Vasco

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sexta-feira, 15 de março de 2019

VASCO DAS PÁGINAS - O CARA


     Reprodução de revista trazendo o ranking dos maiores astros do futebol

quinta-feira, 14 de março de 2019

HISTORI & LENDAS - ROTA 1957

1 -  Após conquistar troféus na França (Torneio de Paris-1957) e na Espanha (Teresa Herrera-1957), o Vasco seguiu batendo nos espanhóis: 2 x 1 Valência e 3 x 1 Espanyol. Depois, a foi a Portugal mandar 5 x 2 Benfica. Estava ótimo. Mas os cartolas queriam mais grana. Levaram o time, cansado, para a antiga União Soviética, onde caiu ante dois Dínamos, o de Kiev e o de Moscou, em ambos os jogos por 3 x 1. E, ainda, para o moscovita Spartack, por 1 x 0. O saldo, porém, era bom. Em 13 pegas, entre 5 de junho e 14 de julho, foram 10 vitórias e três quedas.

2 - Estes foram os compromissos da excursão vascaína em 1957: 05.06.1957 – Vasco 2 x 1 Combinado de Willemstad; 09.06.1957 – Vasco 6 x 2 Hakoah All Stars; 12.06.1957 – Vasco 3 x 1 Racing Club Paris; 14.06.1957 – Vasco 4 x 3 Real Madrid; 16.06.1957 – Vasco 4 x 2 Athletic Bilbao; 26.06.1957 – Vasco 2 x 1 Valência; 30.06.1957 – Vasco 5 x 2 Benfica; 03.07.1957 – Vasco 3 x 1 Espanyol; 08.07.1957 – Vasco 1 x 3 Díamo de Kiev; 11.07.1957 – Vasco 1 x 3 Dínamo de Moscou; 14.07.1957 – Vasco 0 x 1 Spartack.
3 - Vasco e Barcelona-ESP já jogaram em 11 ocasiões. Rolou assim:   28.06.1931 – Vasco 2 x 3; 29.06.1931 – Vasco 2 x 1; 12.06.1955 – Vasco 0 x 1; 23.06.1957 – Vasco 7 x 2; 08.06.1966 – Vasco 1 x 1 Barcelona. Torneio Joan Gamper – 23.08.1972 – Vasco 0 x 0 Barcelona; 20.08.1980 – Vasco 1 x 2; 18.08.1981 – Vasco 0 x 1. Torneio Cidade de Sevilha – 19.08.1992 – Vasco 3 x 1. Torneio Cidade de Palma – 18.08.1979 – Vasco 0 x 0 Barcelona; 10.08.1995 - Vasco 0 x 0 Barcelona.
 4 - O Rio Negro, de Manaus-AM, já convidou os vascaínos para sete amistosos. Neles, a “Turma da Colina” marcou 13 tentos, à média de 1,86 por vez. Confira datas e placares: 23.06.1968 – Vasco 4 x 1; 12.10.1971 – Vasco 2 x 0; 27.05.1976 – Vasco 1 x 1 Rio Negro; 12.06.1983 – Vasco 1 x 1 Rio Negro; 27.06.1984 – Vasco 2 x 3 Rio Negro; 09.07.1987 – Vasco 0 x 0 Rio Negro; 20.07.1988 – Vasco 3 x 2. 
5 - O Vasco encarou o Olaria só em três oportunidades, pela Copa Rio de Janeiro. Venceu duas e empatou uma partridas. Confira: 23.06.1991 – 5 x 0; 21.10.1995 – 1 x 1; 18.11.1995 –  1 x 0.

quarta-feira, 13 de março de 2019

VASCO NA COPA DA COLINA - 1954

Esta rapaziada estrava em grande forma e não tinha pena de mandar goleadas  
 
Em julho de 1951, a revista “O Globo Sportivo”  publicou às páginas 4 e 5 do número 648 extenso texto sobre as semifinais da Copa Rio.  Primeira disputa internacional no país, após a Copa do Mundo-1950, ela foi chamada pela publicação carioca de “Torneio Mundial de Clubes Campeões”, mesmo  não contando com convidados de peso, como o francês Racing, o inglês Tottenham, o escocês Hibbernian e o espanhol Atlético de Madrid, os três últimos ganhadores dos seus  certames nacionais – substituídos por Nice (campeão francês), Áustria (campeão austríaco), Estrela Vermelha, da então Iugoslávia, e Sporting (campeão português), que se juntaram ao uruguaio Nacional, de Montevidéu, ao italiano Juventus, de Turim, e ao paulistano Palmeiras.
BATEU FORTE - De acordo com a matéria, ao encarar a “Turma da Colina”, o Áustria  sofreu um “contundente revés”, diante de “uma técnica nova revolucionária, pegando um Vasco em plena forma”. Prossegue o redator contando que o visitante deixou-se dominar pelas “qualidades  inatas dos jogadores brasileiros no controle da bola, na rapidez dos movimentos, nas habilidades individuais, nas manobras de conjunto e de improvisação das jogadas”.
Por fim, informa a revista, que o time visitante, mesmo batido, foi um grande adversário. “Não parou em campo para ver time da casa se exibindo,  mas sentiu-se como atraído pela facilidade com que os vascaínos trabalhavam em todos os  setores da luta”.
O time cruzmaltino venceu o austríaco, por 5 x 1, jogando com: Barbosa, Laerte, Clarel, Ely, Alfredo II, Tesourinha, Ipojucan, Friaça, Maneca e Dajair (Noca). Na foto da matéria há a formação de uma outra partida (em pé, da esquerda para a direita) por Ely, Barbosa, Augusto, Danilo, Clarel e Alfredo II; (agachados, na mesma ordem) Tesourinha, Ipojucan, Friaça, Maneca, Djayr e o massagista Mário Américo.
Além  da goleada sobre o Áustria (05.07), os demais resultados vascaínos foram: 5 x 1 Sporting (01.07); 2 x 0 Nacional (08.07); 1 x 2 Palmeiras (12.07) e 0 x 0 Palmeiras (15.07), terminando em terceiro lugar

terça-feira, 12 de março de 2019

HISTÓRIAS DO KIKE - BRASÍLIA OLÍMPICA

Brasília sediou 10 jogos das Olimpíadas-2016, sem nenhum gol do time canarinho. Confira os placares - masculino: 04.08 – 13h - Iraque 0 x 0 Dinamarca; 04.08 – 16h - Brasil  0 x 0 África do Sul; 07. 08 – 19h – Dinamarca 1 x 0 África do Sul (gol de Robert Skov); 07. 08 – 22h – Brasil 0  x 0 Iraque; 10.08 – 13h - Argentina 1 x 1 Honduras; 10/08 – 16h - Coréia do Sul 1 x 0 México; 13/08 – 13h – Alemanha 4 x 0 Portugal. Feminino: 09/08 – 16h - Alemanha 1 x 2 Canadá; 09/08 – 22h - China 0 x 0 Suécia; 12/08 – 13h – Estados Unidos 1 (3) x 1 (4) Suécia.

BRASIL 0 X 0 ÁFRICA DO SUL - Quem esperava por goleada brasileira irritou-se pela “bola furada” do time masculino, no Mané Garrincha, em uma quinta-feira. Mesmo com um a mais, a partir dos 59 minutos, a moçada enrolou-se diante de uma equipe segura e bem armada. Por isso, levou vaias, desde o final do primeiro tempo. Neymar, capitão e craque do time, teve atuação discreta, tentando jogadas individuais, mas ficou devendo.

Osa visitantes tentaram segurar os brasileiros com duas linhas de quatro e dois atletas mais adiantados, todos dispostos em um pequeno espaço, encurtando e congestionando o campo. Deixava o Brasil tocar a bola, mas não abria espaços para ataques intensos. Neymar ficava muito estático, pela esquerda, tentando jogadas individuais. Não arrancava para o gol e as tabelas muito vistas nos treinos saíam pouco, bem como lances profundos, pelo meio, ou pelos lados. Em uma deles, Gabriel Barbosa lançou Gabriel Jesus, que não alcançou a bola.

Além do chute de Felipe Anderson, de fora da área e com bola rente à trave, as melhores chances brasileiras foram em duas tentativas de Neymar, da entrada da área, com o goleiro sul-africano cedendo “corner”. O rival, mesmo finalizando menos, foi mais perigoso, com bom toque de bola e contando com vacilos da defesa “brasuca”.
No segundo tempo, os sul-africanos soltavam-se um pouco e os brasileiros perdiam bolas seguidas, errando muitos passes e mostrando descontrole. Irritavam e torcida brasiliense e eram vaiados. Quando os sul-africanos tiverma um jogador expulso de campo, o treinador Rogério Micale usou o 4-2-4, trocando Felipe Anderson por Luan. Minutos depois, para ter mais fôlego e mais marcação, trocou Renato Augusto (saiu bastante vaiado) por Rafinha. O time atacou, animou-se e criou chances com Gabriel Barbosa e Neymar. Mas a melhor foi em um cruzamento de Luan, que terminou com Gabriel Jesus acertando a trave
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04.08.2016  BRASIL 0 x 0 ÁFRICA DO SUL. Juiz: Antonio Mateu Lahoz-ESP. Público e rendas: não divulgados. BRASIL - Weverton; Zeca, Marquinhos, Rodrigo Caio e Douglas Santos (William); Thiago Maia, Renato Augusto (Rafinha Alcântara) e Felipe Anderson (Luan); Gabriel Barbosa, Gabriel Jesus e Neymar. Técnico: Rogério Micale. ÁFRICA DO SUL - Khune; Mobara, Mathoho, Coetzee e Mekoa; Mvala, Motupa, Modiba (Ntshangase) e Dolly; Masuku (Morris) e Mothiba. Técnico: Owen da Gama. Cartões amarelos: Thiago Maia e Marquinhos (Brasil) e Mathoho (África do Sul).

BRASIL 0 X 0 IRAQUE – segunda decepcionante atuação brasileira no Mané Garrincha. Os canarinhos estiveram tão ou mais irritantes do que no jogo anterior, nervosos, atrapalhados e errando muitos passes. Com Neymar apagado, a torcida  gritou  “Marta, Marta” – jogara um bolão e marcara dois gols nos 5 x 1 Suécia.

Por pouco, o Iraque quase marca, aos 11 minutos. Abdul-Raheem aproveitou saída horrível do gol de Weverton, cabeceou e acertou a bola na trave, no único lance  perigoso deles. O Brasil  chegou a criar algumas chances de gol, mas, além de não finalizar bem, abriu muitos espaços na defesa para ser atacado. Gabriel Jesus desperdiçou a grande chance de gol, aos dois minutos. Livre, na área, chutou para fora, à direita do goleiro, pixotada demonstrada, em  outros lances, por Gabriel “Gabigol”, Zeca, Renato Augusto e Neymar.

Os canarinhos sentiam a falta d eum líder, quando a torcida começou a vaiar, depois de 75 minutos de futebol ruim. Um dos principais alvos dos torcedores era Renato Augusto. Pra piorar, um torcedor invadiu o campo, com a camisa pra cima, enquanto a bola estava parada, aos 42 minutos do segundo tempo. Três seguranças o imobilizaram e o tiraram do campo.

07.08.2016 (domingo) - Brasil 0 x 0 Iraque. Juiz: Ovidio Hategan-ROM. Assistentes: O. Sovren e S. Gheorghe. Público renda: não divulgados. BRASIL: Weverton; Zeca, Marquinhos, Rodrigo Caio e Douglas Santos (William); Thiago Maia, Renato Augusto e Felipe Anderson (Luan); Gabriel Jesus (Rafinha), Neymar e Gabigol. Técnico: Rogério Micale.  IRAQUE: Hameed, Ali, Ibrahim, Nadhim e Ismail; Natiq, Luaibi (Faez), Kareem (Tariq) e Attwan; Adnan e Raheem (Ahmed). Técnico: Abdul Hani Shahad.

VASCO DAS PÁGINAS - ORLANDO PEÇANHA

“O player vascaíno tem grandes probabilidades de vir a ser um dos mais completos jogadores em sua posição....”
A avaliação foi do jornalista Leunam Leite, pelo Nº 914 da revista carioca ‘Esporte Ilustrado”, de 13 de outubro de 1955. Portanto, há 62 temporadas, arriscou um palpite e acertou. Aos 20 de idade, Orlando Peçanha de Carvalho disputava a sua primeira temporada como atleta profissional do Vasco da Gama, acenando que seria jogador de Seleção Brasileira.
 Na época da reportagem, a “Turma da Colina” liderava o Campeonato Carioca, com sete vitórias e um empate, tendo marcado 21 e levado quatro tentos, o que significava ter defesa forte. À época, Orlando atuava pelo setor que era chamado de centro da intermediária.
 Em 1954, Orlando atuava pela chamada linha média, ao lado de Joaquim Henrique e Coronel, no time juvenil.  Em 1955, promovido ao time A, o time tinha Paulinho de Almeida e Dario pelas laterais, enquanto ele, Haroldo e Mirim formavam o setor.
 Para a semanário carioca, Orlando suportava “galhardamente”, todas as provas de fogo, portando-se como um “baluarte” da defesa vascaína.  Mais: “Possuidor de um estilo de jogo sóbrio e eficiente, tem revelado virtudes de um marcador implacável e um exímio distribuidor de passes...”  
“Esporte Ilustrado” conta que Orlando havia nascido, em 20 de setembro de 1935, no subúrbio carioca de Lins de Vasconcelos e começara a mostrar  veneno, a partir dos 16 de idade, pelo time juvenil do Fonseca, de Niterói. Campeão local, em 1952, integrou a seleção fluminense que disputou o Campeonato Brasileiro de Seleções,  trampolim para chegar a São Januário, em 1953.
Direcionado para o time juvenil, Orlando foi campeão carioca da categoria-1954. Passou pelos aspirantes e subiu ao time principal por intermédio do técnico Flávio Costa. Campeão carioca-1956, duas temporadas depois ficava campeão mundial, com a seleção canarinha da Copa do Mundo-1958, na Suécia. No mesmo período, foi campeão carioca e do Torneio Rio-São Paulo.  Uma carreira cheia de títulos como vascaíno. Acertou, na mosca, a “Esporte Ilustrado”.