Vasco

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quarta-feira, 31 de julho de 2019

VASCO DA GAMA ROLA NA "PRELIMINAR"

Caso você tenha, ou saiba de algum amigo que deseja vender o Nº 17 da revista “Preliminar Vasco”, por favor, informe ao Kike.
 Só falta esta para o blog completar a sua coleção relativa a um programa de jogo que teve o Nº 1 distribuído aos torcedores que foram ar Vasco x Atlético-PR, na noite do sábado 19 de julho de 2010, em jogo do Brasileirão. 
 Os chamados “match programmes” chegaram ao futebol brasileiro em 2006. Na Europa, existiam desde o Século 19. Na revista cruzmaltina, rolou uma novidade: gols históricos em quadrinhos, de autoria de Brenno Dias, roteirista, de 22 anos, e Denis Melo, desenhista, de 21. 
Entre os tentos galáticos, eles desenharam um “monumental”, de Juninho Pernambucano, um “infernal” de Cocada e seis “desbundantes” de Edmundo, em um só jogo. 
Na época, Brenno disse à imprensa que o fato de o Vasco ter tanta história tornava-se difícil a escolha do tema. De sua parte, Denis contou que fazia o esboço e passava ao colega. Aprovado, trabalhava em um desenho de página inteira, usando pincel e bico de pena”.
O Vasco projetou 15 mil exemplares para os jogos em São Januário e 80 mil nos grandes clássicos no Maracanã. Na edição, a Nº 17, a capa foi Juninho Pernambucano, em sua segunda passagem pela Colina. O “Kike” conseguiu o link de 16 edições, que estão á sua disposição, procurando no arquivo do blog.


'DRUPA' DA COLINA - LUIZÃO & LUISINHO

LUIZÃO -  Luiz Carlos Bombonato Goulart, o centroavante Luizão, ajudou o Vasco a ter a Taça Libertadores-1998em sua coleção.
Reprodução de www.vasconoticias.com.br
 Paulista, de Rubinéia, nascido em 14 de novembro de 1975, este escorpiano pentacampeão mundial pela Seleção Brasileira-2002, disputou 71 jogos vascaínos – 54, em 1998 e 17, em 1999 – deixando em sua históiria na Colina 38 bolas nas redes.
A estreia cruzmaltina de Luizão foi  em 18 de janeiro de 1998, pelo Estadual-RJ, em São Januário, em Vasco x Bangu com o treiandodr Antônio Lopes escalando: Carlos Germano (Márcio); Vítor, Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Luisinho Quintanilha (Fabrício Eduardo), Nélson e Pedrinho; Mauricinho, Donizete e Luizão (Sorato).    
Luizão marcou o seu primeiro gol vascaíno em 1º de fevereiro de 1998, em São Januário, nos  5 x 0 Americano, pelo Estadual-RJ – Márcio; Vítor, Odvan, Mauro Galvão e Felipe (Maricá); Nasa, Luisinho (Fabrício Eduardo) , Ramon Menezes e Pedrinho; Luizão e Brener fôramos escalados pelo treinador Antônio Lopes.

LUIZINHO -  O apoiador Luís Carlos Quintanilha, o Luisinho, foi um atleta muito importante para a “Turma da Colina”. Fazia grande combatividade e, por isso, estava, constantemente, sendo suspenso e expulso de campo. Torcedores adversários o apelidaram de “Três por Dois”, dizendo que, em três jogos, ele ficava de fora de dois, pagando punições.
Carioca, desde 15 de março de 1965, Luisinho começou a rolar a bola com a jaqueta vascaína em 1991. Levava no currículo a participação no bi estadual pelo seu formadorBotafogo-1989/90. Passou duas temporadas na Colina e conseguir o que nenhum atleta conseguira: ser pentacampeão estadual do RJ, juntando o tri do Vasco-1992/93/94.
Com o sucesso,
Era junho de 1994 e ele topou. Mas, o destino de Luisinho era ser campeão pelo Vasco. Em 1997, fez parte da equipe campeã do Brasileirão, o seu quarto título na casa. E viria o quinto, o da Taça Libertadores- 1998; e o sexto, o do Estadual do mesmo ano.
Mais? Os do Torneio Rio-São Paulo-1999, do Brasileiro e da Copa Mercosul, ambos de 2000. Feito isso, encerrou a carreira, devido terríveis lesões que o levaram para uma cirurgia, em um dos tornozelos, aos 35 anos de idade, após ter disputado 228 jogos oficiais entre Botafogo, Vasco e Seleção Brasileira.
 Luisinho brincava que era econômico em bolas nas redes, só tendo marcado sete gols. Como canarinho, fez oito jogos e um gol, este contra a Alemanha, pela US Cup, em 10 de junho de 1993, mesmo ano em que compôs o grupo para a Copa América. Após pendurar as chuteiras, virou empresário de atletas. Depois, treinador, fazendo estágio no Rio Banco, de Americana-SP, como auxiliar-técnico. De cara, foi campeão paulista da Série A-3, em 2012.
                                        Foto acima reproduzida de álbum de figurinhas e abaixo de www.crvascodagama.com.br

terça-feira, 30 de julho de 2019

MUSA TRISTE DA COLINA - CHORONA

 
 Como as pessoas sorriem e choram por amor, a musa vascaína de hoje é uma musa triste. Sem identificação, ela foi fotografada por Marcelo Sadio, de www.crvascodagama.combr, após o  jogo em que a "Turma da Colina" foi derrubado para a Segunda Divisão do campeonato Brasileiro, em 8 de dezembro de 2013, na Arena Joinville, em Santa Catarina. Naquela tarde, os meninos levaram 1 x 5 do Atlético-PR. Coisas do futebol.  Na época, o Vasco tinha péssimos goleiros e o restante da equipe era de fazer chorar, mesmo! 

As people smile and cry for love, today's Vasca muse is a sad muse. Unidentified, she was photographed by Marcelo Sadio of www.crvascodagama.combr, after the game in which "Turma da Colina" was knocked down for the Second Division of the Brazilian championship, on December 8, 2013, at Joinville Arena, in Santa Catarina. That afternoon, the boys took 1 x 5 from Atlético-PR. Football stuff. At the time, Vasco had bad goalkeepers and the rest of the team was really crying!

LADRILHO MAL COLOCADO NA COLINA

O Vasco foi para a decisão do Estadual-1981 precisando vencer o Flamengo em três jogos seguidos, ou vencer dois, empatar um e disputar uma prorrogação. No primeiro, em 29 de novembro, perante 80. 908 pagantes, mandou 2 x 0, com dois gols de Roberto Dinamite, ambos no segundo tempo. No segundo, em noite de quarta-feira, com público de 47 704 torcedores, o mesmo Roberto voltou a marcar e os vascaínos venceram, por 1 x 0.
 Veio a última partida, em seis de dezembro, e o Flamengo abriu dois gols de frente, em 24 minutos. O segundo gol foi causa de uma maluquice do goleiro Mazaropi, que foi dividir bola na intermediária, levando o chamado "gol do meio da rua". Aos 38 minutos, Ticão marcou para o Vasco, que animou-se e foi em busca do empate.
A pressão era grande, quando, aos 40 minutos do segundo tempo, o o ladrilheiro Roberto Passos Pereira invadiu o campo e esfriou a reação vascaína, por oito minutos. E o Flamengo, diante de 169.989 almas, administrou a vantagem que deu-lhe o título, perdido por Mazaropi; Rosemiro, Serginho, Ivan e Gilberto; Dudu, Amauri (Ticão) e Marquinho; Wilsinho, Roberto Dinamite e Silvinho. Segundo diretores do Vasco, o ladrilheiro fora colocado em campo por dirigentes do Flamengo. Virou herói e ganhou a camisa de Zico.           

segunda-feira, 29 de julho de 2019

A BELA DA TELA - GANDULA FERNANDA

A gandula vascaína Mylene Vieira contou que era fã da colega botafoguense Fernandas Maia. O “Kike” foi descobrir quem era e chegou a uma danadinha botafoguense.
Fernada, durante a final da Taça Rio-2012, fez uma devolução de bola rapidão, para Maicosuel cobrar a lateral, servindo Márcio Azevedo, que lançou Loc Abreu, que abriu o placar. De quebra, fez a volta olímpica com a turma alvinegra, que mandara 3 x 1 Vasco e caregara o caneco.
 O lance valeu-lhe muita visibilidade em jornais e na TV carioca, tirando-a do anonimato. Até então, a sua exposição máxima havia sido posar para fotos sexy, para disputar o concurso “Musa do Botafogo”, promovido por um site futebolístico.
 Fernanda não é vascaína para estar aqui, em um blog cruzmaltino, mas mulehr bonita tem todos os direitos, inclusive o de ser colírio par a “Turma da Colina”. Muito justo, como vemos nas fotos reproduzidas de www.esportes.r7 e de www.mtvejo     

In the post "A Musa Cruzmaltina do Dia", published yesterday, the Basque gandula Mylene Vieira said she was a fan of Botafoguense colleague Fernandas Maia. 
The "Kike" was to find out who it was and arrived at a botafoguense dyke.Fernada, during the final of the Rio-2012 Cup, made a quick return ball, to Maicosuel charge the side, serving Márcio Azevedo, who launched Loc Abreu, who opened the scoring. 
Of breaking, made the Olympic return with the class alvinegra, that had sent 3 x 1 Vasco and had loaded the caneco. The bid has earned him a lot of visibility in newspapers and on TV in Rio, out of anonymity. Until then, his maximum exposure had been posing for sexy photos, to contest the contest "Musa do Botafogo", promoted by a football site.

HISTÓRIA DA HISTÓRIA BEHAGAZAÇO

A garotada foi buscar, em 01.09.2013, mais um caneco para as prateleiras de São Januário: a Copa Belo Horizonte de Futebol Sub-20. Com o time comandado pelo atacante Sorato, autor do gol do título de campão brasileiro-1989, e sob  a coordenação do zagueiro/capitão Mauro Galvão, do grupo do tri estadual, a "Turminha da Colina" venceu, na final, ao Vitória-BA, por 1 x 0.
 O Vasco começou o jogo partindo para o ataque e, com um minuto de jogo, logo fez o goleiro Guilhermo trabalhar após cruzamento do atacante Yago. Aos dez, o Vitória atacou e ganhou um escanteio. Da cobrança, o árbitro marcou pênalti, alegando  toque de mão da zaga vascaína. Wellison bateu e Jordi defendeu. Era o quarto pênalti defendido por ele nesta Taça BH. Motivados pela importante defesa do goleiro Jordi, o Vasco foi para o ataque, mas não conseguiu balançar ao filó, terminando a etapa no 0 x 0.
SEGUNDO TEMPO - O Vasco saiu com fome de vitória, correndo atrás do gol. Mas ao tento que valeria o título à meninada só foi sair aos 18 minutos. O meia Jhon Cley fez foi derrubado próximo à área dos baianos. Na cobrança de falta ensaiada, ele fez um golaço. Ao 43, o Vitória iniciou uma pressão, mas Jordi salvou, pelo menos, quatro vezes. Aos 48, o árbitro  encerrou o jogo. O Vasco trisava a festa.
FICHA TÉCNICA -  VASCO 1 X 0 VITÓRIA. EstádioArena do Jacaré, Sete Lagoas-MG. Juiz:-
Árbitro: Giovanni Fernandes (MG), auxiliado por: Leandro Salvador da Silva (MG) e Filipe Ramos Santana (MG). Gol: Jhon Cley, aos 19 min do 2º tempo. VASCO: Jordi; Eron, Venício, Alisson e Dieyson; Matheus, Danilo, Guilherme (Waldir) e Jhon Cley; Thales e Yago (Lucas Barboza). Técnico: Sorato. VITÓRIA: Guilhermo; Guilherme, Vinicius, Josué e Ramon (Carlos Jamisson); Wellison, Alex (Erick), Mauri e Wellington (Serafim); Agdon e Marcone. Técnico: Carlos Amadeu.

domingo, 28 de julho de 2019

O DOMINGO É UMA MULHER BONITA -

AGUARDAR PESQUISA

MEXERICOS DAS KIKINHA - BRUXO DA COLINA

1 - Fiquei sabendo que determinado cartola vascaíno é metido a prever o futuro. Segundo me contaram, as suas previsões dizem que neste século 21 não haverá mais nenhum REI por este planeta, além dos que existem e os quatro do baralho.
Se o cara vai acertar, isso significa que a rainha Elizabeth II, da Inglaterra, estará caminhando para os 200tão de idade. Logo,o príncipe Charles, além disso, só será jogador de pólo.    

2 – Contaram-me, também, que o mesmo cartola acertou uma privisão incrível: o casamento gay de um chefe de governo europeu. Pois aconteceu. Primeira-ministro da Islândia, entre 2009 a 2013, Johanna Siguroardottir aproveitou o primeiro dia de vigência da lei permitindo casamentos entre pessoas do mesmo sexo e casou-se com Jonina Leosdottir, em 2010, com 67 nos costados. Johanna foi a primeira mulher chefe de governo do seu país a fazer isso e a se declarar homossexual. Antes, ela esteve casada com um homem, por 17 temporadas, e gerou dois filhos.   
   Resta ao Príncipe Charles torcer para o cartola do Vasco errar a previsão sobre reis. Caso contrário, será um eterno jogador de pólo.
  
3 – Se você não sabe, anote: em 1928, foi disputado o 11º Campeonato Maranhense de Futebol, com o vencedor chamado Vasco Futebol Clube. O artilheiro? João Pretinho, do Vasco, com 15 bolas na sacola.
Isso significa que o “Almirante” já beliscou canecos no Rio de Janeiro, em Sergipe, no Acre e no Maranhão, onde há e houve xarás rolando a maricota.   

4 – Se no Acre, Maranhão, Rio de Janeiro e Sergipe foram criados clubes homenageando o navegador português, em Mato Grosso ciraram um com a camisa igual a do Vasco da Gama-RJ. Só muda o escudo. Chama-se Mixto Esporte Clube.
Só um detalhe: Mixto com X? O Vasco já formou vários times mistos, mas todos com S.

5 – Em 20 de dezembro de 1975, o V asco da Gama disputou o seu jogo 2.904, amistosamente, contra um time que representou a FUGAP-Fundação de Garantia ao Atleta Profissional O prélio foi no antigo estádio Mané Garrincha, em Brasilia, com renda em favor do seu atacate Jorginho Carvoeiro, que tinha gravíssimos problemas de saúde. Ele fora campeão brasileiro-1974 e tivera participação decisiva no jogo final que valeu a conquista do título.
Antes do jogo, Roberto Dinamite posou para esta foto. Caso você conheça estes dois garotos, que deveriam ter  6, 7 de idade, por favor, nos informe, pois o Kike quer mostrar como eles estão hoje e o que fazem.    


sábado, 27 de julho de 2019

O VENENO DO ESCORPIÃO - DEMOCRACIA LIBERAL PARECENDO FIO DESENCAPADO

Já houve quem disse não ter a raça humana dado certo - exagero! Mas algo é certo: parece que o homem não gosta muito da vida. Ligue a TV o rádio, leia jornais e revistas, ou converse com seus amigos, e preste atenção: sempre haverá menções  a coisas ruins, na maioria das vezes, desnecessariamente.
 Por exemplo, se você reside em Brasília, pra quê  saber que bala perdida acertou o cotovelo de uma véa, em Piracicaba? Explica-se: a maioria dos jornalistas que selecionam notícias saem da classe média baixa e são eles os que mais fazem a cabeça do povo. Só não enxergam que a democracia liberal está abalada.

 Quando a União Soviética rasgou a Cortina de Ferro e os alemães derrubaram o Muro de Berlim, quem não se desligava do giro do planeta esperava que  a democracia liberal ficasse líder invicta e absoluta do campeonato ideológico. Carregaria o caneco de campeã da estabilidade política e de um consequente crescimento de riquezas econômicas. Rolou? 
De repente, a dtia cuja começou a ser mandada pra... (onde você pensou, mesmo) e abrir brechas para o populismo autoritário, casos das chegadas ao poder, entre outros, de Tayyipe Erdorgan, na Turquia; de Donald Trump, nos Estados Unidos; de Viktor Orbán, na Hungria, e do capitão brasuca Jair Bolsonaro, que não  viu o seu povo passando 21 temporadas debaixo de ditadura militar e, muitos, sendo torturado por não concordar com o sistema. 
Tudo por conta dos classe média baixa fazedores de cabeça que ajudam a emplacar figuras autoritárias que agridem a ordem institucional, em nome do voto popular.

 A impressão ficante é a de que estamos diante de um fio desencapado, com riscos iminentes de curto circuito. Já há faíscas onde há antiliberalismo democrático - direitos sem democracia e povo longe de decisões importantes. Era assim no Iraque de Sadan Hussein, eleito por 100% dos votos,  e vem sendo na Venezuela de Nicolas Maduro, herdeiro político do coronel Hugo Chavez. É o populismo de efeito devastador, como insinuou o Partido dos Trabalhadores-PT, querendo criar um código de conduto para amordaçar a imprensa, o que jamais foi a vontade de quem o partido dizia representar.
O populismo que o eleitor levou ao poder, ultimamente, criou o capitalismo autoritário, concedendo um pouco de liberdade de mercado econômico, mas desrespeitando direitos individuais. Ocorre na Arábia Saudita, China, Turquia e Rússia. Mas a democracia liberal tem as suas culpas. Mesmo em países ricos tem havido padrão de vida estático e até abaixo do que o eleitor sonhava.

 Além das decepções com fatos econômicos, um outro item que tem prejudicado a democracia liberal é questão étnica, tocada, principalmente, por imigrações. No Brasil, o capitão-presidente exibiu um exemplo de ódio étnico, chamando os nordestinos de “paraíbas”, de forma depreciativa - ele elogia a ditadura, aplaude torturador, despreza a convivência democrática e tem opositores como traidores.
Enfim, devem estar certos os sociólogos e economistas dizente que para o fio desemcapado não tocar fogo no mundo seria a hora de os líderes fazerem o que sempre prometem e, dificilmente, correm atrás: reduzir as desigualdades sociais, elevar o padrão de vida dos seus liderados e trabalhar pela democracia multiétnica.

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sexta-feira, 26 de julho de 2019

UMA ARTE MUITO "ANIMAL"

O Kike viu esta bela imagem criativa no www.ivanjunior.blogspot.com.br, o que mostra que a galera vascaína tem artistas, também, com muito veneno na ponta do lápis (quer dizer, no "compiurer, agora).                                               O "Animal" vale todo o tipo de  homenagem da rapaziada, pois fez muito a alegria da Colina e jamais negou que era torcedor do glorioso Clube de Regatas Vasco da Gama. Inclusive, chegou a perder o emprego em um outro clube, por dizer que não comemoraria se marcasse gol jogando contra o "Almirante". Valeu! Bela arte! 


                                            Kike saw this beautiful creative image at www.ivanjunior.blogspot.com.br, which shows that the Vascaine galley has artists, too, with a lot of poison at the end of the pencil (that is, in "compiurer, now"). Animal "is worth all kind of homage to the boys, because he made the Hill a lot of joy and never denied being a supporter of the glorious Vasco da Gama Regattas Club. He even lost his job at another club, saying he would not celebrate Scored goal against the "Admiral".

MUSA DO DIA DA COLINA - MYLENE

Vasco e Flamengo jogavam no Maracanã, pela Copa do Brasil-2015. De acordo com www.netvasco.com.br, em texto postado às 04h31, da sexta-feira 28.08.2015, a cada reposição de bola, a gandula vascaína Mylene Vieira “arrancava suspiros nas arquibancadas e até nas redes sociais...por conta da sua beleza”.
De acordo com o texto, Mylene era gandula  há um ano e meio. Na época em que aparece nessa foto reproduzida do site citado acima, que informou ter sido clicada por Alexandre Cassiano, de www.extra.globo.com.br, ela tinha 19 de idade.
 Com 1m68cm de altura e pesando 56 quilos, Mylene fazia pare de um grupo de 70 meninas gandulas, tendo sido recrutada por Temi Buarque, servidor do Vasco da Gama, há 37 temporadas, e seu vizinho no bairro de Jacarepaguá, na zona oeste carioca. A sua “ídala” na gandulagem era a botafoguense  Fernanda Maia. Vamos ver quem é e mostra-la, amanhã, aqui no Kike. Aguarde!
  Vasco da Gama and Flamengo played in Maracanã, for the Brazil Cup-2015. According to www.netvasco.com.br, in text posted at 04h31, on Friday 28.08.2015, with each ball replacement, the Basque gandula Mylene Vieira "drew sighs in the stands and even on social networks ... by Account of its beauty ".
According to the text, Mylene was a gandula for a year and a half.
 At the time it appears in this photo reproduced from the site quoted above, which reported having been clicked by Alexandre Cassiano, www.extra.globo.com.br, she is 19 years old.  Mylene was a group of 70 girls, and was recruited by Temi Buarque, a Vasco da Gama server for 37 seasons, and her neighbor in the neighborhood of Jacarepaguá, in the western part of Rio. Her "idol" in the gandulagem was the botafoguense Fernanda Maia. Let's see who it is and show it here on Kike. Wait!

quinta-feira, 25 de julho de 2019

HISTORI & LENDAS - RUMO-1963

1 - Pelo Campeonato Carioca-1963, o Vasco disputou 24 jogos, vencendo 11, empatando 7 e caindo em 5. Marcou 39 e sofreu 23. Célio Taveira, com 14 tentos, foi o principal artilheiro. O time ficou em 6º lugar. 
Em 1966, o Vasco ficou devendo. Terminou em quinto lugar, com 19 pontos, em 18 jogos, com oito vitórias, três empates e sete derrotas. Marcou 23 e sofreu 22 gols, o que lhe deixou com o ínfimo saldo de uma bola na rede. O time que encerrou a temporada: Valdir Apple; Ari, Sérgio, Ananias e Silas; Oldair e Danilo Menezes; Nado, Adilson, Acelino e Morais.

2 - O "Almirante" tentou, mas, por duas vezes, na mesma data – 17 de dezembro –, não conseguiu atravessar o mar do América: 1 x 1, em 1955, e 0 x 0, em 1967. Agora, está impossível, pois o "Diabo" anda pelas divisões inferiores do Estadual-RJ.  Mais adiante, em 14 de dezembro de 1978, Vasco 0 x 0 Vitória-ES, não valeu nada. Em 14 de dezembro de 1997,  Vasco 0 x 0 Palmeiras valeu a mão na taça do Brasileirão, carregada uma semana depois, no Maracanã, pelo mesmo 0 x 0.

3 - Em 6 de dezembro de 1979, o Vasco recebeu o Uberlândia, no Maracanã, e mandou 5 x 0, pelo Campeonato Brasileiro. Como o time visitante era do Triângulo Mineiro, Roberto Dinamite “triangulou” três bolas em suas redes.
O rebu rolou em uma quinta-feira, valendo pela terceira fase da disputa, sob o testemunho de 10.663 pagantes.

quarta-feira, 24 de julho de 2019

MEXRICOS DA KIKA - LADRÃO DE BOLAS

Historieta me contada pelo intrépido e trepidante Tio Guga. Vamos lá!
Paulin era um grande ladrão de bolas. Bobeou, ele roubava e lançava, quase sempre, o meia Lacíndio, o Delegado, que irritava a moçada, prendendo muito a maricota. Era o adversário enrolar a jogada e Paulin chegava junto. Por causa daquela sua grande capacidade roubativa, os meninos nem mais o chamavam pelo seu verdadeiro nome de registro e de batismo, Paulo Ernesto Oliveira. Era só Ladrão, do o que ele nem se importava, principalmente porque meninos menores começaram a querer imita-lo. Virou ídolo entre os pirralhada
 Além do apelido no jogo de bola, até na escola a turma só tratava Paulin pelo apelido. Um dia, a professora do Grupo Escolar Doutor Dorival Guimarães Passos quis saber porque os colegas só  tratavam o Paulo Ernesto daquele jeito. Explicaram-lhe o motivo e, de repente, ela, também, já o chamava assim. Durante as perguntas de aula aos alunos, rolava:
- Quem foi o autor do hino nacional? – indagava a Sinvaldo, Elias, Chico de Alexandre, João de Nenza, Lig-Lig, Jango de Dolé, e ninguém sabia. Então, olhava pra Paulin e cobrava: Ladrão, quem  foi?  
Algo muito natural. Ninguém levava nada pra outros lados. Paulin era só ladrão de bolas, no jogo de bola, o ídolo dos pirralhinhos. Contava-se que a professor Ana de Brito, a diretora escolar, também, entrara no time dos que o chamavam pela onamatópose, bem como o padre Benedito e até o prefeito da cidade, o Seu Mureco, isto é, Durvalmerindo Bandeira Coité.
Certa tardezinha, quando os meninos iriam treinar, Paulin chegou atrasado. Durante o bate-bola esquentativo, a gorduchinha, chutada por Hildon Pé de Cabo de Guarda Chuva - maior pé torto do mundo - saiu de campo e foi bater ao seu encontro. Menino muito espirituoso, Paulin pegou a bola e se mandou com ela, deixando os companheiros sem entender nada. E sem treino, naquele dia.
Mais tarde, quando a garotada rodava pela praça, após o terço que levava muita gente à igreja católica e única da cidade, a turma encontrou Paulin desabando de rir da cara deles. Din Fernandes, o indagou:
- Moço! Que maluquice foi aquela? – e ouviu:
- Vocês não me chamam de ladrão? Então, roubei  bola - e, por castigo do capitão do time, o Alemãozin, foi recuado para zagueiro central.  

                                                      NOTA DO KIKE
Por ter a Kika voltado de Paris com novo corte de cabelo, além de tinturas clareantes nas melenas, esta é a última vez em que este logotipo acima é publicado, pois o seu telhado ganhou nova cobridura. Ele irá  à Feira da Torre, no sábado, posar para Solange Aparecida produzir uma nova tela identificativa desta kaluna. Aguardem a New Kika!  Caso a pintura demore a pintar no pedaço, então, em seu lugar, saído do banco dos reservas, o que seria  a próxima MEXERICOS cederá vaga, escaslada pelo PROFEXÔ, à coluna ...TÁ NO CADERNINHO, a ser pesquisada pelo glorioso Wandeco, isto é, Wanderley Bahia - cabra bom!

terça-feira, 23 de julho de 2019

HISTORI & LENDAS DA COLINA - SANTISTAS


1- Quando o Vasco da Gama inaugurou o estádio Club de Regatas Vasco da Gama, mais conhecido por São Januário, convidou o Santos para a festa. E levou 5 x 3 do “Peixe”, em 21 de abril de 1927. Engasgado, com uma espinha no pescoço por dentro, uma temporada depois, a “Turma da Colina” convidou a Portuguesa Santista para nova aventura. E levou um outro 3 X 5: em 4 de março de 1928.   

2 - Se tem um santo que não faz milagres contra o Vasco da Gama, seguramente, este é o glorioso "Toín", ou seja, o Santo Antônio-ES. Em cinco amistosos, só viu as coisas do jeito que o diabo gosta. No terceiro deles, em um feriado, quando a turma aproveita para beber umas pingas, Pinga e Sabará levaram a sério a partida e desceram dois goles no filó. E, já que o feriadão era dia de molhar o pescoço por dentro, o técnico Flávio Costa mandou à farra  quase todo o seu grupo: Victor Gonzalez, Paulinho de Almeida (Dario), Bellini (Haroldo), Orlando, Beto, Laerte (Jophe), Sabará (Ademir Menezes), Válter Marciano (Iedo), Vavá, Pinga e Parodi (Alvinho).
     
3 - No 15 de novembro de 1983, quando entregou à sua torcida o estádio Aderbal Ramos da Silva, mais conhecido por Ressacada, o Avaí-SC convidou o Vasco da Gama para a festa com 27 mil presentes. Beleza! O “Almirante” compareceu  à Rua Tenente Calandrini, s/nº, em Florianópolis, equem abriu a primeira porta foi o vascaíno Vilson Taddei, aos 5 minutos. E abriu a segunda, aos 12. Aí desembestou a coisa. Marcelo, aos 19, fez o seu primeiro, e voltou ao filó, aos 40 e aos 45 do segundo tempo. No meio disso, aos 42 da mesma etapa final, Dudu havia passado por lá.

4 -  Celso Bozzano apitou vasco 6 x 1 Avaí e, a convite de Oto Glória, esta moçada fez a festa: Roberto Costa; Edevaldo, Chagas, Nenê e Roberto Teixeira; Serginho, Oliveira (Geovani), Vílson Tadei e Ernâni (Dudu); Marcelo e Paulo Egídio (Júlio César).

O PRIMEIRAÇO DO "ANIMAL" NA CAÇAPA

1 - Rolou na quinta-feira 27 de fevereiro de 1992, o primeiro gol vascaíno de Edmundo - 31 dias após ter sido lançado no time A da Colina. O tento foi amistoso, no estádio Lourival Batista, em Aracaju, aos 23 minutos do primeiro tempo de Vasco 5 x 0 Sergipe. O homem de preto que mandou colocar a bola no meio do gamado, para nova saída, foi o sergipano Sidrack Marinho dos Santos, tendo o treinador Nelsinho Rosa escalado: Régis; Luís Carlos Winck (Dedé), Alexandre Torres (Tinho), Jorge Luís e Eduardo; Luisinho, Flávio e Bismarck (Júnior); Edmundo, Bebeto (Roberto Dinamite) e William. 
Reprodução de www.ivanjunior.blogspot.com.br

2 - Bons tempos aqueles em o Vasco batia no Flamengo sob as vistas de mais de 100 mil almas. Como, por exemplo, nos 3 x 1 de 27 de fevereiro de 1994, em um domingo, pela quinta rodada do Estadual-RJ: exatamente, 107.999 pagantes.


3 -  A rapaziada do dia, escalda pelo treinador Jair Pereira, ex-meia cruzmaltino, foi: Carlos Germano; Pimentel, Alexandre Torres, Ricardo Rocha e Sidnei; Leandro Ávila, Luisinho (Hernande), Yan (William) e França; Valdir e Dener, que foi expulso de campo. Hoje, Vasco x Fla só levam, no máximo, 60 mil ao estádio. 

4 - Em um outro 27 de fevereiro, em Vasco x Fluminense,  terminou tudo no dois: 2 x 0 no placar, amistosamente, no Maracanã, e público pagante: 22.202. Até no nome do apitador estava no esquema: Segundo Bello Blanco. Orlando e Luís Fumanchu "fumacharam" os tricolores, por esta formação: Mazaropi; Orlando 'Lelé', Abel, Geraldo e Luís Augusto; Zé Mário e Zanata; Luis Fumanchu, Ramon (William), Dirceu e João Paulo (Wilson).

segunda-feira, 22 de julho de 2019

A GRAÇA DA COLINA - FERA MUITO FEROZ


Na Colina só tem fera. Feraças! Como esta que o" Kike" viu em www.sport2wear.worldpress, página a qual agradece pela reprodução da imagem que mete bronca pra cima dos rivais, sem dó e nem piedade, principalmente quando se trata de "Urubu", aquela patota rubro-negra que sempre conta com a ajuda do "homem de preto" para passar o "Almirante" para trás. Por sinal, eles já até disseram que "roubado é mais gostoso", como ocorreu na tarde em que a bola entrou por 33 centímetros adentro da meta e nenhum dos quatro árbitros viu. O site dos amigos acima só não citou o nome do seu artista criador da charge, para a gente informar a sua graça ao "Planeta  Vasco". Se alguém souber, por favor, nos informe. Boa quarta-feira! 



MEXERICOS DA KIKINHA - VOLTA ESTILOSA


1 – Estou, novamente, pisando em solo pátrio. Aterrissei hoje cedo. Visitei várias redações de jornais e revistas francesas, e pude aprender muito, conhecimentos que usarei aqui no Kike. De presente, trouxe perfumes para La Tanita e pra Martita, e uma camisa, do Sochaux, para a coleção do Wandeco.  E, é claro, presentaço para o glorioso chefe: uma garrafa do vinho Petit Serpent. Pretendo envenena-lo (com muitos fuxicos, aqui no Kike, evidentemente). E vamos ao trabalho:
              ANTES, NOTA DO KIKE
        Puxa saco! Membra do cordão dos...

2 - Consultei os meus alfarrábios e constatei que o glorioso “Almira” disputou uma partida capilar no Brasileirão-1971: contra o Botafogo, que tinha o cabeludo centroavante Roberto Miranda, o barbudo apoiador Afonsinho e o meia Careca (este, José Carlos Goulart). A turma mandou 1 x 0, mas, na segunda fase do campeonato, deixou a galera com os cabelos arrepiados. Foi eliminado, por causa de 1 x 2 e 1 x 1 Atlético-MG; 0 x 0 e 0 x 4 Santos e 0 x 3 Internacional. Um time de barbeiros, derrapando a caminho do gol.

3 – No mesmo Brasileirão, Santa Cruz 1 x 1 Bahia foram iguais em muito mais itens. Marcaram gols no primeiro tempo e ficaram iguais, também, em bolas perdidas com bisonhice. No segundo, os baianos ficaram com preguiça de correr e os pernambucanos de correr atrás deles. Se houvesse PROCON, era caso pra torcedor pedir a devolução da grana paga pelo ingresso.

Paulinho é o da esquerda
4 – Três temporadas após a vacilona Seleção Brasileira perder a Copa do Mundo-1950, para o Uruguai, no Maracanã, o Internacional-RS desafiou os campeões mundiais, que deram o duro pra ficarem no 1 x 1. Quem era o capitão do time gaúcho? Paulinho de Almeida, futuro grande lateral-direito do Vasco da Gama e que aqui pinta em fotos reproduzidas da revista O Cruzeiro. Na época - evidentemente - A Celeste tinha quase o mesmo time de 1950: Maspoli, Matias Gonzalez e Martinez; Andrade, Carballo e Cruz; Puentes, Júlio Perez, Miguez, Schiaffino e Pelaez. Só faltou Gigghia.

5 – Disseram-me que, mesmo nos tempos das vacas gordas, o salário da rapaziada da Colina atrasava quando o time estava viajando. Mas quando um craque famoso estava na casa, saía até adiantado. Havia alguém na tesouraria apaixonada pelo sujeito.     
 Se naquele tempo já havia o over night, investimento que bombou na década-1980, fazendo o dinheiro crescer de um dia para o outro, o carinha dava preju ao Vasco.


domingo, 21 de julho de 2019

O DOMINGO É UMA MULHER BONITA - A NOIVINHA DA PAVUNA (HISTÓRIA DA TV)

O caso comoveu o auditório da TV Tupi – e todo o Rio de Janeiro – e até mesmo o apresentador do programa. A candidata a ganhar um premio em dinheiro, na última pergunta, esqueceu da resposta, que ela sabia. Veio um branco em seu cérebro naquele instante.
Era 1968 e Leni Orsida, de 22 de idade, sonhava casar-se com Silvério Varela, de 27. Ela tralhava para a fábrica de autopeça Aeroquib e ele enrolava bobinas para a Standard Eletric.
A caminhada de Leni ficou pelo meio da estrada
 O problema era que a grana dos dois não dava para se casarem. Nem mesmo com ela e as irmãs Marlene e Cleide tirando a noite para fazerem bolsas que Dona Heliana, a mãe, saía vendendo para colocar um feijãozinho a mais na mesa. 
Pra piorar o nível de renda familiar, o pai, seu Olavo, sofrera um acidente e passara quatro temporadas sem poder trabalhar par a FNM-Fábrica Nacional de Motores, onde era fichado.
  Os problemas financeiros eram evidentes, mas, mesmo assim, a família Orsida dizia não se interessar pela vida material, só pela espiritual. Era frequentadora da Igreja Adventista do Sétimo Dia, na Pavuna, e, quando Leni pensou um jeito de ganhar a grana que lhe permitiria casar-se, não agradou, desejando participar de programa televiso.
O programa chamava-se Show sem Limite, dominava o seu horário, era apresentado por J.Silvestre e Leni inscrevera-se para responder perguntas sobre o escritor português Guerra Junqueira, do qual jamais ouvira falar, até 1965, quando lhe pediram para declamar a poesia A Caridade e a Justiça, durante uma das festinhas semanais da igreja.
 Assim que lembrou-se do fato, Leni concluiu que ir a um auditório de TV não seria contra os princípios adventistas. E a partir de novembro de 1968, passava até 15 horas diárias – as vezes, varava a madrugada - estudando a vida e a obra do homem. Nem mais aos saraus do seu templo comparecia.
Considerando-se pronta para encarar as perguntas da TV, Leni foi à Tupí e teve dificuldades para entrar. Entrou na marra e invadiu o programa de J. Silvestre. Em vz e lhe tirarem, do mesmo jeito e lhe mandarem embora, ela foi aceita para responder sobre o português.
Guerra Junqueira levou Leni  à TV
 Residente à Rua Sargento Noraldino Nº 61, na Pavuna, Leni habitava uma casa onde só havia quatro cadeiras na sala. Em compensação àquela pobreza, sobravam livros – 52 sobre Guerra Junqueira, além de um busto e cópias de documentos lhe enviados pelo Real Gabinete Português de Leitura. E lá se foi ela responder na TV sobre o escritor. Venceu bem as 10 primeiras etapas e a alegria em casamento com a irmã Jane ficando noiva e  o pai recuperado e voltando a trabalhar, agora na General Eletric.
Indenizado pela FNM, Seu Olavo comprou uma casinha que os noivos de suas filhas – Ntalino e Silvério – foram reformando e pintando. Mais: as bolsas vendidas pela mãe estavam tendo boas saídas e, a cada programa, Leni recebia presentes, como toalhas, vestido, sapatos – além da admiração dos telespectadores.
 Como ia bem no programa da TV, Leni sonhava comprar a casa de Nº 83 da Alameda dos Beija-Flores, em Nova Pavuna, loteamento distantes 500 metros de seus pais. No mais, só os móveis essenciais. Tímida, balançava a cabeça e os cabelos compridos quando ia responder ao apresentador.  Encantou o proprietário de uma empresas de turismo que ofereceu-lhe uma viagem de lua-de-mel por oito países europeus.
No dia 28 de julho, Leni foi para a penúltima prova. Quando o carro que a TV mandou busca-la entrou em uma curva em frente à casa, uma porá se abriu, ela quase caiu fora, mas alguém que estava na fila para entrar e assistir o programa a segurou. Ficou nervosa e chorou.  Foi preciso o produtor do programa, Oswaldo Miranda, acalma-la. Mas, na última pergunta – citar 38 nomes constantes da obra do escritor nascido em Freixos-de-Espada-a-Cinta -, lhe veio um branco no último nome. Foi eliminada. Agora, casamento, casa, lua-de-mel deveriam ser adiados, pois não teria da TV o dinheiro que cotava para realizar o sonho.
O sonho ficou pela casa da
 Rua Sargento Noraldino
 Chocada, Leni foi levada para o pronto socorro do Hospital das Clínicas Brasil-Portugal, em Cascadura, onde o Doutor Marcelo atestou tê-la atendido “sob forte crise emocional”. A TV Tupi não deu-lhe uma nova chance, para não abrir precedentes no programa que liderava a audiência no horário, mesmo sabendo que A Noivinha da Pavuna subira o IBOPE do Show sem Limite
 Revoltado, Jota Silvestre,  garantia de boa audiência, lembrou do perdão a uma outra candidata que errara uma pergunta, mas pôde continuar, pediu demissão, acompanhado por seu produtor Oswaldo Miranda. Agora, casamento, casa, lua-de-mel deveriam ser adiados, pois Leni não teria o dinheiro que contava para realizar o seu sonho.

FOTOS REPRODUZIDAS DA REVISTA FATOS & FOTOS  446, DE 21.08.1969.

HISTORI & LENDAS - PINTOU NO PLACAR

1 - VASCO 3 X 1 BRAGANTINO-SP - Vitória importante por ter quebrado a sequência de três partidas sem vitórias cruzmaltinas. Valeu pelo segundo turno do Campeonato Brasileiro-1995, em São Januário, com Nélson (2) e Valdir "Bigode" no filó, em noite de quarta-feira, sob o comando do treinador Carlos Alberto Zanata que escalou: Carlos Germano, Charles "Guerreiro", Sidnei (Zinho ), Tinho, Bruno Carvalho, Alex Pinho, Luisinho Quintanilha, Nélson, Pedrinho (Juninho Pernambucano), Marcelo Carioca, Leonardo e Valdir. Até então, quatro jogos por Brasileiros entre os dois times, com uma vitória para cada lado e dois empates com um gol vascaíno a mais (5 x 4). 

2 - VASCO 1 X 0 ESPERANÇA - Velhos tempos em que a rapaziada disputava o seu quinto campeonato estadual. Era 1920 e o "Almirante" navegava pela Segunda Divisão. No dia, quem tocou fogo na caldeira da esquadra foi Aristides Esquerdinha. A vitória encheu o time de esperança em sucesso no futuro.  
 - Com o Vasco, o raio cai duas vezes no mesmo local. Na data 31 de outubro, acertou a cabeça do "Diabo", em 1937, por 4 x 3, e em 1948, por 3 x 1.  Da primeira vez, em casa, Niginho (3) e  Alfredo dos Santos fizeram a festa. Da segunda, à  Rua General Severiano, já era "Era do Expresso da Vitória".  Dimas (2) e Ademir Menezes balançaram a rede.

4 - Com 4 X 3 Fluminense, pelo Campeonato Carioca-1954, o Vasco encerrou série de seis jogos sem vencer os tricolores, por tal competição. Era a 1.497º vez que o "Almirante" rolava a pelota, com grandes emoções e brindes no barbante oferecidos por Alvinho, aos 6 minutos do primeiro tempo e aos 5 do segundo; Vavá, aos 43 da etapa inicial, e Sabará, aos 30 da final. Flávio Costa era o chefe e este o time do feito: Barbosa, Paulinho de Almeida e Bellini; Mirim, Laerte e Dario; Sabará, Maneca, Vavá, Pinga e Alvinho.     

sábado, 20 de julho de 2019

O VENENO DO ESCORPIÃO - A ÁGUIA POUSOU NA LUA. HOJE FAZ '50TAÇO'

Aldrin fotografado por Armstronga - NASA divulgação
 Na data de hoje, há meio século, os brasileiros ouviam a voz do brasileiro (e mineiro) Pedro Katar transmitindo, pela (rádio) Voz da América, os astronautas Neil Armstrong (comand), ‘Buzz’ Aldrin e Michael Collins conquistando a Lua. 
Pelo voo Apolo 11, entre  16 a 24 de julho de 1969, eles cumpriram o que o presidente dos Estados Unidos,  John Kennedy, prometera, em 1961, em discurso no Congresso Nacional do ‘Tio Sam’.
A viagem começou na manhã do dia 16, em Cabo Canaveral, a bordo do foguete Saturno 5, que levou os astronautas à órbita terrestre 12 minutos depois. Eles fizeram uma volta e meia ao
redor da Terra, antes de rumarem para o satélite, em cuja órbita chegaram no dia 19. No 20 de julho, Armstrong e Aldrin entraram no modulo lunar Águia (Eagle) e depois pousaram no Mar da Tranquilidade, no solo lunar, às 20h17. 
Um pequeno passo para o homem, mas um grande salto
 para a humanidade - NASA divulgação.
De sua parte, Collins seguiu pilotando o Columbia, o módulo de comando. Nem tudo saiu perfeito. O pouso ocorreu com alarmes soando e restando 30 segundos de combustível disponível. Era tarde nos Estados Unidos e noite no Brasil, quando Armstrong comunicou  à base de Houston: "A Águia pousou".

Posou, mas Armstrong teve de esperar durante seis horas para ser o primeiro terráqueo em solo lunar. Naquele instante, assistido por mais de 500 milhões de pessoas em toda a Terra, ele disse: “É um pequeno passo para um homem, mas um salto gigantesco para a humanidade".  Depois, fotografou  Aldrin descendo as escadas da nave, para este ver tudo como uma "desolação magnífica", um chão escorregadio, mas gravidade muito inferior à da Terra, facilitando os movimentos. Até para fazer piruetas, "movimento canguru".
Entre as várias tarefas lunares estavam detectar atividades sísmicas, recolher amostras do solo ("quase um pó", segundo Armstrong; falar com o presidente Richard Nixon;  fincar a bandeira dos Estados Unidos e uma plaqueta de metal, no Mar da Tranquilidade, avisando: "Aqui, homens do planeta Terra pisaram na lua pela primeira vez. Julho, 1969 D.C. Viemos em paz, em nome de toda a humanidade".
 Em 24 de julho, os três astronautas desceram  no Oceano Pacífico, perto do Havaí. Só no dia 27 puderam rever suas mulheres.
Águia pousada no Mar da Tranquilidade - NASA divulgação
Em 1974, um sujeito chamado Bill Kaysing publicou um panfleto - Nunca Chegamos à Lua – , duvidando de que o homem não fizera o que a NASA afirmava. De sua parte, o astrônomo Philip Plait, pelo livro Bad Astronomy, dizia que a agência espacial lançara um foguete não tripulado e enviado os astronautas para um platô do estado de Nevada,  para enganar o mundo.
Cinco itens foram apontados como provas de que a missão fora um embuste. Confira abaixo:

1 – Fotos sem estrelas, quando a superfície lunar e os trajes dos astronautas refletiam luz com muita intensidade. Explicação da NASA: o tempo de exposição das fotos foi muito curto para captar, com claridade, a fraca luz das estrelas. Se as fotos forem levadas, hoje, ao Photoshop, serão vistas.
Armstroing, Aldrin e Collins, em foto NASA divulgação
2 - Os astronautas não sobreviveriam à radiação nos Cinturões de Van Allen. Explica a NASA: são duas áreas a 1.000 e a 15.000 quilômetros da Terra,  atravessadas em uma hora na viagem. A  nave bloqueava a maior parte da radiação.
3. Alunissagem sem provocar poeira e nem cratera. Explica a NASA: a Lua tem capa de pó milimétrica em ambiente sem ar.
4. Temperatura de 120 graus na Lua mataria os astronautas. Explica a NASA: a missão foi planejada para eles chegarem à superfície lunar quando a temperatura não fosse tão alta.
5. As sombras nas fotos deveriam ser totalmente negras, por ser o Sol é a única fonte de iluminação da Lua. Explica a NASA: a Lua tem superfície é brilhante e reflete a luz do Sol, bem como refletiu o módulo lunar.

VASCO 2 X 1 FLU: UMA VIRADA LUNÁTICA

Comemore, Bruno! Que pancada legal! Fotografada por Rafael Ribeiro, de
www.crvascodagama.com.br
 Durante a tarde do 20 de julho de 1969, o “Almira” disputaria o jogo 2.452 de sua  história. 
Enquanto o árbitro Amílcar Ferreira não apitava bola rolando, os 45.616 pagantes que esperavam pelas emoções do clássico Vasco da Gama x Fluminense – quinto compromisso vascaíno pela Taça Guanabara – trocavam opiniões sobre a programada descida do homem na Lua, logo mais à noite.
 Por aqueles instantes, o Maracanã tinha a cabeça, também, no voo Apolo 11, que a norte-americana NASA colocara no espaço quatro dias antes. Quatro séculos antes, o navegador português Vasco da Gama - iniciara viagem em um igualmente julho, no dia 8, de 1947 - desembarcava nas sonhadas Índias, ancorando no hoje estado indiano de Kerala, em 17 de maio de 1.498.  
Vasco d Gama chega e manda no pedaço
Reprodução de Wikipedia
Em 1969, o Flu, treinado por Telê Santana, tinha o melhor time do futebol carioca - Jorge Vitório; Oliveira, Galhardo, Assis e Marco Antônio; Denílson e Silveira; Cafuringa, Flávio, Samarone e Lula, o da partida -, enquanto o vascaíno (também, da mesma partida) não encantavam tanto à sua torcida – Andrada; Fidélis, Moacir, Fernando e Eberval; Alcir e Adílson; Luís Carlos Lemos (Valfrido), Nei, Bianchini e Acelino. 
A rapaziada precisava reabilitar-se do 0 x 1 América, de três dias antes, e do 0 x 0 Bangu, do dia 12. Não pegava bem para time que começara a Taça GB com crueldade de águia: 1 x 0 Campo Grande e 3 x 0 Botafogo, respectivamente, em 29 de junho e em 6 de julho. Mas, no 20 do 7 do meia-nove, o garoto do placar não trabalhou: 0 x 0.
Passadas exatas cinco décadas da pouso da Águia (módulo lunar norte-americano) na Lua, o Vasco da Gama voltou a pousar na frente do marcador. diante dos tricolores. Visitado, em São Januário, desta vez, não teve cordialidade com o velho freguês: 2 x 1, de virada, especialidade vascaína, desde 1923, quando a rapaziada vencia a maioria de suas partidas, com o adversário botando a língua pra fora. 
O Flu abriu a conta, aos..., e o Vasco virou, aos ... e aos.. No primeiro gol,  aos 21 minutos, houve bate-rebate na área fulminada, o goleiro espalmou a bola para o meio da área e a gorducinha sobrou para o capitão-zagueiro Leandro Castan empatar: 1 x 1.  Aos 28, Bruno César cobrou falta e o vira-vira estava escrito na conta: VASCO 2 x 1.

Flu caiu nas garras da 
Águia da Colina Lunar
FICHA TÉCNICA: Vasco da Gama 2 x 1 Fluminense. 11rodada do Campeonato Brasileiro. Estádio: São Januário-RJ, com início às 11h. Juiz: Bruno Arleu de Araujo-RJ, assistido por Michael Correia e Thiago Henrique Neto Correa Farinha-RJ.  VAR: Rodrigo Carvalhaes de Miranda-RJ.  Público: 19.607 pagantes. Renda: R$ 671.473,00. Gols: Pedro, aos 46 min do 1 tempo; Leadnro CAstan, aos 21, e Bruno César, aos 30 do segundo tempo. Expulsões: Digão e Frazan (Flu) Gols: Pedro, aos 46 minutos do primeiro tempo; Castan, aos 21 minutos do segundo tempo; Bruno César, aos 30 minutos do segundo tempo VASCO Sidão, Yago Pikachu, Henríquez, Castan e Henrique; Richard, Raul e Marquinho (Tiago Reis); Yan Sasse (Bruno César), Valdivia (Cáceres) e Marrony. Técnico: Vanderlei Luxemburgo.
Cartões vermelhos: Digão, Frazan (FLU)
Próximo jogo: dia 27, no sábado que vem, contra o Palmeiras, fora de casa.
ANOTE: hoje foi a primeira vez em que o Vasco da Gama abriu uma partida em manhã de sábado. RESPONDA: quando foi a primeira vez em que a rapaziada fez o mesmo em um domingo?