Vasco

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sábado, 31 de janeiro de 2015

FERAS DA COLINA - LUISINHO GOIANO

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

VASCO DAS CAPAS DE REVISTAS - VAVÁ

      Este é o centroavante pernambucano Vavá, que era meia, em sua terra, mas virou camisa 9 no Vasco da Gama. Como homem de área, o glorioso Edvaldo Izídio Neto, o seu verdadeiro nome, tornou-se um tremendo "matador" e foi ao Mundial-1958, na Suécia, voltando chamado por Leão da Copa- devido a raça que exibia. Graças ao grande sucesso vestindo a jaqueta da Turma da Colina, Vavá foi para o espanhol Atlético Madrid, após a jornada sueca.

Em 1962, quando ficou bi do Mundial,  época em que a Seleção Brasileira só convocava quem estivessem atuando no país, ele foi o primeiro a ser chamado estando longe dos nossos gramados. Vavá é um cruzmaltino inesquecível. Quando deixou São Januário, os treinadores sofrerem muito, pela falta de um homem-gol como ele.

This is the Pernambuco striker Vava, who was half in their land, but turned 9 shirt at Vasco da Gama. As a man of the area, the glorious Edvaldo Izidio Neto, his real name, has become a tremendous "killer" and was the 1958 FIFA World Cup in Sweden, so I called back the "Lion of the World Cup," the race that disputed the departures.
 Thanks to the great success that managed to wearing the jacket of the "Class of the Hill", Vava was for the Spanish Atletico Madrid after helping the boys bring the "pitcher in the world".
 At a time when the Brazilian team summoned only athlete who was acting in the country, he was the first to be called being away from our lawns.
 Vava is an unforgettable cruzmaltino. When he left San Gennaro, the Vasco coaches suffer much, for lack of a man-gol like him

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

VIRA-VIRA NA ESQUINA DA COLINA

 Almirante Vasco da Gama era católicoa e as suas caravelas viajavam levando nas velas o símbolo da Cruz de Cristo. Nada, porém, que impedisse o time em suas homenagem infernizxarf a vida de rivais em uma quarta-feira de cinzxas. Foi assim no 22 de fevereiro de 2012, quando a sua rapaziada mandou 2 x 1 Flamengo, pela Taça Guanabara.

2 - Além dos três pontos faturados, o placar levou a rapaziada paras a final da competiç.ão e encerrou tabu de não vencer o Urubu desde 22 de março de 2009. Passadas três temporadas, rolou vitória de virada (mais uma), pois a moçada levou gol flamenguista com dois minutos de bola rolando. 


3 - Por tasl feito, o Vasco da Gama atingiu oito jogos invictos na Taça GB: 2 x 0 Americano; 3 x 1 Duque de Caxias; 3 x 1 Bangu; 2 x 0 Friburguense; 2 x 1 Fluminense; 3 x 0 Volta Redonda: 1 x 0 Boavista e 2 x 1 Flamengo. 

4 - Juninho Pernambucano e Diego Souzxa foram os depenadures de urubuláceos. Cristóvão Borges era o treinador e a turma do vira-vira foi: Fernando Prass; Fagner, Rodolfo (Renato Silva), Dedé e Thiago Feltri; Nilton, Fellipe Bastos, Juninho Pernambucano (Felipe) e Willian Barbio (Kim); Diego Souza e Alecsandro. 

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

HISTÓRIA DA HISTÓRIA - CAPITÃO MIL

1 - Em 23 de fevereiro da temporada-2000, pelo Torneio Rio-São Paulo, o zagueiro gaúcho Mauro Galvão atingiu a marca de mil jogos na carreira. Foi na partida em que o Vasco da Gama venceu o São Paulo, por 2 x 1, com dois gols de Romário - um em cada tgempo -, em uma quarta-feira, em São Januário, perante 7.750 pagantes. 

2 - A partida que fico em destaque na história de um dos maiores zagueiros que já vestiram a jaqueta vascaína valeu pelas semifinais da disputa interestadual e foi mediada pelo paulsita Romildo Corrêa.

3 - Para atingir a marca milesimal, o capitão Mauro Galovão havia atuado, antes, por Internacional-RS, Bangu, Botafogo e Seleção Brasileira.  O seu time do Jogo1000 alinhou:  Helton; Jorginho (Maricá), Odvan, Mauro Galvão e Gilberto;  Válber, Felipe (Alex Oliveira), Amaral e Paulo Miranda (Rogério); Viola e Romário. Técnico: Antônio Lopes.

 

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

HISTORI&LENDAS DA COLINA - CONCENTRADO

1 - A primeira vez em que ao time vascaíno concentrou-se para um descanso total foi em 1923, na cidade mineira de Mar de Espanha. O local, a estância hidromineral da Fazenda Rocha, foi oferecido por um associado do clube, o historiador cruzmaltino José da Silva Rocha, o Rochinha, que viria a ser o 35º a presidir o clube, em 1963.
MESMO COM O MAR BEM PERTO, NO RIO DE JANEIRO, O VASCO PREFERIU O MAR DE MINAS GERAIS, ONDE NÃO TEM MAR.
2 - Nos inícios dos Campeonatos Cariocas, os árbitros era indicados pelos clubes. Entre outros, o Vasco indicou Francisco Alberto da Costa, Eduardo Pinto da Fonseca, Mílton de Castro Menezes, Carlos Gomes de Farias, Paiva Anciães, José Pereira Peixoto, José Pinto Lopes e Diogo Rangel. Já o primeiro representante vascaíno fora do Rio de Janeiro foi Achilles Astuto, “embaixador” junto à entidade paulista de remo, em 1925.
PARA LIDAR COM PAULIASTAS REMADORES, SÓ MESMO ALGUÉM MUITO ASTUTO.

3 - Locais onde os vascaínos já se alojaram: Rua Teófilo Otoni Nº 89; Clube Dansante e Recreativo Estudantino Arcas Comercial, no Largo do Capim; Sociedade Dramatica Filhos de Talma à Rua da Saúde Nº 293, onde ocorreu a fundação, em 1898; Ilha das Moças; Travessa Maia Nº 15; Rua do Passeio Nº 18; Rua Santa Luzia; Sede do Calaboauço; sede náutica na Lagoa Rodrigo de Freitas; Edifício Cineac 9º andar, na Avenida Rio Branco Nº185, e Rua General Almério de Moura.

O ALMIRANTE ANVEGOU, NAVEGOU, E FOI ANCORAR O SEU BARCO NA COLINA

4 - A primeira bandeira do Club de Regatas Vasco da Gama foi de flanela e oferecida pela guarnição da canoa Zoca.
AINDA BEM QUE, NAQUELESA VELHOS TEMPOS, AINDA NÃO HAVIA FLANELINHAS.

5 - Na década-1950, torcedores fanáticos inventaram que o mais famoso dos cartolas da história do futebol espanhol, Santiago Bernabeu, presidente do Real Madrid, por mais de 50 anos, havia rompido relações com o Vasco, porque o seu clube fora vencido pelos cruzmaltinos, na final do Torneio de Paris, em 1957. Acrescentavam que o homem não admitia o melhor time do mundo cair ante uma equipe sul-americana, de uma região habitada por gente subdesenvolvida. Lenda brava!

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

CALENDÁRIO- 26 E 27 DE JANEIRO


EDMUNDADA - Quem chegou mais cedo ao Maracanã, naquela tarde, viu um júnior do Vasco driblar “todo o time do Botafogo” e balançar o filó. Quem era aquele garoto atrevido? Indagavam-se os torcedores, que se entreolhavam. E aplaudiam. Era Edmundo Alves de Souza Neto que, em 26 de janeiro de 1992, estrearia pelo time A da Colina, para ser o mais amado, pela torcida,  até a pendurar as chuteiras, o seu jogo de despedida, em 2011.
A estreia do titular Edmundo foi bancada pelo treinador Nelsinho Rosa, em rodada dominical da primeira fase do Campeonato Brasileiro, no Estádio Paulo Machado de Carvalho, o Pacaembu, em São Paulo. Naquele dia, ele não beliscou o filó, mas contribuiu bastante para os 3 x 0 do primeiro tempo e os  4 x 1 do placar final, com gols dos atacantes Bebeto (2) e  Sorato, e do zagueiro Jorge Luís. Assim, Edmundo apresentava-se ao futebol brasileiro, diante de 15.145 torcedores, que pagaram Cr$ 67.090.000,00 (cruzeiros, a moeda da época), na anunciando que seria um dos maiores astros das de três décadas que rolariam. Renato Marsiglia (RS) apitou a partida e o Vasco formou com: Régis; Luis Carlos Winck Jorge Luis, Alexandre Torres e Eduardo; Luisinho Quintanilha, Geovani (Sidnei) e William: Edmundo Sorato (Júnior) e Bebeto.
SALVE O CRAQUE! - Em uma de suas aberturas de página, o site oficial do Vasco escreveu: “Edmundo foi decisivo no tricampeonato (brasileiro) em 1997. Conquistou os torcedores pela sua garra dentro de campo, pelos muitos gols marcados sobre o Flamengo e, principalmente, por fazer questão de transparecer, mesmo quando estava em outros clubes, o seu amor incondicional à Cruz de Malta”.
Em um outro espaço do site, no link sobre os ídolos cruzmaltinos, está dito: “ Depois de ter se destacado nas categorias de base... em seu primeiro ano como profissional (Edmundo)  foi considerado o melhor jogador do Campeonato Carioca, após o Vasco ter faturado a competição de forma invicta. Depois de passar por Palmeiras e outros clubes, retornou ao Vasco em 1996... três anos distante... no ano seguinte... foi considerado o melhor do Campeonato Brasileiro. Quebrou o recorde de Reinaldo, ex-atacante do Atlético-MG, e totalizou 29 gols... na competição... O histórico vigésimo nono gol surgiu justamente contra o maior rival, o Flamengo...arrasado, por 4 x 1. Após o título de 97, o atacante se transferiu para a (italiana) Fiorentina... retornou a São Januário em três oportunidades:  1999, 2003 e 2008. Sempre demonstrando sua forte ligação com o clube cruzmaltino, o “Animal” sempre morou no coração dos vascaínos...”
Vários grandes ídolos do clube não mereceram um elogio desses no link dos “heróis”. Mas Edmundo merecia. Afinal, o que não pensar de um atleta que chegava a perder emprego, por amor ao Vasco? Aconteceu na tarde de 3 de outubro de 2001, quando ele foi para o estádio de São Januário, com a camisa do Cruzeiro, deixando avisado de que não comemoraria, caso marcasse gol contra os vascaínos. Por causa daquilo, o treinador Marco Aurélio  escalou o inexpressivo Cleber Monteiro em sua vaga,  e só o mandou para o jogo, no segundo tempo, quando já estava batido – Vasco    3 x 0 foi o placar da partida pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro, testemunhada por 7.508 pagantes, que ouviram em seus radinhos, após o apito final de Fabiano Gonçalves, que o clube mineiro demitira o atacante que tinha o coração na Colina.


URUBULEIRO –  Lá em cima, no terceiro parágrafo, você leu que Edmundo marcou muitos gols conta o maior rival cruzmaltino, o Flamengo. De uma partida nenhum vascaíno esquece: 4 x 1, de 3 de dezembro de 1997. Ele fez o show do clássico da segunda fase do Campeonato Brasileiro. Mordeu as redes rubro-negras, aos 16 minutos do primeiro tempo e aos 10 e aos 42 do segundo – Maricá fechou a conta, aos 45 da partida apitada por Paulo César de Oliveira (SP), em uma quarta-feira à noite, no Maracanã, quando o técnico Antônio Lopes escalou: Carlos Germano; Filipe Alvim (Maricá), Alex Pinho, Mauro Galvão e César Prates; Nélson, Nasa, Juninho Pernambucano (Moisés) e Ramon Mineiro;  Edmundo e Evair (Fabrício Eduardo).
Além de ter batido o recorde de gols no Brasileiro-1997, o carioca Edmundo, nascido em dois de abril de 1971, bateu o recorde, também, de maior números de tentos em uma só partida da competição, visitando, por seis vezes, as redes do paulista União São João, de Araras, no dia 11 de junho. A festa começou com um minuto de jogo. Ele recebeu a “maricota”, pela intermediária, progrediu, sem marcação, e chutou fraco. Teve uma ajudazinha do goleiro Adinam, que papou um “peru”. Ainda na primeira etapa, voltou à rede, aos 23. Na segunda fase, fez o terceiro, aos 27. Por ali, queria pedir substituição, pois não sentia-se bem, desde a concentração. Sorte dele que Luisinho Quintanilha deu-lhe uma dura: “Pirou, cara? O jogo tá fácil, você tá disputando a artilharia. Segura!” E ele segurou. E mandou mais bolas no filó, aos 29, aos 34 e aos 44 minutos. 
Clever Assunção Gonçalves (MG) apitou aquela goleada, assistida por 1.313 pagantes, com renda de R$ 14.mil, 390 reais, em São Januário, pela primeria fase do Brasileirão. Antônio Lopes comandava a “Turma do Animal”, que foi: Márcio; César Prates, Alex Pinho, Mauro Galvão e Felipe; Luisinho (Odvan), Nasa (Fabrício Eduardo), Ramon e Juninho Pernambucano (Mauricinho); Edmundo e Pedrinho.  


FATURAMENTO - Anote as “matanças do Animal” no Brasileirão de 1997: 16.07.1997 – (1) – Vasco 2 x 1 Corinthians; 03.08 – (1) Vasco 3 x 1 Fluminense; 17.08 - (1) - Vasco 3 x 0 Bragantino-SP; 30.08 – (2) – Vasco 3 x 2 Sport-PE; 11.09 – (6) – Vasco 6 x 0 União São João-SP; 14.09 – (1) – Vasco 2 x 4 Vitória-BA; 20.09 (2) – Vasco 4 x 1 Paraná; 28.09 – (1) – Vasco 2 x 1 Portuguesa de Desportos; 01.10 – (1) –Vasco 2 x 1 Palmeiras; 05.10 – (1) – vasco 2 x 1 Atlético-PR; 11.10 - (3) –Vasco 3 x 1 Coritiba; 26.10 – (2) – Vasco 4 x 3 Criciúma-SC; 02.11 - (2) –Vasco 3 x 1 Bahia. 14.11 – (1) – Vasco 3 x 0 Joinville-SC; 26.11 – (1) – Vasco 2 x 1 Portuguesa de Desportos; 03.12 (3) - Vasco 4 x 1 Flamengo.
Vale ressaltar que o estrago feito pelo “Animal” diante do União São João mantém o recorde vascaíno de maior bagunça no filó em uma só jogo do Brasileirão. Antes, Roberto Dinamite havia feito cinco, em Vasco 5 x 2 Corinthians, em 4 de maio de 1980; Arthurzinho, quatro, em Vasco 9 x 0 Tuna Luso-PA, em 1984, e Romário, também, quatro, em 2001, contra o Guarani de Campinas. Vale citar, também, que o Vasco já dominou a artilharia do Brasileirão em oito oportunidades: 1974 - Roberto Dinamite, com 16 gols; 1978, Paulinho, 19; 1984 - Roberto Dinamite, 16; 1992, Bebeto, 18; 1997, Edmundo, 29; 2000, Romário, 20; 2001, Romário 21; 2005, Romário, 25 – em 1984, o Vasco tornou-se o único disputante a ter o principal artilheiro e o vice, respectivamente: Roberto Dinamite, com 16 gols, e Arturzinho, com 14 gol.


CANARINHO -  Com tanta categoria, era natural que Edmundo chegasse à Seleção Brasileira. Foi canarinho por 39 jogos, vencendo 25, empatando 8 e perdendo seis. Marcou 10 gols. Foi campeão da Copa da Amizade -1992; da Copa Stanley Rous-1995 e da Copa América-1997. Disputou dois jogos da Copa do Mundo de 1998. (fotos reproduzidas de www.crvascodagama.com.br). Agradecimento.

27 DE JANEIRO -  data 27 de janeiro tem um "Fla-Flu" curioso no currículo vascaíno. Digamos que é meio-diferente, pois o Fla dessa história é o Flamengo, de Varginha, e que já disputou o Campeonato Mineiro da divisão principal, na década de 1970. Mas o Flu é o Fluminense original, o das Laranjeiras. Assim, foi para o caderninho: Vasco 2 x 1 Fla/Varginha e Vasco 2 x 1 Fluminense. Vamos conferir.  
Vasco 2 x 1 Flamengo, de Varginho, rolou em uma quarta-feira de 1993, amistosamente, no Estádio Dílson Mello, na casa do visitado. Antônio William Gomes apitou e Bismarck marcou o primeiro gol vascaíno, aos 18 minutos do primeiro tempo. Leonardo fez o outro, aos 39 do segundo. Joel Santana era o treinador e o time teve: Carlos Germano; Claudio Gomes, Jorge Luís, Alexandre Torres (Tinho) e Cássio; Luisinho (Flávio), Leandro Ávila, William (Vítor) e Carlos Alberto Dias (Valdir); Leonardo e Bismarck.
Vasco 2 x 1 Fluminense é da temporada-2000. Foi jogo da primeia fase do Torneio Rio-São Paulo, em uma quinta-feira, no Maracanã, apitado por Romildo Corrêa (SP). Em quatro minutos, Romário decidiu: aos 23 e aos 27 do primeiro tempo. Alcir Portalla era o treinador e o time este: Hélton; Maricá, Odvan, Alexandre Torres e Gilberto; Amaral, Felipe (Valkmar), Juninho Pernambucano (Hélder) e Ramón (Fabrício Carvalho); Viola e Romário.
PINGA COM CERVEJA - O Quilmes é um time argentino com nome de loira gelada. Por isso, Pinga deitou e rolou. Provou dois goles de rede balançando, no jogo em que o Vasco venceu os "hermanos", em  1961, por 3 x 0, no boteco do freguês. Aconteceu em uma sexta-feira. 
  Enquanto isso, em 1972, o Vasco disputou o seu único jogo contra a seleção do Zairo. Foi o 12º da "Esquadra do Almirante" contra um selecionado estrangeiras, tendo rolado nas águas de uma quinta-feira, amistosamente, em São Januário.
 O Vasco desembarcou 3 x 2, de virada, nas redes dos africanos, por ordem do "Metre Ziza", Thomas Soares da Silva, o Zizinho, o cracaço brasileiro antes da "Era Pelé", era o comandante da rapaziada. Roberto Dinamite, Gílson Nunes e Ferreti fizeram as bolas zarparem rumo ao fíló, respectivamente, aos 45, 52 e 65 minutos.
Rubens de Souza Carvalho apitou , a renda foi de Cr$ 15.846,00 e o Vasco alinhou: Andrada; Fidélis, Moisés, Renê e Batista; Alcir e Gaúcho; Luis Carlos, Ferreti, Roberto e Gilson Nunes.
Outras vitórias vascaínas na data 27 de janeiro: 27.01.1949 – 2 x 0 Combinado Astúrias-Espanha-MEX; 27.01.1973 - 1 x 0 Argentino Juniros-ARG; 27.01.1974 – 2 x 0 Tiradentes-PI; 27.01.1998 – 1 x 0 Picos-PI; 27.01.1999 – 4 x 2 Fluminense.

sábado, 24 de janeiro de 2015

CASA, VASCAÍNO! - CÉLIO DE ALMEIDA

Quem está aqui nesta foto sendo chegado “ao pé da cajazeira”, como brincam os nordestinos, é o dirigente (sem pasta) vascaíno Célio de Almeida. No dia 13 de maio de 1961, ele subiu ao altar da igreja da Candelária, no Rio de Janeiro, para trocar alianças com a cantora Araci Costa, torcedora rubro-negra.  O flagrante foi publicado pela Revista do Esporte de Nº 120, datada de 24 de junho daquele 1961. O fotógrafo captou os cumprimentos do maior goleiro cruzmaltino de todos os tempos, Moacyr Barbosa. Quanto à noiva-cantora, embora flamenguistas, decidira afinar a sua vida pelo tom vascaíno.

Who is here in this picture being reached "at the foot of cajazeira" as the northeastern play, is the leader (without portfolio) Vasco Celio de Almeida. On May 13, 1961, he went up to the altar of the Candelaria church in Rio de Janeiro, to exchange rings with the singer Araci Costa, red and black cheerleader. The glaring was published by the Revista do Sport No. 120, dated 24 June 1961. The photographer that flipped the greetings of the largest cruzmaltino goalkeeper of all time, Moacyr Barbosa. As for the bride-singer, though Flamengo, decided to narrow down your life for vascaíno tone   

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

PRIMEIRO E ÚLTIMO NA 'ISKINA DA KOLINA'


  Reprodução da capa de Placar 
Nº 1157, de 11.11.1999. 




1 - Aconteceu em um 8 de novembro: o primeiro gol de Jardel e o último de Edmundo com a camisa vascaína. Coincidentemente, também, em jogos com o mesmo placar de 1 x 0 e ambos  saindo do banco dos reservas. 

2 - O grandalhão Jardel primeirou em VASCO 1 X 0 OLARIA, pelo segundo turno do Estadual-1992, na Rua Bariri. Só 6.400 pagantes testemunharam o feito de Jardel, aos  83 minutos. Na ocasião, Joel Santana dirigia esta rapaziada: Carlos Germano; Luis Carlos Winck, Jorge Luis, Alexandre Torres e Cássio; Luisinho Quintanilha, Leandro, Bismarck e William (Tinho); Valdir Bigode (Jardel) e Edmundo. 

3 - Edmundo ultimou nas redes para o Almirante pelo Brasileirão-2008, também, na Colina. Rolou em VASCO 1 X 0 SANTOS, diante de  21.310 pagantes, com o tento saindo aos 73 minutos (28 minutos da etapa final). Seu chefe era Renato "Gaúcho” e a rapaziada do dia era: Rafael; Eduardo Luiz, Jorge Luiz, Odvan (Edmundo) e Wagner Diniz; Jonílson, Mateus (Leandro Bonfim), Madson e Rodrigo Antonio; Alex Teixeira e Leandro Amaral. 







quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

HISTORI&LENDAS DA COLINA - ORIGI E XEROX

1 - Original e cópia. O Vasco da Gama sapecou o pancadão em dois Fluminense, em um mesmo mês de fevereiro. No Flu carioca, 4 x 2 em 24 do 02 de 1996, e no xará, de Nova Friburgo, 4 x 0, na mesma data, mas em 1979.

2 - Vasco 4 x 2 Fluminense, em um sábado, foi da sexta rodada da Taça Cidade Maravilhosa, no Estádio Caio Martins, em Niteroi, com 2.406 pagantes. Alcir Portella era o comandante desta Turma da Colina: Caetano; Pimentel, Zé Carlos, Tinho e Bill; Leandro Ávila, Juninho Pernambucano, Luisinho (Nélson) e Válber; Serginho e Nílson (Bruno Carvalho - Nilson, Válber, Pimentel e Zé Carlos bateram na cara do sapo.

3 - Vasco 4 x 0 Flu-Fri rolou, também, em um sábado, em São Januário, valeu pelo primeiro turno do Campeonato Estadual Especial. O lateral-esaurdo Marco Antônio, tricampeão mundial no Méxicvo-1970, era um péssimo chutador ao gol, mas marcou dois, naquele dia. Já o lateral-direito Orlando Lelé, era ótimo no quesito, e também deixou um. O uruguaio Washington Olievira também fez o dele.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

FÊVÊRANÇA NA ISKINA DA KOLINA

1 - Fevereiro tem sido um mês generoso para o Almirante. Nele, o Vasco da Gama já mandou grandes sapecas. Como 5 x  Rio Negro-AM, 7 x 0 Botafogo-PB e 4 x 0 Atléticvo-MG, entre outros.

2 – Diante do time e Manaus, a pugna foi no 21 do fêvêra, em uma quinta-feira, pela Copa do Brasil-1991. Detalhe: o apoiador pernambucano Zé do Carmo, que não era muito de bater no filó, daquela vez, mandou duas bolas para o endereço.  Sorato, Júnior e Luciano completaram a festança, tocada por; Acácio: Ayupe, Jorge Luís, Tosin e Eduardo; Luisinho Quintanilha, Roberson e William (Luciano). Sorato e Tiba (Júnior).  

3 – Diante dos alvinegros paraibanos, valeu pela Copa do Brasil-2006, em 22 do 02, mas diante de pouca gente, na Colina: 1.231 testemunhas.  Romário (3),  Éder e Morais setsram o visitante, a mando do treinador Renato Gaúcho, que usou: Roberto; Claudemir, Jorge Luiz, Éder e Diego (Thyago); Ygor, Abedi (Ricardinho), Ramón (Ernane) e Morais; Valdiram e Romário..
  
4 – A quatrada pra cima do Galo foi nos 23 de fevereiro de 1992, no Mineirão, pelo Brasileirão, diante de 15.145 pagantes. Bismarck, Bebeto e Edmundo (2) fizeram o serviço, para estas patota: Régis; Luís Carlos Winck, Jorge Luís, Alexandre Torres e Eduardo; Luisinho, Geovani e William; Edmundo, Bebeto e Bismarck.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - 20 A 25 DE JANEIRO

20 DE JANEIRO -  Encontros coincidentes com o "Diabo", que saiu chamuscado dessas escaramuças; impiedades contra mexicanos e cumprimento de obrigação diante de um rival da Rua Bariri. Veja algumas piruetas dos 20 de janeiro:  

VASCO 6 X 1 GUDALAJARA -  Pela metade do século passado, os mexicanos tinham uma grande admiração pelo futebol jogado pelo "Almirante". E não seria para menos, afinal a rapaziada encantava a bordo do "Expresso da Vitória". Bem antes de sagrar-se campeão carioca-1949, o time vascaíno dera o aviso do seu poder de fogo para a temporada, com aquela goleada. Que passeio! Era uma quinta-feira, o 20 de janeiro, quando Ipojucan (2), Ademir Menezes, Friaça e Chico aproveitaram bem a viagem. Flávio Costa era o treinador e a formação impiedosa teve: Barbosa, Augusto e Wilson; Ely, Danilo e Jorge; Friaça, Pacheco (Dimas)(Maneca), Ademir (Nestor), Ipojucan e Chico (Aedo). 


VASCO 1 X 0 OLARIA - Os 20 de janeiro colocaram no lance, também, um placar magrinho: em 1953, em São Januário, pelo Campeonato Carioca ainda de 1952, no qual o campeão qual foi?. Sabará foi o cara na rede e o time alinhou: Barbosa, Augusto e Haroldo: Ely, Danilo e Jorge; Sabará, Edmur, Vavá, Ipojucan e Chico.


VASCO 2 X 1 AMÉRICA-RJ - Curiosamente, os 20 de janeiro já tiveram duas vitórias em redutos alvinegros, por dois placares iguais sobre o mesmo adversário: em 1971 e em 2010. O jogo setentista foi amistoso, em uma quarta-feira, dia de São Sebastião, o padroeiro do Rio de Janeiro, com gols de Luiz Carlos Lemos e de..., na Rua General Severiano. Paulo Amaral era o treinador.


VASCO 2 X 1 AMÉRICA-RJ - Em 2010, o duelo foi, novamente, em uma quarta-feira, mas no Engenhão, isto é, o Estádio Olímpico João Havelange. Valeu pela segunda rodada do Estadual, a Taça Guanabara, e teve apito de Rodrigo Nunes de Sá. Nilton, aos 5, e Carlos Alberto, aos 37 minutos do segundo tempo, foram os marcadores, enquanto Paulo César Gusmão era o treinador que escalou: Fernando Prass; Fagner, Fernando, Gian Mariano e Marcio Careca; Nilton, Jumar, Léo Gago (Paulinho) e Philippe Coutinho (Fumagalli); Carlos Alberto e Dodô.

21 DE JANEIRO - - Está no caderninho: em 21 de janeiro de 1945, o Vasco goleou o São Paulo Railway, por 9 x 1, amistosamente, em um domingo, em São Januário. Há quem pense se tratar do atual São Paulo Futebol Clube, em sua fase passada. Nada disso. O atual "Tricolor do Morumbi" é filho do chamado São Paulo da Floresta. Explicado?  Então, fica assim: 
 VASCO 9 X 1 SÃO PAULO RAILWAY foi o único jogo entre os dois. 2 - O Vasco encarou o São Paulo da Floreta entre 13 de maio de 1930 e 8 de agosto de 1934, em nove ocasiões, com cinco vitórias vascaínas (55,56%), um empate (11,11%) e 18 gols marcados. 3 - Com o atual São Paulo Futebol Clube, os duelos iniciaram-se em 4 de junho de 1940, e já são 96, com 34 vitórias cariocas (35,42%), três a mais do que o rival. Vale ressaltara que o outro São Paulo que aparece nas estatísticas vascaínas é gaúcho, da cidade de Rio Grande. Já foram registrados quatro amistosos com ele, entre 24 der abril de 1940 e 29 de junho de 1977, com três vitórias da rapaziada da Rua General Almério de Moura e um empate.

 Era noite de uma quinta -feira de 1965. O Vasco conquistava o título do Torneio IV Centenário do Rio de Janeiro, goleando o Flamengo, por 4 x 1, no Maracanã. Nada melhor para um início de temporada. Carregar um caneco, com goleada em cima do maior rival, era  máximo. Célio (2) e Saulzinho (2) marcaram os gols cruzmaltinos, sob as vistas de 59.814 pagantes. Armando Marques apitou e o Vasco jogou com: Ita; Joel (Massinha), Brito, Fontana (Pereira) e Barbosinha; Maranhão e Lorico; Mário Tilico, Célio, Saulzinho e Zezinho. Técnico: Zezé Moreira.

A competição contou, ainda, com a Seleção da Alemanha Oriental, batida pela “Turma da Colina”, por 3 x 2, na primeira rodada, e o Atlético de Madrid. Na foto, Célio recebe o Troféu Vicking, que valeu pelas duas vitórias.

VASCO 2 X 0 JOINVILLE-SC -  Este foi em uma quarta-feira de 1981. No Estádio Ernesto Schllemm Sobrinho, a casa do adversário. O zagueiro Orlando ajudou o "matador" Roberto Dinamite a "matar", diante de 23.823 pagantes. Roberto Njunes Morgado-SP apitou e a rapaziada de Seu Zagallo (Mário Jorge Lobo) era: Mazaropi; Rosemiro, Orlando, Ivan e João Luiz; Dudu, Zandonaide, Marco Antônio Rodrigues; Wilsinho, César e Roberto Dinamite.

VASCO 4 X 0 NACIONAL-AM - Se encaçapou o Flamengo, por quatro, no Rio de Janeiro, em Manaus, o encaçapado pelo mesmo tanto na data foi o Nacional, em 1996. O jogo, amistoso, rolou em um domingo, no demolido Estádio Vivaldo Lima, que viru Arena Amazônia, na capital amazonense. Firmino Alberto de Araújo apitou e Rogério, Válber, Assis e Serginho fizeram a alegria da galera vascaína manauara. O treinador vascaíno era Carlos Alberto Zanata e o time teve: Carlos Germano (Caetano); Pimentel (Bruno Carvalho), Zé Carlos (Tinho), Rogério (Alex Pinho) e Sídnei; Leandro Ávila, Juninho Pernambucano, Assis (Zinho) e Válber; Nílson e Serginho (Alessandro).

VASCO 2 X 0 JOINVILLE-SC -  Este foi em uma quarta-feira de 1981. No Estádio Ernesto Schllemm Sobrinho, a casa do adversário. O zagueiro Orlando ajudou o "matador" Roberto Dinamite a "matar", diante de 23.823 pagantes. Roberto Njunes Morgado-SP apitou e a rapaziada de Seu Zagallo (Mário Jorge Lobo) era: Mazaropi; Rosemiro, Orlando, Ivan e João Luiz; Dudu, Zandonaide, Marco Antônio Rodrigues; Wilsinho, César e Roberto Dinamite.


22 DE JANEIRO - Era um sábado de 1944 e o Vasco levou o Bangu, para um jogo amistoso, em São Januário. Não teve pena do visitante e sapecou-lhe 9 x 2, deixando os “Mulatinhos Rosados de Moça Bonita” completamente tontos. Que festança nas redes alvirrubras! Só Lelé fez quatro – Cordeiro (3) e Elgen (2) completaram a goleada.
Por ali, o treinador uruguaio Ondino Viera estava montando o "Expresso da Vitória", o poderoso esquadrão que foi um dos mais fortes do planeta, pelos oito anos seguintes. Naquele amistosão, o time alinhou: Oncinha, Zago e Rafagnelli (Haroldo); Octacílio (Alfredo II), Nílton (Tião), Argemiro,Cordeiro, Lelé, Petrônio, Elgen e Chico.
 O placar de 9 x 2 é sexto maior das goleadas cruzmaltinas.  No topo está 14 x 1 Canto do Rio, em 6 de setembro de 1947, pelo Campeonato Carioca. Seguem: 12 x 0 Andarahy, em 29 de dezembro de 1937; 11 x 0 São Cristóvão, em 3 de julho de 1949, e 11 x 0 Brasil-RJ, em 1º de maio de 1927, do mesmo torneio; 9 x 0 Tuna Luso-PA, em 19 de fevereiro, pelo Brasileiro da Série A; 9 x 0 Bonsucesso, em 21 de outubro de 1945; 9 x 1 Madureira, em 15 de outubro de 1950, e 9 x 1 Bangu, em 7 de abril de 1929,  os três últimos  pelo Estadual.                                                                                        
Amistosamente, Vasco e Bangu já disputaram cinco partidas: 15.06.1919 - Vasco 1 X  4 Bangu; 09.10.1921 - Bangu 1 X 4 Vasco; 07.04.1929 – Vasco 9 x 1 Bangu; 22.01.1944 - Vasco 9 X 2 Bangu; 14.06.1964 - Vasco 1 X 0 Bangu; 18.06.1964 Bangu 1 X  2 Vasco.

23 DE JANEIRO -  Em 1921, ainda sem ser de primeira divisão, o Club de Regatas Vasco da Gama disputou a sua primeira partida interestadual. Subiu a serra e foi a Petrópolis-RJ vencer o local Serrano F.C. por 3 x 2, com gols marcados por Negrito (2) e Biguá. O time: Nélson, Cruz e Biguá; Barreiras, Palhares e Militão; Dutra, Nico, Medina, Negrito e Antonico.
Três meses depois do amistoso pioneiro , o Vasco começava a disputar a Série B da Primeira Divisão do Campeonato Carioca. Eram 10 times divididos por dois módulos. Os sete primeiros classificados de 1920 formavam a Série A, enquanto os quatro últimos e os quatro primeiros da Segunda Divisão ficavam na Série B.
A data 23 de janeiro tem, também, três vitórias vascaínas internacionais: 4 x 3 Deportivo Municipal, do Peru; 8 x 0 Atlante, do México e 2 x 0 Steua Bucareste, da Romênia. Grandes vitórias!
A primeira foi emocionante. Abriu a excursão da "Turma da Colina" à Lima, no Peru. O Vasco havia vencido três dos cinco amistoso disputados, antereiormente, e foi à capital peruana fazer valer o seu cartaz de campeão carioca em um quadrangular. Estreou no dia 23 de janeiro, vencendo o Deportivo Municipal, por 4 x 3, diante de 36 mil torcedores que ficaram muito satisfeitos com a exibição dos brasileiros”.
O Vasco abri o placar aos 25 minutos, por intermédio de Livinho. O peruanos igualaram a conta, aos 3 da fase final, por intermédio de Arce. Aos 8, Sabará voltou a colocar a rapaziada na frente. Aos 13, Seminário votou a deixar tudo igual, e, aos 25, Arce voltou a balançar a rede, deixando seu time na frente, pela primeira vez. Só que em um lance reclamadíssimo pelo time carioca, alegando que o adversário havia ajeitado a bola com uma das mãos. Mas veio troco. Em cinco minutos, aos 29 e aos 30, Valter Marciano e Livinho viraram o placar.
O pontapé inicial da partida foi feito pelo embaixador brasileiro no Peru, Orlando Leite Ribeiro, e o time vascaíno formou com: Wagner, Laerte, Bellini e Ortunho; Orlando e Coronel; Sabará, Livinho, Wilson Moreira, Valter Marciano e Roberto Pinto.                                                  MEXICANOS - A goleada sobre os mexicanos foi no domingo 23 de janeiro de  1949, quando a “Turma da Colina” excursionava por gamados  da parte de cima das Américas. Ademir Menezes (3), Friaça (3), Nestor e Ipojucan meteram a mão no balaio. Flávio Costa era o treinador e o time tinha: Barbosa (Ernani), Augusto e Wilson (Sampaio); Ely, Danilo (Moacyr) e Jorge; Nestor, Friaça (Dimas), Ademir, Ipojucan e Chico.    
Contra o Steua Bucaresti, no domingo 23 de janeiro de 1972, valeu pelo  Torneio Internacional de Verão do Rio de Janeiro, em São Januário. José Mário Vinhas apitou, a renda foi de Cr$ 22 mil, 110 cruzeiros e os gols de Alcir, aos 25, e Ferreti, aos 28 minutos da fase final. O time teve: Andrada; Fidélis,  Moisés, Renê e Eberval; Gaúcho e Alcir;  Luís Carlos (Jaílson), Roberto Dinamite, Ferreti e Gílson Nunes (Pastoril).  
  CASEIROS – Está no caderninho dos 23 de janeiro, também, duas vitórias contra adversários da terra. Confiramos: Vasco 2 x 0 Ferroviário, do Ceará,  em um domingo, no Estádio Castelão, em Fortaleza, pelo Campeonato Brasileiro.  O  público pagante chegou a  16.644 e a renda a  Cr$ 5.620.440,00. Roberto Nunes Morgado (SP) apitou, os gols foram marcados por Dudu, aos 22, e Pedrinho, aos 434 minutos do segundo tempo.
Treinado por Antônio Lopes, o Vasco foi ao Ceará levando a campo: Acácio; Galvão, Orlando Fumaça, Celso e Pedrinho; Dudu, Serginho, Ernani e Pedrinho Gaúcho (Elói); Roberto Dinamite e Almir (Marquinho).  
VASCO 2 x 1 PORTUGUESA, pelo Estadual-RJ de 2005, também dominical, rolou em São Januário, pela primeira rodada da Taça Guanabara, com 19.779 pagantes e renda de R$ 132.335,00.  Ubiraci Damásio de Oliveira (RJ) apitou e os tentos vascaínos foram de Fabiano, aos 34 minutos do primeiro tempo, e de Marco Brito, aos 35 da etapa final. O treinador era Joel Santana, que escalou:  Everton; Thiago Maciel, Fabiano, Marcos e Diego; Gomes, Silva (Júnior) Coutinho e Allan Delon (Rubens);  Alex Dias e Romário (Marco Brito).



Cláudio Adão e Roberto Dinamite marcaram 5 gols no Moto
24 DE JANEIRO - Impiedoso Futebol Clube deveria ser o nome do time. Ficaria mais real. Pelo menos, em 1982, a sua rapaziada quase descasca o maranhense Moto Clube. 
O jogo valia pelo Campeonato Brasileiro, em um domingo, em São Januário, e os visitantes,  mal recebidos, voltaram pra casa carregando 7 x 0 no balaio.
O castigo foi testemunhado por 20.854 pagantes, que deixaram nas bilheterias da Colina Cr$ 6.738.600,00. Édson Alcântara do Amorim-MG apitou e os malvadões foram: Cláudio Adão, aos 18 e aos 33 minutos do primeiro tempo, e aos 15 do segundo; Renato Sá, aos 6; Roberto Dinamite, aos 17; Dudu, aos 24, e Marquinho, aos 40 minutos, todos da etapa final.
 O Vasco, treinado por Antônio Lopes, escalpelou os maranhenses no bico das chuteiras destes caras: Mazaropi; Rosemiro (Galvão), Rondinelli, Ivan, Pedrinho, Serginho, Dudu, Renato Sá (Marquinho), Wilsinho, Roberto Dinamite e Cláudio Adão.

MAIS PANCADARIA  -  Ceará Sporting e Palmeiras também entraram no machado. Em 24 de janeiro de1962, o time cearense foi buscar a bola no fundo das redes por quatro vezes. Só o meia Viladonega mandou três – Joãozinho completou o bagaço, que rolou em quarta-feira, em Fortaleza.

 O Palmeiras caiu no domingo 24 de janeiro de 1999, no Parque Antárctica, a sua casa. O Vasco mandou 5 x 1, pelo Torneio Rio-São Paulo, perante 5.666 pagantes. Guilherme, aos 11; Juninho Pernambucano, aos 25, e Donizete, aos 28 minutos do primeiro tempo, e Guilherme, aos 16 e aos 32 do segundo, mandaram bola nas redes. Treinado por Antônio Lopes, o time foi: Carlos Germano; Zé Maria, Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Nasa, Paulo Miranda, Alex Oliveira (Luisinho) e Juninho; Donizete (Zezinho) e Guilherme (Luís Cláudio). 

FOGAREU NA CADERNETA - O Botafogo é um chamado "freguês de caderno" do Vasco. Dizem os números.  No duelo de 24 de janeiro de 2009, a "Turma da Colina" aplicou a sua maior goleada sobre o rival: 6 x 0, no Engenhão, pela terceira rodada da Taça Guanabara, o primeiro turno do Estadual-RJ. Até então, o maior massacre vascaíno havia sido 6 x 3, em 10 de abril de 1927, amistosamente.
 Os 6 x 0 foram assistidos por 25.052 almas, das quais 21.194 pagaram pra ver. Felipe Gomes da Silva (RJ) apitou e mandou colocar a bola no centro do gramado para novas saídas de jogo, após os gols Dodô, aos 3, aos 32 e aos 35 minutos do primeiro tempo; Léo Gago, aos 10, e Philippe Coutinho, aos 14 e aos 36 da etapa final.
 Treinado por Vágner Mancini, o Vasco massacrante foi: Fernando Prass; Fagner (Thiago Martinelli), Fernando, Gian Mariano, Marcio Careca, Nilton, Souza (Rafael Coelho), Léo Gago, Philippe Coutinho, Carlos Alberto (Magno) e Dodô.
 Aquela, no entanto, não fora a única vitória vascaína sobre os alvinegros nos 24 de janeiro. Em 1976, rolou 2 x 0, e em 1998 teve 1 x 0. A primeira foi amistosamente, no Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda-RJ, quando Paulo Emílio era o treinador. Luís Carlos e Roberto Dinamite balançaram o filó. Em 1998, o duelo foi em Brasília, novamente em sábado, no Estádio Mané Garrincha, pelo Torneio Rio-São Paulo.
 O paulista Paulo César de Oliveira apitou e Ramon encaçapou, aos 39 minutos do primeiro tempo. O público foi de 12.788 pagantes e a renda de R$ 135.556,00. Antônio Lopes era o técnico e o time foi: Carlos Germano; Vítor, Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Luisinho, Nélson (Fabrício Eduardo) e Ramón (Alex Pinho); Pedrinho, Donizete e Luizão (Dias). (foto de Roberto Dinamite reproduzida do arquivo do Jornal de Brasília, registro número 025). Agradecimentos. 


                               25 DE JANEIRO 
Roberto Dinamite

A data 25 de janeiro de 1981 era um domingo. Nele, a primeira fase do Campeonato Brasileiro marcava Vasco x Internacional, no Maracanã. A "Turma da Colina" cumpriu a tabela e  mandou 4 x 0 nos colorados, diante de 33.832 pagantes, que gastaram Cr$ 4.865.900,00 para ouvirem o apito de Dulcídio Vanderlei Boschillia-SP.
Nas redes, quem primeiro pintou foi Roberto Dinamite. Explodiu, aos 18 minutos do primeiro tempo e 'redinamitou', aos dois da etapa final. César, também, fez dois: aos 34 do primeiro e aos 12 do segundo tempo. Mário Jorge Lobo Zagallo era o chefe e o time foi: Mazaropi; Rosemiro, Orlando, Ivan e João Luis; Dudu, Marquinho e Zandonaide; Wilsinho (Flecha), Roberto Dinamite e César.

NAÇAZAÇA - Seis temporadas depois, no 25 de janeiro de 1987, o Vasco venceu o amazonense Nacional, por 2 x 1 Nacional, pelo segundo turno do  também Brasileirão, no estádio Vivaldo Lima, em Manaus, em um domingo. O apitador foi José de Assis Aragão-SP, o público de 28.140 pagantes e a renda de Cz$ 591.590,00 cruzados. 
 Vivinho, aos 35 minutos do primeiro tempo, e Mauricinho, aos 42 do segundo, balançaram o filó. Dirigido por Joel Santana, o time que bateu o "Naça" teve: Acácio; Paulo Roberto, Souza, FErnando e Pedrinho. Vítor (Henrique) e Mazinho; Vivinho, Mauricinho, Roberto Dinamite e Zé Sergio (Leonardo Siqueira).
 EMPATÕES - No 25 de janeiro de 1953, o Vasco obteve o seu segundo maior empate em  números de gols: 4 x 4, com o argentino Boca Juniors, em um domingo, no Maracanã, pelo Torneio Quadrangular Internacional do Rio de Janeiro. Ademir Menezes (2), Vavá e Ipojucan não foram irmãos dos hermanos. Sacudiram seus barbantes. Flávio Costa era o treinador e o time foi: Barbosa, Augusto e Haroldo: Ely Danilo e Jorge; Sabará, Ipojucan (Sarno), Ademir e Chico.
O Vasco tem um outro empate por 4 x 4: em 25 de setembro de 1994, com o selecionado  Coréia do Sul. Mas o maior foi  5 x 5, com o Corinthians, em 17 de abril de 1955, pelo Torneio  Rio São Paulo. (foto de Roberto Dinamite reproduzida do arquivo do Jornal de Brasília). Agradecimento.

REGISTRO - no 25 de janeiro de 1953, o Vasco arrumou um dos seus maiores empataços: 4 x 4, com o Boca Juniors-ARG, pelo Torneio Quadrangular internacional do Rio de Janeiro. Rolou no Maracanã, com Ademir Menezes (2), Vavá e Ipujucan pintando na rede.



MUITO MAL VISTO NA ESQUINA DA COLINA


1 - O Almirante fez a parte dele. Navegou enchendo a sacola do passageiro: 6 x 0 América de Três Rios, pelo Campeonato Estadual-RJ-1993, com gols marcados por Valdir Bigode (2), Bismarck (2), Carlos Alberto Dias e Alexandre Torres.

2 – Para o malandro gozador carioca, este foi um jogo muito mal visto: por apenas, 1.029 pagantes. Realmente, deste ponto de vista. Quem não viu, perdeu um show de bola na rede, durante noite de quinta-feira, em São Januário, com apito por Aloísio Viug.

3 Joel Santana foi o treinador deste time da balaiada mal vista: Carlos Germano; Cláudio Gomes (Tinho), Jorge Luiz, Alexandre Torres e Cássio; Luisinho, Leandro Ávila (Sidney), William e Carlos Alberto Dias; Bismarck e Valdir.


segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

ÁLBUM DA COLINA - PÁGINA 1956

Em 1956, temporada em que o Vasco foi campeão carioca, GradiM (D) era auxiliar do treinador Martim Francisco.  (Foto reproduzida da revista Manchete Esportiva)

domingo, 18 de janeiro de 2015

CASAMENTO DE VASCAÍNOS - ALMIR


 Há jogadores que podem vestir dezenas de camisa, que serão, sempre, lembrados por uma delas. Aquela inesquecível, que marcou a sua idolatria pela torcida, do lado de quem viveu o seu grande momento. Caso de Almir  Morais Albuquerque. Conheceu a glória defendendo o Vasco da Gama, pelo qual foi campeão carioca e do Torneio Rio-São Paulo, e em nome do qual chegou à Seleção Brasileira. Por isso, tornou-se um eterno vascaíno, mesmo tendo passado, depois, por uma meia-dúzia de outros times.
Quando casou-se (inesperadamente), com Maria de Lourdes Nabuco de Abreu, em 22 de abril de 1961, Almir já havia deixado (contra a sua vontade) o Vasco. No entanto, o seu padrinho foi o grande amigo dos tempos de São Januário, o zagueiro-capitão Hideraldo Luís Bellini (com a senhorita Neusa Gionini), que já era o seu padrinho de batismo – em seus tempos de garoto, em Recife, os seus pais – Arlindo de Brito Albuquerque e Adelaide Moraes Albuquerque – não o levaram à pia batismal.
 Filha de Huascar Nabuco de Abreu/Ana Leopoldina Nabuco de Abreu, a noiva teve o casal Antônio Splendore/Leopoldina Splendore por padrinhos. E quem mais esteva presente ao ato, na igreja do Sagrado Coração de Jesus, em São Paulo? Vários jogadores e diretores vascaínos, que estavam na capital paulista popr conta de um jogo contra o Palmeiras, pelo Torneio Rio-São Paulo. O espírito da vascaínidade falou mais alto. (fotos reproduzidas da Revvista do Esporte).

 

 

  

 

 

 

 

 

sábado, 17 de janeiro de 2015

ÁLBUM DA COLINA -SUPER PÁGINA 1958

O 17 de janeiro é uma superdata vascaína. Nela, o time da "Turma da Colina" tornou-se  "SuperSuperCampeão" carioca-1958, título decidido já em 1959, após triangulares, contra Botafogo e Flamengo.  A raça vascaína prevaleceu no confronto contra os dois grandes rivais.
O capitão Bellini comanda a volta olímpica  para os SuperSuperCanpeões

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

FERAS DA COLINA - NIGINHO

 O desembarque de Niginho na Colina tem uma história interessante. Membro da família mineira dos Fantoni, descendentes de italianos, ele defendia a Lazio, de Roma, quando o ditador Benito Mussolini o expulsou do seu país, por se recusar a ir  à guerra na então  Abissínia, como “oriundi”. Sorte do Vasco.
Niginho, registrado por Leonísio Fantoni, nasceu em 12 de fevereiro de 1912, em Belo Horizonte. Surgiu como promessa nos juvenis do Palestra Itália-MG (atual Cruzeiro EC), em 1928. Um ano depois, já estava no time principal, para ser negociado, em 1929, com o Lázio, da Itália.  Ficou pelo clube da Roma até 1935, quando fugiu do território italiano, para não pegar no fuzil e fazer a guerra na África.   
De novo em Minas Gerais, Niginho voltou a defender o Palestra que, pouco depois, o emprestou ao Palestra Itália-SP (atual Palmeiras), par ser campeão paulista. O próximo passo, então, foi desembarcar em São Januário, em 1937, assinando o melhor contrato já feito no futebol carioca: luvas (dinheiro extra) de 40 contos de réis e três contos de reis mensais.  
A grana fora bem empregada pelos vascaínos, pois Niginho respondeu sendo o principal artilheiro do Campeonato Carioca-1937, com 25 gols. Grande feito! Antes dele, o Vasco só conseguira a façanha por duas vezes: em 1929, com Russinho ( 23 tentos), e em 1931, com o mesmo  Russinho (17).
porque a FIFA acatou uma impugnação da Federação Italiana de Futebol. Ele havia chegado à Colina, em 1936 e, na temporada seguinte, já seria o principal artilheiro do Campeonato Carioca, com 25 gols. Grande feito! Antes dele, o Vasco só conseguira a façanha por duas vezes: em 1929, com Russinho fazendo 23 tentos, e em 1931, com o mesmo  Russinho anotando 17.
Como cruzmaltino, Niginho foi convocado para disputar a Copa do Mundo de 1938, na França. Em todos textos sobre aquele Mundial, conta-se que a FIFA acatara uma impugnação da Federação Italiana de Futebol, impedindo que ele atuasse. No entanto, por entrevista concedida à "Revista do Esporte de Nº 86, datada de 29 de outubro de 1960, Niginho apresenta uma versão diferente. Conforme declarou, a sua inscrição fora efetivada e o que havia eram comentários . "O Pimenta (Adhemar, o treinador da Seleção Brasileira) ficou com medo de lançar-me, porque diziam que os italianos iriam reclamar", caso os enfrentasse.  
Niginho perdeu aquela chance de ter defendido o Brasil na Copa do Mundo-1938, mas esteve presente em quatro oportunidades: 27.12.1936  - Brasil 3 x 2 Peru, marcando um dos gols; 13.01.1937 - Brasil 5 x 0 Paraguai; 19.01.1937 - Brasil 3 x 2 Uruguai, deixando mais um na rede; 30.01.1937 - Brasil 0 x 1 Argentina.
 Irmão dos atacantes Ninão (João) e Orlando (treinador vascaíno em 1977/78), e primo do lateral-esquerdo Nininho (Otávio), na Itália, era chamado de Fantoni III. Depois de ter sido vascaíno, voltou ao Palestra Itália-MG, em 1939, para ser tricampeão mineiro-1943/44/45. Em 1947, uma cirurgia, em dois locais de um dos joelhos, determinou o final de sua carreira, como atleta. Depois, viria a de treinador, foto abaixo. (Reprodução da Revista do Esporte)  

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

HISTORI&LENDAS VASCAÍNAS

 1 - Temporada de 1947 - O time da Colina era odiado. Batia em todo mundo, Com o Canto do Rio, foi cruel. Mandou 14 x 1, a maior goleada da história do Campeonato Carioca. De nada adiantou, o time de Niterói trocar de goleiro no intervalo, quando o estrago já andava pelos 5 x 0. Diante de um ataque com Djalma, Maneca,  Friaça (Dimas), Lelé (Ismael) e Chico era fatal. Os caras foram campeões, treinados por Flávio Costa, guardando 68 bolas nos “armários” dos pobres goleiros, em 20 jogos de tormentas. Os botafoguenses dizem que só eles seguraram a turma da Colina. Realmente, em 7 de dezembro daquele “dois-setão”,o clássico ficou no 0 x 0, mas o “Expresso da Vitória” já era campeão, invicto, com sete pontos na frente do rival.
A MÁQUINA FEZ UMA PARADINHA, pra aliviar o motor. A lotação estava esgotada.

2 - Tempradas-1983- Campeão brasileiro de futebol de salão, o Vasco foi para o Campeonato Sul-Americano-1984, em Artigas, no Uruguai, com uma equipe forte, pronta para brigar pelo título. E foi chegando, chegando, chegando. Veio a final. A rapaziada tinha pela frente o paraguaio San Afonso, que teve de se curvar à maior categoria da “Turma da Colina”. Estava no placar: Vasco 5 x 2. O time rumava para uma taça inexistente nas prateleiras de São Januário, quando o inimaginável aconteceu: o beque Silo e o pivô Vevé foram expulsos da quadra, sem que o “almirante” pudesse trocá-los, pois já havia feito o limite de sete substituições. Com número insuficiente para continuar a partida, que exigia, na época, quatro atletas, contando com o goleiro, o prélio foi encerrado e o título dado ao adversário. Os vascaínos entraram com um recurso junto à Confederação Sul-Americana de Futebol de Salão, mas não adiantou. Perderam o caneco no tapetão

3 - NAQUELES DIAS - 01.01.1954- Vasco 1 x 1 América; 02.02.1955 - Vasco 1 x 1 Botafogo; 03.03.1999 - Vasco 2 x 1 Santos. Campeão do Torneio Rio-São Paulo; 04.04.1957 - Vasco 3 x 0 Renner-RS; 04.04.1965 – Vasco 3 x 0 Santos; 04.04.1979 – Vasco 3 x 2 Internacional-RS; 04.04.2004 - Vasco 2 x 1 Fluminense; 04.04.2004- Vasco 2 x 1 Fluminense; 05.05.1985 - Vasco 5 x 1 Atlético Cajazeiras-PB; 05.05.1963- Vasco 3 x 0 Stade Abidjan-Costa do Marfim; 05.05.1946 – Vasco 6 x 2 Bahia; 06.06.1934– Vasco 4 x 3 Bonsucesso; 06.06.1949 - Vasco 5 x 0 Rapid Wien-AUS; 06.06.1961 –Vasco 2 x 0 Combinado de Skeid-NOR; 06.06.1979 – Vasco 3 x 1 Bonsucesso; 06.06.1982– Vasco 5 x 2 Sampaio Corrêa-MA; 06.06.1998 - Vasco 1 x 0 Grêmio-RS; 06.06.1993– Vasco 1 x 0 Fluminense; 06.06.1999 - Vasco 2 x 0; 07.07.1946 -Vasco 3 x 0 Botafogo; 07.07.1985 – Vasco 1 x 1 Internacional; 08.08.1971 - Ceará 0 X 0 Vasco; 12.12.1948 - Vasco 1 x 3 Botafogo; 12.12.1979 – Vasco 1 x 1 Coritiba.

4 - EMPATAÇOS - 11.07.1926 – (domingo) - Vasco 3 x 3 Flamengo. Amistoso. Estádio: da Rua Professor Serezedello Correia (RJ). Juiz: Juiz: José Ramos de Freitas. Gols: Aché, aos 10; Russinho, aos 14; Fragoso, aos 24 e aos 54; Doninho, aos 66, e Tatu, aos 74 minutos. VASCO: Nélson, Hespanhol (Sá Pinto), Mingote, Itália; Nesi, Claudionor ‘Bolão’, Arthur; Paschoal, Torterolli (Badu), Russinho e Milton. Técnico: Harry Welfare; 11.07.1926 -Vasco 3 x 3 Flamengo; 26.06.1927- Vasco 3 x 3 Botafogo; 12.06.1932 -Vasco 3 x 3 Olaria; 13.05.1933- Vasco 3 x 3 Madureira; 27.01.1935 -Vasco 3 x 3 Boca Juniors-ARG; 10.10.1937- Vasco 3 x 3 Flamengo; 03.07.1938 - Vasco 3 X 3 Bangu; 04.06.1940 - Vasco 3 x 3 São Paulo; 07.06.1942- Vasco 3 X 3 Botafogo; 21.03.1943 -Vasco 4 x 4 Fluminense; 13.05.1943 - Vasco 3 x 3 Madureira; 01.05.1944 -Vasco 3 x 3 São Paulo; 01.07.1944 -Vasco 3 x 3 Fluminense; 27.06.1945 - Vasco 3 x 3 Palmeiras; 20.06.1948- Vasco 3 x 3 São Cristóvão; 30.04.1950 -Vasco 4 x 4 Rio Grande-RS; 02/06/1951 - Vasco 4 x 4 América; 06.02.1952– Vasco 3 x 3 Bangu; 25.01.1953 -Vasco 4 x 4 Boca Juniors-ARG; 20.09.1953- Vasco 3 x 3 Flamengo; 07.06.1953 -Vasco 3 x 3 Hibernian-ESC; 25.10.1953- Vasco 3 x 3 Flamengo; 23.08.1953- Vasco 3 x 3 Bonsucesso; 17.04.1955 -Vasco 5 x 5 Corinthians; 17.02.1959 -Vasco 3 x 3 Sport Recife; 15.04.1959 -Vasco 3 X 3 Ferroviária de Araraquara-SP; 09.05.1964 - Vasco 3 x 3 Portuguesa de Desportos; 23.11.1980- Vasco 3 x 3 Fluminense; 31.05.1981 –Vasco 3 x 3 Volta Redonda-RJ; 23.07.1985 -Vasco 3 x 3 Fluminense; 1993 - Vasco 3 X 3 Americano-RJ; 22.05.1999 -Vasco 3 x 3 Olaria; 20.07.1997– Vasco 3 x 3 Juventude-RS; 06.08.2000 - Vasco 3 x 3 Cruzeiro-MG; 15.04.2001 - Vasco 3 x 3 Fluminense; 17.02.2007 -Vasco 4 x 4 Fluminense; 11.04.2007 - Vasco 4 x 4 Botafogo; 23.07.2008 - Vasco 3 x 3 Fluminense.
 
5 - Ídolos das torcida vascaína que mais balançaram as redes em uma só partida: 6 gols - Edmundo, em Vasco 6 x 0 União São João –11.09.1997; 5 gols – Ismael, em Vasco 14 x 1 Canto do Rio - 06.09.1947; Dejayr, em Vasco 9 x 1 Madureira – 15.10.1950; Roberto Dinamite, em Vasco 5 x 2 Corinthians - 4 de maio de 1980; 4 gols – Maneca, em Vasco 14 x 1 Canto do Rio- 06.09.1947; Dimas, em Vasco 6 x 1 Bangu - 10 de outubro de 1948; Romário, em Vasco 7 x 1 Guarani de Campinas -05.08.2001. Também marcaram quatro: Lelé, Saulzinho; Roberto Pinto, Alcir Portella e Vadinho.

6 - O Vasco foi o sétimo clube a atingir mil jogos nas temporadas cariocas. Foi em 2 de abril de 1972, no Maracanã, pela sétima rodada da Taça Guanabara, no “Clássico da Paz”, contra o América, que terminou 0 x 0. O jogo rendeu Cr$ 128.233,00 e o público foi de 20.235 pagantes.
FICOU NO ZERO, mas valeu mil.

7 - No ano (terceiro colocado) em que chegou aos mil jogos, o Vasco estava atrás, por ordem, de Fluminense, Botafogo, América, Flamengo, São Cristóvão e Bangu, que era mais antigos nas disputas cariocas, iniciadas em 1906. O futebol cruzmaltino só surgiu em 1913 – depois dele, Bonsucesso, Olaria e Madureira também entraram para o “Clube dos Mil”.
CHEGOU COM SETE ANOS de atraso, mas na frente de três.

8 - Agnaldo Luís Sorato, nascido na paulista Araras, em 6 de abril de 1969, foi vascaíno em 1988/1992 e entre1997/1998. Seus títulos na Colina:1988 - Campeonato Carioca; 1989 - Campeonato Brasileiro;1997 - Campeonato Brasileiro; 1998 - Taça Libertadores. Jogos e gols: 1988:- 43 jogos e15 gols; 1989: 38 jogos e 15 gols; 1990:- 62 jogos e 23 gols; 1991: 51 jogos e 23 gols; 1992: 14 jogos e 3 gols; 1997: 8 jogos e 1 gol; 1998: 19 jogos e 2 gols. Total: 235 jogos e 82 gols.
SORATO ERA DE ARARAS. Quando deixou o Vasco, virou Periquito, no Palmeiras.

9 - Estreia de Sorato no Vasco: 12.06.1988 – Vasco 3 x 1 Flamengo, no Maracanã, pelo Estadual-RJ, marcando dois gols, após Vivinho abrir o placar, aos 10 minutos do primeiro tempo. Sorato foi às redes aos 21, também, do 1º tempo, e aos 4 do segundo. Seu último jogo com a camisa cruzmaltina foi em 06.09.1998, nos 2 x 0 sobre o Cruzeiro, pelo Campeonato Brasileiro, em São Januário. Ele fez um gol, aos 45 minutos do primeiro tempo – Nélson fez o outro, aos 44 da etapa final. CHEGOU MATANDO URUBU e saiu derrubando Raposa.
10 - O Rosário Central foi um time argentino duro de o Vasco matar: 2 x 1, em 21.06.1987, pela Copa Ouro, nos Estados Unidos; 1 x 0, em 31.10.2000, pela Copa Mercosul, em São Januário, e 0 x 1, em 08.11. 2000, também, pela Mercosul, no Gigante del Arroyito. NA CASA DELES, nenhum santo ajudou. Nem rezando um rosário!