Vasco

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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

TRAGÉDIAS DA COLINA - BISMARCK

Por ter feito parte da Seleção Brasileira do técnico Sebastião Lazaroni, que não passou da primeira fase da Copa do Mundo de 1990, eliminada pela Argentina, o meia vascaíno Bismarck pagou pelo que não fez, mesmo não tendo participado de nenhuma partida,.
Nascido em 11 de setembro de 1969, aos 21 anos, e perdeu a chance de continuar sendo chamado para o time canarinho, devido ao estigma daquela campanha. Depois daquele Mundial da Itália-90, Biamarck só voltou a ser convocado para dois amistosos sem importância: Brasil 0 x 0 Chile, em 17 de setembro, e Brasil 1 x 2 Resto do Mundo, ambos no mesmo 1990.
Bismarck totalizou 15 partidas apelo selecionado principal, entre 29 de março de 1989 e 28 de maio de 1990, e sete com a camisa da seleção olímpica. Pelas duas, marco apenas um gol, em 23 de julho de 1989, ema Brasil A 1 x 0 Japão, amistosamente. Pelo Vasco, marcou 112 gols em 319a partidas.
 

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

VASCO DA GAMA 3 X 1 MADUREIRA

A "Turma da Colina" recuperou-se da pisada na bola,  da rodada passada, quando perdeu, de virada, dentro de casa, por 1 x 2, para a Cabofriense, vencendo o Madureira, hoje, por 3 x 1, no campo do adversário. Com isso, subiu para 21 pontos, mantendo-se entre os quatro primeiros que irão às semifinais das Taça Guanabara. Agora, a rapaziada só volta a jogar depois que o Carnaval passar, na quarta-feira de cinzas, a partir das 19h30, em São Januário, diante do Resende.
O Vasco abriu ao placar aos 43 minutos do primeiro tempo. O zagueiro Rafael Vaz arriscou subir ao ataque e mandou um chutão de fora da área: 1 x 0. O segundo saiu aos 5 minutos da fase complementar. Reginaldo tinha a bola dominada, pela esquerda do ataque, e viu Edmilson dentro da área. Executou ao passe com precisão, tendo o atacante matado a bola no peito e finalizado o lance, com um chute indefensável: 2 x 0.
Quando ao Vasco tinha o jogo sob controle e administrava o placar, aos 16 minutos, Aranda cometeu um pênalti idiota, derrubando um adversário, dentro da área, na cara do juiz. Os colegas nem discutiram. Carlinhos bateu e diminui par Vasco 2 x 1. Aos 35, Romário retribuiu, fazendo o mesmo, contra Diego Renan. O pênalti foi cobrado e convertido por Douglas que, em seguida, cedeu a sua vaga a Bernardo: 3 x 1.     
O instante em que Edmilson finalizava um dos mais bonitos gols destas Taça Guanabara
                          CONFIRA A FICHA TÉCNICA - MADUREIRA 1x3 VASCO
Estádio: Aniceto Moscoso, à Rua Conselheiro Galvão, no Rio de Janeiro-RJ. Juiz: Marcelo de Lima Henrique. Renda:   R$ 25.200,00. Público: 1.081 presentes. Gols: Rafael Vaz, aos 43 min do 1º tempo; Edmilson, aos 5; Carlinhos, aos 16, e Douglas (pen), aos 35 min do 2º tempo. VASCO: Martin Silva; André Rocha, Rodrigo, Rafael Vaz e Diego Renan; Aranda, Pedro Ken, Fellipe Bastos (Montoya) e Douglas (Bernardo); Thalles (Reginaldo) e Edmilson. Técnico: Adilson Batista. MADUREIRA: Rodrigo Café; Aislan, André, Leozão (Rodrigo Lindoso); Marquinhos (Erivelto), Victor Bolt, Gilson (Romário), Bruno Tiago, Carlinhos e Luis Paulo; Fernandinho. Técnico: Antônio Carlos Roy.


quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

VASCO DAS CAPAS - 'SUPERPÔSTER'

 Vasco foi capa da edição Nº 8, da publicação "Show de Futebol", uma revista-poster, vendida na bancas a R$1,90. Foi um "superpôster" (escrito assim) calendário do ano de 2007, abordando "A história e os grandes títulos do alvinegro de São Januário", conforme escreveu o redator, informando, ainda, que se tratava de "Edição histórica para torcedores e colecionadores". Um lembrete avisava, também na capa, que era um produto oficial do Vasco, licenciado pela Pro Entertainment do Brasil.www.pro-enter.com

A publicação teve fotos dos times campeões brasileiros de 1974/1998/1997/ 2000; da Taça Libertadores-1998 e da Copa Mercosul-2000. E um destaque para a comemoração de um gol da vitória sobre o Santos, pelo Brasileiro-2006. Corra atrás, nas lojinhas de antiguidades.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

HISTORI&LENDAS CRUZMALTINAS

O Vasco foi o sétimo clube a atingir mil jogos nas temporadas cariocas. Foi em 2 de abril de 1972, no Maracanã, pela sétima rodada da Taça Guanabara, no “Clássico da Paz”, contra o América, que terminou 0 x 0. O jogo rendeu Cr$ 128.233,00 e o público foi de 20.235 pagantes.
FICOU NO ZERO, mas valeu mil.

No ano (terceiro colocado) em que chegou aos mil jogos, o Vasco estava atrás, por ordem, de Fluminense, Botafogo, América, Flamengo, São Cristóvão e Bangu, que era mais antigos nas disputas cariocas, iniciadas em 1906. O futebol cruzmaltino só surgiu em 1913 – depois dele, Bonsucesso, Olaria e Madureira também entraram para o “Clube dos Mil”.
CHEGOU COM SETE ANOS de atraso, mas na frente de três.

Agnaldo Luís Sorato, nascido na paulista Araras, em 6 de abril de 1969, foi vascaíno em 1988/1992 e entre1997/1998. Seus títulos na Colina:1988 - Campeonato Carioca; 1989 - Campeonato Brasileiro;1997 - Campeonato Brasileiro; 1998 - Taça Libertadores. Jogos e gols: 1988:- 43 jogos e15 gols; 1989: 38 jogos e 15 gols; 1990:- 62 jogos e 23 gols; 1991: 51 jogos e 23 gols; 1992: 14 jogos e 3 gols; 1997: 8 jogos e 1 gol; 1998: 19 jogos e 2 gols. Total: 235 jogos e 82 gols. (foto/crvascodagama.com.br)
SORATO ERA DE ARARAS. Quando deixou o Vasco, virou Periquito, no Palmeiras.

Estreia de Sorato no Vasco: 12.06.1988 – Vasco 3 x 1 Flamengo, no Maracanã, pelo Estadual-RJ, marcando dois gols, após Vivinho abrir o placar, aos 10 minutos do primeiro tempo. Sorato foi às redes aos 21, também, do 1º tempo, e aos 4 do segundo. Seu último jogo com a camisa cruzmaltina foi em 06.09.1998, nos 2 x 0 sobre o Cruzeiro, pelo Campeonato Brasileiro, em São Januário. Ele fez um gol, aos 45 minutos do primeiro tempo – Nélson fez o outro, aos 44 da etapa final. CHEGOU MATANDO URUBU e saiu derrubando Raposa.

O Rosário Central foi um time argentino duro de o Vasco matar: 2 x 1, em 21.06.1987, pela Copa Ouro, nos Estados Unidos; 1 x 0, em 31.10.2000, pela Copa Mercosul, em São Januário, e 0 x 1, em 08.11. 2000, também, pela Mercosul, no Gigante del Arroyito. NA CASA DELES, nenhum santo ajudou. Nem rezando um rosário!

Em 26 de abril de 1931, o Vasco mandou a sua maior goleada em cima do Flamengo: 7 × 0
Nesse duelão, a rapaziada já manteve uma invencibilidade de 23 jogos, entre 13 de maio de 1945 a 25 de março de 1951. Uma série de 10 vitórias seguidas, entre 14 de julho de 1947 e 13 de novembro de 1949.
DIZEM QUE SETE É CONTA DE MENTIROSO, MAS ESTA É DE “VERDADEIROSO”

O Vasco é o único clube do planeta que conseguiu perder, por W x 0, dentro de sua casa. Aconteceu no "Clássico dos Milhões" marcado para São Januário, em  25 de novembro de 1934. Explica-se: a rapaziada disputava a fase classificatório ao Torneio Rio-São Paulo, no futebol, quando brigou com o rival, no remo. Então, recusou-se a enfrentá-lo no balãode couro.
ABANDONOUO BARCO NO GRAMADO, TAMBÉM.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

VASCAÍNO TORCE ATÉ COM MULETAS

 
Nem só com as mãos se aplaude

Esta é aquela foto que consagra o fotógrafo. Jogavam, Bonsucesso x Vasco, em 15 de janeiro de 1956, valendo ainda pelo Campeonato Carioca de 1955. Naquele dia, o meia Válter Marciano, um cracaço do futebol brasileiro da época, estava machucado. Sem poder enfrentar o time da casa, foi ao estádio da Rua Teixeira de Castro, de muletas, torcer pelos companheiros.
Como sofreu, o Válter! O “Bonsuça” tinha uma boa rapaziada e era chamado, pela imprensa, de “time revelação da temporada”. E, já que jogava em casa, abriu o placar, aos 38 minutos do primeiro tempo, por intermédio de Geraldo. Na etapa final, os vascaínos tiveram de se virar para reverterem o placar, para 2 x 1, com gols de Pinga e de Maneca. Foi então que Válter comemorou muito, usando as muletas, flagrado pelo fotógrafo Ângelo Gomes, da revista semanal “Manchete Esportiva”.
A ”Turma da Colina” daquele dia foi: Hélio, Paulinho e Bellini; Mirim, Orlando e Beto; Sabará, Maneca, Vavá, Pinga e Parodi. Técnico: Flávio Costa.
DETALHE: o elogiadíssimo trabalho do técnico Sílvio Pirilo no clube rubro-anil o fez ser contratado pelo Fluminense, de onde pulou para a Seleção Brasileira, tornando-se o primeiro a convocar Pelé para o time canarinho. Pirilo foi assistir aos jogos em que o garoto vestia a camisa cruzmaltina, pelo Combinado Vasco Santos, e ficou encantado com o que vira. O restante da história todos conhecem.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

CORREIO DA COLINA - PESOS E MEDIDAS

"Eu e um amigo estamos colocando peso em datas históricas crumaltinas. Entendemos que a primeira vitória e o primeiro jogo internacional merecem a mesma consideração. Correto? João Cláudio Veras Filho, de Porciúncula-RJ.
Analisemos assim, João: em 29 de outubro de 1916, quando venceu o River, por 2 x 1, na Rua Figueira de Melo, pelo Campeonato Carioca da Segunda Divisão, o Vasco começava no futebol, com um time fracote. Tanto que, na estreia, em 3 de maio, levou 10 x 1 do Paladino, marcando um gol quando já perdia por 8 x 0. Para obter a sua primeira vitória,  jogou com dois homens a mais do que o adversário. Problema da desorganização do time do bairro da Piedade, de onde era o River.
Com relação ao primeiro jogo internacional, em 2 de dezembro de 1923, podemos entender que, do ponto de vista técnico, o empate, por 1 x 1, com o Universal, do Uruguai, país de futebol então mais evoluído, pode ter peso igual, pois o visitante atuou com o seu time reserva, contando com o empréstimo de três jogadores – Mathias, Eurico, Affonso  Lúcio – do Bonsucesso. 
DETALHES: Vasco 2 x 1 River foi apitado por Horácio Salema Ribeiro e os gols vascaínos de autoria de Alberto, aos 10, e Cândido, aos 34  minutos, com o time sendo: Ary Correia, Jaime Guedes e Augusto Azevedo; Victorino Rezende, João Lamego e Manuel Baptista; Bernardino Rodrigues, Adão Antônio Brandão, Joaquim de Oliveira, Alberto Costa Júnior e Cândido Almeida
Vasco 1 x 1 Universal teve arbitragem de Braz de Oliveira, com o primeiro tento internacional vascaíno marcado por Russo. O time foi: Amaral, Mingote e Hespanhol; Arthur, Floriano e Miranda; Adão, Russo, Pires, Badú e Godoy.

sábado, 22 de fevereiro de 2014

PINGA NÃO BEBE CACHAÇA

Em seu Nº 7, que circulou na primeira semana de janeiro de 1956, a revistsa carioca “Manchete Esportiva” criou um título interessante, para uma matéria típica de férias dos atletas, quando não rola quase nada para rádio, jornais e TVs noticiar: “Pinga só bebe água”.
Sacada legal da "Manchete Esportiva"
Foi uma brincadeira com o ponteiro-esquerdo vascaíno José Lázaro Robles, o Pinga, que abriu a página 42, posando com uma garrava da alcoólica “Cavallo Preto” e fazendo uma cara muito engraçada.
O texto dizia que Pinga não dava “a menor pelota” para o que vinha do alembique, e que, também, não fumava. Estava justificado o título. O mais era a história do atleta, com um iten pouco conhecido pelo torcedor: antes de se profissionalizar no futebol, Pinga fora fiscal de feiras livres e mecânico, em São Paulo, a sua terra.
Chegado ao Vasco, para ser meia-esquerda, Piuga foi deslocado para a ponta, pelo treinador Martim Francisco. Em seu currículo, já contava com a faixa de campeão pan-americano-1952, o primerio título da seleção brasileira no exterior, trazido do Chile. Fora de campo, se declarava um craque na preparação de uma macarronada. Coisa de paulistano.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

VASCO DAS CAPAS - FULMINANTE

Este é o terrível quinteto atacante cruzmaltino que aterrorizava goleiros, isto é, Vavá e Válter Marciano, em pé, e Sabará, Livinho e Pinga, agachados. Quando a edição Nº 963, da revista "Esporte Ilustrado", chegou às bancas, em 20 de setembro de 1956, a "Turma da Colina" liderava o Campeonato Carioca, do qual terminou carregando a taça para São Januário. Nas páginas 6 e 7, a publicação falava sob o título "O líder encontrou dificuldades para vencer", do jogo Vasco 3 x 2 Bonsucesso, em 15 de setembro, na abertura da oitava rodada, “tendo como local o "colosso do Maracanã”, como escreveu o repórter Joé Romeu Viana, que teve a sua matéria acompanhada por sete fotografias clicadas por Alberto Ferreira.
Na legenda de uma das fotos, diz a legenda, na grafia da época: “O terceiro tento dos pupilos de Martim Francisco. Fê-lo Vavá cobrando uma penalidade máxima, tendo a pelota roçado nas pontas do dedos de Jorge, antes de tomar o caminho da rêdes”. Hoje, acha-se engraçado como se escrevia no jornalismo esportivo da década de 1950. Viana tem frases, no texto sobre o jogo, interessantíssimas, parta os dias atuais. Vejamos, mantendo o original da escrita: “E foi aos oito minutos que Nilo cobrando uma penalidade fora da área, isto é, nas proximidades da bandeirinha de córner que surgiu o primeiro tento rubro-anil. Com este ‘goal’ o Vasco revelou um certo atabalhoamento....Finalmente, ao apagar das luzes, Nilo, ponteiro rubroanil, assinala o segundo e último tento para as suas côres”. Como se observa, o redator despreza o gerúndio e o adjunto adverbial de tempo, para ‘virgular”, e, em uma das vezes, tira o hífen da ajetivação rubro-anil, que era, então, o correto. Ainda segundo o redator, “Entre as figuras que mais se destacaram temos a distinguir no Vasco os ‘playeres’ Paulinho, Belini, Valter, Pinga, além de ressaltar o trabalho de Vavá, como autor de três tentos”.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

O ALMIRANTE E O IMPERADOR

Foto reproduzida de www.clickestudante.com
Existe alguma semelhança entre o Club de Regatas Vasco da Gama e Dom Pedro I, Imperador do Brasil?
Pra começo de conversa, os dois abrem as suas histórias em anos pares. Enquanto Pedro foi coroado, em 1822, o Vasco nasceu em 1898.
Dono de temperamento explosivo, tanto que foi difícil para seus assessores lhe arrumarem uma segunda esposa – Amelia de Leuctenberg –, o Imperador mostrava-se um homem hiperativo, sempre voltado para atividades físicas. O "Almirante", na bola, moveu-se, inicialmente,  à base de um explosivo preparo físico, puxado pelo treinador uruguaio Ramón Platero. E abatia, literalmente, os adversários durante o segundo tempo dos seus jogos dos Campeonatos Carioca de 1923/1924, quando virou “Time da Virada”.
O Imperador, também, estava nessa. Era homem de virada. Quando voltou para Portugal, encontrou o irmão Miguel no lugar que deveria ser seu. Imediatamente, se mandou para a França, preparou-se fisicamente para a guerra e virou a sorte do trono português. Dom Pedro I, que, em Portugal, era D. Pedro IV, viveu como viveria, futuramente, o Vasco da Gama, em questões políticas: negociar saídas diplomáticas, jamais. O Vasco sempre agiu, com firmeza, em defesas do que considerava justo. Por exemplo, não acatou a ordem da elite do futebol carioca, de expulsar pretos e pobres do seu time. Foi à luta e venceu a discriminação social.
Se D. Pedro I abdicou do trono do Brasil, para não se ver, futuramente, inimigo do seu filho, o Vasco abdicou de participar das disputas da liga oficial do futebol do RJ (Associação Metropolitana de Esportes Athléticos), e, como era o mais forte de todos, partiu para a fundação de uma outra entidade (Liga Carioca de Futebol), em 1934. Da mesmas forma, em tempos republicanos, quando o presidente Washington Luís negou-lahe a importação do cimento europeu, para a construção do estádio de São Januário, os engenheiros contratados pela “Turma da Colina”buscaram alternativas e misturaram areia com brita, conseguindo o mesmo sentido. De encarar, não temer desafios, assim como Dom Pedro, que criou para si a imagem de um cavaleiro destemido e apaixonado. Como a torcida cruzmaltina.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

VASCO DÁ UM CALOR NO BANGU: 2 X 0

Montoya entrou muito bem na partida e marcou o segundo gol 
O Vasco encarou um calor terrivel, de quase 40 graus, hoje à tarde, em Moça Bonita, mas passou pelo dono da casa, o Bangu, pela nona rodada da Taça Guanabara. Os gols saíram no segundo tempo e foram marcados por Thales e de Montoyoa.
O primeiro saiu aos 23 minutos. O lateral-direito André Rocha subiu ao ataque e fez um cruzmaento para a área, onde Thalles estava, para  antecipar-se à zaga banguense, em uma cabeçada: 1 x 0. O segundo veio aos 31 minutos, de uma concatenação de jogadas, pela esquerda. Montoya recebeu a bola de frente para a área, foi entrando e bateu à direita do goleiro alvirrubro, que aida tocou na bola.
Confira a  FICHA TÉCNICA da nova vitória da rapaziada no Estadual-RJ:
19.02.2014 (quarta-feira) - Vasco 2 x 0 Bangu. Taça Guanabara. Estádio: Proletário (Moça Bonita)-RJ. Juiz: Grazianni Maciel Rocha. Renda: R$ 37.770,00. Público: 2.058 pagantes. Gols: Thalles, aos 23, e Montoya, aos 31 min do 2º tempo. VASCO: Martín Silva; André Rocha, Luan, Rafael Vaz e Diego Renan; Guiñazu, Aranda, Fellipe Bastos (Pedro Ken) e Douglas; Everton Costa (Thalles) e Edmílson (Montoya). Técnico: Adilson Batista. BANGU: Rafael; Felipe Foca, Wagner, Luiz Felipe e Bruno; Raphael Azevedo, Juninho (Christiano), Rodrigo Dantas (Geovani) e Almir; Rodrigo Pinho e Mateus. Técnico: Mario Marques.
  
  
18.01.2014 (sábado) – Vasco 1 x 1 Boavista. Campeonato Estadual-RJ. Estádio: São Januário-RJ. Juiz: Marcelo de Likma Henrique. Público:- 6.985 presentes e 5.763 pagantes. Renda: R$ 160.265,00. Gols: Reginaldo, aos 10, e Cascata, aos 62 min.VASCO: Diogo Silva; André Rocha, Luan, Rodrigo e Marlon; Guiñazu, Abuda e Fellipe Bastos; William Barbio (Montoya), Reginaldo e Edmilson (Thalles). Técnico: Adilson Batista. BOAVISTA - Getúlio Vargas; Paulo Barrack, Gustavo, Bruno Costa e Romarinho; Douglas Pedroso (Weverton), Rômulo, Thiago Silva (Cascata) e Jéferson (Diogo); André Luis e Gilcimar. Técnico: Américo Faria.

22.01.2014 – (quarta-feira) - Vasco 1 X 1 Macaé. Estadual-RJ. Estádio: Claudio Moacyr, em Macaé-RJ. Juiz: Wagner do Nascimento Magalhães. Público: 2.721 pagantes Renda: R$ 53.420,00. Gols: João Carlos, aos 18, e Edmilson, aos 39 min do 1º tempo. VASCO: Diogo Silva; André Rocha, Luan, Rodrigo e Marlon; Guiñazú, Pedro Ken e Fellipe Bastos (Bernardo); William Barbio (Abuda), Edmilson e Reginaldo (Montoya) Técnico: Adilson Batista. MACAÉ: Felipe Sanchez; Daniel, Cleber Carioca, Filipe Machado e Marco Goiano; Gedeil, Marquinhos, Digão (Leozinho) e Ernani; Jean (Renan Silva) e João Carlos (Danilo) Técnico: Paulo Henrique Filho.

26.01.2014 - (domingo) - Vasco 6 x 0 Friburguense. Campeanto Estadual-RJ. Estádio: São Januário-RJ. Juiz: Pathrice Wallace Correa. Renda: R$ 83.910,00. Público: 3.759 pagante e 4.654 presentes. Gols: Montoya, aos 24, e Edmílson, 43 min do 1º tempo; Edmílson, aos 3; William Barbio, aos 8; Marlon, aos 17, e Rafael Vaz, aos 30 min do 2º tempo. VASCO: Martín Silva; André Rocha (Abuda), Luan, Rodrigo (Rafael Vaz) e Marlon; Aranda (Bernardo), Guiñazu, Fellipe Bastos e Montoya; Edmilson, William Barbio. Técnico: Adílson Batista. FRIBURGUENSE: Afonso; Sérgio Gomes, Cadão, Bruno e Flavinho; Lucas, Zé Vitor (Abedi), Jorge Luiz e Marcelo; Ziquinha(Damião) e Rômulo (Lohan). Técnico - Gerson Andreotti.

29.01.2014 (quarta-feira) - Vasco 4 x 0 Audax. Campeonato Estadual-RJ. Estádio: Raulino de Oliveira, em Volta Redonda-RJ. Juiz: Leonardo Garcia Cavaleiro- RJ. Público: 3.424 pagantes. Renda: R$ 45.450,00. Gols:Leandro Camilo (contra), aos 26; Edmílson, aos 30, e Bernardo, aos 45 min do 1ºtempo; Bernardo, aos 29 min do 2º tempo. VASCO: Martin Silva; André Rocha, Luan (Rafael Vaz), Rodrigo e Marlon; Guiñazu, Aranda (Pedro Ken) e Fellipe Bastos; Montoya (Bernardo), William Barbio e Edmilson. Técnico: Adilson Batista. AUDAX: Yamada; Adriano (David), Leandro Camilo, Aderaldo e Jorginho Paulista; Arthur Soares, Wellington Monteiro (Lucas Casotti), Lucas Carioca, Wellington e Willian; Washington. Técnico: Válber.

02.02.2014 - (domingo) - Vasco 1 x 0 Botafogo. Campeoanto Estadual-RJ. Estádio: Maracanã. Juiz: Rodrigo Carvalhães de Miranda. Público: 9.208 pagantes e 13.083 total. Renda: R$: 351.540,00. Gol:Thalles, aos 29 min do 2º tempo. VASCO: Martín Silva; André Rocha, Luan, Rodrigo e Marlon; Aranda, Guiñazu, Fellipe Bastos (Thalles) e Bernardo (Pedro Ken);Edmilson (Danilo) eWilliam Barbio. Técnico: Adilson Batista. BOTAFOGO: Renan, Alex, Dankler, André Bahia Anderson ; Rodrigo Souto, Fabiano, Renato (Daniel) Gegê (Henrique); Elias e Octávio (Wallysson).

05.02.2014 - (quarta-feira) - Vasco 2 x 1 Volta Redonda. CampeoantoEstasdual-RJ. Estádio: Raulino de Oliveira, em Volta Redonda-RJ. Juiz: Raphael Silvano. Público: 1.444 pagantes. Renda: R$ 32.240,00. GOLS - Tiago Amaral, aos 9, Thalles, aos 21, e Bernardo, aos 31 minutos do primeiro tempo. Gols: Tiago Amaral, aos 9; Thalles, aos 21, e Bernardo, aos 31 min do 1º tempo.VASCO: Jordi; Diego Renan, Jomar, Rafael Vaz e Henrique; Abuda, Pedro Ken, Danilo, Dakson e Bernardo; Thalles. Técnico: Adilson Batista. VOLTA REDONDA: Gatti; Rodrigo Paulista, Gilberto, Marcelo e João Paulo; Bruno Barra, Dudu, Laionel e Gláuber; Rodrigo Dantas e Tiago Amaral. Técnico: Toninho Andrade.
09.02.2014 - (domingo) - Vasco 1 X 1 Nova Iguaçu. Campeoanto Estadual-RJ. Estádio: Raulino de Oliveira, em Volta Redonda-RJ. Juiz: Bruno Arleu de Araújo. Público: Renda: Gols: Peter (contra), aos 27, e Rahyne, aos 47 min do 2º tempo. VASCO: Martín Silva; Diego Renan (Abuda), Luan, Rafael Vaz e Henrique; Aranda, Danilo e Pedro Ken; Bernardo (Everton Costa), Edmilson e Montoya (William Barbio). Técnico: Adilson Batista. NOVA IGUAÇU: Jefferson; Peter, Rhayne, Jorge Felipe e Amarildo; Rodrigo César, Paulo Henrique (Leônidas), Geovani (Uallace) e Dieguinho; Zambi e Sérgio Júnior (Ramon). Técnico: Edson Souza

16.02.2014 (domingo) - Vasco 1 x 2 Flamengo. Estadual-RJ. Estádio: Maracanã. Juiz: Eduardo Cordeiro Guimarães. Renda: R$ 858.505,00. Público: 13.245 pagantes (16.972 presentes). Gols: Fellipe Bastos, aos 37, e Elano, aos 39 min do 1º tempo; Gabriel, aos 44 min do 2º tempo. VASCO: Martín Silva; André Rocha, Luan, Rodrigo e Diego Renan; Aranda (Pedro Ken), Guiñazu, Fellipe Bastos e Douglas (Bernardo); Edmilson e Everton Costa (William Barbio). Técnico: Adilson Batista.
FLAMENGO: Felipe; Leonardo Moura, Wallace, Samir e André Santos; Victor Cáceres, Amaral (Muralha), Elano (Alecsandro), Lucas Mugni (Gabriel) e Everton; Hernane. Técnico: Jayme de Almeida.

19.02.2014 (quarta-feira) - Vasco 2 x 0 Bangu. Taça Guanabara. Estádio: Proletário (Moça Bonita)-RJ. Juiz: Grazianni Maciel Rocha. Renda: R$ 37.770,00. Público: 2.058 pagantes. Gols: Thalles, aos 23, e Montoya, aos 31 min do 2º tempo. VASCO: Martín Silva; André Rocha, Luan, Rafael Vaz e Diego Renan; Guiñazu, Aranda, Fellipe Bastos (Pedro Ken) e Douglas; Everton Costa (Thalles) e Edmílson (Montoya). Técnico: Adilson Batista. BANGU: Rafael; Felipe Foca, Wagner, Luiz Felipe e Bruno; Raphael Azevedo, Juninho (Christiano), Rodrigo Dantas (Geovani) e Almir; Rodrigo Pinho e Mateus. Técnico: Mario Marques.

23.02.2014 (domingo) - Vasco 1 x 2 Cabofriense. Taça Guanabara. Estádio: São JanuárioRJ. Juiz: Wagner Magalhães. Público: 6.114 pagantes. Rendas: Gols: Edmilson, aos 15; Pará, aos 18, e Fabrício Carvalho, aos 25 min do 1º tempo. VASCO: Vasco: Martín Silva; André Rocha, Luan, Jomar e Diego Renan; Guiñazu, Aranda (William Barbio), Fellipe Bastos, Douglas (Bernardo) e Montoya (Thalles); Edmilson. Técnico: Adilson Batista. Cabofriense: Luis Cetin; Filipi (Arthur Sanhes), Luizão, Victor Silva e Leandro; Jardel, Pará (Silvano), Daniel Tijolo e Eberson; Bruno Veiga (KeninhaT) e Fabrício Carvalho. Técnico: Alexandre Barroso.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

VASCO DAS CAPAS E CONTRACAPAS-1950

O time cruzmaltino campeão carioca de 1950 foi capa e contracapa da revista "Esporte Ilustrado" Nº 671, de 15 de fevereiro de 1951. Tratou-se de uma edição especial, com todos os dados sobre a conquista, a primeira de um clube brasileiro no Maracanã. Embora tenha circulado no ano seguinte ao ano do título, tem-se uma explicação: devido à Copa do Mundo que o Brasil promoveu, em 1950, o Campeonato Carioca estendeu-se até 17 de janeiro de 1951, quando os vascaínos venceram o América, por 2 x 1.
A revista, que tinha Levy Kleiman por redator-chefe e assinante de um editorial, na página 3, sobre a razão da homenagem, abria aquela o relato com a foto, no alto, do time, junto à comissão técnica. Nela, o ainda auxiliar Oto Glória, que viria a ser uma dos grandes trinadores do país, aparece sentado, na segunda fileira, ao lado de Flávio Costa, o comandante daquela conquista. As páginas 4, 5 e 6 foram dedicadas à biografia, com a foto, de cada campeão. A 7 tem o título "Vasco campeão das rendas" e cita placares das partidas e as suas expectativas arrecadações, totalizando Cr$ 7 milhões, 267 mil e 319 cruzeiros. As páginas 8 e 9 são dedicadas à "Decisiva ação do Departamento Médico na campanha do Vasco", com texto de Charles Guimarães. Nelas, entre outras, há fotos do médico Amilcar Gifoni e dos massagistas Mário Américo e Aurelino Rodrigues. Seguem uma página de comerciais – total de 22 insereções publicitárias – e anúncio da casa, e oito de gráficos, desenhados por Wiliam Guimarães, dos gols de todos os jogos vascaínos do campeonato.
A edição prossegue entrevistando Flávio Costa, "Triunfo coletivo, declara o técnico" e encerra-se com cinco páginas – "Os heróis da jornada de 50" – contendo todas as fichas técnicas das partidas, e muitas fotografias. Nesta foto aparecem, da esquerda par aa direita, em pé: Barbosa, Augusto, Laerte, Jorge, Danilo e Ely; agachados, na mesma ordem: Mário Américo (massagista), Alfredo, Ipojucan, Ademir Menezes, Maneca e Djayr.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

TRAGÉDIAS DA COLINA - CORINTIANADAS

O número CINCO tem grande presença na história do clássico Vasco x Corinthians.  E com terríveis prejuízos para a “Turma da Colina”. Confira:
Corinthians 5 x 0 é o maior  placar favorável aos paulistanos, aplicado  em 31 de maio de 1995, representando uma vingança de 67 temporadas, depois de os vascaínos terem mandado 5 x 0, em 14 de abril de 1928, no estadio da Rua Paysandu, no Rio de Janeiro. 
 Corinthians e Vasco já se encontraram em cinco decisões. A primeira, em 1995,  pelas semifinais da Copa do Brasil, com “Timão” 1 x 0 e 5 x 0. O segundo duelo decisivo rolou na final do I Mundial Interclubes FIFA. No tempo normal, 0 x 0, com os corintianos se escondendo, para levarem a decisão para os pênaltis. Venceram, por 4 x 3.
O terceiro  pega foi em  2006, pela Copa Sul-Americana e deu Corinthians: 1 x 0 e 3 x 1. O quarto, em 2009, pelo “mata-mata” por vaga na final da Copa do Brasil . Com 1 x 1 no Maracanã e 0 x 0 no Pacaembu, os alvinegros paulistanos seguiram adiante. No quinto, em 23 de maio de 2012, o “Timão” levou a vaga nas finais da Taça Libertadores, segurando 0 x 0 no “Maraca” e fazendo 1 x 0, em  São Paulo, nos minutos finais, em uma cobrança de escanteio. Além disso, houve um empate, por 5 x 5, em 17 de abril de 1955.

domingo, 16 de fevereiro de 2014

CLUBE DOS ESQUECIDOS - LOLA E NOCA

O centro-médio capixaba Lola
  Nesses tempos modernos,  de grande e rápida evolução da tecnologia da informação, o jovem torcedor só recorre ao noticiário veiculado pela Internet. Pior para os atletas do passado. A galera de agora não é de pesquisar em revistas antigas, onde  eles apareceram. Simplesmente,  não existem. Assim, só grandes pesquisadores, como Mauro Prais e  Gustavo Cortez, são capazes de destrinchar todos aqueles que deram sangue e suor com a jaqueta cruzmaltina. Em tempos muitos antigos.
Na época do “Expresso da Vitória”, entre 1945 e 1952, quando o Vasco era um dos mais fortes do planeta, seus treinadores podiam contar com três times de bons atletas, pois o sonho de todos era ir para São Januário. No entanto, como as equipes ganhavam  formação-básica constante, muitos jogadores tinham poucas chances de atuar. São os mais do que esquecidos de hoje. Caso, por exemplo, de Lola, Sarará, Cabano e de Noca, só para citar quatro, inicialmente. A sorte deles é que havia a categoria de aspirantes, para não ficarem parados.

O ponta-direita Noca
Em 1951, quando Oto Glória comandava o time vascaíno, o então médio (atual volante) Danilo Alvim  recebeu três jogos de suspensão. Apelar para improvisações de Jorge e Alfredo não deu certo. Então, Lola teve mais sorte do que Sarará e a sua chance. O que não sorriu para Aldemar, que foi se consagrar no Palmeiras, como um dos melhores marcadores de Pelé.
 Com Ademir Menezes também desfalcando a equipe, mas por contusão,  a vez foi de Edmur, buscado no Canto do Rio. Como seria titular por tempo marcado, o jeito foi ir para Portugal.  Quanto a Cabano, que não conseguia vaga na ponta-direita do timer principal, a disputava entre os aspirantes, com Célio e Jansen.
                             PRÓXIMA PARADA
 TEMPOS  EM QUE O TIME DO VASCO  TIRAVA "SS"
  Encerada a viagem do “Expresso da Vitória”, o Vasco voltou a ser carregador de taça em 1956. Duas temporadas depois, tornou-se “SS”, isto é, “SuperSuper” campeão carioca,  com uma nova geração. Quem são os “supersuperesquecidos” daquela rapaziada? Já ouviu falar de Ramos?  De quem? De Frederico Ramos. Um capixaba, de Vitória, nascido em 1931, dono de um emprego público e que custara Cr$ 200 mil cruzeiros ao Vasco. Jogou uma partida da campanha de 1958, substituindo Sabará.  Mesmo caso de Roberto Peixoto Peniche, mineirinho, de Palmas. Ainda era juvenil, quando o treinador Gradim, surpreendentemente, o fez substituir Pinga, que foi substituído, também, por um outro mineiro, o Dominguinho, isto é, Domingos Abdala, juvenil da Colina, desde 1956.
História idêntica à dos dois substitutos de Pinga viveu o baiano Teotônio. Os vascaínos o viram em um treino e pagaram Cr$ 1 milhão para tê-lo, com 23 anos de idade.  Só fez um jogo do “SuperSuper”, pois a camisa 9  tivera, entre outros “vestintes”, o campeão mundial Vavá – da Copa  da Suécia. Também, Wilson Moreira, por sete jogos.  Campeão, também, no Torneio Rio-São Paulo, aos 23 anos, seguiu o destino de Vavá e foi para o futebol espanhol.  
Os gaúchos Cabano e Sarará
Como se observa, Pinga tem sido muito citado. Foi um dos maiores ídolos da torcida vascaína da década-1950, autor de  250 gols vascaínos. Mesmo assim, o José Lázaro Robles já está no time dos poucos lembrados. E olhe que foi capa de revistas em várias ocasiões. Bem como Paulinho de Almeida, Laerte, Dario, Válter Marciano e até mesmo Orlando Peçanha de Carvalho e Hideraldo LuísBellini, outros campeões mundiais em 1958.
QUEM DIRIA!
                ATÉ ELES?
Se campeões do mundo são esquecidos, o que não dizer de Ortunho e de Viana? Integraram o grupo campeão carioca em 1956/1958; dos Torneio Início-RJ-1958;  Rio-São Paulo-1958; Paris-1957 e Tereza Herrera-1957. O primeiro, era um gauchão muito forte, um “armário”. Substituiu o lateral-esquerdo Coronel em três pugnas do “SS”, pois mandava ver em qualquer setor defensivo.  De sua parte, Viana,  com três substituições, também,  era reserva do capitão Bellini. Aos 22 anos, vangloriava-se de ter marcado e vencido o então maior atacante do mundo, Di Stefano, do Real Madrid, na final do torneio parisiense. A galeria dos esquecidos é grande. Confira em "post" vindouros. (fotos reproduzidas do Nº 662 da revista "O Globo Sportivo", lançada em 20 de outubro de 1951, em sua 13º temproada de circulação.) Agradecimento. 

    

 

 

sábado, 15 de fevereiro de 2014

CLUBE DOS ESQUECIDOS - ALLAH BAPTISTA

Carioca, nascido em 24 de setembro de 1907, Allah Eurico da Silveira Baptista foi o 34º presidente do Vasco.  Ele associou-se em 1º de fevereiro de 1928, passando a aportar a certeirinha de nº 143.  Chegou a conselheiro em 1948. No pleito de 1958, candidatou-se à presidência cruzmaltina, certode que não teria chances de vitória, mas mas perdeu, para Eurico Lisboa, por apenas 10 votos de diferença.
Allah Baptista comandou o Vasco em um período de “seca de títulos”.  Assumiu com a rapaziada há três temporadas sem carregar um caneco, e passou o comando a José da Silva Rocha, em 1963, na mesma situação. Quando nada, em 1961, o time vascaíno terminou vice-campeão carioca, empatado com o Flamengo. Em 1962, saiu em quarto lugar. No Torneio Rio-São Paulo-1961, foi  o terceiro colocado, mas no ano seguinte não conseguiu ficar entre os quatro primeiros da classificação final.    
Foto reproduzida da
 Revista do Esporte
A ligação de Allah Baptista com o Vasco vinha desde os seus tempos de garoto, quando jogava futebol no campo em que o time treinava, na Rua Morais e Silva.  Entre os seus parceiros estavam Raínha e Sílvio Hoffman. Mas não foi em frente como atleta da pelota. E nem como remador, prática que chegou a desenvolvê-la com desenvoltura.
Allah Baptista gostava de propagar que, em sua família, todos eram vascaínos – um filho e cinco netos. Quando ainda disputava o comando da Colina, declarou que o seu primeiro ato presidencial seria reformar, ou não, o contrato do treinador Yustrich, que fora goleiro vascaíno na década-1930.
 A presença de Yustrich à frente do time vascaíno, por sinal, vinha sendo um tema tão constante nas discussões entre os torcedores do clube, que chegou a merecer editorial da “Revista do Esporte” – únicas semanal esportiva de circulação nacional –, pelo qual nenhum clube vivia mais em efervecência do que o de São Januário.
De outra parte, o articulista não via o enérgico treinador tendo os seus conhecimentos analisados e não ouvia comentários sobre as suas táticas, sistemas de jogo, improvisos, chaves, etc. Em vez disso, tomava conhecimento de comentários sobre o gênio, os gestos, a voz grossa e os braços abertos que o comandante da equipe usava quando a dirigia. Assim, identificava o propósito de fazerem de Yustrich um monstro, pois,  garantia, como homem bonzinho,  não interessaria às ondas, aos botos, aos mexericos, às manchetes.
Allah foi o 34º chefe
 da Colina
Colocando a sua revista ao lado do treinador, Anselmo Domingos, o autor do texto, não tinha Yustrich como um anjo, e  garantia que “nem um milhão de anjinhos poderia tomar conta dos quadros de futebol do Vasco”. Era um recado para Allah Baptista, lembrando-o que os vascaínos queriam um treinador de pulso forte, e tinham um. E sugeria que o deixassem trabalhar, sem lhe roubar-lhe tempo para fofocas. “O Vasco da Gama é sempre um manjar na mesa – manjar de notícias, de  crises, de brigas, de convulsões”, avisava , pela edição Nº 56, de 2 de abril de 1960.     
Lopes reproduzido da
 Revista do Esporte
   Allah Baptista desejava resolver o problema do comando técnico vascaíno porque, na gestão anterior, o seu antecessor, Eurico Lisboa, o convocara para estudar o problema do futebol cruzmaltino. Achava que só poderia ter um juízo exato vivendo um contato mais direto com o treinador. E Yustrich não “sobreviveu” em sua gestão, sendo substituído por Ely do Amparo, que passou o cargo a Paulo Amaral, que o repassou a Jorge Vieira, que foi sucedido por Eduardo Pelegrini. Tudo isso, entre 1961 e 1963.  
CRISE POLÍTICA -  Allah Baptista foi um dos pivôs de uma das maiores crises políticas da história cruzmaltina. Tudo poque o 36º presidente cruzmaltino, Manuel Joaquim Lopes, em 30 de dezembro de 1965, não aceitou a derrota do seu candidato, Jaime Guedes, no pleito à presidência do Conselho Deliberativo. Alah o venceu, por  113 x 67 votos. Além disso, Lopes juntou no pacote a recusa de sua proposta de benemerência para Arthur Pereira Rajão.  Quando 1966 começava, ele renunciou ao seu cargo, seguido por toda a diretoria – Lopes fora empossado em 1964, substituindo José da Silva Rocha. 

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

TRAGÉDIAS DA COLINA - POR UM PONTO

O Campeonato Carioca Masculino de Basquetebol (o nome era assim) de 1964 fora considerado melhor do que os anteriores, com jogos bem disputados, nível técnico quase em cima do desejado, arbitragens aceitáveis e boa disciplina. Queixa só contra São Pedro, pois Vasco 45 x 36 AABB teve de ser transferido por quatro vezes, porque o santo descarregou a torneira do céu na cabeça da rapaziada.  
O Vasco deixou 10 concorrentes para trás – Botafogo, Tijuca, Fluminense, Mackenzie, AABB, Florença, Grajaú Tênis, América, Municipal e Vila Isael – e foi para uma melhor de três, com o Flamengo, que fez 74 x 60, de saída. No último jogo, no Maracanãzinho, o treinador do Rival, Togo Renan Soares, o Kanela, que estava suspenso, por 300 dias, por brigar com seu presidente, José Julio, foi dirigir seu time, com um rádio transmissor, mas tendo o atletas Gutinho como seu interlocutor. Os vascaínos usavam um outro transmissor, ouviam o que o técnico rival falava e tentavam atrapalhar a sua comunicação. Não adiantou. Faltando 22 segundos para o final da partida, o rubro-negro Coqueiro acertou o seu único arremesso na partida: Flamengo 50 xc 49 Vasco.
Com 19 vitórias, cinco quedas, 43 pontos e saldo de 257, o time vascaíno teve em Douglas o seu cestinha, com 366 pontos e eleito o melhor pivô móvel do campeonato, além de figurar na seleção da temporada, que teve, ainda, Oto e César (Fla), Sérgio (Bota) e Fritz (Flu). Um outro vascaíno, Barone, ficou entre os 12 melhores Já o rival somou 22 vitórias, 45 pontos, sadto de 626 pontos e Oto, seu cestinha, encaçapando 391 bolas.





quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

VASCO DAS CAPAS - LINHA MÉDIA

A chamada linha média do “Expresso da Vitória” – o maior Vasco de todos os tempos –, entre 1944 e 1952, formada por Ely, Daniloe Jorge, era familiaríssima aos torcedores. Ela foi a capa da edição Nº 657 da revista carioca “Esporte Ilustrado”, de 9 de novembro de 1950.
Embora prestigiasse os três cruzmaltinos, o semanário não trazia nada sobre a eles, a não ser informar, pela página 12 (de um total de 22) : “A intermediária vascaína, formada por Eli (escrevia com ‘i’), Danilo e Jorge que tem sido o esteio da defesa do vice-líder de São Januário”.
Naquele momento – segunda rodada do returno do Campeonato Carioca – o Vasco tinha um jogo (12 x 11) e um ponto a menos do que o líder América (19 x 18). Com nove vitórias e três quedas, a Turma da Colina já havia batido 45 vezes nas redes –ataque mais positivo, com seis gols na frente do segundo, o do Bangu, e segunda defesa menos vazada, 31 bolas, o que lhe dava um saldo de 31 tentos. E ainda fazia o principal artilheiro, Ademir Menezes, com 15, e o terceiro, Dejayr, com 11 gols.Enfim, o Vasco era o melhor, mesmo estando vice-líder.
Naquela rodada, os vascaínos venceram o Madureira, por 3 x 2, na casa do adversário, em Conselheiro Galvão, com gols de Ademir (2) e Dejayr. O prélio fora apitado por Mário Vianna e rendera Cr$ 119 mil, 488 cruzeiros. O time jogou com: Barbosa, Augusto e Laerte; Ely, Danilo e Jorge; Tesourinha, Maneca, Ademir Menezes, Vasnconcelos e Dejayr.
Estas informações estão junto com o “Placard Futebolístico”, na página onde algumas matérias são a continuação de folhas anteriores. Era uma característica da revista que, mais tarde, trocou a seção, para a antepenúltima página. Ao lado do editorial (pag 4), assinado pelo “Redator-Chefe” Levy Kleiman, a coluna“CHA...COALHANDO”, assinada por Charles Guimarães, trazia um tom de humorismo. Exemplo: “O Vasco venceu o Madureira... num jogo de compadre (Vitória da Matriz sobre a Filial)”. O articulista referia-se ao fato de que o homem que mandava no ‘Madura’, Aniceto Moscoso, era um bicheiro português, torcedor vascaíno, que fazia questão de manter um mais do que bom relacionamento com São Januário.
Enquanto Guimarães era onírico, Wolner Camargo analisava a partida, seriamente (pág 8), dizendo: ”Estava escrito que o Vasco não perderia o jogo em Madureira”. Ele vira as duas defesas “claudicando seriamente” e o anfitrião “desfazer a diferença (quando era Vasco 2 x 1), aproveitando-se de um ligeiro declínio verificado na retaguarda contrária (vascaína). Na “fase final”, Camargo observara a “retaguarda suburbana mais ou menos tranqüila, tendo em vista que o goleiro Neném “se apresentava mais seguro sobre os três paus”. Segundo ele, o Vasco se segurara porque, “embora os locais foraçassem sempre a queda da meta de Barbosa, esta se manteve incólume”. Ainda criticou o ponta-direita Tesourinha, por perder um gol , “ao apagar das luzes do embate”.






 

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

72 GOLS VASCAÍNOS DE ADEMIR

Ademir Menezes, o maior ídolo da torcida cdruzmaltina, até o surgimento de Roberto Dinamite, em 1971, marcou o seu primeiro gol oficial em 31 de março de 1940, quando defendia o Sport Recife. Foi no amistoso em que o "Leão da Ilha" venceu o Fortaleza-CE, por 2 x 1. Portanto, fãs do "Queixada", preparem 74 velinhas paras as comemorações deste ano. E anotem, também: foi no Estádio Adelmar Carvalho, do Sport, em Recife, que o camisa 9 marcou os seus primeiros tentos.  Anote os 70 primeiros com a jaqueta vascaína.
  
03.05.1942 – Vasco 4 x 1 Bonsucesso (1); 10.05– Vasco 5 x 1 Bangu (1); 24.05 - Vasco 1 x 4 Fluminense (1); 31.05 – Vasco 2 x 0 Canto do Rio (2); 07.06 – Vasco 3 x 3 Botafogo (1); 12.07 – Vasco 4 x 0 Bangu (1); 20.09 – Vasco 1 x 2 São Cristóvão (1); 04.10 – Vasco 1 x 2 Canto do Rio (1); 16.01.1943 - Vasco 4 x 3 Seleção da Zona Sul (2); 28.02;1943 - Vasco 7 x 1 Seleção de Teresópolis (3); 28.04.1943 - Vasco 5 x 4 Palmeiras (2);26.05.1943 – Vasco 3 x 4 São Cristóvão (1); 30.06.43– Vasco 5 x 1 Bonsucesso (3); 04.07.1943 – Vasco 3 x 2 Canto do Rio (1); 10.07.1943 – Vasco 7 X 2 Bangu (1); 08.08.1943 – Vasco 3 x 4 América (1); 15.08;1943 – Vasco 2 x 2 Fluminense (2); 02.09.1943 – Vasco 5 x 2 Canto do Rio (2); 12.09.1943 – Vasco 7 x 0 Bangu (3); 19.09.1943 – Vasco 4 x 3 Madureira (3); 26.09.1943 – Vasco 3 x 1 Botafogo (1); 10.10.1943 – Vasco 3 x 2 América-RJ (1); 14.04.1943 – Vasco 2 x 1 Palmeiras (1); 06.11.1943 – Vasco 6 x 1 Fluminense (2); 21.05.1944 – Vasco 10 x 0 Bonsucesso (3); 16.07.1944 – Vasco 3 x 1 Madureira (2); 05.08.1944 – Vasco 2 x 0 Corinthians (1); 20.08.1944 – Vasco 7 X 2 Bangu (2); 10.09.1944 – Vasco 6 x 1 Canto do Rio (1); 07.10.1944 – Vasco 1 x 0 São Cristóvão (1).
PORTANTO, Ademir está assim na ESCALA CURUZMALTINA CURIOSA de bolas nas redes: GOL 1 – 03.05.1942 – Vasco 4 x 1 Bonsucesso; GOL 10 – 16.01.1943 -Vasco 4 x 3 Seleção da Zona Sul-RJ; GOL 20 – 30.06.1943 – Vasco 5 x 1 Bonsucesso; GOL 30 – 12.09.1943 –Vasco 7 x 0 Bangu; GOL 40 - 21.05.1944 – Vasco 10 x 0 Bonsucesso; GOL 50 –14.10.1944 – Vasco 1 x 0 Botafogo.
Agora confira, os estragos, de 51 a 70 (nas redes adversárias, é claro!): 15.08.1943 – Vasco 2 x 2 Fluminense (2); 02.09.1943 – Vasco 5 x 2 Canto do Rio (2); 12.09.1943 – Vasco 7 x 0 Bangu (3); 19.09.1943 – Vasco 4 x 0 Madureira (3); 26.09.1943 – Vasco 3 x 1 Botafogo (1); 10.10.1943 – Vasco 3 x 2 América-RJ (1); 14.10.1943 – Vasco 2 x 1 Palmeiras (1); 06.11.1943 – Vasco 6 x 1 Fluminense (2); 21.05.1944 – Vasco 10 x 0 Bangu (3); 16.07.1944 – Vasco 3 x 1 Madureira (2); 05.08.1944 - Vasco 2 x 0 Corinthians (1); 20.08.1944 - Vasco 7 x 2 Bangu (2).
COINCIDENTEMENTE, os gols 60 e 70 foram marcados contra um mesmo adversário, o Madureira: nos 4 x 0 de 19 de setembro de 1943 e nos 3 x 1 de 16 de julho de 1944. (FOTO REPRODUZIDA DA REVISTA "O CRUZEIRO")

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

VASCO DAS CAPAS - CAMPEÃO-1949

Granbde carregador de taqças e faixas, o Vasco voltava a ser edição especial de “Esporte Ilustrado”. O número 611, de 22 de dezembro de 1949 foi todo lhe dedicado, com capa e contracapa “em três côres”, como destacava na grafia da época da revista carioca, mostrando os jogadores, enfileirados, em página dupla.
Em seu editorial, à pagina 3, acompanado de duas fotos, uma do início e a outra do final da campanha vitoriosa, o redator chefe, Levy Keiman, diz que a “sensacional arrancada” cruzmaltina começara em 1945, após perder o título carioca de 1944, para o maior rival, o Flamengo, no apito. Adiante, afirma que o apoio do presidente Ciro Aranha permitira ao treinador uruguaio Ondino Vieira “imprimir uma mentalidade profissionalista” ao Vasco que, com “efetivos e reservas à altura dos titulares”, conquistara um título invicto (em 1945). Prossegue afirmando que, em 1946, as saídas de Ondino e de Ademir Manezes, além da contusão de Isaías, impediram mais campanhas vitoriosas, e cita que a chegada do técnico Flávio Costa, em 1947, dava início à “reorganização das hostes cruzmaltinas”, resultando no título carioca, invicto, daquele ano. Em 1948, lembrava que o Vasco voltara a perder a taça de campeão, na última partida (contra o Botafogo), “num dia em que tudo conspirava contra o time vascaíno”. E finaliza, voltando a citar “as façanhas de 45 e 47”, com o arremate voltado para 1949: “Contiua a marcha triunfal do Vasco”.
Com 43 páginas, a edição trazia, o motos, as biografias dos campeões carioca de 1949; placares e rendas; falava da comissão técnica; dedicava nove folhas aos gráficos dos gols de todas as partidas, desenhado por William Guimarães, e desfilava a história do título, com todas as fichas técnicas, com texto de Charles Guimarãs e fotos de José Santos. Em cima do prestígio do campeão, a revista faturava até anúncio de alfaiataria, voltada para os torcedores cruzmaltinos. Por sinal, foram cinco anúncio de página inteira e mais outros 21 menores, creditados ao publicitário Sebastião Santana. Os anúncios sem fotografia foram desenhados por Alberto Lima.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

VASCO DAS PÁGINA-CAMPEÃO-1992

Quando o Vasco conquistou o título do Campeonato Estadual do Rio de Janeiro, em 1992, A revista "Placar", da Editora Abril, homenageou a "Turma da Colina", publicando um superposter, dobrável e dividido em quatro partes, com a história do feito. Uma das face tinha, somente, o time posado. Aquela era uma época que marcava o final do maior ídolo do clube, Roberto Dinamite, e o reinado de um novo astro, Edmundo.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

VASCO DA GAMA 1 x 1 NOVA IGUAÇU

O Vasco deixou de ser líder do Estadual-RJ, hoje,  na última bola do jogo. Empatou, por 1 x 1, com o Nova Iguaçu, mantendo-se na terceira colocação, com 15 pontos.
 O gol vascaino foi um presente do zagueiro adversário Peter, que acertou a própria rede, tentando cortar um chute de William Barbio. Nos acréscimos, durante cobrança de escanteio, Rahyne empatou a partida. Após a saída de bola, o árbitro encerou a contenda. Domingo, o Vasco enfrentará o Flamengo. 
Confira a  FICHA TÉCNICA: 09.02.2014 (domingo) -  Vasco 1 X 1 Nova Iguaçu. Campeoanto Estadual-RJ. Estádio: Raulino de Oliveira, em Volta Redonda-RJ. Juiz: Bruno Arleu de Araújo. Público: Renda: Gols: Peter (contra), aos 27, e Rahyne, aos 47 min do 2º tempo. VASCO: Martín Silva; Diego Renan (Abuda), Luan, Rafael Vaz e Henrique; Aranda, Danilo e Pedro Ken; Bernardo (Everton Costa), Edmilson e Montoya (William Barbio). Técnico: Adilson Batista. Redonda (RJ). NOVA IGUAÇU: Jefferson; Peter, Rhayne, Jorge Felipe e Amarildo; Rodrigo César, Paulo Henrique (Leônidas), Geovani (Uallace) e Dieguinho; Zambi e Sérgio Júnior (Ramon). Técnico: Edson Souza.
OBS: este foi o sexto jogo entre Vasco e Nova Iguaçu. A estatística ficou assim:
01.03.2006 - Vasco 4 x 2; 24.01.2007 - Vasco 2 x 0; 23.01.2011 - Vasco 2 x 4; 15.04.2012 - Vasco 3 x 1; 20.03.2013 - Vasco 0 x 2; 09.02.2014 - Vasco 1 x 1. PORTANTO, três encaçapadas, duas pisadas  uma igualada. (FOTOS REPRODUZIDAS DO SITE OFICIAL CRUZMALTINO - www.crvscodagama.com.br). Agradecimentos.