Vasco

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sábado, 31 de outubro de 2015

HISTORI&LENDAS DAS COLINA - FLU


O Baixinho marco 12 gols em 12 jogos
1 - Em 1970, quando o Vasco conquistou a temporada carioca, antecipadamente, o Fluminense mandou-lhe 2 x 0, na rodada final, jogando água no chope da rapaziada. Velho freguês de boteco, o Flu levou o primeiro beliscão do Vasco em 11 de março de1923: 3 x 2, no estádio da Rua Figueira de Melo.

2 - Além de ser freguês no Estadual, os tricolores foram, também, no antigo Torneio Início. Confira os placares: 28.03.1926- Vasco 1 x 0; 29.03.1931 - 1 x 0; 14.04. 1940 – 0 x 0; 28.03.1943 – 0 x 1; 29.07.1951 – 0 x 0; 10.08.1952 - 2 x 0; 05.07.1953 - 1 x 1; 15.08.1954 – 0 x 0; 14.07.1957 - 1 x 0; 16.07.1961 - 1 x 0; 23.06.1963 – 0 x 1; 09.07.1967 - 0 x 0; 13.03.1977 - 0 x 0.

3 - As maiores goleadas vascaínas sobre o rival foram 6 x 0 (09.11.1930); 6 x 1 (06.11.1943) e 6 x 1 (13.04.1958). Já o placar mais registrado nesse clássico foi 0 x 0: 33 vezes. E a maior sequência de vitórias vascaína está em 10 jogos, entre 1º de dezembro de 1991 a 10 de junho de 1993. Outro detalhe: nas partidas a partir de 2000, Romário marcou 12 gols em 12 jogos contra o Flu.

4 -  Atualmente, janeiro é um mês em que os clubes fazem a pré-temporada, ou disputando as primeiras rodadas dos campeonatos regionais. Mesmo assim, o Vasco coleciona grandes vitórias no período. A rapaziada já pintou os canecos. Maior placar: 9 x 2 pra cima do Bangu. Pela mesma diferença de oito gols, há 8 x 1 sobre o Jabaquara, da cidade paulista de Santos e 7 x 0 diante da seleção da Argélia. Com menos intensidade, mas ainda com impiedade, a rapaziada já mandou  6 x  0 diante de um grande rival, o Botafogo, e 6 x 1 na caçapa do mexicano Guadalajara.  Na "escala cinco", anote: Vasco 5 x 0 Oro, do México, e 5 x 1 Olaria. Além disso, "deixo de quatro" estes aí: 4 x 0 Fluminense;  4 x 1 Madureira; 4 x 1 Bonsucesso;   4 x 0 Ceará; 4 x 0 Internacional-RS; 4 x 1 Atlético-MG; 4 x 1 Corinthians e 4 x 1 Flamengo. 

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

NA ESQUINA DA COLIN - TAXISTA

Antigamente, motorista era "choffeur".  Quando surgiu a primeira mulher ao volante na praça do Rio de Janeiro, foi a "choffeuse". Quem era ela? Uma vascaína, que fez coleção de medalhas das competições de voleibol, ciclismo e de remo. Até futebol ela jogava. Mas era uma flor. Margarida Soares era a sua graça, filha da portuguesa Ana.
 Segundo a mãe da moça, a tal partiu decidida a ganhar tudo o que disputasse quando contava 10 anos de idade. E exibia a penca de medalhas guardadas em sua casa da Rua Senhor Alencar, em São Cristóvao, perto de São Januário.

Conmfira aí a caarteira de "chofesista" da moça
Quando era atleta vascaína, Margarida tocava o rebu com apenas 1m58cm de altura. Uma estatura para tenista e remadora, vá lá, ó pá! Mas, para jogadora de vôlei! Que diabinha não deveria ter sido aquela "portuguesinha", hem!
Menina de pela clara, cabelos castanhos e de olhos claros, ela tinha braços e pernas musculosos. Pois é! No tempo em que se usava o galicismo “choffeur”, para mencionar motorista, Margarida era chamada de “choffeuse”, pela revista “O Cruzeiro”, da qual foram reperoduzidas estas fotos. Ela fazia ponto na Rua Teixeira Júnior, esquina com São Januário, e, entre uma corrida e outra, topava encarar quem lhe desafiasse para uma partida de sinuca. Êta vascaína danada!  

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

HISTORI&LENDAS CRUZMALTINAS - LEÃO

1 - Além de Mané Garrincha, que fez só uma partida, e de Amarildo, o Vasco teve um outro grande ídolo do Botafogo vestindo a sua camisa: o meio-campista Paulo César Lima, o “Caju”. Ele esteve cruzmaltino em 1980.  Carioca, nascido em 16 de junho de 1949, o “Caju” jamais disparava pontapés. Seu futebol era só de muita técnica. O apelido foi por ter tingido os cabelos na cor da fruta - virou moda da época.

2 - Paulo César viveu uma infância pobre, repleta de repressões, privações e decepções. Cetra vez, foi expulso da portaria do Fluminense. Envolveu-se em muitas confusões com técnicos, dirigentes e colegas de profissão. Garoto, foi apanhador de bolas de tênis e chegou a dormir debaixo de uma escada, na Gávea. Mas ficou rico com o futebol, para tornar-se irreverente, arrogante e vestir-se elegantemente, as vezes, extravagantemente. Foram 13 anos de intensa atividade nos gramados e  nas boates.
Vaidoso, tinha mais de 40 ternos, inúmeros pares de sapatos, incontáveis camisas e joias da melhor qualidade. Adorava carrões e loiras bonitas. Não bebia, não fumava e evitava falar sobre sua intimidade. Quando tentavam, ficava agressivo e exige respeito. Sempre exigiu os seus direitos. 
 
3 - O site http//leaodesaomarcosec.blogspot.com registra dois amistoso com o Vasco da Gama, com fotos. É o "Almirante" fazendo a alegria da galera de todo o país. Agradecimentos.

Vasco da Gama e Leão de São Marcos perfilados para uma foto rara. Foram dois jogos do time júnior vascaínoo, um no domingo e outro na segunda- feira, respectivamente, 14 e 15 de novembro de 1971. Os placares foram:  Vasco 1 x 0 e Vasco 1 x 1 Leão


Leão - Orlando, Carlos Alberto, Deti, Caixote, Iô, Sapucaia, Nilsinho, Abel, Pimenta, Jacó e Beto Careca,
No Vasco : a direita, o 1º é Paulinho, o 2º é Pastoril, O 5º Luizinho, ( nâo tenho certeza ) o 7º e Gaucho o 8º Zé Luis, o goleiro e Mazaropi e o ultimo e Colatino.
4 - Em 1968, dos quatro jogos disputados contra o Botafogo, o  Vasco venceu dois, empatou um e perdeu, por 0 x 4, na decisão do Campeonato Carioca, em 9 de junho, no Maracanã. Antes, havia mandado 2 x 0, em 28 de abril, no mesmo estádio.  Depois do Estadual, empatou, por 1 x 1, pela Taça Guanabara, em 28 de julho, e o venceu, por 2 x 1, em 5 de outubro, pela Taça de Prata, um dos embriões do Brasileirão. (foto reproduzida da Revista do Esporte". 
 
In 1968, of the four games played against Botafogo, Vasco won two, drawn one and lost by 0 x 4, the decision of the Carioca Championship on 9 June at the Maracana. Before, it had ordered 2 x 0, on April 28 in the same stadium. After the State, tied for 1 x 1, the Guanabara Cup, on July 28, and won by 2 x 1, on October 5, the Silver Cup, one of the Brasileirão embryos. (reproduced photo of Sport Magazine ".

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

OS LANCES DO DIA - ALMIR E ADEMIR

   

 
O atacante Almir Albuquerque foi um dos grandiosos nomes do Vasco da Gama na década-1950.


O zagueiro Juvenal e o goleiro Oswaldo Baliza tentaram evitar o gol, mas quem estava chegando no lance, para conferir, era o matador Ademir Menezes. E, com um petardo fatal, ele levou o Vasco à vitória, pro 1 x 0, sobre o Botafogo, em 30 de novembro de 1952, em mais um triunfo da rapaziada durante a campana do título carioca de 1952. Jogado no Maracanã, o clássico rendeu Cr$ 707 mil, 474 cruzeiros e 30 centavos, e foi apitado por George Dickens. Treinado por Gentil Cardoso, a Turma da Colinafoi: Barbosa, Augusto e Haroldo; Ely, Danilo e Jorge; Sabará, Genuíno, Maneca, Ademir e Chico.   (foto reproduzida da revita "Esporte Ilustado", de 12.02.1953)

terça-feira, 27 de outubro de 2015

HISTORI&LENDAS CRUZMALTINAS NO ALÉM

Na noite de 1970 em que o Vasco quebrou o tabu, de 12anos  sem conquistar o título do Campeonato Carioca de Futebol, o massagista "Pai" Santana não deixou de fazer a sua festa particular. Vestido de branco, acendeu 22 velas no gramado do Maracanã, segundo ele, para agradecer à ajuda do caboclo Pena Banca. Além daquilo, Santana levou  sal grosso, cachaça e defumador. E fez um "trabalho" no vestiário. Depois, trancou a porta, escondeu a chave e avisou aos jogadores que ninguém poderia pisar no campo, antes do horário marcado para subir o túnel que leva ao gramado.  Se alguém lhe desobedecesse,  cortaria a sua corrente de energia positiva para a vitória, avisou. assoprado o apito final, o "Pai" Santana garantiu que Vasco 2 x 1 Botafogo, com gols de Gílson Nunes e de Valfrido, foi por causa da sua reza brava.  

TRAGÉDIAS DA COLINA - MARCELO&PEREIRA

ZEra noite de 27 de outubro de 1964. O Vasco pegava o Flamengo, e o Maracanã viveu uma de suas histórias mais sinistras. Aconteceu no primeiro minuto do segundo tempo.
 O Vasco vencia, por 1 x 0, com gol de Célio, aos 31 minutos. Aos 44, quando administrava o placar, para virar de etapa na frente, o volante rubro-negro Carlinhos, empatou. O treinador cruzmaltino, Ely do Amparo, ficou uma fera com o seu goleiro, Marcelo, acusando-o de falha no lance. O clima ficou quente entre eles, no intervalo, e quase foram aos tapas.Mas o bem pior ainda viria.
FOTO REPRODUZIDA DA "REVISTA DO ESPORTE"
 Pouco depois da saída de bola para a fase final, o meia flamenguista Nelsinho  livrou-se da bola, desferindo um chute fraco e despretensioso, da intermediária. Marcelo, incrivelmente, deixou a bola passar por entre as pernas. Abalado, ele foi até Ely do Amparo e pediu que o substituísse, pois considerava-se descontrolado emocionalmente, para continuar. Durante 15 minutos, os colegas tentaram serenar o seu estado psicológico, e até os rubro-negros lhe foram solidários, também o pedindo para ficar. Mas de nada adiantaram os apelos. Marcelo saiu de campo chorando, aplaudido pelo público de 44.346 torcedores.  Deixou o gamado, para nunca mais voltar.
 Marcelo Antônio de Araújo Cunha, nascido em 04.11.1938, em Itanhandu-MG, começou a carreira pelo Yuracan, de Itajubá-MG. Depois, passo por São Paulo, Palmeiras, Ferroviária, de Botucatu-SP e Bonsucesso, antes de chegar à Colina. O Vasco daquela tragédia foi: Marcelo (Levis), Joel, Caxias, Fontana e Barbosinha; Maranhão e Alcir; Zezinho, Célio, Mário e Ronaldo. O Flamengho era: Marcial; Murilo, Ditão, Ananias e Paulo Henrique; Carlinhos e Nelsinho; Carlos Alberto, Beirute, Paulo Alves e Osvaldo. Técnico: Flávio Costa. O juiz foi Frederico Lopes.

2 -  Em 1969, o Vasco tinha um zagueirão, o Pereira, que a imprensa o chamava de “Pau Pereira”, por motivos óbvios. Buscado no Canto do Rio, onde tinha salário de Cr$ 10 mil cruzeiros mensais, sem receber bichos por vitórias, ele passou a ganhar oito vezes mais em São Januário. Quando chegou o momento da renovação do vínculo, pediu Cr$ 160 mil, além de “luvas”.
A pedida do Pereira virou um terror na diretoria cruzmaltina. Acusaram alguns ídolos da torcida de orientá-lo, para tirarem proveito da situação, ou seja, se o “Pau Pereira” levasse tanto, eles pediram muito mais, afinal, eram astros. Além de não topar o que o jogador pedia, o Vasco preparou uma lista de “indesejáveis” do clube, na qual incluiu  Brito, Barbosinha, Nei Oliveira  e Nado, entre outros titulares. Quanto ao ingênuo do Pereira, foi parar no Madureira, que tinha tanta grana quanto o Canto do Rio. Que tragédia!  
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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

TRAGÉDIAS (TRIANGULAR) DA COLINA

 O Vasco decidia o Campeonato Carioca de 1958, em um triangular, contra Botafogo e Flamengo. Como havia vencido os rubro-negros, por 2 x 0, no primeiro jogo, seria campeão, se empatasse, com os alvinegros, que haviam ficado nos 2 x 2, com o Fla.
Veio Vasco x Botafogo, em 3 de janeiro, já de 1959, e o “Time da Estrela Solitária” vencia, por 1 x 0. A 10 minutos do final, Pinga marcou um gol legítimo, anulado pelo juiz Guálter Gama de Castro, que não escondia ser um confesso torcedor vascaíno. “Sua Senhoria”, o árbitro, vira uma falta no lance, mas concordara, depois, não ter existido. O presidente cruzmaltino, Eurico Lisboa, que era considerado um sujeito extremamente “grosso”, quis expulsá-lo do planeta. A mulher do treinador Gradim (Francisco de Souza Ferreira) teve uma crise nervosa. Por causa daquilo, o time vascaíno teve de partir para uma nova série desempate.
COMENTÁRIO DO “KIKE” – Aquela sacanagem do “homem de preto”, como se vestiam os juízes da época, fora a única derrota da rapaziada frente à alvinegrada, naquele Cariocão. Anote: 28.09.1958 – Vasco 3 x 2; 07.12.1958 – Vasco 2 x 0; 03.01.1959 – Vasco 0 x 1; 10.01.1959 – Vasco 2 x 1. MAIS? Antes do Estadual, em 26.02.1958, pelo Torneio Rio-São Paulo, o Vasco mandou 4 x 2.
MAIS?  Havia quase oito anos que o Vasco não perdia do Botafogo, em jogos do Campeonato Carioca. Confira: 14.01.1951 – Vasco 2 x 0; 29.09.1951, 28.10.1951 e 11.10.1952 – 1 x 1; 30.11.1952 – Vasco 1 x 0; 15.08.1953 – Vasco 4 x 1; 29.11.1953 – Vasco 2 x 1; 27.12.1953 – 1 x 1; 19.09.1954 – Vasco 3 x 1; 22.12.1954 – Vasco 4 x 2; 02.02.1955 – 1 x 1; 30.10.1955 – Vasco 3 x 2; 29.01.1956 – Vasco 2 x 1; 29.07.1956 – 0 x 0; 25.11.1956 – Vasco 3 x 2; 10.11.1957 – Vasco 3 x 0.
A foto que ilustra a matéria foi reproduzida da capa da revista “Manchete Esportiva” Nº 104, de 16 e novembro de 1957. É dos 3 x 0 de 10 de novembro de 1957, no Maracanã, com dois gols de Almir, que domina a bola, e um de Wilson Moreira.   


O zagueiro Juvenal e o goleiro Oswaldo Baliza tentaram evitar o gol, mas quem estava chegando no lance, para conferir, era o matador Ademir Menezes. E, com um petardo fatal, ele levou o Vasco à vitória, pro 1 x 0, sobre o Botafogo, em 30 de novembro de 1952, em mais um triunfo da rapaziada durante a campana do título carioca de 1952. Jogado no Maracanã, o clássico rendeu Cr$ 707 mil, 474 cruzeiros e 30 centavos, e foi apitado por George Dickens. Treinado por Gentil Cardoso, a Turma da Colinafoi: Barbosa, Augusto e Haroldo; Ely, Danilo e Jorge; Sabará, Genuíno, Maneca, Ademir e Chico.   (foto reproduzida da revita "Esporte Ilustado", de 12.02.1953)

domingo, 25 de outubro de 2015

VASCO DA GAMA 0 x 0 GRÊMIO-RS

 O drama continua. No empate de hoje, pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro, a "Turma da Colina" seguiu em último lugar, com os mesmos pontos do catarinense Joinville, mas perdendo no critério técnico. No domingo, o "Almirante" terá o Fluminense pela frente, com a expectativa de manter a invencibilidade contra clubes cariocas neste Br-15. Caso vença e todos os concorrentes das zona de rebaixamento -  Avaí, Coritiba, Gooiás e Joinville – fiquem como estão, o time cruzmaltino ficará a um ponto de sair do sufoco.
Neste Brasileiro, dos 30 pontos conquistados, o Vasco faturou nove em clássicos cariocas, conta a dupla Fla-Flu. Hoje, diante dos gremistas, o Vasco criou boas chances de gol, mas desperdiçou todas. O adversário também criou. E ficou assim o histórico do confronto Vasco x Grêmio:  78 jogos; 25 vitórias vascaínas; 19 empates e 34 derrotas; no Maracanã: 9 jogos, com 3 vitórias vascaínas, 4 empates e 2 derrotas;  no Rio de Janeiro: 31 jogos, 15 vitórias da rapaziadas, 11 empates e 5 derrotas; pelo Brasileiro: 57 jogos; 18 vitórias da moçada, 14 empates e 25 derrotas;  gols: 90 marcados e 101 sofridos.
Andrezinho abriu as asas, mas não decolou
   FICHA TÉCNICA
25.10.2015(domingo) Vasco 0 x 0 Grêmio-RS. Estádio: Maracanã-RJ. Juiz:
Marcelo Aparecido R de Souza-SP. Público total: 17.442 pagantes e 20.207presentes. Renda: R$ 578.910,00. VASCO: Martín Silva; Madson, Luan, Rodrigo e Christianno; Bruno Gallo, Julio dos Santos (Diguinho), Andrezinho e Nenê; Jorge Henrique (Renato Kayzer) e Leandrão (Rafael Silva). Treinador: Jorginho Amorim. GRÊMIO: Marcelo Grohe; Galhardo, Rafael Thyere, Erazo e Marcelo Oliveira; Walace, Maicon (Moisés), Giuliano e Douglas (Fernandinho); Pedro Rocha e Bobô (Everton). Treinador: Roger Machado 

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - ESMERALDA, A PÉROLA MORENA DA BAHIA

 O malandro espalhador de que Deus é brasileiro matou a cobra e mostrou a morena. Taí! Esmeralda Barros, a mulata mais famosa do planeta na década 1960, uma rainha. Sim! Rainha do Café, título que lhe deram por aqui, antes de mostrar a graça e a belezas da mulher “brasuca” aos italianos.
  Encantos à parte, uma outra característica que Esmeralda mostrou às mulheres da década em que o mundo ficou de cabeça para baixo foi a sua raça. Sem saber uma palavrinha sequer do italiano, rumou para Roma e foi disputar o fechadíssimo mercado artístico da “bota” com a patota de lá. E foi muito disposta. Batia de porta em porta levando as suas fotografias, dizendo que poderia trabalhar como modelo ou atriz. Botava fé em seu aspecto exótico que agradam muito aos produtores do Velho Mundo. 
 Indo à luta, Esmeralda jogou duro com quem queria gracinhas com ela. Nem vem, que não tem, avisava, logo. Por causa da sua seriedade, perdeu o papel em um filme por recusar-se a jantar com o diretor. E olha que ela guardava as frutas do café da manhã para servirem de almoço, pois a suas grana era curta. Jantar? De vez em quando.
 Por entrevista à extinta revista carioca Fatos & Fotos, do grupo Adolpho Bloch, durona Esmeralda espinafrou os diretores e produtores de cinema que encontrou pela frente: “...se aproveitam da posição para fazerem com nós mulheres uma espécie de mercado...Eles preferem o sexo”, chutou o pau da barraca. E, com um jogo de cinturas igual aos craques canarinho, quando recebia uma cantada tirava de letra, deixando o cara desarmado. O carinha via aquele mulherão moreníssimo e brasileiríssimo, pensando que era fácil, e se animava. Num lance de mestre, Esmeralda o tratava por ‘titio’, ‘padrinho” e o estatelava de vergonha diante de sua patota.
Esmeralda Barros participava de uma filmagem italiana, no Brasil, quando um sujeito da produção e a mulher dele viram nela o tipo que o europeu gosta de ver nas telas. Convidaram-na a ir tentar a sorte e até a hospedaram em sua casa. Pra viajar, vendeu o seu carro. Valeu a pena, pois, passada a ralação inicial e ao ser estrela de filmes do faroeste italiano, tornou-se cobiçada por príncipes e marqueses. Parte pela sua beleza e parte pelo seu talento indiscutível.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                 príncipes                                                                                                                                                                                                
Esmeralda disse em suas entrevistas que não foi garota de muitos namorados, mas aos três anos de idade já tinha um namoradinho na rua. O seu ideal de homem? O ex-presidente dos Estados Unidos, John Kennedy.  Na telona, entre 1965 e 1982, ela participou de 22 filmes, sendo oito na Itália, um deles (1971) da série “Django”, que fez muito sucesso na fase dos “faroeste  spaghetti”, ou bang bang à italiana. Na TV brasileira, esteve presente em três novelas, entre 196 e 1986.
 Baiana, nascida em Ilhéus, em 1942, Esmeralda de Barros, depois abreviado sem o “de”, fez teatro de revistas musicais com Carlos Machado, o “Rei da Noite” carioca e chegou a disputar o título de Miss Renascença, em 1964, ficando em segundo lugar. Em julho de 1976, foi capa da revista “Playboy”.
 

sábado, 24 de outubro de 2015

FOTOS DO DIA - ADEMIR ESMAGA FLA

 
 

Ademir Menezes marcando gols sobre o Flamengos, em jogos do Campeonato Carioca-1952. Naquela temporada, o Vasco da Gama foi o campeão, fechando o ciclo do "Expresso da Vitória", montado pelo Uruguai Ondino Viera e mantido por Flávio Costa, que trabalhou com estrelas como Barbosa, Augusto, Ely, Danilo, Sabará, Ipojucan, Maneca, Alfredo dos Santos e Chico, entre outras feras.

Ademir Menezes scoring goals for Flamengo in the Carioca Championship-1952 games. That season, Vasco da Gama was the champion, closing the loop "Express of Victory", mounted by Uruguay Ondino Viera and maintained by Flavio Costa, who worked with stars like Barbosa, Augustus, Ely, Danilo, Sabara, Ipojucan, Maneca Alfredo dos Santos and Chico, among other beasts.

Elisabeth Clara Müller, Martha Miraglia, Lúcia Brauner, Lilliam Poetscher e Landis Waszoha, representando, respectivamente, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul  foram belas feras fotografadas por Jader Neves, para o Nº  19 de "Manchete Esportiva", que enviou a Belo Horizonte o seu principal repórter, Ney Bianchi, para vê-las em ação durante o Campeonato Brasileiro de Atletismo-1956.
 
Elizabeth Clara Müller, Martha Miraglia, Lucia Brauner, Lilliam Poetscher and Landis Waszoha, representing, respectively, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro and Rio Grande do Sul were beautiful beasts photographed by Jader Neves, to the No. 19 "Headline Sports "which sent the Belo Horizonte its main reporter, Ney Bianchi, to see them in action during the Brazilian Athletics Championship-1956.





 

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

A JAQUETA DOS MATADORES DA COLINA

 Atletas que vestiram a camisa cruzmaltina já foram o principal artilheiro das principais competições em que tomaram parte. Inclusive, da maior de todas, a Copa do Mundo. Em 1938, na França, o “cara” foi Leônidas da Silva, que sagrara-se campeão carioca-1934 pela “Turma da Colina”.
 Em 1950, quando a Copa veio para o Brasil, pela primeira vez (a outra foi em 2014), Ademir Menezes bisou a história iniciada pelo “Diamante Negro”. Dos 88 gols marcados na competição, 8 foram dele, um a mais do que o Leônidas. Em 1962, quando Brasil foi bi, no Chile, um dos “matadores” chamava-se Vavá. Marcou com 4 tentos. Ele havia sido ídolo da torcida vascaína, entre 1952 e 1958, quando foi para o futebol espanhol. A sua marca daquele Mundial foi igual à de Mané Garrincha; do chileno Leonel Sanchez; do húngaro Florian Albert e do russo Valentin Ivanov.      
 
CARIOCA E ESTADUAL - O primeiro "matador" dessa série foi Russinho, com 14 gols, empatado com Telê, do América, em 1929. Ele repetiu o feito, em 1931, com 17 bolas nas redes, sendo seguido, depois por: Niginho (25), em 1937;  Lelé e Ademir Menezes (15), em 1945, empatados com  Heleno de Freitas (Bota) e Adílson (Fla); Dimas, (18) em 1947; Ademir Menezes (30), em 1949; Ademir Menezes ( 25), em 1950; Saulzinho (18), em 1962; Roberto Dinamite (31) em 1981; Roberto Dinamite (12), em 1985; Romário (20), em 1986; Romário (16), em 1987; Romário (19), em 2000; Valdir ‘Bigode” (14), em 2004; Alecsandro (123), empatado com Somália (B.Vista), em 2012, e Edmílson (11), em 2014.      

RIO-SÃO PAULO - Desse torneio, ficaram três marcas cruzmaltinas. Ademir Menezes cravou a primeira, em 1951, com nove balançadas de redes, igualado a Liminha e Achiles (Palm). Em 1999, Guilherme (5), empatou com Alessandro (San), Bebeto (Bota) e Dôdo (SP). Em 2000, Romário (12), fechou a história. Vale ressaltar que em 1953, o principal goleador foi o ex-vascaíno Vasconcelos, o titular da posição até sofrer uma lesão fatal e surgir Pelé.   

BRASILEIRÃO - Com 16 sacudidas de barbante, Roberto Dinamite abriu a galeria cruzmaltina, em 1974. Seguiram-lhe Paulinho Massariol (19), em 1978; o mesmo Dinamite (16), em 1984; Bebeto (18), em 1992; Edmundo (29), em 1997; Romário (22), igual a Adhemar (SCae), em 2000, e, novamente, Romário (21), em 2001, e em 2005 (22),aos 39 anos de idade, o mais velho dos artilheiro da competição. Além destes, o futuro vascaíno Viola (San) comandou o pelotão da artilharia-1988, com 21 disparos nas redes.
Mais três artilharias estão no currículo dos vascaínos. Pela Copa do Brasil, fizeram o nome: Valdiram (7), em 2006; Edmundo (6), em 2008, e Alecsandro (5), em 2011, quando o caneco foi parar nas prateleiras da Colina.  
Já veteraníssimo, aos 34 anos de idade, Romário foi o artilheiro, também, da Copa Mercosul, atual Copa Sul-Americana, com 11 tentos, em 2000.

 

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

CORREIO DA COLINA - EXPRESSO

“Já fui em quatro jogos do Vasco, com o meu pai, o meu avô e o meu irmão. O vovô só fala em ‘Expresso da Vitória”. Dos jogadores de ultimamente, só gostou do Juninho Pernambucano. Ana Maria Borges Oliveira, de 14 anos.
Pois bem, Aninha!
Já teve vários torcedores jovens falando isso aqui no"Kike". É natural que o seu avô sinta saudades dos melhores jogadores que o time dele já teve. Hoje, realmente, a coisa está feia. Quanto ao “Expresso da Vitória”,  a máquina montada pelo treinador uruguaio Ondino Viera, começou a assombrar em 1945, quebrando um jejum de nove anos sem títulos carioca. O Vasco tirou Augusto, do São Cristóvão; Ely do Amparo, do Canto do Rio; Danilo Alvim, do América; Ademir Menezes, do Sport Recife, e Lelé, Isaías e Jair Rosa Pinto, do Madureira, para armar um dos melhores times do futebol brasileiro, de todos os tempos. Foi campeão carioca, também, em 1949/50/52; dos Torneios Início de 1945/48; do Torneio Relâmpago de 1946, e dos Torneios Municipal de 1945/46/47. Isso, além de ter conquistado o Campeonato Sul-Americano de Clubes Campeões, em 1948, no Chile, primeiro título de uma equipe brasileira no exterior.  
O primeiro “Expresso”  tinha por  base: Rodrigues, Augusto e Rafagnelli; Berascochea, Ely e Argemiro; Djalma, Ademir, Lelé. Isaías (Jair) e Chico. Em 47, o técnico já era Flávio Costa e o goleiro o Moacir Barbosa. Já o time da foto que você vê é um dos campeões que mais seu avô curtiu, nos tempos em que era um rapazinho e paquerava a vovó. Certo?

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

A FOTO DO DIA - CAPITAO BELLINI





Antes de um "Clássico dos Milhões",  pelo final de 1961, Vasco  e Flamengo
 entraram em campo  fazendo campanha pelo  aumento do preço dos ingressos  dos  jogos no Maracanã. A frente da galera vascaína esteve o capitão Bellini.
 
Before a "Classic of the Millions", by the end of 1961, Vasco and Flamengo took to the field campaigning for the increase of the price of the tickets of the games in Maracanã. The front of the Basque galley was Captain Bellini

terça-feira, 20 de outubro de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - 20 DE OUTUBRO

 Nos 20 de outubro, ou 20 do 10, para os numerólogos, o "Almirante" bateu de Nordeste a Sudeste. Parecia o vento anunciado pelos noticiários radiofônicos de antigamente. Vejamos, então, o que o vento levou para a história da bola: 

 
VASCO 1 X 1 TRANSVAAL - É o compromisso internacional dos 20 de outubro. Em 1964, fez parte de uma excursão iniciada por Belém do Pará. Este jogo amistoso, no Suriname, rolou em uma terça-feira, no  Estádio Andre Kamperveenstadion, em Paramaribo. O gol cruzmaltino foi marcado por Célio e o time, comandado pelo ex-zagueiro Ely do Amparo, formou com: Miltão; Massinha, Caxias, Fontana e Pereira: Alcir e Lorico; Mário “Tilico”,  Joãozinho, Célio (Saulzinho) e Zezinho. 

 

VASCO 7 X 0 PORTUGUESA-RJ elevou para 10 (equivalente ao mês-10, outubro) o número de bolas enviadas pela rapaziada às redes da "Zebra da Ilha". Aconteceu no, Maracanã, diante de poucos olhos, só 10.629 pagantes, ouvindo o sopro do apito de José Roberto Wright. Malmente a bola rolou, a 1 minuto, Guina mandou o "garoto do placar" escrever: 1 x 0. Aos 35, foi a vez de Roberto Dinamite explodir o barbante: 2 x 0, placar da etapa inicial. O rebu pintou pra valer foi no segundo tempo. Paulinho Pereira, aos 13; o Dinamite, de volta ao marcador, aos 18; Wilsinho, aos 20; Guina, também repetindo, aos 36, e Catinha (depois mudou a grafia para Katinha), aos 42, fizeram a festa comemoradas por: Leão; Paulinho Pereira. Ivã (Paulo Cesar), Gaúcho e Marco Antônio; Zé Mário (Paulo Roberto), Dudu e Guina; Catinha, Roberto e Wilsinho.
 DETALHE: pode-se dar um desconto para a "Lusa Carioca", pois, quando já havia queimado todas as substituições, o goleiro Chico saiu de campo (machucado) e o meia Marquinhos foi para o seu lugar, pagar todos os seus pecados.

VASCO  1 x 0 BONSUCESSO, placar magrinho, condizente com o público de 4.372 pagantes. O time rubro-anil segurou a barra até os 32 minutos, quando o lateral-esquerdo Pedrinho Vicençote acertou a rede do Estádio Proletário, em Moça Bonita. Embora a vitória tenha sido difícil, o placar contribuiu para a chegada do time a um triangular final, com América e Flamengo, valendo a carregada de caneco para São Januário. Passaram apertado no dia: Mazaropi; Rosemiro, Nei, Celso e Pedrinho; Serginho, Dudu e Geovani; João Carlos (Ernâni), Robeto Dinamite e Silvinho (Marco Antônio Rodrigues).  

VASCO 3 X 0 AMÉRICA, mais uma queima do "Diabo", desta vez encontra-se nas pesquisa sobre o Estadual-1991, relativa aos jogos em São Januário. Carlos Elias Pimentel arbitrou e só 2.200 desportistas compraram ingressos. William 14, Sorato, aos 69, e Bebeto, aos 80 mandaram brasa para a formação que o treinador Antônio Lopes tornou infernal naquele dia: Carlos Germano; Dedé (Jorge Raulli), Jorge Luís, Alexandre Torres e Cássio; França, Geovani, William (Macula) e Bismarck; Bebeto e Sorato. Mas a temporada cruzmaltina não foi boa. Quarto lugar, no primeiro turno, com seis pancadas, três jogos em cima do muro e duas quedas, enquanto no returno foi o terceiro, com sete "ganhadas", duas igualdades e duas pisadas na bola.    

21.10-

VASCO 5 X 0 PORTUGUESA-RJ teve "gol rapidão", marcado por Valter Marciano, aos 3 minutos, anunciando placar do "outro mundo" – Pinga, batendo pênalti, aos 20; Livinho, aos 40; Vavá, aos 49 e aos 75, confirmaram o aviso, no estádio das Rua Campos Sales. Com apito de Mario Vianna, a pugna está no histórico do Campeonato Carioca-1956, com caneco na Colina, após 16 vitórias, quatro empates e dois insucessos. Temporada de um impressionante saldo de 41 gols – 58 pro´e 17 contra. Naquele dia, o treinador Martim Francisco agradeceu a: Carlos Alberto Cavalheiro, Dario e Bellini; Laerte, Orlando e Coronel; Sabará, Livinho, Vavá, Válter e Pinga.


VASCO 9 X 0 BONSUCESSO foi o chamado placar de "lascar o cano". Além de ter rolado na casa do adversário, à Rua Teixeira de Castro. Valendo pelo Campeonato Carioca-1945, só no primeiro tempo foi 4 x 0, com Isaías abrindo a conta, aos 22 minutos, para Ademir, Lelé e Chico o seguirem o caminho da rede. Na segunda etapa, até o zagueiro Berascochea pintou por lá. Ademir, Isaías e Lelé repetiram o feito do primeiro tempo, e Jair Rosa Pinto os acompanhou.  Rodrigues, Augusto e Rafagnelli; Berascochea, Ely do Amparo e Argemiro; Ademir, Lelé, Isaías Jair e Chico.

DETALHE: o ponta-de-lança Ademir Menezes foi escalado, teoricamente, como ponta-direita, porque o treinador Ondino Viera não queria desperdiçar o poder de foto dos "matadores" Isaías e  Lelé, naquele jogo integrante da primeira campanha invicta de um campeão carioca após o surgimento do profissionalismo no futebol brasileiro.  

 

VASCO 0 X 0 PORTUGUESA DE DESPORTOS -  Roberto Dinamite, o maior ídolo da torcida cruzmaltina, entrava em campo para navegara contra o "Almirante". Aconteceu em um sábado, exatamente, em São Januário, onde ele recebia os aplausos da galera, a sua casa, desde que saíra de Duque de Caxias-RJ. O jogo valia pela primeira fase do Campeonato Brasileiro-1989 e o maior goleador da história cruzmaltina estava emprestado à "Lusa do Canindé". Só 7.502 almas conferiram, pagando NCz$ 120.255,00 (novos cruzeiros). José de Assis Aragão-SP apitou e a “Turma da Colina”, comandada pelo técnico Nelsinho Rosa, era:  Acácio; Ayupe, Sidnei, Leonardo Siqueira e Cássio; Zé do Carmo, Andrade, William e Marco Antônio Boiadeiro; Anderson (Vivinho) e Tato.  
DETALHE-1: a Portuguesa-SP tinha time dirigido por um treinador muito ligado ao Vasco, Antônio Lopes, e contava, ainda, com o lateral-esquerdo Lira, que se consagrara em São Januário – Sidmar; Zanata, Eduardo, Henrique e Lira; Capitão, Márcio Araújo, Biro-Biro e Toninho; Jorginho e Roberto Dinamite foi a formação.
O CARA - Carlos Roberto de Oliveira tinha a sua imagem ligada, indissociavelmente, ao Vasco da Gama. Passara 21 dos seus 22 anos como atleta profissional na Colina, tendo balançado as redes por 702 vezes, em 1.110 partidas com a camisa cruzmaltina. . Entre os motivos que  o fizeram de maior ídolo da torcida vascaína estavam ser o maior artilheiro da história dos Campeonatos Brasileiro (190 gols) e Carioca (279). Pela Federação Internacional de Estatística de Futebol, entidade reconhecida pela FIFA, aparecia como o quinto goleador do planeta, em disputas de primeira divisão, com 470 gols, em 758 jogos oficiais – fica atrás só do “Rei Pelé”, de Josef Biean (TCH), de Puskas (HUN) e de Romário.

VASCO 3 X 2 RACING-ARG, vitória importantíssima, por ter sido na casa dos "hermanos", no Estádio General Juan Domingos Perón, em Buenos Aires. Valeu pela Supercopa dos Campeões da Taça Libertadores, com arbitragem de Eduardo Dluzniewski. No marcador, compareceram Ramon, aos 41 minutos do primeiro tempo, Nasa, aos 13, e Luís Cláudio, aos 42 do segundo. O treinador era Antônio Lopes, que mandou à luta:  Márcio; Válber (Luís Cláudio), Odvan, Mauro Galvão e Felipe (Pedrinho); Luisinho (Fabrício Eduardo), Nasa Juninho Pernambucano e Ramon; Mauricinho e Evair.

DETALHE: oficialmente, Supercopa João Havelange, a disputa foi projetada, pela Confederação Sul-Americana de Futebol, para reunir os vencedores da Taça Libertadores. O Vasco reivindicou inclusão, por ter sido o campeão da Sul-Americano de Clubes Campeões-1948, no que foi aceito, para a última edição do torneio. Seus resultados: 20.06.1997 - 3 x 1 Peñarol-URU; 24.06.1997 - 1 x 0 Nacional-URU; 11.07.1997 - 1 x 1 Peñarol; ..07.1997 - 0 x 2 Nacional; 28.08.1997 - 2 x 1 Santos; 02.09.1997 - 1 x 1 Racing-ARG; 24.09.1997 - 1 x 5 River Plate-ARG; 16.10.1997 - 2 x 1 Santos; 30.10.1997 - 0 x 2 River Plate. 

VASCO 1 X 0 GAMA, partida duríssima, pela primeira fase do Campeonato Brasileiro-2000, em um sábado, com a galera que foi a São Januário só comemorando a vitória aos 46 minutos do segundo tempo, com gol de Romário, na chamada "última bola do jogo".  Era o terceiro encontro e a terceira vitória cruzmaltina nesse duelo da família "Gama", pelo Brasileirão. No quesito gols, ficaram sendo 11 cariocas e três candangos. Escalado pelo treinador Oswaldo de Oliveira, o "Almirante" convocou estes anfitriões: Helton; Clébson, Júnior Baiano, Odvan, Henrique (Luisinho), André Silva (Jorginho Paulista), Paulo Miranda, Juninho Paulista (Pedrinho), Juninho Pernambucano,  Viola e Romário. O Gama, treinado por Mauro Fernandes,  teve: Nílson, Jairo Araújo, Gérson, Rochinha, Deda, Kabila, Lindomar, Romualdo, Juari, William e Lima.  

A "Vascodata" 21 de outubro anota um empatezinho sem-vergonha, por 1 x 1, com o Olaria, em 1995, com gol de Ígor, pela Copa Rio. 


   VASCO 6 x 1 PAYSANDU foi goleadas com pouca assistência – 4.138 pagantes – e pouca granas – R$ 4.mil 210 reais – pelo Campeonato Brasileiro-1995. Embora seja chamado de “Papão”, em sua terra, o time paraensea começou a ser papado a partir dos 10 minutos do primeiro tempo, quando Nélson pipocou o açaí. Gostou e provou mais, aos 35. No segundo tempo, Valdir melou o bigode, aos 12 e aos 25, enquanto Juninho  e Leonardo saborearam os últimos goles, respectivamente, aos 37 e aos 44 minutos. Carlos Alberto Zanata era o guloso treinador vascaíno e a sua patota mordeu nas garras de: Carlos Germano; Pimentel, Ricardo Rocha (Tinho), Alex e Sidnei; Luisinho (Juninho Pernambucano), Charles Guerreiro e Nélson; Pedrinho, Marcelo (Leonardo Pereira) e Valdir ‘Bigode”.  


 
 

22.10.1992 – VASCO 3 X 0 ITAPERUNA, vitória folgada e importante, por ter rolado na naca do adversário, o Estádio Jair Bittencourt. Só 2.702 torcedores pagaram para assistir Edmundo, aos 6; Bismarck, aos 24, e Roberto Dinamite, aos 78 minutos, liquidarem o time do interior do RJ, pelo segundo turno do Campeonato Estadual, a Taça Rio. Aloísio Viug apitou e a rapaziada formou com: Carlos Germano; Luis Carlos Winck, Jorge Luis, Alexandre Torres e Cássio; Luisinho Quintanilha, Leandro, Bismarck (Luciano) e Carlos Alberto Dias; Edmundo e Roberto (Valdir). Técnico: Joel Santana

  

VASCO 5 X 2 INTERNACIONAL-RS entra no caderninho cruzmaltino como a maior goleada dos 23 de outubro. Valeu pelo Campeonato Brasileiro-1994. Afinal, Bonsucesso e Canto do Rio sempre foram considerados “pequenos”, enquanto o Colorado jamais deixou de ser um dos “grande” do futebol brasileiro. O balaiadão aconteceu em um domingo, no Maracanã, pelo primeiro turno da segunda fase da disputa,  testemunhada por 3.313 pagantes. O jogo foi apitado por Valdomiro Mathias Silva Filho-PE teve gols de Preto aos 7 e aos 43, e de Valdir ‘Bigode’, aos 34 minutos do primeiro tempo. No segundo, Gian, aos 7, e de Alex, aos 21, foram os caras que compareceram às redes gaúchas.  Sebastião Lazaroni era o treinador desta patota: Carlos Germano (foto); Pimentel, Alex Pinho (Tinho), Alexandre Torres (Cláudio Gomes) e Bruno Carvalho; Vianna, Preto, Gian e Yan; Valdir e Pedro Renato.


VASCO 3 X 0 BRASÍLIA  faz parte de uma história. Seguinte: a moçada  já venceu dois times candangos nos 23 de outubro, o citado acima e o Sobradinho, do qual você lerá abaixo. Diante do primeiro, o "Almirante", pela primeira recebendo os candangos em São Januário, não lhes deu chances. Liquidou a fatura no primeiro tempo, com gols do pernambucano  Ramon, aos 9 e aos 14 minutos, e de Roberto Dinamite, aos 27.  O time, dirigido por Orlando Fantoni, alinhou: Mazaropi; Orlando, Abel (Gaúcho), Geraldo e Marco Antônio; Zé Mário, Zanata e Dirceu; Wilsinho, Roberto Dinamite e Ramon (Paulinho). O Brasília, que era treinado por Ayrton Nogueira, teve: Déo; Edevaldo, Jonas, Luís Carlos e Geraldo Galvão; Wel, Moreirinha e Banana; Julinho, Ney (Edmar) e Bira. O árbitro foi José de Assis Aragão (SP), o público de 9.956 pagantes e a renda de Cr$ 328.500,00.

VASCO 3 X 1 SOBRADINHO, do Brasileirão-1986, rolou em uma noite de quinta-feira no antigo Estádio Mané Garrincha. Naquela rodada, Romário marcou um gol de placa. Aos 33 minutos do segundo tempo, driblou três adversários e o goleiro Bocaiuva. Assistido por 22.076 pagantes, o jogo rendeu Cz$ 664 mil e 700 cruzados, a moeda da época. Os vascaínos abriram o placar, aos 5 minutos, com Roberto Dinamite batendo falta, da entrada da área. Bola no canto esquerdo do goleiro. Pena que, 14 minutos depois ele tivesse que ser substituído. Então, o time caiu de produção, o Sobradinho cresceu. Tanto que, aos 35 minutos, Filó, também de falta, empatou: 1 x 1. No etapa final, o Vasco dominou, totalmente. Aos 5 minutos, o zagueirão Juninho colocou 2 x 1 na conta, de cabeça, escorando escanteio da direita. Ulisses Tavares-SC apitou e o "Almirante" degolo o "Leãoo da Serra" com: Acácio; Paulo Roberto, Juninho, Donato e Pedrinho; Josenilton, Gersinho e Geovani; Mazinho, Roberto Dinamite (Mauricinho) e Romário. Técnico: Joel Santana. O Sobradinho era: Bocaiuva; Carlão, Tobias, Rildo e Lourenço; Chiquinho, Filó e Wellington: Régis, Toni e Michael (Jamil). Técnico: Pedro Pradera. 


VASCO 5 X 0 PORTUGUESA-RJ teve "gol rapidão", marcado por Valter Marciano, aos 3 minutos, anunciando placar do "outro mundo" – Pinga, batendo pênalti, aos 20; Livinho, aos 40; Vavá, aos 49 e aos 75, confirmaram o aviso, no estádio das Rua Campos Sales. Com apito de Mario Vianna, a pugna está no histórico do Campeonato Carioca-1956, com caneco na Colina, após 16 vitórias, quatro empates e dois insucessos. Temporada de um impressionante saldo de 41 gols – 58 pro´e 17 contra. Naquele dia, o treinador Martim Francisco agradeceu a: Carlos Alberto Cavalheiro, Dario e Bellini; Laerte, Orlando e Coronel; Sabará, Livinho, Vavá, Válter e Pinga.


VASCO 9 X 0 BONSUCESSO foi o chamado placar de "lascar o cano". Além de ter rolado na casa do adversário, à Rua Teixeira de Castro. Valendo pelo Campeonato Carioca-1945, só no primeiro tempo foi 4 x 0, com Isaías abrindo a conta, aos 22 minutos, para Ademir, Lelé e Chico o seguirem o caminho da rede. Na segunda etapa, até o zagueiro Berascochea pintou por lá. Ademir, Isaías e Lelé repetiram o feito do primeiro tempo, e Jair Rosa Pinto os acompanhou.  Rodrigues, Augusto e Rafagnelli; Berascochea, Ely do Amparo e Argemiro; Ademir, Lelé, Isaías Jair e Chico.

DETALHE: o ponta-de-lança Ademir Menezes foi escalado, teoricamente, como ponta-direita, porque o treinador Ondino Viera não queria desperdiçar o poder de foto dos "matadores" Isaías e  Lelé, naquele jogo integrante da primeira campanha invicta de um campeão carioca após o surgimento do profissionalismo no futebol brasileiro.  

 
VASCO 0 X 0 PORTUGUESA DE DESPORTOS -  Roberto Dinamite, o maior ídolo da torcida cruzmaltina, entrava em campo para navegara contra o "Almirante". Aconteceu em um sábado, exatamente, em São Januário, onde ele recebia os aplausos da galera, a sua casa, desde que saíra de Duque de Caxias-RJ. O jogo valia pela primeira fase do Campeonato Brasileiro-1989 e o maior goleador da história cruzmaltina estava emprestado à "Lusa do Canindé". Só 7.502 almas conferiram, pagando NCz$ 120.255,00 (novos cruzeiros). José de Assis Aragão-SP apitou e a “Turma da Colina”, comandada pelo técnico Nelsinho Rosa, era:  Acácio; Ayupe, Sidnei, Leonardo Siqueira e Cássio; Zé do Carmo, Andrade, William e Marco Antônio Boiadeiro; Anderson (Vivinho) e Tato.  
DETALHE-1: a Portuguesa-SP tinha time dirigido por um treinador muito ligado ao Vasco, Antônio Lopes, e contava, ainda, com o lateral-esquerdo Lira, que se consagrara em São Januário – Sidmar; Zanata, Eduardo, Henrique e Lira; Capitão, Márcio Araújo, Biro-Biro e Toninho; Jorginho e Roberto Dinamite foi a formação.

O CARA - Carlos Roberto de Oliveira tinha a sua imagem ligada, indissociavelmente, ao Vasco da Gama. Passara 21 dos seus 22 anos como atleta profissional na Colina, tendo balançado as redes por 702 vezes, em 1.110 partidas com a camisa cruzmaltina. . Entre os motivos que  o fizeram de maior ídolo da torcida vascaína estavam ser o maior artilheiro da história dos Campeonatos Brasileiro (190 gols) e Carioca (279). Pela Federação Internacional de Estatística de Futebol, entidade reconhecida pela FIFA, aparecia como o quinto goleador do planeta, em disputas de primeira divisão, com 470 gols, em 758 jogos oficiais – fica atrás só do “Rei Pelé”, de Josef Biean (TCH), de Puskas (HUN) e de Romário.

VASCO 3 X 2 RACING-ARG, vitória importantíssima, por ter sido na casa dos "hermanos", no Estádio General Juan Domingos Perón, em Buenos Aires. Valeu pela Supercopa dos Campeões da Taça Libertadores, com arbitragem de Eduardo Dluzniewski. No marcador, compareceram Ramon, aos 41 minutos do primeiro tempo, Nasa, aos 13, e Luís Cláudio, aos 42 do segundo. O treinador era Antônio Lopes, que mandou à luta:  Márcio; Válber (Luís Cláudio), Odvan, Mauro Galvão e Felipe (Pedrinho); Luisinho (Fabrício Eduardo), Nasa Juninho Pernambucano e Ramon; Mauricinho e Evair.

DETALHE: oficialmente, Supercopa João Havelange, a disputa foi projetada, pela Confederação Sul-Americana de Futebol, para reunir os vencedores da Taça Libertadores. O Vasco reivindicou inclusão, por ter sido o campeão da Sul-Americano de Clubes Campeões-1948, no que foi aceito, para a última edição do torneio. Seus resultados: 20.06.1997 - 3 x 1 Peñarol-URU; 24.06.1997 - 1 x 0 Nacional-URU; 11.07.1997 - 1 x 1 Peñarol; ..07.1997 - 0 x 2 Nacional; 28.08.1997 - 2 x 1 Santos; 02.09.1997 - 1 x 1 Racing-ARG; 24.09.1997 - 1 x 5 River Plate-ARG; 16.10.1997 - 2 x 1 Santos; 30.10.1997 - 0 x 2 River Plate. 

VASCO 1 X 0 GAMA, partida duríssima, pela primeira fase do Campeonato Brasileiro-2000, em um sábado, com a galera que foi a São Januário só comemorando a vitória aos 46 minutos do segundo tempo, com gol de Romário, na chamada "última bola do jogo".  Era o terceiro encontro e a terceira vitória cruzmaltina nesse duelo da família "Gama", pelo Brasileirão. No quesito gols, ficaram sendo 11 cariocas e três candangos. Escalado pelo treinador Oswaldo de Oliveira, o "Almirante" convocou estes anfitriões: Helton; Clébson, Júnior Baiano, Odvan, Henrique (Luisinho), André Silva (Jorginho Paulista), Paulo Miranda, Juninho Paulista (Pedrinho), Juninho Pernambucano,  Viola e Romário. O Gama, treinado por Mauro Fernandes,  teve: Nílson, Jairo Araújo, Gérson, Rochinha, Deda, Kabila, Lindomar, Romualdo, Juari, William e Lima.  

A "Vascodata" 21 de outubro anota um empatezinho sem-vergonha, por 1 x 1, com o Olaria, em 1995, com gol de Ígor, pela Copa Rio. 

   VASCO 6 x 1 PAYSANDU foi goleadas com pouca assistência – 4.138 pagantes – e pouca granas – R$ 4.mil 210 reais – pelo Campeonato Brasileiro-1995. Embora seja chamado de “Papão”, em sua terra, o time paraensea começou a ser papado a partir dos 10 minutos do primeiro tempo, quando Nélson pipocou o açaí. Gostou e provou mais, aos 35. No segundo tempo, Valdir melou o bigode, aos 12 e aos 25, enquanto Juninho  e Leonardo saborearam os últimos goles, respectivamente, aos 37 e aos 44 minutos. Carlos Alberto Zanata era o guloso treinador vascaíno e a sua patota mordeu nas garras de: Carlos Germano; Pimentel, Ricardo Rocha (Tinho), Alex e Sidnei; Luisinho (Juninho Pernambucano), Charles Guerreiro e Nélson; Pedrinho, Marcelo (Leonardo Pereira) e Valdir ‘Bigode”.  

 
 

22.10.1992 – VASCO 3 X 0 ITAPERUNA, vitória folgada e importante, por ter rolado na naca do adversário, o Estádio Jair Bittencourt. Só 2.702 torcedores pagaram para assistir Edmundo, aos 6; Bismarck, aos 24, e Roberto Dinamite, aos 78 minutos, liquidarem o time do interior do RJ, pelo segundo turno do Campeonato Estadual, a Taça Rio. Aloísio Viug apitou e a rapaziada formou com: Carlos Germano; Luis Carlos Winck, Jorge Luis, Alexandre Torres e Cássio; Luisinho Quintanilha, Leandro, Bismarck (Luciano) e Carlos Alberto Dias; Edmundo e Roberto (Valdir). Técnico: Joel Santana

  
VASCO 5 X 2 INTERNACIONAL-RS entra no caderninho cruzmaltino como a maior goleada dos 23 de outubro. Valeu pelo Campeonato Brasileiro-1994. Afinal, Bonsucesso e Canto do Rio sempre foram considerados “pequenos”, enquanto o Colorado jamais deixou de ser um dos “grande” do futebol brasileiro. O balaiadão aconteceu em um domingo, no Maracanã, pelo primeiro turno da segunda fase da disputa,  testemunhada por 3.313 pagantes. O jogo foi apitado por Valdomiro Mathias Silva Filho-PE teve gols de Preto aos 7 e aos 43, e de Valdir ‘Bigode’, aos 34 minutos do primeiro tempo. No segundo, Gian, aos 7, e de Alex, aos 21, foram os caras que compareceram às redes gaúchas.  Sebastião Lazaroni era o treinador desta patota: Carlos Germano (foto); Pimentel, Alex Pinho (Tinho), Alexandre Torres (Cláudio Gomes) e Bruno Carvalho; Vianna, Preto, Gian e Yan; Valdir e Pedro Renato.

VASCO 3 X 0 BRASÍLIA  faz parte de uma história. Seguinte: a moçada  já venceu dois times candangos nos 23 de outubro, o citado acima e o Sobradinho, do qual você lerá abaixo. Diante do primeiro, o "Almirante", pela primeira recebendo os candangos em São Januário, não lhes deu chances. Liquidou a fatura no primeiro tempo, com gols do pernambucano  Ramon, aos 9 e aos 14 minutos, e de Roberto Dinamite, aos 27.  O time, dirigido por Orlando Fantoni, alinhou: Mazaropi; Orlando, Abel (Gaúcho), Geraldo e Marco Antônio; Zé Mário, Zanata e Dirceu; Wilsinho, Roberto Dinamite e Ramon (Paulinho). O Brasília, que era treinado por Ayrton Nogueira, teve: Déo; Edevaldo, Jonas, Luís Carlos e Geraldo Galvão; Wel, Moreirinha e Banana; Julinho, Ney (Edmar) e Bira. O árbitro foi José de Assis Aragão (SP), o público de 9.956 pagantes e a renda de Cr$ 328.500,00.

VASCO 3 X 1 SOBRADINHO, do Brasileirão-1986, rolou em uma noite de quinta-feira no antigo Estádio Mané Garrincha. Naquela rodada, Romário marcou um gol de placa. Aos 33 minutos do segundo tempo, driblou três adversários e o goleiro Bocaiuva. Assistido por 22.076 pagantes, o jogo rendeu Cz$ 664 mil e 700 cruzados, a moeda da época. Os vascaínos abriram o placar, aos 5 minutos, com Roberto Dinamite batendo falta, da entrada da área. Bola no canto esquerdo do goleiro. Pena que, 14 minutos depois ele tivesse que ser substituído. Então, o time caiu de produção, o Sobradinho cresceu. Tanto que, aos 35 minutos, Filó, também de falta, empatou: 1 x 1. No etapa final, o Vasco dominou, totalmente. Aos 5 minutos, o zagueirão Juninho colocou 2 x 1 na conta, de cabeça, escorando escanteio da direita. Ulisses Tavares-SC apitou e o "Almirante" degolo o "Leãoo da Serra" com: Acácio; Paulo Roberto, Juninho, Donato e Pedrinho; Josenilton, Gersinho e Geovani; Mazinho, Roberto Dinamite (Mauricinho) e Romário. Técnico: Joel Santana. O Sobradinho era: Bocaiuva; Carlão, Tobias, Rildo e Lourenço; Chiquinho, Filó e Wellington: Régis, Toni e Michael (Jamil). Técnico: Pedro Pradera. 


19.10 - .

Nos 19 de outubro.  
 
VASCO 3 x 0 GOYTACAZ, em 19 de outubro de 1985 é outro placar vascaíno que merece referência. Rolou pelo segundo turno do Estadual-1985, a Taça Rio, em um sábado, em São Januário, reunindo  4.205 pagantes. Roberto Dinamite, aos 27 minutos do primeiro tempo; Santos, aos 16, e Silvinho, aos 25 da etapa final, marcaram os tentos. Luís Carlos Gonçalves foi o juiz, Antônio Lopes era o técnico vascaíno dessa rapaziada: Acácio; Heitor, Newmar, Fernando e Paulo César; Vitor, Luís Carlos Martins e Gersinho; Mauricinho (Santos), Roberto Dinamite e Romário (Silvinho).  

18.10
Vitórias sobre o maior rival carioca e o maior algoz geral. E goleadas cumpridoras de obrigação. Tá de bom tamanho o estrago do "Almirante" entre alguns dos 18 de outubro. Conferindo!

VASCO 2 X 1 FLAMENGO - Mesmo com goleadas sobe Canto do Rio e Olaria, esta foi a vitória que a torcida cruzmaltina mais gostou nos 18 de outubro. Valeu  pelo Campeonato Carioca-1931, em um domingo, no  estádio da Rua Paysandu, com gols de Bahiano e de Valdemar Vieira. Nem tanto pelo placar, mas por ter sido a quarta de uma série de cinco triunfos seguidos em início de década. Inclusive, seis meses antes, no jogo anterior (26.04.1931), a moçada havia mandado 7 x 0 nos rubro-negros. No clássico ora abordado, rolou o 16º duelo entre os dois clubes, por Cariocas, tendo o treinador Harry Welfare contado com: Valdemar, Brilhante, Itália, Tinoco, Nesi, Mola, Bahiano, Russinho, Santa´Anna e Ghizoni e Valdemar Vieria (Gringo).
.


Foto de Luís de Carvalho
 reproduzida da
revista  "Grandes Clubes".
 
ndo, Écio e Coronel; Teotônio, Almir, Cabrita, Rubens e Pinga. 

VASCO 3 X 2 ROBN HOOD - Esta vitória sobre o time do Suriname fez parte de um amistoso que o time cuzmaltino disputou no Estádio André Kamperveenstadion, em Paramaribo, em 1964. O placar foi anotado, em um domingo,  por por Célio, Lorico e Zezinho. O  treinador era o ex-zagueiro vascaíno Ely do Amparo, que mandou pra luta: Miltão; Massinha, Caxias, Fontana e Pereira; Alcir e Lorico; Mário “Tilico”, Joãozinho, Célio e Zezinho.

VASCO 1 X 0 OLARIA - Para os cronistas que cobriram o jogo, foi a pior atuação da rapaziada no Estadual-1981. O que valeu, entretanto, foram os três pontos saídos de balançada de rede a cargo de Roberto Dinamite, aos 4 minutos do primeiro tempo, um dos gols mais rápidos da historia da "Turma da Colina", marcado no "alçapão" da Rua Bariri. Wilson Carlos dos Santos apitou para um público de 4.919 pagantes. O treinador Antônio Lopes contou com os serviços de: Mazaropi; Rosemiro, Zezinho Figueroa, Chagas e Gilberto; Serginho, Dudu e Amauri; Wilsinho  (Ticão), Roberto e Silvinho (Renato Sá).
Nos 17 de outubro,

VASCO 2 X 1 SANTOS -  Há nove temporadas a rapaziada tentava devolver ao "Peixe" a goleada, por 5 x1, do Torneio Rio-São Paulo de 1961. Só que, naquela década, era impossível tentar, pois o clube “alvinegro praiano” montara o melhor time de futebol do planeta e tinha o seu camisa 10, o “Rei Pelé” no auge (foto de 1969).
Muito bem! O tempo passou, a bola rolou, chegou o Torneio Roberto Gomes Pedrosa, o “Robertão”, para tirar o glamour da disputa entre os dois maiores centros do futebol nacional e tornar-se o embrião do atual Brasileirão, chamado, inicialmente de Taça de Prata. E, um dia,  aconteceu: sábado, 17 de outubro de 1970. O time santista, campeão paulista-1969, era fortíssimo. N os últimos 11 anos, havia ganho nove títulos, inclusive um tri estadual. Que viesse o Vasco!
 O pernambucano Sebastião Rufino mandou rolar a bola, no Maracanã. A galera estava na expectativa de assistir mais um show de bola do “Camisa 10”. Só que o destino, naquele dia, trocou o brilho da camisa fatal. O 10 cruzmaltino, Walter Machado Silva, compareceu às redes por duas vezes, enquanto o 10 santista, Edson Arantes do Nascimento, ficou devendo naquele que fora o seu jogo nº 980, quando contava 1.053 gols.  
 Para derrubar o “Rei”, o “Almirante” foi malandro. Prometeu pagar o prêmio pelo título carioca de 1970, além de colocar os salários em dia. Assim, com “doping financeiro”, Luis Carlos Lemos abriu o placar, aos 6 minutos; Benetti aumentou, aos 20; o “Batuta” Silva ampliou, aos 26, e fez 4 x 0, aos 34, tudo no primeiro tempo. Na segunda etapa, Douglas marcou o tento de honra da “Turma do Rei”, aos 24 minutos. Mas o estoque vascaíno ainda não havia terminado. Aos 45, Gílson Nunes fechou a conta. Maior vitória do Vasco sobre Pelé. 
Treinado por Elba de Pádua Lima, o Tim, a "Turma da Colina" daquela noite de sonho foi: Élcio; Fidélis, Joel Santana, René e Eberval; Benetti e Ademir; Luís Carlos Lemos (Willy), Dé (Kosilek), Silva e Gílson Nunes.  O Santos teve: Cejas; Carlos Alberto Torres, Ramos Delgado (Marçal), Djalma Dias e Rildo; Clodoaldo, Lima (Douglas) e Nenê; Davi, Pelé e Edu.  Renda: Cr$ 98 mil,565,00 cruzeiros.
DETALHE: antes daquele "Duelo e Jaquetas 10", Pelé e Silva haviam formado a dupla de ataque da última partida da Seleção Brasileira na Copa do Mundo-1966. (Fotos reproduzidas da revista Placar. Agradecimentos).


VASCO 3 X 0 MADUREIRA foi pouco prestigiado pela galera, apenas 2.877 pagantes. Não importou para  Carlos Alberto Dias, aos 17; Roberto Dinamite, aos 61, e  Luisinho Quintanilha, aos 89 minutos Eles não perderam a motivação e foram ao filó, comandados por Joel Santana, naquela segunda rodada do Estadual-1992, que teve taça nas ´prateleiras da Colina. Time do dia: Carlos Germano; Luis Carlos Winck (Sidnei), Jorge Luis, Alexandre Torres e Cássio; Luisinho, Leandro, Bismarck e Carlos Alberto Dias; Edmundo e Roberto (Valdir 'Bigode).

VASCO 2 X 0 FLUMINENSE é do Brasileirão-1993, no Maracanã, com Valdir 'Bigode', aos 39, e Pedro Renato, aos  42 minutos do segundo tempo,  escrevendo no placar. Valter Senra apitou aquele clássico, no Maracanã, assistido por público decepcionante, 11.840 pagantes. Alcir Portela estava como treinador e escalou: Carlos Germano; Ayupe, Jorge Luís, Alexandre Torres e Cássio; França, Leandro, Geovani (André Pimpolho) e William (Hernande); Valdir e Pedro Renato.

VASCO 2 X 0 ATLÉTICO-MG, em 2000, representou, pela primeira vez, a chance de a rapaziada  passar à segunda fase da Copa Mercosul. Jogo em São Januário, com Romário abrindo a conta, aos 18 minutos.  Juninho Paulista pegou rebote de bola trave, aos 27, e definiu o placar para o time do técnico Oswaldo de Oliveira. O apito ficou com Carlos Eugênio Simon-RS, o público foi de 2.174 pagantes e a renda não foi divulgada. Hélton; Clébson, Odvan, Júnior Baiano (Geder) e Jorginho; Henrique, Paulo Miranda, Juninho Pernambucano (Pedrinho) e Juninho Paulista; Euller (Viola) e Romário foi o time.

 

 


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