Vasco

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sábado, 31 de maio de 2014

VASCO 1 X 1 PORTUGUESA-SP

O Vasco chegou ao quarto empate consecutivo. Destas vez, com a Portuguesa de Desportos, por 1 x 1, em Volta Redonda-RJ, pela nona rodada do Brsileirão da Série B. Antes, os cruzmaltinos haviam empatado com Sampaio Corrêa, Joinville e Bragantino.
O Vasco abriu a conta, aos 14 minutos. Guilherme Biteco cobrou escanteio, da direita, e Edmilson cabeceou, para a bola chocar-se contra uma das traves. No rebote, o mesmo Edmilson rolou, da pequena área, para o zagueiro Rodrigo empurrar para as redes: 1 x 0.
Aos 29, Diego Renan bobeou na marcação e Gabriel Xavier empatou, com um chute cruzado, da esquerda.
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31.05.2014 (sábado) - Vasco 1 x 1 Portuguesa de Desportos. Estádio: Raulino de Oliveira, em Volta Redonda-RJ. Juiz: André Luiz de Freitas Castro-GO. Renda:R$ 28.680,00. Público: 2.099 pagantes e 2.835 presentes. Gols: Rodrigo, aos 14, e Gabriel Xavier, aos 29 min do 1ºtempo. VASCO: Diogo Silva; Diego Renan, Luan, Rodrigo (Douglas Silva) e Marlon; Fabrício, Pedro Ken, Guilherme Biteco (Iago) e Douglas; Montoya (Rafael Silva) e Edmílson. Técnico: Adilson Batista. PORTUGUESA: Tom; Arnaldo, Gustavo, Wágner e Luciano Castan; Renan; Coutinho (Caion), Rudnei e Gabriel Xavier (Caio); Allan Dias e Serginho. Técnico: Marcelo Veiga.
 

sexta-feira, 30 de maio de 2014

FERAS DA COLINA - MASSINHA


Massinha é o penúltimo à direita
Quem se lembra do lateral-direito Massinha? Foi vascaíno entre março de 1964  a 1966. Campeão brasileiro de seleções, pela equipe mineira, em 1963, ele agradava muito ao Vasco, que  mandou o dirigente Agathyrno Gomes a Belo Horizonte, oferecer, ao Cruzeiro, Cr$ 15 milhões de cruzeiros, mais os passes de Durvalino e de Juraci. A “Raposa” pediu Cr$ 20 milhões, mas o presidente vascaíno, Manuel Joaquim Lopes, conseguiu fechar pelo oferecido, e apenas um jogador aspirante, a ser escolhido pelos cruzeirenses, em um amistoso, nunca realizado.
Benedito Aparecido dos Santos era o verdadeiro nome de Massinha, desde 7 de setembro de 1939. Nascido na paulista  São José do Rio Pardo, ele foi cria da Associação Atlética Vargeana, de Vargem Grande do Sul. Passou, também, por Palmeiras, de São João da Boa Vista e Cruz Preta, de Alfenas. Depois da  volta ao Cruzeiro, ainda esteve na  Caldense, entre 1968 a 1972.

CANECO - Na noite de 21 de janeiro de 1965, Massinha conquistou um belo título  com a jaqueta cruzmaltina. Com goleada, por 4 x 1, sobre o Flamengo, decidindo o I Torneio Internacional do IV Centenário  do Rio de Janeiro, diante de 59.814 pagantes. Ele entrou no decorrer da partida, em lugar de Joel, com o time tendo sido: Ita; Joel (Massinha), Brito, Fontana (Pereira) e Barbosinha; Maranhão e Lorico; Mário (Joãozinho), Célio, Saulzinho e Zézinho.
Quando Massinha desembarocu na Colina, os companheiros foram: Ita (Lévis, Marcelo, Miltão), Joel, Brito (Caxias), Fontana e Barbosinha (Pereira); Maranhão (Odmar) e Lorico (Alcir, Mílton); Mário (Joãozinho, Sabará), Célio, Saulzinho (Altamiro) e Zezinho (Da Silva, Ramos. Em 1965, a turma pouco mudou: Gainete (Lévis, Ita), Joel (Ari), Brito (Caxias), Fontana (Ananias) e Oldair (Barbosinha); Maranhão e Lorico; Luisinho (Saulzinho), Mário (Benê), Célio e Zezinho (Danilo Menezes, Tião). Em 1966, quando ele saiu, a patota tinha: Édson Borracha (Amauri), Ari (Joel, Mendez), Brito (Caxias), Fontana (Ananias) e Oldair (Silas); Maranhão (Alcir) e Salomão (Danilo Meneses, Lorico); Nado (Luisinho, William), Célio (Bianchini, Acelino), Madureira (Picolé, Paulo Mata) e Zezinho (Tião, Moraes).
Massinha disputou quatro jogos pela Seleção Brasileira, integrando uma equipe mineira formada para o Campeonato Sul-Americano-1963, na Bolívia. Convocado pelo treinador Aymoré Moreira, foi canarinho em 03, 10, 14 e 31 de março de 1963, diante de Paraguai (2 x 2), Peru (1 x 0), Colômbia (5 x 1) e Bolívia (4 x 5).

 

quinta-feira, 29 de maio de 2014

FERAS DA COLINA - ¨BENETTI

Não foi fácil para o meia Benetti, que viveu até 2012, trocar São Paulo por São Januário. Caçula, de cinco irmãos, os seus pais não queriam, de jeito nenhum, vê-lo longe de casa. Foi quando entrou no circuito um antigo ídolo da torcida vascaína, o atacante Pinga, que era amigo de sua família e teve de conversar muito, até convencer  a mãe do rapaz e quem fazia maior pressão para o filho não sair. Pinga via que as grandes partidas feitas pelo amigo, defendendo o Juventus-SP, não poderiam ficar só naquilo.
Nascido na paulista Oriente, em 12 de outubro de 1945, José Benetti começou a carreira por um time chamado Irmãos Romanos, filiado à Federação Paulista de Futebol. De lá, foi para o Juventus, quando ficou conhecendo Pinga. Casado, com Meire Marques, Benetti gerou um filho, Raul Marques Benetti. De início, Benetti estranhou o sistema tático no qual foi lançado no time do Vasco. Ele era um jogador de características ofensivas e teve de atuar mais recuado, plantado, atrás  da linha atacante. Só subiu de produção quando o treinador Evaristo de Macedo lançouo mais à frente. A partir dali, quando não começava uma partida, a torcida vascaína pedia a sua entrada, gritando "Benetti, Benetti!" 
Benetti foi o autor do gol que abriu o placar, na noite de 19 de novembro de 1969, no Maracanã, quando Pelé marcou o seu milésimo gol, em Vasco 1 x 2 Santos. Certe vez, Benetti falou à imprensa que o tento saíra de um pênalti inexistente. Dizia ter assistido ao lance de muito perto, e não tinha dúvidas de que o juiz pernambucano Manoel Amaro de Lima errara.
Naquela noitada, escalado pelo treinador Célio de Sousa, o homem que inaugurou o placar na festa do "Rei do Futebol" estava nesta formação vascaína: Andrada; Fidélis, Moacir, Fernando e Eberval; Buglê, Benetti e Danilo Menezes (Silvinho); Acelino (Raimundinho) e Adílson. O gol de Benetti saiu aos 10 minutos do primeiro tempo, visto por 65.157 pagantes, que pagaram NcZ$ 253 mil, 275 novos cruzeiros e 25 centavos para testemunharem um grande fato do futebol mundial. (Foto reproduzida de www.netvasco.com.br). Agradecimento.  

FERAS DA COLINA - DULCE ROSALINA

Nascida em 7 de março de 1934, Dulce Rosalina foi a primeira mulher no Brasil a comandar uma torcia organizada de times de futebol. Viveu até 19 de janeiro de 2004, como a torcedora-símbolo do Vasco. Em 1956, passou a dirigir a Torcida Organizada do Vasco, para criar o concurso de baterias e lançar papel picado pelos estádios, à entrada do time no gramado. Conta-se que o treinador Martim Francisco pediu-lhe (e a Domingos do Espírito Santo Ramalho Ramalho), um outro torcedor-símbolo, para organizar a torcida, que ele daria o título carioca da temporada, o que rolou.
Dulce Rosalina Ponce de León, que vive por 79 anos, nasceu pela bandas da Ponte dos Marinheiros, de onde mudou-se, para a Avenida Getúlio Vargas, mais tarde. Filha de um português vascaíno naturalizado brasileiro e que vivia nas festas do rancho canavalesco Recreio das Flores (atual Recreio da Saúde), ela aprendeu, com o pai, a execrar o preconceito de cor. Aderiu a causa ao tomar conhecimento de que o presidente vascaíno, Raul Campos, enfrentara a elite do futebol carioca, para manter atletas negros no clube.    
Com sete anos de idade, Dulce estudava no Colégio Anglo-Americano. Ao 10, estava no Regina Coeli. Completou os estudos no Santa Teresa de Jesus, no Largo da Segunda-Feira, na Tijuca. Em 1948, começou a namorar Ponce de León, jogador do São Paulo, com quem casou-se, em 1939, e dele enviuvou-se, em 1965. Em 22 de janeiro de 2004, quando não era mais viva, foi homenageada pela prefeitura do Rio de Janeiro. Viru nome de rua. A antiga Rua do Reservatório (bairro Vasco da Gama/VII Região Administrativa/São Cristóvão) passou a ser Dulce Rosalina, pelo decreto Nº 23925, assinado pelo prefeito César Maia, que a considerou "torcedora-símbolo do Clube de Regatas Vasco da Gama, exemplo da paixão carioca pelos times de futebol da cidade".
GRANDE PAIXÃO - Em 1961, Dulce venceu o concurso “Melhor Torcedor Brasileiro”. Era a glória para quem deixava de trabalhar para não faltar à vida vascaína. Com o time, viajava pelo país a fora. Em 1976, porapoiar a candidatura de Medrado Dias à presidência do clube, foi obrigada a desvincular-se da torcida. Fundou a “Renovascão”. Em 1991, devido problema nas vistas, deixou de ir aos jogos noturnos.
Segundo a "Revista do Esporte", principal publicação esportiva do país na década de 1960, Dulce Rosalina era capaz de gastar tudo o que tinha, sair de casa às 9h da manhã, debaixo de sol ou de chuva, para ir o mais longe que fosse "pelo prazer de torcer por seu clube do coração”. As vezes, saía dos jogos só com o dinheiro das passagens dela e dos filhos. O que tivera a mais pagara o coletivo e a entrada da turma do bolso furado. “Não recebo nenhuma ajuda do Vasco. Fazemos tudo e coração, porque somos vascaínos”, afirmou ela à "Revista do Esporte" Nº 237, 21 de setembro de 1963. Por aquela época, ela tinha na torcida organizada colabores como Ivan Monteiro, Osvaldo da Silva, José Luis Farias, Raimundo Gadelha, Fernando Xavier, Fernando Uchoa, José Bezerra, Cartola e a ala feminina formada por Aída, Conceição, Ermelinda, Idalina e Madame Bastos e Norma Uchoa, principalmente. 
Bellini e Dulce, na década de 1950
No meio da torcida, Dulce agitava ao som da Bandinha do Almirante, chefiada por Laerte Crema, que tomava conta do reco-reco e liderava a bateria, tocada, por Paulo e Zacarias. Monteiro cuidava dos pratos, Francisco da Rosa das maracás e o incrível Domingos Ramalho fazia o seu barulho, com um talo de mamona, enquanto Eli e Tião puxavam os gritos de “casaca, casaca”. Antes daquilo rolar, Tião ajudava Dulce a fazer painéis e bandeirinhas. “O reco-reco foi presente da torcia do mexicano Toluca trazido pelo Humberto (Torgado, goleiro)”, contava Dulce.
Na época em que Dulce Rosalinda chefiava a torcida vascaína, o zagueiro central e capitão Hideraldo Luiz Bellini era o atleta mais admirado. “Foi o ídolo que deixou mais saudade”, dizia, extendendo a admiração da galera a um outro zagueiro, Haroldo (campeão carioca, em 1952), aos atacantes Sabará (campeão carioca em 1958) e Célio (campeão da Taça Guanabara-1965) e ao goleiro Humberto, os dois últimos vistos como os atletas mais atenciosos.
Sobre treinadores, por ter vivido, intensamente, as décadas-50/60, Dulce dizia que Gentil Cardoso (campeão carioca-1952), Martim Francisco (campeão carioca-1956) e Francisco de Sousa Ferreira, o Gradim (campeão carioca-1958) foram os melhores que passaram pela Colina. E revelava: “Chegamos a coletar 1.200 assinatura para Seu Gentil voltar a treinar o Vasco, pois a torcida não confia em Jorge Vieira (em 1963)”.
GRANDE EMOÇÃO – Dulce apontava Vasco 3 x 2 Fluminense, de virada, no segundo tempo, o jogo mais emocionante que assistira – Campeonato Carioca de 1956, com gols de Livinho (2) e Valter Marciano. A maior tristeza? Vasco 2 x 3 Santos, no Pacaembu, que tiraram do time o bi do Torneio Rio-São Paulo.
Naquele jogo, o Vasco pisara na bola, feio!. Estava invicto e deixou o Peixe morder. Se bem o adversário tinha um garoto endiabrado com a sua camisa 10. Era a fase de crescimento da torcida santistas, responsável, certamente, pelo público estimado de 21 mil presentes ao Pacaembu (renda de Cr$ 905 mil, 695,00 cruzeiros) , com um gol do "guri 10" e dois de Coutinho.
Embora nenhum juiz servisse para a torcida organizada de Dulce, que só livrava a cara do bandeirinha Amaro de Souza Gomes, o árbitro daquele dia, Frederioco Lopes (RJ), não influiu no placar. O Vasco do grande choro de Dulce foi: Barbosa, Dário, Viana e Coronel; Laerte e Russo; Sabará, Robson, Zé Henrique (Cabrita), Rubens e Peniche (Osvaldo). Técnico: Gradim. O Santos teve: Laércio, Ramiro, Getúlio e Mourão; Álvaro e Zito (Fiote); Dorval, Jair Rosa Pinto, Coutinho, Pelé e Pepe. Técnico: Luis Alonso Peres Lula.
DESTINO - Dulce Rosalina tornou-se a primeira mulher a liderar uma torcida organziada por acaso. O então chefe, o Margarida, andava triste pela perda do pai e afastou-se da função. Torcedores-símbolos, como Tião e Ramalho, e até o presidente do Vasco, Arthur Pires, lhe pediram para comandar a rapaziada.
Dulce garantia que era de torcer contando só com a força do time. Jurava que a torcida vascaína não fazia acordos com o além, pra vencer. No máximo, agradecia os triunfos acendendo algumas velas para a protetora, Nossa Senhora das Vitórias.
Uma coisa Dulce não negava: o maior prazer da torcida vascaína era vencer o Flamengo. Mas fazia questão de deixar claro que a rivalidade ficava restrita aos gramados. Tanto que ela era muito amiga do chefe da charanga rubro-negra, Jaime de Carvalho. Também, fazia questão de dizer que a sua patota não vaiava jogador, por mais que fosse a sua pixotada, ao contrário de hoje. Quando lhe pediam para escalar o Vasco de todos os tempos, desfilava: Barbosa, Augusto e Haroldo, ou Rafagnelli ou Bellini; Ely, Danilo e Jorge; Sabará, Ademir Menezes, Célio Taveira, Ipojucan, ou Lorico, que considerava no mesmo nível de Maneca, e Chico, na pntas esquerda. Portanto, jogadores das décadas de 1950/60.


Detalhe-1 - Dulce ganhou a personagem Dulcinha, que você vê.
Detalhe-2 – Ponce de Leon (jogou por São Paulo, Palmeiras e Botafogo), teve, com Dulce, os filhos Norival e Maria de Lourdes. Desquitaram-se em 1953, quando Dulce voltou para o Rio. Em 1956, ela pediu refiliação como associada vascaína.
Detalhe-3 - Resultados do Vasco no Torneio Rio-São Paulo-1959: 09.04.1959 - Corinthians 1x1 Vasco; 12.04 - Vasco 0 x 0 São Paulo; 18.04 - Vasco 3 x 0 Palmeiras; 22.04 - Vasco 0 x 0 América. 26.04 - Vasco 2 x 0 Botafogo; 30.04 – Vasco 0 x 0 Flamengo; 06.05 - Vasco 2x1 Fluminense; 09.05 - Portuguesa 1 x 4 Vasco; 17.05 – Vasco 0 x 3 Santos.
(foto de Dulce com Bellini reproduzida de http://www.netvasco.com.br/ e da Dulcinha de  ww.http://www.eddiesouza.com.br/http://www.clubedosfanaticos.wordpress.com/ Agradecimentos.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

FERAS DA COLINA - MADUREIRA

Ele não nasceu em Madureira, nunca morou por lá e jamais defendeu o time daquele bairro carioca. No entanto, ficou conhecido com um apelido homônimo do lugar, porque um vendedor de loja de matrial esportivo confundiu o Madureira com o Fluminense.
 Esta é uma história esquisita. O garotinho Carlos Roberto Ferreira, nascido no biarroda Saúde – em 28 de agosto de 1941– tinha juntado uma graninha dada pelos pais, foi comprar uma camisa do “Tricolor das Laranjeiras”. Mas voltou pra casa com a do “Tricolor Suburano”. Resultado: de tanto vestí-la, os amigos colocaram-lhe o apelido de Madureira.
Foi aos 17 anos, em 1958, que Madureira começou a sua vida mais séria de atleta. Inscreveu-se em um time chamado Atília, do Departamento Autônoma da então Federação Carioca de Futebol, e mandou ver. No ano seguinte, seu irmão Sérgio, aspirante do América, levou-o para o “Diabo Rubro”. Ficou por dois anos, mas terminou dispensado. Então, aceitou a proposta do catarinense Atlético Operário, para viver uma aventura longe de casa, em 1961. Mais duas temproadas se passaram e quem quis o seu futebol foi o Grêmio Porto-Alegrense, que pagou uma baita grana da época para levá-lo: Cr$ 5 milhões de cruzeiros. Mais dois anos depois e foi a vez do já extinto Metropol, também catarinense, desejá-lo. Estava ele de volta a Santa Catarina.
No "Furacão", Madureira (C/agachado) jogou com Bellin (3º (D/em pé)
O próximo passo de Madureira foi pintar na Colina. Já valorizado, o Vasco pagou Cr$ 12 milhões pelo seu empréstimo, ao Metropol, até o final de 1966. Se quisesse ficar com ele, depois, teria de pagar Cr$ 60 milhões.
Casado, com Elisa Helena, que fora atleta do basquetebol vascaíno, Madureira marcou o seu primeiro gol pela “Turma da Colina” em 18 de setembro, em Vasco 3 x 1 São Cristóvão, em São Januário, pelo Campeonato Carioca. Escalado por Zezé Moreira, o time foi: Édson Borracha; Oldair Barchi, Brito, Sérgio e Mendes; Maranhão e Alcir; Nado, Célio, Madureira e Danilo Menezes.
Aqui, no “Kike da Bola”, ele foi notícia na edição de 18 de setembrode 2011, sob o título “Madureira faz gol no Madureira”, quando visitou a rede do “xará”.
Como o Vasco não chegou a um acordo com o Metropol para a compra do passe de Madureira, o atacante rodou por Ferroviário-PR, Palmeiras-SP, Pinheiros-PR, Atlético-PR e XV de Novembro de Piracicaba-SP. No penúltimo, em 1968, atuou ao lado um outro ex-vascaino, o zagueiro Hideraldo Luís Bellini, este já em final de carreira. (foto reproduzida de álbum de família). Agradecimento.

terça-feira, 27 de maio de 2014

VASCO 1 X 1 BRAGANTINO

O Vasco voltou a empatar. Pela terceria vez consecutiva: hoje à noite, pela oitava rodada do Brasileiro da Série B, ficou no 1 x 1, com o Bragantino, de Bragança Paulista, na casa do adversário. Antes, o time havia rolado 1 x 1 Sampaio Corrêa-MA e 0 x 0 Joinville-SC. Mas houve, ainda, uma outra igualdade: 1 x 1 América-MG, durante a estreia na "Segundona". E uma derrota: 1 x 2 Luverdense-MT. Vitórias só duas: 3 x 0 Atlético-GO e 2 x 0 Oeste-SP.
 O Vasco saiu na frente do placar, com o colombiano Montoya balançando a rede, aos 26 minutos do segundo tempo. No entanto, aos 36 o "Braga" empatou, deixando a "Turma da Colina" na décima colocação da "Bezona", com 10 pontos, a sete da ponta da tabela classificatória.  Com o resultado, o Bragantino segue sem vencer os vascaínos há 24 temporadas.   
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 27.05.2014 (terça-feira) - Vasco 1 x 1 Bragantino. Campeonato Brasileiro Série B. Estádio: Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista-SP. Juiz: Arilson Bispo da Anunciação-BA. Público: 1.361 pagantes. Renda:R$ 20,820,00. Gols: Montoya, aos 26 e Robertinho, aos 36 min do 2º tempo. VASCO: Diogo Silva; André Rocha, Luan, Rodrigo e Diego Renan; Fabricio, Pedro Ken e Douglas; Yago (Rafael Silva), Edmilson e Guilherme Biteco (Montoya). Técnico: Adilson Batista. BRAGANTINO: Renan; Robertinho, Luiz Eduardo, Yago e Bruno Recife; Francesco, Gustavo, Danilo Bueno (Magno Cruz) e Cesinha; Léo Jaime (Luisinho) e Tássio (Nunes).Técnico: André Gaspar.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

FERAS FERÍSISMAS DA COLINA

O primeiro jogador vascaíno a “desbundar” no Clássico dos Milhões” foi Russinho, em 3 de maio de 1928. Aconteceu estádio das Laranjeiras e ele compareceu às redes, aos 22, 47 e 60 minutos, da partida em que o Vasco venceu, por 3 x 2, amistosamente.
Por aquela época, atletas e dirigentes ligados aos clubes apitavam os jogos, e aquele foi arbitrado pelo tricolor João Coelho Netto, o “Preguinho” que marcaria, em 1930, o primeiro gol brasileiro em Copas do Mundo. O Vasco, treinado pelo inglês Harry Welfare, venceu com: Jaguaré, Bilhante e Itália: Hespanhol, Nesi e Mola; Paschoal, Thales, Russinho, Raínha e Santana.
Fausto dos Santos (D), em foto reproduzida de Sport Ilustrado

O segundo cruzmaltino “desbundante” foI um atleta que não tinha pro tarefa principal balançar o filó, o médio (hoje apoiador) Fausto dos Santos, apelidado de “Maravilha Negra”. Em 10 de março de 1929, ele deixou três no barbante rubro-negro, aos 42, 51 e 75 minutos sendo o último de de pênalti, na vitória cruzmaltina, também, amistosamente, por 4 x 1, no estádio da Rua Paysandu.
Diogo Rangel apitou e a “esquadra do Almirante, ainda comandada por Welfare, era: Waldemar, Brilhante (Nesi) e Itália; Tinoco, Fausto e Mola; Bahiano, Lino, Oitenta-e Quatro, Mário Mattos e Santana.
Coube a Mário Mattos ser o terceiro malvadão do clássico. Em 14 de julho de 1929, valendo pelo Campeonato Carioca de 1929, ele também deixou três na caçapa, em jogo que fez parte da campanha do terceiro título vascaíno na elite da bola estadual. Marco todos, nos 3 x 2,de virada, aos 13, 25 e 42 minutos. O pega rolou em São Januário, apitada por Osvaldo Ferraz, com os vascaínos continuando treinados por Harry Welfare, que escalou: Valdemar, Nesi e Itália; Brilhante, Fausto e Mola; Paschoal, Pepico, Russinho, Mário Mattos e Santana.

DETALHE: Os flamenguistas queriam a vingança no returno, mas os vascaínos voltaram a vencer, em 27 de outubro, por 1 x 0, com gol de Russinho, cobrando pênalti, no estádio do Fluminense, nas Laranjeiras. O resultado deixou o time de São Januário nas finais, para decidir ao título com o América, O seu primeiro grande rival. Após dois empates, por 0 x 0 e 1 x 1, o Vasco goleou, por 5 x 0, na terceira partida, e carregou o caneco, somando 15 vitórias, em 23 jogos, além de sete empates e só um tropeço

domingo, 25 de maio de 2014

ÁLBUM DA COLINA - PÁGINA 1974


Andrada, Miguel, Alcir, Fidélis, Moisés e Alfinete, em pé, da esquerda para a direita; Jorginho Carvoeiro, Zanatta, Ademir, Roberto Dinamite e Luís Carlos Lemos, agachados na mesma ordem, foram os campeões brasileiros da temporada-1974.
Andrada, Miguel, Alcir, Fidelis, Moses and Pin, standing from left to right; Jorginho Carvoeiro, Zanatta, Ademir, Roberto Dinamite and Luís Carlos Lemos, crouched in the same order, were the Brazilian champions of the 1974 season.

sábado, 24 de maio de 2014

VASCO 0 X 0 JOINVILLE

 O Vasco empatou, hoje, pela terceira no Campeoanto Brsileiro da Série B. Desta fez, por 0- x 0, com o castarinense Joinville, na casa do adversário. Anteriormente, havia se igualado ao América-G, em Sãop Janário, e ao Sampaioo Corrêa, no Estádio Alberto Silva, em Teresina, no Piauí. O time teve, hoje, uma atuaçpão muio apática.                                                    
                                    CONFIRA A FICHA TÉCNICA 
24.05.2014 (sábado) - Vasco 0 x 0 Joinville. Campeonato Brasileiro Série B - Local: Araena Joinville. Juiz: Luiz Flávio de Oliveira-SP. Público: Rendas: VASCO: Diogo Silva; Luan (Guilherme Biteco), Rodrigo e Douglas Silva; Diego Renan, Fabrício, Pedro Ken, Douglas e Marlon; Rafael Silva (Yago) e Edmilson. Técnico: Adilson Batista. JOINVILLE:Ivan; Ratinho, Bruno Aguiar, Rafael e Bruno Costa; Franco, Washington, Marcelo Costa (Hugo) e Tartá (Harrison); Edgar Junio (Fernando Viana) e Jael. Técnico: Hemerson Maria.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

PRIMEIRO RIVAL DOS CRUZMALTINOS

Pensa que o Flamengo foi o primerio gande rival do Vasco? Pois errou. O cargo foi do América. Motivo: três disputas pelo título do futebol carioca contra a "Turma da Colina". O Vasco só havia levado a taça em 1923 e em 1924, nas suas duas primeiras temporadas na elite, quando batia em quem pintasse, de virada, no segundo tempo.
Em 1928, na primeira final entre vascaínos e americanos, estes foram os campeões. O Vasco deu o troco, em 1929, durante uma badalada melhor de três que virou, depois, tema de uma das famosas revistas musicais do Rio de Janeiro. Por sinal, uma empresas fabricante de cigarros chegou a comprar um quadro dentro do espetáculo musical intitulado "Melhor de Três", para promover um concurso que apontaria o jogador mais querido do futelbol carioca – venceu o vascaíno Russinho. Nos gramados, o time de São Januário havia ganho a partida final da melhor-de-três por 5 x1, formando com: Jaguaré, Brilhante e Itália; Tinoco, Fausto e Mola; Paschoal, Russinho, Oitenta-e-Quatro, Mário Mattos e Santana. Eles foram campeões com 15 vitórias, sete empates e só uma pisadas na bola.
Em 1931, vascaínos e americanos disputaram mais um título, acirradamente. No primeiro turno, Vasco 1 x 0. No segundo, América 4 x 1. Esta goleada, praticamente, decidiu o campeonato, pois, ao final da disputa, os alvirrubros tinham 30 pontos e o “Almirante” 29. 

quinta-feira, 22 de maio de 2014

CLUBE DOS ESQUECIDOS - FERREIRA

Enquanto o time vascaíno levou 12 anos para ser campeão carioca, entre 1958 e 1970, o lateral-direito Ferreira colocou a faixa no peito com apenas um jogo. Explica-se: como a rapaziada já garantira o caneco faltando uma rodada para o final da disputa, o último compromisso seria  um “amistoso”.
 Era noite da quinta-feira 17 de setembro de 1970, quando o Vasco mandou 2 x 1 no Botafogo. Evidentemente, que a galera improvisou o maior e tradicional “carnaval antecipado”. Pelos dias seguintes, mais comemorações rolaram. Tinham que rolar. E veio a tarde do domingo..., dia do último compromisso da equipe. Camaradão, o treinador  Elba de Pádua Lima, o Tim, lançou Ferreira pela ponta-direito-direita, para que o carinha, também, contasse aos netos que fora campeão carioca. Aliás, escalá-lo naquela posição nem era forçação de barra, porque ele já havia atuado por ali, e só recuado porque a viu futuro como extrema da Associação Atlética Ituveravense, de Ituverava-SP.
Ferreira éo último da direita, em pé, neste time campeão carioca, em 1970 
Benedito Benjamin  Ferreira, nascido em 4 de setembro de de 1945, em São Paulo, fora buscado, pelo Vasco no Comercial de Ribeirão Preto-SP. Filho de Pedro B. Ferreira e de Maria Rosa Ferreira, o jogador, que calçava chuteiras de número 40, não se achava baixinho para jogar como lateral – 1m65cm. Afirmava ter altura suficiente par cumprir, satisfatoriamente, as suas obrigações, e filosofava, dizendo que o importante para o zagueiro de baixa estatura era ter boa forma para saber sair do chão e ganhar o lance aéreo, pois, assim, ninguém se preocuparia com a sua centimetragem.
Devorador de macarronadas, Ferreira tentava proteger-se duplamente. Era devoto de São Jorge, o santo guerreiro, e de Santo Antônio, o casamenteiro. Casou-se com o futebol. Se não rolasse, gostaria de ser cantor. Maw terminou cantando jogadas pela lateral do gramado.   (foto do acerevo de Valdir Appel). Agradecimento.     

quarta-feira, 21 de maio de 2014

CLUBE DOS ESQUECIDOS - NORONHA

 Alfredo Eduardo Ribeiro Mena Barreto de Freitas Noronha nascido em Porto Alegre-RS, em 25 de setembro de 1918. Vascaíno, em 1942, trocou o Vasco, pelo São Paulo, e por aquele clube disputou a Copa do Mundo de 1950. Além dos 2 x 2 com a Iugoslávia, naquele Mundial, fez mais 15 outros jogos pela Seleção Brasileira, com 12 vitórias, 3 empates e 2 derrotas. Campeão das Copas Rio Branco-1947 e 1950, e do Campeonato Sul-Americano-1949.
Welves Dias Marcelino, o Vivinho, era ponta-direita que chegou à Seleção Brasileira, foi bi-campeão carioca, em 1987 e 88, quando o Vasco era treinado por Sebastião Lazaroni e tinha atletas como Romário, Bismarck, Geovani, Paulo Roberto, Dunga e Mazinho. Em 11.09.88, diante da Portuguesa de Desportos, pelo Campeonato Brasileiro, Vivinho “chapelou”, por três vezes, o volante Capitão e fez um golaço que lhe valeu uma placa no Estádio São Januário.




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terça-feira, 20 de maio de 2014

VASCO 1 X 1 SAMPAIO CORRÊA

Após 10 dia sem jogar – a partida da semana passada, contra o Náutico, foi adidada, devido a greve dos policiais de Recife –, o Vasco sofreu muita pressão dos maranhenses e só conseguiu o empate nos descontos. Com isso, ficou com 8 pontos, em sétimo lugar na classificação do Brasileirão da Série B, longe do ponteiro, o América-MG, que soma 16.
O Vasco sofreu o gol dos "bolivianos"– apelido dos maranhenses – aos 19 minutos do segundo tempo, de uma maneira muito comum na temporada 2013 e que ajudou a rebaixar o time. Ninguém marcou ninguém, em um ataque pela esquerda. O gleiro Diogo Sivla rebateu a bola para o meio da área, em vez de fazê-lo para os lados, e Márcio Diogo agradeceu o presente, para fazer um bonito gol, por cobertura. O empate saiu aos 49, em bola saída da esquerda para o gol. Guilherme Biteco pegou um rebote e igualou a conta: 1 x 1
 Este foi o segundo empate vascaíno nesta Segundona – 1 x 1 América-MG e 1 x 1 Sampaio Corrêa –, além de uma queda – 1 x 2 Luverdense-MT. Houve, também, duas vitórias – 3 x 0 Atlético-GO  2 x 0 Oeste-SP.

                                                     CONFIRA A FICHA TÉCNICA
20.05.2014 (terça-feira) - Vasco 1 x 1 Sampaio Corrêa. Campeonato Brasileiro Série B. Estádio Alberto Silva, em Teersina-PI. Juiz: Francisco de Assis de Almeida Filho-CE. Público: 8.023 pagantes. Renda: não divulgada. Gols: Márcio Diogo, aos 19, e Guilherme Biteco, aos 49 min do 2º tempo. VASCO: Diogo Silva; André Rocha, Luan, Douglas Silva e Diego Renan; Pedro Ken, Fabrício e Fellipe Bastos (Dakson); Marquinhos (Guilherme Biteco), Yago e Rafael Silva (Edmílson). Técnico: Adilson Batista. SAMPAIO CORRÊA: Rodrigo Ramos; Hiltinho, Paulo Sergio, Edimar e Willian Simões; Alex (Arlindo Maracanã), Márcio Diogo (Cleitinho), Valber e Eloir (Aloísio); Pimentinha e David Batista. Técnico: Flávio Araújo.

MILÉSIMO GOL DE ROMÁRIO

 A data 20 de maio de 2007 registra o 1000º gol de um dos maiores atacantes cruzmaltinos: Romário. Foi marcado em São Januário, às 19h17, de pênalti, aos dois minutos do segundo tempo, contra o Sport Recife.
Coincidentemente, com o milésimo do “Rei Pelé”, foi do mesmo lado do gramado, com uma paradinha e com a bola indo para o mesmo lado esquerdo da trave defendida pelo goleiro Magrão. Também, como Pelé, Romário foi ao fundo da rede beijar a bola. Diferente, só que o 'arqueiro' pernambucano pulou para seu lado direito, ao contrário do vascaíno Andrada, em 1969, que quase tocou na bola. Quanto estava com 999, o "Baixinho” havia tentado o milésimo contra Flamengo, Botafogo (duas vezes) e Gama.
Gol marcado e bola beijada, Romário foi beijado (fotos/Jornal de Brasília) pelos companheiros de time e recebeu familiares no gramado, e ofereceu a camisa que usava a sua mãe, Dona Lita. A bola foi para seu filho Romarinho.
Aos repórteres, Romário declarou: “Aos 41 anos, Papai do Céu me deu uma oportunidade desta, e eu não esperava. Tive oportunidade de atingir essa marca não só para mim, os meus pais, a minha família, mas para o mundo todo”, disse, chorando. Em seguida, O 'Baixinho" fez a volta olímpica, após uma rápida homenagem do presidente vascaíno, Eurico Miranda. Saiu com a torcida comemorando junto. Era desejo dele que o milésimo acontecesse no Maracanã, mas o Vasco não abriu mão de que o jogo contra o Sport fosse em São Januário.
Dos mil gols de Romário, 324 foram para o Vasco; 204 pelo Flamengo; 165 defendendo o holandês PSV Eindhoven; 71 com a camisa da Seleção Brasileira; 53 quando etava no espanhol Barcelona; 48 comemorados pelo Fluminense; 22 jogando era do norte-americano Miami; 14 por outro espanhol, o Valencia, e um pelo australiano Adelaide. Romário contou, anda, 77 gols nas categorias de base e 21 em jogos festivos.
Na partida contra o Sprot, Romário quase marca, no primeiro tempo, quando o zagueiro Durval salvou o gol, em cima da linha fatal. Quis o destino, no entanto, que, na volta do intervalo, o mesmo Druval tocasse na bola, com uma das mãos, para o 'Baixinho' mandá-la à rede, na cobrança do penal. Em seguida, o jogo foi interrompido, por 16 minutos. Recomeçado, os pernambucanos fizeram o seu tento, e Romário foi substituído, aos 40 minutos, quando saiu de campo, aplaudido de pé.
Pelas contas de Romário, seus mil gols foram marcados nesta quantidade: 1979 - 4; 1980 - 3; 1981 - 8; 1982 - 16; 1983 - 21; 1984 - 14; 1985 - 35; 1986 - 42; 1987 - 42; 1988 - 49; 1989 - 47; 1990 - 24; 1991 - 37; 1992 - 37; 1993 - 49; 1994 - 36; 1995 - 48; 1996 - 43; 1997 - 63; 1998 - 42; 1999 - 51; 2000 - 73; 2001 - 45; 2002 - 44; 2003 - 20; 2004 - 17; 2005 - 36; 2006 - 41 e 2007 - 13 + 2 depois dos milésimo, totalizando 1.002.
FICHA TÉCNICA: 20.05.2007 - Vasco 3 x 1 Sport-Pe – Campeonato Brasileiro Série A – Estádio: São Januário, no Rio de Janeiro (RJ). Juiz: Giuliano Bozzano (DF) Público: e 16.682 pagantes Renda: R$ 172.130,00 Gols: André Dias, aos 3 e aos 37 min do 1º tempo; Romário, aos 2, e Luciano Henrique, aos 36 min do 2º tempo. VASCO: Sílvio Luiz; Thiago Maciel, Júlio Santos, Jorge Luiz e Guilherme; Roberto Lopes, Amaral, Abedi (Wagner Diniz) e Morais; André Dias (Júnior) e Romário (Alan Kardec). Técnico: Celso Roth. SPORT-PE: Magrão; Osmnar, Du Lopes, Druval, Bruno (Dutra) e Ticão; Everton, Vitor Júnior (Lucianol Henrique) e Fumnagali; Weldon (Washington) e Carlinhos Bala. Técnico: Giba.
VASCODATA: 20.05.1923 – Vasco 1 x 0 Fluminense; 20.05.1928 – Vasco 0 x 0 Fluminense; 20.05.1945 – Vasco 6 x 0 Bonsucesso; 20.05.1962 - Vasco 3 x 1 Santa Cruz-PE; 20.05.1965 – Vasco 1 x 0 Botafogo; 20.05.1973 – Vasco 0 x 0 Bonsucesso; 20.05.2007 – Vasco 3 x 1 Sport-PE; 20.05.2009 – Vasco 1 x 1 Vitória-BA. (FOTOS REPRODUZIDAS DO JORNAL DE BRASÍLIA). AGRADECIMENTOS. 




domingo, 18 de maio de 2014

VASCO DAS CAPAS - ROMÁRIO MILESIMAL


A Editora Capsula lançou, em 2007, o Nº 11 da série Show de Futebol, para marcar o milésimo gol de Romário, às 19h18 de 20 de maio daquele ano, em São Januário, em Vasco 3 x 1 Sport Recife, pelo Campeonato Brasileiro da Série A. Sob o título "Romário 1000 Gols", a publicação trouxe entrevista e biografia do goleador, em uma 'Edição História', como colocou na capa, para colecionadores, com foto de Ivo Gonzalez, da Agência O Globo. Nas páginas interiores, há um resumo da história do "Baixinho" nos gramados, que não esqueceu de citar os atletas que mais lhe deixaram na cara do gol, como Roberto Dinamite, Euller e Bebeto, entre outros. E, é claro, foram listado todos os gols do artilheiro. A contracapa, onde a publicação considerou Romário "O maior goleador de todos os tempos em jogos oficiais", é um autêntico "pôster".
 
The Company Capsule launched in 2007, the Nº 11 of "Show Soccer" league, to mark the thousandth goal Romario at 19.18 on may 20 that year in São Januário, in Vasco 3 x 1 Sport Recife, the Brazilian Championship series A. Under the "Romario Goals 1000", brought the publication of the interview and biography scorer in an 'Issue History', as you put it on the cover, for collectors, photo by Ivo Gonzalez of O Globo. In the inside pages is a summary of the history of "Shorty" in lawns that do not forgot to mention that most athletes have left him in front of goal, as Roberto Dynamite Euller and Bebeto, among others. And, of course, were all listed goals gunner. The cover, which saw the publication Romario "The greatest goalscorer of all time in official games," is an authentic poster.





 
 






   

sábado, 17 de maio de 2014

VASCO DA VIRADA DO MARTIM

Um Vasco vira-vira que encaçapou o Fluminense, pelo Campeonato Carioca de 1956: Carlos Alberto Cavalheiro, Paulinho de Almeida, Bellini e Coronel; Orlando Peçanha e Laerte; Sabará, Livinho, Vavá , Válter Marciano e Pinga.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

TRAGÉDIAS DA COLINA - VASCO VIU O QUE O BAHIA TINHA

Era uma tarde de domingo – 9 de setembro de 2012 –, e o Vasco esperava pelo Bahia, em São Januário. A rapaziada vinha de 2 x 0 sobre a Portuguesa de Desportos e de 1 x 1 com o Náutico. Contava com mais três pontos para compensar a derrota, por 0 x 2, ante o Grêmio-RS, antes daquelas duas partidas. Mas o que rolou? O Bahia foi melhor durante quase todo o jogo, e Souza, ex-centrovante vascaíno, marcou dois gols – Jones Carioca mais dois.
Que vexame! A “Turma da Colina” até segurou a peteca, até os 40 minutos do segundo tempo, quando Souza abriu o placar. A torcida tentou empurrar o time o empate, no início da fase final, mas aos 4 e aos 12 minutos, Jones Carioca jogou um balde de água fria na cabeça da rapaziada. Pra piorar, aos 24, Souza humilhou mais: Bahia 4 x 0, deixando o Vasco ameaçado de sair do grupo dos quatro melhores. Até então o maior placar, pelo Brasileirão, imposto pelos baianos aos cruzmaltinos, havia sido 4 x 2, na antiga Fonte Nova, em 23 de outubro de 2002.
O jogo do vexame começou às 18h30, foi apitado por Raphael Claus (SP), teve arrecadação de R$ 165.680,00 e público pagante de 7.802 pagantes. A turma do vexame, dirigida pelo técnico Cristóvão Borges, esteve assim escalada: Fernando Prass; Jonas, Douglas, Luan e Fabrício; Nilton, Fellipe Bastos, Juninho Pernambucano e Jhon Cley (Tenório); Éder Luís (Eduardo Costa) e Alecsandro.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

HISTORI&LENDAS CRUZMALTINAS

1 - 7 de abril de 1957 - O Vasco foi convidado, pelo Santos, a participar da “Semana Alvinegra”, pelos 45º anos ‘peixeiros’ – o Corinthians, também, foi. O Peixe, bicampeão paulista (1955/56) mandou 4 x 2, na Vila Belmiro, com gols de Pagão (2), Afonsinho e Dorval, tendo Laerte e Vavá descontado para os vascaínos. Até ai, nada demais, pois os dois times já haviam se enfrentado, amistosamente, em 10 partidas, com quatro vitórias para cada lado e dois empates, além de mais sete jogos, pelo Torneio Rio-São Paulo, com quatro vitórias cruzmaltinas, dois empates e uma queda. Os santistas, treinados por Luís Alonso, o Lula, jogaram com: Manga (Barbosinha); Hélvio (Wilson) (Cássio) e Ivan; Ramiro, Brauner e Urubatão; Dorval (Alfredinho), Álvaro (Pelé), Pagão, Afonsinho e Tite. Detalhe: Lula substituiu Álvaro, por Pelé. Quem? Pelé. Este fazia apenas a sua 15ª partida pelo Santos e ainda nem era titular. Foi o primeiro encontro do “Almirante” com o “Rei”.
NADA COMO UMA CAMISA ATRÁS DA OUTRA: 74 dias depois, Pelé trocaria de jaqueta e disputaria três partidas com uma faixa em diagonal estampada no peito.

2 - Junho de 1957 - Vasco e Santos formaram um combinado para disputar ao Torneio Internacional do Morumbi, acertando que, nos jogos no Maracanã, seria usada a camisas cruzmaltina, e, em São Paulo, a santista. Pelé vestiu a da "Turma da Colina", em 19 de junho, nos 6 x 1 sobre os portugueses do Belenenses, marcando três gols; em 22.06, no 1 x 1, com o então iugoslavo Dínamo, de Zagreb, novamente balançando a rede, e em 26.06, diante do Flamengo, marcado mais um. Na época, Pelé tinha 16 anos e empolgou o técnico da Seleção Brasileira, Sílvio Pirillo, que o convocou para enfrentar os argentinos, em setembro, pela Copa Roca.
DIZEM OS VASCAÍNOS: se não fossem eles, Pelé não ‘aconteceria tão cedamente”.

3 - 17 de maio de 1959 - O Vasco enfrentou Pelé por 20 vezes. Foram oito vitórias de cada lado e quatro empates. Pelo Torneio Rio-São Paulo de 1959, os cruzmaltinos lideravam, e só uma derrota, para o Santos, no último jogo, em São Januário, lhe tiraria o bi. Resultado: Peixe 3 x 0, fora o show de Pelé, que marcou um dos gols e carregou a taça para a Vila Belmiro.
O VASCO, DESDE 1927, em São Januário, era um bom anfitrião para o Santos.

4 - 16 de junho de 1963 - O Vasco vencia o Santos, pro 2 x 0, no Maracanã, pelo Torneio Rio-São Paulo, até os 42 minutos do segundo tempo. Os xerifões das zaga vascaína, Brito e Fontana, tiravam o maior sarro do camisa 10 santista. “É, crioulo, essa não dá mais”, curtiam eles, com a cara do “Rei”. Nos três minutos que faltavam para o final da partida, Pelé empatou: 2 x 2
MEXERAM COM A FERA, quando não deveriam, e levaram uma terrível mordida.

5 - 19 de novembro de 1969 - O Vasco recebia o Santos, no Maracanã, pelo Torneio Roberto Gomes Pedrosa. Pelé contabilizava 999 gols, e o camisas 1 vascaíno, o argentino Andrada, pegava tudo. No segundo tempo, os zagueiros Fernando e Renê disputaram um lance de área com o “Cara”, e o árbitro
6 - 14 de outubro de 1974 – Vasco e Santos se enfrentavam, no Maracanã, pelo Campeonato Brasileiro. Foi a última partida de Pelé naquele estádio. No dia, enfrentou, pela primeira vez, o futuro maior ídolo da história vascaína, o goleador Roberto Dinamite, então, com 19 anos de idade. Aos 34 minutos, o lateral vascaíno Paulo César lançou Roberto, que ganhou de Carlos Alberto Torres, na corrida, e mandou um ‘sem-pulo’ indefensável para a rede. Pelé foi cumprimentá-lo, e disse, ao final da partida: “Este foi o gol mais bonito que eu vi neste Campeonato Brasileiro. Se for bem trabalhado, será um craque”.
NAQUELE DIA, O “REI’ TINHA olhos de povão. Via o que todo mundo via.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

VASCO NORTE-SUL - MARANHÃO E LORICO

Maranhão (D) e Lorico formaram um meio-de-campo vascaíno estável, durante várias anos da década-1960. Embora sempre apontados como "de nível de seleção", nunca foram convocados pela então CBD-Confederação Brasileira de Desportos, a sucessora da CBF-Confederação Brasileira de Futebol. Maranhão, registrado José de Ribamar Cerlestino, era de São Luís, enquanto Lorico, isto é, José Faria Filho, paulista, de Santos. A dupla foi contracapa da "Revista do Esporte Nº 339, que escreveu: "Encarregados da armação das jogadas do quadro cruzmaltino, eles formam entre os melhores craques do Brasil na posição".
Leia como foi o casamento de Maranhão na data 22 de dezembro de 2013.

terça-feira, 13 de maio de 2014

PELÉ PERDEU PÊNALTI CONTRA O VASCO

Pelé, o "O Rei do Futebol", foi expulso ade campo, por duas vezes, jogando contra o Vasco. E perdeu pênalti, também. Pois é! O “Rei do Futebol” marcou o seu milésimo gol eam cima da "Turma da Colina", batendo a penalidade máxima, que Renê e Fernando, os zagueiros cruzmaltinos na partida, juram que não cometeram. No entanto, antes disso, em 26 de março de 1967, ele bateu um para fora. Naquele dia, o "Almirante" salgou o “Peixe, por 2 x 1, no Maracanã, pelo Torneio Roberto Gomes Pedrosa, o “Robertão”, um dos embriões do atual Brasileirão.
Treinado por Zizinho (Thomaz Soares da Silva), o ”Mestre Ziza, o time da vez teve: Franz; Jorge Luísa, Brito, Fontana e Oldair; Salomão e Danilo Meneses (Maranhão); Zezinho, Bianchini, Nei Oliveira (Adilson Albuquerque) e Moraes (Nado). O Santos foi: Gilmar; Oberdan e Geraldino; Carlos Alberto Torres, Haroldo e Zito;Copeu (Amauri), Lima (Bauglê), Toninho Guerreiro, ele e Edu Américo. Técnico: Antoninho.
DETALHE: PARA NÃO DEIXAR o "Rei" sozinho na pixotada, o vascaíno Oldair Barchi, também, desperdiçou um pênalti nesse jogo apitado por Armando Marques, que teve 46.053 pagantes e renda de NCr$ 81 mil, 127 novos cruzeiros e 25 centavos.
CONFERÊNCIA - Abaixo a relação dos prejuízos proporcionados pelo "Rei" aos “peixeiros:
17.10.1956 - Santos 4 x 2 Jabaquara-SP (O goleiro Fininho pegou); 30.09.1962 -Santos 3 x 1 Comercial de Ribeirão Preto-SP - (Aníbal defendeu); 02.06.19/63 -Santos 2 x 0 F.C Schalke 04-ALE – (para fora); 30.09.1964 - Santos 1 x 1 Corinthians – (Heitor segurou); 25.03.1965 - Santos 5 x 4 Peñarol-URU – (Maidana ficou com a bola);14.07.1965 - Santos 6 x 2 Noroeste-SP – (errou o alvo); 15.08.1965- Santos 3 x 1 Prudentina-SP (errou a pontaria); 29.01.1967 - Santos 2 x 4 River Plate-ARG (mandou longe da rede); 26.03.1967 - Santos 1 x 2 Vasco –(desacertou o pé); 01.04.1967 - Santos 1 x 1 São Paulo – (mais outro para fora); 05.03.1969 - Santos 0 x 1 Guarani – (carimbou o poste); 12.05.1971 -Santos 1 x 0 São Bento-SP – (Lourenço catou); 23.05.1971 - Santos 4 x 3 Oriente Petrolero-BOL- (alvo errado); 03.10.1971 - Santos 1 x 0 Cruzeiro – (Hélio defendeu).

segunda-feira, 12 de maio de 2014

PELÉ EXPULSO DE CAMPO CONTRA O VASCO

 



Sim! O "Rei do Futebol" se diz torcedo cruzmaltino, no futebol carioca, mas quando pegava a "Turma da Colina" pela frente não aliviava. Chegou a ser expulsode campo em duas oportunidades. Duas idas para o chuveiro mais cedo, como gostavam de falar os "speakers" de antigamentel os homens da latinha. Vamos conferir?




 

A primeira expulsão aconteceu em 8 de dezembro de 1965, na finalíssima da Taça Brasil, em uma noite de muita confusão, no Maracanã, e a outra em 29 de setembro de1968, em Vasco 3 x 2 Santos, pelo Torneio Roberto Gomes Pedrosa, o Robertão.
Da premeira vez, Pelé foi excluído do jogo pelo juiz Armando Marques, por brigar com o vascaíno Ananias. Tiveram o mesmo destino os santistas Geraldino, Lima e Orlando Peçanha, este cria do Vasco, pelo qual encerou a sua carreira, que incluiu o título de campeão mundial, em 1958, na Suécia. Pelo lado cruzmaltino, Ananias, evidentemente, Luizinho Goiano e Zezinho foram os expulsos. Na segunda expulsão, Pelé teve por companheiro de indisciplina o seu terrível marcador Fontana.
 







domingo, 11 de maio de 2014

ÁLBUM DA COLINA - PÁGINA 1957

FOTOS DA TURMA COMEMORANDO GOL CONTRA O REAL MADRID E DE CONFRATERNIZAÇÃO COM O RACING, DURANTE O PRMEIRO E AUTÊNTICO CAMPEONATO MUNDIAL DE CLUBES, EM PARIS-1957. ESTE VASCO TEM MUITA HISTÓRIA. PASSA MUITA ALEGRIA À SUA TORCIDA. É UM MAE! 

Fotos reproduzidas de Manchete Esportiva Nº 85, que circulou com data de 6 de junho de 1957

sábado, 10 de maio de 2014

VASCO MANDA 2 X 0 NO OESTE-SP

O Vasco voltou o jogar ocm portões fechados. Ainda cumprindo punição pelas bagunças aprontadas pela sua torcida no jogo de fechamento do Brasileirão-2013, em Joinville-SC, contra o Atlético-PR. Hoje, foi o quarto compromisso do time do técnico Adílson Batista nesta "Segundona". Nos anteriores, os resultados foram: 1 x 1 América Mineiro: 1 x 2 Luverdense e 3 x 0 Atlético Goianiense. 
                                             CONFIRA A FICHA TÉCNICA DO JOGO DE HOJE

10.05.2014 (sábado) - Vasco 2 x 0 Oeste-SP. Campeoanto Brasileiro Série B. Estádio: São Januário-RJ. Juiz:- Anderson Daronco-RS. Público: jogo com portões fechados. Gols: Rafael Silva, aos 21, e Thalles, aos 31 min do 2º tempo. VASO: Martin Silva; André Rocha, Luan, Douglas Silva e Diego Renan; Danilo, Fellipe Bastos, Fabrício (Rafael Silva) e Douglas (Aranda); Yago (Marquinhos) e Thalles. Técnico: Adilson Batista. OESTE: Paes; Eric, Cris (Henrique), Liqqer e Denis; Cesar, Leandro, André Luiz e Hélton; Diogo Acosta (João) e Lelê (Borebi). Técnico: José Macena.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

CORREIOS DA COLINA - EQUÍVOCO E NORTE

1 -  O "vasconauta" que se identifica, apenas, por BAICO, mando esta mensagem "É uma honra, para os vascaínos com mais de sessenta (anos de idade) , saber que o "Possesso" dos anos 1960 (Amarildo) encerrou a carreira no Vasco, da mesmas forma que Tostão, o mineirinho de ouro, genial artilheiro das "Feras do Saldanha". O astral de tê-los (no time), acabou com o complexo de vira-latas do Vasco que voltou a ser grande. Não me esquecendo, também, o grande "batuta" Silva (líder do time campeão carioca de 1979).
Prezado Baico. O "Kike" discorda de você dizer que o Vasco já teve complexo e voltou a ter "complexo de vira-latas. Um clube que abriu a democracia no esporte brasileiro, que sempre foi o primeiro em tudo, não tem razão para isso. Qual o time do RJ que já fico quase sete anos batendo no seu maior rival? Pergunte aos flamenguistas. Só para citar poucos itens: primeiro time brasileiro campeão no exterior; primeiro a ter um estádio decente no Brasil – maior da América do Sul, entre 1927 e 1930, e do país, até 1940; primeiro campeão mundial de futebol na areia; primeiro carioca campeão brasileiro; clube pelo qual o Rei Pelé conquistou seu primeiro titulo, e etc, etc, etc. Valeu? Mas você temo direito de expressar o seu ponto de vista. Principalmente, nestas tribuna vascaína.


2 - "Quantas vezes e contRa qual time o Vasco já jogou aqui no Amazonas?" José Luís Gutemberg Fares, de Manaus.
Anote aí, garoto, e confira que o Vasco é bom de Norte, ou teve times bem norteados. Vamos ver?
22/02/1953 – Vasco 4 x 1 Nacional-AM; 01/03/1953 – Vasco 8 x 1 América-AM; 08/10/1955 – Vasco 2 x 1 Fast-AM;09/10/1955 – Vasco 6 x 1 América- AM; 17/06/1965 – Vasco 7 x 2 Combinado de Manaus; 20/06/1965 – Vasco 4 x 0 Nacional-AM; 23/06/1968 – Vasco 4 x 1 Rio Negro-AM; 27/06/1968 – Vasco 0 x 1 Fast-AM; 01/07/1968 – Vasco 1 x 0 Nacional-AM; 12/10/1971 – Vasco 2 x 0 Rio Negro-AM; 14/10/1971 – Vasco 3 x 1 Nacional-AM; 17/09/1972 – Vasco 3 x 1 Nacional-AM; 30/09/1973 – Vasco 0 x 0 Rio Negro-AM; 03/07/1974 – Vasco 0 x 0 Nacional-AM; 25/05/1976 – Vasco 1 x 1 Nacional-AM; 27/05/1976 – Vasco 1 x 1 Rio Negro-AM;11/02/1979 – Vasco 1 x 0 Nacional-AM; 30/01/1980 – Vasco 2 x 0 Nacional-AM; 30/02/1980 – Vasco 1 x 0 Flamengo-RJ; 29/05/1980 – Vasco 3 x 1 Nacional-AM; 05/08/1980 – Vasco 1 x 0 Nacional-AM; 12/03/1981 – Vasco 3 x 0 Nacional-AM; 28/03/1981 – Vasco 2 x 1 Nacional-AM; 29/03/1981 – Vasco 2 x 0 Itacoatiara-AM; 28/01/1982 – Vasco 1 x 0 Nacional-AM; 07/02/1982 – Vasco 4 x 0 Nacional-AM; 12/06/1983 – Vasco 1 x 1 Rio Negro-AM; 05/02/1984 – Vasco 2 x 0 Nacional-AM;15/02/1984 – Vasco 1 x 0 Nacional-AM; 27/06/1984 – Vasco 2 x 3 Rio Negro-AM; 26/03/1986 – Vasco 7 x 0 Seleção Amazonense; 05/11/1986 – Vasco 2 x 1 Nacional-AM; 25/01/1987 – Vasco 2 x 1 Nacional-AM; 09/07/1987 – Vasco 0 x 0 Rio Negro-AM;17/03/1988 – Vasco 3 x 1 Combinado de Manaus; 20/07/1988 – Vasco 3 x 2 Rio Negro-AM; 19/07/1989 – Vasco 1 x 1 Rio Negro-AM; 22/07/1989 – Vasco 2 x 1 Rio Negro-AM; 09/02/1991 – Vasco 1 x 1 Rio Negro-AM; 21/02/1991 – Vasco 5 x 0 Rio Negro-AM; 28/07/1992 – Vasco 1 x 1 Nacional-AM; 04/08/1992 – Vasco 5 x 0 Nacional-AM; 15/04/1995 – Vasco 2 x 0 Nacional-AM; 27/04/1995 – Vasco 4 x 1 Nacional-AM; 21/01/1996 – Vasco 4 x 0 Nacional-AM; 20/07/1996 – Vasco 3 x 2 Flamengo-RJ; 17/09/1996 – Vasco 4 x 0 Tolima-COL; 23/10/2003 – Vasco 1 x 1 Fortaleza-CE; 28/06/2006 – Vasco 2 x 1 São Raimundo; 20.08.2013 -Vasco 2 x 0 Nacional.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

VASCO DAS CAPAS - BOLETIM-1954

Em 1954, o Club de Regatas Vasco da Gama publicava o “Boletim de Informações aos Associados”. A edição de janeiro/fevereiro, Ano XIII, 2ª Série, Nº 7, trazia uma bonita fachada, explicada, sob o título “Nossas Capas”, abaixo do expediente, à folha 3: “Na primeira página da capa honra-se a publicação em destacar o "feito singular do Deca-Campeonato de Remo", em alegoria do jovem artista e atleta vascaíno Orlando Mauro; a última registra um expressivo momento da visita do Exmo. Ministro da Marinha de Portugal ao nosso clube”.
Filiado à entidade dirigente do remo carioca, desde a fundação, em 1898, o Vasco, entrou nas disputas a partir de 1905. À época do “boletim”, já tinha o bi de 1905/1906; o tri de 1912/13/14/; os hexas de 1927 a 1932 e de 1934 a 1939; o deca de 1944 a 1953 e títulos de 1919, 1921 e 1924. Em 1915, “não correu”, como se falava.
A homenagem aos decacampeões está na página 7, onde desfilam todos os seus nomes, por temporada.Duas adiante, há cinco fotos, com “Os heróis de 1953”, remando single-skiff (Francisco Medina); double-skiff (Frederico Schrage e Cosme de Souza Gomes); 2 sem patrão (Nelson Guarda e Ruy Kopper); 4 com patrão (Adriano Monteiro Soares, Lon Menezes, Manoel Fgueiredo Barbosa, João Calixto de Oliveira e Mário Lemosa) e 4 sem patrão (Dezir Correia, Ruy Kopper, Nelson Guarda e Eugênio Botinelli Soares). As páginas 15/16, também, enaltecem o feito, focalizando um banquete (com 10 fotos), prestigiado por quatro ex-presidentes e o “então atual” Cyro Aranha, qaue homenageou, também, o técnico campeão, Herbert Buhtz, entre outros.
A folha 20, que ainda focaliza o banquete, traz uma coluna intitulada “P´ra ler no bonde”, assinada por José Brígido, dizendo que o domingo do deca foiglorioso para o Vasco.“Sagrou-se pela décimavez campeão de remo, avantajou-se magnificamente no atletismo e destacou-se no futebol por duas vitórias de ressonância contra o Botafogo, nas pelejas de profissionais e aspirantes” – oatletismo, bi em 1952/53, está brindado nas páginas 10 e 28, onde registra-se, com foto, a melhora do recorde sul-americano do “vigoroso e incansável” Alcides Dambrós, lançando o peso a 16,28 m de distância, em São Paulo, durante um duelo Brasil x Itália.
O “Boletim” elogiou a “incansável” torcida vascaína “naquela manhã de 29 de novembro de 1953, sob o sol intenso que inundava de luz e calor a lagoa Rodrigo de Freitas”, e a viu “incitar as guarnições vascaínas, com seus hurras e casacas, exibindo flâmulas, bandeiras e galhardetes, espalhando entusiasmo e alegria”
Com 40 anúncios, dois de página inteira, a edição, ainda, abordava o aumento da flotilha do clube, focalizando o batismo de mais três barcos, em 17 de janeiro de 1954; celebrava com três fotos, a primeira vitória vascaína em motonáutica, em sua primeira competição interestadual, em 6 de dezembro de 1953;Quanto à visita ao clube, do ministro da marinha de Portugal, o almirante Américo de Deus Rodrigues Thomaz, que esteve acompanhado pelo embaixador português no Brasil, Antônio de Faria, isso está na página 6, acompanhada por três fotografias, e também na contracapa.