Vasco

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segunda-feira, 30 de setembro de 2019

MUSA DO DIA DA COLINA - LA BELA MILA


Esta é a modelo Jamila Sandoro, miss Vasco da Gama-2012 e uma das mais lindas e inteligentes representantes da beleza vascaína. Veja o seu sorriso: de quem é muito feliz, torcendo para o time de história mais democrática no futebol brasileiro. O "Kike" deslumbrou-se com a sua beleza, vendo-a no site do concurso das musas do Campeonato Brasileiro. E agradece à turma daquela página eletrônica pela reprodução. É para a galera da Colina ver. Afinal o que é belo deve ser visto, a todo o instante. Principalmente as musas cruzmaltinas. Confere?

TRAGÉDIAS DA COLINA - BAGUNÇAÇA

Vasco e América jogavam, em São Januário, pela quarta rodada do Campeonato Carioca. Era a tarde de 3 de setembro e um pênalti marcado pelo juiz Alberto da Gama Malcher provocou um tremendo tumulto. Inconformados, os jogadores vascaínos e o treinador Flávio Costa iniciaram as bagunças. Depois, entraram na confusão dirigentes do clube anfitrião e os seus torcedores, que mataram uma pessoa.
Inconformado pelo que viu, o repórter  Charles Guimarães escreveu  na edição de 14 de setembro da revista “Esporte Ilustrado”: “...voltamos aos velhos tempos do cangaço... para aqueles que aguardaram a Copa do Mundo, a fim de concluir sobre o grau de educação esportiva do nosso povo, o que aconteceu ...deve ter causado profunda decepção...” 
  O Vasco perdeu, por 2 x 3, e o gol que deu a vitória ao América foi marcado por Osvaldinho, cobrando o pênalti que provocou todo o tumulto – Dimas (2) completou o marcador, enquanto Maneca e Ademir descontaram para os donos da casa, que foram: Barbosa, Augusto e Wilson; Eli, Danilo e Jorge; Alfredo, Maneca, Ademir, Ipojucan e Lima. Os americanos, treinados pro Délio Neves, eram: América: Osni, Osmar e Joel; Rubens, Osvaldinho e Godofredo; Natalino, Maneco, Dimas, Ranulfo e Jorginho.

domingo, 29 de setembro de 2019

O DOMINGO É UMA MULHER BONITA - BELÍSSIMAS E E PROIBIAS GRID GIRLS

Reprodução da revista A+ Nº 265, de 1º a 7 dr outubro de 2005 - agradecimento
 As emoções de um GP de automobilismo, motociclismo começavam bem antes da largada. Pela curtição daquelas belas meninas que desfilavam pela pista, portando cartazes e enormes sombreros. Quem eram elas? Quase sempre, garotas começando a carreira de modelo, selecionadas por agências do ramo para patrocinadores de produtos associados aos GPs e às escuderias.
 Não era fácil a vida delas durante uma corrida. Não se alimentavam do bom e do melhor, como muitos pensavam. Nem mesmo do tradicional frango e macarrão, ou com bife, ou com pizza, ou ainda do sushi e do sashimi que pilotois e mecânicos comiam. Mandavam ver o que as suas agências serviam, quase sempre lanchões. O vinho que algumas escuderias servem à sua patota, nem pensar para elas. Comer bem mesmo só depois que receberem a grana pelo serviço, mais de mil reais, a depender do oferecido pela diária.
À noite, quando alguma escuderia oferecia uma churrascada com batatas, para confraternização da sua moçada, elas não eram convidadas. Convite infalível era para dar quórum nas festas de encerramento, quando se deveria babar o piloto vencedor.
 Além de desfilarem com guarda-sois, as garotas do GP recepcionavam convidados, distribuíam brindes de patrocinadores e ciceroneavam pilotos. Todas eram obrigadas a colocar nos ouvidos protetores para suportar o insuportável barulho dos motores.
De vez em quando, elas esbarravam com outras mulheres nos boxes - mais velhas: engenheiras e mecânicas das equipes e que, também, não escapavam de umas paqueradinhas.  
Em 2015, o Campeonato Mundial de Endurance tirou das meninas a chance de morder uma graninha exibindo os seus belos sorrisos e corpos. Os cartolas  deram um pit stop naquela tradição do automobilismo, que glamuriou-se muito a partir da década-1970, alegando que o papel da mulher na sociedade mudara. Para eles, não havia mais porque colocá-las entre carros e homens, levando cantadas. 
Na Fórmula-1, a proibição chegou em 31 de janeiro de 2018, com os cartolas dizendo que o desfile das belas modelos  "não fazer parte dos valores da marca, além de ser questionável com as normas sociais modernas". Para jornalistas que acompanham a F-1, a decisão seria puramente comercial. Com o fim das grid girls, a categoria lucraria com o espaço antes ocupado por elas.
Alguns salões do automóvel de vários países também decidiram parar de associar carrões às imagens das belas modelos. Evidentemente, que elas não gostaram e espalharam pelas rede sociais que  “o politicamente correto enlouqueceu”..
Quando nada, para o GP de Mônaco-2018, o principado conseguiu autorização especial da Federação Internacional de Automobilismo  uso das banidas grid girls, agrandando a pilotos como Lewis Hamilton, da Mercedes, e Sebastian Vettel, da Ferrari.
 Entre famosas ex-grdf grlls, a hoje atriz e apresentadora de TV Adriane Galisteu conseguiu vaga para o GP Brasil-1993, acontecendo de conhecer e namorar o piloto campeão Ayrton Senna.

sábado, 28 de setembro de 2019

O VENENO DO ESCORPIÃO - UM VIVA À BRAVA GENTE PERNAMUBUCANA.VIVA!

Dom  João VI foi o primeiro a
  sacanear Pernambuco
Imagens reproduzidas de www.wikipedia
Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul são ao  Estados mais + mais do país - mais famosos, mais charmosos, mais poderosos, etc etc, etc. 
Todos tiveram, evidentemente, grandes momentos na história política nacional que o fizeram merecer reverências. Algo, no entanto, precisa ser revisto: o valor, a personalidade do povo pernambucano.
 Se cariocas e paulistas lutaram contra invasões de piratas franceses, Pernambuco lutou contra invasores holandeses. Se mineiros e gaúchos se rebelaram contra o despostimo da Coroa portuguesa no Brasil, os pernambucanos, também.
  Quando Dom João Sexto veio parar no Rio de Janeiro, trazendo junto seus nobres e burocratas, ele não leu nas estrelas que Pernambuco não aceitaria entregar-lhe, facilmente, o produto do suor dos seus trabalhadores para sustento de uma gentalha improdutiva. 
Pernambuco foi uma das Províncias mais castigadas na transferência de dinheiro para o Rio de Janeiro manter o luxo que os morcegos da realeza desfrutavam em Lisboa. Demorou até muito para os cabras macho nordestinos mandarem a Corte pra...  - isso mesmo o que você pensou!
 Os pernambucanos já haviam encarado, em 1630,  uma invasão holandesa que sufocara em dívidas os seus produtores açucareiros que, após Portugal se livrar do domínio espanhol e voltar a comprar o seu açúcar, puderam financiar a expulsão dos batavos, a partir de 1645, embora tivessem contado com a ajuda da Coroa e de missões diplomáticas.
Holandeses batalharam, mas pernambucanos os expulsaram
Expulsão consumada, os pernambucanos se consideraram os donos das glória e acharam-se no direito de escolher entre devolver, ou não,  a Província ao reino português deste lado do Atlântico. Preferiam negociar e continuar como antes, para serem contemplados com carga menor de impostos e o direito de  governar o povo da terra.
 Bem feito! Quem mandou acreditar em acordos com os maus caráteres portugueses? Pelos inícios do século 17, com a crescente instalação de engenhos em Pernambuco e o aumento do preço do açúcar no mercado internacional, rolava muita prosperidade na então capitania. Foi por ali que Dom João Sexto viu a boca do cofre.
Entre os passados à bala, estava o Frei Caneca 
Mas nem só o açúcar fez a riqueza pernambucana. Se o produto, por três séculos, dera o seu recado, por volta de 1816 o algodão o esperava ali na esquina para passar-lhe a perna. À época, as exportações algodoeiras de Pernambuco, para a Inglaterra e a França, atingiam 83% das suas vendas agrícolas, enquanto o café  de outras plagas brazucas não atingia mais de 15%. 
Na cabeça dos idealistas políticos, bom motivo para pretender-se para a terra modelo republicano descentralizado, podendo manter-se relação confederada, desde que fosse garantida a autonomia à províncial.
 Com o apoio de militares locais, tais idealistas criaram um governo autônomo, em 1817. Mas não tiveram poder de fogo para conter tropas enviadas do Rio de Janeiro e da Bahia, juntadas às dos capitalistas agrícolas que não queriam perder os seus grande negócios com Portugal.  
 Pernambuco perdeu aquela, mas ficou à espera de uma chance de sair pra outra. Aconteceu, em 1824, quando Dom Pedro I era o príncipe regente e dissolveu a Assembleia  Constituinte, por onde os pernambucanos esperavam negociar alguma autonomia.  Como nenhum brasileiro teve a coragem de encarar o príncipe  autoritário, eles foram mais machos, tomaram o poder em sua terra, partiram para a secessão e Criaram a Confederação do Equador, exortando as demais províncias nortistas a enfrentarem o despotismo português.
Ódio eterno a Dom Pedro I
 Mas uma vez, os capitalistas apoiaram as tropas leais à Coroa, por temerem que as ideias de independência pudessem atiçar os escravos, base da sua sustentação econômica. Com aquilo,  Dom Pedro I mandou fuzilar muita gente não perdoando a Confederação do Equador, que unia Pernambuco, Ceará e Rio Grande do Norte. E ganhou a antipatia, para sempre,  dos pernambucanos. 
Quando a ossada der Pedro I voltou ao Brasil, para fixar morada definitiva no Monumento do Impirange, em São Paulo, em 1972, o glorioso povo de Pernambuco pediu ao governo ditadorial militar do general e presidente Garrastazu Medici para o navio que a transportava passasse bem longe dos seus mares.
Pernambucano não engole desaforo. Exemplo, em 1666, quando a Coroa indicou Mendonça Furtado para governa-lo, este achou que seria o dono absoluto da capitania e abusou do poder. A rapaziada passou-lhe uns corretivos, o prendeu, o colocou em um navio e o mandou de volta pra Portugal. Com pernambucano é assim!       
              

 
       

sexta-feira, 27 de setembro de 2019

PELÉ É BENEMÉRITO DO VASCO DA GAMA

 Pelé entende que o seu primeiro título no futebol profissional fora conquistado usando a camisa do  Club de Regatas Vscoda Gama. Na realidade, não foi, pois o Torneio Internacional Morumbi do qual ele disputou, pelo Combinado Vasco/Santos não chegou ao final, devido prejuízos financeiros, já que o público vinha sendo aquém do esperado.
 No entanto, foi graças àquela competição que o treinador da Seleção Brasileira, o ex-atacante gaúcho Sylvio Pirillo, tomou conhecimento da sua existência, encantou-se  pelo seu futebol e o convocou para um amistoso, três meses depois,em 1957.
Pelé, sempre, se disse torcedor do Vasco, no futebol carioca. Talvez, o seu pai, Dondinho, também fosse admirador da Turma da Colina, pois batizara o seu segundo filho com o nome de Jair, numa época em que o meia Jair Rosa Pinto era um dos mais destacados futebolistas do país. 
Então, sabendo daquele lado vascaío do Rei do Futebol, o presidente Manuel Joaquim Lopes – eleito em 13 de março de 1964, cmo o 36º chefe da Casa – fez questão de condecorá-lo com o título de benemérito das hostes do Almirante.



ROBERTO DINAMITOU TERREIRO DA BAHIA

Reprodução de Placar - agradecimento
   Roberto Dinamite não acontecera com a camisa do espanhol Barcelona. O Vasco da Gama o repatriou e ele voltou com a obrigação de repetir todo o seu recente passado na Colina, se não quisesse ficar queimado junto à torcida que o fizera de seu maior ídolo.
 E tudo saiu como deveria acontecer. Em 4 de maio de 1980, ele marcou os cinco gols de Vasco 5 x 2 Corinthians, pelo Campeonato Brasileiro, no Maracanã, diante de 107.474 almas. Para a sua mulher, Jurema, era algo que merecia uma visita à Mãe Menininha do Gantuá (Gantois, no original francês), em Salvador, para pedir proteção.
E, já que o Vasco teria jogo, contra o Vitória, na Fonte Nova, três dias depois, o massagista Santana ficou incumbido de armar o encontro do artilheiro com a mãe de santo – e armou.
 Jurema, Roberto e Santana adentraram a casa branca do alto da colina do Gantuá, e a Mãe Menininha pediu a todos os presentes para saírem. Pelas próximas duas horas ficou só com as visitas vascaínas. À saída, o Dinamite foi ao quarto de Oxossi, ajoelhou-se e tocou a cabeça, por três vezes, ao chão. Em seguida, beijou uma das mãos da anfitriã e foi embora.
À porta da casa da Mãe Menininha, o goleador vascaíno brincou com Santana, simulando chutar uma bola e comemorar um gol. E diz que seria aquilo que faria logo mais à noite. E deixou a colina do Gantuá cantando um samba-enredo da Escola de Samba Mocidade Independente de Padre Miguel: “Ó Minha Mãe/ Minha Mãe Menininha/Ó Minha Mãe/ Menininha do Gantuá...
 Além de visitar a mãe de santo mais famosa da Bahia, o Dinamite foi, com Santana, massagista e macumbeiro vascaíno, e Jurema à igreja do Senhor do Bonfim, o padroeiro dos baianos. Prometeu ao santo ofertar-lhe uma camisa, da próxima vez que aparecesse por lá.
À noite, quando o árbitro gaúcho Luiz Zetterman Torres apitou bola rolado,  8.295 pagantes que estavam no estádio viram o Dinamite explodir o terreiro baiano, marcando três gols de Vasco 5 x 0 Vitória – aos 38 e aos 41 minutos do primeiro tempo, e aos 37 do segundo, tendo por parceiros: Mazaropi; Orlando ‘Lelé’, Juan (Ivã) Léo e Paulo César; Carlos Alberto Pintinho, Jorge Mendonça e Guina; Catinha e Wilsinho (Peribaldo), sob o comando do “titio” Orlando Fantoni.   


                                          

quinta-feira, 26 de setembro de 2019

O BIQUINHO DA MUSA DA COLINA - TÁTA

Foi em www.vascowiki.blogspot que o Kike viu esta  interessante foto do biquinho feito por Thamires Nunes.
Cruzmaltina belíssima, inteligente e modelo que vai à luta, desfilando moda e talento pela passarela.
A gloriosa Tatá quando está na galera vascaína, leva uma tremenda energia à rapaziada lá dentro do gramado. Torce com muito vigor, empurra o time.
 A turma do www.vacowike está de parabéns por ter postado esta linda imagem para colírio das moçada.
Com esta jaqueta, ela presta uma homenagem aos primeiros atletas do futebol da Colina, que eram conhecidos por Os Camisas Pretas     


HISTORI & LENDAS DA COLINA - NA FACA

 1 - O time vascaíno treinava para o clássico de 2 de dezembro de 1962, pelo returno do Campeonato Carioca, contra o Fluminense. Durante um exercício de dois toques na bola, o ponteiro Da Silva viu os seus meniscos internos do joelho direito estourarem, em lance isolado. Resultado: além da derrota cruzmaltina, por 0 x 2, dois meses depois ele teve de “cair na faca”, em 16 de fevereiro de 1963, quando foi operado, na Casa de Saúde Portugal. O médico vascaíno Jorge de Castro gastou apenas 20 minutos para fazer a cirurgia, que fez o atacante perder uma boa grana. Por causa do problema, Da Silva deixou de participar da excursão pelo México e Chile, onde a rapaziada conquistou torneios e “bichos gordos”. Foi a segunda vez que ele caiu no bisturi. Anteriormente, havia passado por uma cirurgia de
 amígdalas.

2 -  Em 24 de março de 1931, o Almira encarou o uruguaio Sudamérica, amistosamente, em São Januário, com dois árbitros. Começou com Jorge Marinho, ligado ao Fluminense, e terminou com Carlos Scapinachis, atleta e jornalista no Uruguai. Na época, o futebol uruguaio, campeão da primeira Copa do Mundo-1930, e da Olimpíada-1928, era fortíssimo. Até clube sem expressão, como o Sudamérica, que não era da primeira divisão, despertava a atenção dos brasileiros. Reforçado por atletas de Wanderers, Olympia Club, Peñarol e Nacional, aquela galera veio excursionar ao Brasil. O Vasco mandou-lhe 4 x 2, com gols de Mattos (2) e Paes (2), jogando com: Jaguaré, Brilhante e Itália; Tinoco, Fausto e Molla (Nevi); Bahianinho, Paes, Waldemar, Mattos e Sant’Anna.
                    FILME DO DIA: DOIS APITOS E SEIS GRITOS (DE GOL).

  O Vasco era favorito absoluto para eliminar o “freguês” Bonsucesso do Torneio Início do Campeonato Carioca de 1934, na tarde de 25 de março. Favoritismo mais do que lógico, pois tinha mais time e a vantagem de oito vitórias, um empate e só duas escorregadas, a partir de 30 de novembro de 1924, no duelo com os rubro-anis. E rolou a bola. Assim que o juiz Jorge Marinho apitou, a torcida cruzmaltina concentrou-se na expectativa dos gols de Leônidas e de Russinho, os seus mais temíveis “matadores”s. Mas quem chegou à rede foi Miro. E o “Bonsuça” foi o classificado, às custas de jogadores com os apelidos de Cozinheiro, Alfinete, e Rebolo. Já o Vasco pisou na bola com: Quarenta; Oswaldo e Itália; Lino, Jucá e Gringo; Eloy, Leônidas, Quarenta, Russinho e Nena.

quarta-feira, 25 de setembro de 2019

FUXICOS DA COLINA - CARTOLADA-2

Eurico reproduzido de www.vascainos unidos

O antigo presidente do Vasco da Gama, Eurico Miranda (1944 a 2019), levou para o plano espiritual onde habita hoje, segundo os espíritas, o título de imbatível cartola que mais explícito e destemperado de uma vasta galeria dessas figurinhas que fazem a farra do esculhambado futebol brasileiro.
 Pela virada do Século 20 para o 21, quando do rolo no jogo Vasco x São Caetano, Eurico estava reeleito deputado federal – pelo Partido Progressista Brasileiro -, por 105.969 votos, e pedia aos colegas de parlamento para não marcarem nada em dia de jogos do glorioso Club de Regatas Vasco da Gama.
Eurico Miranda começou a aparecer – mais do que ministro do Supremo Tribunal Federal – em 1985, quando perdeu eleição à presidência vascaína, para Antônio Calçada. Mas compôs com o cara e passou a fazer parte de sua diretoria (dele).
Na briga com a TV Globo, sobrou gracinha com o SBT,
como mostra imagem reproduzida de www.netvasco
Quando vice-presidente do Vasco, o trepidante Eurico arrumou muitas confusões e controvérsias. Durante o Campeonato Brasileiro de 1998, chegou a ficar 40 dias suspenso, por invasão de campo, em São Januário para tirar satisfações com o juiz de Vasco 2 x 1 Paraná (19.09). Coitadinhos dos homens do apito. Todos tiveram não só as suas respectivas genitoras, mas tias e madrinhas não escaparam de  impropriedades que nem os mais atualizados dicionários de palavrões registravam.
 Certa vez, Eurico proibiu repórteres da TV, rádio e jornal O Globo de pintarem em São Januário e, durante a final da Copa João Havelange-2000 obrigou o seu time a jogar com o logotipo do SBT nas camisas. Poder-se-ía criticar quem quisessem, menos o Vasco da Gama. O pior de suas canguinchas,  porém, foi após o final do Estadual-RJ-1990, quando o seu clube terminou batido pelo Botafogo (0 x 1) e, mesmo assim, ele determinou que o perdedor seria o campeão. E ordenou a sua rapaziada fazer a volta olímpica, pelo Maracanã, carregado uma réplicia de caravela – surrealíssimo!
Bebeto reproduzido de www.netvasco
 Com Eurico à frente do Vasco, em 1999, o clube era o segundo maior devedor do INSS: R$ 13,8 milhões, só atrás do Cruzeiro-MG. Mesmo com ele alardeando ter feito o melhor contrato de parceria – com o Bank of América. Pelo meio dos rolos, a CPI do Futebol denunciou a firma Vasco da Gama Licenciamentos de ter remetido US$ 14 milhões de dólares para o exterior, por meio da conta CC-5, criada pelo  Banco Central, para tal finalidade. Eurico, porém, garantia nada ter a ver com o tema, afirmando que a empresa era gerida pelo banco.
 Passado um tempinho, o Vasco foi sacudido por mais um terremoto: a venda do atacante Bebeto (o (tetra) campeão mundial -1994 José Roberto Gama de Oliveira), por US$ 2,4 milhões de dólares. Denúncia do conselheiro Sérgio Paulo Gomes de Almeida dizia só metade disso ter pintado no cofre de São Januário. Nesse rolo, o Banco Cental multou o Vasco em US$ 1,8 milhão.
 Eurico disse, certa vez, ao programa Bola da Vez, do Canal ESPN, considerar aceitável cartola levar dinheiro ao  negociar um atleta, desde que não prejudicasse o clube. Mas jurava jamais tê-lo feito. Seu desafeto Sérgio Almeida, ainda, o acusava de ter o  nome no caderninho do bicheiro Castor de Andarde.              
 Eurico, realmente, era o bicho. Uma fera da cartolagem. Seu último golpe foi virar uma eleição perdida, eleger o presidente Campello e tornar-se presidente do Conselho Deliberativo. Como diz o poeta: até chegar lá, o cartola tem que vender a alma ao diabo. E Eurico, se vendeu a dele, não vendeu barato.      

O REPÓR'TIM' E O ALMIRANTE 'VASKIM'

 Um dos maiores repórteres investigativos das últimas décadas na imprensa carioca, Tim Lopes foi assassinado, barbaramente, em 2 de junho de 2002, pelo traficante Elias 'Maluco", que o golpeou com uma espada, quando investigava o tema para uma reportagem da TV Globo, da qual era produtor, desde 1996. Arcanjo Antonino Lopes do Nascimento, o seu nome verdadeiro, nascera gaúcho, em 18 de novembro de 1950 e, quando o Vasco conquistou a Taça Guanabara-1986, ele escreveu este artigo para um jornal do grupo:  

Reprodução de www.jornalismojunior. Agradecimento
Por Tim Lopes
"Foi uma festa vascaína. Às 19h45, quando o Maracanã apagava seus refletores, o herói e artilheiro da Taça Guanabara descia as escadas para o vestiário suado e cansado, mas feliz. Ele sabia que estava começando ali uma nova era para a equipe de São Januário, a sua era, a era Romário.
Depois de habitar por mais de 17 anos os apaixonados corações dos torcedores vascaínos, o veterano ídolo Roberto Dinamite começa a dividir as luzes da ribalta com seu pequeno sucessor. Romário, 20 anos, mereceu os dois gols que marcou contra o Flamengo, aos 5 e aos 45 minutos do segundo tempo, que deram o título da Taça Guanabara ao Vasco e o colocaram na frente do eterno Roberto na artilharia do campeonato. Agora, Romário tem 12 gols e Roberto 11, o que deixa o Vasco com os dois primeiros goleadores e o ataque mais positivo: 29 gols.
 
O GRITO SELVAGEM da galera contagiava os jogadores. Afinal, o Maracanã teve público e renda recordes da temporada: 3 377 325 cruzados e 121 093 pagantes. Para ajudar o Vasco, a Mancha Verde, torcida do Palmeiras, também compareceu, o que aumentou a ira rubro-negra. Eram cânticos de guerra, batalha de bandeiras e muito carnaval, tudo misturado. Na arquibancada, parte da bateria da Escola de Samba Império Serrano empurrava o Vasco em campo. O tradicional "Casaca, casaca, zaca, zaca, zaca.../A turma é boa, é mesmo da fuzarca..." se misturava com o refrão do samba-enredo mais popular do carnaval: "Me dá, me dá, me dá o que é meu / Foram oito anos (tempo em que o Vasco ficou sem o título da Taça Guanabara) que alguém comeu..." 
O jovem Romário,
reproduzido da revistas Ela&Ela
"Nunca perdi uma decisão para o Flamengo", dizia Romário confiante, ao acordar, domingo, na concentração do clube. Em sua curta carreira, iniciada num time de bairro, o Estrelinha, Romário de Souza Faria sempre foi artilheiro e nunca tremeu diante do Flamengo. Foi campeão juvenil, de juniores e, agora, no profissional, sempre sobre o Flamengo. "Voltei a provar que não faço gol só em time pequeno. Meti logo dois no Flamengo que é para calar a boca de muita gente", desabafava.
 O TÃO SONHADO título vascaíno continuou a ser comemorado, pela quente noite carioca, por dirigentes e jogadores. Boa parte do grupo foi para uma churrascaria em Copacabana, mas o artilheiro Romário preferiu refugiar-se na casa dos pais, no modesto bairro de Vila da Penha. Lá, ele esqueceu a injustiça do corte da seleção de juniores que foi a Moscou e conquistou o bicampeonato mundial. E sonhou em ser, para o Vasco, o que Roberto, o velho Bob Dinamite, representa hoje. Um ídolo e craque inesquecível".

FICHA TÉCNICA -  20.04.1986 – VASCO 2 x 0 FLAMENGO. Estádio: Maracanã-RJ. Juiz: Luís Carlos Félix. Renda: Cr$ 3 milhões, 377 mil, 325  cruzeiros. Público: 121 093. Gols: Romário, aos 5 e aos 45 min do 2º tempo. VASACO: Paulo Sérgio; Paulo Roberto “Gaúcho”, Donato, Fernando e Lira; Mazinho, Gersinho (Geovani) e Josenílton; Mauricinho, Roberto e Romário. Técnico: Antônio Lopes. 

terça-feira, 24 de setembro de 2019

MUSA DO DIA DA COLINA - CRUZCRISTIANA

Foto feita pela fotógrafa que fotografou a fotografada fotografando-se. Fez um "selfe", para ficar melhor, americanizando o que, antigamente, chamava-se autofotografia. Não importa. O que vale é a bela imagem clicada por www.netvasco.com.br, de uma de suas musas na torcida cruzmaltina. "Será que será" que é a mamãe quem pinta à lateral-esquerda dela? Pelo menos, nos cabelos, são iguais. Isto é: na coloração da capilaridade. Pois é! A gata mirou a sua beleza facial, usando telefone com distintivo igual ao amor que bate em seu peito esquerdo e....shisss! Com destaque para o seu batom vermelho, da cor da Cruz de Cristo das caravelas que Don Diniz, o rei de Portugal, mandava sair pelos mares espalhando a fé cristã. De sua parte, esta "cruzcristiana" bota muita fé no glorioso Vasco da Gama. Podes crer, poisjz, poisjz!      

ÁLBUM DA COLINA - BANDEIRANTE

A torcida vascaína pode esquecer da qualquer coisa, menos de desfraldar o glorioso pendão (como diríamos poetas de antigamente) do grêmio esportivo de São Januário. Esta rapaziada aí é da torcida organizada Força Jovem, uma das mais antigas que acompanham a "Turma da Colina", jogue onde jogar. Faça sol, chuva, ou tempo nublado, não importa. A moçada chega junto, sempre presente, levando apoio e energia para a rapaziada de dentro do gramado responder com muita garra. É isso aí!  
The boys and the girls lovers Vasco da Gama crookedness can forget about any wedding, except to unfurl the glorious pendulum (as we would have told the poets of the past) of the São João sports gig. This youngs from the organized twisted Force Jovem, one of the oldest ones that accompany "Turma da Colina", play where to play. Make it sun, rain or cloudy weather, it does not matter. The muzzle comes along, always present, carrying support and energy for the rapaziada within the grammar respond as a small claw. That's it!
FOTO ENVIADA POR "KIKENAUTA" DA TORCIDA FORÇA JOVEM

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

VASCAÍNOS FLAGRADOS DE OLHO NA GATA

Parece que os atletas vascaínos Danilo Menezes (ao alto), Mário 'Tilico', ao meio (veja a cara dele) , e Tião, mais abaixo, estão curtindo a beleza da gatinha. Se bem que deveriam! Mas é só impressão. O lance é por conta da diagramação da década-1960, quando a coluna FLAGRANTES, da semanária carioca Revista do Esporte, misturava vários assuntos. Quanto à garota que mereceria os olhares de um meia, um centroavante e um ponta-esquerda, ela atendia por Sônia, e era candidata do Clube de Regatas Guanabara ao título de Rainha dos Jogos Mundiais da Primavera. Loira, nascida em Copacabana, tinha apenas 15 de idade e 1m78cm de altura. Certamente, só de sua rapazada olhar, o Vasco não precisaria de doping melhor para mandar uma canseira nos adversários. Confere?   

CORREIO DA COLINA - MARCO BRITO

Marco foi a cara do gol
FOTO REPRODUZIDA DE NETVASCO - AGRADECIMENTO.
“Fui amigo e vizinho do Marco Brito, quando morei no Rio de Janeiro. Por causa da nossa amizade, fui a alguns jogos do Vasco (da Gama).  Atualmente, moro em Barra do Corda, no Maranhão, trabalhando no mercado da soja. Não tive mis notícias do amigo. Ainda joga? Saulo Amaral.
Seguinte, Saulo: o Kike, por intermédio de Wanderley Bahia, entrou em contato com o Departamento de Imprensa do Vasco da Gama e ficou sabendo que o seu velho amigo encerrou a carreira, em 2012, após defender o São Gonçalo-RJ. Saído de São Januário, passou, inda, por Santa Cruz-PE, Ponte Preta-SP; América-RJ; CSA-AL e Morrinhos-GO. 
Wanderley Bahia levantou, também,  que Marco Luiz Brito, carioca, nascido em 4 de agosto de 1977, tornou-se um vascaíno pelos finalmentes do Campeonato Brasileiro-2004, com time lutando contra o rebaixamento, que ele ajudou mandar pra longe.
Ele estreou, em 24 de outubro daquela temporada, marcando o tento do 1 x 0 Flamengo, ao 20 minutos do segundo tempo, no Maracanã, sob apito de Wagner Tardelli de Azevedo e com público de 23.940 almas. Seu treinador era Joel Santana e o time do dia alinhou: Cássio; Thiago Maciel (Claudemir), Fabiano, Henrique e  Chiquinho (Diego); Emerson, Ygor, Coutinho e Petkovic, Róbson Luiz (que foi expulso de campo) e Anderson (Marco Brito).
Ainda, segundo a pesquisa do Wandeco, em 2004, Marco Brito disputou oito jogos e marcou três tentos para o Almirante.. Em 2005, fez 24 partidas e oito bolas no filó, totalizando 32 pelejas vascaínas e 11 gols. Valeu?

domingo, 22 de setembro de 2019

O DOMINGO É UMA MULHER BONITA. A GAROTA QUE CHAMA PRA DANÇARRRR!

J-Lo fez ensaio encarnando uma pugilista
Quando seus pais - David Lopez, técnico em informática, e Guadalupe Rodríguez Lopez, professora de jardim de infância -, imigrantes de classe econômica baixa receberam a visita da Dona Cegonha, trazendo Jennifer Lynn Lopez – 24.07.1069 -, jamais imaginariam que que a menina nascida no carente e violento bairro do Bronx, em Nova York, viria a ser uma das atrizes mais bem pagas da história artística norte-americana e entrasse para o Livro dos Recordes-2007, como uma das atrizes mais poderosas dos Estados Unidos. 
Antes, ela já havia estado entra as 10 estrelas mais bem pagas dos USA, segundo a revista The Hollywood Report, entre 2002 a 2004. Três temporadas depois, a revista Forbes a considerava a nona das 20 mulheres mais ricas do mundo do entretenimento. 
Hoje, calcula-se que já tenha colocado mais de 500 milhões de dólares em seu cofre. Dinheiro proveniente de suas atividades como cantora, compositora, produtora musical, dançarina, atriz, modelo, estilista, produtora de televisão, coreógrafa e empresária, o que a tornaram, também, a artista hispânica mais influente nos EUA, segundo uma outra revista, a People en Español. 
Usando colar David Yurman
 e luvas Cleto Reyes
Jennifer nasceu em Nova York e cresceu em Castle Hill, no Texas. Mas voltou para a sua terra, pelo final da adolescência. Tem mais duas irmãs, Lynda e Leslie. Aos 19 de idade, trabalhava como garçonete e, com o que ganhava, pagava aulas de teatro, canto e dança. Nos estudos, entrou para uma faculdade de Direito, mas só a cursou por um semestre. Chegou a trabalhar, também, como secretária de escritório jurídico. Nos finais de semana, para ganhar uma graninha e pagar aulas de dança, apresentava-se em clubes noturnos da novaiorquina Manhattan. 
 Pelos inícios de carreira aos olhos do grande público,, Jennifer Lopez - J.Lo (pronuncia-se Djei Lou) para os amigos mais chegados - começou a dançar para a série humorística televisiva In Living Color. Na época, conseguiu uma pequena ponta no filme "My Little Girl", em 1987.

 Depois, vieram vários clipes de rap e ser dançarina de apoio dos New Kids on the Block. O primeiro trabalho considerável foi dançando em "Fly Girl", humorístico de TV In Living Color, em 1990. Logo após, tornou-se dançarina de apoio de Janet Jackson, irmã de Michael No cinema, J-Lo começou, em 1997, e foi premiadas pelas atuações em Selena (1997); Out of Sight (1998) e;Angel Eyes (2001). Depois, atuou em A Cela (2000); The Wedding Planner (2001); Maid in Manhattan (2002) e Shall We Dance? - no Brasil (2004) foi Dança Comigo?, seu maior sucesso e que arrecadou US$ 112.238.000 ao redor do mundo. 

Na vida sentimental, Jennifer Lopez acumula quatro casamentos. O primeiro em 1997, com o primeiro namorado e garçom Ojani Noa, que a deixou, em 1998, acusando-a de infidelidade.
 Em 2001, casou-se com o dançarino Chris Judd, que deixou, em 2003, daquela vez sendo ela a acusadora por infidelidade. Em 2004, veio o terceiro casamento, com o cantor Marc Anthony. Tiveram um casal de gêmeos - Maximilian David Lopez Muñiz e Emme Maribel Lopez Muñiz – e estiveram juntos até 2014, quando se separaram devido problema religioso. Jennifer queria matricular os garotos em escola cientologista, mas Marc Anthony não permitiu.

Com jaqueta Loewe; camiseta Emporio Armani;
colar David Yurman e boxing groing guard
 Cleto Reyes
When her parents - computer technician David Lopez and kindergarten teacher Guadalupe Rodríguez Lopez - low-income immigrants were visited by Dona Stork bringing Jennifer Lynn Lopez - 24.07.1069 - they would never have imagined that a girl born in New York's needy and violent Bronx neighborhood would become one of the highest-paid actresses in American artistic history and joined the 2007 Book of Records as one of the most powerful actresses in the United States.
Before, she had been among the top 10 highest-paid stars in the USA, according to The Hollywood Report, from 2002 to 2004. Three seasons later, Forbes magazine considered her the ninth of the 20 richest women in the entertainment world.
 Today, it is estimated that you have already put more than $ 500 million in your safe. Money from her activities as a singer, songwriter, music producer, dancer, actress, model, stylist, television producer, choreographer, and businesswoman has also made her the most influential Hispanic artist in the US, according to another magazine, People in Español.
Jennifer was born in New York and grew up in Castle Hill, Texas. But he returned to his homeland by the end of his teens. Has two more sisters, Lynda and Leslie.
 At age 19, she worked as a waitress and, with her income, paid for theater, singing and dance classes. In studies, she entered a law school, but only attended her for a semester. She also worked as a legal office secretary. On weekends, to earn money and pay for dance lessons, she performed at nightclubs in New York Manhattan.
Jaqueta Prada; camiseta Kalvin Klein e
colar David Yurman 

Early career in the public eye, Jennifer Lopez - J.Lo (pronounced Djei Lou) to her closest friends - began dancing for the humorous television series In Living Color. At the time, she landed a small edge in the movie "My Little Girl" in 1987.
Then came several rap clips and being a supporting dancer for New Kids on the Block. Her first considerable work was dancing in 1990's humorous TV series "Fly Girl," in 1990. Soon after, she became a supporting dancer for Janet Jackson, Michael's sister.
 In film, J-Lo began in 1997 and was awarded for performances in Selena (1997); Out of Sight (1998) and Angel Eyes (2001). Later, he acted in A Cela (2000); The Wedding Planner (2001); Maid in Manhattan (2002) and Shall We Dance? - In Brazil (2004) was Dance with Me ?, his biggest success and that raised US $ 112,238,000 around the world.
In sentimental life, Jennifer Lopez accumulates four marriages. The first in 1997, with her first boyfriend and waiter Ojani Noa, who left her in 1998, accusing her of infidelity. In 2001, she married dancer Chris Judd, who left in 2003, this time being the accuser for infidelity. In 2004, came the third marriage, with singer Marc Anthony. 
JaquetaAlexander Wang; camiseta
Kalvin Klein e colar David Yurman
They had a couple of twins - Maximilian David Lopez Muñiz and Emme Maribel Lopez Muñiz - and were together until 2014, when they separated due to religious problems.
 Jennifer wanted to enroll the boys in a scientologist school, but Marc Anthony wouldn't allow it. In 2018, she got engaged to baseball player Alex Rodriguez and moved in together.
The photos you see are from an essay that J-Lo did for GQ N 15 magazine, dated June 2012. Here are the thanks from Kike, (non-commercial blog, only for cultural and history) for the reproduction. . Thanks!
The
 Em 2018, ela ficou noiva do jogador de beisebol Alex Rodriguez e passaram a morar juntos. As fotos que você vê são de um ensaio que J-Lo fez para a revista GQ N 15, datada de junho de 2012. Ficam aqui o os agradecimentos do Kike, (blog não comercial, só de divulgação cultural e de História) pela reprodução. Valeu! 
                                          
                                        

sábado, 21 de setembro de 2019

HISTORI & LENDAS DA COLINA - CÉSAR

Além do baiano José Roberto Gama de Oliveira, o Bebeto, na década 1980, o Vasco quase tirou um outro astro do Flamengo: o centroavante César Augusto da Silva Lemos, que terminou sendo um dos maiores ídolos da torcida do Palmeiras.
 O Almirante propôs NCr$ 350 mil novos cruzeiros (moeda da época) em prestações a longo prazo. Imediatamente, os palmeirenses ofereceram menos, mas colocando no negócio o centroavante Servílio e o ponta-esquerda Rinaldo, que haviam passado pela Seleção Brasileira. O Fla não topou. Agradava-lhe trocar César por Ney Oliveira, mas, aí, foi o Vasco que não topou. 
Bola pra lá, bola pra cá, o Verdão ofereceu 300 mil e mais o passe de um atleta. Como teria que pagar 39 mil a César, pelos 15% relativos ao valor do passe, os rubro-negros ficariam com 261 mil. Então, o Palmeiras ofereceu 200 mil a vistas e mais um jogador a ser escolhido pelo parceiro. Negócio fechado.
 Como o Vasco não fez contraproposta, perdeu um grande goleador que tiraria do cofre de São Januário mais 450 mil de luvas e 500 mil mensais (além dos direitos de transferência). Talvez, os vascaínos tivessem que pagar as prestações devidas pelo jogador, da compra de um Aero Willis Itamaraty, o que assumiram os paulistanos.
 Dono de 1m75cm de altura e pesando 70 quilos, em 1968, César tinha o biotipo dos grandes centroavantes cruzmaltinos. Era cria do Canto do Rio (nascera em Niterói, em 17.05.1946), clube do qual a “Turma da Colina” tirara um dos seus maiores xerifões, Ely do Amparo. O “matador” chegara ao maior rival  como infanto-juvenil e assinara o primeiro contrato (de gaveta), em 1963, ganhando a pequena mensalidade de 4 mil novos cruzeiros.  

O VENENO DO ESCORPIÃO - O OUTRO LADO DA PAUTA DE UM REPÓRTER EM BRASÍLIA

Ministério da Justiça, onde encontrava-se seres humanos parecendo chaminés 
No dia 19 de agosto de 1999, sendo repórter da Rádio Nacional de Brasília, fui pautado para cobrir reunião do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoas Humana, órgão do Ministério da Justiça. 
Na mesma pauta, havia, ainda, a posse do novo Secretário Nacional de Segurança Pública, do qual não lembro mais do nome.
Jamais me senti tão mal, como naquele ambiente, cercado por velhos carecas, com pele parecendo pele amassado e não parando de  tossir. 
Nada tenho contra os velhos, pois até pretendo ser de sua turma, futuramente. Só que estes deveriam, após os 65 de idade, proponho, abrir espaços para os jovens no mercado de trabalho em órgãos públicos.
 Durante aquela pauta, não vi um jovem pelo recinto. O mais antipático, porém, era a puxação de saco. Agentes de segurança babaricavam delegados de polícia; advogados faziam gracinhas para conselheiros; estes para o ministro e, por ali, rolavam as ridiculices. 
 Antes de fazer a cobertura jornalística de órgãos governamentais, eu havia passado pela reportagem esportiva. Convivia com atletas saudáveis, sem o hábito do fumo e a consequente tosse mais desagradável ainda.
 Saí do Ministério da Justiça deprimido pela babação de ovo, em cima dos superiores, da parte dos protagonistas do evento, bem como pela audição da linguagem policialesca e do juridiquês que só pendia para o lado da punição.
 Aquela, realmente, não era a minha praia. Fiquei com o astral mais pra baixo do que o buraco mais pra baixo do mais profundo abismo.   
Parque Nacional da Água Mineral, em Brasília, uma graça da natureza

Por volta das 15 horas, encerradas as minhas tarefas na Rádio Nacional, segui para o Jornal de Brasília, onde eu trabalhava, também.
 Só de ler a minha pauta, viver a natureza no Parque Nacional da Água Mineral, já me senti melhor. Iria cobrir o lançamento de projeto do governo distrital, oferecendo natação para mulheres grávidas. 
 Coincidentemente, o time do Gama estava no local, fazendo trabalhos de recuperação física em piscina. Aproveitei e fiz duas matérias. Vendo jovens fortes, saudáveis, correndo, saltando, longe de fumaça de cigarros e de tosses infindáveis, recuperei o meu astral, com a colaboração, também, de simpáticas gordinhas à espera de mais um brasileirinho.
 Com eles e com elas, consegui respostas para todas as minhas perguntas. Diferente do que eu vivera pela manhã, quando indagara ao ministro da Justiça – acho que era José Dias – sobre a absolvição de comandantes militares acusados de participação no Chacina de Carajás – matança de trabalhadores no Pará – e ele se negara a responder à rádio do Governo, alegando que o exercício do cargo e a sua ética profissional – era advogado – não lhe permitiam comentar decisões da Justiça.
Se o ministro da Justiça não podia comentar decisões da Justiça sobre fato que deixara o país e o planeta perplexos, quem poderia?
- Nem como cidadão, o senhor pode comentar? – indaguei.
- Eu não divido ao meio – respondeu.
Hora depois, os jogadores do Gama não tiveram nenhuma vergonha de explicar os muitos erros cometidos na partida da véspera, contra o Santos, quando fizeram muitos torcedores sair de casa, voltar quase à meia-noite, gastar dinheiro indo ao estádio e ver 0 x 0 no placar. Abriram os seus deméritos para quem pagou para ter decepção.                   
 Ainda bem que ministro não lota estádio!

sexta-feira, 20 de setembro de 2019

PAIXÃO DO DIA DA COLINA - GUERREIRA

Por e-mail ao www.paixaovascao, o Kike indagou o nome do artista que produz estes belos "cartoons", pois quer revela-lo aos seus mais 500 mil  "kikenautas" e, também, fazer uma entrevista com ele. Aguarda resposta.
 Enquanto isso, admire mais um belíssimo trabalho dele, uma guerreira cruzmaltina, exibindo o glorioso brasão da Colina. Criando-se um ambiente fictício nos tempos das Cruzadas, ela poderia ter sido uma Templária, ordem que usava a Cruz de Cristo.

Kike sent an e-mail to www.paixaovascao, in order to know the name of the artist who produces these beautiful "cartoons", because he wants to reveal it to the "kikenautas", which are already more than 300 thousand. And, also, make an interview with him. Waiting for the answer. Meanwhile, admire one more beautiful work of him, a warrior cruzmaltina, displaying the glorious coat of the Hill. By creating a fictitious environment at the time of the Crusades, it could have been a Templar, an order that used the Cross of Christ.

THIS IS KIKE BALL AND VASCO DA GAMA

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

BELÍSSIMA MUSA DO DA DA COLINA - TÁTA

Deus, Buda, Alá, Zeus, seja lá que deus tenha sido, criou este monumento que o  www.musicadogol (onde o Kike viu) presenteia os seus internautas com a beleza de Thaís Menezes, modelo que encanta por onde passa. Inteligente, trabalhadora, ela é uma das grandes representantes da beleza da mulher brasileira, que inveja as estrangeiras. Tahis pinga em seus olhos, como um colírio, porque hoje é sábado. Como dizia Vinícius: "Que me perdoe as feias, mas beleza é fundamental". Vendo Tahís, vê-se porque o poeta é poeta. Confere? 
God, Buddha, Allah, Zeus, whatever god it was, created this monument, and www.musicadogol (where Kike viuj) presents its netizens with the beauty of Thais Menezes, a model that enchants wherever it goes. Intelligent, hardworking, she is one of the great representatives of the beauty of Brazilian women, who envy foreign women. Tahis drips in his eyes, like an eye drop, because today is Saturday. As Vinicijos said: "May the ugly one forgive me, but beauty is fundamental." Seeing Tahis, the poet is entirely right. Does it?

HISTORI & LENDAS DA COLINA - PRIMEIRÃO

1 - Vasco e Ponte Preta usam uniformes quase idênticos. E disputam a primazia da invenção da faixa em diagonal na camisa. Os ponte-pretanos juram que foram imitados, enquanto os vascaínos alegam que já a usavam desde as suas primeiras regatas, além de dizerem que seria pouco provável um clube da capital brasileira de então, o Rio de Janeiro, imitar agremiações do interior do país.

2 - Disputava-se a Copa dos Campeões-1982 e o "Almirante" fizera de tudo para ser engolido pelo "Peixe". Caso do gol contra marcado pelo seu zagueiro Nei, abrindo a conta. Mas Roberto Dinamite dinamitou o rival e virou a história, deixando a rapaziada a um ponto da ponta do seu grupo. O duelo do  "Bacalhau" contra o "Peixe" teve 1.630 testemunhas e o "Delegado" Antônio Lopes armando assim a sua patota: Mazaropi; Galvão, Nei, Ivan e João Luís (Gilberto); Serginho (Da Costa), Ernani e Cláudio Adão; Catinha, Roberto Dinamite e Marquinho. 

 3 - A "Revista do Esporte" trazia seções como "Meu gol mais bonito"; "Minha maior defesa"; "Meu segundo clube"; "O maior craque que vi jogar", coisas assim. Na edição de Nº 80, que chegou às bancas em 17 de setembro de 1960, lá estava o "Rei do Futebol", Pelé, dizendo que o Vasco da Gama era o segundo clube do seu coração. O primeiro, evidentemente, era o Santos, onde começara a carreira profissional e construía a sua história.

4 - Dizia o texto: "Desde garoto, sempre fui renitente torcedor vascaíno. Vibrava com as suas vitórias e sofria nas derrotas...Em 1957, tive a honra de vestir a camisa cruzmaltina (foto), pois fui emprestado pelo Santos (durante o Torneio Internacional do Morumbi) ao Vasco, para um combinado que os dois fizeram. Posso garantir que adorei a camisa vascaína. Digo mesmo: se algum dia tivesse que sair do Santos e permanecer no Brasil, daria preferência pelo quadro da Cruz de Malta".

5 - Em 1986,  Romário ainda era uma promessa. O Vasco levou-o par a Taça Cidade de Juiz de Fora-MG e o danadinho mandou duas bolas no filó dos 4 x 1 Tupi, que tivera por grafia pioneira Tupy Foot-Baal Club. Com aquilo, a rapaziada vascaína seguiu invicta na cidade diante daquele adversário mineiro. Em 10 amistosos e esta carregada de caneco,  o "Almirante" somava  sete vitórias e quatro  empates. Antônio Lopes era o treinador que escalou:  Paulo Sérgio; Paulo Roberto, Donato (Morôni), Fernando e Paulo César; Vítor, Geovani, e Mazinho (Santos); Mauricinho, Roberto Dinamite e Romário.

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

TRAGÉDIAS DA COLINA - SALOMÉ NA COLINA

O começo da temporada-1972 não fora nada animadora para os vascaínos. Em sete amistosos, foram cinco derrotas e duas vitórias, uma delas para a fraca seleção do Zaire.
Pelas próximas cinco partidas, já valendo pelo Campeonato Carioca, a rapaziada só venceu – Madureira, Bangu, Olaria e Portuguesa-RJ – times bem mais fracos, por 1 x 0. E ficou no 0 x 0 com Fluminense e América, além de levar uma chinelada (0 x 3) do Botafogo. Quem era o culpado? Claro! O treinador – foram livradas as caras de Tião, Moisés, Miguel, Paulo César, Eberval, Suingue, Alcir, Luís Carlos Lemos, Ferreti (autor do gol) , Roberto Dinamite e Marco Antônio.
O Vasco daqueles inícios de temporada estava entregue a Zizinho, em sua segunda passagem pela Colina. No dia 9 de setembro, fazendo mais uma franca apresentação penou para ficar no 1 x 1 São Cristóvão, em São Januário.
Empatar com uma zebra que não pastava na Colina, frequentemente, era até perdoável. Mas passar quase uma hora (54 minutos) correndo atrás do empate e levar olé do São Cristóvão,  era demais, passava da conta da paciência. A torcida, então, deu uma de Salomé e pediu a cabeça do treinador na bandeja – sobrou, também, para o presidente do clube.   
OBS: o episódio bíblico conta que Salomé pediu, ao chefão da paróquia, a cabeça de João Batista, em uma bandeja, para ele babar, vendo a sua estonteante figura requebrar pelo recinto. O carinha achou o negócio de bom tamanho e fechou com ela, no ato. Moral da história: Salomé pediu, mas quem dançou foi Zizinho. 

FUXICOS DA COLINA - CARTOLARADAS-1

A maricota rolava, há 23 minutos, pelo green da Colina quando, de repente, um alambrado caiu, a bagunça deixou 168 pessoas feridas e o rebu tocou para mais de 30 mil almas que conferiam a final do Campeonato Brasileiro – daquela vez, batizado por Copa João Havelange -, entre Vasco da Gama e o surpreendente paulista São Caetano-SP.
 Faltavam dois dias para o final do Século 20 e a pugna vinha sendo transmitida, pela TV Globo, para 17 milhões de brasucas e gente de outros 26 países. Rápido, apareceu na telinha helicópteros voando sobre  as quatro linhas do gramado e ambulância circulando por onde era a bola que deveria rolar. Pra completar, o presidente vascaíno Eurico Miranda invadiu o pedaço e apareceu mais do que todos os artistas, expulsando da cena quem estivesse por ali, para recomeçar a partida.
 Era impossível. Não havia clima. Tanto que o governador do Estado do
Rio de Janeiro, Anthony Garotinho, mandou fechar o circo, no que Eurico Miranda o chamou de “incompetente e frouxo”.
Governador xingado – e prometendo processar Eurico -, pintou abertura para os políticos aparecerem. O senador, Antônio Carlos Magalhães, presidente do Senado, classificou Eurico por ‘louco, desvairado”, e defendeu a quebra de sua imunidade parlamentar.
 Um outro senador, Álvaro Dias, presidindo Comissão Parlamentar de Inquérito-CPI que anunciava levantar bandalheiras no futebol brasileiro,  acusou Eurico de comportamento “criminoso” e defendeu castigo para o vascaíno. De sua parte, Eurico o acusou de ter
”um grave problema sexual”.           
 Enquanto isso, o presidente das Câmara, deputado Michel Temer (futuro presidente da República, devido ao impeachment da presidente Dilma Roussef, quando ele era o vice), enviou à Corregedoria queixa da CPI contra Eurico, acusando-o por quebra de decoro parlamentar. E mandou dizer que, se houvesse pedido de quebra de imunidade parlamentar, imediatamente, o processaria.
 Para Eurico Miranda ser processado, o Supremo Tribunal Federal deveria pedir autorização e a Câmara dos Deputados concedê-la. No lance: nesse jogo, o corporativismo sempre foi ativo. Mais? A  Bancada da Bola – deputados oriundos do futebol -  fechou com o cartola vascaíno,sem falar que os donos do poder na Casa não poderiam dispensar os votos dos deputados do Partido Progressistas Brasileiro-PPB, a legenda de Eurico.
Resultado: CPI do Futebol, ameaças de quebra de imunidade parlamentar e de processos, queixas à PM-RJ, contra o Vasco da Gama, por parte de torcedores pagantes naquela tarde do 30 de dezembro de 1999, nada disso funcionou. Após o Vasco a Gama a cartolagem vascaína  brigar muito na Justiça Comum e o clube ficar presidido por seu antigo goleador Roberto Dinamite – 2008 a 2014 - , o cartolão Eurico Miranda, carioca nascido em 7 de junho de 1944, voltou e mandou no clube até o seu último dia de vida – 12 de março de 2019.