Vasco

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sexta-feira, 30 de setembro de 2016

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 30.09

Há vascaíno que considera o “Clássico dos Milhões” um campeonato à parte. Se é,  a rapaziada mandou bem, de virada, em 1928. No entanto, para outros torcedores, vale mais o que fica de muito no caderninho. Por exemplo, uma goelada pra cima do Bangu, em  1945. Sendo assim...

VASCO 2 x 1 FLAMENGO foi dominical, no campo da Rua Paysandu, pelo Campeonato Carioca. Para o adversário, parecia muito complicado enfrentar os vascaínos, tanto que tinha dois treinadores, Joaquim Guimarães e Juan Carlos Bertoni. Mas, nem assim, eles conseguiram segurar a rapaziada.  Do lado da Colina, o inglês Harry Welfare era o treinador.  Os “matadores” foram Américo e Paschoal  e o “Time da Virada” teve: Jaguaré, Hespanhol e Itália; Brilhante, Nesi e Mola; Paschoal, Russinho, Américo, Pepico e Santana. Aquele era o 10º encontro com os "urubunaceos", com quatro vitórias cruzmaltinas – 3 x 2, em 29.04.1923; 2 x 1, em 12.09.1926; 3 x 0, em 03.06.1928, e 2 x 1 em 30.09.1928 – e dois empates – 1 x 1, em 15.11.1925 e 2 x 2 em 16.06.1926.  

VASCO 6 x 2 BANGU, pelo Campeonato Carioca-1945 rolou em um domingo, em São Januário, apitado por Alderico Solon Ribeiro, com renda de Cr$ 17.619,90. Lelé, de  pênalti, aos 6; Isaías, aos 9; Chico, aos 15; Berascochea, aos 26 e Lelé, novamente, aos 34 minutos do primeiro tempo horrorizaram. Na etapa final, o xerifão Berascochea saiu lá de trás e voltou ao terreno banguense, aos 81 minutos, para acabar de acertar as contas. Os vascaínos eram viajantes do atropelador “Expresso da Vitória”, pilotado pelo maquinista uruguaio Ondino Vieira. Traçou aquela por conta de: Barbosa, Augusto e Sampaio; Ely, Berascochea e Argemiro; Djalma, Lelé, Isaías, Ademir Menezes e Chico. Antes o "Almirante" havia feito 50 jogos contra o Bangu, confronto iniciado em 3 de junho de 1923, com vitória por 3 x 2. Até ali, haviam sido 39 triunfos e seis empates. Diferençaça!

VASCO 1 X 0 AMÉRICA integrou rodada do Campeonato Carioca-1961. Jogado no Maracanã, teve por árbitro Waldemar Meireles. Renda e renda: Cr$ 796.617,00. Saulzinho, aos 53 minutos, marcou o tento da vitória do time do treinador Paulo Amaral, que mandou a campo: Ita; Joel Felício, Bellini e Dario; Écio e Barbosinha; Sabará, Lorico, Saulzinho Pinga e Ronaldo. Técnico: Paulo Amaral. 

VASCO 1 X 0 BONSUCESSO abriu, para os cruzmaltinos, o returno do Campeonato Carioca-1962 . Também preliado no Maracanã, mas com  arbitragem de Cláudio Magalhães e gol marcado por Saulzinho. O treinador era Jorge Vieira e o time alinhou: Humberto Torgado, Paulinho, Brito, Barbosinha, Coronel, Maranhão, Lorico, Sabará, Vevé, Saulzinho e Da Silva. 

VASCO 1 X 0 BANGU é do terceiro turno do Estadual-1979. Jogado em um domingo, o gol marcado por Guina, aos 4 minutos do primeiro tempo, estabeleceu 16 confrontos de invencibilidade cruzmaltina sobre os alvirrubros, pelas disputas oficiais regional. Até então, em 120 pegas, o "Almirante" havia faturado 78 e igualado 21. Às redes, comparecera em 309 oportunidades. Em rodada-dupla, na preliminar para Botafogo x Americano, o jogo foi apitado por Mario Rui de Sousa, com a equipe da Colina sendo: Leão, Orlando (Paulinho II), Gaúcho, Ivã e Marco Antônio; Zé Mario, Dudu e Afrânio (Katinha); Guina, Paulinho e Zandonaide.

VASCO 2 X 0 CAMPO GRANDE abriu o returno do Estadual-1984, por sinal, vencido pelos vascaínos, que levaram pra casa a Taça Rio. O jogo rolou na casas do adversário, o Estádio Ítalo Del Cima, no carioca bairro de Campo Grande, apitado por José Roberto Wright, com renda de Cr$ 26 850 000 e o diminuto público de 5 370 pagantes. Marquinho foi o "cara" do jogo, balançando a rede, aos 18 e aos 30 minutos do primeiro tempo. Edu  Coimbra era o treinador e a sua patota tinha: Roberto Costa; Donato, Ivã, Nenê e Aírton; China, Geovani e Marquinho (Oliveira); Mau­ricinho, Roberto Dinamite e Rômulo.

 A "Vascodata" 30 de setembro inclui  Vasco 0 x 0  Rio Negro-AM, em um domingo no demolido Estádio Vivaldo Lima, em Manaus. Valeu pela primeira fase do Campeonato Brasileiro-1973 e vale menção por ter sido o primeiro encontro entre os dois times por Brasileiros. O técnico vascaíno era Mário Travaglini, que escalou: Andrade: Paulo César, Renê, Moisés e Alfinete: Alcir. Zanatata e Ademir (Nenê); Jorginho Carvoeira, Roberto Dinamite e Luís Carlos Lemos.

HISTORI&LENDAS CRUZMALTINAS

Temporadas de 1933 a 1940 – Alguns jogos do Vasco valeram pelo Campeonato Carioca e pelo Torneio Rio-São Paulo. Em 1990, as partidas vascaínas contra o Grêmio-RS valeram pela primeira fase da Taça Libertadores e pela Supercopa do Brasil.
 
Temporada de 1997 - O Vasco negociou Edmundo, com a italiana Fiorentina, por US$ 9 milhões. O “Animal” ajudou o time a terminar em terceiro lugar na Serie A da temporada 1998/99, mas brigou com a torcida da “Viola”, por desfalcar a equipe para passar o Carnaval-1999 no Rio de Janeiro. Então, voltou para o Vasco, por US$ 15 milhões, e ficou de 1999 a 2003. Maior compra de um clube brasileiro, até então. Edmundo veio para o segundo turno do Estadual-RJ de 1999, que ajuda o Vasco a vencer, também.
 
14 de outubro de 1973 – O Santos foi ao Maracanã encarar o Vasco, pelo Campeonato Brasileiro. Era a primeira vez em que Pelé enfrentaria Roberto Dinamite, um garoto, de 19 anos, do qual se esperava tremer diante do “Rei do Futebol”. No entanto, aos 34 minutos do primeiro tempo, o lateral-direito Paulo César lançou, na medida, para o Dinamite ganhar na corrida do defensor santista Carlos Alberto Torres, e emendar, de sem-pulo, para a rede. Golaço! Pelé foi cumprimentá-lo e disse, após o jogo: “Foi o gol mais bonito que eu vi neste campeonato. Se o garoto for bem trabalhado, será um craque”.
Palavra de rei: nem o destino muda a história do futuro.

Romário de Souza Faria, nascido em 29 de janeiro de 1966, no Rio de Janeiro, foi vascaíno de 1985 a 1988; de 2000 a 2002; de 2005 a 2006, e em 2007. Cria da casa, tornou-se artilheiro dos campeonatos de todas as categorias e campeão de quase todas. Na primeira passagem pela Colina, até 1988, marcou 50 gols, em 105 jogos pelas categorias de base, e 116, em 196 partidas pelo time A. Na segunda, do finalzinho de 1999 até meados de 2002, mandou 136 bolas nas redes. Na terceira, em 2005/2006, chegou aos 300 gols, como profissional vascaíno. Na última, em 2007, faltando 13 tentos para o milésimo, voltou ao Vasco. O ‘gol mil’ teve o número 313 coma camisa cruzmaltina.
 
O Vasco disputou dois Torneios Extras da bola carioca: em 1934 e em 1952. Neste, chamado de Torneio Extra Carlos Martins da Rocha, entre times mistos, a denominação seria Torneio Extra de Suplentes, mas foi desprezada, por temer-se desmotivação dos torcedores. A Turma da Colina ficou em quinto lugar, no Grupo A, sem classificar-se ao quadrangular final, após 5 jogos, com uma vitória, um empate e 3 derrotas, fazendo 11 e sofrendo 11 tentos. Na primeira disputa, ao final do ano, após o campeonato da Liga Carioca de Futebol, entre os mesmos times e em três turnos, a rapaziada ficou em terceiro, com 6 vitórias, 4 empates e uma derrota, marcando 23 e sofrendo 16 gols. O Vasco abandonou a disputa, antes da última rodada do segundo turno, por estar rompido com o adversário, o Flamengo
Extra! Extra! O Almirante pulou fora do barco!

 

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

O VASCO NOSO DE CADA DIA - 29.09

Domingão de bola rolando no Maracanã-1969. Disputava-se o Torneio Roberto Gomes Pedrosa, que se tornaria, dois anos depois, o Campeonato Brasileiro, e o Vasco mandava 3 x 2 pra cima do Santos. Por aquela época, o "Peixe" tinha quem com a sua camisa 10 ELE mesmo! O “Rei do Futebol”. Portanto, esta pode ser considerada a maior vitória na data 29 de setembro. O calendário vascaíno registra, também, goleadas sobre o Resende-RJ, em 1942, e 4 x 0 Portuguesa de Desportos, em 2002. Nem só o "Rei" sofreu diante das maldades do "Almirante". Vamos conferir, rapaziada!  

VASCO 7 X 0 RESENDE não foi mais do que uma obrigação da “Turma da Colina”, amistosamente, em um domingo, na casa do adversário. Afinal, o time da Colina era a atração e, infinitamente, superior. Tanto que, em 20 de outubro de 1940, quando haviam disputado o primeiro dos dois amistosos dessa curta história, a equipe do interior fluminense fora goleado, por 5 x 1. No jogo de 29 de setembro de 1942, a festa foi de Xavier, que compareceu às redes em quatro oportunidades –  Lelé e o zagueirão Zarzur completaram a balaiada.  A estatística registra mais três vitórias cruzmaltinas, pelo Estadual, com o primeiro jogo em São Januário e os outros no estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda-RJ: 30.01.2008 – Vasco 5 x 2; 04.02.2009 – Vasco 2 x 0; 04.02.2010 – Vasco 1 x 0.

VASCO 3 X 2 SANTOS  aconteceu quando Pelé contabilizava 822 gols no currículo. Naquele dia, ele não balançou a rede vascaína. Treinado por Paulinho de Almeida, o time de São Januário teve: Pedro Paulo; Ferreira, Moacir, Fontana e Eberval: Alcir e Buglê; Nado (Raimundinho/Fernando), Nei Oliveira, Valfrido e Silvinho. O Santos reve: Laércio; Carlos Alberto Torres, Ramos Delgado, Oberdan e Rildo; Clodoaldo e Lima (Marçal); Amauri, Toninho, Pelé e Edu (Abel).
O Vasco enfrentava Pelé desde 7 de abril de 1957, quando o então futuro “Rei do Futebol” fazia o seu 15º jogo pelo time principal santista e, ainda, não era titular e nem já havia balançado a rede. Por ocasião desse primeiro encontro, o "Peixe" mandou 4 x 2, na Vila Belmiro, comemorando o seu 45º aniversário, durante a “Semana Alvinegra”, que teve, também, o Corinthians. Dali, até 1971, foi assim o duelo:
 
07.04.1957 – Vasco 2 x 4 Santos; 01.06.1957 – Vasco 2 x 3 (28º jogo e 1 gol, totalizando já 15 na carreira profissional); 22.03.1958 – Vasco 1 x 0 (88º jogo); 17.05.1959 – Vasco 0 x 3 (175º jogo, 1 gol e total de 188); 24.04.1960 – Vasco 0 x 0 (270º jogo - 294 gols); 02.03.1961 – Vasco 1 x 5 (342º jogo - 342 gols); 13.04.1961 – Vasco 2 x 1 (349º jogo - 380 gols); 16.02.1963 – Vasco 2 x 2 (472º jogo, 2 gols, totalizando 555); 04.04.1965 – Vasco 3 x 0 (592º jogos – 695 gols); 01.12.1965 – Vasco 1 x 5 (644º jogo – 778 gols); 08.12.1965 – Vasco 0 x 1 (646º jogo, 1 gol no jogo e total de 780); 26.03.1967 – Vasco 2 x 1 (715º jogo, 1 gol e total de 835); 29.09.1968 – Vasco 3 x 2 (822º jogo – 923 gols); 10.12.1968 – Vasco 1 x 2 (842º jogo, 1 gol e total de 937); 19.11.1969 – 1 x 2 Santos (912º jogo 1 gol e 1000º da carreira/foto revista Grandes Clubes); 24.10.1971 – Vasco 0 x 2 (1.061º jogo- 1094 gols); 28.11.1971 – Vasco 0 x 0 (1066º jogo); 09.12.1971 - Vasco 0 x 4 (1069 jogos); 14.10.1873 - Vasco 1 X 1 (jogo 12.01); 21.707.1974 - Vasco 2 x 1 (jogo 1242 e total de 1.214 gols).   

VASCO 4 X 0 PORTUGUESA valeu pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro-2002, em um domingo, em São Januário. Geder, 26, e Valdir ‘Bigode’, aos 46 minutos do primeiro tempo, abriram os trabalhos. No segundo, Valdir voltou à rede, aos 6, para Léo Lima fechar a sessão, aos 46, reprovando a Lusa e seus "lusitanos". O jogo foi apitado por Márcio Rezende de Freitas (MG), Antônio Lopes era o treinador vascaíno e o time foi: Fábio; Glaydson, Geder (Rogério Pinheiro), Marcelo e Edinho (Rogério Corrêa);  Haroldo, Henrique, Rodrigo Souto e Ramon; Valdir e Petkovic (Léo Lima).

 
 

LISETE, A PEIXINHA DA COLINA

O reconhecimento de Abílio Couto
Na manhã do domingo 18 de outubro de 1958, a revista semanal “Manchete Esportiva”, do grupo Adolph Bloch, promoveu, com o patrocínio da Casa Neno, a I Travessia das Américas, prova que pretendia ser o maior acontecimento da natação da temporada. Mais de uma centena de nadadores inscreveram-se paras a competição, que teve 57 tempos considerados bons, para um percurso de 3.500 metros, entre a praia da Urca e a rampa da Escola Naval do Rio de Janeiro.
  Entre as mulheres, a vencedora foi a vascaína Lisete Alves Cardoso, mas competindo como avulsa. Ela cravou 1h06min40, o equivalente à 12ª classificação geral, tempo excelente, tendo em vista que o vencedor masculino, Rui Veloso, nadador do Clube de Regatas Guanabara, cravara 54min35, ou pouco mais de 11 minutos. Tal feito de Lisete, or sinal, valeu-lhe uma abraço de Abílio Couto, nadador paulista que estivera participando das promoções de largada e que fora o primeiro sul-americano a atravessar o Canal da Mancha, entre a França e a Inglaterra.
Lisete fora revelada pelo treinador Hélio Lobo, integrando o primeiro grupo de nadadores formados pelo Vasco da Gama, poucos anos antes.    

On the morning of Sunday, October 18, 1958, the weekly magazine "Headline Sports," Adolph Bloch group, promoted, sponsored by House Neno, I Crossing the Americas, proves that claimed to be the largest swimming event of the season.
More than a hundred swimmers signed up to the competition, which took 57 days considered good, for a distance of 3500 meters - between the beach of Urca and the ramp of the Naval School of Rio de Janeiro.
Among women, the winner was Vasco Lisete Alves Cardoso, but competing as spare. She dug 1h06min40, equivalent to 12th overall, great time, considering that the male winner, Rui Veloso, the Yacht Club Guanabara, caravara 54min35, or just over 11 minutes ahead of him. This made Liseate, by the way, earned him a hug recognition of its technical capacity at São Paulo Couto swimmer, participant of starting promotions and that it was the first South American to cross the English Channel between France and England.

Lisete was revealed by the coach Helio Lobo, integrating the first group of swimmers trained by Vasco da Gama, a few years before.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 28.09

O torcedor vascaíno fanático diz que vencer o Flamengo é "um campeonato à parte". É a guerra conta o maior rival. Sendo assim, na data 28 de setembro aa rapaziada bisou uma conquista. 



VASCO 3 X 2 FLAMENGO, da campanha do último título do "Expresso da Vitória", foi uma das duas vitórias no Campeonato Carioca-1952 sobre o maior rival.  Confira as fotos reproduzidas de “Esporte Ilustrado”, com  gols do “Queixadas”. Nos 3 x 2, a rapaziada andou fazendo umas pizadinhas na bola. Após Edmur abrir a conta, o xerifão Ely do Amparo  "atentou contra o patrimônio", marcando um gol contra. Mas tinha créditos. O  “Time da Virada” entrou em em ação, no segundo tempo, e o cabra-da-peste pernambucano Ademir Marques de Menezes foi lá no barbante em duas chances. Ao final, rolou o placar lá de cima. Comemoraram: Barbosa, Augusto e Haroldo;  Ely, Danilo e Jorge; Edmur, Ademir, Maneca, Ipojucan e Chico – a outra vitória pelo mesmo torneio foi em 14 de dezembro, por 1 x 0,  com Ademir voltando a fazer o goleiro rubro-negro chorar. O time foi quase o mesmo, sem Edmur e Maneca, substituídos, respectivamente, por Sabará e Alfredo, que era chamado, também, por Alfredinho.
O que o goleiro rubro-negro deve ter pensado ao ver as duas fotos do Ademir lhe executando? Com certeza, deve ter-se indagado: "Que planeta é este?" Planeta bola no fundo da rede. (Fotos sem créditos, reproduzidas da edição de 12.02.1953 da "Esporte Ilustrado).    

VASCO 0 (5) X FLAMENGO (4) - Em 28 de setembro de 1977, uma quarta-feira, o Vasco conquistou o seu 14º título de campeão do futebol carioca, ao empatar, por 0 x 0, com o Flamengo, e depois vencê-lo, por 5 x 4, nas cobranças de pênalti de um jogo extra. No dia, o Maracanã recebeu 152.059 pagantes e escutou o apito de Giese do Couto. Valeu a Tala Vargas Neto, em homenagem a um antigo presidente da Federação Carioca de Futebol e sobrinho do ex-presidente Getúlio Vargas. O treinador era Orlando Fantoni mandou ao gramado: Mazaropi; Orlando ‘Lelé’, Abel Braga, Geraldo e Marco Antônio; Zé Mário, Zanata (Helinho) e Dirceu;  Wilsinho (Zandonaide), Roberto Dinamite e Paulinho. Para chegar àquela conquista, os vascaínos disputaram 25 jogos, vencendo 26, empatando três e perdendo somente um. Marcaram 60 gols, dos quais 25 foram de Roberto Dinamite. Ganharam os dois turnos, eliminando a necessidade de uma decisão. Confira data, placar e goleadores, abaixo:

CAMPANHA: Taça Guanabara (1º turno) -  27.03.1977 – Vasco 2 x 1 Goytcaz (gols de Roberto Dinamite (2); 03.04.1977 – Vasco 6 x 0 Bangu (Ramon (2), Orlando ‘Lelé” (2), Roberto Dinamite e Luís Fumanchu; 06.04.1977 – Vasco 4 x 0 Campo Grande (Roberto Dinamite, Ramon, Luís Fumanchu e Orlando “Lelé”); 10.04.1977 – Vasco 0 x 1 América; 13.04.1977 – Vasco 3 x 0 Olaria (Roberto Dinamite, Dirceu Guimarães e Luís Fumanchu); 17.04.1977 – Vasco 7 x1 Madureira (Roberto Dinamite (2), Ramon (2), Carlos Alberto Zanata (2)  e Luís Fumanchu; 24.0.1977 – Vasco 3 x 0 Flamengo (Roberto Dinamite (2) e Zanata); 27.04.1977 – Vasco 3 x 0 São Cristóvão (Roberto Dinamite, Ramon e Marco Antônio); 01.05.1977 -  Vasco 1 x 0 Volta Redonda (Zanata); 08.05.1977 – Vasco 1 x 0 Fluminense (Ramon); 15.05.1977 – Vasco 3 x 1 Portuguesa (Roberto Dinamite, Luís 'Fumanchu' e Dirceu);  18.05.1977 -  Vasco 2 x 1 Bonsucesso (Roberto Dinamite (2); 25.05.1977 - Vasco 3 x 0 Americano (Ramon (2) e Roberto Dinamite); 29.05.1977 – Vasco 2 x 0 Botafogo (Roberto Dinamite (2). Segundo turno – 17.07.1977  – Vasco 2 x 0 Campo Grande (Abel e Orlando ‘Lelé’); 24.07 – Vasco 3 x 0 Portuguesa (Roberto Dinamite (2) e Ramon; 27.07 – Vasco 3 x 0 Bonsucesso (Roberto Dinamite, Paulo Roberto e Paulinho); 31.07 – Vasco 2 x 0 Americano (Ramon e Marco Antônio); 07.08 – Vasco 0 x 0 Flamengo; 17.08 – Vasco 5 x 0 Goytacaz (Roberto Dinamite (2),  Paulinho, Dirceu e Zandonaide); 21.08 – Vasco 2 x 0 Botafogo (Roberto Dinamite e Dirceu); 04.09 – Vasco 2 x 0 América (Roberto Dinamite e Helinho); 07.09 – Vasco 1 x 0 São Cristóvão (Helinho); 10.09 – Vasco2 x 0 Madureira ( Helinho e Jorginho contra); 13.09 – Vasco 3 x 0 Olaria (Ramon (2) e Paulinho); 18.09 – Vasco 0 x 0 Volta Redonda; 21.09 -  Vasco 2 x 0 Bangu (Roberto Dinamite (2); 25.09 – Vasco 2 x 0 Fluminense (Paulinho e Edinho contra); 28.09 – Vasco 0 (5)x (4) 0 Flamengo.  


GALERIA DE TÍTULOS DO REGIONAL CARIOCA: 1923, 1924, 1926, 1929, 1930, 1931, 1934, 1936, 1944, 1945, 1947, 1949, 1950, 1952, 1956, 1958, 1970, 1977, 1982, 1987, 1988,  1992.1993,1994, 1998 e 2003, 2015. 

VASCO 3 X 2 FLAMENGO faz parta da campanha do título de campeão carioca-1952. Jogado no Maracanã, sob o apito de Sidney Jones, teve gols marcados por Edmur e Ademir e time jogando com: Barbosa, Augusto e Haroldo: Ely, Danilo e Jorge; Edmur, Maneca, Ademir, Ipo9jucan e Chico.  Para ser campeão, o time disputou 17 paridas, tendo vencido 17 , empatado duas e perdido só uma. Marcou 48 e sofreu 18 gol, ficando com o impressionante saldo de 31 tentos.  

HISTORI&LENDAS CRUZMALTINAS

1 - Na tarde da segunda-feira 12 do 12 de 2011, na tribuna de honra de São Januário, o site Placar Real, produzido pelo engenheiro Rodrigo Capela e por Daniel Freire, entregou ao Vasco a taça de “campeão moral” do Brasileirão-2011. De acordo com a página eletrônica, os erros de arbitragem  tiraram o título da “Turma da Colina”.
Roberto Dinamite (C) recebe o troféu oferecido pelo site Placarreal
288 - “Não queremos ser favorecidos e nem que outros sejam. Recebendo uma homenagem desta vimos que o Vasco merecia ser o campeão. Vamos guardar a taça com todo carinho”, disse o presidente vascaíno, Roberto Dinamite.

2 -
Declaração de Sorato sobre o gol que deu  o título do Brasileirão de 1989, aos cruzmaltinos´- "O Vasco estava há 15 anos sem ganhar o Brasileiro. O campeonato foi bastante difícil. Mas crescemos muito no final. Ganhamos, fora de casa, do Corinthians e do Inter-RS e fomos para a decisão contra o São Paulo, quando marquei o gol de cabeça. A torcida passou a me adorar. Tinha 20 anos e estava no segundo ano como profissional. Só hoje em dia tenho noção do que aquele gol representou. Ainda sou cumprimentado pelos torcedores vascaínos nas ruas. Foi o gol que marcou minha carreira. Virei parte da história do Vasco."
 
3 - Lorico.  Viveu por 70 anos, até a madrugada de 20 de dezembro de 2010. Jogador clássico, começou a carreira em 1959, na Portuguesa Santista. Noano seguinte foi para o Vasco, onde passou seis temporadas. Ao voltar ao futebol paulista, defendeu a Prudentina, de Presidente Prudente. Seguiu para a Lusa em 67, ficando no Canindé até 1972. De lá, foi para o Noroeste, onde ficou até 1976. No Botafogo-SP, sua última equipe, participou do time considerado o melhor da história do clube, ao lado de Sócrates e Zé Mário. (foto reproduzida do twitter do site http://www.placarreal.com.br/ Agradecimento).

terça-feira, 27 de setembro de 2016

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 27.09

Goleada sobre o São Cristóvão e uma vitória e um empate com dois dos maiores rivais, Fluminense e Botafogo. É o Vasco dos 27 de setembro, data em que registra, também, vitórias sobre o Canto do Rio e o América. Logo, “passou as tropas em revista” no futebol carioca.

VASCO 5 x 1 SÃO CRISTÓVÃO rolou em uma quinta-feira, em São Januário, pelo Campeonato Carioca de 1956, temporada em que o título foi parar na Colina. Os gols foram de Sabará (2), Vavá, Válter Marciano e Laerte, em jogo apitado por Alberto da Gama Malcher. O treinador era Martim Franciasco e o time foi: Carlos Alberto, Paulinho de Almeida e Bellini; Laerte, Orlando e Coronel; Sabará, Válter, Vavá, Livinho e Pinga (foto reproduzido da revista Manchete Esportiva). 
VASCO 2 X 0 AMÉRICA-RJ, no Maracanã, fez parte do Campeonato Carioca-1964. Apitado por Frederico Lopes, teve gols marcados por  Célio, aos 39, batendo pênalti, e aos 86 minutos. Naquele dia, o ex-xerifão Ely do Amparo estava comandando a rapaziada, que era: Ita; Joel Felício, Caxias, Fontana e Barbosinha; Maranhão e Lorico; Mário 'Tilico', Célio, Saulzinho e Da Silva. Aquela não foi uma temporada estadual boa para os vascaínos. O time terminou na sexta colocação, 11 vitórias, 7 empates e 6 derrotas, só à frente dos "pequenos", o que deixou-o a quatro pontos do campeão.

VASCO 1 X 0 REMO-PA, pelo Campeonato Brasileiro-1973, foi vitória fora de casa, em Belém do Pará, com gol marcado por Roberto Dinamite.
VASCO 3 x 2  FLUMINENSE, em um domingo de Maracanã com 31.415 pagantes, valeu pelo Carioca de 1981. Foi uma tarde de glória para Roberto Dinamite, que marcou os três gols cruzmaltinos, aos 15 e aos 42 minutos do primeiro tempo, e aos 9 do segundo. Valquir Pimentel apitou e o time, treinado por Antônio Lopes, formou com: Mazaropi; Rosemiro (Gilberto), Ivan, Nei e João Luiz; Dudu, Serginho e Amauri; Wilsinho, Roberto Dinamite e Silvinho (Renato Sá).
VASCO 2 x 0 BOTAFOGO foi do Brasileirão de 1998, em um domingo, no Maracanã. O jogo teve apito de Edílson Pereira de Carvalho (SP), público de 8.213 pagantes e renda de Cr$ 2.610.  O “Delegado” Antônio Lopes estava comandando a rapaziada, que foi: Carlos Germano; Vítor, Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Nasa, Válber, Juninho (Nélson) e Ramon; Dedé (Flavinho), Luizão (Alex).     

VASCO 2 x 1 CANTO DO RIO teve gols de Rubens e Waldemar, no domingo 27 de setembro de 1958, no estádio Caio Martins, em Niterói, e Vaco 2 x 0 América, em 1964, contou com Célio Taveira Filho indo às redes em duas oportunidades. O ex-xerifão da linha média vascaína da década-1950, Ely do Amparo, era o treinador. O jogo foi na Colina, em um domingo, pelo Cariocão, e o time da época tinha Vasco: Ita; Joel, Caxias, Fontana e Barbosinha; Maranhão e Lorico; Mário, Célio, Saulzinho e Da Silva.

A "Vascodata" 27 de setembro tem mais: 27.09.1931 – Vasco 1 x 1 Botafogo; 27.09.1992 – Vasco 1 x 1 Fluminense.

 

CORREIO DA COLINA - ADEMIR-1974

“Por onde anda oo meia Ademir, daquele nosso grande time do Brasileiro de 1974. Já trabalhei no Rio de Janeiro e gostava do seu futebol. A imprensa esqueceu dele?” Cintia Maria Melo Oliveira, de Ananideua, no Pará.
Minha cara Cíntia! O Ademir não está mais neste planeta. Desde 2001 que ele tornou-se uma pessoa espiritual. Lá do Céu, está olhando para a rapaziada que prelia com a camisa que ele vestiu naquele Campeonato Brasileiro.
Mas o Ademir não foi cria do Vasco, Cíntia. Surgiu nos juvenis do  Santos e passou pelo Paulista, de Jundiaí, antes de desembarcar na Colina. De início, em 1966, era apoiador, lá atrás, e jogava no mesmo time santista de Zoca, o irmão de Pelé.
O “Kike” concorda contigo que o Ademir anda esquecido. Consultou o site oficial do Vasco e não encontrou nada sobre ele. Veja se encontra mais informações no site do Mauro Prais.  Lá estará, entre outros itens, que o glorioso Ademir abriu o caminho para o título cruzmaltino do em 1º de agosto de 1974, aos 14 minutos do primeiro tempo dos 2 x 1  sobre o Cruzeiro. Ele estava nesta formação que valeu o caneco para o primeiro time carioca campeão do Brasileirão: Andrada; Fidélis, Miguel, Moisés e Alfinete; Alcir, Ademir e Zanata; Jorginho Carvoeiro, Roberto Dinamite e Luís Carlos Lemos, time dirigido por Mário Travaglini.   
 

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

O VASCO NOSSO DE CADA DIA 26.09

Na data 26 de setembro, o "Almirante"' venceu na bola e chegou, depois, na grama, por causa de sua grana. História complicada que vamos ver abaixo, além das limpezas aqui por cima. 

VASCO 2 X 1 ATLÉTICO-MG teve marca amistosa, no  26 de setembro de 1937, em jogo dominical.  Raul ciscou a rede do "Galo", marcando os dois gols do time treinado por mais um uruguaio, Carlos Scarone.

VASCO  3 X 1 BOTAFOGO, esta ousadia cruzmaltina, aconteceu na casa do adversário,  no estádio da Rua General Severiano, domingo, pelo Campeonato Carioca-1943. vascaínos nas redes: Isaías (2) e Lelé. O uruguaio Ondino Vieira era o treinador e o time teve: Oncinha, Nilton, Rafagnelli, Flgliola, Argemiro, Alfredo II, Djalma, Rubens, Lelé e Isaías e Ademir Menezes. Os alvinegros começaram a "freguesia" em 22 de abril de 1923, quando os dois times se pegaram, pela primeira, pelo Estadual, quando Mingote, Paschoal e Cecy marcaram os gols.

VASCO 5 X 2 PORTOGUESA-RJ foi do Campeonato Carioca-1954. Ademir Menezes (2), o paraguaio Parodi (2) e Pinga pingaram nas redes de São Januário, em um domingo que o técnico Flávio Costa contou com Barbosa, Paulinho de Almeida, Bellini, Ely, Mirim, Beto, Sabará, Ademir Menezes, Pinga e Parodi.

26.09.1971 – Vasco 1 x 0 Sport Recife, fora de casa, foi uma grande vitória, pois bater o Leão da Ilha em seu reduto nunca foi fácil. O "Aranha" Dé foi ao fundo do filó, em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro, ante 7.032 pagantes. DETALHE: na rodada de 7 de setembro, o Vasco foi acusado de comprar 115.193 ingressos, quando não entraram mais do que 30 mil torcedores no Maracanã, ou um terço da lotação do estádio. O regulamento da primeira fase previa jogos entre os clubes do mesmo grupo e classificação por pontos e por rendas. Como o “Almirante” havia metido a mão no cofre, a Confederação Brasileira de Desportos-CBD “virou a mesa” e marcou confrontos entre os clubes dos grupos A x B, acabando com a “classificação na grana”.
  
26.09.1982 – Vasco 1 x 0 Madureira teve placar pequeno, mas foi jogo importante porque a rapaziada aumentou, para 40, a sequência de jogos sem tropeços diante do "Tricolor Suburbano", pelo Campeonato Estadual. Aconteceu em um domingo, em São Januário, pelo segundo turno da temporada-1982, com gol marcado por Geovani, aos 2 minutos do segundo tempo. Apitada por Pedro Carlos Bregalda, a contenda teve 3.783 pagantes. O treinador Antônio Lopes convocou a luta:  Mazaropi, Rosemiro, Nei, Celso e Pedrinho; Oliveira, Dudu e Giovani (Ernâni); Pedrinho Gaúcho. Palhinha e Zé Luís (Marquinho). Téc­nico: Antônio Lopes.
 
A "Vascodata" 26 de setembro inclui: 26.09.1934 - Vasco 2 x 2 América-RJ (1934) e Vasco 1 x 1 Criciúma-SC (1979).

A BELA DO LANCE - ANGELITA



A edição Nº 1 da revista “Lance A Mais” brindou os leitores com um belíssimo ensaio da modelo Angelita Feijó, clicada pelo fotógrafo Bob Wolfenson. Foram seis páginas e 10 superfotos da fera,  que era musa do programa televisivo “Bola na Rede”.
Dizia o  texto sobre ela,  sem assinatura: “É impossível deixar de notar quando Angelita Feijó entra em qualquer ambiente. E nem poderia ser de outra forma. Os longos cabelos negros que são sua marca registrada formam apenas a moldura para um corpo perfeito, trabalhado em sessões de ginástica numa academia de São Paulo. Mas Angelita tem consciência de seus atributos e não gosta de vê-los exibidos para qualquer um”. 
Adiante, a “LanceA+” informava que, “Na Semana BrraShopping de Estilo (em julho de 2000), no Rio de Janeiro, um dos seios da garota havia se libertado do decote e deixado extasiado o público – masculino e feminino – que a assistia desfilar. “Angelita fez biquinho. Um recato que dá mais charme ao seu estilo de mulherão”, considerava a revista semanal.
 E escreveu mais a publicação da Areté Editorial, presidida por Walter de Mattos Júnior, com seu editor sendo o jornalista Marcelo Barreto: “Ela (Angelita) se cuida. Alcançou a fama não com a sonhada carreira de atriz, mas como apresentadora do programa “Bola na Rede”, ao lado de Juca Kfouri. Musa num meio essencialmente masculino, ela sabe se livrar com graça dos galanteios que lhe dirigem os mais engraçadinhos, ao vivo, para todo o Brasil. Um toque de classe no mundo da bola”.


Gaúcha, a musa Angelita Feijó mede 1m78cm e, nas fotos que você vê, pesava 59 quilos. Mantinha a forma correndo pelo paulistano Parque Ibirapuera. Com o primeiro marido, o fotógrafo Antônio Guerreiro, teve a filha Maria Antonieta. 

 Lançada na semana de 2 a 8 de setembro de 2000, a “LanceA+” trouxe Pelé na capa, e concedendo um grande depoimento ao seu amigo Juca Kfouri, entre as páginas 22 a 33. A revista circulava semanalmente e não era vendidas separadamente do jornal do mesmo nome, nos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo, e em Curitiba e em Juiz de Fora-MG. Moderninha e muito agradável de ler.  

VASCO DAS CAPAS - NADO E SALOMÃO

  Nado e Salomão, fotografados por Jorge Renato, são dois pernambucanos que figuram na capa da "Revista do Esporte", Ano VIII,  Nº 408, de 1º de dezembro de 1966. Na última página da publicação, sob o título "CAPA", escreveu o redator do semanário dirigido por Anselmo Domingos: "Nado e Salomão foram dois reforços que o Vasco contratou (a peso de ouro) para a temporada de 66. O ponta-direita veio do Náutico e o armador do Santos. Embora jogadores de excelentes qualidades, Nado e Salomão não conseguiram ajudar o Vasco a fazer boa figura no ano que está findando". Salomão, depois que encerrou a carreira, formou-se em Medicina e voltou para Recife, onde desenvolveu uma nova profissão. Nada, também, voltou para a sua terra. Mas, antes, ainda defendeu um time nordestino, o Ceará Sporting, quando já estava perto de pendurar as chuteiras. 

domingo, 25 de setembro de 2016

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 25.09

25 de setembro é repleto de vitórias importantes, viradas e muitos gols, Até em empates. Digamos que está no caderninho como uma data emocionante, ou, como diria o torcedor vascaíno Roberto Carlos: "Um dia de muitas emoções! É só conrferir:
 
VASCO 4 X 1 SÃO CRISTÓVÃO foi uma castigadas de rival dentro da casa dele,  à Rua Figueira de Mello. Não dava mesmo para nenhum santo fazer milagre naquele 25 de setembro de 1949,  pois, naquela temporada,  o "Almirante" ficou esperando os adversários aparecerem. Como não apareceram, ficou campeão carioca, o seu terceiro título invicto, com sete pontos de frente sobre o segundo colocado, vencendo 18 e empatando dois jogos em 20 disputados. O apito da pugna com o "time alvo" ficou por conta de McPerson Dundas e os gols cruzmaltinos foram marcados por Nestor (2), Heleno de Freitas e Maneca. O técnico Flávio Costa usou: Barbosa, Laerte e Wilson; Alfredo II, Danilo e Ipojucan; Nestor, Maneca, Ademir Menezes,  Heleno de Freitas e Mário.

VASCO 2 X 1 MADUREIRA, pelo Campeonato Carioca-1963, foi uma glória de Oto Glória, que venceu dentro da casa do adversário, no estádio da Rua Conselheiro Galvão. Apitado por José Monteiro, o pega teve placar virado por Lorico, aos 11 minutos, e Maurinho, após o time ver a sua rede balançar, aos 9 minutos. Time virador: Ita, Joel Felício, Brito, Barbozinha e Dario; Écio e Lorico; Sabará, Milton, Altamiro e Maurinho.  Aquela, no entanto, não foi uma boa temporada estadual  cruzmaltina. O time terminou em sexto lugar, cinco pontos atrás do campeão.

 VASCO 3 X 1 PORTUGUESA está no caderninho como mais uma vitórias vascaína de virada. O juiz Eunápio de Queiroz ficou na dúvidas se foi o zagueiro Brito que marcou gol contra, ou se o responsável seria Marques, da "Lusa da Ilha do Governador", aos 30 minutos. O certo foi o "Almirante" lançou a "Zebra", aos 35, por intermédio de Célio, para Maranhão, aos 64, e Nado, aos 66, completarem o serviço. Zezé Moreira era o treinador que mandou a campo: Édson Borracha; Ari, Brito, Fontana e Oldair; Maranhão e Alcir; Nado, Célio, Madureira e Danilo Menezes.

VASCO  2 x 0 FLUMINENSE foi o último jogo doa segundo Campeonato Estadual de Futebol do Estado do Rio de Janeiro, em 1977. Disputado por 15 times, em turno e returno, pelo sistemas todos conta todos, não precisou de decisão entre vencedores de etapas, pois o Vasco papou as duas, em temporadas estadual com 25 vitórias, quatro empates e apenas uma escorregada. Os três pontinhos foram testemunhados, no Maracanã,  por 89.368 pagantes, que anotaram gols de Paulinho e de Edinho (contra). Orlando Fantoni era o treínador e dessa rapaziada: Mazaropi; Orlando ‘Lelé’, Abel, Geraldo e Marco Antônio; Zé Mário e Zanata (Helinho); Wilsinho, Roberto Dinamite, Paulinho (Zandonaide) e Dirceu.

VASCO 3 X 2 PALMEIRAS 1988  foi jogo de placar apertado, mas vitória de grande importância, por ter sido com mando do adversário, no Morumbi, em São Paulo, e encerrando uma série de nove jogos sem vencer o adversário, pelo Brasileirão unificado.  Roberto Dinamite, aos 35; Vivinho, aos 60, e Ernâni, aos 74 minutos, resolveram a parada valendo pelo primeiro turno do Campeonato Brasileiro-1988. A esquadra do "Almirante" do tia transportou: Acácio: Paulo Roberto 'Gaúcho', Célio Silva, Marco Aurélio e Lira; França, Paulo Roberto, Bismarck e Ernâni; Vivinho e Roberto Dinamite (Sorato).
 
VASCO 2 X 1 CORITIBA, em noite de uma quinta-feira, em São Januário, valeu pela fase única do Campeonato Brasileiro-2003, com o "Animal" Edmundo e Danilo Sacramento mexendo no placar cruzmaltino, aos 44 e aos 88 minutos, respectivamente. A rapaziada daquele embalo noturno foi: Fabio, Alex Silva, Wescley, Henrique, Edinho, Ygor, Rubens (Fabiano), Da Silva, Morais (Coutinho), Régis Pitbull , Danilo Sacramento e Edmundo.


VASCO 3 X 0 CRUZEIRO foi a marca da categoria do meia Diego Souza, na tarde de um domingo, pela 26º rodada do primeiro turno do Campeonato Brasileiro-2011, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas-MG. Com aquele placar, o "Almirante" manteve a ponta do Brasileirão, com 49 pontos, dois acima do segundo colocado. Diego Souza iniciou o seu show, aos 40 minutos. Recebeu passe de Marcio Careca e bateu cruzado para fazer: Vasco 1 x 0, o resultada da etapa inicial. O segundo gol saiu aos 12 minutos do segundo tempo. Fagner tabelou com Juninho Pernambucano,  e cruzou para Diego Souza só ter o trabalho de empurrar a bola para o fundo das redes: Vasco 2 x 0. Aos 35 minutos, Juninho lançou Diego Souza, que aplicar um "lençol" e fechou a conta: Vasco 3 x 0. O técnico Cristóvão Borges armou este time do dia: Fernando Prass, Fagner, Dedé, Renato Silva e Marcio Careca; Romulo, Eduardo Costa, Fellipe Bastos, Juninho Pernambucano (Diego Rosa); Diego Souza (Leandro) e Elton. 
 
Também fazem parte da "Vascodata" 25 de setembro: 1932 – Vasco 3 x 3 Carioca-RJ; 1938 – Vasco 3 x 3 São Cristóvão; 1955 – Vasco 1 x 1 Fluminense; 1983 – Vasco 2 x 2 Bangu; 1994 – Vasco 4 x 4 Seleção da Coreia do Sul;  2001 – Vasco 2 x 2 Boca Juniors-ARG.

O PROFESSOR ORLANDO PEÇANHA

Futebol se aprende na escola? Um professor forma um craque? Para Orlando Peçanha de Carvalho, futebol é dom. Palavra de quem foi chamado de “Senhor Futebol”, no tempo em que defendeu o argentino Boca Juniors. Mostrava saber tudo de bola e jogava onde fosse preciso, na defensiva.
 Por declarações ao Nº 85 da Revista do Esporte, de 22 de outubro de 1960, o então vascaíno Orlando, campeão mundial, pela Seleção Brasileira, em 1958, na Suécia, disse que seria inútil tentar fazer alguém sem pendor para o futebol empolgar a torcida.
“Nunca conseguirá...”, garantiu, pregando que se alguém dependesse disso para rolar a bola seria, então, plausível a criação de ginásios (ensino, antigamente, equivalente ao atual primeiro grau) e faculdades, “para formarmos bacharéis da bola”, defendeu, acrescentando: “Mas... eu garanto que os doutores assim formados não saberiam jogar a milésima parte do que joga um Pelé, ou um Didi, que nunca precisaram de aulas”.
 Embora fosse contra as teorias de “escolarizar” o futebol, Orlando não deixava, as vezes, de ser um “professor”, para os mais novos. Caso de uma aula passada a Russo, que jogava em sua mesma posição, na época chamada de centro-médio (hoje, zagueiro plantado na área). Embora admirasse a seriedade com que o colega jogava, a sua precisão ao intervir no lance, reprovou as  constantes subidas dele ao ataque, para tentar o gol. Alertou-o de que deixava a defesa desguarnecida.   
Na década-1960, Orlando enfrentou a categoria de Ademir da Guia, que começava
a despontar no time do Bangu
O “professor” Orlando tinha, também, autrocrítica. Em agosto de 1959, sentindo não estar bem, mesmo tendo recuperado-se de uma contusão sofrida (diante do Palmeiras) durante o Torneio Rio-São Paulo, ele procurou o treinador Filpo Nuñez e pediu-lhe para encaminhá-lo ao time de aspirantes (categoria extinta, reunindo reservas). Achava que por ali seria melhor para recuperar o seu futebol e a forma física, sem prejudicar o time principal. Com aquilo, abriu uma chance para Russo, que os colegas chamavam de “Baldo”, jogar pelo time A.



DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - AS ESPIÃS QUE SABIAM DEMAIS - 3

Por volta de 1781, New York era o principal centro logístico e administrativo da Inglaterra na colônia norte-americana. Para lá viajava, sempre, o taverneiro Austin Roe, a fim de comprar mantimentos para o seu negócio. Eram tão comuns as suas viagens que os guardas dos postos britânicos de controle nas estradas poucas atenção lhe davam. Bobeavam, feio!
Os lenços espiões de Anna, em reprodução de
www.pinterest.com. Agradecimento.
 Austin levava informações coletadas por agentes de uma rede espiã da colônia, a Culper Ring, que se estendia de Washington para New York, Connecticut e Long Island. Quando voltava para estas última, ele deixava relatórios na propriedade de um  lavrador, que usava uma luneta para vigiar o varal da casa de Anna Smith Strong, a principal intermediária entre agente e supervisor da rede de informações.  
Quando um mensageiro chegava de Connecticut para recolher informações, Anna dependurava uma saia preta e vários lenços brancos numerados no varal. O numerado indicava em qual das seis enseadas da região o mensageiro estava escondido. Então, o agricultor o encontrava, entregava o que tinha e, à noite escura, eles partia até chegar ao quartel general, em Washington.  Com aquela ajuda de Anna Strong, os britânicos nunca conseguiram quebrar aquela rotina de espionagem.                        

 

BELAS DA REVISTA DO ESPORTE - LILIAN


 

       
A  Revista do Esporte, que rolou de 1959 a 1970, herdou um iten da antecessora Manchete Esportiva: foco nas feras das quadras, piscinas, pistas, etc. Uma das que fizeram os desportistas tirarem o chapéu foi a nadadora paranaense Lílian Moreira, linda, loira e campeã. Na década-1960, era uma das melhores do Brasil. Por isso, mereceu esta "Foto da Semana".

The "Revista do Esporte", which happened between 1959 and 1970, he inherited two items of its predecessor. the "Headline Sports": a national weekly circulation, unique in the sector, and especially beasts of courts, swimming pools, tracks, etc. One that deserved to sportsmen take the hat was a swimmer Paraná Lily Moreira, beautiful, blonde and champion. In the late-1960s was one of the best in Brazil. So he deserved this "Photo of the Week".





 

sábado, 24 de setembro de 2016

O VASCO NOSSO DE CAD DIA - 24.09

Peixe afogado, maior rival levando virada, paraenses amigos de fé desconsiderados e "manezinhos" da ilha de Florianópolis dando trabalho. Histórias dos 24 de setembro.  

VASCO 6 X 3 SANTOS - A "Turma da Colina" disputava amistosos com o "Peixe" desde 1927. Já havia vencido três e empatado dois, em sete jogos, quando foram para mais um, no 24 de setembro de 1953, na Rua Teixeira de Castro, no Rio de Janeiro, em uma quarta-feira. E jogou a iscas na goela do bicho, isso é,  Pinga (2), Dejayr (2), Alvinho e Ademir Menezes. Aquela foi a vitória sobre os santistas com o maior número de gols. Antes, rolara 4 x 0, em 1933; 4 x 0 em 1988 e 4 x 0 em 2007, com as três refregas em São Januário, fora da “Era Pelé”. Com o “10” no “relvado”,  há 5 x 1, em 1970, e 3 x 0, em 04.04.1965, ambas no Maracanã. Na Vila Belmiro, já pintou 5 x 3, em 26 de agosto de 1995.  Totalizando: 18 amistosos, com 10 vitórias e quatro empates.
   
VASCO 2 X 1 FLAMENGO -  Em 1950, com o “Expresso da Vitória” nos trilhos, o maior rival foi o atropelado do 24 de setembro. De virada, em uma tarde de domingo, no Maracanã, pelo Campeonato Carioca em que o título foi parar na Colina. Ademir Menezes e Alfredo II  marcaram os tentos do jogo apitado por George Dickens e ouvido por   43.976 pagantes. Flávio Costa era o chefe da turma formada por: Barbosa, Augusto e Wilson; Ely, Danilo e Jorge; Alfredo II, Maneca, Ademir Menezes, Ipojucan e Dejayr.

VASCO 3 X 0 TUNA LUSO - O “apanhão” da vez tinha ligações lusitanas. Mas os “lusos cariocas” não queriam nem saber. Mandaram ver pra cima dos paraenses, pelo Campeonato Brasileiro-1986, no Estádio Governador Alacid Nunes, em Belém, em uma quarta-feira, diante 5.242 pagantes, que deixaram na casa a graninha de Cz$ 87 mil, 370 cruzados, moeda que “mandou dizer” que não era coisa do português colonizador. José de Assist Aragão-SP apitou a pugna, que teve “golos” de Gersinho, aos 31 minutos do “primairo” tempo; Mazinho, aos 7, e Geovani, aos 32 da etapa final. O técnico vascaíno era Joel Santana e seus “gajos” assinavam: Acácio; Chiquinho, Fernando, Juninho e Pedrinho; Josenlton, Mazinho, Geovani e Gersinho (Santos); Romário e Zé Sérgio.

VASCO 1 X O FIGUEIRENSE - Teve gol marcado pelomeia Ademir, aos 35 minutos do primeiro tempo,  valendo pelo Campeonato Brasileiro-1975, na casa do adversário, o catarinense Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis. A "Turma da Colina" do dia era: Mazaropi, Toninho, Miguel, Renê, Deodoro, Alcir, Zanata, Ademir, Freitas (Carlinhos), Roberto Dinamite e Luís Carlos Lemos, treinados por Mario Travaglini.

 VASCO 2 x 0 NITEROI - Jogo do primeiro turno do Estadual-1980, no Estádio Casio Martins, em Niterói, apitado por Luís Carlos Dias Braga, conferido por 10 283 almas. Paulo César "Caju", aos 37 minutos do primeiro tempo, e Marquinho Carioca, também chamado de  Marco Antônio II´,  aos 23 da etapa final, visitaram as redes, erpresentando este time: Mazaropi; Orlando, Ivã, Leo e Marco Antônio; Pintinho, Paulo Cesar e Marco Antônio II; Wilsinho; . Roberto e João Luis (Guina). O treinador era Mário Jorge Lobo Zagallo.
 A "Vascodata" 24 de setembro inclui: 24.09.1939 – Vasco 1 x 1 São Cristóvão;  24.09.1989 – Vasco 2 x 2 Bahia; 24.09.2006 – Vasco 0 x 0 Botafogo.

VASCO DA GAMA 2 X 0 ATLÉTICO-GO

Ederson, fotografado por Paulo Fernandes, de
 www.crvascodagama.com.br, comemorando com Nenê,
chegou a cinco gols nesta Segundona.
Éderson marcou dois gols, um em cada tempo, e o "Almirante" ficou líder isolado na 27ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B, com 51 pontos, a 11 rodadas do final da competição. Rolou na tarde de hoje, em São Januárioe onde a rapaziadas saiu a três pontos de distância do segundo colocado, que é o mesmo time rubro-negro goiano. A vitória foi assistida pelo treinador da Seleção Brasileira, Tite, e, também, uma vingança pelos 2 x 1 do turno, quando o "Dragão" quebrou a invencibilidade vascaína, de 34 jogos, interrompendo um período de sete meses sem pisar na bola. O próximo jogo será contra o Náutico, na Arena Pernambuco, no dia primeiro de outubro de outubro.
 O primeiro tento saiu aos 7 minutos. O lateral-esquerdo Alan atacou e cruzou a bola para a pequena área, onde Ederson chegou no lance antes do goleiro, para trocar por cima dele. Lance de grande oportunismo: 1 x 0, placar do primeiro tempo, quando o time goiano só teve uma chance de gol. O segundo saiu aos, com Éderson finalizando, de cabeça, falta cobrada, da esquerda, por Andrezinho: 2 x 0, placar que só não foi maior devido a boa atuação do goleiro do time visitante e a falta de melhor pontaria dos cruzmaltinos.
CONFIRA A FICHA TÉCNICA – 24.09.2016 sábado) VASCO 2 X 0 ATLÉTICO-GO. 27ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B. Estádio: São Januário-RJ. Juiz: Árbitro: Felipe Duarte Varejao-ES. Público presente: 6.525 / Pagantes: 5.437. Renda: R$143.720,00. Gols: Ederson, aos 7 min do 1º tempo e aos 32 min do 2º tempo. VASCO:  Martín Silva; Yago Pikachu (Madson), Luan, Rodrigo e Alan; Diguinho, Douglas Luiz, Andrezinho e Nenê; Éderson (Fellype Gabriel) e Jorge Henrique (Caio Monteiro). Técnico: Jorginho Amorim.ATLÉTICO-GO: Klever; Matheus Ribeiro, Lino, Marllon e Romário; Michel, Pedro Bambu (Luiz Fernando), Marquinho, Jorginho e Gilsinho (Lucas Crispim); Júnior Viçosa (Alison). Técnico: Marcelo Cabo.

BELAS DA REVISTA DO ESPORTE - NEUCI& LILIAN

 
A  Revista do Esporte, que rolou de 1959 a 1970, herdou um iten da antecessora Manchete Esportiva: foco nas feras das quadras, piscinas, pistas, etc. Uma das que fizeram os desportistas tirarem o chapéu foi a nadadora paranaense Lílian Moreira (E), linda, loira e campeã. Na década-1960, era uma das melhores do Brasil. Por isso, mereceu esta "Foto da Semana". Neuci (D) era voleira, e das muito boas. Pegava firme com a jaqueta do Botafogo. Levava emoções aos torcedores, pela garra com que jogava.
The "Revista do Esporte", which happened between 1959 and 1970, he inherited two items of its predecessor. the "Headline Sports": a national weekly circulation, unique in the sector, and especially beasts of courts, swimming pools, tracks, etc. One that deserved to sportsmen take the hat was a swimmer Paraná Lily Moreira (R), beautiful, blonde and champion. In the late-1960s was one of the best in Brazil. So he deserved this "Photo of the Week". Neuci (L) was voleira, and very good. Took firm with Botafogo's jacket. Took fans by claw emotions with which he played.
 
 

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

O VASCO NOSSO DE CADA DIA - 23.09

Goleadas pra cima do Bonsucesso e do  Madureiram, nos 23 de setembro. É o "Almirante"  navegando pelas primaveras dos velhos tempos. Tempinho depois, foi mais brando,  com  Campo Grande.
  
VASCO 6 x 1 BONSUCESSO, em um sabadão, foi dia de festança do Lelé fez a festa. Sapecou três bolas nos barbantes da Colina. Ademir Menezes, Isaías e Djalma, também, botaram o “Bonsuça” pra dançar naquele Campeonato Carioca-1944. "Tadinho" dos rubro-anis! Nos três jogos anteriores, sem perdão, eles haviam sido castigados, por 8 x 1 (23.07.1944), 5 x 0 (28.08.1943) e 5 x 1 (30.06.1943). E tinha maldades bem piores, antes: 8 x 0 (22.12.1940) e  5 x 0  (23.10.1937).

VASCO 5 X 2 MADUREIRA foi goleada dominical, também em São Januário, pela temporadas oficial carioca-1951. O “cara” daquela tarde foi Edmur, com três tentos – Friaça e Maneca completaram a pancada. Otto Glória era o treinador desta rapaziada maneira: Barbosa, Augusto e Clarel; Ely, Alfredo II e Jorge; Tesourinha, Ipojucan, Maneca, Friaça e Edmur.  Vascaínos e tricolores suburbanos se enfrentavam, pelo Estadual, desde 12 de maio de 1935, quando a “Turma da Colina”mandou 5 x 1. Depois, outras grandes sacanagens cruzmaltinas foram os 6 x 0 (24.08.1941), os 6 x 1 (05.09.1948) e os 9 x 1 (15.10.1950).

VASCO 2 X 0 CAMPO GRANDE-RJ  remonta às jornadas vitoriosas do glorioso treinador Joel Santana, que foi zagueiro da "Turma da Colina" . O pega rolou em São Januário, pelo Estadual-1992, apitado por Paulino Rodrigues e com o menor público das história da cassa, em jogos cruzmaltinos: 394 testemunhas. Bismarck, aos 24, e Roberto Dinamite, aos 90 minutos, compensaram a decepção nas catracas. Quem compareceu ao gramado: Carlos Germano, Cássio, Alê, Alex e Eduardo; Sídney (Luciano), Leandro, Bismarck e William; Roberto Dinamite (Hernande) e Valdir. Técnico : Joel Santana

(Na foto reproduzida de gloriasdopassadoblogspot.com Edmur é o primeiro agachado à direita, ao lado de Ipojucan, Ademir Menezes, Maneca e Chico, em uma formação vascaína de 1952).