Vasco

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sexta-feira, 30 de novembro de 2018

CHUVA NÃO PÁRA O 'ALMIRANTE'

                         MESMO SEM SÃO PEDRO COLABORAR
 Vavá bateu na rede, aos 36 minutos, e não rolou mais nada no placar além de Vasco da Gama 1 x 0 América, valendo pelo Torneio Rio-São Paulo-1958. Aconteceu em uma noite de quarta-feira, no Maracanã.
 Na verdade, o texto mente (um pouco), acima. Diz que “nada mais aconteceu no placar”. Não foi bem assim.
Aconteceu, também, que São Padro esqueceu a torneio do Céu meio-aberta, fazendo o gramado, escorregadio e pesado não ajudar muito à “Turma da Colina”. 
Devido a sacanagem do "Pedrão", o meia Rubens José da Costa, no segundo tempo, desperdiçou uma cobrança de pênalti.
- Oh Rubens! Isso é coisa que se faça! – gritou o apaixonado torcedor vascaíno, inconformado com a chance de serrar mais os cifres do “Diabo” – apelido do América.
 De acordo com a revista carioca “Manchete Esportiva” – Nº 123, 29 de março de 1958, o “triunfo vascaíno foi meritório”, devido a equipe de São Januário ter sido “sempre mais coesa”. Então, parabéns táticos para: Hélio, Paulino de Almeida e Bellini; Écio, Orlando e Coronel; Sabará, Almir, Vavá, Rubens e Pinga - Vavá e Orlando ganharam da "Manchete Esportiva a nota máxima da pugna: 9 - biparbenizados.

HISTÓRIA DA HISTÓRIA - PORTUGALADAS

Aconteceu em 8 de abril de 1956. No caderninho, ficou sendo a data de descoberta, por Portugal, das sacanagens do “balípodo brasilairo”. Contando com os vascaínos Sabará e Válter Marciano, a pugna levada a efeito no Vale do Jamor, “ do Lijzbôa, pôijz, pôijz! Quem os convocou? O técnico Flávio Rodrigues Costa, que dirigira o “Expresso das Vitória” após o desembarque do uruguaio Ondino Viera.
Muito báim! Explicados os prolegômenos acima, vamos para o campo da refrega. O balão esférico (de couro, também, entre os portugueses) rolava, mansa e altaneira, embora muito maltratada a pontapés desbravados pelos gajos de lá, quando o atacante Gino resolveu transportá-la para um mundo mais clássico. Aplicou-lhe uma “bicicleta”, mandando-a cochilar, mansinha, no fundo das malhas lusitanas, para surpresa do guarda-valas Carlos Gomes, que não era o mastro do time.
O goleiro português e mais quatro companheiros acompanham Gino aplicar a bicicleta, um espanto para eles
Eram jogados oito minutos de contenta, quando o mediador foi abordado pelos anfitriões. “Xi fáijz favôire, senhôire rifire. Isso não vale” –protestou o futuro perdedor de pênalti Matateu, ante sua senhoria, o árbitro inglês Regiald Leaf. “Aqui em Purtugal, nunca vimos isso nos relvados”, avisou, acrescentando um outro argumento: “Ademais, me parece têire sido uma jogada violenta. Purtanto, não vale o golo”.
Pôijx, pôijz! Mas isso não vale, senhôire rifire
Mister Leaf ficou admirado de os portugueses desconhecerem a bicicleta, que o vascaíno, até pouco antes da Copa do Mundo de 1934, Leônidas da Silva, já havia exposta em estádios europeus, durante o Mundial-1938. Impávido, extático, inclemente, Mister Leaf sentenciou: ”Yes! The goal is good!
Postado atrás das balizas portuguesas, Jader Neves documentou tudo. Lá estavaCarlos Gomes desafinando, mesmo ante a presença de quatro protetores de malhas. O vascaíno Sabará, que não dera confiança ao choro dos visitados, pintou na última foto da sequencio, para reverenciar a pelota no barbante. Pra chatear mais, Gilmar defendeu um pênalti, do qual já foi aludido lá em cima, lembra-se? O Brasil venceu, por 1 x 0, contando com: Gilmar; De Sordi (Pavão), Djalma Santos, Zózimo, Nílton Santos, Didi, Roberto Balangero, Sabará, Válter, Gino e Canhoteiro (Escurinho). Portugal teve: Carlos Gomes, Virgílio Mendes, Manuel Passos, Arthur, José Dimas, Pedroto, Juca Pereira, Manue Vasques, Pinto Carvalho, Lucas Matateu (Caiado) e José Travassos. O treinador foi Tavares da Silva.
Na sequência final da bicicleta de Gino, o vascaíno Sabará parece dizer à bola: fique quietinha aí na rédea dos "portugas

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

MUSAS VASCAÍNAS DO DIA - ANA&JANE


O glorioso Club de Regatas Vasco da Gama tem as torcedoras mais lindas da galáxia. A foto, de José Medeiros, é da bela cruzmaltina ANNA GLITZ, que levou para São Januário ao título de "MISS FUTEBOL-1983". Foi uma vitória fora de casa, pois o concurso rolou nas Laranjeiras. Mas a '"Gata da Colina" já chegou favorita. Conquistou jurados e plateia, formada por torcedores de todos os clubes. Não teve pra ninguém. Vitória indiscutível, por unanimidade de opinião dessa garota que representou a torcida "Vaskilha". A parada reuniu representantes de 24 clubes e teve por jurados os atores Paulo Figueiredo, Otávio César, Erik Johnsson, Marcos Melo, Fábio Mássimo, a atriz Bia Seidl. ao cantor Marquinhos Moura e a jornalista Dayse Pretola
Janine Proazzi é uma das musas mais queridas pela torcida cruzmaltina. E uma das mais lindas e inteligentes mulheres brasileiras. Ela é bacharel em enfermagem, com especialização em Unidade de Terapia Intensiva, e professor de capoeira. Também, empresária do ramo hoteleiro, além de uma esplendorosa modelo. O "Kike" viu esta foto dela no site www.musasgatasfc.com.br e o agradece pela reprodução. Afinal, a galera da "Turma da Colina" não pode deixar de ver o que é belíssimo.

ADHEMAR - O VASCAÍNO VOADOR

Atleta cruzmaltino, entre 1955 e 1960, Adhemar Ferreira da Silva tornou a data 27 de novembro de Helsinque, ele percorreu toda a pista do estádio, onde cravara 16, 05m, 16,09, 16,12m e 16,22. Conta-. O encontrou, juntamente com um bolo, onde estava escrito: 16,22. (foto reproduzida de www.vasconet.com.br) . Agradecimento.

  Athlete cruzmaltinobetween 1955 and 1960Adhemar da Silva became the date November 27, Helsinkihe came into all the track stadiumwhere cravara 1605m16.09and 16.22 16,12mAccountingThe meetingalong with a cake, which read16.22(Photo reproduced in www.vasconet.com.br). Thanks.

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

UM ALMIRANTE MUITO BOA PRAÇA

O Vasco é um tradicional inaugurador de "praças de esporte", como os antigos locutores esportivos gostavam de chamar os estádios. Aqui e lá fora. O "Kike da Bola" já encontrou três no Nordeste; um no Sul; dois no Sudeste; um no Centro-Oeste e um em Portugal. Confira:

SALLES DE OLIVEIRA - 19.06.1932 - Vasco 1 X 1 Tupy. Amistoso, em Juiz de Fora-MG. Público: calculado em 8 mil presentes. Gols: Bianco, aos 10 min do 2º tempo, e Russinho. VASCO: Marques, Domingos da Guia e Itália; Tinoco, Mamão e Lino; Baiano, Paschoal, Russinho, Mário Mattos e Sant´Anna. Técnico: Harry Welfare. TUPY: Paschoal (Armando), Nariz e Belozzi; Caiana, Lima e Magalhães; Vavá, Miro, Lage, Biano e Ney.

MOURÃO FILHO - 06.04.1947 – Vasco 4 X 5 Fluminense- Amistoso de inaguração do estádio do Olaria, na Rua Bariri-RJ. VASCO: Barbosa (Barcheta), Augusto e Rafagnelli; Ely, Danilo e Jorge; Djalma (Nestor), Maneca, Friaça, Lelé e Mário. Técnic: Flávio Costa.

FONTE LUMINOSA - 10.06.1951 Vasco 5 x 0 Ferroviária de Araraquara-SP. Amistoso. Juiz: Alberto da Gama Malcher, auxiliado pelos bandeirinhas locais Ernani Salvador Volpi e Rolando Volpi.Gols: Friaça (4), Tesourinha. VASCO: Barbosa; Augusto (Laerte) e Clarel; Ipojucan (Lola), Danilo e Alfredo; Tesourinha, Ademir (Amorim), Friaça, Maneca e Djair (Chico) / Técnico: Flávio Costa. FERROVIÁRIA: Sandro (Tino); Sarvas (Espanador) e Aléssio; Pierre, Basso e Pimentel (Rudge); Guardinha (Baltazar), Fordinho (Milton Viana), Marinho, Gonçalves e Baltazar (Tonhé) Técnico: Zezinho.
JOSÉ ALVALADE – 10.06.1956 - Vasco 3 x 2 Sporting. Amistoso, em Lisboa-POR, em um domingo. O jogo marcou a despedida do futebol de Ademir Menezes, até então o maior ídolo da torcida cruzmaltina. Vavá (2) e Sabará sacudindo as malhas do “golkipa” português. A máquina era pilotada pelo técnico Martim Francisco, carregando Hélio, Paulinho e Orlando; Haroldo, Laerte e Coronel; Sabará, Valter (Livinho), Ademir (Vavá) e Djayr.

LUSO-BRASILEIRO – 02.10.1965 - Vasco 2 x 0 Portuguesa-RJ. Juiz: Frederico Lopes. Renda: Cr$ 10.406.500. Gols: Zezinho e Luisão (contra). VASCO: Gainete; Joel, Brito, Fontana e Silas; Maranhão e Oldair; Mário, Célio, Saulzinho e Zezinho. Técnico: Zezé Moreira. PORTUGUESA-RJ: Wagner; Bruno, Luisão, Zózimo e Tião; Jedir e Mário Breves; Inaldo, Tito, Mauro e Zé Carlos.Técnico: Antonio Moraes.

LOMANTO JUNIOR – 05.11.1966 – Vasco 1 x 2 Flamengo. Amistoso, em Vitória da Conquista –BA. Juiz: Guaer Portella Filho. Gols: Oldaria, aos 25; Silva, aos 25, e Juarez, aos 52 minutos. VASCO: FLAMENGO: Franz |(Valdomiro); Leon, Luis Carlos Freitas, Itamar e Paulo Henrique; Válter e Juarez; Gildo (Mendoza), Almir (César Lemos), Silva (Fio) e Dirceu.

JÓIA DA PRINCESA – 13.11. 1966 - Vasco 1 x 0 Fluminense de Feira de Santana-BA. Gol: Val (contra), aos 44 minutos do 2º tempo. VASCO: Édson Borracha (Valdir Appel); Ari, Hélio, Fontana e Silas; Salomão (Maranhão) e Danilo Menezes; Nado, Paulo Mata, Célio e Zezinho. Técnico: Ely do Amparo. FLUMINENSE DE FEIRA: Mundinho; Djalma, Onça, Tadeu (Val) e Chinês; Jarbas e Paulo Choco; Neves, Renato (Nena), Almeida e Geraldo. Técnico: Gentil Cardoso.

MACHADÃO – Estádio João Cláudio de Vasconcelos Machado, em Natal-RN - 04.06.1972 - Vasco 0 x 0 Seleção Olímpica Brasileira. Amistoso. Árbitro: Luís Meirelles. Público: 37.246. VASCO: Andrada; Haroldo, Miguel, Moisés e Eberval; Édson, Suíngue e Marco Antônio; Jorginho Carvoeiro, Silva e Gílson Nunes. Técnico: Mário Travaglini SELEÇÃO OLÍMPICA: Nielsen; Aloísio (Terezo), Abel, Wagner e Celso; Fred, Dirceu e Zé Carlos; Pedrinho, Tuca e Manoel. Técnico: Antoninho. Obs: licalizado na Avenida Prudente de Morais, 5121, no bairro Lagoa Nova.

ESTÁDIO NACIONAL DE BRASILIA (inauguração dos refletores) - 31.03.1966 – Vasco 2 x 1 Flamengo. Amistoso. Árbitro: Idélcio Gomes de Almeida, auxiliado por Nilso de Sá e Rubens Pacheco (FDB). Gols: Célio (pênalti), aos 17 min do 1 tempo, e aos 8 min do 2 tempo. VASCO: Amauri (Silas); Joel (Gama), Brito (Caxias), Ananias e Hipóilito: Maranhão e Danilo Menezes;Wuilliam, Picolé (Zezinho), Célio eTião (Ronildo). Técnico: Zezé Moreira. FLAMENGO: Valdomiro (Marco Aurélio); Murilo, Itamar, Paulo Lumumba e Paulo Henrique; Jarbas (Evaristo) e Juarez; Paulo Alves, Almir (Fio Maravilha), César Lemos e Rodrigues. Técnico: Armando Renganeschi.

HISTORI&LENDAS DA COLINA - SUPER

Vários cracaços indiscutíveis vestiram a camisa do Vasco da Gama, como Domingos da Guia, Leônidas da Silva, Tostão e Amarildo, para citar poucos.
 Houve, também, os craques que estiveram vascaínos por uma ou duas oportunidades, apenas, participando de momentos especiais. Entre eles tivemos Zizinho, o “Mestre Ziza”, eleito melhor jogador da Copa do Mundo-1950, participando de duas partidas amistosas, contra argentinos, em 1956; Pelé, jogando três prélios com a jaqueta da “Turma da Colina” e Mané Garrincha, por um jogo, em 19657.
 Em 24 de março de 1993, quem esteve vascaíno, por 45 minutos, foi o maior ídolo da história do Flamengo, maior rival do Vasco: Artur Antunes Coimbra, o Zico, vascainou-se para homenagear o seu grande amigo Roberto Dinamite, que despedia-se do futebol, no Maracanã.   
 Veja na reprodução abaixo a noite em que Zico foi cruzmaltino, enfrentando o espanhol La Coruña, que tinha um outro craque que passara por São Januário, o atacante baiano Bebeto, isto é, José Roberto Gama de Oliveira. 
OBS: todos estes vascaínos ocasionais estiveram, também, flamenguistas: Domingos da Guia e Leônidas, na década-1930; Garrincha, na-1960; Amarildo, em início de carreira; Zizinho, nos 40, e Pelé, em jogo beneficente dos 80. Só Tostão não teve tempo.  
DETALHE:  



terça-feira, 27 de novembro de 2018

A MUSA DO DIA DA COLINA - JUJUZÍSSIMA


Agradecimento à turma do www.musasfutebol.blogbspot.com  pela reprodução da foto de Juliana Sartório, uma das mais lindas torcedores e modelos com o coração batendo na esquina da Colina. Valeu, galera!
Thanks to the class of www.musasfutebol.blogbspot.com the reproduction photo of Juliana Sartório, one of the most beautiful fans and models with theheart batend on the Hill corner. Thanks, guys!

TRAGÉDIAS DA COLINA - APITOS E PISADAS

1 - A noite da quarta-feira 21 de setembro de 2016 foi tétricas para o "Almirante". A sua nau naufragou na Copa do Brasil, ao empatar, por 2 x 2, com o Santos, que havia mandado 3 x 1 no jogo de ida. Nenê e Ederson marcaram os tentos cruzmaltinos, em partidas que a arbitragem prejudicou a rapaziada. Além disso, Rodrigo marcou um gol contra. Treinados por Jorginho Amorim, os vascaínos daquela tragédia foram: Martín Silva; Yago Pikachu, Luan, Rodrigo e Julio Cesar (Alan Cardoso); Diguinho (Madson), Douglas Luiz, Andrezinho e Nenê; Éderson e Junior Dutra (Thalles).  

Foto de Pikachu disputando bola reproduzida de www.crvascodagama.com.br
2 -  Terrível falha de marcação derrubou o time vascaíno, na terça-feira 13 de setembro de 2016, no Estádio Serra Dourada, em Goiânia, valendo pelo Brasileirão da Série B.  No gol dos goianos, empatando a pugna, o atacante avisou que iria cruzar bola na área. A defesa ficou parada assistindo, ninguém olhou para a colocação dos adversários e o autor do tento cabeceou a bola subindo por trás de Jomar. Foi um go igual ao sofrido diante do Bahia. Em todos os jogos o Vasco vinha levando  gol assim. O treinador Jorginho Amorim escalou esta rapaziada: Martín Silva; Madson, Jomar, Luan e Henrique (Alan Cardoso); Douglas Luiz, Yago Pikachu, Andrezinho e Nenê (William); Júnior Dutra e Éderson (Marcelo Mattos).














segunda-feira, 26 de novembro de 2018

O CORAÇÃO DAS MUSAS É VASCAÍNO

 
Belíssimas! Principalmente por terem o Vasco da Gama, a todo o instante, pulsando forte no coração. Como estas, que o "Kike" viu (abaixo) no www.plaixãovasco.com.br sem o seu nome publicado. Gente, vamos colocar a graça das gatinhas e dos fotógrafos, pra moçada saber e bater palmas. Quem souber, por favor, avise, para o devido registro. Valeu?   

O PRÍNCIPE DA ESQUINA DA COLINA

  1  - Danilo Alvim foi um dos maiores craques brasileiros do seu tempo. Nascido em 03.12.1920, no Rio de Janeiro, aos 19 anos de idade, sofreu 39 fraturas, em uma das pernas, ao ser atropelado por um automóvel. Dois anos depois, estava jogando tanto que o Vasco da Gama o tirou do América. Praticante de futebol clássico, Danilo ganhou o apelido de “Príncipe” e sagrou-se campeão carioca em 1945, 1947, 1949, 1950 e 1952, e do Sul-Americano de Clubes Campeões-1948, no Chile. Esteve titular da Seleção Brasileira durante a Copa do Mundo-1950, qual saiu vice-campeão. Três anos depois, enceraria a sua vida vascaína, indo para o Botafogo. E encerrou a carreira vestindo a camisa do mineiro Uberaba-MG.
 Como treinador, em 1963, comandou a seleção boliviana na conquista do Sul-Americano. Quando pendurou as chuteiras, Danilo não tinha mais nada, a não ser uma casa em seu nome, no Rio de Janeiro. Em 16 de maio de 1996, saiu desta vida, como morador de um asilo para velhinhos pobres e esquecidos.

2 - O atacante Kosilek fez parte do grupo dos campeões carioca, em 1970. Em sua rápida passagem por São Januário, disputou apenas 14 jogos. Confira: 22.02.1970 – Vasco  0 x 2  Flamengo (Torn Inter de Verão); 24.03.1970 a- Vasco  1 x 0  Rio Branco-ES (amistoso); 05.04.1970 – Vasco   0 x 2  Bangu (Taça Guanabara); 26.04.1970 - Vasco   1 x 0  América-RJ. (Taça GB); 01.05.1970 - Vasco  0 x 0  Flamengo (Taça GB); 03.05.1970 0 Vasco  2 x 0  Desportiva-ES (amistoso); 10.05.1970 - Vasco  0 x 2  Flamengo. (Taça GB); 01.08.1970 - Vasco  1 x 0  Olaria (Campeonato Carioca); 09.08.1970 - Vasco  1 x 0  Flamengo. (Camp Car); 15.08.1970 - Vasco  2 x 0  Portuguesa-RJ (Camp Car); 13.09.1970 - Vasco  3 x 2  América-RJ (Camp Car); 20.09.1970 – Vasco  0 x 2  Fluminense (Camp Car); 17.10.1970  - Vasco 5 x 1  Santos (Taça de Prata);a 04.11.1970 – Vasco 4 x 0 CSA-AL (amistoso).

domingo, 25 de novembro de 2018

HISTÓRIA DA HISTÓRIA - O DONO DO 1950

Em 1950, até o Cristo Redentor era vascaíno.
 Reprodução de desenho enviado pelo
 leitor Raimundinho Maranhão
1 - O "Almirante" viajou a bordo do “Expresso da Vitória" para o bi do Campeonato Carioca-1950, com passagem categoria “invencível”. Em 1949, não tivera adversários, no auge da máquina que produzira 18 vitórias, em 20 jogos, mandando 84 bolas nas redes. Ainda é a melhor campanha de um Estadual-RJ na era do futebol profissional.

2 - Em 1950, o Vasco era mais da metade da Seleção Brasileira, cedendo o treinador Flávio Costa e os atletas  Barbosa, Augusto,  Ely do Amparo, Danilo, Alfredo II, Maneca, Ademir Menezes e Chico Aramburu. E só não cedeu Tesourinha para a Copa do Mundo porque machucou-se pouco antes. Mesmo tão forte e muito superior aos outros,  a equipe vascaína  fez um primeiro turno decepcionante, perdendo três partidas. Mas colocou a casa em ordem no returno, vencendo todas, embora só subindo à ponta na penúltima rodada. Totalizou 32 pontos, contra 31 do América, o adversário da rodada final, já no ano seguinte.

3 - O Vasco venceu os americanos, em 28 de janeiro de 1951, por 2 x 1, tornando-se o primeiro campeão estadual carioca da "Era Maracanã". Fora o  quarto título do “Expresso da Vitória”, em seis temporadas, naquela marcando 74 gols e ficando com um assombroso saldo de 53. Ademir Menezes  abriu o placar, aos 4 minutos. O “Diabo” empatou, com Maneco, aos 40. Aos 29 do segundo tempo, Ademir marcou o tento da vitória. O juiz foi José Carlos de Oliveira Monteiro, o “Tijolo”, que expulsou de campo, aos 43 minutos, os vascaínos Ely e Laerte, e os americanos Osmar e Godofredo. O Vasco formou com: Barbosa, Augusto e Laerte; Ely, Danilo e Jorge; Alfredo, Ipojucan, Ademir, Maneca e Djair.

Reproduçãode www.netvasco.com.br
4 - Além de campeão, o Vasco ainda teve o artilheiro do Campeonato Carioca-1950, , Ademir, com 25 gols. Ele participou de 19 dos 20 jogos, o mesmo numero de Barbosa, de Ely e de Maneca, só ficando atrás de Augusto, de Danilo e de Jorge, que atuaram em todos – os demais participantes dos jogos foram: Djayr (16), Ipojucan (14), Alfredo (13), Wilson (10), Laerte (9), Tesourinha (7), Lima (6), Jansen (3), Chico (2), Álvaro, Ernâni, Sampaio e Vasconcellos (1).      

5 -  Conta-se que durante o intervalo, Ipojucan reclamava de falta de ar e não queria voltar a campo. Achando que não era verdade, o técnico Flávio Costa cobriu-lhe de tapas, avisando-o: “Você volta de qualquer jeito”.  Para Flávio, não fora agressão, só “duas bofetadas terapêuticas”. Que fizeram efeito. Mesmo escondido pela ponta-direita, no segundo tempo, Ipojucan fez o passe para o segundo gol de Ademir.

6 - O  Vasco foi o campeão carioca da temporada de 1950, com 34 pontos, em 20 jogos. Marcou 74 gols e sofreu 21, o que lhe deixou com o saldo de 53 nas 17 vitórias e três derrotas, o equivalente a 85% de aproveitamento.

7 - Placares e goleadores da campanha estadual de 1950:  20.08.1950 – 6 x 0 São Cristóvão ( Maneca (2), Ipojucan (2), Ademir e Lima); 27.08 – 3 x 2 Bangu (Ademir (2) e Tesourinha); 03.09 – 2 x 3 América (Maneca e Ademir); 10.09 – Vasco 4 x 0 Bonsucesso (Ademir (3) e Maneca); 17.09 – 3 x 1 Olaria (Ipojucan (2) e Lima); 24.09 – 2 x 1 Flamengo (Ademir e Alfredo II); 01.10 – 1 x 2 Fluminense (Ipojucan); 08.10 – 0 x 1 Botafogo; 15.10 – 9 x 1 Madureira (Djayr (4), Ademir (2), Álvaro (2) e Maneca; 22.10 – 7 x 0 Canto do Rio (Ademir (2) Djayr (2), Jansen, Maneca e Tesourinha; 29.10 – 5 x 1 São Cristóvão ( Djayr (3), Ademir e Tesourinha); 05.11 – 3 x 2 Madureira (Ademir (2) e Djayr); 19.11 – 4 x 0 Olaria (Ademir (3) e Alfredo II); 26.11 – 4 x 1 Flamengo (Ipojucan (3) e Alfredo II); 10.12 – 7 x 2 Bonsucesso (Ademir (3), Djayr (3) e Maneca); 17.12 – 4 x 2 Canto do Rio (Maneca (4); 31.12 – 2 x 1 Bangu ( Ipojucan e Maneca); 06.01-1951 – 4 x 0 Fluminense (Ipojucan (3) e Ademir); 14.01 – 2 x 0 Botafogo ( Maneca e Ademir); 28.01.1951 0 2 x 1 América (Ademir (2).
Quem disse que camisa não ganha jogo?
Reprodução de www.cvascodagama.com.br

8 - Além de Ademir Menezes, com seus 25 gols, os outros “matadores” foram: Djayr e Maneca (13), Ipojucan (12), Alfredo e Tesourinha (3), Álvaro e Lima (2) e Jansen (1).

9 - Vasco X Fluminense, entre 200 a 2015, tem 16 vitórias cruzmaltinas, 5 tricoloras e 10 empates:  Confira: 02.04.2000 – Vasco 3 x 2; 21.05.2000 – Vasco 0 x 1; 11.02.2001 – Vasco 2 x 0;  15.04.2001 – Vasco 3 x 3; 07.03.2002 - Vasco 2 x 2; 15.05.2002- Vasco 1 x 0; 02.02.2003 – Vasco 2 x 2; 19.03.2003 – Vasco 2 x 1; 23.03.2003 – Vasco 2 x 1; 07.03.2004 – Vasco 4 x 0; 04.04 – 2004 – Vasco 2 x 1; 27.02.2005 – Vasco 2 x 1; 26.03.2005 – Vasco 1 x 1; 05.03.2006 – Vasco 2 x 2; 17.02.20076 – Vasco 4 x 4; 23.03.2008 – Vasco 1 x 2; 08.02.2009 – Vasco 0 x 0; 13.02.2010 -  0 x 0 e 28.03.2010 – Vasco 3 x 0; 22.08.2020 – Vasco 2 x 2; 07.11.2010 – Vasco 0 x 1; 27.03.2011 – 0 x 0; 21.08.2011 – 1 x 1; 27.11.2011 – Vasco 2 x 1; 12.02.2012 – Vasco 2 x 1; 26.02.2012 – Vasco 1 x 3; 25.08.2012 – Vasco 1 x 2; 09.02.2013 – 1 X 1; 02.03.2013 – Vasco 3 x 2; 21.07.2013 – Vasco 3 x 1; 09.10.2013 – Vasco 1 x 0; 16.03.2014 – 1 x 1; 27.03.2014 – 1 x 1; 22.02.2015 - Vasco 1 x 0; 19.07.2015- Vasco 2 x 1. 

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - AS LOIRAS ADORAM PESCOÇO (POR DENTRO)

No "tropicaliente Brasil", propaganda de "cerva" tem que
 ter mulher bonitaça  e sacanagem no marketingh
   Ah! Que loira deliciosa! Que tezãozaço! Quantas vezes você já fez tal consideração, hem, pecador? E a sua mulher pensando que você está trabalhado, duro, no escritório. De repente, até estava, mas no Bar Escritório, tendo o trabalho de levantar o copo.
Quem mais chega nessas loiras tezudíssimas são os alemães e os estados-unidenses.  Os brasileiros, nem tanto. Que decepção, hem, meu cháplia!
 O jeito de fazer a coisa é igual, em todo o planeta. Mas há macetes para uma ser mais gostosa do que a outra. A própria loira ensina os seus segredos e fornece dicas para o que rolar entre ela e o parceiro sair bem legal.
 Você só pensa em sacanagem, né, carinha? Não é nada disso que você está pensando, como garante aquela mulher que o marido pega na cama com um outro homem, nos filmes de cinema e da TV. Estou falando é da cerveja, malandro. 
Até tu, oh! Sandy. Jogando uma 'Devassa' na mão da da rapaziada! 
Cá pra nós: da loira, mas da gelada, a gostosérrima que o alemão traça, em média, 250 litros anuais, enquanto os norte-americanos, vice-líderes na questão, só chegam a 170. Já os brasileiros – que vexame? – usam meros 42 litros anuais para molhar o pescoço, por dentro.
 Nada de racismo, mas os mestres afirmam que uma loira boazuda deve ser aprovada em   nove itens, a começar pela cor. Em seguida, clareza; formação; estabilidade e aderência da espuma; pureza do odor; paladar encorpado; frescor;  intensidade e aquele amarguinho característico.
 Estes mesmos metres dizem que, para uma loira ser mais gostosa do que outra, rola a dosagem e a qualidade dos ingredientes, no caso, malte de  cevadas, água, fermento ou levedura e lúpulo (planta europeis que  produz o amargo legal).  Eles dizem, ainda, que as loiras não fazem mal à saúde, mas não devem passar de 4% de álcool.
Tem gente que prefere pegar a loira pelo 'colarinho'
 Para você se dar bem com uma loira, anote os segredos dela: 1 – evitar traça-la sob temperatura abaixo de 10 graus; 2 – não expô-la ao frio excessivo, porque isso tira o tesão (sensibilidade) das papilas e deixa o sentido gosto broxa, broxão, um autêntico pincel mole; 3 -  não trace loira que deixe a garganta amargando; 4 – se quiser pega-la pelo colarinho, a espuma deve ter largura máxima de três centímetros e colar no líquido como um creme compatco; 5 – o colarinho mantém o aroma e evita oxidação excessiva; 6 – nada de diferenciar a loira com essências e sabores artificiais; 7 – as loiras não gostam de serem levadas pra casa. Portanto, receitas caseiras, nem pensar. Não ficam gostosas como devem ser; 8 – prefira as mais jovens, são as mais gostozudérrimas.
  E, por gostar tanto das loiras, as alemães montaram fábricas e mais fábricas para não pararem de traça-las. São mais de mil espalhadas pela terra deles. Logo, devem ser gostosas, mesmo!     
Dá conta, companheiro? É claro... de beber quantas, por dia?  Há carinhas que dizem não livrar a cara da marca. Traça todos os sabores que pintarem em suas canecas, independentemente da procedência, nacional ou estrangeira. Que venha a loira! E, também - porquê não? - a cerveja preta. Mandaaaaaa! 
                       IMAGENS REPRODUZIDAS DO MARKETING CERVEJEIRO

sábado, 24 de novembro de 2018

HISTÓRIA DA HISTÓRIA - OS VASCOS E PELÉ

 A ligação de Pelé com o Club de Regatas Vasco da Gama passa por algumas vascaínidades. Pra começar, o pai dele, o atacante João Ramos do Nascimento, o Dondinho, atuou por um time mineiro chamado Vasco, da cidade de São Lourenço.
 Foi por ali que o planeta começou a conhecer um nome até então inexistente e que ficou tão conhecido quanto a árvore mais conhecida do planeta. Sim! Pelé, o apelido do garoto Edson Arantes do Nascimento roda o globo terrestre, sem precisar de explicações.
 Quis o destino que o sujeito que gerou o apelido do “Rei do Futebol” jamais tivesse encontrado ou visto Pelé jogar, depois que o garoto foi  embora para a paulita Bauru, dizendo que, quando crescesse, queria ser Bilé. Não era para menos. Da arquibancada do estádio onde o Vasco jogava, o garoto, levado pelo tio Jorge Arantes, ouvia a torcida gritar: “Segura, Bilé! Sai do gol, Bilé! Vai na bola, Bilé!”, etc. etc e se entusiasmava com aquilo.  
O goleiro e o pai da fera
 Entre os 3, 4 de idade, o Dico – apelido caseiro de Pelé – tinha a língua enrolada e falava “Pilé”, em vez de Bilé. A história, muito contada por antigos moradores de São Lourenço, foi confirmada à revista paulistana “Placar” – N 1149, de março de 1999 – por Maria da Conceição Faustino, irmã de Bilé, e por José Benedito Mota Silva, que fora zagueiro do Vasco-SL/MG.
 Até aquela edição da revista paulista, o torcedor de fora de São Lourenço não conhecia nenhuma foto de Bilé, o que foi mostrado ao país por “Placar”, que o circulou (bem como a Dondinho) na imagem que o Kike reproduz pra você ver.
  Tempos depois, quando a bola não queria mais saber de Bilé, o “moleque” que queria ser ele iria despontar para a glória de “maior do mundo”, vestindo a camisa 10 do Vasco da Gama “original”, em três partidas do Combinado Vasco/Santos: 
19.06.1957 -  6 x 1 Belenenses, de Portugal, marcando três gols; 22.06.1957 -  1 x 1 Dínamo Zagreb, da então Iugoslávia, fazendo mais um, e em 26.06.1957 - 1 x 1 Flamengo, deixando um outro na rede. Um mês depois, estreava pela Seleção Brasileira, marcando um tento. E o restante da história todo o planeta conhece.  
Quanto a Bilé, isto é, Jose Lino da Conceição Faustino, depois de São Lourenço,  foi morar em Volta Redonda-RJ e ganhar a vida como eletricista. Quando contava que fora o seu apelido que gerara o de Pelé,  ninguém lhe dava bolas. Viveu “inacreditável” até 1975 - 53 temporadas neste planeta - até quando Pelé já havia colocado 1.200 colegas dele pra chorar.

O VENENO DO ESCORPIÃO - ZOROASTRO NÃO SABIA O QUE ESTAVA INVENTANDO

Jesus Cristo reproduzido de
 www. elo7.blogspot.com
  IGREJAS ATÉ PARA "MALUQUETES"
 Por religião entende-se o culto a alguma divindade, por meio de preces, ritos e ordenamentos da questão. 
No Brasil, a mais praticadas é o catolicismo, criada por Jesus Cristo, na Palestina, pregando ter Deus enviado o seu filho ao planeta, para ensinar os seus ditos e salvar os homens de tantos pecados.
A religião mais antiga, no entanto, é o zoroastrismo, propagado por Zaratrusta, pela Pérsia,  durante o século quatro antes de Cristo-AC.
ue escolhesse de qual lado ficar.
 No antigo Egito, eram muitas as crenças, simbolismos, mitos, cerimônias e rituais. Todos acreditavam em forças espirituais e, ao contrário dos cristãos, os egípcios tinham várias divindades.
  Na Roma antiga, desde 753 AC, praticava-se, também, o politeísmo, com deuses caracterizando seres humanos, como faziam os gregos, que conferiam vários atributos a estes. Rolou de 1.000 AC até a invasão da Grécia, pelos romanos, no século 146 AC.
 Entre os monoteístas, o judaísmo é a religião mais antiga. Vem do século 18 AC, quando um deus criador do mundo mandou Abraão procurar pela terra prometida, após fazer um acordo com os hebreus e torna-los a sua patota predileta. Foi por ali que Moisés ficou sendo seu porta-voz, divulgador de suas leis.
Desenho de Zaratrusta reproduzida
www.educaterra.com.br
 Nesses temos pós-modernos, não há mais farra de deuses. Politeísmo? Nem pensar. Lance armado por figuras esquisitas que chegaram a criar igreja dedicada a jogador de futebol e a ator de cinema.    
No primeiro caso, temos a Igreja Maradoniana, com mais de 500 mil seguidores espalhados por Argentina, Espanha, Estados Unidos, Japão, México, Peru e até no Brasil.
  Criada, por dois fãs do futebolista argentino,  em 30 de outubro de 1998, quando Diego Armando Maradona celebrava 38 de idade,  tal religião troca o AC e DC que identificam o tempo de Cristo, por AD e DD simbolizadores de antes e depois de Maradona, tendo 1960 como marco zero.
 Os seguidores da religião maradoniana devem escrever “Dios” (Deus, em espanhol) e acrescentar o número 10, com o qual o craque jogava, quando o mencionarem. Entre outras maluquices, deve-se, também, usar a palavra Diego como segundo nome e usa-la, ainda, para registrar e batizar os filhos – completa "porraloquice".  
 Enquanto isso, na ilha de Tanna, em Vanatu, há algo esquisito, também, mas pode-se desclassifica-lo do artigo “doidice” e enquadra-lo na compreensível crendice indígena. Seguinte: a tribo Yaohnanen, respeitando a lenda de que um filho do espírito da montanha viajara sobre o mar, para bem longe, casara-se com uma mulher muito poderosa e voltara no tempo, intuiu que o cara seria o príncipe Phillip, marido da rainha Elizabeth, da Inglaterra.
 A igreja para cultuar o príncipe começou em 1950 e ganhou mais força, em 1974, quando o casal real visitou a ilha. Para os ilhéus, era a lenda mostrando-se real.    
Reproduzido de www.ig.com,.br, o cartaz mostra a adoração a um "rei do futebol", conceito ultramoderno de religião 
 País que tem lançado muitas modas, a Inglaterra não ficaria fora dessa. Em 1954, George King contou ter ouvido o alienígena Aetherius avisa-lo de que ele seria a voz do “Parlamento Interplanetário”. 
Então, ele criou a “Sociedade Aetherius”, para juntar a sabedoria alienígena dos mestres cósmicos. Para os 650 adeptos maluquetes dessa onda, Jesus Cristo, Buda e Krishna são estes mestres.
Nos Estados Unidos foi muito pior. Os malucões criaram a Igreja Ed Wood, em louvor um sujeito considerado o pior cineasta da história do cinema. Incomparável, imbatível em suas horrorosas e bizarras produções.
 Os woodistas, liderados pelo reverendo Steven Galindo, que o criou, em 1996, aos seus 18 de idade, são mais de 3.000 pelo mundo a fora. Eles acenam com elevação espiritual para  quem não a encontra em religiões mais conhecidas. Os seus princípios falam em defesa da moral e dos ideias do pior diretor de filmes que o planeta já conheceu – rezemos, portanto, para nenhum novo cineasta repetir Ed Wood.
Reprduoção de cartaz de filme homenageando
 o pior cineasta do planeta
 Os Estados Unidos é a pátria de uma outra maluquice espetacular, a religião jedaista, surgida a partir do filme “Guerra das Estrelas”. 
Trata-se de mistura do taoísmo com o budismo com o budismo e detalhes da cavalaria medieval. Os líderes  obrigam os iniciantes a assistir a primeira trilogia do “Star Wars”(nome original da saga, em inglês) por 15 vezes seguidas.
 Também, contribuiu muito para a maluquice religiosa o japonês Yuko Chino, iniciados de “Ondas Pana”, religião que inclui budismo, cristianismo e “New-Age”. 
Tenta-se alertar  para perigos de ondas eletromagnéticas, que seriam as responsáveis pelas mudança climática e destruição ambiental no planeta. O malucão do Yuko diz que tudo isso é uma conspiração comunista para bombardear os seus seguidores. 
 Mas a maior maluquice é a igreja Pastafarianista ou Massafaranista, cultuando macarrão e rastafári. E á igreja do “Monstro do Esparguete Voador”, surgida para protestar contra ipomosições de governos dos Estados Unidos.
 O Pastafarianismo diz que o seu é ume esparguete com almôndegas que criou este planeta – dá vontade de ir embora dele. Chega de maluquice!

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

A SUPERBELA DO DIA - CLÉO PIRES

CLÉO PIRES POSTOU ESTA FOTO EM SEU FACEBOOK PARA BRINDAR OS SEUS
ADMRIADORES. DA PARTE DO KIKE, A GENTE
 AGRADECE PELO COLÍRIO. DE ACORDO?

HISTÓRIA DA HISTÓRIA - TERRA DA COLINA

No dia 28 de março de 1925, o Vasco assinou  escritura de compromisso de compra e venda de um terreno pertencente à Sociedade Anonyma Lameiro. A área, de 65.445 metros quadrados, no bairro São Cristóvão, está em um local que o povo tinha por Chacrinha do Imperador, vizinha à Rua São Januário, uma das suas principais vias de acesso. 
O terreno custou 609:895$000 (609 contos e oitocentos e noventa e cinco mil réis) e os representantes vascaínos, durante no ato da assinatura, foram o presidente do clube, comendador Antonio de Almeida Pinho, proprietário da Fundição Progresso, e o primeiro diretor de esportes terrestres, Manoel Joaquim Pereira Ramos.
 A última prestação da compra foi liquidada em 6 de outubro, permitindo que os vascaínos realizassem a cerimônia de hasteamento do pavilhão do clube no 20 de dezembro daquele mesmo ano. (Fonte: Centro de Memória do Club de Regatas Vasco da Gama).

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

VASCO DA GAMA 2 X 0 SÃO PAULO


A vitória desta noite, também,  quebrou o jejum de 13 temporadas sem vitórias dos vascaínos sobre os são-paulinos, em São Januário. Vale lembrar, ainda, que no próximo dia 25 deste novembro o clube celebrará 17 viradas de calendário da vitória por 7 x 1 São Paulo, pelo Brasileirão. 
No lance do primeiro gol, Jucilei tentou sair jogando e tocou fraco na bola, para Hudson, na intermediária. O volante Andrey aproveitou a bobeada, retomou o controle da pelota e bateu na rede: 1 x 0, na etapa inicial. No tento por Pikachu, no segundo empo, rolou uma bela trama ofensiva. Começou com um rápido desarme de Thiago Galhardo, sobre Shaylon. Ele entregou a bola para Yago Pikachu, que tabelou com Máxi Lopez e recebeu na cara do gol. Finalizou cruzado e escreveu: 2 x 0.
CONFIRA A FICHA TÉCNICA - 22.11.2018 (quinta-feira) VASCO 2 X SÃO PAULO. Campeonato Brasileiro - 36ª rodada. Estádio: São Januário-RJ. Juiz: Anderson Daronco-RS. Público: 14.426 pagantes. Renda: R$ 354.345,00. Gols: Andrey, aos 17 min do 1º tempo, e Yago Pikachu, aos 49 minutos do 2º tempo. VASCO: Fernando Miguel; Luiz Gustavo, Werley (Oswaldo Henríquez), Leandro Castán e Henrique; Desábato (Willian Maranhão), Andrey, Yago Pikachu e Thiago Galhardo; Kelvin (Caio Monteiro) e Maxi López. Técnico: Fernando Miranda (substituindo Alberto Valentim, suspenso). SÃO PAULO: Jean; Bruno Peres, Arboleda, Rodrigo Caio e Reinaldo; Jucilei, Hudson (Shaylon) e Nenê; Helinho (Antony), Tréllez (Pedro Bortoluzo) e Éverton. Técnico: André Jardine 

A GATA DAS GATA DA ESQUINA DA COLINA

Em 2017, uma linda torcedora aparecia muito na telinha de suas TV, exibindo coração vascaíno nas arquibancadas de São Januário. Tinha "20tinho" de vida.
 Como a galera ficava querendo saber quem era a bela "gata da Colina", o blog "O Sentimento Não Pára" descobriu que chamava-se Raíssa Bergiante e vinha sendo estudante de administração.
Tempinho depois, ela falou ao site www.netvasco.com.br, revelando ser residente no subúrbio carioca de Bangu. Considerava-se pessoa teimosa e não temia declarar-se "grossa com quem merece que eu seja".  Mais: "Não faço nada para agradar, só o que acho que é certo".
 Raissa se dizia vascaína desde quando estava na barriga da mãe que, mesmo barriguda, não perdia jogos vascaínos. Tinha Roberto Dinamite por  maior ídolo cruzmaltino, era grata aos fotógrafos e cinegrafistas que propagavam a sua beleza, mas acreditava que a torcidas feminina do Vasco da Gama tivesse outras meninas mais belas do que ela – impossível!
In 2017, a beautiful fan appeared on the big screen of his TV, displaying a Basque heart in the bleachers of San Juan. He had "twenty-one" of life.
 As the crowd wanted to know who the beautiful "cat in the Hill" was, the blog "Feeling Do not Stop" discovered that her name was Raíssa Bergiante and she had been a management student.
Soon after, she spoke to www.netvasco.com.br, revealing herself to be a resident in the suburb of Rio de Janeiro, considered herself a stubborn person and was not afraid to declare herself "coarse with who deserves me to be." More: "I do not do anything to please, just what I think is right".
  Raissa had said vascaína since when she was in the belly of her mother, who, even in her belly, did not lose Basque games. Roberto Dinamite had a bigger crossmaltino idol, was grateful to the photographers and cameramen who spread his beauty, but he believed that Vasco da Gama's female fans had other girls more beautiful than her - impossible !
  FOTOS REPRODUZIDAS DO BLOG TORCIDA230

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

HISTORI&LENDAS - VASCANARINHICES-66

1 - A Seleção Brasileira era a favorita ao título da Copa do Mundo-1966, na Inglaterra.
Brito e Fontana (em pé), dupla de zaga vascaína no escrete nacional 
O torcedor só falava no tri. Para os treinos, foram convocados quatro times, sem que o treinador Vicente Feola definisse nada.
 Em 12 de junho de 1966, no Maracanã, os canarinhos fizeram o penúltimo amistoso da fase de testes no país, vencendo a antiga Tchecoeslováquia, por 2 x 1, com dupla de zaga vascaína: Brito e Fontana.
 Tempos depois, dos que aparecem nesta foto,o lateral-direito Fidélis e o atacante Amarildo foram para São Januário. Confira,, da esquerda para a direita, em pé: Fidélis, Zito, Gilmar, Brito, Fontana e Paulo Henrique; agachados, na mesma ordem: Jairzinho, Lima, Alcindo, Pelé e Amarildo. Ainda aparecem na foto os massagistas Mário Américo (E) e Santana (D).
Célio (C) formando dupla com Tostão (D) ...

 2 - Dos quatro convocados para os treinos – os zagueiros Brito e Fontana, o apoiador Oldair Barchi e o atacante Célio Taveira –, só Brito chegou ao Mundial. E só jogou uma partida, em 19 de julho, contra Portugal, quando o time da Confederação Brasileira de Desportos foi eliminado,  por 1 x 3 Portugal, no estádio do Goodson Park, em Liverpool, ante 58.479 pagantes, e com o gol canarinho marcado por Rildo.

... e com Parada.
3 - De candidato ao tri, o Brasil fez uma de suas piores campanhas em Copas do Mundo. Venceu a Bulgária, por 3 x 1, na estréia, mas caiu, pelo mesmo placar, ante a Hungria, no jogo seguinte. 

4 - Durante os treinos, o time principal seria o que tivesse Pelé. Fontana chegou a viajar contundido para os últimos amistosos na Europa, tendo sido cortado nas vésperas do primeiro jogo.      

5 - O Vasco havia sido campeão do Torneio Rio-São Paulo, dias antes da convocação, mas era um título que a torcida não levava muito a sério, pois a CBD o dividira, entre quatro times – mais Santos, Botafogo e Corinthians –, alegando falta de datas para decidi-lo. Na verdade, a "Turma da Colina" vivia uma fase entressafra. O que de mais importante ganhara por aquele período fora a I Taça Guanabara, em 1965. Desde 1958 não conquistava um Campeonato Carioca. Seus times eram muito irregulares. Excetuando-se os quatro convocados, os demais jogadores não empolgavam tanto.

CORREIO DA COLINA DO ANIMAL.

CRAQUE, ÍDOLO E TORCEDOR VASCAÍNO 
Charge que www.esporte.uol.com.br fez
para a despedida de Edmundo.
“Em qual jogo Edmundo garantiu  a marca de maior artilheiro do Brasileirão?”. 
 Quem pergunta é  a potiguar Cláudia Patrícia. Seu pai e seus irmãos são cruzmaltinos, e ela, também, pela propriedade transitiva. Cláudia já visitou o Rio de Janeiro, com um irmão, e este levou-a a São Januário, em dia em que o ”Animal” estava endiabrado.  Ficou fã dele. 
 Claudinha! Pelo que jogou durante o Campeonato Brasileiro de 1997, Edmundo teria que ser eleito o melhor futebolista do mundo. Ninguém fez o que ele fez no planeta, naquela temporada.  Mas a FIFA só elege europeus, ou quem atua na Europa.
Imagem reproduzida de www.osgigantesdacolina.blogspot.com

Edmundo quebrou o recorde de tentos da disputa (29), em noturna quarta-feira (03.12.1977), sob apito de Paulo César Oliveira-SP.
 O "Animal" deixou três nos 4 x 1 Flamengo, espantando o "Urubu", aos 16 minutos do primeiro tempo, e aos 10 e aos  42 do segundo, no Maracanã. 
Antônio Lopes era chefe desta moçada: Carlos Germano; Felipe Alvim (Maricá), Alex Pinho, Mauro Galvão e César Prates; Nélson, Nasa, Ramon Mineiro e Juninho Pernambucano (Moisés); Edmundo e Evair (Fabrício Eduardo). 

terça-feira, 20 de novembro de 2018

DESJEJUADO NA ESQUINA DA COLINA

1 – Em 1970, o Vasco quebrou jejum, de 12 anos, sem ser o título estadual. Treinado por Elba de Pádua Lima, o Tim, fez 18 jogos, com 13 vitórias, três empates e duas quedas. O time-base era: Andrada; Fidélis, Moacir, Renê e Eberval; Alcir e Buglê; Luiz Carlos Lemos, Valfrido, Silva e Gílson Nunes.  A seguir, o Vasco disputou a Taça de Prata-1970 (Brasileirão da época) e ficou em 17º lugar, com duas vitórias, três empates e 11 escorregadas. Marcou 14 gols, à média de 0,88 por jogo, e sofreu 26, ou 1,63 por partida, saldo negativo, de menos 12 tentos.

2 - Os dois sucessos cruzmaltinos na Taça de Prata-1970 foram os 5 x 1 Santos, em 17 de outubro, no Maracanã, e os 3 x 0 Santa Cruz-PE, na Ilha do Retiro, em Recife. Os ‘meios-sucessos’ ficaram por conta de 0 x 0 Bahia, em 28 de outubro, no Estádio Lourival Batistas, em Aracaju-SE; 1 x 1 São Paulo, em 7 de novembro, no Maracanã, e 1 x 1 Internacional, em 11 do mesmo mês, no “Maraca”.

3 - O Vasco faz, em 1972, a maior contratação do futebol brasileiro, tirando o meia Tostão do Cruzeiro, por Cr$ 3,5 milhões de cruzeiros, a moeda da época. O craque, campeão mundial na Copa México-70, estreou em 7 de maio, no empate, por 2 x 2, com o Flamengo, e fez o último jogo em 27 de fevereiro de 1973, diante do Argentino Juniors. Foram 45 jogos e seis gols, tendo ele deixado de ser atleta do clube em 17 de maio de 1974, quando o seu contrato foi cancelado. Por recomendação médica, Tostão parou de jogar, dedo problemas com o olho esquerdo. A partir de então, os dois lados foram para a Justiça, tendo em vista que o jogador queria receber o que ainda não recebera das "luvas", e ganhou a questão.

4 - O Vasco foi campeão carioca-1977, vencendo 25 dos 29 jogos disputados. Empatou três e perdeu um. Marcou 69 gols, à média de 2,38 por jogo, e levou cinco pelotas, ou 0,17 de média por partida. O saldo foi de 64 tentos. Mandou três goleadas: 03 de abril – 4 x 0 Bangu; 06 de abril – 4 x 0 Campo Grande; 17 de abril – 7 x 1 Madureira; 17 de agosto – 5 x 0 Goytacaz, com todos os jogos em São Januário.

PAIXÃO VERDEJANTE DO DIA DA COLINA

Mais um belo "cartoon" produzido pelo artista do belo site cruzmaltino  www.paixaovascao. Ainda não descobrimos o nome do rapaz (ou da moça?), no que lhe pedimos ajuda para identificá-lo e fazer uma entrevista com ele. Quanto à imagem de hoje, as ninfetas cruzmaltinas são todas belas assim. Podes crer e ter a certeza de que você não verá gatinhas como elas usando bonés com o emblema de outros clubes. Como está na moda a tatuagem, elas destacam o seu amor pelo "Almirante" em locais bem perto do coração. 

Another beautiful "cartoon" produced by the artist of the sensational site www.paixaovascao. We have not yet discovered the name of the boy (or girl?) Of the production of these drawings, in which we asked for help to identify him and make an interview with him. As for today's image, the crossmaline nymphets are all beautiful as well. You can believe and be sure that your soles will not look anything like the crowd in other clubs. What a cool cap, huh? As the tattoo is fashionable, they highlight their love for the "Admiral" in places very close to the heart.

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

HISTORI & LENDAS - EDMUNDADAS

1 - Em 1997, o Vasco negociou Edmundo, com a italiana Fiorentina, por US$ 9 milhões. E ele ajudou a "Viola" a terminar em terceiro lugar na Série A da temporada 1998/99. Edmundo, porém, entrou em atrito, com a torcida, por desfalcar o time, para passar o Carnaval de 1999 no Rio de Janeiro. Voltou par o Vasco, por US$ 15 milhões, e ficou, de 1999 a 2003. Maior transferência paga por um clube brasileiro, até então. Ajudou o time a ganhar o segundo turno do Estadual de 1999. 

2 - Ao final de 1999, Edmundo voltou a conviver, com Romário, com quem brigara, em 1998. Inicialmente, tolerou o “Baixinho”, com a promessa, do presidente Eurico Miranda, de que o desafeto ficaria só para as disputas do Mundial de Clubes da FIFA, em janeiro de 2000. Fizeram uma trégua e um show, diante do inglês Manchester United. Edmundo, de costas para o marcador Mikaël Silvestre, com um toque na bola, aplicou-lhe um chapéu, deixou-o ao chão e emendou ao lance, com um outro toque, encobrindo o goleiro Bosnich. A torcida vascaína delirou.

3 - Durante o Estadual-RJ de 2000 Romário provocou Edmundo, chamando-o de bobo (Agora a corte está completa. Tem o bobo, o príncipe (ele) e o rei (Eurico), após uma vitória, sobre o Olaria. Depois, Romário marcou três, em Vasco 5 x 1 Flamengo, na final da Taça Guanabara. A rixa fez Edmundo recusar-se a enfrentar o Palmeiras, pelo Torneio Rio-São Paulo, por ter perdido a faixa de capitão, para o desafeto. "É como se eu fosse um jornalista importante que, depois de ficar três dias parado, voltasse à empresa como office-boy", comparou.


4 - Ano 2000 - Edmundo é eleito, pela revista Placar, o jogador mais odiado do Brasil. Ele provocava os adversários, com frases assim: "Seu salário não paga o meu cafezinho". Desgastado, o Vasco o empresta, ao Santos, que o devolve, tempos depois, porque o ‘Animal’ reclamava, publicamente, de atrasos salariais. É emprestado, então, ao italiano Napoli, que é rebaixado. Cansado de ser emprestado, Edmundo vai à justiça desportiva.

5 - Temporada-2001 - Edmundo consegue o passe livre (na justiça) e vai para o Cruzeiro. Tempos depois, é mandado embora, devido uma declaração, antes de enfrentar os vascaínos, que venceram, por 3 x 0. "Tomara que não faça gol. Se acontecer, vai ser por puro profissionalismo. Mas não haverá comemoração, porque não posso comemorar derrotas minhas, como torcedor vascaíno". Durante o jogo perde um pênalti. A dispensa ocorre logo após a partida.



www.pinterest.com escalou Edmundo  entre
os maiores ídolos vascaínos
6 - Temporada 2002 - Edmundo defendia os japoneses Tokyo Verdy e Urawa Red Diamonds. Em 2003, com três meses de Urawa, rescinde contrato, alegando saudades da família. No meio do ano, voltou ao Vasco e reclamou de atrasos salariais. Disse ter ficado sete meses sem receber nada. Atacou Eurico Miranda e criticou a qualidade do time. No final do ano, foi embora, falando em final de carreira.

7 - Gols de Edmundo, durante o Campeonato Brasileiro de 1997, quando quebrou dois recordes, o de Reinaldo, do Atlético-MG, com 28 tentos, em 1975, e o de maior “matador” em uma só partida da competição. Confira: 16.07.1997 – (1) – Vasco 2 x 1 Corinthians; 03.08 – (1) Vasco 3 x 1 Fluminense; 17.08 - (1)- Vasco 3 x 0 Bragantino-SP; 30.08 – (2) – Vasco 3 x 2 Sport-PE; 11.09 – (6) – Vasco 6 x 0 União São João-SP; 14.09 – (1) – Vasco 2 x 4 Vitória-BA; 20.09 (2) – Vasco 4 x 1 Paraná; 28.09 – (1) – Vasco 2 x 1 Portuguesa de Desportos; 01.10 – (1) – Vasco 2 x 1 Palmeiras; 05.10 – (1) – Vasco 2 x 1 Atlético-PR; 11.10 -(3) – Vasco 3 x 1 Coritiba; 26.10 – (2) – Vasco 4 x 3 Criciúma-SC; 02.11 -(2) – Vasco 3 x 1 Bahia. 14.11 – (1) – Vasco 3 x 0 Joinville-SC; 26.11 – (1) – Vasco 2 x 1 Portuguesa de Desportos; 03.12 (3) - Vasco 4 x 1 Flamengo.
FOTOS ACIMA  REPRODUZIDAS DE ÁLBUNS DE FIGURINHAS