelo paraguaio Parodi, o paulista Pinga e o pernambucano Ademir Menezes. Foi o jogo 1561 da história cruzmaltina.

VASCO  2 x 0 MADUREIRA -  Quinta rodada do segundo turno do Estadual-1978. Jogo em São Januário, apitado por José Roberto Wrigtht, perante 9.758 pagantes. Ramon Pernambucano, aos 5 minutos do primeiro tempo, e aos 23 da etapa final, compareceu ao barbante. Time do jogo: Leão, Orlando 'Lelé' Abel Braga (Fernando), Gaú­cho e Paulo César; Helinho e Guina;Washing­ton Oliveira, Carlos Alberto Garcia, Garcia (Paulinho), Roberto Dinamite e Ramón.


VASCO 5 X 1 OPERÁRIO-VG - Vitória facílima, em noite de quinta-feira, no Maracanã, pelo Brasileiro-1979, época em que a Confederação Brasileira de Desportos ajudava o regime militar dos generais-presidente, colocando na disputa times que poderiam render votos aos candidatos da ARENA, caso do Operário, de Várzea Grande, em Mato Grosso. Valeu pela segunda fase do então chamado Nacional, assisstido por 11.330 pagantes, com Zandonaide abrindo o placar, aos 35 minutos da etapa inicial. Paulinho II fez o segundo, aos 38, seguindo-o Guina, aos 42. Zadonaide voltou à rede, aos 18 do segundo tempo, e Roberto Dinamite encerrou a farra, aos 38. Oto Glória comandava esta rapaziada com fome de gols: Leão, Paulinho II, Orlando 'Lelé', Ivan, Marco Antônio, Zé Mário (Paulo Roberto), Guina (Peribaldo), Katinha, Roberto Dinamite e Paulinho Massariol.  O jogo



VASCO 1 X 0 OLARIA - Valeu pelo segundo turno do Estadual-1992, na casa do adversário, o chamado "Alçapão" da Rua Bariri, onde o apito ficou com Daniel Pomeroy. Jogo de público pequeno – 6.400 pagantes –, em estádio pequeno, com o pequeno placar movimentado por Jardel aos 83 minutos. Joel Santana estava comandando este time vascaíno: Carlos Germano; Luis Carlos Winck, Jorge Luis, Alexandre Torres e Cássio; Luisinho, Leandro, Bismarck e William (Tinho); Valdir (Jardel) e Edmundo. 

 
VASCO 1 X 0 CORINTHIANS - Rolava a 22ª rodada do Campeonato Brasileiro-2001. O 8 de novembro era em uma quinta-feira e não impediu  os dois times de se enfrentaram  à tarde, em São Januário.  A "Turma da Colina" chegou à rede, com Jamir, aos 34 minutos do segundo tempo. Pena que só 1.740 pagantes – renda de R$ 9.895,00 – assistiram ao 300º jogo de Romário com a camisa cruzmaltina.  Luciano Augusto Almeida-DF apitou a pugna que teve a turma do "Baixinho" escalada assim, pelo técnico Paulo César Gusmão: Helton; Rafael Pereira, Geder, João Crlos e Gilberto: Jamir, Bóvio (Geovani), Fabiano Eller (Paulo César) e Léo Lima; Ely Thadeu (Léo Macaé) e Romário.

VASCO 1 X 0 SANTOS - Rolou, também, em São Januário, e foi mais uma página marcante da história vascaína: o último gol de Edmundo com a jaquete da "Patota do Almirante". Aconteceu em 2008,  também, pelo Brasileirão.
  Elmo Alves Resende Cunha-GO apitou o jogo que teve público de 21.310 pagantes, renda de R$ 277.790,00 e gol de do "Animal”, aos 28 minutos do segundo tempo. Renato "Gaúcho” Portalupi era o teinador deste time cruzmaltino:  Rafael; Eduardo Luiz, Jorge Luiz, Odvan (Edmundo) e Wagner Diniz; Jonílson, Mateus (Leandro Bonfim), Madson e Rodirgo Antonio; Alex Teixeira e Leandro Amaral. 

 
 (Foto de Romário acima à esquerda reproduzida do arquivo do Jornal de Brasília, onde está registrada sob o número 274, em 30.01.1988. Edmundo, abaixo à direita,  foi capa da Placar Nº 1157, de novembro de 1999). 


segunda-feira, 7 de novembro de 2011

OS TERRÍVEIS "FLAPITAÇOS"

  Prejudicar o Vasco, no apito, vem sendo é o esporte predileto de vários árbitros que dirigem seus jogos contra o maior rival, o Flamengo. Isso acontece há mais de oitenta anos. Neste  2014, foi tétrico. Os vascaínos tiveram um gol anulado, com a bola batendo por 33 centímetros dentro do gol, e perderam o título estadual, aos 46 minutos da etapa final, devido um impedimento. Mas já houve coisas bem piores. Vamos conferir os “apitos amigos” do rival.

1923 - O Vasco rasgava o caminho para o seu primeiro título de campeão carioca da Série A. Era o ano da sua estréia na elite. Em 8 de julho de 1923, cerca de 35 mil torcedores, pelos cálculos do jornal ”O Imparcial”, lotavam até a pista de atletismo do estádio das Laranjeiras, do Fluminense, para ver o primeiro “Jogo do Século”. O Flamengo abriu 2 x 0, no primeiro tempo. Ceci empatou, no início do segundo. Junqueira fez 3 x 1, e Arlindo o segundo da rapaziada. Depois, o Vasco igualou o placar. Mas o juiz Carlito Rocha, do Botafogo (na época, os árbitros eram pessoas dos cubes) anulou o gol, para o time líder não ser campeão invicto. Então, Flamengo 3 x 2, no apito. Valeu uma grande comemoração dos torcedores rivais, que fizeram uma tremenda passeata festiva, das Laranjeiras até a Lapa. Sacaneazaço contra Nélson, Leitão e Mingote; Nicolino, Claudionor e Artur; Paschoal, Torterolli, Arlindo, Cecy e Negrito.

1944  -  O clássico Vasco x Flamengo, pelo segundo turno do Campeonato Carioca,  foi em 28 de outubro, no estádio da Gávea, a casa dos rubro-negros, que fariam qualquer coisa para serem tricampeões estaduais. O jogo estava duríssimo e nada levava a crer que as redes seriam balançadas. Aos 43 minutos do segundo tempo, o rubro-negro Vevé bateu uma falta, da esquerda. O atacante argentino Valido subiu, apoiando-se nos ombros  do então centro-médio vascaíno Argemiro, e marcou um gol ilegal que valeu uma taça.
De nada adiantaram as reclamações cruzmaltinas. Dos 20.0387 pagantes, só o juiz Guilherme Gomes não viu a falta. Naquele dia, os prejudicados foram:  Barqueta, Rubens e Rafanelli; Alfredo, Berascochéa e Argemiro; Djalma, Lelé, Isaías, Ademir Menezes e Chico. Técnico: Ondino Vieira.

1957 - De acordo com o Nº 85 da revista semanal carioca “Manchete Esportiva”, com data de 6 de julho de 1957, à página 34, o Vasco foi prejudicado, pelo árbitro Anver Bilati, na partida em que fechava, com o Flamengo, a final da série carioca do Torneio Internacional Morumbi. Na verdade, os vascaínos estavam representados por um combinado formado juntamente com o Santos, porque os seus principais jogadores excursionavam ao exterior. Foi o primeiro torneio internacional de Pelé.

Diz o texto, escrito por Ney Bianchi,  que o “homem de preto” deixou de marcar dois pênaltis sofridos pelo garoto Pelé, e, ainda, anulou um gol marcado por Tite. Ele cita, também, erros contra os rubro-negros (um pênalti e um gol anulado), mas, mesmo assim, o Vasco-Santos ainda seria mais prejudicado. Conta Bianchi, também, que o gol de Pelé saiu aos 27 minutos, empatando o clássico, após um “dribling sensacional” sobre um marcador.

O pega, no Maracanã,  em 26 de junho de 1957, rolou antes de Pelé receber a primeira convocação para a Seleção Brasileira, com o Combinado Vasco-Santos sendo: Manga, Paulinho de Almeida e Bellini ; Urubatão, Brauner e Ivan; Yedo (Pagão), Pelé, Del Vecchio (Pepe), Jair Rosa Pinto e Tite.  Ao final da partida, o lateral-direito Paulinho, revoltado com a arbitragem prejudicial ao seu time, tentou agredir, mas foi contido por Bellini e pelo Cartola Antônio Calçada.
2014 -  Rolava a oitava rodada do Estadual-RJ, no Maracanã. Aos 11 minutos, Wallace derrubou Edmilson, na entrada da área. Douglas bateu a falta e a bola bateu dentro do gol – 33 centímetros, conforme mostraram as TVs –, o goleiro Felipe a pegou e o juiz Eduardo Cordeiro Guimarães  mandou o jogo prosseguir.
 
Mesmo abatido pelo erro, o Vasco abriu o placar, aos 35 minutos, por intermédio de Fellipe Bastos. O Fla empatou, por Elano, aos 39, e virou o placar, aos 44 do segundo tempo, com Gabriel, em jogo assistido por apenas 13.245 pagantes, que proporcionaram a renda de R$ 858.505,050. Como resultado, igualou-se ao Fluminense na liderança, com 19 pontos, enquanto a “Turma da Colina” ficava em quarto, com 15.  Se não fosse o “apito amigo”, o Vasco seria vice-líder, com dois pontos  à frente do rival.
Os sacaneados do dia foram: Martin Silva; André Rocha, Luan, Rodrigo, Diego Renan; Guiñazú, Aranda (Pedro Ken), Fellipe Bastos, Douglas (Bernardo); Éverton Costa (William Barbio) e Edmilson. Técnico: Adílson Batista.

Em 13 de abril deste mesmo 2014, novamente em um domingo, no mesmo “Maraca”, o Vasco tentava quebrar um jejum de 11 anos sem o título estadual. E parecia que conseguiria, em dois jogos decisivos, com o ”Urubu”. Uma semana antes, ficara no 1 x1, abrindo o placar. Na finalíssima,, diante de: 42.697 pagantes e 49.139 presentes , Douglas abriu a conta, aos 30 minutos do segundo tempo, cobrando pênalti, sem contestação, pois o juiz Marcelo de Lima Henrique estava em cima do lance. No entanto, aos 46, durante  escanteio, o impedido Márcio Araújo fez o gol, que o juiz o concedeu a Nixon, que não estava em posição ilegal. E deu o título ao Fla.
O Vasco de mais uma sacanagem das arbitragens foi: Martín Silva; André Rocha, Luan, Rodrigo e Diego Renan; Guiñazu, Pedro Ken, Fellipe Bastos (Bernardo) e Douglas; William Barbio (Reginaldo) e Thalles (Aranda). Técnico: Adilson Batista.

 
 
  
  
 
 
 

sábado, 5 de novembro de 2011

A BELA DO DIA - A GATA E O CRAQUE


  O capitão do time West Ham e da seleção inglesa, Boby Moore, compareceu a uma loja da Oxford Street, na Londres da década-1970, para promover uma marca de meias-calças para mulheres. Ele levantou uma linda modelo loira safra-1950, ante uma invejosa multidão, que imaginava: "Good save the Queen. Nosso capitão é bom de bola e de mulher". Bola na rede! Detentor de vários contratos publicitários, em sua época nos gramados, Bobby Moore faturava alto e ainda levava uma loira de bonificação. Resta saber se não levava o cartão vermelho em casa, ou se tinha que armar um meio-de-campo muito convincente. Afinal, esta foto rodava o planeta. Quanto à gataça, embora mais do que bonita e gostosa, nem tinha o seu nome citado na campanha publicitária. Afinal, nunca levantara nenhuma taça de campeão, caso do colega de click, na Copa do Mundo de 1966.


 

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

VASCO DE TODAS AS CAPAS

Para os "Colecionadores da Colina". Estes são os números da "Revistas do Esporte", a única publicação esportiva nacional carioca, entre 1959 a 1965, em que saíram atletas do Vasco da Gama nas capas. Fique ligado. Depois, listaremos os vacaínos das capas de "Esporte Ilustrado". Vamos lá!
Nº 19 –Écio – 11.06.1959; 26 – Bellini - 05.09.1959; 30 – Almir – 03.10.1959; 41 – Pinga; 47 – Almir/Bellini – 30.01.1960; 52 - Barbosa – 05.03.1960; 56 – Coronel: 02.04.1960; 57 – Almir/Carlinhos (Fla): 09.04.1960; 60 – Barbosa, Paulinho e Bellini: 30.04.1960; 63 – Almir: 21.05.1960; 68 - Paulinho de Almeida: 25.06.1960; 73 – Écio: 30.061960; 77 – Bellini: 27.081960; 82 – Delém: 01.10.1960; 90 – Ita: 26.11.1960; 93 – Wilson Moreira:17.12.1960; 99 - Coronel/Jadir (Fla); 104 – Orlando Peçanha; 110 – Bellini: 15.04.1961; 116 – Ruso; 123 – Lorico; 145 a- Saulzinho; 149 – Pinga e Viladônega; 155 – Roberto Pinto e Lorico; 159 – Barbosinha; 163 – Sabará; 167 – Brito; 180 – Paulinho de Almeida; 184 - Humberto Torgado; 187 - Nivaldo; 191 – Vevé e Saulzinho; 195 – Da Silva; 199 – time do Vasco posado, com Humberto, Paulinho de Almeida, Brito, Dario, Barbosinha, Nivaldo, Sabará, Vevé, Saulzinho, Lorico e Tiriça; 204 – Saulzinho/Jordan (Fla); 208 - ataque vascaíno, com Sabará, Viladônega, Saulzinho, Lorico e Da Silva; 212 – Ita, Paulinho e Brito; 215 – Lorico, Da Silva e Saulzinho; 263 - Célio/Airton (Fla); 273 – Célio/Bianchini (Bang); 285 – Sualzinho; 289 – Lorico e Brito; 303 – time posado, com Célio, Saulzinho, Lorico, Mário ‘Tilico’ e Da Silva; 304 – Lorico/Gerson (Bota); 312 – Fontana e Caxias, e time aspirante abaixo.da página; 317 – Célio, Saulzinho e Lorico: 03.04.1965; 321 – Célio/Tupãzinho (Palm); 324 – Barbosinha e Lorico; 328 – Fontana e Maranhão, e detalhe de time posado; 330 – Mário ”Tilico” e Zezinho: 03.07.1965; 345 a- Brito e Fontana; 350 – Célio e Lorico; 359 – Célio/Almir (Fla); 364 - Brito; 368 – Oldair e Mário “Tialico”; 372 – Fontana; 378 - Célio; 391 - Brito e Fontana; 397 – Célio; 408 – Nado e Salomão; 411 – Edson Borracha, Brito e Ari; 21 – Bianchini; 425 – Nei/Adilson: 29.04,1967; 430 – Salomão/Carlinhos (Fla); 439 – Oldair/Nado: 05.08.1967; 441 – Nei/César (Palm): 19.08.1967; 444- Fontana/Marco Aurélio (Fla): 09.09.1967; 451 – Brito/Servílio (Palm): 28.10.1967; 461 – Adílson/Buião (Atl-MG): 06.01.1968; 469 – Buglê/Fláviio (Cor): 02.04.1968; 469 – Danilo Menezes/Toninho Guerreiro (San); 477 – Bianchni/Rivellino (Cor): 27.04.1968; 482 – Buglê/Rildo (San): 01.06.1969.
Na foto à direita, acima, está o lateral-esquerdo Coronel, pelo Nº 56. À esquerda, o ponta-esquerda Pinga, da edição 41.
 

terça-feira, 1 de novembro de 2011

CORREIO DA COLINA - MUNICIPAL-1966

"Li no Kike da Bola que o Vasco ficou em quarto lugar no Torneio Municipal de 1996. Mas já havia lido, aqui mesmo, neste blog, que esta competição do futebol carioca só foi jogada até 1951. Como, então, o nosso time ter disputado um tornei que não mais existia?" José Luís Moreira Alves, de Nanuque-MG.

Vejamos, grande Zé:  o torneio rolava, no muito antigamente, antes de a bola rolar pelo Campeonato Carioca, com um máximo de 10 rodadas, sem contar as finais, caso fosse preciso de desempate. Com a presença dos integrantes das tabela da temporada, o Vasco da época do "Expresso da Vitória", carregou o caneco  em 1944/45/46/47, e foi vice, em 1948. Em 1996, programaram uma disputa com características do Municipal, mas lhe deram o nome de Taça Cidade Maravilhosa. Como vários radialistas lembraram-se disso, o velho nome foi revivido. Só isso.

2 - "Um velho amigo meu, que tem um álbum de recortes de de jornais e revista sobre um tio dele, mostrou-me um em que aparece o Seu Roberto sendo expulso de campo, em jogo do Olaria contra o Vasco. Como o  recorte não tem data, gostaria de saber em que ano foi isso, pois o amigo  diz que foi em 1962". Paulo Roberto Alvarenga Filho, de Pavuna-RJ.  

Grande Paulo! O Seu Roberto por você citado deve ser o Roberto Peniche, por sinal, ex-vascaíno, e o jogo foi em 6 de março de 1963, pelo Torneio Rio-São Paulo, no Maracanã, terminando no 0 x 0. Naquele dia –única vez em que os dois times se encontraram pela competição interestadual –,  realmente, o Seu Roberto saiu no tapa com o vascaíno Célio e os dois foram convidados, pelo árbitro José Montgeiro, a se retiraram mais cedo do recinto, faltando 20 minutos para o final da pugna. O Vasco do dia, treinado por Jorge Vieira, teve: Humberto Torgado; Joel Felício, Brito, Russo e Dario; Maranhão (Écio) e Lorico; Sabará, Villadoniga (Vevé), Célio e Ronaldo (Javan). O Olaria, com Duque no comando do time, foi: Ari; Valtinho, Navarro, Haroldo e Casimiro; Edil e Valdemar; Otton, Jaburu (Valter), Luis Carlos Cunha (Borges) e Roberto Peniche. Valeu?