Vasco

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terça-feira, 30 de junho de 2015

ÁLBUM DA COLINA - PÁGINA 2012

Mais um título mundial para as prateleiras de São Januário". Desta vez, quem foi buscar a taça foram as "Meninas Lindas das Colina", que conquistaram, em 30 de junho, o IBERCUP-2012, também chamado de Mundialito, na portuguesa Estoril. O caneco saiu na vitória, por 1 x 0, sobre o espanhol Atlético de Madrid, com ol marcado pela meia e capitã, Ana Clara. Nos seis jogos que disputaram, as vascaínas marcaram 23 gols e não sofreram nenhum.
A formação de hoje foi: Keissyane, Rafaela, Elaine, Isabela e -Juliana (Byanca Nohana); Raisa, Ana Clara, Leilane e Brena; Byanca Brasil e Gabrielly. A comissão técnica contou com o diretor Tadeu, o supervisora Rose de Sá, o treinador Glaucio Carvalho, o preparador físico Paulo Neves, o fisioterapeuta Marcos, o massagista Marcos Raimundo, o preparador de goleiros Charles Ubirajara e médico Rômulo.
Confira a campanha das "Meninas Linda da Colina": Vasco 10 x 0 San Julians, da Inglaterra; Vasco 3x0 AIK, da Suécia; Vasco 1 x 0 Vitória, de Setúbal, de Portugal; Vasco 6 x 0 Porto, de Portugal;  Vasco 2 x 0 FH, da Finlândia, e Vasco 1x 0 Atlético de Madrid. (fotos reproduzidas de www.crvascodagama.com.br). Agradecimento.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

VASCAÍNOS ABREM CASA PORTUGUESA

 No dia 10 de junho de 1956, o Vasco encerrou excursão por gamados europeus, inaugurando o novo estádio do clube português Sporting, de Lisboa. De quebra, fez a festa no placar, mandando 3 x 2 pra cima dos festejantes.
Na foto acima, o zagueiro lusitano Pacheco chega, com vontade, espanando o ataque cruzmaltino. Ao centro, Vasques e Miltinho não arrumaram nada diante da zaga do time armado pelo treinador Martim Francisco. Na terceira imagem, Pacheco e Juca tentam impedir o chute de Livinho.
Vavá (2) e Sabará marcaram os tentos da vitória cruzmaltina, tendo o time sido: Hélio, Paulino de Almeida e Haroldo; Orlando, Laerte e Coronel; Sabará, Livinho, Vavá (Ademir Menezes) e Artoff.
Esta partida, por sinal, marcou a última apresentação de Ademir Marques de Menezes com  jaqueta da "Turma da Colina".
 
On the day of 10.06.1956, Vasco nicked by European tour ended, ushering in the new stadium of Portuguese club Sporting Lisbon. Break, did the party on the scoreboard, sending 3 x 2 upwards of festejantes.
In the photo above, the Lusitanian defender Pacheco arrives, eager, dusting the cruzmaltino attack. The centerVasques and Miltinho not packed anything before the armed defense of the coach Martim Francisco team. In the third image, Pacheco and Joey try to stop the shot from Livinho.

This game, by the way, marked the presentation of  Ademir Marques de Menezes jacket with the "Class of the Hill." (fotos reproduzida da revista "Manchete Esportiva).




 

CALENDÁRIO DA COLINA - 29 E 30 DE JUNHO E 1 DE JULHO

 Três times cariocas estão na conta dos devedores vascaínos nos 29 de junho: Bonsucesso, São Cristóvão e Campo Grande, velhos “fregueses”. De caderninho, diga-se de passagem. O mais importante, porém, foi a primeira vitória carioca em gramados europeus. E mais duas, por aqui, sobre times com o mesmo nome. Vamos ver este forrobodó.

VILLADONIGA
VASCO 3 X 2 BONSUCESSO, pelo Campeonato Carioca-1941, teve o a galera da Colina como visitante ao estádio da Rua Teixeira de Freitas, em um domingo. Alfredo II, Villadoniga (foto) e Orlando marcaram os gols do time do treiador Telêmaco Frazão de Lima. O “Kike da Bola” encontrou uma escalação com nove nomes – Chiquinho, Osvaldo Saldanha, Florindo, Figliola, Alfredo II, Argemiro, Orlando, Villadoniga e Gonzalez. No entanto, a base de 1941 era: Chiquinho, Jahu (Osvaldo Saldanha) e Florindo; Figliola, Zarzur (Paulista) e Dacunto (Argemiro); Armandinho (Manuel Rocha), Alfredo I (Alfredo II), Villadoniga (Carlos Leite), González (Nino) e Orlando, que não fizeram um bom Estadual. Em 28 jogos, por quatro turnos, venceram 15, empataram sete e perderam seis. Ficaram em quarto  lugar, marcando 69 gols, média de 2,46 por jogo, e sofrendo 39, um saldo de 30. 
VASCO 5 X 3 SÃO CRISTÓVÃO – No 29 de junho de 1946, o carioca na reta do "Almirante" era o "Santo", que o convidou para um amistoso, na Rua Figueira de Mello. E teve de ajoelhar-se, por conta de um rosário de gols desfilados por Mário (2), Lelé, João Pinto e Ipojucan.  Os cruzmaltinos só enfrentaram os alvos em apenas seis amistosos: três na casa do adversário, no estádio da Rua Figueira de Mello, duas em São Januário, e uma no antigo campo do América, à Rua Campos Salles. 
 ESTATÍSTICA: 20.09.1932 – Vasco 5 x 1; 12.09.1937 – Vasco 3 x 1; 30.10.1944 – Vasco 2 x 3 São Cristóvão; 29.06.1946 – Vasco 5 x 3; 26.05.1960 – Vasco 5 x 3; 22.07.2000 – Vasco 3 x 0.

VASCO 1 X 0 CAMPO GRANDE, em um domingo, no Maracanã, foi o primeiro dos dois jogos disputados pelos rivais na Taça Guanabara. Neste, de 29 de junho de 1969, o gol foi marcado por Nei Oliveira, que teve do seu lado: Andrada; Fidélis, Moacir, Fernando e Eberval; Alcir, Beneti e Buglê; Silvinho, Nei, Bianchini e Valfrido. Com esta formação, o técnico Evaristo de Macedo definira a defesa que Elba de Pádua Lima, o Tim, usaria durante a conquista do título carioca de 1970. Alcir e Buglê seriam, também, titulares no meio-de-campo, enquanto o ataque trocaria Nei e Bianchini, por Silva e Gílson Nunes, fazendo companhia ao Valfrido, o “Espanador da Lua”.  O Vaso fez uma péssima Taça Guanabara-1969. Terminou em sexto lugar, entre oito disputantes, inclusive, atrás do Bonsucesso. Somou seis pontos, em sete jogos, com duas vitórias dois empates e três derrotas, marcando cinco e sofrendo quatro tentos. (Foto reproduzida da revista Esporte Ilustrado).

 VASCO 3 X 0 OPERÁRIO -  Este adversário é da cidade de Campo Grande, a capital sul-mato-grossense. Time alvinegro, encarou a rapaziada pelo Campeonato Brasileiro-1974, em em São Januário, em um sábado. Fred, Roberto Dinamite e Marião (contra) balançaram o filó.  Mário Travaglini era o triniador e a sua turma era: Andrada; Fidélis, Joel, Miguel e Alfinete; Alcir (Gaúcho) e Zanata; Jaílson, Fred, Roberto Dinamite e Jorginho.

VASCO 4 X 0 OPERÁRIO-DOR - O  time da cidade de Dourados chamou par este único amistoso entre os dois clubes, em 1980. O "Almirante" mordeu a grana e o filó, isto é, Dudu, Roberto Dinamite, Paulo Roberto e Peribaldo.

30 DE JUNHO

Na década-1930, o Vasco ficou na frente do Flamengo: 8 x 7 no placar das vitórias (e dois empates). Quando começaram os anos-1940, os dois só foram se encontrar pelo Campeonato Carioca, no domingão 30 de junho. A “Turma da Colina” visitou o Estádio Álvaro Chaves, nas Laranjeiras, e mandou 3 x 2.  O clássico, apitado por Carlos de Oliveira Monteiro, o ‘Tijolo’, teve os “executores” cruzmaltinos identificados por Figliola, Alfredo I e Lindo. O treinador Harry Welfarer escalou: Nascimento (Chiquinho), Osvaldo Saldanha, Florindo, Figliola; Zarzur, Alfredo I, Villadoniga, Lindo, Orlando, Dacunto e Gonzalez.

 ESTATÍSTICA - Na década-1940, o Vasco venceu os rubro-negros, por  21 vezes, em 42 duelos por várias competições (além de 12 empates), marcando  60 gols. Confira as vitórias e empates vascaínos no período: 30.06.1940 – Vasco 3 x 2 (Estadual); 24.1941 – Vasco 3 x 1 (amistoso); 27.04.1941 – Vasco 0 x 0 Flamengo (Torneio Início);  09.11.1941 – Vasco 1 x 1 Flamengo (Estadual). 26.04.1942 – Vasco 1 x 1 Flameno (Estadual); 16.03.1943 – Vasco 1 x 1 Flamengo (Torneio Relâmpago); 28.03.1943 – Vasco 1 x 1 Flamengo (Torneio Início). 31.07.1943 – Vasco 1 x 1 Flamengo (Estadual). 19.03.1944 – Vasco 5 x 2 (Torneio Relâmpago); 26.03.1944 – Vasco 3 x 1 (Torneio Início); 24.06.1944 – Vasco 2 x 2 Flamengo (Municipal); 26.08.1944 – Vasco 2 x 1 (Estadual). 13.05.1945 – Vasco 5 x 1 (Municipal); 16.09.1945 – Vasco 2 x 1 (Estadual); 18.11.1945 – Vasco 2 x 2 Flamengo (Estadual). 24.03.1946 – Vasco 2 x 0 (Relâmpago); 19.05.1946 – Vasco 3 x 1 (Municipal); 03.08.1946 – Vasco 2 x 2 Flamengo (Estadual); 06.10.1946 – Vasco 4 x 3 (Estadual).
                                BATIDAS CRUZMALTINAS COMM VÁRIOS SABORES
O Vasco já aplicou duas goleadas em cima do Bonsucesso, na data 30 de junho: 6 x 1, amistosamente, em São Januário, em uma quinta-feira de 1960, e 5 x 1, em 1943. No jogo de maior escore, Pinga (2), Ronaldo, Nivaldo e Roberto Pinto e Sabará fizeram o estrago. Amistosamente, os cruzmaltinos só encararam o “Bonsuça” em seis oportunidades: 28.12.1941 – Vasco 4 x 2; 21.05.1944 – Vasco 10 x 0; 14.04.1954 – Vasco 5 x 1; 04.02.1959 – Vasco 2 x 1; 30.06.1960 – vasco 6 x 1; 26.04.1975 – Vasco 1 x 1 Bonsucesso.

VASCO 5 x 1 BONSUCESSO valeu pelo Campeonato Carioca-1943 da fase em que o treinador uruguaio Ondino Viera estava montando o “Expresso da Vitória”, o timão quase invencível. Foi em uma quarta-feira, no estádio da Rua Conselheiro Galvão, dos rubro-anis, e os gols cruzmaltinos criação de Ademir Menezes (3), Lelé e Alfredo II. O time teve: Roberto; Aroldo e Rubens; Figliola, Tião e Argemiro; Djalma, Alfredo II Lelé, Ademir e Chico.


Pinga pingou na rede
VASCO 5 X 2 BENFICA, em 1957, fez parte de excursão por gramados europeus. Era domingo, em revaldo lisboeta, amistosamente, quando a rapaziada do treinador Martim Francisco encantou a torcida da terra. O "Almirante" chegou às redes lusitanas por intemédio de Válter Marciano (2), Sabará, Livinho e Pinga, navegando com esta tripulação: Carlos Alberto (Hélio), Viana e Ortunho; Orlando, Laerte e Dario; Sabará, Livinho, Vavá, Valter  (Roberto Pinto)  e Pinga. Aquele foi o segundo dos quatro amistosos disputados com os benfiquistas. O primeiro rolou em julho de 1931, com goleada, por 5 x 0. Em 1965, houve empate, no Maracanã, por 1 x 1, repetido, em 1984.


Sasulzinho (E) ao lado de
Viladônega
VASCO 4 X 1 PORTUGUESA-RJ  – Além de duas balaiadas sobre o “Bonsuça”, o Vasco mandou mais uma nos 30 de junho. Vítima: a "Zebra" da Ilha do Governador, pelo Campeonato Carioca-1963, no Maracanã. Laçadores: Saulzinho (2), Célio e Sabará acharam o pescoço dela, para gáudio do chefe Jorge Vieira, que colocou o laço nos poderes de: Humberto Torgado, Joel Felício, Brito, Barbosinha e Dario; Maranhão e Lorico; Sabará, Célio Saulzinho e Ronaldo. José Gomes Sobrinho apitou a partida.   

VASCO 3 X 2 PONTE PRETA - "Relíder". Não inventaram  "reestreia", para o primeiro jogo do atleta que retorna a um clube? Não falam "relançou", quando o meia aciona o atacante em dois lances seguidos? Logo, se o Vasco retomava a ponta, era "relíder". Estava "reliderando" o Campeonato Brasileiro-2012, segundo o neologismo da vez. O "Time da Virada" virou o placar e "retomou" a ponta da tabela, naquele 30 de junho. Pisou no gramado de São Januário, com 13 pontos, e saiu com 16, vendo a concorrência lá de cima. A "Macaca", marcou primeiro, a moçada empatou e a visitante desempatou, no primeiro tempo. No segundo, o "Almirante" "reempatou"  e "redesempatou". Que sabadão emocionante" Fabricio Neves Correa-RS apitou e os gols vascaínos foram de Alecsandro, aos 21 min do 1º tempo;  Éder Luís, aos 3, e Diego Souza (pen), aos 32 min do 2º tempo. O time do técnico Cristóvão Borges: Fernando Prass; Fagner, Dedé, Renato Silva e Felipe (Eduardo Costa); Nilton, Fellipe Bastos, Juninho e Carlos Alberto (William Matheus); Éder Luis (Diego Souza e Alecsandro.
Alecsandro, Diego Souza e Juninho Pernambucano comemoram

 .
01 DE JULHO 
Alvinegros, rubro-anis e portugueses foram adversários vencidos pela “Turma da Colina”, na data 1º de julho. Histórias antigas, para jovens torcedores.


VASCO 3 x 2 BOTAFOGO, valendo pelo Campeonato Carioca-1923, foi o placar do segundo jogo da história entre os dois rivais – o primeiro havia sido em 24 de abril de 1922, em General Severiano.
Era um domingo, no estádio das Laranjeiras, quando Arlindo marcou dois gols, o primeiro na etapa inicial,  e Cecy acabou de fechar a boca da caçapa, no segundo tempo. O pega valeu pela segunda rodada do returno da competição que rendeu ao Vasco o seu primeiro título de campeão estadual. Fora a oitava vitória da corrida pelo “caneco”, com a galera já tendo passado, antes, por cima de Flamengo, América, Fluminense, Bangu, São Cristóvão e Andarahy.  Afonso de Castro apitou a  superioridade cruzmaltina sobre os alvinegros, que haviam sido batidos, por 3 x 1, no primeiro turno, e quem comandava a “Turma da Colina” era o uruguaio Ramón Platero, que mandou para o gramado: Nélson, Leitão e Cláudio; Nicolino, Claudinor e  Arthur; Paschoal, Arlindo, Torterolli, Cecy e Negrito.


VASCO 1 X 1 SÃO CRISTÓVÃO -  A rapaziada já havia havia garantido o caneco, com duas rodadas de antecedência. No primeiro dia de julho de 1934, compareceu à Rua Figueira de Mello, meramente, para cumprir tabela. E Orlando comparecer à rede. Treinado pelo inglês Harry Welfare, o time fechou a sua conquista do Estadual-1943, graças a: Rey, Domingos da Guia  e Itália; Gringo, Fausto e Mola;  Orlando, Almir, Gradim, Nena e D´Alessandro, o  time-base da competição.
FÓRMULA - O Campeonato Carioca de Futebol-1934 foi organizado por duas ligas. Na mais fraca, a Associação Metropolitana de Esportes Athléticos, ficaram Botafogo,  Andarahy, Olaria, Mavilis e Portuguesa. Na “barra pesada”, deu Vasco, pela Liga Carioca de Futebol. “A Turma da Colina” venceu o Fluminense, nos dois turnos, e goleou Flamengo e Bangu, pelo mesmo placar: 5 x 2.  Na classificação final, os cruzmaltinos colocaram quatro pontos de frente sobre o vice, o São Cristóvão, sete adiante dos tricolores e somaram oito a mais do que os rubro-negros. Totalizaram 18 pontos, em 12 jogos, marcando 28 gols e sofrendo 16, o que rendeu o bom saldo de 16 tentos, em oito vitórias, dois empates e só duas tropeçadas. Gradim, com 9, e Nena, com 7 bolas nas redes, foram os principais “Matadores da Colina”.


CAMPANHA - 01.04.1934 – Vasco 2 x 1 América; 08.04.1934 – Vasco 2 x 0 Bangu; 12.04.1934 – Vasco 0 x 0 Bonsucesso; 22.04.1934 – Vasco 0 x 1 São Cristóvão; 01.05.1934 – Vasco 5 x 2 Flamengo; 06.05.1934 – Vasco 2 x 1 Fluminense; 27.05.1934 – Vasco 2 x 2 América; 06.06.1934 – Vasco 4 x 3 Bonsucesso; 24.06.1934 – Vasco 5 x 2 Bangu; 01.07.1934 – Vasco 1 x 1 São Cristovão; 22.07.1934 – Vasco 2 x 3 Flamengo; 27.07.1934 – Vasco 1 x 0 Fluminense. (Foto reproduzida de www.crvascodgama.com.br) Agradecimento.


VASCO 5 X 1 SPORTING-POR - Campeão carioca em 1950, e um dos times mais fortes do planeta, o Vasco foi convidado a disputar a Copa Rio-1951, uma grande disputa internacional. Estreou goleando os portugueses, em um domingo, no Maracanã.  Apitado pelo francês Gabriel Fordjaman, o prélio teve os gols cruzmaltinos marcados, no primeiro tempo, por Friaça, aos 9, e  Tesourinha, aos 41 minutos. Na fase final, com um minuto, Ipojucan fez o dele. Gostou do “véu da noiva” e repetiu a dose, aos 38. Mas o baixinho Dejayr também queria tirar um fiapinho, e fechou a conta no boteco do portuga, aos 45. Treinados por Oto Glória, os “malvadões” foram: Barbosa, Augusto (Laerte) e Clarel; Ely, Danilo e Alfredo II; Tesourinha, Maneca, Ipojucan, Friaça e Dejayr. Estes caras andavam com tanta fome de gols que, no jogo seguinte, cinco dias depois, repetiram o placar: 5 x 1 sobre o Austria Wien.





Saulzinho. o artilheiro carioca de 1962
VASCO 3 X 2 BONSUCESSO teve Saulzinho marcando dois gols – Laerte fez o outro – e reafirmou-se candidato à artilharia do Campeonato Carioca-1962. A briga era boa. O gauchinho (de Bagé) disputava, rodada a rodada, com o rubro-negro Dida, que terminou a parada em terceiro lugar, com 16 tentos, suplantado, ainda, pelo alvinegro Quarentinha, com 17.  De sua parte, Saul marcou 18 vezes, quebrando um tabu que vinha desde 1950, quando Ademir Menezes vencera a disputa dos “matadores”, com 25 balas na agulha.   O Vasco, que terminou aquele Estadual, em terceiro lugar, venceu o “Bonsuça” com: Humberto; Paulinho de Almeida, Brito, Barbosinha e Dario; Laerte e Lorico; Joãozinho, Saulzinho, Vevé e Tiriça. O treinador era Jorge Vieira.      





       



domingo, 28 de junho de 2015

DOMINGO E DIA DE MULHER BONITA - SVETLANA, PRIMEIRO PASSEIO ORBITAL

  O mundo estava voltado para os Jogos Olímpicos que os Estados Unidos abririam, em 28 de julho de 1984, em Los Angeles, sobretudo, devido ao boicote da então União Soviética, em resposta ao não comparecimento dos norte-americanos às Olimpíadas de Moscou-1980, devido à invasão dos rivais ao Afeganistão.
Reprodução da Agência Novosti
Três dias antes de os EUA iniciarem o maior evento esportivo do planeta, os soviéticos tomaram-lhes as manchetes da imprensa internacional, anunciando que uma mulher saíra de sua  nave e andara pelo espaço sideral, pela primeira vez. Chamava-se Svetlana Savitskaya, tinha 36 anos de idade e passara 3 horas e 35 minutos fora da estação espacial Salyut-7, testando ferramenta para cortar e soldar placas de metal.
  Não fora, no entanto, o batismo orbital de Svetlana. Em 19 de agosto de 1982, ela já iniciara viagem a bordo da Souyz T-7, em missão de substituição à tripulação que o seu governo mantinha fora do planeta, o que a fazia de primeira mulher a visitar o espalho por duas vezes –– Valentina Tereschkova abrira o caminho, 19 anos antes.
Nascida em Moscou – 08.08.1948 –, Svetlana Yevgenyevna Savitska era filha de um condecorado piloto da II Guerra Mundial, Yevgenyevna Savitsk, que chegara a vice-comandante supremo da defesa aérea soviética. Ela começou as suas aventuras, aos 16 anos de idade, pelo paraquedismo. Aos 19, bateu dois recordes de saltos da estratosfera, caíndo: 14.250m e de 13.800m. Em 1966, começou a ter aulas de voo. Em 1971, formou-se  instrutora de voo. Entre 1972/76, fez curso para piloto de testes, o que valeu-lhe um emprego, de 1978 a 1981, em uma fábrica de aviões.
Homenagem em selo
Svetlana era uma mulher talhada para aventuras espaciais. Em 1969, passou a integrar a equipe soviética de acrobacias aéreas. Em 1970, pilotando um modelo Yakovlev Yak-18, sagrou-se campeã mundial de acrobacias aéreas, na inglesa Hullavington, e ganhou da imprensa, o apelido de "Miss Sensação". Realmente! Era uma mulher sensacional. Tanto que recebeu duas condecorações como “Herói da União Soviética”. Terrível heroína! Como piloto de jatos e de testes, bateu 17 recordes mundiais de velocidade em aviões Mig. P[,ilotava  20 tipos diferentes de aeronaves.
 Svetlana alistou-se para a vida de cosmonauta em 1980. Em agosto de 1982, quando do seu primeiro voo orbital, a bordo da Salyut-7, fez experiências para astrofisica, medicina, biologia, reservas de matérias-primas e recursos natuais da Terra. Saiu da vida espacial, em 1993, como major da força aérea do seu país.

sábado, 27 de junho de 2015

VASCO EM CIMA DO LANCE DAS CAPAS

Seguramente, em 1997, ninguém jogou mais bola neste planeta do que o vascaíno Edmundo. Só não foi "bola de ouro" de todas as premiações mundiais porque não defendia nenhum time europeu. Afinal, nem o argentino Diego Armando Maradona, o maior craque pós-Pelé, fora agraciado pelos cartolas do Velho Continente. Sem problemas! O filme sobre a magia nas chuteiras do "Animal" passa, a qualquer tempo, no cineminha da memória dos torcedores do time da Rua General Almério de Moura, fundos com São Januário.                           Edmundo, além de gastar a "maricota", como falávamos os nossos gloriosos "speakeres" de antigamente, falava coisas do "arco da velha". Gostou dessa? Prometia perder pênalti, se os houvesse, em seus tempos de "contra". Chegou a perder emprego por causas disso.                                                          
 O jornal diário carioca "Lance" fez  esta belíssima capa (E) com ele saindo para o abraço, comemorando, com todos os centímetros quadrados e cúbicos do seu "coração explodinte de alegria".                                     Um outro vascaíno arretado, retrinca,  como falam os baianos, que honrou a jaqueta de São Januário, foi Felipe. Jogava o que o diabo nunca imaginara atentar contra as marcações adversárias.  Ganhou o apelido de "Maestro", por fazera o que queria com a "gorducha". As vezes, lembrava o endiabrado "Mané Garrincha". Ei-lo mostrando o símbolo sagrado  e gritando gol com a galera (D). O fotógrafo de "Lance" estava no lance.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

TRAGÉDIAS DA COLINA - MANELÕES


O Vasco disputou grandes duelos contra o endiabrado Mané Garrincha, que, um dia, vestiu, também, a sua camisa, e até marcou um gol, com ela. Mas, quando o tinha pela frente, era  um terror, para os seus defensores.
 O “Torto” aprontava todos, fazia o show da galera. Diante dele, os treinadores vascaínos armavam esquemas em que ele tivesse, pelo menos, três marcadores, quando se aproximasse da área.
 Nesta foto, vemos Dario fazendo o primeiro combate. Atrás, com as camisas 4 e 3 estão Écio e o capitão Hideraldo Luís Bellini, que foi companheiro da “Alegria do Povo” durante a conquista da Copa do Mundo de 1958, na Suécia. 
A foto é da revista “O Cruzeiro” e o clássico é do começo da década de 1960. Segundo Coronel, o lateral-esquerdo vascaíno que mais marcou Garrincha, ele estudou muito um jeito de não virar “mané” nas garras do Mané. Concluiu que a melhor saídas era chegar primeiro na bola. Fora isso, o mais seria trágico.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

CORREIO DA COLINA - ALFREDO

A propósito da lenda "GetúlioVasco", que o "Kike" publico no recente dia 6 de janeiro, um dos nossos "vasconautas" nos lembra que, além dos três jogadores que o presidente da república ajudou a levar para São Januário, depois, o Vasco levou mais gente. Eis o seu e-mail:
"O trio atacante do Vasco da Gama, formado por Lelé, Isaías e Jair Rosa Pinto era fantástico. Eles  começaram jogando pelo Madureira Atlético Clube. O time suburbano tinha, ainda, o goleiro Alfredo, o zagueiro Norival e o extrema direita Adílson, que eram muito bons de bola. Além dos "Três Patetas", como ficaram conhecidos Lelé, Isaías e Jair, o Vasco levou, também, o goleirão Alfredo, que chegou a defender a seleção carioca". Ivan Zaki Taam, do Rio de Janeiro.
Prezado Ivan!  Quando se fala em Alfredo vascaíno, pensa-se, logo, no Alfredo dos Santos, ou Alfredo II, que viveu entre 1º de janeiro de 1920 e 23 de outubro de 1997, não é mesmo? Embora ele jogasse em várias posições, se fora goleiro antes, o "Kike" não sabe. Vai perguntar ao nosso consultor Mauro Prais. No entanto, sabe que Alfredo passou a chamar-se Alfredo II depois que o Vasco contratou um outro Alfredo, um jogador mineiro. Há a informação de que ele teria jogado de goleiro, contra a Portuguesa de Desportos, amistosamente, em 17 de dezembro de 1939. Mas não encontramos a ficha técnica da partida. 
Além do mais, não poderia ter saído do "Madura", porque toda a sua carreira foi desenvolvida em São Januário, entre 1937 e 1956,  descontando-se o tempinho de 1949, quando, a contragosto, esteve no Flamengo, o qual não conseguiu servir, por grande amor ao Vasco.
A partir de quando os "Três Patetas chegaram à Colina, não consta o nome do goleiro Alfredo, até Barbosa tomar conta da posição. Os caras da camisa 1 foram: Oncinha, Roberto, Barcheta, Yustrich e Rodrigues. Seria bom se fosse nos enviasse algo sobre este Alfredo goleiro, pois o "Kike" nada encontrou em sua extensa coleção de revistas esportivas antigas, e nem fazendo um rolé pela Internet. Aguardamos retorno, combinado?   
Enquanto isso, com relação ao glorioso Isaías, vale ressaltar que um dos motivos que levaram o Vasco a contratá-lo foi ter marcado quatro gols na partida em que o "Madura" mandou 5 x 1 na "Turma da Colina", no dia 12 de abril de 1942, pela segunda rodada do Campeonato Carioca, no estádio da Rua Campos Sales. Naquele dia, o Madura teve Alfredo no gol, Isaías e Jair na frente, enquanto o Vasco teve Alfredo II ao lado de feras como o uruguaio Figliola, o gaúcho Noronha, o terrível  Alfredo II, Ademir Menezes e o argentino Villadoniga. Logo, os dois Alfredo  não eram o mesmo.

quarta-feira, 24 de junho de 2015

MUSA VASCAÍNA DO DIA - JAMILA


  A modelo e lutadora de artes marciais Jamila Sandoro é o melhor exemplo para as gatinhas da hora. Ela trabalha em todos os dias do ano e deixa um trabalho imenso para o "Kike" escolher uma foto do seu facebook e abrilhantar o blog. Em cada uma, ela surge mais deslumbrante do que na outra. Esta aqui, por exemplo, é foto para capa de livro,cartaz de cinema. Por isso, ela é a campeã de exposições por aqui. E leva o titulo de "A Trabalhadora do Dia".

Model and martial artist Jamila Sandoro is the best example for "Labor Day". She works every day of the year and leaves a lot of work for "Kike" will choose a photo of your facebook that brighten the blog. In each one, it appears more dazzling than in the other. This one, for example, is photo for book cover, movie poster. That's why she's the exhibition champion here. And it carries the title of "The Worker of the Day".   

terça-feira, 23 de junho de 2015

O VASCO PELOS VASCAÍNOS - FELHBERG

  NOVA QUEDA DO VASCO
                                                                      Carlos Fehlberg (*)

Após novo revés o Vasco decidiu  mudar sua comissão técnica, diante da decisão de  Doriva de sair. Esta a informação que dominou o fim de semana, após nova derrota, agora em Recife. Começar de novo é o refrão, diante das sucessivas derrotas, e não surpreende. Após uma sucessão de revezes, insegurança e cobranças, o treinador campeão carioca dava sinais de desconforto com a situação. A esta altura a equipe precisa de uma sacudida, sob pena de continuar em baixa e correndo sério risco de voltar para a série B. Durante a campanha na série B, em 2014, houve também troca de treinador depois que uma série de maus resultados, culminando com uma goleada de cinco, diante do Avaí, em São Januário.
Saiu Adilson e entrou Joel e, mesmo aos trancos e barrancos, conseguimos voltar à elite. Agora a
história se repete na tentativa de evitar o pior. Há tempo de recuperação, pois ainda estamos no primeiro turno, embora em último lugar. Era inevitável a mudança, apesar da vitória no campeonato carioca. Por muito menos outros já caíram. Quanto ao jogo no Recife, apenas o registro de que não fosse a insegurança e o temor geral, o Vasco poderia ter saído com um bom
resultado. Um empate ou até uma vitória, pois oportunidades não faltaram. Ficou muito clara a insegurança vivida pela equipe, alterada a cada jogo. Ninguém sabe, por exemplo, porque Jordi perdeu a vaga para o promissor mas ainda verde Charles. E nem as razões das sucessivas modificações. Uma prova da insegurança do treinador, que vinha sendo mantido pela direção com muita teimosia. Seu mérito foi conquistar o estadual, como em São Paulo, propiciando um julgamento favorável muito prematuro. Agora, até especulações envolvendo a contratação de mais
jogadores, incluindo Ronaldinho, Léo Moura e Herrera estão na praça.
Lanterna - Com os resultados de ontem, o Vasco está em último lugar, e  isolado. Agora a meta já não é título, Libertadores etc., mas simplesmente permanecer na série A. Se a busca do carioca era uma questão de honra para Eurico, a atual situação mudou os planos e a palavra de ordem é resistir e evitar um rebaixamento. Títulos e crescimento só mais tarde. A palavra de ordem é sobreviver. Na realidade, o melhor teria sido usar o carioca como laboratório, e a partir dessa conquista ingressar bem armado no Brasileiro, mas parece ter falado mais alto a rivalidade com a dupla Fla/Flu, gerando a sensação de que o caminho estava aberto. Seria bom demais, um milagre de Eurico, mas não foi nada disso. Pura ilusão.
Começar de novo -  E agora tudo volta à estaca zero: mais jogadores, novo treinador etc., enquanto a torcida sofre e volta a apostar. Algo como um 2014 que assustou a todos. Onde o erro? Talvez na exagerada euforia de conquistar um título estadual diante de adversários que não assustavam, mas mesmo assim levando cinco gols do Friburguense... Resultado: ninguém sabe qual é o time do Vasco e, como em 2013, só temos um goleiro, que, aliás, os uruguaios nos levam a todo momento.
Em resumo - O Vasco vai começar tudo de novo, e as especulações em  torno de jogadores a serem contratados servem mesmo para ocupar espaços e gerar expectativas. Pode ser uma cortina de fumaça, mas vamos esperar... Chega de experiências. A hora é de reflexão, avaliação e decisões. Para uma torcida magoada, só interessam agora as vitórias. As avaliações foram mal feitas, as contratações não surtiram efeitos e o correto Doriva foi sacrificado. Foram muitos erros, e o resultado é que o Vasco está segurando a lanterna, algo inimaginável par um time que semanas atrás conquistou o campeonato estadual.
Tempo - Menos mal que há tempo, e Martin Silva deve dar, com sua volta, segurança à defesa. Com ele a defesa fica mais confiante e segura. Quanto aos fatos novos, vamos esperar. Celso Roth conhece o Vasco, tem a confiança de Eurico, conforme ele mesmo salientou em entrevista concedida nesta segunda feira, e é suficientemente calejado para entender os problemas atuais do Vasco e comandar uma nova postura dos jogadores dentro de campo. O desgaste de cinco derrotas consecutivas eliminou as margens de crédito de Doriva para prosseguir.
 Se continuasse perdendo, o fantasma da volta à segunda divisão tornaria insustentável o trabalho do simpático e jovem treinador, que ostenta o mérito inédito de um bicampeonato nos dois principais estados do país. Ele haverá de ter aprendido muito nesta experiência que se esgotou, agora,  pela sequência de resultados negativos. De resto, algumas esperanças com a provável confirmação dos novos nomes citados. Léo Moura pode organizar um meio campo nada criativo. Tem vivência, liderança e equilíbrio para isso. Herrera é uma incógnita, tanto quanto Andrezinho, já passado dos trinta e há tempos distante da vitrine do futebol jogado no Brasil. Ronaldinho Gaúcho pode ser o grande nome que falta para dar personalidade ao time e ser o maestro tão reclamado pela torcida. Resta esperar e torcer.
(*) – Carlos Fehlberg é jornalista. Foi, por anos, diretor de Zero Hora e do Diário Catarinense. Torce pelo Vasco desde os tempos do Expresso da Vitória.
 

segunda-feira, 22 de junho de 2015

CORREIO DA COLINA - GOIANOS

"O blog está muito bom. Também quero participar, contando uma história interessante. Tínhamos um grupo de amigos, aqui em Goiânia, que se reunia, sagradamente, nos finais de semana, para jogar peladas e bebere a tradicional cervejinha. Só era permitido a entrada de torcedores do Vila Nova e do Vasco. Do ano não me lembro. Lembro que um dos amigos iria aniversariar, exatamente, no dia do jogo Vasco x Vila, em São Januário. Fretamos um ônibus com capacidade para 75 passageiros e  juntamos 78 malucos para ir ao Rio (de Janeiro). Revezamos, é claro, nos assentos. Moral da história: o público anunciado  foi de 11.278  pagantes. Logo, os 78 fomos nós". Zezé Morais, de Goiânia-GO.

História interessante, mesmo, vasconauta! O "Kike" consultou todos os jogos Vasco x Vila Nova-GO  e achou no "Tabelão" do Placar: Vasco 2 x 0 Vila, em 06.11.1977, em São Januário, com  público batendo com o que você informa – renda de Cr$ 367 mil, 290 cruzeiros, a moeda da época. Os gols foram de Roberto Dinamite, aos 38 do primeiro tempo e aos 7 do segundo. A rapaziada  era: Mazaropi; Orlando "Lelé", Abel (que foi expulso de campo), Geraldo e Luís Augusto: Zé Mário "Pinóquio", Helinho, Wilsinho (Gaúcho), Roberto, Guina e Paulinho (Zandonaide).
 
 2 - “Li em uma revista do Vasco que Pinga é o quarto artilheiro da história do clube. Não é o Edmundo?” Freire Costa, Planaltina-DF.
Prezado Ede! O glorioso paulistano José Lázaro Robles, que viveu entre 11 de fevereiro de1924 a 8 de maio de 1996, aparece em algumas estatísticas com 250, e em outras com 232 gols, em 466 jogos. Como não havia preocupação com tais dados, antigamente, fica aí uma diferença de 18 gols para pesquisas. Pinga foi cruzmaltino de 1953 a 1962. Um dos maiores ídolos da torcida vascaína na década-1960, Pinga fez 19 partidas pela Seleção Brasileira, vencendo 13 vitórias , empatando três e perdendo outras três. Marcou10 gols. Foi à Copa do Mundo-1954, na Suíça, entrando em dois jogos, com uma vitória e um empate. Deixou duas bolas no filó. A sua história canarinha registra os títulos do Campeonato Pan-Americano-1952, como atleta ainda da Portuguesa, e da Taça Oswaldo Cruz de 1950 e de 1955, como vascaíno. Então, com 250 ou 232 gols, ele é realmente, o quarto maior goleador vascaíno, suplantado por Roberto Dinamite, Romário e Ademir Menezes. O “Animal” Edmundo tem só 135, igualado a Sabará.

3 - “O Vasco já levou três gols de um mesmo jogador em um mesmo jogo?  Poderia me informar?” Jurandir Moreira, de Cataguases-MG. Grande Jurandir! O pior é que já. Tem dia que as defesas jogam como o diabo gosta, não é mesmo. Vejamos algumas chamas do inferno astral das zagas vascaínas.

1 - Em 14 de outubro de 1951, pelo Campeonato Carioca, o Vasco empatou, incrivelmente, por 4 x 4, com o Bonsucesso, em São Januário, e um tal de Simões deixou três nas redes defendidas pelo maior goleiro cruzmaltino de todos os tempos, o grande Moacyr Barbosa. Na época, a Colina tinha um dos times mais fortes do planeta.

  2 – Rolava 18 de março de 1961 e o jogo, contra o Botafogo, valia, também, pelo Carioca. O centroavante Quarentinha fez o primeiro, aos 3 minutos. Depois, mais um ainda na primeira etapa, e o último no dos três no segundo tempo. Naquela tarde fatal de Maracanã, o Vasco levou 1 x 5 do Botafogo e o goleiro era Ita.

3 - Por esta vascaíno nenhum esperava. Em 14 de outubro de 1961, em São Januário, o "Almirante" recebia a visita do 'freguezaço' Olaria. Que foi um visitante indesejável: mandou 3 x 1, com três gols de Jaburu, em cima do goleiro Humberto Torgado. 

4 – Era 4 de junho de 1967 e disputava-se o Torneio Governador Negrão de Lima, no Maracanã. O América mandou 3 x 1 no Vasco, com o Eduzinho, que seria vascaíno, mais tarde, marcando os três gols do “Diabo” contra o goleiro Franz. Edu Coimbra foi, também, treinador do Vasco, na décda-1970. Como atleta, mostrava-se um dos mais técnicos do futebol brasileiro da década-1960 e parte da 70. Um cracaço!

5 – No 25 de agosto de 1968, um outro atacante que deixou três pipocas assando na chapa da Colina foi ponta-esquerda Lula, em Fluminense 3 x 2 Vasco, valendo pela Taça Guanabara. Lula era um bom ponteiro e chegou à Seleção Brasileira.

6 – Corria o 8 de julho de 1984, quando o Vasco amargou 0 x 4 do Bangu, no Maracanã, pelo Carioca. O terrível Cláudio Adão, que vestiu, também, a jaqueta da “Turma da Colina”, marcou três em cima do goleiro Roberto Costa.   

7 – Esta foi imperdoável, por ter sido diante do maior rival. Em 18 de abril de 2004, novamente, no Maracanã, foi a vez de Jean marcar os três de Flamengo 3 x 1 Vasco. Assim como Edu e Cláudio Adão, o atacante Jean vestiu, tempos depois, a camisa cruzmaltina.

domingo, 21 de junho de 2015

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - CARMEM - PRIMEIRA CALÇA COMPRIDA

A toga caiu-lhe muito bem
Mulher de calça comprida no plenário do Supremo Tribunal Federal? Nem  pensar! Pelo menos, nos 123 anos que antecederam à chegada de uma mineira da região de onde o escritor Guimarães Rosas tirou muitos “causos”. Carmem Lúcia Antunes Rocha, o nome da moça que quebrou uma antiga norma na mais alta corte do país.
 Primeira mulher a presidir a casa prevista na primeira constituição brasileira (1824), mas só criada após os militares derrubarem a monarquia (1889), a ministra Carmen Lúcia não mostrou-se moderninha só em termos indumentários. Também, defendeu a união de pessoas do mesmo sexo, o aborto de anencéfalos, cotas para negros em segmentos da sociedade brasileira e até movimentos contra a descriminalização da maconha. E avisou ao povo brasileiro, pela Internet, quanto ganhava e os números do seu CPF e de sua conta bancária. Mulher Maravilha!
Uma ministra com ganhos e conta explícita
 Com tanta explicitude sobre a sua vida, Carmem esteve mais do que credenciada, também, para presidir, a partir de abril de 20012, o Tribunal Superior Eleitoral e comandar as eleições daquele ano, quando se fiscalizou, pela primeira vez, a ficha limpa dos candidatos.
Mas nem só de rigores ela vive. É uma mineirinha muito alegre, que conta piada sobre mineiros e imita gente machista. Por isso (e muito mais simpatias), os sobrinhos adoram esta “tia” que preferiu a solteirice e adora o Carnaval. E uma cachacinha mineira (porque, não?), para abrir o apetite, quando prepara um tutu e uma carne de sol, pela receita da terrinha – nasceu em Espinosa, no nordeste de Minas Gerais, na divisa com a Bahia.     
    A ministra Carmem Lúcia não faz parte do time da mulheres vaidosas. Não  pinta as unhas e nem tintura os cabelos. Em vez de gastar tempo com isso, prefere ler o francês Honoré de Balzac e do russo Fiódor Dostoiévski. Ou deliciar-se com o sabor de um queijinho mineiro, um doce de leite de corte, uma goiabada, uma cocada e um chocolate. Digamos que o STF tem uma ministra de bom gosto. (Fotos reproduzidas de www.stf.jus.br). Agradecimentos. 

       

        

 

ROBERTO DINAMITE ELEITO PRESIDENTE

Em 21 de junho de 2008, Roberto Dinamite, o maior ídolo da história do Vasco, tornou-se o 43º presidente da história do clube fundado em 21 de agosto de 1898. Em pleito muito tumultuado, que só teve o resultado divulgado na madrugada do dia 22, ele obteve 827 votos, contra 45 de Amadeu Pinto das Rocha, o candidato indicado pelo ex-presidente Eurico Miranda.
Pelos estatutos vascaínos, após aquele resultado, a chapa de Roberto, “Por Amor ao Vasco”, conquistou o direito de indicar 120 conselheiros, para uma segunda votação, seis dias depois, enquanto o adversário só poderia indicar 30. Assim, os 150 indicados pelos dois candidatos se uniram a outros 150 conselheiros natos, e elegeram, no dia 27, o presidente do clube e do conselho fiscal. Em uma primeira votação, para a diretoria do conselho deliberativo, a chapa do Dinamite obteve 146 votos, contra 113 de Amadeu. Em seguida, na escolha do presidente, foram 140 para o ex-goleador e 103 para o rival.
POSSE - Às 21h43 de 1º de julho do mesmo 2008, na sede náutica da Lagoa Rodrigo de Freitas, Carlos Roberto de Oliveira, tornou-se o primeiro ex-atleta a presidir o Club de Regatas Vasco da Gama. Para o ato, ele contou com as presenças do governador do Rio de Janeiro (torcedor cruzmaltino), Sérgio Cabral Filho, e dos ministros do Esporte, Orlando Silva, e da Saúde, José Gomes Tinhorão. Também, foi lida uma mensagem do presidente da república, Luís Inácio “Lula” da Silva, outro torcedor vascaíno.  
 Nascido em 13 de abril de 19534, em Duque de Caxias-RJ, Roberto  jogou durante  21 dos seus 22 anos de carreira com a camisas cruzmaltina. Ele é o maior artilheiro da Colina, com 702 gols, em 1.110 partidas. Mais? Maior “matador” de goleiros em São Januário (184 bolas no filó);  do Campeonato Brasileiro (190) e do Estadual-RJ (279) e o quinto maior goleador do planeta, em jogos de primeira divisão, pela Federação Internacional de História e Estatísticas do Futeol-IFFHS.
GOLS EM COPA - A data 21 de junho revela outra glória para Roberto Dinamite: durante a Copa do Mundo de 1978, na Argentina, ele marcou dois tentos na vitória, por 3 x 1, da Seleção Brasileira, sobre a Polônia, que poderia ter levado o time do treinador Cláudio Coutinho à final, caso os argentinos não tivessem marcado os seis gol que precisavam diante do Peru, no jogo disputado após o enceramento da partida do Brasil qie, naquela tarde, atuou com camisa azul, calção e meião brancos.
Apitada pelo chileno Juan Silvagno, a eliminatória foi no estádio General San Martin, em Mendoza, assistida por 39.586 pagantes. Roberto dinamitou os poloneses, aos 57 e aos 652 minutos. Antes, Nelinho havia feito o primeiro, aos 12. O time foi: Leão; Nelinho, Oscar, Amaral e Toninho Baiano; Cerezzo (Rivellino), Batista e Zico (Jorge Mendonça); Gil, Roberto Dinamite e Dirceu Guimarães. 
 

sábado, 20 de junho de 2015

PINTOU YOLE NA ESQUINA DA COLINA

1 - O “Ybis”, um barco iole-2, lançado às águas em julho de 1912, foi um dos grandes vencedores vascaínos, remados por Carneiro Dias e Claudionor Provenaço.
 De fabricação italiana, com ele, o Vasco foi tri, valendo à embarcação ser carregada nos ombros dos remadores, durante as comemorações que rolavam pela Praça XV de Novembro, no Rio de Janeiro. Afinal, 19 vitórias consecutivas mereciam a honraria. O “Ybis” só foi vencido em 1917, segundo os historiadores vascaínos, muito mais por “uma pixotada dos seus remadores, do que por méritos do adversário”.
UMA “DERRAPADA ÁQUÁTICA”, digamos, com licença da metonímia.

Picolé
2 - O treinador Antônio Lopes não foi o único delegado de polícia a prestar serviços em São Januário. Houve, também, um centroavante, na década de 1960, apelidado por Picolé. Registrado como José Geraldo de Camargo, antes de chegar à Colina, ele passara pelos paulistas São José de Cerquilho, Comercial de Tietê, São Bento de Sorocaba, XV de Piracicaba e Palmeiras. Viveu até 19 de fevereiro de 2007. Depois do futebol, formado em Direito, foi delegado classe especial da Polícia Civil de São Paulo.
ESFRIOU VÁRIAS TORCIDAS e congelou, de vergonha, vários goleiros. (foto reproduzida de sovasco.blogspot.com)

3 - Classificações vascaínas em Brasileiros - 1993 - 20º lugar, em 14 jogos, com 5 vitórias, 3 empates, 6 derrotas, 19 gols pró e 20 contra; 1994 - 13º lugar, em 25 partidas, com 8 triunfos, 8 quedas, 9 empates, 23 gols a favor e 25 sofridos;
1995 - 20º lugar, em 23 confrontos, vencendo 7, empatando 3, perdendo 13, marcando 32 e levando 39 tentos; 1996 – 18º colocação, em 23 disputas, alcançando 8 vitórias, 3 igualdades, 12 reveses, 37 bolas nas redes e 43 contra.

1997 - 1º lugar (campeão), em 33 jogos, com 21 vitórias, 7 empates, 5 derrotas, 69 gols marcados e 37 sofridos; 1998 - 10º lugar, em 23 jogos, vencendo 9, empatando 7, perdendo, com 34 gols pró e 24 contra; 1999 - 6º lugar, em 24 prélios, com 10 vencidos, 8 empatados, 40 gols marcados e 31 sofridos; 2000- 1º (campeão) após 26 jogos, com 12 vitórias, 7 empates, 7 derrotas, 42 marcados e 42 sofridos.
OBS: de 1971 a 2000 são 688 jogos, com 292 vitórias, 221 empates, 175 derrotas, 1000 gols marcados, 689 sofridos e saldo de 311. CAMPEÃO-1997/2000. Até 2000, em termos de gols, fez mil.

4 - Em 21 de março de 1956, o Vasco foi convidado para se apresentar na cidade paranaense de Rolândia, amistosamente. Venceu o Nacional local, por 2 x 1, com dois gols de Astoff. O técnico daquela época era Martim Francisco e o time formou com: Wagner, Dario e Haroldo; Laerte, Orlando e Coronel; Antônio Luís, Ademir Menezes, Vavá (Astoff), Pinga (Livinho) e Parodi (Dejayr).
O JUIZ MANUEL MACHADO não derrubou o Vasco, ao rolar por Rolândia.

5 - Treinadores cruzmaltinos na década de 1970 – Elba de Pádua Lima, o Tim (1970, campeão carioca); Paulo Amaral e Admildo Chirol (1971); Zizinho e Célio de Souza (1972); Mário Travaglini (1872/1974 – campeão brasileiro); Paulo Emílio (1976 – campeão da Taça Guanabara); Orlando Fantoni (1977/1978 – campeão carioca e da Taça Guanabara); Carlos Froner e Otto Glória (1979).
OTTO não teve a glória de fazer chover taça em temporada de seca de faixas.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

CORREIO DA COLINA - UNIFORME-3

“O Vasco já jogou partida internacional com o terceiro uniforme?” Antônio José Rodrigues Filho, de Januária, em Minas Gerais.
Sim, caro “TomZé”. Foi em seis de março de 2012, quando venceu o peruano Alianza Lima, por 3 x 2, em São Januário, pela Taça Libertadores.  Interessante, “TomZé”, que os dois primeiros gols foram  de “amigos da onça”. Aos 16 minutos, Dedé atentou contra o próprio patrimônio, mas ao juiz argentino Diego Abal  considerou gol de Jonathan Charquero, o cara que desferiu o potente chute no balão de couro. Três minutos depois, foi a vez de Christian Ramosa devolver a gentileza. Mas, para não passar a pugna inteira como bandido, ao zagueirão Dedé reparou o passo errado, marcando um tento, também, para a sua patota, aos 19 minutos do segundo tempo. Pra fechar o placar, Juninho Pernambucano deixou ao dele, aos 35, cobrando pênalti, e Ibañes, aos 40ª, reduziu a diferença.
O Vasco daquela noitada, quando era treinado por Cristóvão Borges, foi: Fernando Prass, Fagner, Dedé, Rodolfo (Douglas) e Thiago Feltri; Eduardo Costa (Felipe), Nilton, Juninho e Diego Souza; William Barbio e Alecsandro.  O Alianza trouxe: Libman;  Carmona, Ramos, Ibáñez, Corrales e Albarracín;  Bazán (Vilamarín),  Gonzáles e Montaño (Fernandez); Hurtado e Charquero (Aroe). Técnico: José Soto.
O Amigo da Onça foi um personagem criado por Péricles, para a revistas O Cruzeiro. Este é de 17 de abril de 1954



 
 
 
 

quinta-feira, 18 de junho de 2015

PRIMEIRO E ÚLTIMO VASCO EM BRASÍLIA

Quando o Vasco jogou pela primeira vez em Brasília, e quando foi a última partida como time de Série A?" Amaro Gomes, de Taguatinga-DF.
VASCO 1 X 1 SELEÇÃO BRASILIENSE foi a primeira partida vascaína na capital, brasileira, travada em 21 de abril de 1961, quando a cidade cortava o seu primeiro bolo de aniversário. Usando camisas pretas, a Turma da Colina adentrou às quatro linhas do Estádio Vasco Viana de Andrade, do Grêmio Esportivo Brasilense, para escrever esta história. 
Os candangos abriram o placar, por intermédio de Arnaldo Gomes, aos 15 minutos.  Saulzinho, aos 43, em cabeçada, empatou o amistoso apitado pelo carioca Amílcar Ferreira, auxiliado por Moacir Siqueira e Jorge Cardoso. O Vasco teve: Ita, Paulinho de Almeida e Brito; Barbosinha, Écio (Laerte) e Coronel (Russo); Sabará (Joãozinho), Lorico (Roberto Pinto), Javan, Saulzinho e Da Silva. A Seleção Brasiliense era: Matil; Jair, Edílson Braga e Enes; Sabará (Reinaldo), Matarazo e Bimba; Ubaldo (Invasão), Capela (Zizinho), Ely (Ceninho), Beto (Zezito) e Arnaldo. (Foto tirada de recorte de jornal (não identificado) do álbum de Alaor Capela, que participou da partida citada acima). 
Ita, Paulinho, Brito, Écio Barbosinha e Coronel (em pé),
Sabará, Lolrico, Javan, Saulzinho e Da Siva (agachados)


VASCO 2 X 2 BRASILIENSE foi a última partida vascaína (no antigo Mané Garrincha), com o time carioca na Série A do Brasileiro.  Aconteceu no dia 24 e abril de 2005, em uma tarde de domingo. No tempo normal,  2 x 2 e jogo repleto de emoções. Mas nada valeu. O pega foi anulado, pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), alegando que o Brasiliense descumprira a sua determinação, de jogar com os portões fechados – castigo, pela invasão do gramado do Serejão, em Taguatinga, por um torcedor, em 4 de dezembro de 2004, quando o Jacaré vencera o Fortaleza, por 1 x 0, pela Série B. O rolo rolou com um expediente do PROCON-DF, ordenando a venda de ingressos – foram vendidos 19.999. O Vasco recorreu ao STJD, pedindo a impugnação da partida, baseado no artigo 49 do Regulamento Geral das Competições da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que lhe daria os três pontos disputados. E os levou, ficando com a vitória simbólica, por 1 x 0.
O presidente do Brasiliense, Luiz Estevão, alegava não ter como descumprir exigência do PROCON, enquanto o seu colega cruzmaltino, Eurico Miranda, dizia que o seu clube, meramente, cumprira dispositivos legais. Cinco auditores do STJD votaram pela impugnação da partida; um pediu novo jogo e um outro considerou improcedente o pleito vascaíno, apoiado pelo presidente da corte, Luiz Zveiter. Embora sustentasse que o Brasiliense usara o PROCON como "laranja", os auditores não encontraram provas ligando-o ao órgão. Mas defenderam que o "Jacaré" não poderia cumprir a sua decisão, por entenderem que o destinatário da decisão deveria ter sido a CBF,  mandante do jogo, pelo seu regulamento de competições. "O clube assumiu uma atribuição que não era sua e caiu num erro de direito", afirmou o presidente do STJD, Luzi Zveiter. No final, o Brasiliense, além de perder os pontos, ainda foi julgado por "descumprimento de ato ou decisão do tribunal (artigo 197 do Código Disciplinar do Futebol Brasileiro) e por recorrer à justiça comum (artigo 231) – liminar da 5ª Vara da Fazenda Pública do Distrito Federal, no dia 19 de abril de 2005.
Brasiliense 2 x 2 Vasco teve o melhor público da rodada: 26 mil, 371 pagantes. O "Jaca" abriu o placar, aos 25 minutos do primeiro tempo, por intermédio de Giovani. O Vasco o igualou, aos 38, com Romário. No segundo tempo, Alex Dias o colocou à frete do marcador, aos 31, enquanto Tiano fechou a contagem, aos 45. O árbitro foi o cearense Wilson de Souza Mendonça.
O Vasco, treinado por Dario Lourenço, jogou com: Everton; Thiago Maciel (Felipe Alves), Fabiano, Daniel e Jorginho Paulista (Diego); Ygor, Coutinho, Rubens (Abedi) e Leozinho; Alex Dias e Romário. O Brasiliense, do técnico Valdyr Espinosa, foi: Donizeti; Dida, Jairo, Gérson e Márcio (Rochinha); Deda, Pituca, Iranildo e Marcelinho Carioca; Igor e Giovani (Tiano).       

quarta-feira, 17 de junho de 2015

CORREIO DA COLINA - 4 CARTAS

1 - Qual foi o clássico de maior placar e a maior goleada do Vasco em cima do Flamengo, neste século?” Adoir Santos, de Planaltina-DF.
Grande Dodô! O jogo em que o garoto do placar mais trabalhou rolou em 28 de maio de 2000, pelo Estadual-RJ: 3 x 3, no Maracanã, com o Fla abrindo dois gols de frente, em 20 minutos. No entanto, a rapaziada foi buscar o empate, aos 21 e aos 27, por intermédio de Edmundo e de Juninho Pernambucano. No segundo tempo, o “Urubu” voltou a voar na frente, mas Viola acertou o tom, aos 39.
O treinador Abel Braga, zagueiro cruzmaltino na década-1970, mandou o time ao gramado formando com: Helton, Paulo Miranda (Dedé), Odvan, Mauro Galvão e Gilberto; Nasa (Viola), Amaral, Juninho (Jorginho) e Felipe; Edmundo e Pedrinho.
A maior goleada vascaína, na verdade, foram duas, ambas apor 5 x 1: em 23 de abril de 2000, pelo Estadual, e em 6 de outubro de 2001, do Brasileirão. Na primeira, “mataram”: Felipe, aos 14 e Romário, aos 25 minutos do primeiro tempo. No segundo, Romário, aos 5 e aos 11, e Pedrinho, aos 22. A “tchurma”: Helton; Paulo Miranda, Odvan, Mauro Galvão e Gilberto; Amaral, Nasa, Felipe e Pedrinho (Júnior Baiano); Viola e Romário (Alex Oliveira).
Em 6 de outubro de 2001, valia pelo Brasileiro. Hélio dos Anjos era o chefe da rapaziada e Romário voltou a mandar três bolinhas no barbante: aos 45, 58 e 82 minutos. Gilberto, aos 30, e Euller, aos 90, foram os “completantes” de placar. O time dirigido apor Hélio dos Anjos, era: Helton: João Carlos, Odvan, Fabiano Eller (Jamir) e Rafael; Donziete Oliveira, Gilberto e Léo Lima (Botti); Euller, Bebeto (Bóvio) e Romário. Tá bom, ou quer mais.

2 - “Quem são os jogadores vascaínos que mais ganharam títulos?” Amélia Fernanda Marques Brito, de Taguatinga-DF.
Anote aí, gatinha! O líder é o goleiro Moacyr Barbosa, que carregou 14 canecos pra casa: Sul-Americano-1948; Carioca-1945/47/49/50/52/58;  Municipal-1945/46/47; Torneio Inicio-1945/48/58. Torneio Relâmpago-1946. O vice-líder é Roberto Dinamite, com oito faixas colecionadas: Carioca-1977/82/87/88/92; Troféu Ramón de Carranza-1987/88; Brasileiro-1974.
O pódio dos três primeiros é completado por Felipe, conquistador de sete títulos: Brasileiro-1997/2000; Taça Libertadores-1998; Copa Mercosul-2000; Torneio Rio-São Paulo-1999; Carioca-1998. Empatados, com seis títulos estão: Ademir Menezes, Juninho Pernambucano e Danilo Alvim. O primeiro faturou os Cariocas-1945/49/50/52; Sul-Americano-1948 e o Municipal-1945. Seu colega de time, Danilo, levou o Estadual-1945/47/49/50/52 e o Sul-Americano-1948.a De sua parte, Juninho tem: Brasileiro-1997/2000; Libertadores-1998- Rio-São Paulo/1998 e Mercosul-2000.


3 - "Eu era muito fã do Viola. Por onde ela anda?" Vanessa Vieira de Oliveira, de São Sebastião-DF. Seguinte, Vanessa! O seu ídolo aposentou-se do futebol e está residindo em São Paulo. Paulo Sérgio Rosa é o verdadeiro nome do atacante, que ganhou o apelido de Viola por chegar aos treinos, em seus inícios de careira, com uma chuteira da marca homônima". Paulistano, nascido em 1º de janeiro de 1969, ele esteve vascaíno entre 1999 e 2000, após passar por Corinthians, São José, Olímpia, Valência-ESP, Palmeiras e Santos.
 Viola não conseguiu firmar-se como titular no Vasco, tendo participado de apenas 31 partidas e deixado só seis gols de lembrança. Pouquíssimo para quem ficara na história corintiana como o seu 16° maior artilheiro (105 gols, em 283 jogos), além de ter sido o principal  artilheiro dos Campeonatos Paulsita-1993 (20 gols/Corinthians) e  Brasileiro- 1998 (21 gols/Santos). Mesmo não conseguindo apresentar um bom rendimento em São Januário, Viola deixou a Colina levando os títulos de campeão da Copa João Havelange, o Brasileirão do ano 2000, e da Copa Mercusul, também na mesma temporada.
Viola esteve, também, no grupo campeão  mundial pela Seleção Brasileira, em 1994, tendo participado de 15 minutos da prorrogação, contra a Itália, na Copa do Mundo dos Estados Unidos. Totalizou 10 jogos, com seis vitórias, três empates, uma derrota e dois gols marcados. 
 "4 - "O Vasco já perdeu algum jogo no dia do seu aniversário?" Ariovaldo Pereira, de Sobradinho-DF.
Prezado Ari! A data 21 de agosto é de festa em São Januário. Nela, o Club de Regatas Vasco da Gama deveria cumprir o regulamento, não é mesmo? Se jogar nesta data, tem que vencer e presentear a sua torcida, confere? No entanto, a rapaziada já pisou na bola em três oportunidades como aniversariante.  A primeira escorregada foi diante de um tradicional freguês, o Bonsucesso, por 1 x 3, em 1932, no campo da Estrada do Norte, pelo Campeonato Carioca. A segunda rolou contra o Fluminense, um outro freguês, em 1983, valendo, também, pelo Estadual, pelos mesmos 1 x 3, mas no Maracanã. Por fim, o último vexame aconteceu enfrentando o paraguaio Cerro Porteño, pela Copa Mercosul, em 2001, no Assunção. Mas estamos no lucro. A maioria dos jogos na data terminou com o time na frente do placar.

terça-feira, 16 de junho de 2015

ÁLBUM DA COLINA - PÁGINA 1957


O goleiro Carlos Alberto Cavalheiro e o zagueirão Ortunho foram aos gramados europeus buscar canecos
A data 14 de junho é uma das mais importantes na história internacional do Club de Regatas Vasco da Gama. Em 1957, a rapaziada comandada pelo treinador Martim Francisco botou na roda o considerado melhor time do mundo, o espanhol Real Madrid, na decisão do Torneio de Paris, e o venceu, por inquestionáveis 4 x 3. Foi como se o Vasco tivesse sido campeão mundial interclubes, pois aquela era a principal disputa da época e fora projetada conferir ao vencedor uma espécie de título do futebol mundial, disputado pelas melhores equipes do planeta.