Vasco

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sexta-feira, 31 de agosto de 2018

HISTORI&LENDAS DA COLINA - REPETECO

1 - Vasco x Londrina se repetiu só em cinco datas. Foram duas vitórias e dois empates cruzmaltinos, marcando 13 gols, média de 2,60 por jogo. Confira a estatística: 07.09.1960 - Vasco 4 x 2 (amistoso); 11.12.1976 - Vasco 1 x 1 Londrina (amistoso); 20.11.1977 - Vasco 2 x 2 Londrina (Brasileiro); 19.02.1978 - Vasco 0 x 2 Londrina (Brasileiro); 12.02.1981 - Vasco 6 x 1 Londrina (Brasileiro).

2 – Chegava ao Brasil, em 1972, a TV a cores, adotando o sistema Phase Alternation Line, o chamado PAL-M. Os humoristas das páginas esportivas dos jornais diziam que o time do Vasco usava o sistema“Pal-Puro”. E não mentiam. Como bastiam as zagas formadas por Miguel e Moisés. ou por Renê e Moisés!

3 - Este time, da segunda metade da década-1960,  não levou grandes alegrias à torcida cruzmaltina.
 As vezes, a rapaziada chegava a ter ter três treinadores por temporada. Mas teve gente que jogava um bolão, casos  de Salomão (primeiro em pé, da esquerda para a direita); do zagueiro Brito (terceiro em pé, na mesma ordem); Fontana (último em pé à direita) e o lateral-esquerdo Oldair, entre Fontana e o goleiro Franz. Agachados, Bianchini e Nei Oliveira (segundo e terceiro, da esquerda para a direita) também vestiram a camisa da Seleção Brasileira. Vale ressaltar que Franz foi campeão sul-americano de acesso e só não chegou a seleção A devido grave contusão.

4 - O Vasco da Gama ja  fez três apresentações em gramados da Índia, todas contra a seleção do país, durante visita seis dias: 0 x 0, em 10.09.1993; 3 x 0, em 12.09.1993, e 1 x 0, em 14.09.1993.

HISTÓRIA DA HISTÓRIA - 1928



Tinha de ser um feito cruzmaltino.Primeiro time brasileiro campeão no exterior; primeiro campeão mundial de futebol de areia; primeiro carioca a excursionar à Europa; primeiro brasileiro a ter um artilheiro de Copa do Mundo; primeiro a ter um capitão erguendo a Taça Jules Rimet, primeiro campeão no Maracanã e time do primeiro gol olímpico no Brasil 
Este aconteceu em 1928, quando o Vasco recebia,  amistosamente, o uruguaio Wanderers, inaugurando os refletores do estádio de São Januário e uma parte das arquibancadas atrás de um dos gols. Até então, a rapaziada só havia disputado uma partida internacional, em 2 de dezembro de 1923, empatando, por 1 x 1, com o também uruguaio Universal FC, amistoso que marcou a despedida da bola do autor do seu primeiro gol, o português Adão Antônio Brandão – em Vasco 1 x 10 Paladino, no 3 de maio de 1916, pelo Campeonato Carioca  da Liga Metropolitana de Esportes Athléticos.
Era o segundo jogo festivo na Colina, desde a inauguração do estádio, em 21 de abril de 1927. O prélio estava duro, muito disputado, até que o ponta-esquerda Santana cobrou um “corner”, como falavam os “speakers” de antigamente, que modernizaram o termo, muito tempo depois, para tiro esquinado e o atual escanteio. A pelota viajou, direto, para a rede do visitante. No dia seguinte, o jornal “A Noite” contou:  “O que o Vasco acabou conseguindo nessa memorável noite não se mede nem se descreve”. 
O time do grande feito da época, já que os uruguaios eram campeões olímpicos, foi: Valdemar, Espanhol e Itália; Brilhante, Nési e Lino; Pascoal, Russinho, Claudionor, Tales e Santana. O Wanderers teve: Cabrera, Tomasini e Tagrese; Labrada, Lobos e Carrica; Godoi, Conte, Ochiusso, Cacanelo e Farradan. 
Foto reproduzida de Revista do Vasco

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

ÁLBUM DA COLINA - ADEMIR ESMAGA FLA

                COM ELE, SEGURAMENTE, ERA O QUE VOCÊ ESTÁ VENDO 
    Ademir Menezes marcando gols sobre o Flamengos, em jogos do Campeonato Carioca-1952. Naquela temporada, o Vasco da Gama foi o campeão, fechando o ciclo do "Expresso da Vitória", montado pelo treinador uruguaio Ondino Viera e mantido por Flávio Costa, que trabalhou com estrelas como Barbosa, Augusto, Ely, Danilo, Sabará, Ipojucan, Maneca, Alfredo dos Santos e Chico, entre outras feras.

Ademir Menezes scoring goals over the Flamengos in games of the Campeonato Carioca-1952. In that season, Vasco da Gama was the champion, closing the cycle of "Expresso da Vitória", set up by Uruguayan coach Ondino Viera and maintained by Flávio Costa, who worked with stars like Barbosa, Augusto, Ely, Danilo, Sabará, Ipojucan, Maneca, Alfredo dos Santos and Chico, among other beasts.

                                            2 - A CARA DO MATADOR

Cara de quem nasceu para balançar a rede. Era abrir a boca, mostrar os dentes, soltar o grito e sair pro abraço, exibindo um bigodinho por lá de brega da moda de 1956. Profissão do cara: desempregar goleiros.
Com o pernambucano Ademir Marques de Menezes era assim. Em 15 anos de carreira, numa época em que não havia preocupação com estatísticas, ele teria marcado mais de 500 gols.
Nascido em Recife, em 8 de novembro de 1922, Ademir foi  capa da "Manchete Esportiva" Nº 10, da semana que começava em 21 de janeiro de 1956, data em que o Vasco empatou, por 1 x 1, com o Flamengo, pelo Campeonato Carioca, ainda, de 1955.
Apelidado por "Queixada", evidentemente, devido ter o "dito cujo" avantajado, Ademir foi o responsável pelo fim do "reinado" do sistema tático inglês WM no Brasil, que rolava pelos gramados desde 1925.
 Com um cruzmaltino daqueles, rápido, excessivamente agressivo, com piques impressionantes, pra quê seguir velhas fórmulas importadas:?  O técnico Flávio Costa, então, o expulsou  da meia direita e o enviou para a frente, onde seus "rushes", em diagonais, no rumo das redes teriam melhores resultados.
A característica daquele "cabra da peste" nordestino fez surgir a figura do quarto atacante, o ponta de lança que, por tabela, criou o quarto zagueiro, espécie de meio-campista recuado. Com Ademir e Flávio Costa, o Vasco jogou no 4-2-4, a partir de 1949, tornando-se quase imbatível e conquistando metade dos torcedores brasileiros.

ADEMIR, O GAROTO PROPAGANDA


  O goleador vascaíno Ademir foi um dos atletas que mais publicidade fizeram durante a década-1950. 
 Causa da sua imensa popularidade, o que ele explicou ao número 1.843 da revista carioca 'Manchete', de 15 de agosto de 1987:
 “Eu era muito requisitado pela torcida e atendia a todos, com carinho. Muitos colegas diziam que eu era bobo, por ficar falando com todo mundo  que me procurava. Não entendiam toda aquela minha paciência. Talvez, por causa daquilo, eu seja um dos poucos brasileiros daquela época lembrados até hoje (37 temporadas depois)”.
 Ademir Marques de Menezes via a década-1950 por duas vertentes: a indesejável inicial, quando a Seleção Brasileira perdeu o título da Copa do Mundo, para os uruguaios, dentro do Maracanã, e a vitoriosamente plena, por ter sido o sujeito mais popular do país, capaz de vencer, com imensa vantagem, qualquer candidato a presidente da República.
 Sobre a primeira parte, ele analisou para a mesma revista, do Grupo Adolfo Bloch: “Em compensação (à perda da Copa), o Vasco da Gama foi o primeiro (clube) a se sagrar campeão carioca no (era do) Maracanã. Revanche contra o Uruguai nós tivemos. Em 1952, jogando, novamente, pela Seleção, participei da vitória no (campeonato) Pan-Americano, primeiro título que o Brasil conquistou no exterior. Ali, vencendo os uruguaios”.
 Ademir, no entanto, considerava ter a vingança havia acontecido no mesmo 1950, quando o Vasco da Gama enfrentara o Peñarol, a base do selecionado campeão do mundo, e o goleado, por 4 x 1.        
 Após encerrar a carreira, em 1956, Ademir chegou a ser comentarista esportivo de rádio e treinador no mesmo Vasco da Gama que o consagrou como atleta. Pelo que viu, afirmou à “Manchete” que o torcedor brasileiro sempre fora o mesmo: “Se o seu time está ganhando, aplaude, estimula os seus jogadores. Se leva um gol, faz um tumulto”.
KIKE NO LANCE: Ainda bem que Ademir não convive com o torcedor vascaíno da atualidade, pois o time do “Almirante” é mais chato do que barulho de saco plástico à noite.   
       IMAGENS REPRODUZIDAS DA REVISTA 'O CRUZEIRO' 

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

VASCO DA GAMA 0 X 1 ATLÉTICO-PR

O jogo valeu pela décima-quinta-rodada do Brasileirão e marcou a estreia do treinador Alberto Valentin, que estava no Egito. O próximo compromisso do time vascaíno será  no sábado, conta o Santos, no Maracanã. O jogo foi na Arena da Baixada, em Curitiba, apitado por Rodrigo D´Alonso Ferreira,-SC, foi assistido pro 12,.907 pagantes e rendeu R$ R$ 234.605,00. O gol do jogo foi marcado por Rafael Veiga, os 18 minutos do segundo tempo.
O Vasco alinhou: Martín Silva; Lenon, Luiz Gustavo, Bruno Silva e Henrique;
Desábato (Thiago Galhardo), Andrey (Moresche), Raul e Yago Pikachu;
Vinícius Araújo e Andé Ríos (Kelvin). O AtléticoPR teve: Santos; Jonathan, Zé  Ivaldo e Léo Pereira e Renan Lodi; Wellington, Lucho González (Bruno Guimarães), Bruno Nazário (Márcio Azevedo), Marcinho (Plata) e Raphael Veiga;
Pablo. Técnico: Tiago Nunes

Valentim,em  seu primeiro recado à rapaziada vascaína, foi fotografado por
Carlos Gregório Júnior, de www.crvascodagama.com.br




: Raphael Veiga 18' 2T
Atlético-PR
Santos;
Jonathan, Zé Ivaldo e Léo Pereira e Renan Lodi;
Wellington, Lucho González (Bruno Guimarães), Bruno Nazário (Márcio Azevedo), Marcinho (Plata) e Raphael Veiga;
Pablo.
Técnico: Tiago Nunes
Vasco da Gama-RJ
Martín Silva;
Lenon, Luiz Gustavo, Bruno Silva e Henrique;
Desábato (Thiago Galhardo), Andrey (Moresche), Raul e Yago Pikachu;
Vinícius Araújo e André Ríos (Kelvin). 
Técnico: Alberto Valentim

TRAGÉDIAS DA COLINA - DESASTRES


1 - Em 2011, o Vasco teve o seu pior início de temporadas estaduais: cinco escorregadas no tapete: 0 x 1 Resende; 2 x 3 Nova Iguaçu; 1 x 3 Boavista: 1 x 2 Flamengo e 0 x 0 Volta Redonda. Vitória só em 6 de fevereiro, na sexta rodada, com a estreia do técnico Ricardo Gomes: 3 x 0 Americano, em São Januário. 

2 - Confira as outras temporadas estaduais abertas com pisadas no tamanco: 1984 – 1 x 2 Campo Grande; 0 x 4 Bangu e 0 x 1 Americano. 1964 – 1 x 2 América; 2 x 2 Campo Grande; 1 x 1 Bangu; 1 x 2 Portuguesa e 3 x 3 São Cristóvão; 1981 – 0 x 2 América; 3 x 3 Volta Redonda e 0 x 1 Flamengo; 1933 – 1 x 3 Fluminense; 3 x 3 Bonsucesso e 2 x 2 Bangu; 1942 – 0 x 0 América e 1 x 5 Madureira. 

3 - A partir de 1923, a rapaziada começou vencendo no Estadual e em: 1924, 1926, 1927, 1930, 1931, 1934, 1936, 1947, 1948, 1951, 1952, 1953, 1954, 1955, 1968, 1970, 1976, 1977, 1979, 1980, 1986, 1989, 1990, 1993, 1994, 1996, 1998, 1999, 2000, 2002, 2004, 2010, 2013, 2014, 2015 e 2016.





terça-feira, 28 de agosto de 2018

FERAS DA COLINA - EDMÍLSON


Edmílson fooi o artilheiro do Estadual-RJ
 Artilheiro do Campeonato Estadual-RJ-2014, com 10 gols, Edmílson surgiu como especialista em balançar redes, em 2001, no Palmeiras. Em seguida, foi para o futebol japonês e por lá passou nove temporadas.
 Mesmo tendo marcado mais do que a concorrência na temporada em que o "Almirante" só não foi campeão porque a arbitragem concedeu um gol , em impedimento, para o Flamengo, na final, aos 47 minutos do segundo tempo, ele não ficou na Colina.
 De lá para cá já rodou pela catarinense Chapecoense, o paulista  Red Bull, voltou ao Japão e acertou com o Sport Recife-PE.  

Gunner State-RJ-2014 Championship with 10 goals, Edmílson appeared as an expert in balancing network in 2001 in Palmeiras. Then it went to the Japanese football and there spent nine seasons. Even having scored more than the competition in the season where the "Admiral" was not only champion because the referee awarded a goal, offside, to Flamengo in the final 47 minutes of the second half, he was not on the Hill. Since then already lapped by Chapecoense Santa Catarina, São Paulo's Red Bull, on two occasions, he returned to Japan and  went to the Sport Recife-PE.
Foto reproduzida de www.crvaascodagama.com.br. Agradecimento deste blog que não tem fins lucrativos.

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

VASCO DAS CAPAS - TIME TITULEIRO

Vasco foi capa da edição Nº 8, da publicação "Show de Futebol", uma revista-poster, vendida na bancas a R$1,90. Foi um "superpôster" (escrito assim) calendário do ano de 2007, abordando "A história e os grandes títulos do alvinegro de São Januário", conforme escreveu o redator, informando, ainda, que se tratava de "Edição histórica para torcedores e colecionadores". Um lembrete avisava, também na capa, que era um produto oficial do Vasco, licenciado pela Pro Entertainment do Brasil.www.pro-enter.com
A publicação teve fotos dos times campeões brasileiros de 1974/1998/1997/ 2000; da Taça Libertadores-1998 e da Copa Mercosul-2000. E um destaque para a comemoração de um gol da vitória sobre o Santos, pelo Brasileiro-2006. Corra atrás, nas lojinhas de antiguidades.

Vasco was the cover of edition Nº 8, of the publication "Show de Futebol", a magazine poster, sold in the stands at R $ 1.90. It was a "superpost" (written so) calendar of the year 2007, addressing "The history and the great titles of San Januario alvinegro", as the writer wrote, also informing that it was "Historical edition for fans and collectors ". A reminder warned, also on the cover, that it was an official product of Vasco, licensed by Pro Entertainment do Brasil.www.pro-enter.com
The publication had photos of the Brazilian championship teams of 1974/1998/1997/2000; The Copa Libertadores-1998 and the Copa Mercosul-2000. And a highlight for the celebration of a goal of victory over Santos, by the Brazilian-2006. Run around in the antique shops

A BELA DO DIA - MADONNA

Aos 58 anos de idade, a cantora Madonna Louise Ciccone foi eleita pela revista  "Billboard" a mulher do ano. Trata-se de uma distinção exclusiva para as cantoras que deixam durante uma temporada  contribuições significativas para a música, além de inspirarem outras mulheres.
 Embora tenha sido louvada pelo que faz nos palcos, Maddona disse que o seu maior desafio é ser uma boa mãe. E agradeceu a eleição, principalmente por "estar há 34 anos diante do sexismo e da misoginia explícitos, do bullying constante e do abuso implacável".
Madonna disse mais:  "Se você é uma menina, você tem que jogar o jogo. Tem permissão para ser bonita, e meiga e sexy. Mas não pode se muito inteligente. Não tenha uma opinião fora do status quo. Você pode ser objetificada pelos homens e se vestir como uma vadia, mas não pode ser dona da sua vagabundagem. E não compartilhe suas próprias fantasias sexuais com o mundo. Seja o que os homens querem que você seja. Porém, é mais importante ser o que as mulheres querem ser, com você sendo ao redor de outros homens. E não envelheça, pororque a idade é um pecado. Você será criticada e vilipendiada e não vai tocar na rádio."
Quando da sua última visita ao Brasil, Madonna exibiu uma camisa do Vasco da Gama para os fotógrafos e até foi capa da revista oficial do clube. Era o marketing da Colina entrando em campo.
OBS: TEMA SUGERIDO PELO VASCONAUTA OTACÍLIO CARVALHO FILHO, DE BARREIRAS-BAHIA-OESTE.

At age 58, singer Madonna Louise Ciccone was voted "Billboard" by the woman of the year. This is an exclusive distinction for singers who have made significant contributions to music during one season and inspire other women.
 
Although she was praised for what she does on stage, Maddona said her biggest challenge is to be a good mother. And he thanked the election, especially for "being for 34 years in the face of explicit sexism and misogyny, constant bullying and relentless abuse."Madonna said, "If you're a girl, you have to play the game, you're allowed to be pretty, and you're sweet and sexy, but you can not be too smart. Men and dress like a bitch, but you can not own your vagabondage And do not share your own sexual fantasies with the world Be what men want you to be But it's more important to be what women want to be With you being around other men.And do not grow old, because age is a sin.You will be criticized and vilified and will not play on the radio. "During her last stay in Brazil, Madonna exhibited Vasco da Gama's shirt for photographers and was even the cover of the official magazine of the club.

THIS IS KIKE BALL AND VASCO DA GAMA

This is a blog dedicated to the research of the history of Club de Regatas Vasco da Gama , founded in Rio de Janeiro , Brazil , on August 21, 1898 , four young practicing rowing - Henrique Ferreira Monteiro , Luís Antônio Rodrigues , José Alexandre D' Avelar Rodrigues and Manuel Teixeira de Sousa Júnior - in honor of the portuguese explorer discoverer of the sea route to India. Until 1915, Vasco da Gama only competed in rowing. From the following year when he joined the football, it became one of the most admired clubs in the country, for its stance against social injustice.
 
 Currently has one of the largest Brazilian twisted . Nacional champion on four occasions, the Vasco team also has win continental the title on two other occasions , and various international This is a blog dedicated to the research of the history of Club de Regatas Vasco da Gama , founded in Rio de Janeiro , Brazil, on August 21, 1898 , four young practicing rowing - Henrique Ferreira Monteiro, Luís Antônio Rodrigues, José Alexandre D' Avelar Rodrigues and Manuel Teixeira de Sousa Júnior - in honor of the portuguese explorer discoverer of the sea route to India.
Until 1915, Vasco da Gama only competed in rowing. From the following year when he joined the football, it became one of the most admired clubs in the country, for its stance against social injustice. Currently has one of the largest Brazilian twisted. Nacional champion on four occasions, the Vasco team also has won continentel the title on two other occasions , and various international tournaments. The Vasco da Gama uses stark white shirt, or black with a diagonal band (black or white).
It is the caravel of portuguese maritime chievements, bringing the Cross of the Order of Christ in red. The shorts and socks are also the shirt , white or black .Vasco da Gama has a stadium, located in General Almério de Moura , opened in 1927 , and was once the largest in Brazil . Kike Ball search to cruzmatina history since december 15, 20010 , having been visited by 120 000 "vasconautas" .The shield you see has been reproduced from the official website do clube - www.crvascodagama.comcombr - to which we appreciate. Besides being good at soccer, Vasco da Gama has dirty twisted in the most beautiful women on the planet. Just check the ones you see in the pictures above and below. Gives?  And you are welcome to Kike Ball. 

domingo, 26 de agosto de 2018

TAÇA LIBERTADORES-1998 - HÁ "VINTÃO"

aguardar pesquisa

VASCO DA GAMA 3 X 1 CHAPECOENSE

        Maxy López, clicado por Rafael Ribeiro, de www.cvascodagama.com.br    

No dia que completou 20 anos da conquista da Libertadores, a torcida do Vasco festejou mais uma vez. O time venceu a Chapecoense neste domingo (26/8), por 3 a 1, com ótima atuação do argentino Maxi López, que marcou seu primeiro gol com a camisa do Vasco e deu passe para os gols de Wagner e Thiago Galhardo.
Agora, o Cruzmaltino encara o Atlético-PR nesta quarta-feira (29/8), às 19h30, na Arena da Baixada, em jogo atrasado da 15ª rodada.
No segundo tempo, ...Aos , Maxi  López lançou Wagner, que dominou, chutou forte e fez  1 x 0. Aos 39, Andrey puxou contra-ataque e largou para Maxi López, que puxou para a perna esquerda e deixou o deloe. Por ali, 2 x 1.  Aos 46, Thiago Galhardo recebeu passe de Maxi López, arrancou e tocou na bola, com categoria, quando o goleiro saía para tentar a defesa: Vasco 3 xa 1.

CONFIRA FICHA TÉCNICA – 26.08.2018 – (domingo) - VASCO 3 x 1 CHAPECOENSE-SC. Campeoanto Brasileiro – Estádio: São Januário-RJ. Juiz: Igor Junio Benevenuto de Oliveira-MG. Renda: R$ 178.970,00. Público: 8.375 pagantes. Gols: Wagner, aos 9; Leandro Pereira, aos 33; Maxi López, aos 39 e Thiago Galhardo, aos 47 min do 2º tempo. VASCO: Martin Silva; Lenon, Luiz Gustavo, Bruno Silva e Henrique; Leandro Desábato (Vinícius Araújo), Raul e Andrey; Wagner (Bruno Cosendey e Yago Pikachu (Thiago Galhardo); Maxi López. Técnico: Valdir ‘Bigode’. CHAPECOENSE: Jandrei; Eduardo, Thyere, Douglas e Bruno Pacheco; Canteros, Amaral (Diego Torres), Márcio Araújo e Yann (Vinícius); Leandro Pereira e Bruno Silva (Osman). Técnico: Guto Ferreira.  

Nesta foto abaixo, Lenon e Raul, foram clicados por Rafael Marques

Lenon e Raul, fotografados por www.crvascodagama.com.br 

128 - DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA - NAS ÓRBITAS DAS PERIGOSAS PERIGUETES

Wallis Simpson, reproduzida de Wikipedia
   O homem diz que “mulher é bicho danado”. Pior é ele,  que não sabe resistir aos seus encantos - e desencantos, desde quando só havia um no pedaço e a serpente o fez saber que o buraco era mais embaixo.
 Em tempos que já viraram substâncias cósmicas da eternidade, tivemos reis, imperadores, ditadores, presidentes de repúblicas, governadores e outras figurinhas carimbadas que beberam o leite da mulher amada, do jeitinho que ela o deitou na caneca. 
Mais recentemente, prefeitos, ministros de estado e parlamentares, também, queimaram a língua na quentura do micro-ondas delas. Nem voltemos a personagens antigões, como Dom Pedro I, Getúlio Vargas, Juscelino Kubitscheck, Mao-Tse-Tung e Jota Jota Seabra. Vejamos algumas poucas feras desses tempos mais pós-modernos. Combinado?
  Pois bom! Ao saber que o presidente dos “Iztêitis”, o bem votado John Fitzgerald Kennedy gostava em demasia “daquilo”, uma espiã nazista comprou colchão e travesseiros muito confortáveis, e o convidou a exerimenta-los. Rolava a II Guerra Mundial e o carinha adorou a cama da moça – e quase foi expulso da Marinha.
Não foi, no entanto, só uma espiã que taçou o belo JFK. Já presidente, na época da Guerra Fria”  versus União Soviética, uma danadinha alemã oriental também andou arrancando-lhe as cuecas. Terminou expulsa do país, para gáudio da gloriosa Lee Jackie, a oficial e futura senhora Onassis.   
Muito mais espertas, porém, do que as espiãs nazistas eram as meninas de programa dos tempos em que John Kennedy disputava a Casa Branca, com Richard Nixon. Além de prometerem sufraga-lo nas urnas, ainda lhe presenteavam com “umazinha”, antes de debates televisivos - programa de campanha.
   As espiãs nazistas que mostram ao JFK como eram alvos os seus lençóis não tiveram, no entanto, a sorte da atriz Marilyn Monroe, que viram como eram bem gomadas essas peças na “White House”. E, como ainda não se falava em politicamente incorreto, sobrou para a estagiária Monica Lewinski manter “relações impróprias” com rouparia, móveis e utensílios da casa onde então o inquilino era o presidente Bill "Clitoris" - Bill Clinton, erro nosso, desculpem!
Jornalista antigos faziam legenda
 para esta foto...
Por sorte desse carinha citado aí em acima, a sua oficial "partner" -  Hillary - só o perdoou porque ele não fora o primeiro a fazer da “White House” um motel. Meramente, mantivera a tradição aberta por JFK. 
"Cá pra "nóiz, sô!": a primeira-dama sacaneada só aceitou mesmo a "tradição cornélica"' por saber que “o poder é um grande afrodisíaco”, como sacou Harry Kissinger, antigo ocupante de cargo pelo qual ele haveria de passar - Secretaria de Estado. Afinal, não é toda mulher que tem um saxofonista dentro de casa, um cara bom de boca.... no instrumento musical, é claro!
 Agora, atravessemos o Atlântico e aportemos na ilha da “Tia Beth”, onde de o Rei Edward VIII trocou a coroa pela “perseguida” de uma “dona" feia “pra carvalho”, filha da puta (era filha ilegítima), chutada por dois maridos - Earl Winfield Spencer e Ernest Aldrich Simpson -  e com calcinha arrancada por vários "malas", entre eles o ministro do Exterior e marechal nazista alemão Joachim von Ribbentrop, e o italiano Galeazzo Ciano, este apontado pelo escritor Charles Higham.
 
Mais? A dita cuja teria trocado sexo por grana, quando residia na chinesa Xangai. Mais mais? Fora amante do engenheiro Guy Marcus Trundle e até ralado com o homossexual Jimmy Donahue, duas décadas mais novo, segundo relatório, de 1935, da Divisão Especial da Polícia Metropolitana de Londres, divulgado pelo Public Record Office.
... e citavam que este era um cartaz
cinematográfico. Parece?
Este era o currículo da futura Duquesa de Windsor e "danadíssima" Wallis Simpson, tida, também, por ninfomaníaca e que traçava o que viesse, inclusive as suas semelhantes. Sem falar que enfiava a porrada no glorioso “Edu”, que virou Duque de Windsor e é apresentado pelo historiador Philip Zioegler como tremendo sadomasoquista.
  Ainda na Inglaterra, na década-1960, o barato rolou no Ministério da Guerra. A “belíssima-íssima-íssima” garota de programa Cristine Keeller despedaçou o coração do ministro John Profumo, a sua cadeira ministerial e as suas chances de tornar-se "prime minister" – “perigosa” sinistra, convenhamos. Sem falar que, nas horas de folgas das transas com o servidor da Rainha, ela  transava com o adido naval da embaixada londrina da então União Soviética, o camaradinha Eugene Ivanov. 
Como se vê, as “danadas” eram danadonas, mesmão! Certo? Tem uma certa razão, os homens. Por sinal, poder-se-ia tirar as provas na Grécia , de tantas Helenas com belas melenas.
Dimitra pegou um marido emprestado
 e esqueceu de devolver 
 Por ali, a aeromoça Dimitra Liani carregou o primeiro-ministro Andreas Papandreou para nuvens, cúmulos e cirros que cobriam o céu da década-1980. O deixou “tão, tão”, que o governo, as vezes, a tinha no papel de primeira-dama. 
Dimitra era 35 temporadas mais jovem do que o amante, em tempos em que a ciência nem imaginava deparar-se, por acaso, com o glorioso "bandeirante" Viagra. Para ela, fazer Papandreuo trocar solenidade oficial por um “pega” a borde de iate de luxo era muito mais + mais. Levantava a bandeira do cara.
 Deveria estar certo, segundo os filósofos, pois o “Papa” preferia ver gatinhas de bikini (e sem) ao vivo, do que nas vitrines - casou-se, "aereamente", com a perigosíssima "moça aérea".     
 Mas foi na gloriosa França que as “danadaças” pintaram e bordaram mais sacanicamente na horizontal, em parceria com os donos do poder. Quem dá o testemunho é o livro “Sexus Político”, com 390 páginas e algumas delas contando peripécias extra-conjugais de antigos chefes de Estado. Uns tais de Valéry Giscard d´Estaing, Jacques Chirac e François Miterrand tiveram histórias “duca”. Do último, conta a pesquisa que até mulher traçada por motorista do palácio presidencial trocava o seu óleo.
 Quanto às terribilíssimas brasileiraças, também aludindo a pouquíssimas, consta que vedete do teatro rebolado Virgínia Lane deixou Getúlio Vargas ver o seu par de “tilápias” e, bom pescador, o presiente passou 5.475 dias com vara, minhoca e anzol de prontidão. Nada de “nem tanto tão demais”, afinal a Dona Darci já envelhecia e o Estado Novo queria muita sacanagem. Nem tanto quanto quis Ana Capriglione, irmã do marido de uma tia e amante do governador Adhemar de  Barros. Ela chegou a nomear dois secretários de Estado e a coordenar a “caixinha de ajuda ás obras sociais" do Governo-SP, na década-1960.
Mas fera, fera - mesmo! - com garras afiadíssismas, foi a “linda loba” Laurinda Santos Lobo, sobrinha e amante do ministro (das Finanças) Joaquim Murtinho, pelo final do século 19. A moça estampou a cédula de dois mil-réis, a nona criada pelo Thesouro Nacional da República dos Estados Unidos do Brazil, impressa pelo American Bank Note Company, em New York, nos USA.
 Para esta “compatriota”, como o presidente Jânio Quadros chamava as mulheres pelas quais ele trocaria um “cachorro engarrafado” por um bom forrobodó às escondidas de Dona Eloá, o “Domingo” tira o chapéu, pra mais do que pra todas as danadíssimas (do ponto de vista do homem) e vai prestar-lhe homenagem por coluna inteiramente falando só dela, brevemente - aguarde!     

sábado, 25 de agosto de 2018

BELA MUSA VASCAÍNA DO DIA - FONFON

Você  confere a beleza, o charme  da bela e inteligente – como grande torcedora cruzmaltina – e muito trabalhadora modelo Patrícia Fonseca. Gata "brasuca", moreníssima, quando ela tem um tempinho para ir ao clube, pegar um sol, não deixa de levar uma jaqueta do glorioso Club de Regatas Vasco da Gama. E encanta, arrasa, com a sua simpatia. "Defeito de fábrica'". O Kike a viu deslumbrando em  www.musasfc.blogspot.com
You give the beauty of the most intelligent - as a cruzmaltina fan - and a very hardworking Patrícia Fonseca model. Very Brazilian, very moreníssima, when her model agenda allows to spend that time, she goes to the club, to get a sun, and does not stop to take a jacket of the glorious Club of Regatas Vasco da Gama. It enchants, it destroys, with its sympathy. "Factory defect'". Kike saw it on www.musasfc.blogspot.com

O VENENO DO ESCORPIÃO - DICIONÁRIO DO "NEOBOBISMO" FALTA UM VERBETE

Na época desta foto, reproduzida de www.history.com, o antes jovem taciturno já seduzia milhões de pessoas
   Quando eu era jornalista e cobria Palácio do Planalto, para a Rádio CBN e a Globonews, o presidente Fernando Henrique Cardoso ficava uma fera quando divulgávamos bastante palavras que ele inventava. Dizia que fora só uma brincadeira. E, certa vez, afirmou que a gente sapecava “neobobismos” em seu nome.
Frequentemente, fazem publicações sobre ele
 O glorioso FHC tinha todo o direito de inventar palavras, pois um idioma expande-se por meio de invencionces que fariam o “Luís de... e o Machado de...” terem as maiores sapitucas gramaticais, se tivessem lido as atuais colunas sociais.
 Certa vez, entrevistei o escritor Josér Cândido de Carvalho, cidadão que fazia o que queria com as palavras, e ele defendeu que “a língua deve ser a que o povo fala”. Logo, assim pensado, que proliferem os neologismos, as evoluções semânticas e os ‘neobobismos’.
 Além destas opções que fecharam o parágrafo acima, está faltando, segura e decepcionantemente, uma contribuição popularesca bem danada e que faria sucesso na coleção dos melhores garimpeiros de novos termos para futuros dicionários: “neto da puta”.
 Sim, não há o “filho da puta?” Então deve haver, tambem,  o herdeiro do “título”. Afinal, há famílias em que não assinar contratos na jurisdição voluntária do Estado torna-se rotina para as suas mulheres.
 Pode-se discordar da sugestão, é clro, graças ao direito constitucional do livre pensamento. Mas há um atenuantes para “neos e velhobobismos”. Por exemplo, com o termo  “filho da puta”, ocorre uma interessante evolução semântica. Ande pelos corredores e plenários do Congresso Nacional e tire as provas. Já ouvi de um senador que a votação fora ganha graças ao “filho da puta do líder” (de sua bancada, é claro!) Ele queria dizer: por conta da vivacidade do cara que dobrou os argumentos dos adversários.
Então! O “filho da puta do líder” deixou, em tal caso, de ser geração de “deputado sem dedo” (tire as primeira e última sílabas do substantivo) e subiu, estratosfericamente, em sua cotação parlamentar. Tornou-se um sujeito “the clever”, invejado, aclamado, longínquo de considerações pejorativa de tempos estegossáuricos, quando desafetos pegavam em armas para lavar a honra.
Autobiografia esconde verdades
 Pois bem! Por acaso, caso um neodicionarista pense em cravar o termo “neto da puta”, para justifica-lo, teria um grande representante para o verbete: Adolf Hitler. Este era filho de uma empregada doméstica, devidamente passada na saliva e que gerou um “filho da puta”, futuro funcionário público de uma cidade perto da atual austríaca Viena e que passou a vida tentando fazer do rebento um continuador do seu currículo.
Registrado por Adolf, o rebento do servidor alfandegário não deu bolas para o cara. Preferia ser um vagabundo. Largou os estudos e nunca trabalhou. Um dia, conheceu a ideologia de três sujeitos, um  músico e dois políticos, que mexeram com a sua cabeçança.
Rola a bola! Adolf, que fugira do serviço militar, implorou para ir à guerra, mais tarde. E saiu dela, como cabo e sem fazer questão de chegar a sargento, mesmo com demonstrações de muito sangue frio, coragem e duas condecorações. Preferiu politicar.
Político, o rapaz chegou onde ninguém imaginaria, sobretudo os que conhecera aquele jovem taciturno, apagado e sem nenhum resquício de liderança e que só tivera um amigo quando adolescente e mais um quando “guerreiro”. Hitler, no entanto, tornou-se "lideraço", literalmente, e, segundo os historiadores, um grandecíssimo “filho da puta” - quando já era filho do “filho da puta”.  Logo, “neto da puta” – justifica-se o “neobobismo?”      

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

CADERNINHO DA ESQUINA DA COLINA

1 - Classificações vascaínas em Brasileiros - 1993 - 20º lugar, em 14 jogos, com 5 vitórias, 3 empates, 6 derrotas, 19 gols pró e 20 contra; 1994 - 13º lugar, em 25 partidas, com 8 triunfos, 8 quedas, 9 empates, 23 gols a favor e 25 sofridos; 1995 - 20º lugar, em 23 confrontos, vencendo 7, empatando 3, perdendo 13, marcando 32 e levando 39 tentos; 1996 – 18º colocação, em 23 disputas, alcançando 8 vitórias, 3 igualdades, 12 reveses, 37 bolas nas redes e 43 contra. 
1997 - 1º lugar (campeão), em 33 jogos, com 21 vitórias, 7 empates, 5 derrotas, 69 gols marcados e 37 sofridos; 1998 - 10º lugar, em 23 jogos, vencendo 9, empatando 7, perdendo, com 34 gols pró e 24 contra; 1999 - 6º lugar, em 24 prélios, com 10 vencidos, 8 empatados, empatados, 40 gols marcados e 31 sofridos; 2000- 1º (campeão) após 26 jogos, com 12 vitórias, 7 empates, 7 derrotas, 42 marcados e 42 sofridos.
Obs: entre 1971 e 2000, foram 688 jogos, com 292 vitórias, 221 empates, 175 derrotas, 1000 gols marcados, 689 sofridos e saldo de 311.

2 - Treinadores cruzmaltinos na década de 1970 – Elba de Pádua Lima, o Tim (1970, campeão carioca); Paulo Amaral e Admildo Chirol (1971); Zizinho e Célio de Souza (1972); Mário Travaglini (1872/1974 – campeão brasileiro); Paulo Emílio (1976 – campeão da Taça Guanabara); Orlando Fantoni (1977/1978 – campeão carioca e da Taça Guanabara); Carlos Froner e Otto Glória (1979).
OTTO NÃO TEVE a glória de fazer chover taça numa temporada de seca de faixas.

HISTORI & LENDAS - O VOO DO YBIZAÇO


O Ybis, um barco iole-2, lançado às águas em julho de 1912, foi um dos grandes vencedores vascaínos, remados por Carneiro Dias e Claudionor Provenaço.
 De fabricação italiana, com ele, o Vasco foi tri estasdual, valendo à embarcação ser carregada nos ombros dos remadores, durante as comemorações que rolavam pela Praça XV de Novembro, no Rio de Janeiro.
Estão anotadas em seu nome 19 vitórias consecutivas que mereceram tanta festa. O Ybis só foi vencido, em 1917, segundo os historiadores vascaínos, muito mais por “uma pixotada dos seus remadores, do que por méritos do adversário”.
        FOTO REPRODUZIDA DE WWW.CRVASCODAGAMA.COM.BR

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

MUSA VASCAÍNA DE HOJE - PATRÍCIA

                                            Esta é a belíssima modelo  Patrícia Gonçalves, 
             reproduzida de www.globoesporte.com com os agradecimentos do "Kike" 

VASCO DA GAMA 0 X 0 ATLÉTICO-MG

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Maxi |López, clicado por www.crvascodagama.com.br, atou muito  bem
O time vascaíno jogou com muita raça, fora de casa, e até teve uma grande chance de sair com a vitória, no segundo tempo, quando Yago Pikachu lançou e vacilão Andrey chutou em cima do goleiro, tendo o arco todo a sua disposição.
 O próximo jogo será a partir das 19h de sábado, em São Januário contra a catarinense Chapecoense.
CONFIRA A FICHA TÉCNICA - 23.08.2018 (quinta-feira) - VASCO 0 X 0 ATLÉTICO-MG. Campeonato Brasileiro -  Estádio: Independência, em Belo Horizonte -MG. Juiz: Leandro Pedro Vuaden-RS. Renda: R$ 381.840,00.Público:22.452 presentes. VASCO: Martin Silva, Lenon, Luiz Gustavo, Bruno Silva e Henrique; Leandro Desábato e Andrey; Wagner (Vinícius Araújo), Raul e Yago Pikachu (Ricardo Graça); Maxi López (Andrés Rios). Técnico: Valdir Bigode. ATLÉTICO-MG: Victor, Emerson, Leonardo Silva, Iago Maidana e Fábio Santos; Matheus Galdezani (Denilson), Elias (Tomás Andrade), Nathan (Luan) e Cazares; Chará e Ricardo Oliveira. Técnico: Thiago Larghi.





quarta-feira, 22 de agosto de 2018

A BELA MUSA DO DIA - FERNANDA BAIANA

 O que é que a baiana tem? Indagava o grande Dorival Caymmi, por sua música. Pelo que o "Kike" viu nesta foto publicada por www.noticias.bol.uol.com.br, seguramente, é muito amor ao glorioso "Tricolor de Aço", o Esporte Clube Bahia, o time mais vezes campeão baiano. É o caso de Fernanda, musa do clube da "Boa Terra". Morena baianíssima, que enfeitiça os raios do sol, quando vai à praia Confere?  
What does bahiana have? He inquired of the great Dorival Caymmi, for his music. For what Kike saw in this photo published by www.noticias.bol.uol.com.br, surely, it is much love to the glorious "Tricolor of Steel", the Sport Club Bahia, the team most times champion of Bahia. This is the case of Fernanda, muse of the Boa Terra club. Morena baianíssima, who bewitches the rays of the sun, when she goes to confere beach?

HISTORI & LENDAS - MILESIMEIRO

28 de novembro de 2000 – O Vasco enfrentava o Bahia, o qual venceu, por 3 x 2, em São Januário, e o meia Juninho Paulista marcou o milésimo gol vascaíno em Campeonatos Brasileiros, iniciados em 1971. Foi primeiro clube carioca a atingir a marca ‘milesimal’, até então, sob obtida pelo São Paulo, 20 dias antes, com 4 x 3, sobre o Sport Recife, na Ilha do Retiro.
                             UM CLUBE DE pouquíssimos frequentadores.
  Roberto Dinamite é o maior artilheiro da história do Campeonato Brasileiro, com 190 gols, entre 1971 e 1992, dos quais 181 pelo Vasco, o clube que mais vezes teve o artilheiro isolado da competição: Roberto Dinamite, em 1974 (16 gols) e em 1984 (16 gols); Paulinho, em 1978 (19 gols); Bebeto, em 1992 (18 gols), e Edmundo, em 1997 (29 gols, sendo seis, o recorde, contra o União São João, de Araras-SP, em 11 de setembro de 1997, em São Januário, em Vasco 6 x 0. Já o Dinamite foi o primeiro a marcar cinco gols em um só jogo do Brasileirão, nos 5 x 2, de 4 de maio de 1980, no Maracanã, contra o Corinthians.
                          O CARA NASCEU para  explodir bombas nas redes
  O Vasco foi o time que mais gols marcou em um só Campeonato Brasileiro: 69, em 33 jogos de 1997, quando foi o campeão. Também, foi o único a ter artilheiro e vice-artilheiro da disputa em um mesmo ano. Foi em 1984, quando Roberto Dinamite marcou 16 e Arturzinho 14 gols. No mesmo ano, o Vasco construiu a segunda maior goleada do Brasileirão: em 19 de fevereiro de 1984, mandou 9 x 0 em cima da Tuna Luso-PA, em São Januário.
                   ESTES vão pra guerra e ficam no pelotão da frente.

terça-feira, 21 de agosto de 2018

MEDALHAS COMEMORATIVAS AOS "120TÃO"


A Casa da Moeda do Brasil lançou, HOJE,  medalha comemorativa aos 120 anos de fundação do Club de Regatas Vasco da Gama. Surgido no 21 dse gosto de 1898, o clube deveria se ligar ao remo, modalidade na qual  conquistou o seu primeiro título, em 1905, mas aderiu a outras modalidades, com o passar dos tempos.
 Vale ressaltar que um dos campeões do remo-2005 foi Antônio Taveira, avô do artilheiro Célio Taveira que, no futebol,  viria a ser o maior goleador vascaíno da década-1960, marcando uma centena de gols e sendo campeão, entre outros, do I Torneio Internacional Quarto Centenário do Rio de Janeiro-1965; da Taça Guanabara-1965 e do Torneio Rio-São Paulo-1966. Também, representou o “Almirate” na Seleção Brasileira.
Com 50 milímetros de diâmetro, trabalhada em ouro, prata dourada, prata, bronze e aço inox, a medalha tem tiragem limitada e será comercializadas pelo site da Casa da Moeda –
www.casadamoeda.com.br. Quem reside no Rio de Janeiro, pode comprar, também, na Praça da República, nº 26. Preços: em aço inox, R$ 25,00; bronze, R$ 135,00; prata, R$ 545,00; prata dourada, R$ 850,00, e em ouro, R$ 38.500,00.

'ALMIRANTE 'CENTO-E-VINTÃO. SALVE!

Hoje é dia de apagar velinhas. O Club de Regatas Vasco das Gama atinge 120 temporadas de muitas glórias. História que começa pelo remo, a modalidade preferida dos mais de 500 mil habitantes do Rio de Janeiro, em 1898, quando os cariocas iam para as imediações do Passeio Público e da Rua Santa Luzia assistir às corridas de barcos na Baía de Guanabara.
 Por aquela época, tentando se livrar do desgaste físico de remar até o Club Gragoatá, e Niterói, para praticarem o “rowing”, como ainda era chamada a modalidade, Henrique Ferreira Monteiro, Luís Antônio Rodrigues, José Alexandre d`Avelar Rodrigues e Manuel Teixeira de Souza Júnior decidiram criar um clube de remo. Reuniram-se na residência de um deles, à Rua Teófilo Ottoni Nº 90, traçaram planos, encontraram mais simpatizantes da ideia e promoveram outras reuniões no Clube Recreativo Arcas Comercial, na Rua São Pedro. O papo foi rolando e, em 21 de agosto de 1898, com 62 associados assinando a ata, no Clube Dramático Filhos de Talma, à Rua da Saúde Nº 293, surgia o Club de Regatas Vasco da Gama, em encontro presidido por por Gaspar de Castro, secretariado por Virgílio Carvalho do Amaral e Henrique Teixeira Alegria.

EMBARCARAM NESSA – Clube criado, era hora de comprar os barcos. A rapaziada fez a chamada “vaquinha”, comprou três baleeiras – Zoca, Vaidosa e Volúvel – e se inscreveu na União de Regatas Fluminense. Menos de um ano depois, em 4 de junho de 1899, o Vasco já vencia sua primeira regata, na Classe Novos, com Volúvel, de seis remos, em páreo que teve o seu nome, como era de costume nomear as disputas com as denominações dos clubes. Os primeiros vencedores cruzmaltinos foram da guarnição formada pelo patrão Alberto de Castro e os remadores José Lopes de Freitas, José Cunha, José Pereira Buda de Melo, Joaquim de Oliveira Campos, Antônio Frazão Salgueiro e Carlos Batista Rodrigues. Entre 1905 e 1906, o Vasco conquistou os seus primeiros títulos no remo, com o bi, cinco dias após o aniversário. Em 192.13.14 veio o primeiro tri, pelos barcos Meteoro e Pereira Passos. 

ROLA A BOLA - A simpatia pelo futebol chegou ao Club de Regatas Vasco em 1913, quando um combinado português exibiu-se no Rio de Janeiro, motivando a colônia portuguesa a aderir à modalidade, com a criação do Centro Esportivo Português, do Lusitano e do Lusitânia, este o único que foi avente. Mas, como o estatuto que só permitia a associação de portugueses, o Vasco da Gama, que nascera pregando a união racial, convenceu os “gajos” a abandonarem tal ideologia e partirem para uma fusão, a fim de entrarem nas disputas da Liga Metropolitana de Sports Athléticos (LMSA.

A partir de 26 de novembro de 1915, o Vasco não se desligaria mais do futebol. Em 3 de maio de 1916, usando camisas pretas, com a cruz da Ordem de Cristo no lado esquerdo do peito, a sua rapaziada estreou na nova modalidade, no campo do Botafogo, perdendo do Paladino Futebol Clube, na Terceira Divisão da Liga Metropolitana de Sports Athléticos (LMSA), por 10 x 1. 
Coube ao português Adão Antônio Brandão, que praticava, ainda, atletismo, remo, natação e polo aquático, cravar a primeira bola vascaína na rede. Vitórias só em 29 de outubro de 1916. A vítima foi a Associação Atlética River São Bento, batida, por 2 x 1, com Alberto Costa Júnior e Cândido Almeida comparecendo às redes do campo do São Cristóvão, à Rua Figueira de Mello, valendo pelo Campeonato Carioca da Terceira Divisão (LMSA). Naquele primeira temporada, o Vasco terminou na última colocação.

Em 1917, a LMSA passou por transformações, mudou seu nome para Liga Metropolitana de Desportos Terrestres (LMTD) e aumentou o número de participantes, em cada divisão. Com isso, os seis da “Terceirona” subiram para a “Segundona”. E lá se foi o Vasco, que melhorou e obteve nove vitórias, em 16 jogos, saído da temporada em quarto lugar. Grande avanço. Em 1918, o Vasco já ameaçou os rivais. Foi o terceiro colocado. Em 1919, com nove vitórias, caiu, para quinto. 
Em 1920, tornou a melhorar e ficou em quarto lugar. Vindo 1921, a Liga Metropolitana promoveu mais uma virada de mesa. Separou a série principal pelas categorias A e B, na qual ficou o time vascaíno. E, por dois pontos, ele não foi o campeão de sua turma. Mas, em 1922, venceu a Série B da “Primeirona”. O jogo do título foi em 17 de julho de 1922, na Rua Morais e Silva, com uma goelada, 8 x 3, sobre o Carioca, valendo a Taça Constantino, a primeira do futebol cruzmaltino.
 O chefe da rapaziada era um uruguaio, Ramón Platero, e o time das faixas teve: Nélson, Mingote e Leitão; Nolasco, Bráulio e Artur; Pascoal, Cardoso Pires, Torterolli, Claudionor e Negrito. Claudionor foi o principal “matador”, com quatro tentos, seguido de Cardoso Pires (2) Pascoal e Torterolli um, cada.
IMAGENS REPRODUZIDAS DE WWW.CRVASCODAGAMA.COM.BR

HISTORI&LENDAS A COLINA - MANEZDA

Foto reproduzida da 'Revista do Esporte'
03.03.1966 – Era a estréia de Garrincha pelo Corinthians. O Pacaembu recebia um público de 44.154 pagantes e a expectativa pela apresentação do “Demônio das Pernas Tortas” era infernal. 
No entanto, depois que o juiz Eunápio de Queirós apitou bola rolando, o nome do jogo foi o centroavante cruzmaltino Célio Taveira Filho, que marcou dois gols – aos 37 minutos do primeiro tempo e aos 35 da etapa final, após o volante Maranhão abrir a porteira, aos 23 da fase inicial. 
Amauri, Joel, Brito, Fontana, Oldair, Maranhão, Danilo Menezes, Luisinho (Zezinho), Célio (foto), Lorico e Tião foram os caras que estragaram a festa do ‘Torto’.
A TURMA DA COLINA NÃO esperava encarar “um time de manés”. 

21 de março de 1956 -A rapaziada recebeu o convite para jogar, amistosamente, na cidade paranaense de Rolândia. Topou e, de quebra, mandou 2 x 1 Nacional local, com dois gols marcados pelo centroaante Astoff. O treinador do dia era Martim Francisco e o time teve: Wagner, Dario e Haroldo; Laerte, Orlando e Coronel; Antônio Luís, Ademir Menezes, Vavá (Astoff), Pinga (Livinho) e Parodi (Dejayr).
O JUIZ MANUEL MACHADO não derrubou o Vasco, ao rolar por Rolândia.


Antônio Lopes não foi o único delegado de polícia a prestar serviços ao "Almirante".  Pela década-1960, houve um centroavante que, após pendurar as chuteiras, calçou as leis, formou-se em Direito e ocupou o mesmo cargo, tendo sido delegado classe especial da Polícia Civil de São Paulo. O cara tinha o apelido de Picolé, mas fora registrado por José Geraldo de Camargo. Antes de chegar à Colina, passara pelos paulistas São José de Cerquilho, Comercial de Tietê, São Bento de Sorocab
PICOLÉ ESFRIOU VÁRIAS TORCIDAS e congelou, de vergonha, vários goleiros. 
         Foto reproduzida de www.sovasco.blogspot.com)