Vasco

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sábado, 31 de janeiro de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - 31 DE JANEIRO

 A temporada-1963 começou bem para os vascaínos. No dia 31 de janeiro, eles conquistaram o Torneio Pentagonal do México,  empatando, na final, por 1 x 1, com o Dukla, de Praga, da antiga Tchecoeslováquia. O adversário era quase a seleção do seu país, vice-campeã mundial da Copa do Mundo do Chile, seis meses antes.
 A turma campeã tinha por treinador Jorge Vieira e por base esta rapaziada: Ita; Joel, Brito, Barbosinha e Coronel (Dario); Maranhão (Écio) e Lorico; Sabará, Viladônega (Célio), Saulzinho e Ronaldo (Fagundes).
O Vasco iniciou a disputa, em 10 de janeiro, vencendo o América, da Cidade do México, por 1 x 0, com gol de Saulzinho. No dia 17, goleou o El Oro, 5 x 0. Sabará, Maranhão, Ruvalcalba (contra), Viladônega e Célio sacudiram o filó. Três dias depois, 1 x 1, com o Guadalajara. Saulzinho voltou ao barbante. Na final, Ronaldo foi o autor do gol do título.
Foi nesta competição que surgiu a mais importante dupla ofensiva cruzmaltina da década de 1960, formada por Célio e Saulzinho (foto). O primeiro já estava em São Januário, desde 1º de abril de 1961, enquanto o outro apresentou-se, exatamente, durante aquela excursão. Juntos, totalizaram 190 gols vascaínos, 103 do paulista Célio e 87 do gauchinho Saul. (foto reproduzida da Revista do Esporte).
     FARRA ANDINA - A "Turma da Colina" costumava se dar bem na maioria das vezes em que subia aos andes, para disputar amistosos contra times peruanos. Em 31 de janeiro de 1957, por exemplo, mandou 3 x 1 no Universitário, em uma quinta-feira, com gols de Livinho, Artoff e Valter Marciano. Por aquele tempo, o comandante da rapaziada era Martim Francisco.
 Um ano depois, em 31 de janeiro de 1962, andou pra trás (no calendário). Jogou em uma quarta-feira. Mas não reduziu o placar de 3 x 1. Só que, daquela vez, pra cima do simpático "Ferrim", o tricolor Ferroviário, do Ceará, amistosamente, em Fortaleza. O gauchinho Saulzinho parece ter saído dos Pampas com muita fome de gols. Fez todos, naquele dia. Barbaridade, tchê!
Subindo no mapa e no túnel do tempo, no 31 de janeiro de 1982, o batido foi o Paysandu, de Belém do Pará. Outro 3 x 1, mas em um domingão, diante de 35.808 almas, que levaram para o Mangueirão, na capital paraense. Cláudio Adão provou primeiro do "tacacá", aos 21 minutos do primeiro tempo.  No segundo, Roberto Dinamite fez mais sucesso. Tocou dois "carimbós" na rede, aos 26 e aos 29 minutos. O jogo valeu pelo Campeonato Brasileiro e a rapaziada  era treinado por Antônio Lopes. O time: Mazaropi; Galvão, Rondinelli, Ivan e Pedrinho; Serginho, Dudu (Da Costa) e Cláudio Adão; Wilsinho, Roberto Dinamite e Renato Sá (Marquinho).

Humberto, Paulinho, Brito, Nivaldo, Barbosinha e Daro (em pé, da esqeurda para a direita); Sabará, Vevé, Saulzinho, Lorico e Da Silva (agachados, na mnesma ordem), em uma das formações dos times vascínos de 1962 
Em 1986, o Vasco deixou por menos, já que estava abrindo os trabalhos, em pré-temporada. No 31 de janeiro, mandou 2 x 0 na seleção amadora da cidade de Rio das Flores-RJ. Os baixinhos Mauricinho e Romário floriram as redes e subiram a tabuleta do placar. Antônio Lopes escalou: Acácio; Paulo Roberto, Alex, Figueroa e Lira; Vitor, Gersinho e Josenilton; Mauricinho, Romário e Ronaldo.


 

FERAS DA COLINA - LUISINHO GOIANO

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - 30 DE JANEIRO

Três goleadas na data 30 de janeiro. O Vasco não respeitou nem a moçada da baiana Juazeiro, a terra de João Gilberto, um dos seus mais ilustres torcedores. Mas, como no pagode da "Turma da Colina" a velha bossa é botar na caçapa, até o  zagueirão Abel Braga, que não era disso, cantou duas bolas nas rede – aos 4 e aos 35 minutos do primeiro tempo. No segundo, Ramon Pernambucano Pernambucano, repetiu o tom, aos 5 e aos 43. Antes disso, Orlando ‘Lelé’ dera a sua canjinha, aos 25, batendo pênalti.  Era 30 de janeiro de 1977.  
A patota que arranhou a viola da seleção de Juazeiro teve o "titio" Orlando Fatoni por afinador e estes violadores de redes: Mazaropi (Mauro); Orlando (Fernando), Abel, Geraldo (Gaucho) e Luis Augusto; (Gilson Paulino), Zé Mário, Zandonaide (Ademir) e Helinho; Wilsinho, Ramon e Galdino.
 
O centroavante gaúcho Delém
DESARVORADO - O passou pelo México, no 30 de janeiro de 1949, quando apregou 2 x 1 no Vera Cruz. Um pouco mais pra baixo das Américas, desceu ao Peru, em 1960. Como era um sabadão, aproveitou para mandar uns piscos na cuca do Alianza Lima: 6 x 1. Delém (2), Teotônio (2) e  Cabrita (2) botaram pra berrar. 
A rapaziada de São Janauário, as vezes, esquecia-se de santos, milagres e devoções. Sobrou para o Sagrada Esperança, de Angola: seis pecados na conta. Em 1977, a rapaziada soube que o técnico do time visitante era o Mário Calado, um sujeito que não falava bem a língua da bola, e não economizou naquele  vernáculo. Foi falando no filó, falando, falando, até que se deu conta de que o papo já estava nos 4 x 0. Estava de bom tamanho, naquele jogo com portões abertos.
 O Vasco jantou galinha d´angola logo no primeiro tempo:  Rafael Nascimento, aos 5 e aos 27; Ramón, aos 21, e Romário, aos 34 minutos sentiram o gosto do cardápio placar, sob o apito de Francisco Leite Mattos (RJ). Renato "Gaúcho" Portaluppi era  o treinador vascaíno e escalou: Roberto (Cássio); Claudemir (Daniel), Jorge Luiz, Bebeto (Ives) e Thyago; Ygor (Andrade), Osmar (Léo Inácio); Rafael Nascimento (Vítor) e Ernane (Allan); Ramon (Bruno Meneghel) e Romário.
Em 30 de janeiro de 1980, a vitória vascaína foi sobre o amazonense Nacional, de Manaus, pelos mesmos 2 x 0, no Estádio Vivaldo Lima, valendo pelo Torneio José Fernandes. Também, foi em uma quarta-feira, com gols de Zandonaide e Paulinho.
 
ENDIABRADO -  O América-RJ foi o primeiro rival dos vascaínos. Também, grande companheiro de celebrações de paz, como veremos adiante. Só não havia amizade quando o papo fosse o Torneio Rio São Paulo. Como, por exemplo, em 30 de janeiro de 2002. 
Naquele dia, Leonardo, aos 13, e Souza, aos 29 minutos do primeiro tempo, não perdoaram o "Diabo", em uma uma quarta-feira, no Estádio Giulite Coutinho, sob apito de Edson Soares da Silva. O treinador vascaíno chamava-se Evaristo de Macedo e a rapaziada da jornada foi: Helton; Leonardo, Geder, Humberto e Edinho; Haroldo, Felipe, Léo Lima (Michel) e Wagner (João Carlos); Euler (imagem), Souza  e Donizete Oliveira (Ely Thadeu). (Foto de Delém reproduzida da Revista do Esporte).

O "DIABO" INFERNIZOU A VIDA DE SABARÁ

O treinador Gentil Cardoso admirava a raça, o empenho do ponta-direita  Sabará, durante os treinos. Chovesse ou fizesse sol, o cara “derramava píncaros de suor”, como dizem que ele dizia, o que deve ser uma grande sacanagem.
Sabará dava um tremendo trabalho à defesa do time reserva, quando o Seu Gentil esteve por São Januário, com  o seu megafone, gritando para a rapaziada. Se marcasse um pênalti, o treinador que chamasse quem quisesse para cobrar. Menos Sabará, que não gostava daquilo. Um dia,  porém, o homem o convenceu a cobrar um penal. E cobrou. Evidentemente, errado.
Decidido a tornar Sabará um "expert" em cobranças de penalidades máximas, Gentil Cardoso bolou uma senha: no instante do chute, ele deveria mirar no ferro que  segurava o fundo da rede, e bater forte, naquele rumo. Dito e feito. Sabará acertou todas, em treinos. Menos no dia de Vasco x América, pelo Campeonato Carioca-1952, no Maracanã.
Olhos-nos-olhos com o goleiro Osni do Amparo, irmão do vascaíno Ely, o glorioso Sabará, olhava para a "cidadela alvirrubra" e demorava-se a chutar. Até que decidiu-se. E bateu. Para a defesa do guardião do "Diabo".
Depois do jogo, o Seu Gentil perguntou a Sabará o que havia acontecido. Ele respondeu que o fundo da rede não tinha nenhum ferro. Realmente! Aquilo só ocorria nas balizas dos times suburbanos. No Maracanã, não!     
Quem contou  esta foi o glorioso Martim Francisco, quando era treinador do Gama. Em 1952, no entanto, ele ainda estava longe do Vasco. Mas, convivendo com os boleiros cariocas, ouviu tudo quando foi tipo de historia. Martim só não disse qual foi o placar daquela partida.
Consultando várias súmulas da época, o "Kike", encontrou, em 1952,  Vasco 3 x 0 América, em 18 de outubro, com gols de Chico, Ademir e Ipojucan, e  Vasco 2 x 0, em 28 de dezembro, com Alfredo II e Chico balançando o filó. Para termos a exatidão do dia do ocorrido, vamos "consultar o nosso consultor"  Mauro Prais.  

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - 29 DE JANEIRO


A data 29 de janeiro foi de vitórias magras: 2 x 1 Botafogo e 1 x 0 sobre o São Cristóvão e o peruano Sporting Cristal. Mas teve goleada: 5 x 0 contra um combinado da cidade argentina de Mar del Plata.
Diante dos botafoguenses, em um domingo, no Maracanã, quem tocou fogo na rede foi o  paraguaio Sílvio Parodi. Fez os dois gols do jogo do 29 de janeiro de 1956, mas valendo pelo Campeonato Carioca de 1955.  Flávio Costa era o treinador e o time formou com: Hélio; Paulinho e Bellini; Orlando, Mirim e Beto; Sabará, Alvinho, Vavá, Pinga e Parodi.
Diante do “Santo”, aconteceu aquilo que rolava após todos os prélios em que o garoto do placar trabalhava pouco: os locutores diziam que a vitória foi pela contagem mínima. Então, o Vasco fez 1 x 0, no domingo 29 de janeiro de 1995, pela primeira fase do  Estadual-RJ.
Victor Gonzalez, Paulinho de Almeida, Haroldo, Laerte, Orlando Peçanha e Beto (em pé); Sabará, Válter Marciano , Ademir Menezes, Pinga e Silvio Parodi (agachados). Foto reproduzida de http://www.fotolog.terra.%20com.br/ 
Quem  marcou foi Clóvis, aos 12 minutos do segundo tempo, quem apitou foi   Jorge dos Santos Travassos (RJ), e o tutu do jogo chegou a R$ 5.736, 00. Nelsinho Rosa chefiava a “Turma da Colina”, queera: Carlos Germano; Pimentel, Paulão, Ricardo Rocha e Cássio; Leandro Ávila, Luisinho, França (Ricardson) e Yan: Valdir ‘Bigode” (Gian) e Clóvis.
Diante do Sporting Cristal, rolou em uma terça-feira, pelo Torneio Quadrangular de Lima. Martim Francisco era o treinador e o gol solitário foi marcado por Laerte. Este é um defensor  pouco lembrado pelos torcedores. Teve muitas citações como o pai de um dos grandes atletas do gaúcho Internacional e do uruguaio  Peñarol, o meia Jair, o melhor em campo (fez um gol de falta) na vitória colorada, por 2 x 0, sobre o inglês Aston Villa, que valeu o título do Mundial Interclubes de 1982, em Tóquio, no Japão.
Nosso consultor, Mauro Prais, lembra que não se deve confundir os Laertes que vestiram a jaqueta cruzmaltina. Ele explica: “Laerte era, apenas, o apelido do segundo Laerte, o meio-campista pai do meia Jair que foi ídolo das torcidas do gaúcho InternaciOnal e do uruguaio Peñarol. O nome de batismo dele era Nadir Eraldo Prates. Já  o Laerte zagueiro se chamava-se Laerte Monteiro Garcia. Para armar confusão total, o Vasco teve, também, um atacante chamado Lierte que, na pia batismal, foi espargido pelo vigário como Laerte. E o escrivão finalizou o lance escrevendo Laerte Rosa da Silva no registro civil do (nem imaginava ele) futuro vascaíno.
Assim, o primeiro Laerte surgiu no grupo do técnico Ondino Vieira, em 1945, disputando vaga na antiga zaga central do time campeão carioca daquele ano, com Rafagnelli e Sampaio. Em 1949, quando o Vasco repetiu o título, treinado por Flávio Costa, já brigava pela posição com o mesmo Sampaio e Wilson. Em 1950, com o mesmo Flávio, voltou a ser campeão, sendo titular da equipe que tinha por base:  Barbosa, Augusto e Laerte (Wilson);  Ely do Amparo, Danilo Alvim e Jorge Sacramento; Alfredinho (Tesourinha), Ipojucan, Ademir Menezes (Álvaro), Maneca (Lima) e Dejair (Chico).
RESUMO: 29.01.1955 – Vasco 2 x 1 Botafogo; 29.01.1957 – Vasco 1 x 0 Sporting Cristal-PER; 29.01.1961 - Vasco 5 x 0 Combinado de Mar del Plata-ARG;  29.01.1995 – Vasco 1 x 0 São Cristóvão; 29.01.2012 - Vasco 3 x 1 Duque de Caxias.  

JAHU FICOU DE MAL COM A TORNEIRA

  Em 1938, o time vascaíno tinha como um dos responsáveis pela segurança da sua retaguarda um zagueirão chamado Jahú, o de casquete na foto. Convocado para a Seleção Brasileira que disputaria a Copa do Mundo, na França, o carinha chegava junto em todas, durante os treinamentos, para não perder a chance de segurar a sua vaga na delegação.  Por aquela época, presidia a república federativa do Brasil o cidadão gaúcho Getúlio Dorneles Vargas, que enxergava de longe e sacava o quanto o futebol poderia tabelar com o seu projeto político. 
Nascimento, Jahu, Villadoniga, Florindo, Figliola, Orlando Fantoni,
 Zarzur,Argermiro, Lindo e Orlando
Mais malandro do que um pardal, que não canta para não ficar na gaiola, Getúlio foi à mineirinha Caxambu, levar o apoio do governo brasileiro ao nosso selecionado. Com todo político que se preze, apertou a mão de um a um dos atletas. E o becão Jau passou três dias de mal com a torneira. Segundo ele, não era todo dia que um zagueiro apertava a mão do homem que mandava no país.
Por aqueles tempos, décadas de 1930 e de 1940, o racismo ainda era forte no futebol brasileiro. Havia clubes que não permitiam jogador participar dos bailes de gala em suas sedes, principalmente se fosse preto. Eram empregados, e ponto final. Se não eram associados, porque estariam ali?
No Vasco, foram criados bailes no ginásio de esportes. E entrava preto, branco, pobre, rico, português, brasileiro, quem chegasse. Do mesmo jeito, nas festas de São João, em São Januário, que era transformado em um arraial. Por sinal, conta o folclore vascaíno que, numa  festa de carnaval, Jaú apareceu com uma fantasia intrigante. Dizia que era de rajá e que copiara da revista “Tico-Tico”.
(Foto reproduzida de Mauro Prais/NetVasco). Agradecimento.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - 28 DE JANEIRO

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Da esquerda para a direita: Barbosa, Augusto, Laerte, Jorge, Danilo, Ely (Em pé); Mário Américo (massagista), Alfredo, Ipojucan, Ademir, Maneca e Dejayr (Agachados). (Foto reproduzida do Centro de Memória do Vasco. Agradecimento)

Há exatos 64 anos, em 28 de janeiro de 1951, o futebol do Vasco da Gama conquistava o seu primeiro título no Maracanã. Venceu o América, por 2 x 1, valendo pela temporada anterior, que atrasou-de devido a Copa do Mundo. Então, foi o primeiro campeão carioca naquele estádio, o qeu valeu-lhe escolher o lado em que a sua torcida gostaria de assistir os jogos na casa – escolheu o lado direito da tribuna de honra, onde fazia sombra.
Com 32 pontos e liderando o Estadual, o Vasco seria campeão com o empate. Mas foi, logo, atrás da vitória, caminho aberto por Ademir  Menezes, aos 4 minutos. O "Diabo" empatou, ao final da etapa, mas o mesmo Ademir voltou à rede, marcando o gol do titulo, aos 29 minutos do segundo tmepo.
O Vasco carregou jogando com: Barbosa, Augusto e Laerte; Ely, Danilo e Jorge; Alfredo II, Ipojucan, Ademir, Maneca e Dejayr. O time carregou o caneco com 17 vitórias (aproveitamento de 85%), marcando 74 tentos, dos quais 25 do "Queixada" – o apelido de Ademir.

Vasco recebeu um Diploma de campeão pelo título- Foto: Centro de Memória do Vasco

 CONFIRA A CAMPANHA DO PRIMEIRO CAMPEÃO CARIOCA NO MARACANÃ
20/08/1950- São Januário - Vasco 6 x 0 São Cristóvão- Maneca (2), Ipojucan (2), Ademir e Lima
27/08/1950- Maracanã- Vasco 3 x 2 Bangu- Ademir (2) e Tesourinha
03/09/1950- São Januário- Vasco 2 x 3 América- Maneca e Ademir
10/09/1950- Leônidas da Silva- Vasco 4 x 0 Bonsucesso- Ademir (3) e Maneca
17/09/1950- Rua Bariri- Vasco 3 x 1 Olaria- Ipojucan (2) e Lima
24/09/1950- Maracanã- Vasco 2 x 1 Flamengo- Ademir e Alfredo II
01/10/1950- Maracanã- Vasco 1 x 2 Fluminense- Ipojucan
08/10/1950- Maracanã- Vasco 0 x 1 Botafogo
15/10/1950- São Januário- Vasco 9 x 1 Madureira- Dejayr (4), Ademir (2), Álvaro (2) e Maneca
22/10/1950- São Januário- Vasco 7 x 0 Canto do Rio- Ademir (2), Dejayr (2), Jansen, Maneca e Tesourinha
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O diploma federativo entregue aos primeiros campeões no "Maraca"
29/10/1950- Figueira de Melo- Vasco 5 x 1 São Cristóvão- Djayr (3), Ademir e Tesourinha
05/11/1950- Conselheiro Galvão- Vasco 3 x 2 Madureira- Ademir (2) e Djayr
19/11/1950- São Januário- Vasco 4 x 0 Olaria- Ademir (3) e Alfredo II
26/11/1950- Maracanã- Vasco 4 x 1 Flamengo- Ipojucan (3) e Alfredo II
10/12/1950- São Januário Vasco 7 x 2 Bonsucesso- Ademir (3), Djayr (3) e Maneca
17/12/1950- Caio Martins- Vasco 4 x 2 Canto do Rio- Maneca (4)
31/12/1950- Maracanã- Vasco 2 x 1 Bangu- Ipojuca e Maneca
06/01/1951- Maracanã- Vasco 4 x 0 Fluminense- Ipojucan (3) e Ademir
14/01/1951- Maracanã- Vasco 2 x 0 Botafogo- Maneca e Ademir
28/01/1951- Maracanã- Vasco 2 x 1 América- Ademir (2)
BELLINI E BRITO JUNTOS NA ZAGA 
 Por causa do capitão Hideraldo Luiz Bellini (D), o Vasco emprestou o garoto Hércules Brito Ruas (foto), por duas vezes, aos gaúchos Internacional, de Porto Alegre, e de Santa Maria.
Em 1962, com Brito pedindo passagem, Bellini foi negociado, com o São Paulo. Mas deu tempo para os dois jogarem juntos. Aconteceu em 28 de janeiro de 1962, durante a vitória, por 3 x 0, amistosamente, sobre o Moto Club, em São Luís do Maranhão.
Enquanto Bellini e Brito seguraram lá atrás, Sabará, Saulzinho e Viladônega deixaram o Moto devagar. Paulo Amaral, o preparador físico da Seleção Brasileira-1958, e auxiliar técnico, em 1962, era o treinador, e o seu time teve: Ita; Paulinho de Almeida, Bellini e Brito; Nivaldo  (Maranhão) e Coronel; Sabará (Ronaldo), Lorico (Roberto Pinto), Saulzinho, Viladônega e Joãozinho
CABELO, BARBA E BIGODE - Passados 42 anos, o Vasco mandou mais um 3 x 0. Pra cima do Olaria, em 28 de janeiro de 2004, em uma quarta-feira, na Rua Bariri, pela segunda rodada da Taça Guanabara.
O jogo teve 856 pagantes e gols de Valdir ‘Bigode’, aos 24 e aos 30 minutos do primeiro tempo, e aos 22 do segundo. O Vasco, treinado por Geninho, alinhou:  Fábio; Alex Silva (Claudemir), Wescley, Santiago e Victor Boleta; Ygor, Júnior (Donizete), Rodrigo Souto e Morais; Valdir ‘Bigode’ e Anderson (Robson Luís).
O VIVO VIVINHO - Com mais três bolas nas redes, mas por 3 x 1, o Vasco venceu o Ceará Sporting, em 28 de janeiro de 1986, em São Januário, pela segunda fase do Campeonato Brasileiro. Vivinho, aos 3 e aos 53, e Romário, aos 56 minutos, escreveram no placar, resultado que deixou a rapaziada sete jogos invictos contra os alvinegros cearenses, considerando-se a unificação do Brasileiro.
Dirigido por Joel Santana, o time vascaíno foi: Acácio; Paulo Roberto Gaúcho, Fernando, Donato e Pedrinho; Mazinho, Henrique (Claudinho) e Geovani (Roberto Dinamite); mauricinho, Romário e Vivinho.
 Outras vitórias na data: 28.01.1951 - Vasco 2 x 1 América-RJ;  28.01.1979 – Vasco 2 x 0 Desportiva-ES;  28.01.1982 - Vasco 1 x 0 Nacional-AM.  (Foto de Brito reproduzida da Revista do Esporte)

CORREIO DA COLINA - BLOCH & ADEMIR


"Há muitos anos, eu estava no Rio de Janeiro e assisti ao meu time conquistar a Taça Adolpho Bloch, vencendo o Botafogo, por 1 x 0. Não me lembro mais de quem marcou o gol. Quem foi? Edmilson Viana, de Bom Jesus da Lapa-BA.
 Aquele título, conquistado em São Januário teve a bola na rede mandada por Júnior, no empate, por 1 x 1, com os alvinegros. O Vasco ficou campeão com três pontos a mais do que eles, somando nove. Anote a campanha:   
24.11.1990  - Vasco 2 x 1 Bangu, no Estádio Caio Martins, em Niteroi-RJ, com os gols vascaínos marcados por Sorato e William.
28.11.1990 -- Vasco 3 x 1 Fluminense, em São Januário – Sorato (2) e Ayupe balançaram o filó.
02.12.1990 -  Botafogo 2 x 2 Vasco, no Caio Martins) – Jorge Luiz e Luciano acertaram a rede.
09.12.1990 -  Vasco 3 x 0 Bangu, em São Januário – Júnior, Eduardo Gaúcho (contra) e Marco Antônio Boiadeiro mexeram no placar.
12.12.1990 -  Fluminense 0 x 0 Vasco, no estádio das Laranjeiras-RJ.
15.12.1990 - Vasco 1 x 1 Botafogo, em São Januário, já citado acima. Valeu, amigo? 

2 - "Quando Ademir Menezes marcou o seu primeiro gol pela Seleção Brasileira:?" Sérgio Adolfo S. Silva, de Wanderlândia - Tocantins. 

Foi em Brasil 2 x 1 Bolívia, em 28 de janeiro de 1945, pelo Campeonato Sul-Americano, que  Ademir Marques de Menezes marcou o seu primeiro gol pela Seleção Brasileira – no total, foram 35 tentos, em 41 jogos, com 30 vitórias, cinco empates e seis escorregadas. Ao ser convocado para a sua primeira participação pelo selecionado nacional, o “Queixada” já tinha feito 80 estragos nas redes dos adversários, como profissional. Dos goleiros que fizera chorar, 53 fora em nome do Vasco e 27 pelo clube que o revelara, o Sport Recife, de sua terra pernambucana. O jogo do seu primeiro gol foi, marcado aos 48 minutos,  no Estádio Nacional de Santiago do Chile, assistido por 28 mil pagantes  e com arbitragem do argentino Bartolomé Macias.
Com time dirigido pelo treinador Flávio Costa, que era do Vasco, o Brasil formou com: Oberdan (Palm), Domingos da Guia (Cor) e Norival (Flu)(Begliomini (Cor); Biguá (Fla), Ruy (SP) e Jaime de Almeida (Fla); Tesourinha (Inter-RS), Zizinho (Fla), Servílio (Cor) Ademir (Vsc)(Jair Rosa Pinto (Vsc) e Jorginho (Ame-RJ).  Ademir só teve dois títulos de campeão pelo escrete nacional: Sul-Americano de 1949 e Pan-Americano de 1952. Antes, em 1950, fora vice-campeão da Copa do Mundo e principal artilheiro, com nove gols.

3 - "Li um post, há dois dias, dizendo que o Comercial, de minha terra, Ribeirão Preto, sempre foi páreo duro paras o Vasco. Quantas vezes os dois já se enfrentaram?"  Alarico Feitosa, de Ribeirão Preto-SP.
Criado em 10 de outubro de1911, em uma terça-feira,  o  alvinegro Comercial Futebol Clube é chamado de “Leão do Norte”, por ter feito uma grande excursão, entre maio e junho de 1920, à Pernambuco e à Bahia. Estreou na primeira novo, atrás no placar: 0 x 1 divisão do futebol paulista em 1927. Anote os duelos contra a "Turma da Colina": 13.01.1945 – Vasco 4 x 2 Comercial-RP; 02.03.1973 – Vasco 0 x 0 Comecial-RP; 14.03.1978 – Vasco 2 x 3 Comercial-RP; 06.02.1986 -  Vasco 0 x 1 Comercial-RP; 06.06.1986 – Vasco 1 x 0 Comercial-RP.

 

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

A MUSA CRUZMALTINA DO DIA - JAMILA

Esta é a modelo Jamila Sandoro, uma das mais lindas e inteligentes representantes da beleza vascaína. Veja o seu sorriso: de quem é muito feliz, torcendo para o time de história mais democrática no futebol brasileiro. O "Kike" deslumbrou-se com a sua beleza, vendo-a no site do concurso das musas do Campeonato Brasileiro da última temporada. E agradece à turma dasquela página eletônica pela reprodução. É para a galera da Colina ver. Afinal o que é belo deve ser visto, a todo o instante. Principalmente as musas cruzmaltinas. Confere?

CALENDÁRIO DA COLINA - 27 DE JANEIRO

A data 27 de janeiro tem um "Fla-Flu" curioso no currículo vascaíno. Digamos que é meio-diferente, pois o Fla dessa história é o Flamengo, de Varginha, e que já disputou o Campeonato Mineiro da divisão principal, na década de 1970. Mas o Flu é o Fluminense original, o das Laranjeiras. Assim, foi para o caderninho: Vasco 2 x 1 Fla/Varginha e Vasco 2 x 1 Fluminense. Vamos conferir.  
Vasco 2 x 1 Flamengo, de Varginho, rolou em uma quarta-feira de 1993, amistosamente, no Estádio Dílson Mello, na casa do visitado. Antônio William Gomes apitou e Bismarck marcou o primeiro gol vascaíno, aos 18 minutos do primeiro tempo. Leonardo fez o outro, aos 39 do segundo. Joel Santana era o treinador e o time teve: Carlos Germano; Claudio Gomes, Jorge Luís, Alexandre Torres (Tinho) e Cássio; Luisinho (Flávio), Leandro Ávila, William (Vítor) e Carlos Alberto Dias (Valdir); Leonardo e Bismarck.
Vasco 2 x 1 Fluminense é da temporada-2000. Foi jogo da primeia fase do Torneio Rio-São Paulo, em uma quinta-feira, no Maracanã, apitado por Romildo Corrêa (SP). Em quatro minutos, Romário decidiu: aos 23 e aos 27 do primeiro tempo. Alcir Portalla era o treinador e o time este: Hélton; Maricá, Odvan, Alexandre Torres e Gilberto; Amaral, Felipe (Valkmar), Juninho Pernambucano (Hélder) e Ramón (Fabrício Carvalho); Viola e Romário.
PINGA COM CERVEJA - O Quilmes é um time argentino com nome de loira gelada. Por isso, Pinga deitou e rolou. Provou dois goles de rede balançando, no jogo em que o Vasco venceu os "hermanos", em  1961, por 3 x 0, no boteco do freguês. Aconteceu em uma sexta-feira. 
  Enquanto isso, em 1972, o Vasco disputou o seu único jogo contra a seleção do Zairo. Foi o 12º da "Esquadra do Almirante" contra um selecionado estrangeiras, tendo rolado nas águas de uma quinta-feira, amistosamente, em São Januário.
 O Vasco desembarcou 3 x 2, de virada, nas redes dos africanos, por ordem do "Metre Ziza", Thomas Soares da Silva, o Zizinho, o cracaço brasileiro antes da "Era Pelé", era o comandante da rapaziada. Roberto Dinamite, Gílson Nunes e Ferreti fizeram as bolas zarparem rumo ao fíló, respectivamente, aos 45, 52 e 65 minutos.
Rubens de Souza Carvalho apitou , a renda foi de Cr$ 15.846,00 e o Vasco alinhou: Andrada; Fidélis, Moisés, Renê e Batista; Alcir e Gaúcho; Luis Carlos, Ferreti, Roberto e Gilson Nunes.
Outras vitórias vascaínas na data 27 de janeiro: 27.01.1949 – 2 x 0 Combinado Astúrias-Espanha-MEX; 27.01.1973 - 1 x 0 Argentino Juniros-ARG; 27.01.1974 – 2 x 0 Tiradentes-PI; 27.01.1998 – 1 x 0 Picos-PI; 27.01.1999 – 4 x 2 Fluminense.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - 26 DE JANEIRO

A vitória, por 1 x 0, sobre o peruano Sporting Cristal, no dia 26 de janeiro de 1957, amistosamente, em Lima, valeu ao Vasco ser chamado, pela revista "Manchete Esportiva, de "Derrubador de Campeões". Antes, já havia vencido, também, o campeão uruguaio, o Nacional, duas vezes, por 2 x 1, em 10 e 17 de janeiro, e o campeão chileno, o Colo-Colo, no  19 do mesmo mês, por 3 x 2, todos em jogos amistosos.
O gol que valeu um novo apelido aos cruzmaltinos foi marcado aos 41 minutos da etapa inicial, por intermédio de Laerte. O treinador Martim Francisco escalou o time assim: Wagner, Ortunho, Bellini e Orlando: Laerte e Coronel; Sabará, Livinho, Wilson Moreira, Válter Marciano e Roberto Pinto (Artoff). Três dias antes, o Vasco havia vencido o Desportivo Municipal, por 4 x 3, em jogo emocionantíssimo. Abriu o placar, sofreu dois empates e uma virada, para depois, também, virar a sorte e fechar a conta em 4 x 3.   
QUEIMOU O FOGO -  O zagueiro Rogério Pinheiro não era muito de ir á área do adversário encher o saco. Pela segunda rodada  da primeira fase do Estadual-RJ achou de ir. E se deu bem, dentro de São Januário. “Estufou o barbante”, com falavam os locutores esportivos, aos 36 minutos do primeiro tempo. Com aquele gol, o Vasco venceu o Botafogo, por 1 x 0, diante de 18 mil pagantes, sob a arbitragem de Samir Yarak.
Dirigido por Antônio Lopes, o time vascaíno ao do dia teve: Fábio; Russo, Alex, Rogério Pinheiro e Edinho (Cadu); Henrique, Bruno Lazaroni, Danilo (Siston) e Petkovic; Marques (Ely Thadeu) e Valdir 'Bigode').
Pancada legal, também, saiu pra cima do Bangu. No sábado 26 de janeiro de 2002, no mesmo terreno e pelo mesmo torneio, mas pela primeira rodada da Taça Guanabara, a rapaziada sapecou 3 x 0 na “alvirrubrada”. O estrago foi presenciado por 119 pagantes, o tutu do jogo ficou em R$ 595,00 e o trilar do apito foi com Edílson Soares da Silva.
Ely Thadeu, aos 2, e André Leone, aos 27 minutos do primeiro tempo, abriram os "saco". Souza, aos 22 da etapa final, fechou a conta. Evaristo de Macedo treinava a moçada e seu time foi: Márcio; André Ladaga (Bruno Leite), Leonardo Valença, André Leone, André Silva (Barbirato), Haroldo, Amaral, Geovani, Ely Thadeu, Souza (Cadu) e Léo Macaé.
MATOU O DRAGÃO - O Vasco aproveitou a data 26 de janeiro, também, para golear o Atlético Goianiense, time chamado de Dragão pela sua torcida: 4 x 1 nos costados dos rubro-negros goianos, pelo Torneio Gilberto Alves, em homenagem ao então presidente da Federação Goiana de Futebol, em uma terça-feira, em Goiânia. Com manhas do técnico Zezé Moreira, Célio (2), Saulzinho e Zezinho trucidaram a fera.
E não ficou só nisso. Desde 14 de agosto de 1930, quando goleou a seleção iugoslava, por 6 x 1, amistosamente, em São Januário, o Vasco já havia encarado 19 representações nacionais. Vencera 11 e empatara um jogo. Veio o 26 de janeiro de 1986 e a "Turma da Colina" foi à Valença-RJ pegar a turma da Costa do Marfim. Mandou 3 x 0, com Romário (2) e Paulo Roberto não perdoando.
 Luís Carlos Gonçalves apitou e o Vasco, treinado por Antônio Lopes, formou com: Acácio; Paulo Roberto (Heitor), Moroni; Fernando (Paulo César) e Lira; Vitor, Mazinho e Josenilton (Figueroa); Mauricinho (Santos), Romário (Anselmo) e Ronaldo (Gersinho).Outras vitórias nos 26 de janeiro foram: 26.01.1969 - Vasco 1 x 0 América-RJ; 26.01.1983 – Vasco 2 x 0 Treze-PB;  26.01.1992 - Vasco 4 x 1 Corinthians; 26.01.2008 - Vasco 3 x 0 Mesquita-RJ.

ESTREIA DE EDMUNDO - 26 DE JANEIRO

 

Quem chegou mais cedo ao Maracanã, naquela tarde, viu um júnior do Vasco driblar “todo o time do Botafogo” e balançar o filó. Quem era aquele garoto atrevido? Indagavam-se os torcedores, que se entreolhavam. E aplaudiam. Era Edmundo Alves de Souza Neto que, em 26 de janeiro de 1992, estrearia pelo time A da Colina, para ser o mais amado, pela torcida,  até a pendurar as chuteiras, o seu jogo de despedida, em 2011.
A estreia do titular Edmundo foi bancada pelo treinador Nelsinho Rosa, em rodada dominical da primeira fase do Campeonato Brasileiro, no Estádio Paulo Machado de Carvalho, o Pacaembu, em São Paulo. Naquele dia, ele não beliscou o filó, mas contribuiu bastante para os 3 x 0 do primeiro tempo e os  4 x 1 do placar final, com gols dos atacantes Bebeto (2) e  Sorato, e do zagueiro Jorge Luís. Assim, Edmundo apresentava-se ao futebol brasileiro, diante de 15.145 torcedores, que pagaram Cr$ 67.090.000,00 (cruzeiros, a moeda da época), na anunciando que seria um dos maiores astros das de três décadas que rolariam. Renato Marsiglia (RS) apitou a partida e o Vasco formou com: Régis; Luis Carlos Winck Jorge Luis, Alexandre Torres e Eduardo; Luisinho Quintanilha, Geovani (Sidnei) e William: Edmundo Sorato (Júnior) e Bebeto.
SALVE O CRAQUE! - Em uma de suas aberturas de página, o site oficial do Vasco escreveu: “Edmundo foi decisivo no tricampeonato (brasileiro) em 1997. Conquistou os torcedores pela sua garra dentro de campo, pelos muitos gols marcados sobre o Flamengo e, principalmente, por fazer questão de transparecer, mesmo quando estava em outros clubes, o seu amor incondicional à Cruz de Malta”.
Em um outro espaço do site, no link sobre os ídolos cruzmaltinos, está dito: “ Depois de ter se destacado nas categorias de base... em seu primeiro ano como profissional (Edmundo)  foi considerado o melhor jogador do Campeonato Carioca, após o Vasco ter faturado a competição de forma invicta. Depois de passar por Palmeiras e outros clubes, retornou ao Vasco em 1996... três anos distante... no ano seguinte... foi considerado o melhor do Campeonato Brasileiro. Quebrou o recorde de Reinaldo, ex-atacante do Atlético-MG, e totalizou 29 gols... na competição... O histórico vigésimo nono gol surgiu justamente contra o maior rival, o Flamengo...arrasado, por 4 x 1. Após o título de 97, o atacante se transferiu para a (italiana) Fiorentina... retornou a São Januário em três oportunidades:  1999, 2003 e 2008. Sempre demonstrando sua forte ligação com o clube cruzmaltino, o “Animal” sempre morou no coração dos vascaínos...”
Vários grandes ídolos do clube não mereceram um elogio desses no link dos “heróis”. Mas Edmundo merecia. Afinal, o que não pensar de um atleta que chegava a perder emprego, por amor ao Vasco? Aconteceu na tarde de 3 de outubro de 2001, quando ele foi para o estádio de São Januário, com a camisa do Cruzeiro, deixando avisado de que não comemoraria, caso marcasse gol contra os vascaínos. Por causa daquilo, o treinador Marco Aurélio  escalou o inexpressivo Cleber Monteiro em sua vaga,  e só o mandou para o jogo, no segundo tempo, quando já estava batido – Vasco    3 x 0 foi o placar da partida pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro, testemunhada por 7.508 pagantes, que ouviram em seus radinhos, após o apito final de Fabiano Gonçalves, que o clube mineiro demitira o atacante que tinha o coração na Colina.


URUBULEIRO –  Lá em cima, no terceiro parágrafo, você leu que Edmundo marcou muitos gols conta o maior rival cruzmaltino, o Flamengo. De uma partida nenhum vascaíno esquece: 4 x 1, de 3 de dezembro de 1997. Ele fez o show do clássico da segunda fase do Campeonato Brasileiro. Mordeu as redes rubro-negras, aos 16 minutos do primeiro tempo e aos 10 e aos 42 do segundo – Maricá fechou a conta, aos 45 da partida apitada por Paulo César de Oliveira (SP), em uma quarta-feira à notie, no Maracanã, quando o técnico Antônio Lopes escalou: Carlos Germano; Filipe Alvim (Maricá), Alex Pinho, Mauro Galvão e César Prates; Nélson, Nasa, Juninho Pernambucano (Moisés) e Ramon Mineiro;  Edmundo e Evair (Fabrício Eduardo).
Além de ter batido o recorde de gols no Brasileiro-1997, o carioca Edmundo, nascido em dois de abril de 1971, bateu o recorde, também, de maior números de tentos em uma só partida da competição, visitando, por seis vezes, as redes do paulista União São João, de Araras, no dia 11 de junho. A festa começou com um minuto de jogo. Ele recebeu a “maricota”, pela intermediária, progrediu, sem marcação, e chutou fraco. Teve uma ajudazinha do goleiro Adinam, que papou um “peru”. Ainda na primeira etapa, voltou à rede, aos 23. Na segunda fase, fez o terceiro, aos 27. Por ali, queria pedir substituição, pois não sentia-se bem, desde a concentração. Sorte dele que Luisinho Quintanilha deu-lhe uma dura: “Pirou, cara? O jogo tá fácil, você tá disputando a artilharia. Segura!” E ele segurou. E mandou mais bolas no filó, aos 29, aos 34 e aos 44 minutos.
Clever Assunção Gonçalves (MG) apitou aquela goleada, assistida por 1.313 pagantes, com renda de R$ 14.mil, 390 reais, em São Januário, pela primeria fase do Brasileirão. Antônio Lopes comandava a “Turma do Animal”, que foi: Márcio; César Prates, Alex Pinho, Mauro Galvão e Felipe; Luisinho (Odvan), Nasa (Fabrício Eduardo), Ramon e Juninho Pernambucano (Mauricinho); Edmundo e Pedrinho. 
FATURAMENTO - Anote as “matanças do Animal” no Brasileirão de 1997: 16.07.1997 – (1) – Vasco 2 x 1 Corinthians; 03.08 – (1) Vasco 3 x 1 Fluminense; 17.08 - (1) - Vasco 3 x 0 Bragantino-SP; 30.08 – (2) – Vasco 3 x 2 Sport-PE; 11.09 – (6) – Vasco 6 x 0 União São João-SP; 14.09 – (1) – Vasco 2 x 4 Vitória-BA; 20.09 (2) – Vasco 4 x 1 Paraná; 28.09 – (1) – Vasco 2 x 1 Portuguesa de Desportos; 01.10 – (1) –Vasco 2 x 1 Palmeiras; 05.10 – (1) – vasco 2 x 1 Atlético-PR; 11.10 - (3) –Vasco 3 x 1 Coritiba; 26.10 – (2) – Vasco 4 x 3 Criciúma-SC; 02.11 - (2) –Vasco 3 x 1 Bahia. 14.11 – (1) – Vasco 3 x 0 Joinville-SC; 26.11 – (1) – Vasco 2 x 1 Portuguesa de Desportos; 03.12 (3) - Vasco 4 x 1 Flamengo.
Vale ressaltar que o estrago feito pelo “Animal” diante do União São João mantém o recorde vascaíno de maior bagunça no filó em uma só jogo do Brasileirão. Antes, Roberto Dinamite havia feito cinco, em Vasco 5 x 2 Corinthians, em 4 de maio de 1980; Arthurzinho, quatro, em Vasco 9 x 0 Tuna Luso-PA, em 1984, e Romário, também, quatro, em 2001, contra o Guarani de Campinas. Vale citar, também, que o Vasco já dominou a artilharia do Brasileirão em oito oportunidades: 1974 - Roberto Dinamite, com 16 gols; 1978, Paulinho, 19; 1984 - Roberto Dinamite, 16; 1992, Bebeto, 18; 1997, Edmundo, 29; 2000, Romário, 20; 2001, Romário 21; 2005, Romário, 25 – em 1984, o Vasco tornou-se o único disputante a ter o principal artilheiro e o vice, respectivamente: Roberto Dinamite, com 16 gols, e Arturzinho, com 14 gol.
CANARINHO -  Com tanta categoria, era natural que Edmundo chegasse à Seleção Brasileira. Foi canarinho por 39 jogos, vencendo 25, empatando 8 e perdendo seis. Marcou 10 gols. Foi campeão da Copa da Amizade -1992; da Copa Stanley Rous-1995 e da Copa América-1997. Disputou dois jogos da Copa do Mundo de 1998. (fotos reproduzidas de www.crvascodagama.com.br). Agradecimento.

domingo, 25 de janeiro de 2015

CALENDÁRIO DA COLINA - 25 DE JANEIRO

 

Roberto Dinamite

A data 25 de janeiro de 1981 era um domingo. Nele, a primeira fase do Campeonato Brasileiro marcava Vasco x Internacional, no Maracanã. A "Turma da Colina" cumpriu a tabela e  mandou 4 x 0 nos colorados, diante de 33.832 pagantes, que gastaram Cr$ 4.865.900,00 para ouvirem o apito de Dulcídio Vanderlei Boschillia-SP.
Nas redes, quem primeiro pintou foi Roberto Dinamite. Explodiu, aos 18 minutos do primeiro tempo e 'redinamitou', aos dois da etapa final. César, também, fez dois: aos 34 do primeiro e aos 12 do segundo tempo. Mário Jorge Lobo Zagallo era o chefe e o time foi: Mazaropi; Rosemiro, Orlando, Ivan e João Luis; Dudu, Marquinho e Zandonaide; Wilsinho (Flecha), Roberto Dinamite e César.

NAÇAZAÇA - Seis temporadas depois, no 25 de janeiro de 1987, o Vasco venceu o amazonense Nacional, por 2 x 1 Nacional, pelo segundo turno do  também Brasileirão, no estádio Vivaldo Lima, em Manaus, em um domingo. O apitador foi José de Assis Aragão-SP, o público de 28.140 pagantes e a renda de Cz$ 591.590,00 cruzados. 
 Vivinho, aos 35 minutos do primeiro tempo, e Mauricinho, aos 42 do segundo, balançaram o filó. Dirigido por Joel Santana, o time que bateu o "Naça" teve: Acácio; Paulo Roberto, Souza, FErnando e Pedrinho. Vítor (Henrique) e Mazinho; Vivinho, Mauricinho, Roberto Dinamite e Zé Sergio (Leonardo Siqueira).
 
 EMPATÕES - No 25 de janeiro de 1953, o Vasco obteve o seu segundo maior empate em  números de gols: 4 x 4, com o argentino Boca Juniors, em um domingo, no Maracanã, pelo Torneio Quadrangular Internacional do Rio de Janeiro. Ademir Menezes (2), Vavá e Ipojucan não foram irmãos dos hermanos. Sacudiram seus barbantes. Flávio Costa era o treinador e o time foi: Barbosa, Augusto e Haroldo: Ely Danilo e Jorge; Sabará, Ipojucan (Sarno), Ademir e Chico.
O Vasco tem um outro empate por 4 x 4: em 25 de setembro de 1994, com o selecionado  Coréia do Sul. Mas o maior foi  5 x 5, com o Corinthians, em 17 de abril de 1955, pelo Torneio  Rio São Paulo. (foto de Roberto Dinamite reproduzida do arquivo do Jornal de Brasília). Agradecimento.

DOMINGO É DIA DE MULHER BONITA

 

CASAMENTO DE VASCAÍNOS - ÉCIO

O sol brilhava forte, às 13h do dia 30 de janeiro de 1961, quando o defensor vascaíno Écio Capovilla casou-se com Sandra Beatriz Maria Etzberger Barbedo. Foi uma autêntica cerimônia colunável, com atos civil e religioso transcorridos na casa da noiva, filha do sub-procurador geral dfa república, Alceu Barbedo. Presentes, o procurador geral da república, Cândido de Oliveira Neto, e representasntes de todos os ministros de estado.
Primeiramente, houve a cerimônia civil, tendo a noiva por padrinhos o irmão Sérgio Barbedo e a amiga Otília Petry Peralva. Por volta das 16 horas, foi a religiosa, oficiada pelo padre José Moacir Alves, vigário cooperador da praia de Botafogo. Apadrinharam a noiva o general Franco Ferreira/esposa, enquanto o noivo convidou os seus pais, Geraldo/Angelina Capovilla.
Sandra usou um vestido de cetim branco, bordado anacarado e véu de gaze finíssima e caríssima (Cr$ 35 mil cruzeiros). De sua parte, o então médio (espécie de volante) cruzmaltino usou um terno de tecido tropical escuro. A elegância não pode ser conferida pela maioria dos companheiros de time. Só o goleiro Miguel e o atacante Wilson Moreira puderm comparecer.
Écio e Sandra conheceram-se dois anos antes, durante uma festa de aniversário. Foi amor à primeira vista. Ficaram noivos em 31 de dezembro de 1959. A lua-de-mel, com destino à Buenos Aires,  só foi possível após o amistoso em que o Vasco empatou, no Maracanã, por 2 x 2, com o espanhol Real Madrid, em 8 de fevereiro.
Os noivos ganharam muitos presentes, como geladeira, receptor de TV de 21 polegadas, rádios, ventiladores, enceradeira, rádios, pratarias, faqueiros e até um carro Wolksvagen-1961, presenteado pelo pai da noiva, que os teria, provisoriamente, como moradores em sua casa, em Botafogo, até que se mudassem para um apartamento  à Rua Bolívar, que o sogrão emprestaria ao vascaíno.   
 


The sun shone brightly, at 13h on 30 January 1961, when Vasco defender Écio Capovilla was married to Sandra Beatriz Maria Etzberger Barbedo. It was a real socialite ceremony with civil and religious acts passed in the bride's home, daughter of general sub-public prosecutor, Alceu Barbedo. Present, the attorney general of the republic, Cândido de Oliveira Neto, and representasntes of all ministers of state.First, there was the civil ceremony, and the bride by the godparents brother Sergio Barbedo and her friend Otilia Petry Peralva. Around 16 hours, there was a religious act, officiated by Father José Moacir Alves, vicar cooperator from Botafogo Beach. Apadrinharam the bride General Franco Ferreira / wife, while the groom invited their parents, Geraldo / Angelina Capovilla.Sandra wore a white satin dress, embroidered anacarado, and very thin veil of gauze and dearest (Cr $ 35,000 cruises). For his part, the then average (kind of steering wheel) cruzmaltimo used a dark tropical fabric suit.
The elegance can not be afforded by most teammates, because only the goalkeeper Miguel and the acante Wilson Moreira puderm attend.Écio and Sandra met up two years earlier, during a birthday party. It was love at first sight. Became engaged on 31 December 1959. The honeymoon honeymoon in Buenos Aires, was only possible after the friendly in that Vasco equalized in the Maracanã, for 2 x 2, with the Spanish Real Madrid, 8 February.Grooms won many gifts, such as refrigerator, 21-inch TV receiver, radios, fans, waxing, silverware, cutlery and even a Wolksvagen-1961 car, presented by the bride's father, who would have the provisionally by residents of your home in Botafogo, until they moved to an apartment on Bolivar Street, the sogrão lend to the vascaíno.