Vasco

Vasco

quinta-feira, 30 de abril de 2015

FERAS DA COLINA - RÉGIS

Reginaldo Paes Leme Ferreira. Lembra-se dele? É o Régis,i canarinho em 1987. Vetiu a camisa 1.
Nascido em 23.04.1965, em Itumbiara-GO, Régis era reserva de Acácio e fez dois jogos pela seleção principal, nos amistosos Brasil 3 x 2 Finlândia, em 28.05, e em Brasil 4 x 0 Israel, em 01.06, ambos de 1987. No mesmo ano, disputou um jogo pela seleção olímpica, em Brasil 2 x 2 Bolívia, em 05.04.
Contra os finlandeses, Régis ficou na reserva do corintiano Carlos, tendo entrado no decorrer do compromisso. O time tinha mais dois vascaínos, o volante Dunga e o atacante Romário. Diante dos israelenses, Régis foi titular por toda a partida, bem como Romário. Dunga entrou na vaga do cruzeirense Douglas, como na vez passada. No time olímpico, Régis atuou o tempo todo.
No que o “Kike” puder lhe ajudar, estamos aí. Mas você pode recorrer, também, aos sites do Mauro Prais e do Supervasco, ótimos. No

CALENDÁRIO DA COLINA - 30 DE ABRIL



Os destaques do 30 de abril começam por 1922, com Vasco 3 x 0 Mackenzie-RJ, quando a rapaziada nem disputava os torneios da elite do futebol carioca– só a partir de 1923,quando chegou sendo campeão.  A seleção do dia passa por triunfos sobre feras venenosíssimas e por velhos fregueses de cadernetas amassadas. Façamos uma rápida conferência:   

VASCO 2 X 0 BOTAFOGO  teve o centroavante Delém acontecendo. Foi à rede, aos 52 e aos 84 minutos, desse jogo disputado no Maracanã e que valeu pelo Tornei Rio-São Paulo-1959. O adversário era time fortíssimo, dirigido pelo lendário cronista esportivo João Saldanha, e contando, entre os ídolos de sua torcida, o lateral-esquerdo Nilton Santos e os dianteiros Garrincha, Quarentinha, Amarildo e Zagallo. Exceto Valdir Lebrego, o Quarentinha, todos participaram da campanha do bi da Seleção Brasileira, na Copa do Mundo-1962, no Chile. Eunápio de Queirós apitou  e a "Turma da Colina", armada por Francisco de Sousa Ferreira, o Gradim,  tocou fogo por: Barbosa; Paulinho de Almeida , Bellini, Russo e Coronel; Laerte e Rubens; Sabará, Roberto (Zé Henrique), Delém (Teotônio) e Pinga.

 

VASCO 2 X 0 VOLTA REDONDA, pela primeira fase do Campeonato Brasileiro-1978, foi jogo dominical travado em na casa do adversário, o estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda-RJ. Jarbas de Castro Pedra (MG) apitou e a galera que pintou foi de 15.496 caras. Helinho, aos 35 minutos do primeiro tempo, e Paulinho, aos 42 da etapa final, calaram a torcida local. O “Titio” Orlando Fantoni era o treinador e a formação cruzmaltina teve: Mazaropi; Orlando ‘Lelé’, Gaúcho, Geraldo e Marco Antônio; Helinho, Zé Mário e Zanata (Paulo Roberto); Guina, Paulinho e Paulo César. Aquela foi a única partida entre Vasco e Volta Redonda pelo Brasileirão.

 Por uma competição nacional, os dos times só voltaram a se encontrar durante a Copa do Brasil de 2006, quando rolou 0 x 0 (27.04), na casa do “Voltaço”, e 2 x 1 para os “cruzcristenses” (04.05), na Colina. O primeiro jogo entre os dois foi um amistoso, em sete de março de 1976, com os visitantes vascaínos mandando 3 x 1.

VASCO 3 X 1 MADUREIRA  foi mas um capítulo da "freguesia" do Tricolor Suburbano. Naquele 30 de abril de 2000, o programa vascaíno  foi passar a tarde domingueira na Rua Conselheiro Galvão, batendo no dono da casa. Viola afinou o som da bola na rede, aos 19 minutos do primeiro tempo, etapa em que Pedrinho, aos 27, também, beijou o barbante, aos 27. E fez mais um, aos 23 da etapa final da partida válida pelo segundo turno da Taça Rio. André Ladaga apitou. Público e renda não foram divulgados. O ex-zagueiro cruzmaltino Abel Braga era o treinador da “Turma da Colina” e o time dele foi: Helton; Paulo Miranda, Odvan, Mauro Galvão e Gilberto; Nasa, Amaral, Felipe (Marica), Paulo Miranda e Pedrinho (Alex Oliveira); Viola e Romário (Jorginho). Nos 2 x 0, em 1998

CONFONTO - O Vasco enfrentou o Madureira por 14 vezes, entre 2000 e 2010, pelo Campeonato Estadual-RJ. Venceu 10, empatou duas e perdeu só duas. Confira datas e placar: 12.03.2000 – Vasco 2 x 0; 30.04.2000 – Vasco 3 x 1; 30.03.2001 – Vasco 3 x 1; 02.02.2002 – Vasco 2 x 0; 21.04.2002 – Vasco 3 x 1; 26.02.2003 – Vasco 3 x 1; 25.02.2004 – Vasco 2 x 1; 15.01.2006 – Vasco 3 x 1 Madureira; 11.03.2007 – Vasco 4 x 1; 15.02.2009 – Vasco 3 x 0 e 07.02.2010 – Vasco 2 x 2 Madureira

DETALHE: o confronto Vasco x Madureira inclui um empataço, por 3 x 3, em 24 de fevereiro de 2005.

 

VASCO  3 x 0 ENTRERRIENSE rolou no estádio Odair Gama, na casa do adversário, sob apito de Léo Feldman. Valeu pela fase final do Estadual-1995 e  Valdir 'Bigode' marcou os dois tentos, aos 38 minutos do primeiro tempo e aos 45 do segundo. O treinador era o ex-zagueiro vascaíno Abel Braga, que mandou às quatro linhas: Carlos Germano; Pimentel Paulão (Cláudio Gomes) , Ricardo Rocha e Cássio; Lusinho Quintanilha, Leandro e Yan; Richardson, Valdir e Clóvis ( Fernandes). ENTRERRIENSE: Jefferson; Claudinei, Cadão, Cláudio e Carlinhos (Renato); Simões, Flavinho, Uerles e Mazinho; Aelxandre (Marcos Paulo) e Quarentinha. Técnico: Zé Roberto.       
 

quarta-feira, 29 de abril de 2015

BARBOSINHA - FERAS E TAÇAS

Nas década-1960, a 'Rádio Globo' e o jornal 'O Globo' promoviam uma festa para entregar o troféu "Atlas" aos melhores do esporte. Em 1961, um dos laureados foi ao zagueiro cruzmaltino Barbosinha, que atuava tanto como quarto-zagueiro (atualmente, o terceiro homem que fecha a zaga) como lateral-esquerdo. Ele foi apadrinhado pelo vice-presidente da Gillette do Brasil, Donald Wakeman, que patrocinava as jornadas esportivas da emissora. O hábito de jornais e revistas premiarem, hoje, os melhores das disputas e de temporadas é uma costume que vem daqueles tempos. Os prêmios eram modestos. Por exemplo, "Os Melhores do Campeonato Carioca" recebiam uma pequena estatueta. Nos dias atuais, os melhores do Brasileirão levam as Bolas de Prata e de Ouro, oferecidas pela revista "Placar", em tamanho e peso formidáveis. Ao fundo da foto, o locutor José Cabral, em lance da seção "Flagrantes" da Revista do Esporte Nº 171, de 16 de 1962.

CALENDÁRIO DA COLINA - 29 DE ABRIL

 Dataça! É como a torcida cruzmaltina pode classificar o 29 de abril. Nela, a “Turma da Colina” venceu o Flamengo, no primeiro duelo entre eles, além de ter aplicado a sua maior goleada sobre o Botafogo. E um outro pancadão em cima da Cabofriense. Saiba como isso tudo rolou.

Negrito, um gol
VASCO 3 X 1 FLAMENGO - Era  29 de abril de 1923. Na Rua Paysandu, o mandante Flamengo recebia o Vasco, para o primeiro jogo oficial entre eles. Valeu pelo Campeonato Carioca e a “Turma da Colina” sapecou 3 x 1, naquela que viria a ser a ser a maior rivalidade do futebol do Rio de Janeiro.
Para os vascaínos, o jogo representava a terceira partida na elite do campeonato estadual. Então, a vitória deveria ser muito comemorada, tendo em vista que o adversário já disputava a divisão principal do futebol carioca desde 1912, o que significava experiência de 11 temporadas. Além do mais, nas duas partidas anteriores, o Vasco não empolgara tanto, empatando com o Andarahy, por 1 x 1, e mesmo vencendo o Botafogo, por 3 x 1.
Cecy compareceu com dois
Veio o dia do jogo. O juiz acertado, Francisco Bueno Netto, que era zagueiro do Fluminense, foi sincero. Disse que não botava fé naquela  partida. E tirou o corpo fora, passando o apito para Mário Portellar, um ex-atacante tricolor. Enfim, a bola rolou, diante de 25 mil torcedores. Os rubro-negros viraram o primeiro tempo em vantagem, com Junqueira cobrando pênalti, cometido por Claudionor. Mas, a partir dos 20 minutos da etapa final, começaram a colocar a língua pra fora. O Vasco, que vencera as 11 partidas do campeonato da Segunda Divisão de 1922, todas no segundo tempo, tinha superatletas prontos para a virada do placar. Diariamente, eles corriam entre a Rua Moraes Silva, na Quinta da Boa Vista, e a Praça Barão de Drummond, em Vila Isabel, acumulando um preparo físico insuperável. Diante de adversários entregues, Cecy fez dois gols e Negrito mais um, fechando a conta, que a imprensa carioca achou pequena. Treinado pelo uruguaio Ramón Platero, o time vascaíno venceu com: Nélson, Leitão e Cláudio; Nicolino, Claudionor e Artur; Paschoal, Torterolli, Arlindo, Cecy e Negrito.
APAGOU A ESTRELA - Esta escurecida da estrela solitária rolou no 29 de abril de 2001, também pelo Estadual-RJ. Foi a maior goleada da “Turma da Colina” sobre os alvinegros e da "Era Maracanã". O clássico, em um domingo, teve 18.692 pagantes, renda não divulgada e apito de Carlos Manoel Calheiros Faria.
Na marcha da contagem, Romário, a 1 e aos 15, e Juninho Paulista, aos 16 e aos 35 minutos do primeiro tempo; Juninho Paulista, aos 3; Pedrinho, aos 20, e Euller 33 minutos da etapa final, fizeram o estrago. O Vasco, treinado por Joel Santana, formou com: Hélton; Maricá, Géder, Odvan e Jorginho Paulista; Fabiano Eller, Paulo Miranda, Juninho Paulista (Zada) e Pedrinho (Viola); Euller (Dedé) e Romário.
ENTORTOU A "CABO" - Foi em uma quarta-feira, 29 de abril de 1987, que o Vasco sapecou 6 x 0 na Cabofriense. Aconteceu em São Januário, com o apito de Pedro Carlos Bregalda zunindo aos ouvidos de 2.559 pagantes. Ao filó, compareceram: Mauricinho, aos 9; Romário, aos 12, e Roberto Dinamite, aos 33 minutos da fase inicial; Romário, aos 3; Mazinho, aos 25, e Tita, aos 31 minutos do segundo tempo. Com Joel Santana de treinador, o time vascaíno foi: Acácio, Paulo Roberto, Donato, Morôni e Mazinho; Dunga (Chico), Tita e Roberto Dinamite; Vivinho, Romário e Mauricinho. 

Foi durante a noite da quarta-feira 29 de abril de 1987 que o Vasco entortou a Cabofriense: 6 x 0, em: São Januário. Pedro Carlos Bregalda apitou, o público foi de 2.559 pagantes. Ao filó, compareceram: Mauricinho, aos 9; Romário, aos 12, e Roberto Dinamite, aos 33 minutos da fase inicial; Romário, aos 3; Mazinho, aos 25, e Tita, aos 31 minutos do segundo tempo. Com Joel Santana de treinador, o time vascaíno foi: Acácio, Paulo Roberto, Donato, Morôni e Mazinho; Dunga (Chico), Tita e Roberto Dinamite; Vivinho, Romário e Mauricinho. 

terça-feira, 28 de abril de 2015

CALENDÁRIO DA COLNA - 28 ABRIL

Deveria estar faltando tempero no prato do "Almirante". Então, em 28 de abril de 1946, em plena queimada de carvão do “Expresso da Vitória”, o Botafogo da Bahia achou que dava pra desafiar os maquinistas do técnico Ernesto Santos. Pois bem! A rapaziada pintou na Boa Terra e balançou o coqueiro, por oito vezes, daquele time que usava camisas no tom vermelho e branco: Vasco 8 x 3, em um domingão de Salvador, com Lelé “botando três lenhas na fogueira”, bem como Isaías. Chico mandou mais duas.
O Vasco encarou o Botafogo alvirrubro baiano por três vezes. Venceu todas. Duas, como visitante, e “anfitriando” a últimas delas. No primeiro duelo, também em tarde dominical soteropolitana, o treinador cruzmaltino era o inglês Harry Welfare e a rapaziada formava a esquadra assim: Rey, Bartata e Itália; Oscarino, Zarzur e Nena; Kuko, Luna, Orlando e Poroto. No último confronto, “quinta-feirense”, em São Januáriio, o comandante da máquina já era o “sargentão ”Flávio Costa. Confira como ficou Vasco x “Botabaiano”: 19.04.1936 – Vasco 3 x 2; 28.04.1946 – Vasco 8 x 3; 25.08.1955 – Vasco 2 x 0.

VASCO 2 X 0 BOTAFOGFO-RJ  - Nem só o Botafogo baiano virou cinza diante do bico das chuteiras cruzmaltinas nos 28 de abril. O carioca da estrela solitária caiu, em 1968, em um domingo de Maracanã quase lotado – 81.517 torcedores. Valia pelo Campeonato Carioca e teve apito de Armando Marques. A “Turma da Clina” era treinada pelo ex-lateral vascaíno Paulinho de Almeida e as bolas foral seladas, carimbadas e endereçadas ao barbante por Nei Oliveria e Buglê, cuja grafia já não era mais Bougleux. A patota foi formada assim: Pedro Paulo; Ferreira, Brito, Fontana (Sérgio) e Lourival; Buglê (Paulo Dias) e Danilo Menezes; Nado, Nei, Bianchini e Silvinho.
O mais importante daquela vitória foi o fato de ter sido sobre um dos mais fortes times da história do Botafogo, que, entre 1967/1968, sagrou-se bicampeão da Taça Guanabara e do Estadual. Naquele dia, sua formação, escalada por Mário Jorge Lobo Zagallo, foi: Manga; Moreira, Zé Carlos, Leônidas e Valtencir; Carlos Roberto (Afonsinho) e Gérson; Rogério, Roberto Miranda, Jairzinho e Paulo César “Caju”.


VASCO 5 X 4 PALMEIRAS - Em 28 de abril de 1943, em noite de quarta-feira, no Pacaembu, o Vasco disputou um emocionantíssimo amistoso, com o Palmeiras.Venceu, por 5 x 4, começando a pegada forte dois minutos após o juiz Carlos Rusticelli mandar a bola rolar. Isaías bateu na rede do maior goleiro da história palmeirense. Oberdan Catani. E para mostrar que o gol não fora por acaso, aos 20 minutos, Ademir ‘Queixada” fez o segundo, deixando os alviverdes tontos. E a rapaziada virou o primeiro tempo com 2 x 1. Na fase derradeira, o Vasco continuou sendo péssimo anfitrião. Aos 12 minutos, Chico aumentou, para 3 x 1. Aos 25, Isaías colocou inacreditáveis 4 x 1 no placar. Time forte, o Verdão foi atrás do empate. Mas, aos 43 minutos, Ademir acabou com a garoa paulistana, pingando no filó a quinta gota do chuvisco cruzmaltino.  O Vasco estava em fase de montagem, pelo uruguaio Ondino Vieira, do imparável “Expresso da Vitória”. A lenha daquela noitada fora mandada por: Roberto, Argemiro, Oswaldo Carvalho, Octacílio, Haroldo, Gradim, Ademir Menezes, Isaías (Massinha), Jair Rosa Pinto (Nino), Lelé e Chico. Para a época, a renda, de Cr$ 50.042,00, fora muito boa.
Em amistosos, os vascaínos ficaram quase cinco anos sem derrotas ante os alviverdes. Confira: 14.02.1943 – Vasco 1 x 1 Palmeiras; 28.04.1943 – Vasco 5 x 4; 14.10.1943 – Vasco 2 x 1; 27.06.1945 – Vasco 3 x 3 Palmeiras; 18.07.1945 – Vasco 3 x 0; 07.01.1948 – Vasco 1 x 2; 10.01.1948 – Vasco 3 x 1; 04.02; 21.05.1948 – Vasco 2 x 2 Palmeiras.
O CARA: Com três “acarajés” no tabuleiro do Botafogo da Bahia e mais dois chuviscos na praia paulistanas, Isaías é o “matador dos 28 abrileiros”. Nascido em 27 de dezembro de 1921, no Rio de Janeiro, ele viveu até 12 de outubro de 1949, tendo sido um atacante habilidoso, driblador e de bom chute. Foi vascaíno de 1943 a 1946, participando do primeiro título do “Expresso”, o do Campeonato Carioca de 1945. Buscado no Madureira, juntamente com Lelé e Jair Rosa Pinto, trio que ficou famoso pelo apelido de “Os Três Patetas” – alusão a três comediantes do cinema norte-americanos –, Isaías foi bisavô dio meia Léo Lima, que ficou famoso por fazer um passe de letra para um gol vascaíno.

VASCO 2 X 1 BONSUCESSO fez parte da tabela da temporada em que a rapaziada conquistou o seu terceiro titulo na elite do futebol estadual – os anteriores haviam sido em 1923/1924. Valeu pela quarta rodada do primeiro turno, no campo do adversário, à Rua Teixeira de Castro, com apitagem de Osvaldo Braga e placar cruzmaltino construído no primeiro tempo, por conta de Mário Mattos e de Santana, que tinha o seu nome escrito, também, Sant´Ana. O inglês  Harry Welfar era o treinador dessa rapaziada: Valdemar, Hespanhol e Itália: Brilhante, Brilhante, Tinoco e Mola;  Paschoal, Fausto, Russinho, Mário Mattos e Santana.  
E D.04.1929 – Vasco 2 x 1 Bonsucesso

HISTORI&LENDAS CRUZMALTINAS

1 - O Vasco já encarou a CaboFriense por 18 vezes pelo Estadual-RJ e uma amistosamente (12.12.1987). Das suas 14 vitórias – seis por goleadas –, 11 foram em São Januário, três em Cabo Frio, onde o time da terra venceu as suas três, e uma em Moça Bonita (19.02.1989).
 A “Cabo” é uma tremenda frequezona para o Vasco. De levar goleadas com vários prenomes. Explica-se: fundada, em 1955, como Associação Atlética Cabofriense, o clube desistiu da bola, em 1993. Quatro anos depois, voltou. Em dois de janeiro de 1997, já era Associação Desportiva Cabofriense. Em dois de maio de 1999, passou a a Cabo Frio Futebol Clube, eu não esquentou, pois, em 2001, voltou a ser associação Desportiva Cabofriense.

2 -Confira os duelos contra a Turma da Colina: (como AAC) - 15.04.1987 – Vasco 2 x 0; 29.04.1987 – Vasco 6 x 0; 12.12.1987 – Vasco 2 x 0; 23.03.1988 – Vasco 4 x 1; 10.04.1988 – Vasco 0 x 1; 19.02.1989 – Vasco 2 x 0; 29.04.1989 - Vasco 3 x 2; 14.02.1990 – Vasco 2 x 0; 20.04. 1990 – Vasco 7 x 0; (como CFFC) - 19.04.2000 – Vasco 5 x 0; (como ADC) – 17.02.2001 – Vasco 3 x 1; 1.03.2001 – Vasco 3 x 1; 15.02.2003 – Vasco 3 x 0; 04.03 .2004 – Vasco 5 x 1; 06.05.2005 – Vasco

3 - Contam (virou lenda) que o botafoguense Nilton Santos, cansado de tanto tarbalho lhe dado por Sabará, tentou acertar-lhe um violento chute, de curta distância. Sabará, no entanto, teria matado a bola no peito e a mandado para a rede alvinegra.
Sabará disputou 10 jogos pela Seleção Brasileira, marcando um gol em sete vitórias, um empate e duas derrotas. A bola que mandou à rede foi em 13 de novembro de 1955, aos 20 do segundo tempo, nos 3 x 0 sobre o Paraguai, pela Taça Oswaldo Cruz, no Maracanã, diante de 95 mil pagantes. Dirigido por Flávio Costa, Sabará jogou ao lado de mais quatro vascaínos – Paulinho de Almeida, Vavá, Pinga e Walter Marciano –, com o time canarinho todo formado só por jogadores cariocas, exceto Djalma Santos, da Portuguesa de Desportos-SP, que entrou no decorrer da partida. Foi esta a equipe: Veludo; Paulinho de Almeida (Djalma Santos), Pavão, Zózimo e Nílton Santos; Dequinha e Didi; Sabará, Vavá (Zizinho), Pinga e Wálter Marciano (Escurinho).

4 -  Vasco e Ypiranga-BA se enfrentaram em nove ocasiões. Confira data e placar:  03.04.1941 - Vasco 5 X 0 Ypiranga; 01.05.1946 - Vasco 4 x 1; 16.06.1948 - Vasco 3 x 1; 23.03.1953 - Vasco 8 x 1; 19.02.1959 - Vasco 6 x 1; 14.06.1960 - Vasco 0 x 2; 15.11.1960 - Vasco 3 x 1; 08.09.1963 - Vasco 0 x 1 e 11;06.1975 - Vasco 1 x 0.

segunda-feira, 27 de abril de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - 27 DE ABRIL

O 27 de abril marca a estreia vascaína Campeonato Carioca da Segunda Divisão-1917. E como manda o figurino. Venceu o Icaraí, por 4 x 2. A data teve mais duas "pancadas de quatro": sobre um brasileiro e um venezuelano. E outros furdunços mais, como  Vasco 2 x 0 Bonsucesso, em 1930; Vasco 2 x 1 Rio Branco-ES, amistosamente, em 1958, em Cariacica-ES, e Vasco 1 x 0 Olímpia-PAR, com gol de Sorato, pela primeira fase da Taça Libertadores-1990, em uma sexta-feira à noite, em São Januário. Vamos conferir seis outras histórias:

VASCO 6 X 1 AMÉRICA, em São Januário, valia pelo Torneio Municipal do Rio de Janeiro-1938. A turma do "pé na rede" foi  Orlando (2), Bahia, Luna e Gabardinho. Eles transformaram a vida do “Diabo” um um inferno. Por aquela competição, em nove confrontos, os americanos caíram em seis: 27.04.1938 – Vasco 6 x 1; 24.06.1945 – Vasco 6 x 2; 26.05.1946 – Vasco 5 x 1; 13.04.1947 – Vasco 4 x 1; 09.06.1948 - Vasco 3 x 1. Detalhe: no pega de 02.06.1951 registrou-se um dos empates cruzmaltinos com maior número de gols: Vasco 4 x 4 América – o maior é Vasco 5 x 5 Corinthians.   

VASCO 6 X 1 BONSUCESSO está na página 27 de abril do Torneio Municipal-1947. Jogado no Estádio Caio Martins, em Niterói, em um domingo, com apito de Valdemar Kitanger. Se, na partida anterior, nos 8 x 0 sobre os banguenses, Lelé havia mandado quatro bolas no filó, daquela vez, quem deixou quatro notícias apregadas no poste foi Albino Cardoso Friaça. Mas Chico Aramburu Alfredo II também entraram nesse parágrafo. O time estragador contou com: Barbosa,  Augusto e Sampaio; Ely, Danilo e Jorge; Alfredo, Maneca, Friaça, Lelé e Chico. Embora tenha sido uma vitória fácil, o “xerifão” Ely do Amparo andou se estranhando com Mirim, e os dois foram “convidados a se retirarem do recinto”, no segundo tempo.
Vasco e Bonsucesso se encontraram em nove ocasiões pelo Torneio Municipal. Dessas, a “Turma da Colina” se deu bem em sete:  21.04.1938 – Vasco 6 x 2;  25.04.1943 – Vasco 2 x 1; 27.04.1944 – Vasco 3 x 0; 20.05.1945 – Vasco 6 x 0; 02.06.1946- Vasco 9 x 1; 20.04.1947 – Vasco 6 x 1;  29.04.1951 – Vasco 6 x 0.

VASCO 3 X 2 AMÉRICA-RN levantou a galera, com cinco gols no primeiro tempo. No segundo, nada. Aquele 27 de abril de 1974 foi em um sábado, e o compromisso no Castelão, em Natal.  Roberto Dinamite chegou explodindo. Com 3 minutos, abriu a conta, par voltar a bombardear, aos 34 – Fred fez o outro, aos 37. Valeu pela primeira fase do Brasileirão e o treinador Mário Travagln dispôs desta moçada: Andrada: Fidélis, Moisés, Joel Santana e Alfinete; Alcir, Gaúcho Zanatta; Luís Carlos Lemos, Roberto Dinamite (Fred), Cláudio e Galdino.

VASCO 4 X O DEPORTIVO GALICIA teve brilho de Peribaldo, autor de dois gols: aos 30 minutos do primeiro tempo e aos 45 do segundo – Paulinho, aos 34, da fase inicial, e Jorge Mendonça, aos 17, da final, completaram o serviço, iniciado no dia 13, quando o placar ficou no 0 x 0, na Venezuela. A goleada valeu pelo Grupo 3 da Taça Libertadores-1980, foi no Rio de Janeiro e teve apito do uruguaio Luis Rosa, ouvido por 7.605 pagantes. Treinado por Orlando Fantoni, o Vasco foi: Mazaropi; Orlando Lelé (Paulinho II), Léo, Juan e Paulo César: Dudu ‘Coelhão’, Guina (Paulo Roberto) e Jorge Mendonça; Katinha, Peribaldo e Paulinho.

VASCO 3 X 2 BOTAFOGO é história do segundo turno do Estadual-1986. Foi  jogo de público médio, no Maracanã – 49.410 pagantes –, com apitagem de Júlio Cesar Cosenza. Romário, aos 15 e aos 29, e Helinho, aos  17 minutos, foram os caras escalados pelo delegado Antônio Lopes (profissão anterior) para “matar”. A turma toda: Paulo Sérgio; Paulo Roberto, Donato, Fernando e Lira; Mazinho, Josenílton e Gersinho (Geovani); Mauricinho, Roberto e Romário.

VASCO 1 x  0 OLÍMPIA-PAR mostrou uma rapaziada  cansada por uma maratona de jogos. Sorato marcou o gol do jogo, aos 23 minutos, valendo pelo Grupo 5 da Taça Lilbertadores-1990, com a camisa cruzmaltina vestida por: Acácio; Luís Carlos Winck, Célio Silva, Marco Aurélio e Mazinho (Cássio); Zé do Carmo, Bismarck (Boiadeiro) e William; Bebeto e Sorato.

VASCO 4 X 1 NACIONAL  esteve nas oitavas-de-final da Copa do Brasil-1995, em uma quinta-feira, em São Januário. Pena que pouca galera compareceu ao recinto para saudar a goladas:  678 almas fanáticas. Richardson abriu o placar, aos 13 minutos. França, aos 32, e Valdir ‘Bigode”, aos 40, da mesma etapa, complementaram o papo, fechado  por Clóvis, aos 27 da etapa final. Paulo César Gomes-ES  era o árbitro e Abel Braga o treinador cruzmaltino. A sua escalação teve: Carlos Germano; Pimentel, Cláudio Gomes, Paulão e Cássio (Bruno Carvalho); Sidnei, França e Yan (Hernande); Richardson, Valdir e Clóvis.

FERA DA COLINA - HÉLIO

O jornalista Paulo Rodrigues, irmão de Nélson Rodrigues, escreveu na “Manchete Esportiva” que o “retrato do craque é o que o público exige nos jornais e revistas”. Verdade, embora nem todo atleta possa ser chamado de craque. Estes, só mesmo os excepcionais.
Hélio Godói, um paulista, de Sorocaba, nascido em 8 de abril de 1929, não foi o melhor goleiro que já passou por São Januário, mas caiu no gosto da torcida cruzmaltina, com boas atuações na década-1950. Inclusive, quando rivais Vasco e Flamengo paralizaram o Campeonato Carioca de 1955, para formarem um combinado e enfrentar uma equipe idêntica dos argentinos Racing/Independiente, ele foi o "keeper" escalado. E teve a melhor nota da partida, 9, igualado ao lateral-direito Paulinho de Almeida e ao ponta-esquerda Parodi, colegas vascaíno, além dos rubro-negros Joel Martins e Paulinho – Vas/Fla 3 x 1 foi o placar, com gols de Paulinho, Dida e Parodi e time sendo: Hélio, Paulinho e Pavão; Jadir, Dequinha e Jordan; Joel, Paulinho (Ademir Menezes) , Dida (Vavá), Pinga e Parodi. Mesmo tendo nascido no interior paulista, Hélio pensava como o carioca, quando o tema era o biquini que as meninas usavam nas praias da Cidade Maravilhosa. Avançado, em termos de moda, avisava às fãs ser avesso ao altar, preferindo que o destino cuidasse disso. E mandava um recado às pretendentes: quem palitava dente e se coçavam em público não teriam nenhuma chance com ele. 
Moda nos dourados anos-1950, as novelas que levavam as mulheres às lágrimas não paravam Hélio ao pé do rádio. O que lhe tirava água dos olhos era ver um colega de camisa um engolindo um frango. Emotivo, sofria por quem frangava.


Um sujeito com cicatrizes por todo o corpo e que levava 21 pontos na cabeça, para evitar um gol, com certeza, estava pedindo. E a turma lhe atendeu: colocou-lhe o apelido de “Maluco”. E o goleiro Franz August Helfreich teve de segurar as brincadeiras. Ninguém iria lhe chamar de “Alemão”, como induzia-se pelos documentos do xará seu pai e da mãe - Irene Lopes Helfreich.
Nascido em Niterói, em 22 de maio de 1936, Franz tinha uma boa altura para os goleiros de década-1960:1m80cm – pesava 73 quilos, media 80cm de cintura e calçava chuteiras de número 40. Casado, com Helena, o goleiro vascaíno conquistara a esposa com a ajuda dos seus olhos e cabelos castanhos escuros, que ela tanto gostara. Na verdade dominância do gen brasileiro da mãe, de quem Franz herdara o credo católico, com devoção especial por Santa Rita de Cássia.
Pai de Carlos Augusto e de Cristina Helena, depois do futebol, Franz se divertia com cinema, televisão e pesca. Aliás, um dos seus pratos prediletos era a peixada. O outro seu esporte predileto era impedir os“matadores” de “matarem”. Como prova ter sido o goleiro titular e campeão, invicto, da Seleção Brasileira do Sul-Americano de Acesso-1964: 1 x 0 Peru; 1 x 0 Paraguai; 4 x 1 Uruguai; 1 x 1 Argentina e 1 x 1 Argentina.
Quando Franz voltou daquela disputa, o Vasco da Gama queria tirá-lo do São Cristóvão, pois seus quatro arqueiros – Levis, Marcelo Cunha, Ita e Miltão – andavam muito irregulares. Mas os cartolas da Colina bobearam e o maior rival, o Flamengo, passou na frente. Na Gávea, Franz foi titular absoluto. Mas andou se desentendendo com a sorte. Tinha convocação garantida e anunciada apor um membro da comissão técnica da Seleção Brasileira que excursionaria ao exterior, em 1965, quando quebrou a clavícula, em um choque com Jairzinho, doa Botafogo: seis meses par a recuperação.
Como meia-temporada sem jogar é tempão demais no futebol, quando voltou, Franz havia perdido muito espaço, e não teve mais vez. Foi então que o Vasco o contratou. Mas o treinador Gentil Cardoso preferiu usar Valdir Appel e Pedro Paulo, só o lançando no decorrer dos 4 x 1 Madureira, em 14 de setembro de 1967, no Maracanã, pelo Campeonato Carioca-1967 – Valdir (Franz), Ari, Brito, Jorge Andrade e Lourival; Oldair e Danilo Menezes; Nado, Nei, Erandir e Luisinho foi a formação.
MARCO ZERO - Cria do Fonseca, de Niteró, Franz jogava, inicialmente, como ponta-de-lança. Do juvenil do Fonseca, foi para o juvenil do Bangu, que pagou-lhe sua primeira grana(Cr$ 800,00 cruzeiros). Mas o primeiro contrato assinou com o América, em 1956. Depois de duas temporadas, mudou-se para o Canto do Rio, onde ficou de 1958 a 1961. Em 1964, já estava no São Cristóvão. Depois da passagem pelo Vasco, inda defendeu o Olaria, a Seleção Carioca e voltou ao “Santo”, em 1973, o seu fim de linha. A seguir, experimentou ser treinador do time,a até 1976. Em 1977, treinou o Madureira. Depois, trocou o futebol pelo serviço público, do qual, também, já se aposentou.

domingo, 26 de abril de 2015

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA


                                  A torcedora cruzmaltina tem um coração do tamanho de uma caravela, 
                                                        para colocar o "Almirante" lá dentro.
                                 The cruzmaltina cheerleader has a heart the size of a caravel,
                                                         to put the "Admiral" in there
                         Foto reproduzida de www.paixãovasco.com.br  Agradecimento

VASCO DA GAMA 1 X 0 BOTAFOGO

O Vasco saiu na frente do Botafogo, no primeiro jogo das finais do Estasdual-RJ. Com gol marcado por Rafael Silva,aos 46 minutos da fase final, a torcidas cuzmaltinaa fez a festa, hoje, no Maracanã, tirando a vantagem que o adversário levava para a decisão. No domingo que vem, a partir das 16 h, o “Almirante” é quem terá o emapte como bom resultado.
Como hoje é “Dia do Goleiro”, o do Vasco, o uruguaio, Martín Silva fez uma defezaça, aos Aos 32 minutos. O lateral alvinegro Gilberto recebeu a bola dentro da área e driblou o zagueiroa Rodrigo. Quando foi chutar, o camsia 1 da Collina chegou junto no balão de couro.
Como dizem que quem é bom tem que dar sorte, aos 40 minutos, William Arão acertou o travessãop de Martín Silva. Então, na última bola do jogo, Bernardo alçou um cruzamento para a área.. A pelota psso por todos, menos por Rafael Silva que entru no lance chapeando para marcar: Vascão 1x0 Botafogo.

                                                      CONFIRA A FICHA TÉCNICA  

26.04.2015 (DOMINGO) Vasco 1 x 0 Botafog. Estádio: Maracanã-RJ. Juiz: Luis Antonio Silva dos Santos. Renda: R$ 1.944.455,00. Público: 39.379 apagantes e 45.488  total. Gol:: Rafael Silva, aos 46 min do 2º tempo. VASCO: Martín Silva; Madson, Luan, Rodrigo e Christiano; Guiñazu, Serginho, Julio dos Santos (Thalles) e Marcinho (Bernardo); Dagoberto (Rafael Silva) e Gilberto. Técnico: Doriva. Botafogo: Renan, Gilberto, Renan Fonseca, Diego Giaretta e Carleto; Marcelo Mattos Willian Arão, Fernandes e Gegê (Tomas); Rodrigo Pimpão (Sassá) e Bill. Técnico: René Simões
Gilberto já deixou oito nas redes
DUELOS FINAIS - Os botafoguenses estão na frente do placar das decisões. Levaram oito, enquanto o "Almirante" beliscou cinco.
A primeira decisão valeu pelo Torneio Início-1932,  com o Vasco campeão, mandando 1 x 0. Em 1945, os dois voltaram a decidir a disputa, e o Vasco repetiu a festa, com 2 x 0, quando colocava nos trilhos o "Expresso da Vitória". Durante aquela "viagem", a "Turma da Colina" voltou a decidir, com os alvinegros, em 1948. Sapecou 3 x 1, na última rodada, quando ambos estavam empatados e só eles poderiam carregar o "caneco" do Campeonato Carioca.
A partir dali, os dois rivais levaram 27 anos para voltarem a uma decisão. Aconteceu na final da I Taça Guanabara, quando o Botafogo era favoritíssimo e tinha um ponto à frente.  Mas o Vasco surpreendeu a patota de Mané Garrincha, com 2 x 0.
Em 1968, na decisão do Estadual, o Botafogo foi à forra, com um timaço que reunia Gérson, Jairzinho e Paulo César "Caju", entre outros. Goleou, por 4 x 0, sem discussão, também na rodada final da temporada, quando só eles poderiam levantar a taça. Até ali estavam Vasco 3 x 2 na disputa por títulos. Em 1973, veio uma disputa menor, o Torneio Erasmo Martins Pedro, e Vasco x Botafogo era o jogo da última rodada, com ambos igualados e mais ninguém com chance. Os vascaínos mandaram  2 x 1.
A próxima decisão ficou para o Torneio Início-1977. Como se sabe, esse era uma espécie de "festival de bola", um aquecimento para o Estadual. Daquela vez, deu Botafogo: 2 x 1  e reduzindo o placar das conquistas para Vasco 4 x 3. Mas o Vasco não "deixou a peteca cair", aumentando a sua vantagem em conquistas durante a Taça Guanabara-1977, a etapa válida pelo primeiro turno  estadual. Vasco 2 x 0 Botafogo e "conquistaços" em
 5 x 3.
A parir de 1990, o sucesso passou a ameaçar passar para o lado da estrela solitária. Na final do Estadual, "Fogão" 1 x 0, encostando no placar dos títulos: Vasco 5 x 4. O empate aconteceu na Taça Guanabara 1997-, com o Botafogo vendendo, por 1 x 0. A partir de então, eram cinco taça pra lá e cinco pra cá.  Até o time alvinegro vencer a finalíssima estadual da mesma temporada, por 1 x 0, e pulando no placar dos títulos para 6 x 5.
Veio o Estadual-2010 e, mais uma vez, o time de General /Severiano faturou a final em cima dos vascaínos: 2 x 0, o que lhe dava a vantagem de sete títulos contra cinco do rival. Durante a Taça Rio-2012, o segundo turno do Estadual,a festa botafoguense  aumentou: 3 x 1 na decisão e "placar dos canecos"  em 8 x 5 ao seu favor. Finalmente, os dois decidiram a Taça Guanabara-2013, com 1 x 0 para os botafoguenses, quando o adversário jogava pelo empate. E, com Botafogo 9 x 5 "nos troféus", está esta história de jogos decisvos entre ambos.em dos Títulos: Botafogo 9 x 5 Vasco

Em 1996, Vasco, Botafogo e Sobradinho disputaram a Copa Rio-Brasília.clube local Sobradinho. Em 12 de julho, o "Fogo" venceu o Sobradinho, por 1 x 0,. Dois dias depois, mandou 2 x 0 pra cima dos vascaínos. O Vasco teria que jogar anda contra o "Leão da Serra" e, se vencesse, faria um jogo extra contra os alvinegros. Só que Vasco x Sobradinho-DF não aconteceu. Então, o Botafogo somou mais pontos e ficou "campeão moral".
 (FOTOS REPRODUZIDAS DD WWW.CRVASCODAGAMA.COM.BR)

CALENDÁRIO DA COLINA - 26 DE ABRIL

Foi de botar "Urubu" pra voar. No 26 de abril de 1931, rolava o primeiro turno do Campeonato Carioca, quando a moçada aplicou a sua maior goleada pra cima do Flamengo. A data destaca mais um pancadão, em cima do Madureira, além de e duas vitórias sobre o Botafogo, além de uma diante do Bangu, e mais uma, contra o baiano Galícia, por 2 x 0, em 1936. Vamos ver tudo isso?
Russinho, o "matador"
 
VASCO 7 X 0 FLAMENGO - Era uma tarde de domingo, em São Januário, e só Russinho marcou quatro gols – aos 5 e aos 30 minutos do primeiro tempo, e aos 14 e aos 43 do segundo – Mário Mattos, aos 27 e aos 34 da etapa inicial, e Santana, aos 4 da etapa final, completaram o massacre. Embora a partida tivesse sido fácil, para os anfitriões, houve momentos de grande nervosismo, culminando com as expulsões de campo de Fausto e do rubro-negro Penha, ainda no primeiro tempo - aos 37 minutos. O jogo teve apito de Leandro Carnaval e a “Turma da Colina” foi: Jaguaré, Brilhante e Itália; Tinoco, Fausto (Nesi) e Mola; Baiano, Oitenta e Quatro, Russinho, Mário Mattos e Sant´Anna. Por aquele tempo, os excluídos poderiam ser substituídos, o que permitiu ao treinador Harry Welfare colocar Nesi na vaga do “Maravilha Negra” - Welfare, o comandante do time cruzmaltino, era um inglês chegado por aqui, em 1912, para lecionar no Colégio Anglo-Brasileiro. Como era bom de bola, jogou por um dos rivais do Vasco. Depois, foi treinador cruzmaltino, de 1927 a 37, e em 1940.

VASCO 6 X 0 MADUREIRA foi em um sábado, no Maracanã, valendo pelo Campeonato Carioca-1969. O centroavante Valfrido, que tinha o apelido de “Espanador da Lua”, abriu o placar, aos 23 minutos. Nei Oliveira fez dois, aos 53 e aos 63, enquanto Raimundinho e Silvinho deixaram os deles, respectivamente, aos 57 e aos 83. Um público de 15.859 pagantes assistiu à goleada apitada por  Airton Vieira de Morais, o “Sansão”. O treinador vascaíno era Evaristo de Macedo e o time este: Pedro Paulo; Fidélis, Brito, Fernando e Eberval; Buglê e Alcir (Benetti); Nei, Valfrido, Adilson (Raimundinho) e Silvinho.

VASCO 1 X 0 BOTAFOGO, quando o rival tinha um time fortíssimo, está registrado como duelo  válido pelo Torneio Roberto Gomes Pedrosa-1967, o "Robertão", um dos embriões do atual Campeonato Brasileiro. A bola rolou no Maracanã, em uma quarta-feira e o público oficial não foi divulgado, mas calculado em 11 mil pagantes. José Mário Vinhas apitou e o pernambucano Nado fez o gol da vitória do time treinado por Thomás Soares da Silva, o Zizinho, que escolheu: Franz; Jorge Luís, Ananias, Fontana e Oldair; Maranhão e Danilo Menezes; Zezinho (Nado), Nei, Adílson (Bianchini) e Moraes. DETALHE: na temporada-1967, em quatro jogos contra os alvinegros, o Vasco venceu três. Além do 1 x 0, mandou 3 x 2 (06.08), pela Taça Guanabara, e 2 x 0 (05.11) do Campeonato Carioca.

VASCO 2 X 1 BOTAFOGO já foi da “Era Romário", que marcou os dois gols – aos 3 e aos 40 minutos do segundo tempo –, em clássico dominical, jogado no Maracanã, pelo segundo turno da Taça Rio-1987. Luís Carlos Félix apitou e Joel Satnana era o treinador da “Turma da Colina”, que esteve representada por: Acácio: Paulo Roberto, Donato, Moroni e Mazinho; Dunga (Fernando), Geovani e Titã; Mauricinho (Vivinho), Roberto Dinamite e Romário.

  VASCO 3 x 2 BANGU fez parte da oitava rodada da Taça Rio, o segundo turno do Estadual, e está no cadreninho como mais uma vitória de virada – os bangueses asbirarm dois de frente, aos 37 minutos da etapa inicial. Acontecida em São Januário, a virada do placar começou, com Romário, aos 11 minutos da etapa final. Ele mesmo empatou, aos 33, cobrando pênalti. Viola virou a conta, aos 44. Com aqueles três pontos, a rapaziada totalizava 20 e ficava na ponta da competição. Samir  Yarak apitou e Joel Santana esalou:  Hélton; Clébson (Maricá), Géder, Odvan e Jorginho Paulista. Henrique (Viola) FabianoEller (Paulo Mianda), Juninh Pualisa e Pedrinho; Euller e Romário.  

HOJE É O DIA GOLEIRO - 26 DE ABRIL

Homenagem merecida ao único homem de um time que não pode falhar. A ideia foi dos então tenente Raul Carlesso e capitão Reginaldo Bielinski, professores da Escola de Educação Física do Exército, no Rio de Janeiro, entusiasmados com o sucesso de um método de treinamento desenvolvido pelo primeiro e que permitiu, na década-70, a evolução da turma que não deixa a gama crescer onde pisa.
A primeira comemoração ocorreu em 14 de abril de 1975, reunindo, no RJ, goleiros do então presente e do passado, além de várias outras pessoas ligadas ao futebol. No entanto, para homenagear o goleiro Manga (Aílton Corrêa de Arruda), campeão brasileiro em 1975/976, pelo Internacional-RS, e um dos maiores da história da camisa 1 no país, ídolo da torcida do Botafogo, por mais de 10 anos, trocou-se a data, em 1976, para 26 de abril, coincidindo com o nascimento do homenageado – em 1937, na pernambucana Recife.
  O Vasco já teve grandes “arqueiros”, como eram chamados os goleiros, antigamente. O maior de todos foi o paulista Moacir Barbosa (27.03.1921 a 07.04.2000), vascaíno por duas vezes, de 1945 a 1955, e de 1958 a 1960, tendo disputado 417 jogos com a Turma da Colina.
Antes de Barbosa, o mais famoso foi o carioca Jaguaré Bezerra de Vasconcelos (14.05.1905 a 27.08.1946), que ficou pela Colina entre 1928 e 1931. Primeiro goleiro brasileiro a usar luvas, por ter jogado na Europa, foi, também, o primeiro a cobrar um pênalti, também jogando entre os europeus. Depois dele, veio o reinado do paranaense José Fontana, o Rei (19.03.1912 a 03.04.1986), de 1933 a 1938.
 Como a década-40 foi dominada por Barbosa – até 1953, titular absoluto –, em 1956, surgiu uma boa briga entre o carioca Carlos Alberto Martins Cavalheiro (21 de janeiro de 1932) e Miguel, no grupo campeão carioca da temporada. Por ser militar, da Aeronáutica – chegou a brigadeiro – Carlos Alberto jamais se profissionalizou. A partir de 1959, uma outra boa briga esteve sendo travada entre Ita (José Augusto da Silva) e Humberto Torgado. O primeiro, um mineiro de Alfenas, (16.07.1938), esteve vascaíno até 1966. Humberto, até 1965. Mais tarde, foi supervisor técnico, tendo lançado o ex-lateral-direito Joel Santana no comando do time de juniores, e contratado, em 1970, um dos mais vitoriosos treinadores do Vasco nos últimos 40 anos, Antônio Lopes.
 Na década-70, quem esteve no de São Januário, absoluto, foi argentino Edgardo Norberto Andrada. Nascido em 21 de janeiro de 1939, em Rosário, ele vestiu a 1 da cruz de malta, entre 1969 e 1975. Campeão carioca, em 1970, e brasileiro, em 1978, foi eleito, pela revista Placar, o melhor goleiro do Brasileirão de 1971.
 Em 1979, quem estava debaixo das traves já era o paulista, de Ribeirão Preto (11.07.1949) Emerson Leão. Ficou só até 1980, tendo jogado 24 vezes. Leão, medindo 1,82 de altura, chegou ao Vasco com o currículo de ter sido o goleiro brasileiro que mais disputou Copas do Mundo – 1970 (sem jogar), 1974,1978 (capitão) e 1986 (sem jogar). Na Alemanha-74 e na Argentina-78, fez 14 partidas, com 7 vitórias, 5 empates e 2 derrotas, sofrendo 7 gols. Totalizou 105 jogos canarinhos, vencendo 64, empatando 30 empates, perdendo 11 derrotas e sofrendo 69 gols. 
Entre 1982 e 1991, o “Paredão da Colina” já era Acácio Cordeiro Barreto, de 1,87m de altura, nascido em Campos-RJ (24.01.1959). Seguríssimo em 162 jogos como titular, passava muita confiança ao time. Foi campeão brasileiro, em 1989; carioca, em 1982,1987 e 1988, e do Tofeu Ramón de Carranza, na Espanha, em 1987, 1988 e 1989.
 O próximo grande goleiro vascaíno foi Fábio Deivson Lopes Maciel, de 1,88m de altura, natural de Nobres-MT (30.09.1980). Foi do Time da Colina, entre 2001 e 2004, tendo jogado 384 vezes e conquistado os títulos de campeão da Copa Mercosul e do Campeonato Brasileiro, ambos de 2000, e do Carioca de 2003. Também entra na galeria dos bons camisas 1 cruzmaltinos Hélton da Silva Arruda, de 1,89 m de altura, nascido em São Gonçalo-RJ (18.05.1978). Chegou ao Vasco aos 15 anos, como juvenil, e ficou até depois das Olimpíadas de 2000, ano em que passou a titular e disputou o I Mundial de Clubes da Fifa.
Agora, depois de a torcida ter sofrido com péssimos goleiros, como Caetano, Tadick, Márcio e Alessandro, o Vasco da Gama tem o melhor goleiro em atividade no futebol brasileiro, o uruguaio Mart[in Silva.

sábado, 25 de abril de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - 25 DE ABRIL

Na data 25 de abril, os vascaínos estavam fazendo regime, sem fome de gols. Parece! Pelo menos, venceram quatro partidas por apenas 1 x 0: Bangu, em 1973 e em 1999; Volta Redonda, em 1979, e o mexicano Guadalajara, em 1991. Mais tempero só diante do "Peixe", além de uma fisgada no Rio Branco. E um aperto diante do Bonsucesso. 

VASCO 3 X 1 RIO BRANCO-ES - O Vasco vivia os bons tempos do "Expresso da Vitória". Convites surgiam, a todo o instante, de todas as partes. Foi assim que a “Turma da Colina” disputou o seu primeiro amistoso com o Rio Branco, de Vitória-ES, vencido, no 25 de abril de 1948, na capital capixaba, por 3 x 1, com gols de Dimas, Ipojucan e Pacheco. A máquina daquela viagem, pilotada pelo treinado por Flávio Costa, embarcou contando com: Barcheta (Ernani), Sampaio e Wilson; Rômulo, Moacyr (Lola) e Laerte; Nestor, Ipojucan, Dimas (Pacheco), Tuta e Mario.

VASCO 1 X 0 BANGU  – Os 25 de abril anotam duas vitórias vascaínas sobre os alvirrubros, pelo mesmo placar de 1 x 0: em 1973 e em 1999, ambas pelo Estadual-RJ. No primeiro desses jogos, em São Januário, em uma quarta-feira, o gol foi marcado pelo ex-banguense Dé, substituído, no segundo tempo, por Roberto Dinamite, que ainda não era titular. Mário Travaglini era o treinador e o time cruzmaltino este: Andrada; Paulo César, Miguel, René e Alfinete; Alcir, Zanatta e Ademir (Bugleaux); Jorginho Carvoeira, Dé (Roberto Dinamite) e Luiz Carlos.
 No segundo jogo, foi Luizão quem balançou a rede do Estádio Proletário, a casa dos “Mulatinhos Rosados”, em Moça Bonita. Daquela vez, quem comandava a rapaziada era Antônio Lopes, que escalou: Márcio; Maricá, Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Nasa (Fabrício Eduardo), Paulo Miranda, Juninho Pernambucano e Ramon (Alex Oliveira); Mauricinho (Zezinho) e Luizão.
 

 25.04.1943 – Vasco 2 x 1 Bonsucesso
 25.04.1979 – Vasco 1 x 0 Volta Redonda
 25.04.1991 – Vasco 1 x 0 Guadalajara-MEX
25.04.1995 – Vasco 2 x 0 Santos;

FERAS DA COLINA - CHOCOLATE

No cartório, ganhou um  nome pomposo: Luís Carlos de Andrade e Silva. Na quadra, um nome doce: Chocolate. Cestinha do Vasco, em 1962, ele surgiu no time da Associação Cristã de Moços, 1950. Duas temporadas depois, era flamenguistas. Chegou à Colina para o time juvenil de 1956, a convite dos amigos Édson e Miquimba, dos quais guardou uma bronca.  Achava que o Vaco não foi campeão carioca de basquete, em 1958 (foi vice) por conta da saída dos dois amigos, e de Guilherme e Félix,além de o gtreiandor Passarinho contar com uma equipe de altura baixa.
Chocolate nasceu em 25 de março de 1935, no bairro carioca do Catete. Foras das quadras, era professor de Educação Física no Colégio São Bento, treinador do Satélite e da Faculdade de Filosofia, e  funcionário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística-IBGE. Ele via o “Almirante”  sendo o clube carioca que mais apoiava seus cestobolistas e apontava Amauri Passos como o melhor atleta do país: “.. cortas pelos dois lados, arremessa parado, jampeia, joga para a equipe, possui rebote, atua no pivô e faz corta-luz para o colegas aparecer. É completo”, comenta.
 Chocolate tinha por aquela época os títulos de vice-campeão carioca-1958, campeão brasileiro universitário dos Jogos Sul-Leste-1961 e campeão do Torneio Início-RJ-1962.  (Foto reproduzida da Revista do Espore Nº 196, de 08.12.1962)

sexta-feira, 24 de abril de 2015

VASCO VOANDO POR CIMA DO URUBU

 Anote aí, "vasconauta", a vezes em que a "Turma da Colina" desceu o porrete na cabeça do "Urubu" e carregou o caneco para a Colina:

 1958 – O Vasco, treinado por Gradim (Francisco de Sousa Ferreira) igualou-se a Flamengo e Botafogo, em um triangular final. Então, rolou o “Super-Super”, que a imprensa carioca chamou de “SS”. A rapaziada mandou 2 x 1 nos alvinegros e passou a mão no caneco, com 1 x 1 ante os rubro-negros, que haviam ficado nos 2 x 2 diante dos botafoguenses. O time vascaíno da finalíssima: Miguel, Paulinho de Almeida e Bellini; Écio, Orlando e Coronel; Sabará, Valdemar, Almir, Roberto Pinto e Pinga.

1977 – Treinado por Orlando Fantoni, o Vasco conquistou dois turnos. Houve um jogo extra com o Flamengo, que foi parar em decisão por pênaltis. Encerrado no 0 ‘ 0, veio batida dos penais, e o goleiro Mazaropi saiu como “heroiaço”, nos 5 x 4, por pegar a batida do meia Tita. Não dava para o Vasco não ser campeão naquela temporada, pois vencera 25 das 27 partidas disputadas. A final teve 152 059 presentes e os campeões foram: Mazaropi; Orlando ‘Lelé”, Abel, Geraldo e Marco Antônio; Zé Mário “Pinóquio”, Zanata; Dirceu, Wilsinho, Roberto e Paulinho.

 
 1982 – A decisão foi em um triangular, com o América, campeão do returno, e o Flamengo do turno. O Vasco entrou por ter somado maios número de pontos nas duas etapas. Vencido América, o Vasco passou pelo Flamengo, por 1 x 0, com um gol que até hoje Pedrinho Gaúcho diz que foi dele, a mesma reivindicação do baixinho Marquinhos. O jogo teve113 271 almas presentes e o técnico Antônio Lopes armou este time para levar o título.: Acácio. Galvão, Celso. Ivã e Pedrinho; Serginho, Ernâni e Dudu (Marquinho); Pedrinho Gaúcho, Roberto e Jérson.

1987 – O Vasco ganhou a Taça Guanabara e foi para as finais disputar um triangular com Bangu, vencedor da Taça Rio, e Flamengo, ganhador da Taça Eusébio de Andrade (homenagem a um cartolão banguense). Depois de bater nos alvir-rubros de Moça Bonita, os cruzmaltinos mandaram 1 x 0 nos rubro-negros, em lance de matada de bola no peito, por Roberto Dinamite, e finalização de Tita, que saiu encobrindo o rosto com a camisa.: Vasco 1 x 0. O jogo levou 114 628 pessoas ao estádio e o técnico Sebastião Lazaroni armou este Vasco para levar o caneco: Acácio; Paulo Roberto, Donato, Fernando e Mazinho; Henrique, Luís Carlos e Geovani; Tita, Roberto e Romário. 

 1988 – Decisão em melhor de quatro jogos. O Vasco levou um ponto de vantagem, pela melhor campanha. E assim venceu duas partidas e liquidou as pretensões rubro-negras, com 2 x 1 e 1 x 0. Neste último jogo, Cocada entrou em campo aos 42 minutos do segundo tempo, marcou o gol do título aos 44 e foi expulso aos 45. O ato de heroísmo mais rápido do mundo. Com público de: 31. 816 presentes, o técnico Sebastião Lazaroni foi bi com esta equipe na finalíssimas:: Acácio, Paulo Roberto. Donato, Fernando e Mazinho; Zé do Carmo, Geovani e Henrique; Vivinho (Cocada), Romário e Bismarck.

CALENDÁRIO DA COLINA- 24 DE ABRIL

 O Vasco venceu o seu maior rival, o Flamengo, por duas vezes na data 24 de abril: 3 x 1, em 1941, e 3 x 0, em 1977. Mas o maior placar na data ficou em 6 x 1, pra cima do Entrerriense. Pra completar a brincadeira, o "Almirante" mandou 2 x 0 no Santos e 2 x 0 no paraguaio Cero Porteño, em noite de uma terça-feira, em São Januário, pela primeira fase da Taça Liberadoes-1990.

VASCO 3 X 1 FLAMENGO, de 1941, teve gols cruzmaltinos marcados por Manuel Rocha, Gonzalez e Villadoniga. Foi amistosamente, em uma quinta-feira, no estádio da Rua Campos Sales, no Rio de Janeiro. O time era dirigido pelo técnico Frazão de Lima e contou com: Chiquinho, Jahu, Figliola, Manuel Rocha, Alfredo I, Orlando, Argemiro, Villadoniga, Osvaldo Saldanha, Álvaro e Gonzalez: DETALHE: além daquela partida, o Vasco só disputou mais um outro amistosos na década de 1940 com o Fla. Mandou 2 x 1, em 19 de julho de 1947.

VASCO 3 X 0 FLAMENGO, em 1977, foi jogo oficial dominical. Rolou no Maracanã, pelo Estadual-RJ, com arbitragem de Valquir Pimentel e assistência por um dos maiores públicos que o estádio recebeu: 134.787. No primeiro tempo, Carlos Alberto Zanata abriu o placar, aos 11 minutos. Roberto Dinamite, aumentou, aos 22. Na etapa final, o mesmo Roberto ampliou, aos 24. Treinado por Orlando Fantoni, a rapaziada alinhou: Mazaropi; Orlando 'Lelé', Abel, Geraldo e Marco Antônio; Zé Mário, Zanata (Helinho) e Dirceu; Luis Fumanchu (João Paulo), Ramon e Roberto Dinamite.
  
VASCO 6 X 1 ENTRERRIENSE foi pega  pela segunda rodada do segundo turno da Taça Rio-2002, em São Januário. Naquele dia, Romário foi o “cara”, com quatro gols, aos 44 minutos do primeiro tempo; aos 5, aos 13 e aos 34 do segundo – Edinho, aos 12 e Souza, aos 37 minutos do primeiro tempo, fizeram os outros. Willian Marcelo de Souza Nery apitou, Evaristo de Macedo era o treinador cruzmaltino e a sua rapaziada era: Helton; Leonardo Moura, Geder, João Carlos e Edinho; Jamir, Rodrigo Souto, Léo Lima (Cadu() e Flipe; Souza (Léo Macaé) e Romário.

 VASCO 2 X 0 SANTOS, no Maracanã, valeu pelo Campeonato Brasileiro-1983, com público de 75.813 pagantes. Foi um grande resultado, porque, naquela temporada, os santista estavam com um time muito forte, que terminou vice-campeão nacional. Maurílio José Santiago-MG apitou e Elói cravou o gol de abertura do placar, aos 7 minutos. Roberto Dinamite fechou, aos 83. Antônio Lopes era o treinador e escalou: Mazaropi; Galvã, Orlando 'Fumaça', Celso e Pedrinho; Geovani (Dudu), Serginho e Elói; Ernâni, Roberto Dinamite e Marquinho.

VASCO 2 X 2 BRASILIENSE , no dia 24 e abril de 2005, foi anulado. Valeria pelo Campeonato Brasileiro da Série A, no Estádio Mané Garrincha. No tempo normal,  2 x 2 e jogo repleto de emoções. O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) rasgou a sumula da partida, alegando que o Brasiliense descumprira a sua determinação, de jogar com os portões fechados – castigo, pela invasão do gramado do Serejão, em Taguatinga, por um torcedor, em 4 de dezembro de 2004, quando o Jacaré vencera o Fortaleza, por 1 x 0, pela Série B.
O rolo rolou com um expediente do PROCON-DF, ordenando a venda de ingressos – foram vendidos 19.999. O Vasco recorreu ao STJD, pedindo a impugnação da partida, baseado no artigo 49 do Regulamento Geral das Competições da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que lhe daria os três pontos disputados. E os levou, ficando com a vitória simbólica, por 1 x 0.
O presidente do Brasiliense, Luiz Estevão, alegava não ter como descumprir exigência do PROCON, enquanto o seu colega cruzmaltino, Eurico Miranda, dizia que o seu clube, meramente, cumprira dispositivos legais. Cinco auditores do STJD votaram pela impugnação da partida; um pediu novo jogo e um outro considerou improcedente o pleito vascaíno, apoiado pelo presidente da corte, Luiz Zveiter. Embora sustentasse que o Brasiliense usara o PROCON como "laranja", os auditores não encontraram provas ligando-o ao órgão. Mas defenderam que o "Jacaré" não poderia cumprir a sua decisão, por entenderem que o destinatário da decisão deveria ter sido a CBF,  mandante do jogo, pelo seu regulamento de competições. "O clube assumiu uma atribuição que não era sua e caiu num erro de direito", afirmou o presidente do STJD, Luzi Zveiter. No final, o Brasiliense, além de perder os pontos, ainda foi julgado por "descumprimento de ato ou decisão do tribunal (artigo 197 do Código Disciplinar do Futebol Brasileiro) e por recorrer à justiça comum (artigo 231) – liminar da 5ª Vara da Fazenda Pública do Distrito Federal, no dia 19 de abril de 2005.
Brasiliense 2 x 2 Vasco teve o melhor público da rodada: 26 mil, 371 pagantes. O "Jaca" abriu o placar, aos 25 minutos do primeiro tempo, por intermédio de Giovani. O Vasco o igualou, aos 38, com Romário. No segundo tempo, Alex Dias o colocou à frete do marcador, aos 31, enquanto Tiano fechou a contagem, aos 45. O árbitro foi o cearense Wilson de Souza Mendonça.
O Vasco, treinado por Dario Lourenço, jogou com: Everton; Thiago Maciel (Felipe Alves), Fabiano, Daniel e Jorginho Paulista (Diego); Ygor, Coutinho, Rubens (Abedi) e Leozinho; Alex Dias e Romário. O Brasiliense, do técnico Valdyr Espinosa, foi: Donizeti; Dida, Jairo, Gérson e Márcio (Rochinha); Deda, Pituca, Iranildo e Marcelinho Carioca; Igor e Giovani (Tiano).       
 

quinta-feira, 23 de abril de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - 23 DE ABRIL


O Flamengo ficou com uma divida para pagar ao Vasco em 500 anos: os 5 x 1 de 23 de abril de 2000, quando festejava-se os 500 anos do descobrimento do Brasil. Rolou no “Clássico Chocolate de Páscoa”, no Maracanã, diante de 53.750 pagantes, com três gols de Romário.
 Naquele domingão, os dois maiores rivais do futebol carioca decidiam o título da Taça Guanabara, e 40 mil ovos achocolatados foram distribuídos aos torcedores, antes de a pelota rolar. Os rubro-negros abriram a conta, malmente a partida começara, mas pagaram caro pela ousadia. Felipe empatou, complementando um chutaço, de Viola, na trave, para o “Baixinho virar: 2 x 1, 3 x 1 e 4 x 1. Por fim, Pedrinho acabou de esfolar o “Urubu”.
Ubiraci Damásio apitou aquele clássico nervosíssimo, que teve seis jogadores expulsos – Luís Alberto, Beto e Fábio Baiano, pelo Fla, e Viola, Odvan e Alex Oliveira, dos vascaínos, que foram: Hélton; Paulo Miranda, Odvan, Mauro Galvão e Gilberto; Amaral, Nasa, Felipe e Pedrinho (Júnior Baiano); Viola e Romário (Alex Oliveira).
Treinado por Abel Braga, o time do Vasco acabava de mandar a sua 15º goleada sobre o Fla. Confira as anteriores: 4 x 1 (1929); 7 x 0 (1931); 5 x 2 (1934); 5 x 1 (1945); 5 x 2 (1947);5 x 2 (1949); 4 x 1 (1950); 5 x 2 (1953); 4 x 1 (1965); 4 x 0 (1967); 4 x 0 (1985); 4 X 1 (1996); 4 X 1 (1997).
 Quanto aos jogos que deram o título daquela Taça GB à “Turma da Colina”, anote: 12.03.2000 – Vasco 2 x 0 Madureira; 18.03 –  3 x 0 Bangu; 22.03 - 1 x 0 Friburguense; 25.03 – 6 x 0 Americano;  29.03 – 4 x 1 Olaria; 02.04 – 3 x 2 Fluminense; 09.04 - 0 x 0 Botafogo; 12.04 – 3 x 0 Volta Redonda; 15.04 – 3 x 1 América; 19.04 – 5 x 0 Cabo Frio; 23.04 – 5 x 1 Flamengo.
Campanha invicta, com 10 vitórias, e um empate, marcando 35 e sofrendo apenas cinco gols. O dois maiores ídolos da galera, Romário a Edmundo, marcaram, respectivamente, 15  e 7 tentos. Paulo Miranda (3), Odvan (2), Viola, Junior Baiano, Felipe, Alex Oliveira e Pedrinho completaram a festa no filó.
 
                    CONFIRA OUTROS RESULTADOS NA DATA 23 DE ABRIL

VASCO 2 X 0 SANTOS, em 1955, ainda não havia Pelé. Mas a camisa dele estava vestida por um ex-vascaíno que era, também, bamba em fazer gols, o já passeador noturno Vasconcelos. Valeu pelo Torneio Rio-São Paulo no Maracanã, apitado por Antônio Musitano e assistido por 7.351 pagantes e 2.946 caronas, que totalizaram a assistência de 10.297 almas.  O Vasco era treinado por Flávio Costa e bateu com: Vitor Gonzalez; Paulinho de Almeida e Bellini; Amauri, Adésio e Dario; Sabará, Ademir Menezes, Vavá, Pinga (Alvinho/Ledo) e Parodi. Detalhe: Pinga foi substituído por Alvinho, que cedeu vaga, depois, a Ledo, que foi expulso de campo.  

VASCO 1 X 0 NÁUTICO-PE, valendo pela segunda fase do Campeonato Brasileiro-1980, no estádio do Arruda, em Recife,  teve gol único marcado pelo meia Guina, aos 13 minutos. Com aquele placar, os vascaínos quebraram o tabu de três jogos sem vencerem o “Timbu”, em confrontos pelo Brasileiro unificado. De negativo só a expulsão de campo do meia-atacante Jorge Mendonça. O Vasco do dia teve: Mazaropi; Léo, Orlando, Juan e Paulo César; Dudu, Guina e Jorge Mendonça; Katinha, Paulinho (Aílton) e Roberto Dinamite.  Até aquele 23 de abril de 1980, pelo Brasileirão, havia, sido disputado oito  jogos entre os dois times, com o Vasco vencendo quatro e empatando um. Marcou 13 gols.

VASCO 2 X 1 PONTE PRETA, em 2006,  foi triunfo fora de casa, no Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas. Com aquele era um Brasileirão de fase única, o “Almirante” aproveitou para entortar, por ali, o pescoço da “Macaca”. Por sinal, naquele dia, quem estavas com a macaca era o garoto alagoano Morais, que pimbou a rede, aos 85 e aos 87 minutos.

TRAGÉDIAS DA COLINA - PISADAS-75

Campeão brasileiro, em 1974, na temporada seguinte, o Vasco ficou em cima do muro: c vitórias, sete empates e sete derrotas. Terminou a disputa em 19º lugar, marcando 25 gols e sofrendo 23. Mesmo com a fraca campanha, foi o time mais disciplinado, só tendo um jogador expulso de campo.
Dois detalhes marcaram a campanha cruzmaltina: ao perder, por 0 x 1, dentro de São Januário, para o América de Natal-RN, em 25 setembro daquele 1975, a zebra deixou o goiano Miron Vieira de Souza milionário, ganhando, sozinho, o prêmio de Cr$ 22 milhões de cruzeiros, no Concurso Nº 254 da Loteria Esportiva – atualmente, valeria R$ 16 milhões. Uma semana antes, no dia 14, também na Colina, a rapaziada atingia 17 partidas invictas, mandando 2 x 0 pra cima da Portuguesa de Desportos. Era a maior sequência invicta do time no Brasileiro.
 Além da pisada na bola diante do América-RN, o Vasco passou mais dois vexames contra times "pequenos". Em 17 de setembro, foi batido , pelo Goiânia, por 1 x 2; em 29 de outubro, por 0 x 2 frente ao paraense Clube do Remo, e em 1º de março, por 1 x 2, encarando o Guarani de Campinas. Por sinal, o Vasco não conseguiu, durante aquele Brasileirão, vencer nenhum time paulista, caindo, por 0 x 1, ante Palmeiras e Corinthians, e empatando, por 1 x 1, com o Santos. Portanto, o seu e-mail renderia uma autêntica "Tragédias da Colina".

quarta-feira, 22 de abril de 2015

A GRAÇA DA COLINA - MOACYR BARBOSA

Barbosa, goleirão que tinha medo de gato, era um 'gato'
Nascido em 17 de março de 1921, na paulista Campinas, o goleirão foi um gato com a camisa cruzmaltina. Mas esqueceram de todos os seus méritos e o crucificaram, por ter sofrido o gol que deu a vitória ao Uruguai, na final da Copa do Mundo de 1950, no Maracanã, por 2 x 1, sobre o Brasil. No entanto, o capitão do time, o lateral-direito Augusto, considerou mais culpado no lance o zagueiro flamenguista Juvenal, que não deu cobertura a Bigode, um outro rubro-negro.
Barbosa foi aprendiz de marcenaria, no Instituto São Bento, em sua terra. Também, foi “lobinho”, aquela turma que está a caminho de ser escoteiro. Nos acampamentos, tinha medo de bicho, e só se acalmava depois que acendiam uma fogueira para manter as feras distantes. Virador, para entrar no circo, nos tempos de menino, saía às ruas de Campinas, com a banda circense, carregando a pauta musical do flautista.
A ilustração desta matéria é de autoria de Fritz e foi publicada à página 14 do Nº 100 da Manchete Esportiva, que circulou com data de19 de outubro de 1957.

terça-feira, 21 de abril de 2015

MANEL PRA LÁ, JUAQUIM PRA CÁ!

Você sabe quais forma os jogadores importantes do Vasco que vestiram a camisa da Portuguesas de Desportos, ou quais os da Lusa que foram para São Januário? Caso não, vamos dar uma conferidinha.
 Da Lusa do Canindé  para o "Almirante", uma grande navegação foi a do goleiro Rodrigues, na década-1940. Ficou por uma temporada e foi barrado por Barbosa, no início do ‘Expresso da Vitória”. Na década-1950, o Vasco tirou da Portuguesa um dos seus maiores astros de todos os tempos, o atacante Pinga, isto é, José Lázaro Robles. Este marcou época, mesmo. E, ainda, foi técnico da rapaziada, depois de encerrar a carreira. Um outro foi o atacante Denner, na década-1990. Este dispensa comentários. Tinha tudo para ser um dos cracaços do futebol brasileiro, quando um acidente automobilístico mandou-lhe para o time do Céu.
De São Januário para a Lusa, temos quatro grandes feras: na década-1950, o goleiro Carlos Alberto Cavalheiro, campeão carioca-1956 e convocado para os treinos da Seleção Brasileira pré-Copa do Mundo-1958, além do meia Ipojucan, um outro astro com passagem pelo “scrtach” canarinho.
 Nos anos-60, o lateral-esquerdo Edílson, que era genro de Coronel e, assim como o sogro, também chegou ao selecionado nacional. Por último, o “matador” Roberto Dinamite, em seu final de carreira, nos inícios das década-2000.
Vale ressaltar que, em seus inícios "vida artística", na  década-1960, o lateral-direito Zé Maria, o “SuperZé” , esteve, por pouco tempo, emprestado aos vascaínos. Mas nada de marcante no período. Um outro Zé Maria revelado pela Lusa, pelo final da década-1990, também fez o mesmo circuito.  Estes foram os principais.      
Detalhe: o atacante Edmur, que fez parte do time vascaíno campeão carioca de 1952,  antes de ir para a "Lusa", fez muito sucesso no futebol português. No entanto, não chegou a fazer parte de nenhuma convocação da Seleção Brasileira.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

A GRAÇA DA COLINA - NESTOR


A revista carioca "O Globo Sportivo" mantinha uma seção chamadas "Bilhete do Leitor", pela qual Carlos Arêas respondia cartas e distribuía "esporros" aos leitores. Já que publicava desenhos enviados por torcedores, alguns fanáticos não perdiam a chance de garantir um espaço para o seu ídolo. Era por ali que levavam "pitos" e areias nas vistas, pois o Arêas não tinha dó de ninguém que lhe enviasse um desenho feio. Escrachava a qualidade.
Pela edição Nº 687, de 19 de maio de 1952, quem faturou um espaço vascaíno na coluna foi o capixaba Messias Lugon, de Vitoria, por ter enviado uma boa caricatura do ponta-direita Nestor, como você deve concordar, vendo à sua direita.
Dirigido por Flávio Costa, o atacante Nestor começa a aparecer nas escalações vascaínas a partir de 1947, revezando-se com Djalma, pela ponta-direita, quando o time-base era: Barbosa (Barcheta), Augusto e Rafangnelli (Wilson); Ely, Danilo e Jorge; Djalma (Nestor), Maneca, Dimas (Friaça), Lelé (Ismael) e Chico.
  Em 1948, Nestor fez parte do grupo que conquistou o primeiro título internacional do futebol brasileiro, o Campeonato Sul-Americano de Clubes Campeões Sul-Americanos, no Chile (foto do cartaz). Mas era reserva. Já em 1949, ainda sob o comando de Flávio Costa, aparece no time-base da temporada como titular: Barbosa, Augusto e Sampaio (Laerte/Wilson); Ely,Danilo e Alfredo (Jorge); Nestor, Ademir Menezes, Heleno de Freitas (Ipojucan), Maneca e Mario (Chico). Depois disso, não aparece mais.

domingo, 19 de abril de 2015

VASCO MANDA FLAMENGO TIRAR FÉRIAS: 1 X 0

                                                                              
image
Gilberto marcou o gol da vitória vascaína - Foto: Marcelo Sadio/Vasco.com.br

Com gol de Gilberto no segundo tempo e festa da torcida no Maracanã, Vasco vence o Flamengo por 1 a 0 e se classifica para a final contra o Botafogo no Campeonato Carioca 2015. As partidas serão nos próximos dois domingos, dias 26 de abril e 03 de maio.
O JOGO -Precisando da vitória, o Vasco começou com tudo no ataque, organizando melhor as jogadas e tendo maior posse de bola. Os primeiros vinte minutos foram de total pressão vascaína, principalmente em um dos seus pontos fortes, a bola parada.
Logo no início do primeiro tempo, Rodrigo realiza a primeira finalização em falta cobrada pela intermediária sem grande perigo para Paulo Victor. Na sequência, aos 5 minutos, Marcinho cobra escanteio na área, Luan ajeita de cabeça para Julio dos Santos, que manda por cima do gol rubro-negro. Nervoso, o time do Flamengo conseguiu deu bobeira na zaga aos 7 minutos. Zagueiro Bressan se atrapalha e quase deixa Rafael Silva roubar a bola e ficar cara a cara com o gol. 
O zagueiro Rodrigo teve boa oportunidade novamente aos 12 minutos. Em outra cobrança de falta, o camisa 3 manda com muito perigo à esquerda de Paulo Victor. 
O time da Gávea começou a melhorar a partir dos 18 minutos. A sua primeira grande oportunidade saiu dos pés de Everton, após Alecsandro ajeitar na área. O Flamengo começou a gostar do jogo e ampliou o seu poder ofensivo. Aos 17, foi a vez de Luiz Antonio chutar rente a trave de Martín Silva e quase marcar o primeiro. A pressão flamenguista continuou e aos 30, Everton cruza pela esquerda e o camisa 9 adversário consegue um chute improvável, obrigando Martín Silva a fazer uma defesa espetacular. 
Após momentos de tensão dos dois lados, o Vasco começou a gostar do jovo novamente no final da primeira etapa. Aos 39, foi a vez de Marcinho conseguir uma boa jogada pela direita e cruzar para Rafael Silva, que não obteve sucesso na finalização. Vasco 0x0 Flamengo.
image
Serginho foi derrubado na área em pênalti convertido por Gilberto - Foto: Marcelo Sadio/Vasco.com.br
A segunda etapa começou elétrica, como já era de se esperar. O Gigante da Colina voltou com Dagoberto no lugar de Marcinho, fato que deu mais mobilidade e deixou o time mais motivado. As primeiras chances vieram dos pés de Gilberto, que logo no início, arriscou de fora da área e obrigou Paulo Victor a fazer uma grande defesa.
Os primeiros vinte minutos só foram de pressão do cruzmaltino, que em contra-ataque excelente, teve Serginho derrubado na área por Wallace. O árbitro marcou e Gilberto, sem pena, colocou a bola de um lado e o goleiro do outro. VASCO 1 x 0.
  O goleiro Martín Silva fez verdadeiros milagres em favor do Vasco ao salvar lances perigosos de Alecsandro e Everton, que tentaram a todo custo empatar a partida para se classificar para a final.
A pressão não resultou em nada e o Gigante da Colina garantiu a sua vaga para a finalíssima contra o Botafogo, que passou pelo Fluminense, no último sábado (18/04).
                             FICHA TÉCNICA – VASCO DA GAMA 1 X 0 FLAMENGO

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Rodrigo Nunes de Sá (RJ)
Auxiliares: Rodrigo Figueiredo H. Corrêa (RJ) e Rodrigo Pereira Joia (RJ)
Renda: R$ 2.420.610,00
Público: 48.221 pagantes / 53.134 presentes
Cartões amarelos: Pará, Bressan e Wallace (Flamengo); Gilberto, Guiñazu, Christiano, Julio dos Santos e Rafael Silva (Vasco)
Gols: Gilberto, aos 17min do segundo tempo
VASCO: Martín Silva; Madson, Luan, Rodrigo e Christiano; Guiñazu, Serginho, Julio dos Santos e Marcinho (Dagoberto); Rafael Silva (Bernardo) e Gilberto (Lucas). Técnico: Doriva
Flamengo: Paulo Victor; Pará, Wallace, Bressan e Anderson Pico; Jonas, Márcio Araújo e Luiz Antonio (Arthur Maia); Everton (Gabriel), Alecsandro e Marcelo Cirino (Eduardo da Silva). Técnico: Vanderlei Luxemburgo

image
Torcida faz a festa com a classificação - Foto: Marcelo Sadio/Vasco.com.br
Texto e fotos reproduzidos do site oficial do Vasco - wwwcrvascodagama.com.br Agradecimento