Vasco

Vasco

terça-feira, 30 de junho de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - 30 DE JUNHO


Na década-1930, o Vasco ficou na frente do Flamengo: 8 x 7 no placar das vitórias (e dois empates). Quando começaram os anos-1940, os dois só foram se encontrar pelo Campeonato Carioca, no domingão 30 de junho. A “Turma da Colina” visitou o Estádio Álvaro Chaves, nas Laranjeiras, e mandou 3 x 2.  O clássico, apitado por Carlos de Oliveira Monteiro, o ‘Tijolo’, teve os “executores” cruzmaltinos identificados por Figliola, Alfredo I e Lindo. O treinador Harry Welfarer escalou: Nascimento (Chiquinho), Osvaldo Saldanha, Florindo, Figliola; Zarzur, Alfredo I, Villadoniga, Lindo, Orlando, Dacunto e Gonzalez.

 ESTATÍSTICA - Na década-1940, o Vasco venceu os rubro-negros, por  21 vezes, em 42 duelos por várias competições (além de 12 empates), marcando  60 gols. Confira as vitórias e empates vascaínos no período: 30.06.1940 – Vasco 3 x 2 (Estadual); 24.1941 – Vasco 3 x 1 (amistoso); 27.04.1941 – Vasco 0 x 0 Flamengo (Torneio Início);  09.11.1941 – Vasco 1 x 1 Flamengo (Estadual). 26.04.1942 – Vasco 1 x 1 Flameno (Estadual); 16.03.1943 – Vasco 1 x 1 Flamengo (Torneio Relâmpago); 28.03.1943 – Vasco 1 x 1 Flamengo (Torneio Início). 31.07.1943 – Vasco 1 x 1 Flamengo (Estadual). 19.03.1944 – Vasco 5 x 2 (Torneio Relâmpago); 26.03.1944 – Vasco 3 x 1 (Torneio Início); 24.06.1944 – Vasco 2 x 2 Flamengo (Municipal); 26.08.1944 – Vasco 2 x 1 (Estadual). 13.05.1945 – Vasco 5 x 1 (Municipal); 16.09.1945 – Vasco 2 x 1 (Estadual); 18.11.1945 – Vasco 2 x 2 Flamengo (Estadual). 24.03.1946 – Vasco 2 x 0 (Relâmpago); 19.05.1946 – Vasco 3 x 1 (Municipal); 03.08.1946 – Vasco 2 x 2 Flamengo (Estadual); 06.10.1946 – Vasco 4 x 3 (Estadual).
                                BATIDAS CRUZMALTINAS COMM VÁRIOS SABORES
O Vasco já aplicou duas goleadas em cima do Bonsucesso, na data 30 de junho: 6 x 1, amistosamente, em São Januário, em uma quinta-feira de 1960, e 5 x 1, em 1943. No jogo de maior escore, Pinga (2), Ronaldo, Nivaldo e Roberto Pinto e Sabará fizeram o estrago. Amistosamente, os cruzmaltinos só encararam o “Bonsuça” em seis oportunidades: 28.12.1941 – Vasco 4 x 2; 21.05.1944 – Vasco 10 x 0; 14.04.1954 – Vasco 5 x 1; 04.02.1959 – Vasco 2 x 1; 30.06.1960 – vasco 6 x 1; 26.04.1975 – Vasco 1 x 1 Bonsucesso.

VASCO 5 x 1 BONSUCESSO valeu pelo Campeonato Carioca-1943 da fase em que o treinador uruguaio Ondino Viera estava montando o “Expresso da Vitória”, o timão quase invencível. Foi em uma quarta-feira, no estádio da Rua Conselheiro Galvão, dos rubro-anis, e os gols cruzmaltinos criação de Ademir Menezes (3), Lelé e Alfredo II. O time teve: Roberto; Aroldo e Rubens; Figliola, Tião e Argemiro; Djalma, Alfredo II Lelé, Ademir e Chico.


Pinga pingou na rede
VASCO 5 X 2 BENFICA, em 1957, fez parte de excursão por gramados europeus. Era domingo, em revaldo lisboeta, amistosamente, quando a rapaziada do treinador Martim Francisco encantou a torcida da terra. O "Almirante" chegou às redes lusitanas por intemédio de Válter Marciano (2), Sabará, Livinho e Pinga, navegando com esta tripulação: Carlos Alberto (Hélio), Viana e Ortunho; Orlando, Laerte e Dario; Sabará, Livinho, Vavá, Valter  (Roberto Pinto)  e Pinga. Aquele foi o segundo dos quatro amistosos disputados com os benfiquistas. O primeiro rolou em julho de 1931, com goleada, por 5 x 0. Em 1965, houve empate, no Maracanã, por 1 x 1, repetido, em 1984.
 
Sasulzinho (E) ao lado de
Viladônega
VASCO 4 X 1 PORTUGUESA-RJ  – Além de duas balaiadas sobre o “Bonsuça”, o Vasco mandou mais uma nos 30 de junho. Vítima: a "Zebra" da Ilha do Governador, pelo Campeonato Carioca-1963, no Maracanã. Laçadores: Saulzinho (2), Célio e Sabará acharam o pescoço dela, para gáudio do chefe Jorge Vieira, que colocou o laço nos poderes de: Humberto Torgado, Joel Felício, Brito, Barbosinha e Dario; Maranhão e Lorico; Sabará, Célio Saulzinho e Ronaldo. José Gomes Sobrinho apitou a partida.   

VASCO 3 X 2 PONTE PRETA - "Relíder". Não inventaram  "reestreia", para o primeiro jogo do atleta que retorna a um clube? Não falam "relançou", quando o meia aciona o atacante em dois lances seguidos? Logo, se o Vasco retomava a ponta, era "relíder". Estava "reliderando" o Campeonato Brasileiro-2012, segundo o neologismo da vez. O "Time da Virada" virou o placar e "retomou" a ponta da tabela, naquele 30 de junho. Pisou no gramado de São Januário, com 13 pontos, e saiu com 16, vendo a concorrência lá de cima. A "Macaca", marcou primeiro, a moçada empatou e a visitante desempatou, no primeiro tempo. No segundo, o "Almirante" "reempatou"  e "redesempatou". Que sabadão emocionante" Fabricio Neves Correa-RS apitou e os gols vascaínos foram de Alecsandro, aos 21 min do 1º tempo;  Éder Luís, aos 3, e Diego Souza (pen), aos 32 min do 2º tempo. O time do técnico Cristóvão Borges: Fernando Prass; Fagner, Dedé, Renato Silva e Felipe (Eduardo Costa); Nilton, Fellipe Bastos, Juninho e Carlos Alberto (William Matheus); Éder Luis (Diego Souza e Alecsandro.
Alecsandro, Diego Souza e Juninho Pernambucano comemoram

 .


 
 

ÁLBUM DA COLINA - PÁGINA 2012

Mais um título mundial para as prateleiras de São Januário". Desta vez, quem foi buscar a taça foram as "Meninas Lindas das Colina", que conquistaram, em 30 de junho, o IBERCUP-2012, também chamado de Mundialito, na portuguesa Estoril. O caneco saiu na vitória, por 1 x 0, sobre o espanhol Atlético de Madrid, com ol marcado pela meia e capitã, Ana Clara. Nos seis jogos que disputaram, as vascaínas marcaram 23 gols e não sofreram nenhum.
A formação de hoje foi: Keissyane, Rafaela, Elaine, Isabela e -Juliana (Byanca Nohana); Raisa, Ana Clara, Leilane e Brena; Byanca Brasil e Gabrielly. A comissão técnica contou com o diretor Tadeu, o supervisora Rose de Sá, o treinador Glaucio Carvalho, o preparador físico Paulo Neves, o fisioterapeuta Marcos, o massagista Marcos Raimundo, o preparador de goleiros Charles Ubirajara e médico Rômulo.
Confira a campanha das "Meninas Linda da Colina": Vasco 10 x 0 San Julians, da Inglaterra; Vasco 3x0 AIK, da Suécia; Vasco 1 x 0 Vitória, de Setúbal, de Portugal; Vasco 6 x 0 Porto, de Portugal;  Vasco 2 x 0 FH, da Finlândia, e Vasco 1x 0 Atlético de Madrid. (fotos reproduzidas de www.crvascodagama.com.br). Agradecimento.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

VASCAÍNOS ABREM CASA PORTUGUESA

 No dia 10 de junho de 1956, o Vasco encerrou excursão por gamados europeus, inaugurando o novo estádio do clube português Sporting, de Lisboa. De quebra, fez a festa no placar, mandando 3 x 2 pra cima dos festejantes.
Na foto acima, o zagueiro lusitano Pacheco chega, com vontade, espanando o ataque cruzmaltino. Ao centro, Vasques e Miltinho não arrumaram nada diante da zaga do time armado pelo treinador Martim Francisco. Na terceira imagem, Pacheco e Juca tentam impedir o chute de Livinho.
Vavá (2) e Sabará marcaram os tentos da vitória cruzmaltina, tendo o time sido: Hélio, Paulino de Almeida e Haroldo; Orlando, Laerte e Coronel; Sabará, Livinho, Vavá (Ademir Menezes) e Artoff.
Esta partida, por sinal, marcou a última apresentação de Ademir Marques de Menezes com  jaqueta da "Turma da Colina".
 
On the day of 10.06.1956, Vasco nicked by European tour ended, ushering in the new stadium of Portuguese club Sporting Lisbon. Break, did the party on the scoreboard, sending 3 x 2 upwards of festejantes.
In the photo above, the Lusitanian defender Pacheco arrives, eager, dusting the cruzmaltino attack. The centerVasques and Miltinho not packed anything before the armed defense of the coach Martim Francisco team. In the third image, Pacheco and Joey try to stop the shot from Livinho.

This game, by the way, marked the presentation of  Ademir Marques de Menezes jacket with the "Class of the Hill." (fotos reproduzida da revista "Manchete Esportiva).




 

CALENDÁRIO DA COLINA - 29 DE JUNHO

 Três times cariocas estão na conta dos devedores vascaínos nos 29 de junho: Bonsucesso, São Cristóvão e Campo Grande, velhos “fregueses”. De caderninho, diga-se de passagem. O mais importante, porém, foi a primeira vitória carioca em gramados europeus. E mais duas, por aqui, sobre times com o mesmo nome. Vamos ver este forrobodó.

VILLADONIGA
VASCO 3 X 2 BONSUCESSO, pelo Campeonato Carioca-1941, teve o a galera da Colina como visitante ao estádio da Rua Teixeira de Freitas, em um domingo. Alfredo II, Villadoniga (foto) e Orlando marcaram os gols do time do treiador Telêmaco Frazão de Lima. O “Kike da Bola” encontrou uma escalação com nove nomes – Chiquinho, Osvaldo Saldanha, Florindo, Figliola, Alfredo II, Argemiro, Orlando, Villadoniga e Gonzalez. No entanto, a base de 1941 era: Chiquinho, Jahu (Osvaldo Saldanha) e Florindo; Figliola, Zarzur (Paulista) e Dacunto (Argemiro); Armandinho (Manuel Rocha), Alfredo I (Alfredo II), Villadoniga (Carlos Leite), González (Nino) e Orlando, que não fizeram um bom Estadual. Em 28 jogos, por quatro turnos, venceram 15, empataram sete e perderam seis. Ficaram em quarto  lugar, marcando 69 gols, média de 2,46 por jogo, e sofrendo 39, um saldo de 30. 
 
VASCO 5 X 3 SÃO CRISTÓVÃO – No 29 de junho de 1946, o carioca na reta do "Almirante" era o "Santo", que o convidou para um amistoso, na Rua Figueira de Mello. E teve de ajoelhar-se, por conta de um rosário de gols desfilados por Mário (2), Lelé, João Pinto e Ipojucan.  Os cruzmaltinos só enfrentaram os alvos em apenas seis amistosos: três na casa do adversário, no estádio da Rua Figueira de Mello, duas em São Januário, e uma no antigo campo do América, à Rua Campos Salles. 
 ESTATÍSTICA: 20.09.1932 – Vasco 5 x 1; 12.09.1937 – Vasco 3 x 1; 30.10.1944 – Vasco 2 x 3 São Cristóvão; 29.06.1946 – Vasco 5 x 3; 26.05.1960 – Vasco 5 x 3; 22.07.2000 – Vasco 3 x 0.

VASCO 1 X 0 CAMPO GRANDE, em um domingo, no Maracanã, foi o primeiro dos dois jogos disputados pelos rivais na Taça Guanabara. Neste, de 29 de junho de 1969, o gol foi marcado por Nei Oliveira, que teve do seu lado: Andrada; Fidélis, Moacir, Fernando e Eberval; Alcir, Beneti e Buglê; Silvinho, Nei, Bianchini e Valfrido. Com esta formação, o técnico Evaristo de Macedo definira a defesa que Elba de Pádua Lima, o Tim, usaria durante a conquista do título carioca de 1970. Alcir e Buglê seriam, também, titulares no meio-de-campo, enquanto o ataque trocaria Nei e Bianchini, por Silva e Gílson Nunes, fazendo companhia ao Valfrido, o “Espanador da Lua”.  O Vaso fez uma péssima Taça Guanabara-1969. Terminou em sexto lugar, entre oito disputantes, inclusive, atrás do Bonsucesso. Somou seis pontos, em sete jogos, com duas vitórias dois empates e três derrotas, marcando cinco e sofrendo quatro tentos. (Foto reproduzida da revista Esporte Ilustrado).

 VASCO 3 X 0 OPERÁRIO -  Este adversário é da cidade de Campo Grande, a capital sul-mato-grossense. Time alvinegro, encarou a rapaziada pelo Campeonato Brasileiro-1974, em em São Januário, em um sábado. Fred, Roberto Dinamite e Marião (contra) balançaram o filó.  Mário Travaglini era o triniador e a sua turma era: Andrada; Fidélis, Joel, Miguel e Alfinete; Alcir (Gaúcho) e Zanata; Jaílson, Fred, Roberto Dinamite e Jorginho.

VASCO 4 X 0 OPERÁRIO-DOR - O  time da cidade de Dourados chamou par este único amistoso entre os dois clubes, em 1980. O "Almirante" mordeu a grana e o filó, isto é, Dudu, Roberto Dinamite, Paulo Roberto e Peribaldo. 

domingo, 28 de junho de 2015

DOMINGO E DIA DE MULHER BONITA - SVETLANA, PRIMEIRO PASSEIO ORBITAL

  O mundo estava voltado para os Jogos Olímpicos que os Estados Unidos abririam, em 28 de julho de 1984, em Los Angeles, sobretudo, devido ao boicote da então União Soviética, em resposta ao não comparecimento dos norte-americanos às Olimpíadas de Moscou-1980, devido à invasão dos rivais ao Afeganistão.
Reprodução da Agência Novosti
Três dias antes de os EUA iniciarem o maior evento esportivo do planeta, os soviéticos tomaram-lhes as manchetes da imprensa internacional, anunciando que uma mulher saíra de sua  nave e andara pelo espaço sideral, pela primeira vez. Chamava-se Svetlana Savitskaya, tinha 36 anos de idade e passara 3 horas e 35 minutos fora da estação espacial Salyut-7, testando ferramenta para cortar e soldar placas de metal.
  Não fora, no entanto, o batismo orbital de Svetlana. Em 19 de agosto de 1982, ela já iniciara viagem a bordo da Souyz T-7, em missão de substituição à tripulação que o seu governo mantinha fora do planeta, o que a fazia de primeira mulher a visitar o espalho por duas vezes –– Valentina Tereschkova abrira o caminho, 19 anos antes.
Nascida em Moscou – 08.08.1948 –, Svetlana Yevgenyevna Savitska era filha de um condecorado piloto da II Guerra Mundial, Yevgenyevna Savitsk, que chegara a vice-comandante supremo da defesa aérea soviética. Ela começou as suas aventuras, aos 16 anos de idade, pelo paraquedismo. Aos 19, bateu dois recordes de saltos da estratosfera, caíndo: 14.250m e de 13.800m. Em 1966, começou a ter aulas de voo. Em 1971, formou-se  instrutora de voo. Entre 1972/76, fez curso para piloto de testes, o que valeu-lhe um emprego, de 1978 a 1981, em uma fábrica de aviões.
Homenagem em selo
Svetlana era uma mulher talhada para aventuras espaciais. Em 1969, passou a integrar a equipe soviética de acrobacias aéreas. Em 1970, pilotando um modelo Yakovlev Yak-18, sagrou-se campeã mundial de acrobacias aéreas, na inglesa Hullavington, e ganhou da imprensa, o apelido de "Miss Sensação". Realmente! Era uma mulher sensacional. Tanto que recebeu duas condecorações como “Herói da União Soviética”. Terrível heroína! Como piloto de jatos e de testes, bateu 17 recordes mundiais de velocidade em aviões Mig. P[,ilotava  20 tipos diferentes de aeronaves.
 Svetlana alistou-se para a vida de cosmonauta em 1980. Em agosto de 1982, quando do seu primeiro voo orbital, a bordo da Salyut-7, fez experiências para astrofisica, medicina, biologia, reservas de matérias-primas e recursos natuais da Terra. Saiu da vida espacial, em 1993, como major da força aérea do seu país.

'PEIXINHO" DA COLINA AFOGA "URUBU": 1 X 0


Com gol de Riascos, Vasco vence o Flamengo pelo Brasileirão

Em jogo bastante truncado, Riascos marcou de cabeça o gol que deu a vitória ao Gigante da Colina.
O lateral-direito Madson fez um cruzamento preciso, inteligente, para o gol de Riascos. E foi o melhor da partida

Com texto de MatHeus Alves, o site oficial www.crvascodagama.com.br publicou, hoje, esta crônica de Vasco 1 x 0 Flamengo, pela nona rodada do Campeonato Brasileiro, na Arena Pantanal, em Mato Grosso. Foi a primeira vitória cruzmaltina neste "BR-15", tirando o time da lanterna e entregando o facho  ao catarinense Joinville. O "Almirante" ficou em 19º lugar, com seis pontos, e voltará a campo, na quarta-feira, diante do catarinense Avaí, a partir das 19h30, em São Januário. Vamos ver como o redator vascaíno contou sobre a partida que, em vez de "Clássico dos Milhões", foi o "Clássico dos Bicões".

O JOGO - O primeiro tempo foi muito truncado e com poucas chances para as duas equipes. O Gigante da Colina fez uma boa marcação e foi feliz em uma jogada.
 O técnico Celso Roth apostou em iniciar o jogo com Júlio César no meio de campo. O jogador teve boa movimentação e ajudou a equipe. Madson, que nos últimos jogos, vinha sendo muito bem bloqueado pelos adversários, conseguiu aparecer, apesar da marcaçã de Emerson Sheik.
 Aos 15, o lateral-direito fez a grande jogada do primeiro tempo. Madson passa facil por Anderson Pico, vai ao fundo e cruza para a área, onde encontra Riascos livre para dar uma forte cabeçada para o fundo do gol. Vasco 1x0 Flamengo.
                             CONFIRA O GOL MARCADO POR RIASCOS

  
Mesmo com maior posse de bola, o Flamengo pouco fez. Não assustou o goleiro Charles e pecou nos erros de passes. Do lado vascaíno, Riascos mais uma vez apareceu após roubada de bola. O colombiano tocou para Gilberto, que com perigo, chegou forte no ataque, chutou e mandou para fora. Com uma atuação segura, o Vasco bloqueou o rubro-negro na primeira etapa.
Vasco se defende bem e garante a vitória - O Flamengo voltou para o segundo tempo tentando mudar o panorama da partida. Nos primeiros 10 minutos, Emerson Sheik e Canteros até que tentaram, mas pecaram na finalização.
 O "Gigante da Colina" só apostou no contra-ataque na segunda etapa, e se segurou até os últimos minutos, com muito sucesso. O rubro-negro só teve uma oportunidade de Alan Patrick, que parou nas mãos do goleiro Charles. Com isso, o Vasco conseguiu a primeira vitória na competição: 1 x 0.
                                 FICHA TÉCNICA – VASCO 1X0 FLAMENGO
28.06.2015 - (domingo) - Vasco 1 x 0 Flamengo. Local: Arena Pantanal, em Cuiabá-MT. Juiz:: Héber Roberto Lopes-SC.Auxiliares: Kleber Lucio Gil-SC e Guilherme Dias Camilo-MG. Público: 16.602 presentes e 14.010 pagantes. Renda: Cartões amarelos: Serginho, Jhon Cley e Charles (Vasco). Gol: Riascos, aos 15 min do 1º tempo. VASCO: Charles; Madson, Rodrigo, Salles e Christianno; Guiñazu, Serginho, Júlio César e Jhon Cley (Rafael Silva); Riascos (Thalles) e Gilberto (Lucas). Técnico: Celso Roth. FLAMENGO: Cesar; Luiz Antonio, Wallace, Samir e Anderson Pico (Alan Patrick); Jonas, Márcio Araújo e Canteros; Everton (Paulinho), Emerson Sheik e Eduardo da Silva (Marcelo Cirino). Técnico: Cristóvão Borges.      
 

sábado, 27 de junho de 2015

VASCO EM CIMA DO LANCE DAS CAPAS

Seguramente, em 1997, ninguém jogou mais bola neste planeta do que o vascaíno Edmundo. Só não foi "bola de ouro" de todas as premiações mundiais porque não defendia nenhum time europeu. Afinal, nem o argentino Diego Armando Maradona, o maior craque pós-Pelé, fora agraciado pelos cartolas do Velho Continente. Sem problemas! O filme sobre a magia nas chuteiras do "Animal" passa, a qualquer tempo, no cineminha da memória dos torcedores do time da Rua General Almério de Moura, fundos com São Januário.                           Edmundo, além de gastar a "maricota", como falávamos os nossos gloriosos "speakeres" de antigamente, falava coisas do "arco da velha". Gostou dessa? Prometia perder pênalti, se os houvesse, em seus tempos de "contra". Chegou a perder emprego por causas disso.                                                               
 O jornal diário carioca "Lance" fez  esta belíssima capa (E) com ele saindo para o abraço, comemorando, com todos os centímetros quadrados e cúbicos do seu "coração explodinte de alegria".                                     Um outro vascaíno arretado, retrinca,  como falam os baianos, que honrou a jaqueta de São Januário, foi Felipe. Jogava o que o diabo nunca imaginara atentar contra as marcações adversárias.  Ganhou o apelido de "Maestro", por fazera o que queria com a "gorducha". As vezes, lembrava o endiabrado "Mané Garrincha". Ei-lo mostrando o símbolo sagrado  e gritando gol com a galera (D). O fotógrafo de "Lance" estava no lance.

CALENDÁRIO DA COLINA - 27 DE JUNHO

Nos 27 de junho vascaínos, com muita fome de gols, a rapaziada bateu na turma da vila e do campo, valendo pelo Campeonato Carioca. Sobrou, também, para a moçada das Laranjeiras, se bem que mais leve. Está conferido, também, mais do que estrela capixaba ida aos pampas, para pastorear os colorados. Confiramos!
 
VASCO 5 X 1 VILA ISABEL, em um domingo de 1926, rolou no estádio da Rua Paysandu. Tempos do treinador uruguaio Ramón Platero, que comemorou os gols de Paschoal (2), Russinho (2) e Dininho. Os vascaínos enfrentaram aquele adversário em oito oportunidades,  pelo Campeonato Carioca da Primeira Divisão, com grande superioridade. Confira: 25.05.1924 – Vasco 3 x 1; 03.08.1924 – Vasco 2 x 0; 04.04.1926 – Vasco 5 x 0; 27.06.1926 – Vasco 5 x 1; 22.05.1927 – Vasco 5 x 2; 31.07.1927 – Vasco 2 x 2 Vila Isabel; 10.06.1928 – Vasco 1 x 1 Vila Isabel; 07.10.1928 – Vasco 4 x 0.  Antes, houve quatro jogos pelo Carioca da Segunda Divisão: 17.04.1921 – Vasco 1 x 4; 03.07.1921 – Vasco 3 x 2; 23.04.1922 – Vasco 0 x 1; 04.06.1922 - Vasco 2 x 1.

 Vavá em foto reproduzida de uma capa da
revista Manchete Esportiva
VASCO X 3 X 3 PALMEIRAS - Curioso! Na data de 27 de junho, o Vasco empatou, por duas vezes, com o Palmeiras: 3 x 3, em 1945, e 1 x 1, em 1954. Só trocaram os dois últimos números: 45 e 54. O primeiro desses empates foi eletrizante, em uma quarta-feira, no paulistano Pacaembu, apitado por Oscar Pereira Gomes. Os vascaínos chegaram a abrir três gols de frente, por intermédio de Lelé, aos 4 e aos 14, e de Santo Cristo, aos 17 minutos. Com o uruguaio Ondino Viera no leme, a esquadra do “Almirante” navegou levando: Barcheta, Berascochea, Rafagnelli, Nílton, Dino (Argemiro) Rubens, Djalma, Santo Cristo, Lelé, Isaías e Chico (Ademir Menezes). Em 1954, o encontro valeu pelo Torneio Rio-São Paulo, em um domingo, novamente, no Pacaembu, isto é, Estádio Paulo Machado de Carvalho, com arbitragem de José Alberto da Gama Malcher. Hélio marou o tento vascaíno, aos 35 minutos, com o time alinhando: Barbosa; Dário e Bellini; Amauri, Laerte e Haroldo (Beto); Sabará (Vaguinho), Ademir Menezes (Iedo), Vavá, Alvinho e Hélio.
 
 VASCO 2 x 1 FLUMINENSE foi o segundo dos três duelos de desempate pelo título do Torneio Municipal-1948, porque os dois rivais terminaram igualados, com 16 pontos. Assistido por 11.016 almas, no estádio da Gávea, em um domingo, o jogo teve gols vascaínos marcados por Dimas, aos 36, e por Nestor, aos 50 minutos. Alberto da Gama Malcher apitou e o treinador Flávio Costa mandou esta patota bater nos tricolores: Barcheta, Laerte e Wilson; Alfredo II, Moacir e Sampaio; Nestor, Ipojucan e Dimas. 
 
VASCO 5 X 0 CAMPO GRANDE, pelo Estadual-1979,  teve Roberto Dinamite (2), Paulinho (2) e Guina comparecendo ao barbante. Era uma quarta-feira e 1.365 pagantes foram a São Januário ver Oto Glória comandar a rapaziada  naquele baile. Quem botou pra dançar? Leão; Paulinho Pereira, Jader, Abel, Gaúcho e Marco Antônio: Dudu, Helinho e Guina; Wilsinho, Roberto Dinamite (Carlos Alberto Garcia) e Paulinho.
 
VASCO 3 X 0 ESTRELA DO NORTE-ES -  Quem brilhou mais foi a estrela da Colina, neste que, simplesmente, foi mais um daqueles amistosos em que o time convidante assiste ao adversário só faltar mandar roupeiro e massagistas para o gramado O treinador Antônio Lopes usou, em 1982, quem levou para o banco dos reservas para encarar o time capixaba. Com gols de  Renato Sá, Dudu e Ernani, o "Almirante" foi ancorado por: Mazaropi (Acácio), Rosemiro, Rondinelli (Chagas), Ivan, Gilberto, Dudu (Serginho), Marquinho (Jérson), Ernâni, João Carlos (Galvão), Claudio Adão (Paulo César) e Renato Sá.

VASCO 3 X 1 INTERNACIONAL foram indiscutíveis: dentro da casa colorada, no Beira-Rio, em Porto Alegre. Grande tarde domingueira cruzmaltina, diante de 6.743 pagantes, valendo pela  11º rodada do primeiro turno do Campeonato Brasileiro-2004, com apito de Elvécio Zequetto-MS. Muriqui, aos 8 minutos, começou a calar a torcida do Inter. Aos 42, Valdir ‘Bigode” fez mais um. Chiquinho, aos 38 do segundo tempo, também, mexeu no placar. Geninho era o treiandor e a sua rapaziada era: Fábio; Chiquinho, Serjão Vertello, Wescley e Diego; Ygor, Coutinho (Gomes), Robson Luís (Júnior) e Petkovic; Muriqui (Ãnderson) e Valdir.
 

sexta-feira, 26 de junho de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - 26 DE JUNHO

Duas goleadas e dois empataços são os destaques vascaínos na data 26 de junho. Além do jogo de despedida do "descohecido" Pelé com a camisa da "Turma da Colina".

VASCO 3 X 3 BOTAFOGO  mostra porque chamar este encontro de “Clássico da Amizade” não pega. Nenhum dos dois perdoa. Tanto que  já ficaram neste placar em três oportunidades. A primeira, em General Severiano, a casa botafoguense, pelo Campeonato Carioca-1927, no 15º duelo da rivalidade que tinha 11 invencibilidades vascaínas. Os outros 3 x 3, concidentemente, tiveram mesmas data e local: 30 de outubro de 1925 e de 1926, também valendo pelo Estadual. No de cima, os gols vascaínos foram de Paschoal, Tatu e Badu.

VASCO 6 x 0 ACADÊMICA-POR valeu o “canudo de goleador” aos cruzmaltinos, em um domingo de 1955,  quando a moçada excursionava por relvados portugueses. Sabará (2), Pinga (2), Maneca e Vavá viram o time lusitanos "analfabeto de bola". Tremeu diante de: Victor Gonzalez, Paulinho de Almeida (Haroldo) e Bellini; Ely, Orlando e Coronel; Sabará, Maneca (Iedo), Vavá (Ademir Menezes) , Pinga e Parodi. O treinador era Flávio Costa e este foi o único encontro da rapaziada com o clube de Coimbra.

 
VASCO 2 X 1 VALENCIA, em 1957,  está no rol dos cinco amistosos disputados pelos dois. Este se deu em uma quarta-feira, em canchas espanholas, com Vavá e Pinga pingando nas redes. Martim Francisco era quem comandava a rapaziada: Carlos Alberto Cavalheiro, Dario e Ortunho; Orlando Peçanha, Viana e  Laerte; Sabará, Livinho, Vavá (Wilson Moreira), Válter Marciano e Pinga.

ESTATÍSTICAS – Confria os amistosos “vascaíno-valencianos”: 19.06.1947 – Vasco 4 x 1; 22.05.1955 – Vasco 3 x 3 Valencia; 20.06.1957 – Vasco 3 x 1; 26.06.1957 – Vasco 2 x 1; 15.06. 1958 – Vasco 1 x 1 Valencia. (desenho de Bellini reproduzido de capa da revista "Gazeta Esportiva")  

VASCO 1 X 1 FLAMENGO - No 26 de junho de 1957, Pelé  fez a sua terceira e última partida com a camisa cruzmaltina, marcando gol no empate, por 1 x 1, no Maracanã, pelo Torneio Interncional do Morumbi.
 Ele defendia o Combinado Vasco/Santos, formado por jogadores dos dois times – os titulares do Time da Colina estavam excursionando, só ficando Paulinho de Almeida e o capitão Bellini, que estavam convocados para a Seleção Brasileira que disputaria a Copa Roca, com os argentinos. O jogo foi em uma quarta-feira, e Pelé voltaria a fazer mais um jogo pelo combinado, mas com a camisa santista, contra o São Paulo, na “paulicéia”, novamente marcando gol e com empate, por 1 x 1.
FICHA TÉCNICA - 26. 06.1957  – Combinado Vasco/Santos 1 x 1 Flamengo – Estádio: Maracanã, no Rio de Janeiro. Torneio Internacional do Morumbi; Juiz: Anver Bilate; Gols: Pelé (Vasco-Sntos) e Dida (Flamengo). VASCO/SANTOS: Manga, Paulinho, Bellini e Ivan; Urubatão e Brauner; Iedo (Pagão), Pelé, Del Vecchio (Pepe), Jair Rosa Pinto e Tite. FLAMENGO: Ari, Joubert, Pavão e Jordan; Jadir (Dequinha) e Mílton Copolilo; Luiz Carlos, Moacir, Henrique (Duca), Dida e Zagallo (Babá). (Fotos reproduzidas da revista Grandes Clubes/1971.

VASCO 4 x 0 CAMPO GRANDE rolou pela Copa Rio-1991, em uma quarta-feira, em São Januário. Os “desempregadores de goleiros” foram Sorato (2) Ânderson e Zé do Carmo. O técnico Antônio Lopes só não gostou do público pagante: 1.640 testemunhas.  Vascaínos e campo-grandenses fizeram dois jogos pela Copa Rio de Janeiro, ambos vascaínados no placar: 4 x 0, em 26.061991, e 2 x 1, em 25.10.1995. Mas o “Campusca” é um velho freguês. Juntando-se as refregas por Campeonato Brasileiro (2); Estadual (49); Taça Guanabara (2); Copa RJ (2) e amistosos (4), o time da zona rural carioca, em 59 encaradas, levou a pior em 42 oportunidades.

 VASCO 3 X 3 CRUZEIRO é lance mais moderno, da nona rodada do primeiro turno do Campeonato Brasileiro-2005. Jogado em noite de domingo, no Mineirão, em Belo Horizonte, teve o  pequeno público de 6.146 pagantes. Com Dário Lourenço no comando da turma, Alex Dias, aos 45 minutos do primeiro tempo; Morais, aos 24, e Gomes, aos 39 da etapa final, foram os representantes da Colina nas redes da "Raposa". O apito foi de  o Wilson Luiz Seneme-SP e a “Esquadra do Almriante” esteve nas “Alterosas” piloada por: Ervelton; Éder, Ciro, Alemão e Wagenr Diniz (Claudemir): Ives, Gomes, Morais e Jorginho Paulista (Maciel); Alex Dias e Willian (Dominguez).


Jgos de 26 de junho



 





 


TRAGÉDIAS DA COLINA - OS MANELÕES


O Vasco ganhou mais do que perdeu, quando enfrentou o endiabrado Mané Garrincha, que, um dia, vestiu, também, a sua camisa, e até marcou um gol, com ela. Mas, quando o tinha pela frente, era  um terror, para os seus defensores. O “Torto” aprontava todos, fazia o show da galera. Diante de Mané Garrincha, os treinadores vascaínos armavam um esquema em que ele tivesse, pelo menos, três marcadores, quando se aproximasse da área. Nesta foto, vemos Dario fazendo o primeiro combate. Atrás de todos, com a camisa 3 cruzmaltina, está o capitão Hideraldo Luís Bellini, que foi companheiro da “Alegria do Povo” durante a conquista da Copa do Mundo de 1958, na Suécia. O número 4, no meio, é Écio Capovilla.

A foto é da revista “O Cruzeiro” e o clássico é do começo da década de 1960. Segundo Coronel, o lateral-esquerdo vascaíno que mais marcou Garrincha, ele estudou muito um jeito de não virar “mané” nas garras do Mané. Concluiu que a melhor saídas era chegar primeiro na bola. Fora isso, o mais seria trágico.
 
2 - Em 30 de junho de 1948, a rapaziada foi ao estádio da Rua General Severiano e deixou Orlando “Pingo de Ouro” afundar o “Almirante”. Por 1 x 0, o Fluminense levou o caneco do Torneio Municipal. Carlos de Oliveira Monteiro, o  “Tijolo”, apitou a pugna, assistida por 14.381 pagantes, que gastaram Cr$ 207 mil e 72 cruzeiros. Naquela escorregada vascaína, o treinador era Flávio Costas e os “pisões” foram: Barbosa, Laerte e Wilson; Ely, Danilo e Jorge; Djalma, Maneca, Friaça, Ademir Menezes e Chico. O Flu, que tinha o uruguaio Ondino Viera no seu banco, levou aquela com: Castilho, Pé-de-Valsa e Haroldo; Índio, Mirim e Bigode; Cento-e-Nove, Simões, Rubinho, Orlando Pingo de Ouro e Rodrigues.
     

quinta-feira, 25 de junho de 2015

CORREIO DA COLINA - ALFREDO

A propósito da lenda "GetúlioVasco", que o "Kike" publico no recente dia 6 de janeiro, um dos nossos "vasconautas" nos lembra que, além dos três jogadores que o presidente da república ajudou a levar para São Januário, depois, o Vasco levou mais gente. Eis o seu e-mail:
"O trio atacante do Vasco da Gama, formado por Lelé, Isaías e Jair Rosa Pinto era fantástico. Eles  começaram jogando pelo Madureira Atlético Clube. O time suburbano tinha, ainda, o goleiro Alfredo, o zagueiro Norival e o extrema direita Adílson, que eram muito bons de bola. Além dos "Três Patetas", como ficaram conhecidos Lelé, Isaías e Jair, o Vasco levou, também, o goleirão Alfredo, que chegou a defender a seleção carioca". Ivan Zaki Taam, do Rio de Janeiro.
Prezado Ivan!  Quando se fala em Alfredo vascaíno, pensa-se, logo, no Alfredo dos Santos, ou Alfredo II, que viveu entre 1º de janeiro de 1920 e 23 de outubro de 1997, não é mesmo? Embora ele jogasse em várias posições, se fora goleiro antes, o "Kike" não sabe. Vai perguntar ao nosso consultor Mauro Prais. No entanto, sabe que Alfredo passou a chamar-se Alfredo II depois que o Vasco contratou um outro Alfredo, um jogador mineiro. Há a informação de que ele teria jogado de goleiro, contra a Portuguesa de Desportos, amistosamente, em 17 de dezembro de 1939. Mas não encontramos a ficha técnica da partida. 
Além do mais, não poderia ter saído do "Madura", porque toda a sua carreira foi desenvolvida em São Januário, entre 1937 e 1956,  descontando-se o tempinho de 1949, quando, a contragosto, esteve no Flamengo, o qual não conseguiu servir, por grande amor ao Vasco.
A partir de quando os "Três Patetas chegaram à Colina, não consta o nome do goleiro Alfredo, até Barbosa tomar conta da posição. Os caras da camisa 1 foram: Oncinha, Roberto, Barcheta, Yustrich e Rodrigues. Seria bom se fosse nos enviasse algo sobre este Alfredo goleiro, pois o "Kike" nada encontrou em sua extensa coleção de revistas esportivas antigas, e nem fazendo um rolé pela Internet. Aguardamos retorno, combinado?   
Enquanto isso, com relação ao glorioso Isaías, vale ressaltar que um dos motivos que levaram o Vasco a contratá-lo foi ter marcado quatro gols na partida em que o "Madura" mandou 5 x 1 na "Turma da Colina", no dia 12 de abril de 1942, pela segunda rodada do Campeonato Carioca, no estádio da Rua Campos Sales. Naquele dia, o Madura teve Alfredo no gol, Isaías e Jair na frente, enquanto o Vasco teve Alfredo II ao lado de feras como o uruguaio Figliola, o gaúcho Noronha, o terrível  Alfredo II, Ademir Menezes e o argentino Villadoniga. Logo, os dois Alfredo  não eram o mesmo.

CALENDÁRIO DA COLINA - 25 DE JUNHO


Uma data muito diferente. É o que se pode dizer do Vasco nos 25 de junho. Curiosamente, há quatro empates por  2 x 2. Com tantas vitórias já conferidas, não se pode deixar de conferir isso. Verdade? 

VASCO 2 X 2 SÃO CRISTÓVÃO, do Campeonato Carioca-1939, é registro de uma temporada em que os cruzmaltinos não estiveram bem. Em 24 jogos, venceram oito (33,33%), empataram sete e caíram em nove, marcando 32 e sofrendo 34 gols. Diante do "Santo", o uruguaio Villadoniga e o mineiro Orlando Fantoni fizeram a torcida vibrar.   

VASCO 2 X 2 AMÉRICA-RJ, amistosamente, teve Bianchini e Nei Oliveira comparecendo ao filó do "Diabo". 

VASCO 2 X 2 PORTO-POR, amistosamente, aconteceu em uma quarta-feira de 1975, em São Januário.  Edu Coimbra e Gaúcho marcaram para os vascaínos. O jogo ateve apito de José Aldo Pereira e a “Turma da Colina” foi à luta armada por: Mazaropi; Paulo César, Miguel (Jair Pereira), Renê e Alfinete; Gaúcho e Zanata e Ademir (Carlinhos); Dé, Edu e Galdino (Luiz Carlos).
VASCO 2 X 2 UNIÃO-MT foi o único amistoso vascaíno contra o time de Rondonópolis. Rolou em 1980, em uma quarta-feira, no Estádio Engenheiro Lutero Lopes, com gols cruzmaltinos marcados por Dudu e Roberto Dinamite, o de número 334 de sua carreira, quando o treinador era Gílson Nunes, o ponta-esquerda do time campeão carioca de 1970. Os vascaínos enfrentaram o time de Rondonópolis em mais duas oportunidades, ambas pela Copa do Brasil de 2005. Venceram, por 2 x 0, em 2 de março, e empataram, por 2 x 2, em 15 de fevereiro.
 

quarta-feira, 24 de junho de 2015

CALENDÁRI DA COLINA - 24 DE JUNHO

Bi do Torneio Municipal, vitórias nacionais e internacionais estão nos arquivos cruzmaltinos dos 24 de junho. Contra a turma daqui, a rapaziada passeou. Diante da galera de fora, deixou o Porto para trás e atingiu o uruguaio Nacional Vejamos os registros:
 
VASCO 3 X 1 ANDARAHY, vitória de virada,  abriu o segundo turno do Campeonato Carioca-1923. Jogado no estádio da Rua Barão de São Francisco Filho, no bairro do Andaraí,  foi apitado por Armindo Ferreira. No primeiro tempo, Gradim inaugurou o placar, que Cecy igualou. No segundo, o mesmo Cecy e Claudionor resolveram a parada para este time: Nélson, Leitão e Mingote; Nicolino, Claudionor e Artur; Paschoal, Torterolli, Arlindo, Cecy e Negrito.   
VASCO 5 X 2 BANGU, em 1934, fez parte de uma temporada estadual complicada. Duas ligas – Associação Metropolitana de Esportes Atléticos-AME e Liga Carioca de Football-LCF – brigavam pelo comando da modalidade. Os vascaínos ficaram com a segunda, e foram os campeões. O prélio contra os banguenses, em São Januário, teve apito de Jorge Marinho e Gradim marcando três gols no primeiro tempo. Na etapa final, Nena, cobrando pênalti, e Lamana completaram a conta para o time do técnico Harry Welfare, que teve: Rey, Domingos da Guia e Itália; Gringo, Fausto e Mola; Orlando, Almir (Lamana), Gradim, Nena e D’Alessandro. 
                          
VASCO 2 X 2 FLAMENGO -  Neste empate com sabor de vitória, Lelé, aos 9 e aos 15 minutos do segundo tempo, conduziu a rapaziada ao título de campeão do Torneio Municipal-1944, em um sábado, no estádio das Laranjeiras. Por aquela época, o treinador uruguaio Ondino Viera estava armando o “Expresso da Vitória”. Naquele dia, a arbitragem pertenceu a Oscar Pereira Gomes e a "Turma da Colina" era: Oncinha, Rubens e Rafagnelli; Alfredo II, Berascochea e Argemiro; Djalma, Lelé, Isaías, Jair Rosa Pinto e Chico. Foi o primeiro dos quatro títulos seguidos que foram para São Januário.
VASCO 6 x 2 AMÉRICA-RJ - Na mesma data do título metropolitano-1944,  o ‘maquinista’ Ondino Viera levou o seu “Expresso” engatar nova marcha forte, conquistando do bi do Municipal. Mas o comboio já estava campeão desde a rodada anterior, mandando 5 x 1 no Fluminense e colocando seis ponto de vantagem sobre aquele time, o segundo colocado.
CAMPANHA-1944 – 02.04.1944 – Vasco 3 X 1 Fluminense; 09.04.1944 –  Vasco 2 x 1 Canto do Rio; 16.04.1944 – Vasco 5 x 3 Madureira; 27.0.1944 – Vasco 3 x 0 Bonsucesso; 27.05.1944 – Vasco 3 x 2 América; 03.06.1944 – Vasco 1 x 2 São Cristóvão; 10.06.1944 – Vasco 2 x 0 Botafogo; 18.06.1944 – Vasco 2 x 1 Bangu; 24.06.1944 – Vasco 2 x 2 Flamengo.
CAMPANHA-1945 – 29.04.1945 – Vasco 3 x 0 Bangu; 06.06.1945 – Vasco 6 x 1 São Cristóvão;  13.05.1945 – Vasco 5 x 1 Flamengo; 20.05.1945 – Vasco 6 x 0 Bonsucesso; 27.05.1945 – Vasco 2 x 1 Canto do Rio; 03.06.1945 – Vasco 5 x 3 Botafogo;  10.06.1945 – Vasco 3 x 0 Madureira; 17.06.1945 – Vasco 5 x 1 Fluminense; 24.06.1945 – Vasco 6 x 2 América. (Foto reproduzida de www.osgigantesdacolina.blgospot.com). Agradecimento.

VASCO 2 X 0 PORTO-POR - Lá fora, a vitória foi em uma terça-feira 1947, com gols de Maneca e Chico.  O técnico Flávio Costa mandou ao relvado: Barbosa, Augusto e Rafagnelli; Ely, Danilo (Ipojucan) e Jorge; Nestor, Maneca, Frikaça Lelé (Ismael) e Chico.

VASCO 3 X 1 SANTA CRUZ-PE - Em visita à pernambucana Recife, sob o comando do treinador Oto Glória,  a rapaziada matou a "Cora Coral" e mostrou o pau, no bico das chuteiras de  Friaça, Amorim e Maneca. Amistosamente, em 1951. 

VASCO 4 X 2 CORINTHIANS -  Estava rolando o Torneio Rivadávia Corre Mayer. Era uma quarta-feira de 1953, no Maracanã, e o time do treinador Flávio Costa teve as suas bolas na rede mandadas por Pinga (2), Maneca e Ipjucan. Os caras: Ernâni, Mirim e Bellini, Ely,  Danilo e Jorge; Sabará (Alfredo II), Maneca, Ipojucan, Pinga e Dejayr.
 
VASCO 2  X 0 OLARIA valeu pela oitava rodada do Estadul-1981, no Estádio Caoio Martins, em Niterói, sob o comando de Júlio César Cosenza, diante de 3.039 pagantes. Silvinho foi o "cara" do jogo, pingando no filó, aos 10 e aos 35 minutos do primeiro tempo, em tempos do treinador Mário Jorge Lobo Zagallo, que escalou: Mazaropi, Rosemiro, Orlando, Léo e Sérgio Pinto; Dudu. Zandonaide (Serginho) e Renato Sá; Wilsinho, Ticão e Silvinho. 

VASCO 2 X 1 BOTAFOGO foi clássico da Copa Rio-1992, com gols cruzmaltinos marcados pelo centroavante Valdir "Bigode" e o lateral-esquerdo Cássio. 

VASCO 1 X 0 NACIONAL-URU - Este jogo está registrado na fase preliminar da Supercopa dos Campeões da Taça Libertadores-1997. Era uma terça-feira, em São Januário, e o gol do jogo foi marcado por Romário, aos 44 minutos do segundo tempo. Antônio Lopes era o treinador e a rapaziada vitoriosas chamava-se: Caetano: Pimentel, Odvan, Alex Pinho e Felipe; Luisinho, Nasa, Juninho Pernambucano e Ramon Mineiro; Brener (Acácio) e Vagner.  

CORREIO DA COLINA - CÁSSIO

"Por onde anda o meu xará e antigo lateral-esquerdo Cássio?". Cássio Bernardo, de Almenara-MG.
Prezado Cássio!. O glorioso Cássio Alves de Barros trabalhava, até o ano passado, como treinador dos juvenis vascaínos. Saiu ao final do mandato de Roberto Dinamite. No momento, espera propostas para voltar a mostrar o seu veneno como professor.
Nascido em 17 de janeiro de 1970, no Rio de Janeiro-RJ, Cássio foi cria da geração Vasco-1989. Ficou pela Colina até 1997, quando mudou-se para o Santos, levando no currículo os títulos estaduais-RJ de 1992/93/94, o único tri do Vasco, além de ter entrado em várias partidas que valeram o título do Brasileirão-1989.
Cássio totalizou 274 jogos e marcou 10 gols  vascaínos, tendo estreado em 16 de agosto de 1989, no amistoso com pisada na bola, ante o português Sporting, por 0 x 1, no Estádio José Alvalade, em Lisboa. Naquele dia, o treinador era Alcir Portela e ao time foi:  Régis; Cocada (Leonardo Siqueira), Célio Silva, Marco Aurélio e Cássio; Zé do Carmo, Andrade (Tornado) e Boiadeiro;  Vivinho, Sorato e Tato (Anderson)Técnico : Alcir Portela.
Naquele mesmo 1989, Cássio marcou o primeiro dos seus gols cruzmaltinos. Em 19 de novembro, nos 4 x 2 sobre o Náutico, com o time dirigido por Nelsinho Rosa e formando com: Acácio; Mazinho, Quiñonez, Marco Aurélio e Cássio; Zé do Carmo, França (Boiadeiro), Tita e Bismarck; Bebeto e Tato (Vivinho). Tá bom!

terça-feira, 23 de junho de 2015

ÁLBUM DA COLINA - BELLINI - PGAINA 1956

 

Bom de bico na bola e muito melhor de liderança
Diz a lenda que o presidente vascaíno Cyro Aranha ameaçou não ir ao Maracanã, em um domingo, caso o treinador Flávio Costa escalasse o zagueiro Bellini, cuja única jogada que fazia bem era rebater bolas. Flávio, então, teria dito: "Pois prepara-se para ficar muito tempo sem ir aos estádios onde o Vasco jogar". Se tivesse levado a recomendação ao pé da letra, Cyro teria passado uma década longe dos jogos do Vasco, com Hiderlado Luís Bellini em campo.   
 Legend has it that the president vascaíno Cyro Aranha threatened not to go to the Maracana, on a Sunday, if the coach Flavio Costa climb defender Bellini, whose only move that did well was batting balls. Flávio then would have said, "For preparing to go too long without going to the stadiums where the Vasco play." If he had taken the recommendation to the letter, Cyro would last a decade away from the Vasco games with Hiderlado Luis Bellini field.


O VASCO PELOS VASCAÍNOS - FELHBERG

  NOVA QUEDA DO VASCO
                                                                      Carlos Fehlberg (*)

Após novo revés o Vasco decidiu  mudar sua comissão técnica, diante da decisão de  Doriva de sair. Esta a informação que dominou o fim de semana, após nova derrota, agora em Recife. Começar de novo é o refrão, diante das sucessivas derrotas, e não surpreende. Após uma sucessão de revezes, insegurança e cobranças, o treinador campeão carioca dava sinais de desconforto com a situação. A esta altura a equipe precisa de uma sacudida, sob pena de continuar em baixa e correndo sério risco de voltar para a série B. Durante a campanha na série B, em 2014, houve também troca de treinador depois que uma série de maus resultados, culminando com uma goleada de cinco, diante do Avaí, em São Januário.
Saiu Adilson e entrou Joel e, mesmo aos trancos e barrancos, conseguimos voltar à elite. Agora a
história se repete na tentativa de evitar o pior. Há tempo de recuperação, pois ainda estamos no primeiro turno, embora em último lugar. Era inevitável a mudança, apesar da vitória no campeonato carioca. Por muito menos outros já caíram. Quanto ao jogo no Recife, apenas o registro de que não fosse a insegurança e o temor geral, o Vasco poderia ter saído com um bom
resultado. Um empate ou até uma vitória, pois oportunidades não faltaram. Ficou muito clara a insegurança vivida pela equipe, alterada a cada jogo. Ninguém sabe, por exemplo, porque Jordi perdeu a vaga para o promissor mas ainda verde Charles. E nem as razões das sucessivas modificações. Uma prova da insegurança do treinador, que vinha sendo mantido pela direção com muita teimosia. Seu mérito foi conquistar o estadual, como em São Paulo, propiciando um julgamento favorável muito prematuro. Agora, até especulações envolvendo a contratação de mais
jogadores, incluindo Ronaldinho, Léo Moura e Herrera estão na praça.
Lanterna - Com os resultados de ontem, o Vasco está em último lugar, e  isolado. Agora a meta já não é título, Libertadores etc., mas simplesmente permanecer na série A. Se a busca do carioca era uma questão de honra para Eurico, a atual situação mudou os planos e a palavra de ordem é resistir e evitar um rebaixamento. Títulos e crescimento só mais tarde. A palavra de ordem é sobreviver. Na realidade, o melhor teria sido usar o carioca como laboratório, e a partir dessa conquista ingressar bem armado no Brasileiro, mas parece ter falado mais alto a rivalidade com a dupla Fla/Flu, gerando a sensação de que o caminho estava aberto. Seria bom demais, um milagre de Eurico, mas não foi nada disso. Pura ilusão.
Começar de novo -  E agora tudo volta à estaca zero: mais jogadores, novo treinador etc., enquanto a torcida sofre e volta a apostar. Algo como um 2014 que assustou a todos. Onde o erro? Talvez na exagerada euforia de conquistar um título estadual diante de adversários que não assustavam, mas mesmo assim levando cinco gols do Friburguense... Resultado: ninguém sabe qual é o time do Vasco e, como em 2013, só temos um goleiro, que, aliás, os uruguaios nos levam a todo momento.
Em resumo - O Vasco vai começar tudo de novo, e as especulações em  torno de jogadores a serem contratados servem mesmo para ocupar espaços e gerar expectativas. Pode ser uma cortina de fumaça, mas vamos esperar... Chega de experiências. A hora é de reflexão, avaliação e decisões. Para uma torcida magoada, só interessam agora as vitórias. As avaliações foram mal feitas, as contratações não surtiram efeitos e o correto Doriva foi sacrificado. Foram muitos erros, e o resultado é que o Vasco está segurando a lanterna, algo inimaginável par um time que semanas atrás conquistou o campeonato estadual.
Tempo - Menos mal que há tempo, e Martin Silva deve dar, com sua volta, segurança à defesa. Com ele a defesa fica mais confiante e segura. Quanto aos fatos novos, vamos esperar. Celso Roth conhece o Vasco, tem a confiança de Eurico, conforme ele mesmo salientou em entrevista concedida nesta segunda feira, e é suficientemente calejado para entender os problemas atuais do Vasco e comandar uma nova postura dos jogadores dentro de campo. O desgaste de cinco derrotas consecutivas eliminou as margens de crédito de Doriva para prosseguir.
 Se continuasse perdendo, o fantasma da volta à segunda divisão tornaria insustentável o trabalho do simpático e jovem treinador, que ostenta o mérito inédito de um bicampeonato nos dois principais estados do país. Ele haverá de ter aprendido muito nesta experiência que se esgotou, agora,  pela sequência de resultados negativos. De resto, algumas esperanças com a provável confirmação dos novos nomes citados. Léo Moura pode organizar um meio campo nada criativo. Tem vivência, liderança e equilíbrio para isso. Herrera é uma incógnita, tanto quanto Andrezinho, já passado dos trinta e há tempos distante da vitrine do futebol jogado no Brasil. Ronaldinho Gaúcho pode ser o grande nome que falta para dar personalidade ao time e ser o maestro tão reclamado pela torcida. Resta esperar e torcer.
(*) – Carlos Fehlberg é jornalista. Foi, por anos, diretor de Zero Hora e do Diário Catarinense. Torce pelo Vasco desde os tempos do Expresso da Vitória.
 

HISTORI&LENDAS CRUZMALTINAS - AMISTOSOS

1 - Vasco e Barcelona-ESP já jogaram em 11 ocasiões. Rolou assim: amistosos – 28.06.1931 – Vasco 2 x 3; 29.06.1931 – Vasco 2 x 1; 12.06.1955 – Vasco 0 x 1; 23.06.1957 – Vasco 7 x 2; 08.06.1966 – Vasco 1 x 1 Barcelona. Torneio Joan Gamper – 23.08.1972 – Vasco 0 x 0 Barcelona; 20.08.1980 – Vasco 1 x 2; 18.08.1981 – Vasco 0 x 1. Torneio Cidade de Sevilha – 19.08.1992 – Vasco 3 x 1. Torneio Cidade de Palma – 18.08.1979 – Vasco 0 x 0 Barcelona; 10.08.1995 - Vasco 0 x 0 Barcelona.

 2 -  Após conquistar troféus na França (Torneio de Paris-1957) e na Espanha (Teresa Herrera-1957), o Vasco seguiu batendo nos espanhóis: 2 x 1 Valência, em novo jogo, e 3 x 1 Espanyol. Depois, a foi para Portugal e triturou o Benfica: 5 x 2, no Estádio da Luz, em Lisboa. Estava ótimos. Mas os cartolas queriam mais grana. Levaram o time, cansado, para a antiga União Soviética. Por lá,  caiu ante dois Dínamos, o de Kiev e o de Moscou, em ambos os jogos por 3 x 1. Perdeu, ainda, para o moscovita Spartack, por 1 x 0. O saldo, porém, era bom. Em 13 compromissos, entre 5 de junho e 14 de julho de 1957, dez vitórias e três quedas.
3 - Estes foram os jogos da excursão vascaína em 1957: 05.06.1957 – Vasco 2 x 1 Combinado de Willemstad; 09.06.1957 – Vasco 6 x 2 Hakoah All Stars; 12.06.1957 – Vasco 3 x 1 Racing Club Paris; 14.06.1957 – Vasco 4 x 3 Real Madrid; 16.06.1957 – Vasco 4 x 2 Athletic Bilbao; 26.06.1957 – Vasco 2 x 1 Valência; 30.06.1957 – Vasco 5 x 2 Benfica; 03.07.1957 – Vasco 3 x 1 Espanyol; 08.07.1957 – Vasco 1 x 3 Díamo de Kiev; 11.07.1957 – Vasco 1 x 3 Dínamo de Moscou; 14.07.1957 – Vasco 0 x 1 Spartack.

4 - O Rio Negro, de Manaus-AM, já convidou os vascaínos para sete amistosos. Neles, a “Turma da Colina” marcou 13 tentos, à média de 1,86 por vez. Confira datas e placares: 23.06.1968 – Vasco 4 x 1; 12.10.1971 – Vasco 2 x 0; 27.05.1976 – Vasco 1 x 1 Rio Negro; 12.06.1983 – Vasco 1 x 1 Rio Negro; 27.06.1984 – Vasco 2 x 3 Rio Negro; 09.07.1987 – Vasco 0 x 0 Rio Negro; 20.07.1988 – Vasco 3 x 2. 

5 - O Vasco encarou o Olaria poucas vezes pela Copa Rio de Janeiro. Confira: 23.06.1991 – Vasco 5 x 0; 21.10.1995 – Vasco 1 x 1 Olaria; 18.11.1995 – Vasco 1 x 0.