Vasco

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sábado, 31 de outubro de 2015

HISTORI&LENDAS DAS COLINA - FLU


O Baixinho marco 12 gols em 12 jogos
1 - Em 1970, quando o Vasco conquistou a temporada carioca, antecipadamente, o Fluminense mandou-lhe 2 x 0, na rodada final, jogando água no chope da rapaziada. Velho freguês de boteco, o Flu levou o primeiro beliscão do Vasco em 11 de março de1923: 3 x 2, no estádio da Rua Figueira de Melo.

2 - Além de ser freguês no Estadual, os tricolores foram, também, no antigo Torneio Início. Confira os placares: 28.03.1926- Vasco 1 x 0; 29.03.1931 - 1 x 0; 14.04. 1940 – 0 x 0; 28.03.1943 – 0 x 1; 29.07.1951 – 0 x 0; 10.08.1952 - 2 x 0; 05.07.1953 - 1 x 1; 15.08.1954 – 0 x 0; 14.07.1957 - 1 x 0; 16.07.1961 - 1 x 0; 23.06.1963 – 0 x 1; 09.07.1967 - 0 x 0; 13.03.1977 - 0 x 0.

3 - As maiores goleadas vascaínas sobre o rival foram 6 x 0 (09.11.1930); 6 x 1 (06.11.1943) e 6 x 1 (13.04.1958). Já o placar mais registrado nesse clássico foi 0 x 0: 33 vezes. E a maior sequência de vitórias vascaína está em 10 jogos, entre 1º de dezembro de 1991 a 10 de junho de 1993. Outro detalhe: nas partidas a partir de 2000, Romário marcou 12 gols em 12 jogos contra o Flu.

4 -  Atualmente, janeiro é um mês em que os clubes fazem a pré-temporada, ou disputando as primeiras rodadas dos campeonatos regionais. Mesmo assim, o Vasco coleciona grandes vitórias no período. A rapaziada já pintou os canecos. Maior placar: 9 x 2 pra cima do Bangu. Pela mesma diferença de oito gols, há 8 x 1 sobre o Jabaquara, da cidade paulista de Santos e 7 x 0 diante da seleção da Argélia. Com menos intensidade, mas ainda com impiedade, a rapaziada já mandou  6 x  0 diante de um grande rival, o Botafogo, e 6 x 1 na caçapa do mexicano Guadalajara.  Na "escala cinco", anote: Vasco 5 x 0 Oro, do México, e 5 x 1 Olaria. Além disso, "deixo de quatro" estes aí: 4 x 0 Fluminense;  4 x 1 Madureira; 4 x 1 Bonsucesso;   4 x 0 Ceará; 4 x 0 Internacional-RS; 4 x 1 Atlético-MG; 4 x 1 Corinthians e 4 x 1 Flamengo. 

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

NA ESQUINA DA COLIN - TAXISTA

Antigamente, motorista era "choffeur".  Quando surgiu a primeira mulher ao volante na praça do Rio de Janeiro, foi a "choffeuse". Quem era ela? Uma vascaína, que fez coleção de medalhas das competições de voleibol, ciclismo e de remo. Até futebol ela jogava. Mas era uma flor. Margarida Soares era a sua graça, filha da portuguesa Ana.
 Segundo a mãe da moça, a tal partiu decidida a ganhar tudo o que disputasse quando contava 10 anos de idade. E exibia a penca de medalhas guardadas em sua casa da Rua Senhor Alencar, em São Cristóvao, perto de São Januário.

Conmfira aí a caarteira de "chofesista" da moça
Quando era atleta vascaína, Margarida tocava o rebu com apenas 1m58cm de altura. Uma estatura para tenista e remadora, vá lá, ó pá! Mas, para jogadora de vôlei! Que diabinha não deveria ter sido aquela "portuguesinha", hem!
Menina de pela clara, cabelos castanhos e de olhos claros, ela tinha braços e pernas musculosos. Pois é! No tempo em que se usava o galicismo “choffeur”, para mencionar motorista, Margarida era chamada de “choffeuse”, pela revista “O Cruzeiro”, da qual foram reperoduzidas estas fotos. Ela fazia ponto na Rua Teixeira Júnior, esquina com São Januário, e, entre uma corrida e outra, topava encarar quem lhe desafiasse para uma partida de sinuca. Êta vascaína danada!  

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

CALENDÁRIO 29, 30 31 D OUTUBRO


                                                              29 DE OUTUBRO

A data 29 de outubro é importantíssima na história do Club de Regatas Vasco da Gama. Após os  seus primeiros oito jogos, o time terminou um compromisso na frente do placar. Além daquilo, a data ainda tem duas goleadas e um triunfo sobre um grande rival. Conferindo:

VASCO 2 x 1 RIVER - Aí está o escudo do River Futebol Clube, do bairro da Piedade e fundado em 23.06.1914. Valeu pelo Campeonato Carioca da Terceira Divisão, em um domingo, no campo do São Cristóvão, à Rua Figueira de Mello.  A rapaziada abriu o placar, aos 10 minutos, com Alberto. Rocha II, empatou aos 28, mas Cândido desempatou, aos 34. Horácio Salema Ribeiro apitou a partida que teve esta “Turma da Colina”: Ary Correia, Jaime Guedes e Augusto Azevedo; Victorino Rezende, João Lamego e Manuel Baptista; Bernardino Rodrigues, Adão Antônio Brandão (foto), Joaquim de Oliveira, Alberto Costa Júnior e Cândido Almeida. Faltando dois jogadores nesta relação, o River teve: Motta, Rocha I e Barbosa; Rocha II, Julinho e Grande; Cyro, Luciano e Oliveira. 

 Anote os primeiros jogos vascaínos no Estadual-1916: Turno:  03.05.1916 – Vasco 1 x 10 Paladino; 13.05.1916 – Vasco 1 x 5 Brasil; 28.056.1916 – Vasco 0 x 4 Icarahy; 14.07.1916 – Vasco 2 x 4 Parc Royal; 16.07.1916 – Vasco 3 x 4 Ríver; RETURNO: 03.09.1916 – Vasco 0 x 2 Paladino; 07.09.1916 – Vasco 0 x 3 Parc Royal; 22.10.1916 – Vasco 1 x 4 Icarahy;  29.10.1916 – Vasco 2 x 1 Ríver; 05,11,1916 -  Vasco W x O Brasil.   
Exceto os jogos de 3 e 7 de setembro, no Andaraí, e o de 29 de outubro, em Figueira de Mello, os demais rolaram em General Severiano. Assim, em seu primeiro Cariocão, promovido pela Liga Metropolitana de Sports Athléticos, o Vasco terminou em sexto lugar, com uma vitória, oito derrotas, 10 gols marcados, 37 sofridos e nenhuma expulsão de campo. O W x O sobre o Brasil foi porque este desistiu da disputa, antes do término.

VASCO 5 x 1 AMÉRICA-RJ, do Campeonato Carioca-1939, em um domingo, nas Laranjeiras, no estádio do Fluminense. Gentil Cardoso era o treinador vascaínos os goleadores foram Gandulla (2),Villadóniga (2) e Armandinho. O  juiz chamava-se Fioravanti D’Ângelo e os jogadores vascaínos tinham estes nomes: Nascimento, Agnelli e Florindo; Figliola, Zarzur e Argemiro; Armandinho, Alfredo, Villadoniga, Gandulla e Emeal.


VASCO 5 X 1 SÃO CRISTÓVÃO, em um outro domingo, pelo Campeonato Carioca-1950, temporada de caneco na Colina, foi goleada na casa do adversário, no estádio da Rua Figueira de Mello. Djayr (3), Tesourinha e Ademir Menezes apareceram nas redes, ordenados pelo técnico Flávio Costa. Visitantes indesejáveis: Barbosa, Augusto e Sampaio; Ely, Danilo e Jorge; Tesourinha, Maneca, Ademir Menezes, Jansen e Djayr. 


VASCO 2 x 1 BOTAFOGO, placar do Campeonato Carioca-1978, também rolou em um domingo, mas no Maracanã, assistido por 41.978 pagantes. Roberto Dinamite e Paulinho marcaram os gols deste time treinado por Orlando Fantonii: Leão; Orlando 'Lelé", Abel Braga, Gaúcho e Marco Antônio 'Tri'; Helinho, Paulo Roberto (Washington Oliveira) e Guina: Wilsinho, Roberto Dinamite e Paulinho (Ramon Pernambucano).    


VASCO 3 X 0 SERRANO é fatura creditada ao técnico Mário Jorge Lobo Zagallo, pelo segundo turno do Estadual-1980, em São Januário. Jogo de pouco público, 1.915, com apito de Arnaldo César Coelho e pimbas nas redes dos visitantes a cargo de Silvinho, aos 38 minutos do primeiro tempo e aos 2 da etapa final, além de e Roberto Dinamite, aos 42 da mesma fase. Maus recebedores de visitas: Mazaropi; Paulinho Pereira, Or­lando, Léo e João Luís (Juan); Pintinho, Guina e Marco António II; Catinha, Ro­berto e Silvinho.
  

VASCO 4 X 0 SÃO CRISTOVÃO  esteve na sétima rodada do segundo turno do Estaudal-1983, em São Januário. No apito, Luís Carlos Gonçalves. Na galera, 3 008 pagantes. No placar, compareceram: Almir (contra), aos 3, e Paulo Egídio 35 minutos do primeiro e aos 29 do segundo tempo, e Edevaldo,aos 16 da etapa final, também. No leme da esquadra quem estava era Oto Glória, levando esta moçada a bordo: Roberto;   Edevaldo. Daniel González. Nenê e Galvão; Dudu. Ernâni e Geovane; Pedrinho, Roberto Dinamite e Paulo Egídio. OBS: Geovane foi expulso de campo.


VASCO 3 X 2 VOLTA REDONDA, em São Januário, pelo segundo turno do Estadual-1992, apitado por Orlando Leonor, teve público de apenas 1.165. Em compensação, gol rapidão: Bismarckm ais  3 minutos – Edmundo, aos 11, e Carlos Alberto Dias, aos 67, completarem a conta, anotada pelo treinador Joel Santana, que comemorou com: Carlos Germano; Luis Carlos Winck, Jorge Luis, Alexandre Torres e Cássio; Luisinho, Leandro, Bismarck e Carlos Alberto Dias; Edmundo e Valdir (Luciano).

VASCO 2 x 1 INDEPENDIENTE SANTA FÉ se encontraram, em uma terça-feira, no Maracanã, pelas semifinais da Copa Conmebol-1996, assistidos por 1.245 pagantes. Ranielle, aos 44 minutos do primeiro tempo, e aos 3 do segundo marcou os gols  vascaínos, Antônio Lopes era o treinador desta rapaziada: Carlos Germano; Pimentel, Juninho Pernambucano (Toninho), João Luiz e Cássio; Sidney, Luisinho, Ramón Menezes e Nelson (Ranielli); Macedo e Edmundo. 

VASCO 3 x 1 CORITIBA, em uma quinta-feira, em São Januário, apitado por Sidrack Marinho dos Santos-SE e  assistido por 5.518 pagantes, com renda de R$ 7.590,00, valeu pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro-1998.  Mauro Galvão, aos dois minutos do primeiro tempo, abriu o placar. Ramón Menezes, aos 38 e aos 42 minutos do segundo tempo, fez os outros dois. Antônio Lopes era o treinador de: Márcio; Vagner (Felipe Alvim), Geder, Mauro Galvão e Felipe; Nasa, Fabrício Carvalho (Henrique), Juninho Pernambucano e Ramón Menezes; Dedé (Fabrício Eduardo) e Donizete.
A "Vascodata" 29 de outubro é acrescentada por:  Vasco 1 x 1 Flu, em 1974; 1989 – Vasco 0 x 0 São Paulo, em 1989, e Vasco 1 x 1 Flamengo, em 1995.

                                                   30 DE OUTUBRO
Uma goleada e duas “meias”, digamos. É o "Almirante" dos 30 de outubro, quando enfrentou um grande rival, o Botafogo, por duas vezes. E segue invicto contra ele na data. Bem como diante do Fluminense. Dê uma olhadinha na história.

VASCO 3 X 3 BOTAFOGO, amistosa e curiosamente, foi um placar repetido em 1925 e em 1926, no mesmo local, o estádio das Laranjeiras. No primeiro, Fernandez, Russinho e Surica (contra), marcaram para o "Almirante", enquanto Torterolli, Tatu e Dininho foram os batedores na rede na segundo igualdade dos 30 de outubro. Respectivamente, quarto e sétimo amistosos ente os dois time, de um total de 17, com 11 triunfos da rapaziada, três empates e três pisadas no balão. No primeiro, o "Almirante" cravou 2 x 1, em  18 de janeiro de 1925). Os 3 x 3 são, ainda, o maior escore dos jogos não oficiais entre ambos.  

VASCO  2 x 1 COMBINADO DA AMEA, isto é, Associação Metropolitana de Esportes Athléticos. Um amistoso contra um selecionado do Rio de Janeiro, em 1928, com Russinho e Hespanhol comparecendo ao barbante.

VASCO 3 X 0 MADUREIRA ficou pela metade da balaiada que você vai ler abaixo, sobre o "Cantusca". Esta aqui valeu pelo Campeonato Carioca-1940, em uma quarta-feira, na Colina, onde Alfredo I, Villadóniga e Manuel Rocha mandaram ver. O inglês HarryWelfare treinava o time que esteve asssim: Chiquinho, Jahu e Florindo; Manuel Rocha,  Zarzur e Argemiro: Alfredo I,  Alfredo II, Villadoniga, Gonzalez e Orlando

VASCO 2 X 0 FLUMINENSE, clássico domingueiro diferente, no Estádio Caio Martins, em Niterói. Apitado por MacPherson Dundas na fase em que o treinador uruguaio Ondino Viera, que havia montado o “Expresso da Vitória”, voltara para as Laranjeiras, deixando Flávio Costa colher as glórias conqusitadas por um dos times mais fortes do mundo. Ademir Menezes marcou os dos gols, um em cada etapa, valendoo Campeonato Carioca-1949, com esta gente: Barbosas, Augusto e Laerte; Ely, Danilo e Alfredo II; Nestor, Maneca, Ademir, Heleno de Freitas e Chico. Naquela temporada, o Vasco foi o campeão estadual, com 18 vitórias em 20 jogos, além de dois empates. Marcou 84 gols, ficando com um impressionante saldo de 60, dos quais mais da metade (31) saiu do talento de Ademir Menezes.         
                                                                                                                   
VASCO 3 X 2 BOTAFOGO já foi na “Era Maracanã”. Clássico dominical, compôs a tabela do Campeonato Carioca-1955, com o paraguaio Parodi e os paulistas Sabará e Pinga comparecendo ao filó. Flávio Costa era o técnico desta formação: Hélio, Paulinho de Almeida (foto) e Haroldo: Orlando, Laerte e Beto; Sabará, Valter Marciano, Vavá, Pinga e Parodi. 

VASCO 6 X 0 CANTO DO RIO rolou em São Januário, onde não havia perdão para o time de Niteroi. Ainda mais em um domingo. Neste estrago citado acima, válido pelo Campeonato Carioca-1960, o técnico Abel Picabea cansou-se de comemorar com: Ita, Paulinho de Almeida e Bellini; Laerte, Orlando e Coronel; Sabará, Vanderlei, Wilson Moreira, Waldemar e Pinga.

VASCO 4 x 1 AMÉRICA-RJ, no Maracanã,  é do Campeonato Carioca-1965.  Frederico Lopes apitou e os gols cruzmaltinos foram de Maranhão, aos 5 min do primeiro tempo; Célio, aos 5 (50); Lorico, aos 8 (53) e aos 24 (69) do segundo tempo. Zezé Moreira érea o treinador, com esta rapaziada lhe obedecedndo: Gainete, Ari, Brito, Fontana e Oldair; Maranhão e Lorico; Luisinho, Mário, Célio e Zezinho. Técnico: Zezé Moreira. 

VASCO 1 XC 0 CRB-AL teve gol marcado por Roberto Dinamite, aos 21 minutos do primeiro tempo, pelo Campeonato Brasileiro-1976, no Maracanã. Confrontado em um sábado, com 19.614 almas presentes ao então segundo pega oficial entre os dois –  no primeiro (29.11.1972), placar mudo: 0 x 0. Houve um terceiro encontro (14.05.1978), com a moçada mandando 2 x 0.  No jogo citado acima, o treinador Paulo Emílio escalou: Mazaropi; Toninho, Marcelo, Gaúcho e Marco Antônio; Zé Mário, Zanatta e Galdino; Luis 'Fumanchu', Dé, Roberto Dinamite e Luís Carlos.     
VASCO 3 X 0 GOIÁS é do Campeonato Brasileiro-1977, na casa do adversário, o Estádio Serra Dourada, em Goiânia, em um domingo. Wilsinho (2) e de Roberto Dinamite encaçaparam durante a grande exibição cruzmaltina, assistida por 26.549 pagantes, com renda de Cr$ 840 mil, 654 cruzeiros e apito de  Luiz Zetterman Torres-RS. Orlando Fantoni era o treinador destes caras massacrantes: Mazaropi; Orlando ‘Lelé’, Abel Braga, Geraldo e Marco Antônio; Zé Mário e Zanata: Wilsinho (Guina), Roberto Dinamite, Paulinho (Zandonaide) e Dirceu.   

 Acrescente na "Vascodata" 30 de outubro: Vasco 1 x 1 Palestra Itália-MG, em 1927; 1 x 1 São Paulo, em 1988; 1 x Corinthians, em 2005;  Vasco 2 x 2 Atlético-PR, em 2008, e 0 x 0 São Paulo, em 2011. 

                                                   31 DE OUTUBRO
Rivais caseiros, de outras plagas e "hermanos" de pontos mais distantes do continente curvaram-se ante os bicos da chuteiras cruzmaltinas, nos 31 de outubro. Alguns descuidados levando goleadas e vendo o choro se repetindo. Dá pra conferir:   VASCO 1 X 0 ESPERANÇA - Velhos tempos em que a rapaziada disputava o seu quinto campeonato estadual. Era 1920 e o "Almirante" navegava pela Segunda Divisão. No dia, quem tocou fogo na caldeira da esquadra foi Aristides Esquerdinha.
VASCO 4 X 3 AMÉRICA - Na época, foi um grande clássico do Campeonato Carioca-1937. Jogo em casa, com o mineiro Niginho (3) e o fanático vascaíno Alfredo dos Santos, que só sentia-se bem com a jaqueta cruzmaltina, tocando fogo no "Diabo". Pesquisadores divergem sobre a escalação, com a mais provável sendo:: Joel, Poroto e Zé Luis; Oscarino, Zarzur e Calocero; Lindo, Alfredo, Niginho, Mamede e Luna.
VASCO 3 X 1 AMÉRICA - O raio caiu no mesmo lugar, isto é, na mesma data, pois a pugna desenrolou-se no estádio da Rua General Severiano. Corria o 31 de outubro do Campeonato Caroca-1948 e a fase já era do "Expresso da Vitória". A mediação foi do inglês Cyrill John Barrick e os maiores baluartes cruzmaltinos da jornada Dimas (2) e Ademir Menezes. A turma toda: Barbosa, Augusto e Wilson; Ely, Danilo e Jorge; Maneca, Ademir Menezes, Dimas, Ismael e Chico.
VASCO 4 X 3 FLU - Até aquele domingo, os dois rivais haviam ultrapassado a barreira dos 60 confrontos pelo título estadual. O 63º, pelo Campeonato Carioca-1954, foi de comemoração dupla para os cruzmaltinos, no Maracanã. Além da vitória, eles encerraram uma série de seis jogos sem verem os tricolores  atrás no placar, dentro daquela competição. Era a 1.497º vez que o "Almirante" rolava a pelota, com grandes emoções e brindes no barbante oferecidos por Alvinho, aos 6 minutos do primeiro tempo e aos 5 do segundo; Vavá, aos 43 da etapa inicial, e Sabará, aos 30 da final. Apitado por Josef Gulden, o clássico teve, ainda, um gol conta marcado por Bellini. O treinador Flávio Costa, que tinha o apelido de "Alicate", torceu o adversário contando com a força de: Barbosa, Paulinho de Almeida e Bellini; Mirim, Laerte e Dario; Sabará, Maneca, Vavá, Pinga e Alvinho.        
VASCO 3 X 2 BOTAFOGO - Um dos jogos mais emocionantes desse duelo rolou em 31 de outubro de 1955, em uma tarde de domingo, no Maracanã, com 3 x 2 para a "Turma da Colina", pelo Campeonato Carioca, com apito de Eunápio de Queirós e a renda de Cr$ 615 mil, 872 cruzeiros e 20 centavos.
Vavé vê a bola sacudir o barbante alvinegro 
Sabará, o paraguaio Sílvio Parodi e Pinga marcaram os tentos cruzmaltinos, que eram treinador por Flávio Costa, que escalou: Hélio; Paulinho de Almeida e Haroldo; Laerte, Orlando e Beto; Sabará Valter Marciano, Vavá, Pinga e Parodi.  
Os botafoguenses, treinados por Zezé Moreira, que havia comandado a Seleção Brasileira na Copa do Mundo-1954, contavam com gente de peso, como Nilton Santos, Garrincha e Paulinho Valentim, principalmente.
VASCO 4 X 2 BONSUCESSO – Velho freguês comparecendo ao Maracanã, para ser batido pelos gols de Zezinho, aos 16; Célio, aos 31 e aos 54, e de Saulzinho, aos 67. Eunápio de Queiroz apitou e o treinador e ex-zagueiro cruzmaltino Ely doi Amparo escalou para a missão de descolorir os rubro-anis: Miltão, Joel Felício, Caxias, Fontana e Barbosinha; Maranhão e Lorico; Mário, Célio, Saulzinho e Zezinho.
VASCO 1 X 0 BOTAFOGO -  O "Almirante" foi ao quinto pega contra os alvinegros pelo primeiro Campeonato Brasileiro de Futebol, em 1971, antes da unificação, como um autêntico "estraga prazer". O rival jogaria a sua 100º partida pela disputa e planejara uma grande vitória, par comemorar, é claro. Só quem saiu para o abraço foi o meio-campista cruzmaltino Buglê, aos 36 minutos do primeiro tempo. Até ali, rolava o quinto duelo entre ambos pela disputa, que tinha um triunfo da rapaziada a mais (3 x 2), além de quatro tentos para cada lado. Jogado no Maracanã, o time do treinador Admildo Chirol apresentou-se com: Andrada; Fidélis, Moisés, Renê e Alfinete: Alcir, Buglê e Afonsinho; Dé, Ferretti (Adílson Albuquerque) e Rodrigues.   

VASCO 7 X 1 VOLTA REDONDA - Naquele 1985,  Romário e Mauricinho achavam que a sorte havia brigado com eles. Então, reuniram-se ao treinador Antônio Lopes e foram a uma paróquia de Copacabana, procurar o Frei Laudelino, irmão de Levi Lafetá, candidato à presidência do Vasco da Gama. Choro rolado, o frei barbadinho prometeu manter contatos com a “turma lá de cima” e celebrou missa para acabar com a choradeira dos reclamões.
 A julgar pelo que aconteceu depois, o culto religioso deu certo e quem “pagou o pato”  foi Volta Redonda. Na rodada seguinte – 31.10 –, em noite de quinta-feira, levou  a maior goleada do Estadual-RJ:  7 x 1, com Romário abrindo o seu saco de maldades e colocando o goleiro pra chorar, por três vezes, aos 26, 36 e 86 minutos.  – Fernando, aos 20; Roberto Dinamite, aos 49;  Santoso, aos 50, e Gersinho, aos 88, completaram a balaiada.
O pega foi no Maracanã, apitado por Aloísio Felisberto, assistido por 2.785 pagantes, que gastaram CR$ 31.690 mil cruzeiros (moeda da época). Os vascaínos aterrorizantes foram: Acácio; Heitor, Newmar, Fernando e Paulo César; Vitor, Gersinho e Luis Carlos; Santos (Silvinho), Roberto Dinamite, (Geovani) e Romário.
 O "Voltaço”, que teve um atleta expulso de campo, era treinada por um ex-zagueiro cruzmaltino da década-1940, Wilson Francisco Alves, o “Capão”
GÊNERO - Na verdade, ir à missa pedir ajuda celestial era choro demais dos vascaínos, pois, até ali, eles haviam perdido só uma partida do Estadual – 0 x 2 Fluminense. Pelo meiodo caminho, haviam goleado a Portuguesa e o maior rival, o Flamengo, respectivamente, por 5 x 2 e 4 x 0 – 2 x 1 Goytacaz; 0 x 0 Fluminense; 1 x 1 Volta Redonda; 2 x 0 Bonsucesso; 2 x 0 Olaria; 0 x 0 Botafogo; 1 x 1 Bangu; 2 x 0 America; 1 x 1 Americano; 0 x 0 Portuguesas e 3 x 0 Goytacaz haviam sido os outros resultados. Após os 7 x 1 pra cima da “Lusa da Ilha do Governador”, rolaram: 4 x 0 Bonsucesso; 2 x 1 Olaria; 1 x 0 Botafogo; 1 x 1 Americano; 0 x 1 Bangu; 0 x 1 América e 0 x 2 Flamengo.
Se tivesse vencido os jogos dessas três derrotas consecutivas, o Vasco totalizaria 35 pontos, mesma quantia do Bangu, o que mais pontuou, mas perdeu o título, no regulamengto, para o Fluminense (34). Totalizando 29, o “Almirante” ficou atrás, ainda, dos rubro-negros (33). Logo, precisariam voltar mais vezes aos barbadinhos.
Antônio Lopes  foi o mandante do massacre, executado por: Acácio; Heitor, Fernando, Newmar e Paulo César; Vitor, Luis Carlos Martins e Gersinho; Santos (Silvinho), Roberto Dinamite (Geovani) e Romário.
VASCO 7 X 1 GOYTACAZ - Vencer times do interior do RJ nos 31 de outubro, por 7 x 1 não ficou restrito ao placar citado acima. Em 1991, a nova vítima foi da cidade de Campos, coincidentemente, pela mesma Taça Rio e em uma quinta-feira. Só que em  São Januário.  Orlando Gomes Leonor foi o juiz, Antônio Lopes seguia treinador e mandante do "mesmo tipo de "crime, cometido por: Carlos Germano; Pimentel, Jorge Luís, Alexandre Torres e Cássio;   França, Geovani, Bismarck (Macula) e William; Sorato e Bebeto (Mauricinho). Na marcha da contagem,  Jorge Luís, aos 2; William, aos 8, e Bebeto, aos 45', abriram a porteira; Bebeto, aos 21; Alexandre Torres, aos 39; Bismarck, aos 43, e Sorato, aos 45 da etapa final, fizeram o resto.
VASCO 2 x 1 Atlético-PR - Tarde de domingo na Colina, quando a "maricota" começou a rolar. O "Animal" Edmundo estava com fome (de bola) e foi à luta. Mordeu as redes, aos 14 e aos 84 minutos, diante daquele cardápio da primeira fase do Campeonato Brasileiro-1999. O preparador de apetites do placar rapaziada, Antônio Lopes, colocou a responsabilidade nos costados de: Carlos Germano, Paulo Miranda, Odvan, Mauro Galvão, Gilberto (Alex Oliveira), Felipe, Nasa (Fabiano Eller), Amaral, Ramon, Viola (Donziete) e Edmundo. 

VASCO 1 X 0 ROSÁRIO CENTRAL-ARG - Em São Januário, por aquela época, era comum a torcida não saber da renda do jogo. Como naquela noite de terça-feira em que cerca de 8 mil deles pagaram para assistir uma cena não muito comum, ou "incomuníssima", como diria o vascainíssimo torcedor Vasco Vasconcelos: o zagueiro Júnior Baiano, grande inimigo da técnica,  lançando e meia Juninho Paulista encaçapando – aos 19 minutos do primeiro tempo. Liderada pelo técnico Oswaldo de Oliveira, a esquadra da casa preliou pela Copa Mercosul-200, batendo os "hermanos" com serviços de: Hélton; Clebson, Odvan, Júnior Baiano e Jorginho Paulista (Alex Oliveira); Jorginho Amorim, Paulo Miranda, Juninho Pernambucano e Juninho Paulista; Viola e Pedrinho (Siston). O apito foi do chileno Mário Sánchez Yanten.   

VASCO 3 X 2 GOIÁS - Vitória com placar apertado, mas importante, por ter rolado na cassa do adversário, o Estádio Serra Dourada, em Goiânia. Valeu pela fase única do Campeonato Brasileiro-2007, com a rapaziada torrando duas pipocas de frente, no primeiro tempo – Alan Kardec, aos 31, e Leandro Amaral, aos 41. Aos 70, Alan Kardeck voltou à rede. Comandado pelo treinador gaúcho Valdyr Espinosa, o "Almirante" do dia navegou levando: Cássio; Wagner Diniz, Luizão (Júlio Santos), Jorge Luís e Rubens Júnior; Leandro Bonfim, Amaral, Conca e Thiaguinho (Andrade); Alan Kardeck e Leandro Amaral..  

A "VASCODATADTA" 31 de outubro inclui: Vasco 1 x 1 Campo Grande, em 1982;  Vasco 2 x 2 Ponte Preta, em 2004; Vasco 1 x 1 Fortaleza, em 2009, e Vasco 1 x 1 Paraná, em 2014.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

OS LANCES DO DIA - ALMIR E ADEMIR

   

 
O atacante Almir Albuquerque foi um dos grandiosos nomes do Vasco da Gama na década-1950.


O zagueiro Juvenal e o goleiro Oswaldo Baliza tentaram evitar o gol, mas quem estava chegando no lance, para conferir, era o matador Ademir Menezes. E, com um petardo fatal, ele levou o Vasco à vitória, pro 1 x 0, sobre o Botafogo, em 30 de novembro de 1952, em mais um triunfo da rapaziada durante a campana do título carioca de 1952. Jogado no Maracanã, o clássico rendeu Cr$ 707 mil, 474 cruzeiros e 30 centavos, e foi apitado por George Dickens. Treinado por Gentil Cardoso, a Turma da Colinafoi: Barbosa, Augusto e Haroldo; Ely, Danilo e Jorge; Sabará, Genuíno, Maneca, Ademir e Chico.   (foto reproduzida da revita "Esporte Ilustado", de 12.02.1953)

terça-feira, 27 de outubro de 2015

HISTORI&LENDAS CRUZMALTINAS NO ALÉM

Na noite de 1970 em que o Vasco quebrou o tabu, de 12anos  sem conquistar o título do Campeonato Carioca de Futebol, o massagista "Pai" Santana não deixou de fazer a sua festa particular. Vestido de branco, acendeu 22 velas no gramado do Maracanã, segundo ele, para agradecer à ajuda do caboclo Pena Banca. Além daquilo, Santana levou  sal grosso, cachaça e defumador. E fez um "trabalho" no vestiário. Depois, trancou a porta, escondeu a chave e avisou aos jogadores que ninguém poderia pisar no campo, antes do horário marcado para subir o túnel que leva ao gramado.  Se alguém lhe desobedecesse,  cortaria a sua corrente de energia positiva para a vitória, avisou. assoprado o apito final, o "Pai" Santana garantiu que Vasco 2 x 1 Botafogo, com gols de Gílson Nunes e de Valfrido, foi por causa da sua reza brava.  

TRAGÉDIAS DA COLINA - MARCELO&PEREIRA

ZEra noite de 27 de outubro de 1964. O Vasco pegava o Flamengo, e o Maracanã viveu uma de suas histórias mais sinistras. Aconteceu no primeiro minuto do segundo tempo.
 O Vasco vencia, por 1 x 0, com gol de Célio, aos 31 minutos. Aos 44, quando administrava o placar, para virar de etapa na frente, o volante rubro-negro Carlinhos, empatou. O treinador cruzmaltino, Ely do Amparo, ficou uma fera com o seu goleiro, Marcelo, acusando-o de falha no lance. O clima ficou quente entre eles, no intervalo, e quase foram aos tapas.Mas o bem pior ainda viria.
FOTO REPRODUZIDA DA "REVISTA DO ESPORTE"
 Pouco depois da saída de bola para a fase final, o meia flamenguista Nelsinho  livrou-se da bola, desferindo um chute fraco e despretensioso, da intermediária. Marcelo, incrivelmente, deixou a bola passar por entre as pernas. Abalado, ele foi até Ely do Amparo e pediu que o substituísse, pois considerava-se descontrolado emocionalmente, para continuar. Durante 15 minutos, os colegas tentaram serenar o seu estado psicológico, e até os rubro-negros lhe foram solidários, também o pedindo para ficar. Mas de nada adiantaram os apelos. Marcelo saiu de campo chorando, aplaudido pelo público de 44.346 torcedores.  Deixou o gamado, para nunca mais voltar.
 Marcelo Antônio de Araújo Cunha, nascido em 04.11.1938, em Itanhandu-MG, começou a carreira pelo Yuracan, de Itajubá-MG. Depois, passo por São Paulo, Palmeiras, Ferroviária, de Botucatu-SP e Bonsucesso, antes de chegar à Colina. O Vasco daquela tragédia foi: Marcelo (Levis), Joel, Caxias, Fontana e Barbosinha; Maranhão e Alcir; Zezinho, Célio, Mário e Ronaldo. O Flamengho era: Marcial; Murilo, Ditão, Ananias e Paulo Henrique; Carlinhos e Nelsinho; Carlos Alberto, Beirute, Paulo Alves e Osvaldo. Técnico: Flávio Costa. O juiz foi Frederico Lopes.

2 -  Em 1969, o Vasco tinha um zagueirão, o Pereira, que a imprensa o chamava de “Pau Pereira”, por motivos óbvios. Buscado no Canto do Rio, onde tinha salário de Cr$ 10 mil cruzeiros mensais, sem receber bichos por vitórias, ele passou a ganhar oito vezes mais em São Januário. Quando chegou o momento da renovação do vínculo, pediu Cr$ 160 mil, além de “luvas”.
A pedida do Pereira virou um terror na diretoria cruzmaltina. Acusaram alguns ídolos da torcida de orientá-lo, para tirarem proveito da situação, ou seja, se o “Pau Pereira” levasse tanto, eles pediram muito mais, afinal, eram astros. Além de não topar o que o jogador pedia, o Vasco preparou uma lista de “indesejáveis” do clube, na qual incluiu  Brito, Barbosinha, Nei Oliveira  e Nado, entre outros titulares. Quanto ao ingênuo do Pereira, foi parar no Madureira, que tinha tanta grana quanto o Canto do Rio. Que tragédia!  
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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

CALENDÁRIO DE 26, 27 E 28 DE OUTUBRO

                                                26 DE OUTUBRO
No 26 de outubro  rolou o último gol cruzmaltino de Roberto Dinamite, o primeiro duelo de Tostão contra o Cruzeiro, goleadas e ultrapassagem sobra a dupla Fla-Flu. Entre outros. Confira:  
VASCO 3 X 1 RIVER-RJ - Dia de glória do atacante Paschoal, autor de três tentos da vitória, de virada, todos no segundo tempo,  no estádio da Rua Moraes e Silva, onde o "Almirante" mandou os seus primeiros jogos na elite do Campeonato Carioca. Naquela temporada, o time ficou bi, comandado pelo uruguaio Ramón Platero, dois anos após sair da Segunda Divisão. Formação do dia: Nélson, Leitão e Mingote; Brilhante, Claudionor e Artur; Paschoal, Torterolli, Russinho,. Cecy e Negrito. 

VASCO 3 X 2 ANDARAHY - Até o 26 de outubro de 1930, o "Almirante" a havia se defrontado em 14 oportunidades contra aquele adversário. A superioridade era enorme: 13 vitórias e um empate. Naquele dia, com Tinoco, Mário Mattos e Sant´Anna  passeando no filó, chegou a 40 bolas na rede, contra 13 gols sofridos.   

VASCO 1 x 0 FLUMINENSE - Peça antiga do Campeonato Carioca-1941, com gol desabrochado por Orlando Rosa Pìnto, em São Januário, em um domingo. Naquele dia, os tricolores nem desconfiavam  que, pouco depois, o seu treinador, o uruguaio Ondino Viera, se bandearia pelos lados da Colina, a fim de para montar o imparável "Expresso da Vitória". Naquele dia, ele foi vencido pelo colega Telêmaco Frazão de Lima, que colocou no gramado: Chiquinho, Osvaldo Saldanha, Florindo, Figliola, Zarzur, Alfredo II, Dacunto, Orlando, Gonzalez, Villadoniga e Moacir. A pugna foi apitada por José Ferreira Lemos.
VASCO 4 x BANGU - Cumprimento de pauta dominical, pelo Campeonato Carioca-1947, à Rua Conselheiro Galvão. Como o adversário era tradicional "freguês de caderno", o técnico Flávio Costa cobrou e os atacantes Lelé, Djalma, Friaça e Maneca, que eram pagos pra fazerem gols, não fizeram mais do que as suas respectivas obrigações. Garantiram o bicho da rapaziada: Barbosa, Wilson e Rafagnelli; Ely, Danilo e Jorge; Djalma, Lelé, Maneca, Dimas e Friaça. Naquela tarde, o apito ficou por conta de Mário Gonçalves Vianna.

VASCO 2 X 1 SÂO CRISTÓVÃO - Parada duríssima, pelo Campeonato Carioca-1952, na casa do adversário, à Rua Figueira de Melo. Tão dura que o "Santo" chegou a igualar o placar, aberto, no segundo tempo, por Edmur – Chico fechou a conta do jogo integrante da campanha do último título do "Expresso da Vitória", guiado pelo seu terceiro treinador, Gentil Cardoso, que confirou em:  Barbosa, Augusto e HAroldo; Ely, Danilo e  Jorge; Edmur, Ademir, Ipojucan, Maneca e Chico. O apito foi de  Mário Gonçalves Vianna.
VASCO 1 x 0 CRUZEIRO - Estava na 14ª rodada do Campeonato Brasileiro-1972, com um detalhe: Tostão,  o maior ídolo da torcida cruzeirense e maior artilheiro da história do clube mineiro (249 gols, em 379 jogos), estava com a jaqueta vascaína, enfrentando, pela primeira vez, o seu consagrador. Aconteceu em uma quinta-feira, no Maracanã, apitado por José Faville Neto-SP, na presença de 17.249 pagantes – renda de Cr$ 108.817,00 – que viram Luís Fumanchu balançar o barbante. Treinado por Mário Travaglini, os abatedores de "Raposa" foram: Andrada; Fidélis, Joel Santana, Renê e Alfinete; Alcir e Buglê; Jorginho Carvoeiro, Silva (Dé), Tostão e Marco Antônio (Luís Fumanchu).

VASCO 2 X 0 MADUREIRA - Visitas de "freguês de caderninho" à Colina. Corria o segundo turno do Estadual-1974, em São Januário, e o placar só foi mexido no segundo tempo: Jair Pereira, aos 12, e Roberto Dinamite, aos 26 minutos. Arthur Ribeiro Araújo apitou, 7.506 passaram pelas bilheteria e o treinador Mário Travaglini convocou: Andrada; Fidélis, Miguel, Moisés e Alfinete, Gaúcho, Zanata e Ademir (Fred); Bill, Roberto e Luís Carlos Lemos (Jair Pereira).

VASCO 1 X 0 GOYTACAZ - Em 26 de outubro de 1992, Roberto Dinamite marcou o último gol de sua carreira. Bateu na rede do Goytacaz, de Campos-RJ, pela quarta rodada da Taça Rio, o segundo turno do Campeonato Estadual do Rio de Janeiro. Era uma segunda-feira, quando ele pisou no gramado de São Januário e balançou o filó, aos 46 minutos do primeiro tempo, escrevendo o placar da partida apitado por Roberto Costa, diante de 74 mil pagantes, sem renda divulgada. Treinado por Joel Santana, o time do último Dinamite na rede teve: Carlos Germano; Luis Carlos Winck, Jorge Luís, Alexandre Torres e Cássio: Luisinho Quintanilha, Leandro Ávila, Bismarck e Carlos Alberto Dias; Edmundo e Roberto Dinamite (Valdir ‘Bigode’). 
MEMORIAL - A história do "matador" Roberto Dinamite começou na noite da quinta-feira 25 de novembro de 1971, em Vasco 2 x 1 Internacional-RS, no Maracanã, pelo então chamado Campeonato Nacional. Foi quando  ganhou o apelido, do “Jornal dos Sports”, que estampou: “Garoto Dinamite explodiu”.   Saído do  Esporte Clube São Bento, de Caxias-RJ, ele chegou à Colina levado por Fernando Ramos, que tinha o mesmo apelido (Gradim) de um antigo treinador vascaíno. Aos 12 anos de idade, era chamado por “Calu”. A sua vocação para o gol foi mostrada, em quatro temporadas (46 tentos) pelas categorias de base. Depois, rolou uma história de 708 maldades com goleiros, em 1.110 partidas cruzmaltinas, tendo o último compromisso sido em 24 de março de 1993, uma quarta-feira à noite, no Marcanã, diante do espanhol La Coruña. Encerrada a carreira, foi eleito vereador e deputado estadual, já tendo passado  pelas legislaturas de 1994/98/02/06/10/14. Em 27 de junho de 2008, tornou-se o primeiro ex--atleta eleito presidente do Vasco, somando 140 votos, contra 103 do candidato indicado pelo antecessor (Eurico Miranda), Amadeu Pinto da Rocha. Foi reeleito e comandou o clube por dois mandatos. 


VASCO 4 X 3 CRICIÚMA-SC - Rolava a primeira fase do Campeonato Basileiro-1997, quando a rapaziada foi à casa do adversário – Estádio Heriberto Hulse –, na cidade do mesmo nome do clube, e abriu dois gols de frente, no primeiro tempo  - Ramon Menezes, aos 10, e Edmundo, aos 38. Na fase final, os anfitriões igualaram o marcador, mas Edmundo fez mais um e Ramon fechou a conta, aos mais um , aos 74 minutos.  O treinador Antônio Lopes comandava: Márcio. Filie Alvin, Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Luisinho (Moisés), Fabrício Carvalho (Nélson) e Ramon; Mauricinho (Pedrinho), Edmundo e Evair.  

VASCO 3 x 1 FLAMENGO - Valeu pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro-2006, em uma quinta-feira, no Maracanã. Já rolava o returno e 41.442 pagantes deixaram na casa a renda de R$ 552.660,00, além de ouvirem o apito de Paulo César de Oliveira-SP naquela vitória de virada. Vazado, aos 14 minutos, o "Time da Colina" não deixou o rival se empolgar. Aos 41 minutos, Abedi empatou. Na etapa final, Leandro Amaral colocou a casa em ordem, aos 15, para Jean fazer a festa, aos 45. Renato "Gaúcho" Portaluppi comandou a caçada ao "Urubu", com: Cássio; Thiago Maciel, Fábio Braz, Dudar e Diego; Ygor, Andrade, Abedi (Amaral) e Ramón (Mádson); Jean e Leandro Amaral (Coutinho).
VASCO 8 X 3 AURORA-BOL - Goleadíssima que valeu noite de vaga às quartas de final da Copa Sul-Americana-2011, em São Januário,  Os trabalhos noplacar foram abertos aos 9 minutos, quando Bernardo driblou dois defensores bolivianos e disparou a chamada bomba na rede: 1 x 0. Os visitantes empataram, mas o "Almirante"  desempatou, aos 38. Alecsandro aparou cruzamento de Juninho e não perdoou os visitantes:  2 x 1. Jogador mais participativo do Vasco, Alecsandro voltou a marcar, aos 44 minutos, executandou mais um perfeito cruzamento de Julinho: 3 x 1, registro da primeira etapa.
O Vasco voltou do intervalo com com a mesma fome de gols. Aos três minutos, Fagner lançou Alecsandro, que serviu Leandro, que cravou: 4 x 1. Aos 22,  Fagner foi derrubado dentro da área e Juninho Pernambucano bateu o pênalti: 5 x 1. Aos 27, o Aurora, que só  fazia contra-ataques, diminuiu : 2 x 5. Cinco minutos depois, a moçada respondeu, com Bernardo escrevendo: 6 x 2. Aos 37, Douglas subiu mais que toda defesa boliviana e fez mais um: 7 x 2. Ainda faltava o gol de Allan, que fez grande jogada e tocou na saída do goleiro: 8 x 3. Humilhadores de bolivianos: Fernando Prass; Fagner, Renato Silva, Douglas e Julinho (Jumar); Nilton, Fellipe Bastos, Juninho Pernambucano e Bernardo (Elton); Leandro (Allan) e Alecsandro. Técnico: Cristóvão Borges.
A "Vascodata" 26 de outubro tem também: Vasco 3 x 3 São Cristóvão, em 1953; Vasco 2 x 2 América-RJ, em 1963; Vasco 1 x 1 Fluminense, em 1980, e Vasco 3 x 3 Paraná, em 2003.                                       
                                                              27 DE OUTUBRO
Uma data de poucas vitórias (e jogos vascaínos) , o 27 de OUTUBRO. Mas com muitas emoções, inclusive, com gol no último minuto. Saiba disso:

VASCO 1 X 0 FLAMENGO - Domingo, no estádio das Laranjeiras. Chegava o Flamengo para um grande duelo, válido pelo Campeonato Carioca-1929, levando dois treinadores, Joaquim Guimarães e Raphael Candiota. Orientado pelo inglês Harry Welfare e sob  o apito de Carlos Martins da Rocha, o Carlito, mandou 1 x 0, com Russinho cobrando pênalti, no primeiro tempo. Time da vitória: Jaguaré, Brilhante e Itália; Tinoco, Fausto e Mola; Paschoal, Russinho, Oitenta-e-Quatro, Mário Mattos e Santana.
Aquele foi o 12 jogo entre os dois clubes, com seis vitórias vascaínas e dois empates. No confronto (iniciado em 29 de abril de 1923, com Vasco 3 x 1), a “Turma da Colina” já estava na frente, embora o seu futuro maior rival (o primeiro foi o América) tivesse quatro anos a mais de rodagem. Foi um dos triunfos da campanha do título vascaíno daquela temporada carioca, disputada por 11 times que se pegaram em dois turnos e decidida contra os americanos, em uma melhor de três. O 1 x 0 não poderia ser considerada vitória por acaso, pois a rapaziada havia batido os rubro-negros, por 3 x 2, no primeiro turno (14.07.1929).

VASCO 5 X 2 MADUREIRA – Amistoso convidado pelo adversário, com Gradim, Kulo, Luna, Bahianinho e Luis de Carvalho sacudindo o filó. Primeiro encontro entre os dois clubes nestas circunstâncias - o segundo foi em 13 de março de 1939, em Conselheiro Galvão, com os cruzmaltinos mandando 4 x 2.

VASCO 3 X 2 SÃO PAULO - Além de colocar "Urubu" em queda livre, em um outro 27 de outubro, no de 1968, o "Almirante" mandou reza brava pras cima de um santo, com quem se encontrava desde 4 de junho de 1940. Valeu pelo Torneio Roberto Gomes Pedrosa – à época chamado Taça de Prata –,  no Maracanã, em um domingo, com vitória de virada e gols cruzmaltinos marcados por  Silvinho, aos 27; Jurandir (contra), aos 42, e Beneti, aos 87 minutos. O público foi de 26 mil e 54 pagantes, o argentino Roberto Goecochea apitou, Paulinho de Almeida era o treinador e o time batedor era formado por: Pedro Paulo; Ferreira, Brito, Fernando e Eberval; Alcir e Buglê (Benetti); Nado, Adílson Albuquerque, Valfrido e Silvinho (Bianchini).

VASCO 1 X 0 CORITIBA - O sérvio Petkovic serviu neste jogo para dar os três pontos ao "Almirante", na última bola do jogo, aos 46 minutos do segundo tempo. Vitória importante por ter sido na casa do adversário – Estádio Couto Pereira, em Curitiba –, valendo pelo Campeonato Brasileiro-204.  Rodrigo Martins Cintra-SP apitou e Joel Santana era o treinador vascaíno deste time: Cássio; Thiago Maciel, Fabiano, Henrique e Chiquinho (Diego); Silva, Emerson, Coutinho e Petkovic; Marco Brito (Rubens) e Anderson (André Lima).   

Na "Vascodata" 27 de outubro, acrescente: Vasco 1 x 1 América de Três Rios-RJ,  em 1991, e Vasco 1 x 1 Fluminense, em 1992    
                                             
                                             28 DE OUTUBRO
O  28 de outubro é poucas vitórias e muitos empates. Digamos que foi uma data de trabalhar em pedreiras. Se bem que os adversários das igualdades são pesos pesados. Confere? Vejamos:   28.10.1951 – Vasco 1 x 1 Botafogo; 28.10.1970 – Vasco 0 x 0 Bahia; 28.10.1972 - Vasco 0 x 0 Palmeiras; 28.10.1990 - Vasco 0 x 0 Corinthians; 28.10.2011 - Vasco 2 x 2 Fluminense; 28.10.2007 - Vasco 2 x 2 Palmeiras. Agora, confira vitórias:

VASCO 2 X 0 AMÉRICA - Com apito de Alzilar Costa, pela sexta rodada do segundo turno do Campeonato Carioca-1945,  o rival carioca foi batido  em tarde domingueira,  em São Januário. O treinador era o uruguaio Ondino Vieira, os gols foram marcados, no segundo tempo,  por Chico e Berascochea, e o time teve: Rodrigues, Augusto e Rafagnelli; Ely, Berasacochea e Argemiro; Ademir Menezes, Lelé, Isaías, Jair Rosa Pinto e Chico.   A temporada-1945 foi de taça nas mãos dos cruzmaltinos. Eles conquistaram os dois turnos da disputa contra 10 times, pelo sistema todos contra todos. Em 18 partidas, foram 13 vitórias e cinco empates, com 58 gols pró e saldo de 43.

 VASCO 4 X 0 BONSUCESSO -    Valter Marciano (2), no primeiro tempo, além de Vavá (cobrando pênalti), e Pinga, na etapa final, chegaram nas redes nesta goleada, em um domingo, no Maracanã, pelo Campeonato Carioca-1956. Era o segundo jogo do returno e o 14º  invicto do time do técnico Martim Francisco na temporada regional.  Eunápio de Queiroz apitou a nervosa partida que teve dois vascaínos, Sabará e Vavá expulsos de campo. O  “Clube da Faixa” formou com: Carlos Alberto; Paulinho de Almeida, Bellini e Coronel; Laerte e Orlando; Sabará, Livinho, Vavá, Válter e Pinga. O “Bonsuça” fora um adversário difícil no primeiro turno, caindo por 3 x 2. Mas a “Turma da Colina” mandou oito goleada durante aquela grande campanha – 16 vitórias, quatro empates e duas quedas, em 22 compromissos – de 1956, que terminou com taça e faixa na Colina e a rapaziada marcando 58 vezes – s saldo de 41 bolas no filó.

VASCO 2 X 1 FRIBURGUENSE - 1984 - Tempos do glorioso Edu Coimbra como treinador da "Turma da Colina" e jogo na casa do adversário, o Estádio Eduardo Guinle, em Nova Friburgo. Valeu pelo Estadual-1984, apitado por Wilson Carlos dos Santos, assistido por 4.046 pagantes. Roberto Dinamite abriu o placar, aos 7 minutos, eles empataram e o mesmo Roberto desempatou, aos 42 do segundo tempo. Quem subiu a serra? Roberto Costa; Edevaldo, Ivã. Daniel González e Donato; Chi­na, Geovani e Marquinho (Marcelo); Mauricinho, Roberto e Rômulo.  28 DE OUTUBRO
O  28 de outubro é poucas vitórias e muitos empates. Digamos que foi uma data de trabalhar em pedreiras. Se bem que os adversários das igualdades são pesos pesados. Confere? Vejamos:   28.10.1951 – Vasco 1 x 1 Botafogo; 28.10.1970 – Vasco 0 x 0 Bahia; 28.10.1972 - Vasco 0 x 0 Palmeiras; 28.10.1990 - Vasco 0 x 0 Corinthians; 28.10.2011 - Vasco 2 x 2 Fluminense; 28.10.2007 - Vasco 2 x 2 Palmeiras. Agora, confira vitórias:

VASCO 2 X 0 AMÉRICA - Com apito de Alzilar Costa, pela sexta rodada do segundo turno do Campeonato Carioca-1945,  o rival carioca foi batido  em tarde domingueira,  em São Januário. O treinador era o uruguaio Ondino Vieira, os gols foram marcados, no segundo tempo,  por Chico e Berascochea, e o time teve: Rodrigues, Augusto e Rafagnelli; Ely, Berasacochea e Argemiro; Ademir Menezes, Lelé, Isaías, Jair Rosa Pinto e Chico.   A temporada-1945 foi de taça nas mãos dos cruzmaltinos. Eles conquistaram os dois turnos da disputa contra 10 times, pelo sistema todos contra todos. Em 18 partidas, foram 13 vitórias e cinco empates, com 58 gols pró e saldo de 43.

 VASCO 4 X 0 BONSUCESSO -    Valter Marciano (2), no primeiro tempo, além de Vavá (cobrando pênalti), e Pinga, na etapa final, chegaram nas redes nesta goleada, em um domingo, no Maracanã, pelo Campeonato Carioca-1956. Era o segundo jogo do returno e o 14º  invicto do time do técnico Martim Francisco na temporada regional.  Eunápio de Queiroz apitou a nervosa partida que teve dois vascaínos, Sabará e Vavá expulsos de campo. O  “Clube da Faixa” formou com: Carlos Alberto; Paulinho de Almeida, Bellini e Coronel; Laerte e Orlando; Sabará, Livinho, Vavá, Válter e Pinga. O “Bonsuça” fora um adversário difícil no primeiro turno, caindo por 3 x 2. Mas a “Turma da Colina” mandou oito goleada durante aquela grande campanha – 16 vitórias, quatro empates e duas quedas, em 22 compromissos – de 1956, que terminou com taça e faixa na Colina e a rapaziada marcando 58 vezes – s saldo de 41 bolas no filó.

VASCO 2 X 1 FRIBURGUENSE - 1984 - Tempos do glorioso Edu Coimbra como treinador da "Turma da Colina" e jogo na casa do adversário, o Estádio Eduardo Guinle, em Nova Friburgo. Valeu pelo Estadual-1984, apitado por Wilson Carlos dos Santos, assistido por 4.046 pagantes. Roberto Dinamite abriu o placar, aos 7 minutos, eles empataram e o mesmo Roberto desempatou, aos 42 do segundo tempo. Quem subiu a serra? Roberto Costa; Edevaldo, Ivã. Daniel González e Donato; Chi­na, Geovani e Marquinho (Marcelo); Mauricinho, Roberto e Rômulo.  

domingo, 25 de outubro de 2015

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - ESMERALDA, A PÉROLA MORENA DA BAHIA

 O malandro espalhador de que Deus é brasileiro matou a cobra e mostrou a morena. Taí! Esmeralda Barros, a mulata mais famosa do planeta na década 1960, uma rainha. Sim! Rainha do Café, título que lhe deram por aqui, antes de mostrar a graça e a belezas da mulher “brasuca” aos italianos.
  Encantos à parte, uma outra característica que Esmeralda mostrou às mulheres da década em que o mundo ficou de cabeça para baixo foi a sua raça. Sem saber uma palavrinha sequer do italiano, rumou para Roma e foi disputar o fechadíssimo mercado artístico da “bota” com a patota de lá. E foi muito disposta. Batia de porta em porta levando as suas fotografias, dizendo que poderia trabalhar como modelo ou atriz. Botava fé em seu aspecto exótico que agradam muito aos produtores do Velho Mundo. 
 Indo à luta, Esmeralda jogou duro com quem queria gracinhas com ela. Nem vem, que não tem, avisava, logo. Por causa da sua seriedade, perdeu o papel em um filme por recusar-se a jantar com o diretor. E olha que ela guardava as frutas do café da manhã para servirem de almoço, pois a suas grana era curta. Jantar? De vez em quando.
 Por entrevista à extinta revista carioca Fatos & Fotos, do grupo Adolpho Bloch, durona Esmeralda espinafrou os diretores e produtores de cinema que encontrou pela frente: “...se aproveitam da posição para fazerem com nós mulheres uma espécie de mercado...Eles preferem o sexo”, chutou o pau da barraca. E, com um jogo de cinturas igual aos craques canarinho, quando recebia uma cantada tirava de letra, deixando o cara desarmado. O carinha via aquele mulherão moreníssimo e brasileiríssimo, pensando que era fácil, e se animava. Num lance de mestre, Esmeralda o tratava por ‘titio’, ‘padrinho” e o estatelava de vergonha diante de sua patota.
Esmeralda Barros participava de uma filmagem italiana, no Brasil, quando um sujeito da produção e a mulher dele viram nela o tipo que o europeu gosta de ver nas telas. Convidaram-na a ir tentar a sorte e até a hospedaram em sua casa. Pra viajar, vendeu o seu carro. Valeu a pena, pois, passada a ralação inicial e ao ser estrela de filmes do faroeste italiano, tornou-se cobiçada por príncipes e marqueses. Parte pela sua beleza e parte pelo seu talento indiscutível.                                                                                                                                                                                   
                     ÍNCRIVEL! ESTA BELA MORENA NAMOROU POUCO                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                
Esmeralda disse em suas entrevistas que não foi garota de muitos namorados, mas aos três anos de idade já tinha um namoradinho na rua. O seu ideal de homem? O ex-presidente dos Estados Unidos, John Kennedy.  Na telona, entre 1965 e 1982, ela participou de 22 filmes, sendo oito na Itália, um deles (1971) da série “Django”, que fez muito sucesso na fase dos “faroeste  spaghetti”, ou bang bang à italiana. Na TV brasileira, esteve presente em três novelas, entre 196 e 1986.
 Baiana, nascida em Ilhéus, em 1942, Esmeralda de Barros, depois abreviado sem o “de”, fez teatro de revistas musicais com Carlos Machado, o “Rei da Noite” carioca e chegou a disputar o título de Miss Renascença, em 1964, ficando em segundo lugar. Em julho de 1976, foi capa da revista “Playboy”.

sábado, 24 de outubro de 2015

BELAS NA ESPORTIVA - BRASILEIRADA


Elisabeth Clara Müller, Martha Miraglia, Lúcia Brauner, Lilliam Poetscher e Landis Waszoha, representando, respectivamente, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul  foram belas feras fotografadas por Jader Neves, para o Nº  19 de "Manchete Esportiva", que enviou a Belo Horizonte o seu principal repórter, Ney Bianchi, para vê-las em ação durante o Campeonato Brasileiro de Atletismo-1956.
Elizabeth Clara Müller, Martha Miraglia, Lucia Brauner, Lilliam Poetscher and Landis Waszoha, representing, respectively, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro and Rio Grande do Sul were beautiful beasts photographed by Jader Neves, to the No. 19 "Headline Sports "which sent the Belo Horizonte its main reporter, Ney Bianchi, to see them in action during the Brazilian Athletics Championship-1956.