Vasco

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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

HISTORI & LENDAS DA COLINA - BIGODE DE OURO


1 - Em 1993, o Vasco foi indiscutível durante a campanha do título da Taça Rio. Nas finais, mandou 2 x 0 e 2 x 1, além de um 0 x 0, com no Fluminense. Foram 16 vitórias, cinco empates e quatro quedas, marcando 47 gols e sofrendo 19. A “Turma da Colina” ainda teve o artilheiro, Valdir, com 19 bolas nas redes.
VALDIR 'BIGODE" FEZ CABELO E BARBA, EM DUAS SESSÕES SEGUIDAS.

2 - 13 de junho de 1976 – O Vasco decidia a Taça Guanabara, com o Flamengo, e a carregou, na decisão por pênaltis, com Zico e Geraldo batendo, para Mazaropi defender. Era dia de Santo Antônio, português nascido em Lisboa. Em um outro jogo, o Vasco perdia, do Fluminense, por 2 X 1. No segundo tempo, Toninho entrou, com a camisa 13, e empatou: 2 x 2.
NA COLINA, rolavam milagres diferentes. SANTO ANTÔNIO não era só casamenteiro.

3 - 6 de janeiro de 1963 - O Vasco iniciou excursão pelo continente americano, goleando o Alajuelense, da Costa Rica, por 4 x 0. Quatro dias depois, iniciava a disputa do Torneio Pentagonal do México, batendo América da capital mexicana, por 1 x 0. Passados mais sete dias, goleou o El Oro, por 5 x 0. Veio, então, o jogo do dia 20, contra o Guadalajara. Este abriu o placar e, lá pelas tantas, o atacante Reyes atingiu, sem bola, o lateral-direito Joel, pelas costas. Recebeu o revide. O árbitro, no entanto, expulsou de campo somente o jogador vascaíno. Brito reclamou e, também, foi excluído da partida. Além disso, o apitador chamou a polícia para retirar os dois punidos do gramado, o que gerou várias interrupções da pugna. Quando nada, o Vasco empatou depois de tanto rebu: 1 x 1. Mas, por causa das baixarias, a imprensa mexicana criticou, fortemente, a “Turma da Colina”, e a Federação Mexicana de Futebol aplicou-lhepesadas multas.

4 -  A década-1930 foi para nenhum torcedor do Club de Regatas Vasco da Gama reclamar. Vejamos: em 26 de abril de 1931, a rapaziada mandou a maior goleada no maior rival, o Flamengo: 7 x 0. De acordo com o Jornal do Brasil,  os vascaínos comandaram a partida, do início ao fim. 

5 - O  Vasco deixou de ser pentacampeão do Torneio Municipal – ganhara em 1944/1945/1946/1947 – só por causa da irresponsabilidade, da sacanagem dos cartolas do Bonsucesso. Estes escalaram um atleta irregular durante a partida em que empataram, por 0 x 0, com o Fluminense, presenteando os tricolores no "tapetão". Assim, após uma melhor de três, o Vasco ficou igual ao Flu em pontos (16), vitórias (6), empates (4) e gols marcados (25), perdendo o caneco no saldo de gols: 12 x 10, pois havia sofrido 15, contra 13 do concorrente.  

6 - Foram estes os resultados da rapaziada na disputa: 02.05 – Vasco 4 x 3 Olaria; 06.05 – Vasco 0 x 0 Bonsucesso; 09.05 – Vasco 1 x 1 Fluminense; 23.05 – Vasco 3 x 1 Bangu; 30.05 – Vasco 2 x 1 Flamengo; 09.06 – Vasco 3 x 1 América; 13.06 – Vasco 2 x 2 Botafogo; 16.06 – Vasco 4 x 2 Canto do Rio;  20.06 – Vasco 3 x 3 São Cristóvão; 24.06 – Vasco 0 x 4 Fluminense; 27.06 -  Vasco 2 x 1 Fluminense; 30.06 – Vasco 0 x 1 Fluminense


        

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

HISTORI&LENDAS DA COLINA - AFRICANADA

1 - Em 3 de maio de 1963, o Vasco excursionava pelo continente africano e mandou 4 x 2 Alvorada, em Kartum, no Sudão. O ponta-direita Sabará foi o nome do jogo, marcando dois gols e ganhando o apelido de “Joia Negra” – Écio e Ronaldo completaram o placar, que chegou aos 3 x 0 no primeiro tempo. Na etapa final, o calor, de 42 graus centígrados, fez o "Almirante" navegar mais devagar.

Sabará, "Jóia Negra" para torcedores africanos
2 – O goleiro Ita, que vinha sendo um dos cartazes da equipe cruzmaltina, devido as grande atuações que ajudaram o Vasco a conquistar o Torneio Pentagonal do México, em janeiro, foi incluído na delegação de última hora, pois só na manhã do dia do embarque  ele renovou contrato, pois mais dois anos, ganhando o teto pago pelo Vasco. Uma duas últimas melhores partidas fora nos 2 x 2 Santos, de 2 de fevereiro, diante de quase 30 mil almas, no Maracanã, pelo Torneio Rio–São Paulo, quando o ataque santista tinha Dorval, Mengálvio, Pelé e Pepe.    

3 – O roupeiro Francisco Silva, o Chico, que esteve na Seleção Brasileira sendo campeão mundial, na Suécia, juntamente com os então vacaínos Bellini, Orlando Peçanha e Vavá, também integrou o grupo da excursão africana. Além dele, no apoio, o técnico Jorge Vieira contou com o masssgista Elton Marin.

4 – Os vascaínos passam quase toda a excusão africana invictos e ainda tiveram o goleador Saulzinho contundido na clavícula e fora de alguns jogos. A única derrota no continente foi em 6 de junho, por 1 x 2 Hilal, em Kartum, após sete vitórais e um empate.  Os locais abriram o placar, no primeiro tempo, tendo Lorico empatado, na etapa final, quando o anfitrião, o vice-campeão local, liquidou a fatura.

5 – Perto do final da excursão, o treinador Jorge Vieira discutiu com o chefe da delegação, José Eduardo Esteves Fraga, porque havia entrado em entendimentos para dirigir o português Sporting, de Lisboa. Mas concordou comandar o time até a últma partida do giro. De Kartum, o Vasco seguiu para a capital portuguesa, a fim de enfrentar o Sporting.

6 – Para chegar a Lisboa, o Vasco deixo Kartum às 3 da madrugada de 9 de junho, só tendo descido em terras lusitanas à noite. Fez escalas no Cairo (Egito), Roma (Itália), Nice (França) e Barcelona (Espanha). O time fez mais quatro partidas, sendo três na Espanha e uma em  Mônaco. O último jogo em 22 de junho. Mais de um mês fora de casa.  
OBS: colaborou na garimpagem destas informações o pesquisador vascainíssimo Jorge Medeiros, do Rio de Janeiro, a quem o "Kike" agradece.

domingo, 27 de novembro de 2011

TRAGÉDIAS DA COLINA - FUTSAL

O Vasco era apontado como um dos quatro favoritos ao título do Campeonato Cariocas de Futebol de Salão, naqueles inícios da efervecente década-1960. E, de “um dos”, foi passando a favorito, à medida em que liderava a disputa. Na última rodada, tinha um ponto à frente do surpreendente América. Bobeou, empatando com o Vila Isabel, o que levou-o para uma “melhor de três”, com os americanos. Resultado: perdeu as duas primeiras partidas, ambas por 2 x 1, e o título. Por sinal, o América faturou um tri: 60/61/62. Que tragédia! O “Diabo” foi mais forte. Que o digam Dinoel, Hélio Cabral (Aloísio), Marcos, Lula (Dilmo) e Rogério. O Vasco só levou o seu primeiro estadual em 1982. Depois, em 1984, 2000 e em 2001.



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sábado, 26 de novembro de 2011

O DIA EM QUE O CORVO PINTOU NA COLINA

Esta é uma das mais interessantes histórias da “história folclórica” vascaína. Foi contada por Alvaro  do Nascimento, pelo Nº 8ª da “Manchete Esportiva” que circulou com data de 14 de janeiro de 1956. 
A criação de Otelo

Ovos cozidos, o prato favorito
Relata o cara que o primeiro desenho de Otelo Caçador para o “Jornal dos Sports” trouxe uma caravela, com o “Almirante” comandando a sua patota em luta contra Popeye, Pato Donald, o Cartola e o Diabo Rubro, respectivamente, os símbolos de Flamengo, Botafogo, Fluminense e América, criados pelo desenhista argentino Lorenzo Molas, que já havia ido embora, abrindo vaga no emprego.
Era uma tarde de 1947, ano em que o “Expresso da Vitória” não tinha adversários. Sem explicação, Otelo colocou no alto de um mastro um corvo assistindo à luta. Só disse aos seus indagadores que, em Portugal, o corvo era avisto com ave das sorte. E no Brasil também. Depois da publicação do desenho, o Vasco atropelou quem pintou pela frente. Foi o bastante para a avezinha será entronizada. Virou sua Majestade Don Corvo I e Único, mantenedor da Ordem do Corvo, nos graus de comendador, barão, visconde e duque. Mais? Alvaro Nascimento, que tinha o apelido de “Cascadura”, foi intimado a importar, das terras lusitanas, um representante da espécie, inexistente por aqui. Mas o pior era que Portugal não permitia a sua saída.

Artistas de rádio também reverenciaram ao corvo
Rolo aviário criado na Colina, surgiram na história o jornalista Silva do Mar, que apresentou a “Cascadura” o prestigioso representante da empresa “Livros Portugal”, o gajo Antônio Pedro, que conseguiu, por intermédio do presidente der uma empresa armadora portuguesa, o embarque de um autêntico corvo vicentino. O dito cujo, no entanto, levou dois meses para atravessar o Atlântico e pousar na Colina. Deveria desembarcar na Cidade Maravilhosa no dia 8 de novembro daquele glorioso 1947, véspera do embate contra o Olaria, valendo pelo segundo turno do Campeonato Carioca.
E o momento não poderia ser melhor, para a apresentação de um mascote importado. Afinal, o treinado Flávio Costa “estava uma arara” com o Olaria, único a atrapalhar a rota do ”Expresso” durante o turno inicial da temporada estadual, segurando 3 x 3, em São Januário. Os demais haviam sido demolidos, sem muitos problemas, inclusive, com um castigo imposto ao Canto do Rio, por 14 x 1 – maior goleada da competição até este 2013.
A primeira "corvoata" teve um dublê
GOLPE NA GALERA - Desembarque anunciado e presença confirmada à pugna, o corvo vicentino, no entanto, não deu as caras. Como explicar isso ao povão? Muito báim! Já que o povo é, apenas, um detalhe (diria, 40 décadas depois, uma ministra da Fazenda do governo do flamenguista Fernando Collor), picaretagem nele. Silva do Mar e seu amigo Cardoso Gramofone arrumaram um pombo preto, deram-lhe o devido tratamento nos pés, o colocaram dentro de uma gaiola, sobre o capô de um carro, e “vamo que vamo” pra Rua Bariri. Para a galera vascaína, tudo fora festa. Além do mais, com Friaça e Ismael balançando a roseira ( 2 x 0), quem quereria saber se o “rei” era falso, ou não?
O corvo vicentino, finalmente, chegou ao Rio de Janeiro. E rolou mais festa. Recebido por um tremendo cortejo musicado a clarins, rumou para as Rádios Mayrink Veiga e Clube do Brasil. Esta fez até programa em sua homenagem. Depois, seguiu para mais festejos na redação do “Jornal dos Sports”. E, por fim, para o número 144 da Avenida Mem de Sá, onde recebeu gente “in” do glorioso Club de Regatas Vasco da Gama e do desporto nacional.
Don Corvo I e Único, no entanto não viera para ajudar só a rapaziada do futebol, campeã carioca daquela temporada – 17 vitórias e três empates –, goleando, também, os grandes rivais Flamengo e Fluminense, respectivamente, apor 5 x 2 e 5 x 3. Na decisão do campeonato de remo, lá estava ele, vendo os meninos carregarem o caneco, da Lagoa Rodrigo de Freitas, para a Colina. Foi até brincado, com uma taça de champanhe, por Ary Barroso, o autor da mais linda melodia (Aquarela do Brasil) da musica popular destes rincões.
Primeiro e único corvo a ir ao ar pelas ondas de rádio
No entanto, as glórias do “Rei Corvo” passaram a incomodar o presidente vascaíno Antônio Rodrigues Tavares. O cartola chegou a distribuir nota oficial, afirmando que as vitórias cruzmaltinas nos gamados eram méritos dos atletas e do treinador Flávio Costa.
A torcida não lhe deu a menor bola. Depois do último jogo da disputa de 1947, com 2 x 1 pra cima do Madureira, em 28 de dezembro, a moçada preparou um cortejo, com 12 carros alegóricos, e cerca de mil automóveis. Partiu com o corvo da a Rua Conselheiro Galvão, promovendo a maior manifestação popular dão conhecimento do povo. Até aquela, nenhum homem público havia merecido tal consideração na cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro.









sexta-feira, 25 de novembro de 2011

FERÍSSIMAS DA COLINA - DOUTOR GIFFONI

O médico de uma equipe de futebol vive muito mais os dramas das partidas do que os demais integrantes do time e comissão técnica. Quem garantia isso era Amílcar Giffoni, o responsável pela saúde da rapaziada do Vasco da Gama, durante a década-1950.
 - O médico batalha, até o último minuto que antecede aos jogos, para mandar a campo o atleta que passou a semana tratando de um problema. Quando ele rola a bola, quem deu-lhe condições de jogo sente-se muito mais responsável pela sua produção. Fica ligado em todos os seus movimentos, temendo a volta do problema. Por isso, sente muito mais as emoções da peleja, assegurava Giffoni.
 Em 1950, o Vasco da Gama era elogiado por ter o melhor departamento médico do futebol carioca. Para o treinador Flávio Costa, um dos principais itens que levou o seu time ao título foi o trabalho desse pessoal que conseguia lhe garantir a escalação de atletas imprescindíveis para o compromisso.
 Quem começou a modernizar o setor médico vascaíno foi o 30º presidente do clube, Antônio Rodrigues Tavares (1948/1949). Seu sucessor, Cyro Aranha, manteve a atenção ao setor, deixando o Vasco da Gama com médico, também, para as modalidades amadoras – Aloísio Caminha – e náuticas – o doutor Miranda.
 Amílcar Giffoni começou a trabalhar com o futebol a partir de 1943, quando o colega Leite de Castro o indicou a Vargas Neto, o presidente da Federação Carioca de Futebol-FCF (e sobrinho predileto do presidente da república, Getúlio Vargas). Servindo à seleção guanabarina, ficou campeão brasileiro e fez amizade com os treinadores Flávio Costa e Luís Vinhais.

Giffoni foi médico, também, da Seleção Brasileira
 Pouco depois,  convidado para servir ao América, ele especializou-se em medicina esportiva, estudando na Escola Nacional de Educação Física. Mas demorou pouco como americano.
 A FCF estava na esquina à sua espera. Mais um pouquinho e foi a vez do treinador uruguaio Ondino Viera e do diretor do departamento profissional vascaíno, Digo Rangel, também desejarem os seus serviços, que foram estendidos à Seleção Brasileira da Copa do Mundo-1950.
 Campeão Carioca-1949/50/52, o Vasco da Gama poderia ter sido tetra, se não tivesse feito uma fraca campanha-1951. Amílcar Giffoni tinha uma explicação:
 - O Vasco não estava com time  envelhecido, como muitos falavam. Pagava os complexos surgidos com a perda do titulo do Mundial (para o Uruguai), por haver fornecido o maior número de jogadores. Desde 1946, jogava sem parar. Estafado, fisicamente, (em 1951), precisava de recuperação orgânica e do moral.
 De cordo com Giffoni, naquela temporada, o Vasco da Gama realizou 705 exames clínicos; 150 laboratoriais; aplicou 410 injeções; 520 procedimentos fisioterápicos; 80 chapas de Raios X; 110 atendimentos traumatológicos; 30 gessamentos; 40 pequenas cirurgias e manteve a alimentação dos ateltas sob permanente controle.
 No entanto, a fase vascaína de mais trabalho para o médico Amílcar Giffoni, segundo ele, foi quando a rapaziada esteve, em Santiago do Chile, disputando o Campeonato Sul-Americano de Clubes Campeões, o qual venceu, em 1948.

- Passamos 40 dias na concentração de Los Maitenes, lutando contra tudo, desde a comida até o frio intenso, afirmou ele à rvistas carioca “O Globo Sportivo”, considerando a trazida da taça “verdadeiro heroísmo” da moçada.   

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

TRAGÉDIAS DA COLINA - MARCIANO

O meia paulista Válter Marciano era um extraordinário homem de meio-de-campo. Tanto que chegou à seleção brasileira e foi levado pelos espanhóis. Craque indiscutível, foi ídolo da torcida do Valência, após ser da santista e da vascaína. Mas era, também, um jogador catimbeiro , que não perdia a chance de cobrar do juiz e de encher o saco do adversário. Por estas foto, da metade da década-1950,reproduzida da revista carioca Manchete Esportiva, ele aparece "convidado"  a "ir mais cedo para o chuveiro", termo muito usado pelos locutores de rádio, sacaneando quem foi expulso de campo. 
The half-paulista Válter Marciano was an extraordinary man of half-of-field. So much that it arrived at the Brazilian selection and was taken by the Spaniards. Undoubtedly Craque, was idol of the fans of Valencia, after being from the Santos and Basque. But he was also a catimbeiro player, who did not lose the chance to charge the judge and to fill the sack of the opponent. For this photo, from the mid-1950s, reproduced from Rio de Janeiro's sports magazine Manchete Esportiva, he appears "invited" to "go to the shower", a term widely used by radio broadcasters, who has been expelled from the field.


  

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

CANECOS NAS PRATELEIRAS DA COLINA

Toda conquista é importante, porque eleva a história do clube. Confira as taças cruzmaltinas e eternizadas nas prateleiras da Rua General Almério de Moura.

1940:Torneio Luís Aranha; 1944- Torneio Relâmpago e do Torneio Municipal; 1945- Carioca e Torneio Municipal; 1946- Torneios Municipal e Relâmpago; 1947- Carioca e Torneio Municipal; 1948- Sul-Americano de Clubes; 1953- Torneio Internacional do Chile, Quadrangular Internacional do Rio e Torneio Ridavária Corrêa Meyer; 1957- Torneios Tereza Herrera, Torneio de Santiago, Torneio de Lima e Torneio de Paris; 1958- Torneio Rio-São Paulo; 1963- Torneio do México e Torneio de Santiago do Chile; 1964- Torneio Cidade de Belém-PA.
1965: Torneio Quadrangular Internacional do IV Centenário do Rio de Janeiro e Torneio do Cinquentenário da Federação Pernambucana de Futebol; 1966: Torneio Rio-São Paulo; 1973: Torneio Erasmo Martins Pedro; 1974: Campeonato Brasileiro; 1977: Torneio Imprensa de Santa Catarina; 1979: Torneio Cidade de Sevilha e do Torneio Fest D'Elx; 1980: Torneio de Manaus e Troféu Colombiano; 1981: Torneio João Havelange e Torneio Ilha de Funchal; 1982: Torneio de Montevidéu e Torneio João Castelo-MA; 1986: Torneio Juiz de Fora-MG.

1987: Troféu Ramon de Carranza, da Copa de Ouro, do Troféu TAP e do Torneio Juiz de Fora; 1988: Troféu Ramon de Carranza ;1989: Torneio de Metz e Troféu Ramon de Carranza ; 1990: Torneio de Verão do Rio de Janeiro; 1991: Torneio da Amizade; 1992: Copa Rio; 1993: Copa Rio, Torneio João Havelange, Troféu Cidade de Zaragoza eTroféu Cidade de Barcelona;1995: Torneio Palma de Mallorca; 1997: Campeonato Brasileiro e Troféu Bortolotti; 1998: Taça Libertadores da América; 1999: Torneio Rio-São Paulo; 2000- Taça Guanabara, Copa Mercosul e do Campeonato Brasileiro; 2011 – Campeão da Copa do Brasil.
Estaduais:1923/1924/1929/1934/1936/1945/1947/1949/1950/1952/1956/1958/1970/1977/1982/1987/
1988/1992/1993/1994/2003/2015.
 

terça-feira, 22 de novembro de 2011

A MUSA VASCAÍNA DO DIA - JULIANA


 

Esta  musa é a modelo Juliana Sartório, que incendeia a galera cruzmaltina quando pinta no estádio. Reproduzida das revistas do Vasco da Gama, linda, inteligente e trabalhadora, ela sacode, empurra o time e leva muita energia para a rapaziada faturar os três pontos.
 This is the muse Juliana Sartorius model, which ignites the cruzmaltina crowd when he paints the stadium. Beautiful, smart and hard working, she shakes, pushing the team and takes a lot of energy for the boys bill the three points.




segunda-feira, 21 de novembro de 2011

TRAGÉDIAS DA COLINA - EDINHADA


O Vasco havia começado o Campeonato Carioca-1963 irregular. Estreara (30.06) goleando a Portuguesa (4 x 1), caíra na rodada seguinte (07.07), ante o Campo Grande (1 x 2), e recuperara-se (14.07) mandando 5 x 0 pra cima do Canto do Rio. Na quarta rodada (28.08),  teria de provar que a queda ante o “Campusca” fora um tremendo acidente. E que viesse o Fluminense.
Na tarde daquele final de julho, no Maracanã, o Vasco saiu na frente, com Célio Taveira, aos 50 minutos. Para a sua torcida, realmente, a derrota para um “pequeno” fora mesmo uma “zebra”. Aquele gol era uma prova.
 Não era, não!  Sete minutos depois, Joaquinzinho empatou. Passados mais 20, Manoel desempatou. E, faltando sete para o final, Joaquizinho voltou a filó e fechou a conta: Vasco 1 x 3.
 Pelas rodadas seguintes, os vascaínos ensaiaram uma reação, com 2 x 0 América e 1 x 0 Olaria. Mas não animaram muito, não, pois, quando toparam dois clássicos pela frente escorregaram. Com o Flamengo, ficaram pelo 0 x 0, e diante do Botafogo, caíram, por 0 x 2. A irregularidade tinha voltado. Como ficara comprovado a seguir: 3 x 0 Bonsucesso, 0 x 1 São Cristóvão e 1 x 1 Bangu.
 No dia 25 de setembro, o Vasco fez 2 x 1 sobre o Madureira, deixando sua torcida, novamente, animada. Esperando pela devolução da derrota do primeiro turno, para o Flu. Para o novo clássico, três dias depois, o treinador Jorge Vieira mudou muito o time, em relação ao jogo do turno – Ita; Joel Felício, Brito, Barbosinha e Dario; Écio e Lorico; Sabará, Altamiro, Célio e Maurinho fora o time do 1 x 3, enquanto o do segundo clássico foi a campo com: Marcelo Cunha, Paulinho, Brito, Barbosinha e Pereira; Odmar e Lorico; Joãozinho, Altamiro, Célio e Milton.
 A  bola do clássico rolou e o irregular Vasco se segurou pelo primeiro tempo. Mas, aos 52 minutos, não deu mais pra segurar: o ponta-direita tricolor Edinho foi lá na rede acabar com as expectativas da galera cruzmaltina. E, quatro minutos depois, fez mais um: Vasco 0 x 2. O consolo era que o Fluminense tinha um grande time: Castilho; Carlos Alberto Torres, Procópio, Dari e Altair; Oldair e Iris; Edinho, Moraes, Joaquinzinho e Escurinho.

 

sábado, 19 de novembro de 2011

ÁLBUM DA COLINA - O 'PAULISTUCHO'

Quem bate para o gol é o atacante Delém, um paulista que todos achavam que fosse gaúcho, pois o Vasco o descobriu defendendo o Grêmio Porto-Alegrense. Destacando- se  no ataque da "Turma da Colina", durante as primeiras temporadas da década-1960, ele chegou à Seleção Brasileira e foi negociado com o River Plate, da Argentina, onde passou a maior parte de sua carreira. Pelo finalzinho desta, ainda voltou ao futebol carioca e defendeu o América. 
                               Esta foto foi reproduzida da revista Manchete Esportiva.    

Who strikes to the goal is the striker Delém, a Paulista who everyone thought was a Gaucho, because Vasco discovered him defending Grêmio Porto-Alegrense. Standing out in the "Turma da Colina" attack of the first seasons of the 1960s, he reached the Brazilian national team and was traded with Argentina's River Plate, where he spent most of his career. Already at the end of this one, I still go back

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

FERÍSSIMAS DA COLINA - GRADIM

Francisco de Souza Ferreira é o nome do apelidado  Gradim, herdado de um  atacante negro uruguaio que fez muito sucesso quando jogou por aqui.  O Gradim brasileiro foi vascaíno, na década-1930, e treinador, nos anos-50. Em 1958, levou a “Turma da Colina” aos títulos do Torneio Rio-São Paulo, a maior competição nacional, entre as décadas-1930 e 1960, e do SuperSuperCampeonato Carioca.
Gradim era adorado pelos seus jogadores, por trabalhar no estilo “avozão”. Não gritava, não  ameaçava, não xingava e nem colocava o dedo na cara deles.  Era um amigão da rapaziada. Não tentava livrar-se das responsabilidades pelas derrotas e, depois das vitórias, atribuía o êxito ao time. Por isso, quando o Vasco vencia e um repórter pegava a palavra de um jogador, este falava, logo, do mérito do treinador.
Gradim era muito querido, também, pelo torcedor cruzmaltino. Uma prova é esta caricatura dele,  enviada pelo leitor que assinou por Mendes e publicadas pela revista carioca “Manchete Esportiva”. Por uma página em que a semanário abria a chance de seus leitores demonstrarem o seu senso artístico, em vez de desenhar os astros da moda, um deles preferiu homenagea-lo. Antes de chegar ao Vasco da Gama, ele já era treinador há quase duas décadas.    
Em São Januário, um dos seus grandes trabalhos foi recuperar dois atletas que eram dados por acabados, o goleiro Moacyr Barbosa e o meia Rubens.
Por sinal, ambos cumpriram “exílio” no futebol pernambucano, que pouca expressão tinham na década-1950. Barbosa já tinha voltado ao Rio de Janeiro e defendia o Bonsucesso, quando Gradim foi buscá-lo. E o “trítio”, como a rapaziada o chamava, barrou Ita, Humberto Torgado Miguel, jovens promessas vascaínas.
De sua parte, o Rubens da Colina jogou mais do que o consagrado e dispensado pelo rival Flamengo. De meia que atuava mais parado, no Vasco, com Gradim, passou a correr, a encharcar a camisas. E a encantar a torcida.
Outros dois jogadores que subiram mais com Gradim foram Vavá e Pinga. O primeiro passou a render o máximo do que podia-se tirar dele. Graças ao trabalho de Gradim, foi para a Seleção Brasileira e voltou da Suécia campeão do mundo, em 1958. Já o velho Pinga parecia ter virado um velho vinho. Gradim fazia quem sabia crescer.
Os grande mestres de Gradim foram Gentil Cardoso e Zezé Moreira. Ambos, em épocas bem distintas, passaram, também, por São Januário. O primeiro, levara a turma ao título carioca de 1952 e o segundo ao do Tornei Rio-São Paulo-1966, além de um quadrangular internacional-19654. Gradim dizia, ainda, ter aprendido muito com os treinadores húngaros e os russos.       

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

ÁLBUM DA COLINA - ROBERTO DINAMITE


 Roberto Dinamite, em foto do arquivo do Jornal de Brasília, esteve presente em todas as redes estendidas |à suas frente. Ele não perdoava, explodia o filó e botgava goleiros pra  chorar.

Roberto Dinamite, in a photo from the Jornal de Brasília archive, was present in all the extended networks in front of him. He did not forgive, exploded the filó and put goalkeepers to cry.



Roberto Dinamite, maior ídolo da historia da torcida vascaína, em foto
reproduzida do arquivo do Jornal de Brasília



terça-feira, 15 de novembro de 2011

ÁLBUM DA COLINA - CÉLIO NO JABAQUARA

 Célio, maior artilheiro cruzmaltino na década-1960, é o penúltimo agachado à direita de sua tela. Além do "Jabuca", ele defendeu também a Portuguesa Santista, antes de ir para o Vasco em janeiro de 1963, quando o time excursionava pelo México. Depois de São Januário, foi ser ídolo da torcida do uruguaio Nacional, de Montevidéu. Na volta ao Brasil, defendeu o Corinthians e fez algumas partidas promocionais pelo Operário, de Campo Grande-MS. Vestiu, ainda, a camisa da Seleção Brasileira, em 1966.






segunda-feira, 14 de novembro de 2011

FOTO DO DIA - DINAMITE & ARANHA

 

  Roberto Dinamite e Dé, em foto reproduzida do arquivo do Jornal de Brasília, onde está registrada pelo número 3618/01. Agradecimento.

domingo, 13 de novembro de 2011

KIKE BALL AND VASCO DA GAMA

This is a blog dedicated to the research of the history of Club de Regatas Vasco da Gama , founded in Rio de Janeiro , Brazil , on August 21, 1898 , four young practicing rowing - Henrique Ferreira Monteiro , Luís Antônio Rodrigues , José Alexandre D' Avelar Rodrigues and Manuel Teixeira de Sousa Júnior - in honor of the portuguese explorer discoverer of the sea route to India. Until 1915, Vasco da Gama only competed in rowing. From the following year when he joined the football, it became one of the most admired clubs in the country, for its stance against social injustice.
 Currently has one of the largest Brazilian twisted . Nacional champion on four occasions, the Vasco team also has win continental the title on two other occasions , and various international This is a blog dedicated to the research of the history of Club de Regatas Vasco da Gama , founded in Rio de Janeiro , Brazil, on August 21, 1898 , four young practicing rowing - Henrique Ferreira Monteiro, Luís Antônio Rodrigues, José Alexandre D' Avelar Rodrigues and Manuel Teixeira de Sousa Júnior - in honor of the portuguese explorer discoverer of the sea route to India .Until 1915, Vasco da Gama only competed in rowing. From the following year when he joined the football, it became one of the most admired clubs in the country, for its stance against social injustice. Currently has one of the largest Brazilian twisted .
Nacional champion on four occasions, the Vasco team also has won continentel the title on two other occasions , and various international tournaments. The Vasco da Gama uses stark white shirt, or black with a diagonal band (black or white).
It is the caravel of portuguese maritime chievements, bringing the Cross of the Order of Christ in red. The shorts and socks are also the shirt , white or black .Vasco da Gama has a stadium, located in General Almério de Moura , opened in 1927 , and was once the largest in Brazil . Kike Ball search to cruzmatina history since december 15, 20010 , having been visited by 120 000 "vaconautas" .The shield you see has been reproduced from the official website do clube - www.crvascodagama.com.br - to which we appreciate.
Besides being good at soccer, Vasco da Gama has dirty twisted in the most beautiful women on the planet.
 

sábado, 12 de novembro de 2011

VASCO DAS PÁGINAS - BOTOU FOGO

 
Será que você estava aqui naquela tarde de domingo do Rio de Janeiro, em 1968? Dá pra sacar a energia da galera cruzmaltina. Naquele dia, o Vasco vence o grande freguês Botafogo, por 2 x 0. Se você estava lá, era um dos 81.517 pagantes que assistiram ao clássico, com gols de Buglê e de Nei Oliveira. Valeu pelo turno do Campeonato Carioca, em 24 de abril, e a rapaziada foi escalada, assim, pelo técnico Paulinho de Almeida, ex-lateral-direito vascaíno: Pedro Paulo; Ferreira, Brito, Fontana (Sérgio) e Lourival; Buglê (Paulo Dias) e Danilo Menezes; Nado, Nei, Bianchini e Silvinho.
Fotos reproduzidas da revista carioca "O Cruzeiro", de uma tarde de clássico contra o Botafogo

As fotos que você foram reproduzidas da revista carioca semanal “O Cruzeiro” ano XV, Nº 19, de 11 de maio de 1968. Observe, na de baixo, que é de momentos antes da abertura do placar 

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

ÁLBUM DA COLINA - PÁGINA 1970


Time que quebrou o tabu, de 12 anos, sem ser campeão carioca. em pé, da esquerda para a direita: Andrada, Alcir, Renê, Moacir, Eberval , Fidélis e o técnico Tim;  agachados, na mesma ordem: Santana (massagista),  Luís Carlos Lemos, Ferreira, Buglê, Silva, Valfrido e Gílson Nunes.,  

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

A MUSA VASCAÍNA DE HOJE

   O Vasco d Gama tem as mulheres mais belas e inteligentes deste planeta em sua torcida. Alguém tem dúvida? Claro que não. Mas, quem duvidar, vá ao arquivo do blog, à sua direita, e consulte a relação de deusas que desfilam por esta sessão. Tem gente que não gosta. Jamila Sandoro, a modelo que você vê, é uma das mais competentes do país. Tem feito ensaios belíssimos. Este, para uma campanha de papel de parede, esgotou, rapidamente. O "Kike" viu no www.paixaovasco.blogspot.com, de onde reproduziu (e agradece à rapaziada da página eletrônica). Parabéns, Jam! Talento não é pra quem quer, é pra quem nasceu com ele, o seu caso. Valeu!
...
Vasco da Gama has the most beautiful and intelligent women of this planet in its appearance. Does anyone have questions? Of course not. But anyone who doubts, go to the blog archive, to your right, and see the relationship of goddesses parading by this session. Some people do not like. Jamila Sandoro, the model you see, is one of the most competent in the country. Has made beautiful essays. This, to a campaign of wallpaper, sold out quickly. The "Kike" saw the www.paixaovasco.blogspot.com, where reproduced (and thanks to the guys from webpage). Congratulations, Jam! Talent is not for anyone, it's for those who were born with it, your case. THX!




quarta-feira, 9 de novembro de 2011

VASCO DAS PÁGINAS - ARREPIOU URUBU

A data 26 de novembro de 1950 foi das mais gloriosas para a torcida vascaína. Nela, no Maracanã, a "Turma da Colina" sapecou 4 x 1 Flamengo, em jogo do
 Foi uma tarde "tardaça" para o atacante alagoano Ipojucan. autor de três balançadas de rede – Alfredo dos Santos também bateu no filó, em jogo apitado por Geoffrey Sunderland, um árbitro inglês que era chamado pela imprensa só por Mister Sunderland.
Ipojucan esteve tão incrível durante aquele "Clássicos dos Milhões" – rendeu Cr$ 415.467,00 – que os seus três tentos saíram em um espaço de seis minutos, aos 23, 28 e 29. Inacreditável, pelo tamanho do clássico e a rivalidade entre os dois times. Nunca mais ninguém fez igual.
 Ganhar por goleada naquela temporada, no entanto, era comum para o Vasco, que mandara 9 x0 Madureira. 7 x 0 Canto do Rio; 6 x 0 São Cristóvão e o mesmo 4 x 0 pra cima de Olaria e Fluminense. Por isso, terminou bicampeão estadual, com 17 triunfos, em 20 compromissos, marcando 74 gols.
O Vasco do pancadão, treinado por Flávio Costa, desceu a porrada em seu maior rival, formando com: Moacyr Barbosa, Augusto da Costa e Laerte; Ely do Amparo, Danilo Alvim e Jorge Sacramento; Alfredo dos Santos, Manoel Marinho, o Maneca, Ademir Menezes Ipojucan Lins e Djayr Mazzoni, conquistadores do primeiro Estadual da "Era Maracanã".
OBS: Laerte, na verdade, chamava-se Nadidr Herlado Prates.

The date November 26, 1950 was the most glorious for the Basque fans. In it, in Maracanã, the "Turma da Colina" sapecou 4 x 1 Flamengo, in game of the second round of the Carioca Championship.
It was a late afternoon for Alagoan striker Ipojucan, who scored three goals in the net - Alfredo dos Santos also hit the pitch in a game whistled by Geoffrey Sunderland, an English referee who was called by the press only by Mister Sunderland.
Ipojucan was so incredible during that "Classics of the Millions" - he earned Cr $ 415,467.00 - that his three goals came out in a space of six minutes, at 23, 28 and 29. Unbelievable, because of the size of the classic and the rivalry between the two teams. Nobody else ever did the same.
 
To win by thrashing that season, however, was common for Vasco, who had also sent Maduraira 9 x 0. 7 x 0 Canto do Rio; 6 x 0 Saint Kitts and the same 4 x 0 Olaria and Fluminense.

 So he finished two-time state champion, with 17 wins, in 20 appointments, scoring 74 goals.The Vasco do Pancadão, trained by Flávio Costa, came down in his biggest rival, forming with: Moacyr Barbosa, Augusto da Costa and Laerte; Ely do Amparo, Danilo Alvim and Jorge Sacramento; Alfredo dos Santos, Manoel Marinho, Maneca, Ademir Menezes Ipojucan and Djayr, conquerors of the first State of the "Era Maracanã".
DETAIL: Laerte, in fact, is called Nadir Heraldo Prates.





terça-feira, 8 de novembro de 2011

VASCO DAS CAPAS - EDMUNDO

 

































08.11.1925 – VASCO 4 x 2 AMÉRICA-RJ – Duelo pelo Campeonato Carioca-1925, disputado na casa do "Diabo", na Rua Campos Salles. Ernani Reis apitou e os tentos vascaínos saíram com Russinhoi (2), Bolão e Torterolli. O time que bateu: Nelson; Leitão e José Manoel; Brilhante, Claudionor e Arthur; Paschoal, Torterelli, Russinho, Fernandes e Milton.
VASCO 3 X 2 FLUMINENSE - Clássico do segundo turno do Campeonato Carioca-1931 e vitoria importante por ter sido, também, na casa do rival, o estádio das Laranjeiras. Luiz Neves apitou e Sant’Anna, Albino (contra) e Eloy cravaram bola na rede dos tricolores. Para esta vitória, o treinador Harry Welfare dispôs de: Rolim, Brilhante e Itália; Tinoco, Nesi e Mola; Bahianinho, Mário Mattos, Russinho, Ghizone (Eloy) e Sant'Anna.
 

  VASCO 3 X 0 AMÉRICA-MG - Amistoso de 1955, em uma terça-feira, na casa do convidante, com gols marcados pelo paraguaio Parodi, o paulista Pinga e o pernambucano Ademir Menezes. Foi o jogo 1561 da história cruzmaltina.

VASCO  2 x 0 MADUREIRA -  Quinta rodada do segundo turno do Estadual-1978. Jogo em São Januário, apitado por José Roberto Wrigtht, perante 9.758 pagantes. Ramon Pernambucano, aos 5 minutos do primeiro tempo, e aos 23 da etapa final, compareceu ao barbante. Time do jogo: Leão, Orlando 'Lelé' Abel Braga (Fernando), Gaú­cho e Paulo César; Helinho e Guina;Washing­ton Oliveira, Carlos Alberto Garcia, Garcia (Paulinho), Roberto Dinamite e Ramón.


VASCO 5 X 1 OPERÁRIO-VG - Vitória facílima, em noite de quinta-feira, no Maracanã, pelo Brasileiro-1979, época em que a Confederação Brasileira de Desportos ajudava o regime militar dos generais-presidente, colocando na disputa times que poderiam render votos aos candidatos da ARENA, caso do Operário, de Várzea Grande, em Mato Grosso. Valeu pela segunda fase do então chamado Nacional, assisstido por 11.330 pagantes, com Zandonaide abrindo o placar, aos 35 minutos da etapa inicial. Paulinho II fez o segundo, aos 38, seguindo-o Guina, aos 42. Zadonaide voltou à rede, aos 18 do segundo tempo, e Roberto Dinamite encerrou a farra, aos 38. Oto Glória comandava esta rapaziada com fome de gols: Leão, Paulinho II, Orlando 'Lelé', Ivan, Marco Antônio, Zé Mário (Paulo Roberto), Guina (Peribaldo), Katinha, Roberto Dinamite e Paulinho Massariol.  O jogo



VASCO 1 X 0 OLARIA - Valeu pelo segundo turno do Estadual-1992, na casa do adversário, o chamado "Alçapão" da Rua Bariri, onde o apito ficou com Daniel Pomeroy. Jogo de público pequeno – 6.400 pagantes –, em estádio pequeno, com o pequeno placar movimentado por Jardel aos 83 minutos. Joel Santana estava comandando este time vascaíno: Carlos Germano; Luis Carlos Winck, Jorge Luis, Alexandre Torres e Cássio; Luisinho, Leandro, Bismarck e William (Tinho); Valdir (Jardel) e Edmundo. 

 
VASCO 1 X 0 CORINTHIANS - Rolava a 22ª rodada do Campeonato Brasileiro-2001. O 8 de novembro era em uma quinta-feira e não impediu  os dois times de se enfrentaram  à tarde, em São Januário.  A "Turma da Colina" chegou à rede, com Jamir, aos 34 minutos do segundo tempo. Pena que só 1.740 pagantes – renda de R$ 9.895,00 – assistiram ao 300º jogo de Romário com a camisa cruzmaltina.  Luciano Augusto Almeida-DF apitou a pugna que teve a turma do "Baixinho" escalada assim, pelo técnico Paulo César Gusmão: Helton; Rafael Pereira, Geder, João Crlos e Gilberto: Jamir, Bóvio (Geovani), Fabiano Eller (Paulo César) e Léo Lima; Ely Thadeu (Léo Macaé) e Romário.

VASCO 1 X 0 SANTOS - Rolou, também, em São Januário, e foi mais uma página marcante da história vascaína: o último gol de Edmundo com a jaquete da "Patota do Almirante". Aconteceu em 2008,  também, pelo Brasileirão.
  Elmo Alves Resende Cunha-GO apitou o jogo que teve público de 21.310 pagantes, renda de R$ 277.790,00 e gol de do "Animal”, aos 28 minutos do segundo tempo. Renato "Gaúcho” Portalupi era o teinador deste time cruzmaltino:  Rafael; Eduardo Luiz, Jorge Luiz, Odvan (Edmundo) e Wagner Diniz; Jonílson, Mateus (Leandro Bonfim), Madson e Rodirgo Antonio; Alex Teixeira e Leandro Amaral. 

 
 (Foto de Romário acima à esquerda reproduzida do arquivo do Jornal de Brasília, onde está registrada sob o número 274, em 30.01.1988. Edmundo, abaixo à direita,  foi capa da Placar Nº 1157, de novembro de 1999). 


segunda-feira, 7 de novembro de 2011

OS TERRÍVEIS "FLAPITAÇOS"

  Prejudicar o Vasco, no apito, vem sendo é o esporte predileto de vários árbitros que dirigem seus jogos contra o maior rival, o Flamengo. Isso acontece há mais de oitenta anos. Neste  2014, foi tétrico. Os vascaínos tiveram um gol anulado, com a bola batendo por 33 centímetros dentro do gol, e perderam o título estadual, aos 46 minutos da etapa final, devido um impedimento. Mas já houve coisas bem piores. Vamos conferir os “apitos amigos” do rival.

1923 - O Vasco rasgava o caminho para o seu primeiro título de campeão carioca da Série A. Era o ano da sua estréia na elite. Em 8 de julho de 1923, cerca de 35 mil torcedores, pelos cálculos do jornal ”O Imparcial”, lotavam até a pista de atletismo do estádio das Laranjeiras, do Fluminense, para ver o primeiro “Jogo do Século”. O Flamengo abriu 2 x 0, no primeiro tempo. Ceci empatou, no início do segundo. Junqueira fez 3 x 1, e Arlindo o segundo da rapaziada. Depois, o Vasco igualou o placar. Mas o juiz Carlito Rocha, do Botafogo (na época, os árbitros eram pessoas dos cubes) anulou o gol, para o time líder não ser campeão invicto. Então, Flamengo 3 x 2, no apito. Valeu uma grande comemoração dos torcedores rivais, que fizeram uma tremenda passeata festiva, das Laranjeiras até a Lapa. Sacaneazaço contra Nélson, Leitão e Mingote; Nicolino, Claudionor e Artur; Paschoal, Torterolli, Arlindo, Cecy e Negrito.

1944  -  O clássico Vasco x Flamengo, pelo segundo turno do Campeonato Carioca,  foi em 28 de outubro, no estádio da Gávea, a casa dos rubro-negros, que fariam qualquer coisa para serem tricampeões estaduais. O jogo estava duríssimo e nada levava a crer que as redes seriam balançadas. Aos 43 minutos do segundo tempo, o rubro-negro Vevé bateu uma falta, da esquerda. O atacante argentino Valido subiu, apoiando-se nos ombros  do então centro-médio vascaíno Argemiro, e marcou um gol ilegal que valeu uma taça.
De nada adiantaram as reclamações cruzmaltinas. Dos 20.0387 pagantes, só o juiz Guilherme Gomes não viu a falta. Naquele dia, os prejudicados foram:  Barqueta, Rubens e Rafanelli; Alfredo, Berascochéa e Argemiro; Djalma, Lelé, Isaías, Ademir Menezes e Chico. Técnico: Ondino Vieira.

1957 - De acordo com o Nº 85 da revista semanal carioca “Manchete Esportiva”, com data de 6 de julho de 1957, à página 34, o Vasco foi prejudicado, pelo árbitro Anver Bilati, na partida em que fechava, com o Flamengo, a final da série carioca do Torneio Internacional Morumbi. Na verdade, os vascaínos estavam representados por um combinado formado juntamente com o Santos, porque os seus principais jogadores excursionavam ao exterior. Foi o primeiro torneio internacional de Pelé.

Diz o texto, escrito por Ney Bianchi,  que o “homem de preto” deixou de marcar dois pênaltis sofridos pelo garoto Pelé, e, ainda, anulou um gol marcado por Tite. Ele cita, também, erros contra os rubro-negros (um pênalti e um gol anulado), mas, mesmo assim, o Vasco-Santos ainda seria mais prejudicado. Conta Bianchi, também, que o gol de Pelé saiu aos 27 minutos, empatando o clássico, após um “dribling sensacional” sobre um marcador.

O pega, no Maracanã,  em 26 de junho de 1957, rolou antes de Pelé receber a primeira convocação para a Seleção Brasileira, com o Combinado Vasco-Santos sendo: Manga, Paulinho de Almeida e Bellini ; Urubatão, Brauner e Ivan; Yedo (Pagão), Pelé, Del Vecchio (Pepe), Jair Rosa Pinto e Tite.  Ao final da partida, o lateral-direito Paulinho, revoltado com a arbitragem prejudicial ao seu time, tentou agredir, mas foi contido por Bellini e pelo Cartola Antônio Calçada.
2014 -  Rolava a oitava rodada do Estadual-RJ, no Maracanã. Aos 11 minutos, Wallace derrubou Edmilson, na entrada da área. Douglas bateu a falta e a bola bateu dentro do gol – 33 centímetros, conforme mostraram as TVs –, o goleiro Felipe a pegou e o juiz Eduardo Cordeiro Guimarães  mandou o jogo prosseguir.
 
Mesmo abatido pelo erro, o Vasco abriu o placar, aos 35 minutos, por intermédio de Fellipe Bastos. O Fla empatou, por Elano, aos 39, e virou o placar, aos 44 do segundo tempo, com Gabriel, em jogo assistido por apenas 13.245 pagantes, que proporcionaram a renda de R$ 858.505,050. Como resultado, igualou-se ao Fluminense na liderança, com 19 pontos, enquanto a “Turma da Colina” ficava em quarto, com 15.  Se não fosse o “apito amigo”, o Vasco seria vice-líder, com dois pontos  à frente do rival.
Os sacaneados do dia foram: Martin Silva; André Rocha, Luan, Rodrigo, Diego Renan; Guiñazú, Aranda (Pedro Ken), Fellipe Bastos, Douglas (Bernardo); Éverton Costa (William Barbio) e Edmilson. Técnico: Adílson Batista.

Em 13 de abril deste mesmo 2014, novamente em um domingo, no mesmo “Maraca”, o Vasco tentava quebrar um jejum de 11 anos sem o título estadual. E parecia que conseguiria, em dois jogos decisivos, com o ”Urubu”. Uma semana antes, ficara no 1 x1, abrindo o placar. Na finalíssima,, diante de: 42.697 pagantes e 49.139 presentes , Douglas abriu a conta, aos 30 minutos do segundo tempo, cobrando pênalti, sem contestação, pois o juiz Marcelo de Lima Henrique estava em cima do lance. No entanto, aos 46, durante  escanteio, o impedido Márcio Araújo fez o gol, que o juiz o concedeu a Nixon, que não estava em posição ilegal. E deu o título ao Fla.
O Vasco de mais uma sacanagem das arbitragens foi: Martín Silva; André Rocha, Luan, Rodrigo e Diego Renan; Guiñazu, Pedro Ken, Fellipe Bastos (Bernardo) e Douglas; William Barbio (Reginaldo) e Thalles (Aranda). Técnico: Adilson Batista.