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| Duque e as suas bolas coloridas |
Vasco
domingo, 17 de agosto de 2014
SÃO JANUÁRIO RECEBE UM DUQUE
sábado, 16 de agosto de 2014
VASCO DA GAMA 2 X 0 CEARÁ SPORTING
E rolou a 'maricota. Aos 17 minutos, Guilherme Biteco jogou bola na área do visitasnte. Um zagueiro tocou na pelota, com uma das mãos, não teve do que reclamar. Mas Douglas (foto abaixo) não enganou o goleiro, que foi noo canto certo e espalmou. Como escreveu o redator do site oficial do Vasco, "a redonda explodiu no pé da trave mas não entrou". Sem problemas! Aos 20, o goleiro que mrececera aplausos minutos antes, agora merecia levar uma pedrada de sua torcida. Marlon cruzou a bola, ele a rebateu, e a danadinha sobrou, livrinha, para o "matador" Kléber acertar "um bonito chute que estufou o barbante",escreveu o www.crvascodagama.com.br: 1 x 0, placar do primeir tempo e o primeiro gol de Kleber em São Januário.
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| Douglas morde o manto cruzmaltino e Rodrigo sente o gosto da vitória |
16.09.2014 - (sábado) - Vasco 2 x 0 Ceará. Campeonato Brasileiro Série B. PEstádio: São Januário-RJ. Juiz: Edivaldo Elias da Silva-PR. Público: 16.495 pagantes e 18.495 total. Renda: R$392.375,00. Gols: Kléber, aos 35 min do 1º tempo, e Douglas, aos: 11 min do 2º tempo. VASCO: Martín Silva; Carlos César, Douglas Silva, Rodrigo e Marlon (Henrique); Guiñazu, Fabrício, Dakson (Jhon Cley) e Douglas; Guilherme Biteco (Edmílson) e Kléber. Técnico: Adílson Batista. CEARÁ: Luís Carlos; Samuel Xavier, Anderson, Sandro e Helder Santos; João Marcos, Ricardinho, Eduardo (Lulinha) e Nikão (Michel); Bill e Magno Alves (Gil). Técnico: Sérgio Soares. (imagem clicada por Marcelo Sadio, fotógrafo oficial do Club de Regatas Vasco da Gama). Agradecimento.
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
VASCO DAS PÁGINAS - QUEBROU O 'SANTO'
A edição Nº 46, de “Manchete Esportiva”, de outubro de 1956, registra, à página quinta-feira, 14 de agosto de 2014
NEI OLIVEIRA, FIGURINHA CARIMBADA
Na
entrevista – de novembro de 1968 –, Nei
revelou quais foram os seus principais gols. E elegeu o mais bonito como tendo
sido o segundo dos 2 x 0 sobre o Olaria, com a camisa do Vasco. Tão engraçado,
que ele não sabia se a torcida ria pelo tento, ou pela situação embaraçosa em
que ficou, ao fechar o placar. Estava na intermediária, quando Danilo Menezes atacava,
pela ponta-esquerda. Correu para a área, quando Danilo centrou a bola à meia-altura. No instante, estava a cerca de
cinco metros longe do lance. “Voei,
peguei a bola no ar e fui cair dentro do gol, me embaralhando na rede. Foi um
custo para me desvencilhar do barbante”, contou.
Nascido em 6 de julho de 1944, em
Piracicaba-SP, Ney de Oliveira, que a imprensa escrevia Nei Oliveira, passou três temporadas –1967/1968/1969 – na Colina. Na
primeira, teve três treinadores – Zizinho, Gentil Cardoso e Ademir Menezes – e
estes colegas de time: Franz (Édson Borracha/Pedro Paulo), Jorge Luís, Brito
(Sérgio), Fontana (Álvaro) e Oldair; Salomão (Paulo Dias) e Danilo Meneszs; Nei
(Nado/Zezinho), Valfrido (Paulo Mata), Adílson (Paulo Bim) e Silva (Tião/
Luisinho). No ano seguinte, comandado pelo técnico
Paulinho de Almeida, os companheiros foram Pedro Paulo; Ferreira (Jorge Luís),
Brito (Sérgio), Fontana (Fernando) e Eberval (Lourival); Buglê e Danilo Menezes
(Alcir/Beneetti); Nado, Nei (Adilson), Valfrido (Bianchini) e Silvinho. quarta-feira, 13 de agosto de 2014
O VENENO DO ESCORPIÃO: O ENCANTADOR DE VOTOS ACIMA E ABAIXO DO EQUADOR
A América do Sul é imbatível em "exdruxulismos". Em alguma parte do planeta alguém já foi eleito presidente da república por cinco vezes e derrubado em quatro? Aconteceu no Equador, com José María Velasco Ibarra, um sujeito do século trasado (nascido em 1893), estudado em Paris e dono de uma verve "ducarvalho", capaz de entorpecer eleitorados que os viam e o ouviam em cima dos palanques e carrocerias de caminhões.
Além de bom encantador de votos, o Ibarra era vivo, vivíssimo, enxargava acima
e abaixo de
qualquer linha equinocial, Acabou com os ventos da economia colonial equatoriana e soube como dar um nó na oposição. Quando candidatou-se a chefe
supremo pela promeira vez, em 1934, o planeta vivia tempos de
crise econômica. Ele levou setores conservadores no papo e chegou lá, pra,
depois, aplicar um golpe nos fazendeiros, com plano de reforma agrária que dividia as terras da moçada - pediu pra ser derrubado, o que rolou em 1935, por golpe militar.
Ibarra voltou ao poder, em 1944, mas, por pisar na bola, durante conflitos ronteiriços com o Peru, novamente, ” aos militares para derrubá-lo. Era 1947 e ele aproveitou a perda do emprego paracurtir um exilio. Voltou ao Equador, em 1952, para ser “trieleito”. Daquela vez, porém, chegou ao final do mandato, em 1956, quando seu país consguira uma grande safra de bananas e amplas exportações.
Chegou a década-1060 e o bom de voto Ibarra
foi eleito, pela quarta vez. Mas só
sentou-se na antiga cadeira por apenas dois meses e uma
semana, pois o parlamento nacional viu o
seu governo muito comunistão. Sem
problemas! Em 1968, lá estava ele sendo
eleito e empossado, pela quinta vez, presidente do Equador. Só que ele se esqueceu
do que havia aprontado três décadas antes,
quando tentou sacanear os grandes fazendeiros. Andou falando em revolução
cubana, em esmagar as oligarquias e aquelas coisas todas já muito
manjadas e que não colavam no país. Em 1972, cinco meses
antes de terminar o mandato, voltou a “ser convidado” pelos militares a se
retirar do poder - em uma terça-feira de
Carnaval, no golpe que ficou conhecido por El Carnavalazo.
Fim de festa? Nem
tanto. Em 1977, quando estava exilado na
Argentina, o veterano Ibarra foi procurado pelos seus chegados pra tentar se
eleger, pela sexta, vez presidente equatoriano. Aos 84 de idade, ele só não topou porque não tnha mais saco
para ser derrubado por ativistas sociais, golpistas militares, conspiradores
e
ex-aliados políticos. Quando nada, saiu desta “para uma outra
melhor” (em 1979), pintado no mais mais perfeito retrato da instabilidade política já
clicada acima e abaixo do Equador.


