Vasco

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sábado, 10 de dezembro de 2011

VASCO OFERECE AVIÃO AO BRASIL

Por intermédio dos presidentes Joaquim Pereira Ramos e Cyro Aranha, o Club de Regatas Vasco da Gama ofereceu, respectivamente, um telescópio de grande alcance à Marinha e um avião Pax à Força Aérea Brasileira.
Para o segundo caso, criou-se a comissão constituída pelos vascaínos Castro Filho, Eurico Serzedelo, Rufino Ferreira, Arthur da Fonseca Soares (Cordinha), Lauro da Costa Rebelo, Bernadino Buentes, José Teixeira, Moacyr Siqueira Queiroz, José Ribeiro de Paiva (Almirante) e João Lamosa, presididos "Almirante". Este, "Cordinha" e Lamosa providenciaram a feitura de distintivos de lapela com a inscrição "Avião Vasco da Gama", ofertada aos contribuintes. Em 20 dias, o projeto era real, com entrega no dia 10 de dezembro de 1942, no estádio São Januário, a 10 de dezembro de 1942, na preliminar da final do campeonato brasileiro de seleções, entre o Distrito Federal e São Paulo.
O  Ministério da Aeronáutica foi representado na entrega por Pedro Calmon, representando o ministro, que designou a oferta para o baiano Aeroclube de Salvador, a fim de servir de instrução a novos pilotos. O batismo do aparelho ficou a cargo de o vascaíno Joaquim Fagundes Leal. (foto).
José da Silva Rocha (Rochinha), ex-presidente e historiador vascaíno, registrado assim, pelo jornal “A Noite”, o discurso do chamado “Professor” Castro Filho sobre o fato:

Joaquim Fagundes Leal batiza o avião oferecido à Força Aérea Brasileira 
"Eu me sentia desligado daquela praça verde, palco de lutas desportivas gigantescas. O meu pensamento vagueava por outras paragens: o campo de lutas sangrentas e irreparáveis em que, naquela hora, por certo, preliavam, como heróis, muitos dos nossos atletas, tantos dos moços que ali receberam as primeiras lições de coragem e de civismo. O meu olhar turvado de lágrimas, estava preso aos graciosos movimentos do Pavilhão Nacional do grande mastro. Parecia-me ver nesse ondular de verde e ouro o aceno protetor e amigo do reconhecimento; eu via a Bandeira do Brasil a acenar para todos, como se lhes dissesse comovida: - Obrigada, Vasco, muito obrigada vascaínos; Deus vos conserve esse grande, esse imenso coração!"
Pesquisa e foto do Centro de Memória do Vasco da Gama. AGRADECIMENTO.


sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

MUSA VASCAÍNA DO DIA - JESSICA

 Nesta foto de papel de parede, reproduzida do site www.musasgatasfc.com.br, você curte a beleza total da jovem torcedora vascaína. Beleza e inteligência. A mulher vascaína tem estas duas qualidades, indiscutivelmente. Jessica Lopes é, também, uma das modelos mais bonitas destas plagas verde-e-amarelo. 
 

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

MÃO BRANCA NA GALERA DA COLINA?

 Falei na faculdade que eu era torcedor do Vasco e desejava ser jornalista esportivo, para fazer cobertura do clube. Então, o professor perguntou seu e sabia que o bandido ‘Mão Branca’ fora criado por um jornalista cruzmaltino, em uma tarde, em São Januário, quando o goleiro Hélcio jogava com luvas escandalosamente brancas. Verdade?” Gustavo Osires, do Meier-RJ.

Xará! Com certeza, é mais uma das tantas lendas que o torcedor inventa. Coisas daqueles vascaínos que colocam Deus e o Diabo compadres na mesa do boteco. Se isso não tem no site do Mauro Prais (maior pesquisador vascaíno), não deve ser verdade. Verdade só uma: o “Mão Branca” foi uma invenção do repórter Jorge Elias, no diário carioca "Última Hora", para pressionar as autoridades a atuar mais forte no combate ao crime. Só que o personagem caiu no gosto popular e virou herói da Baixadas Fluminense. É disso que a imprensa gosta. Então, rádio, jornal e televisão não perdeu tempo. Só dava o “Mão Branca” nas bancas e na telinha da TV, tornando-se o maior vendedor de jornais e o dono das maiores audiências do JR.
Segundo o maior repórter policial já surgido nesse país, Amado Ribeiro, com quem trabalhei na “Última Hora de Brasília”, o Jorge Elias iria chamar o bandido-personagem de “Mão Pelada”. Mas no momento em que iria entregar a matéria ao chefe de repotagem, trocou o nome, para “Mão Branca”, por ter olhado para um cartaz cartaz publicitário apregado na parede atrás de onde ele sentava-se.
O CARA - Élcio, ele era o terceiro goleiro do Vasco. O técnico Elba de Pádua Lima, o glorioso “Tim”, tinha o argentino Edgardo Norberto Andrada, em grande forma, e Valdir Appel, que havia sido titular, como reserva imediata. No entanto, quis o destino que o Élcio Araújo fosse o camisa 1 vascaíno no jogo em que o Vasco quebrou o tabu, de 11 anos e 8 meses, sem ser campeão carioca, vencendo o Botafogo, em 17 de setembro de 1970, no Maracanã, por 2 x 1. Oficialmente, Andrada estava contundido, enquanto surgiam fofocas de que ele estaria “vendido”, coisa de botafoguense, com certeza, para desestabilizar o time vascaíno. Já que Valdir andou pisando na bola, após ter feito defesas milagrosas, em muitas partidas, Tim resolveu escalar Élcio, nos dois jogos que fecharam a campanha.
DETALHE: Élcio; Fidélis, Moacir, Renê e Eberval; Alcir e Buglê; Luís Carlos (Ademir), Valfrido, Silva e Gilson Nunes foi a escalação vascaína da penúltima e da última rodadas do Cariocão-1970. No entanto, em todas as fotos do time campeão as revistas usaram uma antiga, na qual aparece na Andrada, com esta que você vê. Do esquecido Élcio, nem o site oficial do Vasco (www.crvascodagama.com.br) fez menção. Cá pra nós: o “Mão Branca” estava “éfe” e mal pago, se tivesse sido inspirado em um goleiro que, quando teve a chance de atuar, levou três gols em dois jogos. Ainda bem que ele nasceu dez anos após Élcio ter sido goleiro do Vasco! (foto do arquivo de Amado Ribeiro, segundo o qual, lhe fora dada por Gil Pinheiro, que taalhava para as revsitas Fatos&Fotos e Manchete)

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

VASCO DAS CAPAS - MIGUEL

                                                         
O goleiro vascaíno Miguel, que está ao lado do botafoguense Manga, foi o usuário da camisa vascaína durante a conquista do titulo de SuperSuperCampeãoCarioca-1958. Ele nasceu no Rio Grande do Norte e foi o primeiro camisa 1 nordestino a fazer sucesso em São Januário. Observe o detalhe das joelheiras. Na época, todos os seus colegas usavam, vindo isso a cair em desuso após os médicos esportivos europeus descobrirem que prejudicavam a circulação sanguínea, após uns 20 minutos de bola rolando. Miguel atuou, também, no futebol alemão e no colombiano. 

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

A MUSA VASCAÍNA DO DIA - MARCELA



Esta é a lindíssima modelo Marcela, que foi a "Musa do Vasco" do Campeonato Brasileiro de Futebol da temporada-2008. Cada dias que passa ela fica mais bela e aprimora o seu jeito de fotografar para as campanhas das quais participa. No sábado, com certeza, Marcela estará comemorando a recuperação do time vascaíno neste Brasileiro, diante do Coritiba. Quando ela pinta no meio da galera, agita o time com muita energia positiva. Musa privilegiada, com tanta beleza e inteligência, que se conserve assim. (Foto reproduzida de papel de parede).