Vasco

Vasco

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

ADMIRÁVEL ALMIRANTE - 11

"Eu tinha uns 5 pra 6 anos de idade, por aí, quando o meu pai me levou para assistir Vasco x Taguatinga. Me lembro que passamos pelo Hotel Kingston, onde o time vascaíno estava hospedado, para pedir autógrafos aos jogadores. Naquele dia, vivi uma outra grande emoção. Estávamos na fila de entrada no estádio, quando aproximou-se de mim um garoto, dizendo que estava com fome, e pediu-me o sanduíche que eu comia. O meu pai mandou que eu lhe oferecesse a comida e comprou um outro para mim. Eu era um garoto do Lago Norte e foi ali que fiquei conhecendo a pobreza. Quanto ao jogo, o Vasco venceu, por 1 x 0, com o Roberto Dinamite marcando o gol, de joelho. Não esqueço. O Antônio Lopes era o treinador e, naquele dia, o meu pai informou ao artilheiro que ele havia sido convocado para a Copa do Mundo da Espanha. Mas ele já ficara sabendo, antes, no estádio. O Vasco, também, já havia sido comunicado pela CBF, que dispensara Careca, contundido e sem tempo para recuperar-se e jogar o Mundial. 
Quanto à minha maior emoção vascaína, seguramente, foi naquele gol do Cocada, em que o Vasco venceu o Flamengo, também por 1 x 0, e ficou campeão estadual. Eu já estava com 12 anos de idade. Eles tinham um grande time, com Aldair, Edinho, Andrade, Renato Gaúcho, Zinho, Bebeto, Leonardo, mas não deu pra segurar o "Almirante". No dia seguinte, o meu pai comprou todas as cocadas que encontrou com os vendedores ambulantes da Esplanada dos Ministérios e distribuiu para os amigos. Eu levei várias para os colegas de escola". Abelardo Mendes Júnior - jornalista do Ministério do Esporte.
Um gol e convocação para a
convocado para Copa do Mundo

KIKE NO LANCE -  Vasco 1 x 0 Taguatinga foi na tarde da quinta-feira 10 de junho de 1982, no estádio Serejão, em Taguatinga-DF, com arbitragem de Edson Rezende e renda de Cr$ 5 milhões, 163 mil cruzeiros. O gol de Roberto Dinamite saiu aos 42 minutos do segundo tempo e o time vascaíno alinhou: Mazaropi; Serginho, Ivan, Ney (Rondinelli) e Gilberto; Ernâni, Dudu e Cláudio Adão; Katinha, Roberto Dinamite e Jerson (Renato Sá).

Vasco 1 x 0 Flamengo foi na noite da quarta-feira 22 de junho de 1988, no Maracanã, apitado por Aloísio Viug, na presença de 31.816 pagantes. Sebastião Lazaroni era o treinador cruzmaltino e, perto do final da partida, tirou o atacante Vivinho e mandou o lateral-direito Cocada para o jogo. Este, na primeira bola que pegou, soltou um foguete e acertou a rede. Depois, correu pra o banco dos reserva rubro-negros e foi insultar o treinador Carlinhos Nunes, que o havia dispensado da Gávea. Gerou um tremendo rebu e ele foi expulso de campo, ficando campeão com apenas um toque na bola. O time do dia teve: Acácio; Paulo Roberto Gaúcho, Fernando, Donato e Mazinho; Zé do Carmo, Henrique, Geovani e Bismarck; Vivinho (Cocada) e Romário. (Foto reproduzida de álbum de figurinhas do entrevistado). Agradecimento

BELAS NA ESPORTIVA - MÁRCIA E INGEBORG

Elas são Márcia Guterrez e Ingeborg Ericke. Campeãs brasileiras juvenil de vôlei, pela seleção do Rio de Janeiro, esbanjavam beleza e muita enregia nas quadras. A primeira, antes de ser voleira, experimentara a natação e o ciclismo. Nos Jogos da Primavera, batera o recorde  dos 1.500 metros. Com o apoio dos pais alemães,  mandava ver no voleibol, há três anos, defendendo o Flamengo. Márcia, também, fora fera nas piscinas. Inclusive, campeã brasileira nos 100 metros nado crowl, cravando 1`55seg. A ferinha defendia o Fluminense, o que significava, junto com Ingeborg, um Fla-Flu de vôlei no escrete da então capital brasileira.

  Theyre Marcia Guterres and Ingeborg ErickeBrazilian youth volleyball champions, the selection of Rio de Janeirobeauty and lavished much enegy the courtsFirstbefore voleiraexperienced cycling and swimmingGames in the springknocked the record of 1500 metersWith the support of German parents, sent to see the volleyball, three years agodefedendo Flamengo. Marcia also out beast in the poolsEven Brazilian champion in the 100 meters crowl swimming, digging 1`55segThe ferinha defended Fluminense, which meant, along with Ingeborg a Fla-Flu Volleyball on escrete then the Brazilian capital.

ADMIRÁVEL ALMIRANTE - 10

 "Minha primeira vez num estádio, não lembro. Como o meu pai disse que eu tinha seis anos, o  jogo deve ter sido em 1976, embora não me recorde qual foi. A minha primeira lembrança é da semifinal do Brasileiro de 1978, contra o forte Guarani-SP. Não sabia que o time paulista havia vencido em Campinas, por 2 x 0 (estava começando a me familiarizar com o futebol), o que tornou quase impossível reverter no Maracanã, mas, mesmo assim, 101.541 esperançosos torcedores, incluindo eu e meu pai, fomos ao velho Maraca.
Roberto, após um período no Barcleona,
 voltou ao Vasco em 1980
Eu ficava impressionado com o tamanho do goleiro bugrino Neneca, alto e forte. O que me chamava atenção era onde a bola ia quando ele batia o tiro de meta. Subia muito, perto dos refletores do estádio. Lembro dos gols do Zenon, principalmente o de falta (se não me engano, foi o segundo). Como o Maracanã naquela época enchia o meu pai tinha o hábito de ir embora faltando uns quatro, cinco minutos antes, para evitar o tumulto da saída, afinal de contas, eu tinha oito anos e meu pai, cuidadoso, se preocupava com o filho pequeno. Quando estávamos saindo, o Dirceuzinho diminuiu (aos 37 minutos do segundo). Lembro que voltamos correndo para ver se o Vasco empatava. Mas não deu. Aquele gol, vimos depois no Fantástico. Pelo menos, perdemos para um time que seria o campeão brasileiro.
Outra lembrança traumática é do mesmo 1978, no dia do meu aniversário. Decidia-se o segundo turno do Carioca e o Rondinelli fez o gol, de cabeça. Não preciso dizer que "ganhei" um belo presente de aniversário de 9 anos.  Àquele jogo eu não fui, pois estava festejando com a minha mãe. Mas lembro do auê que foi. Imagine, Flamengo campeão, em cima do Vasco e com gol no final.
Como vê, era para ser um vascaíno traumatizado, Mas meu time me deu muitas alegrias, vi muitos títulos (Carioca, Taça GB, Brasileiro, Rio-São Paulo, tudo no estádio, viradas, , como a volta do Roberto (1980) contra o Corinthains; 7 x 0 sobre o Botafogo, em 2001;  gol do Tita (1987); do Cocada (1988), tantos, que ficaria horas recordando. Mas, onde tudo começou foi lá em 1978, com aquelas duas "alegrias". Gustavo Côrtes - Rio de Janeiro.
 
KIKE NO LANCE - Vasco 1 x 2  Guarani de Campinas foi no domingo 6 de agosto de 1978, no Maracanã, com 101.541 pagantes e renda de Cr$  4.176.615 . O mineiro Maurílio José Santiago apitou e os gols foram marcados por Zenon (2) e Dirceu Guimarães. Treinado por Orlando Fantoni, o time vascaíno teve: Mazaropi; Orlando "Lelé", Geraldo, Gaúcho e Marco Antônio; Helinho, Zanatta (Wilsinho) e Guina; Ramon Prnambucano, Roberto Dinamite e Paulinho 

O VASCO NOSSO DE CADA DIAS - 29.02

O Vasco rolou a bola em três ocasiões bissextas: 1948/1984/2012. O clube já usou todas datas do calendário, exceto a 24 de dezembro, desde 21 de agosto de agosto de 1898. Confira  os três jogos  "bissextões":  

VASCO 1 X 0 EMELEC foi em um domingo, pelo Campeonato Sul-Americano de Clubes Campeões, no Chile.  Com público de 38.500 presentes e gol de Ismael,  depois de venceremos equatorianos, duas rodadas depois, a rapaziada conquistaria o título, o primeiro de um clube brasileiro no exterior. Barbosa, Augusto e Rafangnelli; Ely, Danilo e Jorge;  Djalma, Maneca (Dimas), Friaça, Lelé (Ismael) e Chico (Nestor) foi a rapaziada escalada pelo treinador  Flávio Costa para bater a equipe do Equador.
OBS: este jogo aparece em várias publicações como tendo sido disputado no dia 28 de fevereiro, mas o tempo chuvoso e falta de luz natural levaram-no para o dia seguinte. O problema acarretou, ainda, a mudança de outros compromissos vascaínos. Assim, Vasco x River Plate, que seria em 3 de março, ficou para o dia 7, e Vasco x Colo-Colo, marcado para esta data, passou para 14 de março.

VASCO 1 X 2 FORTALEZA -  A noite da quarta-feira 29 de fevereiro de 1984 tinha o "Almirante" no Estádio Castelão, na capital do Ceará. Jogou pela primeira fase do Campeonato Brasileiro, assistida por 22.074 torcedores, que pagaram Cr$ 16 milhões,798 mil e 600 antigos cruzeiros (moeda da época) e ouviram o apito do pernambucano Laerte Marquezini. Todos os gol saíram no primeiro tempo: Tangerina, aos 25; Luisinho, aos 29, e o vascaíno Marquinho, aos 44 minutos.
Alecsandro deixou o dele, abrindo o placar
O Vasco , treinado por Eduardo Antunes Coimbra, o Eduzinho, formou com: Roberto Costa; Edevaldo, Daniel González, Nenê e Aírton; Pires, Geovani e Arthurzinho; Jussiê, Roberto Dinamite e Marquinho. Perlo lado anfitrião o técnico Caiçara escalou: Sérgio Monte; Caetano, Pedro Basílio, Tadeu e Luisinho; Serginho, Vágner e Betinho; Valdir, Tangerina, Evilásio.

VASCO 2 X 2 BONSUCESSO - Passados 28 anos, treinada por Cristóvão Borges, treinador vice-campeão brasileiro-2011, a patota da Colina recebeu a visita do adversário rubro-anil durante a noite de 29 de fevereiro de 2012, valendo pela primeira rodada da Taça Rio. A bola rolou a partir das 19h30 deste 29 de fevereiro de 2012, em São Januário, neste terceiro jogo bissexto da rapaziada.
O Vasco chegou a abrir dois gols de frente, por intermédio de Alecsandro, aos dois minutos do primeiro tempo, e de Felipe, aos 13 do segundo. Mas bobeou no jogo assistido por 909 pagantes, que rendeu R$ 23.310,00 e foi apitado por Eduardo Cordeiro Guimarães-RJ. O Vasco "bissextou" com: Fernando Prass; Fagner, Renato Silva, Rodolfo e Thiago Feltri; Fellipe Bastos (Nílton), Eduardo Costa e Felipe (Diego Souza); Carlos Tenório (Juninho Pernambucano). Wiliam Barbio e Alecsandro. Desde 21 de agosto de 1898, quando foi fundado, o Club de Regatas Vasco da Gama usou todas as datas do calendário, exceto a de 24 de dezembro. Confira os três "bissextões
OBS: No primeiro tempo o Vasco usou a camisa preta e no segundo a branca. (Foto reproduzida de http://www.crvascodagama.com.br/) Agradecimentos.  

domingo, 28 de fevereiro de 2016

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - ALTHEA, 1ª ESTRELA NEGRA DO TÊNIS

 Ela foi o máximo no antigamente chamado “esporte branco”. Em 1956, venceu 16 dos 18 torneios disputados entre a Europa e a Ásia. Em 1957, o mais famoso torneio da modalidade, o de Wimbledon, na Inglaterra, quando proferiu a frase “até que enfim”, diante da raínha Elizabeth II, que entregava-lhe o troféu. Ela se referia ao fato de ter sido eliminada, nas quartas-de-final da mesma disputa, na temporada anterior.
 Norte-americana, Althea Gibson chegou ao tênis via o “paddle-tenis” (no Brasil, “baby-tênis), em uma rua de recreação de Nova York. Vendo-a com qualidades para ir longe, um supervisor de quadra presenteou-lhe com uma raquete de tênis. Aos 15 anos de idade, ela teve o primeiro professor. Aos 22, estreou no também famoso torneio de Forest Hills, só caindo, em jogo duríssimo, ante a campeã nacional Louise Brought, também da última disputa de Wimbledon.
Althea não pensou só nela após o sucesso chegar. Graduou-se em Educação Física e desenvolveu um projeto de ensinar tênis a crianças pobres em  uma quadra pública novaiorquina. A  sua simpatia era tão grande que não demorou para diretores cinematográficos lhe acenarem com propostas para ir às telas. E ela tornou-se, também, a primeira desportista negra a ser atriz.    
Nascida em 27 de  gosto de 1927, em Clarendon Country, na Carolina do Sul, Althea Gibson, de 1,80 cm de altura, viveu até 28 de setembro de 2003. Venceu, na série individual, todos os grandes torneios abertos do seu tempo –  França-1956; Austrália-1957; Wimbledon e Estados Unidos, ambos em 1957/1958. Em duplas, venceu os mesmos torneios dentro das mesmas temporadas citadas, com três vitórias seguidas em Londres.

She was the first black star in the formerly called "white sport" tennis. In 1956, he won 16 of 18 tournaments played between Europe and Asia. In 1957, he won the most famous tournament mode, the Wimbledon, England, when he uttered a phrase "at last" in front of Queen Elizabeth II, who gave him the trophy. She was referring to the fact that it was eliminated in the quarter-finals of the same dispute, the previous season.
 American, Althea Gibson came to tennis via the "paddle tennis" (in Brazil, "baby-tennis), in a street of New York recreation. Seeing her with qualities to go away, a court supervisor presented him with a tennis racket. At 15 years old, she was the first teacher. At 22, he debuted in the tournament also famous Forest Hills, only falling in very tough game, against the national champion Louise Brought also the last race of Wimbledon.
Althea did not think it only after the success comes. He graduated in Physical Education and developed a project to teach tennis to poor children in a New Yorker public court. His sympathy was so great that it took to film directors acenarem you proposed to go to the screen. And it became also the first black athlete to be an actress.
Born in like 27 1927 in Clarendon Country, South Carolina, Althea Gibson, of 1.80 cm, lived until September 28, 2003. He won in the individual series, all major open tournaments of your time - France-1956; Australia-1957; Wimbledon and the US, both in 1957/1958. In doubles, she won the same tournament in the same seasons cited with three straight wins in London.

O ADMIRÁVEL ALMIRANTE - 9

Brito e Fontana, dupla que
esteve no jogo
 
 “Eu não escondia que era torcedor do Vasco, mas era rigorosíssimo quando apitava jogos do clube, para demonstrar a minha lisura. Inclusive, a diretoria vascaína não gostava quando eu era escalado para as suas partidas, por achar que eu prejudicava o seu time.
Realmente, em lances sem perigo de nada, pelo meio do campo e pelas laterais, na dúvida, eu marcava a favor do adversário cruzmaltino.
 Certa vez, fui ao Rio Grande do Sul apitar  Vasco x Internacional, não me lembro mais se pela Taça Brasil, ou o Robertão. Marquei um pênalti contra os vascaínos, mas não me lembro do placar. No dia seguinte, cheguei atrasado ao aeroporto e fui um dos últimos a embarcar. Dentro do avião, deparei-me com o time do Vasco. Levei uma vaia da rapaziada.
 Quando passava pelos jogadores, o Fontana disse: ‘Você é um vascaíno que não ajuda a gente”. Então, dei uma de Armando Marques: senhor José de Anchieta Fontana. O lance foi pênalti indiscutível. E fui sentar na primeira cadeira vaga. Ao chegarmos ao Rio (de Janeiro), esperei o avião esvaziar para descer. Não queria levar outra vaia dos vascaínos” – José Mário Vinhas – ex-árbitro da antiga Federação Carioca de Futebol, residente, hoje, em Brasília. 

KIKE NO LANCE – O jogo foi em 18 de de setembro de 1968, pela Taça de Prata, como também chamava-se, na época, o Tornei Roberto Gomes Pedrosa, um dos embriões do Brasileirão. Era noite de quarta-feira e o Inter venceu, por 2 x 1, com o tento cruzmaltino marcado por Valfrido “Espanador da Lua”, um centroavante muito alto. Paulinho de Almeida, ex-lateral vascaíno das décadas-1950/1960, estava como treinador e escalou: Pedro Paulo; Ferreia, Brito, Fontana e Eberval; Benetti e Buglê; Nado, Nei Oliveira (Adílson Albuquerque),Valfrido e Silvinho.      

VASCO DA GAMA 1 X 1 BOTAFOGO

O jogo valeu pela sétima rodada do Campeonato Estadual-RJ e foi disputado em São Januário. Riascos marcou o tento cruzmaltino, totalizando já seis na competição. Com o resultado, o "Almirante" foi aos 17 pontos e segue líder isolado do Grupo A. O próximo desafio será o Bonsucesso, dia 6, em local ainda a ser confirmado.
O lance do gol vascaíno surgiu aos 15 minutos. Eder Luis, que havia entrado em lugar de Julio dos Santos, foi lançado, pela direita do ataque, pelo zagueiro Luan. Éder invadiu a área alvinegra, venceu Diogo e esticou o passe para Riascos, que só teve o trabalho de mandar a pelota à rede. 
FICHA TÉCNICA -28.02.2016  (domingo) -  Vasco 1 x 1 Botafogo. Estádio: São JanuárioRJH.
Público presente: 8.869. Pagantes: 7.921. Renda: R$ 291.570,00. Juiz: Mauricio Machado Coelho Junior. Gols: Riascos, aos 15, e Emerson, aos 41 min do 2º tempo. VASCO: Martín Silva; Madson, Luan, Rodrigo e Julio César; Marcelo Mattos (Bruno Gallo), Julio dos Santos (Eder Luis), Andrezinho e Nenê; Jorge Henrique e Riascos (Thalles). Técnico: Jorginho Amorim. Botafogo: Jefferson, Luis Ricardo, Carli, Emerson, Diogo Barbosa; Airton, Rodrigo Lindoso (Lizio), Bruno Silva e Gegê (Salgueiro); Ribamar e Luís Henrique (Neilton). Técnico: Ricardo Gomes.

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 28.02

O Vasco bateu de mais e de menos na data 28 de fevereiro. Fast Clube-AM, América-RJ, Friburguense, Fluminense e Santos foram as vítimas. Contra este último, em 1999, o Vasco começou a decidir  o título do Torneio Rio-São Paulo,  que a  “Tuma da  Colina” já havia papado, em 1958 e em 1966, neste último ano dividido com o próprio "Peixe", além de Botafogo e Corinthians, por falta de datas para um triangular decisivo, já que a então Confederação Brasileira de Desportos precisava iniciar os treinos do time canarinho que iria à Copa do Mundo de 1966, na Inglaterra.  Diante do Flu, em um sábado, no Maracanã, o jogo foi amistoso, com Zandonaide marcando os dois tentos para o time então dirigido por Zagallo. Vamos ver o que aconteceu:

VASCO 6 X 0 FAST - Este "pancadaço" sobre o time manauara é o maior placar vascaíno na data. Rolou em 2007, em uma quarta-feira, em São Januário, pela Copa do Brasil. Os amazonenses tentaram se segurar no primeiro tempo, mas foram foi buscar a bola no filó aos 43 minutos, quando o baixinho Romário se invocou.  Na volta do intervalo, porém, não teve jeito. Wagner Diniz, aos 14; Leandro Amaral, aos 21; Romário, de novo, aos 31; Leandro Amaral, aos 35, e Renato, aos 37 minutos, completaram o serviço apitado por Rogério Pereira da Costa-MG e conferido por 836 testemunhas. Renato “Gaúcho” Portaluppi era o treinador vascaíno e estas a sua turma: Cássio; Wagner Diniz (André Dias), Dudar, Fábio Braz e Diego (Macelinho); Amaral, Roberto Lopes, Conca e Morais (Renato); Leandro Amaral e Romário.

 VASCO 3 x 1 SANTOS rolou em um domingo, no Maracanã, com apito de Paulo César Oliveira-SP, trilado apara 94.500 almas, qu viram Mauro Galvão abrir o placar, aos 15 minutos do primeiro tempo – no segundo, Juninho Pernambucano, aos 20, e Zezinho, aos 26 acabaram de enfiar o arpão no "Peixe", por determinação do “Delegado”  Antônio Lopes. A turma da isca foi: Carlos Germano; Zé Maria, Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Nasa, Paulo Miranda (Alex), Juninho e Ramon (Alex); Donizete e Luizão.

VASCO 3 X 1 AMÉRICA, em 1982, teve mais gente, em um domingo de Maracanã festivo: 47.164 pagantes. O zagueiro Rondinelli, aos 28, e Dudu, aos 31 minutos do primeiro tempo, começaram a tocar fogo no "Diabo". Aos 27 do segundo, Roberto acabou de dinamitar a fera rubra. Antônio Lopes continuava no comando do time, que endiabrou-se por causa de: Mazaropi; Rosemiro, Rondinelli, Ivan e Pedrinho; Dudu (Da Costa), Marquinho e Serginho; Wilsinho, Cláudio Adão e Roberto Dinamite.

VASCO 3 X 0 FRIBURGUENSE, em 1988, o 28 de fevereiro caiu, também, em um domingo. E o Vasco foi para o Estádio Eduardo Guinle, valendo pela Taça Guanabara. Sob  o testemunho de 7.296 torcedores, que sentavam-se se levantavam-se das arquibancadas sempre que  Aloísio Viug autorizava novas saídas de jogo -  Romário, aos 26 e aos 43 minutos do primeiro tempo, e aos 44 da etapa final, patrocinou o "mexa-se" da galera. 

Por aquela época, o comandante da rapaziada era Sebastião Lazaroni, que ouriçou esta moçada: Acácio; Cocada, Célio Silva, Fernando e Lira; Zé do Carmo, Geovani e Dirceu; Vivinho (Mauricinho), Romário e Bismarck (Josenilton).  Quatro anos depois, o Friburguense voltou a apanhar do Vasco, mas, por apenas 1 x 0, em São Januário, pela sétima rodada da Taça GB, com Souza comparecendo à caçapa.

sábado, 27 de fevereiro de 2016

BELAS DA MANCHETE ESPORTIVA - NOELZA

            
Filha do papai Noel e da mamãe Elza – nascida três meses antes do Natal, em 13 de setembro de 1939 – , só poderia ser Noelza. Mais precisamente, Noelza Abreu Guimarães.
Trazida, pela cegonha, para povoar o território do RJ, a menina veio ao planeta para ser uma multiatleta. Que o diga que a viu em ação durante os Jogos Colegiais, Intercolegiais e da Primavera.  
 Por ter caído em uma piscina e passado apuros, quando garotinha, Noelza resolveu sair no braço com as águas. Tornou-se uma nadadora versátil do Colégio Andrews e traduziu isso em boas colocações nas disputas esportivas estudantis. De quebra, Noelza representou a escola, também, em vôlei e corridas, levando medalhas pra casa. Só não emplacou mesmo quando decidiu tornar-se uma menina maravilha, também, no hipismo. A dona Elza achou o esporte muito perigoso, vendo-a colocar o cavalo para saltar obstáculos, e pediu-lhe que mudasse de ideia. Então, abandonou aquele seu “charme louco de montar”, como classificou o repórter Ronaldo Boscoli, pelo Nº  29 da “Manchete Esportiva” de 9 de junho de 1956.
Na época em que foi clicada por Jankiel Gongarowski, a imparável Noelza estava aprendendo os segredos da ginástica rítmica desportiva. Naquele ritmo, só parava para devorar um sorvete de creme. Da cor de sua pele morena!  
 
Daughter of father Noel and the mother Elza - born three months before Christmas, on september 13, 1939 - could only be Noelza . More precisely, Noelza Abreu Guimarães. Brought by the stork, to populate the territory of  Rio de Janeiro, the girl came to the planet to be a multiatleta . What say you saw her in action during the Collegiate Games, intercollegiate and spring .
 She fell into a pool and trouble past when little girl, Noelza decided to leave the arm with the waters. Became a versatile swimmer Andrews College and translated that into good placements in the student sporting contests. Break represented the school, also in volleyball and races, taking home medals. Not only spawned even when decided to also become a wonder girl in equestrian. Elza found the owner very dangerous sport, saw her put the horse to jump hurdles, and asked her to change his mind. So he abandoned his "crazy charm to assemble" as the reporter Ronaldo Boscoli , by Nº. 29 of "Manhete Esportiva" of june 9, 1956 .At the time that was clicked by Jankiel Gongarowski, the unstoppable Noelza was learning the secrets of rhythmic gymnastics. At that pace, only stopping to devour a vanilla ice cream. The color of your dark skin.

O ADMIRÁVEL ALMIRANTE - 8


Paulinho de Almeida, em foto
 reproduzida da Revista do Esporte
   Vasco da Gama x Fluminense é uma história iniciada em 20 de maio de 1923, com vitória cruzmaltina, por 1 x 0, e gol marcado por Arlindo. O clássico criou muitas emoções vividas por cartolas, treinadores e atletas. O ex-presidente Antônio Calçada, por exemplo, guarda duas lembranças distintas. “Como torcedor, o maior prélio que assisti foi uma derrota nossa, em 1952, por 1 x 0. Como diretor, destaco os 3 x 2 de 1952. Foi um dos jogos que mais me emocionaram. Perdíamos, por 0 x 2, mas, no segundo tempo, fomos recupera-los e conquistamos o gol da vitória”, contou ele à revista carioca Manchete Esportiva Nº  53, de 24 de novembro de 1956.
Pela mesma edição, o lateral Paulinho de Almeida elegeu também este como o seu maior jogo contra os tricolores. Para ele, foi “luta de leões...um jogão, não restam dúvidas”, considerou.  

KIKE NO LANCE – 1 - Vasco 0 x 1 Fluminense, em 1952, foi em 20 de setembro, no Maracanã, apitado por Mário Vianna e com o gol tricolor no segundo tempo. Se Ademir Menezes não tivesse pedido um pênalti, o “Almirante” teria sido campeão carioca invicto naquela temporada constante de 20 prélios, com mais 17 vitórias e dois empates, totalizando 49 tentos. Gentil Cardoso era o treinador e o time teve: Barbosa, Augusto e Haroldo; Ely, Danilo e Jorge; Edmur, Ademir, Maneca, Ipojucan e Chico.
 
2 – Vasco 3 x 2 Fluminense rolou em 26 de agosto de 1956, no Maracanã, com Alberto da Gama Malcher apitando e a grana rendendo Cr$ 1 milhão, 219 mil, 914 cruzeiros e 30 centavos. Pinga (2) e Livinho viraram o placar, no segundo tempo do clássico que fez parte da campanha do título da temporada. Martim Francisco era o treinador e, em 22 partidas, venceu 16, empatou quatro e tropeçou em duas, com a rapaziada totalizando 58 gols. O time do dia alinhou: Carlos Alberto Cavalheiro, Paulinho de Almeida e Bellini; Laerte, Orlando e Coronel; Sabará, Livinho, Vavá, Válter Marciano e Pinga.   
Alfredo fotografado
por Espore Ilustrado
A Manchete Esportiva ouviu ainda o coringa Alfredo dos Santos, o Alfredo II,  sobre as suas grandes emoções vividas neste clássico. E ele respondeu: “Sempre considerei o Fluminense entre os maiores adversários que já enfrentei... Destaco um jogo em que ganhamos, por 3 x 1. Perdíamos, no primeiro empo, mas, logo de cara, depois do descanso, eu empatei. É muito difícil dizer qual foi o maior jogo. Entre os dois, a luta é sempre igual”.
KIKE NO LANCE -  Alfredo não revelou em que ano se deu o placar citado acima, mas deve ter-se enganado, pois ele só marcou um tento diante do Fluminense: em 11 de janeiro de 1953, pelo Campeonato Carioca. Durante o seu tempo como vascaíno, quando o Vasco venceu o Flu, por 3 x 1 –  02.09.1945; 28.12.1949 e 21.04.1951 – ele não compareceu ao filó. No clássico em que foi à rede, em um domingo, no Maracanã, Chico marcou o outro tento vascaíno e o time, treinado por Flávio Costa, formou com: Barbosa, Augusto e Haroldo; Ely, Danilo e Jorge; Sabará, Alfredo II, Ademir Menezes, Ipojucan e Chico.

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 27.02

O 27 de fevereiro tem sido, para o Vasco, aquilo que todo time deseja: só vitórias. Goleada, por 5 x 0, sobre o Sergipe, amistosamente, em 1992, e jogo durom 3 x 2, contra outro sergipano, o Itabaiana, pela  Copa do Brasil der 2008. O calendário registra, também vitórias sobre outros dois clubes nordestinos: Ferroviário, do Ceará, o “Ferrim”, por 3 x 1, em 1983, e o pernambucano Santa Cruz, também, “duro de matar”, em 2002, por  1 x 0, o mesmo aplacar da vitória de 1964, sobre o Cruzeiro. E o mais importante: duas pancadas sobre o Fluminense (2 x 0, em 1977, e 2 x 1, em 2005), e uma pra cima do Flamengo (3 x 1, em 1994).
VASCO 3 X 1 FLAMENGO, em 27 de fevereiro de 1994, em um domingo, valeu pela quinta rodada do Estadual-RJ, com público espetacular: 107.999 presentes ao Maracanã, escutando o apito de Aloísio Viug. O ex-meia vascaíno Jair Pereira era o treinador e os gols foram marcados por Valdir ‘Bigode’, aos 12 minutos do primeiro tempo e aos 33 do segundo, aprontou. Da mesma forma que, Yan, aos  32 da etapa inicial. A rapaziada foi: Carlos Germano: Pimentel, Alexandre Torres, Ricardo Rocha e Sidnei; Leandro Ávila, Luisinho (Hernande), Yan (William) e França; Valdir e Dener, que foi expulso de campo
VASCO 2 X 0 FLUMINENSE, em 27 de fevereiro de 1977, foi um amistoso dominical, no Maracanã. Naquela tarde de verão escaldante, o detalhe ficou por conta do público pagante: 22.202. Tudo no dois – menos a renda: Cr$ 563.865,00.
O espanhol Segundo Bello Blanco apitou e os gols vascaínos foram marcados por Orlando, aos 27 minutos do primeiro tempo, e Luís Fumanchu, aos 7 do segundo, cobrando pênalti. Orlando  Fantoni era o treinador e o time aaateve: Mazaropi; Orlando 'Lelé', Abel, Geraldo e Luís Augusto; Zé Mário e Zanata; Luis Fumanchu, Ramon (William), Dirceu e João Paulo (Wilson).
VASCO 2 X 1 FLUMINENSE, em 27 de fevereiro de 2005, no mesmo “Maraca”, valeu pela segunda rodada Campeonato Estadual, com público dobrado: 45.892 pagantes e total de 54.214 presentes. A renda foi de R$ 310.952,00 e o apito de Edílson Soares da Silva (RJ).
O clássico rolou em um domingo e os tentos cruzmaltinos foram marcados por Aelxc Dias, aos 8 minutos do primeiro tempo, e Romário, aos 3 do segundo. Joel Santana era o treinador e o time foi: Cássio; Thiago Maciel, Fabiano, Daniel e Ricardinho; Ygor (Rubens), Gomes, Allan Delon (Rafael Nascimento) e Robson Luís;Aelx Dias e Romário (Marco Brito).
NORDESTIANOS -  Quando a “Turma Cruzcristense” – usa na faixa diagonal a cruz da Ordem de Cristo, que foi usada, também, pela Ordem de Malta –  se deparar com times nordestinos, nos 27, “sai da frente; sai de baixo; salta de banda” com o povo fala, com o apoio do escritor Antônio Cândido de Carvalho, para quem a língua tem que ser como a galera sapeca, e, não, como os gramáticos normatizam.
Em se tratando bola, de perigos cruzcristenses ou cruazmaltinos – tá tudo em casa, segundo a História –, pergunte a Sergipe, Ferroviário-CE e Itabaiana se eles gostaram do que viram! Agora, nós é quem vamos ver. Desça de parágrafo, ”xi faz favoire”, como dizem os nossos amigos lusitanos.
 VASCO 5 X 0 SERGIPE  foi no Estádio João Hora Filho, em Aracaju, em uma quinta-feira. Um mês e um dia depois de estear no time principal vascaíno, Edmundo marcava o seu primeiro gol. Era  27 de fevereiro de 1992, no amistoso em que o Vasco goleou o Sergipe, amistosamente, no estádio Lourival Batista, em Aracaju. O ‘Animal” foi à rede aos 23 minutos do primeiro tempo, quando Bebeto, aos 14 e aos 21 minutos, já havia passado por lá – Luisinho, aos 32, ainda da etapa inicial, e Júnior, fechando as cortinas, aos 45 da segunda etapa, completaram a balaiada.
Sidrack Marinho dos Santos (SE) apitou e o Vasco, escalado por Nelsinh Rosa, foi: Régis; Luis Carlos Winck (Dedé), Alexandre Torres (Tinho), Jorge Luís e Eduardo; Luisinho, Flávio e Bismarck (Júnior); Edmundo, Bebeto (Roberto Dinamite) e William. 
VASCO 3 x 0 FERROVIÁRIO, em 27 de fevereiro de 1983,  valia pela primeira frase do Campeonato Brasileiro.  Era uma tarde de domingo e a “Turma da Colina” fez um forró em cima do “Ferrim”. Até ali, nada demais. Afinal, a rapaziada já havia mandado 4 x 0 nos tricolores cearenses em 1960, amistosamente. Além disso, do total de cinco tertúlias entre eles, os cruzmaltinos botaram pra dançar em quatro e empataram só a primeira, em 1955.
O esquisito mesmo foi o público anunciado, de 50.090 almas. Exagero! A não ser que teve gente em cima das marquises do estádio, do telhado, e afins.
Muito bem! Bola rolando?  Elói, aos 45 minutos do primeiro tempo, e aos 27 do segundo, além de Pedrinho, aos 34, também da fase derradeira, sacudiram a sanfona nas redes do “Forroviário”. O ”Delega” Antônio Lopes aprumou o xaxado de sua patota, que tinha no salão: Acácio; Galvão, Chagas, Celso e Pedrinho; Dudu (Paulo César), Serginho e Eloi; Jussiê, Roberto Dinamite e Almir (Marquinho).  Antônio de Pádua Sales apitou e a grana atingiu Cr$ 5.567.500,00.
VASCODATA: 27.02.1964 – Vasco 1 x 0 Cruzeiro-MG; 27.02.1977 - Vasco 2 x 0 Fluminense; 27.02.1983 – Vasco 3 x 1 Feroviário-CE; 27.02.1985 – Vasco 1 x 0 Guarani de Campinas-SP; 27.02.1992 – Vasco 5 x 0 Sergipe; 27.02 – 1994 – Vasco 3 x 1 Flamengo; 27.02.2002 – Vasco 2 x 1 Santa Cruz-PE; 27.02.2005 - Vasco 2 x 1 Fluminense; 27.02.2008 – Vasco 3 x 2 Itabaiana-SE.

 

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

BELAS DA MANCHETE ESPORTIVA - MARTA


Seu nome bem que poderia ser "Basquete". Afinal, a modalidade era a vidas da estrela loira do paulistano Pinheiros, Marta Bahde. Além de competir por aquele clube, ela ainda defendia o time do União, do seu bairro, Indianópolis, na capital paulista, e pela equipe do Real, que reunia a moçada de uma empresa aérea do mesmo nome, já extinta. 
Depois de mostrar talento no time do seu bairro, Marta foi convidada a jogar pelo Tietê. E, até chegar ao Pinheiros, ainda passou pelo Sírio. Qual time não queria contar com os serviços de uma atleta firme, segura e  marcadora implacável? O interessante é que ela era reserva no Pinheiros, enquanto a sua irmã Ruth acontecia nas seleções paulista e brasileira. Quando não estava jogando, Marta gostava de pegar uma piscina no clube, de dançar e de brincar com o sobrinho, filho de Ruth. Uma cesta de paixões!
O objetivo desta seção é não deixa cair no esquecimento as belas atletas do passado, que tanto contribuíram par que a juventude do seu tempo tivesse uma vida repleta de emoções desportivas e muita saúde, livre de influências maléficas. Hoje, muitas delas guardam estas fotos em seus álbuns de recordação para os netinhos brincarem, dizendo: "Olh´a vovó! Como era gata!"
 
His name might as well be "Basketball". After all, the sport was the life of the blonde star of São Paulo Pinheiros, Marta Bahde. In addition to compete for that club, she still defended the team's Union of their neighborhood, Indianapolis, the state capital, and the US team, which brought together the moçada of an airline of the same name, now defunct.After showing talent on the team of your neighborhood, Marta was invited to play the Tiete. And to get to the Pinheiros also passed the Syrian. Which team did not want to rely on the services of a firm athlete, safe and relentless marker? Interestingly, it was reserve in Pinheiros, while his sister Ruth happened in São Paulo and Brazilian teams. When he was not playing, Marta liked to get a pool club, dancing and playing with his nephew, the son of Ruth. A basket of passions!The purpose of this section is do not drop into oblivion the beautiful athletes of the past who have contributed so much even the youth of his time had a life full of sports emotions and good health, free from evil influences. Today, many of them keep these photos in their memory albums for the grandchildren to play, saying: "! Olh'a Grandma How was gata"

 

O ADMIRÁVEL ALMIRANTE - 7

Fechou o gol na decisão de 1997
"Não me lembro do primeiro jogo do Vasco comigo no estádio. Mas tenho duas lembranças  inesquecíveis. Embora tenham sido uma derrota e um empate. Mas valeram títulos. A primeira é de 1997, aquele 0 x 0, com o Palmeiras, quando o goleiro Carlos Germano fechou o gol e conquistamos o título do Campeonato Brasileiro. O segundo foi em 2011, quando perdemos do Coritiba, por 3 x 2,  mas levamos a Copa do Brasil. Para este jogo, comprei a passagem, viajei sozinho e arrumei ingresso com cambista, na hora do jogo. Fui um dos dois mil torcedores vascaínos presentes, de um total de 40 mil na casa. Não me esqueço da pressão total do time deles quando marcou o terceiro gol. Mas o Vasco segurou legal a barra. Duas grandes emoções".  Carlos Eduardo Cândido - Jornalista do Ministério do Esporte - Brasília.    
 
KIKE NO LANCE -  1 - Vasco 0 x 0 Palmeiras que valeu o caneco do Brasileirão-1997 foi em 21 de dezembro, um domingo, no Maracanã, apitado por Sidrack Marinho dos Santos e assistido por 89.900 pagantes que deixaram no cofre da casa R$ 1.380.000,00. A rapaziada jogava por dois empates, pois fizera a melhor campanha das fases anteriores, chegando a colocar mais de 10 pontos sobre os palmeirenses. Edmundo, o artilheiro da disputa, com 29 gols e que havia sido expulso na partida anterior, pagou  multa de R$ 120 reais, o que dava para comprar 15 cuecas. Treinado por Antônio Lopes, o time vascaíno alinhou: Carlos Germano; Válber, Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Luisinho Quintanilha, Nasa, Juninho Pernambucano (Pedrinho) e Ramon Meneses; Evair (Nélson) e Edmundo.    
Éder Luís marcou o gol que valeu o título de 2011
2 - Vasco 2 x 3 Coritiba rolou em 8 de junho de 2011, em uma noite de quarta-feira, no Estádio Couto Pereira, na capital paranaense. Alecsandro abriu o placar, aos 11 minutos, mas o time vascaíno sofreu uma virada, entre os 29 e os 44 minutos do primeiro tempo. Éder Luís empatou, aos 12 do segundo tempo, e o Coxa desempatou, oito minutos depois. Como havia vencido, por 1 x 0, uma semana antes, em São Januário, o "Almirante" levou a melhor pelo critério gols na casa do adversário. Ricardo Gomes era o treinador da rapaziada neste jogo apitado por Sálvio Spíndola Fagundes Filho-SP, com público de 31.516 pagantes e renda de R$ 892.600,00.  A formação do campeão foi: Fernando Prass; Allan, Dedé, Anderson Martins e Ramon; Rômulo, Eduardo Csota, Felipe (Jumar) e Diego Souza (Bernardo); Éder Luís e Alecsandro.  (Fotos reproduzidas de www.crvscodgama.com.br). Agradecimento.
 

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 26.02

A data de 26 de fevereiro é “tri” para os cruzmaltinos; 3 x 0 Goytacaz-RJ; 3 x 1 Madureira e 3 x 1 Uberlândia. Trilegal!

Vasco 3 x  1  Uberlândia foi um amistoso dominical, em 1978,  na casa do convidante, o Parque do Sabiá, no Triângulo Mineiro. Tudo “tri”.  Paulinho (2) e Roberto Dinamite balançaram as redes, com o Vasco, treinado por Orlando Fantoni, jogando com: Mazaropi; Gaúcho, Marcelo, Geraldo e Marco Antônio; Zé Mário, Paulo Roberto e Guina; Capitão, Roberto Dinamite e Paulinho.

Vasco 3 x 1 Madureira  rolou pela 10ª rodada da primeira fase do Estadual-RJ-2003, no estádio da Rua conselheiro Galvão, na tarde de uma quarta-feira. Marcelinho Carioca, aos 29, e Edinho, aos 35 minutos, balançaram o filó, no primeiro tempo. Petkovic, aos 16 da fase final, fechou a escritura. Antônio Lopes era o treinador e o time foi: Fábio; Wellington Monteiro, Alex, Wellington Paulo e Edinho (Claudemir); Bruno Lazaroni, Henrique (Rodrigo Souto)e Petkovic; Marcelinho Carioca, Valdir e Sousa (Cadu).

  DUNGA CRUZMALTINO - Carlos Caetano Bledorn Verri, o volante Dunga vestiu a camisa cruzmaltina, pela primeira vez, em 26 de fevereiro de 1987, diante do Goytacaz, de Campos-RJ. Na estreia, já foi advertido com o cartão amarelo – o único do time – e não atuou por todo o jogo, sendo substituído por Mazinho.
Repetidor do gesto, de 1958, do zagueiro vascaíno Bellini, na Copa do Mundo da Suécia, Dunga ergueu a "taça do mundo”, em 1994, como o capitão da Seleção Brasileira do Mundial dos Estados Unidos. Pela “Turma da Colina” fez 17 jogos e um gol.
Na estreia, Dunga viu o lateral-esquerdo Lira, aos 25, e  Vivinho, aos 42 minutos do primeiro tempo, e  Romário, aos 10 do segundo, balançando o filó. O jogo rolou em São Januário, valendo pelo Campeonato Estadual do Rio de Janeiro, teve apito de Aluísio Viug e  público de 1.499 pagantes. Quem comandava a rapaziada era o ex-zagueiro da Cruz de Cristo, Joel Santana, que escalou: Acácio; Milton Mendes, Moroni, Donato e Lira; Dunga (Mazinho), Geovani e Vivinho; Mauricinho, Romário e Zé Sérgio (William).
Obs: sobre a vitória contra o “Goyta” você vai ler na matéria de baixo. Combinado?

DESFILES BANGU -  A data 26 e fevereiro marca, também, a vitória, por 1 x 0, sobre o Bangu, em 1966, pelo  Torneio Rio-São Paulo, em um sábado, no Maracanã. O ex-vascaíno Roberto Pinto, contra as próprias redes, marcou o gol do jogo apitado por José Aldo Pereira, que teve 13.964 pagantes. O Vasco era dirigido por “Seu Zezé Moreira”, que escalou: Pedro Paulo; Joel, Brito, Fontana e Oldair,  Maranhão e Lorico; Luisinho, Danilo Menezes, Célio e Zezinho.  
Vasco e Bangu se encontraram em cinco ocasiões, pelo Torneio Rio-São Paulo. Foi um desfile, isto é, um passeio vascaínos, com goleadas por 5 x 0 e 5 x 1. Confira: 28.05.1933 0 – Vasco 2 x 1; 27.08.1933 – Vasco 3 x 0; 11.03.1951 – Vasco 4 x 3; 06.02.1952 – Vasco 3 x 3 Bangu; 10.05.1953 – Vasco 5 x 0; 03.05.1964 -  Vasco 1 x 2 Bangu; 26.02.1966 – Vasco 1 x 0; 07.04.2002 – Vasco 5 x 1 Bangu.   

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

VASCO DA GAMA 2 X 2 FRIBURGUENSE

Uma entregada de Pikachu, que tinha a bola dominada e presenteou o adversário, além de uma falha de marcação da defesa, fez a rapaziada perder os 100% de aproveitamento, hoje. Mas o resultado não influi na classificação vascaína entre os oito times que vão à próxima fase do Estadual. No domingo, o "Almirante" terá o seu segundo clássico, contra o Botafogo, também em São Januário.
 O Vaco sofreu o primeiro gol. Empatou, aos 44 minutos, em jogada de Éder Luís, pela direita. Ele deu sorte ao cruzar a bola para Riascos, com a pelota passando pro baixo das pernas de um zagueiro. O equatoriano só teve o trabalho de balançar a rede. E por 1 x 1 ficou o placar do primeiro tempo. 
Riascos guardou bola
no barbante e na barriga
Na etapa final, o Vasco virou o placar, aos 33 minutos. Pikachu cobrou escanteio, da esquerda, e Riascos subiu mais alto do que a zaga para cabecear e desempatar. Depois, foi para a torcida, pegou o seu filho Paulinho e ficou comemorando o seu quinto tento neste Estadual. Deu a sorte de não ter recebido o terceiro cartão amarelo. Aos 38, saiu o gol de empate do visitante.
 FICHA TÉCNICA - 25.02.2016 (quinta-feira) - Vasco 2 x 2 Friburguense. Estádio: São Januário-RJ. Juiz: Leandro Newley Ferreira Belota. Gols: Rômulo, aos 25 min do 1º tempo e aos 38 do 2º, e Riascos, os 44 min do 1º e aos 32 min do 2º tempo. Público presente: 2.180. Pagantes: 1.532. Renda: R$47.900,00. VASCO: Martín Silva; Madson, Luan, Rodrigo (Rafael Vaz) e Henrique; Júlio dos Santos, Bruno Gallo, Mateus Vital (Thalles) e Matheus Índio (Yago Pikachu); Éder Luís e Riascos. Técnico: Jorginho Amorim. FRIBURGUENSE: Marcos;  Ronaldo (Sérgio Gomes), Pierre, Diego Guerra e Flavinho; Bidú, Vitinho, Jorge Luiz e Gleison (Bernardo); Romulo e Maycon (Jeffinho). Técnico: Gerson Andreotti. (Foto reproduzida de www.crvascodagama.com.br). Agradecimento.

BELA DA MANCHETE ESPORTIVA - NAIR


      Que charme! Plumas, lantejoulas douradas na blusa; vidrilhos vermelhos; cetim branco e saia de pregueado curto. Foi vestida assim, mirando um gladiador romano, que Nair Moussatche encantou na pista e tornou-se a baliza campeã dos Jogos da Primavera de 1957, promovidos, no Rio de Janeiro, pelo “Jornal dos Sports”.
Representante do Colégio Bennett, a moreníssima Nair estudava balé desde garotinha. Quando o convite para se baliza lhe foi feito, ela ficou indecisa, pois anão seria fazer o que estava acostumada. Não iria levar a dança clássica para a pista de um  estádio de futebol. O barato seria bem diferente, uma coreografia com música de marcha, algo que lembrasse um soldadinho de chumbo.
 Nair decidiu encarar. Informou-se sobre o veneno, a graciosidade de antigas balizas campeã e foi à luta. E não deu outra. Levou o título. Em vermelho e branco, as cores do seu colégio. Nesta foto, ela foi clicada, por Jankiel Gonckazarowski, para o Nº 79 de “Manchete Esportiva” que circulou com data de 25 de maio de 1957.
 
So charming! Feathers, gold sequins blouse; red glass beads; white satin skirt and pleated short. He was well dressed, looking a Roman gladiator who Nair Moussatché charmed on track and became the champion shot of the Spring Games 1957, promoted in Rio de Janeiro, the "Jornal dos Sports".Bennett College representative, the moreníssima Nair studied ballet since little girl. When the invitation to beacon was done to him, she was undecided because dwarf would do what was used. would not lead to classical dance to the track of a football stadium. The cost would be very different, a choreography with marching music, something resembling a tin soldier.
 
Nair decided to face. He was informed about the poison, the graciousness of old beacons champion and was the fight. And gave no other. He took the title. In red and white, the colors of your school. In this photo, she was spotted by Jankiel Gonckazarowski for the # 79 of "Headline Sports" that circulated dated May 25, 1957.





O ADMIRÁVEL ALMIRANTE - 6

"O meu pai comprava camisas do Vasco para mim, quando eu era garoto, mas nunca me levava aos jogos do clube. Isso só foi acontecer quando já morávamos em São Paulo. Ele era capitão do Exército e foi transferido de cidade. Um dia, um tio fanático pelo Vasco foi assistir à decisão do Tornei Rio de Janeiro-São Paulo e meu pai ficou tão alegre que levou a família toda para o estádio. Isto é, a minha mãe e a minha irmã, além de mim. Não me lembro de mais nada da partida, que encontro  em matérias pela Internet. Mas algo ficou marcado na minha mente de garoto de 13 para 14 anos de idade: eles comemoram tanto que, ao chegarmos de volta em casa, ouvi um deles falar: 'Vamos beber uma pinga em homenagem ao Pinga", que nem marcou gol".  Hílton Júnior - do Rio de Janeiro. 
 
KIKE NO LANCE:  Em 6 de abril de 1958, o Vasco conquistou o primeiro dos seus três títulos do Torneio Rio-São Paulo, o nome da então maior disputa do futebol brasileiro, goleando a Portuguesa de  Desportos, por 5 x 1, no Pacaembu. Almir (3) e Vavá (2) foram os "caras”. Treinado por Francisco de Souza Ferreira, o Gradim, seu ex-meia da década-1930, a “Turma da Colina” foi melhor, indiscutivelmente. Em nove jogos, venceu sete, inclusive, mandando duas goleadas. Amílcar Ferreira apitou a renda foi de Cr$ 445.100,00 e o público de cerca de 15 mil presentes. O time vascaíno teve: Barbosa, Dario (Ortunho) e Bellini (Viana); Écio, Orlando (Barbosinha) e Coronel; Sabará, Almir, Vavá, Rubens e Pinga.  

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 25.02

 O 25 de fevereiro marca mais uma grande vitória vascaína rumo ao primeiro título de um clube brasileiro no exterior: 4 x 0 sobre o peruano Municipal, pelo Sul-Americano de Clubes Campeões, em 1948, no Chile. Friaça (2), Ismael e Lelé marcaram os gols. Antes, o Vasco havia mandado 2 x 1 no boliviano El Litoral e 4 x 1 no uruguaio Nacional.

 Vasco 4 x 0 Municipal rolou em uma quarta-feira, assistido por 29.452 espectadores e com o técnico Flávio Costa mandando a campo: Barbosa (Barcheta), Wilson e Rafagnelli; Ely, Danilo e Jorge; Djalma, Friaça, Maneca (Dimas), Lelé (Ismael) e Chico.
Na mesma data há uma goleada, por 5 x 1, sobre o mexicano Necaxa. Foi em 1954, amistosamente, com Alvinho (2), Ademir Menezes, Sabará e Djair balançando as redes. O time mandou ver com: Ernâni, Mirim (Alfredo-II) e Bellini; Fernando Fantoni, Danilo e Jorge; Sabará, Maneca, Alvinho (Vavá), Ademir Menezes e Djayr.
 Mas teve um time mais castigado nos 25 do "fevera": o América, de Três Rios-RJ, que levou uma balaiada por 6 x 0, em 1993.

SACODE -   Os 6 x 0 sobre o América de Três Rios foram testemunhado por 1.029 pagantes, numa quinta-feira, em São Januário, valendo pelo Campeonato da Série A do Rio de Janeiro e apitado por Aloísio Viug.
Valdir Bigode (2), Bismarck (2), Carlos Alberto Dias e Alexandre Torres mexeram no placar. Treinado por Joel Santana, o time mandou ver com: Carlos Germano; Cláudio Gomes (Tinho), Jorge Luiz, Alexandre Torres e Cássio; Luisinho, Leandro Ávila (Sidney), William e Carlos Alberto Dias; Bismarck e Valdir.

Outro que se dobrou à força vascaína nos 25 de fevereiro foi o Madureira, em 2004, por 2 x 1.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

O ADMIRÁVEL ALMIRANTE - 5

“O primeiro jogo que vi do Vasco foi vencendo a seleção da Alemanha, por 3 x 2, no Maracanã. Eu tinha uns 12 anos de idade, não mais do que isso, e nunca me esqueci. Fui com o meu pai, o meu avô e um tio, todos vascaínos de quatro costados. O meu tio era tão fanático que fazia um álbum colando os recortes de todos os jogos do Vasco que ele assistia. Como criança se lembra de tudo, eu ainda tenho na memória o meu pai passando uma mão pela cabeça, quando os alemães fizeram o primeiro gol da partida. Não me lembro mais de como seguiu o placar, mas lembro bem que o vovô Válter abraçou o meu pai, Seu Cesário,  e o Tio Alberto, o meu padrinho e a quem homenageio no nome, comemorando a vitória”. Edgar Alberto Silva Ramos – Rio de Janeiro.

KIKE NO LANCE – O jogo não foi contra a seleção alemã principal, mas a da então Alemanha Oriental, comunista, da época do muro de Berlim.  Aconteceu em  17 de janeiro de 1965 e valeu pelo I Torneio Internacional do IV Centenário do Rio de Janeiro, no Maracanã, com arbitragem de Eunápio de Queirós, auxiliado por Armando Marques e Antônio Viug. Rendeu antigos Cr$ 19 milhões, 701 mil, 493 cruzeiros. Peter Ducke abriu o placar, aos 21 minutos. Célio, cobrando pênalti, empatou, aos 23; Frenzel fez mais um para os visitantes, aos 27, enquanto Maranhão, aos 38, e Célio, novamente, aos 39, fecharam o placar. Zezé Moreira era o treinador e o Vasco jogou com: Ita; Massinha, Brito, Fontana e Barbosinha; Maranhão e lorico; Mário, Sauzinho, Célio e Zezinho. A Alemanha Oriental era: Weigang; Fraesdorf, Walter, Pankau e Koerner; Geisler e Erler; Frenzel, Noelner, Peter Ducke e Vogel (Roland Ducke).

BELAS NA ESPORTIVA - AQUÁTICAS

 Estas são as garotas do balé aquático de Crisca. Mais precisamente, Crisca Jane Cotton, professora de Educação Física e tradutora, para o português,  das regas do nado sincronizado. Além de atriz nas cenas da modalidade, em “Tem Boi na Linha”, com Zé Trindade e Wilza Carla (1957), tempos das chanchadas da Atlântida.
Na época em que o Nº 21 da “Manchete Esportiva”, de abril de 1956, “ektacromou,  oloridssimamente”, o grupo de Crisca, as lentes de Jader Neves e de Jankiel Gonzgarowska deram um recado maneiro para o texto de Meg. Veja a graça das gatinhas nas fotos. Concorda?
Desde 1947 que Crisca tinha o seu grupo de balé aquático. E o danado parecia ter visgo. Pelo menos, ela confidenciou à repórter que suas meninas se casavam, descasavam e voltavam para o grupo. Entregou duas: Mina e Luciana Alencasatro.      
Uma fã do trabalho de Crisca foi a primeira dama Sarah Kubitscheck. Chegou a encomendar-lhe uma apresentação da moçada, para uma de suas festas beneficentes. E Crisca, então, produziu uma peça chamada “Oh”, pela qual a turma levava presa ao maiô uma bateria luminosa, que acendia, frequentemente, levando à assistência a impressão de  ver estrelas brilhando, ou pirilampos sobre uma piscina escura.
Quem trouxe o nado sincronizado para o Brasil foi a nadadora Maria Lenk, em 1943. Ele fez uma pesquisa acadêmica e criou, na Escola de Educação Física da Universidade do Brasil-RJ, uma equipe de bailarinas aquáticas, sem visar competir. Só em 1948, na Associação Cristã de Moços-RJ,  promoveu a primeira disputa. No entanto, a verdadeira fase competitiva só começou, pra valer, a  partir de 1954, durante os Jogos da Primavera, que eram promovidos pelo “Jornal dos Sports”.
                                                                                                                                 

A graciosidade das meninas de Cris Jane encantavam  Sarah Kubitscheck
Crisca Jane Cotton é, também, considerada pioneira do nado sincronizado brasileiro. Mas dispensava mais destaque à dança, ao contrário de Maria Lenk, que preferia o lado desportivo. Afinal, Lenk fora nadadora olímpica, primeira mulher sul-americana a participar dos Jogos, e, quebradora, em 1939, de recordes mundiais, nos 200 e nos 400 metros nado peito, respectivamente, com 2min56s90 e 6min15s80

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 24.02

 Da primeira vez que visitou São Januário, o paraguaio Libertad mandou 3 x 1, sem a menor cerimônia. Mas o Vasco devolveu a insolência, em dobro. No 24 de fevereiro de 1946, em novo amistoso na Colina, o goleou, por impiedosos 6 x 1. 
O "sacode" aconteceu em um domingo,  com Isaías (4 gols) e Santo Cristo (2) fazendo a festa. O time era dirigido pelo uruguaio Ondino Vieira e jogou com: Barbosa, Rubens e Sampaio; Ely, Alfredo II e Dino; Djalma, João Pinto (Lelé), Santoa Cristo, Isaías e Elgen (Friaça).

TRICOLADA - Os Fluminenses, também, sofreram com os vascaínos nos 24 de fevereiro. O original levou 4 x 2, em 1996, e o xará, de Nova Friburgo, apanhou mais feio, por 4 x 0.
Vasco 4 x 2 Fluminense, em 1996, foi em um sábado, pela sexta rodada da Taça Cidade Maravilhosa, competição em turno único, com jogo no Estádio Caio Martins, em Niteroi. Léo Feldman apitou, o povão gastante chegou a 2.406 e Alcir Portella era o comandante da "Turma da Colina", que apresentou-se com: Caetano; Pimentel, Zé Carlos, Tinho e Bill; Leandro Ávila, Juninho Pernambucano, Luisinho (Nélson) e Válber; Serginho e Nílson (Bruno Carvalho.
Na marcha da contagem, Nilson abriu a porteira, aos dois minutos; Válber aumentou, aos 6; Pimentel triplicou, aos 16 minutos do primeiro tempo, e Zé Carlos fechou a conta, aos 22 da etapa final.

VASCO 4 x 0 FLUMINENSE/NF foi no 24 de fevereiro de 1979, também em um sábado, mas valendo pelo primeiro turno do Campeonato Estadual Especial. Rolo rolado na Colina.  O Vasco só encarou o Flu de Nova Friburgo por três ocasiões. Bateu nas três: 24.02. 1979 - 4 x 0;  01.04.1979 - 3 x 0; 11.07.1979 - 5 x 0. Portanto, um cartel 100%, com 12 bolas no bagaço e média de 4 tentos por jogo. Vale ressaltar que o segundo jogo foi, também, pelo Estadual Especial, e o terceiro pelo Estadual-RJ, já com as federações da antiga Guanabara e do Estado do Rio já fundidas em uma só .
 
TRICOLOR PAULISTA - Um outro time que apanhou da "Turma da Colina" nos 24 de fevereiro foi o São Paulo: 3 x 1, em uma quarta-feira, no Morumbi, a casa do adversário, pelo Torneio Rio-São Paulo. Daquela vez, até Odvan, o "zagueiro-zagueiro" compareceu ao filó, aos 7 minutos do primeiro tempo – Vágner, aos 32, e Guilherme, aos 35 da etapa final, fizeram os outros gols.
Cláudio Vinicius Cerdeira apitou, Antônio Lopes era o treinador cruzmaltino e seu time foi: Carlos Germano; Zé Maria, Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Nasa, Paulo Miranda, Juninho Pernambucano (Vágner), e Ramón; Donizete (Zezinho) e Luizão (Guilherme).

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

O ADMIRÁVEL ALMIRANTE - 4

Vevé, pernambucano, e Saulzinho, gaúcho
"Comecei a frequentar estádios muito cedo, levado por meu pai. Tenho uma lembrança muito vaga daquela que foi, provavelmente, a primeira vez em que vi o Vasco jogar. O adversário foi o América e o local, São Januário, numa tarde de muito sol, certamente, um domingo. As imagens esparsas que persistiram na minha memória são acompanhadas de cheiros. O cheiro de laranja misturado com o dos chapéus de palha oferecidos por vendedores ambulantes na entrada das arquibancadas na esquina das ruas São Januário e Bonfim (essa entrada, que já não existe mais, foi demolida quando foi aberta a rua Francisco Palheta). O cheiro de grama ao desembocar na arquibancada pelo túnel principal em frente ao meio de campo. Além disso, me lembro da gritaria da torcida em dois momentos, que foram os dois gols do Vasco. Em ambas as ocasiões, meu pai me levantou e me pôs montado no seu cangote.
Muitos anos depois, verifiquei nos arquivos que o único jogo que se encaixa nesse perfil é Vasco 2 x 1 América, em 2 de setembro de 1962. Portanto, eu tinha cinco anos e meio. Nessa época, eu conhecia o nome de apenas alguns jogadores vascaínos. Alguns, lembrados até hoje pelos torcedores mais antigos, e outros de quem praticamente ninguém se lembra mais. Saulzinho, Sabará, Brito, Lorico (desses, todos se lembram), Da Silva (só porque meu pai vivia a elogiar o arisco ponta-esquerda) e Vevé. Sim, não se trata do famoso artilheiro bicampeão mundial Vavá, que inclusive já tinha deixado o Vasco, há anos. Vevé, que no meu pensamento infantil, era também um artilheiro. Durante muito tempo, eu não compreendi o motivo da minha impressão de que o Vasco tinha tido um jogador de quem ninguém, nem meu pai, se lembrava. Confusão de quem ainda era muito criança para ter uma boa noção das coisas, talvez. Mas quando encontrei nos arquivos a súmula daquele jogo, entendi tudo. Constatei que não somente ele realmente existiu, como também tinha feito o primeiro gol daquela partida. Meu primeiro "Almirante" foi Everaldo Batista Lopes, o desconhecido e esquecido Vevé. Mauro Prais - Estados Unidos. (Foto reproduzida de capa da Revista do Esporte).

KIKE NO LANCE - - Vasco 2 x 1 América citado pelo leitor acima foi jogado no Estádio Club de Regatas Vasco da Gama, o nome oficial do chamado São Januário, que é o da rua que faz fundos com a General Almério de Moura, a da frente, onde está o portão de entrada da sede cruzmaltina. O juiz foi Armando Marques e os gols marcados por Vevé e Saulzinho, com Nilo descontando para os americanos. Naquela tarde, o treinador Jorge Vieira escalou este time: Humberto Torgado, Paulinho de Almeida, Brito, Barbosinha e Dario; Nivaldo e Lorico; Joãozinho, Saulzinho, Vevé e Da Silva. 

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 23.02

Destaque na data: goleada, por 6 x 1, sobre o Comercial, de Campo Grande-MS, na estreia vascaína, na Colina, na Copa do Brasil-2011. Fellipe Bastos, aos 2; Marcel, aos 16 (pênalti), e aos 24, e Jéferson, aos 45 minutos do primeiro tempo; Éder Luís, aos 15, e Rômulo, aos 21 minutos do segundo tempo, marcaram os gols. O árbitro foi Antônio Denival de Moraes (PR) e o time teve: Fernando Prass; Fagner, Dedé, Anderson Martins e Ramon (Márcio Careca); Rômulo (Eduardo Costa), Fellipe Bastos, Felipe (Bernardo) e Jéferson; Marcel e Éder Luís. Técnico: Ricardo Gomes.
No segundo destaque dos 23 de fevereiro, o terreiro era o do "Galo" e o Vasco o fez ciscar pra trás. Mandou-lhe 4 x 0 na crista, pela primeira fase do Campeonato Brasileiro de 1992, no Mineirão, em Belo Horizonte, na presença de 15.145 pagantes. José Mocelim-RS apitou a pugna, que teve os gols da rapaziada marcados por Bismarck, aos 13 minutos do primeiro temo; Bebeto, aos 2, e Edmundo, aos 10 e aos 37 da etapa final. Nelsinho Rosa era o comandante da patota, que era: Régis; Luís Carlos Winck, Jorge Luís, Alexandre Torres e Eduardo; Luisinho, Geovani e William; Edmundo, Bebeto e Bismarck.
Quatro anos antes, em 23 de fevereiro de 1986, a pauleira foi pra cima do Mesquita, pela segunda rodada da Taça Guanabara, o primeiro turno do Campeonato Estadual do Rio de Janeiro: 3 x 0, em um domingo, em São Januário. Roberto Dinamite, aos 17 e aos 34 minutos do primeiro tempo, e Gersinho, aos 37 do segundo, explodiram o visitante, a mando do "Delegado" Antônio Lopes, o treinador da rapaziada. Apitado por Aluísio Felisberto de Carvalho, o encontro foi prestigiado por 9.471 pagantes. O Vasco do dia foi: Acácio; Paulo Roberto, Donato, Moroni e Lira; Vitor, Mazinho e Gersinho: Mauricinho, Roberto Dinamite e Romário.

MAURO MIL - Em 23 de fevereiro, pelo Torneio Rio-São Paulo-2000, o zagueiro Mauro Galvão atingiu a marca de mil jogos. Foi na partida em que o Vasco venceu o São Paulo, por 2 x 1, com dois gols de Romário, aos 8  minutos do primeiro tempo e aos 41 do segundo, em uma quarta-feira, em São Januário, perante 7.750 pagantes. O jogo valeu pelas semifinais da competição e  foi apitado por Romildo Corrêa (SP). Para atingir a marca, o capitão vascaíno havia atuado, antes, por Internacional-RS, Bangu, Botafogo e Seleção Brasileira.  O seu time do "Jogo1000" foi:  Helton; Jorginho (Maricá), Odvan, Mauro Galvão e Gilberto;  Válber, Felipe (Alex Oliveira), Amaral e Paulo Miranda (Rogério); Viola e Romário. Técnico: Antônio Lopes.