Vasco

Vasco

sexta-feira, 5 de abril de 2013

A GRAÇA DA COLINA - LUZARDO

Charge de Luazardo, publicada perla Revista do Esporte Nº 528, que circulou com data de 19 de aril de 1969, na penúltima temporada desta publicação que fazia parte do grupo da Revista do Rádio, do empresário Anselmo Domingos. A ideia é um torcedor malandro, querendo "morder" uma grana do cartola, para garantir a torcida.
 
 

 



quinta-feira, 4 de abril de 2013

IMAGEM DO DIA - VASCOMONATAGEM

Como o Vasco era a base da Seleção Brasileira vice-campeã da Copa do Mundo -1950, o “Kike” preparou esta montagem da “SeleVasco”. Pena que o time tivesse os flamenguistas Juvenal e Bigode, que “entregaram a rapadura que azedou” o sonho de título mundial. A foto tem: Barbosa, Augusto, Danilo, Juvenal, Bauer e Bigode (em pé), Maneca, Zizinho, Ademir Menezes, Jair Rosa Pinto e Chico (agachados), além dos massagistas Johnson (E) e Mário Américo (D). Além dos “entregadores”, só não eram cruzmaltinos o zagueiro Bauer e os meias Zizinho e Jair. Mesmo assim, o “Mestre Ziza” fez duas partidas com a jaqueta da “Turma da Colina”, em 1955, e Jair passara por São Januário, entre 1943/46, além de ter disputado, em 1957, alguns jogos pelo combinado Vasco-Santos

quarta-feira, 3 de abril de 2013

HISTÓRIA DA HISTÓRIA - OLIMPICO



Tinha de ser um feito cruzmaltino. Primeiro time brasileiro campeão no exterior; primeiro campeão mundial de futebol de areia; primeiro carioca a excursionar à Europa; primeiro brasileiro a ter um artilheiro de Copa do Mundo; primeiro a ter um capitão erguendo a Taça Jules Rimet, primeiro campeão no Maracanã e time do primeiro gol olímpico no Brasil
Este aconteceu em 1928, quando o Vasco recebia,  amistosamente, o uruguaio Wanderers, inaugurando os refletores do estádio de São Januário e uma parte das arquibancadas atrás de um dos gols. Até então, a rapaziada só havia disputado uma partida internacional, em 2 de dezembro de 1923, empatando, por 1 x 1, com o também uruguaio Universal FC, amistoso que marcou a despedida da bola do autor do seu primeiro gol, o português Adão Antônio Brandão – em Vasco 1 x 10 Paladino, no 3 de maio de 1916, pelo Campeonato Carioca  da Liga Metropolitana de Esportes Athléticos.
Era o segundo jogo festivo na Colina, desde a inauguração do estádio, em 21 de abril de 1927. O prélio estava duro, muito disputado, até que o ponta-esquerda Santana cobrou um “corner”, como falavam os “speakers” de antigamente, que modernizaram o termo, muito tempo depois, para tiro esquinado e o atual escanteio. A pelota viajou, direto, para a rede do visitante. No dia seguinte, o jornal “A Noite” contou:  “O que o Vasco acabou conseguindo nessa memorável noite não se mede nem se descreve”.
O time do grande feito da época, já que os uruguaios eram campeões olímpicos, foi: Valdemar, Espanhol e Itália; Brilhante, Nési e Lino; Pascoal, Russinho, Claudionor, Tales e Santana. O Wanderers teve: Cabrera, Tomasini e Tagrese; Labrada, Lobos e Carrica; Godoi, Conte, Ochiusso, Cacanelo e Farradan.
Foto reproduzida de Revista do Vasco



 
 

terça-feira, 2 de abril de 2013

VASCO "MILÃO" NO FUTEBOL CARIOCA

Na data de hoje, em 2 de abril de 1972, o Vasco tornou-se o sétimo clube a completar MIL JOGOS pelas temporadas oficiais do futebol do Rio de Janeiro. Rolava a sétima rodada da Taça Guanabara e foi na disputa do “Clássico da Paz”, que terminou no 0 x 0, com o América, no Maracana. A partida foi apitada por José Marçal Filho, assistida por 20.235 pagantes, teve renda de Cr$ 128.233,00 (cruzeiros, a moeda da época) e a "Turma da Colina" formando desse jeito: Andrada; Paulo César, Miguel, Moisés e Eberval; Alcir e Buglê; Suingue, Roberto, Silva (Ferreti) e Marco Antônio. O América foi:  Jonas; Cabrita, Tião, Mareco e Djair, Badeco e Re¬nato; Antônio Carlos, Tarciso, Sérgio Lima e Sarão (Gilmar).
OBS: 1 - Buglê foi expulso de campo, aos 42 minutos do segundo tempo; 2 -  o América (bem como Fluminense, Botafogo, Flamengo, São Cristóvão e Bangu), que era mais velhos do que o Vasco, “milou” antes.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

ANIVERSARIANTE DO DIA: TITA

Ele nasceu no “Dia da Mentira” – uma brincadeira do folclore brasileiro –, mas foi uma verdade como futebolista.  Mílton Queiroz da Paixão, o Tita, é de 1º de abril de 1958, o belíssimo ano em que o mundo descobriu a seleção canarinha.
Cruzmaltino, em 1987, Tita voltou à Colina, em 1989, e ficou par a temporada  seguinte. Atuando no meio-de-campo e no ataque, com muita valentia, ajudou a rapaziada a levantar a taça de se campeão estadual em sua primeira temporada vascaína. Mostrando que era pé quente, quando voltou, em 1989, foi campeão brasileiro. Em 1990, passou a mão na Taça Guanabara de 1990. A sua história cruzmaltina registra 42 jogos e 24 gols, da primeira passagem, e 39 partidas e 11 tentos, da segunda. Portanto, em 88 compromissos, 35 bolas nas redes.
Mas a que lhe deixou marcado na lembrança da torcia cruzmaltina foi aquela partida do domingão 9 de agosto de 1987, diante do Flamengo, na final do  Estadual. Aos 42 minutos do primeiro tempo, Roberto Dinamite  serviu e ele marcou o gol do “Títalo”, como brincou a imprensa. Depois, saiu comemorando, com o rosto encoberto pela camisa, o que virou mais uma moda no futebol brasileiro, depois do soco no ar e da cambalhota.
O “Clássico dos Milhões” em que Tita foi o herói teve arbitragem de Pedro Carlos Bregalda, um dos grandes públicos do Maracanã, 114.628 almas, e time vascaíno escalado, pelo técnico Sebastião Lazaroni, com esta rapaziada: Acácio; Paulo Roberto, Donato, Fernando e Mazinho; Henrique, Luís Carlos Martins (Vivinho), Geopvanai e Tita: Roberto Dinamti e Romário.
Tita foi canarinho, também. Fez 34 jogos pela Seleção Brasileira, marcando seis gols. Foi à Copa do Mundo de 1990, como reserva. Além do Vasco, defendeu Flamengo; Grêmio  e  Internacional, ambos de Porto Alegre-RS; o aleamão Bayer Leverküssen; o italiano, Pescara; León e Puela, do México,   e Comunicaciones, da Guatemala. Depois de encerar a carreira,  tornou-se treinador, já tendo dirigido o time vascaíno em 2000 e em 2008.