Vasco

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quarta-feira, 31 de outubro de 2018

ÁLBUM DA COLINA - PÁGINA 2011

O atacante Alecsandro andou comemorando muitos gols fazendo caretas, para homenagear o seu pai, Lela, que foi, também, um homem de frente.
Era assim que o "coroa" interagia com a torcida, após balançar a rede. Alecsandro marcou o gol que valeu a conquista da Copa do Brasil-29011, diante do Coritiba.  
The striker Alecsandro walked around celebrating many goals making grimaces to honor his father, Lela, who was also a front man, and this was how he interacted with the fans after shaking the net. Alecsandro scored the goal that won the Copa do Brasil-29011, against Coritiba.
FOTO REPRODUZIDA DE WWW.CRVASCODAGAMA.COM.BR

HISTORI&LENDAS DA COLINA - BAIANOS


1 - A maior goleada vascaína sobre o rubro-negro baiano, o Vitória, foi por 5 x 0, pelo Campeonato Brasileiro de 1980, na Fonte Nova. Roberto Dinamite é o maior “matador” desses “conflitos”, com 10 balas na agulha. Da vez em que a galera menos ligou para o duelo, em 16 de agosto de 2003, valia pelo segundo turno do Brasileirão de 2003, quando só 657 pagantes compareceram às bilheterias de São Januário. A maior sequência invicta do Vasco sobre o Vitória teve sete jogos e rolou de 02.07.1973 a 13.12.75, com dois triunfos e cinco empates

2 - Os 13 primeiros jogos do confronto Vasco x Vitória foram em Salvador-BA, mas a pugna já foi exportada para outras quatro praças: Rio de Janeiro, Ipiaú, Feira de Santana e Camaçari. Cidade pouco conhecida do interior baiano, Ipiaú tem um estádio chamado Pedro Caetano e o jogo foi 0 x 0, em 07.12.1975. Em 13.12.1975, na Fonte Nova, em Salvador, Roberto Dinamite dinamitou três e o Vasco derrubou o Vitória, por 3 x 1, pela Taça Cidade do Salvador.

3 - O uruguaio Peñarol é um tradicional freguês continental da “Turma da Colina”. Confira, a estatística: 04.02.1947- Copa Atlântico – Vasco 0 x 0 Peñarol; 08.04.1951 - amistoso - Vasco 3 x 0; 22.04.1951 – amistoso – Vasco 2 x 0; 16.01.1958 - amistoso – Vasco 3 x 1; 09.04.1963 -Torneio de Santiago do Chile – Vasco 3 x 2; 04.03.1967 - amistoso–Vasco 2 x 1; 03.09.1967 -Troféu Ramón de Carranza – Vasco 1 x 3; 20.02. 1982-Torneio de Verão do Uruguai – Vasco 1 x 0; 15.02.1983 - Torneio Bicentenário. Simon Bolívar – Vasco 1 x 2; 20.06.1997 - Supercopa da Libertadores – Vasco 3 x 1; 11.07.1997 - Supercopa da Libertadores – Vasco 1 x 1 Peñarol; 29.07.1999-Copa Mercosul - Vasco1 x 2; 31.08.1999 - Copa Mercosul - Vasco1 x 1 Peñarol; 01.08. 2000 - Copa Mercosul – Vasco 3 x 4; 07.09. 2000 - Copa Mercosul - Vasco1 x 1 Peñarol; 05.04.2001 - Taça Libertadores – Vasco 2 x 1; 02.05.2001 - Taça Libertadores – Vasco 3 x 1.

terça-feira, 30 de outubro de 2018

A MUSA DA COLINA DO DIA - PAIXÃO VASCÃO

As meninas torcedoras do Vasco da Gama são totalmente gamadas pelo "Almirante" De qualquer lado, seja de frente ou de costas, como demonstra  o "designer" do site www..paixaovascao.com.br, do qual o Kike reproduz este belo "cartoon", para a galera conhecer o talento de mais um cruzmaltino. Ainda não descobrimos o nome do rapaz, ou da moça que produz estas belezas. Caso você conheça, por favor, nos informe. Valeu!

The fans of Vasco da Gama are totally swamped by the "Admiral" On either side, whether front or back, as demonstrated by the "designer" of the site www..paixaovascao.com.br, of which Kike reproduces this beautiful "cartoon", for the galera to know the talent of another cruzmaltino. We have not yet discovered the name of the boy, or the girl who produces these beauties. If you know, please let us know. Thanks!

TRAGÉDIAS DA COLINA - MAIORAÇA

                                    HISTÓRIAS DO BOLA FORA FUTEBOL CLUBE 
Qual teria sido a maior tragédia das tragédias vascaínas? Difícil determinar, por cada uma ter um significado, dentro do contexto do momento histórico. Assim, a perda do Estadual-2018, por exemplo, é vista pela torcida jovem como uma tragedaça, pois o time caiu em cobranças de pênaltis, por ter sofrido um gol na última bola do jogo, quando a sua patota já gritava “é campeão, é campeão!”.
 A perda do Mundial de Clubes-2000, no Maracanã, para o Corinthians, foi outra grande decepção, também com decisão em cobranças de pênaltis. Antes, o “Almirante” já tivera a chance de ser campeão mundial de clubes, caindo ante o Real Madrid e marcando um gol contra em uma bola que iria para fora. E outras e outras tantas decepções rolam no sentimento da torcida.
Todavia, a maior decepção para um cruzmaltino é perder do Flamengo, o seu maior rival. Nesse caso, há uma grandiosa: no prélio com o maior número de gols entre ambos, 10 bolas no filó, o Vasco caiu por 4 x 6.    
Aconteceu no 13 de março de 1939, dentro de São Januário, amistosamente. No jogo apitado por Sanchez Diaz, os gols da “Turma da Colina” couberam a Niginho (2), Luna e Alfredo, este cobrando pênalti. Mais irritante ainda foi ver o ex-vascaíno Leônidas da Silva, então como flamenguistas, deixando duas pipocas na chapa.
Aos 20 minutos do primeiro tempo, o Vasco já perdia, por 0 x 4.  Reagiu e empatou a refrega, entre os dez  últimos minutos da etapa e os 18 do segundo tempo, deixando no placar emocionantes 4 x 4. Pena que duas bobeadas da moçada fizeram o jogo terminar com uma história indesejada.
Na temporada anterior-1938, em mais dois amistoso com muitos gols – oito e sete -, o Vasco havia caído ante o Flamengo, por 3 x 5 e por 2 x 5.  O jogo dos oito tentos foi em 25 de maio, no estádio das Laranjeiras, valendo pelo Torneio Municipal, apitado pelo Juca da Praia, isto é,  José Ferreira Lemos. Orlando Rosa Pinto (2) e Niginho marcaram para os vascaínos, que passaram pela tragédia, também, de levar gol com um minuto de bola rolando.
Já a partida com sete gols foi amistosa, no etádio da Rua Campos Sales, no 12 de fevereiro, apitado, também, pelo Juca da Praia. Niginho e Alfredo foram à rede nesse decepção.
Uma outra escorregada vascaína com sete gols no placar rolou em 15 de novembro de 1963, pelo segundo turno do Campeonato Carioca. Aconteceu no Maracanã, com apito de Amilcar Ferreira e gols vascaínos por Célio Taveira e Mário “Tilico” que foi expulso de campo.
OBS: a foto do Niginho não foi clicada em nenhum dos jogos citados.

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

DOCUMENTOS DA COLINA

Este é o documento, assinado pelo presidente de Portugal, general Craveiro Lopes, em 5 de julho de 1954, concedendo ao Club de Regatas Vasco das Gama o título de COMENDADOR da Ordem Militar  de Cristo.  
This is the document signed by the President of Portugal, General Craveiro Lopes, on July 5, 1954, granting the Vasco das Gama Regatta Club the title of COMMENDER of the Military Order of Christ.

A GRAÇA DA COLINA - ENROLADA


Isso é o que se pode chamar de uma mulher enrolada. Foi tirada de um anúncio publicitário de marca de linha e teve colado o escudo vascaíno no peito.
Faz sentido, pois o "Almirante" vem sendo um time muito enrolado, correndo o risco de rebaixamento no Campeonato Brasileiro, com 35 pontos ganhos, em 31 jogos, tendo vencido apenas em oito oportunidades. Empatou 11 e perdeu 12.

That's what you call a coiled woman. It was taken from a line marquee and had the Vascaíno shield on the chest.
It makes sense, because the "Admiral" has been a very involved team, running the risk of relegation in the Brazilian Championship, with 35 points won in 31 winning eight games. He drew 11 and lost 12.

domingo, 28 de outubro de 2018

137 - DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - UNI-DUNI-TÊ, A SANDRA ESCOLHEU VOCÊ


 Pelos últimos períodos da década-1960, a mineira Wanderléa era a indiscutível “sucessona” da música jovem brasileira, carimbada por iê-iê-iê, na esteira do yeah-yeah-yeah dos ingleses Beatles e tendo por guru “brasuca” o capixaba Roberto Carlos.
 Por nuvens circulantes a da “Wandeca” rolavam Waldirene, Maritza Fabiabni, Martinha, Denise Barreto, Vanusa, Silvinha e Kátia Cilene, entre outras.
 Uma das últimas cantoras do movimento a surgir na década-60 foi Sandra. Amiga do empresário Ariston de Almeida, este a apresentou a Bibi Ferreira (dispensa comentários), para quem cantou e encantou. E foi parar no programa da mesma, na TV Tupi, indo ao ar usando uma roupa azul-claro, com debrum rosa, cantando “Nossa Canção”, sucesso de Roberto Carlos.
 Além de cantar e ser entrevistada por Bibi, a “estrelinha”, como a “estrelona” a definiu, Sandra agradou muito ao auditório e aos diretores Péricles Leal (artístico da TV) Élcio Milito (de estúdio da gravadora Phillips)). Pronto! Arrumou emprego, rápidão.
 De inicio, em 1967, Sandra formou dupla com o mineiro Márcio Greick e apresentava-se, aos sábados, no programa ‘Múisica Jovem”, da Tupi de São Paulo. Pela mesma época, gravou o seu primeiro disco, um compacto simples (uma músia de cada olado, nos tempos do vinil), lançado pela Polydor, cantando “Uni-du-ni-tè”, musiquinha inocente, quase infantil, composta por Nonato Buzzr/Chico Feitosa, e “Primeiro beijo”, de Márcio Greick/Carlos Wallace/Fernando Adours. 
Ainda, em 1967, participou do I Festival Internacional da Canção, cantado composição “Vem comigo cantar”de Luiz Bonfá/Maria Helena Toledo.
Sandra e a sua voz suave haviam chegado para ficar. Tanto que, em 1968, a gravadora RCA-Victor a levou. E ela gravou mais quatro compactos simples, até 1970. Naquela década, no entanto, afastou-se do mundo artístico e pouco se soube depois sobre a sua vida.  Quem fizer um rolé pelos sites de busca da Internet encontará poucos coisa dela.   

HISTORI&LENDAS DA COLINA - SEM POVÃO

 1 - 12 de junho de 1995 – A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro marcou Vasco x América para uma segunda-feira, no Estádio Proletário, do Bangu, em Moça Bonita. Valia pela 12º rodada do Estadual e só 54 pagantes apareceram para ver a "Turma da Colina" mandar 3 x 0 no "Diabo".
TESTEMUNHAS! E, como não era a casa de um e nem do outro, mas a do “zonzoutro”, a grana da patota não deu para pagar o preço da bola do jogo.

 2 - 17 de julho de 1960 - O Vasco foi fazer um amistoso, em Alagoas, e encontrou tanta facilidade que, ao colocar 5 x 0 no placar, trocou todos os titulares, pelos reservas. Jogou com dois times.
FOI, MAS NÃO FOI MUTO, NÃO! Explica-se: a pugna rolou em Maceió, diante do Clube de Regatas Brasil, o“Cê-Rê-Bê”. Por tratar-se de jogo festivo, o Clube da Colina foi trocando seus “players” durante o decorrer da contenda, para movimentar todos os que haviam viajado. Só Paulinho de Almeida, Coronel e Ronaldo não saíram. No total, 19 atletas foram substituídos.

 3 - 12 de outubro de 1941 -Torcedores cruzmaltinos super-fanáticos contam, sem a menor vergonha, que os cartolas do Madureira tinham tanta admiração pelo Vasco, ao ponto de, em um domingo, levarem a rapaziada para disputar duas partidas na Rua Conselheiro Galvão.
LENDINHA. Realmente, Vasco e Madureira se enfrentaram, em um mesmo domingo, e os vascaínos venceram os dois jogos, pelo mesmo placar de 4 x 1. Um deles valeu pelo Campeonato Carioca e o outro pela Taça Oscar Cox.
 EVIDENTEMENTE, que os “dois times usaram dois times”. Ainda não se falava em biônicos.

sábado, 27 de outubro de 2018

HISTORI&LENDAS - 'HERMANOS'


Maradona foi lançado por um vascaíno
1 - Vasco e Independiente, de Buenos Aires, já se encontraram durante três torneios e um amistoso. Confira a conta: 27.12.1955 – Vasco 1 x 4 (Torneio Atlântico); 14.02.1970 – Vasco 1 x 1  (Torneio Internacional de Verão-RJ); 18.03.1975 – Vasco 2 x 1; 27.08.1981 – Vasco 1 x 2  (Troféu Villa de Madrid).
“INDEPENDIENTEMENTE” de qualquer motivo, o "Almirante" sofre neste cruzeiro à costa argentina.

2 - O vascaíno Delém, goleador que foi negociado, com o River Plate, no início da década de 1960, quando já estava no ofício de integrante de comissão técnica, foi um dos responsáveis pelo lançamento de Diego Armando Maradona no time do Argentino Juniors. Não era homenagem ao ex-cruzmaltino, mas quando estreou, Dieguito usou a jaqueta do Argentino Juniors, com uma faixa igual à da Turma da Colina. Em tempo: Vasco e Argentino Juniors só e pegaram por três vezes: 27.01.1973 – Vasco 1 x 0Argentinos Juniors (Torneio Internacional de Verão do RJ); 02.08.1985 – Vasco 1 x 2 Argentinos Juniors (Taça Libertadores); 09.08.1985 – Vasco 2 x 2 Argentinos Juniors (Taça Libertadores). (Foto reproduzida de O Globo). Agradecimento.
UMA VITÓRIA, UM EMPATE E UMA QUEDA. Talvez, o Vasco tenha deixado para levar mais a sério quando Argentino Juniors ficar adulto.

3 - Ouve-se e lê-se muito que foi o treinador uruguaio Ondino Vieira o mentor da faixa em diagonal no uniforme vascaíno. Teria sugerido à diretoria do clube, para a camisa ficar parecida com a do argentino River Plate. Mas os remadores vascaínos já usavam aquele modelo, desde o primeiro lustro do século 20. Além do mais, o time envergou a jaqueta, com o detalhe, em 1932, enquanto Ondino só aportou por São Januário em 1942.
 É ONDA. ONDINO FEZ uma tremenda marola na imaginação da galera.

O VENENO DO ESCORPIÃO – OS HOMENS IMPREVISTOS QUE DRIBLARAM O DESTINO


 Caso as pesquisas eleitorais se confirmem, a eleição, amanhã, em segundo turno, do capitão Jair Bolsonaro à Presidência da República nos levará a rever semelhanças registradas nas paredes do túnel do tempo. 
Caso dos mais improváveis ocupantes de cargos máximos em determinadas quebradas.
 O capitão tem 26 anos do que se poderia classificar de improdutividade legislativa, não tendo contribuído em nada para o avanço da sociedade brasileira. Você já leu em algum jornal notícia sobre uma grande proposta dele?
Na verdade, Bolsonaro já apresento mais de 600 projetos legislativos, média de 23 por legislatura, mas propô-los não significa aprovação. Podem até nem mesmo serem votados, pois tudo depende da ideologia dominante naquele momento parlamentar. Anote três propostas do capitão:    
 2015 – tornar obrigatória revista pessoal aos visitantes em estabelecimentos prisionais; 2016 – garantir 50% das vagas para deputados federais às populações negras e pardas. 2016 - emenda constitucional para o ministro da  Defesa ser, sempre,  oficial general das Forças Armadas; 
No segundo caso, certamente, o capitão não estava preocupado com os votos dos loiros e dos ruivos. Confere? 
Busto de Nero reproduzido de www.wikiedia
Pois bem! Em 2014, quando a Copa do Mundo rolava pelos gramados “brasucas”, só os jornalistas que cobriam o Congresso Nacional já o tinham  visto mais magro. O eleitorado só sabia da sua existência quando a TV o mostrava xingando “veados”, mulher feia e fazendo bravatas, para ser notícia, como homenagear um brilhante torturador. Ele excedeu quando, em entrevista a um programa pândego de TV, contou ter enfiado o “piru” em muito subilatório quente de galinha, em épocas de moleque adolescente - experiência genética, com bípedes avícolas, quem sabe?
 Evidentemente, que o capitão não teria nenhuma chance de presidir estas bandas, se a Justiça canarinha não tivesse enjaulado o favoritíssimo ex-presidente Luís Lula da Silva. Não é, no entanto, a primeira das histórias de “surpreendências” no “rol dos milicão”, como diria aquele poeta subversivo, elemento ativo, nocivo ao bem-estar comum, como cantou o Chico.
 Na época da ditadura dos generais-presidentes – 1964 a 1985 -, o cargo máximo do governo nacional ficava muito com os ministros do Exército. Até que “uzome” obrigaram o general Garrastazu Medici a aceita-lo. Este, que não queria nada, mordia (mole), sua graninha como adido militar na embaixada brasileira de Washington-EUA, terminou presidente sem querer – e deu no que deu: a fase mais chumbada da ditadura.
 Outros chefes mais do que improváveis surgiram durante a Dinastia Júlio-Claudiana, entre 27 e 68 antes de Cristo, na Roma antiga. Foram Tiberius Claudius Caesar Augustus Germanicus, o Cláudie, e Nero Claudius Cæsar Augustus Germanicus, nascido  Lucius Domitus Ahenobarbus.
 O primeiro fora pegado no laço, escondido atrás de uma cortina, temendo ser assinado pela guarda pretoriana, como esta havia feito com o seu sobrinho Calígula. Por ser manco, gago e sem experiência administrativa, achavam que o único adulto da família claudiana poderia ser boneco de manipulação fácil. Eraram o alvo. Claudio mostrou-se excelente governante, grande estrategista militar e amado pelo povo, sobretudo por aumentar os limites geográficos do império romano.
Foto oficial - Palácio do Planalto
  Nero, que não tinha nenhuma, mas nenhuma chance de ser imperador, tornou-se o tal por conta de sua mãe ter se casado com Cláudio e o envenenado. De sua parte, Nero envenenou o único herdeiro do imperador e os dois fecharam a conta. 
 Mais recentemente, um caso parecido de chefe acidental aconteceu durante as eleições do Club de Regatas Vasco da Gama. Após muitas brigas judiciais, houve uma nova corrida às urnas. O candidato a vice de uma das chapas brigou com o cabeça da dita cuja, armou com o “caudilho” Eurico Miranda, que deveria ter sido o grande derrotado, e chegou ao poder na Colina. Até ali, ninguém sabia quem era Campelo, que não era nem o quinto favorito.
Vai aqui uma previsão do Kike: por ter recebido um presente do ex-presidente Luis Lula, o presidente eleito hoje vai devolver-lhe a coisa, pela próximo indulto do Natal. Isso, se  os seus 12% de frente para o candidato do PT, Fernando Hadad (considerado o "mais rúim" dos prefeitos que passaran por São Paulo) não forem cobertos no Ceará, onde Ciro Gomes o apoia e manda nas urnas – coitado do Brasil. Candidatos piores nem em Petrulaskyiakaiseribriskimidvengenskhe.         


  
      

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

VASCO DA GAMA 1 X 1 INTERNACIONAL

Maxi Lopex, fotografado por Rafael Ribeiro/Vasco.com.br)

Valeu pela 31 rodada do  Campeonato Brasileiro, em São Januário, e o resultado em nada  ajudou a “Turma da Colina”, que segue próximo à zona de rebaixamento. O tento da rapaziada foi marcado pelo argentino Maxi Lopez, cobrando pênalti, já nos últimos momentos da partida.
Somando 35 pontos, o Vasco terá até o próximo dia 3 de novembro para treinar sossegado e se armar para o clássico carioca, contra o Fluminense, a partir das 17h, no Maracanã.

CONFIRA a FICHA TÉCNICA – 26.10.2018 - VASCO 1 x 1 INTERNACIONAL. 31 rodada do Campeonato Brasileiro. Estádio: São Januário. Juiz: Igor Junio Benevenuto de Oliveira-MG. Público: 8.301 pagantes (8.648 no total). Renda: R$ 262.320,00, Gols: Jonatan Álvez, aos 39, e Maxi López (pênalti), aos 46 min do 2 tempo. VASCO - Martín Silva; Luiz Gustavo, Werley, Leandro Castán, Ramon; Willian Maranhão (Raul), Andrey, Fabrício (Thiago Galhardo), Yago Pikachu; Marrony (Kelvin) e Maxi López. Técnico: Alberto Valentim. INTERNACIONAL: Marcelo Lomba; Fabiano, Rodrigo Moledo, Víctor Cuesta, Iago; Rodrigo Dourado, Edenílson, Patrick, D'Alessandro (Wellington Silva); Rossi (Jonatan Álvez) e Nico López. Técnico: Odair Hellmann. 

VASCAÍNOS NA BOCA DO COFRE


Muitos atletas vascaínos, na história da publicidade brasileira, tornaram-se grandes vendedores, caso, principalmente, do primeiro grande ídolo da torcida cruzmaltina, Ademir Menezes, que vendia até pó para chulé. De sua parte, Edmundo já vendeu, inusitadamente, calcinhas para uma marca que se servia às mulheres mais gostosas do país.  Enfim, a rapaziada já vendeu sapatos, botijão de gás e muito mais. Nesta foto, o vendedor é o maior goleador da história do "Almirante", o glorioso Roberto Dinamite, recebendo a "Bola de Ouro" – promoção de JJ Promoções Esportiva – ao lado dos radialistas Deni Menezes e José Carlos Araújo.     

CORREIO DA COLINA - RONGAÚCHO

"Encontrei esta foto em um site e fiquei espantadas, pois eu não sabia que o Ronaldinho Gaúcho já havia jogado no Vasco. Quando foi  isso?" Flávia Siqueira Marques, de Taguatinga-DF.
Seguinte, Flávia: o grande meia gaúcho jamais esteve cruzmaltino, mas andou treinando,  em São Januário, para manter a forma física.
Aconteceu quando o irmão dele, o meia Assis, jogava pela "Turma da Colina" e o levou para lá, a fim de não ficar barrigudinho, gordinho, pois o mano estava em litígio com o Grêmio Porto-Alegrense, na época de sua saída para o francês Paris-Saint Germain.
Logo, a foto deve ser uma brincadeira, montagem feita por um vascaíno muito fanático. É o mais provável. Confere?  

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

HISTORI&LENDAS - NO CADERNINHO DA COLINA

1 - O Vasco já ficou quase sete anos sem perder do seu maior rival, o Flamengo. Foram 20 duelos de invencibilidade vascaína, com 15 vitórias e cinco empates. É a maior invencibilidade do confronto entre ambos. Nesse rolo, a “Turma da Colina” mandou buscarem 58 bolas no filó, e só foi lá em 28 oportunidades, 30 a menos.

2 - Campanha do Vasco campeão do Brasileiro da Série B-2009: 09.05.2009 – Vasco 1 x 0 Brasiliense; 16.05 – 2 x 0 Ceará; 23.05 – 3 x 0 Atlético-GO; 30.05 - 1 x 3 Paraná; 06.06 – 0 x 0 São Caetano; 13.06 – 0 x 0 Guarani de Campinas; 19.06 – 0 x 0 Duque de Caxias; 27.06 – 1 x 1 Figueirense; 30.06 – 0 x 0 Bragantino-SP; 11.07 – 3 x 0 Ponte Preta; 14.07 – 2 x 0 Vila Nova-GO; 17.07 – 3 x 0 ABC; 25.07 – 1 x 2 Bahia; 28.07 – 2 x 1 Fortaleza; 01.08 – 2 x 1 Juventude; 08.08 – 3 x 0 Campinense; 11.08 – 2 x 2 América-RN; 15.08 – 3 x 1 Portuguesa de Desportos; 22.08 – 4 x 0 Ipatinga-MG; 25.08 - 1 x 0 Brasiliense; 28.08 – 0 x 2 Ceará; 05.09 – 2 x 2 Atlético-GO; 11.09 – 2 x 1 Paraná; 15.09 – 1 x 0 São Caetano; 19.09 – 1 x 0 Guarani; 26.09 – 1 x 0 Duque de Caxias; 29.09 - 1 x 2 Figueirense; 03.10 – 0 x 0 Bragantino; 10.10 – 0 x 0 Ponte Preta; 13.10 - 4 x 1 Vila Nova; 20.10 – 3 x 2 ABC; 24.10 – 2 x 1 Bahia; 31.10 – 1 x 1 Fortaleza; 07.10 – 2 x 1 Juventude; 10.11 – 1 x 0 Campinense-PB; 13.11 – 2 x 1 América-RN; 21.11 – 0 x 1 Portuguesa e 26.11 - 0 x 2 Ipatinga-MG.

3 -  Quem carimbou o filó: Élton (17); Carlos Alberto (9); Adriano (5); Alex Teixeira (4); Ramon Gaúcho (3); Edgar, Fagner, Gian, Nilton, Robinho e Souza (2); Amaral, Fernando, Fumagalli; Léo Lima; Paulo Sérgio; Rodrigo Pimpão e Tite (1).

DUAS FIGURAS NA ESQUINA DA COLINA

  1  - Danilo Alvim foi um dos maiores craques brasileiros do seu tempo. Nascido em 03.12.1920, no Rio de Janeiro, aos 19 anos de idade, sofreu 39 fraturas, em uma das pernas, ao ser atropelado por um automóvel. Dois anos depois, estava jogando tanto que o Vasco da Gama o tirou do América.
 Praticante de futebol clássico, Danilo ganhou o apelido de “Príncipe” e sagrou-se campeão carioca em 1945, 1947, 1949, 1950 e 1952, e do Sul-Americano de Clubes Campeões-1948, no Chile. Esteve titular da Seleção Brasileira durante a Copa do Mundo-1950, qual saiu vice-campeão. Três anos depois, enceraria a sua vida vascaína, indo para o Botafogo. E encerrou a carreira vestindo a camisa do mineiro Uberaba-MG.
 Como treinador, em 1963, comandou a seleção boliviana na conquista do Sul-Americano. Quando pendurou as chuteiras, Danilo não tinha mais nada, a não ser uma casa em seu nome, no Rio de Janeiro. Em 16 de maio de 1996, saiu desta vida, como morador de um asilo para velhinhos pobres e esquecidos.

2 - O atacante Kosilek fez parte do grupo dos campeões carioca, em 1970. Em sua rápida passagem por São Januário, disputou apenas 14 jogos. Confira: 22.02.1970 – Vasco  0 x 2  Flamengo (Torn Inter de Verão); 24.03.1970 a- Vasco  1 x 0  Rio Branco-ES (amistoso); 05.04.1970 – Vasco   0 x 2  Bangu (Taça Guanabara); 26.04.1970 - Vasco   1 x 0  América-RJ. (Taça GB); 01.05.1970 - Vasco  0 x 0  Flamengo (Taça GB); 03.05.1970 0 Vasco  2 x 0  Desportiva-ES (amistoso); 10.05.1970 - Vasco  0 x 2  Flamengo. (Taça GB); 01.08.1970 - Vasco  1 x 0  Olaria (Campeonato Carioca); 09.08.1970 - Vasco  1 x 0  Flamengo. (Camp Car); 15.08.1970 - Vasco  2 x 0  Portuguesa-RJ (Camp Car); 13.09.1970 - Vasco  3 x 2  América-RJ (Camp Car); 20.09.1970 – Vasco  0 x 2  Fluminense (Camp Car); 17.10.1970  - Vasco 5 x 1  Santos (Taça de Prata);a 04.11.1970 – Vasco 4 x 0 CSA-AL (amistoso).

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

MUSA DO DIA DA COLINA - MOSTRADEIRA

Ninguém tem mais dúvidas de que as torcedoras vascaínas são as mais belas do planeta, não é mesmo? Eis aqui mais uma prova, esta   gatíssima que o Kike viu em www.notíciasuol.com.br. Pena que o nome dela e do fotógrafo não foram citados onde esta moldura foi reproduzida. Se alguém souber, por favor, nos avise , para o crédito ser mencionado. Quanto aos torcedores dos outros clubes, não tem problema sentir inveja. O remédio é ir aos jogos vascaínos e ver as belezas naturais que desfilam charme pelas arquibancadas. 

No one has more doubts that the Basque fans are the most beautiful on the planet, are not they? Here is one more approve, this very hot one that Kike saw in www.notíciasuol.com.br. Too bad her and the photographer's name were not cited where this frame was reproduced. If anyone knows, please let us know, for credit to be mentioned. As for the fans of the other clubs, it is okay to be envious. The remedy is to go to the Basque games and see the natural beauties that parade charm through the stands. Does it?

VASCO DAS CAPAS - ORLANDO PEÇANHA

 O Nº 34 trouxe o zagueiro Orlando Peçanha de Carvalho abrindo a semanário. Ele começou a terminou a carreira no Vasco da Gama.
Campeão mundial, em 1958, na Suécia, voltou com a fama de ter sido o melhor quarto-zagueiro (zagueiro de área, na época) que já passara pela Seleção Brasileira.
 Além do Vasco, Orlando defendeu o argentino Boca Juniors, tendo sido chamado por "Senhor Futebol!", pela categoria que demonstrava, em qualquer posição da defesa.
Quando voltou ao Brasil, Orlando defendeu o Santos, de Pelé. E, oito anos depois, ainda foi convocado para disputar a Copa do Mundo de 1966, na Inglaterra. Só não foi à de 1962, no Chile, porque a então Confederação Brasileira de Desportos (atual, Confederação Brasileira de Futebol) não convocava atletas que estavam atuando no exterior. 

Cover of Magazine No. 34 Sportthe defender Orlando Peçanha de Carvalho started ended his career at Vasco da Gama.
Was world champion in 1958 in Sweden, from where he returned with reputed to have been the best quarterback (Area defender at the timewho has passed the Brazilian national team.
In addition to Vasco, he arguedalso, the Argentine Boca Juniors, where he was called "Mr Football", the category that showedin any defense position.
When he returned to Brazildefended Santos, PeleAnd eight years later, was even summoned to play in the World Cup 1966 in England. Only it was not the 1962in Chilebecause then the Brazilian Confederation of Sports (current, Brazilian Football Confederationnot summoned ateltas who were working abroad.

terça-feira, 23 de outubro de 2018

OS MAIS + DA ESQUINA DA COLINA

1 - Jogadores vascaínos que mais ganharam títulos: o primeirão é o goleiro Moacyr Barbosa, que carregou 14 canecos pra casa: Sul-Americano-1948; Carioca-1945/47/49/50/52/58; Municipal-1945/46/47; Torneio Inicio-1945/48/58. Torneio Relâmpago-1946. O vice-líder é Roberto Dinamite, com oito faixas colecionadas: Carioca-1977/82/87/88/92; Troféu Ramón de Carranza-1987/88; Brasileiro-1974. O pódio dos três primeiros é completado por Felipe, conquistador de sete títulos: Brasileiro-1997/2000; Taça Libertadores-1998; Copa Mercosul-2000; Torneio Rio-São Paulo-1999; Carioca-1998.

 2 - Maior placar e maior goleada do Vasco em cima do Flamengo, neste século: o primeiro quesito rolou em 28 de maio de 2000, pelo Estadual-RJ: 3 x 3, no Maracanã, com o Fla abrindo dois gols de frente, em 20 minutos. Mas a rapaziada foi buscar o empate, aos 21 e aos 27, por intermédio de Edmundo e de Juninho Pernambucano. No segundo tempo, o “Urubu” voltou a voar adiante, mas Viola acertou o bico, aos 39.  O treinador Abel Braga, zagueiro cruzmaltinao na década-1970, mandou ao gramado esta rapaziada: Helton; Paulo Miranda (Dedé), Odvan, Mauro Galvão e Gilberto; Nasa (Viola), Amaral, Juninho (Jorginho) e Felipe; Edmundo e Pedrinho.
 3 - A maior goleada vascaína sobre o Flamengo, na verdade, foram duas. Ambas por 5 x 1: em 23 de abril de 2000, pelo Estadual, e em 6 de outubro de 2001, do Brasileirão. Na primeira, os “matadores” foram: Felipe, aos 14 e Romário, aos 25 minutos do primeiro tempo. No segundo, Romário, aos 5 e aos 11, e Pedrinho, aos 22. A “tchurma”: Helton; Paulo Miranda, Odvan, Mauro Galvão e Gilberto; Amaral, Nasa, Felipe e Pedrinho (Júnior Baiano); Viola e Romário (Alex Oliveira).

4 - Em 6 de outubro de 2001, valia pelo Brasileirão. Hélio dos Anjos era o chefe da rapaziada e Romário voltou a mandar três pipocas no barbante: aos 45, 58 e 82 minutos. Gilberto, aos 30, e Euller, aos 90, foram os “completantes” de placar. O time dirigido apor Hélio dos Anjosa, era: Helton: João Carlos, Odvan, Fabiano Eller (Jamir) e Rafael; Donziete Oliveira, Gilberto

 5- Time de botões vascaínos da temporada-1973. Da esquerda para a direita, Paulo César, Alcir, Moisés, Miguel, Eberval, Jorginho Carvoeiro (segunda fila), Buglê, Silva, Tostão e Ademir. 

HISTORI&LENDAS - COINCIDENTES

1 - Jogos cruzmaltinos em que a numeração do dia coincidiu com a do mês: 01.01.1954 - Vasco 1 x 1 América; 02.02.2003 - Vasco 2 x 2 Fluminense; 03.03.1999 - Vasco 2 x 1 Santos. 04.04.1957 - Vasco 3 x 0 Renner-RS; 04.04.1965 – Vasco 3 x 0 Santos; 04.04.1979 – Vasco 3 x 2 Internacional-RS; 04.04.2004 - Vasco 2 x 1 Fluminense; 04.04.2004 - Vasco 2 x 1 Fluminense; 05.05.1985- Vasco 5 x 1 Atlético Cajazeiras-PB; 05.05.1963 - Vasco 3 x 0 Stade Abidjan-Costa do Marfim; 05.05.1946 – Vasco 6 x 2 Bahia; 06.06.1934 –Vasco 4 x 3 Bonsucesso; 06.06.1949 - Vasco 5 x 0 Rapid Wien-AUS; 06.06.1961 –Vasco 2 x 0 Combinado de Skeid-NOR; 06.06.1979 – Vasco 3 x 1 Bonsucesso; 06.06.1982– Vasco 5 x 2 Sampaio Corrêa-MA; 06.06.1998 - Vasco 1 x 0 Grêmio-RS; 06.06.1993– Vasco 1 x 0 Fluminense; 06.06.1999 - Vasco 2 x 0; 07.07.1946 -Vasco 3 x 0 Botafogo; 07.07.1985 – Vasco 1 x 1 Internacional; 08.08.1971 - Ceará 0 X 0 Vasco; 10.10.1937 - Vasco 3 x 3 Flamengo;  11.11.1967 - Vasco 4 x 0 Flamengo; 12.12.1948 - Vasco 1 x 3 Botafogo; 12.12.1979 – Vasco 1 x 1 Coritiba

2 - Em 16 de setembro de 1986, o Vasco goleou o Combinado de Caxambu-MG, por 5 x 0, na casa do adversário. Com cinco minutos, já estava 2 x 0, por obra e graça de  Zé Sérgio, aos 2 e de Claudinho, aos 5. Com estava muito fácil, aos 17, o mesmo Claudinho fez mais um. Por ali, a rapaziada deu uma segurada. No segundo tempo, Santos, aos 10,  e Vivinho acabaram de engrossar o caldo.

3 - O primeiro jogo do Vasco contra o Fast Club, do Amazonas, foi em 8 de agosto de 1955, amistosamente, em Manaus. Salum Osmar apitou e a renda foi de Cr$ 25 mil 417 cruzeiros e quatro centavos, a moeda da época. O pernambucano Ademir Menezes e o paraguaio Sílvio Parodi temperaram o caldo cruzmaltino, enquanto Paulo Onely descontou para os anfitriaões. O Vasco faoi Hélio, Paulinho de Almeida e Haroldo;  Orlando, Beto (Dário) Válter; Sabará (Yedo), Maneca, Vavá (Ademir Menezes), Pinga (Alvinho) e Parodi. O Fast alinhou: Jairo, Morcego, Mário, Perota, Almério, Nego, Marcelo, Paulo Onety, Ariosto, Orleans, Paulo Lira.

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

A MUSA DO DIA DA COLINA - FERNANDA

Além de bela e inteligente, Fernanda Sampaio de Lacerda Abreu já escreveu livro infantil dedicado ao  Club de Regatas Vasco da Gamas. Por sinal, contando com a supervisão do nosso consultor Mauro Prais, um dos maiores conhecedores da história cruzmaltina.

Não fale mal do "Almirante" perto de Fernanda Abreu.
 (Foto reproduzida de www.vascobahia.blogspot.com)
Carioca, nascida em 08.09.1961, a vascaina Fernanda Abreu é, também, compositora, instrumentista e bailarina. A temporada em que ela surgiu foi a de 1982, como backing vocal da banda pop Blitz, que a teve por três discos, até 1986. 
 Em 1990, Fernanda partiu para a carreira solo, lançando  “Radical Dance Disco Clube", que emplacou legal  "Lady Marmalade". Mas o seu trabalho que mais agadou aos críticos foi “Da Lata, de 1995, com a faixa "Garota Sangue Bom" ajudando a torná-lo   o melhor álbum latino-americano do ano, para a revista norte-americana “Bilboard.
Em 1997, ela voltou a emplacar um grande momento na carreira, reunindo velhos hits e algumas canções inéditas. Foi quando "Kátia Flávia, a Godiva do Irajá" tornou-se o seu segundo maior sucesso . Dali por diante, seguiu emplacando aplausos e torcendo, cada vez mais, pelo glorioso Club de Regatas Vasco da Gama.
Entre 1983 a 2012, Fernanda foi casada com Luiz Stein. Dali por diante, tem sido có-piloto de Tuto Ferraz. O seu livro infantil sobre o "Almirante" faz parte da biblioteca do Kike. Valeu, Fernandinha!

In addition to being beautiful and intelligent, Fernanda Sampaio de Laceda Abreu has already written children's book dedicated to the Vasco da Gama Racing Club. By the way, relying on the supervision of Kike's consultant, the glorious Mauro Prais, one of the greatest connoisseurs of cuzmaltin history.
Este álbum agradou bastante à galera fã do pop de Fernanda
Carioca, born on September 8, 1961, Basque Fernanda is also a composer, instrumentalist and dancer. He appeared in 1982, as a vocal backing of the pop band "Blitz", which had it in three albums, 1986. In 1990, it left to the solo career, releasing the disc "Radical Dance Disco Club", that had the great "Lady Marmalade." But her most critical work was "Da Lata," in 1995. The track "Good Blood Girl" helped make it the best Latin American album of the year for the American magazine "Bilpa."
 In 1997, Fernanda returned to a great moment in the career, gathering old successes and some unpublished songs, when "Kátia Flávia, Godiva do Irajá", became her second biggest success, Continued to be more successful and cheering, more and more, for the glorious Vasco da Gama Racing Club.Between 1983 and 2012, Fernanda was married to Luiz Stein. From then on, he has been a pilot of Tuto Ferraz. His children's book on the "Admiral" is part of the Kike library.Thanks, Fernandinha!



HISTORI&LENDAS DA COLINA - ZAGUEIGOL

1 -  O zagueiro Dedé, isto é, Anderson Vital da Silva, é o cara da sua área que mais gols marcou com a jaqueta cruzmaltina: 10. E todos na mesma temporada, em 2011, superando as sete redes balançadas por Hércules Brito Ruas, em 1967 – o terceiro é Mauro Galvão, com seis tentos. Contratado, em 2009, após o Campeonato Estadual do Rio de Janeiro, Dedé não teve muitas chances com o técnico Dorival Júnior. Disputou, apenas, cinco partidas, sem marcar nenhum gol. Em 2010, ele foi ganhando a vaga, aos poucos, e terminou o ano como o melhor zagueiro do Brasileiro. Em 2011, chegou à Seleção Brasileira, convocado pelo treinador Mano Menezes. Nascido em 1º de julho de 1988, em Volta Redonda-RJ, Dedé já era artilheiro em sua terra. Pelo “Voltaço”, em 2008, quando disputou o seu primeiro campeonato, deixou três bolas no filó, em 16 jogos. Razão pela qual o Vasco foi buscá-lo, quando totalizava 13 tentos, em 100 jogos, pelo antigo clube. Ele custou R$ 984,4 aos cofres de São Januário.

2- Dario José dos Santos, o "Dadá Maravilha", foi um dos maiores goleadores do futebol brasileiro, entre o final da década 1960 e a 70. Quando desandou a marcar gols, pelo Atlético-MG, ele foi apelidado, pelo locutor Waldir Amaral, da Rádio Globo-RJ, de “Apolo 9”, em alusão ao número da sua camisa e ao projeto, da NASA, que colocara um home na Lua. Em 1968, Dario fora tirado do Campo Grande-RJ, por NCr$ 90 mil cruzeiros novos. No alvinegro suburbano, começara a "matar", lançado por Adílson e Alves. E fez uma revelação ao repórter (vascaíno) Eliomário Valete, pela a Revista do Esporte Nº 505, 9 de novembro de 1968: tinha horror de jogar contra a dupla de zaga vascaína Brito e Fontana. “Como batem bem. Até tapas no rosto já levei, além de outras entradas mais violentas. Quando eu apanhava a bola e partia para a área do Vasco, temia pela minha saúde”, contou.

3 -   Muitos repórteres que cobriam o Vasco achavam que Brito e Fontana não se suportavam, porque andavam, sempre, de cara virada, um para o outro. O motivo era que o segundo não concordava que o colega jogasse calado. E aí se pegavam. Quando Fontana foi para o Cruzeiro, o velho companheiro de "xerifado" disse à imprensa que o colega faria muita falta ao time vascaíno, por achar que a sua energia contagiava, empurrava o time para a frente. Os dois passaram a se entender melhor na Seleção Brasileira. E quis o destino que, depois do tri, se reencontraram atuando pela zaga cruzeirense, depois das Copa do Mundo-1970.       



 4 - Em uma manhã de sábado de 2006, em São Januário, o Vasco ganhou, por 2 x 1, em um dos seus  joguinho bregas, arrumados por Eurico Miranda. Foi contra um time sul-coreano, o Jeonbuk Hyundai, que fazia pré-temporada no Brasil. Os "caras" daquele Vasco eram Romário e Morais, mas eles não atuaram. Digamos que foi um treino de luxo para a rapaziada estrear na Copa do Brasil, quatro dias depois, contra o Botafogo da Paraíba, em João Pessoa. Confira, abaixo, a ficha técnica.Outros amistosos bregas da rapaziada em 2006: Vasco 6 x 0 Duque de Caxias, no Vasco Barra; Vasco 7 x 0 Rio Branco de Campos, em São Januário; Vasco 0 x 1 Entrerriense, em Três Rios-RJ; Vasco 2 x 2 Angra dos Reis, em São Januário; Vasco 4 x 0 Sagrada Esperança (Angola), em São Januário; Vasco 4 x 2 Villa Rio, em São Januário e Vasco 6 x 0 Olaria, em São Januário.

domingo, 21 de outubro de 2018

VASCO DAS CAPAS - BEIJOQUEIROS

Prêmio de campeões: Vavá e Bellini beijam
a Rainha da Primavera
Em sua coluna do Nº 59, à página 9 da edição de "Manchete Esportiva" que circulou a partir de 5 de janeiro de 1957, o cronista Nélson Rodrigues usou o espaço intitulado "O Javali do Vasco", para considerar o meia Válter Marciano o maior nome da conquista do título carioca de 1956. “É um jogador extraordinário, que faz um futebol rápido, penetrante, objetivo”, definiu, acrescentando que o treinador Martim Francisco colocou em cima do seu atleta a sorte de muitas batalhas. 
Embora Válter tenha sido tão elogiado, Nélson Rodrigues imputava ao zagueiro Bellini a pecha denome mais representativo do time campeão. Admitia que o primeiro tinha mais recursos técnicos, mas lembrava: “Em futebol, nem tudo é técnica, nem tudo é tática.... O símbolo humano mais perfeito... na jornada que passou é Bellini. Ele exprime todo o élan, gana e a garra do seu time... em todos os jogos do Vasco, o notável zagueiro foi sempre o mesmo. É o homem que vive os 90 minutos de cada peleja, segundo a segundo. Para ele, não existe a pelada... ele não vê o adversário, vê sempre o Vasco. Não se pode imaginar um jogador que se dedique mais, que se entregue mais, que lute e que se mate tanto... Eu creio que um Vasco sem Bellini já seria menos Vasco... seria um Vasco descaracterizado, um Vasco mutilado na sua flama e no seu tremendo apetite de vitória”.
O Javali do Vasco”, para considerar o  meia Válter Marciano o maior nome da conquista do título carioca de 1956. “É um jogador extraordinário, que faz um futebol rápido, penetrante, objetivo”, definiu, acrescentando que o treinador Martim Francisco colocou em cima do seu atleta a sorte de muitas batalhas.    

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - NEILA, A MINEIRA QUE VIA DEMAIS

   Filha de uma tradicional família mineira que gerou até um vice-presidente da República – José Maria Alkmin -  a garota Neila veio a este mundo com poderes espirituais que os seus pais, tremendamente católicos, rejeitavam. Para eles, tudo não passava de coisas de menina de mente fértil demais.
 Mesmo tendo ela sentido, aos três de idade, que o bisavô, de 90, chegava ao seu final e acertando, aos cinco, a mesma ocorrência com a avó, os seus pais seguiam rejeitando as sua premonições. A pior delas aconteceu, em 1958, quando já era casada e “premoniu que um filho, ainda pequeno, sofreria um acidente automobilístico que o deixaria paralítico, aos 19 de idade. E aconteceu.
  As premonições de Neila Alkmin tornaram-se mais acentuadas depois que um seu avô arranjou-lhe um casamento com um homem 16 anos mais velho – ficou casada por sete temporadas e teve três filhos. Diante de tantas visões, decidiu largar o emprego em um cartório e sentiu-se na obrigação de orientar as pessoas.
Para Neila, os seus poderes eram um dom que  Deus lhe dera. Este, afirmava, ampliava os seus conhecimentos extra-sensoriais, permitindo-lhe prever fatos que aconteceriam, as vezes, até 10, ou 20 anos depois, mostrando-os na forma de quadros de um filme cinematográfico pelo qual Jesus Cristo era o mestre.
 Segundo Neila, as suas visões “independiam” de horários e quando eram muito chocantes abalavam a sua sensibilidade. Quando as visões fluíam, ela poderia escrever um livro, ininterruptamente. Desde 1953, ela anotava todas as suas visões, as conferia se viravam realidade e - caso sim – nem sempre as entendia.
 Entre as premonições de Neila Alkmin, a mais famosas foram a localização de um avião que chocara-se, em 1980,  com o Pico do Frade, em Paraty-RJ, quando todas as buscas haviam sido frustradas e a conquista, pelo Flamengo, do título de campeão brasileiro-1982. Por estas e outras, o Ministério de Minas e Energia recorria-lhe muito para apontar  onde  havia veios de minérios. Os mesmos militares que pediam-lhe ajuda, impediram a divulgação das suas premonições sobre a saída do general Golbery do Couto e Silva, do Governo ditatorial, e o infarto do presidente João Figueiredo.          
 Neila, que estudou em colégio de freiras, quando usava a mente para ajudar as pessoas, fazia do seu local de concentração o porão de sua casa. Só recebia a visita do seu secretário, que tinha de estar com as mãos absurdamente limpas, pois se tocasse em seus objetos e estas não estivessem daquele jeito, poderia prejudicar a sua mentalização.
 Em Conceição do Rio Verde, ela recebia visita de amigos e de um filho residente em São Paulo e falava com pessoas, pelo telefone. Como falou comigo, durante entrevista para a Rádio Nacional de Brasília, pelo final da década 1980, quando contou acreditar em reencarnação, ser a vida era feita por individualidades e admitiu que os seus conhecimentos espirituais teriam passado por ancestrais. 

sábado, 20 de outubro de 2018

MUSA DO DIA DA COLINA - DORA BRIA

Foro reproduzida da capa
da Revista do Vasco

 Loira, olhos verdes e um corpo de modelo fotográfico. Por isso, Dora Bria foi capas de várias revistas, entre elas Manchete e Playboy, entre 1993 e 2000. Ela tornou-se a primeira “brasuca” no circuito mundial de windsurf, tendo trazido um tri sul-americano e sido hexacampeã brasileira.
 Durante quatro anos consecutivos, figurou entre as cinco melhores do mundo em ondas grandes. Vascaína, ela viveu por 49 temporadas neste planeta, tendo a sua vida tragada por um acidente automobilístico, perto do quilômetro-256, em São Gonçalo do Abaeté-MG. Com pista escorregadia,  sua camioneta Mitsubishi L-200 derrapou, invadiu a pista de sentido contrário e bateu de frente com uma carreta Volvo.
Filha do romeno Vasile com a brasileira Dora, foi irmã de Mauro e viveram viveram infância e adolescência nos bairros do Méier e Tijuca, do Rio de Janeiro. Desde pequena, Dora era desportista. Voleira no Colégio Marista São José,  treinou pelos times do Monte Sinai e do Tijuca Tênis Clube.
Formada engenheira química, pela Universidade Federal-RJ, Dora foi  aprovada em concurso público, mas preferiu ser windsurfista. Pouco praticado por mulheres no Brasil, ela abriu o windsurf para elas. Queria-o, também,  como meio de integração social para crianças carentes. O então prefeito carioca, César Maia, prometeu batizar uma das ruas cariocas com o nome de Dora Bria, alegando que a vascaína trabalhara pela inclusão social pelo esporte, além de sentir que “sua beleza exaltava a mulher carioca”. A Rua Dora Bria fica no bairro Recreio dos Bandeirantes, com o CEP 22.790.829.

O VENENO DO ESCORPIÃO – DECÁLÓGO DO GLORIOSO JORNALISTA OCTÁVIO BONFIM

DECÁLOGO: TÍTULO DA COLUNA DELE NO  JORNAL DE BRASILIA

Reprodução de www.wilipedia
1 – O Itamaraty enviara convites aos chegados para o banquete em homenagem à visita a Brasilia, do Rei Olavo, da Noruega, em 1967, informando que era obrigatório o uso de “smoking”. Dias antes, muitos convidados haviam comparecido ao almoço oferecido ao legado do Papa, o cardeal Amleto Cicognani (foto), com os mais diferentes ternos. O cerimonial esquecera de passar a informação sobre a idumentária para a gráfica que imprimira os convites. E, para justificar a gafe, dissera ter feito uma “concessão de protocolo”.  Duas décadas depois, em papos “revival” na sala de imprensas da casa, o repórter Octávio Bonfim disse que homenagearia a pisada itamaratiana, inesquecível para os contadores de história, e cumpriu: dias depois, distribuiu na sala de imprensa do Ministério das Relações Exteriores o sanduíche “Concessão de Protocolo”, contendo uma azeitona solitária dentro de um pão francês.         

2 – “Não precisa ser adivinho para saber quem será o próximo presidente da República: o penúltimo ministro do Exército, pois o último (o então atual presidente) será inelegível”. Autor da frase: Octávio Bonfim, que estava certo, pois não ocorriam reeleições durante o regime militar dos generais-presidentes, e os “caras” abençoados pela espada saíam sempre daquele mesmo posto.

3 – Comentário de Octávio Bonfim sobre o ex-presidente da República e marechal Costa e Silva: “Andava mais atrasado do que a Segunda Guerra Mundial. Nunca deixou de usar relógio de pulso com o mostrador do ponteiro para baixo”. Explica-se: mandava o figurino dos oficiais de Infantaria ser preciso proteger o relógio de eventuais choques durante combates.

Reprodução de www.wikipedia
4 - Devido aos seus grande número de servidores, que não dispunham de tempo para fazerem coisas particulares, durante o horário de trabalho, muitos ministérios colocavam salões de barbeiros à disposição da rapaziada, para as tradicionais horas do “deu uma saidinha, volta logo”. No Itamaraty, o barbeiro era um cara muito cascateiro, que vivia contando histórias que ninguém acreditava. Talvez, por isso, o salão andava sempre cheio de gente jogando conversa fora. Certa vez, Octávio Bonfim chegou à sala de imprensa e avisou: “Vou fazer uma sacanagem com o Agnelo?”  O dito cujo já tinha uns vários tempos de atuação na casa, mas nunca sabia do nome do chanceler, do secretário-geral, dos embaixadores e dos conselheiros. Só sabia os dos jornalistas, que viviam na sacanagem com ele, cada um mentindo mais, inventando lorotas.  Pois bem! O Bonfa telefonou para o Agnelo e disse-lhe que o chanceler estava precisando que o barbeiro fosse ao seu gabinete, urgente, fazer-lhe cabelo, barba e bigode. Agnelo se mandou e encontrou-se às portas do gabinete do homem com a secretária, a qual contou da sua missão, deixando-a encabula, pois não havia solicitado nenhum pedido naquele sentido. Em todo o caso, o acompanhou até aos pés do chefe. Ao deparar-se com o ministro Magalhães Pinto, completamente careca, Agnelo percebeu, logo, que havia sido vítima de um trote. E não tinha dúvidas de quem, seria o autor da “saca” – sacou?

5 -  O Itamaraty só marcava entrevista coletiva do chanceler, do secretário geral e dos embaixadores para os inícios de noite. Nunca jamais antes das 18h. Só era bom para os correspondentes estrangeiros, que estavam cinco horas atrasados em relação à Europa e grande parte dos Estados Unidos. Tinham tempo bastante de sobre para enviar material às suas sedes. Certa vez, antes de uma coletiva do embaixador Flecha de Lima, que era o secretário-geral do ministro Abreu Sodré, foi distribuído, pelo inicio da tarde, um documento para a imprensa. Antes de começar a coletiva, o homem indagou aos repórteres se todos haviam lido e o que acharam. Octávio Bonfim mandou: “Eu gostei por um detalhe: até que enfim o governo brasileiro publicou um texto em português. Eu já andava com o complexo de ter nascido em Nova York, ou em Londres. Lia tudo desta casa só em inglês”.

6 – Perto das eleições estaduais de 1986, falava-se muito em acordos entre PMDB e ARENA, em várias regiões do país. Na sala de imprensa do Itamaraty, o correspondente de um a agência noticiosa italiano, Américo René Gianini, indagou ao Octávio Bonfim o que ele pensava sobre o tema. Resposta: “Está sendo dado um grande passo para a formação de partido único no Brasil” – tecnicamente, poderia estar certo.

7 - Octávio Bonfim encontrou-se com o deputado gaúcho Clóvis Stenzel, na Comissão de Relações Exteriors da Câmara, papearam e terminaram indo à sala do famosíssimo “cafezinho do Congresso’, do lado do Salão Verde. Entre um gole e outro, o Bonfa disse: “Deputado, com este seu jeitão de alemão, só falta um “Von” em seu sobrenome para ficar tudo em cima”. Resposta: “Dissestes bem, tchê! Um “vonzinho” aí me garantiria uns votinhos a mais com os amigos do Seu Hermann; da professora Ulda; do doutor Briegel e até do pão duro-do Seu Zimmer”.            

8 - Em viagem pelo Nordeste, Octávio Bonfim reencontrou um velho amigo dos tempos das cavernas. Não se viam desde o período paleozóico. Papo vai, papo vem, o homem contou-lhe terem empresários do setor de moínhos colocado à sua disposição um carro de luxo para as suas andanças, e ele não topado. Comentário do Bonfa: “Fez muito bem o amigo em não aceitar. Diretor da SUNAB- Superintendência Nacional de Abastecimento tem de andar em em um “Jeep” véi, de preferência, só pegando no saculejo”.  
Reproduzido do blogdoeliomar.com.br

9 -  O deputado federal Adauto Bezerra (foto) sofria grandes pressões, dentro do PMDB do Ceará, para a candidatura de Mauro Benevides ao Senado, em troca de posições no futuro governo estadual. Vinha por ali o pleito de 1982 e o homem rechaçava, inteiramente, a proposta. Comentário do "Bonfa": Bezerra não é jegue, mas está amuado". 

10 -  Escreveu o glorioso Bonfim em sua coluna do Jornal de Brasília: "Eu estava à entrada do plenário da Câmara, quando  se cruzaram os deputados Flávio Marcílio-CE e Miro Teixeira-RJ.  O primeiro virou-se para o segundo e disse: "Miro! Você está mais magro. Acho que este seu terno nem é seu, mas do Chagas Freitas (então governador do RJ)". Comentário sacaninha do Bonfa: "Gordo quer ser magro e magro parece que não gosta de magro".