Vasco

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quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

FECHADO PARA BALANÇO - VASCO-2015

No futebol, o Vasco quebrou o tabu, de 12 temporadas sem conquistar o título estadual, mas foi rebaixado à Série B do Campeonato Brasileiro. Pela terceira vez, em sete temporadas.
Por ter feito um péssimo primeiro turno, perdendo, no Maracanã, ou em São Januário – para Coritiba, Figueirense, Ponte Preta (tecnicamente, iguais) e os irregulares Palmeiras e Fluminense – e empatando – Goiás, Chapecoense e Joinville –, a queda foi mais do que merecida. Em alguns jogos, a rapaziada cedeu o empate – Avaí, Chapecoense, São Paulo e Corinthians – perto do final das partidas.
O goleador Gilberto foi decisivo nas partidas finais do Campeonato Estadual
Com o treinador Jorginho Amorim, seu ex-atleta, e o meia Nenê, o time vascaíno cresceu de produção n returno. Ainda escorregou fatal, mas chegou a ficar vários jogos invicto. Foi rebaixado perdendo menos do que o Flamengo. Pelo Estadual, o título foi indiscutível. A turma venceu todos os grandes rivais.
Pela Copa do Brasil, o time foi até as semifinais. Eliminou o seu grande rival Flamengo.
SANGUE NOVO – A temporada-2015 revelou várias promessas na Colina. A “jovemzada” conquistou nove troféus, o que não rolava desde 1998, quando a patota liderou o pódio em 11 oportunidades. O título mais + mais saiu da garotada sub-17, em São Januário, onde os juvenis venceram o Flamengo, por 1 x 0, e levaram o Campeonato Estadual, após 15 anos na fila. Faturaram, ainda, a Taça Guanabara e a Copa Leão da Serra.
A gurizada sub-15, também, fez a sua parte. Os infantis cravaram15 vitórias, em 15 jogos. Na final, bateram o Flamengo e carregaram a Taça Guanabara, outro feito dentro do gramado colineiro. A pirralhadas mandou ver, ainda, carregando os canecos das Copas Guri e Tigres. As categorias iniciais (sub-9, sub-11 e sub-13) levaram mais três canequinhos para a Rua General Almério de Moura. Os “fraldinhas” e os pré-mirim ganharam o Festival de Futebol Infantil (Festbolin), tendo por adversários, na final, Olaria e Flamengo.
Os garotos do time júnior não canecaram, em 2015, mas já começaram a pintar no time principal, entre eles Gabriel Félix, Mateus Vital e Renato Kayzer, relacionados, pelo treinador Jorginho Amorim, para as últimas rodadas do Brasileirão. Lorran e Matheus Índio, também foram utilizados pelo time A, em outras oportunidades. Para 2016, estão planejas as promoções de Kadu Fernandes, Andrey Ramos e Evander Ferreira.

ATLETISMO - A compensação do rebaixamento do futebol no Brasileirão foi o excelente desempenho da turma do atletismo, conquistando o Troféu Eficiência, o título mais valioso da temporada carioca, concedido ao clube com melhores resultados, entre todas as categorias,  masculinas e femininas, durante o transcorrer do ano, em disputas da Federação de Atletismo do Estado do Rio de Janeiro.
A turma de São Januário, que teve por coordenadora técnica Solange Chagas, somou 59 pontos ganhos, 21 a mais do que o segundo colocado, o Instituto Ideal Brasil (38), e  33 à frente do terceiro, o Instituto Lançar-se para o Futuro/BRF (26). Também nas provas interestaduais a moçada fez bonito. Por exemplo, na Taça Brasil Sub-18, com vitórias individuais das gatinhas Uhuru Figueira e Maria Vitória. Aos 24 anos, Uhuru foi campeã dos Jogos Abertos de São Paulo, nos 400 e nos 800 metros rasos. Vitória, de 15 anos, fez valer o seu nome ficando campeã brasileira mirim no salto triplo e no salto em distância.

CALENDÁRIO DA COLINA - DEZEMBRO, 31

O Vasco já disputou duas partidas no virar do calendário. Em 31 de dezembro de 1929, venceu o Palestra Itália-SP, atual Palmeiras, amistosamente, em uma terça-feira, em São Januário, e, em 1950,  passou por um rival carioca, no Maracanã. O que aconteceu:
VASCO 3 x 1 PALESTRA ITÁLIA-SP  foi o oitavo dos difíceis amistosos disputado com a futura Sociedade Esportiva Palmeiras. O duelo era tão equilibrado, inicialmente, que cada um venceu dois jogos, com destaque para uma goleada cruzmaltina, por 4 x 0. O restante foi empates. Confira: 28.09.1924 Palestra Itália-SP  2 X  0 Vasco; 15.11.1924 Palestra Itália-SP  1 X  1 Vasco; 15.08.1925 - Palestra Itália-SP  2 X  0 Vasco; 30.08.1925 Palestra Itália-SP  1 X  1 Vasco; 18.12.1927 Vasco 4 x 0  Palestra Itália-SP; 08.01.1928 Palestra Itália-SP  1 X  1 Vasco; 22.01.1928 Palestra Itália-SP 1 X  1 Vasco; 31.12.1929 Vasco 3 X  1 Palestra Itália-SP.

VASCO 2 X 1 BANGU - Este jogo fez parte da campanha cruzmaltina rumo ao título carioca da temporada-1950. Mário Gonçalves Vianna apitou e os gols da "Turma da Colina" foram marcados por Ipojucan e Maneca. O time, dirigido por Ondino Vieira, formou com: Barbosa, Augusto e Laerte; Ely, Danilo e Jorge; Alfredo, Maneca, Ademir Menezes, Ipojucan e Djair. (Fotos reproduzidas da revista O Cruzeiro).

HISTORI&LENDAS CRUZMALTINAS - SANTO

1 - O São Cristóvão é um grandioso “freguês” vascaíno. Em 115 jogos do Campeonato Carioca, foi batido em 80 duelos, o equivalente a 69,57% dos pegas. Mas já teve dia de ”O Santo” segurar a onda. Venceu 13 e empatou 22. A primeira vez em que o Vasco caiu ante o “clube alvo”, como a imprensa carioca o chamava, antigamente, foi no domingo 25 de abril de 1926. Jogaram no campo da Rua Paysandu e o “São Cri-Cri” mandou 2 x 1. Torteroli marcou o tento cruzmaltino e o time, treinado pelo uruguaio Ramón Platero, foi: Nélson, Hespanhol e Itália; Arthur, Nesi e Claudionor; Paschoal, Torteroli, Russinho, Milton e Dininho.
  
2 - O São Cristóvão passou quase dois anos para vencer o Vasco, depois 2 x 1 de 1926. Mas mandou um outro 2 x 1, daquela vez dentro de São Januário. E o Vasco estava com um time forte, comandado por Harry Welfare: Rey, Domingos da Guia e Itália; Tinoco, Jucá e Gringo; Bahiano, Leônidas da Silva, Russinho e Orlando.  Por aquele mesmo campeonato, o São Cristóvão votou a pregar uma peça ao Vasco: 1 x 1 em primeiro de julho, mas em seu campo da Rua Figueira de Melo. O time da Colina, seguindo comandado por Harry Welfare, foi: Rey, Domingos da Guia e Itália; Gringo, Fausto e Mola; Orlando, Almir, Gradim, Nena e D' Alessandro. Técnico: Harry Welfare.


3 - Vasco e Bonsucesso se enfrentaram poucas vezes na década de 1980: só sete, com seis vitórias cruzmaltinas e um empate. Por sinal, é muito grande a vantagem do "Clube da Faixa" no geral desse duelo: 79 vitórias e 19 empates, em 110 jogos pela temporada oficial carioca. Confira tudo: 17.09.1980 -  Vasco  2 X  1; 18.08.1982 - Vasco 1 X 0; 20.10. 1982 - Vasco 1 x 0; 03.07.1983  - Vasco 2 X  2 Bonsucesso; 18.09.1983 - Vasco 2 x 1; 08.09.1985 - Vasco 2 x 0; 03.11.1985 - Vasco 4 x 0.  Depois disso, os dois times só voltaram a se encontrar, pelo Estadual, em 16 de maio de 1993, com 3 x 0 para os vascaínos.  

4 - Na década de 1980 foram estes os jogos entre vascaínos e olarienses: 11.09.1980 - Vasco 3 X  1; 24.06.1981 - Vasco 1 x 0; 29.07.1981 - Vasco 1 x 0; 18.10.1981 - Vasco 1 X  0; 05.09.1984 - Vasco 2 X  1; 10.11.1984 - Vasco 0 X 0 Olaria; 11.09.1985 - Vasco 2 X 0 Olaria; 06.11.1985 - Vasco 2 x 1;  23.03.1986 - Vasco  2 x 0; 21.05.1986  - Vasco 4 x 0; 22.02.1987 - Vasco 1 X 0; 23.04.1987 - Vasco 1 X 1 Olaria; 05.03.1989 - Vasco 0 x 0 Olaria; 17.05.1989 - Vasco 3 X 0 Olaria.

5 -  No dia 8 de gosto de 1964, na cassa do adversário, à Rua Figueira de Melo, a esquadra do “Almirante” encerrava navegação com um dos seus empates mais esquisitos pelo Campeonato Carioca: Vasco 3 x 3 São Cristóvão. Célio (2) e Mário ‘Tilico’ compareceram ao placar do jogo apitado por Gualter Portela Filho, com arrecadação de Cr$ 2 milhões, 266 mil, 650 cruzeiros. Patota do dia: Marcelo Cunha; Massinha, Fontana, Barbosinha e Pereira; Odmar e Maranhão; Joãozinho, Célio, Mário e Zezinho. Por aquela época, havia as preliminares entre aspirantes, e os vascaínos venceram, por 4 x 0.     
6 - Campeonato Carioca-1937. O Vasco passou por uma coleção de resultados interessantes diante dos seus maiores rivais. Só faltou o empate por 1 x 1. Confira: 26.12.1937 - Vasco 0 x 0 Fluminense. Estádio: São Januário. Juiz: Haroldo Dias da Mota. Time: Joel, Poroto e Itália; Rafa, Zarzur e Calocero; Lindo, Alfredo, Niginho, Feitiço (Kuko) e Luna (Orlando).  01. 10.1937 - Vasco 2 x 2 Botafogo. Estádio: São Januário. Juiz: Lóris Cordovil. Gols: Carlos Leite (2) e Mamede (2). VASCO: Joel, Poroto e Itália; Rafa, Oscarino (Zarzur) e Marcelino; Lindo, Alfredo, Feitiço, Mamede e Luna. 10.10.1937 - Vasco 3 x 3 Flamengo. Estádio: São Januário. Juiz: Jose Pinto Lopes (Badú). Gols: Niginho (2), Valido, Sá, Leônidas, Feitiço. VASCO: Joel, Poroto e Itália; Baffa, Oscarino e Calocero; Lindo, Alfredo, Niginho, Mamede e Luna. Naquele ano, a "Turma da Colina" foi comandada por três treinadores: o inglês HarryWelfare, o brasileiro Floriano Peixoto e o uruguaio Carlos Scarone.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - DEZEMBRO, 30

Goleada sobre um có-irmão e o "Mestre Ziza" vestindo a jaqueta cruzmaltina. São as principais  marcas positivas dos 30 de dezembro colineiros. Anote: 

Zizinho (segundo agachado à esquerda) teve o prazer de voltar a jogar com o amigo Ademir.

VASCO 5 X 1 PALMEIRAS-RJ - Sacode do segundo turno do Campeonato Carioca da Segunda Divisão-1917, em um domingo, na Rua Figueira de Mello. Era a segunda temporada  vascaína no futebol. Para aquela disputa, o Vasco (último colocado da Terceira Divisão-1916), foi beneficiado pela troca da Liga Metropolitana de Sports Athléticos, pela Liga Metropolitana de Desportos Terrestres, que aumentou o número de times em cada divisão, subindo os vascaínos e mais cinco equipes da "Terceirona".
CAMPANHA - Na "Segundona-1917", o "Almirante" fez 16 jogos, vencendo nove, empatando três e perdendo quatro. Marcou 40 e sofreu 31 gols, com estes resultados: 27.05 - 4 x 2 Icarahy; 03.06 - 2 x 2 Brasil-RJ; 10.06 - 2 x 0 Paladino; 08.07 - 3 x 5 Cattete; 22.07 - 0 x 2 Palmeiras-RJ; 05.08 - 5 x 0 Progresso; 02 .09 - 3 x 0 Boqueirão do Passeio; 09.09 - 1 x 0 Ríver São Bento; Returno:16.09 - 6 x 1 Brasil-RJ; 14.10 - 0 x 6 Cattete; 11.11 - 1 x 0 Paladino; 25.11 - 3 x 3 Icarahy; 02.12  - 1 x 6 Progresso; 16.12 - 1 x 1 Ríver; 23 .12 - 3 x 2 Boqueirão do Passeio; 30.12 - 5 x 1 Palmeiras-RJ.

VASCO 1 X 0 SÃO CRISTÓVÃSO - Aqui valeu pelo Campeonato Carioca-1951, em um domingo, em São Januário. Maneca foi o homem na rede rede, Otto Glória o treinador e este o time: Barbosa, Laerte e Wilson; Ely, Danilo e Jorge; Noca, Maneca, Ademir Menezes, Jansen e Dejayr. Está no caderninho como o 60º encontro com o "Santo", pelo Estadual.  

VASCO X SÃO CAETANO-SP -  Partida que não completada, pelas finais do Campeonato Brasileiro-200,  em uma tarde de infortúnio, em São Januário. Uma grade de proteção desabou, provocando ferimentos em muitos torcedores. Estabeleceu-se um pandemônio dentro do gamado e na arquibancada, levando o governador do Rio de Janeiro a proibir uma eventual continuação da partida. Um novo encontro foi marcado para janeiro de 2001, quando a rapaziadas mandou 3 x 1 e saiu do gramado do Maracanã carreando o caneco. 
As duas grandes feras

VASCO 3 X 2 RACING-ARG - Além de Leônidas da Silva, Pelé, Garrincha e Zico, um outro supercraque do futebol brasileiro também vestiu a camisa cruzmaltina: Zizinho. Foi durante o Torneio do Atlântico, disputado por Vasco, Flamengo e os argentinos Independiente e Racing, no Maracanã.
 Era um grande desejo do extraordinário craque voltar a jogar, um dia, na mesma equipe do seu grande amigo Ademir Menezes, colega de Seleção Brasileira durante a Copa do Mundo-1950. E Thomás Soares da Silva, o Zizinho, teve tal prazer, em duas oportunidades – em 1967 e em 1972, ele voltou à Colina, como treinador.
No 30 de dezembro de 1955, Charles Williams apitou e Pedro Bala, Vavá e Pinga marcaram os gols sobre os "hermanos", com a escalação sendo: Hélio, Paulinho de Almeida e Dario; Mirim, Orlando (Laerte) e Beto; Pedro Bala, Zizinho, Vavá, Pinga e Wilson (Ademir) – relembrando: o outro jogo do Zizinho vascaíno havia sido três dias antes,  no 1 x 4 Independiente-ARG, com o gol da rapaziada  anotado por Pedro Bala, sob apito de Harry Davis –  jogaram Hélio, Dario e Coronel; Mirim (Laerte), Orlando e Beto; Pedro Bala, Zizinho, Ademir (Vavá), Pinga (Alvinho) e Parodi (expulso de campo, no segundo tempo) e (Wilson).

BELLINI, O MAIS FAMOSO CAPITÃO CANARINHO

Bellini foi uma do maiores levantadores de taças do futebol brasileiro
Classe, ele não tinha. Nenhuma! Mas raça e liderança lhe sobravam. Tanto que ganhou dos colegas de Vasco da Gama o apelido de "Boi". Trabalhava tão duro nas partidas, sem se queixar de nada, que mais parecia o animal que era ferroado nos antigos engenhos de açúcar.
 Quem não perdeu tempo vendo aquela qualidade do zagueiro Hideraldo Luís Bellini foi o treinador Flávio Costa. Investiu no seu modo de jogar, com a recomendação de jamais tentar inventar.
  Pois bem! O jeito desajeitado, bastante "desclassificado" pelos torcedores rivais, devido aos muitos estouros de bola, era a "marca registrada" de Bellini. Levou um presidente vascaíno a dizer a Flávio que não iria ao estádio, caso ele escalasse "aquele zagueiro durão que só faz despachar a bola para a frente". Flávio Rodrigues Costa respondeu-lhe:" Então, prepara-se para ficar sem muito tempo sem ir ao Maracanã".
Bellini passou uma década intocável na zaga cruzmaltina. Líder incontestável, chegou à Seleção Brasileira. Às vésperas da Copa do Mundo-1958, na Suécia, a equipe ainda não tinha um capitão. Nílton Santos, convidado, recusou e indicou Bellini. E o "xerifão" botou moral na zaga, ao lado do colega vascaíno Orlando Peçanha de Carvalho, deixando a rapaziada tranquila lá na frente. Terminou o torneio tornando-se o primeiro a erguer a taça de campeão do mundo.
A "Revista do Esporte" que circulou com data de 30 de julho de 1960, com o Nº 73, considerou  Bellini "o mais famoso capitão que já passou pelo nosso escrete". Realmente, seus sucessores campeões do mundo – Mauro Ramos de Oliveira, Carlos Alberto Torres, Carlos Caetano Bledorn Verri (Dunga) e Marcos Evangelista de Morais (Cafu) – foram grandes jogadores, mas não atingiram a sua mística. Na foto, Bellini ergue a Copa Roca, que o time canarinho conquistou, em Buenos Aires, em 1960, contando, além dele, com cinco atletas cruzmaltinos – Écio, Almir, Sabará e Delém – e uma cria de São Januário, o zagueiro Aldemar.   (Foto reproduzida da Revista do Esporte).

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - DEZEMBRO, 29

 

VASCO 12 X 0 ANDARAHY foi em uma noite de quarta-feira, nas Laranjeiras. Tratou-se de uma “tremenda covardia” cruzmaltina, pois o adversário caía pelas tabelas, terminando como o último colocado da temporada oficial carioca de 1937, com apenas duas vitórias  e um empate, em 22 jogos, marcando 29 e sofrendo 99 gols, o que lhe deixou com o terrível saldo negativo de 70 bolas no filó. Mas o problema não era do Vasco.
 A noite dos 12 x 0 foi de Luna (4), Niginho (4) e Alfredo (3). “Ficaram carecas de tanto fazer gols”, como era gíria do torcedor da época, que viu, também, um gol de Feitiço durante aquela balaiada. O apito foi de Haroldo Dias da Mota e o time da cruz patê que castigou foi: Joel, Zé Luis e Itália; Poroto, Zarzur e Calocero; Armandinho, Alfredo, Niginho, Feitiço e Luna 99.
No Carioca de 1937, o Vasco ficou em terceiro lugar, mas teve o principal artrilheiro, Niginho, com 25 tentos. Até os 12 x 0 Adarahy, o clube já colecionava várias goleadas acachapantes, além das duas já citadas: 01.05.1927 -  11 x 0 Brasil-RJ; 07.04.1929 -  9 x 0 Bangu; 21.041926 - 9 x 3 Brasil-RJ; 15.11.1937 – 7 x 1 Olaria; 21.11.1937 – 7 x 2 Andarahy;  09.11.1930 – 6 x 0 Fluminense.  

VASCO 8 X 1 OLARIA, pelo terceiro turno do Campeonato Carioca de 1935,
O Olaria é um tradicional freguês vascaíno. Além dos 8x 1 de “29 do 12” de 1935, anote outras abaixo: 12.07.1936 – 5 x 0; 18.10.1936 – 5 x 0; 15.11.1937 – 7 x 1; 15.12.1937 – 5 x 1; 04.05.1947 – 6 x 2; 17.10.1948 – 5 x 1; 13.11.1964 – 5 x 0; 04.11.1978 – 5 x 0; 23.06.1991 – 5 x 0; 08.02.1995 – 6 x 1; 11.02.1996 – 6 x 2; 13.05.2000 – 6 x 1; 07.02.2006 – 6 x 0;
 
VASCO 7 X 1 SÃO CRISTÓVÃO foi em uma quinta-feira, pelo Campeonato Carioca de 1938,
 
VASCO 4 X 0 RAJA CASABLANCA, em 29 de dezembro de 1999, amistosamente,

RESUMO: 29.12.1935 – Vasco 8 x 1 Olaria; 29.12.1937 – Vasco 12 x 0 Andarahy; 29.12.1938 – Vasco 7 x 1 São Cristovão; 29.12.1948 – Vasco 2  x 0 São Paulo; 29.12.1999 – Vasco 4 x 1 Raja Casablanca-MAR.


 

CRUZMALTINOS CHEGAM BEM NO PLACAR

Ao longo da história do jornalismo esportivo brasileiro, as revistas repetiram bastante vários itens. Sem problemas. O futebol pede isso. Como eleições de atletas. Se na década-1960, a "Revista do Esporte" elegia até "o maior torcedor",  trinta aos depois "Placar" não fugiu desse lance, e saiu à procura do "Craque do Ano", a partir de 1981. 
Para chegar ao vencedor, a revista da Editora Abril instituiu três votações: dos leitores, de jornalistas esportivos indicados pela sua direção e a dos seus representantes. Os primeiros votavam pelo cupom que você vê abaixo, podendo escolher, indistintamente, atletas brasileiros e estrangeiros, desde que estivessem atuando em clubes do Brasil. Malandramente, não aceitava-se voto por xerox, o que exigia-se a compra da edição semanal .
O pleito selecionava 10 atletas, para o júri da crônica esportiva separar três. De posse da lista tríplice, a redação de "Placar" votava no vencedor– nos anos anteriores, haviam sido: 1981 - Zico, do Flamengo; 1982 - Sócrates, do Corinthians; 1983 - Sócrates e Jorginho, do Palmeiras; 1984 -  Montanaro (vôlei) e Joaquim Cruz (atletismo); 1985 - Ayrton Senna (piloto de Fórmula-1); 1986 - Careca, do São Paulo; 1987 - Taffarel (goleiro do Internacional) e Oscar Schmidt (basquetebol); 1988 - Geovani, do Vasco da Gama; 1989 - Zico.     

Para saber quem seria o "Craque do Ano-1989, a eleição foi lançada pelo Nº 1021, de 5 de janeiro de 1990, dando-se ao leitor apenas 26 dias para votar. Assim, votos chegados à redação de "Placar" a partir de 1º de fevereiro iriam para o lixo. Iriam! Como o vascaínos Bebeto deixou para trás o primeiro líder, o rubro-negro Zico, e Bismarck fez o mesmo com Taffrarel, a briga foi considerada tão boa, que a revista promoveu a primeira "virada de mesa", esticando o prazo de votação para 15 de fevereiro.  pela edição de Nº 1026, que circulou com data de 9 de fevereiro de 1990, Bebeto estava com 1. 264 votos, contra 1.237 de Zico, enquanto Bismarck somava 605 e Taffarel 601
. Outros cruzmaltinos bem votados eram Mazinho, em quinto lugar, com 430, e Roberto Dinamite, caminhando para o final da carreira, em oitavo, com 182, empatado com Túlio, que começava a aparecer, pelo Goiás. Vale ressaltar que o Dinamite, na época, estava emprestado, pelo Vasco, à Portuguesa de Desportos. 

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - DEZEMBRO 28

   Bonsucesso, em 1941; Madureira, em 1947; Fluminense, em 1949, e América, em 1952. Numa escadinha do tempo, eles foram caindo diante da Cruz de Cristo da camisa vascaína, nos 28 de dezembro. Conferindo:  
VASCO 4 X 2 BONSUCESSO - O  ‘Bonsuça’ convidou e pagou caro pelo convite para uma visita  à sua casa, em Rua Teixeira de Castro, amistosamente, em um domingo. Mais precisamente no 28 de dezembro de 1941. Com gols de Villadoniga, Gonzalez e Manuel Rocha, o time do treinador Telêmaco Frazão de Lima (foto) mandou ver.
Telêmaco
VSCO 2 X 1 MADUREIRA - No 28 de dezembro de  1947, a queda foi do Madureira, pelo Campeonato Carioca. Jogado em um domingo, rolou na casa do adversário, à rua Conselheiro Galvão, com  apito de Carlos de Oliveira Monteiro e  Lelé e Friaça balançando a rede. O time teve: Barbosa, Augusto e Rafagnelli; Djalma, Danilo e Jorge. Friaça, Maneca, Dimas Lelé e Chico. O resultado fez a rapaziada carregar o "caneco", pela terceira vez, desde que subiu à elite do futebol carioca. Naquela temporada, com 11 times e dois turnos, no todos contra todos, não teve pra ninguém. Os vascaínos colocaram sete pontos de vantagem sobre o vice Botafogo, com três rodadas de antecedência.
 Era o seu segundo título vascaíno invicto, daquela vez, com 17 vitórias e três empates. Foi um assombro. A rapaziada marcou 68 gols em 20 jogos, estabelecendo a média de 3,4 tentos por partida. Chegou a mandar 14 x 1 no Canto do Rio e 5 x 2 no Flamengo. Dos gols, Dimas fez 18; Maneca 13; Lelé 10; Friaça e Ismael 8; Chico 5;  Djalma 4; Nestor e Rafagnelli 1.
No "28 do 12 de 1947", os 2 x 1 Madureira foram em um domingo, na casa do adversário, à Rua Conselheiro Galvão, com gols de Lelé e Friaça. Carlos de Oliveira Monteiro apitou e time campeão foi: Barbosa, Augusto e Rafagnelli; Djalma, Danilo e Jorge. Friaça, Maneca, Dimas Lelé e Chico.

CAMPANHA: Turno - 03.08.1947 – Vasco  x 2 América; 10.08 – Vasco 4 x 1 Bangu; 17.08 – Vasco 4 x 1 Bonsucesso; 24.08 – Vasco 3 x 3 Olaria; 31.08 – Vasco 5 x 1 São Cristóvão; 06.09 – Vasco 14 x 1 Canto do Rio; 14.09 – Vasco 2 x 1 Flamengo; 21.09 – Vasco 2 x 0 Botafogo; 05.10 – Vasco 5 x 3 Fluminense; 12.10 – Vasco 2 x 1 Madureira. Returno – 19.10 – Vasco 1 x 0 América; 26.10 – Vasco 4 x 0 Bangu; 01.11 – Vasco 3 x 0 Bonsucesso; 09.11 – Vasco 2 x 0 Olaria; 16.11 -  Vasco 3 x 1 São Cristóvão; 23.11 – Vasco 2 x 1 Canto do Rio; 30.11 – Vasco 5 x 2 Flamengo; 07.12 – Vasco 0 x 0 Botafogo; 21.12 – Vasco 1 x 1 Fluminense; 28.12 – Vasco 2 x 1 Madureira.
Nestor, Maneca, Ademir,Ipojucan e Mário, um superataque arrasador 
VASCO 3 X 1 FLUMINENSE - Clássico de 1949, valendo pelo Torneio Rio São Paulo, em São Januário, em uma quarta-feira. Ademir Menezes fez dois, aos 14 e aos 31 minutos do primeiro tempo, e Ipojucan deixou mais um, aos 21 do segundo. Alberto da Gama Malcher apitou e a "Turma da Colina" do dia alinhou: Barbosa, Augusto e Wilson; Ely, Danilo e Alfredo II;  Nestor, Maneca, Ademir, Lelé e Mário.

VASCO  2 x 0 AMÉRICA - Em  1952  foi a vez de derrubar o "Diabo", pelo Campeonato Carioca de uma temporada em que o título foi carregado para São Januário. Alfredo II, de pênalti, e Chico, ambos no primeiro tempo, cuidaram do placar, sob o apito de Tudor Thomas. Time que jogou: Barbosa, Augusto e Haroldo; Ely, Danilo e Jorge; Sabará, Ipojucan, Ademir, Alfredo II e Chico. Técnico: Gentil Cardoso.

 28.12.1955 - Três dias depois de cair por 1 x 4 ante o Independiente-ARG, novamente no Maracanã, oVasco venceu o Racing, por 3 x 2, por um torneio amistoso.  vitória cruzmaltina foi sob o apito de Charles Williams, auxiliado por Lino Teixeira e Cícero Pereira Júnior. Pedro Bala, Vavá e Pinga marcaram os gols da Turma da Colina, que foi: Hélio, Paulinho e Dario; Mirim, Orlando (Laerte) e Beto; Pedro Bala, Zizinho, Vavá, Pinga e Wilson (Ademir).
Depois daquilo, Zizinho, ainda, voltou a ser vascaíno, mas como treinador, em 1967 e em 1972. Nesta segunda passagem, ele comandava o time que empatou, por 2 x 2, com o Flamengo, em 7 de maio, quando Tostão estreava como vascaíno.



 (foto de Telêmaco
Frazão de Lima  reproduzida de http://www.radioguaiba.com.br/ e do ataque cruzmaltino de http://www.osgigantesdacolina.com.br/) Agradecimentos.

JAIR MARINHO - VASCO DAS PÁGINAS

Reserva de Djalma Santos, durante a Copa do Mundo-1962, no Chile, o lateral-direito Jair Marinho, passou pelo Vasco, em 1967. Depois de consagrar-se pelo Fluminense (1954/1963), ele foi defender a Portuguesa de Desportos (1964/1965). No mesmo 1965, mudou-se para o Corinthians. Mas não tirava a cabeça do RJ, por ser proprietário de cinco imóveis alugados, em Niterói, e não tinha ninguém para fazer as cobranças aos inquilinos. Nada como ter amigos na praça. Ao tomar conhecimento dos problemas do seu jogador, o treinador Zezé Moreira negociou, com a diretoria corintiana, o empr4éstimo de Jair Marinho à “Turma da Colina”, para que ele resolvesse a sua vida no seu Estado. E, assim, um grande adversário tornou-se um cruzmaltino, por pouco tempo. Em 1968, já estava no peruano Alianza Lima – encerrou a carreira, em 1970, pelo Campo Grande-RJ.
Jair Marinho de Oliveira nasceu em  17 de julho de 1936, em Santo Antônio de Pádua, no Rio de Janeiro.  Filho de Francisco Marinho de Oliveira e de Leonor Albino Nascimento, foi cria do Flu, que o profissionalizou, em 1954. O meia vascaíno Lorico, no início da década-1960, o acusou de ser um jogador violento. Talvez, por isso, o seu apelido era “Jacaré”, por ser “mordedor”.  Jair Marinho tinha uma altura boa para os laterais-direitos do seu tempo, 1m70cm. Jogava quase sempre pesando 74 quilos, mas enrolava-se muito com a balança, que cobrava-lhe manter a cintura na marca dos 85cm. Com cabelos castanhos e professando a religião católica (devoto de Nossa Senhora das Graças e de São Jorge), ele confessava-se adorador de praia e de cinema. Ele disputou cinco jogos pela Seleção Brasileira, sem marcar gols. Aliás, só marcou dois em sua carreira: um pelo Fluminense e o outro pelo Corinthians.         
 

domingo, 27 de dezembro de 2015

O DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - RAQUEL WELCH, PRIMEIRA EVA DA TELA

Raquel já era linda...
   Do pai, ela herdou nas veias correndo o sangue alemão; da mãe, o liquido vermelho inglês e escocês. A mistura gerou, em Chicago, uma das mais belas norte-americanas chegadas ao planeta para brilhar, principalmente, nas elas do cinema.
 Com 1m66cm de altura, 92cm de busto e 87,5cm de quadris, ela fez os jurados dos concursos Miss Califórnia-1964, Miss Pacífico-1965 e Miss Sexy Glamour-1966 verem que estavam diante de uma deusa. Tanto que, em 1967, os agentes cinematográficos ofereceram-lhe participar de oito filmes.
 Acostumada a explodir uma invejável plástica a bordo de biquínis, Raquel trocou tal indumentária por uma sumária roupa de pele de animais, a fim de viver uma Eva da pedra lascada, em “Um milhão de anos antes de Cristo”.  Feroz e selvagem, arrasou. Comprou passaporte para fazer uma “Viagem Fantástica”, em uma aventura por dentro do corpo humano, deparando-se com glóbulos vermelhos e o mais que nos dá a vida.
...há um milhão de anos antes de Cristo.
 Comentaristas de cinema descrevem Raquel Welch como a “típica mulher-síntese que reflete a soma de outas belezas vivas e acumuladas na telona”. Viram nela o “olhar animal” de Brigitte Bardot; a “boca quente” de Claudia Cardinali; a “curva do ventre” de Gina Lollobrigida e o “porte” de Sofia Loren.
 Raquel explicou assim tais similaridades internacionais lhe creditadas: “Cedo, descobri o gosto pela felicidade, o culto pelo esforço, a disciplina, a minha veia poética e uma grande paixão telúrica. Sou um cruzamento do calor latino com a inspiração germânica da conquista”. Pronto! Não precisava dizr mais nada.        
Father, she inherited the veins running the German blood; the mother, the English and Scottish red liquid. The generated mixture produced in Chicago, one of the most beautiful North American arrivals to the planet to shine, especially in these movie. With 1m66cm tall, 92cm bust and hips 87,5cm, she made the judges of Miss California-1964 contests, Miss Pacific-1965 and Miss Sexy Glamour-1966 see standing before a goddes. So much so that in 1967, the filmmakers hired for the eight films.
 
Used to blow up an enviable plastic aboard bikinis, Raquel changed such clothing by a summary of clothing animals, to live an Eve of chipped stone in "One Million BC". Fierce and savage, devastated. Bought passport to make a "Fantastic Voyage", with cosmonaut suit, on an adventure inside the human body, stumbling up the front with red blood cells and the more that gives us life.
 
A film commentator described Raquel Welch as the "typical woman-synthesis that reflects the sum of outas living beauty and accumulated in the movie screen." They saw it as the "Animal look" of Brigitte Bardot; the "hot mouth" Claudia Cardinali; the "curve of the belly" Gina Lollobrigida and the "size" of Sofia Loren. For her part, Rachel explained so have these international similarities: "They soon discovered a taste for happiness, the service by the effort, discipline, my poetic vein and great passion telluric. I am a Latin heat junction with German inspiration of achievement. " Ready! Dizr not need anything else.  (Imagens reproduzidas da divulgação do filme "Um milhão de anos AC).

CALENDÁRIO DA COLINA - DEZEMBRO, 27

Thomaz Soares da Silva, um cidadão nascido em 14 de setembro de 1921, em São Gonçalo-RJ – viveu até 8 de fevereiro de 2002 – e que seria, hoje, digamos, meia-atacante, tornara-se o maior craque do futebol brasileiro, a partir da década-40. Um dos seus maiores amigos era o goleador vascaíno Ademir Marques de Menezes.
Chamado de “Mestre Ziza”, pelo o jornalista italiano Girdano Fatori, da Gazzeta dello Esporte, durante a Copa do Mundo de 1950, Zizinho tinha um grande desejo: voltar a atuar, um dia, ao lado do amigo Ademir. Ele defendia o Bangu, quando, ao final de 1955, dois times argentinos – Independiente e Racing – vieram ao Rio de Janeiro, disputar o Torneio do Atlântico, contra Vasco e Flamengo. Foi então que os cruzmaltinos atenderam ao desejo do “Mestre”. Cavalheirescamente, o Bangu o emprestou, e Zizinho pôde voltar a jogar – duas vezes – , no mesmo time do centroavante que considerava um irmão. No primeiro jogo, o Vasco perdeu do Independiente, por 1 x 4, mas recuperou-se no segundo, com 3 x 2 Racing, na disputa do terceiro lugar. (veja na data 28.12).
Vasco 1 x 4 Independiente foi em 27 de dezembro de1955, no Maracanã, apitado por Harry Davis, auxiliado por Anver Bilate e Pedro Vilas Boas. Gol vascaíno foi marcado por Pedro Bala e o time de São Januário formou com: Hélio, Dario e Coronel; Mirim (Laerte), Orlando e Beto; Pedro Bala, Zizinho, Ademir (Vavá), Pinga (Alvinho) e Parodi (Wilson). O paraguaio Parodi foi expulso de campo, no segundo tempo.
Três dias depois, novamente no Maracanã, a vitória cruzmaltina foi sob o apito de Charles Williams, auxiliado por Lino Teixeira e Cícero Pereira Júnior. Pedro Bala, Vavá e Pinga marcaram os gols da Turma da Colina, que foi: Hélio, Paulinho e Dario; Mirim, Orlando (Laerte) e Beto; Pedro Bala, Zizinho, Vavá, Pinga e Wilson (Ademir).
Depois daquilo, Zizinho, ainda, voltou a ser vascaíno, mas como treinador, em 1967 e em 1972. Nesta segunda passagem, ele comandava o time que empatou, por 2 x 2, com o Flamengo, em 7 de maio, quando Tostão estreava como vascaíno.


VASCO 2 X 1 SÃO CRISTÓVÃO - No alçapão da Rua Figueira de Melo, o "Santo" engrossava o caldo. Valeu pelo Campeonato Carioca e os crumaltinos não demoraram a bater na rede, por Roberto Pìnto, aos quatro minutos. Dali a mais 20 o dono da casa respondeu no mesmo tom, com Olivar fazendo a festa. Mas pertinho do final da pugna, aos 75, Da Silva garantiu a vitória da "Turma da Colina".
O jogo foi apitado por Waldir Rocha Lima, rendeu  Cr$ 102 mil,.740 cruzeiros e teve o time dirigido pelo treinador Paulo Amaral formando assim: Ita, Paulinho, Bellini e Coronel; Nivaldo e Barbosinha; Sabará, Viladoniga, Javan, Roberto Pinto e Da Silva. Detalhe: o comandante do time anfitrião era Danilo Alvim, que havia sido um dos principais ídolos das torcida vascaína até 1952.

VASCODATA: 27.12.1953 – Vasco 1 x 1 Botafogo;  27.12.1955 - Vasco 1 x 4 Independiente-ARG; 27.12.1961 – Vasco 2 x 1 São Cristóvão; 27.12.2000 – Vasco 1 x 1 São Caetano-SP. 

 




 

        


 
Zizinho e Ademir
Zizinho e Ademir Menezes

VASCAÍNOS FATURARAM POR BAIXO

A história do futebol cruzmaltino registra jogadores que estiveram, sempre, por cima. Mas foram anunciantes por baixo. Isto é, fizeram propaganda de cuecas. Casos do goleiro Emerson Leão e do atacante Edmundo.
 Após a Copa do Mundo-1974, na então Alemanha Ocidental, o arqueiro tornou-se o primeiro atleta brasileiro a posar para as chamadas roupas de baixo. Se bem que, na época, ainda não havia vestido a camisa vascaína. Mas, depois, vestiu camisa, calão e cueca como membro da "Turma da Colina".   
Edmundo foi quase cria da casa. Passou por outras casas antes de chegar à Colina, mas foi lá que se consagrou como craque, o mais amado pela torcida colineira, depois de Roberto Dinamite. O  "Animal" marcou o seu primeiro gol  oficial em 23 de fevereiro de 1992, aliás, dois, em Vasco 4 x 0  Atlético-MG, pelo Campeonato Brasileiro. Chegou ao 10º no empate, por 3 x 3, com o alagoano CSA, em 12 de setembro, seis meses depois, pela Copa do Brasil. Foi o caminho do sucesso, que incluiu cinco passagens por São Januário e o jogo de despedida. Edmundo (acima) fez publicidade para a Valisère, enquanto Emerson Leão para a Dog. 
 
 The history of football cruzmaltino register players who were, always on top. But advertisers were underneath. That is, they made propaganda underwear. Goalkeeper Emerson Leão cases and striker Edmundo. After the World Cup-1974 in West Germany, the archer became the first Brazilian athlete to pose for calls undergarments. Although at the time there was still dressed Vasco shirt. But then she wore shirt, slang and underwear as a member of the "Group of the Hill."Edmundo was almost creates the house. He passed other houses before reaching the hill, but it was there that he established himself as playmaker, the most loved by the fans colineira after Roberto Dynamite. He scored his first official goal on February 23, 1992, by the way, two, Vasco 4 x 0 Atletico-MG, the Brazilian Championship. He reached the 10th in the draw for 3 x 3, with the Alagoas CSA, on September 12, six months later, the Brazil Cup. Was the path to success, which included five stints in San Gennaro and despedida.Edmundo game (above) made advertising for Valisère while Emerson Leão for the Dog.
 
   







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sábado, 26 de dezembro de 2015

CALENDÁRIO DA COLNA - 26 DE DEZEMBRO

 

26.12.1937- Vasco 0 x 0 Fluminense, pelo Campeonato Carioca.

CAMPANHA: 09.05.1937 – Vasco 1 x 3 São Cristóvão; 16.06 – Vasco 1 x 1 Madureira; 30.05 – Vascvo 1 x 0 Carioca; 13.06 – Vasco 1 x 0 Bangu; 27.06 – Vasco 3 x 1 Andarahy; 01.10 – Vasco 2 x 2 Botafogo; 10.10 – Vasco 3 x 3 Flamengo; 12.10 – Vasco 3 x 3 Bangu;  17.10 – Vasco 2 x 4 Madureira; 23.10 – Vasco 5 x 0 Bonsucesso; 31.10 – Vasco 4 x 3 América; 05.11 – Vasco 3 x 1 Portuguesa; 10.11 -  Vasco 2 x 4 Fluminense; 15.11 – Vasco 7 x 1 Olaria;  21.11 – Vasco 7 x 2 Andarahy; 28.11 – Vasco 3 x 2 São Cristóvão; 04.12 – Vasco 3 x 2 Botafogo; 08.12 – Vasco 2 x 3 América; 15.12 – Vasco 5 x 1 Olaria; 19.12 – Vasco 4 x 1 Portuguesa; 26.12 – Vasco 0 x 0.
VASCODATA: 27.12.1953 – Vasco 1 x 1 Botafogo;  27.12.1961 – Vasco 2 x 1 São Cristóvão; 27.12.2000 – Vasco 1 x 1 São Caetano-SP. 

 
 


        


 
Zizinho e Ademir
Zizinho e Ademir Menezes

O ALMIRANTE E A LOTERIA ESPORTIVA

Esta é para quem gosta de numerologia. A história da Loteria Esportiva registra dois lances cruzmaltinos interessantes.  No Teste 333, o Vasco goleou o Madureira, por 7 x 1, figurando na “coluna 1”. Passadas 100 semanas, veio o Teste 444. Como “coluna 2”, a rapaziada mandou 4 x 1 no Fluminense.Diante do Madureira, digamos que a "Turma da Colina" não fez mais do que a sua obrigação, pois, antes daquele sacode, a “Loteca” contabilizava cinco vitórias vascaínas, uma do “Madura” e um empate. Logo, quem tem vantagem...!
 
Roberto cabeceia e Paulinho (9) observa
VASCO 7 x 1 MADUREIRA rolou em 17 de abril de 1977, um domingo, em São Januário, pelo primeiro turno do Estadual, a Taça Guanabara, com Valquir Pimentel no apito. Carlos Alberto Zanata (2), Roberto Dinamite (2), Ramon Pernambucano (2) e Luís Fumanchu fizeram o estrago, assistido por 11.055 pagantes. O time da Colina era comandado pelo “titio” Orlando Fantoni e teve:  Mazaropi; Orlando “Lelé”, Abel, Geraldo e Marco Antônio ‘Tri’; Zé Mário e Zanata;  Fumanchu, Roberto, Ramon e Dirceu Guimarães.     
 
VASCO 4 x 1 FLUMINENSE foi no domingo 27 de maio de 1979, no Maracanã, pelo .... do Campeonato Estadual, com apito de Arnaldo César Coelho e presença de 44.476 almas. Roberto Dinamite dinamitou a “cidadela tricolor", por três vezes.  Paulinho "Paulista" completou o serviço para as tropas do “sargentão” gaúcho Carlos Froner, que escalou: Leão; Orlando ’Lelé”, Abel Braga, Geraldo e Marco Antônio; Helinho (Toninho Vanusa), Dudu e Guina; Jader, Roberto Dinamite e Paulinho (Wilsinho).
Naquela goeladas sobre o Flu, o Vasco fez a alegria de 90 ganhadores. Cada um embolsou Cr$ 1. milhão, 294 mil, 252 cruzeiros e 58 centavos, época de inflação alta. Tanto que a vendagem da semana tem valor absurdo para hoje: 369 milhões, 786 mil, 4560 cruzeiros, provenientes de 11. 617. 791 cartões vendidos. (foto reproduzida da página 7 do Nº 428 da revista carioca "O Curingão", que circulou a partir de 31 de maio de 1979).
 Ele foi campeão carioca, em  1952, no último engate do “Expresso da Vitória” no Estadual, e dos torneios Octogonal Rivadávia Corrêa Meyer e Quadrangular Internacional do Rio de Janeiro, ambos em  1953.
 

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - DEZEMBRO, 25

Em 10 de abril de 1938, pelo Torneio Início,  nas Laranjeiras, a rapaziada venceu o Madureira, por 3 x 0, mas foi eliminado, no jogo seguinte, pelo Botafogo. Entre 21 de abril e 14 de agosto, rolou Tornei Municipal, sobrando om terceiro lugar. No Campeonato Carioca,   a moçada estreou estragando a festa do Flamengo, que inaugurava o seu estádio. Mandou 2 x 0 no mairo rival, em quatro de setembro.Embora o “Initium”, como a imprensa escrevia, tivesse sido jogado quase cinco meses antes, o campeonato estadual demorou a começar devido a Copa do Mundo, torneio em que o time brasileiro ficou em terceiro lugar e consagrou o atacante Leônidas da Silva, o principal artilheiro da competição e que motivou a galera. 
 Depois de bater no "Urubu", o "Almirante" seguiu invicto: 4 x 1 Madureira; 2 x 2 Bonsucesso; 3 x 3 São Cristóvão; 0 x 0 Botafogo; 3 x 0 América; 2 x 0 Bangu e 1 x 1 Fluminense. Era uma campanha de candidato ao título. Veio o segundo turno e a invencibilidade prosseguiu: 2 x 1 Flamengo; 2 x 1 Madureira e 2 x 2 Bonsucesso.  Só em 11 e 18 de dezembro o time escorregou ante Botafogo e América. E quem esperava bola de recesso pela noite do Natal enganou-se. O Vasco foi ao gramado de São Januário e voltou a capotar, desta vez diante do Bangu, por 4 x 1.
 Este foi o único jogo do Vasco nos 25 de dezembro.  Depois dele, recuperou-se goleando o São Cristóvão, por 7 x 1, e  voltou a cair – ante os tricolores – –, o que lhe deixou em quarto lugar, com 19 pontos em 16 jogos, com sete vitórias e cinco empates, marcando 37 tentos.
VASCO 4 X 1 BANGU -  O único jogo dos 25 de dezembro, naquele 1938, teve apito de Sahcnez Diaz e o gol vascaíno marcado por Fantoni. O time alinhou: Joel, Jaú e Florindo; Aguirre, Aziz e Marcelino; Lindo, Alfredo, Fantoni, Villadoniga e Luna.
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A GRAÇA DA COLINA



1 - Isso é o que se chama de "tá mais do que na cara". "Almirante" fica em cima do muro do "Placar", observando a "Estrela Solitária": 1 x 1. É o que conta a chamada de capa da revista paulistana que tem o nome das antigas tabuletas que marcavam os escores das partidas em andamento. Confere?

2 - Pelas décadas-1980/1990, a revista “Placar”, da Editora Abril, tinha um gato como personagem humorístico. Quem quisesse participar  de sua seção deveria escrever para  “A Cesta do Gato”, Caixa Postal 2372, CEP 01051,São Paulo-SP. O espaço era o do tradicional  cartas do leitores, que vem atravessando a história das revistas brasileiras. Em duas páginas, a primeira trazia o nome ‘CARTAS, em  letas maiúsculas, e o desenho do “bichano”, usando aquelas antigas máquinas de datilografia, para responder às “missivas”.  Era algo muito engraçado, bem divertido, como sempre fora a seção, desde o início da revista, em 1970, com leitores trocando farpas e caçoando com os times adversários
Pelo Nº  1036, de 27 de abril de 1990, os leitores vascaínos ocuparam o balaio do gato. Caso de Sonfirere S. de Oliveira, de Açailândia-MA. Ele queria  se corresponder com torcedoras do Vasco, de 15 a 20 anos, para falar de suas vidas particulares. E avisava não ter preconceitos de cor e nem de raça.
Desenhado sentado em uma bola (foto), com cara de injuriado, o gato pensava: Tem gente que não se enxerga”. E classificava o sujeito de nome esquisito de “O pentelho da semana”.
Enquanto isso, Nei.M.M.Filho, do RJ, mandava dizer que o Vasco jamais levai a Taça Libertadores enquanto fosse treinado por Alcir Portella, o qual via entendendo tanto de futebol quanto um astronauta norte-americano de feijoada. Sob o título “Um técnico fora de órbitas”, o gato respondia: “Sei não, mas acho que estão querendo mandar o Alcir para o espaço” – em cima do lance!  
Do lado carioca, Amarildo Alves do Carmo, da tocantinense Araguaína, mexia com os flamenguistas, dizendo-se com um problema: faltava-lhe espaço para colocar tantos "posters" do Vasco campeão na parede. E sugeria que os rubro-negros vendessem os deles para um museu. Abaixo do título “ANTIGUIDADES”, a resposta: “...do jeito que a coisa vai na Libertadores e no Carioca, acho melhor vocês se unirem  para montar um grande museu. Convidem Zico e Dinamite para prestigiar a festas e lembrar dos bons tempos”.
Seguinte: o vascaíno Amarildo cartava a conquista de sete títulos, entre 1987 e 1989 (uma Copa Ouro/EUA; um Brasileirão; bi carioca e tri do espanhol Torneio Ramón de Carranza), enquanto o Flamengo estava há quatro anos sem "canecos" estaduais e há sete sem nacionais. Quando o gato, sugeriu convidar os grandes goleadores dos dois times para relembrar velhos tempos, era porque, naquela temporada-1990, os dois times andavam pisando na bola.
Mais uma? De Campo Grande-MS, Aristeu F. Gonzaga pedia ao gato para tirar uma dúvida, que valia uma "APOSTA" (título). Ele jurava que não, mas um amigo  dizia que o zagueiro Fontana era vascaíno quando disputara a Copa do Mundo-1970, no México. O gato informava que o capixaba José de Anchieta Fontana já era um cruzeirense.   

3 - Quando o Vasco negociou o passe de Romário (sistemática antiga de transferência de atletas, abolida pela Lei Pelé), o carinha saiu destas plagas batendo nos cartolas mais do que nas suas maiores vítimas, os goleiros. Como você pode ler no balão da charge, ele considerava o futebol brasileiro desorganizado e repleto de dirigentes desonestos. A charge do Romário no auge da juventude foi criada por Orlando, para a edição de Nº 959  da revista "Placar", que circulou com data de 21 de outubro de 1988, dentro da seção "A Semana".
 Capilarmente, bons tempos aquele  em que o hoje quase careca senador eleito pelo Rio de Janeiro, com 60 milhões de votos, ainda era da turma dos cabeludos. Enfim, tudo em casa. Romário deixava a vida dos camisas 1 cabeluda, ficando careca de fazer gols.Como politico, deve ter achado, também, o caminho do gol, pois ganhou elogios atrás de elogios, sem falar, é claro, da resposta  dos "peixes" na rede, isto é, na urna.

When Vasco negotiated the pass Romario (formerly systematic transfer of athletes, abolished by Pelé Law), the guy left these shores hitting the top hats, more than in its main victims, goalkeepers. As you can read in the cartoon balloon, he considered the Brazilian football disorganized and full of dishonest leaders. The Romario of charge in the prime of youth was created by Orlando for editing # 959 of "Score" magazine, which circulated dated October 21, 1988.
  Capillary, good times that in which the balding senator elected today by Rio de Janeiro, with 60 million votes, was still the class of hairy. Anyway, all at home. Romario made life shirts 1 hairy, balding to score goals.
As political, must have thought, too, the way the game because won praise after praise, not to mention, of course, the response of "fish" in the network, that is, in the ballot box.

4 - “Sou fã de remo e gosto de acompanhar o seu blog. Moro no Rio de Janeiro e cheguei atrasado ao calçadão, por problemas no carro. Não peguei mais nenhuma regata. Mas comemorei o tri do Trofeu Brasil, há cinco anos”. “Bruno Rezende.
Brunão! Da próxima vez, arreie umas cervejinhas a menos, nas baladas do sabadão, para não culpar o carro. Você acha que me engana? Vascaíno conhece todos os golpes possíveis e imagináveis. Mas, tudo bem!  O que importa é o caneco.
O Vasco sagrou-se tri do Troféu Brasil de Remo, em 6 de dezembro de 2009, após ganhá-lo, também, em 2008 e em 2007, evidentemente. Foram cinco vitórias nas 12 finais do tri, em uma manhã de domingo de sol escaldante na Lagoa Rodrigo de Freitas. Na realidade, a rapaziada só comprovou que não dava para ninguém lhe tirar as faixas. Antes de sair no braço, estava na ponta, com quatro triunfos, contra dois do concorrente mais próximo.
O Vasco levou aquela no single skiff feminino (leve), com Camila Carvalho; four skiff feminino, com Dayane, Natasha, Kissya e Camila; double skiff masculino (leve), com Henrique Motta e Alexis Mestre; single skiff feminino (sênior), com Camila Carvalho; e o oito, remado por Renato, João, Gustavo, Alexis, Rangel, Marco, Thiago, Felipe e Castro (patrão). Abração, Bruinão. No próximo título, guarde umas cervejinhas pra gente também.













quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

FELIZ NATAL-2015, VASCONAUTA!


  O Kike  gosta do espírito natalino, mas não estabelece limites para credos. Aceita todas as tendências que preguem o bem, ensinem o crescimento do homem. Então, diante da multiplicidade  de opções religiosas, pra você que é cristão, um Natal bola na rede. De placa!  (Imagem reproduzia de www.crvascodagama.com.br .

The Kike like the Christmas spirit, but sets no limits on creeds. It supports all tendencies that preach good, teach man's growth. So, given the multiplicity of religious options, for you who are Christian, a Christmas ball in the net. Card!   (Photo reproduced from www.crvascodagama.com.br.

CALENDÁRIO DA COLINA - DEZEMBRO, 24

1 - No Brasil, país com a maior população católica do planeta, a noite do 24 de dezembro é dedicada à reunião da família, para a ceia de comemoração do Natal, a considerada data de nascimento de Jesus Cristo, que celebra-se no dia seguinte. À meia-noite, celebra-se a "Missa do Galo", uma tradição inabalável em toda localidade onde haja um padre.
Esta é a única data em que um time Vasco da Gama jamais entrou em campo, a partir do seu primeiro jogo de futebol, em 3 de maio de 1916, pelo Campeonato Carioca da Terceira Divisão. Fora a data natalina, nem o  primeiro de janeiro escapou, passando pelo bissexto 29 de fevereiro e o "fechante"  dia 31 de dezembro. Feliz Natal, vasconauta! 

In Brazil, the country with the largest Catholic population of the planet, the night of December 24 is dedicated to meeting the family, for the celebration supper of Christmas, the deemed date of birth of Jesus Christ, which is celebrated the next day. At midnight, we celebrate the "Midnight Mass" an unshakable tradition in every locality where there is a priest.
This is the only date on which a team Vasco da Gama ever took the field, from its first football game, on May 3, 1916, at the Third Division Campeonato Carioca. Off the Christmas date, neither the January 1 escaped through the leap February 29 and "bolting" December 31. Merry Christmas, vasconauta
 
2 -  This blog is dedicated to the research of the history of Club de Regatas Vasco da Gama, founded in Rio de Janeiro , Brazil, on august 21, 1898, four young practicing rowing - Henrique Ferreira Monteiro, Luís Antônio Rodrigues, José Alexandre D' Avelar Rodrigues and Manuel Teixeira de Sousa Júnior - in honor of the portuguese explorer discoverer of the sea route to India. Until 1915, Vasco da Gama only competed in rowing. From the following year when he joined the football, it became one of the most admired clubs in the country, for its stance against social injustice. Currently has one of the largest Brazilian twisted .
Nacional champion on four occasions, the Vasco team also has conqusitou continentel the title on two other occasions, and various international.
It is the caravel of portuguese maritime chievements, bringing the Cross of the Order of Christ in red. The shorts and socks are also the shirt, white or black . Vasco da Gama has a stadium, located in General Almério de Moura, opened in 1927, and was once the largest in Brazil. Kike Ball search to cruzmatina history since december 15, 20010 , having been visited by 120 000 "vaconautas". The shield you see has been reproduced from the official website do clube - www.crvascodagama.comcombr - to which we appreciate. And you are welcome to Kike Ball.