Vasco

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quarta-feira, 10 de junho de 2015

ESQUADRAS DO ALMIRANTE - SOLETRADAS


Pelas temporadas de 1956 a 1958, o Vasco teve uma defesa que a torcida sabia de cor e salteado. Dificilmente, a escalação mudava. Era formada por estes caras, em pé, da esquerda para a direita: Carlos Alberto  Cavalheiro, Paulinho de Almeida, Bellini, Laerte, Orlando e Coronel. Graças à segurança desta rapaziada, o time foi campeão carioca-1956/1958 e do Torneio Rio-São Paulao-1958. Turma da pesada!
 The seasons from 1956 to 1958, Vasco had a defense that the crowd knew by heart. Hardly changed the roster. Was formed by these guys, standing, left to right: Carlos Alberto Gentleman, Paulinho de Almeida, Bellini, Laertes, and Col. Orlando. Thanks to the security of this jig, painted on the shelves of the Hill banger Championships Cariocas-1956/1958, and the Rio-São Paulo Tournament-1958. Rough crowd!

terça-feira, 9 de junho de 2015

HISTORI&LENDAS CUZMALTINAS - ESCADINHA

1 - Durante o Campeonato Carioca de 1937, o Vasco passou por uma coleção de resultados interessantes diante dos seus maiores rivais. Só faltou o empate por 1 x 1. Confira:
26.12.1937 - Vasco 0 x 0 Fluminense. Estádio: São Januário. Juiz: Haroldo Dias da Mota. VASCO: Joel, Poroto e Itália; Rafa, Zarzur e Calocero; Lindo, Alfredo, Niginho, Feitiço (Kuko) e Luna (Orlando).
01. 10.1937 - Vasco 2 x 2 Botafogo. Estádio: São Januário. Juiz: Lóris Cordovil. Gols: Carlos Leite (2) e Mamede (2). VASCO: Joel, Poroto e Itália; Rafa, Oscarino (Zarzur) e Marcelino; Lindo, Alfredo, Feitiço, Mamede e Luna.
10.10.1937 - Vasco 3 x 3 Flamengo. Estádio: São Januário. Juiz: Jose Pinto Lopes (Badú). Gols: Niginho (2), Valido, Sá, Leônidas, Feitiço. VASCO: Joel, Poroto e Itália; Baffa, Oscarino e Calocero; Lindo, Alfredo, Niginho, Mamede e Luna. Naquele ano, a "Turma da Colina" foi comandada por três treinadores: o inglês Harry Welfare, o brasileiro Floriano Peixoto e o uruguaio Carlos Scarone.

2 - Vasco e Fluminense se enfrentaram 19 vezes na década 2000-2010, com 9 vitórias cruzmaltinas, 2 tricolores e 8 empates. Os resultados foram: 02.04.2000 – Vasco 3 x 2; 21.05.2000 – Vasco 0 x 1; 11.02.2001 – Vasco 2 x 0; 15.04.2001 – Vasco 3 x 3; 07.03.2002 - Vasco 2 x 2; 15.05.2002- Vasco 1 x 0; 02.02.2003 – Vasco 2 x 2; 19.03.2003 – Vasco 2 x 1; 23.03.2003 – Vasco 2 x 1; 07.03.2004 – Vasco 4 x 0; 04.04 – 2004 – Vasco 2 x 1; 27.02.2005 – Vasco 2 x 1; 26.03.2005 – Vasco 1 x 1; 05.03.2006 – Vasco 2 x 2; 17.02.20076 – Vasco 4 x 4; 23.03.2008 – Vasco 1 x 2; 08.02.2009 – Vasco 0 x 0; 13.02.2010 - 0 x 0 e 28.03.2020 – Vasco 3 x 0.

3 - Pelo Tornei Municipal-1948, após uma melhor de três, o Vasco ficou igual ao Flu, em número de pontos(16) vitorias (6), empates (4) e gols marcados (25). Perdeu no saldo de gols, por 12 x 10, pois havia sofrido 15, contra 13 do concorrente. Foram estes os resultados da rapaziada: 02.05 – Vasco 4 x 3 Olaria; 06.05 – Vasco 0 x 0 Bonsucesso; 09.05 – Vasco 1 x 1 Fluminense; 23.05 – Vasco 3 x 1 Bangu; 30.05 – Vasco 2 x 1 Flamengo; 09.06 – Vasco 3 x 1 América; 13.06 – Vasco 2 x 2 Botafogo; 16.06 – Vasco 4 x 2 Canto do Rio; 20.06 – Vasco 3 x 3 São Cristóvão; 24.06 – Vasco 0 x 4 Fluminense; 27.06 - Vasco 2 x 1 Fluminense; 30.06 – Vasco 0 x 1 Fluminense. 

4 -  Em 1957, o Vasco contava com o zagueiro Aldemar e o atacante Vasconcelos. O primeiro fez o nome quando defendendo o Palmeiras e sendo considerado, por Pelé, o seu marcador mais leal. O outro foi para o Santos, tornou-se ídolo da torcida do "Peixe" e sofreu uma grave contusão. Depois,  nunca mais foi o mesmo e perdeu a sua vaga para Pelé.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

FERAS DA COLINA - LUIZÃO

 Luiz Carlos Bombonato Goulart, o centroavante Luizão, ajudou o Vasco a conquistar a Taça Libertadores-1998. Paulista, de Rubinéia, nascido em 14 de novembro de 1975, este escorpiano pentacampeão mundial, em 2002, pela Seleção Brasileira, disputou 71 jogos vascaínos – 54, em 1998 e 17, em 1999 – deixando em sua história na Colina 38 bolas nas redes.
Reprodução de www.netvasco.com.br  Agradecimento
A estreia cruzmaltina de Luizão foi vencendo o Bangu, em 18 de janeiro de 1998, pelo Estadual-RJ, em São Januário. Mas, naquele dia, quem matou foi o “Pantera” Donizete, seu parceiro de ataque, com 1 minuto de bola rolando.
Jorge dos Santos Travassos apitou aquela pugna, assistida por apenas 3.307 pagantes. O treinador Antônio Lopes escalou assim o primeiro Vasco de Luizão: Carlos Germano (Márcio); Vítor, Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Luisinho Quintanilha (Fabrício Eduardo), Nélson e Pedrinho; Mauricinho, Donizete e Luizão (Sorato).     
Luizão marcou o seu primeiro gol vascaíno em 1º de fevereiro de 1998, em São Januário, na goleada  5 x 0 Americano, pelo Estadual-RJ. Saou aos 28 minutos do segund tempo. Marcio; Vítor, Odvan, mauro Galvão e Felipe (Maricá); Nasa, Luisinho (Fabrício Eduardo) , Ramon Menezes e Pedrinho; Luizão e Brener foram os escalados pelo treinador Antônio Lopes.

domingo, 7 de junho de 2015

CONTOS DO KIKE - TIRI

  Tiri era o atleta mais querido da Liga de Futebol de Tapiracanga.  Aos 50 de idade, jamais fora expulso de campo e era saudado por torcedores de todos os times. Com um preparo físico impressionante, mesmo depois de ser um veterano, chegava sempre primeiro nas bolas que poderia dividir com os adversários.

 Naquela temporada, Tiri – registrado por Tiropeu Alves da Silva – anunciara se retirar do futebol ligadiano,  competitivo,  na última rodada do Campeonato Muncipal. Até lá esperava marcar o seu primeiro gol, o que jamais ocorrera, por atuar, rigorosamente, como zagueiro, nunca indo ao ataque.

Tiri, pelos inícios de sua carreira, colocava uma pedra amarrada ao pé esquerdo e ficava a arrastando pelo quintal de casa, para ganhar força. Com aquilo, ficou com um chute indefensável e o apelido de “Coice de Mula”. Do meio de campo em diante, falta cobrada por ele era um terror para os goleiros. Pena que ele não acertava a rede. Se não batesse nas traves, saia pela linha de fundo. Quem ficava na barreira rezava para ele não acertá-lo, pois o deixaria desmaiado.

Naquela última temporada de Tiri nos gramados, seu time, o Alto da Santa Cruz, vivia a sua pior crise técnica e financeira. Desfilava a lanterna do campeonato, com apenas um ponto ganho, de um empate inesperado, com o líder Gavião Futebol Clube. Foi, então, o Tiri, para o seu último jogo. Recebeu homenagens da Liga, do adversário e de todas as torcidas. E rolou a bola, com pontapé inicial feito por ele, cm o destino marcando a última rodada do Municipal com o encontro do pior com o penúltimo colocado . Era grande a expectativa da torcida do Alto de Santa Cruz para que a fragilidade do adversário – fizera dois pontos, em duas, também, zebronas -  favorecesse a marcação do primeiro gol de Tiri.   

 Rolou primeiro e segundo tempos e os dois times mostraram–se perfeitos inimigos do gol. No entanto, aos 45 minutos da etapa final, pênalti a favor do Alto de Santa Cruz, que perdia por 1 x 0. A torcida, em peso, até  do adversário, pediu:"Tiri! Tiri! Tiri!" – finalmente, ele poderia marcar o seu primeiro gol. Autorizado a cobrar, Tiri correu para a bola e mandou um míssil, que varou a rede e derrubou um muro que havia atrás do setor. A seguir, o juiz encerrou a partida, com a torcida gritando: "Tiri!Tiri! Tiri!"

Tiri poderia ter encerrado a sua carreira com um gol marcado em sua despedida. Mas,  por o seu time ter passado toda a temporada sem pagar as suas  obrigações, a Liga tirou-lhe o ponto pelo emate, passando-o para o adversário, e anulou o seu gol. De quebra, cobrou da agremiação a bola que os moleque roubaram ao cair atrás do muro do estádio, no meio da rua.

                                     Final às 20h28 de 02.10.2025 (quinta-feira)


sábado, 6 de junho de 2015

FERA DA COLINA - FABÍOLA MOLINA

Nascida em 22 de maio de 1975, na paulista São José dos Campos, a vascaína Fabíola Pulga Molina foi uma das mais brilhantes nadadoras da Colina. Os seus pódios incluem uma medalha de prata e três de bronze em Jogos Pan-Americanos, além de seis outros em Campeonatos Sul-Americanos e 55 títulos de Campeonatos Brasileiros.
Fabíola escolheu o nado de costas, como a sua especialidade, no início da carreira, que levou-a à equipe nacional, em 1990, quando tinha 15 anos de idade. Na temporada seguinte, já disputava os Jogos Pan-Americanos cubanos, em Havana. Foram 22 anos nas piscinas, nadando pela seleção brasileira, o que fez dela a atleta mais longeva destas plagas. Encerrou a carreira, aos 38 anos de idade, em 2012, disputando o Mundial de Piscinas Curtas, em Istambul, na Turquia, quando ficou em 7º lugar nos 50 metros nado costa. Na mesma disputa, juntamente com Larissa Oliveira, Daynara de Paula e Beatriz Travalon, ajudou  a equipe canarinha a bater o recorde sul-americano dos 4x100m medley, com a marca de 3min57seg66.
Individualmente, Fabíola quebrou os recordes continentais dos 50 m costas, em 26seg61; dos 100 m costas, com 57seg63, e dos 100m medley, cravando 1min00seg66, os três tempos obtidos em 2009, em piscina semiolimpica de 25 metros.
Em piscinas de 50 metros, Fabíola foi recordista das três Américas, nos 50m costas, com 27seg70; sul-americana dos 100m costas, impondo 1min00seg08, e,  também, continental do revezamento 4 x100m medley, com 3min58seg49, ao lado de Carolina Mussi, Gabriella Silva e Tatiana Lemos, todos, também, em 2009.
 Em Jogos Olímpicos, a estreia de Fabíola em 2000, na australiana Sydney, tendo ficado em 24º lugar nos 100 metros costas e em 36º nos 100 metros borboleta. Oito anos depois, na chinesa, Pequim, tirou o 18º posto dos 100 metros costas e o 10º do revezamento 4x100m medley.
Embora estivesse na seleção brasileira desde 1990, a imprensa passou a respeitar mais Fabíola quando ela ganhou a medalha de bronze do Pan-Americano-1995, nos 100 m costas, e estava na equipe tambem brnzeada dos 4 x 100 m medley, em Mar del Plata, na Argentina, medalha repetida na mesma prova de 1999, em Winnipeg, no Canadá. Em 2007, quando já tinha 32 anos de idade, levou a prata do Pan do Rio de Janeiro,nos 100 m costas.  Com 1m78cmde altura, Fabíola Molina ganhou, ainda medalhas de ouro nos 50 e nos 100 m costas,  e nos 4 x 10 m medley, nos Jogos Sul-Americanos, em Mellin, na Colômbia, em 2010.
Além do Vasco da Gama e da seleção brasileira, Fabíola só defendeu uma representação, a Associação Esportiva São José, de sua terra. (Foto reproduzida do blog da nadadora). Agradecimentos.