Vasco

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segunda-feira, 30 de abril de 2018

VASCO DAS CAPAS - ADEMIR


O presidente vascaíno Cyro Aranha aproximou o presidente das república, Getúlio Vargas, do Vasco da Gama, tendo por ajudante o seu irmão Osvaldo Aranha, que integrava o quadro ministerial e fora companheiro do homem durante a tomada do poder. Assim, Getúlio comparecia até em festas juninas em São Januário, além de usar o estádio vascaíno para comemorações governamentais de datas festivas. Sem falar que usava muito o esporte para promoção do seu gover no. Quando a Seleção Brasileira conquistou o título do Campeonato Sul-Americano-1919, Getúlio não perdeu a chance de participar das homenagens ao grupo e foi condecorar Ademir Menezes, que era o maior ídolo da torcida da Colina e o maior goleador do futebol brasileiro. Esta foto usada na capa da revista da cidade gaúcha de Pelotas ilustra bem a estratégia do presidente.     

17 - CHARGISTAS NO ESPORTE -

AGUARDAR

MUSA CRUZMALTINA DO DIA - ALEXIA

Durante o seu matinal passeio diário  pela "The Net", passando pelo ótimo site www.gigantesdacolina, o "Kike " viu esta foto de @alexia moreira. Ela é o que se pode chamar de supervascaína, pois carrega uma Cruz de Cristo no peito e, ainda, mais uma na mão direita. Uma bela imagem para começar um sabadão esperto como o que deverá ser hoje pra você. 

During his traditional morning walk through "The Net", through the great site www.gigantesdacolina, "Kike" saw this photo of @alexia moreira. It is what can be called supervascaína, because it carries a Cross of Christ in the chest and, still, one in the right hand. A beautiful image to start a smart sabadão like what should be for you today.

domingo, 29 de abril de 2018

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - ANILZA LEONI, VEDETE E ELEGANTE

Estudante do Colégio  Rui Barbosa, o rigoroso regulamento do internato da instituição educacional

carioca não tirou da menina catarinense o espírito alegre levado de Laguna, terra que ficou marcada na historia brasileira pela heroína Anita Garibaldi.  Aos 18 de idade, ela topou participar de um show de variedade, produzida pela atriz Renata Fronzi, em 1951, deixando par atrás a vida de  secretária/datilógrafa.

Modelo para as mais elegantes do Rio de Janeiro
 Registada por Aniza Pinho de Carvalho, o seu nome artístico inventou o Leoni, para  homenagear ao futebolista Leônidas da Silva, de quem era uma grande fan, evidentemente.
 Uma das brasileiras mais lindas, quando entrou na casa dos 20, Anilza mereceu capas de várias revistas das décadas 1950/60, por ser uma das maiores vedetes do teatro de revista, o chamado "teatro rebolado e figurou, por três edições, na lista das  "Certinhas do Lalau", a aguardada divulgação, pelo jornalista Stanislaw Ponte Preta, isto é, Sérgio Porto,das mulheres mais+ mais do meio artístico do país.
 Anilza não ficou, no entanto, só pelo teatro de revista. Visitou, também, o cinema das “chanchadas”, ou seja, os filmes cômicos para o povão”, e a televisão. Nesta, por sinal, participou da primeira adaptação televisiva de “Gabriela”, em 1961, quando a história de Jorge Amado foi para a telinha da TV Tupi – na década-1970, fez grande sucesso, na TV Globo, com Sônia Braga no papel principal.

Além disso, ela atuou, ainda, em programas humorísticos e musicais, pois era, também, cantora e gavou vários discos.
Anilza Leon viveu entre 10 de outubro de 1933 a 6 de agosto de 2009. Começou a tabalhar, aos 15 de idade, quando já não tinha mais pai e a mãe passava por problemas de saúde.  Foi mãe de Cleubel e de Angélica Virgínia,que deu-lhe uma neta. Em seus últimos tempos de vida, aos 75, morava sozinha e ainda trabalhava em tetro e TV.
 No auge de sua beleza, a “Revista do Rádio” destacou a sua elegância, pela edição 580, de 29 de outubro de 1960, mostrando-a dentro de um “chemisier de veludo cottelé”, sem mangas e com decote tipo canoa. Usava sapatos em estilo italiano e bolsa da moda da hora. Em volta do pecoço, cinco colares de pérolas e brilhantes, bem como uma pulseira com fecho por diamantes. Ea uam dica para as mulheres usarem à tarde ou à noite.     

O tempo não foi capaz de roubar-lhe a beleza
Student of the Rui Barbosa College, the rigorous regulation of the boarding school of the educational institution of Rio de Janeiro did not take from the Santa Catarina girl the joyful spirit taken from Laguna, land that was marked in Brazilian history by the heroine Anita Garibaldi. At the age of 18, she came to participate in a variety show, produced by actress Renata Fronzi, in 1951, leaving behind the life of secretary / datilógra.
 Registered by Aniza Pinho de Carvalho, his stage name invented Leoni, to honor the footballer Leônidas da Silva, of whom he was a big fan, of course.
 One of the most beautiful Brazilians, when she was in her 20s, Anilza deserved the cover of several magazines from the 1950s and 1960s, for being one of the biggest stars of the magazine teastro, the so-called "theater rolled up and appeared, for three editions, in the list of the "Certinhas do Lalau", the long awaited divulgation, by journalist Stanislaw Ponte Preta, that is, Sérgio Porto, the most + more women of the artistic milieu of the country.
Capa do hoje raro número 189 de uma revista
disputadíssima por colecionadores
 Anilza did not rub, however, only through the magazine cabinet. He also visited the cinema of the "chanchadas", that is, the comic films for the povão ", and television. In this, by the way, participated in the first television adaptation of "Gabriela", in 1961, when the story of Jorge Amado went to the small screen of TV Tupi - in the decade-1970, he made great success on TV Globo, Sônia Braga col on paper main.
In addition, she also performed in humorous and musical programs, as she was also a singer and gavou several albums.
Anilza Leon lived between October 10, 1933 and August 6, 2009. She started to work at age 15, when she no longer had a father and her mother had health problems. She was the mother of Cleubel and Angelica Virginia, who gave her a granddaughter. In her later years of life, at age 75, she lived alone and still worked in TV and tetro.
 At the height of its beauty, the "Revista do Rádio" highlighted its elegance, by issue 580, dated October 29, 1960, showing it inside a "chemisier de veludo cottelé", sleeveless and canoe-type. She wore Italian-style shoes and fashionable handbag. Round the pecker, five pearls and brilliant necklaces, as well as a bracelet with clasp for diamonds. It's a tip for women to use in the afternoon or evening.
A sexualidade da atriz, na década-1950, nos tempos em que fazia o teatro de revista

Fotos reproduzidas de Revista do Rádio e de www.quixotandowordpress.com

"MATADORES" DA COLINA - SAULZINHO

  Chegado, em São Januário, dois meses antes de uma excursão, o centroavante Saulzinho mostrava que trocara o Guarany, de Bagé-RS, para matar a saudade que a torcida vascaína sentia de Vavá, o campeão mundial-1958, negociado com o Atlético Madrid-ESP.
 Saulzinho  começou a carreira pelo time juvenil do Bagé. Mudou-se, depois, para o rival Guarany. Em 1956, marcou o único gol na partida contra o ex-clube, conquistando o título do campeonato municipal. Em 1958, sagrou-se vice-campeão gaúcho.
Ao Vasco, ele custou, em 1961, Cr$ 2,3 milhões de cruzeiros. Deu retorno ao investimento, em 1962, sendo o artilheiro do Campeonato Carioca, com 18 gols. Porém, uma distensão na virilha o impediu de brigar pela vaga de parceiro de Pelé na Copa do Mundo daquele ano.
No currículo, Saulzinho tem, pelo Guarany de Bagé, os títulos de campeão municipal-1956/1958/1960. Como vascaíno, conquistou os Torneios de Santiago-CHI-1963 e o Pentagonal do México-MÉX-1963, além do Torneio Internacional de Verão-RJ-1965.

Vestiu a camisa da Seleção Brasileira, representada pela seleção gaúcha, que ganhou a Taça O'Higgins, em 1966, disputada no Chile, com os chilenos.



sábado, 28 de abril de 2018

16 - CHARGISTAS NO ESPORTE - LANE

Lane nunca foi chargista esportivo, mas fazia traços do gênero quando o "Jornal de Brasília" pedia-lhe. Era só o editor lhe passar o tema e as coordenadas, ele traçava legal.
 Caso desta charge ironizando Romário, quando o então presidente do Vasco da Gama, Eurico Miranda, inventou de fazer do terceiro maior artilheiro do clube (Roberto Dinamite e Ademir Menezes marcaram mais do que ele) o comandante do time.
Auto-desenho de Rock Lane
 Como ainda estava em atividade, veteraníssimo, Romário topou o desafio de Eurico e anunciou que sentaria no banco dos reservas, podendo entrar na partida, caso a rapaziada demonstrasse precisar de uma mãozinha, isto é, um pezão goleador.
Nesta pauta, Lane foi em cima da imagem de baladeiro do craque que adorava as "night". Antes de desenhar para o JBr, ele passou pelo Departamento Publicitário do Sindicato dos Bancários de Brasilia e pelo jornal "Correio do Planalto", onde ficou conhecido. Naquele diário, ele assinava sujas charges por Rock Lane.
     

HISTORI&LENDAS DA COLINA - NA REDE

1 - Vascaíno de quatro costados (gíria antiquíssima), só o coringa Alfredo I não vibrou muito em VASCO 2 X 0 BANGU, no 16 de outubro, pelo Campeonato Carioca-1938.  Motivo: fora expulso de campo. Desfalcar o time seria o último ato de sua vida. Após o jogo, ele pediu desculpas aos colegas Joel, Jaú, Florindo, Oscarino, Aziz, Argemiro, Orlando, Alfredo, Gabardinho (Bahia), Villadoniga e Luna. O mesmo fez o zagueiro Brito, no 16 de outubro de 1968, em VASCO 3 X 1 NÁUTICO-PE, pelo Torneio Roberto Gomes Pedrosa. Marcou um gol contra e teve que pedir arrego aos companheiros Pedro Paulo, Ferreira, Fernando, Eberval, Alcir, Bougleux, Nado, Adílson, Valfrido e Silvinho. 

2 - Ao contrário dos dois citados acima, o "zagueiro-zagueiro" Odvan, que nunca ia às redes, foi no 16 de outubro de 1997, pela Supercopa dos Campeões da Taça Libertadores. Aconteceu em  VASCO 2 X 1 SANTOS, na  casa do visitado. Ele recebeu os abraços dos companheiros Márcio; César Prates, Alex, Felipe, Válber (Moisés), Nasa, Pedrinho, Fabrício, Mauricinho e Sorato (Luiz Cláudio).

3 -  O Vasco está invicto diante do Botafogo nos 14 de outubro. Pelo Campeonato Carioca-1944, fez 1 x 0, quando rolava a "Era Expresso da Vitória”, em um sábado, em São Januário. Em 1945, em um outro sábado, mas na casa do rival, ficou nos 2 x 2, pelo Estadual. E pelo Campeonato Brasileiro-2007, em um domingo, no Maracanã, mandou 2 x 1.  

Desenho de ALFREDO reproduzido de www.guerreirosdacolina.com.br 
                                                 AGRADECIMENTO.

O VENENO DO ESCORPIÃO - JORNAL DA BAHIA FAZ VISITA AO BANCO DA BAHIA


  O 1º de julho de 1953 foi de festa para o mundo financeiro de Salvador. Inaugurava-se o novo (e moderno) edifício do Banco da Bahia, projetado pelo arquiteto Paulo Antunes Ribeiro e enriquecido por marinas de Giuseppe (José) Pancetti (retratando praias baianas), dois murais de Carybé (decorando o restaurante e a sala diretora da Usina Cinco Rios),  e painéis de Cândido Potinari, tendo por temática chegada de Dom João Sexto ao Brasil.   
Clemente Mariani ouve o discurso empregado do banco
Por decreto imperial, o Banco da Bahia foi instalado, em 1858, com capital inicial de quatro mil contos, aumentados, no mesmo período, para oito mil e, em 1881, par 12 mil contos. Compartilhava, com o Banco do Brasil, o status de banco emissor, o que era uma exceção naquele mercado.
  Em 1860, quando a crise financeira que vinha desde 1850 quebrou 150 firmas, em Salvador, apenas aqueles dois bancos mantiveram as suas estabilidades. Chegado um novo século, em 1943, o Banco da Bahia instalou agência no Rio de Janeiro e passou por uma reforma, comandada, desde 1942, pelo presidente da casa, Clemente Mariani, que conseguiu aumentar o capital do banco para 15 milhões de cruzeiros, que se transformaram em 120 milhos de capital integralizado, em 1953, com mais de 20 milhões em reservas líquidas  e mais de 700 milhões em depósitos.
O som da voz er do violão de Dorival  
 A inauguração da nova sede do Banco da Bahia foi o maior acontecimento social da  Salvador da época. Construído no mais moderno estilo da década-1950, o prédio recebeu mármore, alumínio, vidro e materiais os nobres que predominavam e deixaram a sua arquitetura representando uma das mais belas dos edifícios brasileiros. Dois aviões fretados levaram convidados para a inauguração.
Em 1967, a família Mariani criou o Banco da Bahia Investimentos S.A e encarou uma forte concorrência com o Banco Econômico, corrida nada boa para os dois lados e que levou os Mariani a venderem a sua parte de varejo para o Bradesco. Já em 1998, o  Banco da Bahia fundiu-se com o Banco da Bahia Investimentos, fazendo nascer o Banco BBM.    
                                FOTOS REPRODUZIDAS DA REVISTA "O CRUZEIRO"


sexta-feira, 27 de abril de 2018

HISTORI&LENDA\S DA COLINA - XERIFADAS

1 -  Treinado por Paulinho de Almeida, o Vasco começara bem o Campeonato Carioca-1968, após seis amistosos, entre 4 e 21 de fevereiro, com três vitórias, dois empates e uma escorregada. Durante o Estadual, o time corria como um coelho, preparado fisicamente por Paulo Baltar. E mandou 3 x 2 América; 4 x 1 Madureira; 1 x 0 Campo Grande; 2 x 0 Bonsucesso; 2 x 1 Bangu; 3 x 0 Portuguesa; 2 x 0 São Cristóvão e 3 x 1 Fluminense, este em 13 de março,  com Fontana  sendo expulso de campo, aos 51 minutos, acusado de agredir ao árbitro Armando Marques.

2 - Mesmo diante de acusação grave, Fontana não foi punido, exemplarmente, pelo Tribunal de Justiça Desportiva da Federação Carioca de Futebol. Ele defendeu-se, contando que Salvador e Reinaldo (do Flu) fizeram falta sobre ele, que foi cobrar do juiz. Quando discutia com o apitador, os colegas Bianchini e Danilo Menezes o empurraram para o lado, tendo ele empurrado um deles, que caíra por cima do árbitro. Logo, acidente de trabalho. E não foi que o tribunal foi na conversa! Aplicou-lhe só a multa de NCr$ 70 novos cruzeiros, uma ninharia para o Vasco pagar.        


 3 - O goleiro argentino Andrada ficava uma fera quando os companheiros o chamavam de “Arqueiro do Rei”, por ter levado o milésimo gol de Pelé. Por aquele 1969, estava na moda o uísque “King's Archers”,. Então, a rapaziada sacaneava: “Ô gringo, me dê um uísque”. Ele rebatia: "Non quiero esta brincadêra, non!" Aí  era que a turma encarnava mais. Teve que se acostumar. O zagueiro Fernando Silva, acusado pelo árbitro pernambucano Manoel Amaro de Lima de ter feito o pênalti em Pelé, jura que o “Camisa 10" tropeçou em uma de suas pernas e caiu dentro da área, no lance do gol 1.000. Para desconsolo de Andrada.   

4 -  Maior cartaz do Atlético-MG, na metade da década-1960, Bougleux, que a imprensa carioca escrevia Buglê,  conta ter sido forçado, pelos dirigentes do “Galo”, a vender o seu automóvel Mercury, modelo 1964, devido aos comentários de se tratar “de carro de playboy”. Segundo ele, jogador do futebol mineiro só poderia ter, no máximo, um Volkswagen. Quando comprou um Karman Ghia-1968, amarelo margarida, ficou perplexo por não terem reclamado. Venderam o seu passe para o Vasco da Gama, naquele ano, quanto tinha 22 anos de idade.     

15 - CHARGISTAS NO ESPORTE - FRITZ

Em 1955, quando o torcedor ainda chorava mais uma escorregada do escrete brasileiro em uma Copa do Mundo, na de 1954, ninguém apostava que o time de 1958 pudesse criar uma nova história para a bola canarinha. Mas a turma de Gilmar, Djalma Santos, Bellini, Orlando, Zito, Nílton Santos, Garrincha, Didi, Vavá, Pelé, Zagallo, Joel Martins, Dino Sani, Dida e Mazzola aconteceu.
Por aquela época, o Brasil contava cerca de 65 milhões de almas, das quais apenas 3% delas - dois milhões - tinham o privilégio de assistir lances dos gols marcados na Suécia, via telejornais cinematográficos e TV, uma semana depois do acontecido. A rapaziada que se virasse com a imaginação propulsionada pela narração dos  “speakers” esportivos das emissoras de rádio.
 Como o torcedor só contava com uma revista de circulação nacional, a “Manchete Esportiva” - do empresário Adolpho Bloch - o humor que viajava longe para divertir o desportista saía do traço de Fritz, abordando as mais diversas modalidades. A Copa do Mundo-1958 rendeu bons momentos. Por sinal, na época da viagem da rapaziada, ele produziu uma charge em que era obrigado a embarcar no avião que levaria os nossos atletas ao Mundial. Riscava o retrato do descrédito pelo nosso futebol, devido aos tropeços de 1950 e de 1954.

 Nesta charge que você donfere aqui, para a coluna “Esporte que ri”, da Manchete Esportiva N ... de...., os participantes de uma maratona aquática correm para ver duas garotas na praia, deixando o ponto de chegada lá atrás.   

AGUARDAR CHARGE



quinta-feira, 26 de abril de 2018

MENINAS DA COLINA ARRASADORAS: 11 X 1


A equipe feminina de futebol do Vasco da Gama, apelidada por “Meninas da Colina”, vem arrasando na Taça Cidade de Nova Iguaçu-RJ.  No domingo, enfrentará a Mancha Verde, a partir das 15h, em  Caxias.
No jogo passado, as "Feras da Colina" mandaram 11 x 1 Esperança,  na casa das adversárias. O time comandado pelo técnico Tony está na zona de classificação às  semifinal deste torneio preparativo para o Campeonato Estadual-RJ. 
Foto reproduzida de www.crvscodagama.com.br
A partida da goleada começou com um gol relâmpago, por Mylena, aos dois minutos. As meninas seguiram criando boas chances de gol, mas, pouco depois, cometeram um pênalti, convertido pelas anfitriãs.
 O tento não diminuiu a intensidade do Vasco, que dominou o jogo e ampliou o placar, por Kaylane (2) Juliana, Gaby, Mylena, Rayane e Marcele. Na segunda etapa, a zagueira Kayla fechou a conta. 

VASCO DA GAMA 1 X 1 RACING-ARG

Thiago Galhardo fotografado por Paulo Fernandes,
de www.crvascodagama.com,.br
O jogo foi a terceira apresentação vascaína na Taça Libertadores, e deixou a rapaziada com dois pontos, juntando 0 x 1 Universidad de Chile, 0 x 0 Cruzeiro, 0 x 4 e 1 x 1 Racing-ARG. Na próxima quarta-feira, a rapaziada receberá a visita dos cruzeirenses, a partir das 21h45. 
 A boa nota vascaína,. hoje, foi a raça do time, que sofreu um gol na primeira etapa e teve Desábato  expulso de campo, no início da fase final. Mesmo com muitas dificuldades, o "Almirante" se virou para empatar.
O tento vascaíno saiu quando, aos 35 minutos do segundo tempo, Thiago Galhardo serviu Andrés Ríos, que finalizou. O lance teve rebote e nele Wagner bateu na rede: 1 x 1.
CONFIRA A FICHA TÉCNICA - 26.04.2018 (quina-feira) -  VASCO 1 X 1 RACING-ARG. 4 rodada da Taça Libertadores . Estádio: São Januário-RJ. Juiz: Diego Haro-PER. Público: 9.911 pagantes e 10.379 total. Renda: R$ 596.528,35. Gols: Lautaro Martinez, aos 31 min do 1º tempo, e Wagner, aos 36 do 2º tempo. VASCO: Martín Silva; Pikachu, Werley, Paulão e Henrique; Wellington (Riascos), Desábato, Thiago Galhardo (Fabrício), Wagner e Rildo (Bruno Silva); Andrés Ríos. Técnico: Zé Ricardo. RACING-ARG: Musso; Saravia, Sigali (Miguel Barbieri), Donatti e Soto; Nery Domínguez, Diego González e Neri Cardozo (Zaracho); Centurión, Lautaro Martínez e Lisandro López (Mansilla). Técnico: Eduardo Coudet.
OBS: Desábato foi expulso de campo, no segundo tempo, por ter recebido o segundo cartão amarelo.

14 - CHARGISTAS NO ESPORTE - M.ALB

Charge publicada por www.globoesporte.com
pelas finais do Estadual-RJ-2018
Carioca, nascido em 1971, Mário Alberto fez nome desenhando para o jornal “Lance” e a revista  “Lance +”. Estudou “design gráfico” e passou 18 temporadas sendo um “lanceiro”, desde a fundação do jornal, em 1997.
Inicialmente, Mário Alberto desenhava caricaturas humorísticas para os colegas de faculdade. Esperava ser desenhista publicitário, mas foi parar nos desenhando em cima do noticiário esportivo. Descoberto pela “mídia”, após publicar, no jornal “O Dia”, uma caricatura de Ronaldo Fenômeno, ao site www.globoesporte.com, de 07.01.2016, ele contou:
Neta foto da agenciauvanet, Mario fala
ao repórter Fábio Baeta
“Quando é uma charge política, por exemplo, é normal o público estar do lado do cartunista. No futebol, você pode ficar contra um monte de gente, porque envolve a paixão do torcedor. Tem que ter um cuidado com isso, mas sempre cabe fazer as brincadeiras, mesmo sabendo que são clubes grandes, mas sem ofender. O caricaturista não pode ter autocensura”.  

Mario Alberto gosta das personagens expressivas, que saiam do comum em suas declarações e rendam temas para charges. Em seu blog, dentro do blog do www.globoesporte.com, ele mostra uma nova visão dos fatos momentâneos que o torcedor brasileiro comenta. Depois de se consagrar em “Lance”, ele fez belas trabalhos, também, para  reportagens do GloboEsporte.com.






quarta-feira, 25 de abril de 2018

FERAS DA ESQUINA DA COLINA - DANILO

 O médio (apoiador, hoje) Danilo Alvim havia encerrado a sua história em São Januário, desde 1954. Passadas 14 temporadas, a torcida vascaína ainda sentia saudades dele, seu “Príncipe”. Gostaria de continuar a ver um cara que tocasse a bola de maneira sutil, elegante, levando-a à frente, como se fosse um buquê de flores para a namorada. 
 Um cara assim, conforme fora descrito pelo Nº 474 da Revista do Esporte, de abril de 1968, não se encontrava no futebol brasileiro. Mas o técnico Zezé Moreira, que o havia dirigido no time uruguaio do Nacional, de Montevidéu, conhecia um e o trouxe para São Januário, em 1965.
Chamava-se Danilo Menezes o atleta e era visto como uma cópia fiel de Danilo Alvim, “que empolgara o Brasil, “com atuações maravilhosas”, segundo a mesma revista.  A revista via nele quase tudo igual ao xará: calma, modo de falar, gestos cavalheirescos e simpatia, dentro e fora do gramado.
“Quando um companheiro lhe  passa a bola, Danilo (Menezes) já tem toda a jogada estudada... dos seus pés saem lances simples, bonitos e objetivos...Sua perna esquerda funciona ritmada com precisão, principalmente quando faz lançamentos longos... tem outra (virtude) muito importante, que é a de marcar gols”.
Pelas Eliminatórias da Copa do Mundo-1966, em quatro jogos contra Venezuela e Peru, Danilo marcou quatro gols com a camisa da “Celeste”.
O caçula, de oito irmãos, o meia-atacante nasceu em 17 de fevereiro de 1945, em Rivera, na fronteira do Uruguai com o Rio Grande do Sul, e sempre atravessava a rua para brincar com os garotos gaúchos de Santana do Livramento.
 Aos 16 anos, Danilo começou a rolar a bola, pelo Oriental, de sua cidade. Aos 20, chegou ao Nacional, da capital, e foi campeão uruguaio, em 1963. Medindo 1m70cm, seu peso ideal era 67 quilos. Preferia trabalhar pela direita do gramado, para ter melhores chances de lançar com o pé esquerdo. Sobre o seu estilo de jogo, dizia: “Trato a bola como o barbeiro corta o cabelo, o pedreiro trabalha a massa e o pintor prepara os seus quadros”.
 Danilo Menezes chegou ao Vasco, com 20 anos de idade e saiu, aos 27,   em 1972, depois de formar bons meios-de-campos com Maranhão e Lorico, e Alcir e Buglê. Da Colina, foi para o ABC de Natal, para ser eleito “o camisa 10 do século 20” naquele clube. Até ganhou, do jornalista Rubens Lemos Filho, uma biografia, intitulada “O Último Maestro”.
          FOTO REPRODUZIDA DA REVISTA DO ESPORTE

TRAGÉDIAS DA COLINA - ROMARIANA

 De acordo com a revista "Placar", Romário nunca bateu mil vezes na rede. Nesse quesito, no Brasil, nem o  "Rei Pelé". A publicação “desmilha”, solenemente o “Camisa 10”, deixando-o bem longe das 1.282  lhe atribuídas pela imprensa.
De Romário,  "Placar" 106 bolas no barbante, por alegar que 77 foram em jogos infantis e juvenis, e 29 em partidas festivas. OINIÃO DO KIKE 
Metolologias à parte, o“Baixinho” superou o “Rei” em gols oficiais. Se, entre 1957 e 1977, Pelé marcou 720, como quer “Placar”, enquanto Romário chegou a 722, de 1985 a 2007.
 O antigo ídolo vascaíno ganha uma outra: maior número de “matanças”. São 27 comandos de pelotões de artilharia, em 87 competições oficiais, contra 24 de Pelé, em 63 disputas do mesmo nível. O cruzmaltino ainda tem a ponta do Campeonato Brasileiro de 2000, ganho pelo Vasco e que uma briga entre cartolas terminou por transformá-lo em Copa João Havelange.
OPININIÃO D KIKE:, se a bola rolou, passou pelo goleiro e bateu na rede, é gol. Antes de ser profissional, o garoto não disputa campeonatos federados nas bases? Porque tais jogos e os amistosos não devem valer na contagem dos gols?

terça-feira, 24 de abril de 2018

13 - CHARGISTAS NO ESPORTES - AIRES


Piauiense, de Parnaíba, única cidade banhada pelo mar no Estado, Antônio Aires é “pai”, entre outros,  de Muruma, Ermitão, Luk, o Dragão, Jericar e Veroso, personagens que circularam pelas histórias em quadrinhos. Também, ilustrou vários livros de agências estatais.
 Nascido em 5 de janeiro dede 1947, ele foi professor de desenho em sua terra, onde desenhou para projetos culturais. Chegou ao Distrito Federal, em 1976, e o seu primeiro emprego foi no Jornal de Brasília, para o qual criou símbolos para os times que disputariam o primeiro campeonato de futebol profissional candango.
Após duas temporadas no JBr, ele mudou-se para o José - Jornal da Semana Inteira, que o teve até 1983. Por lá, além de desenhos de várias vertentes, ilustrou páginas sobre a Loteria Esportiva. O próximo passo foi desenhar para a antiga Radiobras, empresa de comunicação do governo, atual  EBC-Empresa Brasileira de Comunicação, que só tratava, na época, de rádio e TV. Ficou por um ano na casa.
 Achando que ganhava pouco, Aires passou para o ramo das agências de publicidade, até ser chamado por mais uma estatal, a Telebrasília, do governo do DF, que o segurou entre 1985 a 2000. Por fim, trabalhou para a Prefeitura da cidade goiana de Formosa. E aposentou-se.
Ayres, como assina, também, na verdade, é mais quadrinista do que chargista. Ele criou, recentemente,  várias ilustrações do personagem Wlaska, a Wlaskaína, que este blog publicará, brevemente, tendo por modelo uma Miss Marasul-Maranhão do Sul que já foi modelo dos guardanapos do Bar Garota de Ipanema, do Rio de Janeiro.            


FERAS DA ESQUINA DA COLINA - ALOÍSIO

Ele era chegado da turma do Flamengo e planejava puxar o tapete de quem fazia dupla ofensiva com o goleador do Vasco da Gama.  Nome do sujeito? Aloísio Matias da Costa. 
Além dessas três explicitudes, este carioca, nascido em 1º de dezembro de 1941, explicitava mais uma outra: dizia-se muito mais atleta do futebol de salão, do que dos gramados e jamais pensara em rolar a bola no verde. Explicitíssimo! Nada a esconder.
 Por causa de tanta franqueza, o treinador Zezé Moreira gostou da sua sinceridade de Aloísio e decidiu dar-lhe a chance que não tivera quando fora para o “football association” de Flamengo e Botafogo.
 Aloísio jogava por um time de futsal da Gávea, o Carioca. Em 1961, companheiros incentivaram-no a tentar os gamados com a jaqueta flamenguista, já que morava do lado do clube e era amigo da rapaziada rubro-negra. Encarou o desafio, mas foi escalado como centro-médio (espécie de volante da época), o que ele desagradou, pois a sua era destruir defesas, afinal media 1m81cm de altura.
 Como a flamengada não dera certo, Aloísio aceitou a sugestão do médico alvinegro Lídio Toledo para “retentar” a sorte em General Severiano.
“Retentou” e conseguiu que o escalassem como centroavante. Agradou, assinou contrato e pegou, por concorrentes, Quarentinha e Amoroso.
Seria difícil, porém, jogar ao lado de Garrincha, Amarildo e Zagallo, pois os caras eram muito mais experientes e de Seleção Brasileira. Próximo passo? São Januário.
 Se antes era torcedor alvinegro, depois de se instalar na Colina, Aloísio tornou-se inimigo fatal dos botafoguenses.
Queria pagar ao Vasco, com juros e correção monetário, pela chance que não tivera no Fla e no Bota. Mas ficou só no sonho. Não aconteceu, também, em São Januário.
 Assim, o xará (ou quase xará) mais lembrado pelos vascaínos é o Aluísio “Chulapa” (trocado o “o” pelo “u”), que disputou a camisa 9 durante a Série B do Brasileirão-2009.  
             FOTO REPRODUZIDA DA "REVISTA DO ESPORTE"

A BELÍSSIMA MUSA DO DIA - THAÍS

Deus, Buda, Alá, Zeus, seja lá que deus tenha sido, criou este monumento que o  www.musicadogol (onde o Kike viu) presenteia os seus internautas com a beleza de Thaís Menezes, modelo que encanta por onde passa. Inteligente, trabalhadora, ela é uma das grandes representantes da beleza da mulher brasileira, que inveja as estrangeiras. Tahis pinga em seus olhos, como um colírio, porque hoje é sábado. Como dizia Vinícius: "Que me perdoe as feias, mas beleza é fundamental". Vendo Tahís, vê-se porque o poeta é poeta. Confere? 
God, Buddha, Allah, Zeus, whatever god it was, created this monument, and www.musicadogol (where Kike viuj) presents its netizens with the beauty of Thais Menezes, a model that enchants wherever it goes. Intelligent, hardworking, she is one of the great representatives of the beauty of Brazilian women, who envy foreign women. Tahis drips in his eyes, like an eye drop, because today is Saturday. As Vinicijos said: "May the ugly one forgive me, but beauty is fundamental." Seeing Tahis, the poet is entirely right. Does it?

segunda-feira, 23 de abril de 2018

TRAGÉIDAS DA COLINA - OS PIZÕES DA CIDADE

No 6 de junho de 1989, a rapaziada receberia a visita do insignificante time chamado Nova Cidade, pela décima rodada do segundo turno do Estadual-RJ, em São Januário. Se o "Almirante" afogasse o desafeto, se igualaria ao Botafogo, ambos somando 18 pontos e ainda colocaria dois de frente sobre o seu 'rivalaço' Flamengo.
Quem seria maluco de apostara contra vascaínos jogando em casa contra um timeco? Só mesmo quem fosse amante de "zebraças". E não foi que esta compareceu ao relvado da Colina! Contra todas as expectativas, afinal o zagueiro Mauro Aurélio abrira a conta, aos 33 minutos. Porém, passados mais oito, os caras empataram a pugna. 
Sem problemas, imaginava-se, pois a segunda etapa seria para "espantamentos de zebras". Mas o que rolou? Aos 64 minutos, eles passaram à frente do placar, deixando a galera extática, incrédula. Quando nada, aos 81, Bismarck empatou e salvou o Vasco de um grande vexame. Piztraadaça! Ainda bem que o vexame foi assistido por apenas 1.240 pagantes, que botaram fé nesses "pisões": Acácio; Paulo Roberto 'Gaúcho', Célio, Marco Aurélio e Lira; Zé do Carmo, Geovani (Tita) e Bismarck; Ernânii (Ânderson), Sorato e William. O treinador era Sérgio Cosme.

12 - CHARGISTAS NO ESPORTE - EDRA

 Élcio Danilo Russo Amorim, o Edra,  tem desenhos e ilustrações  publicados por vários jornais e revistas nacionais e internacionais. Constantemente, este mineiro, de Caratinga, participa de salões de humor, já tendo levado seis premiações, com destaque para o do Salão Internacional de Humor do Piauí e o concurso Por Su Salud, No Fume!, na argentina Buenos Aires.
 Criador de mais de 300 logomarcas, Edra é o  idealizador da Casa Ziraldo de Cultura, em homenagem ao grande amigo e conterrâneo. Nascido em 21 de janeiro de 1960, ele estudou desenho arquitetônico, mas prefere ser cartunista, designer gráfico, produtor cultural e editor.
Ziraldo prestigia e Edra, em lançamento de livro,
em foto clicada por Eunice Hirada
Os seus primeiros trabalhos profissionais saíram, em 1980, no jornal Correio Braziliense. 
Também, em Brasília, atuou como diretor de artes da  revista ‘Gol’ e publicou as revistinhas de passatempos ‘Pimpolim’ e ‘Tic-Tac’. Ainda trabalhou para os jornais ‘Folha de Brasília’, ‘Jornal de Brasília’ e ‘Correio do Brasil’. 
Neste último, durante quatro temporadas, desenhou e editou o suplemento infantil ‘Clubinho’, e tiras diárias do personagem “Tevin”, um garoto danado que aprontava todas as bagunças no esporte.
Outro trabalho de Edra foi desenhar e editar  o ‘OABaby’, suplemento infantil do jornal “A Voz do Advogado”, da seção brasiliense da Ordem dos Advogados do Brasil-OABDF. Um dos editores do  ‘Brazil Cartoon International’, ele é autor de vários livros, entre os quais ‘Almanaque Galhofa (Edra, 1981); Chulé (Edra, 1993); Bagunçaram o Meu Coreto(Edra, 1997); Se Rir Eu Choro… (Edra, 1998); O
Que Vier Eu Traço (Edra, 2003) e E Foi Assim…(Edra,2005).  



domingo, 22 de abril de 2018

TRAGÉDIAS DA COLINA - PIZÕES DA CIDADE

No 6 de junho de 1989, a rapaziada receberia a visita do insignificante time chamado Nova Cidade, pela décima rodada do segundo turno do Estadual-RJ, em São Januário. Se o "Almirante" afogasse o desafeto, se igualaria ao Botafogo, ambos somando 18 pontos e ainda colocaria dois de frente sobre o seu 'rivalaço' Flamengo.
Quem seria maluco de apostara contra vascaínos jogando em casa contra um timeco? Só mesmo quem fosse amante de "zebraças". E não foi que esta compareceu ao relvado da Colina! Contra todas as expectativas, afinal o zagueiro Mauro Aurélio abrira a conta, aos 33 minutos. Porém, passados mais oito, os caras empataram a pugna. 
Sem problemas, imaginava-se, pois a segunda etapa seria para "espantamentos de zebras". Mas o que rolou? Aos 64 minutos, eles passaram à frente do placar, deixando a galera extática, incrédula. Quando nada, aos 81, Bismarck empatou e salvou o Vasco de um grande vexame. Piztraadaça! Ainda bem que o vexame foi assistido por apenas 1.240 pagantes, que botaram fé nesses "pisões": Acácio; Paulo Roberto 'Gaúcho', Célio, Marco Aurélio e Lira; Zé do Carmo, Geovani (Tita) e Bismarck; Ernânii (Ânderson), Sorato e William. O treinador era Sérgio Cosme.

VASCO DA GAMA 1 X 1 CHAPECOENSE

A rapaziada está recuperada, parcialmente, do vexame da quinta-feia passada, quando levou 0 x 4 do argentino Racing, fora de casa, pela Taça Libertadores. Agora, com quatro pontos no Campeonato Brasileiro - antes, havia vencido o Atlético-MG, por 2 x 1, de virada, o time vascaíno terá a oportunidade de se vingar dos "hermanos", nesta quinta-feira, no jogo de volta pela disputa continental, em São .Januário, a partir das 21h30. Pela competição nacional, o próximo adversário será o América-MG, também na Colina, no sábado 5 de maio, a partir das 19h30.
Fotografado por Carlos Gregório Júnior, o vascaíno Wellington (D) ganha o
lance e arma uma ofensiva 
     
CONFIRA A FICHA TÉCNICA - 22.04.2018 (domingo) – VASCO DA GAMA 1 x 1 CHAPECOENSE -  2 rodada do Campeonato Brasileiro. Lodal: Arena Condá, em Chapecó-SC. Juiz: Luiz Flávio de Oliveira-SP. Renda: R$ 193.270,00. Público: 8.675 torcedores. Gols:: Wellington Paulista, aos 18 min do  1 tempo, e  Andrés Ríos,aos  9 min do' 2 tempo. VASCO: Martín Silva; Rafael Galhardo (Thiago Galhardo),Paulão, Werley e Henrique; Desábato, Wellington (Evander), Yago Pikachu e Wagner;  Rildo (Risascos) e Andrés Ríos. Técnico: Zé Ricardo. CHAPECOENSE-SC: Jandrei; Apodi, Rafael Thyere, Douglas e Vinícius Freitas; Amaral, Elicarlos, Luiz Antonio (Nadson e Leandro Pereira) e Canteros; Arthur Caike e Wellington Paulista (Vinícius). Técnico: Gilson Kleina


DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - SÍLVIA REZENDE, MISS BRASÍLIA-1962

Em junho de 1962, o Brasil estava em festa, devido a conquista do bicampeonato mundial de futebol, no Chile, pela seleção canarinha. Por aquela época, o concurso Miss Brasil só perdia em importância para o Carnaval e a bola rolando nas tardes dos domingos desse pais.
 Enquanto a Bahia vencia na passarela do ginásio do Maracanãzinho, com Maria Olivia Rebouças, a recém inaugurada Brasilia era representada por Silvia Rezende, que brilhou no Rio de Janeiro usando vestido de baile de brocado branco, revestido por perolas.  Confira na foto abaixo, reproduzida da revista "O Cruzeiro".
 Sílvia concorreu contra 23 outras belas brasileiras, a maioria morenas – duas com olhos azuis e duas com pares verdes – diante de 25 mil almas. Viveu uma noite muito animada, em que a plateia cantou o "parabéns pra você" em homenagem a aniversariante Miss Santa Catarina. Também, aplaudiu e reanimou a Miss Pernambuco quando esta tropeçou na passarela e gritou "olé!!!"` sempre que a Miss Paraíba fazia a meia-volta e emplacava um interessante movimento de ombros.
Silvia Marisa Resende, que representou o Minas Brasília Tênis Clube - nascida em Boa Esperança-MG, no 25 de dezembro de 1940 -  exibiu olhos castanhos claros, embelezando os seus 1m70cm de altura, pesando 57 quilos, mais 95cm de busto, 96 de quadris, 58 de coxas e 20 de tornozelos.
Este vestido de baile custou 200 mil cruzeiros, uma fortuna
na época. Usado em uma noite de luxo e bom gosto que
deixaram o público extasiado
 Formada em Sociologia, ela foi enfaixada pela antecessora Marília de Carvalho Brício e havia antes participado, antes, do Miss Minas Gerais-1961, perdendo a coroa, por um ponto, para Staël Maria da Rocha Abelha, que se tornaria a Miss Brasil daquela temporada.      
 HISTÓRIA - Embora a nova capital brasileira, em 1962, tivesse menos de mil dias de inaugurada e a sua população predominante fosse masculina, desde 1959 já se escolhia a mais linda brasiliense, emboras fosse impossível haver belas com idade para disputar concursos de beleza.    
No primeirão, tendo por concorrentes Ruth Kunze Bastos, do Jockey Clube de Brasilia; Eloísa Lace Lopes, do Cota Mil Iate Clube; Maria Helena Felipe, da Casa do Ceara, e Nancy Terezinha de Rezende, do Grêmio Esportivo Brasiliense, a eleita Miss Brasilia foi a goiana Magda Renate Pfrimer, representando o Iate Clube de Brasília e que ficou em segundo lugar no Miss Brasil. Ela havia sido Miss Goiás-1958 e participado do Miss Brasilia-1959.  O sucesso esperava por ela na nova capital do país.   





sábado, 21 de abril de 2018

SÃO JANUÁRIO APAGA 91 VELINHAS


Hoje é dia de festas na Colina. No 21 de abril de 1927, já 91 temporadas,  inaugurava-se o estádio Club de Regatas Vasco da Gama, mais chamado por São Januário, em alusão à rua que passa pelos fundos. De acordo com o Centro de Memória do Vasco a Gama, "esta façanha teve início após a insubordinação do Vasco da Gama, que se recusou a cumprir a exigência da Associação Metropolitana de Esportes Athléticos de expulsar os atletas pretos, pobres, operários e analfabetos".

Diz mais o texto: "A construção desse estádio, que na época de sua inauguração foi o maior equipamento de esportes da América do Sul, enfrentou todos os sortilégios, e não contou com recursos públicos. Contudo, superou todos os obstáculos e se tornou o Gigante da Colina. Aqui foram sediados inúmeros acontecimentos históricos de relevância para o Brasil e para a nação. As comemorações do dia do Trabalhador, em primeiro de maio, o anúncio de diversas leis que compõem a Consolidação da legislação Trabalhista – a CLT, as jornadas de luta da campanha".
Prossegue o texto: "O petróleo é nosso", desfiles de escolas de samba, shows culturais, competições de atletismo, e, sobretudo, grandes conquistas na nossa paixão maior, que é o futebol. Estes fatos merecem ser destacados, pois são vitórias e conquistas que fazem o diferencial único, que somente o Vasco da Gama possui e nenhum outro Clube de Futebol conquistou. Essa presença do Vasco da Gama na vida nacional e, do lado que sempre esteve, formou uma espécie de DNA que é um legado que todos os vascaínos se orgulham de ter e defender". 
E finaliza assim: "O Expresso da Vitória, que tantas alegrias nos deu, somados aos grandes talentos como Barbosa, Nelson da Conceição, Bellini, Romário, Roberto Dinamite Juninho Pernambucano, Alcir, Carlos Germano, Andrada, entre tantos outros, estão eternizados na memória do nosso Clube.  Hoje é o dia de reverenciarmos nossos dirigentes antepassados pela coragem, que sempre tiveram e nos legaram um Clube e um estádio com a história mais bela de todos os Clubes de futebol. Quando entoamos nosso grito de guerra e dizemos: "Atenção Vascaínos! Ao Vasco Tudo!"
FOTO REPRODUZIDA DO CENTRO DE MEMÓRIA DO VASCO DA GAMA

O VENENO DO ESCORPIÃO - HISTÓRIAS DE UM POVO HEROICUBRADO E RETUMBANTE

 1- Por ocasião das comemorações do centenário da independência do Brasil, em 1922, o presidente de Portugal, Antônio José de Almeida, fez a primeira visita oficial de um chefe de estado português ao país. Seu protocolo oficial incluiu visita a um colégio, quando ele  manteve este diálogo com um garoto, de 11 de idade:
- O que você sabe sobre a amizade entre os nossos países?
- O Brasil é filho de Portugal.
 - Qual dos dois é o mais rico?
- O Brasil.
- Porque?
- Nunca ouvi dizer que Portugal tem cerveja que ofereça prêmios. O meu pai já ganhou 20 contos de reis.
- Do seu ponto de vista, putinho, você está certo.

2 - O presidente Antônio Almeida foi uma autêntica máquina de fazer discursos, no Rio de Janeiro. Onde ia, mandava o verbo rolar, sem pena dos ouvidos dos presentes. Passadas 35 temporadas de sua visita ao Rio de Janeiro, a prefeitura da cidade o homenageou, colocando o seu nome em uma praça na Esplanada do Castelo. Por iron ia do destino, só houve um discurso naquele dia.      
3 – A corrida presidencial rolava, em 1959, entre o candidato Jânio Quadros, da UDN,  e o marechal Henrique Lott (foto), do PSD. Perto do pleito, o representante Bernardes Filho, do Partido Republicano-PR, telefonou para a residência do militar e não foi atendido. Um major assessor de campanha que o atendeu respondeu que o homem não poderia atender porque estava rouco e pronto para dormir.
4 – Quando fazia os últimos comícios, pelo interior paulista, Lott conversava com o deputado Ulysses Guimarães, quando um  eleitor o indagou se ele já se sentia ganhador daquela eleição. Sua respostas: “Meu filho, você já viu mineiro perder trem, vergonha, revolução e eleição?” Lott perdeu, pois os votos do PR lhe fizeram muita falta. Ficou rouco e foi dormir e hora errada.
5 – No dia 30 de setembro, vésperas do pleito presidencial de 3 de outubro, o presidente Juscelino Kubitscheck marcou uma fala ao país, por uma cadeia de rádios e TVs, a fim de dizer que cumprira as 30 metas prometidas, além de deixar o pais em completa normalidade democrática. Dias depois, houve o batismo de um Boeing 707, da Pan-American, no aeroporto de Brasília. JK convidou Dona Coracyh Uchoa, a esposa de Israel Pinheiro, seu tocador de obras, para o batismo do avião.  Como ela quebrara a garrafa de champanhe com muita rapidez, os fotógrafos pediram um bis mais lento. Então, ele gritou: “Madrinha, bata mais devagar no menino!”      
6 – A proximidade do pleito presidencial de 3 de outubro de 1959 não deixou de incluir uma visita do candidato do governo pessedista, o marechal Lott, ao presidente Juscelino Kubitischek. Acompanhado do seu colega de chapa e petebista João Goulart, um otimista  Lott foi recebido pelo estado-maior da coligação PSD/PTB, vários ministros, senadores, dezenas de deputados, representantes de comitês partidários e pelo governador do Rio de Janeiro, Roberto Silveira. Malandramente, a imprensa fez manchete sacaninha, dizendo  o equivalente a “Lott  põe os pés no Palácio da Alvorada – mas foi só naquele dia. Nas urnas, o inquilino da casa ficou sendo Jânio Quadros.

sexta-feira, 20 de abril de 2018

11 - CHARGISTAS NO ESPORTE - OS CARUSO

Charge de Chico em "O Globo"

Paulistano, nascido em 6 de dezembro de 1949, Chico Caruso, isto é, Francisco Paulo Hespanha Caruso, é filho de uma “fábrica” de chargistas, caricaturistas e humoristas, além de brincar com a música. É irmão gêmeo de Paulo Caruso e pai do humorista Fernando Caruso.
Chico estreou na imprensa, pelo final da década-1960, desenhando para a ‘Folha da Tarde’, de sua terra. Depois, rodou por ‘OpiniãoMovimentoGazeta MercantilIstoÉVejaJornal do Brasil e O Globo”, onde está divertindo a galera desde  1984.
De sua parte, Paulo José Espanha Caruso, nascido cinco minutos depois do Chico, passou muito tempo na revista ‘ISTOÉ’, assinando a charge semanal “Avenida Brasil”. Também, desenhou para o programa ‘Roda Viva’, da TV Cultura. Assim como o irmão, também manda ver na música (e em hHistórias em quadrinhos).
Charge de Paulo em 'IstoÉ'
Paulo Caruso começou a vida artística noo “Diário Popular-SP”, pelo final da década-1960. Já colaborou com a ‘Folha de S.Paulo e Movimento’, e publicou tiras na Folha da Tarde-SP. Entre 1969 e 1976, cursou arquitetura na USP. Na década-1970, foi para ‘O Pasquim’. Na-1980, voltou à grande imprensa, por ‘VejaIsto ÉCaretaSenhor’. Em 1988, esteve, novamente, em  ‘Isto É’. Seus trabalhos também aparecem em publicações especializadas como Circo, Chiclete com Banana e Geraldão.
Irmãos reproduzidos de www.theatronetrio.com
Na charge acima, a Seleção Brasileira do treinador Luís Felipe Scolari, o Felipão, estava de olho na Argentina do Papa Francisco - terminou vice da Copa do Mundo-2014, no Brasil. Abaixo, a presidente Dilma Roussef, em um lance da política brasileira, leva bola nas costas ante os pessedebistas José Serra, que foi candidato a presidente da república, contra Lula, e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o antecessor do mesmo Lula.