Vasco
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
MEIA-TRAGÉDIA DA COLINA
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
HISTÓRIAS DO GAMA - ALMIR VIEIRA
Supervisor gamense da grande temporada-1979,
Almir de Azevedo Vieira esteve sempre ligado ao esporte, desde quando chegou a (então
sendo construída) Brasília, em 1957.
Servidor do IAPI (Instituto de Aposentadoria e Pensões do Industriários,
futuro INPS e atual INSS), ele não tinha tempo para jogar futebol, como o fazia
no Rio de Janeiro, sendo meia-esquerda ou centroavante. Sem poder correr atrás do placar, o (louco
por futebol) Almir se juntou à turma da bola, pelo lado de fora do campo e participou
da criação do Clube de Regatas Guará. E se juntou à moçada desportiva pra pedir tratores a
órgãos governamentais para fazer campos de futebol.
- Ajudei a construir um dos primeiros campos
(de futebol) de Brasília, Foi onde havia sido o hospital do IAPI. Mais pra frentee, ajudei a fazer um
campo para lazer de operários, na hoje 305 Sul – lembra ele, que chegou a jogar algumas peladas na
quadra do IPASE (Instituto de Previdência e Assistência
dos Servidores do Estado), na atual 208 Sul.
Depois de suas primeiras participações nas
esportividades candangas, o carioca Almir Viera só voltou ao ramo, em 1965,
como cartola do Clube dos Inapiários (depois, Clube dos Previdenciários),
militando com o futebol mirim. Adiante, participou de diretorias desportivas de
Cota Mil, Monte Libano, CR Guará, Grêmio Esportivo Brasiliense e Corintians do Guará, que se juntou ao
Humaitá e ao CR Guará pra se ter um só representante da cidade-satélite do
Guará no futebol gerido pela Federação Metropolitana de Futebol, em 1976. Um pouco antes, fora supervisor da Seleção Brasiliense Juvenil-1976 e de um
selecionado profissional formada para enfrentar o Atlético-MG, em data festiva
de 1977.
A liderança mostrada por Almir durante aquelas as atividades citadas acima levou a Sociedade Esportiva do Gama a “requsita-lo”, como gostava de falar. No Periquitão, ele foi um dos responsáveis pela contratação do treinador Martim Francisco, velho amigo dos seus tempos vascaínos.
Nascido no
16.04.1926 e vivente até o 05.03.2028, aos 91 de idade, o jovem Almir era
atleta do futebol juvenil do São Cristóvão, quando recebeu convite para
mudar-se para o Vasco da Gama. Subiu ao time de aspirantes, que tinha dedo de
Martim Francisco (campeão carioca-1956) e, ao se profissionalizar, passou pelos
paranaenses Coritiba e Água Verde. Mas estava escrito que, na temporada seguinte,
ele chegaria ao futuro novo DF para, em 1979, entrar para a história do Gama.
O ADMIRÁVEL ALMIRANTE - 5
BELAS NA ESPORTIVA - AQUÁTICAS
Desde 1947 que Crisca tinha o seu grupo de balé aquático. E o danado parecia ter visgo. Pelo menos, ela confidenciou à repórter que suas meninas se casavam, descasavam e voltavam para o grupo. Entregou duas: Mina e Luciana Alencasatro. ![]() |
| A graciosidade das meninas de Cris Jane encantavam Sarah Kubitscheck |
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
O ADMIRÁVEL ALMIRANTE - 4
KIKE NO LANCE - - Vasco 2 x 1 América citado pelo leitor acima foi jogado no Estádio Club de Regatas Vasco da Gama, o nome oficial do chamado São Januário, que é o da rua que faz fundos com a General Almério de Moura, a da frente, onde está o portão de entrada da sede cruzmaltina. O juiz foi Armando Marques e os gols marcados por Vevé e Saulzinho, com Nilo descontando para os americanos. Naquela tarde, o treinador Jorge Vieira escalou este time: Humberto Torgado, Paulinho de Almeida, Brito, Barbosinha e Dario; Nivaldo e Lorico; Joãozinho, Saulzinho, Vevé e Da Silva.

