Vasco

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sexta-feira, 30 de novembro de 2012

VASCO DAS PÁGINAS - ERANDIR

      Depois de Ademir Menezes, Vavá, Almir e seu irmão Adílson, o Vasco da Gama tentou ter sucesso com mais um centroavante di futebol pernambucano, Erandir, buscado, por empréstimo, até o final de 1967, junto ao Santa Cruz.
 Ele estreou bem, marcando dois gols dos 4 x 1 Madureira, em 14 de setembro, no Maracanã - Valdir Appel (Franz), Ari, Brito, Jorge Andrade e Lourival; Oldair e Danilo Menezes; Nado, Nei, Erandir e Luisinho foi o time do treinador pernambucano Gentil Cardoso, campeão carioca pelo Vasco de 1952. 
Erandir marcou gols nos 2 x 0 São Cristóvão (28.09) e um nos 2 x 2 América (01.10). Não conseguiu manter a sequência do bom começo, perdeu a vaga de titular e voltou para o Santa Cruz, em 1968.
 Na temporada seguinte, Erandir defendeu o Fortaleza-CE, mas em gramados cearenses o seu grande lance rolou quatro temporadas depois, em 18 de novembro de 1973, em Ceará Sporting 1 x 0 Vitória da Bahia, pelo Campeonato Brasileiro. 
Eram jogados 22 minutos do segundo tempo, quando o zagueiro Odélio serviu Jorge Costa, que serviu Zé Eduardo, que  o lançou. Ele bateu para o gol e entrou para a história do Estádio Plácido Aderaldo Castelo, o Castelão, marcando o primeiro gol da casa.
  Erandir se dizia fascinado pelo Vasco desde garoto, e não esperava vestir a camisa cruzmaltinas, por acreditar ser algo muito difícil para um jogador nordestino, mesmo sabendo do exemplo dos quatro atacantes citados acima. “Só acreditei quando o avião aterrissou. Parecia um sonho”, contou à “Revista do Esporte” – N 449, 14.10.1967.
 Erandir Pereira Montenegro, embora tivesse aparecido quando defendia o Santa Cruz-PE, nascera em Bananeiras, na Paraíba – 24.04.1946. Filho de Francisco Montenegro com Anália Pereira Montenegro, o seu ponto de partida fora o Campinense, da paraibana Campina Grande, em 1963. Dali foi para o pernambucano Central, de Caruaru, e para chegar à “Cobra Coral (apelido do Santa Cruz), em 1966.
 Com 1m73cm de altura, pesando 68 quilos e calçando chuteira de número 40, pelo empréstimo,  ele custou NCr$ 10 mil novos cruzeiros aos cofres vascaínos, ficando o  “Almirante” de pagar mais 60, caso quisesse ficar com ele - faltaram mais gols para ficar.






















quinta-feira, 29 de novembro de 2012

BELA DO DIA - ANÔNIMA

 O jornalismo esportivo da década-19650, as vezes,  tinha coisas muito esquisitas. O "Kike da Bola" acredita que só poderia ser esquecimento do editor, ou aquele momentinho em que alguém chega pra conversar, demora no papo e o cara termina esquecendo do que deveria fazer. É a única explicação para a edição de número 97, da semanária "Manchete Esportiva", datada de 28 de setembro de 1957, não ter feito nenhuma menção à foto em que aparece estas linda tenistas. A sessão  "O Mundo em Manchete Esportiva" traz outras cinco notas em suas duas páginas, mas nada informa sobre a moça linda. Ficou veio para o redator.    

Sports journalism in the 1960s was sometimes very funny. The "Kike da Bola" believes that it could only be forgetting the editor, or that moment when someone comes to talk, delays the conversation and the guy ends up forgetting what he should do. It is the only explanation for the 97 edition of the weekly "Manchete Esportiva", dated September 28, 1957, to have made no mention of the photo in which these beautiful tennis players appear. The session "The World in Sports Headline" brings five more notes in its two pages, but nothing informs about the beautiful girl. It stayed came to the editor.
 

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

CORREIO DA COLINA - PETKOVIC

"Eu estava, no Rio de Janeiro, de férias, a convite de um grande amigo que já morou em Taguatinga. Como somos vascaínos, fomos a São Januário assistir Vasco x Coritiba. pelo Campeonato Brasileiro de 2002. No último ataque da partida, fizemos o gol da vitória. Estou em dúvida se quem marcou foi Cadu ou Souza”. Olegário Santos, de Taguatinga-DF.

Nem um, nem outro, Olegário! O gol vascaíno (aos 46 minutos do segundo tempo), foi marcado pelo meia sérvio Petkovic. Naquela partida, apitada pelo pernambucano Valdomiro Matias Silva Filho, o treinador Antônio Lopes escalou esta rapaziada: Fábio; Wellington (Gleydson), Geder, Rogério Pinheiro e Wederson (Siston); Henrique, Haroldo, Rogério Corrêa (Cadu) e Petkovic; Souza e Washington. O Coritiba, que era treinado por Paulo Bonamigo, foi: Fernando: Reginaldo Araújo, Danilo, Edinho Baiano e Lira; Reginaldo Nascimento, Roberto Brum, Tcheco e Lúcio; Flávio Lima (Jabá) e Da Silva (Genílson).
Olegário, o “Kike” só não pode lhe lembrar do número de vascaínos que se juntaram a você e ao seu velho amigo para torcer pelos três pontos, pois público e renda daquele duelo não foram informados.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

HISTORI &Ç LENDAS DA ANIMALAÇO

Em 1949, após o amistoso Vasco 1 x 0 Arsenal, da Inglaterra, a imprensa carioca divulgou que havia mais de 50 mil torcedores no Estádio de São Januário. Oficialmente foram registrados cerca de 24 mil. Também oficialmente, o Vasco tem como maior público em sua casa 40.209, em 19/2/1978, no jogo Vasco 0 x 2 Londrina. Curiosamente, naquela partida contra o Arsenal, segundo o registro oficial, houve apenas pouco mais de 24 mil pagantes e sócios, mas que proporcionaram a renda de Cr$ 1.146.150,00, recorde sul-americano na época.
IMPRESSIONANTEMENTE, uma renda para inglês ver, como se dizia, antigamente.

Final de 1999 – O atacante Edmundo volta a conviver, em São Januário, com Romário, com quem brigara em 1998. O ‘Animal’, inicialmente, aceita o ‘Baixinho’, com a promessa do presidente Eurico Miranda, de que Romário ficaria só no Mundial de Clubes da FIFA, em janeiro de 2000. Ambos fazem uma trégua e arrasam o inglês Manchester United. Edmundo, de costas para o marcador Mikaël Silvestre, com um toque na bola, o chapela, deixa-o caído ao chão, aplica outro toque na pelota, encobre o goleiro Bosnich e levanta a torcida vascaína no "Maraca": Vasco 3 X 1 .
BRIGA DE ANIMAL IRADO CONTRA BAIXINHO.

Final do Campeonato Carioca de 1987 - Mílton Queiroz da Paixão, o meia-atacante carioca vascaíno tinha valentia, habilidade, velocidade e boa pontaria. Campeão brasileiro, em 1989, e da Taça Guanabara de 1990, ele marcou o gol do título estadual de 1987, na final contra o Flamengo. E comemorou correndo com a camisa encobrindo o rosto, gesto que passou a ser imitado pelo país inteiro.
DATA FATAL: para os flamenguistas, que revelaram Tita, aquilo não poderia ter sido verdade. Mas Tita nascera mesmo no “Dia da Mentira” – em primeiro de abril de 1958. 

   

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

TREGÉDIAS DA COLINA - FICOU RUSSO

O Vasco andava em uma maré terrível, no primeiro semestre de 1953. Após o Campeonato Sul-Americano, o seu principal jogador, o artilheiro Ademir Menezes voltara da Seleção Brasileira sem conseguir recuperar-se de contusão.
Tempinho depois, o “xerifão” Ely do Amparo sofreu fraturas em alguns dedos de uma das mãos. Pra piorar a situação, durante clássico contra o Botafogo, o goleiro Barbosa chocou-se contra o atacante alvinegro Zezinho e fraturou a perna direita.
  Oito dias depois, o outro goleiro, Ernâni, que ganhava a chance de substituir o titular absoluto Barbosa, diante do Fluminense, ao tentar impedir que Marinho cabeceasse a bola para o seu arco, caiu de mal jeito e contundiu-se na cabeça. (ver matéria abaixo).
 Se os prejuízos ficassem por aí, até podia-se tentara segurar a ondas. Mas, na semana da partida contra o Corinthians (30.05.1953), ao arrumar um pneu do seu carro, o apoiador Danilo Alvim foi atropelado, na Avenida Brasil, pelo roboque de um caminhão. Ainda bem que saiu vivo do acidente, embora tivesse ficado machucado.
E mais: ao receber um goleiro do Olaria, para testes, o Vasco o viu ter uma perna contundida, durante um treino. O mesmo ocorreu com um goleiro do time amador. Com tanta ziquezira rondando a Colina, espalharam que um trabalho de feitiçaria havia sido feito contra o clube.      
A CAVEIRA DE ERNANI – Este foi o  título da matéria, de duas páginas, sobre a contusão do atleta. Muito inteligente. Publicado pela semanária carioca “Esporte Ilustrado” – Nº 791, de 04.06.1953 –, abordava problema sofrido pelo goleiro vascaíno pelos inícios da partida contra os tricolores.
Ao sentir-se mal, Ernâni (com acento circunflexo, na época) foi levado ao Pronto Socorro do Maracanã, onde passou por exame de Raio X e foi obrigado a ficar em repouso, por 24 horas, por ordem do médico vascaíno Amilcar Giffoni.
 A reportagem, de Jorge Miranda, foi muito feliz, exibindo a radiografia da cabeça do atleta e sendo acompanhada por quatro fotos dos momentos der aflição passados elo jogador. No dia, José Santos e Alberto Lima eram os fotógrafos da revista presentes ao estádio.


domingo, 25 de novembro de 2012

ÁLBUM DA COLINA - CAMISEIRO NÚMERO 1

Pale década-1960, o time do Vasco da Gama esteve muito bem servido de goleiros. Ao centro desta foto, temos o já veteraníssimo Moacir Barbosa, considerado um dos melhores já revelados pelo futebol brasileiro. Ainda ministrava aulas parta os novatos.
À esquerda da tela, está Ita, que o "Almirante" foi buscar no futebol mineiro. Na outra extremidade, Miguel, campeão carioca em 1958, em super decisão conta Flamengo e Botafogo. Barbosas faturou, também, vários títulos, enquanto Ita viveu um Vasco de entressafra de taças e faixas.  
  In the 1960s, Vasco da Gama's team was very well served by goalkeepers. At the center of this photo, we have the veteran Moacir Barbosa, considered one of the best ever revealed by Brazilian football. He still taught classes for the newbies.


To the left of the screen, there is Ita, the "Admiral" went to Minas Gerais football. At the other end, Miguel, champion of Rio de Janeiro in 1958, in a super decision to Flamengo and Botafogo. Barbosas also won several titles, while Ita lived a Vasco of off-shoots of bowls and banners.

sábado, 24 de novembro de 2012

HISTORI & LENDAS DA COLINA - LUSA-SP

1  - O  histórico dos primeiros 60 jogos Vasco x Portuguesa de Desportos é, amplamente, favorável à rapaziada de São Januário: 31 vitórias cruzmaltinas, 14 empates e 15 quedas. Um saldo de 16 comemorações. No mês de agosto, porém, a Lusa tem dado um trabalhinho. Confira: 06.08.1933 – Vasco 1 x 3 Portuguesa (Torneio Rio-São Paulo); 02.08.1934 - Vasco 3 x 2, em São Januário (amistoso); 23.08.1969 – Vasco 0 x 1, em São Paulo (amistoso); 22.08.1971 - Vasco 0 x 3, no Maracanã (Campeonato Brasileiro); 06.08.1988 –Vasco 2 x 0, na Cidade do Porto-POR (Torneio Euro-Luzitânia); 28.08. 1996 –Vasco 2 x 1, em São Januário (Brasileiro); 27.08.-2000 2 x 2, em São Paulo (Brasileiro); 21.08.2008 – Vasco 1 x 0, em Santa Bárbara D'Oeste-SP (Brasileiro); 15.08.2009 – Vasco 3 x 1 Portuguesa (Brasileiro Série B). Uma outra marca da relação Vasco-Portuguesa-SP é, em 21.10.1989, Roberto Dinamite, maior ídolo da história vascaína, ter disputado o seu primeiro jogo contra a "Turma da Colina". Estava emprestado ao clube paulistano.

2 - Em 23 de junho de 1996, o Vasco ficou no 0 x 0 com o Barreira. Lembra-se daquele time? Pois o Esporte Clube Barreira  trocou de nome, para Boa Vista Sport Club, em março de 2004. Como Barreira, encarou o Vasco cinco vezes:  02/02/1995 – 0 x 0 - Campeonato Estadual, em  Bacaxá (RJ);  01/03/1995  - 1 x 1 – Estadual, em São Januário;  28/04/1996 – 1 x 0 – Estadual, em Bacaxá; 23.06.1996 – 0 x 0 - Estadual, em São Januário, e  02.02. 1997 – 3 x 1 – Estadual, em Bacaxá. Como Boavista:08.07.2006 – 2 x 0, - amistoso, em Bacaxá; 17.03.2007 – 6 x 2 – Estadual, em Bacaxá; 02.03.2008 – 4 x 0 – Estadual, em São Januário; 15.03. 2009 – 1 x 0 – Estadual, em Bacaxá; 07.03.

3 - Na temporada-19.. o Vasco foi o campeão do Torneio Municipal, mas esteve muito irregular no Estadual. Em 18 jogos, venceu oito e empatou três. Nos sete restantes, pisou na bola e terminou a temporada em quinto lugar. No duelo particular com o América, em 1946, venceu três dos seis encontros marcados: 26.05 – 4 x 1 (Torneio Municipal): 12.06 – 5 x 2 (amistoso); 10.08 – 5 x 1 (Campeonato Carioca).

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

TRAGÉDIAS (GOIANA) DA COLINA -1995

  O Goiás Esporte Clube é um tradicional “freguês” vascaíno. Desde 12 de julho de 1958, data do primeiro pega, amistosamente, quando a “Turma da Colina” mandou 6 x 0. Dez anos depois, em 10 de outubro, houve um segundo amistoso, com 2 x 1 vascaínos. Só a partir de 1973 começaram os jogos oficiais entre eles, pelo Campeonato Brasileiro. De lá para cá, já são 36 encontros, com 19 vitórias da rapaziada (52,78%), nove empates e oito quedas. Nessas refregas, o time da Rua General Almério de Moura marcou 74 e sofreu 52 gols. Portanto, uma boa vantagem.
Mesmo com o “Almirante” dominando as estatísticas, o seu principal adversário na região Centro-Oeste lhe mandou 4 x 0, em 7 de outubro de 1995, pelo Brasileirão, no Serra Dourada, em Goiânia. Foi o maior vexame da patota nessa relação. Era um sábado, diante de 9.096 almas que pagaram R$ 78 mil.630 cruzeiros (moeda da época) para verem o prejuízo carioca no placar, acrescido da expulsão de campo de Pimentel.

Treinado por seu ex-apoiador Carlos Aberto Zanata, o time vascaíno do dia foi: Carlos Germano; Pimentel, Cláudio Gomes, Alex Pinho e Jefferson; Luisinho Quintanilha, Cristiano, Juninho Pernambucano e Richardson (Bruno Carvalho); Valdir “Bigode” e Leonardo Pereira (Brener).

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

HISTORI&LENDAS - VASCO VERANISTA-1

 1 - O  Vasco da Gama disputou o Torneio Internacional de Verão-1961 no esquema “perde-e- ganha”. Se dava bem em uma partida, mas pisava na bola na outra. Por exemplo, após estrear (04.01.1961) empatando, por 2 x 2, com o São Paulo, no Maracanã, com gols de Delém e de Laerte, caiu ante o Corinthians (07.01.1961), por 1 x 2.  Logo, o gol de Pinga não deu para deixar o adversário tonto.

2 - Depois daquilo, o Vasco pegou o Flamengo (10.01.1961) e mandou 1 x 0, por conta de um chute de Azumir no filó. Com uma vitória, um empate e uma derrota, o Vasco estava naquilo que os economista chamam de “na média”. Para esta turma, se você tem um pé dentro de um vulcão e o outro mergulhado em uma geleira, “está na média”. Assim, mantendo a média de tropeços, a rapaziada pisou no tomate diante do argentino Boca Juniors (14.01.1961), por 0 x 2, em Buenos Aires.  A resposta saiu pra cima do também “hermano” River Plate (18.01.1961), com Delém e Sabará escrevendo 2 x 1 na conta.

3 - Na média no Brasil e na Argentina, o Vasco baixou o nível no Uruguai. Sabará cumpriu com o seu dever na rede, mas a patota escorregou (21.01.1961) diante do Cerro, no Estádio Centenário: 1 x 2.  Por fim (24.01.1961), o time do treinador Martim Francisco ficou em cima do muro diante do Nacional, no mesmo estádio de Montevidéu: 1 x 1.  O Vasco, no entanto, deixou para ser "mais +mais" durante o Torneio Internacional de Verão do Uruguai-1982. Em 20 de fevereiro, carregou o caneco, com 1 x 0 sobre o Peñarol, no gol marcado por Da Costa.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

TRGÉDIAS DAS COLINA - VERANISTA-2

1 - Em fevereiro de 1970, o Vasco teve desempenho fraquíssimo no Torneio de Verão, disputado no Maracanã. No dia 14, empatou, por  1 x 1, com o argentino Independiente, seguindo-se derrotas, quatro dias depois, para a seleção da Romênia, por  0 x 2, e o Flamengo, pelo mesmo placar, no dia 22.

2 -  Na manhã de 23 de agosto de 1966, o time vascaíno treinava na praia do Leblon. Após os trabalhos, os jogadores foram para o banho de mar. Alcir, Jorge Andrade e Sérgio quase foram tragados pelas ondas. Foram salvos pelo goleiro Amauri, bom nadador, e pelos salva-vidas Ranílson e Elmir. O apoiador Alcir contou ter sentido câimbras e, por estar longe da praia, sentiu-se sem condições de voltar à praia. Começou a pedir socorro, pois a correnteza estava forte, e carregava, também os outros dois companheiros, que estavam por perto. Ao chegar até Alcir, o goleiro Amauri o segurou por baixo e levantou a sua cabeça, para impedi-lo de beber água. Enquanto isso, os salva-vidas recuperavam Jorge e Sérgio. Na praia, Alcir recebeu aplicação de respiração artificial, para expelir a água que tivesse ingerido. Foi um tremendo susto para a turma do treinador Zezé Moreira..
3 -  Em 16 de novembro de 1930, o Vasco recebia, em São Januário,  a visitas do seu então maior rival, o América. E perdia, por 0 x 1, nos minutos derradeiros da partida. De repente, a torcida invadiu o gramado, e o jogo teve de ser suspenso.  Os dois minutos e 30 segundos que ficaram faltando, foram disputados cinco dias depois. Mas a catimba vascaína não funcionou. A sua rapaziada não conseguiu "meter o pé na rede" e o placar ficou naquilo. Então, o Vasco ficou vice e o América terceiro colocado. A taça foi parar nas mãos dos botafoguenses.





terça-feira, 20 de novembro de 2012

VASCO DAS PÁGINAS -DUQUE &JORGE

Jorge Vieira (D) e David Ferreira, o Duque, foram dois treinadores que passaram por São Januário, na década-1960,quando a "Turma da Colina" vivia a entressafra dos grandes times e da seca de títulos estaduais.
Duque (E) e Jorge fizeram dupla no Olaria-1961
Carioca, nascido em 18 de julho de 1934 – viveu até 25 de julho de 2012 –, Jorge Silva Vieira, passou pela Colina durante as temporadas de 1962/1963. Na primeira, ficou em quarto lugar no Campeonato Carioca, com quatro pontos atrás do campeão Botafogo. Somou 35 pontos, em 24 compromissos, com 15 vitórias, cinco empates e quatro quedas. Seu ataque marcou 51 vezes e a sua defesa deixou passar 19 bolas – saldo de 32 tentos.
 Em 1963, Jorge não conseguiu terminar a disputa. Um gol, faltando 12 minutos para o final da partida, em São Januário, fez o Vasco cair, ante o São Cristóvão, por 1 x 0, custando-lhe um pedido de demissão, prontamente aceito pelo vice-presidente de futebol, Jaime Soares Alves. No inicio do ano, ele havia conquistado o Torneio Pentagonal do México. David Ferreira, nascido em Belo Horizonte, em 15 de maio de 1926, foi zagueiro vascaíno, entre 1953/1954. Como treinador, esteve pela Colina em 1964, após ter sido auxiliar-técnico de Jorge Vieira, em 1961, no Olaria.

domingo, 18 de novembro de 2012

VASCO DAS PÁGINAS - BELLINI

 Esta era uma seção de humor da revistas paulistana Gazeta Esportiva, que montava fotos para a galera dar boas risada. Nesta, o eterno capitão do time vascaíno (na lembrança da rapaziada), Hideraldo Luís Bellini passa, apressado, pelo meio de atletas que trocam cumprimentos
 Bellini esteve vascaíno entre 1952 a 1962, quando foi para o São Paulo. Atuou, ainda, com a camisa do Atlético Paranaense. E foi bicampeão mundial, em 1958, na Suécia, como capitão da Seleção Brasileira, e em 1962, no Chile e na reserva, sem jogar.  

 










 
 


 

sábado, 17 de novembro de 2012

MUSA DO DIA - GATINHA ZANGADINHA


Como a rapaziada gosta de postar fotos das gatinhas, sem informar a graça dela, temos mais uma belíssima cruzmaltina anônima "colirizando" o olhar da galera. Está zangada, porque não teve o seu nome citado. Por isso, virou o rosto e o escondeu atrás das melenas, como as mulheres de Atenas.                                                         
    As the boy likes to post pictures of the kittens, without informing her grace, we have another anonymous cruzmaltina, "colirizando" the look of the galera. She is angry because she did not have her name mentioned. So he turned his face and hid him behind the hair, like the women of Athens.

FOTO ENVIADA PELO  'KIKENAUTA'  PAULO SOTERO, DE SAMAMBAIA-DF








sexta-feira, 16 de novembro de 2012

THIS IS VASCO DA GAMA AND KIKE BALL



 This is a blog dedicated to the research of the history of Club de Regatas Vasco da Gama , founded in Rio de Janeiro , Brazil , on August 21, 1898 , four young practicing rowing - Henrique Ferreira Monteiro , Luís Antônio Rodrigues , José Alexandre D' Avelar Rodrigues and Manuel Teixeira de Sousa Júnior - in honor of the portuguese explorer discoverer of the sea route to India. Until 1915, Vasco da Gama only competed in rowing. From the following year when he joined the football, it became one of the most admired clubs in the country, for its stance against social injustice.
 Currently has one of the largest Brazilian twisted . Nacional champion on four occasions, the Vasco team also has win continental the title on two other occasions , and various international This is a blog dedicated to the research of the history of Club de Regatas Vasco da Gama , founded in Rio de Janeiro , Brazil, on August 21, 1898 , four young practicing rowing - Henrique Ferreira Monteiro, Luís Antônio Rodrigues, José Alexandre D' Avelar Rodrigues and Manuel Teixeira de Sousa Júnior - in honor of the portuguese explorer discoverer of the sea route to India.
Until 1915, Vasco da Gama only competed in rowing. From the following year when he joined the football, it became one of the most admired clubs in the country, for its stance against social injustice. Currently has one of the largest Brazilian twisted. Nacional champion on four occasions, the Vasco team also has won continentel the title on two other occasions , and various international tournaments. The Vasco da Gama uses stark white shirt, or black with a diagonal band (black or white).
It is the caravel of portuguese maritime chievements, bringing the Cross of the Order of Christ in red. The shorts and socks are also the shirt , white or black .Vasco da Gama has a stadium, located in General Almério de Moura , opened in 1927 , and was once the largest in Brazil . Kike Ball search to cruzmatina history since december 15, 20010 , having been visited by 120 000 "vasconautas" .The shield you see has been reproduced from the official website do clube - www.crvascodagama.comcombr - to which we appreciate. Besides being good at soccer, Vasco da Gama has dirty twisted in the most beautiful women on the planet. Just check the ones you see in the pictures above and below. Gives?  And you are welcome to Kike Ball. 
 

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

TRAGÉDIAS DA COLINA - FURIOSO

1 -  Vasco x Clube Atlético Paranaense é um confronto com menos de meio século. Vem de maio de 1964. O “Furacão”, apelido do rubro-negro de Curitiba, é um velho freguês, mas os placares dos encontros são apertados, com a maior goleada da “Turma da Colina” sendo 4 x 0, de 26 de agosto de 2001, pelo Brasileirão.

2 - Quando devolveu o vexame, o Atlético-PR foi cruel. Em 27 de julho de 2005, pelo mesmo Brasileirão, mandou 7 x 2 na rapaziada, levando o treinador Renato” Gaúcho”  Portaluppi a dizer que, naquele dia, “até mulher grávida faria gol no Vasco. A partida valeu pela 15º rodada do primeiro turno, foi disputada na Arena da Baixada, a casa do adversário, assistida por 8.633 almas, que pagaram R$ 130.992,00 e ouviram o apito de Márcio Rezende de Freitas.

3 - Treinado pelo técnico que mais títulos conquistou em São Januário, Antônio Lopes, o time paranaense levou gols vascaínos marcados, na etapa final, por Ânderson (com acento), aos 10, e por Alex Dias, aos 46 minutos. O Vasco do “arenazo” foi: Elinton; Luciano, Gomes, Éder e Wágner Diniz; Ygor, Felipe Alves, Morais (Fernandinho) e Diego; Alex Dias e Ânderson (Elbinho).

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

ÁLBUM DA COLINA - PÁGINA 1959

 Miguel, Paulinho de Almeida, Bellini, Écio, Dario (em pé, da esquerda para a direita), Sabará, Almir, Delém, Roberto Pinto e Pinga, agachados, na mesma ordem.




                                                                   AGUARDAR TEXTO

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 12/13 DE NOVEMBRO




Nos registros das navegações do “Almirante” há de tudo. Inclusive, vitória com mão-dupla. E o que poderia haver de comum entre as suas temporadas-1978 e 1987? A inversão dos dois últimos números, certo? De cara, certíssimo! Mas há um outro detalhe: vitórias cruzmaltinas na data 12 de novembro daqueles dois anos, com três chegadas à redes. Amansou os chifres do “Diabo” e botou legal nos “Coxas. Vamos conferir estas sacanagens:

VASCO 3 X 1 AMÉRICA é uma história maluquete. Há pesquisadores que lançam a data 12 de novembro de 1933, por duas vezes, em seus mapas, para registrar a vitória vascaína citada acima. Já houve dois jogos da “Turma da Colina” em um mesmo dia, mas com duas formações diferentes.  Não foi o caso, do 12 do 11 aqui tratado. O barato era que, nos primeiros Torneios Rio-São Paulo da década de 1930, as partidas valiam, também, pelos campeonatos estaduais dos dois estados. O triunfo cruzmaltino sobre o" Diabo Rubro", com “mão-dupla”, aconteceu eu em um domingo, na casa do adversário, na carioquíssima Rua Campos Salles, com os três gols marcados por  Russinho, sendo dois no primeiro tempo. O time infernal teve: Rey, Lino e Itália; Gringo, Fausto e Mola; Bahianinho, Almir, Russinho, Carnieri e Carreiro. Mas esta rapaziada não foi bem naquele RJ-SP-1933,  terminando em quinto lugar, com 24 pontos, tirados de 10 vitórias e quatro empates, em 22 jogos, marcando 44 e sofrendo 31 gols. Ficou à frente de Corinthians (22),  Fluminense (20), América-RJ (18), Santos (17), Bonsucesso (16), AA.São Bento (13) e Ypiranga-SP (5 pontos). 

VASCO 1 X 0 OLARIA - 1961

VASCO 1 X 1 CORITIBA – Em uma quarta-feira, no Maracanã, pelo Campeonato Brasileiro-1987. O apito esteve com Romualdo Arppi Filho-SP,  público foi decepcionante, de 2.058 pagantes, e renda de Cz$ 172 mil, 460 cruzados. Romário, aos 32 minutos do primeiro tempo, e  Roberto Dinamite, aos 38 e aos 44 da etapa final, foram às redes.  Sebastião Lazaroni comandava o time vascaíno e a formação teve: Acácio; Paulo Roberto, Donato, Moroni e Mazinho; Humberto, Geovani e William (Osvaldo); Mauricinho, Roberto Dinamite e Romário (Vivinho).

VASCO 3 x 1 AMÉRICA-RJ valeu pelo segundo turno do Estadual-1978, em um domingo, no Maracanã. Por aquele tempo, era pequeno o público de 27.255  pagantes. Ramon, aos 36 minutos do primeiro tempo abriu a festa. Roberto Dinamite (foto), aos 25, e Paulo Roberto, aos 42 da última parte, fecharam o espetáculo. Orlando Fantoni era o treinador cruzmaltino e o time dele tocou o rebu por conta de: Leão; Orlando ‘Lelé’ (Fernando)  Abel Braga, Gaúcho e Paulo César; Helinho, Guina e Washington Oliveira (Paulo Roberto); Ramon Pernambucano, Carlos Alberto Garcia, Roberto Dinamite. 

VASCO 3 X 1 VOLTA REDONDA - Marco Antônio, Marquinho e Katinha foram às redes do Estádio Raulino de Oliveira, a casa do adversário, pelo Estadual-1980, em uma quarta-feira. O treinador Mário Jorge Lobo Zagallo escalou para vencer: Mazaropi: Brasinha, Orlando 'Lelé",  Léo e Marco Antônio; Pintinho, Guina e Marquinho; Wilsinho, Katinha, Roberto e Silvinho.  Até ali, pela competição, os dois times haviam e pegado em 10 oportunidades, com sete vitórias cruzmaltinas, dois empates e uma escorregada  
  
VASCO 3 X 2 CORITIBA – Em uma quarta-feira, no Maracanã, pelo Campeonato Brasileiro-1987, teve um dos piores públicos vascaínos no Maracanã, por tal competição: 2.058 pagantes, com a renda de  Cz$ 172 mil, 460 cruzados não dando para acompanhar as despesas da partida. O apito esteve com Romualdo Arppi Filho-SP e os gols cruzmaltinos com Romário, aos 32 minutos do primeiro tempo, e  Roberto Dinamite, aos 38 e aos 44 da etapa final.  Sebastião Lazaroni comandava a rapaziada: Acácio; Paulo Roberto, Donato, Moroni e Mazinho; Humberto, Geovani e William (Osvaldo); Mauricinho, Roberto Dinamite e Romário (Vivinho).
 
Incluir na VASCOTADA 12 de novembro: Vasco 1 x 1 Coritiba, em 1972; Vasco 2 x 2  x Ceará, em 1986; Vasco 1 x 1 Santa Cruz-PB, em 1988, e Vasco 2 x 2 Goiás, em 1998. 

13.11 -

 Os 13 de novembro parecem feitos para os vascaínos aprontaram. Que o digam "Urubu", "Macaca", "Touros do Sertão" e outros bichos mais. Data, também, boa para carregar canecos. Vejamos:
VASCO 2 X 1 FLAMENGO – Campeonato Carioca-1938. O rival tirou o domingo para visitar a Colina e, como merecia, foi mal recebido. Saiu de campo chorando a queda no placar, provocada por Argemiro e Alfredo.   Escorados nas ordens do Uruguai Ramón Platero, esta rapaziada bateu forte: Joel, Jahu, Florindo, Oscarino, Azzize, Argemiro, Gabardinho Villadoniga (Bahia), Luna, Alfredo I e Orlando. 
VASCO 5 X 0 OLARIA - Este time é um eterno páreo fraco para a "Turma da Colina". Comprovam 72,87% de vitórias cruzmaltinas, em 129 confrontos, ou 94 triunfos e 25 empates, entre 12 de junho de 1932 e 23 de abril de 2011. Na sexta-feira 13 de junho de 1964, a  moçada fez a bola virar gato preto e passar e se enrolar nas redes do time da Rua Bariri. No entanto, em uma outra rua, a General Severiano, valendo pelo segundo turno do Campeonato Carioca.  No meio daquele fuxico, a “Dupla do Barbante, formada por Célio Taveira Filho e Saul Santos Silva, excedeu. O primeiro mandou o goleiro Manguito  buscar a bola no filó, em três ocasiões; o outro, em mais uma – houve, ainda, um gol contra, de Marcos. José Teixeira de Carvalho apitou, o cofre guardou Cr$ 1.744.300,00 (cruzeiros) e o treinador Ely do Amparo mandou a campo: Levis (Ita); Joel, Caxias, Fontana e Barbosinha; Maranhão e Lorico; Mário ‘Tilico’, Célio, Saulzinho e Zezinho. 

13.11.1974 – VASCO 2 X 0 MADUREIRA - Quarta-feira, com o terceiro turno do Campeonato Carioca em ação. Fora a sétima vez em que o placar acima se repetia, em 81 encontros pela disputa, com 64 vitórias cruzmaltina (229 gols marcados), 10 empates e sete escorregadas no tomate. O pega, também, marcou a 26ª partida invicta da rapaziada (por Estaduais) diante do "Madura", batido pelos gols de Roberto Dinamite, de pênalti,, aos 13, e de, Neném, aos 35 minutos do primeiro tempo. Aluísio Felisberto apitou, 5.022 pagaram para entrar em São Januário e ver correndo pelo gramado: Andrada; Fidélis, Miguel, Moisés e Alfinete; Alcir e Zanatta e Fred; Bill, Roberto (Neném/Gaúcho) e Luís Carlos Lemos. O chefe desta rapaziada era Mário Travaglini.
 
VASCO 2 X 1 FLAMENGO - Em um outro 13 do 11, o Vasco compareceu à Gávea, cumprindo a tabela do segundo turno do Campeonato Carioca-1949. E bateu no dono da casa, de virada, na etapa derradeira, com cascudos mandados por Ademir Menezes. Mas, vencer os rubro-negros, por aquela época, não era "novidadeira". Já rolava desde o primeiro dia de bola rolando na casa flamenguista. Daquela nova vez, um domingão, os visitantes indesejáveis chamava-se: Barbosa; Augusto e Wilson; Ely, Danilo e Alfredo II; Nestor, Ipojucan, Heleno de Freitas Ademir e Chico. 

VASCO 1 X 0 FLU DE FEIRA-BA - Na data 13 de novembro de 1966, o Vasco foi, também ver o que a Bahia tinha. Estádio a inaugura. E inaugurou o Alberto Oliveira, o “Joia da Princesa”, em Feira de Santana, em uma tarde de domingo, torcendo os chifres dos “Touros do Sertão”, como é chamado o Fluminense local, com um gol contra  de Val, aos 44 minutos do segundo tempo. O ex-médio vascaíno Ely do Amparo estava como treinador e o time recorreu ao "instituto da contagem mínima" com: Edson Borracha (Valdir Appel); Ari, Hélio, Fontana e Silas; Salomão (Maranhão) e Danilo Menezes; Nado, Paulo Mata, Célio e Zezinho.     
VASCO 2 X 0 PONTE PRETA – Daquela vez, sob o comando do treinador Antônio Lopes, a rapaziada chegou a quatro partidas seguidas com invencibilidade diante da equipe alvinegra da paulista Campinas. Jogo da 28ª rodada da primeira fase do Campeonato Brasileiro-2002, em uma quarta-feira, São Januário, com apito do baiano Lourival Dias Lima Filho. Com os dianteiros Valdir “Bigode”, aos 32, e Ramon Menezes, aos 79, dando uma banana à “Macaca”. Rapaziada ousada: Fábio, Marcelo Magalhães, Géder, Rogério Pinheiro, Edinho (Siston), Wellington (Glaydson), Bruno Lazaroni, Ramon, Léo Lima, Petkovic e Valdir (Rodrigo Souto).

VASCO 2 X 0 FLUMINENSE - Jornada em que o "Baixinho" foi o maior, no inicio e no final do clássico, isto é, aos 6 minutos do primeiro tempo e aos 48 do segundo. Naquela tarde de domingo em que Romário foi o "cara", rolava a 38ª rodada do Campeonato Brasileiro-2005. Jogado em São Januário, o visitante foi mal recebido, a mando do treinador Renato "Gaúcho" Portaluppi, por: Roberto; Wagenr Diniz, Luciano, Fábio Brtaz e Diego; Amaral, Ives Abedi (Rubens) e Morais (Rodrigo); Róbson Luís (Têti) e Romário.  O apito foi de Márcio Rezende de Freitas-MG  

VASCO 2 X 0 BOTAFOGO – O apoiador Fellipe Bastos, aos 15 minutos do primeiro tempo, e o zagueiro Dedé, aos 14 do segundo, foram às redes, pelo Campeonato Brasileiro-2011, no Engenhão, em um domingo, com público de 28.880 pagantes, renda de R$ 912.280  e arbitragem de Antônio Frederico Schneider-RJ. Para manter a freguesia alvinegra, o treinador Cristóvão Borges precisou de: Fernando Prass; Fagner, Dedé, Renato Silva e Allan; Rômulo, Jumar, Felilpe Bastos (Nilton) e Felipe (Juninho Pernambucano); Eder Luís e Diego Souza. DETALHE: Rômulo foi expulso de campo.  

VASCO 2 X 1 AMÉRICA-RN - Uma festaça para 52.985 torcedores (52.237 pagantes) que pintaram no Maracanã. Se as noites das sexta-feira 13 são o bicho, a de novembro de 2009 foi fera para a nação cruzmaltina. A “Turma da Colina”  conquistava, por antecipação, o Campeonato Brasileiro da Série B.  Sob o apito de José Henrique de Carvalho (SP), o Vasco venceu o América-RN, por 2 x 1, no Maracanã, que arrecadou R$ 746.33000 naquela noite da 36ª rodada da Segundona. Nascido pra ser o “Time da Virada”, o Vasco viu Lúcio abrir o placar, aos 13 minutos do primeiro tempo. E só foi se igualar ao time alvirrubro potiguar aos 15 da etapa final, quando Alex Teixeira, aos 39, praticou o “esporte predileto” da “Rapaziada da Colina”,  virar o placar.
Dorival Júnior era o treinador vascaíno e seu time foi: Fernando Prass (foto/E); Fagner (Aloísio), Vílson (Philippe Coutinho), Titi e Ramon; Nilton, Souza, Ernani (Fumagalli) e Carlos Alberto; Alex Teixeira e Élton (foto/D). O time de Natal-RN valorizou a volta vascaína à elite do futebol brasileiro, dirigido por Francisco Dia e contando com: Rodolpho; Thoni, Leandro, Édson Rocha, Jackson, Júlio Terceiro (Ramirez), Ricardo Oliveira, Somália, Juninho (Wilton Goiano), André Luís (Geovane) e Lúcio. Para chegar ao título, o Vasco disputou 38 jogos, vencendo 22 e empatando 10, o que lhe deu 66,67% de aproveitamento. Marcou 58 gols, à média de 0,67 por partida, e teve um saldo de 29. Os “matadores” foram: Élton, 17 gols; Carlos Alberto 9; Adrano 5; Alex Teixeira 4; Ramon 3; Edgar, Fagner, Gian Mariano, Nilton, Robinho e Souza 2; Amaral, Fernando, Fumagalli, Léo Lima, Paulo Sérgio, Rodrigo Pimpão e Titi 1.    
CAMPANHA: 09.05.2009 – Vasco 1 x 0 Brasiliense; 16.05 – 2 x 0 Ceará; 23.05 -  3 x 0 Atlético-GO; 30.05 – 1 x 3 Paraná; 06.06 – 0 x 0 São Caetano-SP; 13.06 – 0 x 0 Guarani/Campinas/SP; 19.06 – 0 x 0 Duque de Caxias-RJ; 27.06 – 1 x 1 Figueirense; 30.06 – 0 x 0 Bragantino-SP; 11.07 – 3 x 0 Ponte Preta; 14.07 – 2 x 0 Vila Nova-GO; 17.07 – 3 x 0 ABC-RN; 25.07 – 1 x 2 Bahia; 28.07 - 2 x 1 Fortaleza; 01.08 – 2 x 1 Juventude-RS; 08.08 – 3 x 0 Campinense-PB;11.08 – 2 x 2 América-RN; 15.08 – 3 x 1 Portuguesa de Desportos; 22.08 – 4 x 0 Ipatinga-MG. Returno – 25.08 – 1 x 0 Brasiliense; 28.08 – 0 x 2 Ceará; 05.09 – 2 x 2 Atlético-GO; 11.09 – 2 x 1 Paraná; 15.09 – 1 x 0 São Caetano; 19.09 – 1 x 0 Guarani-SP; 26.09 – 1 x 0 Duque de Caxias; 29.09 – 1 x 2 Figueirense; 03.10 – 0 x 0 Bragantino; 10.10 – 1 x 1 Ponte Preta; 13.10 – 4 x 1 Vila Nova-GO; 20.10 – 3 x 2 ABC; 24.10 – 2 x 1 Bahia; 31.10 – 1 x 1 Fortaleza; 07.11 – 2 x 1 Juventude; 10.11 – 1 x 0 Campinense; 13.11 – 2 x 1 América-RN; 21.11 – 0 x 1 Portuguesa; 28.11 – 0 x 2 Ipatinga.
Mais VASCODATA nos 13 de novembro: Vasco 0 x 0 América-RJ, em 1960;  Vasco 0 x 0 Botafogo, em 1977; Vasco 1 x 1 Americano-RJ, em 1985,   Vasco 1 x 1 Flamengo,  em 1994 
 




domingo, 11 de novembro de 2012

CALENDÁRIO DA COLINA - 11/10 DE NOVEMBRO

Além da conquista do primeiro título da era  “Expresso da Vitória”, em 1945, a data 11 de novembro marca, também, uma pancadaça no cucuruto do “Urubu”, o maior rival. As vitórias na data foram abertas com 1 x 0 Paladino, pelo Estadual da Segunda Divisão, em 1917.

VASCO 4 X 2 CORINTHIANS -  Amistoso, em um sábado,  na casa do adversário, o Parque São Jorge, na São Paulo de 1939. Dia em que o argentino Villadóniga botou pra quebrar, marcando três tentos – Orlando completou o placar.  Mário Vianna-RJ apitou, aquele foi o 13º amistoso entre os dois times e a sexta vitória cruzmaltina, contra quatro do anfitrião e mais três empates.  No meio dessa refreta, haviam duas goleadas vascaínas, ambas por 5 x 0, em 14 de abril de 1928 e em 16 de dezembro de 1934. Até então, só havia dois jogos oficiais, com uma vitória para cada lado, pelo Torneio Rio-São Paulo-1933.  

VASCO 4 X 0 MADUREIRA – Faltando uma rodada para o final, a rapaziada já papou o título do Campeonato Carioca-1945, o primeiro da “Era Expresso da Vitória”. O time estava tão calibrado que, em 31 duelos, matou em 18. Empatou outros 13, é verdade, mas mandou uma artilharia tão pesada pra cima dos desafiantes que terminou as batalhas com o hoje inimaginável saldo de 43 gols (58 marcados), dos quais 13 foram de Lelé e 12 de Ademir Menezes. A esquadra foi o que se poderia chamar, também, de  Torpedo-45”. A temporada teve 10 times e dois turnos, jogando todos contra todos, e o “Almirante” encerrou jejum, de 12 temporadas sem títulos. O jogo do título rolou em São Januário, apitado por Guilherme Gomes, com renda de Cr$ 23.579, 20 e gols de Ademir Menezes, aos 7 e aos 49; de Chico aos 42, e de Isaías, aos 82 minutos. Os campeões no dia: Barbosa, Augusto e Rafagnelli; Alfredo II, Ely e Berascochea; Santo Cristo, Ademir, Isaías, Jair e Chico.  

CAMPANHA: Turno - 08.07.1945 – Vasco 5 x 1 Bangu; 29.07 – 1 x 0 São Cristóvão;  05.08 – 1 x 1 Canto do Rio; 12.08 – 1 x 0 Botafogo; 19.08 – 4 x 1 Bonsucesso; 26.08 – 1 x 1 América; 02.09 – 3 x 1 Fluminense; 09.09 – 4 x 1 Madureira; 16.09 –  2 x 1 Flamengo. Returno – 23.09 – Vasco 5 x 0 Canto do Rio; 30.09 -  6 x 2 Bangu; 07.10 – 5 x 1 São Cristóvão; 14.10 – 2 x 2 Botafogo; 21.10 – 9 x 1 Bonsucesso; 28.10 – 2 x 0 América; 04.11 – 1 x 1 Fluminense; 11.11 – 4 x 0 Madureira; 18.11 – 2 x 2 Flamengo. 

VASCO 1 X 0 MADUREIRA – Segundo turno do Campeonato Carioca-1951, com o velho freguês engrossando o caldo, no estádio da Rua Conselheiro Galvão. O golzinho que salvou o “Almirante”  do afogamento teve Chico por autor. O apito ficou com Erick Westmann e a “Turma da Colina” levou à casa do adversário:  Barbosa, Augusto e Clarel; Ely, Danilo Alvim e Jorge; Noca, Ipojucan, Friaça, Maneca e Chico.

VASCO 4 X 0 CANTO DO RIO – Pega, também, de segundo turno. Goleada que fez parte da campanha da conquista do título do Campeonato Carioca-1956, jogando foram casa, no Estádio Caio Martins, em Niterói. Carlos Monteiro, o “Tijolo”, apitou e as tijoladas foram mandadas por Válter Marciano, aos 11, e Roberto, aos 28 minutos do primeiro tempo. Na etapa final, Lierte, aos 8 , e Vavá aos 33, fecharam a conta. O técnico Martim Francisco atravessou o mar levando: Carlos Alberto Cavalheiro; Paulinho de Almeida e Beline; Laerte, Orlando e Coronel; Roberto, Lierte, Vavá, Válter e Pinga.

VASCO 4 X 0 FLAMENGO – Naquela temporada, o Vasco andava mal. Tanto que terminou o primeiro turno em sétimo lugar (11 pontos), atrás do Olaria, que teve a mesma pontuação, mas uma vitória a mais (6 x 5), e do Campo Grande (13). A “Turma da Colina” só chegou ao turno final porque classificavam-se oito equipes. Mas continuou pisando na bola. Terminou a nova etapa em quinto lugar, com uma vitória, só. Somando tudo, registrou seis triunfos, quatro empates e oito derrotas  no Campeonato Carioca-1967. No entanto, jogar contra o seu maior rival Flamengo, para muitos torcedores, é um campeonato a parte.
Com gols marcados por  Álvaro, de pênalti, aos 15; Danilo Menezes, aos 31; Silva, aos 81, e  Valfrido, aos 84, o time vascaíno alinhou:  Pedro Paulo; Jorge Luís, Álvaro, Sérgio e Oldair; Paulo Dias e Danilo Menezes; Nei Oliveira, Adílson Albuquerque, Valfrido e Silva. O treinador era o ex-goleador vascaíno Ademir Marques de Menezes. Aquele “Clássico dos Milhões” rendeu Ncr$ 112 mil, 461 novos cruzeiros, teve público de 52.212 pagantes e apito de Gualter Portela Filho.    

VASCO 2 X 1 PORTUGUESA DE D ESPORTOS – Naquele domingo, em São Januário, a rapaziada aumento, para sete, a invencibilidade diante da “Lusa do Canindé”. Valeu pela segunda fase do Campeonato Basileiro-1996, no 13º pega entre os dois lados, pela competição, que passou a ter sete triunfos “colineiros” e três empates, além de três pisadas no garrancho. Sérgio Araújo, aos 53, e Sorato, aos 69 minutos, não foram nem um pouco gentil com os visitantes. Ordens do treinador Mário Jorge Lobo Zagalo a: Acácio; Luís Carlos Winck,  Sidnei, Tosin e Cássio; Zé do Carmo, William (Andrade), Luciano (Sorato) e Bismarck; Sérgio Araújo e Bebeto.

A VASCODASTA 11 de novembro inclui:.1975 – Vasco 0 x 0 Fluminense de Feira de Santana-BA, em 1975; Vasco 1 x 1 Internacional-RS, em 1970; Vasco 2 x 2 Inter de Limeira-SP, em 1989; Vasco 1 x 1 Juventude-RS, em 2006; Vasco 3 x 3 Figueirense, em 2007; Vasco 1 x 1 Atlético-MG, em 2012.
 
Em 1970, sobre a jaqueta só faixas
PLACA PARA O CAPITÃO BUGLÊ -  O Kike” promoveu, hoje, a “III VascoLago”, com a participação do capitão do time cruzmaltino campeão carioca-1970, José Alberto Bugleaux – a imprensa escrevia “Buglê”.
Em nome de toda a torcida vascaína, especialmente dos nossos consultores Mauro Prais E Gustavo Cortes (história), Bruno Mariani e Rômulo Bello (assistência técnica), foi oferecido ao antigo camisa 5 e 8 uma placa reproduzindo o momento em que ele ergue, no Maracanã, a taça do titulo, lhe entregue, pela então Federação Carioca de Futebol, na tarde do domingo 20 de setembro, perante 80.697 pagantes de um jogo meramente festivo, pois a faixa já havia sido conquistada na rodada anterior (17.09), vencendo (2 x 1) o Botafogo.
Naquela temporada, o Vasco encerrou o tabu, de 12 anos, sem ser campeão carioca, com 13 vitórias três empates e só duas escorregadinhas, sendo uma delas no jogo que não valia mais nada. Seu ataque beliscou 30 boals no barbante, ficando com um saldo de 16 tentos. O time-base, dirigido por Elba de Pádua Lima, o Tim, era: Andrada; Fidélis (1 gol), Moacir, Renê e Eberval: Alcir (2 gols) e Buglê (4); Luiz Carlos (2), Valfrido (5) , Silva (10) e Gílson Nunes (3) – ainda mexeram no placar os reservas : Ademir (1) e Jaílson 1) – Buglê participou das 18 partidas, da mesma forma que Alcir, Fidélis, Gílson Nunes, Moacir e Silva. . Leia em “Histórias do Bougleaux” porque isso aconteceu

Atualmente, a camisa é repaleta de publicidade


10  DE NOVEMBRO
A data 10 de novembro marca cinco goleadas vascaínas: pra cima de São Cristóvão; do Madureira (duas vezes), e dos uberabenses. E uma quase goleada: 3 x 0 Botafogo. E, como como o Vasco sempre fez questão de ser o "Rei do Brega",  registra, também, um desses "caça-níqueis" fajutos pelo país a fora: 4 x 1 sobre um time mineiro chamado Fábrica de Armas. Armou um amistoso, em um domingo de 1940, só para ver  onde ficava a boca do cofre. Vejamos como fica o restante da farra no placar:

VASCO 6 X 0 SÃOCRISTÓVÃO - Torneio Extra do Rio de Janeiro-1938, em uma quinta-feira, em São Januário. Cícero (2), Fantoni, Lindo, Bahia e Hamilton brincaram nas redes. 

VASCO 6 X 3 UBERABA - Amistoso fora de casa, no Triângulo Mineiro, em 1954, com Pinga (2), Ademir Menezes, Alvinho, Maneca e Vavá confirmando o que deles a galera esperava. Foi o jogo 1.499 da rapaziada treinada por Flávio Costa e que fazia o segundo amistoso entre os dois clubes. O primeiro fora em 1951 e o total chega a seis, todos em Minas Gerais.  

VASCO 3 x 0 BOTAFOGO foi uma carimbada na faixa do campeão carioca de 1957. Naquela temporada, a “Turma da Colina” não se dobrou diante dos alvinegros, que só perderam duas vezes. No primeiro turno, 2 x 2.  No jogo de 10 de 1957, Wilson Moreira abriu a porteira, no primeiro tempo. No segundo, Almir ‘Pernambuquinho” acabou de completar o serviço. O clássico foi no Maracanã, apitado por Eunápio de Queirós e com o time vascaíno sendo: Carlos Alberto; Paulinho de Almeida e Bellini; Écio, Orlando e Coronel; Sabará, Almir, Wilson Moreira, Rubens e Pinga.

VASCO 5 X 1 MADUREIRA – Campeonato Carioca-1962. Prélio em um sábado, no estádio da Rua General Severiano e  Saulzinho, Sabará, Maranhão, Da Silva e Villadonega brdindaram o filó, para alegria do técnico Jorge Vieira. O time humilhante: Ita; Paulinho de Almeida, Brito, Barbosinha e Coronel; Maranhão e Lorico; Sabará, Viladonega Saulzinho e Da Silva.  

VASCO 4 x 1 MADUREIRA – No ano seguinte, pelo Campeonato Carioca-1963, a pancadaria continuou. Daquela vez, domingo, em São Januário, com  Wilson Lopes de Sousa no apito,  renda de Cr$ 376.400,00 e gols de Célio, aos 2 e aos 4; Da Silva, aos 25, e   Joãozinho, aos 66 21 minutos do segundo tempo. O time: Marcelo Cunha; Paulinho de Almeida, Brito, Barbosinha e Pereira; Odmar e Lorico; Joãozinho, Mário ‘Tilco’, Célio e Da Silva.       

 
VASCO 1 X 0 NÁUTICO - Jogo de ida pela Taça Brasil-1965. Disputado no Maracanã, foi parada duríssima, com o tento da vitória cruzmaltina saindo aos 87 minutos, marcado contra por Mauro Calixto, perante público de 26.236 pagantes. Armando Marques apitou e o treinador Zezé Moreira escalou: Gainete; Ari (Joel), Brito, Fontana e Oldair; Maranhão e Lorico; Zezinho, Célio, Mário e Danilo Menezes.

VASCO 2 X 0 FLUMINENSE  - Clássico do segundo turno do Campeonato Carioca-1974, no Maracanã.  Luís Carlos Félix mediou, ante 45.135 presentes, e os gols foram marcados pelo lateral-direito Fidélis, aos 6 minutos, e pelo "matador" Roberto Dinamite,  explodindo a cobrança de um  pênal­t), aos 32 do segundo tempo. O treinador |Mário Travaglini separou para vencere: Andrada; Fidélis (Paulo Cé­sar), Moisés, Miguel, Alfinete, Alcir, Gaúcho, Jorginho Carvoeiro (Bill), Fred, Roberto e Luís Carlos.

VASCO 3 X 0 CEARÁ - O Maracanã foi aberto, naquele sábado, para apenas 7.079 pagantes irem ao jogo. A renda, de CR$ 36 mil e 10 cruzeiros, foi uma das menores obtidas pelos Almirante" em Brasileirões. Paulinho Massariol (2) e Roberto Dinamite dinamitaram os alvinegros cearenses. O pavio da vitória foi aceso pelo treinador Oto Glória, que mandou ao fogo da partida: Leão: Paulinho II, Orlando, Ivan e Marco Antônio (Paulo César); Zé Mário, Guina e Zandonaide (Dudu); Katinha, Roberto Dinamite (  ) e Paulinho Massariol.  O árbitro foi Roberto Nunes Morgado-SP.

VASCO 1 X 0 BOTAFOGO – Sétima rodada do segundo turno do Estadual-1985, no Maracanã. Wilson Carlos dos Santos apitou para um público médio, de 35.126 almas, que penaram para ver apenas um gol naquele clássico, marcado por Roberto Dinamite, aos 47 minutos. Quem mandou vence foi o treinador Antônio Lopes que, antes de mudar de profissão, fora delegado de polícia. Passou a ordem a: Acácio, Heitor, Fernando, Newmar e Paulo César; Vítor, Luís Carlos e Gersinho (Geovani); Santos (Mauricinho), Roberto Dinamite e Romário.
 
VASCO 1 X 0 CAMPINENSE-PB - Por aqui, a rapaziada havia escorregado e caído à Série B do Brasileirão. Então, teve que ir ao Estádio Amigão (Governador Ernani Sátiro) em Campina Grande, correr muito para fazer um golzinho em uma noite de terça-feira. E, já que estava pelo Nordeste, o baiano Élton, aos 33 minutos do primeiro tempo saiu para o abraço do time treinado por Dorival Júnior e que foi: Fernando Prass; Fagner, Vilson Titi e Ramon; Nílton Alan, Souza e Carlos Alberto (Magno); Adriano e Élton (Alex Teixeira).    

Acrescentar na VASCODATA 10 de novembro: Vasco 0 x 0 América-RJ, em 1929; Vasco 0 X 0 América-MG, em 1973; Vasco 1 x 1 Volta Redonda, em 1982; Vasco 0 x 0 Olaria, em 1984; Vasco 1 x 1 Botafogo de Ribeirão Preto-SP, em 1999, e Vasco 2 x 2 Santos, em 2013  

 
Buglê veio acompanhado de sua esposa e de uma neta. De cortesia, trouxe ovos de sua chácara, onde ele cria, também, tilápias e gado. Quanto aos comes-e-bebes, molhamos o pescoço por dentro com cervejas Heineken e Stella Artois. No dente, como ele é mineiro, traçamos lombo de porco, com feijão tropeiro e arroz. De sobremesa, pudim de leite. E, é claro, o tradicional cafezinho. A receita está à disposição do vascaíno interessado. Leva 17h, no mínimo, para o lombo ficar no ponto, superdelicioso.
A “VASCOLAGO” é uma reunião exclusiva de cruzmaltinos, a bem da “ordem pública”. E com um homenageado especial. Na primeira, o “cara” foi Saulzinho (Saul Santos Silva), o principal “matador” do Campeonato Carioca de 1962. Na segunda, Saulzinho, novamente, e Célio Taveira Filho, o artilheiro da I Taça Guanabara, levada para a Colina, em 1965. Os dois, grandes amigos, não se viam há 30 anos, e o “Kike” patrocinou o reeencontro.