Vasco

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quarta-feira, 17 de outubro de 2018

MUSA DO DIA DA COLINA - DANI



Só mesmo uma torcedora vascaína pode ser tão bela. E inteligente. O "Kike" viu esta foto do arquivo pessoal de Danielle Sena, publicado pelo www.esporte.uol.com.br, e a reproduz, para alegria da  "Turma da Colina". Segundo o site citado, a gataça convencera ao júri ser a representante do Vasco no concurso "Bela da Torcida". Não haveria como discordar dela. Confere?
Only a vascaína twisters can be so beautifulAnd intelligent. The "Kike" saw these photo's personnel file posted by Danielle Sena www.esaporte.uol.com.br and plays to rejoice the guys from "Class of the Hill." According to the website quoted the gataça convinced the jury to be the representative of Vasco in the contest "Beautiful Cheerleading"There was not be anybody!

HISTORI&LENDAS DA COLINA - ROSA

1 - Jair Rosa Pinto, um dos grandes ídolos vascaínos da década-1940, disputou 71 partida pela "Turma da Colina". Fez 27 gols, média de 0,39 por jogo, dos quais venceu 44 e empatou 18 e caiu em 9. Estreou em 14 de fevereiro de 1943, em Vasco 1 x 1 Palmeiras, amistosamente, já balançando a roseira. O último tento foi em 19 de outubro de 1946, nos 4 x 3 sobre o Bonsucesso, pelo Campeonato Carioca. A despedida rolou em 9 de novembro de 1946, no 1 x 1, com o São Cristóvão, pela mesma disputa. Seus títulos de campeão pelo clube foram: Torneio Início-1944; Torneio Relâmpago-1944; Torneio Municipal-1944/45/46 e Campeonato Carioca-1945 (invicto). Teve mais dois parentes que vestiram a jaqueta cruzmaltina, o irmão Orlando e o sobrinho Roberto Pinto.
2 - O Vasco é o terceiro clube que mais atletas cedeu à Seleção Brasileira, para Copas do Mundo: 35 – atrás só de Botafogo (46) e São Paulo (40). No ‘pentacampeonato’ mundial, o clube foi representado por Bellini, Orlando e Vavá, em 1958, e por Ricardo Rocha, em 1994. A cruz pátea, chamada de Malta, já mandou, também, um artilheiro de Mundial, Ademir Menezes, com nove gols, na Copa de 1950.
NO PÓDIO: MEDALHA DE BRONZE NESTE QUESITO

3 - Os vascaínos ‘copistas’ foram: 1930- Brilhante, Itália, Fausto e Russinho; 1934 - Tinoco e Leônidas da Silva; 1938- Jahu e Niginho; 1950 - Barbosa (foto abaixo), Augusto, Ely, Danilo, Alfredo, Maneca, Ademir e Chico; 1954 - Paulinho, Ely e Pinga; 1958 - Bellini, Orlando e Vavá; 1966- Brito; 1978 - Abel, Dirceu e Roberto Dinamite; 1982 - Pedrinho e Roberto Dinamite; 1990 - Acácio, Mazinho, Tita, Bebeto e Bismarck; 1994 - Ricardo Rocha; 1998 - Carlos Germano.


terça-feira, 16 de outubro de 2018

"MATADORES" DA TAÇA GB-1965

Ataque campeão da I Taça Guanabara-1965, formado por Luisinho Goiano, Mário "Tilico", Célio Taveira, Lorico e Zezinho.  A rapaziada fez esta campanha: 14.07.1965 -  5 x 0 Fluminense (gols de Célio (2),  Mário (2) e Luisinho; 22.07.1965 - 1 x 1 Flamengo (Luisinho); 28.07.1965 - 1 x 0 América (Célio); 07.08.1965 – 3 x 1 Bangu (Mário (2) e Oldair);  11.08.1965 – 0 x 3 Botafogo; 21.08.1965  2 x 0 Fluminense (Célio (2); 25.08.1965  1 x 0 e 05.09.1965 - 2 x 0.
Attack champion I Taça Guanabara-1965 formed by Louie Goiano, Mario "Tilico" Celio Taveira, Lorico and Dewey. The kids did this campaign: 14.07.1965 - 5 x 0 Fluminense (Celio goals (2), Mario (2) and Louie, 07/22/1965 - 1x1 Flamengo (Louie), 28.07.1965 - 1 x 0 America (Celio); 08/07/1965 - 3 x 1 Bangor (Mario (2) and Oldair), 11.8.1965 - 0 x 3 Botafogo; 2 21.08.1965 0 x Fluminense (Celio (2), 08.25.1965 and 05.09.1965 0 x 1 - 2: 0


TRAGÉDIAS DA COLINA - VOLTAÇO

 Vasco 0 x 1 Voltas Redonda valeu pela quarta rodada da Taça Guanabara, em 12 de fevereiro de 2017,  no Estádio Raulino de Oliveira, na cidade do mesmo nome do time. O gol do jogo saiu aos três minutos. Em cobrança de falta, três jogadores do "Voltaço" apareceram livres de marcação diante do goleiro Martin Silva, que nada pode fazer ante a cabeçada de David.
Foto reproduzida de www.crvascodagama.com.br. Agradecimento.
 Vasco tentará a classificação no sábado que vem, enfrentando a Portuguesa-RJ, em São Januário. 
O jogo teve 7.398 presentes (6.498 pagantes) r renda de R$ 167.370,00. O "Almirante"! alinhou: Martín Silva; Gilberto, Luan, Rodrigo e Alan (Escudero); Jean, Bruno Gallo (Wagner), Guilherme Costa e Nenê; Kelvin e Muriqui (Éderson). Técnico: Cristóvão Borges. 
Até ali, Vasco e Volta Redonda haviam se enfrentado por 68 vezes, com 45 vitórias vascaínas, 15 empates e 8 triunfos do "Voltaço". Em Estaduais-RJ, foram três confrontos, dois na Colina, com uma vitória e um empate cruzmaltino, e este 0 x 1 de  hoje, na casa do adversário.

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

MUSA DO DIA DA COLINA -JUJU

Esta deusa foi mostradas aos seus leitores pela "Revista do Vasco", que não está circulando mais. Veja na ficha dela o seu recado para a torcida.
This GODDESS was shown to its readers by the "Magazine of the Vasco", that is not circulating more. See her card for the cheerleader.

VASCO DA GAMA&JORNAL DOS SPORTS

O número 13 marca o lançamento, em bancas cariocas”, do “Jornal dos Sports”, que circulou entre 13 de março de 1931 e 10 de abril de 2010. O “Cor-de-Rosa”, o seu apelido, durante muitas décadas foi o mais importante periódico esportivo da imprensa brasileira, inclusive, tendo sido um dos grandes incentivadores da construção do Maracanã.
Embora o maior dos seus líderes, Mário Filho, e seus descendentes não fossem vascaínos, o “JS” e o Vasco sempre mantiveram as melhores relações. Tanto que chegou a ter uma coluna assinada por um “Zé de São Januário”, destacando o clube cruzmaltino.
Na era do “Jornal dos Sports”, o Vasco conquistou 17 títulos de campeão carioca, e, em todos eles, teve a cobertura merecida. Da mesma forma que em conquistas de Torneios Rio-São Paulo e de Campeonatos Brasileiros. Marcante, também, foi o surgimento, pelas páginas do jornal, o apelido que consagrou o maior ídolo da história do futebol vascaíno, Roberto Dinamite. A criação foi do repórter Eliomário Valente, que cobria São Januário, e do redator Aparício Pires, ambos torcedores confessos do clube. Foi também pelo “Cor-de-Rosa (capa e contracapa nesse tom) que o clube ganhou um novo apelido, trocando o velho “Almirante” que o acompanhava, desde o final da década de 1920, pelo “Bacalhau”, criado pelo cartunista Henfil, em 1969.
Quem quiser pesquisar a história do futebol do Vasco da Gama, a partir de 1931, impreterivelmente, terá de recorrer à coleção do “JS”, no Arquivo Nacional do Rio de Janeiro. Estará lá todo o percurso do “Expresso da Vitória”, o grande time que ganhou cinco campeonatos estaduais, em sete anos, além de outas disputas, como Torneios Inícios, Torneios Relâmpago, Campeonato Metropolitano, e muito mais.
O “Kike da Bola” comprou, pela Internet, pra você, torcedor vascaíno, este poster do time campeão carioca de 1987, publicado pelo “Jornal dos Sports”. Hoje, é raridade, pelo fato de o “JS” não existir mais. A foto é da penúltima partida da campanha, quando a rapaziada goleou o Bangu, por 4 x 0, em 2 de agosto, no Maracanã, diante de 36. 171 pagantes, sob arbitragem de Wilson Carlos dos Santos. Daquela vez, Tita, Geovani, Romário e Roberto Dinamite foram os "matadores". Pela ordem, na foto, da esquerda para a direita, aparecem, em pé: Acáciio, Fernando, Henrique, Donato, Mazinho e Pdrinho Vicençote. Agachados, na mesma ordem: Tita, Geovani, Roberto Dinamite, Luís Carlos Martins e Romário.

domingo, 14 de outubro de 2018

VASCO DA GHANA 2 X 0 CRUZEIRO

REPRODUÇÃO DE WWW.CRVASODCAGAMA.COM.BR - AGRADECIMENTO
Vale pela rodada 29ª rodada do Campeonato Brasileiro, e a vitória subiu o “Almirante” para 31 pontos é a 13ª colocação.
O Vasco começou buscando o gol. Logo no primeiro minuto, Andrey levantou na área buscando Maxi López, que por muito pouco, não conseguiu escorar para o gol. Aos 11, Ramon cobrou bem escanteio e Werley cabeceou, mas a bola foi para fora. Aos 18, Bruno Ritter abriu bem em Pikachu, que cruzou na área e fez com que a defesa adversária se atrapalhasse, mas o goleiro Rafael logo se recuperou.
O Cruzmaltino continuou tentando e teve nova oportunidade aos 32. Maxi López recebeu dentro da área e puxou para a perna esquerda, batendo forte, mas acaba sendo travado pela defesa do Cruzeiro. Três minutos depois, Pikachu puxou contra-ataque em velocidade e lançou em Cosendey. O volante buscou Fabrício, que perdeu na disputa, mas a bola sobre para Andrey, que tenta invadir a área e acaba desarmado.
Precisando da vitória, o Gigante da Colina voltou com tudo para o segundo tempo e abriu o placar logo aos 3 minutos. Fabrício recebeu de Cosendey, avançou até a linha de fundo e cruzou. Maxi López fez o corta-luz e Yago Pikachu completou de canhota. Bem no jogo, o time ampliou aos 24. Após cruzamento na área, a zaga afastou mal e Maxi roubou a bola. O argentino girou e bateu colocado, de canhota, para abrir 2 a 0.
Dois minutos após o gol de Maxi, o Vasco ficou com um a mais em campo. Mancuello de entrada dura por trás em Andrey e o árbitro o expulsou direto. O Vasco passou a tocar a bola e administrar o jogo. Aos 40, Luiz Gustavo levantou na área e Ramon cabeceou com perigo, quase ampliando. Dois minutos depois, Giovanni Augusto também tentou, mas bateu no meio do gol. Depois disso, foi só festa da torcida vascaína na Colina Histórica.

Rafael Ribeiro, de www.crvascodagama.com.br fotografou e o "hermano" Maxi Lopez comemorou legal o segundo gol

FICHA TÉCNICA- VASCO 2 X 0 CRUZEIRO
Estádio: São Januário, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 14 de outubro de 2018, às 16h
Árbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza (SP)
Assistentes: Anderson José de Moraes Coelho (SP) e Bruno Salgado Rizo (SP)
Renda/Público: 11.376 presentes/R$ 249.945,00
Cartão amarelo: Andrey, Leandro Castan, Jordi [do banco], Werley, Maxi López, Luiz Gustavo (VAS); Bruno Silva, Rafael Sóbis (CRU)
Cartão vermelho: Federico Mancuello (CRU)
Gols: Yago Pikachu (1-0, 3'/2ºT) e Maxi López (2-0, 25'/2ºT)

VASCO: Fernando Miguel; Luiz Gustavo, Werley, Leandro Castan (Oswaldo Henríquez 30'/2ºT), Ramon; Bruno Ritter, Bruno Cosendey (Henrique 12'/2ºT), Andrey; Yago Pikachu, Fabrício (Giovanni Augusto 20'/2ºT); Maxi López. Técnico: Alberto Valentim

CRUZEIRO: Rafael; Ezequiel, Cacá, Murilo, Patrick Brey; Bruno Silva (Sassá 8'/2ºT), Lucas Silva, Mancuello, David (Rafael Santos 31'/2ºT) ; Rafael Sóbis, Fred (Raniel 8'/2ºT). Técnico: Mano Menezes

HISTORI&LENDAS DAS COLINA - MEDIU?

                   RAPAZIADA COM PONTARIA CALIBRADA
1 -  O Vasco apresentou a sua melhor média de gols no Campeonato Brasileiro durante a temporada-1982. Cravou 2,63 tentos, por jogo, ou 42 bolas nas redes, em 16 compromissos. Por aquela época, o time tinha atletas muito ofensivos, como Wilsinho, Roberto Dinamite e Cláudio Adão (autor de 13 tentos, ajudando o time a chegar às oitavas de final.  O Vasco está em 10º lugar no ranking do torneio, mas, no quesito recordes, é o que mais vezes (8) fez o principal artilheiro. Um deles, Edmundo, detém o recorde de mais tentos (6) em uma só partida(6 x 0 União São João-SP, em 11.09.1997). Um outro, Romário (2000.01.05), integra o trio (com Dario e Túlio Maravilha) dos que mais vezes (3) foram o principal “matador”. O Vasco tem, também, a segunda melhor média geral de gols da competição (1,46) – a maior (1,56) é do São Paulo. E não sendo positivo e nem negativo, o Vasco é o time com mais empates no Brasileiro: 341

2 - Rolava o  28 de novembro de 2000 e o Vasco enfrentava o Bahia, no qual mandou 3 x 2, em São Januário. No dia,  o meia Juninho Paulista marcou o milésimo gol vascaíno em Campeonatos Brasileiros, iniciados em 1971. Foi primeiro clube carioca a atingir a marca ‘milesimal’, até então, sob obtida pelo São Paulo, 20 dias antes, com 4 x 3, sobre o Sport Recife, na Ilha do Retiro.
3 -  Roberto Dinamite é o maior artilheiro da história do Campeonato Brasileiro, com 190 gols, entre 1971 e 1992, dos quais 181 pelo Vasco, o clube que mais vezes teve o artilheiro isolado da competição: Roberto Dinamite, em 1974 (16 gols) e em 1984 (16 gols); Paulinho, em 1978 (19 gols); Bebeto, em 1992 (18 gols), e Edmundo, em 1997 (29 gols, sendo seis, o recorde, contra o União São João, de Araras-SP, em 11 de setembro de 1997, em São Januário, em Vasco 6 x 0. Já o Dinamite foi o primeiro a marcar cinco gols em um só jogo do Brasileirão, nos 5 x 2, de 4 de maio de 1980, no Maracanã, contra o Corinthians. 
4 -  O Vasco foi o time que mais gols marcou em um só Campeonato Brasileiro: 69, em 33 jogos de 1997, quando foi o campeão. Também, foi o único a ter artilheiro e vice-artilheiro da disputa em um mesmo ano. Foi em 1984, quando Roberto Dinamite marcou 16 e Arturzinho 14 gols. No mesmo ano, o Vasco construiu a segunda maior goleada do Campeonato Brasileiro: em 19 de fevereiro de 1984, mandou 9 x 0 em cima da Tuna Luso-PA, em São Januário.
ESTES CARAS vão pra guerra e ficam sempre no pelotão da frente.

5 - 03.03.1966 – Era a estreia de Garrincha pelo Corinthians. O Pacaembu recebia um público de 44.154 pagantes e a expectativa pela apresentação do “Demônio das Pernas Tortas” era infernal. No entanto, depois que o juiz Eunápio de Queiroz apitou bola rolando, o nome do jogo foi o centroavante cruzmaltino Célio Taveira Filho, que marcou dois gols – aos 37 minutos do primeiro tempo e aos 35 da etapa final, após o volante Maranhão abrir a porteira, aos 23 da fase inicial. Amauri, Joel, Brito, Fontana, Oldair, Maranhão, Danilo Menezes, Luisinho (Zezinho), Célio (foto), Lorico e Tião foram os caras que estragaram a festa do ‘Seu Mané’.
A TURMA DA COLINA NÃO esperava pegar pela frente “um time de manés”. (Imagem reproduzida da Revista do Esporte).

6 - Tarde do domingo 14 de março de 1926 e o Vasco, treinado por Ramón Platero, recebia o Corinthians, no campo da Rua Paissandu, no Rio de Janeiro, para um amistoso. Pela primeira vez, os dois se encontravam. E os vascaínos não tiveram nenhuma cordialidade com o visitante: mandaram 2 x 1, de virada. Apparício abriu o placar, mas Didinho empatou, ainda no primeiro tempo. Na etapa final, o jogo era duríssimo. A torcida já contava com o empate, quando, aos 44 minutos, Torterolli deu a vitória ao time cruzmaltino. Benjamim Domingos Bevilacqua apitou a partida que teve o Vasco formando com: Nélson, Espanhol e Itália; Nesi, Claudionor e Arthur; Paschoal, Torterolli, Russinho, Tatu e Didinho.  

O DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - GERDA, ESPIÃ EM RITMO DE DISCOTECA

            CANADESES CONHECERAM JAMES BON DE SAIAS

   Parece história de livro de bolso. Uma loira alemã, de 34 de idade, obscura discotecária, em Munique, de repente, é denunciada, pelo Ministério da Justiça do Canadá, como sendo uma perigosa espiã internacional.
Reprodução de www.canadianencyclopedia
  O roteiro, escrito pelo ministro canadense Lucien Cardin, coloca a moça visitando a cama de vários membros do governo conservador do ex-primeiro-ministro John Diefenbaker, levantando informações para a antiga União Soviética e colocando em risco a segurança do Canadá.
 Até aí, nada de diferente dos filmes de espionagem que a gente assite tanto no cinema como pela TV. Parecido com o caso Cristine Keeler, que derrubou o ministro John Profumo, na Inglaterra, pela década-1960. Só que, naquele “remake”, o bandido chamava-se Pierre Sevigny, fora vice-secretário de Defesa do governo Diefenbaker e era respeitado como herói da II Guerra Mundial.   
 Talvez, por preguiça do roteirista, a trajetória da alemãzaça seguiu idêntica a de inglesinha, que teria caído na horizontal até com um adido militar da embaixada soviética em Londres. Além de Diefenbaker, ela teria traçado e levantado informações, também, junto ao ex-ministro dos Transportes canadenses, George Hass, casado, igualmente a Diefenbaker.
 Evidentemente, que os dois “abatedores de lebres” canadenses tentaram pular fora do escândalo, garantindo que só terem mantido “relações puramente sociais” com a gostosérrima Gerda Mussinger, o nome da fera, e jamais colocado a segurança do país em risco.
Reproduzido de www.headstuff.org
Diefenbaker chiou e desafiou o governo do sucessor, Lester Perarson, a apresentar provas do que o acusava. Mas não adiantou. O primeiro-ministro da ocasião mandou a Suprema Corte correr atrás da sacanagem, levando liberais e conservadores a travarem renhidos bate-bocas no Parlamento, em Ottawa, com ameaça da bancada majoritária destes  últimos, ameaçando derrubar Pearson. Este, inclusive, era acusado, por Diefenbaker, de proteger um traficante de drogas em ações que envolviam vários membros do seu gabinete.
 Segundo o Ministério da Justiça canadense, havia fotos clicadas por uma câmera escondida na casa de Gerda, mostrando-a em seus encontros com os dirigentes do governo anterior e com os quais ela transava e ouvia, atentamente, o que eles deixavam escapar. Em Munique, a moça negava ser ou já ter sido espiã. E, da noite para o dia, ficou famosa e passou a cobrar mil  dólares por entrevista e a negociar a sua história, pedindo US$ 50 mil dólares a uma editora de sua terra.
Reprodução de capa de livro
 Se a discotecária fora mesmo, ou era uma espião, o certo era ter ela atravessado o “Muro de Berlim”, deixando a zona de ocupação soviética na então Alemanha Oriental, em 1948, e sido detida pelo serviço de inteligência dos Estados Unidos, que suspeitava estar diante de uma espiã pro pessoal do outro lado do muro.
 Passadas cinco temporadas passadas, ela casou-se com o soldado norte-americano Micehael Mussinger, mas não obteve autorização do governo de Washington para entrara nos “Iztêitis”.
 Após separar-se do marido, a moça pegou o rumo do Canadá, conseguiu emprego como manequim – hoje, modelo -, ficou amiguinha das mais altas autoridades do pedaço e arrumou este rolo todo.                 

    

sábado, 13 de outubro de 2018

PRIMEIRA VEZ DO BASQUETE EM BRASÍLIA

Lupa foi um dos melhores reboteiros da partias em que o basquete vasca´no apresentou-se pela primeira vez em Brasília

O Vasco estreou no Novo Basquete Brasil, neste sábado, vencendo o Brasília, no ginásio Nilson Nelson, das capital do país, por 77 x 76. O destaque da equipe foi o norte-americano,  Nick Okorie, marcando 29 pontos. O próximo jogo vascaíno será na próxima sexta-feira, diante do Joinville/AABJ, no ginásio de São Januário.íO JOGO - O Vasco começou mal no jogo. As primeiras tentativas não cairam e o Brasília aproveitou para abrir 5 a 0 no placar. Com o tempo, o time Cruzmaltino foi se acostumando com o jogo e se recuperou. A divisão de pontos ficou entre Gemerson, Armani, Duda, Okorie e Lupa, que também foi importante nos rebotes, e o Gigante do Basquete terminou o primeiro período vencendo por 21 a 14.
No segundo quarto, o técnico Alberto Bial rodou o time e o aproveitamento do Vasco acabou caindo. O Brasília voltou com o quinteto inicial e conseguiu a virada no placar. Os donos da casa chegaram a abrir  oito pontos de vantagem, mas as bolas de  três do americano Nick Okorie mantiveram o Cruzmaltino perto da liderança do placar. O primeiro tempo terminou com 39 a 37 para o Brasília.
O terceiro quarto começou com muitos erros dos dois lados e foi marcado pelo equilíbrio. Muito aguerrido, o Vasco conseguiu acertar a marcação e com o passar do período as bolas foram caindo. Com boas assistências de Duda Machado e a mão certeira de Okorie, o Cruzmaltino virou o placar e terminou o período vencendo 61 a 58.
Okori levantou a galera no ginásio Nílson Nelson
No último e decisivo período, o Vasco manteve a garra. O Cruzmaltino chegou a abrir seis pontos de vantagem após dois ataques onde a dobradinha Gemerson-Lucão terminou com duas enterradas do pivô. O Brasília não se entregou e faltando 1m35s retomou a liderança do placar. As equipes passaram a se alternar na liderança do placar sempre com um ponto de vantagem. Nick Okorie conseguiu belo arremesso e recolocou o Vasco na frente restando 12 segundos: 77 a 76. O Vasco se defendeu bem na última bola e conseguiu ótima vitória na estreia.

Fotos de Felipe Mendez/Universo Caixa Brasília) e texto com informações de  Matheus Babo de www.crvscodagama.com.br - Agradecimentos.

O VENENO DO ESCORPIÃO - O PRÍNCIPE DESEMBUCETADO E DESENDINHEIRADO

Felipão sacaneou a mulher
 e se estrepou depois 
           LEVOU ESPORRO ATÉ DO PAPA
A história do sangue dele era de fazer inveja a qualquer cristão. Sua família cedera à Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana cinco papas, 40 cardeais e teve 15 alms dessa patotas  com processos de canonização inicidos. Mas não deveria ser, seguramente, com ele, o príncipe Felipe Orsini, que a santidade da sua galera começaria.
 Rebelde, inimigo de convenções e insubmisso ao formalismo da aristocracia, Orsini gostava de viver como os príncipes da época do Renascimento,  nos gloriosos e dourados  “1.500-e-pancadas”, em que eferveceram na cena italianas figuras como os Medicis e os Borgia.
 Por conta do seu sangue nobre, Feliie Orsini beliscou, junto ao Vaticano, o belíssimo emprego de Príncipe Assistente do Sólio Pontifice. Trabalhava de menos. De vez em quando, se o “Santo Padre” decidisse pintar em público, ele  vestia um ridículo calção curto, empunhava um espadim e deixava o protocolo rolar diante do povão.
  Certo dia, sem ter compromissos com o chefe  Eugenio Maria Giuseppe Giovanni Pacelli,  que atendia, também,  por Papa Pio 12, o Felipão foi fazer um rolé com uns chegados pelo balneário Fregene. Por lá, topou com a atriz Belinda Lee, sem saber quem seria a dita cuja e, durante as apresentações, beijou-lhe uma das mãos, como mandava o figurino da “pleboizada”. Pronto! Estava armada a “saca”.
 Felipe Orsini, diante daquele mulherão que conquistara milhares de tietes, pela sua atuação e 31 filmes rodados entre Inglaterra, Estados Unidos e Itália, de 1954 e 1961, ficou perdidamente arriado pela moça nascida eme Davon (1935). Largou mulher e dois filhos, e caiu na sacanagem com a inglesinha.
 Ao saber do que o seu pupilo andava aprontando, o glorioso “Pipiu-12” chamou-lhe no cantão e passou-lhe caprichados pitos. Mas não adiantou. O sujeitim mandou o Vaticano (sabe pra onde, né) e se mandou, com Belinda, para a Riviera francesa, onde  fez a festa dos escandalosos repórteres de jornais sensacionalistas. Estava, arrebatadamente, enfeitiçado pela moça, enquanto a aristocracia romana consolava a sua abandonada e sacaneada esposa.
Belinda, mais do que linda, pulou fora
O príncipe a sua atriz viveram um romance  atribuladíssimo que incluiu até tentativas de suicídios recíprocos. Tudo por nada. Tempinho depois, o “Piupiu! o demitiu - a bem da moral e os bons costumes da cristandade -  e Melinda o mandou se picar.
Desempregado e sem dinheiro, o Felipão anunciou-se à disposição dos editores para contar, em livro, as intimidades do casal. Não comoveu, pois a a atriz estava pelas telas dos cinemas no papel de uma imperatriz romana famosa pelo seu apetite sexual. Os leitores, pensavam os “publishers”, deveriam preferir conferir as performanes da moça por imagens, não por leitura.
 Fazer o quê? Não deu para o príncipe voltar para a sua mulher oficial. E qual “dona” com perspectivas de muita farra iria encarar um cara sem grana? Ele dizia que ganharia 10 milhõs de liras se vendesse os direitos do livro, mas o que rolava era a propaganda do seu bolso furado. Não tinha mais como participar de escândalos à italiana, tipo o de Wilma Montesi  e das festas com nudismo, em honra da Condessa Robillant, que faziam toda Roma  invejar os convidados. 
 De uma hora para outra, sem mulher, namorada e conquistas à vista, o Felipão foi obrigado, também, a recolher o seu trepidante apetite sexual de príncipe renacentista que não se contentava com uma só lebre para abater.
  Seguramente, isso é o que se pode chamar de príncipe desembucetado. Convenhamos!


sexta-feira, 12 de outubro de 2018

O VASCO AINDA ERA UMA CRIANÇA

O 12 de outubro é dedicada ao "Dia da Criança". Então, digamos que a "infância" vascaína no futebol foi nos seus primeiro tempos de bola rolando, pela Terceira Divisão do Campeonato Carioca.  Poderemos considerar a  "pré-adolescência"  como tendo sido nos inícios da década-1920, quando chegou à Primeira Divisão e foi bicampeão estadual, em 1923/1924. Foi quando os rivais tentaram manobras malandras para segurá-lo. Mas não conseguiram. Terminaram assistindo a uma história que virou referência sociológica para própria  história da formação social abrasileira. Afinal, a criança de 1916 tornou-se um "adulto consciente" que não poderia haver discriminação epidérmica, de saldo bancário, ou de histórico familiar, para o praticante do “ludopédio” envergar a jaqueta de uma equipe. Por isso, o Vasco chegou a, ancião, mais do que centenário, com alma de criança. 

Na "infançaça" vascaína o remo era o único esporte praticado pela "Turma da Colina"
 Em sua “infância”, o Vasco foi a alegria dos adversários do Campeonato Carioca da Terceirona de 1916. Em nove jogos, venceu só um e perdeu os outros oito. Não se considera o que ganhou do Brasil-RJ, por W x O, pois este abandonou o a disputa antes do final. Assim, o “Time da Colina”  marcou 10 e sofreu 37 gols, sem ter nenhum atleta expulso de campo. Um exemplo. Não desistiu com os primeiros insucessos e correu atrás. Anote a vida do Vasco no “Jardim de Infância”: 03.05.1916 – Vasco 1 x 10 Paladino; 13.05 – 1 x 5 Brasil-RS; 28.05 – 0 x 4 Iacarhy; 14.06 – 2 x 4 Parc Royal; 16.07 – 3 x 4 River; 03.09 – 0 x 2 Paladino; 07.09 – 0 x 0 Parc Royal; 22.10 – 1 x 4 Icarahy; 29.10 – 2 x 1 River; 05.11 – W x 0 Brasil-RJ.
Para marcar a data 12 de outubro, ainda da "fase infantil vascaína", em 1918, a rapaziada de São Januário venceu o Cattete (escudos), por 3 x 2, em um sábado, na Rua Paysandu, pela 13ª rodada do Carioca da Segunda Divisão. O Cattete Football Club, já extinto, foi um dos filiados de menor expressão da Associação de Footeball do Rio de Janeiro, que promoveu um dos dois Campeonatos Carioca de 1912 – o outro foi pela Liga Metropolitana de Sports Athléticos-LMS –, em turno e returno, com seis times e  todos contra todos. Criado no bairro do mesmo nome, adotou as cores azul e branco.  
CALÇA CURTA -  Pulemos um pouquinho, para o que poderemos chamar de “pré-adolescência”, com oito anos de futebol, temos,  no 12 de outubro de 1924,  Vasco  3 x 1 Palmeiras-RJ. Incrível! No Campeonato Carioca daquela temporada os cruzmaltinos levaram a taça com 16 vitória em 16 jogos. Marcaram 46 e sofreram nove gols. Na derrubada do também  já inexistente Palmeiras, em um domingo, na Rua Moraes e Silva, os gols foram de Gurkins (contra), Paschoal e Russinho. Com arbitragem de Eduardo Pinto da Fonseca, o time treinado pelo uruguaio Ramón Platero, alinhou: Nelson, Leitão e Mingote; Brilhante, Claudionor e Arthur; Paschoal, Torterolli Rusinho, Cecy e Negrito.  
VASCODAT: 12.10.1918 - Vasco 3 x 2 Cattete-RJ; 12.10.1924 - Vasco 3 x 1 Palmeiras-RJ;12.10.1930 - Vasco 3 x 2 Bonsucesso; 12.10.1937 - Vasco 2 x 2 Bangu; 12.10.1941 - Vasco 4 x 1 Madureira; 12.10.1947 - Vasco 2 x 1 Madureira; 12.10.1958 – Vasco 6 x 3 Canto do Rio; 12.10.1969 – Vasco 2 x 0 Botafogo; 12.10.1971 – Vasco 2 x 1 Rio Negro-AM; 12.10.1982 – Vasco 2 x 1 Bangu; 12.10.1991 – Vasco 3 x 0 Sogara-GAB; 12.10.1992 – Vasco 3 x 2 Campo Grande-RJ; 12.10.1993 – Vasco 3 x 1 Atlético-MG.
(foto dos remadores reproduzida do acervo da Fundação Biblioteca Nacional e dos futebolistas da contracapa do Volume-1 do livro "Club de Regatas Vasco das Gama, um Histórico", de José da Silva Rocha).
                     OBS: ESTE TEXTO FOI PUBLICADO TAMBÉM EM 12.10.2013

"ALMIRANTE" DE MAIS E DE MENOS

               BALAIADAS E PIXOTADAS
A temporada carioca-1946 foi tremenda para os atacantes vascaínos. E, as vezes, horripilante para os zagueiros. Vejamos!
 No primeiro trimestre, mais precisamente em 27 de março, a rapaziada mandou 8 x 4 Botafogo, na penúltima rodada do Torneio Relâmpago que, por sinal, teve título parando nas prateleiras da Colina -  7 pontos em 5 jogos, com 3 vitórias, um empate e uma escorregada.
  Maior placar de um clássico entre os dois times – Djalma (2), Friaça (2), Elgen, Dino, João Pinto e Santo Cristo marcaram para a rapaziada -, a defensiva não conseguiu segurar o atacante alvinegro Octávio, que deixou quatro pipocas pulando na chapa cruzmaltina.    
 Veio o Campeonato Carioca, em julho, e a moçada lá de trás voltou a de São Januário escorregar no tomate, levando 6 x 2 Bangu, no dia 13. Quem pagou o pato? O América, que levou 5 x 1, no 10 de agosto, e o Madureira, com um sapeca 4 x 0, no 28 do mesmo mês.
Pra variar o festival de gols marcados e levados, no 9 de novembro,Vasco 4 x 3 Flamengo.  
 Além do Torneio Relâmpago, a “Turma da Colina” calibrou o pé bom de pancada, também, para o Torneio Municipal, mandando 6 x 0 Canto do Rio – 05.05. 1946; 4 x 0 Madureira – 11.05; 4 x 1 América – 25.05; 5 x 1 São Cristóvão – 16.06 e o sensacional 9 x 1 Bonsucesso, no 02.06.
 Estas, que foi a maior goleada vascaína na temporada-1946, rolou no estádio do Madureira, à Rua Conselheiro Galvão, apitado por Azilar Costa e assistido por mil pagantes. Na rede, pintaram Lelé (3), Elgen (3), Santo Cristo (2) e Isaías. O uruguaio Ondino Viera treinava esta rapaziada do dia: Barbosa, Rubem e Sampaio; Nilton, Ely e Jorge; Santo Cristo, Lelé, Isaías, Elgen e Chico.
Além de machucar o “Bonsuça”, o Vasco ainda viu o rubro-anil Rubinho perder dois pênaltis. Com tanta sorte e pancadaria batendo nas redes adversárias, é claro que o ”Almirante” carregou o caneco da festa citadina, somando 15 pontos, em nove jogos, com seis vitórias e três empates,marcando 32 e levando só cinco pitecos no placar, o que lhe deu o belo saldo de 27 tentos.A temporada carioca-1946 foi tremenda para os atacantes vascaínos. E, as vezes, horripilante para os zagueiros. Vejamos! No primeiro trimestre, mais precisamente em 27 de março, a rapaziada mandou 8 x 4 Botafogo, na penúltima rodada do Torneio Relâmpago que, por sinal, teve título parando nas prateleiras da Colina -  7 pontos em 5 jogos, com 3 vitórias, um empate e uma escorregada.
  Maior placar de um clássico entre os dois times – Djalma (2), Friaça (2), Elgen, Dino, João Pinto e Santo Cristo marcaram para a rapaziada -, a defensiva não conseguiu segurar o atacante alvinegro Octávio, que deixou quatro pipocas pulando na chapa cruzmaltina.    
 Veio o Campeonato Carioca, em julho, e a moçada lá de trás voltou a de São Januário escorregar no tomate, levando 6 x 2 Bangu, no dia 13. Quem pagou o pato? O América, que levou 5 x 1, no 10 de agosto, e o Madureira, com um sapecador 4 x 0, no 28 do mesmo mês.
Pra variar o festival de gols marcados e levados, no 9 de novembro,Vasco 4 x 3 Flamengo.  
 Além do Torneio Relâmpago, a “Turma da Colina” calibrou o pé bom de pancada, também, para o Torneio Municipal, mandando 6 x 0 Canto do Rio – 05.05. 1946; 4 x 0 Madureira – 11.05; 4 x 1 América – 25.05; 5 x 1 São Cristóvão – 16.06 e o sensacional 9 x 1 Bonsucesso, no 02.06.
 Estas, que foi a maior goleada vascaína na temporada-1946, rolou no estádio do Madureira, à Rua Conselheiro Galvão, apitado por Azilar Costa e assistido por mil pagantes. Na rede, pintaram Lelé (3), Elgen (3), Santo Cristo (2) e Isaías. O uruguaio Ondino Viera treinava esta rapaziada do dia: Barbosa, Rubem e Sampaio; Nilton, Ely e Jorge; Santo Cristo, Lelé, Isaias, Elgen e Chico.
Jair Rosa Pinto
Além de machucar o “Bonsuça”, o Vasco ainda viu o rubro-anil Rubinho perder dois pênaltis. Com tanta sorte e pancadaria batendo nas redes adversárias, é claro que o ”Almirante” carregou o caneco da festa citadina, somando 15 pontos, em nove jogos, com seis vitórias e três empates,marcando 32 e levando só cinco pitecos no placar, o que lhe deu o belo saldo de 27 tentos.
 Nem tudo, porém, foram glórias para os vascaínos. A sua defesa andou se aperreando diante do Fluminense naquele 1946. 
No 19 de junho, por exemplo, levou 4 x 1 dos tricolores, com o “eterno vascaíno” Ademir Menezes do outro lado do balcão. Naquele dia, em prélio no estádio das Laranjeiras, a casa do rival, o Vasco teve Rubens, Jair Rosa Pinto, Ely e Santo Cristo “convidados as se retirarem do gramado” além de Isaías deixando a partidas por contusão. Logo, meio-Vasco fora de combate.
FOTO ACIMA REPRODUZIDA DE WWW.VASCO.COM.BR E ABAIXO DE WWWNETVASCO.COM.BR. Agradecimentos.



quinta-feira, 11 de outubro de 2018

CASCATA DA ESQUINA DA COLINA

Atribui-se ao Vasco da Gama  ter marcado o primeiro gol olímpico do futebol brasileiro.. Em 31 de março de 1928, durante amistoso com o uruguaio Wanderers, inaugurando os refletores do estádio de São Januário e uma parte das arquibancadas atrás de um dos gols.
Até então, a rapaziada só havia disputado uma partida internacional, em 2 de dezembro de 1923, empatando, por 1 x 1, com o também uruguaio Universal FC, na despedida da bola do autor do seu primeiro gol, o português Adão Antônio Brandão – Vasco 1 x 10 Paladino, em 3 de maio de 1916, pelo Campeonato Carioca da Liga Metropolitana de Esportes Athléticos.
No jogo do gol olímpico, a refrega estava dura, muito pegada, quando o ponta-esquerda Santana cobrou um escanteio, e a bola viajou, direto, para a rede do visitante. No dia seguinte, o jornal “A Noite” escreveu: “O que o Vasco acabou conseguindo nessa memorável noite não se mede nem se descreve”. O time foi: Valdemar, Espanhol e Itália; Brilhante, Nési e Lino; Pascoal, Russinho, Claudionor, Tales e Santana. O Wanderers teve: Cabrera, Tomasini e Tagrese; Labrada, Lobos e Carrica; Godoi, Conte, Ochiusso, Cacanelo e Farradana.
 O primeiro gol olímpico oficial e primeirão mesmo saiu em 21 de agosto de 1924, na Ecócia, por Billy Alston. O termo, porém, só surgiu em 2 de outubro da mesma temporada, durante um amistoso entre as seleções argentina e uruguaia. Quem marcou foi o "hermano" Cesáreo Onzari, nos 2 x 1. Os argentinos chamaram o gol de olímpico, porque os rivais haviam sido os campeões dos Jogos Olímpicos daquele ano, em Paris.
 

VASCO DAS CAPAS - TRÊS TENORES



Mário "Tilico" e Zezinho foram dois participantes do time campeão da I Taça Guanabara, criada em 1965, para apontar o representante do Estado na Taça Brasil, a disputa que mandava dois representantes brasileiros à Taça Libertadores da América. 
O primeiro atou tanto na ponta-direita, como pelo comando do ataque, enquanto o outro era ponteiro-esquerdo, que podia atuar, também, pelo outro lado do campo. Na reportagem do Nº 530 da semanal Revista do Esporte, eles apontaram os seus melhores marcadores. 
Na Esporte Ilustrado, revista, também, carioca, mas que circulou até quase três décadas antes da citadas acima, quem ganhou a capa  do Nº 713, de 6 de dezembro de 1951, foi o atacante Friaça, aquele que marcou o único gol brasileiro na decisão do Copa do Mndo-1950. Ele foi fotografado antes de um durante um jogo contra o argentino Boca Juniors.          Mário "Tilico" and Zezinho were two participants in the 1965 Guanabara Cup I champion team to appoint the State representative in the Brazil Cup, the dispute that sent two Brazilian representatives to the Copa Libertadores de América. The first one tied both on the right-hand side and the attack command, while the other was a left-hander who could also act on the other side of the field. In the report of No. 530 of the weekly Sports Magazine, they pointed out their best scorers.
In the Illustrated Sport, also a Rio magazine, which circulated until nearly two decades before the above mentioned, who won the cover of No. 713, dated December 6, 1951, was the striker Friaça, the one who scored the only Brazilian goal in the Decision of the Mndo-1950 Cup. He was photographed before one during a match against Argentinean Boca Juniors.

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

A BELA MUSA VASCAÍNA DO DIA - BIA

A lida, belíssima, deslumbrante modelo Bianka Cabral é quem comparece, hoje, à galeria das "Deusas da Colina. Assim como Pedro Álvares Cabral descobriu o Brasil, ela descobriu o Vasco da Gama como a sua grande paixão.  O Kike a viu em www.vasconoticias, onde exibe o seu charme para a galera. Bianka está vibrando com as últimas vitórias vascaínas, que colocam o time bem pertinho da zona de classificação à Taça Libertadores da América-2018, e bota fé que a rapaziada vai pingar por lá. Evidentemente, contanto com a sua força e energia na torcida.

The beautiful, beautiful, stunning model Bianka Cabral is the one who attends today the gallery of the Goddesses of the Hill. As Pedro Álvares Cabral discovered Brazil, she discovered the Vasco da Gama as her great passion. Bianka is buzzing with the latest Basque victories, which put his team very close to the Copa Libertadores Cup of 2018, and put the faith that the boys will dribble over there. Of course, with its strength and energy in the crowd.
Isso é o que é amor ao "Almirante": mostrado na perna, na coxa e no coração. Sozinha na arquibancada.

TRAGÉDIAS DA COLINA - TAÇA RJ-3013

O Vasco fazia uma péssima campanha Taça Rio-2013. Após quatro placares negativos, finalmente, o treinador Paulo Autuori conseguiu uma vitória: 2 x 1 Friburguense.
Era o sete de abril e a torcida não engolia as apresentações do time nos últimos compromissos – 0 x 1 Botafogo (final da Taça Guanabara); 0 x 1 Volta Redonda; 0 x 0 Olaria e 0 x 3 Botafogo. Por isso, só 546 torcedores compraram ingressos e entraram em São Januário. Muitos preferiram ficar do lado de fora, protestando contra o que considerava culpa da diretoria, pela queda de produção da rapaziada após a Taça GB, que valera um vice.
 Naquele dia, com a renda de R$ 10.300, 00, o Vasco pagou para jogar, pois o arrecadado não cobria as despesas da partida – Michel Alves; Nei, Luan, Renato Silva e Yotum (Elsinho); Sandro Silva, Fellipe Bastos (Dakson), Pedro Ken e Bernardo; Romário e Tenório (Thiaguinho) foi o time.

terça-feira, 9 de outubro de 2018

VASCO DA GAMA 1 X 1 BOTAFOGO

Foi o primeiro encontro do treinador Alberto Valentim com o seu ex-clube carioca, pelo qual sagrou-se campeão estadual decidindo contra este mesmo Vasco, nos pênaltis. Do lado vascaíno, estava Zé Ricardo, que hoje dirige o time botafoguense.
Maxi López, fotografado por Rafael Ribeiro, de
 www.vasco.com.br, empatou a pugna

 O gol vascaíno foi marcado pelo argentino Maxi López e a partida valeu  28ª rodada do Campeonato Brasileiro.O próximo compromisso do Vasco será no domingo, a partir das 16h, conta o Cruzeiro, em São Januário. No lance do gol cruzmaltino,Willian Maranhão tentou o chute e a bola encontrou Maxi, que dominou e bateu firme para empatar.
FICHA TÉCNICA - 09.10.2018 (terça-feira) - VASCO 1 X 1 BOTAFOGO . Campeonato Brasileiro -  28ª rodada. Estádio: Nilton Santos-RJ. Juiz: Ricardo Marques Ribeiro-MG..  Público: 9.357 pagantes (10.059 presentes). Renda:  R$179.210,00. Gols: Luiz Fernando , aos 16,  e Maxi López, aos  35 min do 2º tempo. VASCO: Fernando Miguel; Yago Pikachu, Luiz Gustavo, Henríquez, Ramon (Marrony; Willian Maranhão (Bruno Consendey), Andrey, Fabrício (Giovanni Augusto, Henrique; Andrés Ríos e Maxi López. Técnico: Alberto Valentim. BOTAFOGO: Saulo, Marcinho, Carli, Igor Rabello e Moisés; Rodrigo Lindoso, Matheus Fernandes e Bochecha (João Pedro ; Erik (Rodrigo Pimpão, Kieza (Brenner) e Luiz Fernando - Técnico: Zé Ricardo.

ÁLBUM DA COLINA - PAGINA 1952

Campeão carioca, em 1952, o Vasco ganhou uma edição especial da "Esporte Ilustrado", contando a sua trajetória na campanha, pelo número 775, de 12 de fevereiro de 1953. Em seu editorial, à página 3, o articulista Levy Kleiman se dirige "aos desportistas de todo o Brasil", dizendo que ninguém "em sã consciência", poderia esperar que o Time da Colina chegasse ao título. Nem mesmo o técnico (Gentil Cardoso) "que prometera o cetro ao presidente (Ciro Aranha) do clube", garantia.

Kleimam fotografava um time "apavorante" no início da disputa, vencendo sem convencer. E contava que, com o passar das rodadas, a geração que encerrava o ciclo vitorioso – iniciado em 1944, com a montagem do "Expresso da Vitória" – mostrava veteranos, como Barbosa, Augusto, Danilo e Chico, entre outros, parecendo terem bebido do "sôro da juventude" (grafia da época).
"Um milagre estava acontecendo", justificava. Mas batia na rapaziada, dizendo que Gentio Cardoso transformara um “time de fantasmas” na mesma “máquina” das conquistas cariocas de 1949/1950, quando todas as bitolas eram largas.
E finalizava dizendo que “... o Gigante de São Januário não dormiu no ponto, ganhou brilhantemente ... com o mesmo time de velhos e mais dois excelentes reforços”, não citados.

Aquela edição, idealizada e produzida por Levy Kleiman, teve fotografias de José Santos, Alberto Ferreira Lima e Alexandre Miranda. Redação de Roberto Mércio, gráficos dos gols por William Guimarães e desenhos publicitários por Alberto Lima.
Da página 4 a 6, desfilavam os campeões – Barbosa, Augusto, Haroldo, Ernâni, Eli, Danilo, Jorge, Bellini, Sabará, Maneca, Ipojucan, Ademir Menezes, Edmur, Alfredo, Chico, Vavá. Friaça e Jansen – e as suas biografias.
 Seguia-se meia página com os placares e rendas das 20 partidas disputadas – apenas uma queda (0 x 1 Fluminense) e dois empates (1 x 1 Botafogo e 2 x 2 Fluminense) – e mais duas relatando o trabalho da diretoria, sob o título “Ressurge o Campeoníssimo, com texto de Roberto Mércio dizendo que “A nau do Almirante... venceu todas as procelas e, impávida e serena, ancorou orgulhosa no porto da vitória!. Contando com uma tripulação coesa”. Uma folha adiante, o repórter repete o filão sobe o título “Departamento médico e a recuperação dos campeões de 52”
O show dos gráficos e William Guimarães, com todos os gols da campanha, é a próxima atração, em oito páginas. Tiveram por “observadores” (passavam a noção dos tentos ao desenhista) José Romeu (14 jogos), Jorge Miranda (2), , Carlos Xavier (2), Mário de Souza e Milton Rebelo.
Encerrada a sessão gráfica, vinha matéria sobre o trabalho de Gentil Cardoso e dos 20 atletas que jogaram pelo título (17 vitórias), informando o número de atuações de cada um dos campeões, dos quais Augusto (zaga direita)e Danilo (centro médio) estiveram nas 20 partidas. Por fim, a edição era fechada analisando a campanha, jogo a jogo, com as fichas técnica.
Também, brindava o torcedor vascaíno, com um poster colorido, em página dupla, patrocinado por J.Isnard & Cia Ltda a Casa dos Discos Portugueses, “A preferida pelos campeões de 52”,que apareciam em quatro fotos manuseando os chamados “bolachões”.

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

VASCAÍNOS RÁPIDOS NO GATILHO

O "Time dos "MATADORES MAIS RÁPIDOS DA COLINA" entra em campo. Anote a escalação, esticada para 26 titulares, por ordem alfabética: Ademir da Silva,  Ademir Menezes, Bismarck, Célio Taveira, Delém, Dimas, Donizete, Dunga, Dedé, Edu Coimbra, Elton, Fidélis, Geovane, Guina, Javan, Joãozinho, Lorico,  Maneca, Nenê, Mário 'Tilico', Mauro Galvão, Paulo Roberto, Ramon Menezes, Roberto Pinto, Romário, Sabará, Sorato, Silva, Thalles, Válter Marciano, Viola e Vivinho. Eles são os caras que marcaram os gols vascaínos mais rápidos. Vamos conferir.     

1 - 04.02.2018  -18 SEGUNDOS -  Thiago Galhardo, em tarde de domingo, em São Januário, em Vasco 3 x 1 Volta Redonda, pela quinta e última rodada da fase classificatória da Taça Guanabara.

2 - 31.05.2016 - NENÊ - 23 SEGUNDOS - Gol marcado na noite de uma terça-feira, na Arena Barueri. em São Paulo, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro da Série B. O placar foi de 1 x 1.

3 - 18.01.1948 - DIMAS -  40 SEGUNDOS - Aconteceu em um amistoso, com o Cruzeiro, em Belo Horizonte, vencido pelo Vasco, por 3 x 1, no estádio do Barro Preto. Na época, a rapaziada viajava pelo  "Expresso da Vitória", o time que era um dos mais fortes do planeta.

4 - 17.10.1979 - PAULINHO MASSARIOL - 50 SEGUNDOS - Marcado em Vasco 2 x 0 Goytacaz, no Maracanã, pelo quarto campeonato da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro, após a fusão com a Guanabara.  

5 – 27. 08. 1961 – JAVAN -  1 MINUTO - O Vasco foi ao Estádio Álvaro Chaves encarar o São Cristóvão, pelo Campeonato Carioca. Malmente o juiz Armando Rosa Nunes Castanheira Marques apitou bola rolando, o centroavante vascaíno balançou o filó defendido pelo goleiro Orlando.  

6 – 08.07.1962 - JOÃOZINHO – 1 MINUTO – O jogo foi em no estádio da Rua Teixeira de Freitas, pelo Campeonato Carioca. Assim como Armando Marques, o árbitro José Monteiro, malmente, fez o apito inicial, já ordenava uma nova saída de bola. Por causa do ponta-direita da “Turma da Colina”, que fez o goleiro Wagner, da Portuguesa, da Ilha do Governador, ir buscar a bola “lá onde a coruja dorme”, como bordejavam os antigos “speakers” radiofônicos.

7 - 02.11.1972 - SILVA - 1 MINUTO - Noite de quinta-feira, no Estádio Olímpico, em Porto Alegre, pelo Campeonato Brasileiro. Em Vasco 1 x 0 Grêmio-RS, o"Almirante" encerrou sequência, na capital gaúcha, de cinco insucessos ante o "Tricolor dos Pampas". O treinador Paulinho de Alemida, ex-lateral-direito vascaíno e gaúcho de nascimento, revelado pelo Internacional. Silva formava no ataque vascaíno ao lado de Tostão.
8 - 20.10.1979 - GUINA - 1 MINUTO  - Era o "Jogo 1" do Teste 465 da Loteria Esportiva e o Vasco estava na Coluna 1. Valeu, ainda, pela quarta rodada do terceiro turno do Campeonato Estadual do Rio de Janeiro, no Maracanã. Naquele dia, o Vasco mandou 7 x 0 na Portuguesa da Ilha do Governador.
9 - 14.07.1983 - ADEMIR - 1 MINUTO - Em Vasco 3 x 2 Botafogo, no Maracanã. Este é o meia Ademir, que marcou  gol, contra o Cruzeiro-MG, na decisão do Campeonato Brasileiro-1974. Não confundir com o Ademir Menezes.

10 - 18.01.1998 - DONIZETE "PANTERA" - 1 MINUTO  -  Em Vasco 1 x 0 Bangu, pelo Campeonato Estadual, em São Januário.
11 - 06.08.2000 - VIOLA - 1 MINUTO  - Em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro-200, em São Januário. Terminou nos 3 x 3, com o Vasco cedendo o empate aos 46 da etapa final, após colocar 3 x 0 de frente.
12 - 01.04.2015 - THALLES - 1 MINUTO - Em Vasco 2 x 1 Rio Branco, na Arena da Floresta, em Rio Branco, no Acre, marcando a estreia vascaína em mais uma Copa do Brasil. Jogo em uma noite de quarta-feira da Semana Santa.  

13 -  18.06.1964 - LORICO - 2 MINUTOS - Gol marcado durante o amistoso Vasco 2 x 1 Bangu, no Estádio Proletário, em Moça Bonita, a casa do adversário. Daqui em diante, os dois clubes não se enfrentaram mais, amistosamente.

14 - 08.08.1964 - MÁRIO 'TILICO' - 2 MINUTOS - Em Vasco 3 x 3 São Cristóvão, no campo do "Santo", à Rua Figueira de Melo, pelo Campeonato Carioca.  O time era treinado por Duque e vinha fazendo uma campanha decepcionante no Estadual. 

15 – 08.03.1969 -  FIDÉLIS – 2 MINUTOS – Aconteceu no Maracanã, pela temporada estadual. O Vasco mando 4 x 1 no São Cristóvão, abrindo a conta durante a primeira subida ao ataque do seu lateral-direito. Se o juiz Aírton Vieira de Morais, o “Sansão”, não imaginava que veria o “garoto do placar” trabalhando tanto, naquele dia, o certo é que ele nem teve tempo de ver o “Santo” rezando para não levar uma golada. Coitado do goleiro Antônio José!
Delém marcou aos 3 minutos

16 - 18.07.1973 - ADEMIR - 2 MINUTOS -  No jogo Vasco 1 x 1 América, quem compareceu, novamente, bem rapidão à rede, foi o mesmo meia Ademir já citado mais acima,  no iten 3.
17 - 08.02.1975 - EDU COIMBRA - 2  MINUTOS - Em Vasco 2 x 1 Flamengo, valendo a Taça Cidade de Cabo Frio. O jogo foi em Arraial do Cabo, distrito de Cabo Frio, e não Estádio Hermenegildo Barcelos.
18 - 09.11.1980 - ROBERTO DINAMITE - 2 MINUTOS - O Vasco encarava o Botafogo, no Maracanã, pelo segundo turno do Estadual. Com a vitória, que não foi difícil, o time, líder, do técnico Mário Jorge Lobo Zagallo, abriu dois pontos a frente do segundo colocado, como 4 vitorias, em 4 jogos, marcando 8 e sofrendo apenas um gol.    
19 - 26.09.1982 – 2 MINUTOS - GEOVANE - Vasco 1 x 0 Madureira valeu pelo segundo turno do Estadual-RJ, em um domingo, em São Januário, em jogo assistido por 3.783 pagantes.  O mesmo Geovane marcou um outro gol com dois minutos de jogo, em 16.09.1984, em Vasco 3 x 0 Botafogo, também, na Colina. Foi batendo pênalti, diante de 4. 169 pagantes.  
20 - 29.03.1987 - PAULO ROBERTO - 2 MINUTOS - O lateral-direito gaúcho abriu o placar do jogo em que o Vasco venceu o Bangu, por 3 x 0,  pelo primeiro turno da Taça Guanabara, no Maracanã.

21 - 11.06.1987 - DUNGA - 2 MINUTOS - O gol foi marcado  pelo apoiador gaúcho, em Vasco 5 x 0 América mexicano, pela Taça Ouro,  no Coliseu, em Los Angeles, nos Estados Unidos.
   
22 - 18.04.1991 - SORATO - 2 MINUTOS - O atacante marcou em jogo dominical,  no Maracanã, nos 3 x 0 sobre o Botafogo, pelo Estadual-RJ. A galera prestigiou (41.147 pagantes) e o Vasco caprichou na mira do filó. Foi só o juiz Pedro Carlos Bregalda apitar o início da refrega, a rapaziada acender o pavio. 

23 - 31.10.1991 - JORGE LUÍS - 2 MINUTOS - O zagueiro,  que não era do ofício, resolveu subir ao ataque e balançou a roseira diante Goytacaz, de Campos-RJ, durante os 7 x 1 de uma quinta-feira, em São Januário, pela Taça Rio. 

24 - 29.10.1998 - MAURO GALVÃO - 2 MINUTOS - Em Vasco 3 x 1 Coritiba, pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro, em uma quinta--feira, em São Januário, perante 5.518 testemunhas. 
25 - 30.06.2010 - DEDÉ, 2 MINUTOS - OP zagueiro que teve o apelido de "Mito", em São Januário, marcou o gol rapidão em Vasco 3 x 0 Avaí-SC, n o estádio da Ressacada, em Florianópolis, pela Copa da Hora, da qual o Vasco da Gama saiu campeão.  
26 - 23.02.2011 - FELIPPE BASTOS - 2 MINUTOS - Aconteceu em jogo da Copa do Brasil, disputado em São Januário. Naquele dia, o Vasco goleou o Comercial, de Campo Grande-MS, por 6 x 0.

27 - 03.08.2011 - DIEGO SOUZA - 2 MINUTOS -  Em jogo em uma noite de quarta-feira, em São Januário, valendo pela 14º rodada do Campeonato Brasileiro-2011. A vitória deixou o Vasco a quatro pontos da liderança, em terceiro lugar.  

28 - 16.10.2011 - ELTON - 2 MINUTOS - Em Vasco 2 x 0 Atlético-MG, pelo Campeonato Brasileiro.

29 - 24.10.2013 - THALLES - 2 MINUTOS - Em Vasco 3 x 2 Goiás, pela Copa do Brasil, em uma noite de quinta-feira, no Maracanã.

30 - 21.10.1956 – VÁLTER MARCIANO – 3 MINUTOS – Naquele dia, o Vasco não teve pena da Portuguesa-RJ. Valia pelo Campeonato Carioca e o meia Válter Marciano, com muita pressa, chegou da “cidadela” defendida pelo goleiro Antoninho, quando este ainda nem havia trabalhado. Trabalhou indo ao fundo da rede, no estádio da Rua Campos Sales.
31 - 07.08.1960 – DELÉM – 3 MINUTOS – Placar magro, no campinho da Rua General Severiano. O centroavante paulista, que todo mundo achava que fosse gaúcho, não perdoou o Olaria:  Vasco 1 x 0.  

32 - 28.01.1987 - VIVINHO - 3 MINUTOS - O ponteiro-direito que marcou gol de placa, em São Januário, foi à rede em Vasco 3 x 1 Ceará Sporting, pela  sétima rodada do Campeonato Brasileiro de 1987.

33 - 18.03.1987 - ROMÁRIO - 3 MINUTOS - O Baixinho" formou dupla fatal, com Roberto Dinamite, e deixou duas bolas não filó, em Vasco 4 x 1 Mesquita, pelo Estadual.

34 - 29.10.1992 - BISMARCK - 3 MINUTOS - Em São Januário, pelo segundo turno do Estadual, em Vasco 3 x 2 Volta Redonda. O gol foi presenciado por 1.165 pagantes.

35 - 28.01.1951 – ADEMIR MENEZES – 4 MINUTOS – O maior ídolo da torcida vascaína (antes de Roberto Dinamite) não poderia ficar de fora deste time. Inscreveu o seu nome em uma tarde de domingo, no Maracanã, pelo Campeonato Carioca, em Vasco 2 x 1 América, diante de mais de 104 mil almas. 

36 - 27.12. 1961 – ROBERTO PINTO - 4 MINUTOS –  Marcado em Vasco 2 x 1 São Cristóvão, em Figueira de Mello, a casa do rival. Detalhe: além de Roberto Pinto ter cantado de galo, as coisas ficaram russas para Russo, atacante do “Santo”. Levou uma bolada no peito e saiu de campo desacordado. Quando acordou, tinha perdido dois pontos.  

35 - 12.07.1964 – CÉLIO TAVEIRA - 4 MINUTOS - Em Vasco 2 X 2 Campo Grande, no  Estádio Ítalo del Cima, do adversário. Foi o segundo jogo vascaíno no Campeonato Carioca daquela temporada, quando começou dirigido pelo técnico Duque (David Ferreira), que foi trocado, depois, pelo ex-zagueiro cruzmaltino Eluy do Amparo.

37 - 17.12.1950 – MANECA – 5 MINUTOS – Naquele dia, o glorioso baiano Manoel Marinho deixou dois na caçapa do Canto do Rio, em Vasco 4 x 2, no boteco do parceiro, isto é, o estádio Caio Martins, em Niterói. Quem chorou? O goleiro Joel. Maneca foi um dos grandes nomes do “Expresso da Vitória”.  

38 -  01.12.1961 – SABARÁ – 5 MINUTOS – O ponta-direita vascaíno, que ganhou este apelido, porque os amigos dos tempos de garoto o achavam com cara e cor de jabuticaba, acionou o choro do goleiro Pompeia, em Vasco 3 x 2 América, no Maracanã, quando o “Diabo” ainda infernizava nos Campeonatos Cariocas. Mereceu figurar no time dos “Ligeirinhos das Colina”, pois é um dos cinco que mais participou das refregas do “Almirante”.

39 - 01.10.1964 - CÉLIO TAVEIRA - 5 MINUTOS - Na ocasião, o time do treinador Ely do Amparo estava estreando no returno do Campeonato Carioca e venceu o Campo Grande, por 2 x 0.

40 - 26.09.1982 – Vasco 1 x 0 Madureira teve placar pequeno, mas foi jogo importante porque a rapaziada aumentou, para 40, a sequência de jogos sem tropeços diante do "Tricolor Suburbano", pelo Campeonato Estadual. Aconteceu em um domingo, em São Januário, pelo segundo turno da temporada-1982, com gol marcado por Geovani, aos 2 minutos do segundo tempo. Apitada por Pedro Carlos Bregalda, a contenda teve 3.783 pagantes. O treinador Antônio Lopes convocou a luta:  Mazaropi, Rosemiro, Nei, Celso e Pedrinho; Oliveira, Dudu e Giovani (Ernâni); Pedrinho Gaúcho. Palhinha e Zé Luís (Marquinho). Téc­nico: Antônio Lopes.