Vasco

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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

HISTORI & LENDAS - LUSOLOTECA

O Teste  465 da Loteria Esportiva, no sábado 20 de outubro de 1979, marcava Vasco x Portuguesa-RJ, pela quarta rodada do terceiro turno do Campeonato Estadual-RJ. Era o Jogo 1. Na época, a revista paulista "Placar" tirava a mais completa radiografia do lance, sem faltar um quesito orientador dos apostadores. A seção chamava-se "Bolão", e incluía, até, um quadro mostrando o biorritmo dos goleiros, moderníssimo, para a época.
 Os estatísticos da "Placar" produziam mais cinco colunas orientadoras:  1 - "O mapa da mina", mostrando aos adeptos da numerologia  quantas vezes venceram o time da Coluna 1; 2 - "Quadro de Tendências", prevendo a incidências de palpites certos nas três colunas; 3 - "O que está em atraso", para o apostador saber há quantas semanas não rolava determinada coluna: 4 - "Façam as suas apostas", a sugestão de gasto no volante da semana; 5 - "Da última vez", que era a referência à percentagem de apostas na última vez em que os dois times se enfrentaram pela Loteria Esportiva, com o mesmo mando de campo.
Para aquele teste, "Placar" informava aos que não acompanhavam o futebol em cima do lance, que o Vasco era terceiro colocado do Estadual-RJ, com seis pontos, em três jogos, marcando quatro e sofrendo um gol. Lutava pelo título. 
Sobre a "Lusa da Ilha do Governador", escancarava que só cumpria tabela, com campanha medíocre, em quinto lugar, somando três pontos,  tendo três tentos pró e sete contra. "Sem receio", a revistas mandava apostar no Vasco, a Coluna 1. E citava os seus últimos resultados: 1 x 1 Botafogo (22.09.1979); 1 x 1 Criciúma-SC (26.09); 1 x 0 Bangu (30.09); 2 x 1 Botafogo (07.10) e 1 x 0 Americano-RJ (13.10). De sua parte, a "Zebra" vinha de três empates, uma vitória e uma derrota. "Placar" informava, ainda que, pela Loteria Esportiva, os dos times haviam se encontrado em três oportunidades, com três vitórias vascaínas.
E veio o jogo e o palpite de "Placar" esteve absolutamente correto, sem chances de "zebrar" o placar: Vasco 7 x 0, no Maracanã, com gols de Guina (2), Paulinho Pereira, Roberto /Dinamite, Wilsinho e Katinha. O time: Emerson Leão. Paulinho Pereira. Ivã (Paulo Cesar), Gaúcho e Marco Antônio; Zé Mario (Paulo Roberto), Dudu e Guina; Katinha, Roberto e Wilsinho.
DETALHE: Guina abriu o placar com 1 minuto de bola rolando e entrou para o time dos "matadores" da Colina.

HISTÓRIA DA HISTÓRIA - REI DA EXCURSÃO

Ao lado do goleiro Yashin (E), os vascaínos entram em campo para encarar o Dínamo de Moscou, em 1957

Você tem aí fotos de recordações vascaínas. De uma excursão à antiga União Soviética, em 1957, época em que a rapaziada girava pelo mundo, constantemente. Por sinal, o Vasco foi o primeiro clube carioca a visitar a Europa. Aconteceu, em 1931. Já visitou 54 países, em 71 viagens internacionais.
Depois destas fotos de 1957, Vavá reencontrou os russos em 1958
A Espanha é a terra que mais viu o Vasco, por 24 vezes, enquanto o circuito por maior número de países rolou em 1956, totalizando 20 pugnas, em 13 nações.
O maior número de jogos foi em 1966, revela o pesquisador: 22 partidas em 10 países da Europa e da África, durante 88 dias.
São 393 partidas, com 202 vitórias, 86 empates e 106 derrotas. Foram 810 bolas balançando as redes dos gringos, e 525 buscadas. 
Em 21 dos jogos empatados, com decisões por pênaltis, o Vasco venceu 8 e perdeu 13. 
A moçada, no entanto, trouxe o caneco de 23 das 69 competições encaradas. Nessas excursões, o Vasco enfrentou dois adversários brasileiros: Portuguesa de Desportos-SP, pelo Torneio Euro-Luzitânia, em Portugal-1988, e Bahia, durante o Torneio da Amizade, no Gabão-1991 – vitória em ambos, respectivamente, por 2 x 0 e 2 x 1. para disputar a competição e, por esse motivo, ela está contabilizada.
O Vasco permaneceu invicto por 29 duelos seguidos no exterior, entre 14 de fevereiro de 1948 e 4 de março de 1954. E, a partir de 9 de janeiro de 1949, chegou à invencibilidade de 34 refregas, diante de equipes de vários países, com 11 desses pegas no Brasil e 23 no exterior, “o que nenhum clube brasileiro jamais conseguiu”.
Orlando fotografando Wilson Moreira
As fotos que você vê são do final de uma excursão à União Soviética. Vasco disputou três amistosos naquele local. E perdeu todos. Em 8 de julho de 1957, caiu ante ao ucraniano Dínamo, de Kiev, por 1 x 3 – a Ucrânia ainda não era uma república livre. 
Três dias depois, foi batido por um outro Dínamo, o de Moscou, na cidade do mesmo nome e pelo mesmo placar. Por fim, em 14 de julho, perdeu, por 0 x 1, do Spartak, novamente, em gramado moscovita.
Vale ressaltar que o time cruzmaltino chegou à capital soviética cansado, desgastado por uma excursão que começara em 5 de junho, por Curaçao. Passados quatro dias, a rapaziada já estava jogando nos Estados Unidos. 

No dia 12, abriu a temporada europeia, constante de mais oito partidas. Após 10 vitórias, em todos os compromissos, os cartolas obrigaram o time a se apresentar, também, para os moscovitas, para trazer mais dólares. A turma, esgotada, não aguentavas mais ver bola pela frente, pois os jogos anteriores haviam sido em um curto espaço de tempo. entre um e o outro. Deu no que deu, na antiga URSS.
Pra completar os vexames, os vascaínos chegaram mais cansado, ainda, da viagem Moscou-Rio de Janeiro, para estrear no Campeonato Carioca, em 21 de julho de 1957, em um clássico, contra o forte Fluminense. Sem tempo para se preparar, foram goleados, por 5 x 2.
Leia sobre a revanche o Vasco x Dínamo Moscou  na página de 4 de dezembro de 201
 Fotos reproduzidas de Manchete Esportiva e pesquisa feita o site de Mauro Prais.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

HISTORI&LENDAS DA COLINA - 2 APITOS

1931 – O Vasco encarou o uruguaio Sudamérica, amistosamente, em São Januário, no dia 24 de março, com dois árbitros. Começou com Jorge Marinho,  ligado ao Fluminense, e terminou com Carlos Scapinachis, atleta e jornalista no Uruguai. Na época, o futebol uruguaio, campeão da primeira Copa do Mundo, em 1930, e da Olimpíada de 1928, era fortíssimo. Até clube sem expressão, como o Sudamérica, que não era da primeira divisão, despertava a atenção dos brasileiros. Reforçado por atletas de Wanderers, Olympia Club, Peñarol e Nacional, aquela galera veio excursionar ao Brasil. O Vasco mandou-lhe 4 x 2, com gols de Mattos (2) e Paes (2), jogando com: Jaguaré, Brilhante e Itália; Tinoco, Fausto e Molla (Nevi); Bahianinho, Paes, Waldemar, Mattos e Sant’Anna.
 NOME DO FILME: DOIS APITOS E SEIS GRITOS (DE GOL).

1993 - O Vasco foi indiscutível durante a campanha do título da Taça Rio. Nas finais, mandou 2 x 0 e 2 x 1, além de um 0 x 0, com no Fluminense. Foram 16 vitórias, cinco empates e quatro quedas, marcando 47 gols e sofrendo 19. A “Turma da Colina” ainda teve o artilheiro, Valdir, com 19 bolas nas redes.  
VALDIR FEZ CABELO E BARBA, COMO SE FALAVA, ANTIGAMENTE, COM DUAS VITÓRIAS SEGUIDAS. E O SEU APELIDO ERA ‘BIGODE’.

Jogadores que mais vestiram a camisa cruzmaltina: Roberto Dinamite: 1.108; Carlos Germano: 632; Sabará: 576; Alcir Portela: 511; Barbosa: 485; Mazaropi: 477; Pinga: 466; Coronel: 449;  Paulinho de Almeida:436. 
SE HÁ OS “10 MAIS”, O VASCO TEM UM A MENOS ENTRE OS “MAIS”.

03.06.1984 - Foi diante do Vasco, amistosamente, em Juazeiro do Norte-CE, que o maior ídolo corintiano da década-1980, o meia-atacante Sócrates despediu-se do “Timão”. Mas, naquele dia, os vascaínos caíram, por 0 x 3, no Estádio Mauro Sampaio, com Biro-Biro, aos 67; Galo, aos 70, e Dicão, aos 73, marcando os gols. O time vascaíno, que estava comandado por Valinhos, foi: Acácio; Edevaldo, Daniel Gonzalez, Ivã e Airton; Oliveira, Mario e Claudio José; Jussiê, Geovani e Vilson Tadei. O Corinthians era: Carlos (Solito); Ronaldo, Paulo, Juninho e Ailton; Biro-Biro, Sócrates (Careca) e Luiz Fernando; Ataliba (Galo), Casagrande e Dicão. Técnico: Helio Maffia.
O “PADIM PADE CIÇO” NÃO QUIS FAZER MILAGRE PARA OS VASCAÍNOS. PREFERIU A CIÊNCIA DO DOUTOR SÓCRATES.

TRAGÉDIAS DA COLINA - ANIMAL PRESO

Um dos maiores ídolos da torcida vascaína., o atacante Edmundo já foi preso. Mas não estava, na época, sendo das "Turma da Colina". Aconteceu em 2011, quando já atava pelo time dos comentaristas esportivos de uma TV.
O "Animal" passou menos de 24 horas em uma cela de seis metros quadrados, sem colchão e janela, da Terceira Delegacia Seccional Oeste, no bairro de Pinheiros, em São Paulo. Seria levado para o Rio de Janeiro, mas o advogado Arthur Lavigne Júnior evitou a viagem.
Edmundo foi solto por um "habeas corpus" concedido pela desembargadora Rosita Maria de Oliveira, da Sexta Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Ela considerou ilegal o mandado de prisão expedido pelo juiz da Vara de Execuções Penais, Eduardo Carvalho de Figueiredo, explicando que não poderia haver prisão, ou cumprimento de pena, sem que todos os recursos fossem esgotados, o que estava definido, desde 1999, pela suprema justiça brasileira. O atleta tinha, ainda, um recurso contra a sua condenação correndo no Supremo Tribunal Federal.
O advogado sustentou que o prazo para prescrição da pena seria de oito anos, a partir da data de condenação (4,6 anos), em março de 1999, e não de 12 anos, como entendia o juiz da Vara de Execuções Penais. 
Edmundo foi acusado de culpa por um acidente automobilístico que matou três e feriu mais três pessoas, 2 em dezembro de 1995, ocorrido pelas imediações da Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro. Em 2011, quando esteve enjaulado, o "Animal" recebeu a visita de dois amigos, que levaram sanduíches para ele.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

VSCO DA GAMA 3 X 0 RESENDE

O resultado classifica o "Almirante" para a decisão da Taça Guanabara, a partir das 17h de domingo, contra o vencedor de Flamengo x Fluminense, que se pegam hoje à noite. Se carregar o caneco pra São Januário, será o titulo de número 13 da rapaziada, desde 1965, quando a disputa foi criada e os vascaínos a venceram. O resultado classifica o "Almirante" para a decisão da Taça Guanabara, a partir das 17h de domingo, contra o vencedor de Flamengo x Fluminense, que se pegam hoje à noite. Se carregar o caneco pra São Januário, será o titulo de número 13 da rapaziada, desde 1965, quando a disputa foi criada e os vascaínos a venceram.
O Vasco prestou homenagem ao seu maior rival, o Flamengo, inserindo no peito das camisas a sua bandeira entrelaçada com a rubro-negra, solidarizando-se com o clube da Gávea pela tragédia que matou 10 garotos da base, na semana passada.
 Léo Mineiro,Thiago Pikachu e Marrony marcaram os gols da "Turma da Colina", que fez uma boa partida, sem nunca ser ameaçado pelo adversário. Também ontem, o Vasco ficou conhecendo o seu adversário na segunda fase da Copa do Brasil, o capixaba Serra, que venceu o paraense Remo, por 1 x 0.
Aos 12, Lucas Mineiro subiu no terceiro andar, sozinho, cabeceou e deixu a bola paradinha no canto direito do goleiro do Resende: VASCO 1 x 0. Aos 33, Cáceres apoiou e, da direita, e cruzou para área, Yago Pikachu, em nova cabeçada, aninhou a pelota na rede: VASCO 2 x 0.  Aos 17 do segundotempo, , Marrony apertou a saída de bola do goleiro, roubou-a e empurrou para o gol: VASCO 3 x 0
O resultado classifica o "Almirante" para a decisão da Taça Guanabara, a partir das 17h de domingo, contra o vencedor de Flamengo x Fluminense, que se pegam hoje à noite. Se carregar o caneco pra São Januário, será o titulo de número 13 da rapaziada, desde 1965, quando a disputa foi criada e os vascaínos a venceram.
O Vasco prestou homenagem ao seu maior rival, o Flamengo, inserindo no peito das camisas a sua bandeira entrelaçada com a rubro-negra, solidarizando-se com o clube da Gávea pela tragédia que matou 10 garotos da base, na semana passada.
 Léo Mineiro,Thiago Pikachu e Marrony marcaram os gols da "Turma da Colina", que fez uma boa partida, sem nunca ser ameaçado pelo adversário. Também ontem, o Vasco ficou conhecendo o seu adversário na segunda fase da Copa do Brasil, o capixaba Serra, que venceu o paraense Remo, por 1 x 0.
Aos 12, Lucas Mineiro subiu no terceiro andar, sozinho, cabeceou e deixu a bola paradinha no canto direito do goleiro do Resende: VASCO 1 x 0. Aos 33, Cáceres apoiou e, da direita, e cruzou para área, Yago Pikachu, em nova cabeçada, aninhou a pelota na rede: VASCO 2 x 0.  Aos 17 do segundotempo, , Marrony apertou a saída de bola do goleiro, roubou-a e empurrou para o gol: VASCO 3 x 0O resultado classifica o "Almirante" para a decisão da Taça Guanabara, a partir das 17h de domingo, contra o vencedor de Flamengo x Fluminense, que se pegam hoje à noite. Se carregar o caneco pra São Januário, será o titulo de número 13 da rapaziada, desde 1965, quando a disputa foi criada e os vascaínos a venceram.
O Vasco prestou homenagem ao seu maior rival, o Flamengo, inserindo no peito das camisas a sua bandeira entrelaçada com a rubro-negra, solidarizando-se com o clube da Gávea pela tragédia que matou 10 garotos da base, na semana passada.
 Léo Mineiro,Thiago Pikachu e Marrony marcaram os gols da "Turma da Colina", que fez uma boa partida, sem nunca ser ameaçado pelo adversário. Também ontem, o Vasco ficou conhecendo o seu adversário na segunda fase da Copa do Brasil, o capixaba Serra, que venceu o paraense Remo, por 1 x 0.
Aos 12, Lucas Mineiro subiu no terceiro andar, sozinho, cabeceou e deixou a bola paradinha no canto direito do goleiro do Resende: VASCO 1 x 0. Aos 33, Cáceres apoiou e, da direita, e cruzou para área, Yago Pikachu, em nova cabeçada, aninhou a pelota na rede: VASCO 2 x 0.  Aos 17 do segundotempo, , Marrony apertou a saída de bola do goleiro, roubou-a e empurrou para o gol: VASCO 3 x 0O resultado classifica o "Almirante" para a decisão da Taça Guanabara, a partir das 17h de domingo, contra o vencedor de Flamengo x Fluminense, que se pegam hoje à noite. Se carregar o caneco pra São Januário, será o titulo de número 13 da rapaziada, desde 1965, quando a disputa foi criada e os vascaínos a venceram.
O Vasco prestou homenagem ao seu maior rival, o Flamengo, inserindo no peito das camisas a sua bandeira entrelaçada com a rubro-negra, solidarizando-se com o clube da Gávea pela tragédia que matou 10 garotos da base, na semana passada.
 Léo Mineiro,Thiago Pikachu e Marrony marcaram os gols da "Turma da Colina", que fez uma boa partida, sem nunca ser ameaçado pelo adversário. Também ontem, o Vasco ficou conhecendo o seu adversário na segunda fase da Copa do Brasil, o capixaba Serra, que venceu o paraense Remo, por 1 x 0.
 Rafael Ribeiro, de www,vasco.com.br, flagrou a alegria de
  Léo Mneiro, Max López e Marrony, de costas
Aos 12, Lucas Mineiro subiu no terceiro andar, sozinho, cabeceou e deixu a bola paradinha no canto direito do goleiro do Resende: VASCO 1 x 0. Aos 33, Cáceres apoiou e, da direita, e cruzou para área, Yago Pikachu, em nova cabeçada, aninhou a pelota na rede: VASCO 2 x 0.  Aos 17 do segundo tempo, , Marrony apertou a saída de bola do goleiro, roubou-a e empurrou para o gol: VASCO 3 x 0.
 FICHA TÉCNICA - 13.02.2019 - (quarta-feira) - Vasco 3 x 0 Rezende. Semifinal da Taça Guanabara. Estádio: Maracanã-RJ. Juiz: Rodrigo Nunes de Sá . Público: 8.367 pagantes. Renda: R$ 226.080,00. Gois: Lucas Mineiro, aos 15 e Yago Pikachu, aos 33 min do primeiro tempo; Marrony, aos 17 min do 2 tempo.  VASCO: Fernando Miguel; Raúl Cáceres, Werley (Luiz Gustavo), Leandro Castan e Danilo Barcelos; Raul (Bruno César), Lucas Mineiro, Yago Pikachu (Lucas Santos), Thiago Galhardo e Marrony; Maxi López Técnico: Alberto Valentim. RESENDE: Ranule, Filipi Souza, Rhayne, Lucas Maia e Jeanderson; Joseph (Zambi), Léo Silva, Vitinho (Jackson), Arthur Faria e Davi Ceará (Valdeci); Maxwell. Técnico: Edson Souza
  

IMAGEM VASCAÍNA DO DIA


Reprodução de www.vasxfla.blogspot.com.br - Agradecimento.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

BELA DO DIA CA COLINA - MISS WHITE

Nada melhor do que começar o primeiro dia útil da semana com uma bela imagem produzida pelo www.musas10.com, que o Kike viu na "The Net". O Kike só discorda que o domingo seja um "dia inútil". Que conversa é esta? Foi nele que o glorioso Clube de Regatas Vasco das Gama construiu grande parte da sua história e, muito provavelmente, conquistou o coração desta linda modelo, que não tem o seu nome citado na página onde foi reproduzido. Gente, informe o nome das belas. Que pecado deixar a galera sem saber quem é. Ainda mais suma deusa dessas.  

Nothing better than starting the first day of the week with a beautiful image produced by www.musas10.com, which Kike saw on "The Net". Kike only disagrees that Sunday is a "useless day". What conversation is this? It was in him that the glorious Vasco das Gama Race Club built much of its history and, most likely, won the heart of this beautiful model, which does not have its name mentioned on the page where the photo was reproduced. Guys, you name the beautiful ones. What a sin to leave the crowd without knowing who it is. Even more so, she lives.

ÁLBUM DA COLINA - MANÉ VASCAÍNO


Mané Garrincha (C) também vestiu a camisa do Vasco da Gama. Durante um amistoso dos jogadores que não eram titulares, contra uma equipe amadora da cidade de Cordeiro-RJ, em 20 de julho de 1967. Marcou um gol. Foi o seu único jogo vascaíno.
 FOTO DA COLEÇÃO DO EX-GOLEIRO VALDIR APPEL.
Mané Garrincha (C) also wore Vasco da Gama's shirt. During a friendly of the players who were not titular, against an amateur team of the city of Cordeiro-RJ, on July 20, 1967. Scored a goal. It was his only game in Vasco da Gama.
PHOTO CORTESY OF FORMER GOLKEEPER VALDIR



segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

HISTOR I& LENDAS - FLABATIDO

1 - Nos 22 de junho, os vascaínos bateram  nos flamenguistas em duas oportunidades. Em  1986, 2 x 1, amistosamente, no estádio Castelão, em Fortaleza-CE, com gols de Mauricinho e de Roberto Dinamite. Em 1988, 1 x 0, ficando bi estadual. No dia seguinte à festa, o autor do gol, o lateral-direito Luís Edmundo Lucas Correia, o Cocada, saiu distribuindo cocadas pelas ruas do Rio de Janeiro, um sarro nos flamenguistas.
                                 
Capitão Bellini
2 - Curioso! Na data de 27 de junho, o "Almirante" igualou-se, por duas vezes, com os alviverdes paulistanos: 3 x 3, em 1945, e 1 x 1, em 1954. Só trocaram os dois últimos números: 45 e 54. O primeiro desses empates foi eletrizante, em uma quarta-feira, no  Pacaembu-SP. Os vascaínos chegaram a abrir três gols de frente, por Lelé (2) e Santo Cristo. O time alinhou: Barcheta, Berascochea, Rafagnelli, Nílton, Dino (Argemiro) Rubens, Djalma, Santo Cristo, Lelé, Isaías e Chico (Ademir Menezes). Em 1954, valeu pelo Torneio Rio-São Paulo, em um domingo, no mesmo local. Hélio marcou o tento da rapaziada, que foi: Barbosa; Dário e Bellini; Amauri, Laerte e Haroldo (Beto); Sabará (Vaguinho), Ademir Menezes (Iedo), Vavá, Alvinho e Hélio.

3- PRIMEIROS VSC X FLA FORA DO RJ:  31.01.1965 – Vasco 0 x 0 Flamengo – Estádio Pedro Ludovico, em Goiânia-GO; 31.03.1966 – Vasco 2 x 1 Flamengo – Estádio Nacional de Brasília-DF; 06.11.1966 – Vasco 1 x 2 Flamengo – Estádio Lomanto Júnior, em Vitória da Conquista-BA; 31.08.1969 – Vasco 0 x 2 Flamengo, em Aracaju-SE;  17.01.1971 – Vasco 1 x 2 Flamengo - Estádio Hermenegildo Barcelos, em Arraial do Cabo-RJ; 03.12.1976 – Vasco 3 x 2 Flamengo – Estádio Engenheiro Araripe, em Cariacica-ES;  20.03.1977 – Vasco 1 x 2 Flamengo, em Itabuna-BA: 03.02.1980 – Vasco 1 x 0 Flamengo – Estádio Vivaldo Lima, em Manaus-AM; 19.05.1981 – Vasco 1 x 0 Flamengo – Estádio Mammmoud Abbas, em Governador Valadares-MG; 22.06.1986 – Vasco 2 x 1 Flamengo – Estádio Castelão, em Natal-RN; 29.05.1994 – Vasco 0 x 1 Flamengo, - Estádio Castelão, em Fortaleza-CE; 20.07.1976 – Vasco 3 x 2 Flamengo – Estádio Vivaldão, em Manaus-AM; 03.05.1997 – Vasco 1 x 2 Flamengo – Estádio Alair Corrêa, em Cabo Frio-RJ; 17.07.2005 – Vasco 0 x 1 Flamengo – Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda-RJ.

 4  - O Vasco já vence o Corinthians com "th" sem "h". Com as duas letras, por 32 vezes, encarando os corintianos paulistanos.  Sem o "t",  em 1978,quando mandou 1 X 0 no Corintians da cidade satélite (de Brasília) do Guará. Era 22 de junho, uma quinta-feira e o prélio rolou, amistosamente, no Estádio Antônio Ottoni – homenagem a um Editor de Esportes do Jornal de Brasília e torcedor cruzmaltino, com gol de Mauricinho.  

A MUSA DO DIA DA COLINA - DRI

A vascaína abriu o coração e avisou: aqui, ninguém tasca. Só o "Almirante", enquanto eu estiver no meu mais perfeito juízo. Vascaína não vira a casaca, por nada deste mundo. E nem de outros, se houverem por aí. Ela, com toda a formosura que o "Homem Lá de Cima"  lhe deu leva energia à galera em dia de jogos, empurrando a rapaziada à vitória. Tantas, quer dizer, pois já perdeu a conta de quantas vezes saiu de São Januário com o sorriso atravessado nos lábios. O nome da moça é Adriana Pires e o Kike a viu em www.vascalinda.com.br. Agradecimento deste blog que não e comercial, só de exaltação ao glorioso Club de Regatas Vasco da Gama. 
The vascaína opened her heart and warned: here, nobody tasca. Only the "Admiral," as long as I am in my best judgment. Vascaina has not seen the coat. For nothing of this world. And neither of the others, if there are any. She, with all the beauty that the "Man Over There" gave her takes energy to the crowd on the day of games, pushing the boys to victory. So many, that is to say, because he has already lost count of how many times he left St. Januarius with a smile crossed his lips. Okay or want more?

domingo, 10 de fevereiro de 2019

HISTORI & LENDAS - LOS URUGUAJOS

1 - O Peñarol é um tradicional freguês continental da “Turma da Colina”. Em 17 jogos, os cruzmaltinos venceram nove (52,94%), marcando 31 gols, à média de 1,82 por partida. Confira a estatística desse que é um dos maiores clássico sul-americano: 04.02.1947 - Copa Atlântico – Vasco 0 x 0 Peñarol; 08.04.1951 - amistoso  - Vasco 3 x 0; 22.04.1951 – amistoso – Vasco 2 x 0; 16.01.1958 - amistoso – Vasco 3 x 1; 09.04.1963 -Torneio de Santiago do Chile – Vasco 3 x 2; 04.03.1967 - amistoso – Vasco 2 x 1; 03.09.1967 -Troféu Ramón de Carranza – Vasco 1 x 3; 20.02. 1982 - Torneio de Verão do Uruguai – Vasco 1 x 0; 15.02.1983 - Torneio Bicentenário. Simon Bolívar – Vasco 1 x 2; 20.06.1997 - Supercopa da Libertadores – Vasco 3 x 1; 11.07.1997 - Supercopa da Libertadores – Vasco 1 x 1 Peñarol; 29.07.1999 - Copa Mercosul - Vasco1 x 2; 31.08.1999 - Copa Mercosul - Vasco1 x 1 Peñarol; 01.08. 2000 - Copa Mercosul – Vasco 3 x 4; 07.09. 2000 - Copa Mercosul - Vasco1 x 1 Peñarol; 05.04.2001 - Taça Libertadores – Vasco 2 x 1; 02.05.2001 - Taça Libertadores – Vasco 3 x 1.

2 - O Vasco já enfrentou o Rio Negro, de Manaus-AM, por 12 vezes. Venceu cinco (41.67%) e empatou seis (50%), marcando 22 gols, com 1.83 de média por partida. Confira data e placar de cada refrega contra os amazônicos:  23.06.1968 - amistoso - Vasco 4 x 1; 12.10.1971 - amistoso - Vasco 2 x 0; 30.09.1973 - Campeonato Brasileiro - Vasco 0 x 0 Rio Negro; 27.05.1976 - amistoso - Vasco 1 x 1 Rio Negro; 12.06.1983 - amistoso - Vasco 1 x 1 Rio Negro; 27.06.1984 - amistoso - Vasco 2 x 3; 09.07.1987 - amistoso - Vasco 0 x 0 Rio Negro; 20.07.1988 - amistoso - Vasco 3 x 2; 19.07.1989 - Copa do Brasil - Vasco 1 x 1 Rio Negro; 22.07.1989 - Copa do Brasil - Vasco 2 x 1; 09.02.1991 - Copa do Brasil - Vasco 1 x 1 Rio Negro; 21.02.1991 - Copa do Brasil - Vasco 5 x 0

O DOMINGO E UMA MULHER BONITA -

aguardar pesquisa

sábado, 9 de fevereiro de 2019

VASCAINAGENS NA "SELÉ"


1  - A Seleção Brasileira já encarou os espanhóis em oito oportunidades. Venceu a metade, empatou duas e escorregou em duas. Marcou 11 gols e sofreu oito. A primeira foi em 27 de maio de 1934, pela segunda Copa do Mundo, no estádio Luigi Feraris, na italiana Genoa. Para levar um time, a então Confederação Brasileira de Desportos (CBD), que brigava, com a Federação Brasileira de Futebol, pelo comando da modalidade no país, ganhou a parada, por ser filiada à FIFA, e levou a patota, em meio a uma luta entre profissionalismo e amadorismo no Brasil. Entre os carinhas conquistados, a CBD tirou o centroavante Leônidas da Silva do Vasco, por uma boa grana. E foi dele o gol brasileiro, na escorregada, por 1 x 3, que eliminou a rapaziada.

2 -  O segundo duelo Brasil x Espanha rolou durante a Copa do Mundo de 1950, no Maracanã. O Brasil sapecou 6 x 1, com quatro gols vascaínos, de Ademir (2) e Chico (2), e mais três representantes da Colina na partida, o treinador Flávio Costa, o goleiro Barbosa, o lateral-direito e capitão Augusto, e o apoiador Danilo. O confronto estava empatado: uma vitória para cada lado. O desempate rolou em 6 de junho de 1962, no estádio Sausalito, em Viña del Mar, pela Copa do Mundo de 1962, no Chile. Brasil 2 x 1, de virada, com dois gols de Amarildo, atacante que encerrou a carreira no Vasco.

3 - Em 1978, pelo Mundial de Argentina, em 7 de junho, no estádio Municipal de Mar del Plata, não houve gols: 0 x 0. O representante cruzmaltino na partida foi o atacante Dirceu Guimarães. Jorge Mendonça, que fez parte da "Turma da Colina", mais tarde, também entrou no jogo. Em 1º de junho de 1986, no Jalisco, da mexicana em Guadalajara, pela Copa de 1986, Sócrates enfiou as cicuta goela a dentro da espanholada 1 x 0. E assim se conta a história de Brasil x Espanha, pelo caneco do mundo.

4 - Amistosamente, Brasil e Espanha se pegaram, pela primeira vez, em 8 de julho de 1981, na Fonte Nova, em Salvador, com Brasil 1 x 0. Em 12 de setembro de 1990, quando o ex-apoiador Paulo Roberto Falcão esteava como treinador e lançava uma seleção inexperiente, de jogadores novos, a “Fúria” mandou 3 x 0, no espanhol estádio El Molinón, em Gijon. Da "turma experimental", o zagueiro Paulão esteve por São Januário, em 1992. Por último, rolou Espanha 0 x 0 Brasil, amistosamente, em 13 de novembro de 1999, no também espanhol Balaídos, em Vigo. Nesta, Anderson, cria do Vasco e que defendia o francês Lyon,  nos segundo tempo, a Jardel, outra cria da Colina e que estava defendendo o português Porto.

O VENENO DO ESCORPIÃO - O ÚLTIMO SUPERCONTO DE FADAS DO SÉCULO 20

O casal com os pais do noivo, reproduzido de www.blogrealmonarquias
  Noiva casando-se com o pai do noivo? Só em livro de sacanagem! Ou em filme.  Mas aconteceu no reino mais charmoso do planeta. Não que rolasse uma sacanagem a três, mas tudo por conta de uma tremenda gafe.
  Rolava a manhã dia 29 de julho de 1981, na catedral de Saint Paul, em Londres, quando a noiva Diana Frances Spencer chamou o noivo Charles Philip Arthur George Windsor  por Philip Charles Arthur George, o nome do pai.
 Nada chocante, porém, para os 2.500 convidados, que nem se tocaram.
 A cerimônia prosseguiu com o casal trocando alianças feitas do ouro da mina de Saint David, no País de Gales, do mesmo veio que já dera argola à sogra da nubente. Foram 70 minutos de cerimônia religiosa, 25 a mais do que um jogo de polo a cavalo, esporte no qual Charles Philip batia bem na “gorduchinha”. Aliás, para não perder a forma, rapidão,  deixou Diana gorduchinha, aferindo material de primeiro uso.
 Para ouvir amigo de Charles ler espístola de São Paulo aos coríntios e Sir John Betjeman poema de sua autoria, Diana precisou cumprir uma  lei mais antiga do que a Inglaterra, o exame de virgindade, no qual foi aprovada por conta do devagar e único namorado que tivera antes, Simon Berry, filho de um rico comerciante de vinhos.
 Vinho, no entanto, não foi escalado para o almoço oferecido pela família real a 108 chegados, no Palácio de Buckingham. No lugar, entrou a champanhe Krug - linguado com molho de ostras e frango ao creme Cornish foi o rango. Por sobremesa, bolo de noiva, com 1m50cm de altura, pesando 84 quilos, dos quais 25 em marzipã, cobertos por outros quilos de glacê.
Cinco andares de um bolo delicioso, reproduzido de
www.pinterest
Todo aquele trabalho do confeiteiro David Avery foi decepado por Diana e pela espada de Charles, componente do seu uniforme de gala da Marinha. De sua parte, ela uniformizara-se com um vestido de tafetá de seda marfim, com pérolas naturais aplicadas no decote e nas mangas, produção dos estilistas David e Elizabeth Emmanuel  – o véu com oito metros de renda, a mesma usada no casamento da Rainha Elizabeth I, meio-século antes.  
E quem, entre as moças casadoiras do reino, não estava de olhol no buquê da noiva? Este foi oferecido pela Royal Companyh of Gardners, composto por rosas e orquídeas brancas, entremeado por muguês, agardênias, frésias e um ramo de mirta, como no buquê da rainha Vitória.
Penteada por Kevin Shanley, todas as cabeças coroadas do mundo cumprimentaram a noiva, homenageada, pelo noivo, com um hino religioso entoado pelo Coral Bach, de 150 vozes. A pedido dela, os presentes ouviram, também, Kiri Te Kanawa  cantar, acompanhada por três orquestras,  “I vow to thee my country”, canção medieval que ouvia no colégio, quando garotinha.
Todavia, nem só aquele som os convidados ouviram. Também, por 30 minutos, dos dois sinos maiores e dos 12 menores da catedral de Saint Paul, antes da chegada da noiva, e por mais  quatro horas depois do final do enlace – isto é o que se pode chamar de casamento bem sinalado.
   A história dessa história começou às 9h daquele 29 do 07 do 81, com o recebimento dos convidados na catedral. Às 10h22, começava a rolar a carruagem da Raínha El.izabeth II, seguida por por mais oito, numa das quais estava o noivo. 
Csamento selado, carimbado, colecionado
As 10h40, a noiva e o pai, o Conde Spencer, deixavam Clarence House e faziam um trajeto enfeitado por flores azul, rosa e branca. À porta da igeja, Diana ouviu a galera cantar o hino britânico, “God save the queen (Deus salve a rainha)”.
 Para a lua-de-mel, o casal, em traje de passeio, partiu às 16h20, em carruagem que parou na Estação Waterloo, onde o trem real esperava para largar às 17h em ponto, rumo ao vilarejo de Romsey, a 150km  de Londres. Hospedou-se, por alguns dias, no palacete de um amigo lorde e, depois, a bordo do navio Britannia, viajou por ilhas do Mediterrâneo, até o Egito, de onde pegaram um avião, para a Escócia.
Por fim, de volta a Londres, Charles e Diana tinham duas mil caixas de presentes para abrir e fabricar um herdeiro ao trono dos Windsor, o que foi comunicado à galera no 5 de novembro do mesmo 1981. 
Em 21 de junho de 1982, chegava William, 12 da linha sucessória e que poderá ser o 42 rei da Inglaterra e 33 da linhagem de Guilherme o Conquistador. Em 15 de setembro de 1984, era a vez de pitar Henry Charles Albert David.
A história  mereceu capa da mais importante revistas semanal brasileira
 Era pra tudo isso ser um belo filme, com um  The End de fazer a plateia chorar. Afinal, uma professorinha de jardim de infância tornava-se princesa. 
Pena que, no meio dessa história, havia um tampax, que tapava o futuro e não deixou a ilha de Sua Majestade ver o último conto de fadas do século 20.
   

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

TRAGÉDIAS DA COLINA - BRIGALHÕES

Marcelo Sadio fotografou, para WWW.CVASCODAGAMA.COM.BR, o momento em que os jogadores do Vasco se indignavam com a violência nas arquibancadas da Arena Joinville-SC. Era a tarde do domingo 8 de dezembro de 2013 e a goleadas, por 1 x 5, sofridas ante o Atlético-PR rebaixou o "Almirante" a Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro. 
Na época, o Vasco tinha um time muito fraco, com o lateral-direito Fagner sendo o único que se salvava na defesa. 
 O goleiro Alessandro, por exemplo, foi um dos principais responsáveis pela queda, engolindo frangos monumentais e cometendo erros primários.
 Na zaga, o veterano Cris ajudou a derrotar o time em várias oportunidades. Seu colega de dupla de zaga, Renato Silva, era outro que não fazia uma boa temporadas. De sua parte, o lateral-esquerdo peruano  Yotun jamais justificou a vinda de tão longe, mesmo sendo jogador da seleção do seu país.
Os meio-campistas Abuda, Wendel, Pedro Ken e Marlone jogaram de menos, da mesma forma que os atacantes Bernardo e o equatoriano Tenório. Edmílson, quando nada, fazia uns golzinhos, mas Reginaldo era um pavor. Jáa o garoto Thalles era revelação que ia pegando experiência.  

A GRAÇA DA COLINA - ROMARIOGHLANDER

Segundo maior goleador da história cruzmaltina, com 324 gols, em 410 jogos, em quatro passagens por São Januário – só perde para os 702 gols, em 1.110 jogos, de Roberto Dinamite –, o hoje Senador Romário (PSB) é o terceiro maior “matador” da Seleção Brasileira, com 55 bolas no filó, e o quarto maior goleador em disputas nacionais de primeira divisão, pelos números da Federação Internacional de Estatísticas e História do Esporte.
Pelas contas da revista “Placar”, a melhor já surgida no gênero esportivo no país, o “Baixinho” marcou tanto quanto Pelé, 720 tentos em partidas oficiais. De sua parte, o semanário argentino “El Gráfico” vai mais longe e o considera o maior goleador da história do futebol. Afinal, o que não se dizer de quem foi o artilheiro em 27 das 83 disputas em que tomou parte? Lhe cai bem compará-lo a um personagem como o “Highlander”, como o fez o chargista Mário Alberto,  à página 7 do Nº 272 da revista Lance A + , de 19 a 25 de novembro de 2005, quando ele assombrava goleiros, vestido com a jaqueta cruzmaltina.
O "Highlander" foi u personagem do cinema, de um filme de 1986, dirigido por Russel Mulcahy, baseado em história criada por Gregory Widen, que teve Christopher Lambert no papel principal. Assim  como o guerreiro imortal das telas, também é Romário para o torcedor vascaíno

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

HISTORI & LENDAS DA COLINA - BONSUÇA

30.09.1924 - O confronto Vasco x “Bonsuça” regista 79 vitórias vascaínas e só 12 do velho rival, desde o primeiro confronto, na data acima, quando a moçada venceu, por 1 x 0. O maior escore cruzmaltino foi por 10 x 0, em 21 de maio de 1944.

18.03.1926 - O Vasco goleou o Syrio, por 6 x 1, pelo Campeonato Carioca de Segundos Quadros, na Rua Figueira de Melo,  formando com: Arlindo, Zé Manoel e Cláudio; Sylvio, Rainha e Abreu; Bahianinho, Pires, Godoy, Negrito e Patricio. O Syrio teve: Jarbas, Scott e Heitor, Jacques, Adolpho e Jurandyr (Euclydes), Aprígio,Medina, Gentil, Álvaro e Arnaldo (Rogério).

31 de março de 1928 – O Vasco enfrentou o uruguaio Montevideo Wanderers, inaugurando as arquibancadas atrás de uma das balizas e os refletores do estádio de São Januário. Venceu, por 1 x 0, com um gol olímpico, marcado por Sant'Anna, no segundo tempo. Torcedores vascaínos fanáticos dizem que foi o primeiro do mundo. Lenda! Pode ter sido o primeiro no Brasil, pois, em 2 de outubro de 1924, em Argentina 2 x 1 Uruguai, o argentino Onzari já havia marcado o gol batizado por “olímpico”, um sarro nos uruguaios que, em junho, conquistaram,  na França, a medalha de ouro dos Jogos Olímpicos. Vascaínos fanáticos dizem, também, que em Vasco 1 x 0 Wanderers, ocorreu o primeiro jogo sob luz artificial no Brasil. Outra lenda. A primazia é dos desportistas da cidade gaúcha de Pelotas que, em 25 de dezembro de 1915, promoveram um amistoso noturno entre União x Brasil. E mais: em 1914, o Villa Izabel-RJ dispuara dois jogos à noite, iluminados por faróis de bondes estacionados ao lado do muro de seu campo, no Jardim Zoológico.


A BELÍSSIMA MUSA DO DIA DA COLINA


Esta linda torcedora vascaína foi vista pelo Kike no www.paixaonet.com.br, sem indicação do nome dela e do fotógrafo. Se você souber, por favor, informe para colocação dos devidos créditos. Antes de mais nada, é uma deusa, exibindo o charme, a graça e a beleza das meninas que curtem o "Almirante".   
This beautiful Basque fan was seen by Kike on www.paixaonet.com.br, without mention of her name and the photographer. If you know, please advise to place the credits. First of all, she is a goddess, displaying the charm, grace and beauty of the girls who enjoy the "Admiral."

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

VASCO DA GAMA 2 X 2 JUAZEIRENSE-BA

 O resultado  classifica a "Turma da Colina" para a próxima fase da Copa do Brasil, pois o regulamento agora prevê a vantagem para o time de fora em caso de empate.  A rapaziada esteve melhor durante o primeiro tempo, quando  Yan Sasse abriu o placar.
Na segunda etapa, o time da casa trocou de papel com os vascaínos e chegou a virar o placar, após a partida ser interrompida, devido queda de energia elétrica nos refletores. No final, Maxi López empatou, cobrando pênalti. 
No domingo, o Vasco estrá no Maracanã, enfrentando o Resende, pelas semifinais da Taça Guanabara.  Na segunda etapa da Copa do Brasil, enfrentará o capixaba Serra, ou o paraense Clube do Remo.. 

CONFIRA A FICHA TÉCNICA - 06.02.2019 (quarta-feira) - VASCO 2 X 2 JUAZEIRENSE. Copa do Brasil. Estádio Adauto Moraes, em Juazeiro-BA. Juiz: Rafael Traci-SP. Público e renda: não divulgados. Gols: Yan Sasse. aos 13 min do 1 tempo; Balotelli, aos 5; Nino Guerreiro, aos 32, e Maxi López, aos 45 min do 2 tempo. VASCO: Fernando Miguel; Cáceres, Leandro Castán, Werley e Danilo Barcelos; Andrey (Ribamar), Lucas Mineiro, Yan Sasse (Yago Pikachu) e Bruno César (Thiago Galhardo); Marrony e Maxi López. Técnico: Alberto Valentim. JUAZEREINSE: Douglas; Ewerton (Maicon), Emilio, Emerson e Wallace; Waguinho, Patrick e Rogerinho (Kattê); Hugo (Jacó), Nino Guerreiro e Baloteli. Técnico: Aroldo Moreira 


MOACIR BARBOSA EM DOSE DUPLA

1 -Estas duas são as chamadas "únicas fotos" que o 'Kike" encontrou do grande goleirão Moacir Barbosa, jogando pelo paulista Ipiranga, no qual ao Vasco foi buscá-lo. São cliques da revista carioca "Sport Ilustrado", tão velhos, que o papel rasga com a maior facilidade. Observe como é fraco o contraste da s  nas reproduções. Nestes dois lances, Barbosa se vê as voltas com o ataque do Corinthians, que tinha time muito mais forte.
Barbosa estreou a como vascaíno em 11 de novembro de 1945, em Vasco 4 x 0 Madureira. E, de cara, foi campeão carioca, invicto, com 13 vitórias e cinco empates.Acione o arquivo do blog, à direita de sua tela, na data 22 de setembro de 2013, e saiba qual foi a maior defesa praticada por Barbosa, como atleta cruzmaltino.

These two are the so-called "unique photos" that the 'Kike' encountered from the great goalkeeper Moacir Barbosa, playing for São Paulo's Ipiranga, in which Vasco came to pick him up. In this two sets, Barbosa can see the laps with the attack of Corinthians, who had a much stronger team.

Barbosa debuted as Basque on November 11, 1945, in Vasco 4 x 0 Madureira. And, as a matter of fact, he was the undisputed Carioca champion, with 13 wins and five draws. Click on the blog file, to the right of his screen, on September 22, 2013, and know what Barbosa's greatest defense was, as crossmaltino athlete.

2 - Moacir Barbosa é considerado o melhor goleiro da história do futebol vascaíno. Ele considerava uma defesa, em 18 de janeiro de 1953, no Maracanã, diante do Bangu, a sua maior da carreira. Ajudou o time a ser campeão carioca de 1952, vencendo os alvirrubros, por 2 x 1. No lance, Zizinho venceu a defesa vascaína, entrou na área e chutou a bola para o ângulo superior do poste esquerdo defendido pelo camisas 1 da Colina. Barbosa executou um autêntico voo e alcançou a pelota no ar. 

Moacir Barbosa is considered the best goalkeeper in the history of Basque football. He considered a defense, on January 18, 1953, in Maracanã, in front of the Bangu, the greatest of his career. He helped the team to be Rio de Janeiro's 1952 champion, winning 2-0. In the match, Zizinho won the Basque defense, entered the area and kicked the ball into the upper left corner of the cross. Barbosa executed an authentic flight and reached the ball in the air.



terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

ÁLBUM DA COLINA - PÁGINONA-1923

Com o time-base sendo Nélson, Leitão e Cláudio (Mingote); Nicolino, Claudino e Artur; Pascoal, Torterolli, Arlindo, Cecy e Negrito, o Vasco da Gama conquistou o seu primeiro título de campeão da elite do futebol carioca. Uma conquista quase irretocável, com 11 vitórias, dois empates e só uma escorregada. A rapaziada visitou a rede em 32 oportunidades e buscou 19 bolas lá dentro., o que deixou o saldo de 13. Quem chefiava a moçada era o uruguaio Ramón Platero. Os principais artilheiros foram Arlindo e Cecy,  cada um marcando oito tentos.
With the base team being Nélson, Leitão and Claudio (Mingote); Nicolino, Claudino and Artur; Pascoal, Torterolli, Arlindo, Cecy and Negrito, Vasco da Gama won his first title of elite of the Rio de Janeiro soccer elite. An almost irreproachable achievement, with 11 wins, two draws and only one slip. The boys visited the network in 32 opportunities and searched for 19 balls inside, which left the balance of 13. Who led the youth was the Uruguayan Ramon Platero. The top scorers were Arlindo and Cecy, each scoring eight goals.

HISTORI&LENDAS DA COLINA - EURO

1 - Em 25 de agosto de 1935, o Vasco da Gama desvalorizou o Euro, o goleiro do Bangu. Fez-lhe buscar sete bolas no balaio, nos 7 x 2 pelo Campeonato Carioca. Aconteceu em um domingão de muito sol, quando Luna e Tião marcaram três, cada um – Orlando Pinto também meteu o dele, em prélio rolado em São Januário.

2 - Foi, também, em um 25 de agosto que o Vasco da Gama marcou o seu 8000º gol em Campeonatos Brasileiros. Aconteceu, em 2002,  no estádio Serra Dourada, em Goiânia, mandando 4 x 2 Goiás. Géder fez gol contra,  aos 6 minutos, mas Sousa, Rodrigo Souto, Washington e Cadu viraram o placar para o time do treinador Antônio Lopes, que escalou: Fábio, Henrique Lima, Géder, Marcelo Magalhães, Wederson, Bruno Lazaroni (Emerson), Wellingon, Rodrigo Souto, Léo Lima, Ely Thadeu (Cadu) e Sousa (Washington). 

3 -  2 - O Vasco tem três confrontos registrados diante do paraguaio Libertad, e sai deles com 67% de aproveitamento, marcando 10 gols, à média de 3,33 por jogo. Confira a estatística: 16.02.1938 - Vasco 1 x 3 Libertad, em São Januário; 24.02.1946 - Vasco 6 X 1 Libertad, em São Januário; 02.07.1967- Vasco 3 X 0 Libertad, no Maracanã.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

ABELA DO DIA DA COLINA - MYRNA

A musa do dia viajou 59 anos pelo "Túnel da Colina" para visita-lo. Trata-se de Myrna Abi-Saber, filha de libaneses, dona de um par de olhos verdes e coroada Primeira Princesa dos Jogos da Primavera-1957.
  Bem que Myrna poderia ter sido a rainha, pois a sua plástica era imbatível entre os estudantes – 1m70cm de altura; 60 quilos; 92cm de busto; 94cm de quadris e 58cm de cintura.
Na soma dos pontos, Niura Klemm levou a coroa, pelo desempenho esportivo (ver matéria em 19.03.2016) –  Myrna competiu em arco e flecha, tiro ao alvo e basquetebol.
 Estudante da Cultura Inglesa e do Colégio Barcelos Costa, onde completava o antigo curso científico, ela ainda encontrava tempo para trabalhar, como professora,  em uma entidade de ajuda chamado Pioneiras Sociais.
Além de Rainha do Vasco da Gama, Myrna era  associada do clube, há dois anos. Acompanhava os jogos cruzmaltinos, pelo rádio e a TV, sendo fã dos zagueiros Bellini e Orlando, e do atacante Vavá. Mineira, nascida em 28 de setembro de 1938, ela passou a viver no Rio de Janeiro a partir de 1943.
 Quando tinha um tempinho vago, ia à praia ou ao cinema, principalmente, aos filmes dos astros norte-americanos Jack Pallance e Ava Gardner.
 Com tanta beleza deslumbrando São Januário, Myrna não sentia necessidade de usar joias para aumentar o seu charme. “O abuso delas é feio”, justificava. Usava o perfume que a sua mãe comprasse e, no tocante a flores, preferia a palma de Santa Rita.
 Para ser apresentada a todo o país, Myrna foi fotografada por Dílson Martins e ouvida pelo repórter Ronaldo Bôscoli – Nº 134, de Manchete Esportiva, de 14 de junho de 1958. 
Os Jogos da Primavera que consagraram o seu brilho foram promovidos pelo “Jornal dos Sports”, entre 1949 e 1972, reunindo a média de 20 mil colegiais, anualmente.

Myrna flechou o alvo e o coração dos torcedores pela sua beleza
As aberturas eram no estádio do Vasco da Gama e tiveram as presenças de seis presidentes da República – Eurico Dutra, Getúlio Vargas, Café Filho, Juscelino Kubitscheck, João Goulart e Castello Branco.
Vale ressaltar que, durante os primeiros tempos dessas competições, a mulher brasileira vivia amarrada ao artigo 54, do Decreto-Lei de 14 de abril de 1941, que lhe proibia diversas práticas esportivas, como lutas,  futebol, boxe, salto com vara, salto triplo, decatlo, pentatlo, rugby, pólo e water-polo.

HISTÓRIA DA HISTÓRIA - BARÇA-57

Não foi a maior goleada vascaína na Europa, pois a rapaziada já havia mandado 11 x 0, respectivamente, contra Osrtesund, da Suécia (22.05.1959) e Trondheim, da Noruega (01.06.1961). Mas o sapeca, por 7 x 2 Barcelona, na Espanha, foi o que mais repercutiu. Aconteceu em 23 de junho de 1957, há seis décadas, portanto.
 Enquanto, no Rio de Janeiro, o “Jornal dos Sports” dizia que o Vasco havia sido um “furacão e varrido o futebol mundial”, na Espanha, uma revista dava a entender que a “Turma da Colina” era formada por professores, ensinando burros a jogar bola.
O massacre foi amistoso, no estádio Les Corts, quando o “Barça” ainda não tinha o Camp Nou, e o nome do dia foi o então médio gaúcho Laerte, com três tentos – Vavá (2), Válter Marciano e Wilson Moreira completaram o pancadão.

Defesa vascaína segura por baixo e por cima
Não fora uma goleada sobre um time franco, pois o Barcelona-1957 havia sido campeão da Copa do Rei e, no ano seguinte, campeão espanhol e da Taça das Feiras, que deu origem à Copa da UEFA (União Européia de Futebol), atual Liga Europa. Quem jogava em seu time era o atacante Evaristo de Macedo (passou pela Seleção Brasileira) que, futuramente, seria seu treinador.
O elevado placar poderia se surpresa para quem não tivesse conhecimento do que seria o Vasco do técnico Martim Franciso. A moçada, porém, batia, arrebentava, como fizera dias antes, quando traçara o também espanhol Real Madrid, então melhor time do planeta, por 4 x 3, na final do Torneio de Paris, na França, e sapecara 4 x 2 Athletic Bilbao, trazendo o Troféu Teresa Herrera, buscado na cassa do adversário.

Professores vascaínos ensinam
burrões espanhóis jogar futebol


Vasco 7 x 2 Barcelona, apitado pelo espanhol Gómez Contreras, rolou em um domingo à noite, com esta formação cruzmaltina:  Carlos Alberto Cavalheiro; Dario, Viana, Orlando e Ortunho; Laerte e Válter Marciano; Sabará, Livinho, Vavá e Pinga. O “Barça”, treinado por Doménec Balamanyá, tinha: Ramallets, Olivella, Brugué (Rodrí), Segarra, Flotats, Vergés (Gracía), Basora (Tejada), Villaverde, Martínez, Evaristo e González.
Na marcha do placar, Laerte abriu a conta, aos três minutos. Mais três, depois, Vavá foi lá, para o mesmo Laerte voltar ao filó, aos 11, deixando o primeiro tempo nos 3 x 0. 
Na etapa complementar, Vavá, aos 6, "removimentou" o placar, que anotou o primeiro tento espanhol, aos 10, por Villaverde. Válter fez o dele, aos 35. No minuto seguinte, o anfitrião reduziu o vexame, por Martínez, mas Wilson Moreira ainda fez mais um para os vascaínos. Grande noite! 
IMAGENS REPRODUZIDAS DO CENTRO DE MEMÓRIA DO VASCO DA GAMA. AGRADECIMENTO

domingo, 3 de fevereiro de 2019

VASCO DAS CAPAS - OS FRENTISTAS


O pernambucano Vevé e o gaúcho Saulzinho passaram por São Januário pela primeira metade da decada-1960. Na época, a "Turma da Colina" passava por uma entressafra e não vinha beliscando taças e nem faixas. Com isso, o primeiro terminou emprestado ao Esporte Clube Bahia. De sua pare, o segundo teve mais sorte e foi o principal artilheiro do Campeonato Carioca de 1962, com 18 tentos, deixando para trás os grandes "matadores" da época – Dida, Henrique Frade, Amarildo, Quarentinha, etc –. Poderia ter ido mais longe, mas uma contusão o tirou de cena quando vivia boa fase, barrando-lhe, inclusive, a chance de disputar uma vaga na Seleção Brasileira que foi à Copa do Mundo do Chile. 

The pernambucano Vevé and the gaúcho Saulzinho passed through São Januário for the first half of the 1960s. At the time, the "Turma da Colina" was going through an offseason and was not pinching bowls or banners. With this, the first loaned to Esporte Clube Bahia. From his stop, the second had more luck and was the leading scorer of the 1962 Carioca Championship, with 18 goals, leaving behind the great "killers" of the season - Dida, Henrique Frade, Amarildo, Quarentinha, etc -. He could have gone further, but a bruise took him out of the scene when he was in good shape, barring him, even, the chance to play in the Brazilian national team that went to the World Cup in Chile.    

O DOMINGO É UMA MULHER BONITA-MISS GB-1967, A QUARTA VERA, A CATOLICÍSSIMA

      Freelancer é um termo da língua inglesa para o trabalhador independente. No Brasil, é muito usado em jornalismo. Mas atingiu outras paradas, até mesmo concurso de beleza feminina, como em 1967, quando uma professora primária, residente em Copacabana, inscreveu-se ao Miss Guanabara, sem o patrocínio de nenhum clube.
 A bela professora, de nome Maria de Fátima, esperava que a sua atitude, principalmente depois de ter mostrado os seus atributos frísicos na revista Manchete, fotografado por Gervásio Batista, levasse algum clube a convida-la a usar a sua faixa, pois, até então, as moças que disputavam concursos de beleza representavam instituições, cidade, estados e países.
 Tivemos, então, na antiga Guanabara, a primeira candidata a miss freelancer no país. Mas quem usou a coroa de mais bela guanabarina daquela temporada foi uma moça muito preocupada em falar, o quanto antes, com “mamãe”.
Aconteceu durante a noite de 24 de junho 1967, no ginásio do Maracanãzinho, quando os fotógrafos apostavam na candidata do Várzea Country Clube, Solange Maria Thibau – ficou em segundo lugar. Das 27 meninas lindas que desfilaram, a coroa e a faixa foram para  Vera Lúcia de Castro, Miss Motel Clube Bandeirante, normalista (futura professora) de 19 de idade.
 Filha de família modesta e nascida no 30 de dezembro de 1948, desde os 12 de idade ela participava da congregação católica, da Igreja Santo Cristo.
Hoje, quando as miss sonham ganhar o mundo de presente, a quarta Miss Guanabara com o nome de Vera Lúcia  Vera Lúcia Saba-1962, Vera Lúcia Maia-1963 e Vera Lúcia Couto Santos-1964  foram as anteriores – tinha sonho bem modesto: ser apresentada ao cantor Agnaldo Rayol - no Miss Brasil, em 1 de julho, no mesmo local, ela ficou entre as semifinalistas. 

sábado, 2 de fevereiro de 2019

O VENENO DO ESCORPIÃO - TED BOY MARINO, UM MOCINHO CALABRÊS

Cartaz de divulgação de programação
  Pela metade da década-1965, o brasileiro empolgou-se com um espetáculo existente desde os tempos dos romanos, a luta livre, que pintou por aqui, na TV, modernizada e rebatizada  por telecatch. Um misto de porrada pra valer com marmelada. 
 Um dos principais responsáveis pelo estouro da audiência televisiva era um italiano nascido na Calábria e criado na Argentina, o mocinho Ted Boy Marino. Loiro, bonitão e invencível, ele fez tanto sucesso quanto aos reis do iê-iê-ie que, naquele momento, dominavam corações e mentes de garotos a coroas.
 Aquele show que tanto divertia o tele e o torcedor presente ao ginásio continha, realmente, cenas pastelão, como lutador espremendo limão nos olhos do adversário, cuspindo no rosto do outro e até arrancando a roupa do juiz, deixando-o com o bubum de fora, para risadas gerais. De sua parte, o público, também, interagia, atirando sapatos, guarda-chuvas, canetas, o que pudessem em cima dos bandidos, dos quais o mais odiado era Aquiles, o Matador. Fora dos ringues, o cidadão Vespaciano Félix de Oliveira era visto pelos colegas como a mais adorável das criaturas.
Capa de revista era uma consrtante
 Ser mocinho, casos de Ted Boy e de Tigre Paraguaio, principalmente, não era nada mole, pois eles teriam de ser verdadeiras damas e apanhavam muito por conta disso. Ted Boy, por exemplo, teve braços fraturados, em duas oportunidades, e cansou de voltar pra casa com machucados em várias partes do corpo.
  Bandidos – Satã, Rasputim, Barba Negra, Vingador, Múmia, Fantomas, Mongol, entre outros -, também se machucavam e chegavam a passar um bom tempo em recuperação de fraturas e outros trumatismos. Para os mais leves vencerem os odiados pesadões, era preciso treinar muito e levar estratégias para a luta. Por exemplo, um mocinho, pesando 75 quilos, precisava cansar um bandidão de 120, para aplicar-lhe o golpe fatal.
Ted Boy Marino -na verdade, Mário Marino -  chegava a treinar durante oito horas diárias, para manter a forma e desenvolver um repertório de golpes, dos quais o mais vibrante era o dropkick, pulo com os dois pés acertando o peito e derrubando o adversário. Empolgava, mas ele e os demais que faziam o espetáculo juravam jamais terem ganho uma boa grana, só cachê por lutas. Que mais reclamava eram os que encadernavam mais de um personagem, como Rubens Martins, que fazia Satã e King Kong, e Melquíades França Neto, encarnando
Fantomas e Fu Manchu. Também chorava muito ...., o dono do personagem Verdugo, que ficava entre bandido e herói, mas com visual macabro.
 A popularidade de Ted Boy Marino valeu-lhe participação em uns 35 programas mensais, inclusive novela e apresentação de desenho animado, e um convite, do produtor global Wilton Franco, para participar da primeira formação de os “Os Adoráveis Trapalhões”, com o palhaço Renato Aragão, o pacifista Ivon Curi (cantor)e o galã Wanderley Cardoso (cantor). O seu papel era meter a porrada nos bandidos que se envolviam em confusões com o personagem do Aragão. Em 1969, ele era um dos globais que mais cartas recebiam.
A revista "O Cruzeiro" fez um ensaio com Ted Boy e a cantora Vanusa
 Quando mudou-se, da Calábria para Buenos Aires, o então garoto magricela Mário tinha 12 de idade. Por viver levando a pior nas discórdias com os amigos, decidiu mudar tudo, procurando aprender a luta livre no clube Independiente. Não demorou muito e, tendo por mestre Martin Caradaján, mais famoso do que o presidente da Argentina, de repente, ele já estava lutando em programas do Canal 9 da capital portenha. E pintou o convite para vir lutar no Brasil, em 1965, e virar ídolo. E por aqui ficu enquanto viveu.
 Antes do estrondoso sucesso do telecatch já havia luta livre no Brasil, tendo por principais representantes Helio Grace e Valdemar Santana, que chegaram, inclusive, a disputar uma luta de 3h40- assunto para uma outra coluna. Combinado?