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terça-feira, 12 de março de 2019

VASCO DAS PÁGINAS - ORLANDO PEÇANHA

“O player vascaíno tem grandes probabilidades de vir a ser um dos mais completos jogadores em sua posição....”
A avaliação foi do jornalista Leunam Leite, pelo Nº 914 da revista carioca ‘Esporte Ilustrado”, de 13 de outubro de 1955. Portanto, há 62 temporadas, arriscou um palpite e acertou. Aos 20 de idade, Orlando Peçanha de Carvalho disputava a sua primeira temporada como atleta profissional do Vasco da Gama, acenando que seria jogador de Seleção Brasileira.
 Na época da reportagem, a “Turma da Colina” liderava o Campeonato Carioca, com sete vitórias e um empate, tendo marcado 21 e levado quatro tentos, o que significava ter defesa forte. À época, Orlando atuava pelo setor que era chamado de centro da intermediária.
 Em 1954, Orlando atuava pela chamada linha média, ao lado de Joaquim Henrique e Coronel, no time juvenil.  Em 1955, promovido ao time A, o time tinha Paulinho de Almeida e Dario pelas laterais, enquanto ele, Haroldo e Mirim formavam o setor.
 Para a semanário carioca, Orlando suportava “galhardamente”, todas as provas de fogo, portando-se como um “baluarte” da defesa vascaína.  Mais: “Possuidor de um estilo de jogo sóbrio e eficiente, tem revelado virtudes de um marcador implacável e um exímio distribuidor de passes...”  
“Esporte Ilustrado” conta que Orlando havia nascido, em 20 de setembro de 1935, no subúrbio carioca de Lins de Vasconcelos e começara a mostrar  veneno, a partir dos 16 de idade, pelo time juvenil do Fonseca, de Niterói. Campeão local, em 1952, integrou a seleção fluminense que disputou o Campeonato Brasileiro de Seleções,  trampolim para chegar a São Januário, em 1953.
Direcionado para o time juvenil, Orlando foi campeão carioca da categoria-1954. Passou pelos aspirantes e subiu ao time principal por intermédio do técnico Flávio Costa. Campeão carioca-1956, duas temporadas depois ficava campeão mundial, com a seleção canarinha da Copa do Mundo-1958, na Suécia. No mesmo período, foi campeão carioca e do Torneio Rio-São Paulo.  Uma carreira cheia de títulos como vascaíno. Acertou, na mosca, a “Esporte Ilustrado”. 
 
 

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