Vasco

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quinta-feira, 16 de julho de 2015

HISTORI&LENDAS - XERIFÃO CAPIXABA

1 - O zagueiro José de Anchieta Fontana nasceu no último dia do ano de 1940, na cidade capixaba de Santa Teresa. Jogando ao lado de Brito, formou uma das mais respeitadas zagas do futebol carioca, tendo a "terrível barreira" sido convocada para os preparativos da Seleção Brasileira rumo à Copa do Mundo de 1966, na Inglaterra. Mas ele foi cortado, perto da disputa, por motivo de lesão.

 2 - Fontana viveu até 10 de setembro de 1980 e foi vascaíno, de 1962 até 1968. Antes, passara pelos capixabas Vitória, em 1958, e Rio Branco, de 1959 a 1962. Defendeu, também, o Cruzeiro, de 1969 a 1972. Pela Seleção Brasileira, disputou a Copa do Mundo-1970, no México, tendo feito só um jogo. Mas atuou em outras 10 jogos, com oito vitórias, dois empates e uma pisada na bola. Desses jogos, sete foram contra seleções nacionais - quatro vitórias, dois empates e uma escorregada - e quatro contra clubes e combinados, vencendo todas.
3 - Na década-1950, torcedores fanáticos inventaram que o mais famoso dos cartolas da história do futebol espanhol, Santiago Bernabeu, presidente do Real Madrid, por mais de 50 anos, havia rompido relações com o Vasco, porque o seu clube fora vencido pelos cruzmaltinos, na final do Torneio de Paris, em 1957. Acrescentavam que o homem não admitia o melhor time do mundo cair ante uma equipe sul-americana, de uma região habitada por gente subdesenvolvida. Lenda brava!


quarta-feira, 15 de julho de 2015

HISTÓRIA DA HISTÓRIA - MANÉ DA COLINA

                                                                                 
GARRINCHA  (E) COM BIANCHINI (D)
Era o dia 20, do mês 7, do 7º ano da década-60. O camisa 7, aos 20 minutos do segundo tempo, balançou a rede, em um jogo de 7 gols: Vasco 6 x 1 Seleção de Cordeiro-RJ. Estava escrito que, algum dia, Mané Garrincha vestiria a jaqueta cruzmaltina.
Esta história começa em 1947, quando um tio do Mané – Manoel Francisco dos Santos – com quem ele se sentia mais a vontade do que seu alagoano pai, pediu ao amigo Franciso dos Santos Ferreira, o Gradim, treinador do Vasco da Gama, para experimentar o seu sobrinho, que andava perto de fazer 15 anos. Mas o garoto viu tantos outros com o seu mesmo sonho, esperando pela vez de rolar a bola, que terminou não tendo paciência para esperar. Desistiu e foi embora.
Quatro anos se passaram. Então, Manoel dos Santos, nascido em 18 de outubro de 1933, resolveu voltar a São Januário, para nova tentativa. Só queu não levou assuas chuteiras. Como o clube não tinha pares sobarndo e, muito menos, ninguém dos que estasvam por ali, novamente, falhou a tentativa de ele entrar para a Turma da Colina.
Em Cordeiro-RJ, o 'Mané'
disputou o seu seu úinco jogo vascaino 
Veio, então, a temprada de 1967, e Garrincha não conseguira repetir, pelo Corinthians, o futebol que o fizera o maior ponta-direita da histórai do futeboo: apenas dois gols em 13 jogos. Já era final de carreira, e o clube paulista o cedeu ao Vasco. Em São Januário, o Mané só treinava. Um dia, então, o zagueiro Brito, o capitão do time, liderou a rapaziada e pediu aos cartolas para definirem o futuro do “Demônio das Pernas Tortas”.
Valeu o pedido. Arrumaram a situação do craque e marcaram a estreia de Garrincha para o jogo contra o Bangu, pela Taça Guanabara-1967. Mas não rolou. Antes, haveria um amistoso, contra a seleção municipal de Cordeiro-RJ, e ele foi incluído no grupo da partida, mesmo tendo se machucado no treino da véspera. Jogando no sacrifício. Mane agravou a contusão e por ali terminou a sua aventura vascaína, que se reuniu ao 90 minutos e ao gol marcado, cobrando falta, diante do time de Cordeiro. Pelomenos, por um jogo, Garrincha vestiu a camisa do Vasco da Gama, como já haviam feito Domingos da Guia, Fausto dos Santos, Leônidas da Silva, Zizinho e Pelé. O jogo em que Garrincha foi cruzmaltino homenageou João Beliene, o então único sócio fundador do Vasco ainda vivo. Pela cota de NCr$ 600,00, o clube enviou a Cordeiro um time mesclando reservas, como goleiro Edson Borracha e o atacante Bianchni, que já haviam passado pela Seleção Braileira, juvenis e jogadores que vinham sendo testados pelo técnico Gentil Cardoso. Confir a ficha técnica.
20.07.1967 - Vasco 6 x 1 Seleção de Cordeiro-RJ. Local: Cordeiro (RJ). Juiz: Vander Carvalho. Renda: NCr$ 2. mil 727 novos cruzeiros e 25 centavos. Gols: Bianchini, aos 15, aos 18 e aos 35, e Zezinho, aos 21 min do 1º tempo; Milano (Cor), aos 10; Garrincha , aos 20, e Valfrido, aos 35 minutos do 2º tempo. Vasco: Édson Borracha (Celso); Djalma, Ivan (Joel), Álvaro e Almir; Paulo Dias e Ésio; Garrincha, Bianchini (Sílvio), Zezinho (Valfrido) e Okada (William). Técnico: Gentil Cardoso. (fotos enviadas pelo ex-goleiro vascaíno e atual bloqueiro Valdir Appel).

terça-feira, 14 de julho de 2015

HISTORI&LENDAS - PECADOS LUSOS

1 – Em Vasco 7 x 0 Portuguesa-RJ, no sábado 20.10.1979,  no Maracanã, o meia Guina abriu a conta no minuto inicial, mas, pelo restante da etapa, a rapaziada só marcou mais um. Na etapa complementar, quando a "Lusa Carioca" já havia queimado todas as substituições, o goleiro Chico saiu de campo (machucado) e o meia Marquinhos foi para o seu lugar, pagar todos os seus pecados.



2 - Em um  7 de setembro, o Vasco levantou armas e venceu o Bangu (6 x 2), pelo Campeonato Carioca-1951, e três ex-vascaínos: o treinador Ondino Viera, o zagueiro Rafagnelli e o atacante Djalma, que estavam alvirrubros. Aconteceu no Maracanã. 

3 - Nos 7 de setembro, o Vasco venceu cinco jogos por 1 x 0: América-RJ, em 1957; Palmeiras, em 1971; São Cristóvão, em 1977;  Cruzeiro, em 1989, e Coritiba, em 2002. Por 2 x 0, passou pelo Goiás, em 1998.

4 - Em 8 de setembro de 1938, o Vasco disputava o Torneio Extra do Rio de Janeiro e, ao mandar 7 x 2 São Cristóvão, viveu momentos inusitados: três gols marcados pelo coringa Alfredo, que não era muito disso. Na mesma data, o zagueiro Renê, que não era disso, também,  mas de fazer gols contra e de cometer faltas na entrada da área, marcou um, no 1 x 1 Ceará, pelo Brasileirão-1973. Deu-se em São Januário, aos 14 minutos do segundo tempo. Realmente, lances espantaços.    

5 – De espantar, também, foi o gol do zagueiro Jorge Luís, em Vasco 2 x 1 Internacional-RS, abrindo o placar, no porto-alegrpontoense Beira-Rio, aos 10 minutos do jogo válido pelo Campeonato Brasileiro-2006. Jorge Luís era um zagueiro da estirpe de Renê.

6 - Em 2005, pelo Brasileirão, um outro zagueiro pouco acostumado a balançar o filó, também esteve por lá: Fábio Braz, em Vasco 1 x 0 Brasiliense,. em uma noite de quarta-feira, em São Januário: aos 66 minutos da pugna valendo pelo Brasileirão. O chute valeu emprego para ele, tempos depois, no time de Luis Estevão, o primeiro senador cassado da república brasileira.


FOTOS "E" REPRODUZIDA DE "O CRUZEIRO" E "D" MONTAGEM DO "KIKE" r

segunda-feira, 13 de julho de 2015

HISTÓRIAS DO FUTEBOL CANDANGO. POVÃO NÃO PRESTIGIOU DOM PEDRO

06.08.2008 – Apenas 56 pagantes foram ao Serejão assistir Dom Pedro II 1 x 0 Itumbiara-GO, pelo Brasileiro da Série C, em uma noite de quarta-feira. Foi o de menos. Mais importante tornou-se derrubar o campeão goiano e sair de campo vice-líder do  Grupo 21 da Série C do Brasileirão. Mais: o time dos Bombeiros manteve o tabu de jamais cair ante aquele adversário, o qual vencera duas vezes e empatara uma. Djalminha, que havia perdido um pênalti, aos seis minutos, foi o herói da vitória, cobrando falta, aos 22 da etapa final.

 Acenderam a chama: DOM PEDRO II:  Abraão; Renato Mello, Léo e Ivisson; Clein (Amaral), Daniel (Joelan), Japão, Paulinho e Rafinha; Índio (Lucas) e Djalminha. Técnico: José Lopes Risada. ITUMBIARA-GO: Rodolfo; Anderson (Elvis), Fabrício, Bruno e Jorginho Paulista (Vander); Tiesen, Cleber, Ernesto e Jackson; Miro (Léo) e Cleitinho. Técnico: Agnaldo Liz. Manoel Paixão dos Santos-MS apitou e a grana do jogo foi só de R$ 315,00. 

HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE. GAMA IMPIEDOSÃO NO BRASILEIRÃO


                                           MAIOR GOELADA NA SÉRIE A  

 07.112001 – Aconteceu durante tarde fe muito calor, no (velho) Mané Garrincha, valendo pelo Camperoanto Brasileiro da Série A, em três participações do Periquião na elite do futebol brazuca.

Aquele, no entanto, foi prélio só de um tempo, o primeiro, quando o treinador Sérgio Alexandre armou time sem posições fixas, fazendo muitas triangulações, passes rápidos e o overlaping (adianta-se para receber a bola no ponto futuro) saía em cima. Parecia a incorporação do espírito da Laranja Mecânica holandesa da Copa do Mundo-1974.

 Para jogar tão bem, o Gama liberou o meia-armador Lindomar para  jogar solto, recuando só quando achasse conveniente. O ponta-direita Romualdo atuou aberto, como os ponteiros antigos, enquanto o meia-atacante Anderson recou para, tmbém, lançar e abrir espaços para o veloz centroavante Mauro. O esquema teve, ainda, o lateral–esquerdo Rochinha mais contido, subindo só nas boas.

Assim, o Gama fez 1 x 0, por cabeçada de Romualdo, aos sete minutos, quando Wilson Goiano corou falta; aos 20, a cuca legal foi a de Mauro, complementando cruzamento por Anderson; aos 18, Anderson repetiu o lance, Romualdo fez uma deixadinha e Lindomar escreveu 3 x 0; aos 22, Anderson lançou, Wiulsn Goiano cruzou e Mauro repetiu cabeçada: 4 x 0; aos 30, Romualdo lançou e Mauro matou: 5 x 0. 

 Ronaldo; Wilson Goiano, Nen, Jairo e Rochinha; Deda, Robstonó, Lindomar e Romualdo (Valenciano); Mauro (Reialdo) e Andeson (Gérson) foi o Periquitão laranja.

                                         MAIOR GOLEADA EM TRÊS SÉRIES

 28 de novembro de 2004 -  Foi diante do cearense Limoeiro e valeu o vice-campeoato  da Série C, com volta à Segunda Divisão do Brasileiro, em pugana rolada no  Bezerão, diante de 3.500 pagantes – renda de R$ 17.665,00. Além disso, o Gama teve Victor como priripal golador da Terceirona, com 10 tentos, juntamente com Frontini, da Barbarense-SP, e Marciano, do Limoeiro.

 A balaiada começou aos 12 minutos. O latertal Weslei cruzou  bola para o meio da área e Victor encaçapou: 1 x 0; aos 18, Cleiton cobrou falta na frente da área, mandando um topedo para a rede: 2 x 0; aos 25, Rodriguinho lançou Michel Platino, que cruzou,d a esqueda, para Victor fazer 3 x 1; aos 32, Victor serviu Platini, que emplacou: 4 x 1; aos 40, Weleuy cobrou falta, para o zagueiro Emerson deixar: 5 x 1, placar no primeiro tempo.

 Na etapa final, aos dois minutos, Rodriguinho subiu a conta para 6 x 1. E fechou, aos 20, lançado, por Victor, em contra-ataque: 7 x 1. Após o árbitro mineiro Rogério Pereira Costa assoprar o apito final, muitos torcedores comemoraram diante de uma faixa no alambrado separando o gramado das arquibncadas em que estava esrito: “É só descascar o limão. Gamão na SegundaDivisao”. Pouco imortava que o vice tivesse distante a cinco pontos de distância da Barbarense,

 Treinado por Reinaldo Gueldini, o Gama foi: Alencar (Roger); Cleiton, Marcão, Emnerson e Bobby; Macaé, Juari (Carlos Eduardo), Wesley e Rodriguinho; Victor e Michel Platini (Bispo). O Limoeiro teve: Marleudo; Givanildo, Uelson, George e Reeginaldo (Osvaldo): Haroldo, Jardel (Cici), Júnior Ferreira (Zé Mauro) e Marciano; Denílson e Paloma. Treinador:  Olivceira Canindé.