Vasco

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quinta-feira, 31 de maio de 2018

CÉSAR NÃO CONQUISTOU A COLINA

  Além do baiano José Roberto Gama de Oliveira, o Bebeto, na década 1980, o Vasco quase tirou um outro astro do Flamengo: o centroavante César Augusto da Silva Lemos, que terminou sendo um dos maiores ídolos da torcida do Palmeiras.
 O “Almirante” propôs NCr$ 350 mil novos cruzeiros (moeda da época) em prestações a longo prazo. Imediatamente, os palmeirenses ofereceram menos, mas colocando no negócio o centroavante Servílio e o ponta-esquerda Rinaldo, que haviam passado pela Seleção Brasileira. O Fla não topou. Agradava-lhe trocar César por Ney Oliveira, mas, aí, foi o Vasco que não topou. 
Bola pra lá, bola pra cá, o “Verdão” ofereceu 300 mil e mais o passe de um atleta. Como teria que pagar 39 mil a César, pelos 15% relativos ao valor do passe, os rubro-negros ficariam com 261 mil. Então, o Palmeiras ofereceu 200 mil a vistas e mais um jogador a ser escolhido pelo parceiro. Negócio fechado.
 Como o Vasco não fez contraproposta, perdeu um grande goleador que tiraria do cofre de São Januário mais 450 mil de luvas e 500 mil mensais (além dos direitos de transferência). Talvez, os vascaínos tivessem que pagar as prestações devidas pelo jogador, da compra de um Aero Willis Itamaraty, o que assumiram os paulistanos.
 Dono de 1m75cm de altura e pesando 70 quilos, em 1968, César tinha o biotipo dos grandes centroavantes cruzmaltinos. Era cria do Canto do Rio (nascera em Niterói, em 17.05.1946), clube do qual a “Turma da Colina” tirara um dos seus maiores “xerifões”, Ely do Amparo. O “matador” chegara ao maior rival  como infanto-juvenil e assinara o primeiro contrato (de gaveta), em 1963, ganhando a pequena mensalidade de 4 mil novos cruzeiros.  

NA INESQUECÍVEL ESTANTE DA COLINA

 NESTE FERIADÃO, LER É UM BOM PROGRAMA, VASCAÍNO
Taí, galera! Para conhecer mais histórias do Vasco da Gama, vai aqui uma boa dica do "Kike". Este livro organizado por Patrícia Gregorlo. São várias histórias interessantes de torcedores cruzmaltinos, evidentemente, contando as suas aventuras em torno do time da Colina. Se não achar nas livrarias, vá ao sebinho mais próximo. Combinado?

Tahi, guys! To know more stories of Vasco da Gama, here goes a good hint of "Kike". This book edited by Patricia Gregorlo. There are several interesting stories cruzmaltinos fans, of course, counting his adventures around the Hill team. If you do not find in bookstores, go to the nearest sebinho. Combined?

quarta-feira, 30 de maio de 2018

KIKE BATE BOLA COM BEBETO

Reproduzido de
www.crvascodagama.com.br

Nascido em Salvador, em 16 de fevereiro de 1964, José Roberto Gama de Oliveira, o Bebeto,  tornou-se um vascaíno em 1989. Em São Januário, ficou até 1992 e melhorou sua média de gols: 0,51, ou 60, em 116 compromissos. O baianinho estreou na Seleção Brasileira em 28 de abril de 1985, contra os peruanos, e fez 75 disputas, balançando a rede 45 vezes, média de 0,6 por encontro. Como canarinho, perde para Pelé (77 gols em 92 jogos) e Zico (52 tentos em 73 refregas).  Confira o papo com o Kike:

Como foi vestir a camisa do Vasco?
Aconteceu, porque Deus permitiu. Tenho um filho vascaíno roxo, o Roberto Nilton, o mais velho, que vai a todos os jogos do Vasco. Fui recebido com muito carinho pela torcida vascaína, o que me fez defender o clube com muito orgulho.  Por sinal, o meu avô chamava-se Vasco da Gama e eu sempre tive muita admiração pelo Roberto Dinamite.

Você chegou a fazer parceria com o Dinamite?
Tive a felicidade de jogar com o Beto (Roberto Dinamite) uma vez, apenas, pelo Campeonato Carioca. Creio que contra a Portuguesa. Naquele dia, ele me fez um passe e eu o gol.

Chegou a jogar, também, com o Romário, no Vasco?
Com o Roma (Romário) creio que foi um jogo só, também, pois ele estava de saída e machucado. Mas aquela foi uma parceria de Deus. Foi o melhor parceiro de ataque que tive em minha careira.

Qual foi o seu grande momento vascaíno?
Ser campeão brasileiro, em 1988, vencendo o São Paulo por 1 x 0, dentro do Morumbi. Foi um título importantíssimo pra gente.
 
Placar valorizou muito a bola de Bebeto
 O Vasco de 88 foi um campeão, campeão, ou os outros lhe deixaram ser?
Não se conquista nada sem méritos. Aquele meu Vasco era um time muito forte. Me lembro de quando o presidente Eurico Miranda perguntou se queríamos fazer o segundo jogo da decisão em casa, ou no Morumbi, e eu respondi:  Presidente, bota lá, que seremos campeões, lá! E não deu outra. Pelo time que tínhamos, a confiança era muito grande.


VASCO DA GAMA 1 X 0 PARANÁ

                          QUANDO NADA, UMZINHO NO PLACAR
A noite de hoje serviu para melhorar a situação do “Almirante” no Brasileirão, recuperando-o de três vexames. O fator campo ajudou a rapaziada cumprir com o dever de casa, com Yago Pikachu sendo o herói da noite. O próximo adversário será o Botafogo, a partir das 19h de sábado, na Rua General Almério de Molura.
 O Vasco da Gama foi mais time durante o primeiro tempo, tendo criado boas jogadas ofensivas. Mas só balançou a rede aos 43 minutos. Andrey fez lançamento perfeito para Yago Pikachu, que aplicou um toque leve na bola, tirando o goleiro do Paraná do lance. No mais, foi só aproveitar o gol vazio e comemorar. 
Adicionar legenda
No segundo tempo, o Vasco poderia ter aumentado o placar, mais, aos 32 minutos, o atacante Andrés Ríos, derrubado dentro da área, cobrou pênalti  para a defesa do goleiro visitante.

CONFIRA A FICHA TÉCNICA – 30.05.2028 (quarta-feira) – Vasco 1 x 0 Paraná – 8 rodada do Campeonato Braisleiro. Estádio: São Januário-RJ. Juiz: Leandro Pedro Vuaden-RS. Público: 4.221 pagantes (4.584 total). VASCO: Fernando Miguel; Luiz Gustavo, Werley, Ricardo Graça e Henrique;  Andrey, Bruno Cosendey (Giovanni Augusto) e Yago Pikachu; Riascos (Ramon), Andrés Ríos e Caio Monteiro (Moresche). Técnico: Zé Ricardo. PARANÁ-PR: Thiago Rodrigues; Júnior, Neris, Cleber Reis e Mansur; Leandro Vilela, Torito González (Carlos Eduardo), Jhonny Lucas e Caio Henrique (Guilherme Biteco);Silvinho (Léo Itaperuna) e Carlos.Técnico: Rogério Micale.
OBS: o vascaíno Moresche Foi expulso de campo

terça-feira, 29 de maio de 2018

MARTIM FRANCISCO NA ESPANHA

Martim em tempos de Maracanã
Foi o seu sucesso  com o Vasco diante de equipes espanholas que levou o treinador Martim Francisco ao futebol "basco".  Por exemplo, em seis jogos contra o Real Madrid, ele venceu dois, empatou dois e caiu em dois, o que significa duelos equilibrados contra o então considerado mais forte time do planeta. Mas o seu grande resultado foi 7 x 2 Barcelona. Além desses dois clubes, Martim venceu o Espanyol e o Valência, ambos por duas vezes, e o Athletic Bilbao. Vejamos esta história:
31.05.1956 – Vasco 2 x 4 Real Madrid – amistosamente, na casa do adversário. Seguiram-se quatro jogos no Estádio Universitário de Caracas, valendo pela Pequena Taça do Mundo e mais um jogo extra solicitado pelos organizadores, por ter os dois times agrado muito à torcida venezuelana. Ficaram assim;
01.07.1956 – Vasco 2 x 5 Real Madrid; 19.07.1956 – Vasco 2 x 2 Real Madrid e, em 20.07.1956 – Vasco 2 x 0 Real Madrid.
Nesses prélios de 1956, Martim Francisco contou com: Wagner, Carlos Alberto Cavalheiro, Dario, Haroldo, Orlando, Clever, Bellini, Laerte, Coronel, Beto, Sabará, Válter Marciano, Artoff, Vavá, Livinho, Pinga e Djayr.
Comemoração sobre o Real Madrid
Adiante, Martim se deu melhor: 14.06.1957 – Vasco 4 x 3 Real Madrid, pelo Torneio de Paris, com a mesma turma de 1956, acrescida de Viana e de Ortunho, e em 08.02.1961 –  Vasco 2 x 2 Real Madrid,  amistosamente, no Maracanã-RJ, quando a turma já era Humberto Torgado,
Escrever sobre o jogo...

Vasco X Espanyol – 03.06.1956 – Vasco 3 x 2, e 03.07.1957 – Vasco 3 x 1, amistosamente, ambos amistosamente, na Espanha. Vasco X Valência -  20.06.1957 – Vasco 3 X 1, e 26.06.1957 – Vasco 2 x 1, ambos amistosos. Vasco X Atlétic Bilbao -   16.06.1957 – Vasco 4 x 2. Vasco X Barcelona – 23.06.1957 – Vasco 7 x 2.
Embora não tenha sido contra times espanhóis, um outro compromisso dos vascaínos de Martim Francisco rendeu um eco forte entre os espanhóis: em 23 de maio de 1956, nos  4 x 1 Racing, da França. Os jornais que chegaram à Espanha escreveram que fora um "passeio em Paris”, um show de bola brasileiro, com  Livinho (3) e Djayr botando os franceses pra dançar -Hélio, Paulinho de Almeida e Haroldo;  Laerte, Orlando e Coronel; Sabará (Iedo/Ademir Menezes), Válter, Livinho, Vavá e Djayr foi o time “passeante”.
Pancadão pra cima do Barcelona
  Naquela temporada-1956, o time, montado por Martim Francisco, batia, com facilidade, mostrando uma nova safra vencedora, após a retirada dos trilhos do “Expresso da Vitória”, que rolara pelos trilhos de 1944 a 1952. Da “velha guarda”, sobrara Ademir Menezes e Sabará, campeões cariocas na última viagem da “máquina atropeladora”, em 1952. 



    


PAIXÃO DO DIA DA COLINA

O Kike vem desfilando pra galera cruzmaltina  as belas mulheres produzidas em computador pelo artista do site www.paixãovascao.com.br. O cara é fera, feríssima. Nota 10. Se um júri tivesse de reuni-las para votar na mais bela, seguramente, o concurso terminaria empatado. Como as imagens não estão assinadas, o Kike não sabe do nome do grande artista e nem das modelos que ele usou para computadorizá-las. Caso você saiba, informe, para gente exaltar esta gente da pesada. Combinado?    
Kike has been parading the beautiful women produced in computer by the artist of the site www.paixãovasco.com.br. The guy is fierce, very hurtful. Note 10. If a jury had to gather them to vote in the most beautiful, surely, the contest would end tied. They are all more than beautiful. Since the images are not signed, Kike does not know the great artist's name or the models he used to compute them. In case you know, let us know, so that we can exalt this creative class. Combined?

segunda-feira, 28 de maio de 2018

ÁLBUM DA COLINA - O XERIFE E O PADRE


Frei Jaime, da igreja de São Francisco Xavier,  na Tijuca,
  adorava futebol e até arriscava
 disputar um lance aéreo com o "xerifão" Bellini,
 quando visitava São Januário. 

Brother Jaime, from St. Francis Xavier Church in Tijuca,
   He loved football and even risked
  play an air throw with xerifão Bellini,
  while visiting São Januário.


    


THIS IS KIKE BALL AND VASCO DA GAMA

This is a blog dedicated to the research of the history of Club de Regatas Vasco da Gama , founded in Rio de Janeiro , Brazil , on August 21, 1898 , four young practicing rowing - Henrique Ferreira Monteiro , Luís Antônio Rodrigues , José Alexandre D' Avelar Rodrigues and Manuel Teixeira de Sousa Júnior - in honor of the portuguese explorer discoverer of the sea route to India. Until 1915, Vasco da Gama only competed in rowing. From the following year when he joined the football, it became one of the most admired clubs in the country, for its stance against social injustice.
 Currently has one of the largest Brazilian twisted . Nacional champion on four occasions, the Vasco team also has win continental the title on two other occasions , and various international This is a blog dedicated to the research of the history of Club de Regatas Vasco da Gama , founded in Rio de Janeiro , Brazil, on August 21, 1898 , four young practicing rowing - Henrique Ferreira Monteiro, Luís Antônio Rodrigues, José Alexandre D' Avelar Rodrigues and Manuel Teixeira de Sousa Júnior - in honor of the portuguese explorer discoverer of the sea route to India.
Until 1915, Vasco da Gama only competed in rowing. From the following year when he joined the football, it became one of the most admired clubs in the country, for its stance against social injustice. Currently has one of the largest Brazilian twisted. Nacional champion on four occasions, the Vasco team also has won continentel the title on two other occasions , and various international tournaments. The Vasco da Gama uses stark white shirt, or black with a diagonal band (black or white).
It is the caravel of portuguese maritime chievements, bringing the Cross of the Order of Christ in red. The shorts and socks are also the shirt , white or black .Vasco da Gama has a stadium, located in General Almério de Moura , opened in 1927 , and was once the largest in Brazil . Kike Ball search to cruzmatina history since december 15, 20010 , having been visited by 120 000 "vasconautas" .The shield you see has been reproduced from the official website do clube - www.crvascodagama.comcombr - to which we appreciate. Besides being good at soccer, Vasco da Gama has dirty twisted in the most beautiful women on the planet. Just check the ones you see in the pictures above and below. Gives?  And you are welcome to Kike Ball. 

domingo, 27 de maio de 2018

VASCO DA GAMA 0 X 3 BAHIA-TRAGEDAÇA

Foi a terceira derrota consecutiva do "Almirante" par o "Tricolor de Aço', pelo mesmo marcador. As anteriores foram pelo Brasileirão-2017 e pela Copa do Brasil-2018, no jogo de ida, disputado recentemente.
O próximo jogo vascaíno será nesta quarta-feira, a partir das 19h30, em São Januário, no Rio de Janeiro, contra o Paraná
CONFIRA A FICHA TÉCNICA – 27.05.2018 -  VASCO DA GAMA 0 x  3 Bahia. 7ª rodada
do Campeonato Brasileiro.  Estádio: Fonte Nova, em Salvador-BA. Juiz: Rodolpho Toski Marques-PR. Público: Público: 15.031 pagantes. Renda: R$ 292.051,00. Gols: Élber, aos 21; Zé Rafael, aos 42, e Régis, aos 46 min do 2 tempo. VASCO DA GAMA: Fernando Miguel; Rafael Galhardo, Erazo, Ricardo e Fabrício; Leandro Desábato, Bruno Silva (Giovanni Augusto) e Wagner; Yago Pikachu, Caio Monteiro (Moresche) e Kelvin (Paulo Vitor). Técnico: Zé Ricardo. BAHIA: Anderson; João Pedro, Tiago, Lucas Fonseca e Mena; Gregore, Elton, Zé Rafael, Vinícius (Flávio) e Élber (Allione); Junior Brumado (Régis). Técnico: Guto Ferreira 


A ZAGUEIRA DO MATADOR DA COLINA

Reprodução de Fatos|&Fotos/Gente
O atacante vascaíno Roberto Dinamite era a última opção do treinador Cláudio Coutinho para o ataque da Seleção Brasileira que disputaria a Copa do Mundo-1978, na Argentina. Mas terminou sobrando uma vaga para ele, que foi a Mar del Plata, a sede dos brasileiros. No entanto, não havia nenhuma perspectiva de ele ficar nem no banco dos reservas.
 Roberto segurou a barra legal. Nenhum jornalista o procurava para entrevistas. Zico e Reinaldo Lima era a dupla fatal canarinha, sem discussões. Só que os dois não conseguiram emplacar e, se o Brasil não passasse pela Áustria, após empates com Suécia e Espanha, a turma poderia voltar pra casa. Então, Coutinho recorreu a Roberto e este marcou o gol da vitória que levou os brasileiros à segunda fase do Mundial.      
 Após a classificação, Roberto chorou no gramado, sob as vistas do médico Lídio Toledo, que o levou para o exame antidoping. As duas garrafas de cerveja que ele ingeriu para conseguir fazer xixi não tinham gosto de “venha mais”. O que ele mais queria ele telefonar para Jurema, a sua mulher, o que só foi fazer à noite, na concentração da Villa Marista.
 Jurema  era um verdadeiro anjo da guarda para Roberto. Ela não o deixou desanimar quando ele sentia-se desprezado pelos cartolas que levariam o escrete nacional à Copa da Argentina. Quando Roberto esteve no espanhol Barcelona e não contava com as simpatias do treinador, ela decidiu que o marido teria que voltar, imediatamente, para o futebol brasileiro. Caso contrário, a sua bola murcharia na Espanha. O Flamengo tentou repatria-lo, mas o Vasco da Gama foi mais ágil e o trouxe para novos tempos em São Januário.
Reprodução de Fatos&Foto/Gente
 Para os dirigentes cruzmaltinos, Roberto era um “matador” indiscutível.  Mas o que eles temiam mesmo era o veneno da “Cabocla Jurema” - como a chamavam, em alusão a uma divindade do candomblé – nas ocasiões de renovação de contrato. Certa vez, Jurema disse à imprensa que lutava para tirar o máximo do Vasco em cada contrato, simplesmente, devido a dureza da vida do atleta. E garantiu que só apertava o clube depois de tabelar com o atacante, do qual procurava livra-lo do rótulo de fácil de ser enrolado pelos cartolas.    
 Roberto conheceu Jurema pelos inícios da década-1970, quando ele estava surgindo para o futebol. Começaram a namorar durante um Carnaval. Ela era viúva e tinha um filho. Da relação nasceram Luciana e Tatiana.
De início, a família de Roberto era contra o namoro. Inclusive, seu pai - José Maia de Oliveira – chegou a discutir com o irmão de Jurema, por causa da questão, por volta de 1975. Mas não adiantou. Uma grande história de amor rolou e durou até 1984, quando complicações durante uma hemodiálise a tirou Jurema de cena.    









DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - CABOCLA JUREMA, A DEUSA DA MATA

 Depois de Oxalá, a Cabocla Jurma é a entidade mais reverenciada dos terreiros de umbanda. Sobretudo, por levantar o moral da rapaziada, da moçada que anda com a saúde derrapando. Logo, o barato é pedir-lhe uma mãozinha, no caso de o desespero pintar, pois ela não negaceia, chega junto.
 Diz a lenda que Jurema foi abandonada, pela mãe, quando tinha sete meses de vida, ocasião em que Tupinambá achou-a (e criou-a) aos pés de uma jurema, razão de ela ter este nome. 
Jurema cresceu forte, bonita, corajosa e tornou-se a primeira guerreira mulher de sua tribo, destacando-se pela força, agilidade e manejo das armas, além de dominar a ciência da mata. Só depois de desencarnar-se veio à Terra para ser reverenciada, tendo na sua cola há  diversas falanges de caboclos.

Reproduzido de www.umbandagira.com - Agradecimento
 Chefe da linha de Oxossi,  Jurema tem a sua legião formada por grandes entidades espirituais que amparam aos necessitados, usando ervas em suas fórmulas curativas. Quando vai à luta, ela atrai a energia de todos as Caboclas Jurema. Sim, ela não é única. Escala em sua patota as Juremas da Cachoeira; da Praia; da Mata e de outras tantas que, no frigir dos ovos, representam uma só vibração quando trabalham com os orixás em ambientes e elementos naturais, como lua, sol, mata, chuva, vento, etc.
Reproduzido de ww.pinterest.com - Agradecimento
 Jurema foi uma grande amante. Mãe de Jureminha, ela arriou os quatro pneus e mais o estepe, o macaco e chave de roda por Huascar, da tribo inimiga “Filhos do Sol”, que fora preso numa batalha, mas conseguiu fugir, com a ajuda dela, que deu a sua vida para salvá-lo - espécie de Romeu e Julieta caboclo.  
Segundo a lenda,  Huascar voltou à sua tribo,  fundou um império andino e ergueu um templo chamado Matchu Pitchu, em homenagem a Jurema, onde, só as mulheres habitariam e aprenderiam a ser guerreiras. Diz-se, também, que no lugar onde a Jurema caiu alvejada por uma flecha, nasceu uma planta que floresce pelo ano todo, no tom amarelo-alaranjado, com tudo dela sendo aproveitado. Está sempre virada para o astro rei e ganhou o nome de girassol – se a lenda armasse um cruzamento híbrido dessa história, poderíamos ter o jurasol ou a girarema. Mas não é?  



sábado, 26 de maio de 2018

BELAS GATAS DE ANTIGAMENTE - IATISTAS

Qual é, carinha! Acha que, antigamente, não havia mulher bonita e gostosa? - como diz a música das Frenéticas. Tudo bem que você está acostumado com as "máquinas turbinadas" em academias desses tempos pós-modernos, mas os tempos dantes tinham, também, monumentos maravilhosos, como  omprova este click de Manchete Esportiva de 1956. Pode descer o porrete no "Kike", por não lhe informar o nome das "possantes", pois o blog esqueceu de anotar quando as viu. Imperdoável. Mas a da direita da sua tela já saiu em "Belas das Manchete Esportiva". Assim que achar, corrigirá a bola fora. Como estas belas de antigamente deveriam estar com seus 25, 26 de idade, pela estampa, se ainda estiverem pelo planeta, já apagaram umas 90 velinhas. Com certeza, se deixaram, deixaram netas belíssimas como elas No mais, curta as "tilápias", as meinhas e os shortinhos das gatas, e, é claro - claríssimo - as carinhas de quem oferece belos rostos para o beijo do vento do mar - sortudo!

Come on, man! Do you think there used to be no beautiful woman? - as the song of the Frentices says. It's okay that you're accustomed to the "turbo-charged machines" in gyms of these postmodern times, but the times before had also wonderful monuments, as this sports-head click of the mid-1950s demonstrates. You can lower the club in the "Kike", for not informing the name of "mighty", because the blog forgot to note when you saw them. Unforgiven. But the one on the right of your screen has already appeared in "Belas das Manchete Esportiva". As soon as you find it, it will correct the ball out. In addition, enjoy the tilapia of the cats and the faces of those who offer the beautiful faces for the kiss of the wind of the sea. Combined? Thanks! 

HISTORI&LENDAS DA COLINA - MUSICAL


Além de Lelé (atacante década-1940) e de Juninho Pernambucano, outros jogadores vascaínos já foram homenageado com música pela torcida. Por exemplo, um dos atletas mais queridos pela galera, o atacante Edmundo, pela sua raça e o seu incontestável amor ao Vasco. Chegou a perder o emprego no Cruzeiro, para não fazer um gol (de pênalti) contra o "Almirante".
O “Animal’ foi homenageado, pela servidora Xuxa, que trabalhava há mais de 30 anos em São Januário. A musiquinha gerou ciúme em outros jogadores, mas ela justificou-se dizendo: “Foi o jogador com quem tive mais contato”. Na época, a empregadas vascaína era responsável pela limpeza do gabinete da presidência. Confira a letra:
Edmundo, tu mora no nosso coração/ Edmundo, tu é o melhor deste mundo/ E por você nosso coração bate fundo/Agora só falta você continuar, sendo assim como você está/ Porque competência você tem, para ser o melhor ô ô/ Ô ô ô, Edmundo
Ô ô ô, Vasco/Não é mole não, nosso Edmundo arrebenta no Vascão
 Nos tempos das velhas marchinhas, Lelé e Russinho também merecerem a lembrança dos compositores da música popular brasileira. E, embora não vestisse mais a jaqueta da rapaziada, um outro a receber uma homenagem foi o goleador Célio Taveira Filho (da décadas-1960). Também vascaíno confesso, neto de remador campeão pelo cube, ele já defendia o uruguaio Nacional, quando foi brindado com um tango com o seu nome. Clique abaixo para assistir ao funk "Reizinho Voltou", do MC Charles, o mesmo elaborador de "Trem Bala da Colina"

2 -  Em 2014, o primeiro título vascaíno foi conquistado pelos menininhos sub-10,  a Copa Cidade Verde, vencendo o Juventude, por 2 x 0, em Três Coroas, no Rio Grande do Sul, com gols der Kauã e Juan, um em cada etapa. O Vasquinho fez o jogo final formando com: Hugo; Hugo Edu, Matias (Vinicius), Caique e Luis Felipe (Roger), Dudu, Hugo Eglesias, Luis Gustavo (Kauê) e Caio; Kauãn (Pedro) e Juan Batatinha (João Iacona).  Também integraram o grupo:-Eduardo, Pedro Vargas, Bruno e Vinicius Gonçalves.  A comissão técnica teve: diretor executivo da base, Mauro Galvão; diretor: Manuel Pereira; coordenador, Wilson Varela; treinador, Fernando China; auxiliar técnico, Luis Gustavo “Passarinho”; preparador de goleiros, Jober Costa; roupeiro: Marcelo; massagista, Martins. Confira a campanha: primeira fase: 12.01 - Vasco 9 x 0 Esporte Clube Pelotas; 13.01 - 5 x 0 CTFA-São Borja; 14.01 - 1 x 1 Escolinha Sapiranga (Cairú); Quartas de final - 15.01 -  3 x 1 União DI; Semifinal - 16.01 - 3 x 0 Sandense. Final - 17.01 - 2 x 0 Juventude.

   


O VENENO DO ESCORPIÃO - A CAVALGADA DO PAMPEIRO CAVALEIRO DA MALUQUICE

                                 
  Entre 1924 e 1927,  um capitão do Exército, o gaúcho Luís Carlos Prestes, liderou 1.500  homens em uma marcha por várias partes do país e que ficou conhecida por Coluna Prestes. Não havia uma ideologia política definida, só o discurso de tirar o Brasil de um sistema político-social semi-feudal, o que o povão analfabeto não sacou muito. E o papo terminou não fazendo o sucesso que os seus interlocutores esperavam, após 24 mil quilômetros de rodagem pelos brasis a fora.
  Passadas três temporadas, um outro gaúcho, Getúlio Vargas, encarar o mesmo desafio, mas pela revolução urbana. E partiu para a derrubada do presidente Washington Luís. Prestes, que havia deposto as armas, ao atravessar a fronteira com a Bolívia, com uns restantes 600 cavaleiros, foi convidado a liderar a revolução de 1930, mas recusou. Preferiu virar comunista e emigrar, em 1931,  para Moscou, onde recebeu o apoio do Politiburo para trazer o comunisto ao Brasil.       
 Por aquele tempo, Josef Stalin era o dono do poder entre os comunistas e escolheu 10 camaradas de grosso calibre para acompanhar Prestes em sua entrada clandestina por aqui. Aos 37 de idade, ele achou que poderia iniciar a revolução bonchevique tupiniqum pelo Rio Grande do Norte, mas a sua intentona durou pouquissimo, em novembro de 1935, deixando como primerio herói conmunistas nestas terras apenas o tenente Agildo Barata, que conseguiu dominar um regimento de infantaria do Rio de Janeiro.
 Para Getúlio Vargas, a bola fora dos comunistas fora ótimo pretexto para ele decretar os estados de sítio e de guerra. De quebra, entregou a um dos considerados maiores escroques da  história política desse país, o chefe de Polícia Federal do Rio de Janeiro, capitão Filinto Müller, totais poderes para dar cabo dos envolvidos na tentativa falha, além de sumir com a oposição a Getúlio pela União Nacional Libertadora.
 Müller, de inclinação nazista, obteve o apoio da Gestaspo, a temível polícia secreta de  Adolf Hitler, que enviou oficiais ao Brasil para ajuda-lo a investigar, prender, espancar, torturar e seviciar, até chegar a Prestes. Uma década antes, ele fora integrante da Coluna Prestes, da qual desertara, sendo acusado de roubar uma boa grana e de ser traidor.
 Müller chegou até Prestes, em um subúrbio do Rio de Janeiro, ao prender um líder comunista que não suportou as torturas e o entregou. Covarde, não teve a coragem de encarar o antigo companheiro preso, só o espreitando pela fresta de uma porta. E Getúlio o manteve preso por 10 temporadas.
 Em abril e 1945, pressionado, Getúlio convocou eleições para uma assembleia nacional constituinte e libertou Luis Carlos Prestes. E foi então que o inacreditável aconteceu. Em seu primeiro comício, falando para cerca de 80 mil pessoas, no estádio do Vasco da Gama, no Rio de Janeiro, Prestes surpreendeu, apoiando o seu algoz. Disse que a saída de Vargas do poder não contribuiria para a união nacional. Só daria força aos fascistas e aos reacionários.  
Propaganda da Era Vargas
 Semanas depois, em um novo comício, par 60 mil pessoas, no estádio do Pacaembu, em São Paulo, voltou a defender Getúlio, dizendo que defenderia a democracia, apoiando o governo em defesa da ordem. Após o comício, ficou sabendo que Getúlio havia entregue a sua mulher aos nazistas e que estes a haviam matado, em câmara de gás.
 Prestes ganhou fama pela renhida defesa de sua ideologia. Esteve senador constituinte, entre 1946 a 1948, mas não apresentou nenhuma proposta relevante. Liderando uma bancada comunista que tinha mais 14 deputados – entre eles Jorge Amado, Carlos Marighella e João Amazonas – ele apoiou a emenda nº 3 165, do deputado Miguel Couto Filho-RJ, propondo a proibição da entrada no Brasil de imigrantes japoneses - dá pra sacar?  
Titulado por “Cavaleiro da Esperança”, Prestes passou toda a sua vidas só fazendo política. Tanto que não teve tempo na juventude para conhecer mulher, o que só o fez aos 37 de idade. Ao defender quem o encarcerou, por não pensar como ele, parece que saiu da cadeia montado no cavalo da maluquice.        
  

sexta-feira, 25 de maio de 2018

HISTÓRIA DA HISTÓRIA - ALMIRANTE DETONA O ARSENAL DA INGLATERRA

ACONTECEU HÁ 69 TEMPORADAS
Ely, Augusto, Jorge, Danilo, Barbosa e Sampaio, em pé, da esquerda para a direita; Nestor, Maneca, Ademir Menezes, Ipojucan e Tuta, agachados na mesma ordem
 Um gol marcado por Nestor, aos 33 minutos do segundo tempo, deu ao Vasco uma de suas maiores vitórias. Rolou na noite da quarta-feira 25 de maio de 1949, em São Januário, por 1 x 0, sobre o imbatível e invicto Arsenal, o então campeão inglês.
Tá no filó. O 'Almirante' rasgou o cartaz deles 
A visita dos gringos, que embasbacavam plateias, fez do amistoso um grande acontecimento no Rio de Janeiro. Tanto que a casa vascaína recebeu um dos seus maiores públicos, chutado pela imprensa em 50 mil torcedores, embora, oficialmente, fossem registradas pouco mais de 24 mil almas. Mas tinha-se que jogar pra cima. Afinal, o Arsenal era o melhor do planeta e o Vasco o melhor do continente. Não fora campeão sul-americano de clubes campeões?
Para a imprensa carioca, era uma grande pauta. Alardeava-se a vinda ao país do primeiro time da primeira divisão inglesa, algo fortíssimo, pois os orgulhosos britânicos se achavam tão bons, que se recusaram a disputar as três primeiras Copas do Mundo, dizendo não haver adversários à sua altura.
Augusto abraça Nestor
Tratados como “superstars” no Brasil, os atletas do Arsenal, que carregava a glória de terem revolucionado o futebol, pelo esquema tático WM – criado, em 1925, pelo treinador Herbert Chapman – desconheciam que, a partir de 1945, a “Turma da Colina” já havia colocado o "Expresso da Vitória" nas trilhas dos títulos cariocas daquela temporada (invicto) e de 1947/1949, tornando-se, também, um dos times mais fortes do mundo. Para os "Gunners", no entanto, o importante era a fama que traziam.
O Arsenal iniciara a excursão (15.05.1949) mandando 4 x 1 no Fluminense,  reforçado por jogadores do Botafogo, diante de quase 40 pagantes, no estádio das Laranjeiras. No Pacaembu (18.05.1949), em São Paulo, cedera o empate, por 1 x 1, ao Palmeiras, diante de mais de 50 mil pagantes. Mas, quatro dias depois (22.05.1949), mais outro público igual assistiu 2 x 0 sobre o Corinthians. Portanto, público em torno de 140 mil pagantes, em três jogos. Até então, nenhum supertime passara por aqui. (continua na matéria abaixo)
Nestor desmaiou durante as comemorações pelo tento 
PROMOCIONAL -  O convite do Vasco, ao Arsenal, para participar do amistoso no então maior estádio da América do Sul, fazia parte das promoções da estreia do atacante Heleno de Freitas, repatriado do futebol argentino. Por sinal, para  o reforço estrear, no decorrer da partida, foi preciso Ademir Menezes atuar como ponta-de-lança, pela direita, e Maneca armar jogadas, pela meia-esquerda.
A “Turma da Colina” começou a partida melhor, mas o Arsenal a equilibrou e o primeiro tempo terminou no 0 x 0. Na etapa final, pouco mudou. O Vasco continuou melhor e os ingleses procurando equilibrar as ações no meio do campo. Até que Mário fez um centro, da esquerda. A bola cruzou toda área inglesa, sem que o goleiro Swindin conseguisse defendê-la. Nestor pegou, de primeira, sem chances de defesa para o “goal-keeper” inglês.
O Vasco venceu o Arsenal sob o apito do inglês Cyril John Barrick, auxiliado por Mário Vianna e Alberto da Gama Malcher, diante dos oficiais 24 mil pagantes, que proporcionaram a arrecadação de Cr$ 1.146.150,00: O time teve: Barbosa, Augusto e Sampaio; Ely, Danilo e Jorge; Nestor, Maneca, Ademir Menezes, Ipojucan (Heleno) e Tuta (Mário). O Arsenal era: Swindin, Barnes e Smith; Macanly, Daniels e Forbes, Mac Pherson, Logie, Rockie, Hshman e Wallance.
O povão viu o Vasco excedendo às expectativa dos ingleses que se consideravam sem adversários

FOTOS REPRODUZIDAS DE "O CRUZEIRO'"

CHARUTO SOBRE A ESQUINA DA COLINA


     O dia 25 de maio de 1930 não foi comum para o carioca. Durante o seu transcurso, as pessoas ficaram encabuladas pela visão de um objeto voador, em forma de charuto, deslocando-se pelo céu do Rio de Janeiro. Era o Graf Zeppelin D-LZ127, medindo 236,6 metros de comprimento, por 30 de altura, que chegava à capital brasileira, tendo deixado a Alemanha uma semana antes e feito escala, em Recife, no dia 22.
 O Zeppelin foi desenvolvido pelo alemão (conde e general) Ferdinand von Zepellin, a partir de 1895, quando patenteou o invento (de 1887) do colombiano Carlos Alban. No dia de sua descida no RJ, o Vasco das Gama visitava o estádio da Rua Campos Sales e empatava, por 1 x 1, com o América, pelo Campeonato Carioca de Futebol, ainda não “oficialmente” profissional.
 O jogo foi apitado por Carlos Martins da Rocha, o Carlito Rocha, figura folclórica e histórica do Botafogo – na época, representantes dos clubes apitavam partidas – e o tento vascaíno teve a assinatura de Mário Mattos.
Treinado  pelo inglês Harry Welfare, o Vasco do dia da chegada do Zeppelin alinhou: Jaguaré, Brilhante e Itália; Tinoco, Fausto e Mola; Paschoal, Paes (Ennes), Moacyr, Mário Mattos e Sant’Anna.
Naquela temporada, a “Turma da Colina” terminou o Estadual a um ponto (32 x 31) do campeão Botafogo, com uma vitória a menos (15 x 14) – há 88 temporadas.
O charutão Zepellin criou muita curiosidade quando cruzava o céu carioca, em sua chegada, após 12 dias atravessando o Atlântico, marcando a sua primeira viagem ao continente sul-americano. 


quinta-feira, 24 de maio de 2018

ÁLBUM DA COLINA - PÁGINA 1998

  Reprodução dee www.cidadeverde.com.br. Agradecimento.
Juninho Pernambucano comemora o seu  gol – cobrando falta, aos 37 minutos do segundo tempo, contra o River Plate, no Estádio Monumental, em Buenos Aires, em 22 de julho de 1998 – que levou  o Vasco às finais (e ao título) da Taça Libertadores, em 1998.
 Pela competição, só houve dois jogos entre os dois clubes, com uma vitória vascaína e este empate. No total, já foram jogadas 14 partidas, com seis vitórias vascaínas, cinco empates e três escorregadas. Um bom saldo, convenhamos.

    Juninho Pernambucano celebrating the goal - receiving a foul in the 37th minute of the second half against River Plate at the Monumental Stadium in Buenos Aires on July 22, 1998 - which led Vasco to the final (and title) of the Copa Libertadores , in 1998. For the competition, there were only two games between the two clubs, with a Basque win and this draw. In total, 14 matches have already been played, with six Basque wins, five draws and three slips. Reproduction of www.cidadeverde.com.br. Thanks.

HISTORI&LENAS DA COLINA - CÉLIO

Há vários casos em que clubes armam uma partida amistosa para marcar o primeiro pega contra um antigo ídolo de sua torcida. Muitas das vezes jogando contra nova agremiação dele. Caso de VASCO 2 X 0 NACIONAL-URU, em uma quinta-feira de 1967, no Maracanã, valendo a Taça Governador Negrão de Lima.
 Naquela oportunidade, o reencontro foi com  maior goleador vascaíno da década-1960, Célio Taveira Filho. 
 Negociado, com o tricolor uruguaio, de Montevidéu, nos inícios daquela temporada, o atacante paulista (nascido em Santos) era muito aplaudido pela torcida da “Turma da Colina”, tendo saído de São Januário carregando os canecos de campeão do Torneio Pentagonal do México-1963; da primeira Taça Guanabara-1965 e do Torneio Rio-São Paulo-1966.
No dia do reencontro, como adversário, Célio estava nesta nova patota: Dominguez, Ubinas, Manicera, Mujica (Ancheta) e Alvarez; Viera, Bita (Cúria), Montero, Célio, Paz (Techera) e Uruzmendi. Treinado por Zizinho e com gols marcados por Moraes e Paulo Bim, o time vascaíno alinhou: Fraz; Ari (Nilton Paquetá), Ananias e Jorge Andrade; Oldair, Maranhão e Danilo Menezes; Zezinho, Bianchini, Paulo Bim e Moraes.
FOTO REPRODUZIDA DE WWW.NETVASCO.COM.BR 

quarta-feira, 23 de maio de 2018

PAIXÃO DO DIA DA COLINA

O sensacional site www.paixãovascao.com.br produziu uma série de musas virtuais cruzmaltinas, para alegria da "Galera da Colina". Nesse trabalho, o talento do artista vascaíno é destacado, mostrando figuras computadorizadas iguaizinhas às humanas. Só mesmo sendo da "Turma de São Januário" para produzir artes tão belas assim. O site não cita se foi uma modelo que posou para a imagem, ou se saiu de sua cuca. De uma forma ou de outra, é imagem nota 10.   
The sensational site www.paixãovasco.com.br produced a series of virtual muses cruzmaltinas, to the joy of "Galera da Colina". In this work, the talent of the Basque artist is highlighted in computerized figures similar to the human ones. Only being of the "Gang of St. Januario" to produce such beautiful arts. The site does not cite whether it was a model that posed for the image, or if it came out of his head. In one way or another, it is note 10.   

CORONEL COMANDA ALMIRANTE


O "ALMIRANTE" era comandado pelo CORONEL gaúcho Carlos Froner. Mesmo militar durão, quando dirigia os treinos do time, pelo estilo "SARGENTÃO", ele era um sujeito educado e simpático com a imprensa. Pelo menos, quando vinha a Brasilia com o time vascaíno.
Por aquela época, a galera do CORONEL tinha LEÃO (Emerson, o goleiro) e COELHÃO (o apoiador Dudu). Com dentes afiados, eles fizeram o 'SARGENTÃO' sorrir, mandando 5 x  0 Americano, pelo Estadual-RJ-1979. Foi um “passeio”, em campo, só não, literalmente, porque a rapaziada pisava, diariamente,  no gramado de São Januário, local da contenda de uma  quarta-feira.
Na rede, impiedosos, pintaram Guina (2), Paulinho (2) e Roberto Dinamite, tendo toda a rapaziada comandada por Fronter sido: Leão; Orlando ‘Lelé’, Abel Braga, Geraldo (Gaúcho) e Marco Antônio “Tri”; Helinho, Dudu ‘Coelhão’ e Guina; Jader (Wilsinho), Paulinho e Roberto Dinamite.
Em um mesmo 23 de maio, o Vasco encarou e mandou 3 x 0 Botafogo, mas em um clássico muito mal marcado: para uma noite de segunda-feira, no Maracanã. Será que o torcedor era vagabundo, não trabalhava e nem etudava? Já não tivera os jogos do sábado e do domingo? Valeu pelo Estadual-1988, com Geovani, Vivinho e Zé do Carmo saindo para o abraço. Sebastião Lazaroni comandava esta rapaziada; Acácio: Paulo Roberto Gaúcho, Donato, Fernando e Mazinho; Zé do Carmo, Geovani e William e Henrique; Vivinho e Romário.

terça-feira, 22 de maio de 2018

VASCO 2 X 0 UNIVERSIDAD DE CHILE


Este dois gols marcados hoje levam o “Almiante” para a segunda fase da Copa Sul-Americana, o que, quando nada, minimiza o vexame de ter entregue o título estadual, ao Botafogo, por burrice do treinador e da diretoria de futebol, pois enquanto o adversário tinha a semana inteira para descansar e treinar, o Vasco encarou o Cruzeiro com time titular, quando sabia que não tinha condições de ir adiante na Taça Libertadores. E perdeu,por contusdão, o seu principal atacante, Paulinho, já negociado com os alemães.
O próximo compromisso vascaíno será no domingo, contra o Bahia, pelo Campeonato Brasileiro, em Salvador, a partir ds 16 horas. 
Bruno Silva, fotografado por Carlos Gregório Júnior,
 de www.crvascodagama.com.br, comemora o primeiro gol
 O primeiro tento da rapaziada surgiu quando o atacante argentino Andrés Ríos recebeu a bola, pela esquerda, foi até a área chilena e “bateu cruzado” (linguagem antiga dos speakers). O goleiro espalmou “la pelota” para  o meio da área e Bruno Silva entrou para sair pro abraço: 1 x 0. 
O segundo saiu aos 36 minutos. O goleiro Martín Silva mandou a bola pra frente, esta foi parar nas proximidades das redes chilenas e  Pikachu a disputou, pelo alto, com um lento marcador, que permitiu-lhe chegar primeiro na bola emarcar: 2 x 0. E classificou o Vasco para o que corresponde à Seguda Divisão da Taça Libertadores”, com cinco pontos, em seis jogos, tirando a Universidasd de Chile (La U) da Colpa Sul-Americana, por um gol de frente, já que ambos empatavam em todos os critérios.  

CONFIRA A FICHA TÉCNICA – 22.05.2018 (terça-feira). VASCO 2 X 0 UNIVERSIDAD DE CHILE. Taça Libertadores. Estádio: Nacional, em Santiago-CHI. Juiz: Gery Vargas-BOL. Público: 25.139 pagantes. Renda: não informada. Gols: Bruno Silva, aos 14 min do 1 tempo, e Yago Pikachu, aos 36 do 2 tempo. VASCO: Martín Silva; Rafael Galhardo, Breno, Werley e Fabrício; Desábato, Bruno Silva (Kelvin), Wagner, Yago Pikachu e Caio Monteiro (Riascos); Andrés Ríos (Erazo). Técnico: Zé Ricardo. UNIVERSIDAD DE CHILE: Fernando de Paul; Rodrigo Echeverría, Gonzalo Jara, Rafael Vaz e Beausejour; Rafael Caroca (Leiva), Seymour, Lorenzetti e Guerra (Isaac Díaz); Yefeson Soteldo e Mauricio Pinilla. Técnico: Esteban Valencia.


E O VENTO LEVOU PARA O FILÓ DO 'FRA'

           Foto do arquivo da Biblioteca Nacional
  Nada melhor do que uma goelada sobre o maior rival, o "Framengo".  Hoje, por exemplo, é dia de comemora as 80 velinhas apagadas pelos 5 x 3, de virada, do Torneio Municipal-1938. Registro de um domingão, no estádio das Laranjeiras. E, também, a primeira vez em que os dois  se pegaram pelo chamado Campeonato Metropolitano, pois o torneio só reunia times da Cidade Maravilhosa.
 O "Framengo" - não é assim que falam os seus analfabetos torcedores? - abriu o placar no primeiro minuto. Vinte depois, os vascaínos empataram, por intermédio de Luna. E passaram à frente, aos 31, com gol de Orlando Rosa Pinto. Aos 38, o adversário voltou a marcar. Aos 39, foi a vez de Orlando Fantoni fazer o dele, na segunda passada adiante. E por 3 x 2 a rapaziada venceu o primeiro tempo, que tinha 40 minutos à época. 
Na etapa final, aos seis, o rival "reigualou" a conta, mas aos 25 e aos 27, Orlando Rosa Pinto e Luna voltaram à rede e fecharam a fatura: Vasco  5 x 3, sob apito de José Ferreira Lemos, o Juca da Praia, como time do técnico uruguaio Carlos Scarone assim escalado: Joel, Osvaldo Saldanha e Poroto; Oscarino,  Zarzur (Azziz) e Calocero; Orlando Rosa Pinto, Orlando Fantoni (foto),  Bahia, Gabardinho e Luna.
O confronto Vasco x Flamengo, pelo Torneio Municipal, registra nove encontros, com a “Turma da Colina” se dando bem em quatro vitórias e se igualando em duas: 22.05.1938 – Vasco 5 x 3; 24.06.1944 – Vasco 2 x 2 Flamengo; 13.05.1945 – Vasco 5 x 1; 19.05.1946 – Vasco 3 x 1; 25.05.1947 – Vasco 2 x 2 Flamengo; 30.05.1948 – Vasco 2 x 1 Flamengo.