Vasco

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terça-feira, 23 de junho de 2020

XARAZADA ORLANDINENSE NA COLINA

Orlando é a xarazada mais comum, em São Januário. De zagueiro a atacante, tem quatro no pedaço. Vejamos:
O Peçanha jogava tanto que era
sempre capa de revista 
Orlando Peçanha de Carvalho, nascido em Niteroi-RJ, viveu de 20 de setembro de 1935 a 10 de fevereiro de 2010. Entre 1953 a 1960 esteve vascaíno, representando o Almirante durante a primeira conquista, pela Seleção Brasileira, da sua primeira Copa do Mundo, em 1958, na Suiécia, quando formou dupla de zaga com o capitão e também vascáino Bellini.
 Orlando poderia ter ido mais longe como um vascaíno vencedor, mas, ir para o argentino Boca Juniors, perdeu a chance de ser bi na Copa-1962, no Chile, pois o escrete canarinho não convocada quem atuava no exterior. 
 Orlando saiu de São Januário colecionando estes títulos de campeão pelo Vasco da Gama: Copa  Interandcional Rivadávia Corrêa Meyer-1953; Campeoantos Carioca-1956/958; Torneio Internacional de Paris-FRA-1957 e Torneio Internaciopnal do Chile-1957. Voltou ao Vasco, par encerrar a carreira, em 1970, aos 35 de idade. Depois, eteve como auxiliar técnico no clube. 
 O segundo Orlando de maior sucesso na Colina tinha Pereira no sobrenome e era lateral-direito. Apelidado por Orlando Lelé e Orlando Amarelo, nasceu na paulsita Santos e viveu entre 22 de janeiro de 1949 a 4 de setembro de 1999. Pelo Vasco da Gama, atuou entre 1977 e 1081.
Orlando chegou a jogar, tambe, como zagueiro de área, mas foi como lateral-direito que chegou à Seleção Braisleira, e como vascaíno. Dono de chute fortissimo, quando chegou a São Januário formou, com Mazaropi, Abel Braga, Geraldo e Marco Antônio o que ficou conhecido por Barreira do Vasco", pois aquela defesva passou um turno do Estadual sem levar gols.
Orlando Lelé ainda é o lateral que mais gols marcou para o Almirante (30), com um pé direito que os locutores esportivos chamavam por Canhão da Colina. També, fez muitos cruzamentos so medida para Roberto Dinamite tornar-se o mairo arti.heiro do Vasco em todos os tempos.
Orlaneot, no entanto, só faturou dois títuos vascaínos, ambos em 1977: do da Taça Guanabara e do Estadual-RJ.
Um outro Orlando vascaíno tem apelido assustador: Orlando Fumaça. Batizado e registrado por Orlando Monteiro Nascimento Filho, natual de Miracema-RJ, chegado em 30 de outubro de 1958, ele era um zagueirão respeitado, mas não por bater da medalhinha do pescoço para cima. O apelido foi por conta de sua motocicleta, que soltava muitqa fumaça, do que aproveitou-se o lateral-direito Rosemiro para lhe emplacar a chamada onomatópose.
Orlando Fumaça foi vascaíno por 29 jogos, em 1983, e eleito um dos melhores zagueiros do Estadual. Formou em uma seleção do RJ, ao lado de Zico, em amistoso contra SP. 
Reproduzido de Esporte Ilustrado, o vascaíno
 Orlando estaria com 108 nos costados
Como atacane Orlando Rosa Pinto acontecia algo esquisito: os treinadores viviam ameaçando barra-lo, mas ninguém que chegava para disputar vaga com ele era mais eficiente. Assim, ia ficando, ficando, ficando. E ficou com a camisa vascaína, de 1932 a 1942, quando pendorou as chancas.
Irmão de meia famoso, Jair Rosa Pinto, primeiro amisa 10 da Seleção Brasileira, o ponteiro Orlando nunca se machucva e nem arrumava encrencas para renovar contratos. Nasceu em Quatis-RJ, no 29 de setembro de 1911. Dizem que ainda vive, estando com com 108 de idade.
 Olando foi campeão carioca pelos Vasco de 1934 e de 1936. Na primeia dessas duas temporadas, o fuebol do Rio de Janeiro tinha duas entidades comandantes, a Associação Metropolitana de Esportes Athlético-AMEA e a Liga Carioca de Futeballl. Os vascaínos  veneram pela segunda, um campeonato de turno e returno, com sete times jogando todos contra todos. 
Em 12 jogos, a turma do Rosa Pìnto - Rey, Domingos e Itália; Gringo, Fausto dos Santos e Mola; Orlando, Almir, Gradim, Nena e D´Alessandro - venceu oito, empatou dois e escorregou em outros dois. Orlando atuou em 11 partidas e marcou quatro tentos.    
Em seu segundo título estadual, o Rosa Pinto, que colaborou, com três gols, já disputou pela Federação Metropolitana de Desportos, enquanto o outro torneio foi pela Liga Carioca. Em 16 prélios, o Vasco da Gama venceu 11, empatou um e caiu em quatro. O time-base, treinado pelo  inglêsr Harry Welfare, formava assim: Rey, Poroto e Itália; Oscarino. Zarzur e Calocero; Orlando, Feitiço, Kuko, Nena e Luna. 


segunda-feira, 22 de junho de 2020

XARAZADA CARLOSALBERTENSE NA COLINA

CACavalheiro nos bons tempos de 1956
Um goleiro e dois meias xarás Carlos Alberto vestiram a jaqueta vascaína. Doi aconteceram, enquanto um outro foi fugaz pela Colina.
Carlos Alberto Martins Cavalheiro, carioca, viveu entre 25 de janeiro de 1932 a 29 de junho de 2012. Desse tempo, tirou, de 1951 a 1957, para ser goleiro do Vasco da Gama. Por ser militar, da Aeronáutica, ele jogava como amador. 
 Sucessor de Moacir Barbosa, considerado o maior goleiro vascaíno de todos os tempos, Carlos Alberto foi o titular das camisa 1 do Almirante, durnte a conquista do título do Campeonato Carioca-1956: Carlos Alberto; Paulinho de Almeida (Dario), Bellini, Orlando, Écio e Coronel; Sabará (Lierte), Livinho (Roberto Pito), Vavá (Artoff) e Pinga, treinados popr Martim Francisco. 
Das 22 partidas da campanha, Carlos Albrto só não participou da última, quando o Vasco da Gama já era campeão, antecipadamente. Foi substituído por Hélio. Em 1958, ele chegou a ser convocado para os treinos da Seleção Brasileira que disputaria a Copa do Mundo - e trouxe o caneco da Suécia.    
 Ao contrário do CA Cavalheiro, o meia Carlos Alberto Gomes, apelidado por CA Pintnho, separou pouco tempo de sau vida para ser um vascsaíno: meros 13 jogos, sem marcar gols. Chegou à Colina, em 1980, e logo zarpou. Também carioca, o Pintinho  nasceu em 25 de junho de 1955. 
CAJesus rproduzido de www.playmakerstats.com
 Um outro CA fez mais sucesso do que o Pintinho: o meia-atacante Carlos Alberto de Jesus, campeão brasileiro da Série B-2009, formando neste equipe: Fernando Prass; Paulo Sérgio (Fágner), Vilson (Fernando), Titi (Gian) e Ramon (Ernani/Pará); Nílton (Mateus), Souza (Amaral/Bruno Gallo), Allan (Enrico/Fumagalli/Léo Lima/Jéferson) e Carlos Alberto (Magno/Phillipe Coutinho); Alex Teixeira (Adriano/ Rodrigo Pimpão/Robinho) e Élton (Alan Kardec/Aloísio/ Edgar), dirigidos pelo treinador Dorival Júnior.
 Carlos Alberto de Jesus veio, do alemão Werder Bremen, emprestado, até o final de 2010. Teve o empréstimo renovado e ficou, até 2013, tendo marcado 15 gols, em 41 jogos, no período do primeiro emprétimo, e mais 21 tentos, em 74 partidas. Nasceu carioca, em 11 de dezembro de 1984. 



GATA DA HORA DO DIA DA COLINA

Sacou o relógio dela? Tá na hora de você sonhar com uma deusa vascaína. Com a cabeça no travesseiro, ou na tela. Confere? Esta gatinha aqui o "Kike" a viu, durante o seu tradicional passeio matinal pela The Net, em www.plnoticia.com.br , que não citou o seu nome. Que barbaridade! Ela usas relógio, mas não tem hora marcada para encantar e mostrar a sua beleza e inteligência. Que começa sendo uma vascaína.

Dude, how lucky you are, huh? Dawn, seeing, face, a crossmaline goddess on her canvas, is no small thing, no. Not even! This kitten in front of his eyes, the "Kike", in his traditional morning walk, saw it on www.plnoticia.com.br, which did not mention his name. What barbarity! She wears a watch, but she has no appointment to charm and show her beauty and intelligence. That starts being a vascaína.

domingo, 21 de junho de 2020

LENDAS VSC – O VASCO VALE UMA MISSA

Foto enviada pelo kikenauta Jorge Eduardo, reproduzida do
álbum de recortes de jornais e revistas do vascainíssimo
Eliseu Fernandes - agradecimento.
 O Rei Henrique IV, fundador da francesa dinastia Bourbon, adorava uma sacanagem. Quem quisesse lhe agradar era contar quem estava traçando quem, como rolava o barato. Mas se amarrava no seu povo, que adorava as suas metáforas, como "uma galinha em cada sopa".
Por professar a religião protestante, Henrique IV teve muitos perrepes pra subir ao trono, em 1584. A Santa Liga não o aceitava. No entanto, 1589, após ele meter a porrada nos católicos, finalmente, chegou lá. Quer dizer: quase chegou, pois ainda teve de passar nove temporadas guerreando com a Liga.
Henrique IV, porém, era malandro. Vendo que perdia tempo, dinheiro e energia naquela guerra abestalhada, ele achou melhor dar um nó na oposição. Falou pra catolicada eu pretendia mandar o protestantismo praquele lugar e que iria aderir à Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana. Sapecou nos oritimbós dos babacas:
- Paris vale uma missa! – e foi coroado durante culto solene, pra continuar, por debaixo dos panos, muito mais protestante do que católico.
 Um século antes, quem acontecia na Europa era o português e almirante Vasco da Gama,  descobridor do caminho marítimo para as Índias, grande sonho dos países do Velho Mundo. Pouco depois, quando Pedro Álvares Cabral preparava-se para repetir a sua rota, ele chamou o fidalgo no canto e passou-lhe algumas sugestões, com as quais o Cabral achou o Brasil. Tudo nos conformes, como mandava o Tratado de Tordesilhas. Tanto que a Espanha, com quem Portugal dividira o planeta - sob os auspícios do Papa, embora a França não reconhecesse a partilha -, nem reclamou.
 Dos mares para os bares, mais quatro séculos se passaram e alguns carinhas se reuniram num boteco do Rio de Janeiro, desceram um bom vinho por dentro do pescoço e decidiram prestar uma homenagem ao almirante Vasco. E prestaram, no 21 de agosto de 1898.
A rapaziada começou saindo no braço. Remou pra carvalho. De repente, pensou em chutar uma esfera de couro. Como a rapaziada era muito democrática, epidermicamente, convidou uma galeira moreneira pra brincadeira, do que não gostaram umas gentes da elite carioca.
 Não adiantou achar ruim. O Vasco da Gama encarou e venceu preconceitos, chegou ao grupo principal do balípodo da terra e, com viradas de placar, no segundo tempo, em 1923, deixou pra trás todos os que lhe sacaneavam. De quebra, ganhou o seu primeiro título de campeão dentro das quatro linhas – em 1906, havia sido o primeiro de todos os títulos que viriam, no remo.
 Rola a bola e, entre 1945 a 1952, o Vasco da Gama colocou o Expresso da Vitória nos trilhos e viajou com uma das mais competentes tripulações do planeta. Papou tudo. Mas não venceu todos. Em 1959, por exemplo, após exceder em brilho pela temporada anterior - campeão carioca e do Torneio Rio-São Paulo -, o que então havia de mais forte pelo seu caminho, andou derrapando. Por conta de um giro desorganizado.

 Enquanto isso, o vascainíssimo torcedor carioca Mairo Prado, que estava fazendo um curso de extensão, na Espanha, andava entusiasmado com as notícias que lia nos jornais de Madri, sobre o sucesso do seu time, antes da derrapada. Por causa dos 4 x 1 de um jogo, de dias antes, ele decidiu pegar um trem e dar um chego na capital francesa, onde o Vasco da Gama estrearia em um torneio internacional, enfrentando um time alemão.
Porrá, Parrí! Sacanagem! O Vasco vale uma torre.
 Arte: Renato Aparecida
 Mairo Prado chegou ao seu destino a menos de duas horas do início da partida. Da estação ferroviária, seguiu direto para o Parc des Princese e foi um dos 15 mil pagantes.
 Sentado nas arquibancadas mais próximas do campo, ele aplaudiu Barbosa, Paulinho de Almeida, Bellini, Laerte, Russo, Coronel, Sabará, Almir (Delém), Roberto Pinto (Pacoti), Rubens e Pinga, quando estes entravam no gramado.
 Animado, Mairo Prado enfiou dois dedos sob a língua e assoviou, forte para o treinador Francisco de Souza Ferreira, o Gradim, que localizou de onde partira o som e fez-lhe o sinal de positivo, com o dedão da mão direita.
 Mairo Prado, de tão animado que estava para comemorar mais uma vitória vascaína, aplaudiu até o apito inicial do árbitro Jacques Devillers. Acostumado com os tipos de comemorações de gols no Maracanã, quando Sabará abriu o placar, aos seis minutos, ele pulou, vibrou, extrapolou-se, em alegria.
 Talvez, cansado por seguidas viagens, durante 21 dias, o Vasco da Gama só conseguiu segurar a vantagem até os 12 minutos do segundo tempo. O Time da Virada levou a virada, cinco minutos depois, caindo, por 1 x 2, e ficando pra decidir a medalha de bronze, com o italiano Milan, no qual mandou 2 x 1.
Aquela excursão vascaína fora uma bagunça. Começara pela Suécia (18.05.1959), com 5 x 1 Oddevold; depois,  Dinamarca na rota (20.05) e  2 x 1 Combinado Staevnet-Alliancen; voltou à Suécia (22.05) e mandou 11 x 0 Östersund; em seguida, o time visitou a Finlândia (26.05) e ficou  no 1 x 1 Helsinque-Alliansen; voltou à Suécia e deixou (28.05)  4 x 1 Nybro-SUE. Nesse ponto, pintou o auge da desorganização. A rapaziada ficou por 12 dias parada, em Paris, sem tem contra quem jogar. Foi por ali que arrumaram a participação vascaína em um torneio parisiense. Na estreias (09.06), com a rapaziada gordinha, sem fazer treinamentos físicos há quase duas semanas, aconteceu o apagão diante do alemão Fortuna Düsseldorf.
O giro terminou com 5 x 4 Atlético de Madrid (14.06) e 1 x 2 Bétis (21.06), ambos na Espanha. Mesmo com o prestígio do zagueiro Bellini, o capitão da Seleção Brasileira campeã da Copa do Mundo da Suécia-1958 e a sua maior atração, o Vasco da Gama foi um joguete nas mãos de empresários. Enquanto Real Madrid cobrava U$ 30 mil dólares por exibição, os caras pagavam menos de U$ 3 mil ao Almirante, que era o campeão carioca e tinha um dos melhores times do mundo.
 Desolado pelo insucesso do Vasco da Gama no dia em que fora torcer pela sua moçada, o fanático torcedor Mairo Prado não teve saco pra ficar mais um dia e conhecer os principais pontos da capital francesa. Voltou para a Espanha. Perto da estação, viu uma igreja aberta e gente entrando. Como só embarcaria dentro de uma hora e meia, mesmo cansado, entrou no templo e participou do que rolava. O Vasco valia uma missa.
   

HISTÓRIAS DO FUTEBOL BRASILINESE. FLAMENGOS, CANÁRIOS E BRASÍLIA NO LANCE

 1 - 1976  -  Flamengo e Canarinho se enfrentavam, no Pelezão. No primeiro tempo, o time rubro-negro, chamado por Flamenguinho, pela sua galera, demonstrou mais domínio da pugna, bateu na rede, por intermédio do seu homem-gol Itamar, e seguou o placar por toda a etapa.

No segundo tempo, sem Itamar, contundido, o Flamengo caiu muito e as ações se inverteram. O Canarinho dominou na etapa e chegou a empate, por conta de Belo. Por ali, a sua galera ficou assobiando, imitando o pássaro auri-negros, mas desperdiçou assopros, de graça. A pontaria do time do presidente Manoel Ramos era descalibradíssima, todas as chances de gol criadas eram desperdiçadas, principalmente por Peba, que foi expulso de campo, por reclamações ao arbitro.

Com cada time com um jogador a manos, as ações ficram mais parelhas, mas lá pelos finalmentes da pugna notava-se dois times muito exauridos, um por ter gasto muita energia pretendendo virar o plaar e o outro se matando para se defender. E por 1 x 1 ficou a pugna, com o Canarinho alinhando: Édson; Déo, Ivan, Cruzeiro e Diogo; Paulinho, Robertinho e Belo; Mano (Chiquinho II), Peba e Juvêncio. O Flamengo teve: Arnaldo: Luís Carlos. Miltão, Jaílson e Coco; Israel, Eudo e Chagas; Fernando (Josias), Itamar (Noel) e Rodrigues.

2 - O Flamengo fora formado por militares que serviam no Hospital das Forças Armadas-HFA. Era totalmente time amadorzão e entrou nas disputas da Federação Metropolitana de Futebol a partir der 1976. Antes do segundo semestre, trocou de nome, para Cruzeiro, porque o HFA ficava no bairro do mesmo nome e seus comandantes, Ribamar e Fernando Baracho, esperavam contar com o apoio da comunidade cruzeirense.  O seu principal jogador, o meia Eudo, tinha o apelido de Pudim. Do lado canarinhense, o atacante Peba, considerado o astro do time, mudou de nome, em 1978, passando a ser Paulo Hermes, como havia sido batizado e registrado.    

3 – 1978  - O Brasília Esporte Clube, bicampeão candango, não tinha adversários dentro da Federação Metropolitana de Futebol, tal a sua superioridade técnica e poder financeiro lhe garantido pela Associação Comercial do DF. Abusado de tanto bater na turma daqui, o Colorado do Planalto (apelido inventado pelo radialista gaúcho Nílson Nélson e que não pegou) marcou um amistoso com a goiana Anapolina, na vizinha Anápolis.

Rola a bola e o Brasília parecia estar jogando contra seus fracos adversários candangos. Dominava a Xata (apelido das Anapolina) e tinha seu ponta-esquerda Jair Soares entortando quem pintava pela sua marcação, o mesmo fazendo William Mochila, pela direita, em cima e Jorge Timbó, que nem voltou para o segundo tempo. No meio-de-campo, Wel, RaimuNdinho e Ernane Banana ditavam o ritmo de jogo. Dominaram taNto que esqueceram de bater na rede. Pê da vida com aquilo, durante o intervalo da partida, o treinador paulista Dicão (Osvaldo Lembo) mandou esporros pra cima deles e os barrou,  embora deixando o Banana, o craque do time, para a etapa final . Além dos três, tirou, também,   Edvaldo, por achar que este, quando atacava, não acertava os chutes a gol por falta de capricho.

 Pior pra ele. A turma que entrou ficou na mesma murrinhagem e, em seu primeiro ataque, a Anapolina venceu o amistoso por 1 x 0, com gol marcado por Sinomar, que passara todo o primeiro tempo anulado por Edvaldo. O Brasília foi: Paulo Victor;  Edvaldo (Manoel), Emerson Braga, Chavala e Santos; Wel Pinho (Capela), Raimundinho (Rogério) e Ernane Banana; William, Ney e Jair Soares. A Anapolina alinhou: Moacir, Eulálio, Deirotti, Toninho e Jorge Timbó (Ferreira); Décio (Ivan), Barão, Raimundinho e Armando (Paghetti); Edinho (Edson), Maurício (Zé Antônio) e Sinomar.